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Usuário cria tutorial de customização do Deepin para jogos

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

O YouTuber Erickson Amaral, do canal Livre Software, criou um tutorial mostrando como ajustar componentes sensíveis do Deepin Linux para instalar as últimas versões de drivers de vídeo, Kernel, MESA e outras coisas mais.

Linux Deepin Gamer





Antes de mais nada, eu gostaria de dizer que apenas recomendo este tutorial para aqueles que tem conhecimento mais avançado em Linux, ou que não tem medo de "destruir" o sistema e depois perder alguns minutores arrumando (ou formatando), pois mexer com partes sensíveis do sistema pode acabar desestabilizando-o.

No procedimento demonstrado no vídeo abaixo o Kernel do sistema, os drivers e o servidor gráfico são alterados, então preste atenção e faça preferencialmente em uma máquina de testes antes de colocar na sua máquina de produção.


Para aqueles que quiserem acompanhar os passos em modo texto, o Erickson criou um artigo no blog dele com todo o passo a passo também, confira aqui.

Até a próxima!

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Station X Spitfire disponibiliza Notebook para compra com Manjaro Linux otimizado

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Station X vende há algum tempo Desktops e Notebooks com Linux pré-instalado, a lista de distribuições contempladas é grande e agora conta com mais um integrante de peso, o Manjaro Linux, mas não somente isso, a empresa planeja lançar uma versão especial e otimizada de um Notebook com a distribuição.

Manjaro Linux Notebook





Os desenvolvedores do Manjaro Linux anunciaram que uma colaboração direta com a empresa Station X tratá à vida a "Ultimate Manjaro Machine". Um Notebook com o sistema operacional embarcado e altamente otimizado para o hardware em que está rodando, incluindo otimizações no Kernel e na bateria.

A versão com Manjaro que vai acompanhar este Notebook será com XFCE como ambiente gráfico e terá toda uma customização no tema e nos wallpapers também, tudo para criar uma experiência  especial para os compradores.


As configurações de hardware projetadas para o modelo são:

- Processador: 7th Gen Intel® Core™ CPUs (i5-7200u or i7-7500u)
- Chip Gráfico: INTEL® HD GRAPHICS 610/620
- Memória: DDR4 Memory Support up to 32 GB of RAM
- Tela: Full HD IPS 1920 x 1080
- Armazenamento: SSD (até 500 GB)
- Conexão HDMI, USB 3.0, Mini Display Port
- WebCam de 1.0 Mpx
- Conexão Wireless

A Station X vende computadores com várias outras distribuições Linux também, basta escolher na hora da compra:

Distribuições Linux Station X

É ótimo ver mais uma grande distribuição ganhando um hardware próprio, aparentemente, a cada dia que passa temos mais construtores vendendo máquinas com alguma distribuição de forma otimizada.

Ainda não temos informações sobre quanto esta versão especial com Manjaro vai custar, mas o Notebook Spitfire, modelo básico, com qualquer distribuição Linux, sai por 850 Libras, o que convertendo dá mais ou menos 3,5 mil reais.

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Utilização de Linux em Desktops cresceu em 50% no último ano

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domingo, 3 de setembro de 2017

A maior parte das pessoas acompanham o blog e o canal sabem o quanto eu acho estatísticas de contabilização de distros Linux controversas, isso porque é muito complicado realmente estimar todas as pessoas que realmente estão utilizando as distribuições. Isso acontece por conta de que geralmente não existem cadastros para fazer download de algum sistema ou alguma forma precisa de contabilizar os usuários de todas as distros, porém, existem alguns serviços que tentam fazer aproximações e o que um dos mais famosos nos mostra é que "Linux" em Desktops acabou crescendo em utilização em cerca de 50% nos últimos 12 meses.

MarketShare do Linux nos Desktop em 2017





O site "NetMarketShare" revelou os dados coletados do último mês (Agosto de 2017) onde tivemos uma grande surpresa no salto do "Linux" nos Desktops, especialmente se comparando ao mesmo período do ano passado.

MarketShareLinux 2017

Como podemos ver pelo gráfico, agora "o Linux" está com 3,37% do Market Share, o que ainda é muito pouco perto do Windows (com cerca de 90%), mas já está consideravelmente perto do macOS da Apple (que atualmente tem 5,94%, segundo o mesmo serviço) e isso pode ter boas implicações para os sistemas baseados em Linux, como a vinda de mais serviços e programas para as distribuições.

Crescimento do Linux no Desktop no último ano

O gráfico acima mostra a evolução da participação das distros Linux no Desktop ao longo dos últimos 12 meses, observando isso, podemos perceber que "o Linux" saiu de um número percentual de 2,23% em Setembro de 2016, para 3,37% em Agosto de 2017. Um aumento de pouco mais de 51%, o que é um grande coisa em perspectiva.

Observando o gráfico, podemos ver também que a coleta de dados indica quedas em determinados meses (o que vai de encontro a imprecisão dos dados que eu havia comentado), mas de qualquer forma, é algo a ser considerado.

O que você achou da novidade? Parece que finalmente as distros saíram dos famigerados 2% que eram comentados há tanto tempo.

Pra mim a grande questão ainda é: O que ocasionou isso? Foi alguma distro? Alguma empresa? Foi uma forma diferente de fazer a pesquisa? Infelizmente essa informação - que seria tão importante - está faltando, porém, ao mesmo tempo a pesquisa indica que as distros (algumas pelo menos) estão muito mais simples de serem utilizadas por pessoas que vão fazer uso doméstico para o sistema, ou mesmo profissional, ainda pode não ser a melhor opção para todos, mas é uma opção muito boa para muitos.

Até a próxima!

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Skype Preview - Nova versão remodelada do Skype está disponível para Linux

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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A Microsoft disponibilizou a nova versão do Skype (Preview) para Linux e os interessados já estão convidados a testar a aplicação, que agora tem uma visual diferente, mais moderno e agradável.

Skype Preview Linux




Esta nova versão do Skype para Linux é exatamente a mesma que existe para macOS e Windows, pois ela é construída com Electron, não criando mais uma diferenciação técnica entre as aplicações em diferentes plataformas.

Skype Linux novas opções de configuração

Logo na tela de login podemos perceber o redesenho da interface, além disso, nos menus superiores (já em português), você pode encontrar informações de suporte e configurar o comportamento do Skype, inclusive, fazer ele iniciar junto com o sistema, sendo minimizado ou não.

Configurações do novo Skype

A tela de login permite acessar o serviço com várias contas Microsoft, depois de logado, o Skype iniciará 4 estágios simples de configuração, onde você escolherá os temas para a aplicação, foto para perfil (caso já tenha uma atrelada à sua conta, ela será puxada, mas é possível alterá-la também) e ainda você fará a configuração de microfone e câmera para utilização.

Sim, é possível fazer chamadas de áudio e vídeo sem maiores problemas pelo que testei. Mas em alguns casos, a chamada de vídeo acabou caindo, no entanto isso pode ocorrer por esta ainda ser uma versão preview do programa.

Nova interface do Skype

A nova interface está mais clean e organizada, particularmente gostei da mudança. Abaixo você vê um exemplo de tela de chamada de áudio. Temos animações novas também nas transições de uma tela para outra e enquanto uma conexão é feita.

testando o novo Skype

Temos uma barra lateral nos chats agora que é chamada de "Galeria", esta região deve agrupar todo o conteúdo enviado através do chat, sejam links, áudios, vídeos ou documentos, tudo isso para facilitar o acesso posterior.

Galeria do Skype

Compartilhar os arquivos é simples também, basta arrastá-los para o chat e automaticamente eles aparecem na conversa, ficando armazenados na galeria.

Galeria do Skype

Eu não sou um usuário assíduo do Skype, então talvez essa seja uma novidade para mim e não seja para você, mas reparei que esta versão nova tem suporte para bots também, além dos grupos que já existiam, fazendo com que ele fique mais parecido com o WhatsApp ou o Telegram (mais com o Telegram, até).

Skype Telegram

Me lembra tanto o Telegram que até uma função parecida dos Stickes ou do Gifs do Facebook agora ele possui, além dos tradicionais emojis.

Skype Telegram

A nova interface pode ser colapsada para a esquerda também para aumentar o espaço, deixando apenas os ícones arredondados dos contatos em uma coluna.

Baixando essa nova versão do Skype


A versão Preview do Skype deve mudar até que a release final saia, de modo que novas funções podem ser adicionadas, algumas podem ser retiradas e eventuais bugs devem ser corrigidos, no entanto, você já pode usar o Skype Preview para fazer os seus testes, e quem sabe até usar no dia a dia (não vi grandes problemas nele até o momento). A versão para Linux está disponível em um pacote .deb de 64 bits compatível com Ubuntu, Linux Mint e seus derivados, basta clicar aqui para baixar o instalador, e dar dois cliques para instalar.

Até a próxima!
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SUSE vai promover um Webinar gratuito para apresentar o OpenStack Cloud, veja como participar!

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A empresa aproveitará a oportunidade para conversar e ajudar as empresas a controlar e reduzir custos ao falar mais sobre o SUSE OpenStack Cloud, que é baseado no OpenStack, a principal solução aberta para nuvens privadas.

SUSE Linux





A SUSE, pioneira em software de open source, com soluções de Linux, infraestrutura de nuvem e armazenamento, aproveitará para falar a respeito do SUSE OpenStack Cloud no dia 5 de Setembro através de um Webinar promovido pela própria companhia. A proposta é debater com as empresas que precisam de flexibilidade e responder de maneira eficiente às novas exigências do mercado.

O SUSE OpenStack Cloud oferece tecnologia pronta para a criação de nuvens privadas de IaaS (Infraestrutura como Serviço), permitindo o acesso a pools de recursos de TI automatizados para desenvolver e executar aplicativos e workloads com eficiência no seu data center. O responsável que falará sobre o tema será o engenheiro de sistemas da SUSE, Aslan Carlos, que explicará o funcionamento do serviço e seus benefícios.

Durante o webinar, além do tema central, SUSE OpenStack Cloud, será abordado também o SUSE Enterprise Storage, já que ambas plataformas são totalmente integradas e com a tecnologia Ceph, oferecem recursos de armazenamento definido por softwares escaláveis e resilientes.

Para poder participar do evento de forma gratuita basta se cadastrar aqui. O evento será às 10 horas.

Até a próxima!
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Microsoft e Red Hat fazem parceria para acelerar mudança para Cloud híbrida

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A Microsoft  e a Red Hat anunciam a expansão da aliança para facilitar a adoção de containers pelas corporações, o que inclui suporte nativo para containers Windows Server no Red Hat OpenShift, Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift. O objetivo é simplificar as tecnologias de container para ajudar os clientes das empresas a aumentarem a agilidade rumo à transformação digital com Cloud híbrida.

Microsoft e Red Hat fazem parceria






“Junto com a Microsoft, a Red Hat está abrindo caminho para que as organizações façam escolhas tecnológicas que lhes interessem, desde cargas de trabalho containerizadas a serviços de cloud pública, sem complexidade”, explica Matthew Hicks, vice-presidente de Engenharia de Software, OpenShift e Gestão da Red Hat.

Dando continuidade ao comprometimento de entregar opções e flexibilidade aos seus clientes corporativos, a Microsoft e a Red Hat estenderão o suporte integrado e co-localizado para disponibilizar as novas ofertas entre as plataformas, assegurando às organizações de TI que, sejam quais forem os desafios enfrentados no caminho para a transformação digital, a Microsoft e a Red Hat estarão junto com elas.

Containers Windows Server no Red Hat OpenShift


As empresas veem o benefício de usar aplicações containerizadas para operar suas cargas de trabalho de missão crítica, mas a maioria das organizações de TI não são padronizadas com uma única infraestrutura. Esses ambientes heterogêneos frequentemente contêm plataformas e aplicações Windows e Linux, dificultando a modernização e a escalabilidade das operações corporativas.

A parceria entre a Red Hat e a Microsoft simplifica esses desafios, uma vez que os containers dos Windows Servers terão suporte nativo do Red Hat OpenShift, uma plataforma de aplicações de container baseada em kubernetes e líder no setor corporativo. O Red Hat OpenShift será a primeira plataforma de aplicações de container - construída a partir do projeto open source Kubernetes - para suportar cargas de trabalho de containers Linux ou Windows em única plataforma ao longo de múltiplos ambientes da cloud híbrida, facilitando a tarefa das empresas em seguir com a agenda nativa em cloud.

A ferramenta foi demonstrada durante o Red Hat Summit, em maio de 2017, e deve estar disponível, como prévia de tecnologia, no primeiro semestre de 2018.

Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e Red Hat Enterprise Linux no Microsoft Azure Stack


As aplicações nativas em nuvem e as plataformas de container que as alimentam são componentes essenciais à transformação digital, mas gerenciar a infraestrutura para estas tecnologias pode ser complexo e demorado para equipes de TI que já estejam sobrecarregadas.

A Red Hat e a Microsoft trazem solução a essa realidade ao oferecerem o Red Hat OpenShift Dedicado no Azure. O Red Hat OpenShift Dedicado é uma plataforma de container oferecida como um serviço em nuvem e administrada pela Red Hat. O serviço deve estar disponível no Azure – plataforma de cloud corporativa da Microsoft, com disponibilidade anunciada em 42 regiões no mundo todo - mais do que qualquer outro provedor de cloud pública.

Os engenheiros da Microsoft e da Red Hat estão trabalhando em conjunto para otimizar o OpenShift enquanto opera no Azure, ajudando a entregar performances empresariais padronizadas e combinadas com o suporte integrado.

Além disso, o Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure permite que as equipes de TI foquem em entregar valor ao negócio e promovam a inovação, em vez de manter as luzes acesas e realizar o gerenciamento micro dos recursos. O Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure deve estar disponível no início de 2018.

Red Hat e Microsoft também planejam colaborar na entrega de padrões de performance corporativa e suporte integrado para cargas de trabalho do Red Hat Enterprise Linux operando no Microsoft Azure Stack.

O Azure Stack é uma extensão on-premise do Azure que leva a computação em nuvem aos ambientes on-premise, operando em hardwares certificados fornecidos pela Dell, HP, Lenovo e Cisco, que permitem às empresas montarem uma experiência de cloud de maneira fácil e rápida em seus data centers. 

“A Microsoft e a Red Hat estão alinhadas no nosso compromisso para trazer aos clientes corporativos as soluções de cloud híbrida que eles precisam para modernizarem seus negócios, ao passo que fazem a transição para operar em um mundo nativo em cloud.  Hoje, estamos ampliando este compromisso para trazer soluções totalmente integradas que simplificam a adoção de containers e ajudam os clientes a obterem o máximo de suas estratégias de cloud híbrida”, revela John Gossman, arquiteto chefe da Azure.

SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift


Com o uso crescente dos containers pelos consumidores, para aumentar a agilidade em um mundo nativo em cloud, a Red Hat e a Microsoft estão comprometidas em ajudar os clientes a aproveitarem a inovação proporcionada pelo open source.

A Red Hat acaba de anunciar disponibilidade do .NET Core 2.0 como container do OpenShift e, nos próximos meses, as empresas planejam levar a força e a escala do SQL Server do Linux para o Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift.

Assim como todas as iniciativas da Red Hat e da Microsoft, a SQL Server para Linux no Red Hat Enterprise Linux e no Red Hat OpenShift Container Platform serão suportados em conjunto pelas duas líderes de mercado.

Fonte: Assessoria de Imprensa Red Hat.

Até a próxima!
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Como navegar na internet e pesquisar no Google pelo terminal Linux

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Apesar da interação com o terminal no Linux não ser mais algo obrigatório para usar as distribuições há muito tempo, o terminal é a ferramenta preferida de usuários mais avançados, especialmente profissionais na área e esse interesse acabou gerando inúmeras ferramentas interessantes, hoje você vai conhecer uma delas.

Usando o links2 para navegar na internet






É comum pensarmos em "Google Chrome", "Firefox", "Opera", "Safari", e outros, quando falamos em "navegadores de internet", porém, o que esses softwares mais complexos fazem, podem ser feito de forma simplista (é claro) através do terminal Linux.

Curiosamente existem várias opções para se navegar na internet ou pesquisar no Google usando o terminal, como Lynx e o Googler, o primeiro um navegador, o segundo, uma ferramenta para fazer pesquisas, porém, eu vou te apresentar o links2, uma navegador em modo texto, que dos que eu conheço, é o que eu considero mais fácil de se utilizar.

Pesquisando na internet com o links2


O primeiro passo é instalar a ferramenta. O link2 está nos repositórios padrões das distros, no Ubuntu, Debian, derivados e semelhantes, você pode instalá-lo facilmente usando o comando:
sudo apt install links2
Uma vez instalado, o funcionamento é simples, basta informar ao links2, qual o site que você deseja acessar, como por exemplo o Google. No terminal digite:
links2 www.google.com 
Ao fazer isso você acessará o Google e poderá usar o teclado para navegar entre todas as opções do site de forma relativamente simples e claro, fazer pesquisas:

Pesquisando pelo terminal Linux

Dá até pra ler os posts do blog:

Lendo no modo terminal

O links2 tem também vários menus para facilitar o seu acesso ao recursos do navegador, ao pressionar a tecla "ESC" você terá acesso ao menu do navegador, por ele você pode ir para uma site em específico, basta digitar o endereço desejado:

Links2

É uma ótima ferramenta para quem passa o dia no terminal ou se vê numa situação onde apenas o terminal está disponível.

Faça um teste e brinque um pouco com ele, tenho certeza de que vai achar interessante! :)

Ajude o blog compartilhando este artigo e até a próxima!

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Conheça agora as principais novidades do Android 8 "Oreo"

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Google anunciou ontem o lançamento da oitava versão do Android. O nome desta nova versão é "Oreo", seguindo os nomes de doces e guloseimas em ordem alfabética.

Lançado o Android 8







Desde o anúncio das primeiras imagens de teste em 21 de Março deste ano, o sistema recebeu vários incrementos. Vamos conhecer agora as principais novidades do novo Android.

Novidades

Existem muitas coisas novas chegando e aqui vamos dar destaque as principais e mais relevantes. É curioso apontar que muita destas funcionalidades já estavam presentes em versões customizadas por fabricantes de Smartphones e Tablets e agora incorporam o chamado “Android puro” também.

Podemos dividir as novas funções em:

1 - Interação direta com o usuário

- Função Picture in Picture nativa: Agora você pode usar Apps em janelas sobrepostas e lado a lado;

- Pontos de notificação na tela: A ideia com isso é que você possa acessar as notificações dos aplicativos apenas segurando o ícone do App sem necessariamente abri-lo, além de acessar atalhos dentro do próprio App sem abrí-lo;

- Função de auto preenchimento: Esta deve agilizar no login e acesso a senhas em vários serviços;

- Nova seleção inteligente de texto: Especialmente para quem utilizar teclados físicos para trabalhar com o Android.

2 - Atualizações de performance e segurança:

- Otimizações de performance (bateria e Runtime): Com isso nós teremos uma limitação automática maior daquilo que os aplicativos, serviços e atualizações de localização poderão acessar quando estiverem rodando em background, isso deve trazer um impacto positivo da durabilidade da bateria dos aparelhos;

- Google Play Protect: A cada dia mais transações são feitas no serviço, então é um ponto realmente importante a se melhorar sempre;

- O Play Console, que é o painel para desenvolvedores Android, também recebeu alguns upgrades.

Uma terceira divisão que podemos fazer são as:

3 - Mudanças da interoperabilidade da interface

- Mudanças visuais da interface do Android padrão;

- Novos Canais de notificação: Você terá mais liberdade em controlar notificações de Apps individualmente;

- Novo pacote de Emojis;

- Ícones Adaptativos: Novos ícones que são capazes de se adaptar melhor a telas diferentes e aplicativos diferentes;

- Suporte para Wi-Fi Aware, que permite que dois aparelhos geograficamente perto possam trocar informações mesmo sem internet;

- Mudança da API de áudio para a PRO Audio, que permite maior qualidade e menor latência. Hoje em dia muitas pessoas estão utilizando os aparelhos para trabalhar com música e isso pode ser uma mão na roda;

- Novos efeitos e transições de áudio;

- Possibilidade de ativar o Wi-Fi automaticamente com uma opção simples que pode ser ativida e desativada nas configurações

- E foi colocado em andamento o Project Treble, que vai procurar diminuir a fragmentação do Android, mais informações neste link. Ele deve ajudar os fabricantes a atualizarem para versões mais recentes do sistema.

Mais algumas considerações sobre o Android 8


A aparência em si não mudou tanto, temos alguns tons um pouco diferentes nas cores no launcher, mas nada de mais. Segundo a Google, a máquina virtual Java do Android está 2 vezes mais rápida, o que deve deixar o sistema ainda melhor, como eu ainda não vi benchmarks, não sei dizer se a informação realmente se confirma.

Até o momento somente aparelhos Pixel e Nexus devem receber a atualização, mas como sempre, as demais marcas devem trazer o sistema para seus dispositivos aos poucos, vale a pena consultar o cronograma do fabricante do seu aparelho.

Essas são as principais novidades do novo Android, o que você achou? Qual a função que mais gostou? 

Até a próxima!
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Entrevistamos Galina Goduhina, do projeto ONLYOFFICE (Suíte Office para Linux)

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Olá meu amigo(a) leitor(a)! Hoje eu tenho o prazer de trazer até você uma entrevista muito bacana que eu tive a oportunidade de fazer com os desenvolvedores do ONLYOFFICE, uma suíte Office diferenciada que tem versões para Linux, Mac e Windows.

Galina OnlyOffice







O Only Office (estilizado como ONLYOFFICE), é uma suíte office que se tornou open source recentemente e possui programas para edição de textos, criação de apresentações e manipulação de planilhas. Eu utilizei ele diversas vezes para abrir formatos da Microsoft, onde o LibreOffice não foi tão efetivo durante o último ano e ele se saiu muito bem na maior parte dos casos.

- Comentei sobre ele pela primeira vez em Novembro do ano passado neste artigo do blog.

Agora, para você conhecer um pouco mais da história deste software tão interessante e útil que tornou-se open source e agora trabalha de forma comunitária com vários recursos profissionais, como suporte para nuvem e servidores com documentos compartilhados e colaborativos, fique com a entrevista com uma das líderes do projeto, Galinda Goduhina.


 Diolinux Entrevista: ONLYOFFICE


Diolinux: Qual a origem do ONLYOFFICE? Poderiam nos contar um pouco da história por trás do programa e da empresa?

Galina:
Começamos o ONLYOFFICE há mais de sete anos. Inicialmente, chamámos ele de Teamlab, e era uma plataforma para gerenciamento de projetos e colaboração interna. Ao mesmo tempo, trabalhávamos em editores de documentos online. Mais tarde, decidimos juntar os projetos. 

A ideia era criar um único espaço de trabalho para todas as tarefas diárias que qualquer empresa enfrenta. E nossos usuários realmente gostaram desta plataforma unida e sentimos um grande apoio da comunidade. Mas também entendemos que nossos editores de documentos eram algo especial para nós, e que encontramos algo realmente especial com esta tecnologia. Temos uma equipe que pode fazer maravilhas.

Diolinux: Qual o diferencial do ONLYOFFICE para outras alternativas do mercado?

Galina: Em primeiro lugar eu devo apontar  a interface em HTML5, nossos editores online são baseados nesta tecnologia. Isso permitiu que nós construíssemos editores online com extrema qualidade para formatação e conversão de documentos, assim como o conjunto de aplicações para desktop.

Conseguimos fazer algo importante na questão de entrada e saída de arquivos. Um arquivo processado no ONLYOFFICE mantém o mesmo estilo, parágrafos, símbolos, espaçamento de linha e assim por diante, em qualquer navegador e em qualquer sistema operacional, e claro, também durante a impressão. Nós adicionamos recursos de formatação que anteriormente só estavam disponíveis em editores de desktop, adicionado a isso, temos a combinação com recursos de colaboração e co-edição de documentos em tempo real através da nuvem.

Agora o "ONLYOFFICE Editors" online possui mais recursos de formatação do que o MS Office online e mais recursos colaborativos que o Google Docs.

Como sempre quisemos criar um aplicativo para desktop - para nos livrarmos das limitações do navegador e trabalhar diretamente com recursos do sistema - isso aconteceu logo em sequência. Quem usar o ONLYOFFICE desta forma terá muito mais velocidade.

A versão para Desktop é chamada de "ONLYOFFICE Desktop Editors" e foi desenvolvida com o mesmo núcleo de código da versão online. Isso significa que elas são plataformas cruzadas e plenamente compatíveis. Como a aplicação nasceu do ONLYOFFICE online, você está trabalhando apenas no "modo offline", permitindo que você conecte-se através do aplicativo instalado em seu computador a uma rede privada, acesse seus arquivos e trabalhe por ali mesmo, sem precisar abrir o navegador para isso. Esta é a nossa grande vantagem sobre o LibreOffice. Além disso, comparado com o Libre, temos definitivamente um melhor suporte para formatos do MS Office.

Diolinux: Por que do interesse em lançar o software para Linux também?

Galina: Tínhamos como objetivo criar uma solução multiplataforma para que as pessoas utilizassem o ONLYOFFICE independente da máquina que possuem e do sistema operacional que preferem. E, claro, a comunidade Linux é muito divertida de se trabalhar. Os usuários Linux são exigentes, muito exigentes, e eles foram nossa força motriz e nossa fonte de inspiração em muitos casos.

Diolinux: Em relação ao público brasileiro. Alguns dos nossos leitores informaram que gostariam que a interface do programa estivesse disponível em português do Brasil, assim como o suporte para acentuação.

Galina:  
Estamos trabalhando na tradução da interface para vários idiomas agora. Qualquer falante nativo pode se voluntariar e se juntar ao time de nossos tradutores. Basta contactar-nos para isso. Quanto a acentuação, há realmente um problema por causa do framework incorporado no Chromium usado como um dos componentes no softwares e infelizmente, teremos de esperar até consertarem-lo. Mas uma boa notícia é que o corretor ortográfico já funciona em seu idioma.Diolinux: Por que da decisão de abrir o código fonte da aplicação? 
Galina: Isso veio naturalmente. Nós percebemos que a segurança de dados é uma questão importantíssima para várias empresas, especialmente quando se trata de documentos. Queremos estar abertos, queremos que as pessoas possam confiar em nós, não somente pela nossa palavra, mas pelo código e transparência também. Além disso, precisamos superar essa barreira que as pessoas tem em mente, essas fortes convicções de que "não há nada além do Microsoft Office", que nada melhor pode ser criado.

Nós escolhemos a licença AGPLv3 para o nosso programa. Isso significa que você pode usar o ONLYOFFICE sem restrições, mas se quiser integrá-lo para sua própria solução você terá de abrir seu código fonte também e distribuí-lo com a mesma licença.

Diolinux: Existe alguma forma do público poder colaborar com o desenvolvimento da aplicação? Como funciona?

Galina: Com certeza! Existem várias maneiras de contribuir com o ONLYOFFICE. Você pode se juntar à nossa equipe de desenvolvedores no GitHub, testar o ONLYOFFICE e relatar problemas através do nosso fórum de desenvolvedores ou no Stackoverflow. O ONLYOFFICE oferece também uma API para que todos possam estender as funcionalidades do software, criando plugins e integrando-o com as suas próprias aplicações e ferramentas, como muitos dos nossos parceiros já fazem, tudo isso ajuda-nos a continuar.

Diolinux: Muito obrigado pela oportunidade de entrevistá-los, por favor deixe uma mensagem final para os nossos leitores.

Galina: Nós do ONLYOFFICE criamos editores de documentos realmente legais para você. Um programa gratuito, aberto e independente de navegador, sistema ou dispositivo. Esperamos poder recebê-los como parte de nossa comunidade! Obrigado pela atenção e tenha um ótimo dia!

Uma opção interessante para você!


Se você gostou do que leu e gostaria de testar o ONLYOFFICE você mesmo, basta acessar o site e fazer o download para o seu sistema ou acessar o editor online mesmo.

Até a próxima!
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Ubuntu ganha compilação do Kernel para placas de vídeo AMD com driver AMDGPU DC embutido

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Os proprietários de placas de vídeo da AMD de arquiteturas mais recentes poderão utilizar um Kernel específico com driver AMDGPU embarcado no Ubuntu ou no Linux Mint.

AMDGPU Ubuntu Kernel







Fiquei sabendo hoje de algo muito interessante através do site Phoronix, agora temos um kernel Linux para o Ubuntu com suporte para o driver AMDGPU DC pré-instalado, o pacote parece ter sido feito pelos próprios mantenedores do site.

Este driver AMDGPU DC tem suporte a várias tecnologias novas da AMD e está entrando no Kernel 4.12.x, que ainda não está no Ubuntu por padrão. O "DC display code" provê suporte para áudio HDMI/Display Port para placas modernas da empresa, assim como suporte para HDMI 2.0, suporte para a Radeon Vega, atomic mode-setting e mais algumas coisas.  Este é um pacote experimental que você pode testar por conta e risco, basta fazer o download do .deb aqui.

Se você não se sente seguro em fazer ajustes mais avançados como este, sabemos que muitos leitores do blog são iniciantes, evolvendo o Kernel do sistema, simplesmente NÃO FAÇA! Estes ajustes feitos neste pacote experimental deverão entrar no Kernel do Ubuntu no futuro naturalmente. Se você não está com pressa para usá-los, pode cruzar os braços e clicar no próximo artigo.


Até a próxima!
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Como habilitar o suporte para Streamlabs no OBS no Linux

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

O site Streamlabs ajuda a dar uma dinâmica maior com o público para todos os streamears, sejam aqueles quem fazem isso via YouTube ou TwitchTV. O Open Broadcaster Studio (OBS) é um dos principais softwares para fazer este tipo de atividade, possuindo versões para todas as plataformas, incluindo Linux. Hoje você vai aprender a instalar suporte ao recurso das Streamlabs no seu OBS.

StreamLabs Linux OBS Tutorial






Existem sobreposições que podemos adicionar aos nossos streamings que são provindos de informações vindas de alguns sites, especialmente o Streamlabs. Esses componentes são adicionados nas cenas do OBS (Open Broadcaster Studio) através de um plugin para embedar conteúdo da internet, algo que infelizmente não está disponível nativamente na versão para Linux do OBS.

Apesar disso, é possível habilitar este plugin de uma forma muito simples e é isso que você vai aprender agora.

Como adicionar o suporte para conteúdo de navegador no OBS Linux


Quero agradecer ao NiltonOS, nosso professor do Diolinux EAD, que me ajudou a encontrar a solução para este problema e também a ele que criou a versão compilada com o codec NVENC do OBS para Linux, o que facilita a vida de todos nós que criamos conteúdo em vídeo para a internet.

Para adicionar o suporte para conteúdo Web no seu Open Broadcaster Studio no Linux, incluindo o Streamlabs, você primeiro precisa instalar o OBS:


Uma vez que você tenha o seu OBS já instalado e funcionando, basta rodar estes três comandos no terminal para criar o suporte a conteúdo Web nele:
mkdir -p $HOME/.config/obs-studio/plugins
wget https://github.com/bazukas/obs-linuxbrowser/releases/download/0.2.0/linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz
tar xfvz linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz -C $HOME/.config/obs-studio/plugins
Funciona em qualquer distribuição. Depois de feito isso, ao abrir o seu OBS você encontrará uma opção chamada Linux Browser.

Até a próxima!
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Vídeo conta como o Arch Linux foi criado

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O Arch é uma distribuição Linux de origem canadense e que caiu no gosto de milhares de pessoas ao redor do mundo, hoje vamos entender como foi o nascimento de um dos sistemas que mais conseguiram levar o conceito KISS (Keep It Simple, Stupid!) para o público.

Arch Linux - A história da Distro






Os nossos amigos do canal Oficina do Tux produziram um vídeo muito bacana para contar para você como foi a origem de uma das distribuições mais icônicas do mundo Linux, o Arch Linux. Recoste na cadeira e acompanhe a acensão da fera:


O Arch Linux foi desenvolvido originalmente pelo canadense Judd Vinet. Seu desenvolvimento sempre foi aplicado ao minimalismo e simplicidade de código, esperando sempre que o usuário seja a parte determinante para trazer a coesão que o mesmo espera para o sistema. Um dos grandes destaques do Arch, como é chamado, é sem dúvida o gestor de pacotes Pacman (Package Manager), que foi escrito especialmente para o sistema e é utilizado até hoje para instalar, remover, pesquisar e fazer o upgrade de pacotes do sistema, ou seja, fazer a gestão de software.

O Arch Linux utiliza o chamado modelo Rolling Release de lançamento, isso significa que não existem "versões" do Arch como temos no Ubuntu ou no Debian. O usuário instala o sistema apenas uma vez e vai apenas atualizando, ou pelo menos, esta é a premissa. 

Outro grande destaque é o repositório AUR (Arch User Repository), que como o significado da sigla indica, é o repositório da comunidade de usuários/desenvolvedores do Arch Linux, onde você encontrará pacotes para praticamente qualquer programa disponível para Linux.

Recomendamos a leitura de :




Até a próxima!
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Endless OS marcará presença na Campus Party da Bahia

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sábado, 5 de agosto de 2017

A Endless estará na Campus Party da Bahia para promover o Endless OS e a inclusão digital, os participantes do evento poderão participar de uma promoção e concorrer a um Endless Mini.

Endless OS






A Endless já foi assunto aqui no blog diversas vezes. É uma empresa que eu aprendi a respeitar e admirar, ainda que eu não use o Endless OS no meu dia a dia (pelo menos por enquanto). O objetivo deles é levar a tecnologia para as pessoas que não tem acesso ao conteúdo que a era digital nos proporciona, com muita informação que pode ser acessada mesmo sem internet. Um produto pensando para o nosso mercado.


Neste ano a Endless estará da Campus Party da Bahia apresentando o Endless OS. Durante o evento a empresa irá presentear um "campuseiro", como são chamados os participantes do evento, com um Endless Mini, igual a este que eu mostrei pra vocês um tempo atrás. Para concorrer ao computador os participantes deverão postar vídeos no YouTube demonstrando o Endless OS, sendo que quem fizer o melhor vídeo será o vencedor. Haverá também sorteio de kirts de brindes da Endless para os participantes que tiverem maiores visualizações em seus vídeos.

Um workshop sobre o formato de pacotes Flatpak


Outra coisa bacana que a Endless fará na Campus Party da Bahia é um Workshop sobre o formato Flatpak. O Endless OS foi a primeira distribuição a adotar largamente o Flatpak para componentes do sistema e eles certamente tem muita experiência para passar sobre isso. Se você for ao evento, este Workshop será feito na Arena Fonte Nova na Sexta-feira, dia 11 de Agosto, das 18 horas até as 19 e 30. Você pode saber mais sobre o evento aqui.

Agradecemos a Endless pelas informações e parcerias e se você for até a Campus Party da Bahia, já tem algumas paradas obrigatórias para fazer.

Quer saber mais sobre o Endless OS? Veja como baixar aqui.

Até a próxima!
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O que podemos esperar do Pop!_OS da System76?

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A System76, uma grande fabricante de hardware que vende computadores com Ubuntu pré-instalado, anunciou há algum tempo atrás que estaria dando início ao seu próprio sistema operacional baseado no Ubuntu, o chamado Pop!_OS. Como até então ele parecia apenas uma simples customização de temas, eu nem sequer havia comentado sobre ele aqui no blog e nem no canal, mas aparentemente eles querem ir um pouco além, então vamos falar sobre isso.

Pop!_OS da System76




Todo projeto começa de algum lugar e para mim, o Pop!_OS (o nome é estilizado assim mesmo), nasceu apenas como um tema para o GNOME Shell em cima do Ubuntu, simples assim. Um tema muito bonito na verdade, que você pode aprender a instalar neste outro post aqui do blog. Mas até aí, muitas distros legais surgiram como apenas customizações de outras e depois seguiram seu próprio caminho e se desenvolveram, Ubuntu e Mint são bons exemplos.

A ideia inicial é criar uma experiência diferenciada para os computadores vendidos pela empresa, existem vários modelos no mercado com ótimo desempenho, incluindo computadores gamers. Como o galagoPRO, "concorrente" do MacBook.

Até aí nada demais, outra coisa que é comumente encontrado nos computadores vendidos com Linux é um repositório especial com drivers e otimizações para o hardware, que é algo que a System76 sempre fez também, porém, o sistema parece estar ganhando significância e a empresa está pensando em expandir um pouco o que seria apenas uma "espécie de remasterização" do Ubuntu para seus clientes, inclusive trabalhando com os desenvolvedores do elementary OS para criar um novo instalador para o sistema, que não vai ser exatamente igual ao Ubiquity, padrão do Ubuntu.

Customizado para os clientes e disponível para todos


Um ponto interessante é que o sistema estará disponível para qualquer um, na verdade, você pode baixá-lo agora se quiser, a ISO tem cerca de 1,6 GB de tamanho e é baseada no Ubuntu 17.04 Zesty Zapus.

Apesar de já estar utilizável, o próprio site da System76 informa que a verdadeira versão final e primeira release oficial será apenas em Outubro, juntamente com o Ubuntu 17.10. É possível que outras coisas sejam alteradas, além do tema e outros detalhes.


Fuçando um pouco no sistema eu acabei encontrando várias coisas legais. A instalação em si é praticamente a mesma do Ubuntu, com apenas uma diferença, criamos o usuário depois da instalação, na primeira inicialização, como quando você compra um computador com o sistema pré-instalado. A tela de boot (o Plymouth) também é diferente e bem bonita, como um "Pop" aparecendo do nada (fazendo "pop"?).

Confira algumas imagens da interface GNOME Shell que ele carrega:

Pop OS System76

Pop OS System76

Pop OS System76

A harmonia do tema GTK com os ícones é ótima, talvez tenhamos um dedo do pessoal do elementary neste design, não sei. Além do tema, temos vários wallpapers que combinam muito bem  com a proposta visual e que vem disponíveis por padrão.

Wallpapers System76

Os temas Pop, como são chamados, possuem variações para quem quer eles de forma mais compacta, com o "Pop Slim". Tanto o tema normal quanto este mais compacto tem o "modo Dark', assim como os temas padrões do GNOME Shell, deixando na mão do usuário escolher se quer continuar com este produzido pela companhia ou se quer usar o padrão do GNOME mesmo, o Adwaita.

PPA System76 PopOS

Além dos temas, como eu tinha comentando antes, o sistema vem com o PPA da empresa. Dentro dele encontramos pacotes básicos, o pop-desktop, gnome-control-center, plymouth, entre outros que são empacotados por eles para poder manter a aparência do sistema e funcionalidades específicas, assim fica mais fácil controlar as atualizações e modificações destes componentes.

Um destes pacotes controla as extensões, existem várias que já vem por padrão no Pop!_OS, mas somente algumas são ativadas, como você pode ver, assim, cabe a você escolher o que preferir.

Pop!_OS

Acho interessante uma outra empresa forte como a System76 oferecer um sistema assim, especialmente baseado no Ubuntu, apesar de muitos feedbacks da comunidade, o momento da Canonical é de transição e as coisas podem não ficar ao agrado de todos. Particularmente encaro projetos como este quase como as várias ROMs do Android em aparelhos de companhias diferentes, cada uma personalizando o que seria o sistema puro para tentar atender melhor o consumidor.

O Pop!_OS tem futuro?


Não sei qual o nível de ambição da System76 com o sistema, mas eles tem algo que a maior parte das distros não tem; eles já são uma empresa que vende computadores com Linux de renome (especialmente internacional, no Brasil nem todos conhecem).

Uma das grandes dificuldades das distros é fazer parcerias empresariais para enviar os sistemas de fábrica junto com as máquinas e com isso a System76 não precisa se preocupar. Pesquisando um pouco eu também encontrei um PPA de desenvolvimento onde temos drivers Nvidia otimizados e outros pacotes sensíveis a desempenho, como o mesa, não sei se eles são destinados apenas aos computadores da empresa ou se podem ser utilizados de forma genérica, mas pode ser um outro diferencial do sistema.

Mesmo sendo um PPA feito para computadores que a System76 vende, como os hardwares não são homologados como a Apple faz, é bem possível que funcione em outras máquinas também.

Potencial o sistema tem, resta saber até onde a System76 pretende ir, vamos continuar acompanhando.

Até a próxima!
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