Uma dica muito legal que vi no Blog Seja Livre Parceiro deste blog e que vou repassar na integra, afinal a dica é bem legal mesmo:
O PDF (Portable Document Format) foi criado com o intuito de, como o nome já diz, ser um formato de arquivo de fácil acesso nas diversas suítes de escritório existentes. Existem diversas soluções para edição de arquivos em PDF, tanto online quanto em aplicações, mas, na grande maioria dos casos, as aplicações que leem PDF não tem a capacidade de editá-los. Porém nós, que usamos o LibreOffice, além de podermos criar arquivos em PDF de forma muito, mas muito fácil mesmo, ainda podemos criá-los de forma editável! (O Que?!?! Isso mesmo, editáveis! rsrs)
Bom gente, a dica é simples, apesar de desconhecida pela grande maioria dos usuários do LibreOffice. Vamos lá:
1- Abra o seu LibreOffice, crie seu documento normalmente e clique em “Arquivo” -> “Exportar como PDF”.
2- Na janela que será aberta, marque a opção “Incorporar arquivo OpenDocument – Torna este PDF facilmente editável no LibreOffice”
3- Após isso, clique em “Exportar”
Pronto! Agora abra o PDF que você criou no LibreOffice e veja que agora você poderá editá-lo.
ATUALIZAÇÃO
Caso o seu LibreOffice, ao tentar abrir o PDF editável, aparece uma página cheia de códigos ilegíveis, instale o pacote libreoffice-pdfimport. No Ubuntu, rode o seguinte comando:
sudo apt-get install libreoffice-pdfimport
Reinicie seu LibreOffice (o ideal é dar o comando pkill soffice para ter certeza que o LibreOffice foi encerrado) e abra o PDF editável normalmente.
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Uma distribuição que serve perfeitamente os usuários iniciantes e intermediários é o Fedora, baseado e patrocinado pelo grande e conhecido Red Hat, hoje mais voltada à ambientes corporativos e servidores (aliás, o servidor do Guia do PC é powered by Red Hat Linux Enterprise). A distribuição possui o instalador Anaconda, um dos mais fáceis e práticos atualmente e o SELinux, software inicialmente desenvolvido pela NSA que traz políticas mais avançadas de segurança, útil principalmente em servidores web. Para se manter atualizado, é necessário vontade: atualizações geralmente são feitas a cada cinco meses, e você não tem todo o tempo do mundo para continuar utilizando uma versão antiga, como as versões LTS do Ubuntu, por exemplo. A distribuição sempre traz boas melhoras e as últimas atualizações de softwares, além de ser bem trabalhada graficamente.
O Mandriva é o resultado da união entre a distribuição brasileira Conectiva e o francês Mandrake, um dos primeiros a focarem nos usuários iniciantes, com ferramentas gráficas, inclusive de instalação, bastante completas, amenizando o fato de que, na época antes do Mandrake, dominar o shell era imprescindível para utilizar o Linux no dia-a-dia. O Mandriva é a distribuição que mais recomendo para quem está começando, por vários motivos: não traz muitas firulas desnecessárias (na versão 2009.0, inclusive, trará uma remoção de pacotes que não serão utilizados, como drivers de vídeo de outra marca que não a sua, por exemplo), e traz uma comunidade nacional não tão ativa quanto à comunidade do Ubuntu, mas que merece respeito. A documentação é básica, trazendo um guia e uma wiki, mas peca por não ter muitos usuários e, portanto, não ter dicas e artigos como do Ubuntu. No Centro de Controle Mandriva, dá para fazer de tudo: importar fontes do Windows com um só clique, transferir arquivos e configurações do sistema da Microsoft, instalar e remover pacotes, configurar o servidor gráfico (adeus xorg.conf), os efeitos 3D, como os do Compiz Fusion ou do Metisse, enfim. É uma ferramenta “tudo em um”. O problema é que a estabilidade não é das melhores: a versão 2008.0 vinha um Flash Player instável que crasheava em sites como o YouTube.
Uma das distribuições com mais recursos inovadores: openSUSE. Traz o YaST, painel de controle super completo (mesmo) que recentemente foi aberto à comunidade, mas voltado para usuários mais avançados que os do Mandriva, e o Delta RPM, até agora exclusividade da distribuição, que é uma mão na roda para os usuários com conexão lenta ou dotados de impaciência excessiva. O Delta RPM baixa apenas uma parte do pacote de correção de segurança, o que significa que você raramente fará download de duzentos megabytes de arquivos para atualizar o erro de tradução da palavra “Editar” no editor de desenhos do OpenOffice.org. Na versão 10.2, o YaST era lento e instável em computadores com pouca memória e na versão 10.0, a distribuição foi obrigada a ter um Service Pack, para corrigir os bugs do sistema. Seu principal problema é o peso: ele ainda é feito para computadores mais modernos, apesar do grande esforço da equipe.
A principal diferença do Gentoo em relação às outras distribuições é o fato dele usar a ferramenta Portage para gerenciamento de pacotes, que permite que o usuário tenha um sistema totalmente adaptado ao seu hardware, já que ele pode compilar cada pacote durante a instalação, de forma automatizada, otimizada e, claro, sem aqueles problemas chatos de dependências: o Portage as resolve para você. Pelo fato de ser uma distribuição altamente compilada, torna-se, na teoria, muito mais rápida que as outras, trazendo para o usuário um baixo consumo de processamento e memória. No entanto, isso tem um preço: tempo e paciência. Uma instalação totalmente otimizada geralmente não leva menos que oito horas (principal motivo que afugenta novos usuários), e a instalação de novos pacotes também é lenta. Se você não se importa com isso e prefere resultados a “longo prazo”, pode ser ótima. Seu principal problema é a comunidade nacional: ela é praticamente inexistente, e se resume basicamente a um site desatualizado e um subfórum inativo no fórum oficial do Gentoo. Apesar disso, a documentação (em inglês) é relativamente boa e pode ser lida no site oficial.
Perfeito para quem precisa de estabilidade em operações críticas, o Debian é uma distribuição que foca na estabilidade do sistema. É muito raro o Debian Stable ter algum bug ou falha grotesca, já que os pacotes são exaustivamente testados, e é por essa razão que ver coisas como Firefox 2.0.0.3 ou KDE 3.5.5 é comum (se você precisar de pacotes mais atualizados tente o Debian Testing ou Unstable). Além disso, o Debian é considerado uma das distribuições mais puras da atualidade, já que só e somente a comunidade mantém o sistema, não dependendo de empresas. A distribuição pode ser instalada em computadores com configurações fracas de hardware e das mais diversas arquiteturas, indo do i386 de 32 bits até o Sparc e o PowerPC. Uma característica da distribuição é que o usuário precisa configurar quase tudo pela linha de comando, não existem muitas ferramentas gráficas. Existem as do ambiente gráfico, e só. Hoje, o Debian é a distribuição-base para as centenas de outras que tem como objetivo encher o ranking do DistroWatch.
