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3 Coisas que você precisa saber antes de contratar a hospedagem do seu site

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Se você está pensando em colocar o site da sua empresa do ar ou o seu site pessoal no ar, antes de tomar qualquer decisão sobre hospedar o seu site, eu quero te dar algumas dicas que você deve avaliar na hora escolher o melhor para você.

Onde você hospeda o seu site?






Manter um site funcional no ar não é tão simples quanto parece, além de se preocupar com o conteúdo, design e experiência de usuário, um dos pontos fundamentais é a hospedagem, afinal você não quer um site lento ou que fique saindo fora do ar. Você quer uma hospedagem eficiente e por um preço justo de preferência.

Estava eu conversando com a empresa de hospedagem Weblink, quando eles questionaram quais são os pontos que nós costumamos observar antes de contratar qualquer empresa para os nossos projetos. Eu tenho minhas particularidades, mas para não colocar apenas as minhas impressões, eu falei com mais alguém.

Conversei com meu amigo Gabriel da Costa, que tem uma longa experiência trabalhando com servidores, talvez você o conheça aqui do Diolinux mesmo, ou do canal Toca do Tux, e discutindo o assunto, chegamos a alguns pontos cruciais que acreditamos que você deve observar na hora de escolher onde hospedar o seu site. Partindo destas prerrogativas, eu posso dizer o que eu normalmente levo em consideração para escolher uma empresa para hospedar os meus sites.  Ao final eu gostaria de saber a sua opinião também, conte pra gente quais são os pontos que você costuma observar antes de escolher uma empresa de hospedagem.

1 - A primeira coisa que eu procuro é o Portfólio

Portfólio empresas de hospedagem


Sempre ouvi este ditado, “o sucesso deixa rastros”, e se isso for realmente verdade, da forma com que eu acho que seja, uma empresa competente vai deixar clientes satisfeitos pelo caminho. Tendo isso em mente eu começo a buscar pelos cases de sucesso e pelas referências de quem já é cliente.

Popularidade não é necessariamente um indicativo de qualidade, existem empresas menores que conseguem prestar um ótimo serviço justamente por não terem tantos clientes para atender, desta forma as mesmas podem dedicar toda a sua energia e investimentos nos clientes que a mantém funcionando.

2 – Planos e preços

Planos e prelos de hospedagem


Este é o segundo passo. Depois que eu fiz a minha seleção por portfólio, é chegada a hora de comparar as ofertas. 

Planos e preços certamente são coisas que as pessoas sempre observam. Particularmente eu gosto de empresas que me entreguem um bom serviço com um plano de “teste”. Esse tipo de coisa não se encontra em todo lugar mas é algo muito útil. Se eu pudesse testar todos os serviços de hospedagem antes de me decidir seria muito mais simples, assim eu não gasto muito dinheiro e a empresa que hospeda o meu projeto pode usar esse período de tempo, que pode ser de um mês por exemplo, para “me convencer” a ficar por ali. Quando isso não existe, eu acabou procurando o plano que mais se aproxime disso. E claro, “quando a esmola é demais o santo desconfia”, mais um ditado muito bom que é válido na hora de escolher onde hospedar o seu sita.

Observe a banda disponível, o espaço em disco, se o servidor é dedicado ou não, tudo de acordo com a sua necessidade, claro, buscando sempre o melhor custo/benefício.

3 – Suporte

Suporte para Hospedagem


Um ponto importantíssimo é o tempo de resposta aos chamados. Se você tem algum problema ou dificuldade, sentir que o suporte está ao seu lado com dedicação para te ajudar é algo que toda empresa deveria se preocupar em fazer, isso fideliza qualquer cliente.

À respeito do suporte, cabe também falar com pessoas que você conheça que já trabalham, ou trabalharam com o serviço, pedir como as coisas funcionam pode ser uma boa ideia para você ter uma melhor impressão. Aliás, impressões são importantes, não dê ouvidos apenas a uma ou duas pessoas, todos sabemos que a maior parte das empresas em algum momento, ou deixaram seus clientes extremamente satisfeitos, ou acabaram decepcionando alguns deles. Se você falar com uma pessoa que está em um destes extremos a sua opinião sobre o serviço pode ficar comprometida.

Visite as redes sociais, veja o que as pessoas estão falando do serviço, isso vai te ajudar a construir uma opinião sobre qualquer empresa do tipo.

Este artigo foi incentivado pela empresa de hospedagem Weblink, uma empresa que acredita nestes valores que nós comentamos e que está apoiando o blog também, passe no site deles e compare as ofertas com os outros que você se interessar, se você ainda não conhecia o trabalho deles, acaba de ganhar uma nova opção para hospedar os seus sites.

Até a próxima!

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Loja Steam não abre no Wine, veja como corrigir o problema

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Existem várias formas de você jogar no Linux, mas certamente a Steam é a mais popular. O cliente para Linux nativo já funciona muito bem, mas pode haver alguns games que você queira jogar que não estejam disponíveis na plataforma, para isso você instala o Steam de Windows pelo Wine e se diverte.

Wine Steam Store




Muitas games podem ser rodados através do Wine e da Steam Windows, eu já mostrei como instalar ela no Linux neste tutorial:


Normalmente, simplesmente instalar a Steam assim é o suficiente para jogar vários títulos, porém, alguns leitores relataram que ao instalar a Steam Windows pelo Wine a loja de games, a Steam Store, simplesmente não funciona, ela fica carregando infinitamente e não mostra nada.

Agora você verá como corrigir este problema com ajuda do Junior Freire e dos nossos parceiros do Oficina do Tux:


Pronto, agora você pode instalar os jogos de Windows no Linux pela Steam sem problemas, inclusive comprar novos títulos.

O tutorial consiste basicamente em adicionar o parâmetro:
-no-cef-sandbox
A inicialização do seu prefixo do Wine no PlayOnLinux, se tiver dúvida, reveja o vídeo acima, mas acredito que você não terá mais problemas.

Até a próxima!
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F.LUX - Regule o brilho e a temperatura do monitor do seu computador automaticamente

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Essa é uma daquelas dicas que você vai lembrar de ter conhecido aqui caso você não conheça esse tipo de programa. Sim, "este tipo" de programa, porque há algum tempo eu falei sobre o RedShift, que tem exatamente a mesma proposta, vinha utilizando-o deste então, mas assim que mexi no f.lux, percebi a sua qualidade.

Flux no Ubuntu




O f.lux (sim, se escreve com o ponto) é um aplicativo de calibragem de temperatura de monitor automática baseada na sua localização. Se você, como eu, passa muitas horas por dia em frente ao computador, um aplicativo deste é essencial para não cansar os seus olhos, ou pelo menos, para não cansar tanto.

Como baixar o f.lux para o seu sistema


O aplicativo é multiplataforma, então você pode usar em vários sistemas diferentes, em várias distros inclusive. Como o foco do blog é o Ubuntu, Linux Mint e seus derivados, o tutorial seguirá por aí, mas você pode encontrar outros pacotes no site oficial.

Para o Ubuntu ou Mint, você pode usar este PPA: ppa:nathan-renniewaldock/flux


Quem prefere usar o terminal pode fazer assim:
sudo add-apt-repository ppa:nathan-renniewaldock/flux
sudo apt update
sudo apt install fluxgui
Os comandos acima também servem para o Linux Mint, além do Ubuntu, porém, quem preferir baixar um pacote .deb e dar dois cliques para instalar também pode fazer, basta baixar direto do Launchpad.

Como configurar o f.lux no sistema?


Essa parte é fácil, abra ele pelo menu do seu sistema, o programa vai ficar na área de notificações em formato de ícone ou indicador, clique nele e vá em "Preferences" e vamos configurá-lo.

Configurações o f.lux

Ao abrir ele você já vai perceber uma mudança na tonalidade da sua tela, isso pode ser ajustado de maneira mais fina através das opções contidas em "Nighttime color temperature", mas para deixar a coisa mais interessante, é legal você colocar as suas informações de latitude e longitude para que o programa saiba regular a tonalidade de acordo com a hora do dia.

"- Deve ser difícil fazer isso!? 
  - Nem é!"

Na mesma tela (essa aí de cima), clique no link "Find your latitude and longitude" e o seu navegador padrão vai se abrir numa página que vai te ajudar a encontrar os valores.

Configurando o FLux

Neste caso você tem duas opções, você pode permitir que o site detecte a sua localização ou você pode digitar a sua cidade, de qualquer forma, ele vai te dar um número, basta você copiar e colocar no campo de Latitude no programa, pode ser somente nele mesmo, vai funcionar tranquilo, afinal o nosso planeta gira de uma forma só! 😆

Dependendo do horário que você fizer isso, a diferença vai ser mais perceptível, especialmente se for perto da noite. Nas configurações de preferências você também pode habilitar a opção do f.lux iniciar junto com o sistema, assim você não precisa ficar abrindo ele toda vez.

Certamente, seus olhos agradecem.

Até a próxima!
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Debian 9 poderá ter atualizações automáticas

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Em busca de tornar o Debian mais automatizado, os desenvolvedores da distro estão pensando em fazer com que o Debian 9, Stretch, atualize-se sozinho.

Debian 9 poderá ter atualizações automáticas




O Debian é referência em estabilidade para um sistema operacional, sobretudo a sua versão Stable, que faz jus ao nome. Muito disso deve-se à rigidez com que o Debian empacota seus programas e como eles são mantidos. Na conferência Sprint Debian Cloud, de Seattle, está sendo debatido se a nova versão do Debian, ou pelo menos a versão Cloud, teria atualizações automáticas ou não.

Atualmente o Debian deixa na mão do usuário a atualização, ou seja, se você quer que o seu sistema atualize, você vai lá e faz com que isso aconteça, mas o que está sendo debatido é se isso deve continuar desta forma e em qual versão isso deve ser aplicado ou não.

Você pode saber mais lendo a lista de e-mail do Debian e ver alguns pontos que foram comentados. 

Na minha opinião isso deve caber ao usuário definir, ou seja, deve vir como atualização manual, com a possibilidade de ser atualizado automaticamente, caso o usuário deseje. Talvez um meio termo seria fazer com que o Debian notifique o usuário quando existem atualizações disponíveis.

Qual a sua opinião?
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Android Things - Google anuncia o novo sistema operacional para IoT

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A Google anunciou uma nova versão do Android destinada a "internet das coisas". O Android Things, como está sendo chamado, deverá ser uma plataforma baseada em Linux, assim como o sistema mobile tradicional, porém, voltada para aplicações diferentes do que estamos acostumados.

Android Things




Este é novo passo da Google para entrar no segmento de IoT com o Android, segundo as informações, a escolha também foi baseada no propósito de permitir que os desenvolvedores usem ferramentas que eles já conhecem e estão acostumados para desenvolver para o Android no mundo móvel, para o Android no mundo da "Internet das Coisas".

Diferente do Android de Smartphones que é facilmente identificado pela sua interface, o Android Things será muito mais discreto, é provável que você passe a usar ferramentas quem rodem ele e nem perceba, pois ele ficará no background dos devices, provendo o seu funcionamento e interação.

A ideia é usar o Android Things em aparelhos inteligentes, como caixas de som, relógios (não como no Android Wear), máquinas de lavar, termostatos, fornos, etc. Este será mais um segmento que "robozinho" vai conquistar? Façam suas apostas!

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Trillian - Um cliente de mensagens multi-protocolo para Linux, Windows e Mac

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Mensageiros como o Pidgin, Empathy e outros já foram mais populares, hoje em dia quem faz a festa é o Franz, mas isso não quer dizer que ele seja a única opção, conheça o Trillian.

Trillian para Linux




Eu lembro de utilizar o Trillian há alguns anos no Windows, ele era uma boa aplicação, inovadora para a época, onde juntar vários chats diferentes em um único serviço era algo novo. Com o passar do tempo, o Trillian acabou ganhando concorrentes, mas isso não quer dizer que ele tenha deixado de ser uma boa alternativa.

Ele tem suporte a diversos protocolos de comunicação, como o do Facebook e do Google por exemplo:

Configurações do Trillian para Linux

A integração com Trillian com o Unity no Ubuntu é muito boa, além de mostrar a quantidade de mensagens não lidas no ícone da barra lateral, ele também se integra com a central de notificações, através do ícone de mensagens na barra superior.

Trillian Ubuntu Unity

O Trillian tem pacotes em formato .DEB compatíveis com Ubuntu, Mint, Debian e seus derivados e pacotes .RPM, com pacotes para Fedora, SUSE e derivados em versões de 32 e 64 bits, basta clicar no botão abaixo e baixar.
Uma coisa interessante que o Trillian tem, se comparado com outros mensageiros, é um protocolo próprio, então você pode se comunicar com outros usuários do Trillian através da própria rede deles.

Lista de contatos Trillian


Ele pode ser utilizado como um comunicador interno para a sua empresa ou para comunicação tradicional com suporte para envio de arquivos.

Até a próxima!
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Stremio lança App para Android e agora você pode assistir no Smartphone também

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Recentemente nós fizemos um artigo sobre o Stremio para Desktop e lá havia sido comentado que um aplicativo para Android estava chegando e que nós avisaríamos quando ele fosse lançado. Bom, aqui estamos para isso, agora você pode assistir ao Stremio pelo seu Smartphone ou Tablet Android.

Stremio Android App




O Stremio para Android ainda é um App Beta, então muitas funções e correções ainda deverão ser adicionadas e feitas ao longo do tempo. O visual dele é bem simples de entender, você tem um ícone de navegação, um de pesquisa e outro de configurações que norteiam toda a interface e ficam no topo do App.

Stremio App Android

Assim como o aplicativo de desktop, você também pode usar o Stremio em português no seu Android.

Stremio App Android

Outra característica boa da versão de Desktop que foi mantida são os Add-Ons, que permitem aumentar as possibilidades e recursos do seu Stremio.

Stremio App Android

Você pode pesquisar os filmes, ou navegar pelas ofertas que existem ali, é possível logar com o Facebook no App para que o Stremio busque as suas séries e filmes favoritos e te ofereça como sugestão para assistir.


Uma vez que você defina o filme que quer assistir, logo abaixo você vai encontrar as várias fontes disponíveis para vê-lo, existem muitas formas de acessar o mesmo conteúdo, basta você escolher a que mais te agradar, incluindo os torrents para alguns títulos.

Stremio App Android

Eu ainda tive alguns problemas com as legendas, que apesar do ícone estar presente, ele ainda não permite que eu selecione o idioma, isso pode deixar você insatisfeito com alguns títulos.

Para baixar o Stremio para o seu Android, basta clicar no botão abaixo:
Baixe o App e deixe as suas sugestões para ele que eu me comprometo a entrar o que você sugerir para os desenvolvedores.

Até a próxima!
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CloudReady - O mais perto que você vai chegar do Chrome OS sem comprar um Chromebook

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Quem está buscando um sistema operacional com a mesma funcionalidade do Chrome OS, o sistema operacional baseado em Linux da Google que alimenta os Chromebooks, para usar um computador ou notebook comum, vai encontrar no CloudReady uma opção excelente.

CloudReady - Chrome OS




A Neverware é a empresa por trás do desenvolvimento do CloudReady, um "Chrome OS" grátis que você pode baixar e instalar no seu computador. Hoje dia, dada a extrema utilização da internet, muitas pessoas poderiam simplesmente abandonar um sistema operacional "mais completo", por uma solução Cloud Desktop, como o Chrome OS da Google, ou no caso, o CloudReady.

Neste ano os Chromebooks venderam muito bem, batendo em número até mesmo dos Macbooks, que são muito populares nos EUA, o que indica que muitas pessoas procuram esse tipo de solução.

Eu já pude testar o CloudReady e confesso que para um computador de viagem, pequeno, compacto, pouco potente e destinado à internet basicamente, o CloudReady pode ser uma das melhores opções.

Eu ainda pretendo fazer um vídeo para mostrar ele para vocês.

CloudReady Desktop

Então se você quiser testar e quem sabe dar uma sobrevida para aquele seu computador fraco, o CloudReady pode ser uma alternativa interessante.



Até a próxima!
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RadarCat: Projeto Soli da Google ajuda a criar radar de objetos controlado por Linux

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O projeto Soli da Google que nós comentamos aqui no blog no ano passado começou a dar frutos, ou pelo menos, novos frutos. A divisão da Google ATAP (Advance Technology and Projects) conseguiu criar um radar de objetos.

Google Soli




O Projeto Soli da Google tem a intenção de aumentar a interatividade e principalmente a utilidade do machine learning em aplicações do dia a dia, com o poder de ajudar quem precisa de uma forma diferente para interagir com a tecnologia e também trazer novas formas de usar a tecnologia ao seu favor.

Um projeto criado por pesquisadores escoceses chamado RadarCat, acabou chamando a atenção por ser um radar de objetos, capaz de detectar através da forma e peso que tipo de objeto lhe está sendo apresentando. Além disso, ele é capaz de reconhecer cores também, confira no vídeo, vários programas de código aberto são utilizados na demonstração:




A tecnologia poderia de formas diferentes, por exemplo em um restaurante, para perceber se um copo está sem bebida e fornecer imediatamente o refil; para pessoas cegas, ajudando a identificar os produtos em uma loja; em um smartphone, identificando se o usuário está de luvas e assim mudando a interface do aparelho para ficar mais fácil usar com elas, entre outras coisas. O maior obstáculo é transformar o conceito do RadarCat em um produto em específico, mas ele parece ter várias aplicações interessantes.

Até a próxima!

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Sombras realistas no GIMP

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As sombras são uma parte fundamental de qualquer desenho artístico ou montagem, elas são capazes de dar vida, noção de espaço e um senso de realidade fora do comum quando aplicadas corretamente.

Hoje você vai aprender a trabalhar um pouco com sombras no editor de imagens GIMP.

GIMP - Trabalhando com sombras




Quem vai te ensinar um pouco sobre sombras em montagens com o GIMP é nosso amigo e parceiro Thiago Abreu, do canal Thiago Abreu Design
Leia também: 17 dicas para você turbinar o GIMP
Confira o vídeo completo:


Gostou da vídeo aula? Então compartilhe para espalhar o conhecimento para mais e mais pessoas! Não se esqueça de passar no canal do Thiago também e conhecer mais do trabalho dele.

Até a próxima!
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Touchpad Indicator no Ubuntu - Controle o Touchpad do seu Notebook

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Quem está procurando uma forma simples de fazer ajustes e configurar o touchpad do Ubuntu e acha que ir até o painel de controle todas as vezes, além de ser demorado, não tem todas as opções que você queria, vai encontrar no Touchpad Indicator um utilitário de sistema incrível.

Touchpad Indicator Ubuntu




Esses indicadores do Ubuntu são muito úteis, existem versões deles para as mais diversas funcionalidades e para quem tem Notebooks, o Touchpad Indicator pode ser muito útil.

Touchpad Indicator

Ele fica na barra superior do Unity e abre quando você clica nele para mostrar as opções, dentre as configurações que o Touchpad Indicator permite, podemos destacar:

Configuração de Touchpad Ubuntu

Configuração de toques com um ou mais dedos, dependendo do suporte que o seu Touchpad tenha, assim como configurar os movimentos de scrolling. No aba "ações", você também configurar o touchpad para ser desabilitado enquanto você digita ou não, desativar o touchpad quando você conectar o mouse, entre outras coisas.

Como instalar o Touchpad Indicator no Ubuntu


O programa está no repositório do sistema, então é só clicar no botão abaixo e instalar ele através de Central de Programas ou outro gerenciador de pacotes a sua escolha:

Se você preferir instalar usando o terminal, basta rodar estes comandos:
sudo add-apt-repository ppa:atareao/atareao
sudo apt update 
sudo apt install touchpad-indicator
Depois de instalado, você pode procurar pelo Indicador no menu do sistema, o rodá-lo através do executar:
alt+f2 e digite: touchpad-indicator
A dica adicional é você colocar ele para inicializar juntamente com o sistema, assim, toda vez que você fizer ele ele estará lá.

Vá até as preferências  do programa clicando no indicador na barra superior, e na aba de "Opções gerais" marque a opção de iniciar automaticamente.

Até a próxima!
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Como instalar o OBS Studio no Ubuntu e no Linux Mint

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O Open Broadcaster Studio é um dos programas mais populares do mundo quando se fala em captura de tela e streaming de vídeo para YouTube e outros serviços similares. Ele também possui versão para Linux e hoje você vai aprender a instalar no Ubuntu e no Linux Mint, duas das distros mais populares.

Como instalar o OBS Studio no Ubuntu e no Linux Mint




Estou atualizando este tutorial, pois quando o Ubuntu 16.04 LTS foi lançado eu fiz um post sobre o assunto, porém, no momento o OBS estava passando por uma reformulação para a versão nova do sistema e era necessário compilar ele. Agora está muito mais simples

O OBS tem suporte para muitas distribuições e você pode conferir a documentação completa para instalação e o código do OBS no github,

Como instalar o OBS Studio no Ubuntu e no Linux Mint


Antes de mostrar a instalação em si, é necessário fazer uma pequena distinção. O OBS Studio faz um forte uso do FFMPEG, logo você precisa tê-lo instalado. No Ubuntu 14.04 LTS e no Linux Mint 17, será necessário instalar ele antes, você pode fazer isso por PPA:

PPA: ppa:kirillshkrogalev/ffmpeg-next


Quer fazer pelo terminal? É possível também:
sudo add-apt-repository ppa:kirillshkrogalev/ffmpeg-next && sudo apt-get update && sudo apt-get install ffmpeg
Se você usa o Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18 ou superiores, o FFMPEG está no repositório dos sistemas novamente, logo, não é mais necessário utilizar o PPA anterior, ele é só para versões antigas. 

Procure nas centrais de aplicativos pelo pacote, mas se você já tem o Kdenlive instalado, por exemplo, o FFMPEG já está no seu sistema provavelmente. Nos resta agora utilizar o PPA do próprio OBS Studio:

PPA: ppa:obsproject/obs-studio


Quem quiser fazer pelo terminal pode fazer assim:
sudo add-apt-repository ppa:obsproject/obs-studio && sudo apt-get update && sudo apt-get install obs-studio
Depois da instalação você encontrará o programa no seu menu, basta abrir e começar a utilizar. Se você tem placa Nvidia e pretende gravar gameplays no Linux a utilização do Codec NVENC é recomendado, ele vai evitar que você perca muitos FPS na hora de gravar a tela.

Até a próxima!
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Os 16 artigos mais acessados do blog Diolinux em 2016

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domingo, 25 de dezembro de 2016

Estamos nos aproximando do final de mais um ano e com isso começam as minhas sessões de lembranças de tudo o que aconteceu durante este período. Não podemos dizer que 2016 foi uma ano "fácil", em todos os sentidos, mas ele também trouxe coisas boas e para nós, do blog Diolinux, ele certamente foi especial.

Os melhores artigos do ano de 2016 no blog Diolinux




Muitos assuntos diferentes foram abordados aqui no blog, mas como todo site, temos nossos recordistas. Eles refletem um pouco dos gostos do nosso público e também nos mostram setores em que podemos nos dedicar mais para trazer mais conteúdo de forma ainda mais detalhada.  Vamos listar os posts que tiveram uma maior popularidade aqui no site, será que você perdeu algum?


7 coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 16.04


Neste ano tivemos o lançamento da mais recente versão LTS do Ubuntu, isto é, a versão que tem um maior suporte de atualizações de segurança. Muitas pessoas utilizam apenas versões LTS do Ubuntu e muitos leitores atualizaram para a versão, logo, nós montamos um passo a passo para deixar o sistema redondinho para o uso, com sugestões de aplicações e ajustes, vale a pena conferir.

2 - Como instalar o Java no Ubuntu

Tutorial Java Ubuntu


Hoje em dia o Java para usuários comuns não é mais tão útil, pois tivemos atualizações nos mecanismos de segurança de vários bancos populares que anteriormente usavam o Java para dar acesso aos seus serviços. Com esta modificação, muitos usuários "comuns" deixam de usar o Java, mas isso não quer dizer que ele ainda não seja útil, pelo contrário, a cada dia mais, existem pessoas que usam Linux, que usam o Ubuntu, para programar e por que não, para jogar Minecraft, e é aí que o Java entra. Um tutorial antigo, mas ainda funcional e direto ao ponto.

3 - Lançamento do Ubuntu 16.04 LTS e Download

Ubuntu 16.04 LTS Download


Se um dos artigos mais acessados deste ano foram os passos para deixar o Ubuntu 16.04 LTS completo para o seu uso, a notícia do seu lançamento também chamou muita atenção também. Nós como sempre, estávamos em cima da notícia para liberar para você os links para download, juntamente com as informações mais relevantes contidas na nova versão, o mais rápido possível, vale a pena relembrar.


Computadores antigos e fracos com Linux


Este na verdade é um artigo de 2015 que fez muito sucesso neste ano. Muitas pessoas tem o objetivo de não desperdiçar hardware e fazer com que até mesmo aqueles computadores mais antigos ainda tenham alguma utilidade. É um post imperdível para você que tem um "dinossaurozinho" em casa.



Pack de fontes para downloads


Não que eu seja um grande designer, mas ter algumas alternativas de fontes para poder trabalhar nos banners do blog, no canal no YouTube e outros pequenos projetos é algo essencial. O bom designer diria que as fontes precisam ser escolhidas a dedo e muitas vezes até feitas do zero, mas a verdade é que nem todo mundo que produz artes visuais tem esse mesmo profissionalismo ou simplesmente não quer se dar ao trabalho. Pensando nessa imensa massa eu resolvi juntar em um pacote um montão de fontes que eu venho utilizando ao longo do tempo, é só baixar e usar. E um post antigo também, mas foi muito acessado neste ano.


Stremio


Esse App virou febre entre os leitores do blog. O Stremio chegou para ajudar muitas pessoas na hora de assistir aquela série favorita e cá entre nós, ele é um dos meus Apps "must have" com toda a certeza. Vale a pena conhecer caso você ainda não tenha experimentado.


Os melhores antivírus para LInux


É, eu sei. No mínimo curioso o interesse das pessoas em antivírus para Linux. Mas nós elaboramos uma lista com algumas opções que podem ser interessante para quem tem necessidade. O interessante deste assunto é que aquele velho dilema de "Linux pegar ou não vírus" é levantado, e como sempre, eu indico a leitura deste artigo onde eu explico melhor essa questão de Linux e vírus, que é um dos posts que eu me orgulho de ter feito.


Recentemente o LibreOffice lançou algumas atualizações que deixaram muito usuários satisfeitos, pois a interface dele acabou se aproximando um pouco com a do MS Office, o que é sempre bom para quem migra de um sistema para outro, além disso, o WPS Office que tem uma interface "clone" do MS Office também acabou ganhando espaço. Ainda assim, muita gente ainda preferente ou precisa do Microsoft Office e a necessidade de instalá-lo fez com que mais de 40 mil pessoas, somente neste ano, acessassem este artigo.

Microsoft Office no Ubuntu


Atualmente o Wine 2.0 consegue rodar o Office 2013 também, mas muita gente ainda usa o Office 2010.


Eu olho para as estatísticas as vezes e fico tentando imaginar o que causou determinados acessos. Neste caso, além de ser algo interessante para usuários comuns que querem brincar com o Android no computador mas não querem chegar ao extremo de rodar o Remix OS ou para os desenvolvedores que precisam testar seus aplicativos antes de mandá-los para a Google Play, o Genymotion cai como uma luva.

Como instalar emulador de Android Ubuntu


Mas sinceramente, acho que a popularidade do Genymotion vem de um "negócio" chamado PokémonGO. O game da Niantic fez com que muitas pessoas baixassem emuladores para poder jogar de forma legal ou usando algum hack. Reflexos da popularidade da coisa, né?


Como reparar o GRUB


Esse aqui são os efeitos do dual boot com gente nova no Linux. Um artigo como este ganhar relevância em acessos me diz que mais pessoas estão experimentando o sistema do pinguim em seus computadores... e infelizmente tendo problemas... mas é pra isso que estamos aqui mesmo, para te ajudar a pôr as coisas em ordem, não é?


Android Studio


Muitos desenvolvedores utilizam o Ubuntu para criar aplicativos para Android e o Android Studio é uma peça praticamente fundamental na hora de criar aplicações para o sistema do robozinho. No caso do Ubuntu, o que facilita muito a vida dos desenvolvedores é uma ferramenta não tão popular chamada Ubuntu Make, que é um repositório/utilitário especial para desenvolvedores instalarem as ferramentas que precisam para desenvolver em várias linguagens e para várias finalidades.


É engraçado ter algo assim na lista. Enquanto que praticamente todas as páginas mais acessadas são sumariamente artigos do site, a categoria "Ubuntu" é um ponto fora da curva. Ela basicamente serve para organizar o conteúdo do site relacionado ao sistema operacional da Canonical e muita gente chega ao site através dela. 

Ubuntu Linux Diolinux

Inclusive, se você pesquisar no Google em modo anônimo a palavra "Ubuntu", um dos primeiros resultados é justamente esta categoria, o que mostra o quanto o blog se tornou relevante para o tema. Não posso deixar de me sentir orgulhoso com isso. O mundo Linux é muito vasto e esta vastidão muitas vezes faz com que nada tenha foco, aparentemente, termos dado o foco para o blog deu resultado e nos tornou relevante para alguns milhões de usuários. É como diz o ditado: "Melhor ser muito bom em algo do que ser bonzinho em tudo." Digamos que estamos tentando. rsrsrs


Como instalar drivers Nvidia no Ubuntu


Esse aqui é outro artigo muito útil, especialmente porque ele é quase "atemporal". Funciona em praticamente qualquer versão recente do sistema e vai funcionar provavelmente nas próximas também, ao menos enquanto o X for o servidor gráfico principal. Serve para distro derivadas também, como o meu querido Linux Mint. 

Este artigo também serviu para mostrar um detalhe que faz muitas pessoas se confundirem, que é o número da versão do driver, que faz muita gente acreditar que o número mais alto é sempre o melhor driver, o que não é necessariamente verdade. Vale a pena conferir para entender melhor, a dica em si vale para qualquer distribuição.


Internet.... voa minha filha!


Essa é uma dica que eu uso até hoje. No post eu mostrei o aplicativo namebench, um utilitário de benchmark de servidores DNS. Acredito, se você está utilizando um DNS que está muito distante ou lento por qualquer motivo, a sua internet terá uma desempenho inferior, colocar o melhor DNS para você pode fazer uma diferença sensível.


Barra do Unity na parte inferior da tela


Compare a customização do Unity com a do KDE e você vai ver que ele é uma verdadeira "carroça"! Mas para produtividade e aproveitamento de espaço da área de trabalho ele ainda é "matador". Neste ano, quem queria mover a barra do Unity para a parte inferior da tela ganhou essa opção de uma forma muito simples. O mais engraçado é que eu queria tanto essa função mas hoje em dia utilizo ela do lado que sempre foi. Hábito é uma coisa muito difícil de quebrar mesmo.


Aquele listinha que todo mundo gosta. Existem muitos players legais para Linux, particularmente, estou usando neste atual momento enquanto escrevo este artigo o número 7 da lista pra ouvir aquele "Ramones inspirador". 😃

Os melhores players de música para Linux


É o segundo Top 7 que apareceu na lista, o que mostra que listas são interessantes, quem sabe eu faça mais algumas no próximo ano, pelo visto vocês gostam! :)

E tem muito mais


Eu usei o Google Analytics para minerar esses dados aqui, cada um dos posts tem algumas dezenas de milhares de acessos e com toda a certeza, muita coisa interessante ficou de fora, afinal, foram mais de 750 artigos aqui no blog neste ano, sinceramente, nem eu acredito que produzimos tudo isso em 2016.

Você que está lendo este artigo faz parte de um grupo que trouxe quase 38 milhões de acessos para o blog em 2016, então meu amigo, você não está nem um pouco sozinho ou sozinha! Todos temos gostos em comum e nos ajudamos a desenvolver este trabalho que é árduo, mas igualmente prazeroso.

Um ótimo final de ano para você e em 2017 tem MUITO MAIS! 🙂
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Ubuntu 17.04 Zesty Zapus deixará de usar partição SWAP para usar SWAPFiles

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Uma novidade interessante está à caminho do Ubuntu 17.04, que sai em Abril de 2017, e vai mudar a forma com que o sistema trabalha, pelo menos um pouco. A tradicional partição SWAP do Ubuntu será substituída por um arquivo, assim como faz o Android, Windows e o macOS.

Ubuntu 17.04 Swap Files




Se você ainda não sabe muito bem o que é SWAP, eu recomendo que você leia este artigo onde nós explicamos tudo direitinho para você. Agora que você já tem informações para entender o que esta mudança significa, vamos a novidade.

Um dos desenvolvedores da Canonical anunciou uma mudança na forma com que a SWAP será tratada no Ubuntu 17.04 Zesty Zapus. Atualmente no Ubuntu, assim como a maior parte das distros Linux, a SWAP é uma partição criada na instalação do sistema, que é responsável por auxiliar a memória RAM a armazenar dados, caso seja necessário, para tanto existe uma parâmetro chamado SWAPINESS que permite que você configure o quanto a memória RAM precisa estar cheia para que a memória SWAP entre em ação.

Obviamente, a SWAP era muito importante antigamente, quando os computadores tenham muito pouca memória para se utilizar e quando este era um componente muito mais custoso para qualquer upgrade, a realidade de hoje é sensivelmente diferente neste aspecto, o que faz com que a memória SWAP não tenha a mesma utilidade para todas as pessoas.

Usuários que não forçam a utilização da memória com programas muito pesados não conseguem tirar grandes proveitos da SWAP, sendo que na maior parte do tempo ela não é nem sequer acessada, isso fez com que muita gente simplesmente desabilitasse a SWAP, ou até mesmo não criasse essa partição da instalação, ou ainda usasse uma alternativa como o ZRAM.

O "problema" de manipular a SWAP é que ela é uma partição e muitas vezes mexer com as partições, especialmente se você não tiver muita experiência com os utilitários de disco, pode causar problemas, perda de boot, perda de dados, etc. Se você tem a SWAP atualmente e simplesmente a desliga, sem reintegrar os GigaBytes que você usou para cria-la ao seu sistema de arquivos padrão, você simplesmente desperdiça esse armazenamento. O que pode não ser um grande negócio, especialmente nos SSDs atuais, onde as pessoas não tem tanto armazenamento sem pagar um valor mais alto.

SWAPFiles


Toda essa introdução foi para explicar para você onde entra o SWAP Files, ele tem exatamente a função que a SWAP em partição, com a diferença de que a SWAFiles, como o nome sugere, fica na verdade em um arquivo dentro do sistema, assim como acontece no Windows, Android e macOS. 

A SWAP em um arquivo traz uma possibilidade interessante: Uma forma mais fácil de gerenciar a SWAP, aumentar e diminuir e até mesmo excluir, caso você não use, sem precisar mexer nas partições do sistema, seja em disco rígido, seja em SSD, já que hoje em dia a memória RAM não é mais um recurso tão escasso.

Obviamente, quem quiser utilizar a SWAP em partição ainda poderá fazer isso. O SWAPFiles será o mecanismo padrão na instalação do Ubuntu 17.04, a menos que você use LVM para gerenciar os seus discos, neste caso teremos o comportamento tradicional. O SWAP em arquivo também pode favorecer o Ubuntu que roda em Smartphones, não sendo necessário particionar o armazenamento do dispositivo.

O comportamento será alocar 2 GB ou 5% para o SWAPFiles, o que for menor, uma medida interessante. A nova forma de trabalhar a SWAP não vai mudar drasticamente a forma com que você usa o sistema, provavelmente você não sentirá qualquer diferença, mas não deixa de ser interessante.

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