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Screenkey - Programa para exibir as teclas pressionadas

Qualquer um que tenha dado aula ou gravado um tutorial para a internet vai achar essa ferramenta fantástica como uma auxiliar para o ensino. 

O Screenkey permite que toda tecla que você pressione apareça na tela do seu computador para que quem esteja assistindo possa compreender facilmente que tecla de atalho você está usando.

Screekey para Linux




Olhando para a imagem acima você pode ter uma ideia de como o programa funciona, quando você pressionar alguma tecla, uma barra na cor preta semi-transparente irá se sobrepor mostrando quais as teclas você pressionou, isso vale para teclas de atalho também.

Este tipo de recurso é útil em meio educacional principalmente, onde você está ensinando um programa complexo, que tenha uma série de teclas de atalho, ou para fazer alguns tipos de vídeo aulas.

Como instalar e usar


O Screenkey pode ser obtido no repositórios de todas as distribuições Linux praticamente, por conta disso, vale a pena consultar o repositório da sua distro, como o enfoque do blog repousa sobre o Ubuntu e derivados do sistema o tutorial seguirá à partir de agora mostrando como fazer a instalação no sistema da Canonical.

Como o Screekey está no repositório da distro, basta clicar no botão abaixo para instalar:

Para quem prefere fazer instalações pelo terminal, basta rodar o seguinte comando:
sudo apt-get install screenkey
Para rodar a aplicação é muito simples; depois de instalado você encontra o ícone do Screenkey no menu do sistema, outra forma de rodá-lo é pressionar "Alt+F2" e digitar "screenkey". 

Pela minha experiência, após clicar no ícone do programa, ele demora até uns 7 segundos para iniciar, depois disso ao digitar qualquer tecla, elas já serão mostradas.

Para fechar o programa é necessário finalizá-lo através do "Monitor do sistema":

Finalizando o programa

E aí, curtiu a dica? Aproveite para ajudar mais pessoas compartilhando este artigo com seus amigos.

Até a próxima!
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Ubuntu com um visual moderno com o tema Numix GTK

Muitas pessoas pediram para que eu mostrasse o tema que eu costumo usar no Ubuntu com o Unity, então hoje eu vou mostrar a modificação visual que eu costumo fazer no sistema com o tema Numix GTK.

Numix GTK Ubuntu




Eu venho utilizando o Ubuntu 16.04 LTS desde antes do seu lançamento final, em Abril passado, e se tem uma coisa que merece atenção no Ubuntu é o seu tema, ele precisa de uma renovação, e aparentemente terá com o Unity 8, vamos ter que esperar a versão 16.10 para ver.

Apesar de eu gostar do jogo de cores, especialmente do laranja, o Ubuntu tem, de fato, uma aparência antiquada, todas as interfaces atuais costumam ter menos curvas e mais suavidade em seu design, com contrastes em botões, algo que o Unity original não possui atualmente.

Por conta disso eu decidi usar o tema Numix. 

Eu não sou mais o tipo de usuário que gosta de ficar personalizando o sistema por completo, da mesma forma que um dia eu já fui, produtividade é mais importante do que aparência para mim; mesmo assim não descarto por completo esta parte, afinal, pessoas como eu passam os dias na frente do computador e olhar para algo "bonito" é um "luxo" a mais, sem sombra de dúvidas.

O tema Numix é conhecido de muitos, especialmente o tema de ícones, muitas pessoas o utilizam e você pode aprender a instalá-lo no seu Ubuntu clicando aqui, porém, eu não utilizo os ícones Numix, eu continuo utilizando os originais do Ubuntu, ainda que eles não tenham um design tão moderno, pois acho importante manter a identidade visual de cada aplicação, especialmente para quando eu for mostrar o sistema para alguém, trocando em miúdos, eu quero que "o ícone do Firefox seja o mesmo que a pessoa já conhece do Windows", o mesmo vale para os demais programas.

O tema Numix que eu utilizo é o GTK, esse tema muda a aparência da "textura" do sistema, nas pastas e janelas e também altera a aparência da barra do Unity, retirando as películas que ficam por padrão atrás do ícones dos programas, dando uma aparência mais clean e, do meu ponto de vista, bela.

A barra de título das janelas também fica com um visual flat e com ícones de controle diferentes, como você pode reparar nas imagens abaixo.

O mais interessante para mim é que além de deixar o visual elegante e moderno, ele não tira o padrão de cores do Ubuntu tradicional, algo que para mim é essencial.

Confira algumas imagens:

Ubuntu Numix GTK Theme

Ubuntu Numix GTK Theme

Ubuntu Numix GTK Theme

Ubuntu Numix GTK Theme

Gostou do tema e quer testar? É muito simples! Este tema está no repositório do Ubuntu e você pode instalar através da Central de Programas, basta clicar no botão abaixo:

Pra quem prefere usar o terminal:
sudo apt install numix-gtk-theme
Para mudar o tema padrão para o Numix GTK você pode usar uma ferramenta como o Unity Tweak.

Até a próxima!
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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Como instalar o eViacam para controlar o mouse através da WebCam

O eViacam é um programa muito útil para o ramo de inclusão digital, ele permite que as pessoas consigam controlar o mouse na tela dos computadores utilizando apenas movimentos da cabeça que são capturados através de uma simples WebCam.

Usando o eViacam no Linux




Um dos pontos interessantes do "Enable Viacam", ou simplesmente, eViacam, é que ele é multiplataforma, podendo ser usado no Linux, incluindo o Android, e  no Windows, permitindo que pessoas com algum tipo de deficiência física ou motora, ou até mesmo qualquer um que deseje utilizar essa funcionalidade, o faça.

Você consegue encontrar pacotes para download para todos os sistemas operacionais e até mesmo os links para o código fonte da aplicação clicando aqui.



O eViacam também está no repositório da maioria das distribuições Linux, então vale a pena consultar a Central de Aplicativos do seu sistema, para instalar no Ubuntu, ou algum derivado, basta clicar no botão abaixo.
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terça-feira, 21 de junho de 2016

Windows 10 vs Ubuntu 16.04 LTS com GTX 1070 e GTX 1080 - Benchmarks

É sempre bom comparar os desempenho entre Windows e Linux, neste caso o Ubuntu, para termos uma noção da diferença entre as plataformas e acompanharmos a evolução do Linux como uma opção para os gamers. Hoje vamos analisar mais um teste feito pela Phoronix envolvendo a plataforma da Microsoft e a da Canonical com os novos topos de linha da Nvidia.





Como já foi dito, para os testes foram utilizados o Ubuntu 16.04 LTS e o Windows 10, ambos de 64 bits, juntamente com os drivers Nvidia mais recentes para cada uma das placas, GTX 1070 e  GTX 1080. O restante da configuração de hardware pode ser visto logo abaixo.

Configuração de Hardware Ubuntu vs Windows

Vamos aos testes!


Os testes envolveram 4 games ao todo, Metro: Last Light Redux, Tomb Raider 2013, F1 2015 e Dota 2 e produziram resultados interessantes.

Ubuntu vs Windows Benchmark

No gráfico acima nós podemos ver um comparativo entre os sistemas e placas, podemos ver que em geral o Ubuntu se saiu melhor no game "Metro: Last Light Redux", com uma considerável diferença de praticamente 30 FPS a mais do que o Windows, porém, parece que este jogo é um caso especial, em outros comparativos o Ubuntu não se saiu tão bem, ainda que a taxa de FPS seja boa o suficiente para jogar qualquer game por jogadores menos exigentes.


No próximo teste, assim como anterior, foi usada a resolução 4k, só que desta vez com o game Tomb Raider com o preset de qualidade do jogo no "Low", podemos observar que a disparidade, ainda que em ambos os casos os games fiquem acima de 100 FPS, é grande e favorável ao Windows 10.

Tomb Raider Linux vs Windows

No mesmo game, porém com o preset gráfico setado para "Ultra", o desempenho continua favorável para o Windows, com uma diferença, curiosamente menor do que se fosse no "Low", entretanto, algo que vale ressaltar aqui é que no Windows em ambas as placas os frames ficaram acima de 60 FPS, o que é algo que podemos considerar fluído, já que a maior parte dos monitores das pessoas tem 60 Hz, no Linux (Ubuntu) o desempenho ficou abaixo disso, em um padrão que podemos dizer que não é o ideal, mas é jogável. Ponto para o Windows.

Tomb Raider Linux vs Windows

No game "F1 2015" o resultado foi parecido:


Com a resolução um pouco mais baixa, a diferença do recém lançado para Linux "F1 2015" também foi favorável ao Windows com as novas placas da Nvidia, ficando muito acima em desempenho do que no Linux. Ainda que no Linux tenhamos mais uma vez um desempenho bom o suficiente para ter uma boa experiência com o game, no Windows a diferença varia entre 40 à 50 FPS praticamente.

Dota 2 com OpenGL e Vulkan


Dota 2 é um caso à parte aqui, todos os games anteriores foram testados usando DirectX e OpenGL, agora, temos um DX vs OpenGL e um comparativo usando o Vulkan como API gráfica em ambas as plataformas.

OpenGL Dota 2 Linux vs Windows

Vulkan Dota 2 Linux vs Windows

Aqui temos um fato curioso, na primeira imagem acima você vê os benchmarks envolvendo o OpenGL e o DirectX, na segunda (esta logo acima) você vê os testes utilizando a API gráfica Vullkan.

O que me chamou a atenção é que nestas condições o Vulkan se mostrou menos eficaz no Linux do que no Windows, ficando abaixo até mesmo dos testes com OpenGL, o que é um tanto quanto desanimador, entretanto, o que eu acredito que possa ter acontecido são duas coisas:

1-  A implementação do Vulkan ainda é um beta no Dota 2 (apesar de funcionar muito bem no Windows) o que nos leva ao segundo fator...

2- Os drivers para Linux das GTX 10xx da Nvidia saíram há pouco tempo, enquanto os do Windows já foram lançados no DayOne das placas e tiveram um tempo para serem aprimorados, o que pode explicar essa diferença nos testes em geral, mas que estranhamente se inverte no "Metro: Last Light Redux".

É bom podermos ver estas comparações para acompanharmos o nível de evolução do Linux como alternativa de plataforma para jogos, podemos ver que todos os games são jogáveis com boa qualidade no Linux, apenas o Tomb Raider não ficou acima dos 60 FPS com estas duas placas no preset "Ultra". Isso permite que as pessoas que apenas se importam com o fato do game estar acima de 60 FPS possam jogar tranquilamente estes títulos no sistema, economizando os quase R$ 800,00 que se pagaria em uma licença do Windows.

Vamos acompanhar de perto essa evolução com toda a certeza! Fique ligado aqui no blog e até a próxima!
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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Como usar o Deja Dup para fazer backups no Ubuntu

Muita gente não sabe, mas o Ubuntu, assim como outras distros que costumam usar o Gnome Shell, trazem um programa nativamente para fazer Backups de arquivos e documentos, o Deja Dup, o nome foi simplificado para "Backups" nas últimas versões, vamos conhecê-lo melhor?

Como fazer Backups no Ubuntu





Não tem como discutir a importância de fazer backups de arquivos e documentos, nessas horas vale aquela máxima: "Backup; quem tem dois, tem um, e quem tem um, não tem nenhum."

No fim das contas, cada usuário define por si só como prefere fazer isso. Conheço muita gente que prefere fazer isso manualmente, outros jogam tudo na nuvem. De qualquer forma, pode ser útil você ter um programa para te ajudar a fazer backup de diretórios específicos automaticamente, aumentando a sua produtividade.

Usuários de Mac costumam salvar o sistema inteiro com o Time Machine, o pessoal do Windows trabalha com os pontos de restauração, no Linux existem várias opções nesse sentido, acho que a mais legal é o Sytemback, que permite que você até gere ISOs instaláveis do sistema, mas hoje vamos falar de outra categoria de programa de backup, que curiosamente já com o Ubuntu por padrão e pouca gente usa.

Conhecendo o programa


No Ubuntu 16.04 LTS existem várias formas de você chegar até o aplicativo de backups, você encontra ele pesquisando por "Backups" ou "Deja Dup" no menu ou através do painel de configurações do sistema.

Backups Ubuntu


Depois de abrir a aplicação você encontrará uma interface muito simples, como você pode ver na imagem abaixo.

Deja Dup Ubuntu

Na parte superior direita da aplicação você pode habilitar o desabilitar as funções de backups, as opções de configuração disponíveis estão logo abaixo. É possível agendar backups semanais ou diários para que você não precise se preocupar.

Por padrão, o Deja Dup salva a sua pasta pessoal completa, exceto a pasta "Downloads", porém é possível configurar na parte esquerda dos aplicativo quais pastas você quer ignorar, e quais pastas você quer incluir.

Em "Local de armazenamento" você pode definir onde os arquivos que você fizer backup serão salvos, uma dica legal aqui é você utilizar um serviço de sincronia em nuvem como o Dropbox, Google Drive, Mega, OwnCloud ou qualquer coisa parecida, dependendo da sua necessidade, para fazer backup em nuvem também diretamente.

Experimento o Deja Dup e depois nos diga o que você achou da aplicação. Você já conhecia essa ferramenta de backups nativa do Ubuntu?

Até a próxima!
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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Ubuntu Snap também será utilizado para soluções NAS pela empresa QNAP

O novo formato de empacotamento do Ubuntu, o Snap, está conquistando mais uma empresa em um setor um pouco diferente do que tange a computação pessoal.

QNAP NAS Ubuntu Snap




O formato Snap, que agora estará disponível para as outras distros Linux também, tem essa incrível capacidade de poder ser portado para qualquer dispositivo, seja um computador tradicional, servidor, IoT ou mobile, e uma das empresas que agora está apostando no Snap para suas soluções NAS é a QNAP.

A QNAP oferece uma App Store em suas soluções NAS, estas "stores" agora conterão aplicações no formato Snap para as mais diferentes funcionalidades. A aposta é que com o aumento da adoção da "internet das coisas", ou IoT, seja natural que soluções como estas se tornem comuns e necessárias, por conta do formato Snap as aplicações poderão rodar em Sandbox sem a necessidade de ter um sistema base muito extenso, permitindo uma personalização pelos clientes e usuários, com aplicativos que as pessoas necessitarem.

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Pacotes Snap do Ubuntu poderão ser utilizados em outras distros Linux

Podemos estar nos aproximando de uma mudança drástica na forma com que os aplicativos são distribuídos para todas as distros Linux, aproximando-nos do que seria uma espécie de padronização através dos pacotes Snap, criados pela Canonical para o Ubuntu, mas que em breve outras distros poderão estar utilizando.

Ubuntu Snap para outras distros




Os pacotes Snap estão começando a despertar o interesse de outras distribuições, mas antes de um falar sobre isso, talvez seja interessante você entender melhor como funcionam os pacotes Snap, para isso, nós temos dois vídeos inteirinhos, assim você vai compreender do que se trata.



Sobre o tamanho dos pacotes Snap


Em relação ao segundo vídeo, gostaria de fazer um acréscimo interessante. Algumas das pessoas que comentaram nele no YouTube levantaram a questão de o quão problemático para o armazenamento o Snap pode ser, visto que o tamanho dos pacotes são consideravelmente maiores, como eu mesmo questionei no vídeo. A questão ali é que na época eu não levei em consideração um fator determinante, o ambiente em que o Snap estava rodando.

No vídeo eu mostrei o incrível tamanho de uma simples calculadora (127 MB), porém, isso só ocorre dentro do ambiente do Unity 7, a mesma aplicação para o Unity 8, versão usada nos Smartphones, tem menos de 100 KB! Esta é uma informação importante e que eu acabei deixando passar, mas agora estou tentando retificar.

Outra evidência de que o tamanho exacerbado do pacote não reflete a realidade do que será no futuro, é que baseado na quantidade média de armazenamento interno que os Smartphones e Tablets possuem, algo muito aquém dos computadores, mesmo que usem SSDs, os Snaps não podem ser grandes demais ou vão acabar limitando a quantidade de aplicações que poderão ser instalada nos dispositivos, ou seja, faz muito mais sentido uma calculadora com 100 KB do que com 127 MB!

Realmente parece ser uma peculiaridade atual, quando o ambiente for mais receptivo, o tamanho dos Snaps pode diminuir de maneira geral. Espero que você tenha entendido o ponto de vista, mas se você achar interessante, posso fazer um novo vídeo para explicar melhor como deverá funcionar, explicando de outra forma essa questão dos tamanhos dos pacotes, basta deixar um comentário logo abaixo.

Snap para todos

Ubuntu Snap

Eu já expliquei nos vídeos acima como eles devem funcionar, mas se pudéssemos resumir o que seria, a definição seria o seguinte: É um formato de pacote (uma maneira de empacotar software) que permite que o desenvolvedor coloque todas as dependências que o programa precisa dentro do pacote (o Snap). Este pacote pode ser instalado através de uma Central de Aplicativos e pelo terminal (pelo menos atualmente estas são as únicas duas formas, é possível que futuramente tenhamos pacotes .snap ou algo do tipo); uma vez instalados, os pacotes Snap rodam em Sandbox, o que permite uma maior estabilidade do sistema, facilita o dowgrade, caso seja necessário, e fecha ainda mais as portas para pragas virtuais.

É um conceito muito semelhante ao Docker, que é utilizado largamente em servidores, só que para cada aplicação que você usa no seu computador.

Snap em outras distros

Mark Shuttleworth, fundador da Canonical e do Ubuntu, fez um comunicado de imprensa informando que os desenvolvedores de outras distribuições Linux entraram em contato com a Canonical no intuito de trazer os Snaps para seus sistemas. Os principais sistemas dispostos a adotar o formato, além dos derivados diretos do Ubuntu são o Arch Linux, Gentoo e Debian.

Segundo o criador do Ubuntu, tudo que as distribuições vão precisar para rodar os Snaps é ter em seu core é um programa chamado SnapD, que é o que permite que os pacotes Snap funcionem. Um fato interessante aqui é que caso Arch e Gentoo adotem os Snaps, não haverá pacotes do tipo "Firefox-Snap-Arch", "Firefox-Snap-Gentoo" e "Firefox-Snap-Ubuntu", será apenas um "Firefox-Snap" que será compatível com todos os sistemas. Outras distros que já demonstram interessante em adotar o Snap são o openSUSE, CentOS, elementary OS, Fedora e Linux Mint.

A Canonical vem conversando com a Red Hat para implementar o formato também no RHL, porém, ainda não teve uma afirmativa por parte da companhia, que ainda está estudando a possibilidade.

(Parênteses do assunto)
Isso é pra galera ver o quanto essa coisa de "minha distro é melhor que a sua" não faz o melhor sentido. Estamos todos juntos no mesmo barco amiguinhos.

Snap para Android


Até mesmo o sistema operacional da Google poderá rodar os pacotes Snap, segundo a Canonical, o Android já tem recursos suficientes para fazer isso, bastaria a implementação do SnapD para que as coisas funcionassem, isso permitiria que as pessoas instalassem aplicativos de Destkop Linux nos Smartphones e Tablets Android. A reunião de imprensa foi finalizada falando da possibilidade de usar o Snap no Ubuntu on Windows, porém, a Canonical alerta que neste caso o trabalho será maior porque será necessário traduzir algumas system calls para que tudo funcione corretamente.


Será que finalmente teremos um modelo de pacotes universal compatível com qualquer distribuição?

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Windows 10 vs Ubuntu 16.04 LTS: OpenGL vs Vulkan em testes de Benchmark com placas AMD

É sempre bom termos uma noção da evolução dos sistemas e de como eles se comportam em circunstância 

Ubuntu vs Windows




A Phoronix realizou mais um de seus testes e nos mostrou a diferença de desempenho entre Ubuntu e Windows. A ideia era testar o desempenho gráfico com placas Nvidia e AMD, tanto rodando no sistema da Microsoft, quanto no da Canonical, comparando o desempenho utilizando as APIs gráficas da atualidade.

O hardware utilizado foi: Um processador Intel Xeon E3-1280 v5 Skylake, placa mãe MSI C236A Workstation, 16GB de memória RAM DDR4-2133MHz e um SSD Samsung 850 de 120GB. 

Dentre as placas de vídeo temos R9 285, R9 290 e R9 Fury. No Windows foi utilizado o Radeon Software Crimson Edition 16.4.1 e no Ubuntu foi utilizado o AMD GPU-PRO com suporte Vulkan,ambos os sistemas de 64 bits.

Foi testado no Windows com DirectX e Vulkan e o Ubuntu com OpenGL e Vulkan. O game utilizado foi o "The Talos Principle", um dos poucos multiplataforma com suporte ao Vulkan, usando uma resolução de 3840x2160.

Windows 10 vs Ubuntu 16.04

Windows 10 vs Ubuntu 16.04

Como podemos observar, a diferença de Windows e Ubuntu quando o Vulkan é utilizado é muito pequena, provavelmente a diferença se deve à otimização dos drivers da AMD, quando se fala em DirectX vs OpenGL, neste caso, a diferença é muito maior.

Esse tipo de teste nos mostra o quanto o Vulkan pode equilibrar as coisas no mercado de games; interessante, não? O que você achou?

Mais informações: Phoronix
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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Como usar o Thunderbird minimizado

Vamos uma dica muito útil para você que fica enviando e recebendo e-mails todos os dias! Sabe o Thunderbird? O gerenciador de e-mails mantido há muitos anos pela Mozilla, a mesma empresa que desenvolve o Firefox, e que agora está tendo sem desenvolvimento descentralizado e exposto para a comunidade? Houveram até alguns boatos de que o pessoal do LibreOffice iria abraçar a ideia, mas nada foi confirmado até então.

Como usar o Thunderbird minizado





Muitas pessoas usam o Thunderbird, tanto no Linux como em qualquer outro sistema, uma vez que ele é multiplataforma, e tem um recurso que você pode configurar no gerenciador de e-mails que faz com que ele fique minimizado na tray do sistema, isso permite que cada vez que você receber um e-mail você seja notificado na área de trabalho, sem precisar deixar a aplicação aberta permanentemente; é uma mão na roda, não é não? :)

Bom; como fazer isso? Você pode se perguntar. Uma das coisas mais legais que o Thunderbird tem e que poucos sabem é que assim como o navegador Firefox, o Thunderbird tem tem a possibilidade de usar extensões para complementar as suas funcionalidades.

FireTray - Usando o Thunderbird Minimizado


A extensão que faz essa "mágica" no Thunderbird se chama FireTray. Agora você vai aprender a habilitar a função no seu Thunderbird.

1 - Abra o Thunderbird normalmente, você verá no canto superior direito um menu no estilo "hamburger" onde você deve clicar, no sub-menu que se abrir clique em "complementos".

Minimizando o Thunderbird para Tray do sistema

2 - Uma nova abra vai se abrir no gerenciador de e-mails onde você poderá pesquisar pela extensão FireTray.

Instale a extensão FireTray no Thunderbird

Muito bem, estamos quase terminando. Nesta tela você deve clicar no botão "instalar" que fica na parte direita da tela, aguardar o download da extensão (ela não é muito grande), após a instalação, para ativar a extensão, será necessário reiniciar o Thunderbird. Se tudo deu certo, você verá um ícone na tray do seu sistema.

Thunderbird tray

No caso do Ubuntu, toda vez que você recebe um e-mail o ícone da "cartinha" fica colorido e existe também um som de notificação. Mais opções podem ser configuradas clicando no ícone do Thunderbird, nas preferências.

Pode ser que em outras interfaces o ícone indicar não apareça, mas mesmo assim as notificações deverão funcionar corretamente.

Gostou da dica? Então ajude a espalhar o conhecimento e compartilhe o conteúdo com os seus amigos e até a próxima!

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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Minha história com o Linux, por Daniel Valadão

Hoje temos mais um daqueles depoimentos bacanas que os leitores nos mandam; quem vai contar a sua história com os sistemas operacionais baseados no Kernel Linux hoje é o nosso leitor Daniel Valadão, ele mandou um e-mail pra gente contando um pouco da sua experiência com o sistema, confira:

Minha história no Linux




Gostaria de agradecer a participação do nosso leitor e sua boa vontade em compartilhar a sua história que quem sabe possa inspirar mais pessoas a pelo menos experimentarem o lado aberto da tecnologia. Vale ressaltar que como sempre, as opiniões do texto abaixo não necessariamente representam a opinião do blog Diolinux sobre qualquer assunto abordado, se você também tem uma história legal para contar e quer ver ela publicada aqui, mandê-nos um e-mail com o seu texto. Vamos conhecer agora a história de Daniel Valadão.

"Eu sou um leitor do seu blog e um espectador do seu canal há pelo menos 2 ou 3 anos, inclusive já enviei uma reportagem sobre 14 programas similares de Windows no Linux, que segundo você no seu vídeo de retrospectiva do fim de ano, foi a mais acessada de julho.

Hoje eu quero contar um pouco da minha história e experiencia no mundo do pinguim.

Eu fui apresentado ao Linux em 2002; foi quando comprei meu primeiro computador. Meu Windows XP pegou um vírus chamado BLASTER, que afetava o sistema de som do computador e eu precisei que meu amigo, que na época já estudava montagem e manutenção de computadores, para me ajudar a formatar o meu PC. Na época ele me deu uma cópia do Kurumin, me informando que se tratava de 'um Linux', que era excelente, melhor que o XP; eu até achei, mais não conseguia instalar ele no HD, mesmo porque eu nem sabia formatar direito ainda, só usei em liveCD.

 Achei muito chato o fato de não conseguir formatar e instalar em definitivo o Kurumin com o Gparted e acabei jogando o CD fora, continuei no Windows XP. Em 2007 quando eu fiz um curso de montagem e manutenção e redes, o professor me apresentou o Ubuntu, foi ai que me apaixonei pelo sistema do pinguim. 

Este professor ensinou a formatar e instalar o Ubuntu no HD, me deu uma cópia do CD de instalação da versão 7.04 com Gnome 2 na época, quando cheguei em casa instalei e testei, passei a gostar muito do sistema, mais do que o XP e do que o Vista. 

Desde esta época já testei no meu computador o Familix, o Debian, o Fedora, o OpenSUSE, o Mandriva, o elementary OS, o Linux Mint, etc,

Mas, as distros pelas quais me apaixonei e ainda sou apaixonado fora mesmo o Ubuntu e o Fedora, uso e recomendo. Apesar de gostar de usar eu ainda não consegui me desfazer do Windows completamente devido a necessidade de usar alguns aplicativos que apenas rodam no Windows, como Adobe Photoshop e Corel Draw, então eu uso em dual boot com Linux e com Windows."

Nota do blog


E aí, se identificou com a história do Daniel? A sua foi parecida? Conte pra gente nos comentários, ou se preferir, escreva pra gente para que todos também a conheçam. Mais uma vez, obrigado Daniel por compartilhar a sua experiências conosco e com os leitores do blog!

Até a próxima!

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Como instalar as ferramentas do Ubuntu Studio no Ubuntu "normal"

O Ubuntu Studio é a versão do Ubuntu para produtores musicais, produtores de vídeo e designers gráficos; é o Ubuntu para pessoas criativas, como diz o lema da distro. Ele usa o ambiente gráfico XFCE por padrão e traz uma série de ferramentas pré-instaladas para todas essas finalidades. Hoje você vai aprender a instalar os recursos do Ubuntu Studio no seu Ubuntu "normal" ou qualquer outra versão com interface diferente (Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu, etc).

Ferramentas do Ubuntu Studio no Ubuntu




Eis um fato interessante sobre as ferramentas do Ubuntu Studio: Elas estão disponíveis nos repositórios do Ubuntu através de meta-pacotes, o que significa que é muito fácil instalá-las no Ubuntu ou em qualquer outra derivação como o Kubuntu, Xubuntu, Ubuntu MATE, Ubuntu Gnome e por aí vai.

Para completar "a facilidade" do processo, existe um instalador gráfico que permite que você selecione os meta-pacotes individualmente, podendo selecionar o segmento específico que você quer trabalhar, por exemplo: Só programas para trabalhar com vídeo ou só programas para trabalhar com áudio, etc.

Veja agora uma brave demonstração do conteúdo do Ubuntu Studio. (Para acessar a descrição do vídeo clique aqui).


Receba mais vídeos como este no seu YouTube


Ubuntu Studio Meta Installer


O Ubuntu Studio Meta Installer é o programa responsável por instalar os pacotes da distro no seu sistema, você encontra ele na Central de Programas do Ubuntu facilmente pesquisando por "Ubuntu Studio" ou, basta clicar no botão abaixo e instalar:

Quem prefere instalar as coisas pelo terminal pode usar este comando:
sudo apt-get install ubuntustudio-installer -y
O programa vai estar disponível no menu do sistema.

Como utilizar? 


Abra o programa e vai ficar óbvio, você verá as opções para instalar os pacotes para cada segmento:

Ubuntu Studio Meta Installer

Basta marcar a que você quiser e dar um singelo "OK" na parte inferior, veja que é possível até mesmo instalar o Kernel Low Latency no sistema através da ferramenta.

Bom proveito!
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terça-feira, 31 de maio de 2016

Como instalar as ferramentas do Kali Linux no Ubuntu com o Katoolin

Katoolin é um script que permite que você instale facilmente as ferramentas de PenTest da famosa distribuição Kali Linux no Ubuntu. Veja como funciona.





A dica é útil para quem quer transformar o sistema operacional Ubuntu em uma ferramenta de testes de segurança sem a necessidade de reinstalar o sistema, fazer dual boot ou usar máquinas virtuais com o Kali Linux ou qualquer outras distro com essa finalidade.
Leia também: Top 7 melhores distros para PenTest
O script Katoolin tem basicamente 3 funções:

- Adicionar os repositórios do Kali Linux.
- Remover os repositórios do Kali Linux.
- Instalar as ferramentas do Kali Linux.

Como estamos falando de ferramentas para profissionais e estudantes de segurança de redes de computadores não vamos poupar o terminal desta vez, como fazemos nos tutoriais para iniciantes aqui do blog, então, vamos aprender a rodar este script e instalar tudo o que você precisa para fazer os seus testes de segurança.

Instalando ferramentas do Kali Linux no Ubuntu com Katoolin


Como pré-requisitos temos que ter o Python 2.7 instalado no computador, ou uma versão superior, os desenvolvedores informaram que o único sistema onde a ferramenta foi testada foi o Ubuntu, porém, o Katoolin deve funcionar em outros derivados do sistema da Canonical possivelmente.
sudo su
git clone https://github.com/LionSec/katoolin.git && cp katoolin/katoolin.py /usr/bin/katoolin
chmod +x /usr/bin/katoolin
sudo katoolin
Rodando o script você basicamente deve selecionar o que você deseja utilizar. Temos aqui um vídeo exemplificando o funcionamento:


Alerta: Os desenvolvedores pedem para que você remova o repositório do Kali Linux depois da instalação das ferramentas para evitar problemas, ou que pelo menos você o desabilite temporariamente até querer fazer alguma atualização das mesmas. Você pode usar o próprio Katoolin para isso.

Se você estiver em dúvida sobre o funcionamento, faça o teste em uma máquina virtual primeiramente antes de colocar no seu computador de trabalho.
GitHub do Katoolin
Até a próxima!
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Unigine Heaven/Valley - Plataforma de Benchmark gráfico para Linux, Windows e Mac

Estou pretendendo fazer alguns vídeos no futuro do canal do Diolinux envolvendo benchmarks entre sistemas operacionais, então, nada melhor do que encontrar uma plataforma de benchmark fixa para fazer uma análise, para isto é que a Unigine Heaven sai servir, sendo compatível com Linux, Windows e Mac.

Benchmark Linux Unigine Heaven




A Unigine Heaven tem uma versão paga também, porém, a versão free "já dá pro gasto", como se diz.

O programa serve para você fazer testes de stress no seu hardware gráfico, tanto usando DirectX, quanto OpenGL, como a ferramenta tem versões para Linux, Windows e Mac, é possível comparar os 3 sistemas, pelo menos sob a API open source.

Existem várias opções para você customizar o teste, com processamento de tesselação e filtros Anti-Aliasing para que você possa ver até onde a sua placa vai. A Unigine Heaven é compatível com Nvidia, AMD e Intel e pede para você dê preferencia por usar drivers proprietários no Linux para ter uma melhor experiência.

Download e utilização


Para baixar, basta acessar essa página, existe também a versão Unigine Valley, que basicamente muda o tipo do cenário utilizado nos Benchmarks, você testar com as duas se quiser. O arquivo tem pouco mais de 270 MB de tamanho para ser baixado.

O arquivo baixado tem a extensão .run, em tese você pode executá-lo dando dois cliques, caso isso não seja possível, verifique se nas propriedades do arquivo o mesmo está marcado para ser executado como um programa.

Unigine Heaven Ubuntu


Dando dois cliques nele e rodando-o, uma pasta com o nome do software será criada na pasta em que você está, se você salvou o arquivo na Área de Trabalho por exemplo, uma pasta será criada ali, dentro desta pasta você vai encontrar os arquivos para executar a Unigine Heaven (ou Valley), basta dar dois cliques no arquivo "heaven" se você estiver usando a Unigine Heaven, ou no arquivo "valley", se você estiver utilizando a Unigine Valley.

Agora é partir para os testes! :)
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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Unity 3D ganha nova atualização para Linux

Apesar da mudança ser modesta ela trouxe algumas melhoras significativas. Para quem não conhece,o Unity 3D é uma Engine muito popular para desenvolvimento de games de uma maneira relativamente simples, a ferramenta é responsável por uma série de games Indie por conta de sua facilidade e pode ser utilizada para fazer games para internet, computador e mobile.

Unity 3D Engine for Linux




Desde que o projeto foi anunciado, várias coisas interessantes aconteceram, podemos considerar o Unity 3D como algo utilizável no Linux à partir desta versão, porém, pequenos detalhes ainda não foram portados por enquanto, o trabalho parece é árduo mas os desenvolvedores da Unity 3D estão fazendo um grande trabalho.

Eu estive fazendo algumas aulas online para aprender um pouco do Unity 3D e estava fazendo todo o curso usando o Unity 3D através do Linux, até que cheguei a um ponto onde não conseguia importar alguns "assets", nesta versão, a 5.4, o recurso está funcionando normalmente, o que me permite continuar estudando. \o/

Basicamente as mudanças feitas foram duas, um processo de upgrade da versão 5.3 para a 5.4 com os recursos que a mesma carrega e uma correção de bug com o desenvolvimento com WebGL.

Downloads


Para Linux, a única distribuição que tem suporte oficial é apenas o Ubuntu (na versão 64 bits), porém, os desenvolvedores tem também um pacote não oficial que deve funcionar em qualquer distribuição, porém, sem suporte por parte da empresa.

Instalador oficial para Ubuntu no formato .deb:

5.4.0b18: Download

(sha1sum a52f4d94233facba1624140a9e5733178c5a4222)

Para outras distribuições:

5.4.0b18: Download

(sha1sum a4207fdcb8d5cea66c21e81778e6345f2633b520)

Versão em torrent, incluindo os dois instaladores:


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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Shotwell Photo Manager muda de desenvolvedor e recebe nova atualização

O Shotwell Photo Manager é uma aplicação Gnome que acompanha o Ubuntu há algum tempo, ele também era o aplicativo de visualização de imagens padrão do elementary OS, anteriormente desenvolvido pela empresa Yorba e que agora ele está sob nova direção.

Shotwell




A empresa Yorba deixou de operar e os aplicativos que eles mantiveram durantes os últimos anos tiveram um hiato em seu desenvolvimento, porém, como tudo no mundo open source que desperta o interesse dos desenvolvedores, os projetos da Yorba não morreram.
Leia também: Como usar o Shotwell para criar um Slide de wallpapers na sua área de trabalho

O primeiro a voltar foi o gerenciador de e-mails Geary e agora temos a volta do Shotwell. O novo desenvolvedor do Shotwell é Jens Georg, ele tem um novo repositório PPA para o Shotwell, você pode instalar no seu Ubuntu ou qualquer outra distribuição derivada usando o seguinte repositório: ppa:yg-jensge/shotwell



Quem preferir fazer a instalação por terminal pode usar o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:yg-jensge/shotwell -y && sudo apt update && sudo apt install shotwell -y
Confira aqui todas as mudanças feitas na nova versão.

Até a próxima!

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Manipule o Kernel Linux de maneira gráfica com o DuZeru Kernel Install

Hoje você vai conhecer uma ferramenta muito legal para manipular versões do Kernel Linux de uma maneira simples com uma aplicação gráfica. O DuZeru Kernel Install é proveniente do projeto brasileiro DuZeru e é compatível com o Debian, Ubuntu, Linux Mint e seus derivados, confira:

Kernel Upgrade




Um dos recursos interessantes da nova versão da distribuição Linux brasileira DuZeru 2.2 é uma ferramenta para manipulação do Kernel Linux de maneira simples. Essa ferramenta agora poderá ser utiliza poder outros usuários que usem um sistema de base Debian, isso inclui além do próprio DuZeru e do Debian, o Ubuntu, o Linux Mint, o elementary OS e tantos outros que usam a mesma base.

Como baixar o DuZeru Kernel Install?


DuZeru Kernel

Os pacotes .deb estão disponíveis para download no site oficial do DuZeru na sessão de aplicações personalizadas, assim como seus códigos fontes.

Com esta aplicação você consegue instalar e remover versões do Kernel, incluindo as versões de baixa latência.

Segundo os desenvolvedores do DuZeru, o "DuZeru Kernel" funciona da seguinte forma:

"As principais linguagens usadas são: python, HTML, CSS, ShellScrip a interface que você vê é do HTML e CSS mas o que faz abrir numa janela de programa e não em um navegador é o python. 

Quando executamos o comando duzeru-kernel ele chama o python que chama o HTML aí os dois ficam interligados.

Quando clicamos no botão para instalar um Kernel (dentro do HTML) este botão tem uma função de chamar um código no python que chama um ShellScript. O ShellScript faz o serviço automaticamente de baixar o kernel, descompactar, instalar e reiniciar o sistema.

Já em outro botão  por exemplo de informação (no HTML), ele tem uma função que vai no arquivo python e o comando no python chama uma URL.

Resumo, criação de novos botões e personalizar a interface ficam dentro do arquivo HTML: usr/share/duzerukernel/index.html

Para linkar os comandos dos botões (do arquivo em HTML) para um ShellScript ou URL para um navegador fica em: /bin/duzeru-kernel"

O funcionamento é demonstrado neste vídeo: 


Eu testei ele no Ubuntu e funciona perfeitamente, porém, cabe observar que o instalador de Kernel ainda não está no mesmo ritmo do desenvolvimento do Kernel Linux, normalmente o instalador está trazendo uma versão anterior a mais recente.

Existem outras formas de fazer uma instalação automática do Kernel confira:



Até a próxima!
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segunda-feira, 23 de maio de 2016