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Conheça agora as principais novidades do Android 8 "Oreo"

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Google anunciou ontem o lançamento da oitava versão do Android. O nome desta nova versão é "Oreo", seguindo os nomes de doces e guloseimas em ordem alfabética.

Lançado o Android 8







Desde o anúncio das primeiras imagens de teste em 21 de Março deste ano, o sistema recebeu vários incrementos. Vamos conhecer agora as principais novidades do novo Android.

Novidades

Existem muitas coisas novas chegando e aqui vamos dar destaque as principais e mais relevantes. É curioso apontar que muita destas funcionalidades já estavam presentes em versões customizadas por fabricantes de Smartphones e Tablets e agora incorporam o chamado “Android puro” também.

Podemos dividir as novas funções em:

1 - Interação direta com o usuário

- Função Picture in Picture nativa: Agora você pode usar Apps em janelas sobrepostas e lado a lado;

- Pontos de notificação na tela: A ideia com isso é que você possa acessar as notificações dos aplicativos apenas segurando o ícone do App sem necessariamente abri-lo, além de acessar atalhos dentro do próprio App sem abrí-lo;

- Função de auto preenchimento: Esta deve agilizar no login e acesso a senhas em vários serviços;

- Nova seleção inteligente de texto: Especialmente para quem utilizar teclados físicos para trabalhar com o Android.

2 - Atualizações de performance e segurança:

- Otimizações de performance (bateria e Runtime): Com isso nós teremos uma limitação automática maior daquilo que os aplicativos, serviços e atualizações de localização poderão acessar quando estiverem rodando em background, isso deve trazer um impacto positivo da durabilidade da bateria dos aparelhos;

- Google Play Protect: A cada dia mais transações são feitas no serviço, então é um ponto realmente importante a se melhorar sempre;

- O Play Console, que é o painel para desenvolvedores Android, também recebeu alguns upgrades.

Uma terceira divisão que podemos fazer são as:

3 - Mudanças da interoperabilidade da interface

- Mudanças visuais da interface do Android padrão;

- Novos Canais de notificação: Você terá mais liberdade em controlar notificações de Apps individualmente;

- Novo pacote de Emojis;

- Ícones Adaptativos: Novos ícones que são capazes de se adaptar melhor a telas diferentes e aplicativos diferentes;

- Suporte para Wi-Fi Aware, que permite que dois aparelhos geograficamente perto possam trocar informações mesmo sem internet;

- Mudança da API de áudio para a PRO Audio, que permite maior qualidade e menor latência. Hoje em dia muitas pessoas estão utilizando os aparelhos para trabalhar com música e isso pode ser uma mão na roda;

- Novos efeitos e transições de áudio;

- Possibilidade de ativar o Wi-Fi automaticamente com uma opção simples que pode ser ativida e desativada nas configurações

- E foi colocado em andamento o Project Treble, que vai procurar diminuir a fragmentação do Android, mais informações neste link. Ele deve ajudar os fabricantes a atualizarem para versões mais recentes do sistema.

Mais algumas considerações sobre o Android 8


A aparência em si não mudou tanto, temos alguns tons um pouco diferentes nas cores no launcher, mas nada de mais. Segundo a Google, a máquina virtual Java do Android está 2 vezes mais rápida, o que deve deixar o sistema ainda melhor, como eu ainda não vi benchmarks, não sei dizer se a informação realmente se confirma.

Até o momento somente aparelhos Pixel e Nexus devem receber a atualização, mas como sempre, as demais marcas devem trazer o sistema para seus dispositivos aos poucos, vale a pena consultar o cronograma do fabricante do seu aparelho.

Essas são as principais novidades do novo Android, o que você achou? Qual a função que mais gostou? 

Até a próxima!
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Entrevistamos Galina Goduhina, do projeto ONLYOFFICE (Suíte Office para Linux)

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Olá meu amigo(a) leitor(a)! Hoje eu tenho o prazer de trazer até você uma entrevista muito bacana que eu tive a oportunidade de fazer com os desenvolvedores do ONLYOFFICE, uma suíte Office diferenciada que tem versões para Linux, Mac e Windows.

Galina OnlyOffice







O Only Office (estilizado como ONLYOFFICE), é uma suíte office que se tornou open source recentemente e possui programas para edição de textos, criação de apresentações e manipulação de planilhas. Eu utilizei ele diversas vezes para abrir formatos da Microsoft, onde o LibreOffice não foi tão efetivo durante o último ano e ele se saiu muito bem na maior parte dos casos.

- Comentei sobre ele pela primeira vez em Novembro do ano passado neste artigo do blog.

Agora, para você conhecer um pouco mais da história deste software tão interessante e útil que tornou-se open source e agora trabalha de forma comunitária com vários recursos profissionais, como suporte para nuvem e servidores com documentos compartilhados e colaborativos, fique com a entrevista com uma das líderes do projeto, Galinda Goduhina.


 Diolinux Entrevista: ONLYOFFICE


Diolinux: Qual a origem do ONLYOFFICE? Poderiam nos contar um pouco da história por trás do programa e da empresa?

Galina:
Começamos o ONLYOFFICE há mais de sete anos. Inicialmente, chamámos ele de Teamlab, e era uma plataforma para gerenciamento de projetos e colaboração interna. Ao mesmo tempo, trabalhávamos em editores de documentos online. Mais tarde, decidimos juntar os projetos. 

A ideia era criar um único espaço de trabalho para todas as tarefas diárias que qualquer empresa enfrenta. E nossos usuários realmente gostaram desta plataforma unida e sentimos um grande apoio da comunidade. Mas também entendemos que nossos editores de documentos eram algo especial para nós, e que encontramos algo realmente especial com esta tecnologia. Temos uma equipe que pode fazer maravilhas.

Diolinux: Qual o diferencial do ONLYOFFICE para outras alternativas do mercado?

Galina: Em primeiro lugar eu devo apontar  a interface em HTML5, nossos editores online são baseados nesta tecnologia. Isso permitiu que nós construíssemos editores online com extrema qualidade para formatação e conversão de documentos, assim como o conjunto de aplicações para desktop.

Conseguimos fazer algo importante na questão de entrada e saída de arquivos. Um arquivo processado no ONLYOFFICE mantém o mesmo estilo, parágrafos, símbolos, espaçamento de linha e assim por diante, em qualquer navegador e em qualquer sistema operacional, e claro, também durante a impressão. Nós adicionamos recursos de formatação que anteriormente só estavam disponíveis em editores de desktop, adicionado a isso, temos a combinação com recursos de colaboração e co-edição de documentos em tempo real através da nuvem.

Agora o "ONLYOFFICE Editors" online possui mais recursos de formatação do que o MS Office online e mais recursos colaborativos que o Google Docs.

Como sempre quisemos criar um aplicativo para desktop - para nos livrarmos das limitações do navegador e trabalhar diretamente com recursos do sistema - isso aconteceu logo em sequência. Quem usar o ONLYOFFICE desta forma terá muito mais velocidade.

A versão para Desktop é chamada de "ONLYOFFICE Desktop Editors" e foi desenvolvida com o mesmo núcleo de código da versão online. Isso significa que elas são plataformas cruzadas e plenamente compatíveis. Como a aplicação nasceu do ONLYOFFICE online, você está trabalhando apenas no "modo offline", permitindo que você conecte-se através do aplicativo instalado em seu computador a uma rede privada, acesse seus arquivos e trabalhe por ali mesmo, sem precisar abrir o navegador para isso. Esta é a nossa grande vantagem sobre o LibreOffice. Além disso, comparado com o Libre, temos definitivamente um melhor suporte para formatos do MS Office.

Diolinux: Por que do interesse em lançar o software para Linux também?

Galina: Tínhamos como objetivo criar uma solução multiplataforma para que as pessoas utilizassem o ONLYOFFICE independente da máquina que possuem e do sistema operacional que preferem. E, claro, a comunidade Linux é muito divertida de se trabalhar. Os usuários Linux são exigentes, muito exigentes, e eles foram nossa força motriz e nossa fonte de inspiração em muitos casos.

Diolinux: Em relação ao público brasileiro. Alguns dos nossos leitores informaram que gostariam que a interface do programa estivesse disponível em português do Brasil, assim como o suporte para acentuação.

Galina:  
Estamos trabalhando na tradução da interface para vários idiomas agora. Qualquer falante nativo pode se voluntariar e se juntar ao time de nossos tradutores. Basta contactar-nos para isso. Quanto a acentuação, há realmente um problema por causa do framework incorporado no Chromium usado como um dos componentes no softwares e infelizmente, teremos de esperar até consertarem-lo. Mas uma boa notícia é que o corretor ortográfico já funciona em seu idioma.Diolinux: Por que da decisão de abrir o código fonte da aplicação? 
Galina: Isso veio naturalmente. Nós percebemos que a segurança de dados é uma questão importantíssima para várias empresas, especialmente quando se trata de documentos. Queremos estar abertos, queremos que as pessoas possam confiar em nós, não somente pela nossa palavra, mas pelo código e transparência também. Além disso, precisamos superar essa barreira que as pessoas tem em mente, essas fortes convicções de que "não há nada além do Microsoft Office", que nada melhor pode ser criado.

Nós escolhemos a licença AGPLv3 para o nosso programa. Isso significa que você pode usar o ONLYOFFICE sem restrições, mas se quiser integrá-lo para sua própria solução você terá de abrir seu código fonte também e distribuí-lo com a mesma licença.

Diolinux: Existe alguma forma do público poder colaborar com o desenvolvimento da aplicação? Como funciona?

Galina: Com certeza! Existem várias maneiras de contribuir com o ONLYOFFICE. Você pode se juntar à nossa equipe de desenvolvedores no GitHub, testar o ONLYOFFICE e relatar problemas através do nosso fórum de desenvolvedores ou no Stackoverflow. O ONLYOFFICE oferece também uma API para que todos possam estender as funcionalidades do software, criando plugins e integrando-o com as suas próprias aplicações e ferramentas, como muitos dos nossos parceiros já fazem, tudo isso ajuda-nos a continuar.

Diolinux: Muito obrigado pela oportunidade de entrevistá-los, por favor deixe uma mensagem final para os nossos leitores.

Galina: Nós do ONLYOFFICE criamos editores de documentos realmente legais para você. Um programa gratuito, aberto e independente de navegador, sistema ou dispositivo. Esperamos poder recebê-los como parte de nossa comunidade! Obrigado pela atenção e tenha um ótimo dia!

Uma opção interessante para você!


Se você gostou do que leu e gostaria de testar o ONLYOFFICE você mesmo, basta acessar o site e fazer o download para o seu sistema ou acessar o editor online mesmo.

Até a próxima!
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Lançado Kdenlive 17.08 com várias correções de bugs

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O editor de vídeos Kdenlive lançou um atualização neste semana para os usuários. A versão 17.08 vem com várias pequenas correções para corrigir problemas recorrentes e melhorar a estabilidade do software.

Lançado Kdenlive 17.04 Novidades






Os desenvolvedores do Kdenlive anunciaram nesta semana a disponibilidade da nova atualização para o software de edição de vídeo (que eu uso para fazer o canal Diolinux no YouTube). Dentre os bugs corrigidos podemos destacar a correção no efeito "Freeze", correções em caixas de verificação que ficavam inconsistentes no painel de efeitos. Agora é possível também adicionar uma tecla de atalho para função de "extrair um quadro" no editor.

Outras correções incluem também o efeito de "clique" que acontecia ao cortar certas faixas de áudio, chegamos também à versão Beta do Kdenlive para Windows. O próximo "milestone" do projeto deve ser o Kdenlive 17.12, que sai somente no final do ano e que promete trazer mais novos recursos.

Em breve esta versão do Kdenlive deverá estar nos repositórios de praticamente todas as distros, incluindo o PPA estável para Ubuntu e Linux Mint (e derivados).

Para saber mais sobre esta nova versão do Kdenlive e conferir todo o changelog, clique aqui.

Até a próxima!
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Novas placas de vídeo AMD Vega tem performance surpreendente com drivers Open Source

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Será que finalmente estamos chegando perto de um bom suporte em placas de vídeo no Linux por parte da AMD? Se depender da nova linha Vega da empresa, os usuários Linux podem deixar de se preocupar tanto com drivers.

Radeon Vega no Linux






O pessoal da Phoronix fez uma extensa review com benchmarks dos novos modelos de placas da AMD, as Radeon Vega, modelos 56 e 64. Os resultados obtidos com drivers de código aberto não foram menos do que surpreendentes!

Escolher uma placa de vídeo para jogar no Linux nos últimos anos tem sido sinônimo de ser cliente da Nvidia, como comentamos em um dos últimos Diolinux DROPS do canal:


Porém, com a evolução dos drivers e com as novas gerações de placas chegando, isso pode mudar um pouco.

Radeon Vega

Segundo a análise feita pelo site Phoronix, a linha Vega torna-se atualmente a melhor opção para usuários de Linux que não querem depender da instalação de drivers proprietários. As Radeon Vega tem um bom desempenho utilizando os drivers de código aberto contidos no próprio Kernel Linux, sendo inclusive melhores do que o AMDGPU PRO, de forma surpreendente.

Por serem placas relativamente baratas em comparação com as concorrentes da Nvidia, pelo menos fora do Brasil, elas tem um ótimo custo por frame para quem deseja utilizar drivers open source.

O desempenho é bom, mas ainda pode melhorar


Os analistas comentaram que apesar do desempenho ser considerado muito superior em relação a gerações passadas com o driver de código aberto, ainda são necessárias otimizações para esta nova arquitetura, pois mesmo que o resultado tenha sido animador, se comparado ao suporte ao Windows, elas ainda ficam um pouco atrás e também ficam um pouco atrás das concorrentes da Nvidia com driver proprietário, mesmo no Linux.

Você pode conferir todo o relatório dos gráficos de benchmarks em games com API diferentes e também com benchmarks sintéticos acessando este endereço, basta navegar pelas páginas.

Até a próxima!
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Disney sairá da Netflix e abrirá seu próprio serviço de Streaming em 2018

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A Disney, que dispensa apresentações, anunciou ao público que estará retirando o seu conteúdo da Netflix em 2018 e pretende abrir o seu próprio serviço de streaming. O movimento é puramente estratégico de mercado, porém, alguns países terão acesso prolongado ao conteúdo produzido pelo estúdio.

Netflix perderá participação da Disney






Bob Iger, CEO da Disney, anunciou que o estúdio vai retirar os seus títulos da Netflix no próximo ano em prol de seu próprio serviço de assinatura que nascerá também em 2018, contudo, usuários da Netflix dos EUA ainda terão os títulos da Disney até 2019, incluindo todo o material que for lançado pela companhia em 2018.

O serviço da Disney ainda não tem um nome conhecido ou data de lançamento, e ainda há informações sobre quais países, além dos EUA presumivelmente, terão acesso ao serviço.

O problema da popularidade do Streaming


Eu sempre gostei e apoiei estes serviços de Streaming. Assino a Netflix há muito tempo e já assinei por alguns meses o Amazon Prime, depois acabei desistindo por conta do conteúdo que não me interessava tanto. O curioso é que agora que muitas empresas entenderam o quanto este tipo de entrega de conteúdo pela internet pode ser vantajoso, e o quanto as pessoas gostam de consumir conteúdo desta forma, os estúdios estão criando os seus próprios serviços, para, claro, maximizar os seus lucros e não depender de empresas terceiras.

Conteúdo original da Netflix


Essa mudança de postura acaba afetando diretamente a Netflix, e outros serviços em acensão, como o próprio Amazon Prime Video e o Hulu, que ainda nem chegou ao Brasil, que acabam perdendo muitos títulos e estúdios de peso em seus catálogos, fazendo com que as séries e filmes originais tenham um peso ainda maior para segurar o público assinante, ainda mais com as mudanças de preços que devem ocorrer no início de Setembro deste ano.

Estamos nos aproximando de um momento em que para acompanhar vários conteúdos diferentes vamos ter de assinar vários serviços diferentes, ou será que não? O que você pensa sobre isso? Vai sentir falta do conteúdo da Disney na Netflix?

Se você gosta do material produzido pelo estúdio, aproveite para assistir enquanto ele está disponível.

Até a próxima!

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Ubuntu 17.10 terá uma dock visível do lado esquerdo, mas não será a Dash to Dock

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Os  desenvolvedores do Ubuntu confirmaram a presença de um Dock visível o GNOME Shell no Ubuntu 17.10 que sai no próximo mês de Outubro, porém, ela não será a popular "Dash to Dock".

Nova Dock do Ubuntu






A "Dash to Dock" é uma das extensões mais populares do GNOME Shell e é utilizada por boa parte dos usuários do ambiente e até mesmo vem pré-instalada em várias distribuições.

Por conta das pesquisas realizadas pela Canonical com os usuários do Ubuntu, ficou clara a necessidade do sistema possuir uma Dock visível, semelhante ao que temos na interface Unity, que será deixada de lado na versão 17.10.

Apesar de usar a "Dash to Dock" ter sido algo considerado, os desenvolvedores do Ubuntu optaram por criar um fork dela que será chamado simplesmente de "Ubuntu Dock". O motivo para isso se deve ao fato de que os desenvolvedores queriam que uma função tão importante para a "experiência Desktop do Ubuntu" ficasse sob o controle direto deles. Uma vez que a "Dash to Dock" recebe muitas modificações e acréscimos de funcionalidades, ela poderia acabar desestabilizando a interface, por conta disso a dock da Canonical será mais simples e até mesmo com menos opções de personalização, garantindo uma maior estabilidade.

O interessante é que a "Ubuntu Dock" foi desenvolvida em conjunto com as pessoas que trabalham na "Dash do Dock" e como qualquer outra extensão, ela pode ser desabilitada, inclusive, caso o usuário instale a "Dash to Dock", a "Ubuntu Dock" é desabilitada automaticamente.

Mais alguns detalhes devem ser ajustados no "sprint final" que ocorrera no final do mês de Agosto.

A ideia por trás dessa Dock é diminuir o impacto de quem for migrar do Ubuntu com Unity para o Ubuntu com GNOME Shell, o que sem dúvida vai ajudar, ou pelo menos será muito melhor do que deixar o GNOME puro, sem esta modificação.

Até a próxima!
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Canonical organizará evento para comunidade ajudar na finalização do ambiente Desktop do Ubuntu 17.10

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Em todos estes anos em que eu utilizo o Ubuntu, não me lembro de ter visto algo parecido. A Canonical está literalmente chamando a comunidade do Ubuntu para dentro da empresa e... ainda oferecendo pizzas e bebidas. 🍕🍕🍕

Ubuntu Desktop 17.10






Os desenvolvedores da Canonical estão se envolvendo muito mais com a comunidade de usuários para este lançamento de Outubro. O Ubuntu 17.10, Arful Aardvark, que agora contará com o GNOME Shell como interface gráfica padrão, ainda precisa receber vários ajustes e como quanto mais pessoas estiverem observando a distro, mais provável que os eventuais problemas sejam detectados e corrigidos, os desenvolvedores estão chamando os usuários interessados para um evento que acontecerá na sede da empresa, em Londres.

O acontecimento está sendo chamado de "Desktop Fit & Finish Sprint" e acontecerá por volta dos dias 24 e 25 de Agosto, sendo aberto para todos que desejarem participar, no entanto, os desenvolvedores pedem que as pessoas que se candidatarem a participar tenham um certo conhecimento avançado, especialmente em CSS e GTK, pois esses dias serão destinados a ajustar a experiência desktop no novo Ubuntu.

Não existem vagas ilimitadas, por isso, as pessoas interessadas precisam inscrever-se para isso. Visto que existe todo um esquema de organização e segurança a ser estruturado para o evento.

Dentre as coisas que devem ser finalizadas nestes dias estão tema GTK do Ubuntu, o tema do GDM e a correção de bugs gráficos que apareçam, além de otimizações para velocidade. Mesmo que você não participe, este evento nos dá uma ideia de que em breve teremos coisas novas para testar no Ubuntu.

Até a próxima!

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Como instalar o tema de ícones do Zorin OS no Ubuntu e no Linux Mint

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domingo, 13 de agosto de 2017

Recentemente eu fiz uma review do canal Diolinux no YouTube sobre o Zorin OS 12.1, uma distribuição da Irlanda, a mesma terra do popular Linux Mint. Um sistema que tem a proposta de ser uma distribuição Linux fácil e intuitiva para quem vem do Windows e que até mesmo possui uma versão paga.

Zorins OS icon theme download






Recentemente eu visitei novamente o Zorin OS em uma review no canal, e como comentei, a distro tem a proposta de ser amigável para usuários iniciantes, especialmente os vindos do Windows. Parte do ambiente que compõe essa experiência a qual o Zorin se propõem é o tema do sistema, ícones e tema GTK.

Os ícones do Zorin OS especialmente me chamaram a atenção pelo simples fato de derivarem do tema Paper, que é outro que eu gosto muito, mas com uma coloração azulada, que encaixa muito bom, não só com o tema do Zorin, mas com outros também, como o popular Arc.


Como instalar o tema do Zorin OS no Ubuntu ou Linux Mint


A instalação é muito simples, basta baixar os pacotes .deb e instalar dando dois cliques.


Depois de instalado, basta usar um ferramenta como o GNOME Tweak Tool, Unity Tweak ou mesmo as configurações de tema do Cinnamon, no caso do Linux Mint.

Para o caso do tema GTK do Zorin, também é possível instalar via pacotes .deb, porém, o tema tem uma série de dependências que precisam ser instaladas em uma certa ordem. Baixe os pacotes abaixo e instale na ordem em que são apresentados:






Depois de instalado o tema, você pode ativá-lo da mesma forma que faz com os ícones, a diferença que este tema GTK do Zorin possui várias cores diferentes, o que pode torná-lo interessante para utilizar com outros temas de ícone, não somente com o do Zorin.

Exemplos de temas com ícones Zorin OS

Vale a pena testar algumas combinações diferentes até encontrar alguma que você goste mais.

Até a próxima!
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Ubuntu ganha compilação do Kernel para placas de vídeo AMD com driver AMDGPU DC embutido

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Os proprietários de placas de vídeo da AMD de arquiteturas mais recentes poderão utilizar um Kernel específico com driver AMDGPU embarcado no Ubuntu ou no Linux Mint.

AMDGPU Ubuntu Kernel






Fiquei sabendo hoje de algo muito interessante através do site Phoronix, agora temos um kernel Linux para o Ubuntu com suporte para o driver AMDGPU DC pré-instalado, o pacote parece ter sido feito pelos próprios mantenedores do site.

Este driver AMDGPU DC tem suporte a várias tecnologias novas da AMD e está entrando no Kernel 4.12.x, que ainda não está no Ubuntu por padrão. O "DC display code" provê suporte para áudio HDMI/Display Port para placas modernas da empresa, assim como suporte para HDMI 2.0, suporte para a Radeon Vega, atomic mode-setting e mais algumas coisas.  Este é um pacote experimental que você pode testar por conta e risco, basta fazer o download do .deb aqui.

Se você não se sente seguro em fazer ajustes mais avançados como este, sabemos que muitos leitores do blog são iniciantes, evolvendo o Kernel do sistema, simplesmente NÃO FAÇA! Estes ajustes feitos neste pacote experimental deverão entrar no Kernel do Ubuntu no futuro naturalmente. Se você não está com pressa para usá-los, pode cruzar os braços e clicar no próximo artigo.


Até a próxima!
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openSUSE Tumbleweed agora tem suporte a drivers Nvidia via pacote RPM

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Ótimas notícias para os usuários do "Rei Lagarto", o openSUSE Rolling Release, também conhecido como Tumbleweed, recebeu suporte via RPM para a versão mais recente do driver de vídeo Nvidia, confira os detalhes.

Nvidia Driver openSUSE Tumbleweed






Os desenvolvedores do openSUSE anunciaram através de um tópico do Reddit a disponibilidade do driver Nvidia mais recente para o sistema operacional, com suporte a versão rolling release e tudo mais. Agora os usuários poderão simplesmente instalar um pacote .RPM do driver dando dois cliques, ou é claro, através do terminal também.


Segundo as informações contidas no arquivo README do driver:

"The driver RPMs hosted in this location are entirely built, maintained and supported by Novell/SUSE. 
NVIDIA hosts them as a courtesy to Novell, however all problems and support requests related to these RPMs should be reported to Novell via their bug tracking system:
http://bugzilla.novell.com"
Ou seja, o driver empacotado no formato RPM é mantido pelos desenvolvedores do openSUSE, não pela Nvidia, apesar de ser hospedado, como é comentado no arquivo, de forma cortês por eles. A Nvidia continua oferecendo seu driver "genérico" para todas as distros via .run.

O repositório pode ser adicionado via zypper pelo terminal assim:
zypper ar https://download.nvidia.com/opensuse/tumbleweed nvidia-tumbleweed
Você também pode navegar pelo repositório e ver os RPMs clicando aqui. 

Esse módulo foi criado especialmente para suportar a instalação de novas versões do Kernel no openSUSE Tumbleweed. Como trata-se de uma versão rolling release, as atualizações são constantes e era comum que toda vez que isso acontecia o driver proprietário fosse removido, ficasse inutilizável ou simplesmente deixasse de funcionar, com a modificação feita pela comunidade do SUSE agora isso deve deixar de acontecer, fazendo com que os proprietários de Nvidia que curtem o openSUSE Tumbleweed possam ter uma maior estabilidade neste sentido.

Este driver em RPM tem suporte somente a placas mais recentes, o que significa que se você depende do legacy driver das series 340.xx e 304.xx, você não deve usá-lo. No momento deste artigo a versão mais recente é a 384.59.

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Artifact - Valve lança teaser de novo Card Game de DOTA

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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Fazia muito tempo que não tínhamos lançamentos de novos jogos vindos diretamente da Valve, a dona da plataforma Steam, mas hoje os fãs da empresa (e aparentemente de DOTA 2) tiveram uma boa surpresa com o teaser de Artifact, ainda que nem todos concordem com isso...

Artifact DOTA Card Game






Depois de um grande hiato em lançamentos, parece que em 2018 a Valve vai retomar o lançamento de um título de produção própria. Os games da empresa são idolatrados por muitos e são alguns dos mais jogados do mundo atualmente, incluindo ambientes competitivos, como CS:GO e DOTA 2.

Enquanto muitos esperam ansiosamente um novo "Left 4 Dead" ou um novo "Half Life", a Valve parece estar planejando lançar um Card Game, assim como a Konami e o seu clássico "Yu-Gi-Oh!".

Podemos ver pelo vídeo que o jogo deverá seguir a temática do DOTA, o que automaticamente tende tende a nos lembrar "HearthStone", da Blizzard, ou ainda "GWENT", do universo de "The Witcher".

Não temos muitas informações sobre como exatamente será o game, tudo o que temos é um teaser que foi lançado pela empresa do que parece ser o canal oficial do jogo no YouTube.


Curiosamente o vídeo teaser de "Artifact" está sendo altamente negativado pelos usuários do YouTube, muitos reclamam que gostariam de um novo jogo dentro das franquias já existentes ao invés de "mais um jogo de cartas". De qualquer forma, o game está previsto para ser lançado em 2018, sem maiores detalhes.

Tudo indica que haverá suporte para Linux e Vulkan também, o que você achou da ideia da Valve?

Até a próxima!
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Como habilitar o suporte para Streamlabs no OBS no Linux

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

O site Streamlabs ajuda a dar uma dinâmica maior com o público para todos os streamears, sejam aqueles quem fazem isso via YouTube ou TwitchTV. O Open Broadcaster Studio (OBS) é um dos principais softwares para fazer este tipo de atividade, possuindo versões para todas as plataformas, incluindo Linux. Hoje você vai aprender a instalar suporte ao recurso das Streamlabs no seu OBS.

StreamLabs Linux OBS Tutorial






Existem sobreposições que podemos adicionar aos nossos streamings que são provindos de informações vindas de alguns sites, especialmente o Streamlabs. Esses componentes são adicionados nas cenas do OBS (Open Broadcaster Studio) através de um plugin para embedar conteúdo da internet, algo que infelizmente não está disponível nativamente na versão para Linux do OBS.

Apesar disso, é possível habilitar este plugin de uma forma muito simples e é isso que você vai aprender agora.

Como adicionar o suporte para conteúdo de navegador no OBS Linux


Quero agradecer ao NiltonOS, nosso professor do Diolinux EAD, que me ajudou a encontrar a solução para este problema e também a ele que criou a versão compilada com o codec NVENC do OBS para Linux, o que facilita a vida de todos nós que criamos conteúdo em vídeo para a internet.

Para adicionar o suporte para conteúdo Web no seu Open Broadcaster Studio no Linux, incluindo o Streamlabs, você primeiro precisa instalar o OBS:


Uma vez que você tenha o seu OBS já instalado e funcionando, basta rodar estes três comandos no terminal para criar o suporte a conteúdo Web nele:
mkdir -p $HOME/.config/obs-studio/plugins
wget https://github.com/bazukas/obs-linuxbrowser/releases/download/0.2.0/linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz
tar xfvz linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz -C $HOME/.config/obs-studio/plugins
Funciona em qualquer distribuição. Depois de feito isso, ao abrir o seu OBS você encontrará uma opção chamada Linux Browser.

Até a próxima!
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Vídeo conta como o Arch Linux foi criado

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O Arch é uma distribuição Linux de origem canadense e que caiu no gosto de milhares de pessoas ao redor do mundo, hoje vamos entender como foi o nascimento de um dos sistemas que mais conseguiram levar o conceito KISS (Keep It Simple, Stupid!) para o público.

Arch Linux - A história da Distro






Os nossos amigos do canal Oficina do Tux produziram um vídeo muito bacana para contar para você como foi a origem de uma das distribuições mais icônicas do mundo Linux, o Arch Linux. Recoste na cadeira e acompanhe a acensão da fera:


O Arch Linux foi desenvolvido originalmente pelo canadense Judd Vinet. Seu desenvolvimento sempre foi aplicado ao minimalismo e simplicidade de código, esperando sempre que o usuário seja a parte determinante para trazer a coesão que o mesmo espera para o sistema. Um dos grandes destaques do Arch, como é chamado, é sem dúvida o gestor de pacotes Pacman (Package Manager), que foi escrito especialmente para o sistema e é utilizado até hoje para instalar, remover, pesquisar e fazer o upgrade de pacotes do sistema, ou seja, fazer a gestão de software.

O Arch Linux utiliza o chamado modelo Rolling Release de lançamento, isso significa que não existem "versões" do Arch como temos no Ubuntu ou no Debian. O usuário instala o sistema apenas uma vez e vai apenas atualizando, ou pelo menos, esta é a premissa. 

Outro grande destaque é o repositório AUR (Arch User Repository), que como o significado da sigla indica, é o repositório da comunidade de usuários/desenvolvedores do Arch Linux, onde você encontrará pacotes para praticamente qualquer programa disponível para Linux.

Recomendamos a leitura de :




Até a próxima!
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Ubunsys - Uma ferramenta gráfica para fazer ajustes avançados no Ubuntu

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O Ubunsys é um utilitário para o Ubuntu que permite aos usuários a possibilidade de fazer ajustes avançados no sistema de forma gráfica e simples, incluindo a adição e manuseio de repositórios, tweaks no sistema e até mesmo correções. Veja agora o que a ferramenta pode fazer por você.

Ubuntsys






O Ubunsys é uma ferramenta que ainda está em desenvolvimento, mas que já oferece uma boa usabilidade e se mostra um software interessante para fazer ajustes mais complexos no Ubuntu. A aplicação está disponível no GitHub em formato .deb para você baixar e instalar dando dois cliques.

Confira agora as telas com opções que o programa dispõe:

Ubunsys

Existem vários scripts que te permitem instalar uma grande gama de aplicações através de seus repositórios oficiais.

Ubunsys

Gerenciamento de repositórios e várias funções avançadas, como importar a sources.list, fazer backup, alterar o arquivo sudoers, entre outras funcionalidades.

Ubunsys

Ubunsys

Ubunsys

Existem também atalhos para rotinas do sistema, como atualização de repositório, atualização de pacotes, limpeza de resíduos e muito mais.

Ubunsys

Ubunsys

Ubunsys

Além das funções administrativas já comentadas, também temos umas sessão só com comandos de reparo para o sistema, todos detalhados, fazendo com que você não precise digitar os comandos comentados, basta apenas pressionar os botões.

Ubunsys

Ubunsys

Uma ferramenta poderosa como o Ubunsys deve ser usada com extrema responsabilidade, apesar de ser uma ferramenta simples de operar, ela pode alterar profundamente o comportamento do sistema e é destinada para usuários avançados, ainda que não seja necessário usar comandos para operá-la.

Se você é um usuário comum de computador, uma ferramenta como esta pode não ser tão interessante, até pela questão de você manter a integridade do seu sistema, afinal, não é recomendo você clicar em qualquer opção que o Ubunsys oferece sem antes saber o que ela faz. Vale sempre uma pesquisa na internet antes de fazer qualquer coisa.

Quem quer um programa mais simples e perfeitamente seguro para se utilizar e fazer pequenas manutenções no Ubuntu pode utilizar o Stacer.

Até a próxima!
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Canonical cria um PPA para atualizar o Kernel do Ubuntu para últimas versões

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Os desenvolvedores do Ubuntu agora possuem um repositório PPA dedicado aos Kernels que o sistema utiliza em diversas plataformas, apesar de ser destinado aos desenvolvedores, ele é um repositório público e pode ser utilizado também por qualquer usuário mais avançado do sistema.

Atualização para Ubuntu Kernel







Uma das coisas que alguns usuários de Ubuntu talvez sintam falta em relação a atualizações do sistema, é realmente o acesso a versões recentes do Kernel Linux que o sistema carrega. Particularmente, acredito que ter sempre a última versão do Kernel instalada não faz necessariamente muita diferença, dependendo da proposta do computador, usar um Kernel mais "antigo" e estável por ser mais negócio, porém, acho válido ter a opção de fazer isso caso o usuário queira.


Para fazer este manuseio no Kernel do Ubuntu existem várias opções, temos o utilitário gráfico Ukuu (Ubuntu Kernel update utility), temos o Shell Script simples e também o modo manual, além é claro da opção mais "hardcore" que é compilar o Kernel, contudo, agora existe mais uma forma "oficial".

Os desenvolvedores criaram o repositório PPA: ppa:canonical-kernel-team/ppa

Este repositório contém versões experimentais do Kernel do Ubuntu que a Canonical testa em vários projetos, além do próprio desktop, temos os Kernels utilizados no AWS, no AZURE, Kernel para o Raspberry Pi, entre outros. O PPA suporta todas as versões ativas do Ubuntu e até mesmo as em desenvolvimento.

Os desenvolvedores não recomendam que usuários comuns utilizem este PPA, pois o mesmo é focado em desenvolvedores e usuários avançados, que sabem corrigir eventuais problemas de Kernels experimentais.

Saiba mais na Wiki do Ubuntu.

Acesse o PPA no Launchpad aqui.

Até a próxima!
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