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Gnome Pie - Porque tortas não mentem

Achou o título curioso? Pois é! Este é o lema do Gnome Pie, uma aplicação que pode agilizar muito a sua vida e te deixar feliz, igualzinho um pedaço de bolo.

Gnome Pie



O Gnome Pie é uma aplicação do tipo "lançador" que você pode usar no seu Desktop Linux. Ele tem um formato circular e cada aplicação é como se fosse "um pedaço da torta ou do bolo". Confira o vídeo à seguir para entender melhor o funcionamento:


O software é muito versátil, você pode utilizá-lo à partir de teclas de atalho de qualquer janela do seu sistema operacional, a qualquer momento. Você pode configurar qual é a combinação de teclas que vai abrir o Gnome Pie.

As funções do Gnome Pie vão desde abrir rapidamente os programas que você selecionar a executar ações e até mesmo comandos que você pode selecionar. Tudo isso pode ser configurado nas opções do programa, essas configurações você pode acessar através de um ícone indicador que fica perto da área de notificações da sua interface.

Confira alguns exemplos de configurações e recursos:



Instalação do Gnome Pie


Se você gostou do que viu e gostaria de utilizar a aplicação na sua distribuição, consulte a página oficial do projeto, nela os desenvolvedores dão as dicas de como utilizar e instalar o Gnome Pie em diferentes sistemas.

Se você curte este tipo de utilitário, acho que você vai gostar também de conhecer o Synapse e o Cerebro, são duas ótimas ferramentas também, com uma proposta um pouco diferentes.

Até a próxima!
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Distros Linux poderão incluir o Codec MP3 por padrão sem complicações legais

Finalmente as empresas e usuários poderão distribuir softwares compatíveis nativamente com o MP3 sem precisar pagar royalties para os criadores do formato, isso aconteceu por conta da expiração da última patente que repousava sobre o MP3, um dos formatos de áudio mais populares do mundo.

MP3 agora é grátis



A empresa Fraunhofer, principal responsável pelo desenvolvimento do popular formato MP3, divulgou uma nota recentemente onde comentava que a última patente referente ao formato em questão teria expirado no último dia 23 de Abril, permitindo que agora as empresas e usuários possam distribuir recursos (softwares e hardwares) que tenham suporte ao MP3 sem precisar pagar.

A distribuição de formatos como o MP3 em distribuições Linux sempre variou de distribuição para distribuição, a maior parte delas acabou procurando criar uma forma simples de instalar o codec, muitas vezes junto a outros tantos em um pacote, de forma a não precisar embutir ele no sistema, pois isso limitaria a distribuição legal do sistema operacional em alguns países, como os EUA. Este é o caso do Ubuntu por exemplo, que criou o meta pacote "ubuntu-restricted-extras" justamente para instalar um pacote de codecs que não poderia ser incluído da ISO do sistema por padrão por conta de patentes.

Outras distros que nunca foram vendidas na América do Norte no entanto, como o Linux Mint, incluíram por muitos anos os codecs nativamente, algo que mudou recentemente, devido ao Mint ter se focado em se tornar uma distro que pudesse ser vendida em computadores de varejo também, como o Ubuntu. Neste caso em específico, a distro optou por remover os codecs, não somente por conta do MP3, claro, entretanto, agora que o MP3 está livre parar utilização, todas as distros que quiserem poderão incluir o codec no próprio sistema, sem a necessidade de que o usuário instale de outra forma e sem precisar pagar nada.

O MP3 é um formato muito popular e querido até hoje, ele costuma ser pequeno e ter uma boa qualidade de áudio, o que o torna ideal para carregar em dispositivos móveis, mesmo assim é bom que você não confunda, o formato MP3 agora ser grátis não significa que baixar músicas neste formato passou a ser legal, são patentes diferentes, a do codec MP3 e o conteúdo armazenado neste formato.

Até a próxima!
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terça-feira, 16 de maio de 2017

Conheça o Linux Mint com interface XFCE

O Linux Mint possui quatro versões com interfaces diferentes oficialmente suportadas, hoje você vai conhecer um pouco melhor a versão com interface XFCE, uma versão leve, que assim como a versão MATE do Mint, pode ser utilizada em computadores com recursos mais limitados.

Linux Mint XFCE




O Linux Mint XFCE possui um conceito visual, e até mesmo de desktop no que tange as aplicações disponíveis pré-instaladas, que rementem às outras versões do Linux Mint, como as principais, com Cinnamon e MATE.



Para os interessados em testar esta versão específica do Mint, basta acessar o site oficial e selecionar a opção com a interface XFCE. Baixe o sistema preferencialmente por torrent.

Até a próxima!
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Como instalar a última versão do VLC no Ubuntu e no Linux Mint

O VLC Media Player é pra mim o melhor programa da categoria do mercado, sendo uma aplicação que possui versões para todas as plataformas que você puder imaginar (talvez até as que você não consiga) e tem se mantido em meu computador como uma das ferramentas mais úteis ao longo dos últimos anos.

VLC Media Player




O VLC disponibiliza uma versão Nightly para os usuários, essa é a última versão do player e normalmente traz recursos interessantes, ainda que experimentais, como a compatibilidade com o Google Chromecast. 

Usuários do Ubuntu e do Linux Mint podem utilizar um PPA para ter a última versão disponível do VLC Media Player:
sudo add-apt-repository ppa:videolan/master-daily
sudo apt update 
sudo apt install vlc
Se você preferir instalar sem utilizar o terminal, confira este artigo que te mostra como usar PPA em modo gráfico. 
VLC em sua última versão

Até a próxima!
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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Instale o tema GTK e ícones do Deepin em outras distros Linux

O Deepin é uma distribuição Linux sem par quando se fala em design e conceitos elegantes de interface, ainda que isso não seja tudo em um sistema operacional, certamente é uma parte importante, por isso vamos aprender a transportar um pouco deste "charme" para outras distros.

Deepin Linux Theme para Ubuntu e Linux Mint
Linux Mint Cinnamon com o Tema



Os temas do Linux Deepin estão disponíveis da página do projeto GitHub, assim como o código fonte de todas as demais aplicações próprias. Então os interessados em usar o tema GTK do Deepin e os temas de ícones do sistema, podem fazê-lo sem maiores problemas.

Pelos testes que eu fiz, somente o tema GTK não ficou muito bem adaptado ao Ubuntu 16.04 LTS e ao Linux Mint 18.1, mas em distros que usarem uma versão do GTK mais recente ele funcionará bem. Ainda assim, com alguns ajustes os temas ficarão muito bem.



Quem se interessar em baixar os fontes pode fazê-lo dali, mas para facilitar um pouco a instalação, eu criei um pacote .zip para você simplesmente extrair para a sua home e instalar automaticamente os ícones.
Baixando o pacote .zip de 14 MB aproximadamente, basta extrair as pastas ".themes" e ".icons" para a sua pasta pessoal, elas serão pastas ocultas, depois disso, vá até a ferramenta de ajustes de temas e configure os temas conforme desejar. Dando o exemplo do ambiente Cinnamon, eu o configurei desta forma para ficar com o visual harmonioso que você vê na primeira imagem deste artigo.

Configuração de tema

Além dos temas GTK e de ícones, também ficará disponível para você o tema de cursores do Deepin, que também é muito belo.

Se quiser levar um pouco mais do design do Deepin para o seu sistema, você pode baixar também os papeis de parede da distribuição, é uma bela seleção de imagens, sem dúvida.

Até a próxima!
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Blender - Como renderizar projetos 3D com GPU NVIDIA (CUDA) no Ubuntu e no Linux Mint

O Blender é um poderoso programa de manipulação 3D, como Maya, 3D Studio Max e Cinema 4D.  O programa traz consigo dois motores de renderização, o Blender Render, mais antigo, e o Cycles Render, mais moderno e com simulação de luz mais realista. Mas renderizar um projeto 3D pode ser algo muito pesado e demorado. O Cycles Render, felizmente, aceita renderização via placa de vídeo, ou seja, via GPU (o Blender Render somente aceita renderização via CPU).

Renderizar via GPU proporcionará uma economia enorme de tempo. A diferença de tempo de renderização entre CPU e GPU pode superar os 50%.

Render GPU - Blender




Antes de continuar com a explicação, alguns avisos: 

-Este tutorial usou o Ubuntu 16.04 (versão LTS) como base, mas deve funcionar em todos os derivados, incluindo o Linux Mint, no qual nós também testamos.

-Você não conseguirá renderizar via GPU se seu projeto requerer mais memória do que sua placa de vídeo possui;

-Se você usou algum recurso 3D que ainda não é suportado via GPU, também não será possível usar sua placa de vídeo. Mas a cada versão nova do Blender o suporte à GPU aumenta.

Passo 1: Instalar do ToolKit


Para trabalhar com renderização utilizando CUDA, você precisa obviamente de uma placa Nvidia e também precisa que os drivers estejam instalados corretamente, use de preferência os drivers mais recentes para o seu sistema.

O primeiro passo para usar a renderização via GPU é instalar o toolkit do CUDA (que é a tecnologia de GPGPU da NVIDIA, cujo objetivo é permitir programação de propósito geral via GPU). Para instalar o toolkit via repositório padrão do Ubuntu ou do Linux Mint, execute o comando:
sudo apt install nvidia-cuda-toolkit nvidia-modprobe
Após, reinicie o sistema operacional.

Passo 1 (Alternativo): Instalação do ToolKit 

Antes de passar ao passo 2, também é possível instalar o toolkit através do site da NVIDIA, se você instalou pelo terminal, não é necessário fazer este passo. Para tanto, acesse o link https://developer.nvidia.com/cuda-downloads. Uma vez no site, siga o roteiro abaixo.

1 - Escolha Linux

Nvidia CUDA Linux

2 - Escolha a arquitetura x86_64 (essa é a arquitetura dos PCs, sejam desktops ou notebooks);

Nvidia CUDA Linux

3 - Escolha sua distribuição (aqui usaremos o Ubuntu);

Nvidia CUDA Linux

4 - Escolha a versão do Ubuntu. As duas opções listadas são LTS. Se seu Ubuntu for mais recente, escolha a versão para Ubuntu 16.04 (Essa seria a opção para o Linux Mint 18.x também);

Nvidia CUDA Linux

5 - Escolha o tipo de instalador. Recomendo usar a versão deb. Há duas variações, local e network. A versão local conterá todos os arquivos, e pesará cerca de 1.9GB. A versão network é apenas um instalador básico, e durante a instalação ele fará o download dos arquivos necessários.

Nvidia CUDA Linux

Nvidia CUDA Linux

Após baixar, instale o pacote deb. Quando a instalação terminar, execute os seguintes comandos:
sudo apt update
sudo apt install cuda
Reinicie seu computador. Após, abra o Blender.

Passo 2: Configurando o Blender para renderizar por GPU


Com o Blender aberto, vá no menu "File > User preferences…", no menu que se abre, clique na aba "System". No canto inferior esquerdo, onde está escrito "Cycles Compute Device", escolha "CUDA". Após, clique em "Save User Settings".

Configurando Blender para usar CUDA

Agora você ativou o uso de GPU no Blender, porém ainda é preciso alterar mais uma opção, no painel Render, para dizer ao Blender se ele deve usar a GPU no projeto corrente ou não. Então vá até o painel Render. Uma vez lá, na opção Device, escolha GPU Compute.

Blender Render

Durante a renderização a imagem é dividida em regiões, que por padrão possuem 64x64 pixels. O tamanho dessas regiões interfere no tempo de renderização. Valores pequenos são ideias para CPU, mas para GPU o valor 256x256 pixels é o mais adequado. Para alterar o tamanho das regiões, ainda no painel Render, expanda a aba Performance. Uma vez lá, na opção Tiles, altere os valores de x e y para 256.

Blender Render

Agora você já pode utilizar o Blender com toda a sua potência para renderizar os seus trabalhos. Esta foi mais uma contribuição do nosso parceiro, amigo e professor do Diolinux EAD, Júlio César, então fica aqui o meu muito obrigado, eu testei todo o processo no Linux Mint 18.1 também, e funciona perfeitamente.

Até a próxima!
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Linux Mint 18.2 "Sonya" vem aí! Confira as novidades!

Como é tradicional, entre os dois meses após um lançamento do Ubuntu, o Linux Mint prepara uma atualização para o sistema, a série 18 do Mint chega à sua segunda release baseando-se novamente no Ubuntu 16.04 LTS, trazendo várias novidades interessantes para o projeto e para o sistema em si.





Os desenvolvedores do Linux Mint liberaram o boletim mensal sobre as novidades à respeito da distribuição. A versão 18.2 se aproxima e temos várias coisas interessantes relacionadas a ela. 

Começando pelo nome, "Sonya" será o codinome da nova versão, entretanto, o nome, além de fazer alusão a personagem do Mortal Kombat (associação minha mesmo), carrega consigo uma história triste. Ele foi dado em homenagem a esposa de um dos desenvolvedores do Linux Mint que acabou falecendo, então ficam aqui as condolências do blog Diolinux com o ocorrido, desejamos todo o melhor para Michael Webster neste momento difícil.

Bom, vamos às novidades... mudando um pouco o clima.

- Uma das primeiras coisas importantes que você deve saber é que o Linux Mint 13, de codinome Maya, está encerrando o seu ciclo de vida, ele era uma LTS baseada no Ubuntu 12.04, que também está encerrando o seu ciclo, portanto, recomenda-se que usuários desta versão atualizem seus sistemas para a versão mais recente.

- O Linux Mint Debian Edition, conhecido como LMDE, receberá o MATE na versão 1.18, com compatibilidade completa com o GTK3.

- O Cinnamon chegará à vesão 3.4, principal ambiente gráfico trabalhado pela equipe, ele receberá uma modificação muito interessante "por baixo do capô". Ao invés de ter apenas um daemon para o cinnamon-settings, que é o "painel de controle" do ambiente, respondendo por todos os aplicativos que rodam sob ele, como a opção de configurar wallpapers, configuração de rede, monitores, enfim, qualquer um dos ícones que você vê no painel de configurações, cada um deles passará a ser tratado como um processo em separado.

Isso vai permitir que os desenvolvedores do Linux Mint consigam isolar mais facilmente eventuais bugs e identificar com maior facilidade qual processo está consumindo mais memória que o devido ou usando mais processador, tudo isso deverá ajudar a otimizar o sistema ao longo do tempo. O funcionamento será parecido com o que o Chrome faz com as abas, onde cada uma responde como um processo, agora o Cinnamon também trabalhará desta forma. O Nemo, gestor de arquivos do Cinnamon, também será dividido em dois processos, um responsável pelos ícones na Área de trabalho e outro responsável pelas janelas. Os usuários não precisam se preocupar, o consumo de RAM não vai mudar em nada, a diferença será em como o sistema vai interpretar os processos apenas, se você não é o tipo de usuário que fica contando processos e observando quanto cada um está consumindo, é muito provável que você não note diferença nenhuma, inclusive, há promessas de que o sistema economizará ainda mais RAM graças a uma otimização no interpretador de Java Script do Cinnamon.

- O novo site, Cinnamon Spices, onde você pode encontrar complementos, extensões, desklets, temas e outras coisas para incrementar o Cinnamon, agora está com o novo visual completamente ajustado e pronto para ser utilizado, vale uma passada por lá.

Linux Mint 18.2 Sonya LightDM
Linux Mint 18.2 LightDM

- Confirmando as suspeitas que nós levantamos no post do mês passado sobre as novidades do Linux Mint 18.2, que aliás, traz outras informações interessantes que você vai gostar de saber, o LightDM tomará o lugar do MDM como gestor de login, isso dará ao Linux Mint uma aparência muito mais agradável e uma transição da tela de login para o desktop muito mais suave. Como comentado no artigo do mês passado, as opções de configurações e ajustes que atualmente estão presentes no MDM deverão ser transportadas para o LightDM, que não usará o Unity-Greeter, por questão de compatibilidade, no lugar será utilizado o Slick-Greeter que é "mais cross-distribuition", como foi comentado, permitindo que o Cinnamon também possa usar este gestor em sistemas que não são derivados do Ubuntu.

No anúncio oficial de Abril também tivemos duas informações muito... don't know, curiosas, talvez?

A primeira é que poderemos em breve ter no mercado uma espécie de "MintBook", uma laptop nos modelos do Macbook com Linux Mint de fábrica e a segunda é "intrigante", Clement Lefebvre, criador e líder do Linux Mint, disse para ficarmos de olho do sistema operacional do computador de Elliot na terceira temporada de "Mr. Robot", será que vamos ter o Mint no computador do hacker mais famoso no mundo das séries? Se vamos eu não sei, mas seria muito legal para o marketing do sistema, isso sem dúvidas.

Essas são as novidades por hora, a data de lançamento não foi mencionada, fique ligado no blog para não perder nada e nos conte o que achou de tudo isso através dos comentários,  até a próxima!
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terça-feira, 2 de maio de 2017

Cerebro - Uma alternativa Open Source ao Spotlight do macOS

Sabe aquelas aplicações que podem facilitar a sua vida e melhorar a sua produtividade? Pois é, o Cerebro é exatamente isso, mas não este que está na sua cabeça! 😁 Estamos falando no aplicativo de código aberto que permite que você consiga encontrar o que procura em poucos segundos.

Cerebro Open Source




A ferramenta não chega a ser uma extrema novidade no mundo Linux, o próprio KRunner do KDE Plasma segue um conceito parecido, sendo tão poderoso quanto, ou talvez até mais, existe também o Synapse, com uma função semelhante, mas seja pelo design, seja por ser multiplataforma ( O Cerebro funciona no Linux, no Windows e no macOS), sejam pelos seus plugins, esta é certamente uma aplicação para se conhecer.

Cerebro Linux

Com o Cerebro, você consegue fazer pesquisas no Google, fazer traduções rápidas através do Google Translate, fazer pesquisa nos aplicativos instalados no seu computador, fazer pesquisas por funções e configurações do sistema, entre outros.

Cerebro Settings

Se você abrir ele (a tecla de atalho padrão é CTRL+BARRA DE ESPAÇO) e procurar por "Cerebro Settings", existem algumas opções que você pode definir, inclusive definir o seu país de origem, para ter resultados específicos, definir outra tecla de talho de sua preferência ou até mesmo mudar o tema. Existem outras funções disponíveis para ele via plugins também.

Você pode fazer o download para Linux, Windows e macOS diretamente pelo site do desenvolvedor, nele você também encontra o link par ao GitHub, para caso você queira ver o código da aplicação.

Para Linux existem versões em .deb e AppImage, veja aqui, todas as versões são compatíveis apenas com sistemas de 64 bits.

Até a próxima!
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Como instalar a última versão do Mesa Driver no Ubuntu e derivados

O Mesa Driver é um driver de vídeo de código aberto que é utilizado em praticamente todas as distribuições Linux, o projeto Mesa libera drivers de código aberto para placas Nvidia, Intel e AMD, e hoje você vai aprender a atualizar os drivers do Ubuntu sem precisar alterar a versão do Kernel.

Mesa Driver



Essa dica pode ajudar muito você que usa Ubuntu ou algum sistema derivado e quer ter os drivers abertos mais recentes para melhorar os FPS dos games, quem sabe até melhorar autonomia da bateria do seu Notebook devido as otimizações.

Este tutorial é compatível com o Ubuntu 16.04 LTS e 16.10 atualmente, assim como os derivados dos sistemas.

Este PPA de Mesa Driver é recomendado especialmente para quem usa drivers open source, especialmente quem usa chip Intel ou AMD, quem usa Nvidia pode muito bem usar os proprietários seguindo este outro tutorial e desempenho será melhor.

Alterar componentes gráficos pode ser algo sensível no sistema, então prossiga sabendo que caso algo dê errado, você terá que reverter o processo.

Se você prefere fazer as coisas sem utilizar o terminal, acesse este tutorial.

Recomendo instalar o PPA Purge para remover os pacotes caso haja algum problema.
sudo apt install ppa-purge
Você pode verificar a sua versão do Mesa Driver instalado usando o seguinte comando:
glxinfo | grep "OpenGL version"
Agora vamos adicionar o PPA do Mesa Driver, rode no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-x-swat/updates
Este comando acima adiciona o repositório dos drivers, agora podemos atualizá-lo e depois atualizar o sistema para receber os novos pacotes:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Depois de atualizado, você precisa reiniciar o computador, você pode rodar novamente o comando para verificar a versão do Mesa Driver e ver em qual versão você está. No momento deste post a versão mais recente é a 17.

Caso algo saia errado ou por qualquer outro motivo você queria remover os drivers e voltar ao normal use:
sudo ppa-purge ppa:ubuntu-x-swat/updates
Depois da remoção você deve reiniciar o computador e você estará de volta com os drivers originais do sistema.

Até a próxima!
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terça-feira, 28 de março de 2017

Stacer - Software para otimização do sistema recebe atualização que adiciona novos recursos

Lembro que quando eu falei pela primeira vez sobre o Stacer aqui no blog ele fez muito sucesso, as pessoas realmente gostaram da aparência e da funcionalidade dele e por acima de tudo, ele fazer o que promete. O programa recebeu alguns upgrades que implementaram novas funções.

Stacer - Otimizador do sistema para Ubuntu, Debian e Mint




A nova versão do Stacer agora está mais estável e adicionou um novo monitor do sistema que você pode usar para acompanhar o consumo de recursos do seu computador.

Stacer Monitor

Os recursos de limpeza de pacotes em cache e arquivos desnecessários foi aprimorado e agora consegue limpar a lixeira do sistema também. O novo Stacer é compatível com Ubuntu, Mint, Debian e seus derivados.

Para baixar, basta clicar aqui, na página você encontra versões de 32 e 64 bits empacotados no formato .deb, ou seja, basta baixar e dar dois cliques pra instalar.

Até a próxima!
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Black Magic lança Editor de vídeo DaVinci Resolve para Linux, veja como instalar no Ubuntu

Não entenda mal, o DaVinci Resolve, um corretor de cores e editor de vídeos extremamente poderoso e utilizado em diversas produções de Hollywood, já existia para Linux em sua versão completa e paga, o DaVinci Resolve Studio, porém, a versão grátis para usuários domésticos e estudantes só existia para Windows e Mac, pelo menos até hoje, quando a versão para Linux também foi disponibilizada.

DaVinci Resolve para Linux - Ubuntu




A BlackMagic lançou hoje o DaVinci Resolve em sua versão comum e Studio para Linux, a compatibilidade oficial é com o Red Hat 6.8 ou com o CentOS 7.2, praticamente sistemas "clones", é possível que funcione no Fedora também sem maiores problemas, porém, não foi testado. A Black Magic informou que a compatibilidade com o Debian e seus derivados ainda é experimental.

O motivo de dar suporte oficial, ao menos inicialmente, para estes dois sistemas em especial não foi deixado claro, mas eu suponho que os principais clientes da empresa que usam Linux em suas estações de edição utilizem o Red Hat e eventualmente o CentOS, por este ter um valor mais acessível, logo o suporte foi para atender esta demanda inicial que já existia, inclusive, eles comentaram que resolveram liberar a versão para Linux devido a imensa gama de pedidos de seus clientes, o que demonstra o interesse das produções profissionais na plataforma.


Para fazer download do DaVinci Resolve para a sua distro, mesmo que não seja uma derivado do Red Hat, basta ir no site oficial e clicar no botão de download, a versão atual do programa é a 12.5. O arquivo é o mesmo para todas as distros.

No site será necessário fazer um cadastro para poder fazer o download, este por sua vez será um arquivo .zip, que eu recomendo que você extraia para a sua pasta Home, para facilitar na hora da instalação.

Antes de falarmos na instalação, vale ressaltar que o ideal para você usar o DaVinci é possuir placas Nvidia, por conta dos CUDA Cores e bom hardware complementar, como 16 GB de RAM e um processador com 8 ou mais núcleos. Sim, um hardware parrudo, não vou nem falar dos requisitos descritos no manual do DaVinci para não te desanimar, pois lá eles nem falam sobre computadores, e sim estações de trabalho te perguntando quantos "Xeon" a sua placa mãe suporta... então dá pra você ter uma ideia, entretanto, o DaVinci Resolve também roda em computadores mais modestos, obviamente respeitando as suas configurações, contudo, acredito que ele não vá rodar muito bem em computadores com 4 GB de RAM, Core i3 e equivalentes ou inferiores.

Como instalar o DaVinci Resolve no Ubuntu e derivados


Como o blog tem foco principal no Ubuntu e seus derivados, como o Linux Mint, obviamente não vamos deixar vocês na mão para instalar o DaVinci no seu computador. Como o suporte oficial é para a família Red Hat, existem algumas pequenas diferenças que vão impedir a instalação do DaVinci no Ubuntu, no Linux Mint da forma convencional. São problemas de configuração de diretórios mesmo, nada de mais, mas que causarão um erro na instalação caso você simplesmente rode o instalador.

Vamos do passo a passo para ficar fácil, OK? Vamos usar vários comandos no terminal, pois precisaremos criar links simbólicos e instalar algumas dependências, não se assuste, copie e cole no seu terminal cada um dos passos, dando "enter" após cada um e digitando a sua senha quando for necessário, vamos lá?

0 - Abra o Terminal, você encontra ele no menu do seu sistema.

1 - Assumindo que você colocou o arquivo extraído dentro da sua home, vamos garantir que você esteja dentro dela no terminal.
cd /home/$USER/
2 - Criando o primeiro link simbólico para libs de 64 bits:
 sudo ln -s /usr/lib /usr/lib64
3 - Algumas dependências 
sudo apt install libgstreamer-plugins-base0.10-0 liblog4cxx-dev beignet ocl-icd-opencl-dev libssl1.0.0 libssl-dev
4 - Vamos criar mais alguns links, rode um comando após o outro;
cd /lib/x86_64-linux-gnu
sudo ln -s libssl.so.1.0.0 libssl.so.10
sudo ln -s libcrypto.so.1.0.0 libcrypto.so.10
OBS: Na instalação do programa em si, observe o versionamento do DaVinci Resolve que você baixou, no tutorial vou usar a versão atual (destacada em vermelho), caso você esteja vendo este tutorial em um momento onde houve uma atualização e o nome do arquivo é diferente, por favor modifique o nome para que tudo funcione corretamente, observe que você deverá fazer o mesmo em todo momento onde o nome do programa com a sua versão for colocada de acordo com o nome do arquivo que você baixou, à partir de agora em todos os momentos onde uma alteração pontual poderá ser necessária eu vou destacá-la em vermelho.

5 - Vamos mudar as propriedades de execução do arquivo:
cd /home/$USER/

chmod +x DaVinci_Resolve_12.5.5_Linux.sh
6 - Agora vem a instalação em si:
sudo ./DaVinci_Resolve_12.5.5_Linux.sh

DaVinci Resolve Ubuntu

Aguarde o processo de descompressão do arquivo para que a instalação comece.

7 - Assim que o processo no terminal acabar, o DaVinci Resolve deverá estar instalado no seu Ubuntu ou derivado, para rodar o programa e fazer ele abrir para que você possa fazer as suas primeiras configurações e edições rode o seguinte comando:
/opt/resolve/bin/resolve
Uma dica legal para facilitar a abertura do programa para que você não precise digitar o comando toda a vez que quiser abri-lo é, quando abrir ele uma vez pelo terminal, clique com o botão direito nele na barra do Unity e fixe ele ali, assim quando quiser abrir novamente, basta clicar no ícone:

DaVinci Resolve Unity

Dicas adicionais


Ao iniciar o programa, haverá um "tour" explicando as funções e te dando opções para configurações. 

Eu recomendo você mudar a pasta de exportação de projetos para outra à sua escolha, como a pasta "Vídeos" ou qualquer outra que fique dentro da sua Home, pois o padrão do programa é uma pasta do sistema que fica dentro do "/" onde somente como Root você conseguirá operar, o que não é tão prático.

DaVinci Resolve Ubuntu

Outra dica bacana, especialmente para você que é um editor mais experimente em outras ferramentas, é a opção que o DaVinci te dá para usar atalhos de outros editores famosos ou o seu próprio conjunto de atalhos, como dentre as opções disponíveis o que eu tenho maior familiaridade é o Adobe Premiere, selecionei ele para ser a referência nas teclas de atalho, assim qualquer migração já fica mais fácil.


Depois disso você pode criar um projeto para começar a trabalhar:

DaVinci Resolve Ubuntu

E o seu programa já estará rodando no seu Ubuntu ou Linux Mint.

DaVinci Resolve Ubuntu

Como a versão para Linux ainda é novidade é bem possível que existam bugs que devem ser corrigido ao longo do tempo com atualizações, mas é ótimo saber que temos uma ferramenta deste nível par ao desktop Linux.

Outra coisa que deve melhorar no futuro é o processo de instalação, que ainda é muito mais complicado do que poderia ser, formas de fazer com que funcione de forma mais prática não faltam, quem sabe um Snap ou FlatPak, não é? No Red Hat e seus derivados, como o Fedora, o processo de instalação é o mesmo, com a diferença de que os links simbólicos não precisarão ser criados provavelmente.

Aproveite!

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terça-feira, 7 de março de 2017

Como exibir o ícone do Dropbox na barra do Cinnamon - Linux Mint

O Linux Mint com Cinnamon é uma distribuição excelente, sobretudo para quem é iniciante no Linux, mas o ambiente gráfico tem um pequeno "problema", que é não ter o suporte para alguns indicadores por padrão, isso faz com que o ícone do popular Dropbox não apareça na área de notificações, veja como contornar o problema.

Linux Mint Dropbox




Você pode instalar o Dropbox normalmente, usando o pacote .deb do site ou usando a central de programas do Linux Mint, independente do método, agora você precisa fazer um ajuste para que o ícone apareça.

Linux Mint Dropbox


Siga o seguinte caminho:
System settings >> General >> Enable support for indicators
Ou em português:
Configurações do Sistema>>Geral>>Habilitar suporte para indicatores
Encerre a sessão e logue-se novamente, o ícone deverá aparecer normalmente na área de notificação, perto do relógio.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

F.LUX - Regule o brilho e a temperatura do monitor do seu computador automaticamente

Essa é uma daquelas dicas que você vai lembrar de ter conhecido aqui caso você não conheça esse tipo de programa. Sim, "este tipo" de programa, porque há algum tempo eu falei sobre o RedShift, que tem exatamente a mesma proposta, vinha utilizando-o deste então, mas assim que mexi no f.lux, percebi a sua qualidade.

Flux no Ubuntu




O f.lux (sim, se escreve com o ponto) é um aplicativo de calibragem de temperatura de monitor automática baseada na sua localização. Se você, como eu, passa muitas horas por dia em frente ao computador, um aplicativo deste é essencial para não cansar os seus olhos, ou pelo menos, para não cansar tanto.

Como baixar o f.lux para o seu sistema


O aplicativo é multiplataforma, então você pode usar em vários sistemas diferentes, em várias distros inclusive. Como o foco do blog é o Ubuntu, Linux Mint e seus derivados, o tutorial seguirá por aí, mas você pode encontrar outros pacotes no site oficial.

Para o Ubuntu ou Mint, você pode usar este PPA: ppa:nathan-renniewaldock/flux


Quem prefere usar o terminal pode fazer assim:
sudo add-apt-repository ppa:nathan-renniewaldock/flux
sudo apt update
sudo apt install fluxgui
Os comandos acima também servem para o Linux Mint, além do Ubuntu, porém, quem preferir baixar um pacote .deb e dar dois cliques para instalar também pode fazer, basta baixar direto do Launchpad.

Como configurar o f.lux no sistema?


Essa parte é fácil, abra ele pelo menu do seu sistema, o programa vai ficar na área de notificações em formato de ícone ou indicador, clique nele e vá em "Preferences" e vamos configurá-lo.

Configurações o f.lux

Ao abrir ele você já vai perceber uma mudança na tonalidade da sua tela, isso pode ser ajustado de maneira mais fina através das opções contidas em "Nighttime color temperature", mas para deixar a coisa mais interessante, é legal você colocar as suas informações de latitude e longitude para que o programa saiba regular a tonalidade de acordo com a hora do dia.

"- Deve ser difícil fazer isso!? 
  - Nem é!"

Na mesma tela (essa aí de cima), clique no link "Find your latitude and longitude" e o seu navegador padrão vai se abrir numa página que vai te ajudar a encontrar os valores.

Configurando o FLux

Neste caso você tem duas opções, você pode permitir que o site detecte a sua localização ou você pode digitar a sua cidade, de qualquer forma, ele vai te dar um número, basta você copiar e colocar no campo de Latitude no programa, pode ser somente nele mesmo, vai funcionar tranquilo, afinal o nosso planeta gira de uma forma só! 😆

Dependendo do horário que você fizer isso, a diferença vai ser mais perceptível, especialmente se for perto da noite. Nas configurações de preferências você também pode habilitar a opção do f.lux iniciar junto com o sistema, assim você não precisa ficar abrindo ele toda vez.

Certamente, seus olhos agradecem.

Até a próxima!
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Como instalar o OBS Studio no Ubuntu e no Linux Mint

O Open Broadcaster Studio é um dos programas mais populares do mundo quando se fala em captura de tela e streaming de vídeo para YouTube e outros serviços similares. Ele também possui versão para Linux e hoje você vai aprender a instalar no Ubuntu e no Linux Mint, duas das distros mais populares.

Como instalar o OBS Studio no Ubuntu e no Linux Mint




Estou atualizando este tutorial, pois quando o Ubuntu 16.04 LTS foi lançado eu fiz um post sobre o assunto, porém, no momento o OBS estava passando por uma reformulação para a versão nova do sistema e era necessário compilar ele. Agora está muito mais simples

O OBS tem suporte para muitas distribuições e você pode conferir a documentação completa para instalação e o código do OBS no github,

Como instalar o OBS Studio no Ubuntu e no Linux Mint


Antes de mostrar a instalação em si, é necessário fazer uma pequena distinção. O OBS Studio faz um forte uso do FFMPEG, logo você precisa tê-lo instalado. No Ubuntu 14.04 LTS e no Linux Mint 17, será necessário instalar ele antes, você pode fazer isso por PPA:

PPA: ppa:kirillshkrogalev/ffmpeg-next


Quer fazer pelo terminal? É possível também:
sudo add-apt-repository ppa:kirillshkrogalev/ffmpeg-next && sudo apt-get update && sudo apt-get install ffmpeg
Se você usa o Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18 ou superiores, o FFMPEG está no repositório dos sistemas novamente, logo, não é mais necessário utilizar o PPA anterior, ele é só para versões antigas. 

Procure nas centrais de aplicativos pelo pacote, mas se você já tem o Kdenlive instalado, por exemplo, o FFMPEG já está no seu sistema provavelmente. Nos resta agora utilizar o PPA do próprio OBS Studio:

PPA: ppa:obsproject/obs-studio


Quem quiser fazer pelo terminal pode fazer assim:
sudo add-apt-repository ppa:obsproject/obs-studio && sudo apt-get update && sudo apt-get install obs-studio
Depois da instalação você encontrará o programa no seu menu, basta abrir e começar a utilizar. Se você tem placa Nvidia e pretende gravar gameplays no Linux a utilização do Codec NVENC é recomendado, ele vai evitar que você perca muitos FPS na hora de gravar a tela.

Até a próxima!
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Analisamos a nova versão do Linux Mint 18.1 Serena com Cinnamon

O nova versão do Linux Mint já está  disponível para download com uma série de mudanças interessantes, especialmente na interface Cinnamon, lapidando o sistema para que ele fique a cada dia melhor. Confira agora as novidades:

Linux Mint 18.1 Serena Cinnamon - Review





A nova versão do Linux Mint chegou para trazer varias melhorias de acabamento visual e o incrimento de alguma funções específicas. Se você quiser ver as novidades do Linux Mint 18.1 na versão MATE, assim como fazer o download, basta clicar aqui, nós temos um artigo um específico para ele.



Ficou interessado na nova versão e gostaria de testar? Então veja aqui como fazer o download da versão mais recente. Se você usa o Linux Mint 18 Sarah, também é possível atualizar para a versão mais recente sem precisar formatar o computador. Nós também preparamos um guia para você que se enquadra nesta situação.

Até a próxima!
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Como atualizar do Linux Mint 18 Sarah para o Linux Mint 18.1 Serena

Agora que o Linux Mint 18.1 Serena foi lançado chegou a hora de você que tem o Linux Mint 18 Sarah atualizar, veja como o processo é simples.

Linux MintUpgrade




Atualizar de uma versão para outra do Linux Mint, especialmente depois que eles decidiram se basear apenas nas versões LTS do Ubuntu, tornou-se uma tarefa trivial. O pessoal do Linux Mint recomenda fazer a atualização somente se você "tiver um motivo", no melhor estilo, se está funcionando, não mexa, mas não que a atualização de uma versão para outra cause algum problema.

Como fazer a atualização de versão do Linux Mint?

Abra o gerenciador de atualizações do Linux Mint, mande verificar por novas atualizações e atualize se houver algum pacote novo para ser instalado. Depois disso, verifique no menu "Ver" se existe a opção do upgrade.

Atualizando o Linux Mint

Um vez disponível a opção de "Atualizar para o Linux Mint 18.1 Serena", se você clicar nela, basta seguir o utilitário de atualização.

Atualização do Linux Mint

Pode ser necessário instalar um complemento para fazer a atualização chamado "mint-meta-cinnamon", basta clicar no botão indicado e fazer a atualização.

Atualização do Linux Mint

Marque a opção "Eu entendo os riscos. Eu quero atualizar para o Linux Mint 18.1 Serena".


Agora, aguarde a atualização do sistema, isso pode variar de acordo com a velocidade da sua internet.


Depois de finalizada a atuação, basta reiniciar o computador e você já estará com a nova versão do Linux Mint.


Uma das coisas que eu percebi na atualização, é que o player de músicas, o Banshee, continuou no sistema, enquanto que se você fizer uma instalação do zero, o Rhythmbox será instalado. Se você quiser fazer essa mudança, use a central de aplicativos para remover um e instalar outro.

Até a próxima!
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016