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Oranchelo - Tema de ícones Flat para Ubuntu e Linux Mint

Vamos conhecer um novo set de ícones para você usar no seu sistema operacional, o Oranchelo fica especialmente bonito no Linux Mint com seu tema esverdeado, confira:

Oranchelo




Ícones Flat são moda hoje em dia e o desafio é escolher entre as várias opções qual seria a mais bela, uma nova opção que você pode testar é o conjunto de ícones Oranchelo, para instalar no Ubuntu ou no Linux basta baixar o pacote .deb logo abaixo e instalar dando dois cliques.

Se preferir usar comandos no terminal e instalar via PPA:
sudo add-apt-repository ppa:oranchelo/oranchelo-icon-theme
sudo apt-get update && sudo apt-get install oranchelo-icon-theme

Para ativar os ícones no seu sistema procure a opção "Temas" no painel de controle do Linux Mint ou utilize o Unity Tweak, se você usa o Ubuntu.

Até a próxima!
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Canonical mostra o novo terminal convergente para o Ubuntu com Unity 8

A Canonical publicou uma documentação explicando os novos conceitos visuais e funcionais do terminal que vai acompanhar o Unity 8, além bonito ele está com várias funções interessantes, vamos dar uma olhada?

Ubuntu Unity 8 Terminal




Para quem aguarda ansioso pela versão estável e ajustada para desktop do Unity 8 este é mais um motivo para roer a as unhas. A Canonical mostrou como vai funcionar o terminal da interface gráfica convergente, tanto no computador, quanto em dispositivos móveis.

A última atualização no aplicativo trouxe os seguintes recursos aprimorados:

- Atalhos do teclado
- Atalhos customizáveis para Touch e Teclado
- Opção de tela dividida (horizontal, vertical)
-  Paleta de cores customizável
- Transparência da janela (no desktop)
- Histórico de comandos ilimitado
- Função 'Find' para pesquisar o histórico

Terminal convergente Ubuntu

Atualmente este aplicativo está apenas disponível para os Tablets e celulares com o Ubuntu, você pode ler mais sobre o aplicativo, suas funções e ver mais algumas imagens no post da Canonical.

Ubuntu Terminal no Ubuntu Phone


Até a próxima!
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FotoJet - Uma maneira simples e fácil de fazer montagens com as suas fotografias

Procurando uma forma simples de fazer montagens? Acho que eu tenho uma boa dica para você. Hoje você vai conhecer o FotoJet, um editor de imagens online que permite que você faça colagens e montagens com poucos cliques sempre com uma aparência muito bacana, aposto que a até a sua mãe consegue usar um desses? Vamos conhecer a ferramenta?

Faça montagens com  Fotojet no Ubuntu
Este é um artigo patrocinado.





Existem diversos programas para editar imagens, alguns pagos e outros gratuitos, Photoshop e GIMP talvez seja dois dos melhores exemplos, e é claro, temos o Pixlr também, que se tornou muito popular, porém o FotoJet é especial, não só porque ele é online e você pode acessar de qualquer computador ou dispositivo, mas porque ele é muito fácil e intuitivo e tem vários templates que permitirão que você crie coisas bacanas mesmo sem ser um especialista em design.

Quer fazer capaz para o Facebook ou para o YouTube com facilidade?


Recursos do FotoJet



O FotoJet possui alguns templates para as redes sociais mais comuns. Se você ainda não tem muita habilidade com edição para criar a sua própria capa para o Facebook, sua Fan Page ou canal no YouTube, você pode deixar o FotoJet te ajudar, o seu único trabalho vai ser escolher as imagens que você quer estejam na montagem, depois é só baixar, compartilhar ou imprimir.

O FotoJet ainda tem a capacidade de importar as suas fotos do Facebook, o que já facilita muito as coisas.


FotoJet Editor


Além dos templates prontos, há também um editor muito simples de operar semelhante aos que você encontra para dispositivos móveis, dá até pra se arriscar e fazer as Thumbnails do canal nele.

FotoJet Editor


Collages


Outro recurso bacana do FotoJet são as fotocolagens, muita gente gosta de agrupar as fotos para mostrar um determinado momento de suas vidas de vários ângulos diferentes, no FotoJet é muito simples fazer isso. 

FotoJet Collages


Existem vários tipos de texto para serem inseridos, cliparts e formas que podem complementar a sua colagem, eu curti pra caramba!

Para conhecer esta incrível aplicação acesse o site www.fotojet.com, outra forma bacana de utilizar o aplicativo é através do seu App no Google Chrome, eu estou utilizando ele assim no meu Ubuntu, olha só:

FotoJet no Ubuntu


Espero que ele possa ser tão útil para você, quanto tem sido para mim nos últimos dias. Curtiu a dica? Então ajude mais pessoas compartilhando o post com os seus amigos! :)

Até a próxima!
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Simplenote - Uma excelente alternativa ao Evernote para Linux, Windows e Mac

Eu sou completamente viciado em aplicativos de notas, não passo um dia sequer sem utilizá-los, meus preferidos são o Evernote e o Google Keep, uso ambos no Ubuntu através de WebApps do Chrome como já mostrei aqui e aqui, respectivamente, mas existe uma nova aplicação que vem chamando a minha atenção, o Simplenote.

Simprenote Ubuntu




Para mim o grande fator diferencial para eu decidir usar uma aplicação ou outro em termos de notas é ela ser  compatível com os Smartphones que eu utilizo, ser acessível via Web por qualquer browser e consequentemente ter sincronia com a nuvem, para as notas sempre estejam salvas e com seus devidos backups. Felizmente o Simplenote tem todas estas características.

Além destas boas características citadas, o Simplenote tem um visual muito clean, algo que me agrada e a possibilidade de adicionar tags também permite uma boa organização de todas as notas que você fizer. 

O Simplenote tem um cliente Web que pode ser acessador por qualquer navegador e também um App para dispositivos móveis. 

Download do Simplenote


Simplenote Download

O Simplenote é distribuído em vários formatos para sistemas operacionais variados e existe até um pacote .deb que facilita a instalação no Ubuntu, tudo o que você precisa fazer para utilizá-lo é acessar o site, baixar a versão para o sistema que você utiliza e criar uma conta para utilizar os recursos de sincronização.

Até a próxima!
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Ubuntu vs Linux Mint, qual o melhor para jogos?

O Ubuntu e o Linux Mint são as distribuições preferidas dos Linux Gamers da Steam segundo a Valve, além disso, são também dois dos sistemas baseados em Linux mais populares entre os usuários Desktop, mas será que um leva vantagem sobre o outro na hora de rodar os seus games favoritos? Vamos nos aprofundar no assunto.

Ubuntu vs Linux Mint testes de benchmark




Qual o melhor? Eis a questão! Gostos à parte, Ubuntu e Mint são muito parecidos em seu funcionamento, também pudera, o Linux Mint é baseada no Ubuntu e compartilha com o mesmo diversas características. Tirando a questão de gosto, levando para o lado técnico de extração de desempenho da máquina, será que algum se sobressai ao outro?

É claro que nós também ficamos curiosos com esta pergunta e para sanar as nossas dúvidas, vamos elaborar uma série de Benchmarks para sabermos quem é o mais eficiente, para começar vamos testar os dois sistemas game Dirt Showdown em seu Benchmark Fixo e Presets gráficos diferentes e fazer uma comparação. Confira o vídeo na íntegra:


Temos vídeos todos os dias, assine para não perder nada! :)

Não tire conclusões precipitadas


Apesar de podermos ter uma ideia do desempenho das distribuições, é bom salientar que este teste, apesar de refletir a realidade, precisa ser aprofundado, pois os games podem responder de maneira diferente às distribuições, por isso vamos fazer mais testes em breve com outros títulos para termos uma maior segurança para afirmar qualquer coisa.

Para ver os próximos testes basta acompanhar o nosso canal, o botão de se inscrever está aí em cima, basta clicar e você terá acesso ao nosso canal com centenas de vídeos sobre Linux e outros assuntos interessantes.

Deixe a sua opinião e sugestão para os próximos Benchmarks nos comentários logo abaixo e até a próxima!
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ubuntu recebe suporte ao React Native e aplicativos de Android e iOS poderão chegar ao sistema

A Canonical deu um passo importante para permitir o desenvolvimento de aplicativos para o Ubuntu com pacotes Snap - entenda os pacotes Snap aqui - graças a adoção do framework React Native, desenvolvido pelo Facebook, entenda:

Ubuntu React Native




A Canonical anunciou uma novidade importante, o suporte para o framework do Facebook, React Native, que permitirá que aplicativos desenvolvidos com o React.js para Android e iOS possam ser portados e interajam com o Ubuntu de forma convergente, juntamente com o Unity 8.

Os pacotes Snap permitirão que os desenvolvedores criem pacotes que rodarão no sistema, independente do dispositivo que o Ubuntu estiver rodando, Desktops, Servidores, Mobile ou IoT.

O React Native permitirá que os desenvolvedores criem aplicativos que tenham a capacidade de rodar em várias plataformas e que interajam com a interface gráfica do sistema operacional, não importa qual seja. A Canonical criou uma página no GitHub mostrando os primeiros passos para quem quer trabalhar com o React Native no Ubuntu.


Isso não quer dizer que todos os aplicativos de Android e iOS rodarão no Ubuntu, mas quer dizer que todos os Apps para ambas as plataformas que forem desenvolvidos com React Native poderão ser adaptados no Ubuntu sem muita dificuldade.

Saiba mais na página da Canonical. Até a próxima!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Como instalar PPAs no Ubuntu em modo gráfico

Aprenda a adicionar repositórios PPA sem digitar nenhum comando

Temos aqui um tutorial muito especial, eu havia prometido no meu vídeo "Como comecei a usar Linux" um tutorial ensinando como instalar repositórios PPA em modo gráfico.

Como instalar PPAs no modo Gráfico no Ubuntu




Por que aprender a instalar PPA dessa maneira?


Se você está se perguntando, "Para começar, o que vem a ser um PPA?" sugiro que leia o artigo que fizemos a respeito desse assunto, inclusive nele você encontra o passo-a-passo para aprender a instalar PPA em modo texto, ou seja, via terminal, explicando cada uma das partes para que você entenda o que está fazendo.


Se você não quiser ler explicações pule para parte "Instalando PPA pela interface gráfica"


Uma vez que você tenha entendido, vem a justificativa deste artigo, com o Linux a cada dia crescendo mais em usuários, começamos a atingir indivíduos que não curtem muito esse negócio de comandos, estão acostumados a usar o Windows e o Mac e raramente precisar destas coisas para coisas triviais como instalar programas.

No Ubuntu nós temos um repositório fantástico com mais de 30 mil softwares na Central de Programas prontos para instalar com pouquíssimos cliques do mouse, entretanto se você precisa de um programa específico é muito comum encontrar tais programas dentro de um repositório PPA e normalmente você encontra essas dicas em blogs como o nosso que mostrar como instalar esses programas via linha de texto, não é nada complicado, são apenas 3 comandos ( normalmente ) e bingo! temos o nosso programa instalado.

Porém nem tudo são flores e existem usuários que não querem chegar nem perto deste tipo de coisa e uma coisa que eu condeno e que já vi varias vezes é gente dizendo para novatos que eles tem que se acostumar assim porque o Linux funciona assim, que tem que tentar aprender um novo sistemas etc, que tem que mexer com o terminal por que é assim que as coisas devem ser...

Me reservo ao direito de não concordar com isso totalmente, por isso sempre estou tentando produzir material especialmente para iniciantes pois isso foi uma coisa que não tinha muito quando eu comecei, uma pessoa não é obrigada a aprender comandos para usar o Ubuntu certo? Ela não precisa querer ser um usuário avançado, ela pode simplesmente usar o computador normalmente e querer instalar um ou outro programa que infelizmente não está na Central de Programas.

Instalando PPA pela Interface Gráfica (Aqui começa o tutorial)


Adicionar repositórios PPA pela interface gráfica não é algo muito difícil, mas depois de ler todo este material você vai de dar conta que fazer isso pelo terminal é até mais simples. Vamos lá!

Passo 1

Abra o menu do Ubuntu e procure pelo aplicativo "Programas e atualizações".

Programas e atualizações

Programas e atualizações >> Outros programas

Programas e atualizações

Na janela que se abrir você encontra 5 abas, a segunda "Outros Programas" é a que você deve clicar, nela estão listados todos os repositórios do Ubuntu, incluindo os PPAs que você adicionou anteriormente (se adicionou), para este exemplo vamos usar o PPA do Wine que se encontra neste artigo que fizemos, para instalar o novo PPA você deve clicar no botão "Adicionar", como está marcado na imagem acima.

Passo 2

No próximo passo você vai precisar prestar atenção para retirar do tutorial em questão apenas a parte do comando que interessa que é o próprio endereço do PPA.

Adicionando o repositório

Na janela que se abrir você deve colocar o endereço do repositório, se você olhou o artigo que eu indiquei no item anterior você vai entender melhor, se fossemos instalar o software via linha de comando usaríamos o comando abaixo como está no artigo:


Observe que somente a última parte do comando você deve utilizar para colocar na tela anterior, a primeira parte não é necessária e se você colocasse não funcionaria, coloque somente o texto contido entre as palavras "ppa e /ppa", depois disso clique em adicionar fonte.

Passo 3

Para adicionar um PPA é necessário que você digite a sua senha, faça isso e tecle "Enter" ou clique em "Autenticar", normalmente a senha é mesma que você usa para se logar no sistema

Autentique-se como root para adicionar um repositório


Passo 4

Tudo isso que fizemos até agora equivale ao primeiro comando no terminal, que é o comando que adiciona o PPA, agora é necessário atualizar a lista de softwares que é equivalente ao comando "sudo apt-get update", para isso clique em fechar.

Atualizando lista APT via interface gráfica

Ao fazer isso podem ocorrer duas coisas dependendo da versão do Ubuntu que você use, pode ser que o sistema peça para atualizar o cache de programas (Ubuntu 13.10 ou anterior), se pedir de OK, ou pode ser que a Central de Programas faça isso automaticamente ( Ubuntu 14.04), no meu caso foi este último que aconteceu.

Atualizando o cache de programas

Uma vez que o processo se encerre a aplicação já vai estar disponível na Central de Programas, basta digitar o nome exato dela, esse nome você encontra na última linha do comando do tutorial, seguindo o nosso exemplo do Wine seria "wine1.7"


Entretanto se o programa já estiver instalado você só precisa atualizar o sistema, para fazer isso pela interface gráfica procure no menu por "Atualizador de Programas".

Existe uma outra possibilidade para o caso que é de que dentro do mesmo PPA existam versões diferentes do mesmo programa e você quer instalar uma específica, para isso você pode usar o Synaptic, que é um gerenciador de pacotes mais avançado que a Central de Programas, você encontra ele na própria Central de Programas pesquisando por "Synaptic".

Nele existe um método para filtrar os programas por PPA permitindo que você veja tudo o que contém nele.

Atualizando programas para o Synaptic

Para isso basta seguir as indicações da imagem acima, marque "Origem" nas opções que ficam na parte inferior esquerda, seleciona na lista acima o PPA que adicionamos, repare que agora ele vem seguido da palavra "Trusty" que indica a versão do Ubuntu, se você usa o Ubuntu 13.10 será "Saucy", se usa o 12.04 será "Precise" e assim por diante, uma vez selecionada do lado direito temos todos os pacotes contidos neste repositório e que são instaláveis na nossa distribuição.

Na primeira marcação na parte direita vemos a versão que está instalada (1.6.2) com um ícone como ponto de interrogação indicando que ela está desatualizada, clicando com o botão direito do mouse sobre ele você conseguir atualizar ele para uma versão mais recente mas muito provavelmente não a última versão que é a 1.7 marcada logo abaixo, e como saber que é a última, ora, basta olhar todos os pacotes contidos dentro do PPA nessa listinha não tão grande aí, 1.7 é atualmente o número mais alto, logo é a versão mais nova.

O que eu fiz foi simplesmente dar dois cliques na versão 1.7 indicada pela seta e confirmar que eu queria fazer essas alterações, automaticamente o Synaptic iria remover a versão mais antiga e instalar a mais nova, para confirmar essa ação basta clicar em aplicar e aguardar o download e a configuração dos novos pacotes.

Atualizando e instalado via Synaptic

No caso acima eu marquei também a opção de instalar atualizações então ele está baixando o pacote "ubuntu-emulator" que estava desatualizado.

Depois de instalado o programa ele estará disponível no seu menu como qualquer outro, viu como é simples? Ou será que nem tanto?

A verdade é que você pode fazer tudo por interface gráfica, mas pela linha de comando é mais direto ao ponto e consideravelmente mais rápido, o Linux é isso, te dá opções.

Compartilhe e até a próxima!
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Conheça e instale o pCloud no Ubuntu (10 GB Grátis)

Serviços de armazenamento em nuvem são muito populares hoje em dia, porém, não são todos contém um aplicativo de sincronização para o Desktop Linux. Além de Dropbox, Insync (Google Drive), Meo Cloud, Mega, entre outros, temos agora o pCloud também, que te dá 10 GB gratuitos para você armazenar o que quiser.

pCloud no Ubuntu




Se você procurava uma alternativa para usar um serviço de armazenamento em nuvem com sincroniza no Linux, o pCloud pode ser uma boa opção, como instalar? Simples.

1 - Acesse o site oficial do pCloud.

Como instalar o pCloud no Ubuntu

2 - O site vai te disponibilizar o arquivo .deb que pode ser instalado facilmente, basta dar dois cliques nele e a Central de Programas vai se abrir. Clique em "Instalar" e digite a sua senha.

Digite a sua senha para instalar o programa

3 - Depois disso, o programa vai estar disponível no menu do sistema, abra para fazer login com a sua conta pCloud ou para criá-la.

login no pCloud

Ao abrir o programa pela primeira vez, será necessário logar-se com a sua conta, caso você já tenha, e se não tiver, basta criar uma conta, como no exemplo acima, informando o seu e-mail de preferência e uma senha para o serviço.

Depois de tudo registrado uma pequena apresentação de slides vai te mostrar como o produto funciona.

pCloud Linux

Depois de instalado, o pCloud cria um diretório montado no seu Nautilus (gerenciador de arquivos do Gnome e do Ubuntu), ele já vem (não sei o por quê) com arquis demonstrativos, você pode apaga-los sem problema nenhum, pois só eles ocupam um pouco mais de 50 MB de armazenamento.

O pCloud também aparece na sua área de notificações em um ícone onde você tem diversas opções de controle.

Até a próxima!
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Como instalar o Steam no Ubuntu e no Linux Mint

Jogar em distribuições Linux atualmente é algo muito simples graças ao Steam, a plataforma de distribuição de jogos da Valve. Aprenda agora a instalar o Steam no seu Ubuntu ou no Linux Mint para aproveitar os principais games para Linux.

Como instalar o Steam Ubuntu Linux Mint




Segundo as pesquisas da Valve, as duas distribuições Linux que mais são utilizadas na plataforma para jogar são o Ubuntu e o Linux Mint, tanto que o único formato de pacote que a Valve distribui no site da Steam para instalação é em .deb, o formato do Debian, de modo que grosseiramente este tutorial também serve para o nosso querido Debian, base do Steam OS.

Valve recomenda o Ubuntu


Como instalar a Steam no Ubuntu?


Tanto para Ubuntu, quanto para Linux Mint, o processo pode ser feito pelo terminal desta forma:
sudo apt-get install steam
Será necessário digitar a sua senha e confirmar posteriormente a instalação, preste atenção nas informações que o terminal te apresentar.

Porém, é possível instalar também sem utilizar o terminal em alguns poucos passos:

1 - Acesse o site da Steam e baixa o pacote .deb para o seu sistema. 

Download do Steam Linux


2 - Dê dois cliques no arquivo baixo e ele vai abrir com o instalador correspondente, no Ubuntu o padrão é a Central de Programas, no Linux Mint atualmente é o Gdebi.

3 - Clique em "Instalar".

4 - Digite a sua senha de administrador.

5 - Aguarde a instalação, posteriormente você vai encontrar o Steam no menu do seu computador.

Depois da instalação, ao abrir o cliente Steam pela primeira vez, será necessário baixar uma série de arquivos complementares, o download irá acontecer automaticamente, porém, dependendo da velocidade da sua internet esta parte do processo poderá demorar mais ou menos.

Depois do download dos arquivos complementares, chegou a hora de você logar-se com a sua conta Steam, ou de criar a sua conta.

Login Steam


Depois de instalado e logado, basta começar a baixar os games grátis ou comprar alguns para você jogar.

O Steam também funciona em outras distribuições Linux, se você usa uma distro diferente de Ubuntu ou Linux Mint (ou Debian) vale a pena consultar a documentação da sua distro para averiguar qual o método de instalação recomendado.

Até a próxima!
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Ubuntu é utilizado em filme russo #EuViLinux

Um novo capítulo da nossa série de artigos para mostrar os mais variados lugares onde o Linux é utilizado, a contribuição de hoje veio do nosso leitor Julian Fernandes, confira:

Eu vi Linux em um filme Russo





Nós temos muitas imagens mandadas por vocês, leitores do blog, e aos poucos vamos publicando todas, então se você mandou um #euvilinux aqui pra gente, não se preocupe! Em mais tempo ou menos a sua imagem vai aparecer por aqui!

Como eu havia comentado, o artigo de hoje veio à partir da colaboração do nosso leitor Julian Fernandes, ele nos mandou um e-mail dizendo:
Enquanto eu estudava sobre a linguagem Russa, eu me deparei com esta cena no filme "Няньки" (Nyanki) em português "Babá" estreado em 2012.
Nele a uma cena de teleconferência em que usam o Linux Ubuntu.
Você pode ver a imagem melhor logo abaixo:

Ubuntu aparece em filme russo

Interessante não? É muito comum vermos em filmes computadores da Apple, eventualmente alguns computadores que rodem Windows também e o Linux está muito mais presente do que você imagina. Quando você vê um sistema completamente diferente, é possível que ele seja um Linux modificado, ou até mesmo uma página de alguma site em tela cheia com determinados recursos. 

De qualquer forma, é muito raro ver um computador com uma distribuição facilmente reconhecível, como neste caso do filme russo. Não sei se você chegou a ver, falando em Linux na mídia, um clipe do Justin Bieber onde ele parece utilizar o Gnome Shell.

Aparentemente no filme estão utilizando a primeira versão do Unity no Ubuntu 11.04, Natty.

Você já viu Linux por aí também? Mr. Robot não conta! :D

Até a próxima!
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sábado, 6 de agosto de 2016

Tudo o que você precisa entender sobre repositórios PPA: O que é, como instalar, dicas e recomendações

O que é um repositório PPA e como instalar um no Ubuntu e derivados


Olá meu amigo, este artigo tem por objetivo ser didático a fim de ensinar você a instalar programas no Ubuntu e no Linux Mint através de um repositório PPA que é uma maneira muito fácil e comum de se fazer as coisas nessas distribuições.

Ubuntu-PPA


Mas afinal, o que é um PPA?


PPA quer dizer Personal Package Archives, os repositórios deste tipo nada mais são do quer servidores na internet onde se encontram os programas que não estão nos repositórios oficias da sua distro.

Mas essa é uma generalização porque alguns programas que estão na Central de Programas possuem PPA, caso do WINE por exemplo, a diferença entre instalar a versão da Central de Programas e instalar via PPA é que a versão que está na Central de Programas e suas possíveis atualizações já foram testadas e apresentam um nível bom de segurança e estabilidade, porém, não trazem os mesmos recursos muitas vezes, das versões mais recentes, coisa que o PPA trás.

Instalar ou não instalar via PPA


Eis uma questão que já foi amplamente discutida por fóruns especializados, assim como outros assuntos polêmicos, não se foi chegada a nenhuma conclusão precisa, há quem defenda o uso, há quem ache que instalar programas de terceiros pode "quebrar" o sistema, mas se pensarmos friamente a realidade é uma só; instalar PPA não oferece nenhum risco eminente, porém, vale a pena ficar atento quanto à procedência do PPA, do seu desenvolvedor etc.
Se você tem dúvidas procure informações sobre o desenvolvedor do software e da procedência do mesmo.

Um dica importante é você sempre consultar a Central de Programas antes de sair procurando PPAs, muitas vezes você encontrará o mesmo software que procura por lá em pleno funcionamento e capacidade de sanar as suas necessidades.

Como instalar um PPA via terminal


Certo, esta é parte que realmente motivou este post, eu sempre sugiro o Linux para os meus conhecidos e amigos, normalmente o Ubuntu ou o Linux Mint porque acredito que sejam as mais acessíveis, instalar Programas pela Central de Programas ou através de arquivos .deb não é das tarefas mais complicadas - Se você quer saber mais sobre instalação de programas .deb clique aqui - mas quando os usuários iniciantes precisam instalar programas via PPA surgem algumas dúvidas, por isso vou dar um exemplo e explicar cada detalhe do processo de instalação de software por este método.


Mas por que só pelo terminal?


Você pode perguntar...

Primeiro porque a maioria dos sites que tratam do assunto pela internet usa esse método, segundo que ele é o mais prático e direto ao ponto, se você veio do Windows e está pensando que vai ser ruim ter que instalar programas pelo terminal, lembre-se que não é difícil, é apenas diferente, muitas vezes é mais complicado crackear um programa pirata na plataforma Microsoft.

Na maior parte das vezes basta copiar e colar, obviamente prestando atenção no que o comando faz para não ter problemas.

Exemplo prático e explicação

Certo, para o nosso exemplo vamos utilizar o PPA do CPU-G, ele é um software que mostra informações do seu Hardware com detalhes, semelhante ao Everest para Windows.

Os comandos para instalar o CPU-G são estes:
sudo add-apt-repository ppa:cpug-devs/ppa 
sudo apt-get update
sudo apt-get install cpu-g
Com estes 3 simples comandos você instalaria o software no seu Ubuntu, os comandos para instalar programas via PPA são sempre iguais, a única coisa que muda é o endereço do PPA da primeira linha, cada qual com um endereço diferente.

Analisemos a primeira linha de comando 


Antes de mais nada, esses comandos devem ser digitados em um terminal, procure no menu da sua distro por "terminal".

O que é "Terminal"?: O Terminal é uma janela onde podemos dar comandos aos sistemas Unix, o Linux inclusive.

Normalmente é dito para que você copie e cole os comandos, pois eles tem que ser certeiros, uma letra ou caractere errado pode invalidar o comando, nada impede que você digite, mas para não correr o risco de escrever errado, a melhor e mais prática maneira de fazer isso é copiando e colando.

Teclas de atalho para copiar e colar no Terminal


Se você tentou dar um bom e velho "CTRL+C/CTRL+V" deve ter percebido que isso não funciona no terminal, não exatamente assim pelo menos, a função de copiar e colar requer a adição de mais uma tecla para que funcione, sendo assim, quando quiser copiar do terminal use: SHIFT+CTRL+C e para colar use: SHIFT+CTRL+V.

Voltando a linha de comando:

sudo add-apt-repository ppa:cpug-devs/ppa
A parte em azul se refere ao comando SUDO, este comando serve para dar permissões de super usuário (ROOT) - Clique para saber o que é Root - temporariamente para que você instale o programa, apenas o usuário Root tem permissão para fazer este tipo de modificação e por isso o acesso é restrito e protegido por senha (comentaremos adiante).

A parte vermelha se refere ao comando propriamente dito, neste caso o comando simplesmente diz que estamos adicionando um repositório, a palavra APT - Saiba mais sobre o APT aqui - se refere ao gerenciador de pacotes de todas as distros baseadas no Debian, inclusive o Ubuntu e Linux Mint.

A parte escura se refere ao endereço do servidor PPA onde se encontra o programa, normalmente ele vem precedido da palavra "PPA" seguido de dois pontos e o nome do PPA.

Depois de copiar o código e colar no terminal a primeira linha, dê "Enter", digite a sua senha de usuário, dê enter novamente, neste instante ocorre a instalação do PPA, o terminal vai lhe pedir se você deseja realmente instalar o programa apenas para confirmar dê mais um "Enter", caso queira cancelar a instalação ( ou qualquer outro processo que corre pelo terminal) apertando a combinação de teclas CTRL+C.

OBS: Não se preocupe se não aparecer nada no campo da senha, é assim mesmo que funciona.

Aguarde um instante e o repositório será adicionado a sua lista de fontes de software.

Segunda linha


sudo apt-get update

A segunda linha é muito mais simples de entender, depois de instalar o repositório precisamos mostrar para o Ubuntu que temos mais uma fonte de software, o comando SUDO tem o mesmo efeito do caso anterior, o comando APT-GET diz ao APT, gerenciador de pacotes do Ubuntu, que o mesmo deve buscar programas novos em suas listas de software e a parte em negro, significa o comando usado para atualizar as listas de software instaladas.

Copie, cole e dê enter, a lista pode demorar um pouco para atualizar.

Terceira e última linha


sudo apt-get install cpu-g

A última linha serve para instalar o programa propriamente dito, o SUDO  e  o APT-GET tem as mesmas funções que foram colocadas anteriormente.

O comando "Install" serve para instalarmos determinados pacotes, o pacote que será instalado vem logo ao lado de "install", no nosso exemplo, o nome do pacote é  o cpu-g ( em verde ).

Copie e cole os comandos como vimos anteriormente, dando "enter" após a cópia, digite a sua senha novamente se for preciso, aguarde a instalação pois agora os pacotes serão baixados da internet, dependendo do tamanho do programa e da velocidade da sua internet essa operação pode demorar um pouco.



13 Passos - Resumo de instalação via PPA pelo terminal

1 - Copiar primeira linha SHIFT+CTRL+C
2 - Colar primeira linha SHIFT+CTRL+V
3 - Dar "Enter"
4 - Digitar senha
5 - Dar "Enter" novamente para confirmar ou CTRL+C para CANCELAR
6 - Esperar processo acabar...
7- Copiar segunda linha SHIFT+CTRL+C
8 - Colar segunda linha SHIFT+CTRL+V
9 - Dar "Enter"
10 - Esperar atualizar
11 - Copiar terceira linha SHIFT+CTRL+C
12 - Colar terceira linha SHIFT+CTRL+V
13 - "Dar" Enter

Neste momento será feita a leitura dos pacotes nos repositórios e será feito a pergunta se você realmente deseja instalar (S/N)

  • - Digite "s" sem aspas para prosseguir ou "n" sem aspas para Cancelar
  • - Aguarde a instalação...

Se todo o processo correu bem, você provavelmente vai conseguir abrir o programa pela Dash, no caso do Ubuntu, ou o MintMenu, no caso do Linux Mint.

Pode parecer complicado à primeira vista, mas como tudo na vida depois que você estiver com mais prática certamente vai parecer muito simples, como o é.

Espero que todas as suas dúvidas sobre os repositórios PPA do Ubuntu tenham sido sanadas.

Até a próxima!


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Crie Web Apps facilmente com o ICE no Ubuntu e Linux Mint

Eu sou um grande fã de WebApps, uso vários! E para isso utilizo o Google Chrome normalmente, ele possui uma função nativa para isso, porém, existe outra forma de fazer aplicativos dos sites que você mais gosta de acessar e utilizar outro navegador também, como o Firefox, tudo isso graças ao ICE, confira:

Web Apps ICE Firefox





O ICE é um aplicativo que é originário de uma distribuição Linux chamada Peppermint OS, nós fizemos um vídeo sobre ela recentemente e mostramos o ICE em funcionamento, veja:


Gostou do vídeo? Que tal você não perder mais nenhum que for lançado? Basta se inscrever no nosso canal, é grátis e tem vídeo todos os dias no YouTube! :)


Como o Peppermint OS tem base no Ubuntu/Mint, seus pacotes também são compatíveis, basta baixar o pacote .deb ou usar o repositório oficial. É possível fazer a instalação no Ubuntu 16.04 ou Linux Mint 18 através do PPA:
ppa:peppermintos/p7-release
Não sabe o que fazer com este PPA? Então veja:

- Como adicionar um PPA no Ubuntu pelo terminal
- Como adicionar um PPA no Ubuntu via interface gráfica
- Como remover um programa instalado via PPA 

Se preferir usar o terminal para instalar o ICE, apenas rode este comando:
sudo add-apt-repository ppa:peppermintos/p7-release - y && sudo apt-get update && sudo apt-get install ice
Aguarde o processo e com isso o ICE já estará disponível no menu do sistema.

Fazendo a instalação com "dois cliques"


Como eu havia comentado, o ICE está disponível em pacotes .deb também, desta forma é possível apenas baixar o arquivo e instalar dando dois cliques nele, o programa vai se abrir com a Central de Programas ou o Gdebi, bastando clicar no "Instalar", digitar a senha e aguardar. Baixe o ICE no formato .deb no botão abaixo:
Existe apenas uma versão em 64 bits

Utilizando o ICE para criar WebApps


No vídeo acima você já pôde ter uma ideia de como é o funcionamento básico da aplicação, mas vamos dar um exemplo a mais para você entender melhor.

Digamos que você queria criar um WebApp do Diolinux para que você possa acessar o blog com facilidade, procure pelo ICE no menu do seu sistema, na primeira aba do programa você irá digitar as informações do site que você deseja criar um WebApp.

ICE Linux

1 - Este será o nome do seu WebApp.

2 - Aqui você digita a URL do site que você quer criar o WebApp.

3 - Selecione a categoria do menu onde o seu WebApp vai aparecer, o padrão é "Internet".

4 - Aqui você pode selecionar um ícone para representar o seu WebApp.

5 - Caso você não tenha um ícone, essa opção vai "puxar" o Favicon do site para criar o ícone do programa.

6 - Neste região você vai escolher com qual destes três browsers o WebApp vai abrir.

Na aba "Remover", como o nome sugere, você pode remover os WebApps que você criar facilmente.

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Até a próxima!

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Desative os serviços inúteis que iniciam junto com o Ubuntu

Com este tutorial você vai deixar o Boot do Ubuntu mais rápido. Se você já visitou conhece o programa "Aplicativos de sessão" do Ubuntu deve ter percebido que não aparecem todos os serviços que inicializam junto com o sistema por lá. 

Aplicativos de sessão


Para melhor gerenciar e modificar a performance do sistema, principalmente no tempo de boot podemos desativar alguns dos serviços que não utilizamos.

Para isso abra o terminal (copie e cole o comando a seguir):

sudo sed -i "s/NoDisplay=true/NoDisplay=false/g" /etc/xdg/autostart/*.desktop

Agora que todas as entradas estão visíveis, clicar no ícone da engrenagem no canto superior direito do seu desktop e depois em Aplicativos de sessão. Desative serviços que você não usa, mas tome cuidado para não desativar serviços ou softwares importantes para o sistema. Se você não sabe o que determinado serviço faz, não o desative.

boot ubuntu

Como isso você deverá ganhar alguns segundos no boot. Faça o teste, até a próxima!
quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Qual a diferença entre os comandos "upgrade", "dist-upgrade" e "full-upgrade?

Aí está uma coisa que muita gente tem dúvida, o que cada comando de atualização faz exatamente? Qual a diferença entre dar um "upgrade" e dar um "dist-upgrade"? É isso que você vai descobrir agora.

Qual é a diferença entre upgrade e dist-upgrade




Todos estes comandos servem para atualizar o Ubuntu e outras distribuições derivadas, a diferença é bem sutil, porém, ainda assim são diferentes, entenda:



apt-get upgrade: Vai atualizar todas as versões dos pacotes instalados, sem remover pacotes.

apt-get dist-upgrade: Também atualiza os pacotes, porém remove e instala pacotes também se for necessário, muitas vezes alguns pacotes precisam ser instalados como dependências para certos aplicativos atualizarem, essa opção faz isso, ao contrário da anterior. Digamos que seja uma forma mais completa, porém, "mais arriscada", pois vai modificar o sistema mais profundamente.

Recentemente o Ubuntu adicionou também o suporte para a simplificação do comando "apt-get", ele tornou-se simplesmente "apt", e o mesmo possui alguns diferenciais que nós já explicamos em outro post, clique aqui para ver.

A modificação permite que usemos um outro comando:

apt full-upgrade: Faz basicamente o mesmo que o "dist-upgrade".

Essa é basicamente a diferença, espero que tenha ficado claro para você, até a próxima!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Principais comandos do Linux: Saiba o Básico

O bom usuário de Linux deve conhecer pelo menos o básico dos comandos em terminal.
A primeira vista parece ser mais complicado, mas depois que você se inteirar melhor com este mecanismo
vai perceber que conseguirá fazer as suas atividades na sua distro com muitos mais rapidez e eficiência:

Principais comandos Linux

Se você busca mais informações sobre comandos para o Ubuntu em específico, clique aqui e confira o artigo especial.
Leia também: Principais atalhos do Terminal Linux
Aqui eu vou colocar alguns comandos que eu acho que são os principais.

Comandos básicos


  • mv [-i]: mover ou renomear arquivos.
  • rm [--]: deletar arquivos.
  • mkdir/rmdir: cria/deleta diretórios.
  • ln -s path link: cria links simbólicos (symlinks) para arquivos ou diretórios 
  • cp [-ir]: copiar arquivos.
  • ls [-al]: listagem do diretório. 

  • Outros comandos



  • file: determina o tipo do arquivo (/etc/magic).
  • cat: exibe o conteúdo do arquivo na tela.
  • head / tail: exibe linhas no inicio / fim do arquivo.
  • less / more: lista o conteúdo do arquivo.
  • man filename: manual online do programa.
  • ctrl+alt+del/reboot: reinicia o sistema.
  • shutdown -h now/halt: desliga o computador.


  • Mais no terminal



  • stty -a: lista configurações do terminal.
  • reset: reseta o terminal (volta ao normal).
  • (SHIFT)PGUP/PGDN: barra de rolagem do bash.
  • TAB: auto-completa os comandos digitados no terminal.
  • MOUSE2/3: cola o texto selecionado (gpm).
  • CTRL+S (Scroll Lock): desabilita o vt.
  • CTRL+Q (Scroll Lock): habilita o vt (tente isto caso o terminal trave).
  • ALT+Fx: muda de console.
  • CTRL+ALT+Fx: muda de console em modo gráfico.


  • Usuários




  • w: informações gerais sobre usuários logados e seus processos.
  • who: informações dos usuários atuais (do utmp)
  • last: listagem do histórico de logins (/var/log/wtmp)
  • lastlog: retorna informações sobre últimos logins.


  • Matando processos


    kill: as opções mais comuns são (onde id é o mesmo que PID):

  • kill -HUP id-do-processo: reinicia processo.
  • kill -9 id-do-processo: mata processo.
  • killall processo: mata processo pelo nome.
  • killall -HUP processo: reinicia processo pelo nome.


  • Sistema



  • df -h (espaço livre e ocupado nos discos)
  • du -sh(x) (espaço ocupado pelo diretório e seus subdiretórios)


  • Informações do sistema



  • free: status da memória e swap.
  • vmstat: status da memória virtual (processos, cpu).
  • lsdev, lspci: listagem do hardware/dispositivos pci.
  • pnpdump: retorna configuração das placas ISA PnP.
  • lsmod / rmmod: lista/remove módulos na memória.
  • procinfo: cat /proc ;)


  • Informações do ambiente X



  • xdpyinfo: recursos do servidor X.
  • showrgbq: retorna a database de cores rgb.
  • xlsfonts: lista as fontes reconhecidas pelo X.
  • xset m 5/2 1: ajusta a velocidade e aceleração do mouse.


  • Rede



  • lsof -n -i:80 (-i4: ipv4 e -n: sem resolver hostnames)
  • fuser -v 80/tcp (lista processos que escutam na porta tcp 80 em modo ps-like)

  • Pipes e Redirecionamentos


    Através de 'pipes', a saída de um comando (stdout [file descriptor 1]) é passada como a entrada (stdin) do outro. Em geral, a saída é o terminal e a entrada o teclado. Exemplos:

    $ dmesg | less ; ls -l | more
    $ echo "mensagem" | wall 


    Através de '<' e '>' é possível definir qual será o stdin e o stdout. Exemplos:

    $ dmesg > dmesg.txt ; more < dmesg.txt
    ls -l /tmp >> list.txt (concatena) 

    O sinal de maior é equivalente ao comando tee.

    E para alterar o stderr (mensagens de erro [file descriptor 2]):

    $ ls /admin > list.txt 2> erros.txt (se o diretório não existir, o stderr será o erros.txt e o stdout o list.txt)

    $ ls /admin > list.txt 2>&1 listagem_e_erros.txt (se houver, erros serão repassados para o mesmo local que o stdout)


    Operadores Lógicos



  • &&: 'e' (retorna true se todas as expressões forem verdadeiras)
  • ||: 'ou' (retorna true se uma das expressões forem verdadeiras)

  • O sinal ';' executará ambas as expressões independente do retorno. Por exemplo:


    $ make ; make install (os comandos serão executados em sequência)
    $ make && make install (o segundo comando somente será executado se o primeiro não retornar erro)

    Se você tiver mais sugestões de comandos, fique à vontade para adicionar nos comentários.

    Até a próxima!