Maio 2011 - Diolinux - Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Responsive Ad Slot

Os diretórios do Linux

Nenhum comentário

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Entendendo os principais diretórios Linux

Diretórios Linux


O primeiro choque para quem está vindo do Windows é a estrutura de diretórios do Linux, que não lembra em nada o que temos no Windows. Basicamente, no Windows temos os arquivos do sistema concentrados nas pastas Windows e Arquivos de programas e você pode criar e organizar suas pastas da forma que quiser.
No Linux é basicamente o contrário. O diretório raiz está tomado pelas pastas do sistema e espera-se que você armazene seus arquivos pessoais dentro da sua pasta no diretório /home.
A primeira coisa com que você precisa se habituar é que no Linux os discos e partições não aparecem necessariamente como unidades diferentes, como o C:, D:, E: do Windows. Tudo faz parte de um único diretório, chamado diretório raiz.

1 - O diretório /bin 

Armazena os executáveis de alguns comandos básicos do sistema, como o su, tar, cat, rm, pwd, etc.


2 – /usr

O grosso dos programas ficam instalados dentro do diretório /usr (de “user”). Este é de longe o diretório com mais arquivos em qualquer distribuição Linux, pois é aqui que ficam os executáveis e bibliotecas de todos os principais programas.

3 – /usr/bin 

(bin de binário) por exemplo armazena cerca de 2.000 programas e atalhos para programas numa instalação típica.

4 - /usr/lib

 Onde ficam armazenadas bibliotecas usadas pelos programas. As funções destas bibliotecas lembram um pouco a dos arquivos .dll no Windows. As bibliotecas com extensão .a são bibliotecas estáticas, enquanto as terminadas em .so.versão (xxx.so.1, yyy.so.3, etc.) são bibliotecas compartilhadas, usadas por vários programas e necessárias para instalar programas distribuídos em código fonte.

5 – /boot 

Armazena (como era de se esperar) o Kernel e alguns arquivos usados pelo Lilo (ou grub, dependendo de qual você tiver instalado), que são carregados na fase inicial do boot. Estes arquivos são pequenos, geralmente ocupam menos de 5 MB. Versões antigas do Red Hat e de outras distribuições criam por default uma partição separada para o diretório /boot de cerca de 30 MB.

6 – /dev

Que é de longe o exemplo mais exótico de estrutura de diretório no Linux. Todos os arquivos contidos aqui. Como por exemplo /dev/hda, /dev/dsp, /dev/modem, etc. não são arquivos armazenados no HD, mas sim links para dispositivos de hardware. Por exemplo, todos os arquivos gravados no “arquivo” /dev/dsp serão reproduzidos pela placa de som, enquanto o “arquivo” /dev/ttyS0 contém os dados enviados pelo mouse (ou outro dispositivo conectado na porta serial 1). Esta organização visa facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o Hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos. Não é preciso nenhum comando esdrúxulo para tocar um arquivo em Wav, basta “copiá-lo” para o arquivo /dev/dsp, o resto do trabalho é feito pelo Kernel. O mesmo se aplica ao enviar um arquivo pela rede, ler as teclas do teclado ou os clicks do mouse e assim por diante.

7 – /etc 

Concentra os arquivos de configuração do sistema, substituindo de certa forma o registro do Windows. A vantagem é que enquanto o registro é uma espécie de caixa preta, os scripts do diretório /etc são desenvolvidos justamente para facilitar a edição manual. É verdade que na maioria dos casos isto não é necessário, graças aos inúmeros utilitários, mas a possibilidade continua aí. Os arquivos recebem o nome dos programas seguidos geralmente da extensão .conf. Por exemplo, o arquivo de configuração do serviço de dhcp é o dhcpd.conf, enquanto o do servidor proftp é o proftpd.conf. Claro, ao contrário do registro os arquivos do /etc não se corrompem sozinhos e é fácil fazer cópias de segurança caso necessário.

8 – /mnt 

(de “mount”) recebe este nome justamente por servir de ponto de montagem para o CD-ROM (/mnt/cdrom), drive de disquetes (/mnt/floppy), drives Zip e outros dispositivos de armazenamento. O uso do diretório /mnt é apenas uma convenção. Você pode alterar o ponto de montagem do CD-ROM para /CD, ou qualquer outro lugar se quiser.

Resumindo:
/ É o diretório raiz, todos os demais diretórios estão abaixo dele.
/bin Contém arquivos programas do sistema que são usados com freqüência pelos usuários.
/boot Arquivos estáticos e gerenciador de inicialização.
/dev Arquivos de dispositivos (periféricos).
/etc Arquivos de configuração do sistema, específicos da máquina.
/home Contém os diretórios dos usuários.
/lib Bibliotecas essenciais compartilhadas e módulos do kernel.
/mnt Ponto de montagem para montar um sistema de arquivos temporariamente.
/proc Diretório virtual de informações do sistema.
/root Diretório home do usuário root.
/sbin Diretório de programas usados pelo superusuário root, para administração e controle do funcionamento do sistema.
/tmp Arquivos temporários.
/usr Contém a maior parte de seus programas. Normalmente acessível somente como leitura.
/var Dados variáveis, como: arquivos e diretórios de spool, dados de administração e login, e arquivos transitórios.
/opt Aplicativos adicionais e pacotes de softwares.
Quer continuar por dentro de tudo o que acontece por aqui?

Então curta nossa página no FACEBOOK, siga o blog no TWITTER  - Siga também nossos escritores 
@dionatanvs - +Dionatan Simioni - + Junior Formagini 

Baixe o APP do Diolinux para o seu Smartphone

Se você tiver alguma dúvida procure um de nossos grupos de discussão no Facebook:

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Como bloquear/desbloquear OSD em monitor AOC

9 comentários

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Aprenda a desbloquear os monitores AOC


Monitor AOC


Alguma vez você tentou mexer nas configurações do seu Monitor AOC e se deparou com a mensagem "OSD bloqueado"? Para desbloquear é muito fácil.Existem dois jeitos, depende do seu monitor:

  1. Desligue o monitor. Quando for liga-lo novamente aperte e segure a tecla MENU, que tem em seu monitor, ai então ligue-o novamente, mas não se esqueça de manter a tecla MENU Para bloquear refaça o procedimento.
  2. Desligue o monitor. Pressione o botão para o lado esquerdo, mantenha-o pressionado e pressione e ligue-o novamente, só solte quando o monitor ligar por completo. Para bloquear refaça o procedimento.

Lembrando que isto foi com um monitor da marca AOC de LCD, mais provavelmente funciona com monitores mais antigos e de outras marcas também.


Quer continuar por dentro de tudo o que acontece por aqui?

Então curta nossa página no FACEBOOK, siga o blog no TWITTER  - Siga também nossos escritores 
@dionatanvs - +Dionatan Simioni - + Junior Formagini 

Baixe o APP do Diolinux para o seu Smartphone

Se você tiver alguma dúvida procure um de nossos grupos de discussão no Facebook:

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Como instalar o Office 2007 no linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Instalando o Office 2007 no Ubuntu

Olá pessoal venho hoje lhes trazer uma dica que vai ajudar muita gente, principalmente o pessoal que trabalha no meio corporativo, sabemos que apesar do Libre Office ser muito bom e poder ser usado na maioria dos casos sem restrições, o pacote Office da Microsoft ainda é referência no mercado.
Por isso vamos aprender a instalar o Microsoft Office 2007 no Ubuntu para que você possa trabalhar sem precisar se preocupar com compatibilidade.

Baixe o Play On Linux diretamente do site:


Se você usar o Ubuntu ou o Linux Mint ele já está nos repositórios oficiais, para instalar use o comando abaixo:

sudo apt-get install playonlinux

Abra o Play On Linux e na sessão escritório selecione o Microsoft Office 2007


Instalando o Office 2007 no Ubuntu

Dá-se início então a um instalador passo a passo. Insira o disco de instalação do Office 2007 no computador e clique em “Avançar”.

Instalando o Office 2007 no Ubuntu

Agora é preciso escolher o disco. Selecione a opção correta ou, caso ela não apareça na lista, clique em “Outro” e defina manualmente o local onde o disco está montado no sistema.

Instalando o Office 2007 no Ubuntu

Feito isso o sistema começa a carregar os arquivos de instalação e a instalar em si o programa. Confirme qualquer aviso que surgir na tela, o que é muito provável acontecer. Informe a Chave do Produto:

Instalando o Office 2007 no Ubuntu

Depois de tudo feito, está pronta a instalação do pacote Microsoft Office 2007 no Linux e você já pode usá-lo normalmente, como se o fizesse no próprio Windows.

Instalando o Office 2007 no Ubuntu

Ao final deste processo serão instalados todos os arquivos necessários para rodar o programa, bem como o Internet Explorer. Você também será questionado sobre a inclusão de atalhos no ambiente de trabalho e pode optar pelo que achar melhor.

Se você não for alertado sobre a inserção de atalhos para o pacote Office é muito provável que algo deu errado. Mas não se preocupe, apenas repita o processo explicado neste tutorial. Não deixe de registrar sua experiência com esta instalação nos comentários abaixo.

Quer continuar por dentro de tudo o que acontece por aqui?

Então curta nossa página no FACEBOOK, siga o blog no TWITTER  - Siga também nossos escritores 
@dionatanvs - +Dionatan Simioni - + Junior Formagini 

Baixe o APP do Diolinux para o seu Smartphone

Se você tiver alguma dúvida procure um de nossos grupos de discussão no Facebook:

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




RPM, o 'APT-GET' do Red Hat/Fedora

Nenhum comentário

terça-feira, 3 de maio de 2011

O que é o RPM?

RPM


O RPM é um sistema de instalação de programas criado pela Red Hat.

O que é um pacote RPM?

Um pacote RPM nada mais é do que os arquivos do programa, scripts e regras para sua instalação.

Como instalar pacotes RPM?

Para instalar um pacote RPM use o comando:
rpm -i nome_do_pacote.rpm 
Você tem um pacote instalado, mas acaba de pegar uma versão mais nova do programa. O que fazer? Desinstalar o pacote antigo e instalar o novo? Não! Não é preciso que se faça isso! Você pode atualizar para uma versão mais recente de um pacote já instalado com o comando:
rpm -U nome_do_pacote.rpm 
Tudo bem, aprendemos instalar e atualizar um pacote, mas tem aquele programa instalado em meu PC que eu nunca uso, como faço para removê-lo?
Bem, para remover um pacote já instalado use o comando:
rpm -e nome_do_pacote 
OBS: Veja que agora não colocamos a extensão rpm. Não é necessário que se coloque a extensão!
Para ver a lista de pacotes instalados em seu sistema use o comando:
rpm -qa 
Agora vamos verificar se algum pacote já está instalado em nosso sistema. Para isso utilize o comando:
rpm -qa | grep nome_do_pacote 
OBS: O nome do pacote não precisa ser digitado inteiramente!
Exemplo: Para sabermos quais pacotes que possuem "gnome" no seu nome estão instalados em nosso sistema utilizamos o comando:
rpm -qa | grep gnome 
Agora veja que existem vários pacotes com o nome gnome-yyyy, onde yyyy é o complemento do nome do pacote, e outros que têm um prefixo (ex.: libgnome-xxx, onde o xxx é a versão do pacote).
Para vermos quais arquivos um certo pacote provê utilizamos o comando:
rpm -qlp nome_do_pacote.rpm 
Se você quiser obter informações sobre um pacote instalado no sistema utilize o comando:
rpm -qi nome_do_pacote 
OBS: Note que mais uma vez não é necessário usar a extensão rpm.
Agora você quer obter informações de um pacote não instalado, utilize o comando:
rpm -qip nome_do_pacote.rpm 
Se no caso acima as informações mostradas ainda não são suficientes para o que queremos, podemos obter mais informações sobre um pacote ainda não instalado com o comando:
less nome_do_pacote.rpm 
Digamos agora que você tem um pacote instalado, mas por algum motivo qualquer ele não está funcionando normalmente.
Existem outras maneiras de resolver este problemas, mas se você tentou de tudo e ainda não conseguiu resolvê-lo, pode reinstalar o pacote. Mas ao tentar o comando "rpm -U nome_do_pacote" ou "rpm -i nome_do_pacote" você recebe a mensagem de que o pacote já está instalado, basta usar com o parâmetro --replacepkgs assim:
rpm -i --replacepkgs nome_do_pacote.rpm
ou
rpm -U --replacepkgs nome_do_pacote.rpm
Para instalar um pacote sem que seja verificado se o seu disco possui espaço suficiente para o pacote use o comando:
rpm -i --ignoresize nome_do_pacote.rpm 
Atenção: Esta opção não é recomendada visto que se não existir espaço suficiente para a instalação o pacote pode e/ou será instalado com problemas!
Para instalar um pacote sem instalar a sua documentação utilize o comando:
rpm -i --excludedocs nome_do_pacote.rpm
OBS: Apenas os arquivos marcados como documentação não serão instalados!
Para instalar um pacote sem a verificação das dependências utilize o comando:
rpm -i --nodeps nome_do_pacote.rpm
Atenção: Esta opção não é recomendada visto que provavelmente o programa apresentará erros uma vez que as dependências não forem atendidas!
Caso você queira instalar uma versão mais antiga de um pacote já instalado utilize o comando:
rpm -U --oldpackage nome_do_pacote.rpm
Caso você queira apenas testar se um pacote vai ser instalado corretamente (se todas as dependências serão atendidas, se não causa nenhum conflito) em seu sistemas utilize o comando:
rpm -i --test nome_do_pacote.rpm
Algumas vezes quando instalamos e desinstalarmos pacotes pode ocorrer da nossa base de dados do rpm ficar corrompida!
Se ao tentar instalar, atualizar ou remover um pacote você começar a receber mensagens de erro do tipo "Segmentation fault ou (null)-(null)" você deve atualizar sua base de dados do rpm com o comando:
rpm --rebuilddb
Ou então você pode construir uma nova com o comando:
rpm --initdb
Para maiores informações sobre o rpm use o comando:
# man rpm
Isso é tudo (ou quase tudo) pessoal!
Espero que a partir de agora seja mais fácil para vocês instalarem, atualizarem ou removerem seus pacotes rpm.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo