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Projeto Halium quer unificar o desenvolvimento de uma solução Linux para o mercado Mobile

Um projeto chamado "Halium" está com um objetivo audacioso, criar um "core" para o desenvolvimento de distribuições Linux para o mercado de dispositivos móveis.

Halium Project




Um projeto chamado Halium pretende unificar a forma com que as distribuições Linux poderão ser distribuídas para dispositivos móveis, criando uma camada base que qualquer distro poderia utilizar para criar uma versão mobile do sistema.

Helium Project

Aparentemente, o projeto Halium seria responsável pelas três partes básicas do sistema, o kernel Linux, a abstração de hardware do Android e a libhybris. A ideia é tentar reduzir a fragmentação neste aspecto. Você pode saber mais sobre o projeto através da página oficial.

Até a próxima!
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terça-feira, 23 de maio de 2017

Samsung lança Tizen 4.0 com Kernel Linux para "Internet das Coisas"

O Tizen é o sistema operacional baseado em Linux da Samsung que visa ser o substituto do Android para a companhia, com o novo laçamento, além de poder rodar em Smartphones e Tablets, o recém anunciado Tizen 4.0 poderá também rodar na sua geladeira.

Tizen 4.0




O Tizen 4.0 é a versão mais recente do sistema operacional da Samsung, apesar dele ainda estar longe de vencer o Android no mercado, até mesmo em aparelhos na própria Samsung, quando o assunto é "Internet das Coisas", o mercado ainda está aberto, buscando por líderes de mercado e padrões, e dentro deste cenário o Tizen tem uma chance muito maior.

O ramo de Smart Home da Samsung com chips Artik conta com a parceria da Canonical também e pretende controlar a sua casa e os seus eletrodomésticos no futuro. Durante a conferência que anunciou o novo Tizen, a empresa se referiu a ele como "o sistema operacional baseado em Linux mais bem sucedido do mundo", exageros à parte, é bom ver outra gigante da tecnologia apostando em sistemas de código aberto, assim como o próprio Tizen é. Em breve os frameworks Xamarin e .NET deverão se integrar ao sistema, graças a uma parceria com a Microsoft.

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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Fuchsia - Confira as primeiras imagens do novo sistema operacional do Google

O Google vem trabalhando "secretamente" em um novo sistema operacional há algum tempo, mas até então ninguém tinha visto a aparência dele, se seria parecido com o Android, que conceito visual ele aplicaria, se seria mais parecido com o ChromeOS, em fim. Agora a curiosidade vai abacar!

Fuchsia OS Google Interface




Agora nós já temos mais informações sobre o novo sistema operacional que poderá ser o futuro da Google, há algum tempo atrás eu tinha feito um vídeo para falar sobre ele:



Sabemos atualmente que o "Fuchsia", como é conhecido agora, é provavelmente apenas o codinome do projeto, é possível que quando ele chegar ao mercado ele receba outro nome. O Fuchsia não é baseado em Linux como o Android e o ChromeOS, ele usa um Kernel baseado no LK chamado Magenta, que também é de código aberto.

Não somente a base do sistema será diferente do Android atual, como a interface também, confira algumas imagens da "Armadillo", a nova interface da Google:

Armadillo UI Fuchsia

Armadillo UI Fuchsia

Armadillo UI Fuchsia

Armadillo UI Fuchsia

O Google parece estar utilizando o Flutter SDK para desenvolver a nova interface, um SDK que permite que sejam criados Apps para Android e iOS usando o mesmo código fonte, graças a isso, o pessoal do ARS Technica conseguiu criar um APK para testar o Armadillo Shell no Android, particularmente não consegui fazer ele funcionar.

Teclado do Armadillo


A interface tem um ótimo suporte para telas de tamanhos e resoluções diferentes, o que aponta a sua objetividade de convergência, usar o Flutter pode fazer o Fuchsia compatível com Aplicativos Android também, mediante a uma "simples" nova compilação.

Fique ligado aqui no blog, assim que tivermos mais novidades sobre o sistema você ficará sabendo.

Até a próxima!

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Anbox - O projeto que quer integrar Apps de Android nas distros Linux de Desktop

Todas as pessoas que não analisaram à fundo a questão tem esta dúvida. Se Android é Linux, por que os Apps de Android não rodam nas distros de Desktop, como Debian, Ubuntu, Manjaro, Fedora, etc?

Além de responder esta pergunta, hoje você conhecerá o projeto Anbox, que tem exatamente este objetivo.

Android Anbox - Run Apps on Linux Desktop




Nesta semana eu recebi diversas mensagens sobre o Anbox, seja por e-mail, seja por Facebook, Twitter, no canal e até pessoalmente, acredite se quiser, ou seja, esse software chamou muito a atenção das pessoas pela sua proposta.

Abstraindo o lado técnico, resumidamente, o Anbox permite que você rode aplicativos Android na sua distribuição Linux de desktop de forma "quase" que nativa.

Sinceramente, desde que funcione bem, eu não me importo na definição técnica de nativa ou não, o mesmo vale para  Wine com os Apps de Windows.

Como eu não gosto de simplesmente colocar as coisas "do nada" aqui para vocês, eu resolvi fazer vários testes antes, mas antes de conversamos sobre isso, me deixe responder a questão levantada no início do artigo. Se Android também é Linux, por que a sua distro não roda os Apps do "sistema do robozinho?"

Estrutura de um sistema Android

Vejamos à partir da imagem acima que foi retirada diretamente do site do Android, o que a sua distro de Desktop tem de semelhante com o Android? Se você olhou pro "tijolinho" vermelho, o Kernel, então você acertou.

Se você acompanha o Diolinux no canal do YouTube, nas redes sociais, etc, deve ter percebido que frase mais repetida deve ter sido: "Linux é um Kernel", nada além disso. Pois bem, de fato é isso mesmo, só pra enfatizar.

Distribuições Linux são sistemas operacionais (para desktops, smartphones, servidores, IoT, etc) que usam o Kernel Linux como base de projeto. O chamado "Linux de Desktop" segue um certo padrão que vai além de simplesmente usar o Kernel Linux apenas, mas outras bibliotecas, ferramentas, servidores gráficos, servidores de som, são comuns entre as distros, por isso programas que rodam no Ubuntu costumam rodar no Fedora, programas que rodam no Manjaro costumam rodar no openSUSE e assim por diante. Muitas destas ferramentas são originárias do projeto GNU (e tantas outras também não são), como o próprio Bash, muito popular em várias distros (praticamente todas), incluindo até o macOS da Apple.

O Android é diferente. Ele também usa o Kernel Linux, assim como a sua distro de desktop, mas o que vem acima do Kernel é que é diferente de um sistema de "desktop Linux" comum. São bibliotecas e frameworks diferentes, e como Kernel por si só não roda nada (a função do Kernel é criar uma "ponte" entre aplicativos e hardware), temos esta incompatibilidade. O simples fato de Ubuntu e Android compartilharem o mesmo tipo de Kernel não os faz rodar o mesmo tipo de aplicação. De forma simples, é basicamente isso. O Kernel dos Smartphones também é comumente construído somente com os drivers de dispositivos e recursos que o próprio Smartphone terá, procurando otimizar o sistema e torná-lo mais veloz, é por isso que o Android que a Samsung usa no Galaxy você pode instalar no Moto Z, e vice-e-versa, sendo que esta regra vale para qualquer fabricante praticamente, só estou dando exemplo.

É o mesmo que acontece entre aplicações do macOS e sistemas com Kernel BSD, apesar do Darwin (Kernel do macOS) ter suas raízes no BSD, a "parte que roda" as aplicações do sistema é diferente, gerando a incompatibilidade.

Agora é que vem o Anbox


Anbox é um nome muito inteligente e que exprime de forma compacta o funcionamento do projeto. Anbox, Android in a Box. Sendo que o funcionamento do projeto, consiste em utilizar um container para rodar o sistema.

Quando li pela primeira vez sobre o Anbox, lembrei-me do Shashlik, estão lembrados? Mas lendo um pouco mais sobre o projeto acabei descobrindo que eles funcionam de jeitos bem diferentes.

Enquanto projetos como o Shashlik o outros disponíveis para Linux para rodar Apps de Android, como o Genymotion (Genymobile), onde um sistema Android com Kernel próprio é emulado e as aplicações são rodadas desta forma, no caso do Anbox, ele promove uma camada de abstração diferente, utilizando o próprio Kernel do sistema, o que, segundo os desenvolvedores, garante uma melhor integração com o próprio sistema.

O Anbox não virtualiza o Android, ele simplesmente cria essa compatibilidade com os recursos necessários para fazer os Apps rodarem sobre o próprio Kernel Linux da distribuição.


Este vídeo foi produzido pelos próprios desenvolvedores do Anbox e mostra o que seria o funcionamento do programa na prática.

Não funcionou tão bem... pelo menos para mim


Tudo bem, como está no site mesmo, o Anbox ainda é um alpha, então tem muito trabalho por vir ainda, porém, eu realmente não consegui nem sequer testá-lo direito, instalei ele, mas o programa simplesmente não roda.

Teoricamente, o Anbox foi testado no Ubuntu 16.04 LTS através de pacotes Snap e assim ele deveria funcionar, aliás, esta é a forma de distribuição principal do programa. Sem Shell Script, sem deb ou rpm, sem PPA, sem Flatpak (por enquanto), apenas via Snap.

Felizmente você pode usar os Snaps em qualquer distribuição, ainda que os testes tenham sido apenas no Ubuntu.

Bom, eu tentei... juro!

Usei o Ubuntu 16.04 LTS, usei o Ubuntu 16.10, o Ubuntu 17.04, o Deepin 15.4 RC2 e o Manjaro 17, tentei usar o pacote Snap em todos e tive o mesmo resultado, nada

Como o código do Anbox está no Git, a galera do Arch já "mexeu os pauzinhos" e temos uma versão do AUR do Anbox, procure pelo pacote "anbox-git", porém, nem esse funcionou.

Por isso, convido você a testar, caso você faça funcionar, seria muito bom se você compartilhasse através dos comentários os seus resultados e como você fez para rodar o Anbox também.

Teoricamente, você precisa instalar o snap:
sudo snap install anbox-installer
E depois de instalado, você precisa rodá-lo:
anbox-installer
ou:
snap run anbox-installer
Será necessário digitar o número "1" no Script para escolher a opção de instalar e depois será necessário digitar em caixa alta "I AGREE" para aceitar os termos do programa, se tudo der certo, você terá o Anbox no menu do seu sistema. Até aqui eu sempre cheguei, mas nunca consegui abrir ele. 

De qualquer forma, é um projeto que promete, se conseguirmos esta integração será ótimo, muito mais aplicações  estarão disponíveis para Linux nos destkops também.

Vale a pena ficar de olho, até a próxima!
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Adeus consoles? - A evolução dos games no Android

Vislumbrar o futuro é uma brincadeira que eu gosto de fazer, mas quanto se trata de "até onde os Smartphones irão chegar" é complicado até imaginar. Há alguns anos atrás você estava jogando o Snake no seu Nokia, hoje você está pegando Pokémons em realidade aumentada, o salto foi grande!

Android Gaming




Quando os primeiros celulares com Android chegaram a indústria de desenvolvimento de games concentrou seus esforços em pequenos jogos, eu ainda lembro do meu bom e velho Samsung Galaxy Ace Plus, meu primeiro Smartphone, onde eu joguei o primeiro Temple Run que saiu, um verdadeiro clássico dessa plataforma. Mesmo que eu não percebesse, nesta época já tínhamos uma amostra de como os games para a plataforma mobile seriam.

Temple Run Android

O Temple Run mesmo utilizava algo "irreverente" para a época, que são os sensores do Smartphone para você pode controlar o personagem, algo realmente muito bacana e que se tornou comum e muito mais aprimorado nos games atuais, muito da capacidade dos games de Android, ou de dispositivos móveis em geral, se limitava ao próprio hardware dos aparelhos, que não permitiam que os desenvolvedores fossem muito longe.

Com o lançamento de novos aparelhos com melhores hardwares os games começaram a ficar mais complexos e com gráficos melhorados, ainda que muitos deles sejam "simples", como Flappy Bird, mas capazes de te prender por horas.

Pokémon GO


Os desenvolvedores começaram a aprender como o mercado de games para Android funciona e em pouco tempo tivemos grandes sucessos como Fruit Ninja, Candy Crush, Angry Birds e muitos outros, talvez o exemplo mais recente ainda seja o Pokémon GO, que foi baixado mais de 500 milhões de vezes. 

Apesar de ser uma comparação injusta, o popularíssimo GTA 5 vendeu "apenas" 75 milhões de cópias, o que dá para se ter uma ideia da popularidade, mais uma vez, esta é uma comparação injusta, mas que ajuda a ter uma noção da popularidade.

Eu mesmo tenho jogado muito o novo Yu-Gi-Oh!  Duel Links, game que foi baixado mais de 50 milhões de vezes também, apenas na Play Store.

Os games novos começam a explorar os novos recursos tecnológicos que os Smartphones possuem, como uma boa conexão com a internet para trabalhar com arquivos remotos, assim, vários games rodam em servidores e não diretamente no celular, câmeras com boa resolução e outros sensores mais, como o giroscópio, que permitem utilizar o aparelho com óculos de realidade virtual como este.

Muitos dos jogos disponíveis para Android deixam você se conectar com seus amigos através da Google Play Games ou através do Facebook de forma a poder, quase que instantaneamente, desafiar os seus amigos nesses jogos não importando a distância através da "mágica" da internet, criando assim uma experiência de jogo bem diversificada e de forma simples para o consumidor final.

Clash of Clans
Clash of Clans
Com o crescimento do mercado, uma variedade que se tornou muito popular durante os últimos anos, são, por exemplo, os jogos de guerra medieval e aqueles games onde você é dono de um hospital, de um restaurante ou de uma cidade, basicamente, jogos em que você manda nesse mundo todo e desenvolveram sistemas de micro transações dentro deles mesmo para manter o jogo funcionando e pagar o seu desenvolvimento, e ainda, quando a estratégia é bem feita, gerar lucro.

Pense que se Pokémon foi baixado 500 milhões de vezes, coloque, digamos, 1 real para cada usuário e você já tem um ótimo  montante inicial, pelos dados que se tem, a Niantic faturou 200 milhões de dólares só no primeiro mês de lançamento.

Concorrência: Android no lugar de PlayStation e XBox?


Consoles Android
Reprodução: Android Authority
Você pode pensar que eu estou meio louco em sugerir isso. Mas "paremos e reflitemos". Será que você não seria um consumidor deste tipo de produto?

Se você tivesse um celular que faz tudo o que você faz hoje com o seu Smartphone e ainda rodasse GTA 5 com ótimos gráficos, só pra citar um título, com a mesma qualidade que o PS4 de hoje tem e pelo mesmo valor dos Smartphones top de linha da atualidade, você ainda compraria um console?

Talvez você possa pensar na jogabilidade comprometida por conta da tela sensível ao toque. E neste aspecto eu concordo com você, mas imagine que o Smartphone seja projetado para jogar e você possa ligar joysticks nele como você já pode fazer hoje com vários modelos, como por exemplo o GameSir G4S que nós mostramos no canal, a coisa fica mais interessante, não é?

Se o problema é a tela pequena, ainda que você tenha um Galaxy Note (que não exploda de preferência), que tal usar o conceito do Nintendo Switch, o novo console da Nintendo, e utilizar ele tanto como portátil, como "de mesa", utilizando um dock para isso? Ligando o Smartphone na sua TV  e com um controle na mão você teria a mesma experiência que um console comum, certo?

E vamos além! Talvez você tenha visto o novo recurso do Galaxy S8 com uma dock que transforma o Smartphone em um computador Android com interface convergente, isso nos faz supor que esse tipo de coisa é possível!

- Ah, mas nunca que os celulares terão a mesma potência de um console ou PC!

Smartphones, consoles e computadores de mesa vão uma variação da "mesma coisa", computadores. Quando o assunto é desktop, realmente acho que não há possibilidade de competição em potência, pois o espaço e o propósito, assim como a arquitetura dos chips, tem essa questão de escalabilidade levada a um extremo ainda impossível para os Smartphones, mas para os consoles a distância não é tão grande ao que parece, veja os chips Tegra da Nvidia por exemplo.

Claro, a grande questão seriam os games, e você pode observar que hoje, que ainda não existe um mercado formado em torno deste conceito, já existem versões mobile de clássicos de PC/Console como FIFA, PES, Borderlands, The Walking Dead, Batman, entre outros. Imagine em um mercado desenvolvido!

Lembre que há 20 anos atrás você estava jogando Snake no seu Nokia usando apenas duas cores e botões, o que será que teremos daqui há 20 anos? Se APIs multiplataforma como o Vulkan realmente decolarem, o que impede que tenhamos lançamentos cross plataform também? Depende muito da evolução dos chips gráficos para dispositivos móveis, mas eu não sou louco de duvidar.

O que você acha?
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Android passa Windows e é o sistema operacional mais utilizado do mundo

Não faz muito tempo que eu publiquei uma matéria, pra falar a verdade, mal faz duas semanas, onde estávamos especulando e indicando que o Android iria passar por cima do Windows como sistema operacional mais utilizado do mundo quando se fala em acesso à internet, pois é, aconteceu!





Na verdade aconteceu há alguns dias, eu que não tinha tido tempo de escrever sobre, inclusive, com a notícia repentina do encerramento do projeto Unity pela Canonical as coisas ficaram agitadas e o meu tempo de escrever sobre este assunto, que também é muito interessante e importante, foi para as "pícaras", como diriam as pessoas nos anos 70.

Fato é que o sistema baseado em Linux da Google, o Android, que alimenta a maior parte dos Smartphones acabou passando o Windows da Microsoft e se tornando o principal sistema operacional do mundo para acesso à internet.

A vitória era esperada dadas as condições, veja bem, a maior parte das pessoas tem ao menos um Smartphone, quando não tem mais de um, e os computadores são dispositivos compartilhados entre a família muitas vezes. Sendo assim é natural de se supor que os Smartphones em algum momento se tornassem o centro da internet para usuários domésticos e o sistema que está acompanhando essa evolução na maior parte dos aparelhos é o Android, então é uma "vitória" esperada.

As pesquisas de Março passado apontam que todas as versões somadas do Windows, incluindo as Mobile, Desktop, etc, representam cerca de 37,91% dos dispositivos conectados à internet, enquanto o Android, que já se expande para alguns computadores, TV Boxes, Consoles e claro, Smartphones e Tablets, agora representa 37,93%.

A diferença é mínima, claro, não chega a 1%, mas como o próprio StatCounter enfatiza, é a primeira vez na história que o Windows é deixado para trás neste aspecto, a Microsoft ainda lidera com folga o ramo Desktop, e provavelmente isso não vá mudar tão cedo, mas a "batalha" parece estar se movendo para outro campo onde a Microsoft ainda não conseguiu se estabelecer completamente.

Ainda que a Microsoft não lidere o mercado com o Windows para Smartphones, financeiramente falando, a empresa é uma das que mais ganha com a venda de dispositivos Android devido a uma série de patentes que são de sua propriedade, talvez isso explique o fato da Google estar buscando uma forma de  mudar do Android para outro sistema para parar de enriquecer outras empresas simplesmente por questões legais.

De qualquer forma, não deixa de ser uma notícia incrível e uma quebra de paradigma histórico.

Até a próxima!
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Chrome OS tem maior participação de mercado do que outras distribuições Linux

Em Maio do ano passado eu publiquei aqui no blog uma matéria interessante que falava sobre a adesão dos Chromebooks nos EUA, na época os dados mostravam que eles tinham vendido, em unidades, mais do que os MacBooks, que são um equipamento de preferência de boa parte dos norte-americanos. Hoje tenho um outro dado interessante para compartilhar.

Chrome OS é o Linux mais usado em desktops




É a segunda vez que vou falar do StatCounter nesta semana, a primeira foi quando comentei sobre o Android tornar-se o principal sistema do mundo quando o assunto é acesso à internet. Mas agora vamos falar de outro sistema da Gooogle, o ChromeOS.

Para quem não conhece muito bem, o ChromeOS é um sistema operacional que abastece os Chromebooks, que são notebooks dedicados ao acesso à internet e aplicações em nuvem, no EUA eles acabaram se tornando uma opção viável para muitas pessoas que usam apenas o computador para navegar ou que trabalham diretamente através de um browser, que é o meu caso inclusive, em 90% do tempo.

O StatCounter costuma liberar boletins parciais de tempos em tempos e desta vez um dado chamou a atenção, o ChromeOS tem mais market share do que as outras distros Linux somadas aparentemente.

Chrome OS na frente de Linux

Como podemos ver na imagem, a pesquisa foi levantada no período de um ano, entre Fevereiro de 2016 e Fevereiro de 2017, levando em consideração uma certa gama de acessos em sites, ou seja, ele não representa a realidade absoluta, mas possui um bom teor amostral, ainda que o restante deixado de fora pudesse mudar este valores drasticamente.

Nos EUA, assim como praticamente em todo o mundo, o Windows da Microsoft lidera com uma boa folga com seus 74,1%, em segundo lugar temos o macOS da Apple com pouco mais de 20% e depois temos o ChromeOS com quase 3,5%, o Linux vem depois com 1,47%...

Mas "pera" aí um minutinho....


Castiel

Eu gostaria de entender o porque esses sites que fazem a contagem de sistemas operacionais não entendem Linux como o que ele é: Um Kernel.

O ChromeOS é um sistema baseado em Linux também que usa uma versão modificada do Gentoo como base, então... por que não contar tudo o que tem Kernel Linux como "Linux"?

- Ah! Mas Linux não é um sistema operacional completo, é só um Kernel!

Pois é, concordo, então podemos seguir a lógica aplicada e separar por sistemas (distros), Ubuntu, Mint, Debian, Fedora, Red Hat, ChromeOS, Android e assim por diante, "Linux", por assim dizer, também é o ChromeOS neste caso, assim como Linux é o Kernel do Android e em toda a lista o pessoal conta separado não sei por qual motivo, sinceramente, Linux como Kernel, não deveria nem fazer parte das listas, as distros sim, o que as pessoas usam não é O LINUX (não apenas ele), é o sistema operacional que carrega este núcleo, seja ele o ChromeOS, o Ubuntu, Android ou qualquer outro.

... voltando


Apesar do ChromeOS ter conquistando um público interessante nos EUA, ele não conseguiu fazer muito sucesso fora de lá e fora de países desenvolvidos, o motivo? Simples, qual cidade brasileira tem sinal de Wi-Fi aberto ou por um preço acessível em todo local? Pois é, não tem.

Não que isso seja uma regra nos EUA, mas digamos que seja muito melhor que aqui neste aspecto (talvez, não só neste), mas em fim, não somente o Brasil cabe nesta deficiência de internet, como muitos outros países e como o ChromeOS fica muito limitado sem conexão, ainda que hoje em dia muitas coisas funcionem offline, ele perde um pouco de seu propósito.

Esse tipo de coisa parece estar fazendo a Google remodelar o ChromeOS, ou pelo menos o espaço de de mercado que ele ocupa, para algo novo, maior e melhor, até o momento sem muitas informações mas o projeto Andromeda dá alguns indícios.

E no Brasil, como é?


Como eu fiquei curioso com os dados, ainda que eu não concorde 100% com eles, resolvi descobrir quais as estatísticas do StatCounter para o Brasil, vamos olhar primeiro a plataforma Desktop:

Sistemas operacionais no Brasil

Aqui no Brasil a vantagem do Windows é descomunal, levando-se em consideração os dados do StatCounter ao menos. 

Com quase 92% de utilizadores, ele é o sistema predominante, a Apple continua em segundo mas com praticamente 1/4 de usuários, se compararmos com os dados dos EUA, muito se deve aos preços brasileiros dos Macs, sem dúvida.

No gráfico brasileiro "o Linux" ocupa a terceira posição com 1,22% dos utiilizadores e o ChromeOS não chega a atingir 1%, por motivos fáceis de entender, os Chromebooks em alguns casos custam o mesmo que os outros Notebooks e ainda tem a questão da internet, que eu já tinha comentado e tem um 1% desconhecido ali também que pode ser Linux, BSD, ou qualquer outra coisa, até mesmo o Windows, talvez sejam pessoas que navegam usando o TOR ou algo do tipo, sinceramente, não sei.

Agora o gráfico dos dispositivos móveis, especificamente os Smartphones:

Ranking de sistemas operacionais móveis no Brasil

Quando o assunto é Mobile, o Android é o Bayern de Munique dos sistemas operacionais, com quase 84%, ele domina amplamente o mercado (engraçado que aqui eles não contam como Linux, ainda que ele use o Kernel também, ainda não entendi por quê disso...), em segundo temos o iOS, como já era esperado com praticamente 10% dos utilizadores, o restante dos usuários se diluem entre usuários de Windows e outras plataformas menores que não fica claro exatamente qual sistema seria, sendo que o Windows tem pouco mais de 2,5% de utilizados.

Dispositivos móveis também são Tablets, então vamos dar uma olhada nesta categoria:

Market Share de Tablets no Brasil

Aqui eu confesso que tive uma surpresa! Quer dizer que metade das pessoas que tem Tablet no Brasil, tem iPad? Tá bom então...

Segundo os dados da StatCounter Android e iOS estão praticamente empatados e o Windows não tem 1% neste segmento, agora... não me pergunte "o que ser" este Linux ali na lista, se não é o Android, não faço ideia do que seja. Que outro sistema baseado em Linux é vendido no mercado móvel brasileiro além do Android? Se souber comenta aí, fiquei curioso. E mais uma vez, eles separando Android de Linux, quando eles são a mesma coisa. 

Nos EUA o iPad domina o mercado completamente com cerca de 70%, com o Android com apenas 21% e o Windows chegando a quase 0,5%.

E aí, conta pra mim que conclusão você tira destes dados! :)

Até a próxima!

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Android deverá se tornar o sistema principal do mundo para acesso a internet

O sistema operacional mantido pela gigante de tecnologia, Google, está prestes a se tornar o sistema operacional dominante quanto o assunto é acesso à internet, você pode pensar que não há nada de muito surpreendente na informação, mas isso quer dizer muito mais coisas do que você imagina, quer ver?

Android Rules


Segundo o site Smart Counter, o Android deve passar a ser neste ano o sistema operacional mais utilizado do mundo quando se refere a acessos à internet. Apesar de eu achar que esse tipo de contagem nunca se aproxima com grande precisão da realidade, o dado é interessante e é fácil de se supor que Smartphones e Tablets sejam a forma principal de conexão das pessoas hoje em dia.

Acho interessante o case de sucesso do Android usando o Kernel Linux, talvez a lição que a Google deu sobre como conduzir um sistema operacional para o mercado com base no Kernel mais utilizado do mundo sirva de inspiração para outros projetos também. Além da perspectiva que nos dá do potencial do Kernel Linux, uma informação como esta também ratifica as tendências tecnológicas que vivemos, onde colocar um computador no bolso é a primeira opção para diversas pessoas.

Aposto com você, com baixíssimo risco de perder, que você tem um Smartphone, seja ele Android ou não e todos os seus amigos próximos possivelmente também tenham, a maior parte deles um Android, mas onde mais o Android pode ir? Como será a nossa forma de trabalhar daqui há alguns anos? Será que o Android continuará avançado também para modelos de desktop?

Qual a sua opinião?

Até a próxima!
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quarta-feira, 22 de março de 2017

Syncthing - Sincronize arquivos entre computadores em uma nuvem pessoal

Hoje vou mostrar para você uma forma muito fácil de você criar uma forma simples de compartilhamento de arquivos e ao mesmo tempo um backup de dados usando Syncthing, tudo isso, dentro da sua própria casa! 😄

Syncthing sincronizando arquivos em nuvem caseira



O Syncthing é uma plataforma de código aberto que permite a criação de uma rede de compartilhamento de arquivos de forma descentralizada, isso tem aplicações muito interessantes dentro de uma empresa, especialmente negócios pequenos, e dentro da sua casa.

Se você costuma usar os mesmos arquivos para trabalhar em mais um computador, e usa serviços como o popular Dropbox para sincronizar os mesmos, fica fácil de entender como o Syncthing funciona.

Imagine que você tem  um Notebook e um Desktop em casa, imagine que você use o Dropbox em ambos com a mesma conta, desta forma, os arquivos são sincronizados entre as duas máquinas. Os arquivos vão do seu Notebook para o servidor do Dropbox e do servidor do Dropbox para o seu Desktop, ou ao contrário, dependendo de onde você colocar o arquivo antes.

O funcionamento é ótimo, isso inclusive permite que você acesse os arquivos de qualquer dispositivo, incluindo o seu Smartphone, basta ter internet, contudo, para determinadas informações sigilosas, pode ser interessante ter um sistema de compartilhamento privado e é aí que o Syncthing entra.

No Syncthing...


... não existe um servidor central como no Dropbox, o compartilhamento é feito de uma máquina para a outra e você escolhe em qual disco rígido seus arquivos ficarão, em alguns casos, por fazer parte da sua rede local, a transferência de arquivos será muito mais rápida do que através do Dropbox ou qualquer outro.

Como você instala o Syncthing no seu computador?


O Synchting é um utilitário em linha de texto e funciona como um servidor de arquivos local, você poderia criar um servidor Samba também para o caso, mas o Syncthing além de ter uma bela interface, não requer muita experiência para ser configurado e ainda espelha os arquivos para que você tenha cópias de backup.

Apesar do Syncthing ser descentralizado, nada impede que você use uma máquina antiga para usar de servidor de arquivos, essa é uma escolha só sua. Eu ainda vou fazer um vídeo sobre o FreeNAS para soluções domésticas, mas por hora vamos ficar com o Syncthing.

Através do site oficial você pode baixar os instaladores para Windows, Linux, macOS e dispositivos móveis, para o Ubuntu e seus derivados, existem várias formas diferentes de instalar. 


1 - Você pode usar o próprio arquivo para "Linux" disponibilizado no site, que é um arquivo "genérico", basta extrair e dar dois cliques e uma interface Web dentro do seu navegador padrão vai se abrir.

Syncthing

2 - Usando o Software Boutique.

Syncthing Ubuntu Software Boutique

3 - Através de um pacote Snap, você pode achar ele tanto pelo terminal, quanto através do Ubuntu Software.

snap install syncthing

Syncthing Snap

Syncthing no Ubuntu Software

Independente da forma que você escolha para instalar, é bom que você saiba que existe uma interface gráfica em GTK para as distros Linux e um outro cliente para Windows:

SyncthingGTK (Linux e Windows)

- SyncTrayzor (Windows)

E existem outros criados pela comunidade de desenvolvedores para diversos sistemas.


Para dar sequência as explicações, você utilizará a forma simples de trabalhar, usando o arquivo disponibilizado no site para "Linux 64 bits" e utilizando o Ubuntu para exemplificar, não sendo necessário instalar pacotes adicionais, nem nada disso.

Ao baixar o arquivo do Syncthing, você terá um pacote compactado em tar.gz, basta extrair para uma pasta de sua preferência, eu recomendo que você extraia para dentro da sua Home por questão de organização, depois, para facilitar, mude o nome da pasta para syncthing.

Dentro da pasta, basta dar dois cliques no arquivo syncthing.

Syncthing

Alguns instantes depois de você dar dois cliques no arquivo, o seu navegador padrão deverá se abrir mostrando a interface do Syncthing, observe o endereço de IP e a porta dele, sendo que o IP será normalmente o próprio localhost.

Syncthing interface

Recomendo que você favorite o endereço para acessar ele através do navegador facilmente, sem precisar decorar IP/Porta, claro, se você não optou por baixar a interface em GTK ou alguma outra, eu achei mais interessante gerenciar pelo próprio browser, mas a escolha é sua.

Para que Syncthing inicie junto com sistema assim que você fizer login, basta adicionar o caminho para o executável dele (se você seguiu o meu exemplo ele está dentro da sua Home) ao "Aplicativos de sessão" do Ubuntu.

Syncthing inicializando junto com o Ubuntu

Ao adicionar somente o endereço do executável, assim que você fizer login um browser vai se abrir com a interface do Syncthing, se você quiser que apenas o processo inicie sem que um navegador seja aberto toda a vez, adicione um parâmetro ao final do comando assim: " -no-browser", sem as aspas.

No meu exemplo seria:

/home/dionatan/syncthing/syncthing (para abrir o navegador no login).

/home/dionatan/syncthing/syncthing -no-browser (sem abrir o navegador no login).

Você sempre pode ver se os processos do Syncthing estão em execução observando o "Monitor do Sistema".

Syncthing no monitor do sistema

Como sincronizar e compartilhar arquivos


Toda a configuração do Syncthing pode ser feita pela interface Web, a pasta padrão que o Syncthing compartilha é a "/home/seu_usuario/Sync/", mas você pode adicionar e remover as pastas ao seu gosto.

Pasta compartilhada no Syncthing

Toda a interface do Syncthing é em Português, então leia com calma para escolher todos os detalhes que você deseja.

Para compartilhar esta pasta com outro computador dentro da sua rede e fazer elas sincronizarem você precisa instalar o Syncthing na outra máquina que será sincronizada. Depois é necessário criar uma identificação através de ambas. 

No meu caso, estou compartilhando a pasta "Sync" do meu Notebook com o meu Desktop, então vou me referir a eles desta forma para você entender melhor.

No meu Notebook ao abrir a interface Web do Syncthing vou clicar no botão "Adicionar dispositivo remoto".

Syncthing
Na janela que se abre no Notebook eu devo informar os dados do dispositivo remoto que vai se conectar a ele, no caso, o meu Desktop.

Configurando Syncthing

Na tela acima, existem várias opções que podem ser configuradas, então, leia as opções com atenção, mas quero destacar 3 mais importantes e essenciais.

1 - O ID do dispositivo que vai se conectar (no caso o PC), logo adiante eu mostro como você consegue ele.

2 - Um nome de identificação para o dispositivo conectado.

3 - Marque para compartilhar a pasta padrão do Syncthing, no caso a pasta "Sync" dentro da Home, se você adicionar mais pastas elas vão aparecer aqui, marque todas as que você deseja que este dispositivo remoto possa acessar.

Agora no Desktop, vamos precisar pegar o ID do Syncthing dele para adicionar às configurações (da imagem anterior) do Notebook.

No Desktop, clicamos no menu "Ações" e depois em "Mostrar ID".

Configurações do Syncthing

Uma tela como esta abaixo vai se abrir com um código, este código nós devemos digitar no "ID do dispositivo", destacado como "item 1" na imagem anterior no Notebook. Isso fará com que o Syncthing do Notebook reconheça o do Desktop.

Syncthing ID

Você deve repetir o processo ao inverso, indo no Notebook, pegando o ID dele e adicionando o dispositivo no Desktop, assim haverá sincronia entre ambos. O código QR que aparece serve para você adicionar o cliente no seu Android, caso você queira usar o Syncthing por ele, como comentei no início do artigo, existe também uma versão para dispositivos móveis disponível no site oficial, Google Play e F-Droid.

Para que o Syncthing inicie automaticamente no Desktop, você precisa também adicioná-lo aos "Aplicativos de sessão", ou equivalente, dependendo do sistema que você esteja utilizando.

O Synthing funciona de modo cross-plataform, assim você pode sincronizar dados entre Windows, Linux, Mac, BSD, Android, etc, de forma privada e usando apenas uma ferramenta.

Existem muitas possibilidades para o Syncthing, ele tem tantas funções que fica difícil até resumir em um artigo como este (que já está um pouco longo), por isso, eu incetivo você a ler a documentação dele, você a encontra no rodapé da Web Interface do Syncthing, além disso, você pode explorar também as configurações do menu, lá é possível criar usuários inclusive, definir senhas de acesso e mais um monte de opções que vão desde coisas avançadas, como configuração de Firewall e Proxy, até uma simples mudança de tema da interface para um tons mais escuros.

Espero que a dica seja útil para você manter os seus arquivos exatamente onde você deseja, até a próxima!
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terça-feira, 14 de março de 2017

Nokia volta ao mercado e lança seu primeiro Smartphone Android

Uma das companhias mais queridas do público consumidor está de volta ao mercado depois de passar alguns anos junto à Microsoft tentando alavancar o Windows Phone, projeto que infelizmente não deu certo, afinal, seria ótimo ter um grande terceiro concorrente, a Nokia voltou ao mercado com o Android, uma plataforma já consagrada no segmento.

Nokia 6 com Android




A volta da Nokia para o mercado com o Android chega de forma modesta, mas que certamente vai agradar muitos bolsos, o Smartphone, Nokia 6, tem um baixo custo e a qualidade de construção tradicional da Nokia.



O valor do aparelho será de aproximadamente 250 dólares com Android 7.0 Nougat, 4 GB de RAM, 64 GB de armazenamento interno juntamente com suporte a microSD, uma câmera principal de 16 megapixels e bateria de 3.000 mAh. vem também equipado com um processado Snapdragon 430, um octa-core (8x ARM Cortex A53) de até 1.4 GHz equipado com X6 LTE.

O aparelho ainda não tem data para chegar no Brasil, se chegar.

Até a próxima!
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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

5 Apps de serviços e jogos para turbinar o seu novo Smartphone

É impossível imaginar um mundo sem Smartphones atualmente e junto com eles temos inúmeros Apps para diversas funções diferentes. Vou listar aqui cinco Apps de algum serviços e games que vão deixar o seu dia a dia mais feliz, seja pela prestação de serviços, pela produtividade ou pela diversão.






Uma coisa que os aplicativos para celular fazem é diminuir o período gasto com coisas que demandavam muitas horas e paciência alguns anos atrás. Os principais apps a serem baixados num novo celular, na minha opinião, devem ser aqueles que otimizem o seu tempo e que te divirtam também, especialmente quando você precisar esperar por algo. Lembrando que eu tentei fazer uma lista bem diferente aqui, sem otimizadores ou Apps que todos instalam, como  o Facebook, entre outros do mesmo gênero.

Aqui vão 5 dicas gratuitas e infalíveis! Pode separar o espaço no novo celular:

1 - PedidosJá

Pedidos Já App


Disponível para Android e iOS, o aplicativo de delivery de alimentos e bebidas faz muito sucesso em todas as faixas etárias. O principal fator é a variedade de opções disponibilizadas, tem até comida vegana! Não deixe de experimentar, não tem como errar.

2 - Uber


Uber App


Mesmo em cidades onde ainda não foi totalmente regulamentado, ele funciona e tem agradado tanto aos motoristas que o utilizam como um trabalho extra, como aos clientes que gostam do cuidado com o cliente, facilidade de acesso e organização do app. Também para Android e iOS.

3 - Nubank


Nubank App


Está aí um serviço que eu gosto muito. Um cartão de crédito moderno, que não está atrelado a nenhum banco e funciona unicamente via aplicativo. Você pode pegar o extrato diariamente, formatar o boleto no valor que achar melhor e falar com a administração tudo pelo app. Windows Phone, iOS e Android.

4 - We Care


We Care


Oferece um serviço diferenciado em relação aos automóveis, como burocracias, recalls, guincho, compra e venda, multas e muito mais. Tudo num lugar só, simplifica a vida de todo proprietário de um carro ou moto. Esse tem para Windows Phone, iOS e Android.


5 - 99 Vidas

99 Vidas


Um app que vai agradar em cheio os saudosos dos joguinhos em que se metia a porrada no adversário. Com muitas referências pop que remetem aos anos 80 e 90, o aplicativo possui 6 fases – por enquanto – e 4 personagens jogáveis. Online e off-line. Android, Mac, Windows e Linux, tem para quase todos os sistemas. Ele tem versão para PC também e tem um gameplay no canal.

Concluindo


É claro que existem muitos outros aplicativos que podemo chamar de "essenciais" e tudo vai depender do seu perfil de usuário, mas estes são alguns que eu acho que realmente podem deixar o seu dia a dia "mais leve" e prático.

Até a próxima!
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