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Minhas 7 extensões favoritas para o GNOME Shell

É como diz o ditado: "GNOME sem extensões é igual a Branca de Neve sem os 7 anões", simplesmente não é a mesma coisa. Brincadeiras à parte, de fato as extensões do GNOME são praticamente essenciais para melhorar a produtividade da interface, é claro que a necessidade de uma ou outra extensão vai variar de acordo com o seu gosto pessoal e principalmente, vai variar de acordo com a forma com que você gosta de interagir com a interface. Hoje eu vou te mostrar as minhas 7 extensões preferidas.

Top 7 GNOME Shell Extensions




Você pode entender as extensões do GNOME Shell da mesma forma que você entende as extensões do seu navegador. Elas servem para estender as funções nativas do ambiente gráfico, mudar o seu comportamento, adicionar recursos e até remover em alguns casos.

As extensões do GNOME não são exclusivas de uma distribuição Linux em específico, elas funcionam em todas as que usam a interface, então essas dicas vão servir para você, independente do sistema.

Confira também:



* Vale a pena conferir os dois vídeos, assim você vai aprender muito mais sobre a customização do GNOME.

Como adicionar extensões no GNOME Shell


O projeto GNOME possui um site: extensions.gnome.orgonde você pode baixar todas as extensões para o seu sistema. Para instalar uma extensão à partir do site, basta deslizar o interruptor de ON/OFF que existe em cada uma delas e aceitar a instalação.

Instalando extensões no GNOME

Depois de instaladas as extensões, você pode manusear elas através de uma aplicação chamada "GNOME Tweak Tool", que serve para muitas outras coisas também quando o assunto é "customização do GNOME Shell".

Normalmente as distros trazem essa ferramenta já instalada por padrão, em português a ferramenta recebe o nome de "Ferramenta de ajustes", porém, caso não esteja instalado, você encontra ela facilmente na central de aplicativos, o GNOME Software.

Gnome Tweak Tool

Uma vez instalado você encontra o "GNOME Tweak Tool" no menu do sistema, dentro dela há uma sessão onde você pode ativar, desativar e remover extensões.

Agora vamos a lista com as minhas 7 extensões favoritas!


Eu preparei um vídeo bacana para você conhecer as extensões que eu mais gosto, cada uma tem suas particularidades e funcionalidades, confira e não esqueça de conhecer o canal, caso ainda não conheça, o botão de se inscrever está logo abaixo:



Dica: Para acessar o site e baixar a extensão para o seu GNOME Shell basta clicar no nome delas.


Essa extensão cria um pequeno ícone da barra superior do GNOME Shell que te permite acessar de forma mais rápida  pastas específicas do sistema, o que garante uma maior produtividade no seu dia a dia, evitando a necessidade de abrir o Nautilus (gestor de arquivos) para isso.

Places Status Indicator




Acho esta essencial. Eu simplesmente não consigo usar uma área de notificações ou tray escondida da forma padrão do GNOME. Essa extensão coloca a área de notificações e indicadores no local tradicional.

Topicons Plus




A barra de favoritos do GNOME, também conhecida como Dash, não é nada mais do que contraprodutiva em sua forma original, eu preciso de uma dock mais funcional, que esteja ali mesmo quando eu não quero ver as atividades. Esta é uma das extensões mais baixadas e melhor avaliadas do site de extensões do GNOME, então acredito que muitos compartilham da minha opinião.

Dash to Dock Gnome Shell



Esta é uma extensão realmente simples, ela coloca um ícone de lixeira na barra superior do GNOME Shell, facilitando o acesso a exclusão e recuperação de arquivos.

GNOME Trash



Essa talvez não seja para todo mundo, mas todos que precisam lidar com mais de uma saída ou entrada de áudio acabam tendo um certo trabalho no GNOME, sem essa extensão você precisa ir até o app de configuração e  mudar as entradas por lá, com a extensão fica bem mais prático.

Sound Device Chooser Gnome



Essa é outra herança do Unity do meu GNOME, com esta extensão você consegue abrir os dispositivos removíveis de forma muito acessível sem precisar ir até o gerenciador de arquivos.

Removable Drive Menu


A extensão Pixel Saver é extremamente útil para quem tem uma tela pequena, eu por exemplo acho essencial para usar no meu Lenovo Yoga de 12 polegadas, em telas assim, qualquer pixel a mais é uma grande vantagem. O Pixel Saver elimina a barra de título das janelas no GNOME Shell em algumas aplicações onde ela é desnecessária, como no Firefox.

Pixel Saver
Repare na quantidade de espaço vertical que ganhamos


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Estas são as extensões para o GNOME Shell que eu mais gosto, mas o artigo não acaba por aqui, agora é a sua vez! Deixe nos comentários a sua opinião sobre a minha lista e acrescente as que você mais gosta e não fazem parte dela, até a próxima!
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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Fedora 26 - Conheça as principais novidades da versão e veja como baixar

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram nesta semana a disponibilidade da mais nova versão do sistema operacional que continua mantendo seu foco em Workstation e trazendo um conjunto de softwares muito atualizado, ainda que a distro não seja Rolling Release, é uma das melhores opções para quem gosta do GNOME Shell, sem dúvida, mas existem outras versões do Fedora interessantes também que você deve conhecer.

Fedora 26




O novo Fedora 26 foi lançado com atualizações de pacotes e correções de bugs, visualmente, como era de se esperar, você não deve encontrar mudanças drásticas, já que a distro não costuma personalizar muito as interfaces que a acompanham. Sim, interfaceS no plural, pois apesar do GNOME Shell ser a principal delas, o Fedora também possui diversas Spins com interfaces diferentes.

Você pode ler as notas de lançamento para conhecer todos os detalhes da versão 26 do Fedora neste endereço.

Confira também o nosso vídeo de apresentação da versão 26:



Um pouco sobre o Fedora


Red Hat Linux

O Fedora é uma distro comunitária, porém, de forma parecida com o que acontece com o openSUSE, temos uma empresa que patrocina o desenvolvimento, neste caso a poderosa Red Hat. Na verdade, o Fedora serve como um "campo de testes" para o desenvolvimento do Red Hat Enterprise Linux, uma das principais distribuições Linux do mundo corporativo.

É curioso pensar no Fedora como um derivado do Red Hat, pois atualmente é quase o caminho contrário, o Red Hat vem dos pacotes primeiramente testados no Fedora, claro, com suas devidas particularidades e exceções, mas sem dúvida é uma relação saudável.

No seu Desktop


O foco principal do Fedora nos últimos anos tem sido o chamado "Worsktation", ou seja, é voltado para desenvolvimento de todos os tipos. Isso não quer dizer que você não possa usar o sistema no Desktop, claro, mas digamos que este não seja o foco.

Por conta disso você não vai encontrar certos "facilitadores" diretamente no sistema, como gestores de drivers e coisas do tipo, mas é claro que essa não é a única forma de você instalar componentes no Fedora.

Entre as principais ferramentas com elas funcionalidade, podemos destacar 3:

- Fedy



Com estes utilitários vai ficar fácil habilitar o repositório RPMFusion, o que permite que você instale vários componentes que não são necessariamente software livre, como drivers, codecs e muitos outros programas que não estão no repositório padrão do Fedora.

Fedora 26

Não esqueça de observar a Central de Aplicativos que acompanha a distro, especialmente na versão GNOME e KDE Plasma, por elas você poderá instalar vários outros aplicativos famosos sem precisar ter noções avançadas sobre o sistema, tudo clicando e instalando.

Ao buscar por softwares na internet para o seu Fedora, observe os que estão disponíveis no formato .rpm, eles não são tecnicamente exatamente como os .debs para Ubuntu/Mint/Debian, mas funcionam de forma muito parecida, bastando instalar dando dois cliques. Esta nova versão do Fedora também inclui suporte nativo aos pacotes Flatpak e você ainda pode habilitar os Snaps.

Outro detalhe importante é que o Fedora (com GNOME pelo menos), utiliza o servidor gráfico Wayland por padrão ao invés do X.org. Isso pode, infelizmente, causar alguns problemas para placas de vídeos que necessitem de drivers proprietários e até mesmo alguns games da Steam, felizmente você pode alterar isso diretamente da tela de login.

O projeto Fedora é mais amplo do que parece


O projeto Fedora possui páginas especiais que te oferecem versões com interfaces diferentes do GNOME, como comentei no início do texto, o Fedora possui as chamadas "Spins".

O Fedora Spins mostra justamente versões do Fedora com outras interfaces por padrão, então se você gosta do KDE Plasma, do XFCE, do Cinnamon ou qualquer outro, você não vai ficar na mão. Outra página interessante é o Fedora Labs, que são ISOs diferentes do sistema destinadas a finalidades específicas, como astronomia, design e até mesmo jogos, cada uma com uma seleção de softwares específicas para cada finalidade.

Além destas versões, ainda temos o Fedora Cloud e o Fedora para arquitetura ARM, com imagens completas ou mínimas, onde você pode instalar cada pacote manualmente, assim como faz com um Debian Netinstall, por exemplo.

Baixe a versão nova ou atualize do Fedora 25


Você pode fazer a atualização de duas (na verdade três) formas. Baixando os sistema do site oficial e formatando o seu computador é uma delas, a mais simples e direta, é o mais recomendado para atualizar de uma versão para outras para evitar qualquer problema no processo. Vale a pena mencionar que você deve ter backup das suas coisas, independente do método.

Se você já tem a versão 25 do Fedora, é possível fazer o Upgrade em modo gráfico ou através de linha de comando. Utilizando a interface GNOME você pode acessar o GNOME Software e buscar por atualizações, você deverá ver uma imagem como esta abaixo, bastando confirmar a atualização:

Atualizando a versão 25 para 26 do Fedora
Imagem: Fedora Magazine

Se você usar outra interface ou preferir fazer pela linha de comando, basta rodar estes comandos de forma sequencial:

sudo dnf upgrade --refresh
sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade
sudo dnf system-upgrade download --releasever=26
sudo dnf system-upgrade reboot
Tome cuidado com possíveis pacotes quebrados e dependências insatisfeitas, caso o terceiro comando mostre algo neste sentido, veja o que você pode fazer para corrigir antes de continuar, ou opte pela instalação limpa.

Até a próxima!
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domingo, 16 de julho de 2017

O que você ainda não entendeu sobre Linux

Existe uma grande confusão ainda sobre "o mundo Linux", como a gente chama, e que eu acho necessário desfazer, ou ao menos tentar desfazer. A maior parte de vocês entende que Linux é um Kernel, mas talvez não entendam o que isso realmente significa. O último vídeo do Diolinux Responde, o quadro de perguntas e respostas do canal, recebeu um comentário que me fez querer fazer este material.

Linus Torvalds



Como você pode ver, o comentário na verdade não tem nada demais, eu até concordo com o Thiago, que fez o comentário em alguns pontos, porém, quero aproveitar a forma com que ele colocou a sua opinião para explicar para você o que é Linux realmente.


A intenção por trás disso é fazer com que você entenda quem você deve cobrar num caso como este.

Eu vejo muitos comentários deste tipo por aí:

- Por que Linux não compatibiliza com os programas do Windows?

- Por que Linux não é compatível com programas da Adobe?

- Por que Linux não entra no mercado de celulares?

- Por que Linux não investe em interfaces convergentes?

- Por que Linux não faz drivers para a Razer?

- Por que Linux não faz uma assistente pessoal como a Cortana ou a Siri?

- Por que Linux não faz isso? Por que não cria aquilo?


Acho que deu pra você entender o ponto, será que é  por falta de vontade, competência ou dinheiro ou realmente tem algo mais? 

Será que você não está levantando este questionamento simplesmente pelo fato de você ainda não ter entendido o que realmente Linux é ou qual é a sua área de atuação?

Saber isso é importante, não para que você não cobre "o Linux" para ter as coisas que você queria, mas para que você cobre as pessoas e projetos certos.

Eu acho que uma forma simples de você entender é comparar sistemas operacionais com carros.
Como você já deve ter ouvido falar, Linux é um Kernel, o Kernel é uma parte de um sistema operacional que pode ser considerada o núcleo dele, é onde estão os drivers de dispositivos, é a parte do sistema operacional que faz com que os programas que você usa consigam acessar recursos de hardware, ele é o responsável por fazer com que a musica que você está executando em um player seja transmitida para as caixas de som do seu computador, e este é só um exemplo.

Podemos comparar o Kernel ao motor e a parte elétrica de um carro


O kernel seria um dos componentes principais do carro, no sentido de fazer ele andar, claro, e também seria responsável por fazer o computador de bordo do carro funcionar; quando você aperta um botão para ligar o ar condicionado, o Kernel faria com que ele ligasse.

É isso que o Linux é, um Kernel "apenas", diferente da Microsoft e da Apple que vendem o carro inteiro para você, e entenda como um carro o Windows e o outro carro o macOS, Linux é apenas o motor.

Você não deveria cobrar o fabricante do motor pelo carro não vir com airbag, pelo simples motivo do fabricante do motor não ser o cara que coloca airbag no carro, não é ele quem decide.

Microsoft e Apple tem o monopólico completo de seus sistemas operacionais, do Kernel aos ícones, então a empresa tem a capacidade de modificar absolutamente tudo o que quiser.

Já o Linux, bom... podemos resumir os objetivos de Linus Torvalds, criador do Kernel e líder mantenedor atualmente, juntamente com a sua equipe, em apenas 3 coisas a cada lançamento.

- Otimização

- Limpeza de código antigo (que não deixa de ser otimização)

- Suporte a novos hardwares


Um carro completo, que use o motor Linux é chamado de distribuição, o Android, o Ubuntu, o Debian, o Red Hat, o SUSE são exemplos de carros que usam o motor Linux.

Se o que você deseja é um recurso gráfico, uma ferramenta para o desktop, você deve cobrar os projetos que realizam esse tipo de coisa. Se você quer uma assistente pessoal, cobre as distros e não o Kernel.

Talvez associar o Kernel Linux como o motor e o carro completo como uma distro que usa componentes de vários outros fabricantes independentes faça você entender que uma distro Linux é normalmente criada de forma segmentada. O pneus vem de um fabricante, o volante vem de outro, a transmissão vem de outro, os bancos vem de outro, a carenagem vem de outro, etc...

Então se você quer um recurso novo para o volante do seu carro, além de cobrar a distro, você pode cobrar o fabricante do voltante em si.

Exemplo: Você quer que o leitor de PDF da sua distro tenha suporte a edição de PDF também, você pode cobrar a distro que empacota este software para encontrar uma solução para o problema, ou pode cobrar diretamente a comunidade ou empresa que desenvolve o leitor de PDF.

Uma vez entendida a situação, isso nos leva a outro ponto. Que é a cobrança.

Cobrança

Eu falei muito em cobrar, mas acho que é preciso fazer algumas considerações sobre o assunto.

O que significa "cobrar", do meu ponto de vista, se você quer algo de diferente, vá e entre em contato com os desenvolvedores, ou ao menos tente. Entre no site do projeto, mande e-mails, procure descobrir quem trabalha nele e procure contatos no Linkedin, no Facebook, em blogs pessoais, em fim, quando você realmente quer ajudar a melhorar você provavelmente vai encontrar um jeito. Isso pode até fazer com que você crie uma nova e boa network de contatos.

Outra consideração importante a se fazer é que você tenha a noção de que a maior parte destes projetos é tocada por voluntários e doações, o Debian, o Ubuntu, o Mint, acredito que eles nunca tenham te cobrado para que você pudesse baixar o sistema operacional deles, mesmo que sejam poucos dólares ou reais, você sempre pode baixá-los gratuitamente e pode desfrutar de seus recursos e segurança.

Aí eu vi em algum comentário alguém dizendo que "não é porque alguém nos oferece merda de graça que a gente tem que aceitar".

Não com certeza, não, até porque não é nem uma comparação coerente, especialmente porque ninguém está te obrigando a utilizar nada, se não está do seu agrado, se está ruim, você sempre terá a liberdade de experimentar outra coisa e mudar.

Eu apenas acho que é bom ter a compreensão de como as coisas funcionam, aprender a se colocar no lugar dos outros é um ótimo exercício, e não digo apenas no mundo Linux.

Pegue o seu emprego como exemplo, você trabalharia de graça ou sem saber exatamente quanto vai receber apenas para ajudar as pessoas? É uma pergunta que requer um pouco de reflexão sem dúvida, e eu não vou fechar esse ponto aqui, então você pode usar os comentários para responder se quiser.

Por mais altruísta que você possa ser, acima de tudo você é um indivíduo com necessidades próprias, e nada é de graça. 

Se você tiraria um pouco do seu tempo para criar algo e dar de graça para pessoas eu não sei dizer, mas é exatamente isso que muitas das comunidades Linux fazem, acho que é algo para se pensar... não utilize isso que eu falei como argumento para não cobrar, mas use para cobrar de uma forma mais educada quem sabe, não esqueça que essas pessoas que fazem os programas que você usa, cada um deles, cada ícone, também SÃO PESSOAS como você, com seus próprios problemas e afazeres e muitas vezes fizeram esse programa indispensável para sua vida tirando dinheiro do próprio bolso, ou usando o seu tempo livre, que pra mim é praticamente a mesma coisa.

O que nos leva a outro ponto pra finalizar, não faz sentido você ser contra as pessoas ganharem dinheiro fazendo o que gostam e ajudando outras pessoas. Acho que inconscientemente a gente tem a noção de que quando estamos ajudando não podemos cobrar por isso, mas cobrar uma quantia justa pode ajudar a tornar aquele produto ou serviço ainda melhor e ainda assim a um preço acessível e ajudar ainda mais pessoas e de forma melhor, incluindo quem desenvolve que pode melhorar de vida.

Você provavelmente não acha que seria pagar muito, pagar digamos, uns 10 reais pela distribuição que você mais gosta, muitos talvez até topariam pagar muito mais que isso, mas é muito provável que você nunca tenha doado nem se quer 1 real para o projeto que você cobra de que existam funcionalidades. 

Não é uma desculpa, é uma questão de lógica, você já deve ter ouvido a famosa frase, "não existe almoço grátis", é bem por aí. Claro que essa não é a única forma de ajudar, financeiramente, você pode ajudar simplesmente divulgando também

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domingo, 4 de junho de 2017

Conheça o Linux Mint com interface XFCE

O Linux Mint possui quatro versões com interfaces diferentes oficialmente suportadas, hoje você vai conhecer um pouco melhor a versão com interface XFCE, uma versão leve, que assim como a versão MATE do Mint, pode ser utilizada em computadores com recursos mais limitados.

Linux Mint XFCE




O Linux Mint XFCE possui um conceito visual, e até mesmo de desktop no que tange as aplicações disponíveis pré-instaladas, que rementem às outras versões do Linux Mint, como as principais, com Cinnamon e MATE.



Para os interessados em testar esta versão específica do Mint, basta acessar o site oficial e selecionar a opção com a interface XFCE. Baixe o sistema preferencialmente por torrent.

Até a próxima!
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Produção de áudio profissional com Linux - DioCast #25

Um novo episódio do DioCast está disponível pra você ouvir e aprender mais sobre produção de áudio profissional com Linux, neste episódio tivemos a presença do Tiago Salem, Tião Sound e Rick Capellano, comigo, Dionatan de host, os convidados compartilharam as suas experiências e deram várias dicas para quem quer trabalhar na área.

Produção de áudio Linux Profissional



Tem um certo mito que ocorre por aí que diz que quando se fala em produção de "artes", em geral, gráficas, audiovisuais, etc, o Linux não seria uma opção viável, eu sempre digo que basta encontrar pessoas que trabalhem com o sistema para provar que esta não é uma afirmação verdadeira, pois se fosse, essas pessoas simplesmente não existiriam.

No caso de design gráfico, nós já tivemos mais de um episódio do DioCast falando sobre o assunto, mas ainda estava faltando o áudio, pelo menos até agora. O episódio ficou muito bacana, descontraído e informativo, então sem mais delongas, vamos ao episódio, os links comentados durante o vídeo estão logo abaixo, e claro, apesar de ser um vídeo, você pode simplesmente ouvir e deixar rolando em uma aba enquanto faz outra coisa, o conteúdo é feito para ser consumido desta forma mesmo.



Confira os links do episódio:

@LLAB_Gnu – Telegram do Laboratório Linux Audio Brasil

https://www.youtube.com/channel/UCoKi... – LLAB Canal

lsp.plug.in – lsp plugins

bandshed.net – av linux 2017

https://ubuntustudio.org – ubuntu studio

https://lmms.io -LMMS

openavproduction.com- open av plugins

http://www.alsa-project.org/main/inde...
interfaces compativeis

https://qtractor.sourceforge.io – QTRACTOR

calf-studio-gear.org – CALF PLUGINGS

http://www.rosegardenmusic.com/

https://ardour.org/

https://twitter.com/tiagosh

http://tiagosalem.com.br

Banda do Tiago:

http://cadillacnroll.com.br/

https://www.facebook.com/cadillacnroll/

Canal do Rick: https://goo.gl/pkmJ7X

Apoio: http://www.2rsolti.com.br/

Conheça os nossos cursos: http://ead.diolinux.com.br

Acesse a nossa loja: http://www.diostore.com.br

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Até a próxima!
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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Testando distribuições Linux pelo VirtualBox

Um dos pedidos mais recorrentes nos contatos do blog é algum material sobre a utilização do VirtualBox para testar distribuições Linux, afinal, são tantas opções e você pode "perder" muito tempo até ver como todas, ou boa parte, são em seus aspectos visuais e funcionais. Para este tipo de teste o VirtualBox é excelente.

VirtualBox - Testando distros Linux




O VirtualBox é um software desenvolvido e mantido atualmente pela Oracle, sendo que seu core é licenciado sob licença GNUv2, o que faz dele um software livre, entretanto, existem extensões para implementar funções, como reconhecimento de UBSs independentes do host e drivers pela melhorar o desempenho de vídeo que são obtidos facilmente através do próprio programa ou do site oficial e são de código proprietário.

VirtualBox

O funcionamento do VirtualBox é muito simples, qualquer pessoa consegue utilizar, basta prestar um pouco de atenção nas opções e especialmente ler as instruções que são todas descritas a cada etapa do processo. Preparei um vídeo especial para mostrar como eu utilizo a ferramenta para testar distribuições Linux.



Eu recomendo muito o VirtualBox para os meus alunos praticarem formatação, tanto de Linux, quanto de Windows, é uma ótima forma de repetir o processo e testar as coisas sem colocar em risco a integridade do seu computador ou sistema operacional real.

Dica adicional: Alguns sistemas operacionais vão rodar muito melhor se você ativar os "Adicionais para convidados" do VirtualBox, confira o vídeo:


Agora você já sabe o básico para fazer testes em sistemas operacionais, divirta-se testando as distros Linux ou outros sistemas operacionais.

Até próxima!
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

ROSA Linux - Conheça um sistema operacional da Rússia!

O ROSA Linux é uma distribuição Linux criada em território Russo, ele foi originado do antigo e descontinuado Mandriva, uma distribuição que teve uma importância muito grande para o mercado consumidor.

Rosa Linux




O mercado russo tem várias peculiaridades e busca suas próprias soluções, assim como o mercado chinês, como eu comentei neste post, que são também muito interessantes e diversas.

O mercado de tecnologia gira muito em torno das gigantes norte-americanas, mas as vezes esquecemos que em outros lugares do mundo também existem pessoas, empresas e comunidades com objetivos semelhantes e soluções igualmente interessantes, claro, sem desmerecer qualquer uma delas, não faz mal olharmos o "outro lado" de vez em quando.

Como eu gosto de testar sistemas operacionais, resolvi dar uma pesquisada sobre sistemas que são utilizados na Rússia, além do Windows que todos já conhecem. Um dos sistemas populares por lá é o ROSA Linux, do RosaLab, uma empresa que tem foco em atender empresas com soluções de código aberto.

Confira o vídeo onde eu mostrei o sistema operacional:




Como comentei no vídeo, o ROSA Linux é uma distro que nasceu de um fork do Mandriva, que por sua vez, veio da junção das antigas distribuições Mandrake e Conectiva, empresa brasileira, ou seja, existem alguns resquícios de DNA tupiniquim nela.

Se você quiser fazer o download e testar o sistema também, basta acessar este endereço.

Até a próxima!
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Vulkan aumenta até em 30 FPS Mad Max para Linux se comparado com OpenGL

Ainda é cedo para afirmarmos até onde o Vulkan pode ir, até porque ainda não existem games desenvolvidos diretamente com ele, e sinceramente, ele parece também não estar completamente pronto para o mercado, ainda assim, é bom observar o que ele já é capaz de fazer e cá entre nós, os resultados são animadores.

Vulkan API vs OpenGL Diolinux




Recentemente a Feral Interactive, a principal empresa responsável em fazer portes de games originalmente desenvolvidos para Windows para Linux e Mac, divulgou em sua página no Facebook que havia desenvolvido um patch para o Game Mad Max que permitia que ele fosse rodado com a API Vulkan no lugar no OpenGL no Linux.

Utilizando este tutorial eu pude fazer um teste comparativo entre o OpenGL e o Vulkan no Ubuntu 16.04.2 LTS com a placa GTX 1060 de 3GB.



Resumo do Hardware utilizado no teste:

- i5 3330 
- GTX 1060 3GB
- 8GB RAM 1600 DDR3
- Monitor 1080p 60Hz
- Driver Nvidia 375.39

Pelo que pude perceber, o game obteve melhor desempenho em placas da linha 1000 da Nvidia, em modelos anteriores o ganho não é tão perceptível, o que mais uma vez reafirma o ponto de que o Vulkan é uma tecnologia para o futuro. Tendo como baseada a GTX 1060 demonstrada no vídeo e o ganha obtido, podemos ter uma noção de como a API gráfica pode fazer diferença.

Se você tem o game na sua Steam e fez também o teste, compartilhe conosco os seus resultados através dos comentários do blog, informe o seu hardware e a versão do drivers utilizado, além é claro, o resultado obtido.

Até a próxima!
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sábado, 8 de abril de 2017

De onde vem o sucesso do Linux?

O Kernel Linux é um dos maiores, se não o maior, projeto de código aberto da história, sendo o Kernel o centro de sistemas operacionais que acompanham diversas tecnologias, não só computadores comuns e servidores. Mas de onde vem o sucesso do Linux?

Por que Linux é um sucesso?




Os fatores que envolvem a evolução e o sucesso do Linux são diversos, o nosso editor Gabriel da Costa elaborou um vídeo para te explicar um pouco deste assunto.


A que você atribui o sucesso do Linux?

Aproveitando, quero incluir outra reflexão aqui pra você:


Até a próxima!
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terça-feira, 28 de março de 2017

KDE Neon - Vale a pena?

Se você gosta do KDE, do Ubuntu e de sistemas minimalistas, o KDE Neon é uma pedida! Hoje você vai conhecer um pouco mais a distribuição oficial do projeto KDE.

KDE Plasma Neon




Acho interessante falar sobre o Neon, ele é uma iniciativa do KDE para demonstrar a tecnologia produzida pela comunidade, usando como base sempre uma LTS do Ubuntu, o KDE Neon foge um pouco a regra das LTS, que normalmente são mais conservadoras, ainda que seja baseada em um LTS do Ubuntu, atualmente na 16.04, o projeto sempre traz o que há de mais recente no Plasma e nas aplicações KDE.

Confira a nossa review do KDE Neon.



Uma coisa que eu acho importante que você entenda, é que o apesar de existir uma versão destinada a usuário domésticos, o foco principal do Neon é demonstrar tecnologia, isso acarreta algumas coisas no sistema.

Por conta da ideia por trás do Neon, o sistema é incrivelmente enxuto em aplicações, trazendo somente coisas que são apoiadas pelo projeto KDE, logo, até o momento, ele abre não de algumas comodidades, como gestores de drivers e repositórios, por elas não fazerem parte do projeto KDE.

Recursos do tipo só vão fazer parte do sistema quando o próprio projeto KDE fornecer uma ferramenta do tipo, assim como a preocupação com as estabilidade não é tão grande quanto a preocupação com trazer o que há de mais recente no Plasmas e suas aplicações, no entanto, apesar desta premissa, o Neon se mostrou razoavelmente estável para usuários comuns.

Quem não espera nada além de um sistema para ouvir músicas, ver vídeos e acessar a internet conseguirá usar o Neon sem conhecimento técnico, quem quer extrair um pouco mais dele vai ter que ir para  a linha de comando para algumas coisas, mas no geral ele é uma boa opção que vale a sua atenção e o seu teste.

Para baixar o sistema para testar, acesse o site oficial.

Até a próxima!
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quarta-feira, 15 de março de 2017

E-book com 10 Dicas para editar vídeos melhor, GRÁTIS!

Se você acompanha o canal do blog no YouTube talvez tenha visto que eu publicou um vídeo há algum tempo sobre um e-book de minha autoria para te ajudar a editar melhor, ele é ideal para quem está começando no ramo e dedicado especialmente para criadores de conteúdo do YouTube.

10 Dicas para editar melhor




Apesar de eu ter comentado na obra sobre o editor de vídeos Kdenlive, as dicas servem para qualquer software que você utilize, seja ele grátis ou não, isso porque as informações contidas no e-book falam especificamente de técnicas de edição, tornando seu uso bem genérico.

Veja o vídeo:



A ideia essencial por trás do e-book é te trazer algumas dicas que eu considero úteis para quem não está habituado com a produção de vídeos, são coisas que eu aprendi ao longo do tempo, errando muito e que acredito que se alguém tivesse me contado quando eu comecei, o meu caminho teria sido muito mais fácil.

Como eu já tinha lançado o e-book há algum tempo, mas ainda não tinha publicado nada à respeito aqui no blog, eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer os mais de 2 mil downloads da fonte oficial e também os feedbacks sobre ele, fiquei muito feliz em saber que ele foi útil para tantas pessoas.

O livro não tem custo algum e também não é necessário se cadastrar para baixá-lo, basta clicar no botão abaixo e você será redirecionado para a página de download.

Aproveite! :)
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quinta-feira, 9 de março de 2017

Como criar uma unidade de disco criptografada no seu computador com o VeraCrypt

O VeraCrypt é um programa muito interessante para quem procura uma forma simples para criptografar os seus dados, sejam localmente no seu computador, ou até mesmo Pen drives e discos externos.

VeraCrypt




Ideal para armazenar arquivos confidenciais, como senhas, documentos e projetos sigilosos, o VeraCrypt está disponível gratuitamente para Windows, macOS e Linux.

Você encontra mais informações sobre o VeraCrypt no site oficial da aplicação. No site você também pode fazer o download da aplicação.

Instalando no Ubuntu e derivados de forma simples


Quem usa o Ubuntu, pode usar o Software Boutique para instalar O VeraCrypt com facilidade, ele adiciona automaticamente o repositório ao sistema e mantém o seu programa sempre atualizado.

Agora veja como ele funciona e um demonstrativo da instalação:



Agora você pode manter os seus arquivos seguros com uma ferramenta muito prática.

Até a próxima!
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segunda-feira, 6 de março de 2017

Como reparar o seu sistema sem ser V1D4L0K4!

No artigo de hoje vamos falar sobre algumas práticas que eu considero extremamente válidas para qualquer pessoa que se julga um usuário de computador médio ou avançado, se você for leigo, este é o trabalho do técnico e não seu, e francamente, não há nada de errado com isso.

Formata, formata, formata!



Há alguns anos atrás eu iniciava a minha carreira no ramo da tecnologia, como a maior parte das pessoas, eu iniciei minhas experiências com o computador pessoal com o Windows, especificamente com o XP, para ser mais exato. Podemos dizer que comparado a algumas pessoas que eu conheço, eu comecei até tarde.

Naquela época eu era o tipo mais básico de usuário de computador. Usava o Notebook para jogar GTA San Andreas, FIFA e Need For Speed: Carbon e não ia muito além disso, via algum filme, ouvia mp3 e fazia trabalhos para escola no Word.

Desde aquela época, customizar e configurar o computador era algo que me atraia. Eu não sabia formatar, não fazia ideia de como isso funcionava, então costumava ser receoso sobre o que exatamente mudar, pois, por conta de onde eu morava, se precisasse levar o computador para a assistência, além de caro, era um pouco distante, apenas na cidade vizinha tinha algum serviço do tipo disponível.

Essa pequena história reflete o início da minha vida com a informática e com a tecnologia de forma geral, tirando os consoles que eu tive contato mais cedo.

Quando você se torna o mestre das computarias


Tem uma fase da vida de toda pessoa que gosta de tecnologia em que ela começa a ler, estudar, ver vídeos, em suma, consumir conteúdo relacionado ao tema. Quando isso acontece, é mais do que natural que a confiança aumente para começar a fazer testes mais avançados no computador, testar programas e sistemas operacionais diferentes.

Houveram duas épocas em que cheguei a formatar o computador mais de um dúzia de vezes por dia.

Por vezes não era necessário, outras, eram puro treinamento. Esses momentos foram quando a Microsoft lançou o Windows 7, e eu passei do XP para ele e quando eu comecei a testar Linux com o Debian e com o Sabayon.

É exatamente sobre essa fase que eu quero conversar com você, dependendo da sua postura para resolver problemas, o seu aproveitamento pode ser muito melhor.

Formata que eu gosto!


Houve um momento em que eu estava aprendendo a formatar o computador, eu tinha um DVD de Windows e eu tinha um DVD do Sabayon Linux. Como eu não tinha acesso pleno à internet e francamente, mesmo que tivesse eu não sabia pesquisar, desconhecia até mesmo a existência da palavra "fórum", a maneira que eu encontrei de treinar formatação foi formatando o meu computador diariamente. Nessa época meu backup cabia em um pen drive, então, nunca foi problema.

Depois que formatar se tornou algo simples pra mim, eu deixei de formatar tantas vezes diariamente, porém, quando tinha um problema no computador eu não pensava duas vezes e formatava. Uma vez eu exclui as barras do KDE Plasma e como eu não sabia pôr elas de volta, eu formatei o computador para ter os recursos no sistema de novo.

Acho que você acabou de perceber o problema disso, não?

Independente do sistema operacional, formatar nem sempre é a solução. Pode resolver? Pode. Existem circunstâncias em que vai resolver? Sim, diversas. Mas se a sua intenção é aprofundar seus conhecimentos, formatar deve ser o seu último recurso, especialmente no Linux, onde praticamente tudo é "arrumável".



Seguidamente eu vejo pessoas com problemas que podem ser contornados de diversas formas e  outras pessoas sugerindo que mudar de sistema é a melhor solução. Isso é um equívoco tremendo!

As distribuições Linux em geral não tem tanta diferença assim entre elas e dependendo do problema, simplesmente trocar de sistema não servirá para nada e pior, eventualmente vai trazer mais dúvidas  e problemas para o usuário por se tratar de algo novo.

Dicas para resolver problemas e ainda tirar conhecimento das situações


Se a sua intenção é, além de ajudar a resolver o problema de alguém, trazer conhecimento para você e para a pessoa que você está tentando ajudar, considere identificar exatamente qual o causador do problema.

Sempre há um motivo específico!

- Ah! Meu Windows está dando tela azul!

- Ah! Meu Ubuntu está travando!

- Ah! Meu Fedora não instala um programa!

As respostas que eu costumo ver são mais ou menos assim:

- Esse (encaixe o sistema que preferir aqui) não funciona mesmo, é todo bugado. Melhor instalar o (encaixe o sistema que preferir aqui), eu uso há (encaixe o tempo que você usa o sistema) e nunca deu problema.

Eu já perdi as contas de contas vezes eu vi situações semelhantes a esta.

Identifique o problema, sempre há um agente causador.

Se você conseguir identificar o que causa o comportamento anômalo, além de acrescentar conhecimento para você ou para quem precisa de ajuda (ou ambos), você provavelmente conseguirá evitar que o problema ocorra novamente e dar uma solução eficaz e permanente.

Entenda que um mesmo sistema vai se comportar de forma diferente em computadores diferentes e quanto mais pessoas o utilizarem, mais sujeito a provações diferentes ele vai estar e problemas mais diversos tendem a aparecer. Qual sistema tem mais bugs? Um em que a cada 10 usuários, 3 tem problemas ou um que a cada 100 usuários, 20 tem problemas?

Não é porque você não teve problemas, que o mesmo vai se repetir com um terceiro, e não é porque você teve problemas, que os demais não vão ter. O nível de complexidade para estas coisas é muito alto para você achar que simplesmente trocar de sistema resolve qualquer parada.

Não seja radical, não formate por conta de qualquer problema (obviamente respeitando a urgência da ocasião), procure reparar o seu computador de uma forma mais específica, isso vai te tornar um usuário muito mais técnico. Se o problema é a interface, troque a interface, se o problema é o Kernel, troque o Kernel, se o problema é o Driver, troque o driver, se o problema for você... bom, estude um pouco mais, conhecimento nunca é demais, não é, não? 😀

Até a próxima!
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Conheça o Ubuntu Pack, um Ubuntu pronto para o uso!

Há uns 3 anos atrás eu lancei aqui no blog o chamado "Diolinux OS", uma customização do Ubuntu com vários programas pré-instalados, até mesmo codecs e drivers. Com o tempo o projeto que me tomava muito tempo acabou sendo abandonado, ainda que por basear-se na LTS de 2014 do Ubuntu, ainda tenha suporte até 2019.

Ubuntu Pack




O caso é que como o "Diolinux OS" acabou ficando para trás, muitos leitores me perguntaram se eu conhecia algum outro sistema com características simulares, e é aí que o Ubuntu Pack entra. 

Quem prefere criar a sua própria solução, ou o seu próprio "Ubuntu Pack" também pode fazer sem maiores problemas, basta usar uma ferramenta como o Systemback, que nós já ensinamos a usar.

O Ubuntu Pack é um projeto Ucraniano de uma empresa parceira da Canonical, modificado para atender as necessidades dos consumidores de lá, o que não quer dizer que o produto final não possa se encaixar nas suas necessidades, confira o nosso vídeo mostrando o sistema para você:



Existem versões do Ubuntu Pack para finalidades diferentes e com interfaces diferentes, incluindo a versão gamer e a educacional, que me chamou bastante atenção, visto que isto é uma carência para muitas escolas. Baixe o Ubuntu Pack aqui.

Até a próxima!
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Microsoft informa usuários que Windows 7 não é mais seguro

Sempre que uma notícia sobre segurança na tecnologia sai, ainda mais quando o cerne é a falta dela, as pessoas costumam se preocupar, algumas menos informadas até começam a conspirar e literalmente, entrar em pânico. Quando isso acontece com um dos sistemas operacionais que tem uma das maiores fatias de mercado desktop, certamente você deve prestar atenção, ainda que você não o utilize.

Run to The Hills Windows




A Microsoft publicou em seu blog oficial em alemão a recomendação incisiva de migração para o Windows 10, sobretudo para quem tem Windows 7, informando que, apesar do suporte do sistema estender-se até 2020, a arquitetura de segurança para qual ele foi projetada já é obsoleta, sendo que a solução é migrar para o novo Windows, "obviamente".

A notícia deixou muitas pessoas preocupadas, então eu fiz um vídeo para esclarecer melhor a situação e também mostrar as opções que você, que não deseja migrar para o Windows 10, tem.

Confira:



A urgência para a migração para o Windows 10 está muito mais na ânsia da Microsoft de querer uma maior base instalada em sua nova versão do Windows do que o fato do Windows 7 ser menos seguro, até porque, como consumidor, se o suporte será até 2020, ele deverá ser o mais seguro possível e receber atenção da empresa até lá, pelo menos é o que você deve cobrar, caso seja usuário.

Como comentei no vídeo, uma das piores coisas que pode acontecer com uma empresa, é ela ficar presa a uma tecnologia defasada. Tendo isso em mente, comece a procurar soluções que sejam multiplataforma preferencialmente, se possível de código aberto para facilitar a adaptação, caso seja preciso e por que não, se você não curtiu o Windows 10, comece a testar distribuições Linux, no vídeo eu deixei algumas sugestões de distros que podem atender as necessidades da maior parte das empresas.

Fique tranquilo, você ainda tem alguns anos para decidir, mas é bom ir testando as possibilidades e pensando no futuro.

Até a próxima!
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017