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Novas placas de vídeo AMD Vega tem performance surpreendente com drivers Open Source

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Será que finalmente estamos chegando perto de um bom suporte em placas de vídeo no Linux por parte da AMD? Se depender da nova linha Vega da empresa, os usuários Linux podem deixar de se preocupar tanto com drivers.

Radeon Vega no Linux






O pessoal da Phoronix fez uma extensa review com benchmarks dos novos modelos de placas da AMD, as Radeon Vega, modelos 56 e 64. Os resultados obtidos com drivers de código aberto não foram menos do que surpreendentes!

Escolher uma placa de vídeo para jogar no Linux nos últimos anos tem sido sinônimo de ser cliente da Nvidia, como comentamos em um dos últimos Diolinux DROPS do canal:


Porém, com a evolução dos drivers e com as novas gerações de placas chegando, isso pode mudar um pouco.

Radeon Vega

Segundo a análise feita pelo site Phoronix, a linha Vega torna-se atualmente a melhor opção para usuários de Linux que não querem depender da instalação de drivers proprietários. As Radeon Vega tem um bom desempenho utilizando os drivers de código aberto contidos no próprio Kernel Linux, sendo inclusive melhores do que o AMDGPU PRO, de forma surpreendente.

Por serem placas relativamente baratas em comparação com as concorrentes da Nvidia, pelo menos fora do Brasil, elas tem um ótimo custo por frame para quem deseja utilizar drivers open source.

O desempenho é bom, mas ainda pode melhorar


Os analistas comentaram que apesar do desempenho ser considerado muito superior em relação a gerações passadas com o driver de código aberto, ainda são necessárias otimizações para esta nova arquitetura, pois mesmo que o resultado tenha sido animador, se comparado ao suporte ao Windows, elas ainda ficam um pouco atrás e também ficam um pouco atrás das concorrentes da Nvidia com driver proprietário, mesmo no Linux.

Você pode conferir todo o relatório dos gráficos de benchmarks em games com API diferentes e também com benchmarks sintéticos acessando este endereço, basta navegar pelas páginas.

Até a próxima!
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Disney sairá da Netflix e abrirá seu próprio serviço de Streaming em 2018

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A Disney, que dispensa apresentações, anunciou ao público que estará retirando o seu conteúdo da Netflix em 2018 e pretende abrir o seu próprio serviço de streaming. O movimento é puramente estratégico de mercado, porém, alguns países terão acesso prolongado ao conteúdo produzido pelo estúdio.

Netflix perderá participação da Disney






Bob Iger, CEO da Disney, anunciou que o estúdio vai retirar os seus títulos da Netflix no próximo ano em prol de seu próprio serviço de assinatura que nascerá também em 2018, contudo, usuários da Netflix dos EUA ainda terão os títulos da Disney até 2019, incluindo todo o material que for lançado pela companhia em 2018.

O serviço da Disney ainda não tem um nome conhecido ou data de lançamento, e ainda há informações sobre quais países, além dos EUA presumivelmente, terão acesso ao serviço.

O problema da popularidade do Streaming


Eu sempre gostei e apoiei estes serviços de Streaming. Assino a Netflix há muito tempo e já assinei por alguns meses o Amazon Prime, depois acabei desistindo por conta do conteúdo que não me interessava tanto. O curioso é que agora que muitas empresas entenderam o quanto este tipo de entrega de conteúdo pela internet pode ser vantajoso, e o quanto as pessoas gostam de consumir conteúdo desta forma, os estúdios estão criando os seus próprios serviços, para, claro, maximizar os seus lucros e não depender de empresas terceiras.

Conteúdo original da Netflix


Essa mudança de postura acaba afetando diretamente a Netflix, e outros serviços em acensão, como o próprio Amazon Prime Video e o Hulu, que ainda nem chegou ao Brasil, que acabam perdendo muitos títulos e estúdios de peso em seus catálogos, fazendo com que as séries e filmes originais tenham um peso ainda maior para segurar o público assinante, ainda mais com as mudanças de preços que devem ocorrer no início de Setembro deste ano.

Estamos nos aproximando de um momento em que para acompanhar vários conteúdos diferentes vamos ter de assinar vários serviços diferentes, ou será que não? O que você pensa sobre isso? Vai sentir falta do conteúdo da Disney na Netflix?

Se você gosta do material produzido pelo estúdio, aproveite para assistir enquanto ele está disponível.

Até a próxima!

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Ubuntu 17.10 terá uma dock visível do lado esquerdo, mas não será a Dash to Dock

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Os  desenvolvedores do Ubuntu confirmaram a presença de um Dock visível o GNOME Shell no Ubuntu 17.10 que sai no próximo mês de Outubro, porém, ela não será a popular "Dash to Dock".

Nova Dock do Ubuntu






A "Dash to Dock" é uma das extensões mais populares do GNOME Shell e é utilizada por boa parte dos usuários do ambiente e até mesmo vem pré-instalada em várias distribuições.

Por conta das pesquisas realizadas pela Canonical com os usuários do Ubuntu, ficou clara a necessidade do sistema possuir uma Dock visível, semelhante ao que temos na interface Unity, que será deixada de lado na versão 17.10.

Apesar de usar a "Dash to Dock" ter sido algo considerado, os desenvolvedores do Ubuntu optaram por criar um fork dela que será chamado simplesmente de "Ubuntu Dock". O motivo para isso se deve ao fato de que os desenvolvedores queriam que uma função tão importante para a "experiência Desktop do Ubuntu" ficasse sob o controle direto deles. Uma vez que a "Dash to Dock" recebe muitas modificações e acréscimos de funcionalidades, ela poderia acabar desestabilizando a interface, por conta disso a dock da Canonical será mais simples e até mesmo com menos opções de personalização, garantindo uma maior estabilidade.

O interessante é que a "Ubuntu Dock" foi desenvolvida em conjunto com as pessoas que trabalham na "Dash do Dock" e como qualquer outra extensão, ela pode ser desabilitada, inclusive, caso o usuário instale a "Dash to Dock", a "Ubuntu Dock" é desabilitada automaticamente.

Mais alguns detalhes devem ser ajustados no "sprint final" que ocorrera no final do mês de Agosto.

A ideia por trás dessa Dock é diminuir o impacto de quem for migrar do Ubuntu com Unity para o Ubuntu com GNOME Shell, o que sem dúvida vai ajudar, ou pelo menos será muito melhor do que deixar o GNOME puro, sem esta modificação.

Até a próxima!
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Canonical organizará evento para comunidade ajudar na finalização do ambiente Desktop do Ubuntu 17.10

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Em todos estes anos em que eu utilizo o Ubuntu, não me lembro de ter visto algo parecido. A Canonical está literalmente chamando a comunidade do Ubuntu para dentro da empresa e... ainda oferecendo pizzas e bebidas. 🍕🍕🍕

Ubuntu Desktop 17.10






Os desenvolvedores da Canonical estão se envolvendo muito mais com a comunidade de usuários para este lançamento de Outubro. O Ubuntu 17.10, Arful Aardvark, que agora contará com o GNOME Shell como interface gráfica padrão, ainda precisa receber vários ajustes e como quanto mais pessoas estiverem observando a distro, mais provável que os eventuais problemas sejam detectados e corrigidos, os desenvolvedores estão chamando os usuários interessados para um evento que acontecerá na sede da empresa, em Londres.

O acontecimento está sendo chamado de "Desktop Fit & Finish Sprint" e acontecerá por volta dos dias 24 e 25 de Agosto, sendo aberto para todos que desejarem participar, no entanto, os desenvolvedores pedem que as pessoas que se candidatarem a participar tenham um certo conhecimento avançado, especialmente em CSS e GTK, pois esses dias serão destinados a ajustar a experiência desktop no novo Ubuntu.

Não existem vagas ilimitadas, por isso, as pessoas interessadas precisam inscrever-se para isso. Visto que existe todo um esquema de organização e segurança a ser estruturado para o evento.

Dentre as coisas que devem ser finalizadas nestes dias estão tema GTK do Ubuntu, o tema do GDM e a correção de bugs gráficos que apareçam, além de otimizações para velocidade. Mesmo que você não participe, este evento nos dá uma ideia de que em breve teremos coisas novas para testar no Ubuntu.

Até a próxima!

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Como instalar o tema de ícones do Zorin OS no Ubuntu e no Linux Mint

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domingo, 13 de agosto de 2017

Recentemente eu fiz uma review do canal Diolinux no YouTube sobre o Zorin OS 12.1, uma distribuição da Irlanda, a mesma terra do popular Linux Mint. Um sistema que tem a proposta de ser uma distribuição Linux fácil e intuitiva para quem vem do Windows e que até mesmo possui uma versão paga.

Zorins OS icon theme download






Recentemente eu visitei novamente o Zorin OS em uma review no canal, e como comentei, a distro tem a proposta de ser amigável para usuários iniciantes, especialmente os vindos do Windows. Parte do ambiente que compõe essa experiência a qual o Zorin se propõem é o tema do sistema, ícones e tema GTK.

Os ícones do Zorin OS especialmente me chamaram a atenção pelo simples fato de derivarem do tema Paper, que é outro que eu gosto muito, mas com uma coloração azulada, que encaixa muito bom, não só com o tema do Zorin, mas com outros também, como o popular Arc.


Como instalar o tema do Zorin OS no Ubuntu ou Linux Mint


A instalação é muito simples, basta baixar os pacotes .deb e instalar dando dois cliques.


Depois de instalado, basta usar um ferramenta como o GNOME Tweak Tool, Unity Tweak ou mesmo as configurações de tema do Cinnamon, no caso do Linux Mint.

Para o caso do tema GTK do Zorin, também é possível instalar via pacotes .deb, porém, o tema tem uma série de dependências que precisam ser instaladas em uma certa ordem. Baixe os pacotes abaixo e instale na ordem em que são apresentados:






Depois de instalado o tema, você pode ativá-lo da mesma forma que faz com os ícones, a diferença que este tema GTK do Zorin possui várias cores diferentes, o que pode torná-lo interessante para utilizar com outros temas de ícone, não somente com o do Zorin.

Exemplos de temas com ícones Zorin OS

Vale a pena testar algumas combinações diferentes até encontrar alguma que você goste mais.

Até a próxima!
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Ubuntu ganha compilação do Kernel para placas de vídeo AMD com driver AMDGPU DC embutido

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Os proprietários de placas de vídeo da AMD de arquiteturas mais recentes poderão utilizar um Kernel específico com driver AMDGPU embarcado no Ubuntu ou no Linux Mint.

AMDGPU Ubuntu Kernel






Fiquei sabendo hoje de algo muito interessante através do site Phoronix, agora temos um kernel Linux para o Ubuntu com suporte para o driver AMDGPU DC pré-instalado, o pacote parece ter sido feito pelos próprios mantenedores do site.

Este driver AMDGPU DC tem suporte a várias tecnologias novas da AMD e está entrando no Kernel 4.12.x, que ainda não está no Ubuntu por padrão. O "DC display code" provê suporte para áudio HDMI/Display Port para placas modernas da empresa, assim como suporte para HDMI 2.0, suporte para a Radeon Vega, atomic mode-setting e mais algumas coisas.  Este é um pacote experimental que você pode testar por conta e risco, basta fazer o download do .deb aqui.

Se você não se sente seguro em fazer ajustes mais avançados como este, sabemos que muitos leitores do blog são iniciantes, evolvendo o Kernel do sistema, simplesmente NÃO FAÇA! Estes ajustes feitos neste pacote experimental deverão entrar no Kernel do Ubuntu no futuro naturalmente. Se você não está com pressa para usá-los, pode cruzar os braços e clicar no próximo artigo.


Até a próxima!
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openSUSE Tumbleweed agora tem suporte a drivers Nvidia via pacote RPM

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Ótimas notícias para os usuários do "Rei Lagarto", o openSUSE Rolling Release, também conhecido como Tumbleweed, recebeu suporte via RPM para a versão mais recente do driver de vídeo Nvidia, confira os detalhes.

Nvidia Driver openSUSE Tumbleweed






Os desenvolvedores do openSUSE anunciaram através de um tópico do Reddit a disponibilidade do driver Nvidia mais recente para o sistema operacional, com suporte a versão rolling release e tudo mais. Agora os usuários poderão simplesmente instalar um pacote .RPM do driver dando dois cliques, ou é claro, através do terminal também.


Segundo as informações contidas no arquivo README do driver:

"The driver RPMs hosted in this location are entirely built, maintained and supported by Novell/SUSE. 
NVIDIA hosts them as a courtesy to Novell, however all problems and support requests related to these RPMs should be reported to Novell via their bug tracking system:
http://bugzilla.novell.com"
Ou seja, o driver empacotado no formato RPM é mantido pelos desenvolvedores do openSUSE, não pela Nvidia, apesar de ser hospedado, como é comentado no arquivo, de forma cortês por eles. A Nvidia continua oferecendo seu driver "genérico" para todas as distros via .run.

O repositório pode ser adicionado via zypper pelo terminal assim:
zypper ar https://download.nvidia.com/opensuse/tumbleweed nvidia-tumbleweed
Você também pode navegar pelo repositório e ver os RPMs clicando aqui. 

Esse módulo foi criado especialmente para suportar a instalação de novas versões do Kernel no openSUSE Tumbleweed. Como trata-se de uma versão rolling release, as atualizações são constantes e era comum que toda vez que isso acontecia o driver proprietário fosse removido, ficasse inutilizável ou simplesmente deixasse de funcionar, com a modificação feita pela comunidade do SUSE agora isso deve deixar de acontecer, fazendo com que os proprietários de Nvidia que curtem o openSUSE Tumbleweed possam ter uma maior estabilidade neste sentido.

Este driver em RPM tem suporte somente a placas mais recentes, o que significa que se você depende do legacy driver das series 340.xx e 304.xx, você não deve usá-lo. No momento deste artigo a versão mais recente é a 384.59.

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Artifact - Valve lança teaser de novo Card Game de DOTA

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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Fazia muito tempo que não tínhamos lançamentos de novos jogos vindos diretamente da Valve, a dona da plataforma Steam, mas hoje os fãs da empresa (e aparentemente de DOTA 2) tiveram uma boa surpresa com o teaser de Artifact, ainda que nem todos concordem com isso...

Artifact DOTA Card Game






Depois de um grande hiato em lançamentos, parece que em 2018 a Valve vai retomar o lançamento de um título de produção própria. Os games da empresa são idolatrados por muitos e são alguns dos mais jogados do mundo atualmente, incluindo ambientes competitivos, como CS:GO e DOTA 2.

Enquanto muitos esperam ansiosamente um novo "Left 4 Dead" ou um novo "Half Life", a Valve parece estar planejando lançar um Card Game, assim como a Konami e o seu clássico "Yu-Gi-Oh!".

Podemos ver pelo vídeo que o jogo deverá seguir a temática do DOTA, o que automaticamente tende tende a nos lembrar "HearthStone", da Blizzard, ou ainda "GWENT", do universo de "The Witcher".

Não temos muitas informações sobre como exatamente será o game, tudo o que temos é um teaser que foi lançado pela empresa do que parece ser o canal oficial do jogo no YouTube.


Curiosamente o vídeo teaser de "Artifact" está sendo altamente negativado pelos usuários do YouTube, muitos reclamam que gostariam de um novo jogo dentro das franquias já existentes ao invés de "mais um jogo de cartas". De qualquer forma, o game está previsto para ser lançado em 2018, sem maiores detalhes.

Tudo indica que haverá suporte para Linux e Vulkan também, o que você achou da ideia da Valve?

Até a próxima!
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Como habilitar o suporte para Streamlabs no OBS no Linux

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

O site Streamlabs ajuda a dar uma dinâmica maior com o público para todos os streamears, sejam aqueles quem fazem isso via YouTube ou TwitchTV. O Open Broadcaster Studio (OBS) é um dos principais softwares para fazer este tipo de atividade, possuindo versões para todas as plataformas, incluindo Linux. Hoje você vai aprender a instalar suporte ao recurso das Streamlabs no seu OBS.

StreamLabs Linux OBS Tutorial






Existem sobreposições que podemos adicionar aos nossos streamings que são provindos de informações vindas de alguns sites, especialmente o Streamlabs. Esses componentes são adicionados nas cenas do OBS (Open Broadcaster Studio) através de um plugin para embedar conteúdo da internet, algo que infelizmente não está disponível nativamente na versão para Linux do OBS.

Apesar disso, é possível habilitar este plugin de uma forma muito simples e é isso que você vai aprender agora.

Como adicionar o suporte para conteúdo de navegador no OBS Linux


Quero agradecer ao NiltonOS, nosso professor do Diolinux EAD, que me ajudou a encontrar a solução para este problema e também a ele que criou a versão compilada com o codec NVENC do OBS para Linux, o que facilita a vida de todos nós que criamos conteúdo em vídeo para a internet.

Para adicionar o suporte para conteúdo Web no seu Open Broadcaster Studio no Linux, incluindo o Streamlabs, você primeiro precisa instalar o OBS:


Uma vez que você tenha o seu OBS já instalado e funcionando, basta rodar estes três comandos no terminal para criar o suporte a conteúdo Web nele:
mkdir -p $HOME/.config/obs-studio/plugins
wget https://github.com/bazukas/obs-linuxbrowser/releases/download/0.2.0/linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz
tar xfvz linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz -C $HOME/.config/obs-studio/plugins
Funciona em qualquer distribuição. Depois de feito isso, ao abrir o seu OBS você encontrará uma opção chamada Linux Browser.

Até a próxima!
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Vídeo conta como o Arch Linux foi criado

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O Arch é uma distribuição Linux de origem canadense e que caiu no gosto de milhares de pessoas ao redor do mundo, hoje vamos entender como foi o nascimento de um dos sistemas que mais conseguiram levar o conceito KISS (Keep It Simple, Stupid!) para o público.

Arch Linux - A história da Distro






Os nossos amigos do canal Oficina do Tux produziram um vídeo muito bacana para contar para você como foi a origem de uma das distribuições mais icônicas do mundo Linux, o Arch Linux. Recoste na cadeira e acompanhe a acensão da fera:


O Arch Linux foi desenvolvido originalmente pelo canadense Judd Vinet. Seu desenvolvimento sempre foi aplicado ao minimalismo e simplicidade de código, esperando sempre que o usuário seja a parte determinante para trazer a coesão que o mesmo espera para o sistema. Um dos grandes destaques do Arch, como é chamado, é sem dúvida o gestor de pacotes Pacman (Package Manager), que foi escrito especialmente para o sistema e é utilizado até hoje para instalar, remover, pesquisar e fazer o upgrade de pacotes do sistema, ou seja, fazer a gestão de software.

O Arch Linux utiliza o chamado modelo Rolling Release de lançamento, isso significa que não existem "versões" do Arch como temos no Ubuntu ou no Debian. O usuário instala o sistema apenas uma vez e vai apenas atualizando, ou pelo menos, esta é a premissa. 

Outro grande destaque é o repositório AUR (Arch User Repository), que como o significado da sigla indica, é o repositório da comunidade de usuários/desenvolvedores do Arch Linux, onde você encontrará pacotes para praticamente qualquer programa disponível para Linux.

Recomendamos a leitura de :




Até a próxima!
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Ubunsys - Uma ferramenta gráfica para fazer ajustes avançados no Ubuntu

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O Ubunsys é um utilitário para o Ubuntu que permite aos usuários a possibilidade de fazer ajustes avançados no sistema de forma gráfica e simples, incluindo a adição e manuseio de repositórios, tweaks no sistema e até mesmo correções. Veja agora o que a ferramenta pode fazer por você.

Ubuntsys






O Ubunsys é uma ferramenta que ainda está em desenvolvimento, mas que já oferece uma boa usabilidade e se mostra um software interessante para fazer ajustes mais complexos no Ubuntu. A aplicação está disponível no GitHub em formato .deb para você baixar e instalar dando dois cliques.

Confira agora as telas com opções que o programa dispõe:

Ubunsys

Existem vários scripts que te permitem instalar uma grande gama de aplicações através de seus repositórios oficiais.

Ubunsys

Gerenciamento de repositórios e várias funções avançadas, como importar a sources.list, fazer backup, alterar o arquivo sudoers, entre outras funcionalidades.

Ubunsys

Ubunsys

Ubunsys

Existem também atalhos para rotinas do sistema, como atualização de repositório, atualização de pacotes, limpeza de resíduos e muito mais.

Ubunsys

Ubunsys

Ubunsys

Além das funções administrativas já comentadas, também temos umas sessão só com comandos de reparo para o sistema, todos detalhados, fazendo com que você não precise digitar os comandos comentados, basta apenas pressionar os botões.

Ubunsys

Ubunsys

Uma ferramenta poderosa como o Ubunsys deve ser usada com extrema responsabilidade, apesar de ser uma ferramenta simples de operar, ela pode alterar profundamente o comportamento do sistema e é destinada para usuários avançados, ainda que não seja necessário usar comandos para operá-la.

Se você é um usuário comum de computador, uma ferramenta como esta pode não ser tão interessante, até pela questão de você manter a integridade do seu sistema, afinal, não é recomendo você clicar em qualquer opção que o Ubunsys oferece sem antes saber o que ela faz. Vale sempre uma pesquisa na internet antes de fazer qualquer coisa.

Quem quer um programa mais simples e perfeitamente seguro para se utilizar e fazer pequenas manutenções no Ubuntu pode utilizar o Stacer.

Até a próxima!
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Canonical cria um PPA para atualizar o Kernel do Ubuntu para últimas versões

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Os desenvolvedores do Ubuntu agora possuem um repositório PPA dedicado aos Kernels que o sistema utiliza em diversas plataformas, apesar de ser destinado aos desenvolvedores, ele é um repositório público e pode ser utilizado também por qualquer usuário mais avançado do sistema.

Atualização para Ubuntu Kernel







Uma das coisas que alguns usuários de Ubuntu talvez sintam falta em relação a atualizações do sistema, é realmente o acesso a versões recentes do Kernel Linux que o sistema carrega. Particularmente, acredito que ter sempre a última versão do Kernel instalada não faz necessariamente muita diferença, dependendo da proposta do computador, usar um Kernel mais "antigo" e estável por ser mais negócio, porém, acho válido ter a opção de fazer isso caso o usuário queira.


Para fazer este manuseio no Kernel do Ubuntu existem várias opções, temos o utilitário gráfico Ukuu (Ubuntu Kernel update utility), temos o Shell Script simples e também o modo manual, além é claro da opção mais "hardcore" que é compilar o Kernel, contudo, agora existe mais uma forma "oficial".

Os desenvolvedores criaram o repositório PPA: ppa:canonical-kernel-team/ppa

Este repositório contém versões experimentais do Kernel do Ubuntu que a Canonical testa em vários projetos, além do próprio desktop, temos os Kernels utilizados no AWS, no AZURE, Kernel para o Raspberry Pi, entre outros. O PPA suporta todas as versões ativas do Ubuntu e até mesmo as em desenvolvimento.

Os desenvolvedores não recomendam que usuários comuns utilizem este PPA, pois o mesmo é focado em desenvolvedores e usuários avançados, que sabem corrigir eventuais problemas de Kernels experimentais.

Saiba mais na Wiki do Ubuntu.

Acesse o PPA no Launchpad aqui.

Até a próxima!
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Como atualizar o openSUSE Leap 42.2 para o 42.3

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A terceira edição do openSUSE da série 42 Leap está disponível para os usuários, hoje você que utiliza a versão 42.2 vai aprender a atualizar o sistema para a versão mais recente.

openSUSE Leap







Uma das maiores distribuições Linux do mundo, o openSUSE, recebeu recentemente uma atualização em sua versão estável, a Leap, chegando agora à versão 42.3. O nosso parceiro "Oficina do Tux", produziu um vídeo para explicar para você como fazer a atualização passo a passo sem quebrar o sistema.


A versão 42.3 do openSUSE usa o mesmo núcleo de pacotes que o SUSE Linux Enterprise 12, Service Pack 3. A versão oferece suporte de longo prazo juntamente com o os ambientes KDE 5.8 e o GNOME 3.20, que são os mesmos oferecidos pelo SLE, além deles, existem outros desktops disponíveis para download ou para a utilização na hora da instalação. Lembrando que as pessoas que preferirem, podem usar a versão Rolling Release do openSUSE, o chamado Tumbleweed.

Para ler sobre todas as novidades da nova versão, basta acessar este link.

Até a próxima!
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Matrículas abertas para o curso de SHELL SCRIPT! (TEMPO E VAGAS LIMITADAS)

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sábado, 5 de agosto de 2017

Depois de dois meses em hiato, finalmente vamos conseguir abrir as vagas para o curso de Shell Script do Diolinux EAD. Agora o Tiago Salem, nosso professor, estará apto a receber e atender novos alunos.

Curso de Shell Script






Chegou a hora de abrirmos as matrículas para a nossa segunda turma de alunos para o curso "Shell Script - Dominando o Linux uma linha  por vez" ministrado no Diolinux EAD pelo professor Tiago Salem, ex-desenvolvedor da Canonical e atual Engenheiro de Suporte L3 na SUSE.

Assim como fizemos no lançamento da primeira turma, não podemos deixar as matrículas abertas tempo demais e nem deixar as vagas liberadas por conta da agenda do Tiago, que quer dar atenção especial a todos os seus alunos.

Vagas limitadas e tempo limitado


Quando fechamos as matrículas pela primeira vez, colocamos no Diolinux EAD um formulário para que as pessoas pudessem entrar na lista de espera para esta próxima turma, a ideia era fechar uma turma de 50 pessoas no máximo, porém, tivemos uma popularidade incrível e por conta disso vamos abrir 100 vagas, pois 91 pessoas já haviam se candidatado a  uma vaga no curso através deste formulário.

Essas mais de 90 pessoas receberam de antemão em seus e-mails hoje pela manhã o link para compra para garantir as suas vagas. De qualquer forma, as matrículas ficarão abertas somente até o dia 10 de Agosto, depois fecharemos elas novamente por tempo indeterminado, até que tenhamos mais capacidade para atender todo mundo.

Atenção para as pessoas que colocaram seus nomes da lista: O fato do seu nome estar lá não lhe garante uma vaga necessariamente, mas ele te deu uma vantagem em relação aos outros compradores para que você possa comprar ele antes.

Se você quiser dominar o Linux através do Shell Script, a hora é agora!


Como as vagas são limitadas e o tempo também, o melhor momento para você comprar o curso é exatamente agora, corra lá e garanta o seu espaço em um curso extremamente bem elaborado e com um profissional de primeiro nível como instrutor.

Se estiver precisando de "incentivo", nós temos 50 cupons de desconto para serem usados por pessoas que não fizeram o curso de Bash ainda, estes recebem automaticamente um desconto especial para o curso de Shell Script, para comprar o curso de Shell com R$ 49,90 de desconto basta inserir o código a seguir na hora de finalizar a compra:

HWAYTSHELL

Pegou a referência ao AC/DC? 😀

Esperamos você no curso enquanto durarem as vagas, clique aqui para acessar.

Até a próxima!
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Endless OS marcará presença na Campus Party da Bahia

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A Endless estará na Campus Party da Bahia para promover o Endless OS e a inclusão digital, os participantes do evento poderão participar de uma promoção e concorrer a um Endless Mini.

Endless OS






A Endless já foi assunto aqui no blog diversas vezes. É uma empresa que eu aprendi a respeitar e admirar, ainda que eu não use o Endless OS no meu dia a dia (pelo menos por enquanto). O objetivo deles é levar a tecnologia para as pessoas que não tem acesso ao conteúdo que a era digital nos proporciona, com muita informação que pode ser acessada mesmo sem internet. Um produto pensando para o nosso mercado.


Neste ano a Endless estará da Campus Party da Bahia apresentando o Endless OS. Durante o evento a empresa irá presentear um "campuseiro", como são chamados os participantes do evento, com um Endless Mini, igual a este que eu mostrei pra vocês um tempo atrás. Para concorrer ao computador os participantes deverão postar vídeos no YouTube demonstrando o Endless OS, sendo que quem fizer o melhor vídeo será o vencedor. Haverá também sorteio de kirts de brindes da Endless para os participantes que tiverem maiores visualizações em seus vídeos.

Um workshop sobre o formato de pacotes Flatpak


Outra coisa bacana que a Endless fará na Campus Party da Bahia é um Workshop sobre o formato Flatpak. O Endless OS foi a primeira distribuição a adotar largamente o Flatpak para componentes do sistema e eles certamente tem muita experiência para passar sobre isso. Se você for ao evento, este Workshop será feito na Arena Fonte Nova na Sexta-feira, dia 11 de Agosto, das 18 horas até as 19 e 30. Você pode saber mais sobre o evento aqui.

Agradecemos a Endless pelas informações e parcerias e se você for até a Campus Party da Bahia, já tem algumas paradas obrigatórias para fazer.

Quer saber mais sobre o Endless OS? Veja como baixar aqui.

Até a próxima!
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Erro ao compartilhar pastas no Linux Mint Cinnamon? Veja como corrigir.

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu tenho o hábito de compartilhar pastas em rede para levar pequenos arquivos de forma simples de um computador para outro. O processo em todas as distribuições é o mesmo praticamente, mudando pequenos detalhes, mas o Linux Mint me deu uma dor de cabeça um pouco maior.

Linux Mint com pastas compartilhadas




Eu tenho usado o Linux Mint no meu computador de trabalho nos últimos meses, tudo funciona muito bem, tudo muito estável e funcional, mas acabei esbarrando em um bug atípico no sistema, já que em todos os outros que testei é a primeira vez que este tipo de coisa gera problema.

Compartilhamento de pastas do Linux Mint Cinnamon

Como você ver, ao tentar compartilhar uma pasta em rede aparece este erro. Felizmente a correção é muito simples.

No Ubuntu quando você vai tentar compartilhar uma pasta o sistema avisa que faltam determinados pacotes do samba e te permite uma instalação a partir de um clique para funcionar, no Linux Mint isto não acontece, no entanto basta rodar este comano no terminal para corrigir o problema:
sudo apt install samba --install-recommends
Depois de instalar este comando, você pode tentar compartilhar a pasta da mesma forma e tudo deverá funcionar perfeitamente. É algo que deve ser corrigido no sistema ao longo do tempo.

Linux Mint compartilhamento

Como você pode ver, o ícone de compartilhamento apareceu na pasta normalmente depois da instalação do pacote que fizemos.

Se você tem dúvidas de como funciona o compartilhamento de pastas em uma rede doméstica no Ubuntu/Linux Mint ou qualquer outra distribuição e interface, confira o vídeo abaixo onde eu te explico como você pode fazer este tipo de coisa de forma simples:



Até a próxima!
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O que podemos esperar do Pop!_OS da System76?

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A System76, uma grande fabricante de hardware que vende computadores com Ubuntu pré-instalado, anunciou há algum tempo atrás que estaria dando início ao seu próprio sistema operacional baseado no Ubuntu, o chamado Pop!_OS. Como até então ele parecia apenas uma simples customização de temas, eu nem sequer havia comentado sobre ele aqui no blog e nem no canal, mas aparentemente eles querem ir um pouco além, então vamos falar sobre isso.

Pop!_OS da System76




Todo projeto começa de algum lugar e para mim, o Pop!_OS (o nome é estilizado assim mesmo), nasceu apenas como um tema para o GNOME Shell em cima do Ubuntu, simples assim. Um tema muito bonito na verdade, que você pode aprender a instalar neste outro post aqui do blog. Mas até aí, muitas distros legais surgiram como apenas customizações de outras e depois seguiram seu próprio caminho e se desenvolveram, Ubuntu e Mint são bons exemplos.

A ideia inicial é criar uma experiência diferenciada para os computadores vendidos pela empresa, existem vários modelos no mercado com ótimo desempenho, incluindo computadores gamers. Como o galagoPRO, "concorrente" do MacBook.

Até aí nada demais, outra coisa que é comumente encontrado nos computadores vendidos com Linux é um repositório especial com drivers e otimizações para o hardware, que é algo que a System76 sempre fez também, porém, o sistema parece estar ganhando significância e a empresa está pensando em expandir um pouco o que seria apenas uma "espécie de remasterização" do Ubuntu para seus clientes, inclusive trabalhando com os desenvolvedores do elementary OS para criar um novo instalador para o sistema, que não vai ser exatamente igual ao Ubiquity, padrão do Ubuntu.

Customizado para os clientes e disponível para todos


Um ponto interessante é que o sistema estará disponível para qualquer um, na verdade, você pode baixá-lo agora se quiser, a ISO tem cerca de 1,6 GB de tamanho e é baseada no Ubuntu 17.04 Zesty Zapus.

Apesar de já estar utilizável, o próprio site da System76 informa que a verdadeira versão final e primeira release oficial será apenas em Outubro, juntamente com o Ubuntu 17.10. É possível que outras coisas sejam alteradas, além do tema e outros detalhes.


Fuçando um pouco no sistema eu acabei encontrando várias coisas legais. A instalação em si é praticamente a mesma do Ubuntu, com apenas uma diferença, criamos o usuário depois da instalação, na primeira inicialização, como quando você compra um computador com o sistema pré-instalado. A tela de boot (o Plymouth) também é diferente e bem bonita, como um "Pop" aparecendo do nada (fazendo "pop"?).

Confira algumas imagens da interface GNOME Shell que ele carrega:

Pop OS System76

Pop OS System76

Pop OS System76

A harmonia do tema GTK com os ícones é ótima, talvez tenhamos um dedo do pessoal do elementary neste design, não sei. Além do tema, temos vários wallpapers que combinam muito bem  com a proposta visual e que vem disponíveis por padrão.

Wallpapers System76

Os temas Pop, como são chamados, possuem variações para quem quer eles de forma mais compacta, com o "Pop Slim". Tanto o tema normal quanto este mais compacto tem o "modo Dark', assim como os temas padrões do GNOME Shell, deixando na mão do usuário escolher se quer continuar com este produzido pela companhia ou se quer usar o padrão do GNOME mesmo, o Adwaita.

PPA System76 PopOS

Além dos temas, como eu tinha comentando antes, o sistema vem com o PPA da empresa. Dentro dele encontramos pacotes básicos, o pop-desktop, gnome-control-center, plymouth, entre outros que são empacotados por eles para poder manter a aparência do sistema e funcionalidades específicas, assim fica mais fácil controlar as atualizações e modificações destes componentes.

Um destes pacotes controla as extensões, existem várias que já vem por padrão no Pop!_OS, mas somente algumas são ativadas, como você pode ver, assim, cabe a você escolher o que preferir.

Pop!_OS

Acho interessante uma outra empresa forte como a System76 oferecer um sistema assim, especialmente baseado no Ubuntu, apesar de muitos feedbacks da comunidade, o momento da Canonical é de transição e as coisas podem não ficar ao agrado de todos. Particularmente encaro projetos como este quase como as várias ROMs do Android em aparelhos de companhias diferentes, cada uma personalizando o que seria o sistema puro para tentar atender melhor o consumidor.

O Pop!_OS tem futuro?


Não sei qual o nível de ambição da System76 com o sistema, mas eles tem algo que a maior parte das distros não tem; eles já são uma empresa que vende computadores com Linux de renome (especialmente internacional, no Brasil nem todos conhecem).

Uma das grandes dificuldades das distros é fazer parcerias empresariais para enviar os sistemas de fábrica junto com as máquinas e com isso a System76 não precisa se preocupar. Pesquisando um pouco eu também encontrei um PPA de desenvolvimento onde temos drivers Nvidia otimizados e outros pacotes sensíveis a desempenho, como o mesa, não sei se eles são destinados apenas aos computadores da empresa ou se podem ser utilizados de forma genérica, mas pode ser um outro diferencial do sistema.

Mesmo sendo um PPA feito para computadores que a System76 vende, como os hardwares não são homologados como a Apple faz, é bem possível que funcione em outras máquinas também.

Potencial o sistema tem, resta saber até onde a System76 pretende ir, vamos continuar acompanhando.

Até a próxima!
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