WikiLab: Comunidade no ABC paulista quer imprimir um laboratório para trabalhar com software livre

Hoje eu vou apresentar pra você o projeto mais bacana que eu vi durante toda esta semana. Com o avança da tecnologia, existe uma cultura nova com impressoras em 3D e outras ferramentas do tipo, mas você já pensou em extrapolar e imprimir o seu laboratório inteiro?

WikiLab




Eu acho muito importante demonstrar o nosso apoio a um projeto tão bacana quanto este. O pessoal da UFABC, de São Paulo está elaborando um projeto para literalmente IMPRIMIR um laboratório.

O projeto


"O que queremos fazer?

Queremos unir mentes e forças para fabricar e montar o espaço que será a casa doLaboratório de Tecnologias Livres da UFABC e da comunidade hacker do ABC . Desde a criação do projeto, feito digitalmente, até a montagem, todo o processo será feito de forma colaborativa e com fonte aberta, usando tecnologias maker.

Para isso, vamos imprimir um laboratório.

Calma, a gente explica: vamos usar chapas de madeira e uma máquina CNC para cortar e numerar as peças que serão utilizadas para levantarmos nosso laboratório acadêmico. Depois juntaremos quem estiver disposto a ajudar – sem a necessidade de nenhum conhecimento específico – e encaixaremos as peças como em um quebra-cabeças gigante.

O local será utilizado como makerspace, laboratório acadêmico e um espaço aberto para todos que queiram transformar um projeto em realidade, usando tecnologias livres. Será a primeira wikihouse de São Paulo , a segunda do Brasil."

Este pequeno trecho de explicação acima foi retirado do projeto de financiamento coletivo para poder tirar esse sonho do papel. Existe uma campanha no Catarse que pretende juntar R$ 63.000, faltam 37 dias para que a campanha se encerre no momento deste post, e foram arrecadados apenas 30% do valor, como é o tipo de campanha "tudo ou nada" do Catarse, caso a meta não seja atingida, o projeto infelizmente não poderá ser concluído.

Confira o vídeo abaixo para entender melhor como vai funcionar o projeto.


As pessoas que colaborarem receberão recompensas que vão desde de adesivos e camisetas até coisas "mais permanentes", como o seu nome escrito na parede do laboratório.

Falando nisso, você reparou em como ele será montado? Todo o projeto é baseado no conceito da WikiHouse.

WikiHouse


WikiHouse é uma estrutura feita de madeira compensada, cortada com uma máquina CNC – impressora 3d com cortadora a laser. Os planos da estrutura foram criados pela comunidade global da Wikihouse e estão disponíveis para qualquer um na internet. O objetivo é permitir que qualquer pessoa projete, faça o download e imprima casas e componentes que podem ser montados com o mínimo de habilidades formais ou treinamento. O projeto é um alternativa inovadora de habitação de baixo custo que pode ser adaptada e implementada no mundo inteiro. É quase como brincar de lego em tamanho real!

O ambiente será aberto ao público e será um local para incentivar a cultura hacker, de pesquisa e de software de código aberto.

Vale a pena colaborar ou no mínimo compartilhar para que um projeto bacana como este saia do papel!

- Clique aqui para acessar o projeto no Catarse e colaborar com o valor que quiser, qualquer quantia já ajuda.

Compartilhe com seus amigos e até a próxima!
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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Primeiras daily builds do Ubuntu 17.10 já estão disponíveis para download

Seguindo a tradição, logo depois de um lançamento como o do recente Ubuntu 17.04 Zesty Zapus, que finalizou o alfabeto, temos as primeiras construções diárias da próxima versão, o Ubuntu 17,10 que sairá em Outubro.

Ubuntu 17.10 Artful Aardvark


O Ubuntu 17.10 de codinome "Artful Aardvark" (isso mesmo, voltou no início do alfabeto), já está recebendo as suas primeiras construções diárias, chamadas em inglês de ""daily builds", assim como seus repositórios já foram abertos para o recebimento dos softwares deste ciclo.

Esta versão está muito longe de estar pronta para a utilização do usuário comum, como comentei, ele será lançado somente em Outubro e não é recomendado para pessoas que não tenham a intenção a ajudar a desenvolver o sistema.

As primeiras ISOs estão disponíveis aqui.

O que podemos esperar do Ubuntu 17.10?


A disponibilidade das primeiras ISOs do ciclo 17.10 é um gancho perfeito para falar sobre as coisas que deverão chegar com esta nova versão.

Como você bem deve saber, a Canonical resolveu descontinuar o Unity como interface padrão do Ubuntu, além disso, outros projetos acabaram ficando de lado, pessoas foram demitidas da empresa e setores reformulados.
O local onde essas mudanças serão mais sentidas é justamente o Desktop, que para mim é a parte mais sensível do projeto, não financeiramente falando, mas no aspecto de relação com o usuário final de computador.

Na versão 17.10 nós teremos o Gnome Shell como interface e o Wayland como servidor gráfico, abraçando a maior parte das soluções colocadas pelo projeto Gnome. 

Até o momento, pelas informações que se tem, nós teremos um Gnome puro no Ubuntu 17.10, o que do ponto de vista do usuário final não seria a melhor escolha, pois o Gnome necessita de uma série de complementos para conseguir ter os mesmos recursos que o Unity anteriormente tinha.

Falando em Unity, ele ainda estará nos repositórios caso alguém deseje instalar. Até o momento, não sei de nenhuma comunidade que queira continuar desenvolvendo funções para ele, ou desenvolvendo ele em si, entretanto ele estará disponível. Apesar desta informação deixar os fãs do Unity menos preocupados, é bom alertar que ele não será tão "bem integrado" ao Gnome como antes, a Canonical costumava aplicar vários patches e modificações para fazer com que os Apps do Gnome funcionassem de forma integrada ao Unity, como o Nautilus por exemplo, algo que deixará de acontecer, então os aplicativos poderão ficar "estranhos" no Unity do 17.10, para quem for utilizar.

É provável que o Ubuntu 17.10 chegue com o Gnome 3.26, mas ainda não foi confirmado, outra coisa que ainda não foi definida é se o Ubuntu passaria a utilizar o GDM ou continuaria utilizando o LightDM como gestor de login, particularmente acho o LightDM mais belo, porém, com essa ideia de "all GNOME" de Mark Shuttleworth, não me admiraria se o GDM fosse o padrão também.

O calendário de lançamentos para o Ubuntu 17.10 Artful Aardvark é o seguinte: 

- 29 de Junho - Alpha 1
- 27 Julho - Alpha 2
- 31 Agosto - Beta 1
- 28 de Setembro - Beta final
- 19 de Outubro - Versão final

O que você espera do Ubuntu 17.10? Pretende utilizar? Sei que é muito cedo para qualquer comentário mais técnico, mas será um lançamento importante, pois é onde teremos uma prévia da próxima LTS que sai em Abril de 2018.

Até a próxima!
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quinta-feira, 27 de abril de 2017

KDE Plasma deverá receber integração com Google Chrome

Um dos desenvolvedores da distribuição KaOS, uma distro independente que usa a interface KDE Plasma como padrão, anunciou uma integração do Plasma com o Chrome para um futuro próximo.

KDE Plasma - Integração com o Google Chrome


O Plasma deverá receber em breve uma integração com o Google Chrome que vai um pouco além da integração que o Gnome Shell tem, ainda que ela seja ativada de forma semelhante. O Gnome Shell tem uma extensão para o Chrome e para o Firefox que permite que você instale complementos à partir do site extensions.gnome.org, na versão do Google Chrome você pode inclusive sincronizar as extensões, assim como faz com qualquer outro App.

KDE Plasma com integração com o Chrome

A integração do Plasma com o Chrome será ainda mais profunda aparentemente, o complemento permitirá uma legítima interação nativa do navegador mais utilizado do mundo com o ambiente desktop do projeto KDE. Não temos muito mais além de imagens como está logo acima, mas tudo indica que a integração abrange o famoso KDE Connect, controle de mídia sendo reproduzida no Google Chrome através de plasmoids, notificações de downloads, pesquisa por conteúdos e abas do navegador através do KRunner, entre outros ainda não detalhados.

Usuários do KDE Plasma certamente ficarão satisfeitos, não é? :)

Até o momento eu pude colher a informação de que o pacote plasma-browser-extension, que seria o responsável por essa integração, está ainda sob construção e será liberado no GitHub em breve, ou seja, ainda não está disponível para o público, porém, mediante a aprovação, ele poderá ser integrado ao Desktop KDE Plasma padrão nas próximas versões.

Até a próxima!

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OpenLara - O primeiro Tomb Raider agora roda através de um navegador

Procurando reinventar uma engine de código aberto para rodar o clássico Tomb Raider, alguns desenvolvedores criaram o OpenLara, uma versão do game que usa WebGL e roda em qualquer navegador atual.

OpenLara - Tomb Raider WebGL




Este projeto de código aberto foi inspirado no OpenTomb, que tem uma intenção parecida. Você encontra o código do OpenLara no GitHub se você quiser dar uma olhada.

Existe também uma demonstração disponível online para você jogar um pouco o OpenLara, clique aqui para acessar.

OpenLara
A descrição das teclas de controle ficam logo abaixo da tela de jogo, porém, atente-se para o fato de que você deve ter a aceleração de hardware ativada no seu navegador para o jogo funcionar corretamente, no Google Chrome você ativa essa opção, caso não esteja ativada, pelo menu de configurações na sessão de configurações avançadas.

Até a próxima!
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PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.


Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Como testar novos recursos no Firefox antes de todos!

Se você gosta do Mozilla Firefox e gostaria de ficar por dentro de todas as novidades do browser, fazer experimentos e testar funcionalidades que podem entrar para o browser antes de todo mundo, este artigo é pra você!

Como usar Firefox Test Pilot






A Mozilla é uma organização que já está presente na internet a um bom tempo, sempre seguindo seu objetivo de manter a Web “saudável, aberta e acessível para todos”, é uma das empresas com maior ativismo nas questões das liberdades dentro desse âmbito, desde questões como perigo de monopólio do mercado na época do fim do NetScape, como também preocupações com privacidade de dados e criptografia e liberdade.

Uma das coisas mais interessantes sobre o Firefox e que poucos conhecem é o chamado "Test Pilot", que é uma ferramenta que permite que você teste ferramentas que podem ser incorporadas ou não em futuras versões do navegador. Essas ferramentas podem sumir de um dia para o outro, então não se apegue demais, certo? 😂


Firefox e experimentos


Firefox Test Pilot

Querido por muitos, o Firefox é um dos projetos com desenvolvimento ativo mais longos da história, e a Mozilla mantêm um programa chamado Firefox Test Pilot que é um facilitador para usuários testarem e opinarem a respeito de futuros recursos e add-on para o navegador da raposa (ou do panda de fogo, como queira).

Selecionei para este artigo um recurso muito legal que pode vir a entrar nos próximas versões do Firefox: o recurso Container Tabs. Mostrar ele também será uma forma de você conhecer melhor o Test Pilot.

Container Tabs, um novo recurso de usabilidade e privacidade


Os containers lhe permitem criar espaços no Firefox para diferentes atividade que você queira manter separadas, as etiquetas personalizadas e abas destacadas por cores ajudam a manter diferentes atividades — como compras on-line, planejamento de viagens ou verificar e-mails de trabalho — separadas.

Firefox Container Tabs

Como os containers armazenam os cookies separadamente, você pode entrar no mesmo site com uma conta diferente em cada contêiner e os rastreadores on-line não conseguem conectar a sua navegação à um outro contêiner. Assim, você pode manter as suas compras pessoais separadas da sua vida social e do seu trabalho, sem se preocupar em ser monitorado pela Web.

Firefox Container Tab

O processo de abrir uma aba dentro de um contêiner é extremamente simples, apenas aponte para o ícone de “mais”, serão listados os Contêineres que você possui, clique no desejado e pronto, a nova aba ira obter uma etiqueta colorida conforme a cor do Container escolhido.

Container Tab

Ao habilitar os Containers é possível gerenciá-los através do ícone do recurso que ira ficar localizado na barra de ferramentas.

Firefox Container
Nele é possível acessar as principais funcionalidades do novo recurso, dentre elas criar novos contêineres, como por exemplo um chamado “Acadêmico”, para abrir seus e-mails e contas relacionadas a vida acadêmica, sem que isso se cruze com suas outras atividades, basta clicar no ícone de “mais” ao lado de “Edit Containers”.

Firefox Test Pilot

De um nome, escolha a cor e o ícone de seu novo container e clique em “OK”.

Firefox Container Tabs

Você pode usar o mesmo menu para organizar as abas já abertas de um determinado container, bastando abrir o menu, clicar na seta ao lado do nome e ter acesso as opções.

Firefox Container

Firefox Container

Se interessou pelo recurso? Deseja testar e contribuir?

Este recurso assim como os outros recursos do Test Pilot (que mesmo sendo bastante estáveis) são funcionalidades experimentais, similar a um beta e não está totalmente traduzido para o português. Para testar este novo recurso basta acessar o link clicando em Firefox Test Pilot: Container Tabs e clicar em “Habilitar Containers”. Se quiser conhecer outras funções experimentais basta acessar esta página.

Finalizando


Este artigo foi construído de forma colaborativa, em sua maior parte pelo nosso querido leitor Gabriel L. P. Abreu, Técnico e estudante de TI, admirador de projetos OpenSource e Liberdade, assim como um admirador da Mozilla e suas contribuições.

Se você quiser fazer como ele mandar a sua contribuição pra gente, escreva-nos um e-mail com o seu material, vamos adorar recebê-lo!

Até a próxima!
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terça-feira, 25 de abril de 2017