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Como aprender sobre o terminal Linux? Faça uma aula GRÁTIS agora!

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quinta-feira, 20 de julho de 2017

O terminal Linux pode ser complicado para algumas pessoas, especialmente para iniciantes, mas com dedicação e estudo você consegue "domar a fera" e aprender a "língua do terminal", como o nosso professor, Tiago Salem, gosta de chamar. Pensando em te ajudar a superar um possível medo da "telinha preta", ele preparou uma pequena aula grátis para você aprender mais sobre alguns dos aspectos do Terminal, confira agora:

Comandos Linux




Nesta semana eu coloquei na nossa fan page no Facebook um post onde vocês puderam colocar as suas dúvidas sobre o terminal Linux, algumas dessas dúvidas geraram o vídeo que você vai assistir logo abaixo, as outras perguntas, o Tiago vai responder em um outro vídeo exclusivo que você poderá receber no seu e-mail.

O Tiago Salem é ex-desenvolvedor da Canonical e atual desenvolvedor da SUSE, ele tem muita experiência e vai te mostrar de forma simples como você usa comandos de forma concatenada, usando listas de comandos separadas por operadores lógicos e explicando a diferença entre eles, é muito simples, a aula é grátis, aproveite! ☺


A segunda aula é grátis também e pode ser enviada para o seu e-mail, se você quiser recebê-la basta se cadastrar abaixo, no e-mail nós também vamos enviar uma oferta muito bacana para o nosso novo curso de Shell Script, além do de Bash, assim você vai poder virar um "Ninja do Terminal!" 👊

Nesta segunda aula que você receberá o Tiago também vai responder várias perguntas que vocês deixaram no Facebook. As inscrições para o recebimento desta segunda aula estarão abertas até no Domingo, dia 23 de Julho, às 19 horas da noite, o vídeo extra grátis será enviado na Segunda-feira para todos os que participarem. Não temos limites de vagas para esta modalidade, a sua única preocupação vai ser aprender mais sobre o terminal.

- Não quer esperar? Conheça o curso de Bash aqui.


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Como criar um Shell Script simples para automatizar a instalação de programas no Linux

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Uma das coisas mais legais do Bash é o poder de automatizar tarefas, até mesmo na própria linha de comando. Hoje você vai aprender a criar um simples Shell Script para instalar um programa.

Shell Script




Para você entender o conceito, vamos dar um exemplo com um programa popular e simples, o GIMP. O GIMP é um manipulador de imagens que está no repositório de todas as distros Linux praticamente, como exemplo nos comandos vamos usar o gerenciador de pacotes "apt", comum no Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados, apesar disso, entendendo o conceito, você pode aplicar em qualquer distro, basta entender o gerenciador de pacotes dela e os comandos que ele aceita.

Claro, o GIMP pode ser instalado por centrais de apps sem comandos, pode ser também instalado com um simples # apt install gimp mas a intenção é te mostrar como você pode estruturar um script para automatizar a instalação de qualquer programa ou de vários ao mesmo tempo.

Vamos imaginar que você queria instalar o gimp a partir do terminal.

Muito provavelmente os passos que você dará serão:

1) Atualizar os repositórios
$ sudo apt-get update
2) Instalar possíveis atualizações do sistema:
$ sudo apt-get dist-upgrade -y
3) Efetivamente instalar o pacote.
$ sudo apt-get install gimp

O processo manual da instalação de um programa pode levar algum tempo, pois você deverá esperar que o primeiro comando termine sua execução para digitar o próximo.

Nem sempre atualizar repositórios é rápido e portanto é o seu tempo que está sendo gasto esperando algo que poderia facilmente ser automatizado.

O primeiro nível de automatização que poderíamos fazer aqui é criar uma fila de comandos (chamadas de listas) que serão executados pelo Bash em sequência.

Para isso basta separar os comandos com um ponto e vírgula:
sudo apt-get update ; sudo apt-get dist-upgrade -y ; sudo apt-get install gimp -y
Apesar de já automatizar um pouco o processo, não há praticamente nenhuma lógica envolvida.

Você muito provavelmente não deseja executar um "dist-upgrade" se o "update" falhar antes por qualquer motivo. Certo?

Aqui chegamos no nosso segundo nível de automatização. Em vez de usar o ponto e vírgula, podemos separar os comandos com "&&", e desta forma o Bash somente executará o comando seguinte se o anterior finalizar a execução com sucesso.
sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade -y && sudo apt-get install gimp -y
Agora já melhoramos bastante o processo, porém no caso de algum dos comandos retornar falha, esta fila de comandos simplesmente para de ser executada sem qualquer tipo de aviso mais elaborado para o usuário.

É possível em linha de comando adicionar mais lógica para continuar aperfeiçoando este nosso procedimento, porém este é aquele momento em que talvez seja mais proveitoso se criar um script de verdade e deixar o processo legível, em vez de simplesmente criar uma "tripa" de comandos que depois poderá dificultar a sua vida na hora de encontrar e consertar qualquer erro.

Para este nosso exemplo, usaremos o próprio "if" do Bash (que é uma estrutura de condicional explicada brevemente neste vídeo aqui)

Basta criar um arquivo de texto que você pode 'chamar do que quiser .sh", tipo "batatinha_quando_nasce.sh" e inserir os dados que vamos te mostrar. Tá bom, talvez seja melhor criar um arquivo chamado instala-pacote.sh o seguinte conteúdo:

#!/bin/bash

echo Atualizando repositórios..
if ! apt-get update
then
    echo "Não foi possível atualizar os repositórios. Verifique seu arquivo /etc/apt/sources.list"
    exit 1
fi
echo "Atualização feita com sucesso"

echo "Atualizando pacotes já instalados"
if ! apt-get dist-upgrade -y
then
    echo "Não foi possível atualizar pacotes."
    exit 1
fi
echo "Atualização de pacotes feita com sucesso"

# note que $1 aqui será substituído pelo Bash pelo primeiro argumento passado em linha de comando
if ! apt-get install $1
then
    echo "Não foi possível instalar o pacote $1"
    exit 1
fi
echo "Instalação finalizada"

Veja que utilizamos o operador "!" após o "if" para inverter o resultado do comando seguinte, portanto o conteúdo das condicionais (código que está entre o "then" e o "fi") somente será executado caso os comandos falhem na execução. Também utilizamos o comando "exit 1" para pedir ao Bash que interrompa a execução do script em caso de falha.

Para executar o script basta rodar a seguinte linha:

sudo bash instala-pacote.sh gimp

Desta forma podemos utilizar o mesmo script para qualquer pacote, e o "sudo" só precisa ser invocado uma vez. Basta passar o nome do pacote desejado em linha de comando e ver o Bash fazer o resto sozinho.

É possível melhorar e incrementar o script de diversas maneiras. Podemos imprimir mensagens com cores, suprimir a saída em tela do comando apt-get para facilitar a leitura, dentre outras coisas.

Basta ter criatividade e dominar a linguagem do shell script para poder automatizar praticamente o que você quiser.


Outra coisa que você pode fazer é incluir dentro do Shell Script os comandos para a instalação do pacote em específico, assim você pode rodar apenas o Shell Script e ele se encarrega de fazer a instalação para você.

Você pode por exemplo criar um script de pós formatação para o seu sistema, acrescentando repositórios, pacotes e programas que você normalmente usa, incluindo as opções para fazer a atualização do sistema e apenas rodar um Shell Script depois de instalar a sua distro e ir tomar café enquanto seu sistema é montando automaticamente. É mais do que bacana!

Nós lançamos nesta semana o nosso curso avançado de Shell Script, onde você vai aprender coisas como esta deste post e muitas outras para automatizar a sua vida de usuário Linux, as matrículas estão abertas até Quinta-feira, dia 15 de Junho e tem promoção especial para quem comprar hoje até a meia-noite. Corre lá pra conferir antes que fechem as matrículas.

Até a próxima!
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5 motivos para se aprender Shell Script e dominar o Linux

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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Não dá para negar que o Bash é um dos interpretadores de comando mais utilizados no mundo.
E não é a toa. Às vezes é impossível ver o potencial escondido atrás da linha de comando do Bash a olho nú.

Shell Script



Basta abrir a man page do Bash para ver o mundo de possibilidades (e até se impressionar/amedrontar um pouco).

Se você já fez o nosso curso de terminal, você já teve uma pequena amostra da quantidade de coisas que dá pra fazer na linha de comando (modo interativo).

Porém, muito se engana quem acha que shell scripts só servem para automatizar backups e afins.

Abaixo vamos listar 5 motivos para se aprender a arte do shell scripting.

1 - Inúmeras partes de uma distribuição linux utilizam shell scripts.

Shell Script


- Sistemas de empacotamento (rpm e deb): scripts são usados na hora de criar pacotes, e até na hora de instalar (scripts pós instalação).

- Init systems (upstart, sysvinit): precisam de shell scripts para controlar serviços que rodam aí por debaixo dos panos.

- Grub: Arquivos que geram configurações do boot são shell scripts: /etc/grub.d/

- startx: famoso comando que inicia modo gráfico é um shell script.

- xdg-open: comando para abrir arquivos automaticamente no programa correto, também é um shell script.

Poderíamos passar horas aqui listando lugares e sub-sistemas de uma distribuição linux que usam shell scripts.

2 - Novos conceitos, mas os Shell Scripts estão lá

Shell Scripts em drones?


É impressionante como o tempo passa, as tecnologias evoluem, os conceitos de computação mudam, porém shell scripts sempre aparecem em algum canto.

Talvez você tenha percebido que o que mais se fala hoje em dia é sobre computação em nuvem.
Demanda por novos profissionais que entendam de diversas tecnologias diferentes surgem, como docker e openstack.

E apesar dos conceitos novos, ainda lá na base o shell script continua firme e forte.

- Docker: Dentro do arquivo que define um container docker você pode utilizar shell scripts.

- Openstack: Você pode executar um script no primeiro boot de uma máquina virtual para personalização.

3 - Entender Shell Scripts melhora seu conhecimento no modo interativo

Aprendendo Shell Script


O Bash pode ser executado em basicamente dois modos: interativo (linha de comando) e não interativo (scripts).

Uma das coisas mais fascinantes do mundo dos interpretadores de comandos é o número de formas diferentes para se executar uma mesma tarefa.

Muitas pessoas passam muitos anos com um canivete suíço nas mãos, porém tentam fazer tudo somente utilizando a faca mais simples do canivete, pois é a única que sabem abrir.

Este canivete é o Bash. Quando nos aprofundamos em scripts e entendemos suas estruturas para controle de fluxo, variáveis, etc, conseguimos otimizar muito nosso tempo. Estruturas como o "for", e até mesmo funções, que geralmente são encontradas somente em scripts, podem facilmente
ser utilizadas direto na linha de comando em modo interativo. E é aí que está o pulo do gato.

Tarefas como renomear vários arquivos de um diretório de uma só vez podem facilmente ser feitas com uma linha como a seguinte:

for i in *.txt; do mv $i ${i%%.txt}-old.txt; done # renomeia todos os arquivos .txt para arquivo-old.txt

4 - Melhorar seu currículo

Currículo Shell Script


Qualquer pessoa que deseje trabalhar profissionalmente com Linux, ou seja, fazer do seu hobby uma profissão de verdade, precisa necessariamente dominar shell scripts. Independente da área que você planeje atuar (programação, administração de redes, administração de sistemas) você precisará escrever e ler scripts de outras pessoas.

Há ofertas de emprego que hoje em dia nem mesmo mencionam a exigência de saber shell scripts pois já assumem que o candidato sabe.

5 - Shell script é divertido

Shell Script é divertido


Somente amantes de tecnologia irão entender este motivo. Mas sim, o prazer de automatizar tarefas e ver aquele script que você criou do zero funcionando sozinho e ficar orgulhoso de ver ele fazendo aquilo que antigamente você precisava fazer "na mão"... este sentimento inexplicável já é motivo suficiente para largar tudo o que você está fazendo e ir correndo aprender shell scripts.

Claro que há muito material da internet para você pesquisar, apostilas e tudo mais, mas como vocês pediram diversas vezes, nós vamos lançar um novo curso no EAD.

Se você não tem ideia por onde começar e precisa de um guia, fique ligado que em breve lá no EAD do Diolinux será lançado um curso completo de Shell Script. Mais de 11 horas de vídeo aulas explicando detalhadamente tudo o que você precisa saber para dominar a arte automatizar tarefas
e otimizar a sua vida na linha de comando.

Este artigo foi escrito em parceria com o nosso professor Tiago Salem, ele já possui um curso de Bash (Terminal) lá no Diolinux EAD, esse curso é quase que um pré-requisito para o de Shell que está por vir, vale a pena dar uma olhada.

Até a próxima!
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48 horas para você dominar o Terminal Linux!

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Você é o tipo de usuário Linux que vive brigando com o terminal? Então hoje você terá a oportunidade de fazer o nosso curso completo de Bash e aprender a falar a língua do terminal pelo mesmo valor de um mês na Netflix!

Aprenda a língua do terminal Linux- Curso de Bash




Nós elaboramos um curso para você virar craque no terminal e não ter mais medo da "telinha preta", sem enrolação!

São um total de 15 vídeo aulas com duração variada e material complementar onde você vai aprender a "língua" do terminal Linux, os assuntos abordadores serão os seguintes:

 - Os principais comandos do terminal;
- Entradas e saídas
- Redirecionamento para arquivos
- Redirecionamento entre processos
- Variáveis
- Comandos para gerenciar arquivos
- Comandos para administrar o sistema
- Como encontrar ajuda para trabalhar de forma autônoma depois do curso
- Gerenciamento de espaço de rede

E muito, muito mais!

Bônus: Comprando nesta promoção você irá receber gratuitamente um treinamento de 30 minutos extra sobre o editor de textos VIM, muito popular no mundo Linux.

Objetivo: Perder o medo de usar o terminal e passar a enxergá-lo como a ferramenta poderosa que é para te auxiliar a ter controle absoluto sobre o seu computador.

A quem se destina: Pessoas interessadas em aprofundar os seus conhecimentos do Linux e dispostas a terem o controle completo do computador em suas mãos.

Certificado: Você receberá um certificado de finalização do curso assinado com o nome do instrutor e com o nome do diretor do Diolinux EAD.

Carga Horária: O tempo de duração do curso gira em torno de 4,5 horas, entretanto, o valor pode praticamente dobrar se você fizer todos os exercícios propostos durante as aulas.

Conheça o seu professor!


Por quanto?


Claro, não menos importante é o valor para acesso a esse incrível conteúdo. Como eu disse no início, vai ser o valor de uma mensalidade da Netflix para você poder adquirir este conhecimento e virar um Ninja no Terminal.

As aulas serão no nosso EAD e você terá acesso a este curso por apenas R$ 19,90, mas atenção, esta oferta vale por apenas 48 horas e apenas para os primeiros 50 compradores! Caso as 50 vendas sejam feitas nas próximas horas a promoção vai se encerrar e o preço voltará ao seu padrão, R$ 79,90. Encerrando-se dia 12/04/2017 às 14 horas.
Curso de Bash
Clique para pegar o seu!
E aí, está esperando o que pra dominar o terminal de vez?


Até a próxima!
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Do Bash para o ZSH - Como alterar o terminal padrão no Linux

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Por mais que isso seja algo que maior parte dos usuários não dá muita importância, é bom que você saiba que o Bash, apesar de ser o interpretador de comandos padrão e mais popular, não é a única alternativa que você tem, aliás, existem algumas outras muitos interessantes, como o ZSH, que você aprenderá a configurar hoje.

Substituindo o bash pelo ZSH




Eu não sou um árduo usuário de terminal no Linux, dado o meu envolvimento com o público mais leigo, eu muitas vezes evito usar ele para poder sentir na pele quais são as dificuldades, dúvidas e problemas que os usuários podem ter e assim poder construir alguns dos artigos do blog, mas confesso que me interesso pelo assunto e é sempre bom conhecer novas ferramentas.

Mais de um mês atrás eu estava falando com o meu grande amigo Gabriel, do canal Toca do Tux, sobre interpretadores alternativos ao Bash, visto que ele está fazendo uma série em seu canal intitulada "Muito além do GNU", que está muito interessante à propósito, onde ele mostra que apesar do Linux e do GNU serem comumente relacionados, um consegue existem sem o outro, e então ele me fez uma apresentação "formal" do ZSH, um shell com vários recursos interessantes para power users e que ele utiliza profissionalmente há muito tempo.

Há algum tempo atrás eu fiz um vídeo comparando um recurso que me chamou a atenção dentro do ZSH, confira abaixo:



Como não encontrei nenhum tutorial muito bem explicado sobre o assunto, hoje eu vou te mostrar como você pode trocar o shell padrão do seu sistema sem muita complicação, no caso vamos fazer a troca para o ZSH, mas o procedimento serve para qualquer outro que você goste mais, basta saber o caminho do binário dele.

Instalando o ZSH e substituindo o Bash como Shell padrão


O ZSH já está disponível no repositório da maioria das distribuições Linux, então fica fácil de instalar, mas caso você queria fazer de forma manual, há também a página no GitHub dele, lá você encontra informações sobre um projeto chamado "Oh My ZSH!" que vai turbinar o seu ZSH ainda mais, caso você queria extrair ainda mais do potencial da ferramenta.

No Ubuntu o processo de instalação via terminal é assim:
sudo apt install zsh
É só isso mesmo, fácil né?

Bom, uma vez que você abra o terminal, provavelmente ainda estará utilizando o Bash, para passar a usar o ZSH dentro do mesmo terminal basta digitar:
zsh 
Zsh Ubuntu

Repare como o terminal mudou seu visual, ao invés de você ter o popular "$" indicando o seu usuário comum, agora você tem um símbolo percentual. No caso de usar o root, tanto Bash, quanto ZSH vão exibir o tradicional "#".

Ok, então para você usar o ZSH basta digitar "zsh" dentro do Bash, mas e se você quiser que o emulador de terminal já abra com o ZSH como padrão, "como faz"?

Simples também, vamos usar o terminal novamente, precisamos editar o arquivo passwd que fica dentro deste diretório:
/etc/passwd
Para isso você pode usar um editor de textos de sua preferência, gedit, kate, vim, nano, etc, etc, então escolha o que mais gostar e vamos em frente. Por exemplo, usando o gedit:
sudo gedit /etc/passwd
gedit terminal padrão

Procure pela linha do seu usuário, ela deve estar ao final do arquivo, no meu caso na linha 40, mas o seu pode estar em outra, então olhe com calma.

Reparece que existe uma informação logo ao final da linha":/bin/bash", tudo o que temos a fazer aqui é trocar a palavra "bash" por "zsh".

Configurando ZSH

Depois de fazer a alteração, salve o documento. Será necessário encerrar a sessão do seu sistema e logar-se novamente, se preferir, você pode reiniciar também, mas isso provavelmente não será realmente necessário.

Ao logar-se novamente e abrir o terminal você já estará utilizando o ZSH, para reverter a configuração de volta para o Bash basta repetir este tutorial e mudar novamente o arquivo de configuração para "bash" no final ao invés de "zsh". Alternativamente, da mesma forma que você fez antes para testar o ZSH enquanto o Bash era o padrão, basta digitar "bash" dentro do terminal com o ZSH que o Bash volta rapidinho à aparecer.

Até a próxima!

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