Diolinux - Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens

Lançada a versão 3.0 RC1 do Wine com suporte para DirectX 11 no Linux

Nenhum comentário

sábado, 9 de dezembro de 2017

Os desenvolvedores do Wine anunciaram a versão RC1 do Wine 3.0, essa versão marca o suporte nativo para a API gráfica da Microsoft, DirectX 11.

Wine 3.0 RC1






Essa nova versão do Wine foi lançada com 28 grandes correções, trazendo melhorias e suporte para vários programas e jogos como: The Witcher 3, Metal Slug 2 (GOG), World Of Tanks, SlingPlayer 1.5, MultiSpec 2.8.2016 32-bit, DigitalMicrograph, Anime Studio Professional 8, Temple+, Unigine: Heaven, Sims 4, Fallout 4, Torchlight, Star Trek Online, Final Fantasy XIV, Upwards, Lonely Robot, NieR: Automata, Oblivion Script Extender, pCon.planner, Dys-Vocal 2, Minecraft Java e Soldiers of Anarchy.

Este lançamento é um do tipo "congelamento", como se diz, ou seja, depois das alterações feitas, mais nenhum código será implementado nesta versão, entrando na fase de correções de bugs até que a versão 3.0 final saia.

Você pode saber mais sobre esta versão através do site oficial do Wine, essa versão já está disponível para os usuários de PlayOnLinux e PlayOnMac, assim como no Lutris e no CrossOver.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Greg Kroah-Hartman explica qual a melhor versão do Kernel Linux para projetos de grande longevidade

Nenhum comentário

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

O termo "LTS", uma singla do inglês para "Long Term Support", é amplamente utilizado no mundo dos softwares. Se você conhece o Ubuntu, talvez já tenha ouvido falar no "Ubuntu 16.04 LTS" ou qualquer outro. Esses softwares recebem esse nome como forma de designação do tempo de suporte que seus mantenedores se propõem a mantê-lo.

Linux LTS





Assim como os sistemas operacionais, o Kernel Linux em si também possui versões LTS, basta observar no próprio site do Linux as versões que tem longo suporte.



Greg Kroah-Hartman, juntamente com Linus Torlvalds, é um dos principais mantenedores do Kernel Linux, recentemente ele comentou sobre as versões de longo tempo de suporte do Kernel. Apesar de existirem várias versões atualmente que são mantidas, elas tem longevidades diferentes, então, caso você queria colocar o Linux em um projeto de longo prazo, como uma versão do Android, dispositivos embarcados e internet das coisas, qual versão escolher para que as atualizações de segurança continuem chegando?

A resposta para isso é a versão 4.4. A versão 4.4 terá um suporte estendido (além do tradicional) e terá atualizações até 2022, tornando essa a versão ideal para projetos que precisam de um Kernel estável, praticamente imutável e que ainda receba correções e melhorias. Isso dará conforto para desenvolvedores Android por exemplo e para as empresas que trabalham com internet das coisas.

Distros Linux que tem o objetivo de se manterem estáveis e pouco mutáveis neste sentido também poderão utilizar o mesmo Kernel se desejarem. Mesmo com a numeração antiga, melhorias implementadas em versões mais recentes do Kernel, como a 4.15, poderão ser incluídas nessa na versão 4.4 se elas forem relevantes e não comprometerem a estabilidade do projeto.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Lançado novo TeamViewer 13, escrito em Qt e nativo para Linux

Nenhum comentário
Tivemos recentemente o lançamento de uma nova versão do programa TeamViewer, o que deve ser a solução mais popular para fazer acesso remoto multiplataforma. A versão 13 acaba de chegar e possui muitas novidades na versão de Linux.







O TeamViewer tem suporte para Linux há muito tempo e já funcionava muito bem, eu já tive a oportunidade de utilizar diversas vezes inclusive, no entanto, a versão recém lançada é interessante porque foi toda escrita em Qt e tem suporte para 64 bits sem depender do Wine, como acontecia nas versões antigas.

Segundo a empresa, o motivo para o investimento no desenvolvimento dessa versão reconstruída da ferramenta foi o aumento de clientes que são usuários de Linux e a limitação técnica que o Wine traria para novas versões, sendo mais eficiente fazer uma versão completamente nativa.

Outras melhorias incluem otimizações para o uso de CPU, GPU e melhoria do suporte para transferência de arquivos, entre outras coisas. Você pode baixar a nova versão para Linux no site oficial do TeamViewer.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


O elementary OS para 2018 - Novidades

Nenhum comentário

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Eu gosto muito do projeto elementary OS, a distribuição, além de um visual atrativo, vem criando várias coisas que beneficiam o mundo open source de forma geral, para mim, a Central de Aplicativos "pague o quanto quiser" foi um dos melhores projetos deste ano. Mas com 2017 chegando ao fim, está na hora de pensar no futuro.

elementary OS novidades para 2018






Existem várias implementações que devem ocorrer no próximo ano. Com o lançamento do Ubuntu 18.04 LTS, a base do elementary OS 0.5, codinome "Juno", deverá mudar, juntamente com as versões de praticamente todos os outros pacotes.

Teremos a chegada de um novo instalador para substituir o Ubiquity (atualmente provindo do Ubuntu), esse instalador é o mesmo utilizado atualmente pelo Pop OS da System76, que foi desenvolvido justamente com o apoio da equipe do elementary.

Instalador do elementary OS

Teremos melhorias em vários aplicativos do sistema e alguns também talvez deixem de receber suporte, como o aplicativo de música, visto que atualmente poucas pessoas precisam de um software desse tipo, especialmente por conta de serviços de streaming como Spotify e Deezer.

Existem uma possibilidade de implementação do Wayland como servidor gráfico, no entanto, algumas aplicações ainda precisam ser compatibilizadas. O X.org ainda deve ficar no mundo Linux por um bom tempo, mas a migração é importante. Talvez no próximo ano teremos os primeiros testes.

Outra aplicação que continuará recebemos atualizações e melhorias é o AppCenter, coração do projeto elementary OS. Uma das mudanças previstas está no comportamento de sugestão de pagamento para os desenvolvedores, que deve acontecer também quando as aplicações forem atualizadas.

A paleta de cores dos ícones do sistema também receberá uma atenção extra, assim como os ícones em si, alguns deles podem receber animações, como o ícone de notificações, onde o sininho vai "soar" quase que literalmente:

Notificação elementary OS


Você pode encontrar mais informações sobre o elementary OS e os projetos que estão nos planos da distro no blog oficial.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Game Black Mirror (Point & Click) é lançado para Linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Quem gosta de games que envolvam uma boa história, gosta do gênero Point & Click e curte jogar no Linux, acabou de ganhar um nova opção. Um novo jogo foi lançado da Steam (simultaneamente para Linux, Windows e macOS) e carrega justamente esta proposta.

Black Mirror Steam






Apesar do nome, o game nada tem a ver com o famoso seriado da Netflix, no entanto, ele é um título até mais antigo do que o próprio seriado, sendo uma trilogia (antes deste último), com o primeiro título sendo lançado no início dos anos 2000.

O game tem um estilo que lembra um pouco os contos de H.P. Lovecraft ou do Edgar Allan Poe, focando em uma atmosfera de terror/suspense interessante e uma história misteriosa. Não possui dublagem e nem legenda em Português, no entanto, a dublagem (pelos trailers) parece ser muito bem feita e os gráficos são razoavelmente bons, com uma pegada gótica.


Atualmente o game está disponível na Steam com 10% de desconto, se você curte este estilo de jogo, vale a pena dar uma olhada.

Pra quem curte games Point & Click, eu convido para dar uma olhada no game BR que eu zerei em uma das lives do canal, "A lenda do cabeça de cuia", clique aqui pra ver.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Desktop Folder - Tornando a área de trabalho do elementary OS útil novamente

Nenhum comentário

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Uma das maiores críticas ao Desktop no elementary OS é que a área de trabalho serve apenas para comportar o papel de parede, o que na minha opinião é um desperdício de espaço, afinal, quem não quer não itens na área de trabalho, simplesmente não coloca eles ali, ou o Desktop poderia ser habilitado e desabilitado, semelhante ao que é possível de fazer no GNOME Shell. Infelizmente não é isso que acontece, mas agora você tem uma alternativa.

elementary OS Desktop






Juntamente com o lançamento da nova Central de aplicativos Indie do elementary OS onde os desenvolvedores podem cobrar pelos aplicativos e os usuários podem pagar o quanto quiserem, vários projetos feitos exclusivamente para o elementary com integração ao sistema passaram a existir.





Um dos aplicativos feitos sob medida para o elementary OS é o Desktop Folder que você encontra a loja de Apps:

elementary OS Desktop Folder

Baixe o aplicativo na loja e abra ele pelo menu "Aplicativos.

Os recursos do Desktop Folder


Esse aplicativo não ativa o Desktop do elementary OS propriamente dito, mas funciona como os Widgets do projeto KDE Plasma, dando uma funcionalidade muito parecida.

Atrvés dele você consegue criar painéis no Desktop e dentro destes painéis (que você pode modificar livremente) você poderá criar pastas, atalhos, arquivos de texto, etc.

Configurações da área de trabalho do elementary OS

Se você não gostar dessa película que aparece sobre o papel de parede, você pode tirar a cor dele,  assim ele fica transparente, ou ainda usar outra cor. Você pode esticar o painel para o tamanho de todo o Destkop para você poder aproveitar todos os espaços.

Você também pode criar vários Desktop Folders também para armazenar arquivos de forma separada.

Configuração do elementary OS

Os arquivos que você colocar dentro dessa pasta na Área de Trabalho ficam dentro da sua Home, dentro da pasta Desktop, dentro da pasta com o nome do Painel que você criou, as suas notas ficam dentro da mesma pasta.

Caso você queira a experiência Desktop "limpa", como eu comentei, basta tirar a cor e os arquivos vão ficar como ficariam no Desktop tradicional:

elementary OS

Espero que você tenha gostado da dica, ela deixa o elementary OS muito mais produtivo, sem sombra de dúvidas.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Como instalar o Kernel do Ubuntu no Deepin Linux

Nenhum comentário

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O interessante de distribuições derivadas do Debian é que em linhas gerais elas são compatíveis entre si, com algumas pequenas exceções. Hoje você vai aprender a instalar o Kernel do Ubuntu no Deepin, a distro chinesa que chama tanto a atenção das pessoas pelo seu design aprimorado e usabilidade simples.

Ubuntu Kernel no Deepin






Usar o Kernel do Ubuntu no Deepin pode ter algumas utilidades. Apesar do Deepin ser Rolling Release, ele não é Bleeding Edge, ou seja, nem tudo está nas últimas versões em seu repositório, o Kernel inclusive. 

O Kernel Linux é a parte do sistema operacional que contém os drivers e por isso, versões mais recentes podem ser vantajosas em alguns aspectos, podendo trazer versões mais recentes de componentes que vão influenciar no desempenho do sistema, como os de drivers de vídeo, drivers de rede também, o que pode até mesmo melhorar o seu sinal de Wi-Fi.

Eu não vejo o Kernel do Deepin como algo suspeito, simplesmente pela distro ser chinesa, isso é um tanto quanto falacioso na minha opinião, no entanto, se isso te incomoda de alguma forma, usar o Kernel do Ubuntu pode deixar você mais tranquilo.

Como instalar o Kernel do Ubuntu no Deepin


Vamos fazer da forma mais simples possível. O primeiro passo é acessar o repositório de Kernels do Ubuntu.



Kernel do Ubuntu

No repositório você encontra as pastas com a versão do Kernel, você pode escolher a versão que você quiser para instalar. No meu caso vou usar a versão 4.14 (já existem até algumas versões mais recentes 4.14.1 e 4.14.2), esta é a versão mais atual no momento deste tutorial.

Escolha a versão desejada e e clique na pasta.

Baixando o Kernel

Dentro do diretório você encontrará varias sessões diferentes, observe para qual arquitetura são os pacotes. Para sistemas de 64 bits nós vamos baixar os pacotes contidos abaixo de "Build for amd64 suceeded".

Dentro de cada sessão haverão também pacotes para o Kernel de baixa latência, a menos que você precise dele, você deve baixar apenas os outros pacotes.




Você só precisa baixar 3 pacotes, o que termina com "all deb", o "linux headers" e o "linux image". Caso queira baixar o Kernel de baixa latência, você deverá baixar o "all deb" também e os outros dois que contém "lowlatency" no nome.

Neste exemplo vou baixar os pacotes assinalados na imagem acima. São 3 pacotes .deb:

Kernel Ubuntu no Deepin

Basta instalar eles em ordem dando dois cliques:

Instalar o Kernel

Depois de instalar os 3 pacotes, para o novo Kernel ser reconhecido no GRUB na inicialização do sistema é necessário atualizar o GRUB. Caso você não se importe de usar o terminal, basta digitar o seguinte comando nele:
sudo update-grub

Sudo update Grub

Claro, é possível fazer essa atualização sem usar o terminal também, mas para isso vamos precisar de uma ferramenta chamada GRUB Customizer.

Para o Deepin basta baixar o pacote .deb daqui e fazer a instalação dando dois cliques.

GRUB Customizer

Basta atualizar a lista e reinstalar o GRUB, você pode também ordenar as entradas livremente como você bem entender.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Linux Mint 18.3 "Sylvia" foi lançado com novidades interessantes!

Nenhum comentário

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Para os que estavam aguardando, finalmente chegou a mais recente versão do Linux Mint. A série 18 continua sendo baseada no Ubuntu 16.04 LTS e possui uma base sólida e estável chegando agora à terceira e última release do ciclo, a 18.3. Confira as novidades e faça o download.

Essa nova versão do Linux Mint traz, o que é pra mim, a distribuição Linux mais funcional da atualidade, não mais bela, mas a mais funcional. São ferramentas e mais ferramentas interessantes disponíveis para finalidades diferentes que permitem que qualquer usuário leigo utilize a distribuição sem maiores problemas. Agradando tanto aqueles que só usam o computador para navegar na internet, quanto aqueles que esperam um pouco mais do computador.

Eu mostrei todas as principais novidades do Linux Mint em um vídeo, confira:



Hoje foram anunciadas as duas versões principais do Linux Mint 18.3, a versão com Cinnamon e a versão com a interface MATE. Ambas vem carregadas de novidades que você pode conferir nas notas de lançamento diretamente no blog oficial do Linux Mint.

Meus destaques


O Linux Mint é a primeira das distribuições Linux "populares" a trazer suporte nativo a pacotes Flatpak via Flathub em sua remodelada Central de Aplicativos. Sim, temos o Endless OS que já atende dessa forma há algum tempo, mas são sistemas de segmentos ligeiramente diferentes, temos suporte via GNOME Software também, mas não exatamente da mesma forma.

Esse novo repositório garante o acesso a vários softwares novos de forma independente, com todas as vantagens que o Flatpak pode trazer. A nova Loja de Apps trás uma categoria específica para eles, no entanto, a utilização deles, a integração com o sistema, instalação e remoção é exatamente a mesma de outros pacotes.

O único defeito que eu percebi é que algumas aplicações Flatpak não respeitam o tema GTK do Linux Mint, utilizando o padrão Adwaita do GNOME Shell.

Central de aplicativos do Linux MInt


Além da nova Central de aplicativos, outras coisas interessantes que foram adicionadas foram softwares novos. Como o TimeShift e o RedShift, o primeiro pode ser utilizado para Backup e o segundo, para deixar os seus "olhinhos de noite serena" mais confortáveis com o passar do dia.

Personalização do Cinnamon


O Cinnamon, que vem com a versão principal do Linux MInt, é uma interface muito mais personalizável do que parece. Recomendo que você confira este vídeo sobre a customização da interface:


Uma das novidades incluídas na atualização que acabou de sair é o suporte para barras de progresso no Painel inferior, algo que é extremamente comum no mundo Windows, mas não deixa de ser uma perfumaria bacana. Eu detalhei melhor essas novidades neste outro artigo, sinta-se livre para conferir.

Linux Mint 18.3 "Sylvia" Download


Você pode baixar o Linux Mint 18.3, codinome "Sylvia" em ISOs de 32 e 64 bits, sendo que as de 64 bits tem suporte para UEFI e são recomendadas para máquinas mais recentes (na verdade, de 2007 em diante geralmente).

Quem estava utilizando a versão 18.3 Beta pode simplesmente abrir o gestor de atualizações e aplicar as atualizações sugeridas, estando assim rodando a versão mais recente.

Para aqueles que desejam atualizar da versão 18.2 ou 18.1 para esta versão nós vamos postar um tutorial em breve aqui no blog, então fique ligado.

Faça o download via Torrent dos seguintes link:





Se preferir fazer downloads diretos da ISO, consulte esta página. Se precisar conferir a sua ISO para saber se ela foi baixada sem problemas e de forma íntegra, veja o nosso tutorial de como verificar a soma da ISOs (baixar por torrent praticamente anula este problema):


O próximo lançamento do Linux Mint ainda não tem nome, mas só deve acontecer em meados de Maio de 2018, sendo a primeira versão da série 19 do sistema e já baseado no Ubuntu 18.04 LTS que sairá em Abril.

E você, já testou essa nova versão do Linux Mint? Gostou das novidades? Conte pra gente as suas impressões sobre a versão 18.3 através da sessão de comentários, até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Quem está construindo o Linux em 2017

Nenhum comentário

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O Linux é um dos maiores projetos colaborativos de software do mundo, se não for o maior de fato. Isso acontece por conta a imensa quantidade de colaboradores que existem ao redor do mundo, são empresas de vários segmentos diferentes e colaboradores pessoais contribuindo diariamente.

Quem faz o Linux em 2017






Chegamos em 2017 e temos a plataforma Linux sendo utilizada em diversas esferas da tecnologia. Segundo a Linux Foundation, cerca de 90% de serviços em nuvem rodam em Linux, 82% dos Smartphones do mundo, 62% do mercado de embarcados e 99% do mercado de supercomputadores, sendo que se for levar em consideração os Top 500 supercomputadores, então hoje o Linux estaria em 100% deles. 

Além desses números, temos outras variadas aplicações onde o Linux é utilizado, de televisores a ordenhadeiras. Em 2017 tivemos o Linux Kernel Development Report, onde foram divulgados alguns dados interessantes.

Desde 2005, quando o Git foi adotado como sistema de controle versão do Kernel (O mesmo Git que a Microsoft agora usa para versionar até o Windows) , foram mais de 15 mil desenvolvedores contribuindo com código e mais de 1.400 empresas. No ano passado, 2016, foram 4,300 desenvolvedores e mais de 500 empresas, de todos estes, 1670 contribuíram pela primeira vez, ou seja, praticamente um terço.

As 10 principais empresas que patrocinaram o desenvolvimento do Kernel Linux no último ano foram a Intel, Red Hat, Linaro, IBM, Samsung, SUSE, Google, AMD, Renesas e a Mellanox. A Microsoft também contribuiu bastante mas não foi o suficiente para ficar no Top 10.

Um exemplo de que software livre não é software grátis, como muitos confundem, é que é custoso desenvolvedor o Linux. A maior parte do desenvolvimento repousa sobre empresas e desenvolvedores pagos, apenas 8,2% das contribuições foram feitas por voluntários e desenvolvedores não pagos.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Kernel Linux 4.15 terá melhor suporte para placas AMD

Nenhum comentário

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Boas novas para os usuários Linux que vão aderir às novas gerações de placas de vídeos da AMD, a nova versão do Kernel Linux trará suporte nativo para elas de forma aprimorada.

AMD no Kernel Linux 4.15






Nesta semana eu e o Gabriel, que trabalha no Diolinux comigo (e no canal Toca do Tux), tivemos uma reunião com o pessoal da AMD (em breve teremos conteúdo para o canal Diolinux) e colhemos algumas boas novidades.

O futuro Kernel Linux 4.15, que ainda será liberado, vem com mais de 130 mil linhas de código novas provindas da AMD, suportando especialmente a nova arquitetura Vega. O novo Kernel virá com o AMDGPU DC, que é uma implementação de código para o driver AMDGPU DRM. Ele trará suporte para o "atomic mode-setting", suporte para as placas RX Vega out-of-the-box, suporte para Raven Ridge, Audio HDMI/DP e até mesmo para o FreeSync e mais alguns recursos que a AMD vem implementando em seus últimos produtos.

Até o momento o AMDGPU DC será habilitado por padrão somente em hardware Vega, no entanto, implementações para outros hardwares poderão ser feitas manualmente pelo usuário ou talvez pelas próprias distribuições Linux conforme elas empacotarem seus drivers.

Existem alguns testes muito consistentes mostrando que o desempenho das novas Vega no Linux são muito bons, o suficiente para competir, pelo menos em parte, com o suporte que a Nvidia dá para o Linux atualmente. Se isso realmente acontecer seŕa ótimo para o mercado. 

O fato interessante aqui é que você não vai precisar instalar drivers para utilizar essas placas, basta conectá-las ao seu computador e o suporte será nativo. As futuras gerações da AMD para Linux prometem, fique ligado no Diolinux para acompanhar o material que produzimos e até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


PulseEffects - Um equalizador de som poderoso para Linux

Nenhum comentário
Hoje vou trazer uma dica para vocês que foi enviada pelo meu grande amigo Cícero Moraes, um verdadeiro gênio do Blender 3D que eu tive a oportunidade de entrevistar recentemente

Pulse Effects






O Pulse Audio é o servidor de som padrão de várias distribuições Linux e é compatível com outras plataformas também, como o BSD e macOS. Não é a primeira vez que falamos de equalizadores de som aqui no blog, se este não lhe agradar, considere dar uma olhada neste outro.

O PulseEffects é um equalizador que permite que você modifique o som com presets e configurações ajustáveis para cada aplicação, incluindo compressão e reverberação.

Pulse Effects

Você pode baixar o Pulse Effects no formato .deb para Ubuntu, Linux, Deepin e derivados neste link. 

Caso você utilize um sistema de 32 bits, instale este pacote. Basta baixar e instalar dando dois cliques. Depois de instalado você encontra o software no menu de aplicativos do seu sistema.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Linux agora está em 100% dos Top 500 Supercomputadores do mundo!

Nenhum comentário

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Há praticamente dois anos eu postava aqui no blog sobre o índice de 99% dos TOP 500 Supercomputadores do mundo rodarem Linux. Depois desse período o sistema do pinguim avançou um pouco mais tomou conta do segmento rodando em absolutamente todas as máquinas do Top 500.

Top 500 Supercomputers Run Linux






De acordo com a lista do TOP500.org, agora todos os Supercomputadores da lista rodam Linux. Claro, uma das perguntas que podemos fazer é: Já que todos eles rodam com o Kernel Linux, quais distribuições são utilizadas nesses "monstros"?

A reposta para isso é relativamente simples e tem tudo a ver com a filosofia do código aberto e com as características do Linux. São distribuições customizadas para cada Supercomputador, como o "Sunway RaiseOS", que roda no que é atualmente o Supercomputador mais rápido do mundo, o "Sunway TaihuLight", que fica na China e tem mais de 650 mil processadores. 😵

Dentre as distros conhecidas, 5 computadores desse TOP 500 rodam Ubuntu, 20 usam Red Hat Enterprise Linux e 109 rodam Cent OS, a "versão grátis" do Red Hat EL.

A maleabilidade de código, eficiência, segurança e robustez garantem a preferência pelo Linux como plataforma para essas super máquinas que conseguem processar até 93 petaflops de dados, que é o caso do Supercomputador mais rápido, no entanto, os chineses pretendem aumentar até 33% essa capacidade, chegando em breve a pouco mais de 120 petaflops.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Linux, Hardware e PC Gamer, vamos debater! - Canal Peperaio Hardware

Nenhum comentário

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Recentemente eu pude fazer um vídeo colaborativo em dos canais mais respeitados sobre hardware do Brasil, o Peperaio Hardware. No vídeo em questão eu comentei sobre a situação atual do cenário de hardware envolvendo o Linux, jogos e computadores gamers.

Linux e Hardware






No bate-papo, eu conversei com o Lucas Peperaio, dono do canal, onde discutimos vários assuntos relacionados a hardware e Linux. Existem muitos mitos ainda no entorno destes assuntos, como a possibilidade de usar Linux para jogar na Steam, suporte por parte de fabricantes a hardware de ponta, entre outra coisas, é um vídeo muito interessante.

Como é uma conversa, caso você prefira, você pode também apenas "dar um play" e ficar ouvindo. O conteúdo pode ser absorvido desta forma também sem maiores problemas, aproveite o vídeo e conheça também o canal Peperario Hardware, vale muito a pena.


Como é sempre bom debater, aproveite e comente a sua experiência com Linux neste aspecto logo abaixo e lá no canal do Lucas também, até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Zorin OS, de um sonho adolescente a uma startup promissora

Nenhum comentário

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Você já deve ter lido algumas histórias por aí de como surgiram alguns sistemas operacionais (distros Linux incluídas), geralmente são histórias interessantes onde os criadores, com um bom conhecimento técnico, estavam tentando resolver um problema que enfrentavam, essa é a história do Kernel Linux em si inclusive. Hoje você vai conhecer um pouco mais sobre uma das primeiras distros que eu utilizei e que continua prosperando, o Zorin OS.

Zorin OS






Eu já contei algumas vezes nos vídeos do canal como foram as minhas primeiras experiências com o mundo Linux. Duas distribuições foram as responsáveis por eu conseguir dar os meus primeiros passos sozinho com um novo sistema operacional, são elas o Linux Mint e o Zorin OS. Ambos com propostas semelhantes e com várias diferenças entre si.

Desde a época que eu utilizava o Zorin OS lá nos meus primórdios no mundo Linux a distro utiliza o GNOME como interface, era um GNOME 2 muito modificado. Com o tempo o Zorin mudou e atualmente o usa o GNOME 3 como ambiente gráfico, porém, ao invés de usar o Shell tradicional do GNOME ele usa um diferente chamado "Zorin Shell", que dá toda a aparência e funcionalidade que o sistema tem. Abaixo você pode conferir um dos vídeos mais recentes que eu fiz sobre ele no canal para ter uma ideia de como funciona:



Recentemente os desenvolvedores anunciaram que o sistema bateu 1 milhão de downloads, é claro que nem todas estas pessoas usam o sistema em seu dia a dia, mas isso indica o quanto de curiosidade um ambiente como o do Zorin pode despertar ao público. Tendo como objetivo ser uma "porta de entrada" para usuários de Windows, os desenvolvedores viram que a maior parte dos downloads realmente vem de sistemas proprietários, com macOS e Microsoft Windows, reforçando a ideia de que o objetivo inicial da distribuição está sendo atingido.

Em uma entrevista ao site "It's FOSS", o irlandês, criador da distro, Artyom Zorin, comenta um pouco sobre a sua trajetória com o mundo Linux e os motivos e objetivos de terem criado a distribuição. As primeiras versões foram criadas ainda em sua adolescência, juntamente com seu irmão, quando ambos tinham entre 12 e 14 anos. Os testes eram primariamente feitos com o pai deles. 

Segundo o relato, Zorin (o cara, não a distro) havia testado o Ubuntu 7.10 e adorado, mas quando foi mostrar o mesmo para o pai, na intenção de fazê-lo usar Linux, a reação dele foi adversa, especialmente pelo aspecto visual estar muito longe do que o que ele estava acostumado, sendo usuário de Windows de longa data.

Zorin Brothers
Kyrill e Artyom Zorin em 2015

Por conta disso o Zorin OS nasceu com a missão de tornar a transição Windows/Linux mais simples e com a menor quantidade de atrito possível. Para conseguir fazer isso eles tiveram que aprender a programar, conforme eles aprendiam com tutoriais, livros e o que mais pudessem encontrar, eles foram construindo o Zorin OS e em 2008 lançaram a primeira versão.

Atualmente ambos vivem do Zorin OS e desenvolveram uma empresa no entorno da distribuição, que inclusive possui uma versão paga com algumas ferramentas extras de configuração e que custa apenas 19 Euros. A distro é baseada no Ubuntu e possui um Shell próprio, como já comentado, modificado a partir do GNOME Shell.

Eu acho extremamente inspiradora uma história como esta, o que mostra que ter força de vontade e fé no seu trabalho já é meio caminho andado para algo dar certo, a segunda parte consiste basicamente em "arregaçar as mangas" e fazer acontecer.

Quer saber mais sobre o Zorin OS? Acesse o site, lá você pode baixar o Zorin OS Core 12.2 (atualmente), que é a versão grátis do sistema.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ataribox com APU da AMD e Linux como sistema operacional

Nenhum comentário

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Um novo console da Atari deve pintar no mercado em 2018, o Ataribox, como está sendo chamado, procura fazer um redesign dos clássicos Ataris e trazer, além de um retro console (assim como fez a Nintendo), trazer também um sistema de entretenimento baseado em Linux.

Ataribox Linux e AMD






2018 deverá trazer o Ataribox para o mercado, ele usará  uma APU da AMD com um sistema operacional baseado em Linux, na intenção de trazer entretenimento e saudosismo para os consumidores. A ideia é que ele funcione como um TV Box Android, semelhante ao que temos hoje, com um sistema de código aberto para as pessoas possam fazer o que bem entenderem com ele.

Em declaração o general manager da Atari, Feargal Mac Conuladh comentou:

"As pessoas estão habituadas à flexibilidade de um PC, mas a maior parte dos dispositivos que conectamos à TV atualmente possuem sistemas fechados e lojas de conteúdos próprias. O Ataribox é um sistema aberto, e, apesar da nossa interface de usuário ser simples de usar, as pessoas terão a liberdade de personalizar o sistema operativo."

Teoricamente, teremos um chip da AMD feito sob medida para ele, assim como seus drivers para o Linux. O design que lembra um "retrô moderno" deve agradar muitas pessoas que vão querer ele nas suas salas de estar.

Você pode saber mais no site oficial e inclusive, entrar para a lista de espera.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Adobe usa Ubuntu para mostrar sua nova ferramenta "Scribbler"

Nenhum comentário

sábado, 28 de outubro de 2017

A Adobe costuma mostrar muitos projetos e tecnologias que eventualmente (mais cedo ou mais tarde) acabam incorporando a Creative Suite, com programas famosos, como o Photoshop. Na Adobe MAX 2017 a empresa mostrou o Scribbler, uma ferramenta incrível que consegue colorir imagens automaticamente usando inteligência artificial.

Adobe Project Scribller





A nova ferramenta da Adobe tem uma funcionalidade incrível e possivelmente integrará em breve o Adobe Photoshop ou talvez saia como um plugin ou ferramenta Standalone, inclusive rodando através do navegador, ainda não sabemos exatamente como ela será implementada, mas um fato curioso no entorno da apresentação é a utilização de Linux como plataforma para a demonstração do Scribller.


Dá para perceber em vários momentos a presença do Ubuntu com a interface Unity, provavelmente o Ubuntu 16.04 LTS, rodando o projeto através do Google Chrome, temos também um terminal aberto. 

Isso me faz supor que o Scribbler é de fato um projeto feito para rodar acessando um servidor, talvez a demonstração estivesse rodando em um servidor local (por isso do terminal aberto e do Linux também), e o conteúdo sendo acessado através do Google Chrome. É só um palpite.

Project Scribbler

O Scribbler faz uma análise à partir de várias fotos pré-selecionadas pelos desenvolvedores para palpitar qual seriam as melhores cores para as imagens. Ele é capaz de color pinturas antigas, fotos em P&B e até mesmo desenhos. Na apresentação também foi-nos informado que a ferramenta ainda vai receber ajustes que permitirão que as pessoas façam também pequenas modificações no resultado final, como a alteração do tom de pele. Outra coisa interessante que vale a pena pontuar é que é possível inserir texturas de amostra para que o software cubra a imagens baseadas na sua sugestão ativa, como foi demonstração com a imagem da bolsa no vídeo anterior.


É interessante ver como o Linux funciona nos bastidores de muitas tecnologias, muitas vezes ficando em segundo plano para o público, mas garantindo a infraestrutura de projetos muito interessantes, tais como o Scribbler. A Red Hat por exemplo é uma das grandes parceiras da Adobe para a manutenção de suas estruturas.

Interessante, não? Claro que é inevitável tocar no assunto da suíte da Adobe nativa para Linux, nos próprios comentários deste vídeo vemos várias pessoas mencionando o assunto e fazendo este pedido. Conforme a forma com que os softwares são distribuídos mudam, trabalhando cada vez mais diretamente com a nuvem, talvez nos aproximemos desta compatibilidade, pacotes Flatpak, Snap e afins também devem ajudar. Nunca se sabe.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo