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WikiLab: Comunidade no ABC paulista quer imprimir um laboratório para trabalhar com software livre

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Hoje eu vou apresentar pra você o projeto mais bacana que eu vi durante toda esta semana. Com o avança da tecnologia, existe uma cultura nova com impressoras em 3D e outras ferramentas do tipo, mas você já pensou em extrapolar e imprimir o seu laboratório inteiro?

WikiLab




Eu acho muito importante demonstrar o nosso apoio a um projeto tão bacana quanto este. O pessoal da UFABC, de São Paulo está elaborando um projeto para literalmente IMPRIMIR um laboratório.

O projeto


"O que queremos fazer?

Queremos unir mentes e forças para fabricar e montar o espaço que será a casa doLaboratório de Tecnologias Livres da UFABC e da comunidade hacker do ABC . Desde a criação do projeto, feito digitalmente, até a montagem, todo o processo será feito de forma colaborativa e com fonte aberta, usando tecnologias maker.

Para isso, vamos imprimir um laboratório.

Calma, a gente explica: vamos usar chapas de madeira e uma máquina CNC para cortar e numerar as peças que serão utilizadas para levantarmos nosso laboratório acadêmico. Depois juntaremos quem estiver disposto a ajudar – sem a necessidade de nenhum conhecimento específico – e encaixaremos as peças como em um quebra-cabeças gigante.

O local será utilizado como makerspace, laboratório acadêmico e um espaço aberto para todos que queiram transformar um projeto em realidade, usando tecnologias livres. Será a primeira wikihouse de São Paulo , a segunda do Brasil."

Este pequeno trecho de explicação acima foi retirado do projeto de financiamento coletivo para poder tirar esse sonho do papel. Existe uma campanha no Catarse que pretende juntar R$ 63.000, faltam 37 dias para que a campanha se encerre no momento deste post, e foram arrecadados apenas 30% do valor, como é o tipo de campanha "tudo ou nada" do Catarse, caso a meta não seja atingida, o projeto infelizmente não poderá ser concluído.

Confira o vídeo abaixo para entender melhor como vai funcionar o projeto.


As pessoas que colaborarem receberão recompensas que vão desde de adesivos e camisetas até coisas "mais permanentes", como o seu nome escrito na parede do laboratório.

Falando nisso, você reparou em como ele será montado? Todo o projeto é baseado no conceito da WikiHouse.

WikiHouse


WikiHouse é uma estrutura feita de madeira compensada, cortada com uma máquina CNC – impressora 3d com cortadora a laser. Os planos da estrutura foram criados pela comunidade global da Wikihouse e estão disponíveis para qualquer um na internet. O objetivo é permitir que qualquer pessoa projete, faça o download e imprima casas e componentes que podem ser montados com o mínimo de habilidades formais ou treinamento. O projeto é um alternativa inovadora de habitação de baixo custo que pode ser adaptada e implementada no mundo inteiro. É quase como brincar de lego em tamanho real!

O ambiente será aberto ao público e será um local para incentivar a cultura hacker, de pesquisa e de software de código aberto.

Vale a pena colaborar ou no mínimo compartilhar para que um projeto bacana como este saia do papel!

- Clique aqui para acessar o projeto no Catarse e colaborar com o valor que quiser, qualquer quantia já ajuda.

Compartilhe com seus amigos e até a próxima!
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Primeiras daily builds do Ubuntu 17.10 já estão disponíveis para download

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Seguindo a tradição, logo depois de um lançamento como o do recente Ubuntu 17.04 Zesty Zapus, que finalizou o alfabeto, temos as primeiras construções diárias da próxima versão, o Ubuntu 17,10 que sairá em Outubro.

Ubuntu 17.10 Artful Aardvark


O Ubuntu 17.10 de codinome "Artful Aardvark" (isso mesmo, voltou no início do alfabeto), já está recebendo as suas primeiras construções diárias, chamadas em inglês de ""daily builds", assim como seus repositórios já foram abertos para o recebimento dos softwares deste ciclo.

Esta versão está muito longe de estar pronta para a utilização do usuário comum, como comentei, ele será lançado somente em Outubro e não é recomendado para pessoas que não tenham a intenção a ajudar a desenvolver o sistema.

As primeiras ISOs estão disponíveis aqui.

O que podemos esperar do Ubuntu 17.10?


A disponibilidade das primeiras ISOs do ciclo 17.10 é um gancho perfeito para falar sobre as coisas que deverão chegar com esta nova versão.

Como você bem deve saber, a Canonical resolveu descontinuar o Unity como interface padrão do Ubuntu, além disso, outros projetos acabaram ficando de lado, pessoas foram demitidas da empresa e setores reformulados.
O local onde essas mudanças serão mais sentidas é justamente o Desktop, que para mim é a parte mais sensível do projeto, não financeiramente falando, mas no aspecto de relação com o usuário final de computador.

Na versão 17.10 nós teremos o Gnome Shell como interface e o Wayland como servidor gráfico, abraçando a maior parte das soluções colocadas pelo projeto Gnome. 

Até o momento, pelas informações que se tem, nós teremos um Gnome puro no Ubuntu 17.10, o que do ponto de vista do usuário final não seria a melhor escolha, pois o Gnome necessita de uma série de complementos para conseguir ter os mesmos recursos que o Unity anteriormente tinha.

Falando em Unity, ele ainda estará nos repositórios caso alguém deseje instalar. Até o momento, não sei de nenhuma comunidade que queira continuar desenvolvendo funções para ele, ou desenvolvendo ele em si, entretanto ele estará disponível. Apesar desta informação deixar os fãs do Unity menos preocupados, é bom alertar que ele não será tão "bem integrado" ao Gnome como antes, a Canonical costumava aplicar vários patches e modificações para fazer com que os Apps do Gnome funcionassem de forma integrada ao Unity, como o Nautilus por exemplo, algo que deixará de acontecer, então os aplicativos poderão ficar "estranhos" no Unity do 17.10, para quem for utilizar.

É provável que o Ubuntu 17.10 chegue com o Gnome 3.26, mas ainda não foi confirmado, outra coisa que ainda não foi definida é se o Ubuntu passaria a utilizar o GDM ou continuaria utilizando o LightDM como gestor de login, particularmente acho o LightDM mais belo, porém, com essa ideia de "all GNOME" de Mark Shuttleworth, não me admiraria se o GDM fosse o padrão também.

O calendário de lançamentos para o Ubuntu 17.10 Artful Aardvark é o seguinte: 

- 29 de Junho - Alpha 1
- 27 Julho - Alpha 2
- 31 Agosto - Beta 1
- 28 de Setembro - Beta final
- 19 de Outubro - Versão final

O que você espera do Ubuntu 17.10? Pretende utilizar? Sei que é muito cedo para qualquer comentário mais técnico, mas será um lançamento importante, pois é onde teremos uma prévia da próxima LTS que sai em Abril de 2018.

Até a próxima!
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KDE Plasma deverá receber integração com Google Chrome

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Um dos desenvolvedores da distribuição KaOS, uma distro independente que usa a interface KDE Plasma como padrão, anunciou uma integração do Plasma com o Chrome para um futuro próximo.

KDE Plasma - Integração com o Google Chrome


O Plasma deverá receber em breve uma integração com o Google Chrome que vai um pouco além da integração que o Gnome Shell tem, ainda que ela seja ativada de forma semelhante. O Gnome Shell tem uma extensão para o Chrome e para o Firefox que permite que você instale complementos à partir do site extensions.gnome.org, na versão do Google Chrome você pode inclusive sincronizar as extensões, assim como faz com qualquer outro App.

KDE Plasma com integração com o Chrome

A integração do Plasma com o Chrome será ainda mais profunda aparentemente, o complemento permitirá uma legítima interação nativa do navegador mais utilizado do mundo com o ambiente desktop do projeto KDE. Não temos muito mais além de imagens como está logo acima, mas tudo indica que a integração abrange o famoso KDE Connect, controle de mídia sendo reproduzida no Google Chrome através de plasmoids, notificações de downloads, pesquisa por conteúdos e abas do navegador através do KRunner, entre outros ainda não detalhados.

Usuários do KDE Plasma certamente ficarão satisfeitos, não é? :)

Até o momento eu pude colher a informação de que o pacote plasma-browser-extension, que seria o responsável por essa integração, está ainda sob construção e será liberado no GitHub em breve, ou seja, ainda não está disponível para o público, porém, mediante a aprovação, ele poderá ser integrado ao Desktop KDE Plasma padrão nas próximas versões.

Até a próxima!

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OpenLara - O primeiro Tomb Raider agora roda através de um navegador

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Procurando reinventar uma engine de código aberto para rodar o clássico Tomb Raider, alguns desenvolvedores criaram o OpenLara, uma versão do game que usa WebGL e roda em qualquer navegador atual.

OpenLara - Tomb Raider WebGL




Este projeto de código aberto foi inspirado no OpenTomb, que tem uma intenção parecida. Você encontra o código do OpenLara no GitHub se você quiser dar uma olhada.

Existe também uma demonstração disponível online para você jogar um pouco o OpenLara, clique aqui para acessar.

OpenLara
A descrição das teclas de controle ficam logo abaixo da tela de jogo, porém, atente-se para o fato de que você deve ter a aceleração de hardware ativada no seu navegador para o jogo funcionar corretamente, no Google Chrome você ativa essa opção, caso não esteja ativada, pelo menu de configurações na sessão de configurações avançadas.

Até a próxima!
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PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.


Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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Como testar novos recursos no Firefox antes de todos!

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Se você gosta do Mozilla Firefox e gostaria de ficar por dentro de todas as novidades do browser, fazer experimentos e testar funcionalidades que podem entrar para o browser antes de todo mundo, este artigo é pra você!

Como usar Firefox Test Pilot






A Mozilla é uma organização que já está presente na internet a um bom tempo, sempre seguindo seu objetivo de manter a Web “saudável, aberta e acessível para todos”, é uma das empresas com maior ativismo nas questões das liberdades dentro desse âmbito, desde questões como perigo de monopólio do mercado na época do fim do NetScape, como também preocupações com privacidade de dados e criptografia e liberdade.

Uma das coisas mais interessantes sobre o Firefox e que poucos conhecem é o chamado "Test Pilot", que é uma ferramenta que permite que você teste ferramentas que podem ser incorporadas ou não em futuras versões do navegador. Essas ferramentas podem sumir de um dia para o outro, então não se apegue demais, certo? 😂


Firefox e experimentos


Firefox Test Pilot

Querido por muitos, o Firefox é um dos projetos com desenvolvimento ativo mais longos da história, e a Mozilla mantêm um programa chamado Firefox Test Pilot que é um facilitador para usuários testarem e opinarem a respeito de futuros recursos e add-on para o navegador da raposa (ou do panda de fogo, como queira).

Selecionei para este artigo um recurso muito legal que pode vir a entrar nos próximas versões do Firefox: o recurso Container Tabs. Mostrar ele também será uma forma de você conhecer melhor o Test Pilot.

Container Tabs, um novo recurso de usabilidade e privacidade


Os containers lhe permitem criar espaços no Firefox para diferentes atividade que você queira manter separadas, as etiquetas personalizadas e abas destacadas por cores ajudam a manter diferentes atividades — como compras on-line, planejamento de viagens ou verificar e-mails de trabalho — separadas.

Firefox Container Tabs

Como os containers armazenam os cookies separadamente, você pode entrar no mesmo site com uma conta diferente em cada contêiner e os rastreadores on-line não conseguem conectar a sua navegação à um outro contêiner. Assim, você pode manter as suas compras pessoais separadas da sua vida social e do seu trabalho, sem se preocupar em ser monitorado pela Web.

Firefox Container Tab

O processo de abrir uma aba dentro de um contêiner é extremamente simples, apenas aponte para o ícone de “mais”, serão listados os Contêineres que você possui, clique no desejado e pronto, a nova aba ira obter uma etiqueta colorida conforme a cor do Container escolhido.

Container Tab

Ao habilitar os Containers é possível gerenciá-los através do ícone do recurso que ira ficar localizado na barra de ferramentas.

Firefox Container
Nele é possível acessar as principais funcionalidades do novo recurso, dentre elas criar novos contêineres, como por exemplo um chamado “Acadêmico”, para abrir seus e-mails e contas relacionadas a vida acadêmica, sem que isso se cruze com suas outras atividades, basta clicar no ícone de “mais” ao lado de “Edit Containers”.

Firefox Test Pilot

De um nome, escolha a cor e o ícone de seu novo container e clique em “OK”.

Firefox Container Tabs

Você pode usar o mesmo menu para organizar as abas já abertas de um determinado container, bastando abrir o menu, clicar na seta ao lado do nome e ter acesso as opções.

Firefox Container

Firefox Container

Se interessou pelo recurso? Deseja testar e contribuir?

Este recurso assim como os outros recursos do Test Pilot (que mesmo sendo bastante estáveis) são funcionalidades experimentais, similar a um beta e não está totalmente traduzido para o português. Para testar este novo recurso basta acessar o link clicando em Firefox Test Pilot: Container Tabs e clicar em “Habilitar Containers”. Se quiser conhecer outras funções experimentais basta acessar esta página.

Finalizando


Este artigo foi construído de forma colaborativa, em sua maior parte pelo nosso querido leitor Gabriel L. P. Abreu, Técnico e estudante de TI, admirador de projetos OpenSource e Liberdade, assim como um admirador da Mozilla e suas contribuições.

Se você quiser fazer como ele mandar a sua contribuição pra gente, escreva-nos um e-mail com o seu material, vamos adorar recebê-lo!

Até a próxima!
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United - O tema para KDE Plasma que transforma a sua interface no Unity

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domingo, 23 de abril de 2017

É curioso de se observar que tantos projetos com o intuito de copiar a funcionalidade do Unity tenham aparecido depois da notícia da Canonical descontinuar a interface, parece que mais pessoas gostavam dele do que se imaginava, enfim, mostrando o quanto o KDE pode ser personalizável mais uma vez, a comunidade criou um tema para o Plasma que imita a funcionalidade e aparência do Unity.

KDE Plasma Unity Theme




O KDE Plasma é incrivelmente personalizável e versátil e praticamente consegue imitar o funcionamento de qualquer outra interface gráfica, neste aspecto ele é simplesmente imbatível. Os usuários de Plasma que querem uma experiência semelhante ao Unity através desta interface, seja qual a distro que utilizem, poderão fazê-lo através de um tema chamado United.

Confira o vídeo do canal Livre Software que ensina você a fazer esta customização:


Bacana não é? Claro que esta é somente uma das possibilidades que o Plasma nos oferece, como você gosta de utilizar o KDE no seu computador? Coloque os prints nos comentários e até a próxima! :)
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Como fazer o Google Chrome e o Firefox reconhecerem todos os Emojis

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Digamos que eu não seja uma pessoa que usa tanto assim os Emojis, mas percebo uma crescente de utilização deles em vários sites, incluindo em mensagens de e-mail, até mesmo em seus títulos, vídeos no YouTube, entre outros.





O problema do navegador não reconhecer os Emojis, é que no lugar deles algumas vezes são apresentados caracteres completamente "bugados" que não nos mostram o que a pessoa que estava emitindo a mensagem gostaria de nos passar.

Emojis faltando

Um exemplo que posso dar, é no meu vídeo sobre o futuro do Ubuntu sem o Unity, sem o complemento do Emojis simplesmente aparece em seu lugar um retângulo com "muito pouca emoção".

Se você possui a fonte Noto da Google instalada, dificilmente algum emoji vai deixar de aparecer, mas ainda assim, ele terá uma aparência deste tipo, variando de acordo com o tipo do emoji.

Emojis faltando

Independente do caso, podemos resolver o problema com duas extensões, ou melhor, com uma, diferente para cada navegador.

1 - Resolvendo o problema no Mozilla Firefox

Firefox Emoji

No caso do Mozilla Firefox, vamos precisar de uma extensão chamada "Emoji Everywhere", você encontra ela no próprio repositório de extensões do Firefox. 

Usando o Firefox, clique neste link e adicione a extensão, recarregue as páginas ou feche a abra o navegador e você verá que será possível ver os emojis normalmente.

2 - Ativando os Emojis no Google Chrome

Emoji for Chrome

Assim como no Firefox, os Emojis para o Chrome vem através de uma pequena extensão de nome "Emoji for Google Chrome", ela está na Chrome WebStore, basta clicar aqui através do Google Chrome e adicionar ela normalmente.

Esta extensão cria no Chrome/Chromium um pequeno ícone que fica perto da barra de pesquisa na direita na parte superior, por ele você consegue facilmente adicionar emojis aos seus textos em qualquer página que você esteja, além é claro, de permitir que você visualize os emojis em qualquer página, que é o objetivo deste post.

Agora que as extensões estão instaladas, você verá a diferença:

Emojis no Linux

Agora você não deverá ter mais problemas com este tipo de caractere, até a próxima!
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Agricultores querem "fazer root" em tratores da John Deere

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Quem imaginaria que um dia chegaríamos no patamar de ter que desbloquear tratores para trabalhar? Pois esta é a realidade de vários agricultores ucranianos que estão "crackeando" os tratores para evitar gastos extras.

Tratores desbloqueados




Eu vivi toda a minha infância em uma pequena cidade com forte influência rural, de fato, muitos dos meus amigos tinham pais que tiravam o sustento da vida no campo, muitos deles com lavouras. Meu pai trabalha com maquinário agrícola há muitos anos também, então digamos que eu acabei, mesmo que sem querer, conhecendo um pouco deste mundo.

Assim como praticamente qualquer coisa, os tratores que sempre foram "simples", isto é, puramente mecânicos, aos poucos começaram a ganhar computadores de bordo, à ponto de chegar onde estamos agora, onde a máquina praticamente se dirige sozinha. Tempos modernos, hã?

Talvez você se pergunte o por que de estarmos falando de tratores em um blog de tecnologia, na verdade tenho um ótimo motivo, ouça só (ou leia, melhor dizendo)!

Tratores com código fechado


Vocês sabem muito bem que eu não levo a ferro e fogo essa história de programas de código fechado e de código aberto, mas invariavelmente eu acabo me correspondendo melhor a programas que tem desenvolvimento aberto por uma série de motivos já elucidados, tanto aqui no blog, quanto no canal do Diolinux no YouTube, contudo, existem certos casos em que o código ser fechado pode prejudicar as pessoas no sentido prático mesmo, e não apenas filosófico.

computadores de bordo


Alguns agricultores norte americanos, e ouvi relatos de ucranianos também, estão tentando lutar, inclusive na justiça, pelo direito de poder dar manutenção nas suas próprias máquinas.

A história é a seguinte, como os tratores hoje em dia são todos computadorizados, uma mudança de peça precisa ser desbloqueada via software, caso contrário o trator não funciona, é quase como um serial de Windows quando você muda algum componente e tem que reativar.

A briga ficou mais contundente contra a popular produtora de maquinários agrícolas, John Deere, mas também abarca outras marcas. Os agricultores alegam ter que pagar cerca de 230 dólares para uma troca de transmissão, mais 130 dólares por hora para o técnico que irá até o trator, conectará um Notebook e desbloqueará a peça ativando-a no sistema, obviamente o sistema é de código fechado e somente a John Deere, tem autorização legal para mexer nele.

O resultado disso é que existem agricultores que acharam uma forma de "fazer root" no trator para poder desbloquear essas funções, como isso é ilegal (realmente não acredito que estou escrevendo isso 😁), existem pessoas que estão andando com "tratores pirata" ou "crackeados" por aí. Isso aconteceu especialmente na Ucrânia, onde existe, aparentemente, todo um mercado de desbloqueio, nos EUA isso daria cadeia por violação de direitos autorais, por lá nem tanto, ao menos por enquanto.

Pode parecer óbvio de se dizer, mas se o programa que controla os equipamentos fosse open source, provavelmente isso não aconteceria, ou ao menos existiriam (saca só), custom roms para o seu trator, você poderia formatar ele e instalar outro sistema, acrescentar funções etc, mas como isso não é possível, os agricultores que se aventurarem a comprar esse tipo de tecnologia, acabam ficando na mão das empresas ou na mão de "piratas de tratores."

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Lançado Deepin 15.4 para provar que Linux não é difícil de uma vez por todas

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quarta-feira, 19 de abril de 2017

A Wuhan Deepin Technology anunciou hoje a disponibilidade da versão 15.4 do Deepin, um sistema operacional baseado em Linux focado na experiência do usuário doméstico e que possui diversas ferramentas para facilitar a sua utilização.

Deepin 15.4 Lançado




O Deepin é uma distribuição que tem me chamado muito a atenção, de fato, é a distro Linux que eu mais tenho utilizado nas últimas semanas, ainda que não seja a única.

Neste dias com ele, passei a ter a sensação que as demais distribuições parecem estar um degrau abaixo pelo menos, quanto o assunto é intuitividade e facilidade de utilização para leigos, mas isso é puramente opinião.

Deepin Software Center


O Deepin é baseado no Debian Unstable, logo tem uma base solida o suficiente para a maior parte dos usuários comuns, possuindo, além de um repositório variado e extenso, também compatibilidade com pacotes Snap, Flatpak, deb e alguns aplicativos Android também, além de integração à diversos WebApps.

Deepin Store Android
Alguns Apps Android que você pode instalar pela Deepin Store


Há algumas semanas eu fiz um vídeo sobre a versão Beta do Deepin 15.4, o qual você pode conferir agora para poder ter uma ideia de como ele funciona:



Desde esse vídeo, eu passei a me envolver um pouco mais com o projeto, então na versão 15.4 você encontrará alguns aplicativos que eu ajudei a traduzir para o nosso Português do Brasil. :)

O Deepin possui uma interface gráfica própria chamada DDE (Deepin Desktop Enviroment) e possui uma série de aplicações próprias também, como um gestor de arquivos, programas para captura de tela, tanto em imagem, quando em vídeo e GIF, programas para conexão de impressoras em rede e até mesmo um programa que facilita a assistência remota entre usuários do Deepin, para que um possa ajudar o outro, o Remote Assistant. 

Outro App curioso que vem com ele, no bom sentido, é o Deepin Feedback, que é um programa que permite que você literalmente escreva um texto para os desenvolvedores informando as dificuldades que você, por ventura, estiver enfrentando ao usar o Deepin.

Ele também carrega o WPS Office por padrão, mas o LibreOffice está na Central de aplicativos à literalmente um clique.

WPS Office

Existem muitos detalhes para se contar sobre o Deepin, que eu vou tentar fazer através de um vídeo novo e mais completo, fazia muito tempo que um sistema não me impressionava desta forma. Seu design não tem medo de copiar e ampliar modelos já conhecidos, através do macOS, do Windows, Android e outras interfaces gráficas.

Outros aplicativos que já vem instalados por padrão nele são:

- Google Chrome
- Spotify
- Skype
- Steam
- Deepin Voice Recorder (Gravador de Voz)
- Deepin Screen Recorder (Gravador de tela em vídeo ou GIF)
- Deepin Screenshot (ferramenta para tirar prints com edição de imagem)
- Deepin Music Player (Player de música)
- Deepin Movie (Player de vídeos)
- Deepin boot Maker (para criar pen drivers bootáveis de qualquer distro)
- CrossOver grátis (App para rodar programas de Windows no Linux de forma grátis para usuários do Deepin em acordo com a CodeWeavers)

Entre outros.

Todas as configurações são concentradas no painel de controle:

Deepin Control Center

Clicando no ícone da engrenagem na barra inferior (que pode ser mudada para qualquer lado da tela), ou batendo com o mouse no canto inferior direito, você tem acesso ao painel de controle através destes ícones, tudo o que for possível configurar no sistema se encontra ali.

Você também tem os controles de brilho e volume e ícones adicionais são colocados na parte inferior conforme o recurso ativado. Por exemplo, na imagem acima você pode ver o ícone de Wi-Fi, que te permite conectar e descontar da internet facilmente por ali. Se você estiver utilizando dois monitores, ali irá aparecer as opções para você configurar as duas telas também de forma rápida, se você estiver utilizando uma VPN também, etc.

Deepin Control Center

Deslizando a tela lateral para o lado você terá a previsão do tempo automática para a sua localização.

Deepin Control Center

Deslizando mais uma vez você tem acesso as notificações do sistema, que ficam armazenadas ali para consulta até que você decida limpá-las, logo acima você vê um exemplo de notificação.

Gerenciador de drivers do Deepin

Instalar drivers também é muito simples, você encontra o gerenciador de drivers no menu do sistema, basta abrir e selecionar o que você quiser instalar.

Download do Deepin 15.4 e mais informações


O Deepin 15.4 está disponível gratuitamente apenas na versão de 64 bits, quem quiser uma versão empresarial de 32 bits poderá pagar o suporte para a equipe da Wuhan Deepin Technology. O download tende a ser um pouco lento, por conta da distância dos servidores, mas existe downloads alternativos através do Source Forge, Google Drive e Mega que são muito mais rápidos.


Caso você já utilize Linux, eu recomendo usar o "wget -c" para fazer o download com maior tranquilidade.

Você pode acessar também a página do Deepin no DistroWatch para saber mais algumas informações sobre o sistema.

Se você tiver problemas com a velocidade de download dos pacotes da central de aplicativos, considere mudar o espelho de download para uma mais próximo de você, no Brasil atualmente existem dois que são rápidos, um fica no Paraná e outro em São Paulo.

A Deepin Store também é muito rica, ainda que vários aplicativos não sejam encontrados por lá, mesmo estando nos repositórios, como o Kdenlive. Para instalá-los você pode usar o Synaptic (Encontrado na Deepin Store) ou se já for mais íntimo, pode usar o terminal mesmo.

Clicando aqui você consegue ter uma ideia das aplicações disponíveis para você através da Deepin Store.

Até a próxima!
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Como criar e embutir legendas em vídeos usando Linux

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terça-feira, 18 de abril de 2017

Você gostaria de legendar algum vídeo e além de gerar o arquivo da legenda, também gostaria de embutir o arquivo no vídeo final? Então confiras as nossas dicas para você conseguir fazer isso utilizando Linux.

Como criar legendas para vídeos no Linux




Recentemente eu recebi este pedido nos comentários de um dos vídeos no canal, a dúvida consistia em quais ferramentas que poderiam ser utilizadas para criar legendas para vídeos e também como embutir as legendas, depois de finalizadas, em um arquivo final.

Eu tenho certeza que existem muitas outras ferramentas além das que eu vou sugerir aqui, então se você conhece alguma bacana e que não faz parte da minha lista de indicações, fique à vontade para adicionar os nomes através dos comentários do blog.

Programar para redigir legendas no Linux


Primeiro, vamos falar sobre os programas que você pode usar para criar as legendas, neste caso eu tenho 3 sugestões.

1 - Gnome Subtitles

Gnome Subtiles

Todos os editores de legendas que eu pude testar são semelhantes, tanto em aparência, quanto em recursos, então o melhor a se fazer é testar e ver qual você gosta mais.

Este programa está repositório de praticamente todas as distribuições Linux e você encontra mais informações sobre ele, incluindo links para download para todas as distros no seu site oficial.

2  - Gaupol

Gaupol Legendas no Linux

Outra alternativa interessante é um software chamado Gaupol, ele é bem parecido com o Gnome Subtitles, apesar de eu ter achado um pouco mais confuso a adição das legendas, com alguns minutos você se acostuma e depois o trabalho que se segue é quase que automático.

O Gaupol também é encontrado nas centrais de aplicativos e repositórios da maioria das distribuições Linux, mas ao contrário da opção anterior, este programa também tem versão para Windows, então se você gostaria de fazer este trabalho através do sistema da Microsoft, também será possível. Consulte o site oficial para downloads e mais informações.

3 - Aegisub

Aegisub legendas no Linux

A interface é simples também, mas o Aegisub coloca várias coisas interessantes diretamente na frente, como a opções de formatação do texto da legenda, com cores, tamanhos e tipo de fonte bem  à mostra. Se comparado com os outros dois, a sua interface não parece tão simples, mas não se assuste por isso.

O Aegisub também está disponível nos repositórias oficiais da maioria das distribuições Linux, entretanto, caso você use Windows ou macOS, há versões para eles também, basta acessar o site para ter mais informações.

Bônus: Kdenlive

Editando legendas no Kdenlive

Claro, poderia ser qualquer outro editor de vídeo. Diferente dos demais, o Kdenlive não é feito exatamente para legendar, apesar de ser possível. Se a sua intenção é legendar um episódio de uma série, anime ou filme, ou mesmo uma palestra, enfim, vídeos mais longos, certamente o Kdenlive, ou qualquer outro editor não será a opção mais produtiva, porém, para legendar pequenos trechos ele pode ser muito eficaz, especialmente porque você pode renderizar o vídeo com a legenda diretamente dele.

Avidemux - Embutindo legendas em vídeos


Normalmente depois da trabalheira de legendar um vídeo extenso, salvamos o arquivo em formato comum de players de vídeo, comumente .srt, mas podem existir outros também. 

Você, obviamente, pode reproduzir o vídeo em um player e carregar a legenda como um arquivo sem maiores problemas, mas se a sua intenção é disponibilizar o vídeo já com a legenda, por qualquer motivo que seja, você terá de inserir ela no vídeo e renderizá-la junto.

Para fazer isso, o melhor programa que eu conheço é o Avidemux, isso não significa que ele é efetivamente o melhor para fazer o trabalho, é o melhor que EU conheço, mas ele faz muito bem seu trabalho. Se você conhecer outro bacana, fique à vontade para comentar.

Avidemux legendas

O Avidemux é também um editor de vídeos simples, mas tem a função de carregar legendas, o que permite que a gente consiga juntar o texto que produzimos antes no formato .srt com o vídeo em questão.

Provavelmente você vai achar o Avidemux na Central de Programas da sua distribuição, ou no repositório em si, sendo qual seja a sua ferramenta para instalar pacotes, contudo, neste caso eu recomento utilizar a versão disponibilizada no site através do formato AppImage, ele já vem com alguns codecs e possivelmente é uma versão mais atualizada que a do seu repositório.
Leia também: Como usar Apps no formato AppImage
Com o Avidemux aberto, você primeiro deve abrir o vídeo no qual a legenda deverá ser embutida. É importante que seja o mesmo vídeo que você usou como base na hora de criar as legendas com o Gaupol, Gnome Subtitles, Aegisub ou qualquer outro, pois assim os tempos estarão corretos e você não terá tanto trabalho para sincronizar as coisas.

Avidemux - Adicinando legendas

Para abrir o vídeo, basta ir no menu "File>>Open" e escolher o arquivo do vídeo, simples. Você também pode clicar na pastinha logo abaixo de "File".

Para adicionar o seu arquivo de legenda salvo antes, quando você o criou com um dos programas, clique no menu "Video>>Filters", a janela da imagem acima vai se abrir, selecione a opção "Subtitles" no painel da esquerda, no painel central haverá apenas uma opção, dê dois cliques nela e selecione através do gerenciador de arquivos o seu arquivo de legenda .srt (ou outro), se a importação e conversão deu certo, você verá o arquivo no painel da direita.

Só isso! Agora é só exportar o vídeo, vá até o menu "File>>Save", escolha o nome do arquivo final e a pasta de destino, também é possível mudar o formato e usar diversos encoders diferentes.

Agora você já tem o seu vídeo com legenda e tudo mais. 😀

Até a próxima!
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