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Como programar em C/C++ no Ubuntu

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Olá você! Vamos continuando a nossa série de dicas para quem quer começar a programar utilizando Linux, especialmente o Ubuntu. Esta série está sendo coescrita com o nosso leitor Tiago Funk, que já falou sobre a criação de um ambiente básico para programar em Java e em Python.

Como programar em C++ no Ubuntu





Por mais estranho que pareça, programar nessa linguagem no Ubuntu é relativamente simples, você vai perder mais tempo escolhendo a ferramenta aonde será escrito o código do que instalando o básico para compilar o seu código fonte.
Neste artigo C e C++ serão tratados como sinônimos, ou seja, a instalação das ferramentas de um é igual ao que é necessário à outra, apenas na hora de escrever os códigos que é diferente.

Requisitos:

- Computador com Ubuntu.
- Internet para downloads.
- Paciência (para escolher a ferramenta correta para a edição do código fonte e depois para aprender a linguagem)


Entendendo o C/C++


Esta nova linguagem que você esta prestes a aprender é uma das mais utilizadas no mundo atualmente, ela esta nos sistemas operacionais, drivers, compiladores de várias linguagens, etc. Ela é de baixo nível, assim, você pode mexer em recursos avançados no sistema que o seu programa for rodar, isso que pode ser um grande problema para alguns e uma coisa muito boa para outros.

Como o Kernel Linux (o qual o Ubuntu utiliza) tem partes escritas em C/C++, ele já possui um compilador no sistema, por isso não precisamos instalar nada para rodar códigos dessa linguagem, além dela rodar em linguagem de máquina diretamente (o Java por exemplo é executado dentro de uma máquina virtual).

Escolhendo uma ferramenta de Edição de código


Aqui vamos listar algumas alternativas aonde você pode editar o seu código:

Terminal

É comum que os programadores dessa linguagem utilizarem um editor de texto qualquer para escrevê-la (gedit, vi, nano, bloco de notas, etc) e depois compilarem pelo terminal.  Vou ensinar essa alternativa, porque pode ser que um dia ela seja útil para você trabalhar.
Abra um editor de texto qualquer e digite os seguintes comandos:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(){
cout << “Olá mundo” << endl;
return 0;
}

Depois salve como main.cpp (a extensão .cpp é muito importante)

Vai pelo terminal até a pasta que você salvou e digite para compilar:
g++ main.cpp -o meuPrograma
Para executar:
./meuPrograma
No terminal deve haver a seguinte saída:

Compilando programa em C++

Como vimos, qualquer editor de texto pode ser utilizado para a edição, mas existe alguma ferramenta que otimize o trabalho, compilando os arquivos para min? Sim.


Atom

O Atom é uma delas, um editor leve, que suporta outras linguagens também, compila e executa e ainda tem uma interface que eu achei muito bonita.

Atom no Ubuntu

Acesse: https://atom.io/ 

E baixei o pacote .deb

Vai na pasta do download pelo terminal e digíte:
sudo dpkg -i nomePacote.deb
Por enquanto, ele ainda é apenas um editor de texto simples, vamos adicionar uma extensão para executar os códigos C++. Você encontra ele no formato Snap também na própria central de aplicativos do Ubuntu.
Vá na barra superior e clique no menu em packages >> setting views >> open, na janela que se abrir, clique em install e busque por "gpp-compiler", instale essa extensão para poder compilar arquivos.

Atom editor

Digíte o seu código e aperte o F5 para compilar e executar (ele vai abrir um “Terminal” para mostrar a saída para você).

Code::Blocks

Outra alternativa é code::blocks, talvez quem programou em C/C++ no Windows conheça, bastante parecido com o Atom. Única coisa diferente é poder criar um projeto com o código, e não apenas separar em pastas.

No terminal:
sudo add-apt-repository ppa:damien-moore/codeblocks-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get install codeblocks codeblocks-contrib
Code Blocks

 Para criar um projeto, clique no primeiro ícone à esquerda no menu (olhar imagens).

Code Blocks Ubuntu

Em categoria, selecione Console, e avance, pode deixar tudo no padrão na próxima, selecione C ou C++ depois, E coloque um nome para o seu projeto, e coloque o projeto em uma pasta. 


O programa já vai ter criado um um arquivo main.cpp para você e já pode executa-lo.

Netbeans

Minha última sugestão é o Netbeans, eu vou recomenda-la porque ela é mais completa (por exemplo, as duas anteriores não mostram erros em sintaxe, se você escreveu um comando errado, o Netbeans mostra), ela permite integrar várias linguagens em um único projeto e tenho bastante experiência com ela.
Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 GB de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em uma máquina que não possua este hardware, mas compromete bastante (experiência própria).
Na página você pode ver várias opções:

Download do NetBeans

Selecione a quinta opção se você for programar apenas C/C++.
Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:
sudo sh NomedoArquivo.sh
Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.
Ah, não se assuste com a demora para a instalação. Bem comum. Além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.
Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, ele costuma demorar um pouco para abrir pela primeira vez. Clique no segundo ícone e escolha “C/C++” e “Aplicação C/C++”, depois de um nome para o projeto.


Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste. Basta deixar o código igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans Ubuntu

Finalizando

Se ficou com alguma dúvida em como instalar ou utilizar, busque tutoriais na internet, aprenda a pesquisar também, vai ser muito útil para você na sua vida de programador.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do editor: Gostaríamos de agradecer ao Tiago Funk pela colaboração com o artigo.
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SUSE fecha parceria com Lenovo

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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A Lenovo, multinacional chinesa de tecnologia, alterou seus ambientes SAP que funcionavam com sistema UNIX e passou a adotar a tecnologia da SUSE, empresa pioneira em soluções enterprise open source.

SUSE fecha parceria com Lenovo





Esta alteração rendeu à companhia a redução de custos globais e dos workloads em 50%, diminuição de meses de trabalho por ano, com a melhoria da performance utilizando SUSE Linux Enterprise server 4 SAP Applications, único Linux otimizado para ambientes SAP, além do aumento do suporte global através da utilização de uma plataforma empresarial purpose-built.

Além da adoção bem-sucedida do SUSE for SAP pela Lenovo, as companhias mantêm uma aliança muito forte para ofertas em conjunto, parceria que vem crescendo em ritmo acelerado. Os negócios realizados por SUSE e Lenovo cresceram 25% no primeiro trimestre de 2017 em relação ao ano passado. Ao investir nas ofertas em conjunto com a SUSE, a Lenovo agregou mais valor às suas soluções para ambientes de missão crítica de seus clientes, por exemplo com o SUSE Enterprise Storage (Software-defined Storage), SUSE High Availability (Alta disponibilidade) e SUSE Live Patching (Correção para o Kernel Linux sem reboot), pois no mundo dos negócios nenhuma empresa quer pagar pelo tempo em que seus sistemas ficam inativos ou tenha perda de dados.

“Acreditamos que essa parceria trará muitos benefícios, pois o futuro das empresas certamente passará por uma adoção maior das inovações em infraestrutura de TI baseadas em ambientes SAP e, é neste cenário que pretendemos solidificar a nossa parceria com a Lenovo”, afirma Sergio Toshio, VP e General Manager da SUSE na América Latina.

A partir dessa parceria a Lenovo pretende tornar-se um parceiro ainda mais confiável para os seus clientes em Datacenter e conta com a SUSE em um papel importante e estratégico para a melhoria com soluções inovadoras, neste momento de transformação digital.

Marco Giordano, lider de Serviços da Lenovo Global no Brasil está confiante nos resultados dessa união: “Essa parceria propicia uma excelente alternativa para nossos clientes para superar seus  desafios de transformação digital. Servidores e Serviços Lenovo combinados com com as soluções de infraestrutura Open Source da SUSE, oferecem soluções confiáveis, de alto desempenho e interoperabilidade para a ambientes enterprise”.

Keep going SUSE! :)

Até a próxima!
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Lançado Ubuntu 17.10 Artful Aardvark, faça o download agora!

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A versão mais "diferente" do Ubuntu nos últimos anos acabou de sair. Depois de aproximadamente 6 meses de desenvolvimento, o Ubuntu 17.10 Artful Aarvark está disponível para download gratuito, confira as novidades:

Ubuntu 17.10 Download





Essa certamente é uma edição marcante do Ubuntu, assim como foi a 11.04 (uma das primeiras que usei), que trouxe o ambiente Unity pela primeira vez para o sistema, a versão 17.10 marca a volta do ambiente GNOME para o Ubuntu.

Se você acompanha o canal e o blog com frequência deve ter visto que cobrimos as principais novidades da versão, se você não viu e vai baixar o sistema pela primeira vez depois de usar por dois anos o Ubuntu 16.04 LTS, amigo...  (ou amiga), você terá uma grande "surpresa"!


A nova aparência


O GNOME Shell é o mesmo que você encontra em outras distros, como Fedora, Manjaro, Debian, etc., no entanto ele tem um visual um pouco diferente por conta da temática e de algumas extensões.

Ubuntu 17.10

Não entenda mal, continua sendo o GNOME Shell, mas ele tem um "feel" de Unity ainda. Isso deve acontecido devido a pesquisas que a Canonical fez com os usuários para que os mesmos se manifestassem quanto a extensões para o GNOME Shell e características que gostariam de ver no novo Ubuntu.

O resultado disso foi um GNOME Shell que tem uma barra translúcida na esquerda da tela (que pode ser mudada para baixo ou para a direita), que lembra um pouco a aparência do Unity, mas com o lançador na parte inferior, ao invés de em cima, como era na antiga interface padrão. Falando ainda desta barra, ela contém contadores e barras de progresso sob os ícones que indicam que alguma tarefa está em andamento, como uma atualização, um download ou uma movimentação de arquivos.

Na parte superior do painel nós temos um adaptação para que sejam exibidos os indicadores na barra superior, o GNOME Shell por padrão os mostrava no canto esquerdo inferior (lugar estranho!), fazendo com a experiência de uso seja, novamente, mais semelhante ao que tínhamos com o Unity.


Os temas "Ambiance" e "Radiance" foram adaptados para o GNOME Shell (que agora está na versão mais recente atualmente, a 3.26). Entretanto, apesar de ter "ficado com cara de Ubuntu", eu percebi que estes temas não possuem aquela variação escura que o tema Adawaita, padrão do GNOME, possui, o que impede que determinadas aplicações mudem o seu visual. Fora isso, bem, a crítica de muitos anos, o tema precisa ser atualizado. Quer um exemplo que nem precisa de tanto esforço para compreenção?

-  Este é o Ubuntu 17.10 original com o tema GTK "Ambiance" e ícones "Ubuntu Mono Dark".


-  Este é o Ubuntu 17.10 com o tema GTK alternativo de cores mais claras, "Radiance" e ícones "Ubuntu Mono Light".


E que tal se fosse assim?

Tema Ubuntu

Eu sei, bem melhor, né? Este é o tema "United Darker" em conjunto com o tema de ícones "Diolinux Paper Orange", que eu modifiquei à partir do tema Paper. Aliás, se você adicionar a extensão ao GNOME Shell que permite que você carregue temas para o Shell do seu diretório pessoal e colocar o United nele também, ele fica bem parecido com o visual do Unity 8 para tablets, se liga só:

Ubuntu 17.10 tema United

Confira no vídeo mais detalhes sobre o tema do Ubuntu, incluindo a tela de Login:



Mas agora chega de falar dos temas, o Ubuntu 17.10 traz muitas coisas novas também no sistema operacional em si.

Um novo GNOME, com novos recursos


Agora que o Ubuntu voltou a usar um GNOME "mais puro", se comparado ao Unity, os desenvolvedores do Ubuntu GNOME e os da Canonical se juntaram ao time de desenvolvimento do próprio GNOME, criando uma comunidade maior, de modo que os benefícios, modificações e novidades que o projeto GNOME Shell introduzir no GNOME padrão, o que podemos chamar de "GNOME Vanilla", em tese, o Ubuntu deve aproveitar também (assim como todas as distros). 

Antigamente os patches que eram aplicados nos softwares GNOME que rodam no Unity inviabilizavam o sistema de ter as últimas versões desses aplicativos, com um desktop "full GNOME", esse problema não existe mais e o Ubuntu deve se manter sempre atualizado em relação a isso. Uma das novidades que chegaram no GNOME 3.26 (que acompanha a distro) é o novo painel de configurações, confira:


Esse novo visual dividiu opiniões, mas no fim das contas, até o novo KDE Plasma 5.11 aderiu a ele, então... paciência.

Tivemos novas implementações da GNOME Software, ou simplesmente "Programas", como é traduzido em português do Brasil, ou ainda, loja de aplicativos, como todo mundo chama. Nela você encontra os pacotes Snap, que crescem em variedade e qualidade a cada mês, para poder instalar à um clique de distância (literalmente) e que agora não exigem mais login na Snap Store. Ativar suporte aos pacotes FlatkPak é igualmente simples, basta ativar um plugin na própria GNOME Software.

- Saiba mais sobre os Snaps e como eles podem mudar a vida de todas as distros.

- Talvez você se interesse também em ler sobre os pacotes flatpak.

Dentro da GNOME Software eu gostaria de chamar a atenção para uma categoria específica que já existe há algum tempo, mas raramente vejo alguém comentado, a sessão "complementos".

Ubuntu Gnome Software 17.10

Clicando nessa opção você tem uma série de coisas interessantes:

1 - Um local para instalar codecs de áudio e vídeo de forma simples, basta clicar neles e clicar no botão "instalar".


2 - Um gerenciador de drivers (Yeah baby!) que, by the way, me mostrou um driver Intel que eu poderia instalar no meu Ultrabook que nunca tinha mostrado antes. Bacana.


Aqui vale observar também que apesar de ser possível instalar drivers por aqui (aparentemente), o aplicativo tradicional do Ubuntu de gerenciamento de drivers, repositórios, e PPAs em modo gráfico continua no sistema, basta procurar no Dash por "Programas e atualizações", ou clicar em "Programas" na barra superior quando a central de aplicativos estiver aberta e ir para a mesma opção.

3 - Temos também um local para você configurar as extensões do GNOME sem precisar o GNOME Tweak Tool. Esse modo te dá muito menos opções de configurações, então caso você queira "fazer um estrago", é melhor utilizar o GNOME Tweak Tool ainda.

Desta três extensões abaixo, as primeiras duas são nativas do Ubuntu e criam o comportamento da Dock que originalmente fica do lado esquerdo e os ícones indicadores que eu comentei mais acima no artigo.


4 - Você também pode gerenciar fontes por aqui, instalar algumas, remover outras. É um recurso bacana, sem dúvida. Ainda não muito completo, mas é um começo.


Vale mencionar que o aplicativo "fontes" continua vindo com o sistema, então você pode instalar fontes que você baixar da internet por ele como sempre fez.

Aplicativo de fontes do Ubuntu

5 - Temos também uma forma simples de instalar novos métodos de entrada de teclado. Algo que raramente mechemos no dia a dia, pois o sistema tente a ajustar estas funções na própria instalação, mas, aqui está caso você queira brincar com isso.


Debaixo do capô


Depois disso, podemos descer mais ao nível "molecular da coisa". O novo Ubuntu vem com Kernel Linux 4.13.x, Mesa 17.2.x, driver Nvidia 384.x (com outros para placas diferentes, como o 375), Snapd 2.28.x, AMDGPU 1.4 (que acompanha o X.org), driver Intel 1.8.3.x para placas HD Graphics e versão 2:2.99.x para chips mais antigos.

Apesar do driver Nvidia ser relativamente novo, eu utilizo e recomendo o PPA de drivers Nvidia para quem quiser ter sempre acesso a última versão assim que ela for lançada e até mesmo a drivers beta para fazer testes. Minha GTX 1060 agradece.

Outra coisa importante para você saber é que essa versão do Ubuntu já não terá mais suporte para arquiteturas de processadores de 32 bits, ou seja, se você pretende usar o Ubuntu em processadores antigos, o Ubuntu 16.04 LTS continua sendo a sua opção até 2021. No entanto, alguns flavors oficiais do Ubuntu ainda continuarão lançando ISOs de 32 bits, como o Lubuntu, Xubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE e Ubuntu Budgie, o Ubuntu Server já é só 64 bits, mas possui também suporte para arquiteturas ARM64 e PPC64el. 

Esse tipo de mudança é natural, conforme o tempo passa até mesmo os computadores "antigos" serão 64 bits, contudo, algumas distribuições que tem foco em rodar em computadores "realmente antigos" deverão manter o suporte, o Lubuntu, entre outras, é uma forte candidato a isso, e nós sabemos o quão milagroso o Lubuntu pode ser.

Outro demonstrativo legal pra você ver é este da utilização em telas touch screen. Isso mostra o quanto o Kernel do Ubuntu (e o GNOME Shell) estão consideravelmente bem em suportar hardware que não foi especificamente desenvolvido para eles:


Por último, mas não menos importante, agora nós temos o servidor gráfico Wayland no lugar do X.org como padrão, exatamente, como padrão! Mas não se incomode, como mostrei nos vídeos anteriores, você pode facilmente mudar de um para o outro diretamente na tela de login do Ubuntu através de um ícone de engrenagem. 

E por que você mudaria?

 Bom, a verdade é que o Wayland ainda não é maduro o suficiente para lidar com algumas aplicações, que podem simplesmente não abrir, mas acima de tudo, se você precisa de drivers proprietários, como os da Nvidia, há uma grande chance do Wayland não funcionar ainda, pra isso o bom e velho X.org está lá. Aliás, se você instalar um destes drivers o próprio Ubuntu vai remover a sessão Wayland da tela de login para evitar que você tenha problemas.

Outra pergunta inevitável é: Se o Wayland ainda não está plenamente funcional, por que colocar ele na distro? Ainda mais como padrão!

Eu te explico: O Ubuntu 17.10 faz parte do que a gente pode chamar de versões transicionais entre as versões de longo suporte, também conhecidas pelo termo de LTS (Long Term Support), essas versões intermediárias tem suporte reduzido (8 meses) se comparado com as LTS (que tem 5 fucking anos!), nestas versões são normalmente testadas novas tecnologias que podem (ou não) ser implementadas nas futuras LTS.

A próxima LTS do Ubuntu sai em Abril de 2018, o Ubuntu 18.04 LTS ainda não tem um nome, mas ele será a primeira LTS que virá com GNOME Shell e como as mudanças foram muito drásticas, é melhor testar muito. Se  você quer uma LTS mais sólida, ajude a testar o Ubuntu 17.10 e reporte bugs. Pode ser que essa fase intensiva de testes onde muitas pessoas vão tentar utilizar o Wayland ajude ele a evoluir mais rápido, o que é bom para todas as distros, não somente o Ubuntu.

E o Unity?


Ele foi deixado parcialmente de lado. O Unity funciona de uma forma diferente do GNOME Shell, usa outro compositor de janelas, o Compiz, e depende de uma série de ajustes (que não serão feitos provavelmente) para adaptar a interface ao novo GTK do GNOME que a versão padrão agora usa. Isso permite que quem quiser possa instalar o Unity através do repositório, mas também indica que experiência não vai ser tão polida.

Não vejo muito interesse em torno disso, mas daqui a pouco pode ser que exista uma versão "Remix" do Ubuntu com Unity, assim como temos com outras interfaces, como o XFCE, KDE Plasma, etc.

Será que seria o nascimento do "UUbuntu" (bizarro)? :D Provavelmente se tiver vai ser Ubuntu Unity, ou Ubuntu Unity Remix.

Apesar dos pesares, a árvore do projeto Unity tem dois galhos. Um se refere ao Unity 7 que utiliza o Compiz, o outro é o Unity 8, feito pensado na convergência entre dispositivos e praticamente escrito todo com Qt, ao invés de GTK, esse ganhou um apoio mais forte da comunidade por ser utilizável em Smartphones e segue através de um fork/continuação chamado Yunit, então se você tem interesse do Unity 8, fique ligado neste projeto.

Download


Agora que você já sabe tudo que é preciso saber sobre essa nova versão, é hora de baixar o novo Ubuntu 17.10 Artful Aarvark. O download do sistema está disponível apenas para máquinas de 64 bits em download direto ou torrent com todas as novidades comentadas. Aproveite:

Baixe também (32 e 64 bits, download direto e torrent):

- Ubuntu Server 17.10
- ISOs com código fonte do Ubuntu

Mais downloads aqui (incluindo torrent).

Agora é a sua vez de participar!

Se não for pedir muito, compartilhe este artigo (que deu uma trabalheira para produzir) com os seus amigos e interessados, teste o novo Ubuntu e nos diga o que achou nos comentários abaixo.

Quais as características que você mais gostou? Quais você não curtiu? Participe!

Até a próxima e bons downloads.

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SoftMaker Office 2018 chega para Linux com interface "Ribbon"

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Para as pessoas que gostam da interface Ribbon do Microsoft Office, porém, gostariam de utilizar um suíte no Linux, uma das principais alternativas atualmente é o WPS Office, além é claro, do modo "Ribbon" do próprio LibreOffice, contudo, isso pode ainda não ser o suficiente para você, por isso é hora de ver uma prévia do novo SoftMaker Office 2018.

Softmaker Office 2018 Ribbon






Não é a primeira que falamos sobre o SoftMaker Office aqui no blog, ele já havia sido mencionado como alternativa em outra oportunidade, no entanto, o seu apelo visual era relativamente baixo.

Hoje os desenvolvedores da suíte entraram em contato com o blog para nos informar do lançamento da nova versão, também nos deram uma chave do beta fechado para que a gente pudesse dar esta prévia para vocês, então, fica aqui o nosso muito obrigado pela oportunidade.

Pelo que eles nos informaram, as duas grandes novidades da versão são essa interface "Ribbon" e a compatibilidade ampliada para arquivos do Microsoft Office, eu até fiz alguns testes com planilhas com Macros e não tive maiores problemas, mas pode ter sido sorte ou algo do tipo, então eu incentivo que vocês testem, assim que o programa estiver disponível, para que possamos ter uma noção melhor e depois postem o feedback de vocês nos comentários deste artigo.

O Softmaker Office


Esta suíte possui, assim como o WPS Office, apenas 3 softwares, o TextMaker, equivalente ao Microsoft Word, LibreOffice Writer, etc.

Softmaker Office TextMaker 2018

A aplicação de planilhas é chamada de PlanMaker, e seria o equivalente ao Microsoft Excel e ao LibreOffice Calc:

PlanMaker Sofmaker Office

A aplicação de apresentações chama-se "Presentations", e é a alternativa ao Microsoft PowerPoint e ao LibreOffice Presentation:

Softmaker Office Presentations


Ao abrir qualquer um dos programas pela primeira vez também é possível escolher o esquema de cores desejado:

Configurações de temas do Softmaker Office 2018 Ribbon

A versão 2018 ainda não está disponível para download do público, mas ela deve estar em breve, enquanto isso você pode testar a versão 2016 e saber mais informações no site oficial.

É interessante saber que em breve teremos mais uma alternativa interessante disponível. Fique ligado aqui para acompanhar novidades.

Até a próxima!
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Prepare-se para a certificação Linux por apenas R$ 49!

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017


Profissionais de TI em todo o mundo já sabem que experiência e conhecimento são imbatíveis no setor de tecnologia. Mas como se destacar em uma área que hoje emprega mais de 1 milhão de pessoas no Brasil? A resposta está nas certificações de TI, que são selos internacionais que comprovam a habilidade do profissional em diversas áreas do conhecimento. Estas certificações geralmente aumentam (e muito) o salário e geram muitas oportunidades. E para a alegria dos fãs do Linux, o curso online preparatório de algumas das certificações mais requisitadas do mercado está com mais de 80% de desconto!

Certificação Linux Curso Udemy






Seu próximo passo Profissional


As certificações LPIC-1 (Linux Administrator) e CompTIA LInux+ são muito valorizadas e reconhecidas internacionalmente por credenciar o profissional como um Administrador de Sistemas Linux. São duas provas distintas mas o conteúdo é o mesmo e curso online da Udemy já é uma referência por ter preparado mais de 3 mil profissionais a conseguir este importante destaque no currículo. 

O acesso ao conteúdo é vitalício e não há mensalidade. Todo o curso é apresentado em tópicos demonstrados de maneira prática. Você verá a utilização e os retornos de cada comando diretamente aplicados em uma máquina Linux e poderá reproduzir e testar em sua própria máquina de estudos. E mesmo que seu computador não tenha o Linux, será mostrado o passo a passo para criar uma máquina virtual do sistema que pode rodar do Windows ou Mac. 

Udemy: A referência em cursos online


Esqueça as mensalidades. Com a Udemy, você paga apenas uma vez no boleto ou cartão e pode acessar o curso (e todas as atualizações) para sempre. E o melhor é que você pode fazer os cursos no seu próprio ritmo, do dispositivo que quiser e até mesmo offline. Pode ter certeza, os melhores cursos online estão na Udemy. Já são mais de 18 milhões de alunos em todo o mundo.

Aproveite a promoção (os cupons são limitados). De R$ 295 por apenas R$ 49!

*Este artigo foi um apoio de Udemy, clique aqui e conheça.
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Como um mau logotipo pode afetar a sua loja virtual

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Um dos assuntos que eu mais gosto e mais tenho estudado nos últimos anos é Marketing Digital. É um mundo fantástico, estudar esses assuntos ajuda a qualquer empreendedor ou curioso na área a elaborar QUALQUER projeto melhor, não somente empreendimentos digitais. Hoje vamos falar sobre um assunto extremamente delicado, o seu logo!

A importância dos logotipos





Muitas empresas ainda não perceberam que para ter uma loja virtual de sucesso, é importante apostar em diversas questões, nomeadamente o design do logo (que deve ser a primeira coisa a ser feita) e no design e simplicidade da loja. O cliente precisa encontrar o que está procurando com poucos cliques. Depois que eu comecei a desenvolver a DioStore este tipo de preocupação aumentou e as melhorias devem ser contínuas.

O seu logotipo pode afetar a sua loja online?


Você reconhece os logos que eu coloquei na primeira imagem do artigo? Sim? Então eles estão cumprindo a sua função. A ideia de um logo, além de passar determinadas sensações através de cores e formas, é também gerar identificação, afinal, sempre que as pessoas verem o seu logo, vão lembrar do seu trabalho, ou pelo menos, esta é a ideia. Um dos motivos do logo da DioStore ser da forma que é, consiste em justamente passar a associação que ela tem com o blog.

Sim. A verdade é que embora cada vez mais seja possível criar logos online de forma gratuita, muitas empresas não percebem o quanto a criação de um mau logo afeta as suas lojas virtuais, independente da ferramenta.

A grande maioria das empresas (principalmente PME, ou seja, Pequena e Média Empresa) têm um logo mal feito, o que afeta negativamente a sua imagem junto de potenciais clientes. Muitas vezes feito pelo famigerado "sobrinho que estudou photoshop". Você já deve ter visto algumas pérolas na sua cidade, certo?

Isto acontece, essencialmente pela falta de investimento nas estratégias de marketing, seja por falta de orçamento ou pela inexperiência mesmo. Talvez eu não possa te ajudar diretamente a gerar orçamento para investir nisso, mas ao menos vamos tentar tirar um pouco da sua inexperiência.

Lembre-se que o logotipo é o rosto visível da empresa e é a primeira impressão que os clientes têm sobre a marca. O design de um logo fala não apenas da atividade da empresa, mas também de seus valores. Assim sendo, e especialmente no caso das PME, a empresa deve encontrar um equilíbrio entre sua essência e a imagem que quer transmitir.

Independente de que ferramenta se use na produção, Photoshop, GIMP, Inkscape, Corel, Illustrator, seja lá o que for, até mesmo editores online, que hoje em dia já tem muita qualidade, é preciso fazer um estudo preliminar de imagem, cor e tipo de letra, tudo deve ser realizado com calma e reflexão para criar uma coerência visual entre todos esses elementos, tornando o logotipo perceptível em qualquer escala. Na dúvida pesquisa na internet, contrate um profissional, peça ajuda para quem já desenvolve um trabalho.

Como fazer um bom logo

Criando uma loja virtual que venda!


Pois bem, depois de ter o seu logo criado, está na hora de criar a sua loja virtual grátis. Sim, atualmente pode-se criar a e-commerces de forma gratuita e mesmo assim ter a qualidade de um site pago, desenvolvido por profissionais, até porque, estes produtos semi-prontos também foram feitos por profissionais. O único detalhe que você deve se atendar é se estes serviços vão entregar todos os recursos que você necessita para o seu produto. A DioStore por exemplo funciona assim, nosso maior diferencial é o produto, a plataforma só tem a função de criar o intermediário entre você e a gente, por isso ela deve simplesmente funcionar.

É importante colocar na ponta do lápis os valores que serão investidos ao trabalhar com uma plataforma pronta ou com uma sob medida, os valores podem ser inicialmente bem diferentes, mas pense no longo prazo. Eventualmente aparecerão diferenciais. Em caso de lojas feitas sob medida, pense no curto do desenvolvimento, manutenção e hospedagem, além dos recursos da própria plataforma. Geralmente serviços prontos são mensalmente mais em conta, mas podem não oferecer o que você precisa, fique atento e escolha a opção que se adapta melhor as suas necessidades.

É importante que tenha em conta que o design da sua loja deve ser coerente com o seu logo. Por exemplo, se o logo é amarelo, branco e preto, estas são as cores base que devem vigorar no site, isso se chama "paleta de cores", não vá misturar as cores colocando laranja e azul por exemplo com o logo amarelo, branco e preto, essa  mistura só deu certo com a banda Restart e por pouco tempo. #FicaaDica

Observe a concorrência, observe lojas grandes, Walmart, Amazon, e veja o quão "simples" são seus sites. Desta forma, acaba por ser mais simples manter a identidade visual da sua marca, e transmitir uma imagem cuidada aos consumidores, o que, obviamente vai ajudar nas vendas, dando aquele "feeling" de seriedade ao negócio.
Além da identidade visual da sua loja online, é também preciso que tenha imenso cuidado (e que perca algum tempo) para escrever a descrição de cada um dos seus produtos, assim como, colocar fotografias de qualidade. Pense sempre em o que você olha nas lojas antes de comprar os produtos e seja exigente e dedicado.

Com essas técnicas será mais simples aumentar o ranking do seu negócio no Google (através de técnicas de SEO na escrita das descrições e do próprio site), e consequentemente ganhar notoriedade e aumentar as vendas. 

Lembre-se que embora o logo e a loja online possam ser criados gratuitamente, é importante que se "perca" algum tempo para realizar os estudos comentados e a fazer testes, de forma a perceber quais as melhores opções. 

Esse campo de estudo é imenso e existe "muito pano pra manga aqui", mas estas são algumas dicas que eu posso passar para você neste momento, dicas que me teriam sido muito úteis quando eu decidi me aventurar por este campo. Quem sabe, se podemos publicar mais conteúdos semelhantes, no futuro, não é? Se você gostou, basta comentar.

Comente e compartilhe! Participe! Qual a sua opinião sobre o assunto?

Até a próxima!
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Instalando o básico para programar em Python no Linux (Ubuntu, Mint e Debian)

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Dando continuidade a uma pequena série de artigos que vai te ensinar a criar ambientes básicos de programação em linguagens variadas que começou com este artigo falando de Java, hoje vamos mostrar como criar um ambiente bacana para você desenvolver Python no Ubuntu, Linux Mint, Debian e seus derivados, o que inclui Deepin, elementary OS, entre outros.

Montando ambiente para programar em Python





Este artigo foi desenvolvido em parceria com Tiago Funk, ele vai te ajudar a entender melhor como criar uma ambiente ideal para começar a programar em Python em algumas das distribuições Linux mais famosas.

Começando


Se você está com dúvidas sobre o que é necessário para poder programar em Python na sua distro Linux, este artigo tem a pretensão de lhe instruir em seus primeiros passos. Antes de tudo, é importante dizer que o Python é uma linguagem interpretada, ou seja, todas as instruções que você for programar nela são, na verdade, instruções que um outro software seguirá.

O mais legal nessa história é que distros Linux utilizam Python para muitas coisas, assim esse interpretador já vem instalado na sua distribuição, mas há um porém, em geral as distros utilizam uma versão antiga do Python, a 2.7, enquanto que hoje existe a 3.5 (Essa versão também já vem instalada em alguns casos). Para ver testar o Python, abra o terminal e digite python3.5 e note que o cursor do terminal vai mudar.

Testando Python

Nesse console que se abriu podemos digitar comandos em Python para que ele os execute. Ao digitar  apenas python  o terminal, ele vai usar a versão 2.7 ai invés da mais recente.

É importante definir qual a versão do Python que você quer trabalhar, pois existem diferenças na sintaxe entre as versões, ou seja, para fazer a mesma ação, existem comandos diferentes em cada versão.

Instalando uma IDE


Para poder programar em Python, em teoria, você já teria o suficiente só com o que vem pré-instalado, entretanto, para ganharmos tempo, vamos instalar um IDE, que é um software que vai automatizar muito dos processos que você teria que fazer para poder executar o programa que você acabou de escrever.

Talvez a melhor opção para Python seja o PyCharm, é muito completo, leve, e bastante bonito. 


No site de download escolha a versão da comunidade, que é gratuita, porém mais básica, para o nosso propósito, vai servir perfeitamente. Se não me engano há um pacote Snap para Ubuntu (e qualquer distro) dele, se você usa o Deepin, ele está na Deepin AppStore.

Site do PyCharm

Após o finalizado o download, você terá uma arquivo .tar.gz, descompacte-o, entre na pasta que foi criada e entre na pasta bin.

Instalando o PyCharm

Dentro dessa pasta existe um arquivo chamado pycharm.sh, esse arquivo é o instalador, para executa-lo, abra o terminal, navegue até a  pasta do arquivo e digite ./pycharm.sh, e a instalação vai iniciar.

Instalando o PyCharm

A primeira janela que vai se abrir é a janela que pergunta se você vai querer restaurar dados de instalações passadas, no nosso caso não vamos fazer isso, depois aceitamos o termos de utilização e por último, uma janela aonde podemos personalizar a interface vai se abrir, podemos deixa-la no padrão.

O próximo passo é criar um projeto, escolhendo o local onde serão guardados os nossos arquivos Python.

Configuração do PyCharm

Não esqueça de escolher a versão do Python com que você quer trabalhar. Agora, vamos criar um novo arquivo.
Novo arquivo no PyCharm

Clique em file (no menu superior) e depois em new…, vai-se abrir uma pequena janela, selecione Python file, nomeie-o e escreva o seguinte:
print(“Olá para todos !!”)

PyCharm Indexando

Talvez você tenha que esperar um pouco se esta for a sua primeira vez abrindo o PyCharm, é necessário esperar um pouco. Como na imagem acima, o Pycharm estará indexando alguns arquivos, assim, é bom esperar um pouco e deixar que isso ocorra.

Para executar o seu código, vá até o menu Run e clique em Run novamente, a execução será semelhante a isso:

Rodando o programa no PyCharm

Finalizando


Basicamente está tudo pronto e funcionando, mas temos mais duas dicas para você:

1 - Para escolher a versão do Python do seu projeto vá em: File (no menu superior), default settings, e na janela que se abrir selecione project interpreter e  então selecione a versão desejada.

Configurando o Interpretador no PyCharm

2 - Se você é do tipo que gosta de usar atalhos, vá em help (menu superior), keymap references e vai se abrir um PDF como todos os atalhos da IDE. Dê uma estudada nele, pois eles podem ajudar a agilizar o seu trabalho.

Agradecemos ao Tiago pela contribuição, agora você já tem o básico para começar os seus trabalhos e estudos.


Até a próxima!


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Conheça, instale e personalize o FreeBSD

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Algumas pessoas pediram pra gente comentasse um pouco sobre BSD aqui no Diolinux, então para atender a este pedido, em parceria com o Marcos Oliveira, do canal Terminal Root, nós vamos fazer uma matéria completa para você que quer conhecer um pouco mais este sistema.

FreeBSD





A ideia deste artigo é dar a você o primeiro contato com o mundo BSD.  O FreeBSD é um sistema operacional livre, assim como o Linux, do tipo Unix-like que provém do Research Unix via Berkeley Software Distribution (BSD). Aplicativos podem ser instalados usando o sistema de gerenciamente de pacotes: Ports, ou compilando o código-fonte. Devido aos seus termos de licenciamento permissivos, grande parte do código do FreeBSD tornou-se parte integral de outros sistemas operacionais tal como o OS X da Apple. A licença BSD pode ser considerada até mais permissiva do a GPL que licencia o Linux e diversos outros Softwares Livres, pois ela permite até mesmo que o código de uma aplicação derivada seja fechado. Garantindo maior liberdade de escolha aos desenvolvedores.



Depois dessa breve introdução, aprenda a instalar ao FreeBSD:


Para fazer o download basta acessar este endereço.

Depois de instalar o FreeBSD, você provavelmente vai querer também instalar uma interface, que tal uma simples e direta como o MATE?

No vídeo abaixo você vai aprender a instalar o Xorg, MATE Desktop, SLiM e configurar o rc.conf utilizando o Easy Editor.



Se você for testar o FreeBSD em dual boot com Linux, talvez você tenha problemas iniciais com o reconhecimento do sistema no GRUB, então confira este material para contornar a situação:


Chegando a parte final do nosso tutorial, agora você aprenderá a configurar e personalizar o FreeBSD com aplicações e customizações visuais.


O FreeBSD é um sistema muito interessante e é utilizado em várias grandes empresas, como a Netflix. Particularmente não o vejo ele com grande apelo para uso no desktop diário, mas profissionalmente falando, é um sistema que você deveria se importar em conhecer um pouco mais a fundo. No entanto, para para as pessoas que gostariam de experienciar um desktop BSD, talvez o TrueOS seja uma escolha mais interessante.

Se você vai instalar ou não no seu computador para fazer um test drive eu não sei, mas se tiver curiosidade de ao menos conhecer, considere então uma máquina virtual, assim você faz as suas experiências sem comprometer o seu sistema operacional atual.

Quero agradecer ao Marcos pela contribuição com o conteúdo, vocês podem conhecer o canal dele aqui.

Até a próxima!

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