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Criando documentos em PDF editável no LibreOffice

Uma dica muito legal que vi no Blog Seja Livre Parceiro deste blog e que vou repassar na integra, afinal a dica é bem legal mesmo:


O PDF (Portable Document Format) foi criado com o intuito de, como o nome já diz, ser um formato de arquivo de fácil acesso nas diversas suítes de escritório existentes. Existem diversas soluções para edição de arquivos em PDF, tanto online quanto em aplicações, mas, na grande maioria dos casos, as aplicações que leem PDF não tem a capacidade de editá-los. Porém nós, que usamos o LibreOffice, além de podermos criar arquivos em PDF de forma muito, mas muito fácil mesmo, ainda podemos criá-los de forma editável! (O Que?!?! Isso mesmo, editáveis! rsrs)
Bom gente, a dica é simples, apesar de desconhecida pela grande maioria dos usuários do LibreOffice. Vamos lá:
1- Abra o seu LibreOffice, crie seu documento normalmente e clique em “Arquivo” -> “Exportar como PDF”.
2- Na janela que será aberta, marque a opção “Incorporar arquivo OpenDocument – Torna este PDF facilmente editável no LibreOffice”
3- Após isso, clique em “Exportar”
Pronto! Agora abra o PDF que você criou no LibreOffice e veja que agora você poderá editá-lo.

ATUALIZAÇÃO
Caso o seu LibreOffice, ao tentar abrir o PDF editável, aparece uma página cheia de códigos ilegíveis, instale o pacote libreoffice-pdfimport. No Ubuntu, rode o seguinte comando:
sudo apt-get install libreoffice-pdfimport
Reinicie seu LibreOffice (o ideal é dar o comando pkill soffice para ter certeza que o LibreOffice foi encerrado) e abra o PDF editável normalmente.

siga no Twitter: @sejalivrelinux   @dionatanvs e fique sempre por dentro das noticias do mundo tecnológico e open source.

Hábito de digitação pode substituir senhas no futuro

queça as diversas combinações de letras, números e símbolos cada vez mais exigidas pelos diversos serviços na internet, seja para acesso ao banco, à rede social ou ao email corporativo. A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), dos Estados Unidos, está desenvolvendo um sistema que detecta o usuário a partir da digitação.


Os pesquisadores do Pentágono acreditam que recriar a forma como uma pessoa digita em um teclado é muito mais complicado do que conseguir uma senha, e, assim, um sistema feito a partir da digitação é mais seguro do que os tradicionais passwords, segundo o The New York Times.

O sistema que está sendo desenvolvido pela DARPA faz o reconhecimento a partir da digitação do nome de usuário. Além disso, ele roda um software em segundo plano que analisa a digitação durante o uso do programa, garantindo que o dono da conta não tenha sido forçado a fornecer a informação apenas para iniciar o computador e depois foi substituído por outra pessoa.

Como exemplo, os pesquisadores citaram uma pessoa que segura uma tecla por 100 milisegundos. Se alguém entra no computador desta pessoa e passa a segurar as teclas por 90 milisegundos, por exemplo, já é um sinal de que o usuário foi trocado, o que bloquearia o acesso aos dados pessoais.

Um desafio para o sistema é que seria necessário um constante monitoramento do usuário para garantir que as mudanças na forma como ele usa o PC sejam detectadas e, assim, ele seja reconhecido frequentemente.


Fonte: Olhar Digital

Programa para fazer diagramas de rede: Cisco Packer Tracer 5.3 download PT


 Packet Tracer é uma solução completa para simulação e análise de redes, com ele você poderá simular o funcionamento de uma rede física, wireles ou fibra e ainda monitorar os pacotes de dados. É simplesmente indispesável para profissionais, professores e estudantes.
O programa faz parte do Cisco Networking Academy (CCNA)  global da rede ensino e aprendizagem de software. As Características inovadoras do Packet Tracer, incluindo a poderosa simulação, visualização, criação, avaliação, colaboração e capacidades, vai ajudar os estudantes e os professores colaboram, resolvem problemas, e aprender conceitos em um ambiente social envolvente e dinâmico.

Alguns recursos:

  • PPPoE Server (no router) e Client (no PC e router linksys simulados)
  • Cisco IP Communicator no PC simulado
  • Protocolos RTP e SCCP
  • Power over Ethernet (PoE)
  • Telefone analógico
  • Call Manager Express
  • FTP Server e Client
  • POP e SMTP
  • Linksys Wireless
packt
Para mim, é disparado o melhor programa para fazer diagramas de rede. O interessante é que apesar de ele ser nativamente para Windows ele roda no WINE muito bem sem nenhum bug.

Instale o novo Shotwell no Ubuntu


O gerenciador  de fotos padrão do Ubuntu, Shotwell, acaba de ser atualizado para a versão 0.12. Após vários meses de “trabalho duro”, os desenvolvedores do projeto chegaram a “100.000 linhas” de código nesta atualização, corrigindo diversos bugs e implementando novidades na ferramenta.
Junto com várias correções de bugs e “agora é mais estável do que nunca”, a versão 0.12 introduz uma nova ferramenta, Straighten (“endireitar”), muito útil para ajustar e modificar ângulos de imagem.
Para instalar o Shotwell 0.12 no Ubuntu 11.10, abra um terminal e digite os seguintes comandos:
sudo add-apt-repository ppa:yorba/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install shotwell
Vale lembrar que o Shotwell 0.12 já está presente no Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin”, que será lançado oficialmente dia 26 de abril.


OpenFire - Servidor de chat interno e MSN


Chat Interno e MSN –Use Openfire!

Openfire
Openfire
Hoje um dos desafios das organizações é o controlo do uso de ferramentas de chat e conversação online,principalmente o MSN. No entanto,apenas boicotar estas ferramentas nem sempre é a solução ideal visto que elas servem a produtividade profissional,comunicação entre clientes,fornecedores,colaboradores e funcionários.
O acesso livre a estas ferramentas também não é recomendável,pois é frequente a mistura entre o pessoal e o profissional. A solução passa pela instalação de um servidor de chat interno da organização,o que permitirá a comunicação entre os funcionários e colaboradores da empresa,estejam eles no mesmo local ou em países diferentes. Por outro lado temos o MSN…ferramenta de utilização comum já em muitos locais. Sem problemas,basta instalar um gateway de comunicação entre o nosso servidor e o serviço da Microsoft. Clientes? Fácil,instale outro plugin e poderá fazer uso de um chat online via web com os seus clientes. Isso tudo com total controlo e registro de conversas.
Interessante…e o custo de tudo isso? …Zero! Nada…Tudo isso está disponível no softwareOpenfire ,um servidor de chat desenvolvido pela Jive Software  e disponibilizado no site comunitário da empresa (Ignite Realtime) em licença Open Source GPL. Além disso usa o protocolo de comunicação XMMP (vulgarmente conhecida por Jabber)
O Openfire pode ser instalado em sistemas operacionais Windows ou Linux. Suporta várias opções de bancos de dados,integração ao Active Directory,e tem ao seu dispor vários plugins que adicionam funcionalidades ao servidor de chat.
Eu recomendo a instalação num servidor Linux (pessoalmente gosto das distribuições Debian/Ubuntu) e banco de dados MySQL. É necessário que o nome de host possa ser resolvido por DNS caso se deseje comunicação entre servidores ou através da Internet. Após a instalação basta efetuar o login e acessar o painel administrativo do Openfire em http://nome_do_servidor:9090/ para criar os utilizadores,grupos e instalar plugins.
Recomendo a instalação dos plugins de Gateway IM (permite comunicação MSN,ICQ,GTalk,etc),Monitoramento (Controlo de conversas) e Fastpath (para quem deseja um atendimento online via chat). Desta forma para controlar o MSN bastaria bloquear o acesso ao serviço via Firewall,deixando apenas o servidor de chat habilitado para comunicação com o MSN. O registro dos dados do MSN deverá ser feito pelo administrador de sistemas diretamente na consola de gestão do Openfire,dessa forma o funcionário não terá conhecimento dos dados de login e não poderá usar o MSN cadastrado fora da empresa. Através do plugin de monitoramente poderá monitorar as conversas (inclusive do MSN).
Spark
Spark
Como cliente para o servidor Openfire aconselho o uso do Spark (cliente criado pela mesma organização e também Open Source GPL),existe também o SparkWeb,que permite que o funcionário se conecte a partir de qualquer computador,através do navegador,sem ter nenhum programa instalado.
Boas conversas! :D



Vídeo como papel de parede no Ubuntu 10.04

Wallpapers Animados


Uma das características principais do Linux, é poder configurá-lo para deixá-lo com a sua cara.

E, que ambiente seria o melhor indicado para ter a sua cara que a Área de Trabalho, ou Desktop, da sua máquina?


Como sabemos, o GNU/Linux possui código fonte aberto e, por isso, programadores do mundo todo podem trabalhar no desenvolvimento de novos programas e aplicativos.

Com isso, dificilmente algum usuário pensa em uma possibilidade que já não tenha sido pensada e implementada por algum(s) deste(s) programador(es).



Para você, que já é usuário do Compiz ou do Beryl em seu Sistema, a novidade é a implementação de vídeos como fundo do seu Ambiente de Trabalho, ou seja, trata-se de um excelente recurso para os famosos Wallpapers Animados, ou Screensavers.

Os aplicativos que permitem utilizarmos um vídeo como plano de fundo são o XWinwrap, associado ao MPlayer.

Você poderá instalar ambos, utilizando o gerenciador de pacotes Apt-Get:

$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install mplayer
$ sudo apt-get install xwinwrap


Se o pacote XWinrap não for encontrado, você poderá baixar o pacote Debian pronto, daqui:

Após a instalação, crie um Script: .sh (como por exemplo: screensaver.sh), com o seguinte conteúdo:

#!/bin/bash
xwinwrap -ni -o 0.9 -fs -s -st -sp -b -nf -- mplayer -nosound -loop 0 -saturation 100 -brightness -20 -
contrast 50 -wid WID /endereço/do/video


Fazendo uma rápida pesquisa, você encontrará várias opções para configurar o XWinwrap, mas as principais e quais utilizaremos, são:
  • -o (transparência 0.0 - 1.0 - permite visualizar ícones do Desktop);
  • -ni (sem entrada - no in);
  • -fs (tela cheia - full screen);
  • -s (fixar);
  • -st (pular taskbar);
  • -sp (pular pager);
  • -b (manter abaixo);
  • -nf (noFocus).

Agora, vamos relembrar algumas das opções do MPlayer:
  • nosound (tirar o som do vídeo - se for suprimido, o som também será reproduzido);
  • loop 0 (quantas vezes seguidas o vídeo será reproduzido. 0 = infinito);
  • saturation (ajuste de cor);
  • brightness (ajuste de brilho);
  • contrast (ajuste de contraste);
  • wid WID (janela de vídeo sem bordas).

Nas configurações do XWinwrap e do MPlayer, o arquivo "screensaver.sh" do exemplo acima, defini alguns valores em suas opções, como: nível de transparência; tons de brilho, de cor e de contraste; reprodução infinita do vídeo, etc.

Estas opções poderão ser alteradas como você achar melhor.

Certifique-se de indicar a caminho ou Path correto do vídeo nas opções do MPlayer, e de ter os Codecs corretos instalados para o formato do vídeo que deseja reproduzir.

Para executar seu arquivo "screensaver.sh", dê-lhe permissão de execução com:

$ chmod +x screensaver.sh

Agora rode o comando:

$ sh screensaver.sh

Para interromper, tecle: Ctrl+C

Dica

Para adicionar o "screensaver.sh" na iniciação do sistema, siga para: Menu > Sistema > Preferência > Aplicativos de Sessão.

- Clique em: Adicionar. Digite um nome qualquer para o Script (Ex.: Screensaver).

- No campo: Comando, navegue até o diretório onde você criou o "screensaver.sh" e clique no arquivo.

- Finalizando, clique em: Adicionar.

Fonte

Instalando impressoras no Linux (2000 modelos)

Isso mesmo, a última versão do HPLIP 3.12.2, promete suporte para mais de 2000 modelos de impressoras. 

O diferencial deste tutorial, é o passo-a-passo para utilização do instalador automático do pacote de Drives. 

Se você ainda não conseguiu instalar sua impressora no seu Linux, existe uma grande probabilidade de ter sucesso utilizando este instalador. 

Antes de baixar e instalar esta última versão do HPLIP, certifique-se de que sua distribuição já não possui um pacote compilado, ou ainda, se já não está instalado no sistema. 

Para o Ubuntu 10.04 LTS, por exemplo, existe a versão 3.10.2 disponível no repositório de pacotes. 

Se você já tiver o HPLIP instalado no sistema, rode o comando abaixo para saber qual a versão. 

$ dpkg -l | grep hplip 

O instalador automático, funciona nas seguintes distribuições Linux:
  • openSUSE Linux (11,4, 12,1)
  • Fedora (15, 16)
  • Linux Mint (10, 11, 12)
  • Ubuntu (8,04, 10,04, 10,10, 11,04, 11,10)
  • Debian (5.0, 5.0.1, 5.0.2, 5.0.3, 5.0.4, 5.0.5, 5.0.6, 5.0.7, 5.0.8, 6.0, 6.0.1, 6.0.2, 6.0.3)

* De qualquer forma, você só deve prosseguir com estas instruções, se a sua impressora não estiver sendo reconhecida pelo pacote disponível para sua distribuição. Ou, caso a nova versão do HPLIP disponibilize novos recursos para sua impressora. 

Verifique no link abaixo, se a sua impressora é suportada por esta nova versão do HPLIP:
- Removendo versão instalada 

A primeira coisa a se fazer, é remover todas as referências para os drivers HPLIP instalados no sistema. 

Rode os comandos abaixo, no terminal: 

# apt-get purge hplip hplip-gui
# apt-get autoremove -f
 

Agora, remova a referência da impressora da lista de impressoras reconhecidas pelo sistema em: 

Menu -> Sistema -> Administração -> Impressão 

Clique com botão direito sobre o ícone da impressora, caso ele exista, e selecione: Excluir. 

- Baixando e Configurando Instalador 

Clique no link para baixar o instalador automático: http://sourceforge.net - HPLIP 

Finalizando o download, extraia o arquivo e rode o comando abaixo, no terminal: 

# sh hplip-3.12.2.run 

Instalação

  • Escolha 'Instalação Automática';
  • Confirme com 'Y' quando o instalador reconhecer a versão da sua distribuição;
  • Insira a senha de administrador ou Root;
  • Aceite as notas da licença de instalação;
  • Aguarde o download de dependências e solução de conflitos de pacotes;
  • Selecione 'Desplugar' e 'Plugar' a impressora;
  • Quando solicitado, desplugue e plugue novamente a impressora na entrada USB;
  • Aguarde a impressora ser reconhecida e prossiga;

Se neste momento você receber um erro, siga novamente para: 

Menu -> Sistema -> Administração -> Impressão 

. . .E proceda novamente com a remoção da impressora identificada pelo sistema. 

Instale o pacote “libhpmud-dev”, com o seguinte comando: 

# apt-get install libhpmud-dev 

Extraia o pacote “hplip-3.10.11-plugin.tar” pelo terminal, acesse seu diretório e rode o comando abaixo: 

$ hp-setup 

No assistente:
  • Selecione a opção USB e prossiga;
  • Na janela seguinte, confirme o modelo de sua impressora e prossiga;
  • Informe novamente a senha de Root, caso seja solicitado;
  • Aceite os termos e condições de instalação e prossiga;
  • Marque a caixa 'Send test page to the printer', e clique em 'Add Printer' para imprimir uma página teste.

- Finalizando 

Em: Menu -> Sistema -> Administração -> Impressão 

. . . Você poderá configurar sua impressora e imprimir outras páginas para teste. 



Fonte.



Metamorphose Linux 3.5.1, Baixe agora!


O Metamorphose Lion é uma versão brasileira do Linux, baseada no Debian, que utiliza o ambiente gráfico KDE4 e, segundo seus desenvolvedores, é focado tanto no usuário novato quanto no experiente. O download da distribuição já traz mais de 150 programas instalados, incluindo jogos, editores (HTML, vídeo, animação. Áudio) e aplicativos multimídia e suítes de escritório.
Além disso, o Metamorphose Lion conta com a função “Live-CD”, que permite executar o sistema a partir do CD, sem a necessidade de instalar a distribuição no HD da máquina. Outra característica dessa versão é a revisão e atualização de todos os programas, scripts e painéis.

Novidades


Melhorias no Painel de Controle Metamorphose; 
Suporte ampliado para dispositivos 3G;  
Kernel 2.6.39.4-metamorphose;  
Consumo menor de bateria, memoria e processador;   
Areá de trabalho limpa e reorganizada;      
Gerenciador de arquivos limpo e reorganizado;   
Busca indexada de arquivos;    
Mídias de CD/DVD-rom podem ser ejetas normalmente pelo pelo dispositivos de leitura;      
Nova compilação do Wine-Metamorphose, sendo possível instalar ate mesmo o DirectX;      
Redução no tempo de boot;   
Melhorias no instalador do sistema;     
Melhorias na detecção de resolução de monitores;     
Melhorias no instalador do Metamorphose;      
Sistema de reparar instalações corrompidas do Metamorphose Linux;      
Os efeitos 3D do KDE são levantados ate em placas sem aceleração, com o driver VESA;      
O gerenciador de dispositivos de rede agora e o Knetwork-manager;      
LibreOffice integrado com o KDE;   
Solução no problema de hibernação do sistema;     
Pré-visualização de pacotes .DEB;      
Substituição do usplash pelo plymount;      
O servidor samba foi reparado, agora pode se ativo com menos de 10 cliques;      
Toda a base do sistema foi atualizada;      
A compilação de pacotes esta mais fácil;  
Atualização de todos os programas como: K3b, Firefox, LibreOffice e de todo KDE4 e seus aplicativos;      
Opção de instalar ou atualizar programas (Compilados para o Metamorphose) como WINE-Metamorphose, Firefox, Flashplugin, Thuderbird, Kernel-Metamorphose, etc. Usando o APT-GET;

  • Melhorias no Painel de Controle Metamorphose; 
  • Suporte ampliado para dispositivos 3G;  
  • Kernel 2.6.39.4-metamorphose;  
  • Consumo menor de bateria, memoria e processador;   
  • Areá de trabalho limpa e reorganizada;      
  • Gerenciador de arquivos limpo e reorganizado;   
  • Busca indexada de arquivos;    
  • Mídias de CD/DVD-rom podem ser ejetas normalmente pelo pelo dispositivos de leitura;      
  • Nova compilação do Wine-Metamorphose, sendo possível instalar ate mesmo o DirectX;      
  • Redução no tempo de boot;   
  • Melhorias no instalador do sistema;     
  • Melhorias na detecção de resolução de monitores;     
  • Melhorias no instalador do Metamorphose;      
  • Sistema de reparar instalações corrompidas do Metamorphose Linux;      
  • Os efeitos 3D do KDE são levantados ate em placas sem aceleração, com o driver VESA;      
  • O gerenciador de dispositivos de rede agora e o Knetwork-manager;      
  • LibreOffice integrado com o KDE;   
  • Solução no problema de hibernação do sistema;     
  • Pré-visualização de pacotes .DEB;      
  • Substituição do usplash pelo plymount;      
  • O servidor samba foi reparado, agora pode se ativo com menos de 10 cliques;      
  • Toda a base do sistema foi atualizada;      
  • A compilação de pacotes esta mais fácil;  
  • Atualização de todos os programas como: K3b, Firefox, LibreOffice e de todo KDE4 e seus aplicativos; 
  • Opção de instalar ou atualizar programas (Compilados para o Metamorphose) como WINE-Metamorphose, Firefox, Flashplugin, Thuderbird, Kernel-Metamorphose, etc. Usando o APT-GET;

Verificando bablocks do HD com o Ubuntu


Para checar se existem badblocks no seu HD existe o programa badblocks.
O programa é bem interessante e prático, mas tem que ser utilizado com o devido cuidado para não apagar os seus dados.

Método read-only
Este é o método mais seguro que eu conheço, apenas lê os dados e pode ser utilizado num disco que está montado. Simplesmente verifica cada bloco que pode ser lido, não testa por erros de escrita.
sudo badblocks -sv -c 1024 /dev/sda
Método read-write
Método “non-destructive” que testa cada bloco lendo, escrevendo e verificando.
sudo badblocks -nsv -c 10240 /dev/sda
Método write test
Esse comando vai apagar todos os dados da unidade escolhida, use com cuidado. Ele vai escrever em cada bloco e verificar por erros.
sudo badblocks -wsv -c 10240 /dev/sda
Exemplo do resultado usando o método read-only:
badblocks -s -v -c 10240 /dev/sda
Checking blocks 0 to 195360983
Checking for bad blocks (read-only test): done
Pass completed, 0 bad blocks found.”
Em uma rápida análise dos parâmetros:
* -s = mostrar progresso
* -v = verbose mode
* -c 10240 = checar 10k blocos por vez
* -n = non-destructive read-write
* -w = destructive write-mode
Eu sugiro dar uma olhada no manual do badblocks antes de testar o programa, esses exemplos foram os que eu usei, mas uma rápida olhada no manual da para checar por algo próprio a sua necessidade.
Fonte: Essa dica foi retirada do blog Manual Linux
Postado por Nick Lima

Os prós e contras de 6 distribuições Linux


Cada distribuição tem sua própria característica. Enquanto o Ubuntu tenta ser prático e fácil, o Slackwareprefere não mudar o seu jeitão de “difícil” e sem ferramentas gráficas de configuração. Usuários do Slack preferem ter controle total sobre o sistema (ou se acharem superiores aos que usam distribuições consideradas mais fáceis, como muito se vê por aí).
As opiniões do texto são pessoais e escritas por um usuário Linux com três anos de experiência que utiliza oMandriva como distribuição padrão.

Ubuntu

O Ubuntu é, reconhecidamente, uma distribuição que preza pela praticidade, além de ser a preferida dos usuários que estão começando com o Linux. Por quê? Tem uma comunidade super ativa, tornando a resolução de problemas muito melhor e rápida, documentação bastante completa, inclusive dicas de todos os tipos escritas por vários usuários ao redor do mundo. Isso tudo sem contar que, se você não tem uma conexão boa, pode requisitar um CD pelos correios, de maneira totalmente gratuita. Os dois principais problemas: extras e desempenho. O Ubuntu realmente não traz muita coisa inovadora. A comunidade programou algumas GUIs que facilitam (e muito) a vida do usuário iniciante e… Só. Configurações um pouco mais avançadas ainda devem ser feitas pelo terminal, já que é característica do GNOME exibir apenas informações mais simples e “esconder” o resto. No entanto, para gerar toda essa facilidade, é necessário sacrificar o desempenho, compilando muitos drivers com o kernel e carregando serviços desnecessários. As últimas versões têm aumentado bastante os requisitos mínimos e já pedem no mínimo 384 MB de memória para que o LiveCD seja executado.
  • Recomendação: Usuários iniciantes
  • Ponto forte: Praticidade
  • Ponto fraco: Desempenho
  • Documentação: 5/5
  • Estabilidade: 4/5
  • Desempenho: 3.5/5
  • Praticidade: 5/5
  • Extras: 3/5
  • Comunidade: 5/5
  • Sistema de pacotes: DEB (apt-get)
  • Ambiente gráfico principal: GNOME
  • Lançamento: Outubro de 2004
  • Predecessor: Debian
  • Origem: Ilha de Man
  • Forma de distribuição: LiveCD
  • Arquitetura: i386 (32 bits) e amd64 (64 bits)

Fedora

www.fedoraproject.org
Uma distribuição que serve perfeitamente os usuários iniciantes e intermediários é o Fedora, baseado e patrocinado pelo grande e conhecido Red Hat, hoje mais voltada à ambientes corporativos e servidores (aliás, o servidor do Guia do PC é powered by Red Hat Linux Enterprise). A distribuição possui o instalador Anaconda, um dos mais fáceis e práticos atualmente e o SELinux, software inicialmente desenvolvido pela NSA que traz políticas mais avançadas de segurança, útil principalmente em servidores web. Para se manter atualizado, é necessário vontade: atualizações geralmente são feitas a cada cinco meses, e você não tem todo o tempo do mundo para continuar utilizando uma versão antiga, como as versões LTS do Ubuntu, por exemplo. A distribuição sempre traz boas melhoras e as últimas atualizações de softwares, além de ser bem trabalhada graficamente.
  • Recomendação: Usuários intermediários
  • Ponto forte: Praticidade
  • Ponto fraco: Comunidade
  • Documentação: 4/5
  • Estabilidade: 4/5
  • Desempenho: 4/5
  • Praticidade: 4.5/5
  • Extras: 4/5
  • Comunidade: 3.5/5
  • Sistema de pacotes: RPM (Yum)
  • Ambiente gráfico principal: GNOME
  • Lançamento: Novembro de 2003
  • Predecessor: Red Hat
  • Origem: Estados Unidos
  • Forma de distribuição: LiveCD GNOME / LiveCD KDE / DVD ou CD de instalação
  • Arquitetura: i386 e x86_64 (64 bits)

Mandriva

www.mandriva.com
O Mandriva é o resultado da união entre a distribuição brasileira Conectiva e o francês Mandrake, um dos primeiros a focarem nos usuários iniciantes, com ferramentas gráficas, inclusive de instalação, bastante completas, amenizando o fato de que, na época antes do Mandrake, dominar o shell era imprescindível para utilizar o Linux no dia-a-dia. O Mandriva é a distribuição que mais recomendo para quem está começando, por vários motivos: não traz muitas firulas desnecessárias (na versão 2009.0, inclusive, trará uma remoção de pacotes que não serão utilizados, como drivers de vídeo de outra marca que não a sua, por exemplo), e traz uma comunidade nacional não tão ativa quanto à comunidade do Ubuntu, mas que merece respeito. A documentação é básica, trazendo um guia e uma wiki, mas peca por não ter muitos usuários e, portanto, não ter dicas e artigos como do Ubuntu. No Centro de Controle Mandriva, dá para fazer de tudo: importar fontes do Windows com um só clique, transferir arquivos e configurações do sistema da Microsoft, instalar e remover pacotes, configurar o servidor gráfico (adeus xorg.conf), os efeitos 3D, como os do Compiz Fusion ou do Metisse, enfim. É uma ferramenta “tudo em um”. O problema é que a estabilidade não é das melhores: a versão 2008.0 vinha um Flash Player instável que crasheava em sites como o YouTube.
  • Recomendação: Usuários intermediários
  • Ponto forte: Extras
  • Ponto fraco: Estabilidade
  • Documentação: 4.5/5
  • Estabilidade: 3.5/5
  • Desempenho: 4/5
  • Praticidade: 5/5
  • Extras: 4.5/5
  • Comunidade: 4/5
  • Sistema de pacotes: RPM (urpmi)
  • Ambiente gráfico principal: KDE
  • Lançamento: Julho de 1998 (Mandrake) e Outubro de 1997 (Conectiva)
  • Predecessor: Mandrake e Conectiva
  • Origem: França e Brasil
  • Forma de distribuição: LiveCD One / DVD Free / DVD PowerPack (pago)
  • Arquitetura: i586 (32 bits)

openSUSE

www.opensuse.org
Uma das distribuições com mais recursos inovadores: openSUSE. Traz o YaST, painel de controle super completo (mesmo) que recentemente foi aberto à comunidade, mas voltado para usuários mais avançados que os do Mandriva, e o Delta RPM, até agora exclusividade da distribuição, que é uma mão na roda para os usuários com conexão lenta ou dotados de impaciência excessiva. O Delta RPM baixa apenas uma parte do pacote de correção de segurança, o que significa que você raramente fará download de duzentos megabytes de arquivos para atualizar o erro de tradução da palavra “Editar” no editor de desenhos do OpenOffice.org. Na versão 10.2, o YaST era lento e instável em computadores com pouca memória e na versão 10.0, a distribuição foi obrigada a ter um Service Pack, para corrigir os bugs do sistema. Seu principal problema é o peso: ele ainda é feito para computadores mais modernos, apesar do grande esforço da equipe.
  • Recomendação: Usuários intermediários
  • Ponto forte: Extras
  • Ponto fraco: Desempenho
  • Documentação: 4.5/5
  • Estabilidade: 3.5/5
  • Desempenho: 3/5
  • Praticidade: 5/5
  • Extras: 5/5
  • Comunidade: 3.5/5
  • Sistema de pacotes: RPM (YaST)
  • Ambiente gráfico principal: KDE
  • Lançamento: Março de 1994
  • Predecessor: Segundo usuários, Slackware
  • Origem: Alemanha
  • Forma de distribuição: LiveCD GNOME / LiveCD KDE / DVD de instalação
  • Arquitetura: i386 (32 bits), x86_64 (64 bits) e ppc (IBM PowerPC e Apple)

Gentoo

www.gentoo.org
A principal diferença do Gentoo em relação às outras distribuições é o fato dele usar a ferramenta Portage para gerenciamento de pacotes, que permite que o usuário tenha um sistema totalmente adaptado ao seu hardware, já que ele pode compilar cada pacote durante a instalação, de forma automatizada, otimizada e, claro, sem aqueles problemas chatos de dependências: o Portage as resolve para você. Pelo fato de ser uma distribuição altamente compilada, torna-se, na teoria, muito mais rápida que as outras, trazendo para o usuário um baixo consumo de processamento e memória. No entanto, isso tem um preço: tempo e paciência. Uma instalação totalmente otimizada geralmente não leva menos que oito horas (principal motivo que afugenta novos usuários), e a instalação de novos pacotes também é lenta. Se você não se importa com isso e prefere resultados a “longo prazo”, pode ser ótima. Seu principal problema é a comunidade nacional: ela é praticamente inexistente, e se resume basicamente a um site desatualizado e um subfórum inativo no fórum oficial do Gentoo. Apesar disso, a documentação (em inglês) é relativamente boa e pode ser lida no site oficial.
  • Recomendação: Usuários avançados
  • Ponto forte: Desempenho
  • Ponto fraco: Comunidade
  • Documentação: 4/5
  • Estabilidade: 4/5
  • Desempenho: 5/5
  • Praticidade: 3.5/5
  • Extras: 4/5
  • Comunidade: 1.5/5
  • Sistema de pacotes: SRC (Portage)
  • Ambiente gráfico principal: Xfce
  • Lançamento: Março de 2002
  • Predecessor: Não tem
  • Origem: Estados Unidos
  • Forma de distribuição: CD de pacotes / CD mínimo / LiveCD Xfce
  • Arquitetura: alpha, amd64, hppa, ia64, ppc, ppc64, sparc64 e x86

Debian

www.debian.org
Perfeito para quem precisa de estabilidade em operações críticas, o Debian é uma distribuição que foca na estabilidade do sistema. É muito raro o Debian Stable ter algum bug ou falha grotesca, já que os pacotes são exaustivamente testados, e é por essa razão que ver coisas como Firefox 2.0.0.3 ou KDE 3.5.5 é comum (se você precisar de pacotes mais atualizados tente o Debian Testing ou Unstable). Além disso, o Debian é considerado uma das distribuições mais puras da atualidade, já que só e somente a comunidade mantém o sistema, não dependendo de empresas. A distribuição pode ser instalada em computadores com configurações fracas de hardware e das mais diversas arquiteturas, indo do i386 de 32 bits até o Sparc e o PowerPC. Uma característica da distribuição é que o usuário precisa configurar quase tudo pela linha de comando, não existem muitas ferramentas gráficas. Existem as do ambiente gráfico, e só. Hoje, o Debian é a distribuição-base para as centenas de outras que tem como objetivo encher o ranking do DistroWatch.
  • Recomendação: Usuários avançados e servidores web
  • Ponto forte: Estabilidade
  • Ponto fraco: Extras
  • Documentação: 5/5
  • Estabilidade: 5/5
  • Desempenho: 5/5
  • Praticidade: 3.5/5
  • Extras: 2.5/5
  • Comunidade: 4/5
  • Sistema de pacotes: DEB (apt-get)
  • Ambiente gráfico principal: GNOME
  • Lançamento: Agosto de 1993
  • Predecessor: Não tem
  • Origem: Estados Unidos
  • Forma de distribuição: 21 CDs de instalação / 3 DVDs de instalação
  • Arquitetura: alpha, amd64, arm, hppa, i386, ia64, mips, mipsel, powerpc, sparc, s390, source, multi-arch
Concluindo, este texto teve como objetivo citar as diferenças entre as principais distribuições Linux do mundo e, talvez, ajudar o usuário iniciante a escolher sua primeira distribuição. Para o usuário que prefere fazer um teste para saber qual distribuição é mais adequada, o Linux Distribution Chooser  pode ser perfeito.


Fonte: Guia do PC

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