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Novo Galaxy X da Samsung será dobrável ao meio!

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domingo, 3 de dezembro de 2017

Coincidência ou não, depois da Apple ter lançado o iPhone X, vem aí o Galaxy X em 2018 provindo, como era de se esperar, da gigante Sul Coreana, Samsung. O grande diferencial dele será a sua tela dobrável.

Samsung Galaxy X






A volta dos celulares "Flip flop" se aproxima, mas não como estávamos acostumados (isso não seria muito impressionante para 2018, não?), o que vai dobrar ao meio são as telas do novo Galaxy X.

Galaxy Dobrável

Ainda não foi detalhada a tecnologia que será utilizada no componente que chama mais a nossa atenção, a tela, no entanto, o restante do corpo do Smartphone deverá ser construído em plástico. Informações sobre o hardware, como processador, memória e armazenamento ainda não foram mencionadas

Apesar da empresa não confirmar datas, é provável que tenhamos já no próximo ano essa tecnologia no mercado, aparentemente existe uma "corrida por trás dos panos", entre os sul coreanos e o pessoal de Cupertino (Apple) para ver quem vai lançar o primeiro Smartphone com essa tecnologia de telas maleáveis, visto que a Apple parece ter uma boa conversa com a LG e sua tecnologia de display dobrável, a Samsung parece ter uma certa "pressa" para colocar essa ideia em prática.

Você gostaria de ter um celular que dobra ao meio? Conte pra gente nos comentários e até a próxima!

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Os melhores games da Google Play de 2017 segundo a Google

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sábado, 2 de dezembro de 2017

Estamos no início de Dezembro e agora começam as séries de "melhores do ano". Uma categoria sempre interessante são os melhores Apps para Android, especialmente os games. Neles são exploradas, não só tendências do público, mas também novos recursos de Smartphones e do Android que ajudaram a criar experiências interessantes em novos jogos.

Os melhores Apps de 2017 para Android






Os editores da Google Play anunciaram hoje os "tops" da loja de Apps do Android no ano de 2017, nesse ano tivemos várias categorias, incluindo a de games que foi sub-categorizada em 7 sessões diferentes. Será que você jogou algum dos títulos mais famosos?

Os melhores games para Android de 2017


A lista consiste nos seguintes títulos, separados em categorias:

Os mais competitivos
Os mais sociais
Os melhores games Indie
Os melhores para pegar e jogar
Os melhores para crianças
Os mais populares

E o game que ganhou o título de melhor dos melhores do ano foi "Cats: Crash Arena Turbo Stars".

De todos estes o que eu mais joguei, de longe, foi Yu-Gi-Oh! Duel Links, o game fez parte de vários momentos de relaxamento e muitas vezes eu realmente parei para jogá-lo, o que, pelo menos pra mim, é uma raridade quanto a games de Smartphone.

E você? Qual destes você mais jogou? Seus games favoritos entraram pra lista da Google? Concorda com o grande vencedor? Deixe a sua opinião nos comentários :)

Até a próxima!
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Samsung mostra o Galaxy Note 8 rodando Ubuntu pelo DeX

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Há algum tempo a Samsung mostrou um novo aparelho que "forma par" com os Smartphones da linha Galaxy mais potentes que permite que você ligue o dispositivo a uma Dock (o DeX) e assim ligue a dock em uma televisão ou monitor, tendo uma experiência desktop à partir do sistema que está no celular. 

Samsung DeX






O funcionamento do DeX ainda pode ser considerado limitado e até certo ponto, experimental, mas ainda assim muito funcional e perfeito para o uso básico de várias pessoas, podendo substituir um computador tradicional em muitos casos.

Essa ideia de transformar o Smartphone em um desktop não é necessariamente nova, tivemos a iniciativa de convergência da Canonical com o Ubuntu Phone e até mesmo o projeto Continuum da Microsoft, entretanto, esse modelo da Samsung parece ser o primeiro a realmente estar chamando mais atenção por fazer isso justamente com o Android, o sistema predominante no mundo dos dispositivos móveis.

Apesar de funcional, muitas aplicações ainda não funcionam perfeitamente no DeX, justamente por conta dos Apps não serem necessariamente pensados e adaptados para rodar em modo Desktop, com suporte a mouse e teclado, além disso, usuários regulares de computador geralmente usam esse tipo de dispositivo não somente pela forma de operação, mas pelas aplicações disponíveis também. Apesar de já existirem alguns Apps para a finalidade, editar vídeos em sistemas de desktop ainda é melhor em vários sentidos, por exemplo.

Linux rodando em Linux


Linux no Galaxy

Apesar do Android usar o Kernel Linuxa parte de usuário do sistema é um pouco diferente e não permite que usemos determinadas ferramentas nativas do sistemas Linux de Desktop, como o Ubuntu, para contornar este problema e deixar o DeX ainda mais apelativo, a Samsung criou uma aplicação chamada "Linux on Galaxy", que na prática é "Linux on Linux" 😂, permite que distribuições Linux de Desktop sejam instaladas no Smartphone e ao ligá-lo no DeX você tenha o mesmo ambiente que teria no Desktop. 


No vídeo a Samsung demonstra o funcionamento do DeX com a aplicação "Linux on Galaxy" rodando o Ubuntu 16.04 LTS Xenial, que é a versão de longo suporte atual, na demo, rodando o Eclipse.

O "Linux on Galaxy" é ainda experimental e a Samsung deverá melhorá-lo com o tempo, será possível instalar outras distros além do Ubuntu muito provavelmente também, ampliando as possibilidades que o DeX traz.

Se você tiver interesse (e um Galaxy S8 ou Note 8), é possível se inscrever no programa de Beta Testers para essas funcionalidades nesta página.

Eu gostaria de saber se você acha que esse tipo de tecnologia será o futuro. Será que teremos menos computadores e mais Smartphones que podem ser usados como Desktop?

Você seria um usuário dessa tecnologia? Conte pra gente nos comentários e até a próxima!
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Os Apps mobile como conhecemos estão morrendo?

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sábado, 28 de outubro de 2017

Quando a Apple lançou seu primeiro smartphone em 2007, eles nem imaginavam o impacto que ele teria na indústria móvel. Além de ser o primeiro Smartphone da companhia, esse lançamento também marcou o nascimento do mercado de Apps de terceiros (que, ironicamente, não eram suportados oficialmente pelo dispositivo). Em 2008, tendo testemunhado o sucesso destes “Apps”, a Apple lança oficialmente a sua AppStore e partir daí começa a construir um dos braços dessa industria milionária que hoje o pessoal de Cupertino divide majoritariamente com a Google e o seu Android.

O futuro dos Apps Mobile







Avançando para 2017, nós temos lojas de aplicativos para todas plataformas, oferecendo inúmeros aplicativos para tudo e mais um pouco. Desde aplicativos de qualidade de vida, até de produtividade,  e coisas realmente inúteis, como um aplicativo de ventilador... 😑

As lojas de “apps” tornaram-se repletas à medida que cada vez mais os desenvolvedores de aplicativos tentam ganhar dinheiro com essa moda que emplacou nos últimos anos, Apps para TUDO.

Apesar dessa crescente, de acordo com a empresa de pesquisa “BI Intelligence”, “o boom dos aplicativos móveis acabou”. Hora vejamos... será mesmo? Se realmente for, então o que isso significa para o mercado dos aplicativos? Estarão os “Apps móveis morrendo?" Vamos observar alguns fatos.

O estudo da “BI Intelligence” declara que o volume médio de downloads dos top 15 desenvolvedores de aplicativos, tanto da plataforma da Apple, quanto na da Google, caiu 20% no último ano. Isso se deve a vários motivos aparentes, apesar de a teoria mais popular é a de as pessoas já não procuram aplicativos especializados e preferem escolher 1 aplicativo apenas que tenha várias funcionalidades, ao invés de 5 aplicativos que podem fazer o mesmo, mas com interfaces diferentes e as empresas (algumas ao menos) já sabem disso, veja o que o Facebook vem fazendo com Instagram, WhatsApp e o Messenger, tirando o Instagram que tem um propósito ligeiramente diferente, todos tem basicamente os mesmos recursos, fazendo com que, pelo menos em tese, você só precise de um deles se estiver em busca apenas de funcionalidades.

Um reflexo disso é que vejo cada vez menos pessoas falando em algo que estava na ponta da língua de todos há algum tempo atrás, o Snapchat. Agora o Instagram tem a cada dia mais recursos semelhantes e alguns até a mais, se compararmos. Tá percebendo? Quando as pessoas tiverem que escolher entre um e outro geralmente vão escolher o que tiver mais funcionalidades.

Para agravar esse problema, a experiência web é cada vez melhor e as pessoas conseguem acessar facilmente ao mesmo tipo de conteúdo em seus browsers, enquanto que antes tinham de usar um aplicativo para ter uma experiência confortável. Podemos até mencionar o próprio Facebook aqui como um dos exemplos, conheço muitas pessoas que passaram a acessar a rede do Smartphone através do Browser e não do App, fazendo com que se economize também um espaço na memória interna do aparelho, que já anda bem lotada na maior parte dos casos.

Esse aspecto é algo que a indústria dos cassinos móveis e websites como Casino.org abraçaram, com uma quantidade de jogos populares no mercado que podem ser acessados a partir do browser do seu celular, ultrapassando a necessidade de download e atualizações sem fim por parte do consumidor.

Adicionalmente, muitos dos aplicativos estão repletos de anúncios e, por isso, não é de admirar que as pessoas utilizem o seu browser quando necessitam de fazer algo rápido e eficientemente.

Curiosamente este aspecto de acessar conteúdo na nuvem também está relacionado com outra vertente, a qual não vou me aprofundar neste artigo, que é a dos Chromebooks. Por fim, o último "prego no caixão do mercado dos aplicativos", segundo a pesquisa, é o surgimento de novas plataformas como a tecnologia “wearable” e sem tela, que são dispositivos vestíveis, como Smartwatches e demais, cujos desenvolvedores se focam em simples e intuitivos (e muitas vezes incorporados) aplicativos com funcionalidades básicas e sem o incômodo de anúncios e notificações sem fim, até pela questão de conforto em lidar com este tipo de coisas em telas mínimas ou inexistentes.

Aplicativos vestíveis

Então é isso? Os aplicativos estão mesmo morrendo? No geral, eu diria que morrer é uma palavra muito forte, mas de fato o mercado está mudando. Faça uma reflexão aqui comigo e veja se você não se encaixa também.

Há alguns anos atrás (quando você comprou o seu primeiro Smartphone talvez) era comum você vasculhar e instalar Apps para simplesmente testar ou estender recursos do próprio software que vinha no aparelho. Quer um exemplo? Programas para fotografia.

Atualmente boa parte dos sistemas operacionais já carrega um App de câmera capaz de fazer pequenas edições nas imagens, aplicar filtros e realizar reparos, em alguns casos, quando o hardware permite, esses Apps te dão inclusive acesso ao ajuste manual para que a foto saia exatamente como você quer. Há não muito tempo atrás você iria precisar de Apps de terceiros para ter estes recursos. Hoje você baixa muito menos Apps, só instala o que você realmente gosta e precisa e costuma ser fiel a uma certa gama de Apps que você se acostumou a usar.

No meu caso, eu diria que o tipo de App que tem mais rodízio no meu Smartphone são games, os demais são os mesmos há muito tempo!

Apesar de o número de downloads ter atenuado no último ano (ou seja, não continuou a moda exponencial em que estava), o lucro dos aplicativos viu um aumento de 40% em 2016, indicando que "nem tudo está perdido" e indicando que a forma com que se ganha dinheiro com os aplicativos vem mudando também. Muitas vezes eles vão se tornar pontos de acesso para um serviço que vai ser a real fonte de lucro, como a Netflix por exemplo, que ganha dinheiro não com o App em si, mas com o serviço para o qual o App serve de ponte de interação.

O mundo dos aplicativos está passando por um renascimento, uma evolução. Entregar conteúdo único e principalmente não atrapalhar o usuário com anúncios e distrações, além de trazer funcionalidades realmente úteis parece ser o caminho mais saudável atualmente, além disso, fornecer uma interface simples e que não dependa tanto de atualizações para melhorias pode ser outro caminho interessante.

O que você acha? Você percebeu essa mudança na forma com que os Apps são tratados? Percebeu a mudança na forma com que você utiliza os aplicativos? Deixe seu comentário.

Até a próxima!

Fonte

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Sobre a aprovação do Librem 5, o Smartphone da Purism

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Há algumas semanas eu havia publicado aqui no blog sobre a campanha da Purism para lançar um Smartphone que usasse software livre como sistema operacional e tivesse uma real preocupação com a privacidade dos usuários, incluindo até mesmo chaves de desligar fisicamente hardwares de conectividade, como Wifi, Bluetooth, etc.

Librem 5, o Smartphone da Purism






A Purism acabou conseguindo todo o dinheiro de que necessitava para começar a produzir o Smartphone Librem. A notícia saiu há algumas dias, mas como eu havia mencionado, neste mês eu participei de alguns eventos que acabaram atrapalhando a produção regular de conteúdo do Diolinux (blog e canal), então não pude comentar no exato momento do acontecimento. Por outro lado, como a notícia já é "antiga", isso me permite comentar um pouco mais o impacto que a aprovação financeira do projeto e o desenvolvimento do mesmo acarretaram na comunidade Linux e no mundo da tecnologia.

Como o Librem impacta o mercado


Confesso que me surpreendi, não porque achasse que um projeto do tipo não fosse conseguir o dinheiro necessário, mas não pensei que seria tão depressa! Isso mostra que as pessoas realmente estão interessadas em controlar mais as suas informações no mundo digital. O que é muito bom.

Usuários mais conscientes são sempre bem-vindos e tendem a ajudar a melhorar o produto para o futuro, refletindo inclusive em outros softwares que utilizem no dia a dia, cobrando os desenvolvedores para serem mais transparentes, contudo, temos de ser realistas, este Smartphone não é para todos e ele (provavelmente) nunca vai competir com os grandes fabricantes atuais, mas isso não chega a ser um problema.

Eu não vejo a coleta de dados em si como o grande problema, o problema maior é: Uma vez que você não concorde com isso, o que você pode fazer?

Uma coisa é você ter consciência de que seus dados são coletados, consentir com isso e usar um determinado produto/serviço, outro diferente é você não concordar e simplesmente não ter para onde correr.

Em computadores tradicionais este obstáculo é superado de forma muito mais simples através de vários sistemas operacionais e software alternativos, como o Tails Linux, entre outros, mas e no mundo dos Smartphones? Ainda é muito complicado utilizar qualquer alternativa a Android e iOS caso você não goste de nenhum dos dois.

É exatamente nesta lacuna que um projeto como Librem 5 da Purism pode entrar e se encaixar como uma luva. Oferecendo um Smartphone plenamente funcional e que atenda a estes quesitos de privacidade, caso o usuário deseje. Aliado a isso, ele poderá dar vida, finalmente, ao sonho de termos desktops comuns no mundo Linux, como o KDE Plasma e até mesmo GNOME Shell, em dispositivos sensíveis ao toque comercializáveis, onde venham pré-instalados.

Não há como negar de que é um produto de nicho e assim deverá se manter por um longo tempo, se é que um dia deixará de ser, mas eu reitero, isso não é necessariamente um problema. 

Se observarmos, um dos motivos que impediria a adoção deste Smartphone com um Plasma Mobile da vida é sem dúvida a falta de determinados Apps que existem para Android; foi isso que complicou a vida do Ubuntu Phone e até mesmo do Windows Phone, porém, quanto a isso temos uma novidade interessante, aparentemente os desenvolvedores da Purism estão trabalhando em forma de fazer o sistema operacional que equipará o Librem suportar aplicativos Android, isso facilitaria o processo de adoção. Eles rodariam em forma de container, o que continuaria garantindo um certo nível de privacidade.

Como comentei, o Smartphone da Purism pode não ser perfeito para todos, e por isso não ser a escolha "número 1" da maior parte das pessoas, mas é essencial que tenhamos esta escolha, com todos os prós e contras que ela pode nos oferecer, deixando na mão do usuário o poder de escolha de como ele quer tratar os seus dados.

Eu tenho uma certa curiosidade em experimentá-lo, mas muito provavelmente eu não seria o tipo de usuário que usaria um Smartphone destes no dia a dia, daria ainda preferência por Android e iOS e a comodidade que eles me trazem, isso pode até mudar no futuro, mas estamos falando do presente.

Mas isso sou eu, talvez ele se encaixe exatamente com o que você procurava, o que você achou do projeto? Você usaria este aparelho como único dispositivo?

Comente logo abaixo e até a próxima!

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O Xiaomi Amazfit pode ser o seu futuro Smartwatch!

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Smartwatchs são produtos ainda controversos no mercado, o público se divide muito em relação a real vantagem de se ter um device deste tipo. Hoje você vai conhecer melhor um dos produtos da Xiaomi para este segmento, o AMAZFIT.

Xiaomi Amazfit





Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer à loja TOMTOP por ter cedido o Smartwatch para este review, sem eles este conteúdo não seria possível.

Eu estive utilizando o AMAZFIT por cerca de uma semana e meia antes de fazer o roteiro final para a análise do produto. Conforme os dias foram passando eu consegui identificar pontos fortes e fracos que serão comentados mais à frente no texto, porém, antes de tocarmos nestes pontos, vamos a uma apresentação geral do produto.

Conheça o Xiaomi Huami AMAZFIT


Xiami HUAMI AMAZFIT


HARDWARE: Falando um pouco do relógio em si, ele certamente tem uma das melhores construções que eu já pude utilizar, tudo bem que eu não tive muitos Smartwatchs até hoje, mas já pude brincar um pouco com alguns modelos, quando você comprar um AMAZFIT você terá:

- Um relógio com corpo de cerâmica;
- Tela touch de 1,34";
- 512 MB de memória RAM;
- 4GB de armazenamento interno;
- Bateria de 280 mAh;
- Carregador acoplável USB
- BlueTooh 4.0;
- Wifi;
- Monitor cardíaco;
- Pulseira emborrachada e resistente.

Xiaomi Amazfit


Adicionado a isso, o AMAZFIT pesa apenas 55 gramas e tem um ótimo visor, que permite ângulos de visão bem abertos, permitindo que você visualize o conteúdo na tela mesmo sob uma forte luz ou em lugares escuros.

SOFTWARE: Temos aqui um diferencial também (e o maior fator de pontos positivos e negativos), ele possui um sistema operacional próprio, pelo que vi através de comentários na internet, seria um Android modificado, mas de qualquer forma, ele é diferente da experiência que você costuma ter em Smartwatchs Android, visto que você não tem acesso à Google Play Store e outros recursos comuns do Android. Por outro lado, este sistema mais enxuto dá ao AMAZFIT uma vida longa em sua bateria.

Xiaomi Amazfit Review


O sistema também carrega vários aplicativos úteis pré-instalados, especialmente para as pessoas que querem criar e regular com precisão seu exercícios físicos, além disso, é possível instalar um aplicativo no celular, onde você pode parear o seu Smartphone com o Smartwatch e ter acesso a funções extras de análise e personalização.

Antes de seguirmos para os prós e contras, fique com a review completa em vídeo:



Pontos Positivos:

Pontos positivos

A coisa que mais me impressionou no AMAZFIT foi a bateria. Na minha utilização tradicional a bateria durou exatamente uma semana em uma recarga completa, na segunda semana (a qual não mencionei no vídeo acima), a carga durou uma semana e meia praticamente, fazendo menor utilização dele. Então posso dizer que estou muito satisfeito neste quesito.

Segundo a Xiaomi, pessoas que utilizarem o AMAZFIT com maior intensidade deverão conseguir por volta de 5 dias de carga, o que é ótimo, visto que muitos Smartwatchs mal conseguem aguentar um dia inteiro.

Muito dessa conservação de bateria vem do sistema operacional ajustado especificamente para o AMAZFIT. Ele é simples, é compacto e faz o que tem que fazer. A interface é intuitiva e simples de se utilizar. Possui uma capacidade razoável de personalização, trocar as Watchfaces é algo realmente bem simples, tanto pelo Smartwatch, quanto pelo aplicativo no Smartphone.

Acompanhando o sistema operacional, temos uma grande variedade de apps de treinamento para regular os seus exercícios físicos. O medidor cardíaco possui a funcionalidade de avaliar se o seu batimento está adequado de acordo com padrões de saúde e o seu estado atual, incluindo perguntas sobre o seu humor no momento da medição para ajudar na apuração dos dados.

O brilho da tela é autoajustável, porém, você pode alterá-lo para o modo manual. O sensor de luminosidade funciona incrivelmente bem, como eu disse anteriormente, não há um momento em que você olhe para a tela não consiga ver perfeitamente as horas ou informações, como as notificações do seu Smartphone. Outra coisa bacana é que o sistema te avisa quando você deve fazer uma pausa de suas atividades e esticar um pouco as pernas por ter ficado muito tempo sentado; como eu trabalho muito nesta posição, achei o recurso muito útil.

Falando do corpo do Smartwatch, dentre os pontos positivos podemos apontar um design clean, esteticamente bem acertado, um acabamento impecável, uma tela com ângulos de visão excelentes (como já comentado) e uma pulseira bela e resistente, que também pode ser substituída por outra de seu gosto sem muitos problemas.

Pontos Negativos:

Pontos negativos do Amazfit

Todo produto tem seus contras. Para algumas pessoas os detalhes que eu vou comentar aqui nem podem ser considerados um contra necessariamente, mas vamos lá.

Apesar do sistema operacional ser muito funcional, ele peca em um detalhe para o público brasileiro, sendo completamente em inglês, tanto o App, quanto os sistema do Smartwatch em si. Ouvi falar que a comunidade brasileira da Xiaomi já criou ROMs e Apps alternativas traduzidas para o AMAZFIT, mas como tenho que avaliar o que vem dentro da caixa, é isso que temos. Fora que nem todo usuário final vai se dar ao trabalho de fazer isso, isso se tiver conhecimento e paciência para tal.

Outro ponto que recai sobre o sistema operacional é ele não ser Android, ou melhor, ser, mas não ser um "Android tradicional". Sem a Google Play Store você não consegue adicionar aplicativos para que você possa estender as funções que o relógio tem, limitando você ao que ele te entrega out of the box. Mais uma vez, a comunidade brasileira da Xiaomi já deu um jeito de mostrar como você pode instalar APKs nele (os pacotes de Apps do Android), aparentemente usando o ADB, um recurso comum entre os desenvolvedores, mas mais uma vez, é algo que foge da alçada do usuário comum, logo, um contra sob o meu ponto de vista.

O sistema operacional é mesmo o meu maior alvo de críticas aqui, sobre o aparelho, não tenho realmente nada a acrescentar nos contras, talvez 1 GB de RAM não fosse má ideia, mas como você (teoricamente) não vai instalar Apps, isso se torna desnecessário. Entre as coisas que você não conseguirá fazer nele nativamente sem dar aquela "hackeada" básica estão:

- Impossibilidade de interagir com as notificações, você pode apenas pré-visualizar as mensagens;
- Sem a possibilidade de adicionar novos Apps nativamente, você não terá coisas como um calendário completo, um aplicativo para controlar a ingestão de água (ainda que com criatividade você possa contornar isso sem problemas, usando um App no Smartphone ou programando o despertador que vem no AMAZFIT);
- Sem lanterna;
- Impossibilidade de controlar as músicas do Smartphone por ele.

Nesta última cabe uma ressalva. A ideia é que você coloque as músicas dentro do armazenamento interno dele e use fones de ouvido Bluetooth, assim você pode sair para dar a sua caminha sem levar o celular, certo? Certo. No entanto eu ainda acharia útil poder parear ele com o Smartphone e controlar as músicas nele, visto que não tenho acesso ao Spotify pelo Smartwatch ou ainda, controlar o som de casa via Bluetooth também, isso seria muito legal, mas ele não permite. 

O armazenamento interno, que tem 4GB é parcialmente preenchido com o sistema operacional, sobrando cerca de 2,56GB disponíveis para você colocar músicas, o que deve ser o suficiente para colocar mais de 150 músicas de alta qualidade.

Conclusão


Especialmente na parte dos "contras", eu observo que os pontos que eu apontei variam muito de acordo com o que cada consumidor espera de um Smartwatch, ou do AMAZFIT, mais especificamente. Então fique à vontade para colocar o seu ponto de vista nos comentários, OK?

No mais, é um ótimo Smartwatch. Eu que nunca fui um grande adepto desse tipo de tecnologia não tirei mais ele do pulso e estou gostando bastante, aprendi a lidar com as limitações que ele me oferece também e agora já estou habituado.

Você pode conferir o preço atual dele (com desconto especial) diretamente no site da TOMTOP, muito obrigado e até a próxima! :)
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Como ler mensagens no WhatsApp sem que apareçam os dois risquinhos azuis para quem enviou a mensagem

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Hoje você vai aprender aquela famosa e antiga "técnica ninja" de ignorar as pessoas que você quiser sem se preocupar com as convenções sociais. Eu sei "é horrível", mas se você está lendo isso aqui é porque tem algum interesse no assunto, certo? Querendo ou não, o "double blue check" do WhatsApp já causou problemas por aí...

Riscos azuis no WhatsApp







Na era digital, passamos muito tempo com nossos celulares em mãos e os levamos para todos os lugares. Neste universo, uma das aplicações mais utilizadas é o WhatsApp. O App mantido pelo Facebook acabou se tornando uma das formas centrais de comunicação, seja para simples usuários comuns, seja para empresas, porém, junto com as informações enviadas de forma praticamente instantânea, a "necessidade" de resposta instantânea veio junto e isso nem sempre é possível, ou, nem sempre é o que você deseja fazer.

Até aí, tudo bem, certo? É... quase. Acontece que o recurso do WhatsApp para avisar que a mensagem foi entregue e visualizada acabou gerando um certo problema em algumas comunicações, como eu não conheço outra forma de explicar, o que costuma se passar na cabeça das pessoas, especialmente as mais ansiosas, é algo como:"ele(a) viu a minha mensagem e não respondeu? WTH!", ou algo muito próximo disso, com certeza.

No próprio WhatsApp você tem uma configuração possível para alterar um pouco este comportamento. O recurso pode ser parcialmente desativado simplesmente indo no ícone dos 3 pontos alinhados na parte superior direita, depois em configurações, conta, privacidade e no final "Confirmação de Leitura", com o recurso você não pode ver quem leu a sua mensagem.

Configuração de privacidade no WhatsApp

Mas essa funcionalidade não faz exatamente o que você gostaria que acontecesse (a menos que a pessoa que te enviou a mensagem tenha feito algo do tipo também), essa funcionalidade apenas esconde a confirmação quando você envia a mensagem e não quando você recebe, que é o ponto aqui. Além disso, a função não funciona para grupos e você pode querer ela ativada, afinal, em última análise ela pode ser útil, então, como criar uma solução que atenda a todos esses detalhes?

Conheça o: Shh - Hi Blue Double  Check



Você baixar este aplicativo diretamente na Google Play:
Em sua primeira inicialização o aplicativo vai pedir-lhe o "Acesso a Notificações do seu Android", aceite-as para que quando alguém lhe enviar uma mensagem no WhatsApp, o "Shh" possa te notificar também, nas configurações do App você também pode escolher ocultar o "Double Check" em conversas Individuais, Grupos ou em ambos.

Configurações do Shh

Você deve usá-lo assim: Quando você receber uma mensagem no WhatsApp, o seu WhatsApp vai continuar lhe notificando como sempre fez, porém, o "Shh" vai fazer o mesmo, se você quiser ler a mensagem sem que a pessoa que lhe enviou a mensagem saiba que você a leu, basta fazer isso através do aplicativo.

Com ele você não consegue responder as mensagens diretamente, mas ao tocar em uma mensagem e clicar em "Reply" (responder), ele lhe direcionará para o WhatsApp, onde o "Double Check" vai aparecer para o seu contato.

Funciona de um jeito muito simples, não é? 

Este material foi co-produzido com o nosso leitor Anderson Carvalho, autor do blog "Baixar jogos para Android".
Até a próxima!
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Pacotes Snap do Ubuntu agora tem suporte para o Android

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Os pacotes Snap que a Canonical desenvolveu e já são acessíveis a todas as distros Linux de Desktop devem chegar ao "sabor" do Linux mais popular no mundo mobile, o Android.

SnapCraft Ubuntu no Android





Nesta semana a Canonical lançou a nova versão do Snapd, o utilitário que permite a manipulação dos pacotes Snap nas distribuições Linux e dentre as várias novidades, uma se destaca, a compatibilidade com o Android, permitindo que o sistema da Google também possa rodar aplicações empacotadas em Snap.

A perspectiva que isso abre é muito interessante. Em primeiro lugar, aplicativos Snap são cross-platform, então programas de desktop poderiam (em tese) ser jogados para o Android, respeitando as devidas adaptações necessárias, mas além disso, os próprios Apps Android podem ser distribuídos dessa forma.

Uma vez que exista uma demanda de entrega de aplicativos em Snap para Android, a loja Snap Store da Canonical pode ganhar maior relevância, pelo simples fato de "já estar funcionando", mas é claro, nada impede que desenvolvedores criem as suas próprias "Snaps Store".

Existem outras novidades interessantes, você pode conferir todas as alterações que o Snapd 2.27 trouxe consultando as informações oficiais dos desenvolvedores da Canonical do timo do SnapCraft.

Até a próxima!
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Nova atualização do Google Maps vai te ajudar a estacionar

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Eu lembro que há algum tempo atrás houve uma grande "febre" de GPSs para carros, só que estes aparelhos acabaram se tornando inviáveis para alguns ao longo do tempo pela necessidade de atualização e pela nem sempre boa funcionalidade, especialmente os mais baratos. Não bastasse isso, depois que a Google permitiu que o Google Maps baixasse os mapas atualizadas das regiões e rotas para que as pessoas possam se localizar mesmo sem conexão com a internet a coisa piorou ainda mais par ao lado deles. Qual seria o próximo passo?

Google Maps vai te ajudar a estacionar





A Google está disponibilizando em alguns países uma nova funcionalidade que vai cair no gosto de muita gente. Atualmente o Maps pode ser utilizado perfeitamente como GPS - com algumas vantagens ao meu ver até - para quem quer viajar com uma certa tranquilidade.

A nova funcionalidade consiste em um indicador de locais difíceis para se estacionar, algo que faz parte da preocupação de qualquer um que se desloque com frequência, especialmente em grandes centros urbanos.

Google Maps Parking

Atualmente 25 cidades dos EUA estão utilizando a função, que deverá chegar a outros países também em breve. No Brasil as primeiras cidades que deverão receber a funcionalidade são Rio de Janeiro e São Paulo. 

Utilizar a funcionalidade não vai requerer maior conhecimento do que as pessoas já tem para utilizar o Google Maps. Basta digitar o seu endereço de destino, como você faria habitualmente ao usar o App, o o Google Maps passará a te mostrar ícones "P" (Parking) para indicar regiões de estacionamento - talvez no Brasil a letra mude - indicando ainda a dificuldade de estacionar em determinada região através do registro de histórico de quem já estacionou por ali, com frases como Fácil”, “Médio” ou “Limitado”.

Particularmente achei a funcionalidade ótima e vai ajudar muita gente, o que você achou da novidade? Você também sofre para encontrar estacionamento?

Até a próxima!

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Conheça agora as principais novidades do Android 8 "Oreo"

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Google anunciou ontem o lançamento da oitava versão do Android. O nome desta nova versão é "Oreo", seguindo os nomes de doces e guloseimas em ordem alfabética.

Lançado o Android 8







Desde o anúncio das primeiras imagens de teste em 21 de Março deste ano, o sistema recebeu vários incrementos. Vamos conhecer agora as principais novidades do novo Android.

Novidades

Existem muitas coisas novas chegando e aqui vamos dar destaque as principais e mais relevantes. É curioso apontar que muita destas funcionalidades já estavam presentes em versões customizadas por fabricantes de Smartphones e Tablets e agora incorporam o chamado “Android puro” também.

Podemos dividir as novas funções em:

1 - Interação direta com o usuário

- Função Picture in Picture nativa: Agora você pode usar Apps em janelas sobrepostas e lado a lado;

- Pontos de notificação na tela: A ideia com isso é que você possa acessar as notificações dos aplicativos apenas segurando o ícone do App sem necessariamente abri-lo, além de acessar atalhos dentro do próprio App sem abrí-lo;

- Função de auto preenchimento: Esta deve agilizar no login e acesso a senhas em vários serviços;

- Nova seleção inteligente de texto: Especialmente para quem utilizar teclados físicos para trabalhar com o Android.

2 - Atualizações de performance e segurança:

- Otimizações de performance (bateria e Runtime): Com isso nós teremos uma limitação automática maior daquilo que os aplicativos, serviços e atualizações de localização poderão acessar quando estiverem rodando em background, isso deve trazer um impacto positivo da durabilidade da bateria dos aparelhos;

- Google Play Protect: A cada dia mais transações são feitas no serviço, então é um ponto realmente importante a se melhorar sempre;

- O Play Console, que é o painel para desenvolvedores Android, também recebeu alguns upgrades.

Uma terceira divisão que podemos fazer são as:

3 - Mudanças da interoperabilidade da interface

- Mudanças visuais da interface do Android padrão;

- Novos Canais de notificação: Você terá mais liberdade em controlar notificações de Apps individualmente;

- Novo pacote de Emojis;

- Ícones Adaptativos: Novos ícones que são capazes de se adaptar melhor a telas diferentes e aplicativos diferentes;

- Suporte para Wi-Fi Aware, que permite que dois aparelhos geograficamente perto possam trocar informações mesmo sem internet;

- Mudança da API de áudio para a PRO Audio, que permite maior qualidade e menor latência. Hoje em dia muitas pessoas estão utilizando os aparelhos para trabalhar com música e isso pode ser uma mão na roda;

- Novos efeitos e transições de áudio;

- Possibilidade de ativar o Wi-Fi automaticamente com uma opção simples que pode ser ativida e desativada nas configurações

- E foi colocado em andamento o Project Treble, que vai procurar diminuir a fragmentação do Android, mais informações neste link. Ele deve ajudar os fabricantes a atualizarem para versões mais recentes do sistema.

Mais algumas considerações sobre o Android 8


A aparência em si não mudou tanto, temos alguns tons um pouco diferentes nas cores no launcher, mas nada de mais. Segundo a Google, a máquina virtual Java do Android está 2 vezes mais rápida, o que deve deixar o sistema ainda melhor, como eu ainda não vi benchmarks, não sei dizer se a informação realmente se confirma.

Até o momento somente aparelhos Pixel e Nexus devem receber a atualização, mas como sempre, as demais marcas devem trazer o sistema para seus dispositivos aos poucos, vale a pena consultar o cronograma do fabricante do seu aparelho.

Essas são as principais novidades do novo Android, o que você achou? Qual a função que mais gostou? 

Até a próxima!
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T-UI - Uma forma simples de dar comandos no Terminal do Android

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A maior parte dos usuários de Android nem sequer se questiona sobre a possibilidade de dar comandos de texto para o sistema do Smartphone, mas quem gosta de tecnologia sabe muito bem que o Android é um sistema operacional como qualquer outro e baseado no Linux como é, certamente existe uma forma de operá-lo desta forma.

Usando o terminal Linux no Android




Eu gosto muito de testar coisas que mudam a forma com que interagimos com a tecnologia, acho que gostar de Linux é um reflexo disso de certa forma, e por isso estou sempre disposto um App interessante.

Há algum tempo atrás um dos inscritos do canal comentou sobre este aplicativo chamado "T-UI", ou "Terminal User Interface", que nada mais é do que um launcher para o seu Android que modifica a forma principal de interação com o aparelho. 

Nada de ícones!


Launcher T-UI Android

Ao contrário dos launchers tradicionais que costumam mudar o tema da home do seu Android e até acrescentar algumas funcionalidades e atalhos, o que o T-UI faz é completamente diferente, ele deixa apenas um terminal aberto na sua tela onde você pode digitar comandos.

Como fazer absolutamente tudo via linha de comando pode ser problemático, o T-UI também possui vários comandos de reconhecimento interno que facilitam na hora de você chamar aplicações instaladas no sistema ou na hora de habilitar e desabilitar recursos, como o Wi-Fi.

Confira o vídeo abaixo eu demonstrei como ele funciona:


Este tipo de coisa não é pra todo mundo com toda a certeza, mas tem uma "funcionalidade" para o T-UI que não está descrita em nenhum lugar: Quando você quiser evitar que aquela pessoa chata mecha no seu Smartphone, basta emprestar ou mostrar o aparelho para ela com a T-UI, pode ter certeza que vai enganar a maior parte dos seus amigos, pode fazer um teste!
Baixe o T-UI na Google Play
Se você ainda não conhece o nosso canal do YouTube passa lá para conferir, tem muita coisa bacana rolando sempre e temos no mínimo 4 vídeos toda semana.

Se o T-UI não for "Linux o bastante" para você, outro App bacana para você testar com uma proposta mais parecida com um emulador de terminal Linux (Bash ou ZSH) é o Termux, que vale apena conferir também.

Até a próxima!
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Tirando o Xiaomi Mi Max 2 da caixa e descobrindo se ele tem ou não SHOP ROM

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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Hoje vamos mergulhar de cabeça na gigante marca chinesa Xiaomi, conhecida por trazer uma excelente experiência em seus aparelhos através da MIUI, a interface personalizada do Android que roda nos aparelhos da empresa, e também por oferecer um hardware parrudo por um preço abaixo da média.





Para quem ficou curioso, uma review deve sair em breve, eu pretendo usar mais alguns dias e fazer mais alguns testes também para poder colocar no vídeo final que vai para o canal e se tornará um post aqui no blog também. Outra coisa que pretendo mostrar em breve é um vídeo dando enfoque na MIUI, pois ela é muito diferente do Android mais puro que eu estava acostumado nos aparelhos da Motorola, que utilizei nos últimos 3 ou 4 anos, então, este é outro conteúdo que vocês certamente podem aguardar para ver.

Vamos ver o aparelho fora da caixa?


Particularmente eu dou importância para a experiência de unboxing, ou seja, a experiência de tirar o produto da caixa. Acho que é um momento interessante para passar para o cliente a qualidade do produto e do tratamento que ele estará recebendo ao longo da sua utilização.

Claro que tudo isso é muito subjetivo, e até lúdico, mas eu não consigo deixar de dar importância.

Então, bora ver esse monstrinho com 4GB de RAM?



Se preferir ver no YouTube clique aqui.

Depois do unboxing houveram vários comentários sobre a MIUI que o aparelho carrega, o assunto das SHOP ROM veio a tona e eu preparei um vídeo muito bacana para explicar para você do que se trata e como identificar caso o seu aparelho venha com uma delas. Infelizmente, muitos aparelhos importados da China vem com este "defeito" chamado de "Shop ROM", que é uma ROM modificada intencionalmente pelos logistas, confira o vídeo para entender melhor:




Se preferir ver no YouTube clique aqui.

As Shop ROMs


Depois de ter feito o vídeo, eu acabei descobrindo outra forma de identificar de onde vieram os downloads de atualização da MIUI que eu recebi, inclusive, ontem tive mais um, contabilizando dois desde o recebimento do Smartphone. Não estava acostumado a receber upgrades deste tipo com frequência no Moto X.

Utilizando um App chamado Network Monitor Mini, você consegue rastrear todas as conexões que o Smartphone faz quando cada App é aberto. Observando o App que busca atualizações eu consegui identificar o endereço do servidor onde a atualização era buscada e com um pouco de pesquisa descobri que era o endereço correto da Xiaomi.

Gostaria de saber qual a sua opinião sobre os aparelhos da empresa e se você já tem, teve ou pretende ter um Smartphone Xiaomi, o que você acha?

Até a próxima!
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