Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador canal-diolinux-youtube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador canal-diolinux-youtube. Mostrar todas as postagens

O Xiaomi Amazfit pode ser o seu futuro Smartwatch!

Nenhum comentário

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Smartwatchs são produtos ainda controversos no mercado, o público se divide muito em relação a real vantagem de se ter um device deste tipo. Hoje você vai conhecer melhor um dos produtos da Xiaomi para este segmento, o AMAZFIT.

Xiaomi Amazfit





Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer à loja TOMTOP por ter cedido o Smartwatch para este review, sem eles este conteúdo não seria possível.

Eu estive utilizando o AMAZFIT por cerca de uma semana e meia antes de fazer o roteiro final para a análise do produto. Conforme os dias foram passando eu consegui identificar pontos fortes e fracos que serão comentados mais à frente no texto, porém, antes de tocarmos nestes pontos, vamos a uma apresentação geral do produto.

Conheça o Xiaomi Huami AMAZFIT


Xiami HUAMI AMAZFIT


HARDWARE: Falando um pouco do relógio em si, ele certamente tem uma das melhores construções que eu já pude utilizar, tudo bem que eu não tive muitos Smartwatchs até hoje, mas já pude brincar um pouco com alguns modelos, quando você comprar um AMAZFIT você terá:

- Um relógio com corpo de cerâmica;
- Tela touch de 1,34";
- 512 MB de memória RAM;
- 4GB de armazenamento interno;
- Bateria de 280 mAh;
- Carregador acoplável USB
- BlueTooh 4.0;
- Wifi;
- Monitor cardíaco;
- Pulseira emborrachada e resistente.

Xiaomi Amazfit


Adicionado a isso, o AMAZFIT pesa apenas 55 gramas e tem um ótimo visor, que permite ângulos de visão bem abertos, permitindo que você visualize o conteúdo na tela mesmo sob uma forte luz ou em lugares escuros.

SOFTWARE: Temos aqui um diferencial também (e o maior fator de pontos positivos e negativos), ele possui um sistema operacional próprio, pelo que vi através de comentários na internet, seria um Android modificado, mas de qualquer forma, ele é diferente da experiência que você costuma ter em Smartwatchs Android, visto que você não tem acesso à Google Play Store e outros recursos comuns do Android. Por outro lado, este sistema mais enxuto dá ao AMAZFIT uma vida longa em sua bateria.

Xiaomi Amazfit Review


O sistema também carrega vários aplicativos úteis pré-instalados, especialmente para as pessoas que querem criar e regular com precisão seu exercícios físicos, além disso, é possível instalar um aplicativo no celular, onde você pode parear o seu Smartphone com o Smartwatch e ter acesso a funções extras de análise e personalização.

Antes de seguirmos para os prós e contras, fique com a review completa em vídeo:



Pontos Positivos:

Pontos positivos

A coisa que mais me impressionou no AMAZFIT foi a bateria. Na minha utilização tradicional a bateria durou exatamente uma semana em uma recarga completa, na segunda semana (a qual não mencionei no vídeo acima), a carga durou uma semana e meia praticamente, fazendo menor utilização dele. Então posso dizer que estou muito satisfeito neste quesito.

Segundo a Xiaomi, pessoas que utilizarem o AMAZFIT com maior intensidade deverão conseguir por volta de 5 dias de carga, o que é ótimo, visto que muitos Smartwatchs mal conseguem aguentar um dia inteiro.

Muito dessa conservação de bateria vem do sistema operacional ajustado especificamente para o AMAZFIT. Ele é simples, é compacto e faz o que tem que fazer. A interface é intuitiva e simples de se utilizar. Possui uma capacidade razoável de personalização, trocar as Watchfaces é algo realmente bem simples, tanto pelo Smartwatch, quanto pelo aplicativo no Smartphone.

Acompanhando o sistema operacional, temos uma grande variedade de apps de treinamento para regular os seus exercícios físicos. O medidor cardíaco possui a funcionalidade de avaliar se o seu batimento está adequado de acordo com padrões de saúde e o seu estado atual, incluindo perguntas sobre o seu humor no momento da medição para ajudar na apuração dos dados.

O brilho da tela é autoajustável, porém, você pode alterá-lo para o modo manual. O sensor de luminosidade funciona incrivelmente bem, como eu disse anteriormente, não há um momento em que você olhe para a tela não consiga ver perfeitamente as horas ou informações, como as notificações do seu Smartphone. Outra coisa bacana é que o sistema te avisa quando você deve fazer uma pausa de suas atividades e esticar um pouco as pernas por ter ficado muito tempo sentado; como eu trabalho muito nesta posição, achei o recurso muito útil.

Falando do corpo do Smartwatch, dentre os pontos positivos podemos apontar um design clean, esteticamente bem acertado, um acabamento impecável, uma tela com ângulos de visão excelentes (como já comentado) e uma pulseira bela e resistente, que também pode ser substituída por outra de seu gosto sem muitos problemas.

Pontos Negativos:

Pontos negativos do Amazfit

Todo produto tem seus contras. Para algumas pessoas os detalhes que eu vou comentar aqui nem podem ser considerados um contra necessariamente, mas vamos lá.

Apesar do sistema operacional ser muito funcional, ele peca em um detalhe para o público brasileiro, sendo completamente em inglês, tanto o App, quanto os sistema do Smartwatch em si. Ouvi falar que a comunidade brasileira da Xiaomi já criou ROMs e Apps alternativas traduzidas para o AMAZFIT, mas como tenho que avaliar o que vem dentro da caixa, é isso que temos. Fora que nem todo usuário final vai se dar ao trabalho de fazer isso, isso se tiver conhecimento e paciência para tal.

Outro ponto que recai sobre o sistema operacional é ele não ser Android, ou melhor, ser, mas não ser um "Android tradicional". Sem a Google Play Store você não consegue adicionar aplicativos para que você possa estender as funções que o relógio tem, limitando você ao que ele te entrega out of the box. Mais uma vez, a comunidade brasileira da Xiaomi já deu um jeito de mostrar como você pode instalar APKs nele (os pacotes de Apps do Android), aparentemente usando o ADB, um recurso comum entre os desenvolvedores, mas mais uma vez, é algo que foge da alçada do usuário comum, logo, um contra sob o meu ponto de vista.

O sistema operacional é mesmo o meu maior alvo de críticas aqui, sobre o aparelho, não tenho realmente nada a acrescentar nos contras, talvez 1 GB de RAM não fosse má ideia, mas como você (teoricamente) não vai instalar Apps, isso se torna desnecessário. Entre as coisas que você não conseguirá fazer nele nativamente sem dar aquela "hackeada" básica estão:

- Impossibilidade de interagir com as notificações, você pode apenas pré-visualizar as mensagens;
- Sem a possibilidade de adicionar novos Apps nativamente, você não terá coisas como um calendário completo, um aplicativo para controlar a ingestão de água (ainda que com criatividade você possa contornar isso sem problemas, usando um App no Smartphone ou programando o despertador que vem no AMAZFIT);
- Sem lanterna;
- Impossibilidade de controlar as músicas do Smartphone por ele.

Nesta última cabe uma ressalva. A ideia é que você coloque as músicas dentro do armazenamento interno dele e use fones de ouvido Bluetooth, assim você pode sair para dar a sua caminha sem levar o celular, certo? Certo. No entanto eu ainda acharia útil poder parear ele com o Smartphone e controlar as músicas nele, visto que não tenho acesso ao Spotify pelo Smartwatch ou ainda, controlar o som de casa via Bluetooth também, isso seria muito legal, mas ele não permite. 

O armazenamento interno, que tem 4GB é parcialmente preenchido com o sistema operacional, sobrando cerca de 2,56GB disponíveis para você colocar músicas, o que deve ser o suficiente para colocar mais de 150 músicas de alta qualidade.

Conclusão


Especialmente na parte dos "contras", eu observo que os pontos que eu apontei variam muito de acordo com o que cada consumidor espera de um Smartwatch, ou do AMAZFIT, mais especificamente. Então fique à vontade para colocar o seu ponto de vista nos comentários, OK?

No mais, é um ótimo Smartwatch. Eu que nunca fui um grande adepto desse tipo de tecnologia não tirei mais ele do pulso e estou gostando bastante, aprendi a lidar com as limitações que ele me oferece também e agora já estou habituado.

Você pode conferir o preço atual dele (com desconto especial) diretamente no site da TOMTOP, muito obrigado e até a próxima! :)
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Conheça a nova "Central de Aplicativos" do Manjaro Linux/Antergos/Arch

Nenhum comentário

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Recentemente o gerenciador de pacotes do Arch e seus derivados, PAMAC, recebeu um pequena, porém importante, atualização e acrescentou um visual mais intuitivo e fácil de se utilizar.

Manjaro Linux novo PAMAC





A nova mudança vai tornar o Manjaro, Antergos (e relacionados) muito mais simples para usuários domésticos, com simples botões para instalar e remover os programas, sem necessidade alguma da utilização do terminal. Nós produzimos um vídeo para mostrar te como funciona o novo PAMAC, confira:



O que você achou da atualização?
Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


T-UI - Uma forma simples de dar comandos no Terminal do Android

Nenhum comentário

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A maior parte dos usuários de Android nem sequer se questiona sobre a possibilidade de dar comandos de texto para o sistema do Smartphone, mas quem gosta de tecnologia sabe muito bem que o Android é um sistema operacional como qualquer outro e baseado no Linux como é, certamente existe uma forma de operá-lo desta forma.

Usando o terminal Linux no Android




Eu gosto muito de testar coisas que mudam a forma com que interagimos com a tecnologia, acho que gostar de Linux é um reflexo disso de certa forma, e por isso estou sempre disposto um App interessante.

Há algum tempo atrás um dos inscritos do canal comentou sobre este aplicativo chamado "T-UI", ou "Terminal User Interface", que nada mais é do que um launcher para o seu Android que modifica a forma principal de interação com o aparelho. 

Nada de ícones!


Launcher T-UI Android

Ao contrário dos launchers tradicionais que costumam mudar o tema da home do seu Android e até acrescentar algumas funcionalidades e atalhos, o que o T-UI faz é completamente diferente, ele deixa apenas um terminal aberto na sua tela onde você pode digitar comandos.

Como fazer absolutamente tudo via linha de comando pode ser problemático, o T-UI também possui vários comandos de reconhecimento interno que facilitam na hora de você chamar aplicações instaladas no sistema ou na hora de habilitar e desabilitar recursos, como o Wi-Fi.

Confira o vídeo abaixo eu demonstrei como ele funciona:


Este tipo de coisa não é pra todo mundo com toda a certeza, mas tem uma "funcionalidade" para o T-UI que não está descrita em nenhum lugar: Quando você quiser evitar que aquela pessoa chata mecha no seu Smartphone, basta emprestar ou mostrar o aparelho para ela com a T-UI, pode ter certeza que vai enganar a maior parte dos seus amigos, pode fazer um teste!
Baixe o T-UI na Google Play
Se você ainda não conhece o nosso canal do YouTube passa lá para conferir, tem muita coisa bacana rolando sempre e temos no mínimo 4 vídeos toda semana.

Se o T-UI não for "Linux o bastante" para você, outro App bacana para você testar com uma proposta mais parecida com um emulador de terminal Linux (Bash ou ZSH) é o Termux, que vale apena conferir também.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Minhas 7 extensões favoritas para o GNOME Shell

Nenhum comentário

segunda-feira, 17 de julho de 2017

É como diz o ditado: "GNOME sem extensões é igual a Branca de Neve sem os 7 anões", simplesmente não é a mesma coisa. Brincadeiras à parte, de fato as extensões do GNOME são praticamente essenciais para melhorar a produtividade da interface, é claro que a necessidade de uma ou outra extensão vai variar de acordo com o seu gosto pessoal e principalmente, vai variar de acordo com a forma com que você gosta de interagir com a interface. Hoje eu vou te mostrar as minhas 7 extensões preferidas.

Top 7 GNOME Shell Extensions




Você pode entender as extensões do GNOME Shell da mesma forma que você entende as extensões do seu navegador. Elas servem para estender as funções nativas do ambiente gráfico, mudar o seu comportamento, adicionar recursos e até remover em alguns casos.

As extensões do GNOME não são exclusivas de uma distribuição Linux em específico, elas funcionam em todas as que usam a interface, então essas dicas vão servir para você, independente do sistema.

Confira também:



* Vale a pena conferir os dois vídeos, assim você vai aprender muito mais sobre a customização do GNOME.

Como adicionar extensões no GNOME Shell


O projeto GNOME possui um site: extensions.gnome.orgonde você pode baixar todas as extensões para o seu sistema. Para instalar uma extensão à partir do site, basta deslizar o interruptor de ON/OFF que existe em cada uma delas e aceitar a instalação.

Instalando extensões no GNOME

Depois de instaladas as extensões, você pode manusear elas através de uma aplicação chamada "GNOME Tweak Tool", que serve para muitas outras coisas também quando o assunto é "customização do GNOME Shell".

Normalmente as distros trazem essa ferramenta já instalada por padrão, em português a ferramenta recebe o nome de "Ferramenta de ajustes", porém, caso não esteja instalado, você encontra ela facilmente na central de aplicativos, o GNOME Software.

Gnome Tweak Tool

Uma vez instalado você encontra o "GNOME Tweak Tool" no menu do sistema, dentro dela há uma sessão onde você pode ativar, desativar e remover extensões.

Agora vamos a lista com as minhas 7 extensões favoritas!


Eu preparei um vídeo bacana para você conhecer as extensões que eu mais gosto, cada uma tem suas particularidades e funcionalidades, confira e não esqueça de conhecer o canal, caso ainda não conheça, o botão de se inscrever está logo abaixo:



Dica: Para acessar o site e baixar a extensão para o seu GNOME Shell basta clicar no nome delas.


Essa extensão cria um pequeno ícone da barra superior do GNOME Shell que te permite acessar de forma mais rápida  pastas específicas do sistema, o que garante uma maior produtividade no seu dia a dia, evitando a necessidade de abrir o Nautilus (gestor de arquivos) para isso.

Places Status Indicator




Acho esta essencial. Eu simplesmente não consigo usar uma área de notificações ou tray escondida da forma padrão do GNOME. Essa extensão coloca a área de notificações e indicadores no local tradicional.

Topicons Plus




A barra de favoritos do GNOME, também conhecida como Dash, não é nada mais do que contraprodutiva em sua forma original, eu preciso de uma dock mais funcional, que esteja ali mesmo quando eu não quero ver as atividades. Esta é uma das extensões mais baixadas e melhor avaliadas do site de extensões do GNOME, então acredito que muitos compartilham da minha opinião.

Dash to Dock Gnome Shell



Esta é uma extensão realmente simples, ela coloca um ícone de lixeira na barra superior do GNOME Shell, facilitando o acesso a exclusão e recuperação de arquivos.

GNOME Trash



Essa talvez não seja para todo mundo, mas todos que precisam lidar com mais de uma saída ou entrada de áudio acabam tendo um certo trabalho no GNOME, sem essa extensão você precisa ir até o app de configuração e  mudar as entradas por lá, com a extensão fica bem mais prático.

Sound Device Chooser Gnome



Essa é outra herança do Unity do meu GNOME, com esta extensão você consegue abrir os dispositivos removíveis de forma muito acessível sem precisar ir até o gerenciador de arquivos.

Removable Drive Menu


A extensão Pixel Saver é extremamente útil para quem tem uma tela pequena, eu por exemplo acho essencial para usar no meu Lenovo Yoga de 12 polegadas, em telas assim, qualquer pixel a mais é uma grande vantagem. O Pixel Saver elimina a barra de título das janelas no GNOME Shell em algumas aplicações onde ela é desnecessária, como no Firefox.

Pixel Saver
Repare na quantidade de espaço vertical que ganhamos


------
Estas são as extensões para o GNOME Shell que eu mais gosto, mas o artigo não acaba por aqui, agora é a sua vez! Deixe nos comentários a sua opinião sobre a minha lista e acrescente as que você mais gosta e não fazem parte dela, até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Fedora 26 - Conheça as principais novidades da versão e veja como baixar

Nenhum comentário

domingo, 16 de julho de 2017

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram nesta semana a disponibilidade da mais nova versão do sistema operacional que continua mantendo seu foco em Workstation e trazendo um conjunto de softwares muito atualizado, ainda que a distro não seja Rolling Release, é uma das melhores opções para quem gosta do GNOME Shell, sem dúvida, mas existem outras versões do Fedora interessantes também que você deve conhecer.

Fedora 26




O novo Fedora 26 foi lançado com atualizações de pacotes e correções de bugs, visualmente, como era de se esperar, você não deve encontrar mudanças drásticas, já que a distro não costuma personalizar muito as interfaces que a acompanham. Sim, interfaceS no plural, pois apesar do GNOME Shell ser a principal delas, o Fedora também possui diversas Spins com interfaces diferentes.

Você pode ler as notas de lançamento para conhecer todos os detalhes da versão 26 do Fedora neste endereço.

Confira também o nosso vídeo de apresentação da versão 26:



Um pouco sobre o Fedora


Red Hat Linux

O Fedora é uma distro comunitária, porém, de forma parecida com o que acontece com o openSUSE, temos uma empresa que patrocina o desenvolvimento, neste caso a poderosa Red Hat. Na verdade, o Fedora serve como um "campo de testes" para o desenvolvimento do Red Hat Enterprise Linux, uma das principais distribuições Linux do mundo corporativo.

É curioso pensar no Fedora como um derivado do Red Hat, pois atualmente é quase o caminho contrário, o Red Hat vem dos pacotes primeiramente testados no Fedora, claro, com suas devidas particularidades e exceções, mas sem dúvida é uma relação saudável.

No seu Desktop


O foco principal do Fedora nos últimos anos tem sido o chamado "Worsktation", ou seja, é voltado para desenvolvimento de todos os tipos. Isso não quer dizer que você não possa usar o sistema no Desktop, claro, mas digamos que este não seja o foco.

Por conta disso você não vai encontrar certos "facilitadores" diretamente no sistema, como gestores de drivers e coisas do tipo, mas é claro que essa não é a única forma de você instalar componentes no Fedora.

Entre as principais ferramentas com elas funcionalidade, podemos destacar 3:

- Fedy



Com estes utilitários vai ficar fácil habilitar o repositório RPMFusion, o que permite que você instale vários componentes que não são necessariamente software livre, como drivers, codecs e muitos outros programas que não estão no repositório padrão do Fedora.

Fedora 26

Não esqueça de observar a Central de Aplicativos que acompanha a distro, especialmente na versão GNOME e KDE Plasma, por elas você poderá instalar vários outros aplicativos famosos sem precisar ter noções avançadas sobre o sistema, tudo clicando e instalando.

Ao buscar por softwares na internet para o seu Fedora, observe os que estão disponíveis no formato .rpm, eles não são tecnicamente exatamente como os .debs para Ubuntu/Mint/Debian, mas funcionam de forma muito parecida, bastando instalar dando dois cliques. Esta nova versão do Fedora também inclui suporte nativo aos pacotes Flatpak e você ainda pode habilitar os Snaps.

Outro detalhe importante é que o Fedora (com GNOME pelo menos), utiliza o servidor gráfico Wayland por padrão ao invés do X.org. Isso pode, infelizmente, causar alguns problemas para placas de vídeos que necessitem de drivers proprietários e até mesmo alguns games da Steam, felizmente você pode alterar isso diretamente da tela de login.

O projeto Fedora é mais amplo do que parece


O projeto Fedora possui páginas especiais que te oferecem versões com interfaces diferentes do GNOME, como comentei no início do texto, o Fedora possui as chamadas "Spins".

O Fedora Spins mostra justamente versões do Fedora com outras interfaces por padrão, então se você gosta do KDE Plasma, do XFCE, do Cinnamon ou qualquer outro, você não vai ficar na mão. Outra página interessante é o Fedora Labs, que são ISOs diferentes do sistema destinadas a finalidades específicas, como astronomia, design e até mesmo jogos, cada uma com uma seleção de softwares específicas para cada finalidade.

Além destas versões, ainda temos o Fedora Cloud e o Fedora para arquitetura ARM, com imagens completas ou mínimas, onde você pode instalar cada pacote manualmente, assim como faz com um Debian Netinstall, por exemplo.

Baixe a versão nova ou atualize do Fedora 25


Você pode fazer a atualização de duas (na verdade três) formas. Baixando os sistema do site oficial e formatando o seu computador é uma delas, a mais simples e direta, é o mais recomendado para atualizar de uma versão para outras para evitar qualquer problema no processo. Vale a pena mencionar que você deve ter backup das suas coisas, independente do método.

Se você já tem a versão 25 do Fedora, é possível fazer o Upgrade em modo gráfico ou através de linha de comando. Utilizando a interface GNOME você pode acessar o GNOME Software e buscar por atualizações, você deverá ver uma imagem como esta abaixo, bastando confirmar a atualização:

Atualizando a versão 25 para 26 do Fedora
Imagem: Fedora Magazine

Se você usar outra interface ou preferir fazer pela linha de comando, basta rodar estes comandos de forma sequencial:

sudo dnf upgrade --refresh
sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade
sudo dnf system-upgrade download --releasever=26
sudo dnf system-upgrade reboot
Tome cuidado com possíveis pacotes quebrados e dependências insatisfeitas, caso o terceiro comando mostre algo neste sentido, veja o que você pode fazer para corrigir antes de continuar, ou opte pela instalação limpa.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




O que você ainda não entendeu sobre Linux

Nenhum comentário

domingo, 4 de junho de 2017

Existe uma grande confusão ainda sobre "o mundo Linux", como a gente chama, e que eu acho necessário desfazer, ou ao menos tentar desfazer. A maior parte de vocês entende que Linux é um Kernel, mas talvez não entendam o que isso realmente significa. O último vídeo do Diolinux Responde, o quadro de perguntas e respostas do canal, recebeu um comentário que me fez querer fazer este material.

Linus Torvalds



Como você pode ver, o comentário na verdade não tem nada demais, eu até concordo com o Thiago, que fez o comentário em alguns pontos, porém, quero aproveitar a forma com que ele colocou a sua opinião para explicar para você o que é Linux realmente.


A intenção por trás disso é fazer com que você entenda quem você deve cobrar num caso como este.

Eu vejo muitos comentários deste tipo por aí:

- Por que Linux não compatibiliza com os programas do Windows?

- Por que Linux não é compatível com programas da Adobe?

- Por que Linux não entra no mercado de celulares?

- Por que Linux não investe em interfaces convergentes?

- Por que Linux não faz drivers para a Razer?

- Por que Linux não faz uma assistente pessoal como a Cortana ou a Siri?

- Por que Linux não faz isso? Por que não cria aquilo?


Acho que deu pra você entender o ponto, será que é  por falta de vontade, competência ou dinheiro ou realmente tem algo mais? 

Será que você não está levantando este questionamento simplesmente pelo fato de você ainda não ter entendido o que realmente Linux é ou qual é a sua área de atuação?

Saber isso é importante, não para que você não cobre "o Linux" para ter as coisas que você queria, mas para que você cobre as pessoas e projetos certos.

Eu acho que uma forma simples de você entender é comparar sistemas operacionais com carros.
Como você já deve ter ouvido falar, Linux é um Kernel, o Kernel é uma parte de um sistema operacional que pode ser considerada o núcleo dele, é onde estão os drivers de dispositivos, é a parte do sistema operacional que faz com que os programas que você usa consigam acessar recursos de hardware, ele é o responsável por fazer com que a musica que você está executando em um player seja transmitida para as caixas de som do seu computador, e este é só um exemplo.

Podemos comparar o Kernel ao motor e a parte elétrica de um carro


O kernel seria um dos componentes principais do carro, no sentido de fazer ele andar, claro, e também seria responsável por fazer o computador de bordo do carro funcionar; quando você aperta um botão para ligar o ar condicionado, o Kernel faria com que ele ligasse.

É isso que o Linux é, um Kernel "apenas", diferente da Microsoft e da Apple que vendem o carro inteiro para você, e entenda como um carro o Windows e o outro carro o macOS, Linux é apenas o motor.

Você não deveria cobrar o fabricante do motor pelo carro não vir com airbag, pelo simples motivo do fabricante do motor não ser o cara que coloca airbag no carro, não é ele quem decide.

Microsoft e Apple tem o monopólico completo de seus sistemas operacionais, do Kernel aos ícones, então a empresa tem a capacidade de modificar absolutamente tudo o que quiser.

Já o Linux, bom... podemos resumir os objetivos de Linus Torvalds, criador do Kernel e líder mantenedor atualmente, juntamente com a sua equipe, em apenas 3 coisas a cada lançamento.

- Otimização

- Limpeza de código antigo (que não deixa de ser otimização)

- Suporte a novos hardwares


Um carro completo, que use o motor Linux é chamado de distribuição, o Android, o Ubuntu, o Debian, o Red Hat, o SUSE são exemplos de carros que usam o motor Linux.

Se o que você deseja é um recurso gráfico, uma ferramenta para o desktop, você deve cobrar os projetos que realizam esse tipo de coisa. Se você quer uma assistente pessoal, cobre as distros e não o Kernel.

Talvez associar o Kernel Linux como o motor e o carro completo como uma distro que usa componentes de vários outros fabricantes independentes faça você entender que uma distro Linux é normalmente criada de forma segmentada. O pneus vem de um fabricante, o volante vem de outro, a transmissão vem de outro, os bancos vem de outro, a carenagem vem de outro, etc...

Então se você quer um recurso novo para o volante do seu carro, além de cobrar a distro, você pode cobrar o fabricante do voltante em si.

Exemplo: Você quer que o leitor de PDF da sua distro tenha suporte a edição de PDF também, você pode cobrar a distro que empacota este software para encontrar uma solução para o problema, ou pode cobrar diretamente a comunidade ou empresa que desenvolve o leitor de PDF.

Uma vez entendida a situação, isso nos leva a outro ponto. Que é a cobrança.

Cobrança

Eu falei muito em cobrar, mas acho que é preciso fazer algumas considerações sobre o assunto.

O que significa "cobrar", do meu ponto de vista, se você quer algo de diferente, vá e entre em contato com os desenvolvedores, ou ao menos tente. Entre no site do projeto, mande e-mails, procure descobrir quem trabalha nele e procure contatos no Linkedin, no Facebook, em blogs pessoais, em fim, quando você realmente quer ajudar a melhorar você provavelmente vai encontrar um jeito. Isso pode até fazer com que você crie uma nova e boa network de contatos.

Outra consideração importante a se fazer é que você tenha a noção de que a maior parte destes projetos é tocada por voluntários e doações, o Debian, o Ubuntu, o Mint, acredito que eles nunca tenham te cobrado para que você pudesse baixar o sistema operacional deles, mesmo que sejam poucos dólares ou reais, você sempre pode baixá-los gratuitamente e pode desfrutar de seus recursos e segurança.

Aí eu vi em algum comentário alguém dizendo que "não é porque alguém nos oferece merda de graça que a gente tem que aceitar".

Não com certeza, não, até porque não é nem uma comparação coerente, especialmente porque ninguém está te obrigando a utilizar nada, se não está do seu agrado, se está ruim, você sempre terá a liberdade de experimentar outra coisa e mudar.

Eu apenas acho que é bom ter a compreensão de como as coisas funcionam, aprender a se colocar no lugar dos outros é um ótimo exercício, e não digo apenas no mundo Linux.

Pegue o seu emprego como exemplo, você trabalharia de graça ou sem saber exatamente quanto vai receber apenas para ajudar as pessoas? É uma pergunta que requer um pouco de reflexão sem dúvida, e eu não vou fechar esse ponto aqui, então você pode usar os comentários para responder se quiser.

Por mais altruísta que você possa ser, acima de tudo você é um indivíduo com necessidades próprias, e nada é de graça. 

Se você tiraria um pouco do seu tempo para criar algo e dar de graça para pessoas eu não sei dizer, mas é exatamente isso que muitas das comunidades Linux fazem, acho que é algo para se pensar... não utilize isso que eu falei como argumento para não cobrar, mas use para cobrar de uma forma mais educada quem sabe, não esqueça que essas pessoas que fazem os programas que você usa, cada um deles, cada ícone, também SÃO PESSOAS como você, com seus próprios problemas e afazeres e muitas vezes fizeram esse programa indispensável para sua vida tirando dinheiro do próprio bolso, ou usando o seu tempo livre, que pra mim é praticamente a mesma coisa.

O que nos leva a outro ponto pra finalizar, não faz sentido você ser contra as pessoas ganharem dinheiro fazendo o que gostam e ajudando outras pessoas. Acho que inconscientemente a gente tem a noção de que quando estamos ajudando não podemos cobrar por isso, mas cobrar uma quantia justa pode ajudar a tornar aquele produto ou serviço ainda melhor e ainda assim a um preço acessível e ajudar ainda mais pessoas e de forma melhor, incluindo quem desenvolve que pode melhorar de vida.

Você provavelmente não acha que seria pagar muito, pagar digamos, uns 10 reais pela distribuição que você mais gosta, muitos talvez até topariam pagar muito mais que isso, mas é muito provável que você nunca tenha doado nem se quer 1 real para o projeto que você cobra de que existam funcionalidades. 

Não é uma desculpa, é uma questão de lógica, você já deve ter ouvido a famosa frase, "não existe almoço grátis", é bem por aí. Claro que essa não é a única forma de ajudar, financeiramente, você pode ajudar simplesmente divulgando também

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Conheça o Linux Mint com interface XFCE

Nenhum comentário

segunda-feira, 15 de maio de 2017

O Linux Mint possui quatro versões com interfaces diferentes oficialmente suportadas, hoje você vai conhecer um pouco melhor a versão com interface XFCE, uma versão leve, que assim como a versão MATE do Mint, pode ser utilizada em computadores com recursos mais limitados.

Linux Mint XFCE




O Linux Mint XFCE possui um conceito visual, e até mesmo de desktop no que tange as aplicações disponíveis pré-instaladas, que rementem às outras versões do Linux Mint, como as principais, com Cinnamon e MATE.



Para os interessados em testar esta versão específica do Mint, basta acessar o site oficial e selecionar a opção com a interface XFCE. Baixe o sistema preferencialmente por torrent.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Produção de áudio profissional com Linux - DioCast #25

Nenhum comentário

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Um novo episódio do DioCast está disponível pra você ouvir e aprender mais sobre produção de áudio profissional com Linux, neste episódio tivemos a presença do Tiago Salem, Tião Sound e Rick Capellano, comigo, Dionatan de host, os convidados compartilharam as suas experiências e deram várias dicas para quem quer trabalhar na área.

Produção de áudio Linux Profissional



Tem um certo mito que ocorre por aí que diz que quando se fala em produção de "artes", em geral, gráficas, audiovisuais, etc, o Linux não seria uma opção viável, eu sempre digo que basta encontrar pessoas que trabalhem com o sistema para provar que esta não é uma afirmação verdadeira, pois se fosse, essas pessoas simplesmente não existiriam.

No caso de design gráfico, nós já tivemos mais de um episódio do DioCast falando sobre o assunto, mas ainda estava faltando o áudio, pelo menos até agora. O episódio ficou muito bacana, descontraído e informativo, então sem mais delongas, vamos ao episódio, os links comentados durante o vídeo estão logo abaixo, e claro, apesar de ser um vídeo, você pode simplesmente ouvir e deixar rolando em uma aba enquanto faz outra coisa, o conteúdo é feito para ser consumido desta forma mesmo.



Confira os links do episódio:

@LLAB_Gnu – Telegram do Laboratório Linux Audio Brasil

https://www.youtube.com/channel/UCoKi... – LLAB Canal

lsp.plug.in – lsp plugins

bandshed.net – av linux 2017

https://ubuntustudio.org – ubuntu studio

https://lmms.io -LMMS

openavproduction.com- open av plugins

http://www.alsa-project.org/main/inde...
interfaces compativeis

https://qtractor.sourceforge.io – QTRACTOR

calf-studio-gear.org – CALF PLUGINGS

http://www.rosegardenmusic.com/

https://ardour.org/

https://twitter.com/tiagosh

http://tiagosalem.com.br

Banda do Tiago:

http://cadillacnroll.com.br/

https://www.facebook.com/cadillacnroll/

Canal do Rick: https://goo.gl/pkmJ7X

Apoio: http://www.2rsolti.com.br/

Conheça os nossos cursos: http://ead.diolinux.com.br

Acesse a nossa loja: http://www.diostore.com.br

Seja nosso Padrinho: https://www.padrim.com.br/Diolinux

Anuncie no Diolinux: http://goo.gl/BWsafD

- Acesse o site: http://www.diolinux.com.br
- Facebook: http://www.facebook.com/blogdiolinux
- Twitter: http://www.twitter.com/blogdiolinux
- Google Plus: https://plus.google.com/+DiolinuxBr/
- Android App: https://goo.gl/CLPvlC
- Assine o nosso Feed:http://goo.gl/w6418F
- Diolinux na Google Play Banca: http://goo.gl/qCJQqr
Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Testando distribuições Linux pelo VirtualBox

Nenhum comentário

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Um dos pedidos mais recorrentes nos contatos do blog é algum material sobre a utilização do VirtualBox para testar distribuições Linux, afinal, são tantas opções e você pode "perder" muito tempo até ver como todas, ou boa parte, são em seus aspectos visuais e funcionais. Para este tipo de teste o VirtualBox é excelente.

VirtualBox - Testando distros Linux




O VirtualBox é um software desenvolvido e mantido atualmente pela Oracle, sendo que seu core é licenciado sob licença GNUv2, o que faz dele um software livre, entretanto, existem extensões para implementar funções, como reconhecimento de UBSs independentes do host e drivers pela melhorar o desempenho de vídeo que são obtidos facilmente através do próprio programa ou do site oficial e são de código proprietário.

VirtualBox

O funcionamento do VirtualBox é muito simples, qualquer pessoa consegue utilizar, basta prestar um pouco de atenção nas opções e especialmente ler as instruções que são todas descritas a cada etapa do processo. Preparei um vídeo especial para mostrar como eu utilizo a ferramenta para testar distribuições Linux.



Eu recomendo muito o VirtualBox para os meus alunos praticarem formatação, tanto de Linux, quanto de Windows, é uma ótima forma de repetir o processo e testar as coisas sem colocar em risco a integridade do seu computador ou sistema operacional real.

Dica adicional: Alguns sistemas operacionais vão rodar muito melhor se você ativar os "Adicionais para convidados" do VirtualBox, confira o vídeo:


Agora você já sabe o básico para fazer testes em sistemas operacionais, divirta-se testando as distros Linux ou outros sistemas operacionais.

Até próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




ROSA Linux - Conheça um sistema operacional da Rússia!

Nenhum comentário

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O ROSA Linux é uma distribuição Linux criada em território Russo, ele foi originado do antigo e descontinuado Mandriva, uma distribuição que teve uma importância muito grande para o mercado consumidor.

Rosa Linux




O mercado russo tem várias peculiaridades e busca suas próprias soluções, assim como o mercado chinês, como eu comentei neste post, que são também muito interessantes e diversas.

O mercado de tecnologia gira muito em torno das gigantes norte-americanas, mas as vezes esquecemos que em outros lugares do mundo também existem pessoas, empresas e comunidades com objetivos semelhantes e soluções igualmente interessantes, claro, sem desmerecer qualquer uma delas, não faz mal olharmos o "outro lado" de vez em quando.

Como eu gosto de testar sistemas operacionais, resolvi dar uma pesquisada sobre sistemas que são utilizados na Rússia, além do Windows que todos já conhecem. Um dos sistemas populares por lá é o ROSA Linux, do RosaLab, uma empresa que tem foco em atender empresas com soluções de código aberto.

Confira o vídeo onde eu mostrei o sistema operacional:




Como comentei no vídeo, o ROSA Linux é uma distro que nasceu de um fork do Mandriva, que por sua vez, veio da junção das antigas distribuições Mandrake e Conectiva, empresa brasileira, ou seja, existem alguns resquícios de DNA tupiniquim nela.

Se você quiser fazer o download e testar o sistema também, basta acessar este endereço.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Vulkan aumenta até em 30 FPS Mad Max para Linux se comparado com OpenGL

Nenhum comentário

sábado, 8 de abril de 2017

Ainda é cedo para afirmarmos até onde o Vulkan pode ir, até porque ainda não existem games desenvolvidos diretamente com ele, e sinceramente, ele parece também não estar completamente pronto para o mercado, ainda assim, é bom observar o que ele já é capaz de fazer e cá entre nós, os resultados são animadores.

Vulkan API vs OpenGL Diolinux




Recentemente a Feral Interactive, a principal empresa responsável em fazer portes de games originalmente desenvolvidos para Windows para Linux e Mac, divulgou em sua página no Facebook que havia desenvolvido um patch para o Game Mad Max que permitia que ele fosse rodado com a API Vulkan no lugar no OpenGL no Linux.

Utilizando este tutorial eu pude fazer um teste comparativo entre o OpenGL e o Vulkan no Ubuntu 16.04.2 LTS com a placa GTX 1060 de 3GB.



Resumo do Hardware utilizado no teste:

- i5 3330 
- GTX 1060 3GB
- 8GB RAM 1600 DDR3
- Monitor 1080p 60Hz
- Driver Nvidia 375.39

Pelo que pude perceber, o game obteve melhor desempenho em placas da linha 1000 da Nvidia, em modelos anteriores o ganho não é tão perceptível, o que mais uma vez reafirma o ponto de que o Vulkan é uma tecnologia para o futuro. Tendo como baseada a GTX 1060 demonstrada no vídeo e o ganha obtido, podemos ter uma noção de como a API gráfica pode fazer diferença.

Se você tem o game na sua Steam e fez também o teste, compartilhe conosco os seus resultados através dos comentários do blog, informe o seu hardware e a versão do drivers utilizado, além é claro, o resultado obtido.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




De onde vem o sucesso do Linux?

Nenhum comentário

terça-feira, 28 de março de 2017

O Kernel Linux é um dos maiores, se não o maior, projeto de código aberto da história, sendo o Kernel o centro de sistemas operacionais que acompanham diversas tecnologias, não só computadores comuns e servidores. Mas de onde vem o sucesso do Linux?

Por que Linux é um sucesso?




Os fatores que envolvem a evolução e o sucesso do Linux são diversos, o nosso editor Gabriel da Costa elaborou um vídeo para te explicar um pouco deste assunto.


A que você atribui o sucesso do Linux?

Aproveitando, quero incluir outra reflexão aqui pra você:


Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Confira:
Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo