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Debian 9 poderá ter atualizações automáticas

Em busca de tornar o Debian mais automatizado, os desenvolvedores da distro estão pensando em fazer com que o Debian 9, Stretch, atualize-se sozinho.

Debian 9 poderá ter atualizações automáticas




O Debian é referência em estabilidade para um sistema operacional, sobretudo a sua versão Stable, que faz jus ao nome. Muito disso deve-se à rigidez com que o Debian empacota seus programas e como eles são mantidos. Na conferência Sprint Debian Cloud, de Seattle, está sendo debatido se a nova versão do Debian, ou pelo menos a versão Cloud, teria atualizações automáticas ou não.

Atualmente o Debian deixa na mão do usuário a atualização, ou seja, se você quer que o seu sistema atualize, você vai lá e faz com que isso aconteça, mas o que está sendo debatido é se isso deve continuar desta forma e em qual versão isso deve ser aplicado ou não.

Você pode saber mais lendo a lista de e-mail do Debian e ver alguns pontos que foram comentados. 

Na minha opinião isso deve caber ao usuário definir, ou seja, deve vir como atualização manual, com a possibilidade de ser atualizado automaticamente, caso o usuário deseje. Talvez um meio termo seria fazer com que o Debian notifique o usuário quando existem atualizações disponíveis.

Qual a sua opinião?
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Trillian - Um cliente de mensagens multi-protocolo para Linux, Windows e Mac

Mensageiros como o Pidgin, Empathy e outros já foram mais populares, hoje em dia quem faz a festa é o Franz, mas isso não quer dizer que ele seja a única opção, conheça o Trillian.

Trillian para Linux




Eu lembro de utilizar o Trillian há alguns anos no Windows, ele era uma boa aplicação, inovadora para a época, onde juntar vários chats diferentes em um único serviço era algo novo. Com o passar do tempo, o Trillian acabou ganhando concorrentes, mas isso não quer dizer que ele tenha deixado de ser uma boa alternativa.

Ele tem suporte a diversos protocolos de comunicação, como o do Facebook e do Google por exemplo:

Configurações do Trillian para Linux

A integração com Trillian com o Unity no Ubuntu é muito boa, além de mostrar a quantidade de mensagens não lidas no ícone da barra lateral, ele também se integra com a central de notificações, através do ícone de mensagens na barra superior.

Trillian Ubuntu Unity

O Trillian tem pacotes em formato .DEB compatíveis com Ubuntu, Mint, Debian e seus derivados e pacotes .RPM, com pacotes para Fedora, SUSE e derivados em versões de 32 e 64 bits, basta clicar no botão abaixo e baixar.
Uma coisa interessante que o Trillian tem, se comparado com outros mensageiros, é um protocolo próprio, então você pode se comunicar com outros usuários do Trillian através da própria rede deles.

Lista de contatos Trillian


Ele pode ser utilizado como um comunicador interno para a sua empresa ou para comunicação tradicional com suporte para envio de arquivos.

Até a próxima!
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Como ativar o repositório backports no Debian

Os usuários do Debian Stable que precisam de alguns pacotes mais recentes podem resolver o problema simplesmente utilizando o repositório Backports da distro, isso permite que pacotes mais recentes e não tão testados sejam instalados, veja como fazer.

Como ativar o Debian Backports






O repositório Backports do Debian contém pacotes recompilados do Debian Testing normalmente e são considerados instáveis para os padrões do Debian, alguns pacotes inclusive vem até da versão unstable do Debian, mas em menor quantidade. Esse repositório existe para dar acesso a pacotes mais recentes para os usuários do Debian que necessitam e não querem ter um sistema completamente instável.


Como fazer?


Vamos precisar adicionar o repositório a sources.list do seu Debian, para isso, abra o terminal  e digite o seguinte:
sudo su
Caso você use o Gnome, pode usar o Gedit, ou puder o editor de texto para uma opção que você goste mais:
gedit /etc/apt/sources.list
Adicione ao final do arquivo a seguinte linha:

deb http://ftp.debian.org/debian jessie-backports main
Caso você use outra versão do Debian, mude o codinome da linha, depois de adicionar a linha ao arquivo basta salvar, agora temos que atualizar a lista de repositórios:
apt-get update 
E agora você já pode instalar pacotes à partir do repositório usando o seguinte modelo de comando:
apt-get -t jessie-backports install nome_do_pacote
Se quiser desabilitar o repositório, basta editar novamente o sources.list e comentar a linha ou remover, atualizar novamente a lista do repositório e é isso aí.

Agradecimentos especiais ao canal Livre Labs pelo vídeo.

Até a próxima!
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Quebrando mitos do Linux: Debian "velho", Buguntu e Gentoo para servidores

O mundo Linux é cercando de opiniões e rumores, alguns se aproximam mais da verdade do que outros, hoje vamos falar sobre alguns em específico: o Debian ser antiquado e pouco atualizado, o Ubuntu ser bugado e o Gentoo ser inadequado para servidores. Quem vai colocar os "pingos nos is" hoje é o nosso redator ,Gabriel, também autor do canal Toca do Tux.

Mitos do Linux




Existem muitos mitos no mundo Linux, alguns eu mesmo já comentei, tanto em vídeo no canal Diolinux, quanto aqui no blog, como o "Linux não pega vírus", aquele sobre a desfragmentação de disco no Linux e um outro sobre o compartilhamento de bibliotecas do Linux em relação ao Windows e hoje vamos falar sobre outros assuntos igualmente polêmicos e comumente distorcidos, confira:


Canal Toca do Tux
Espero pelo próximo capítulo de "Mitos do Linux", até a próxima!
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Como usar os pacotes Snap do Ubuntu em outras distribuições Linux

Eu vejo nos pacotes Snap do Ubuntu uma grande possibilidade para uma mudança de paradigma na forma de distribuição de software para Linux e uma das coisas importantes neste sentido é a compatibilidade com outras distros, assim como os pacotes FlatPak, veja agora como usar os Snaps em outras distros que não sejam o Ubuntu.

Ubuntu Snap em outras distros



O Snapd é o nome do utilitário que um sistema operacional precisa ter para poder utilizar os pacotes Snap, hoje ele está disponível para uma série de distribuições e futuramente estará em mais! Se bem que a lista já é grande o suficiente para abranger a maior parte dos sistemas baseados no Kernel Linux se incluirmos os derivados de cada distro, que também são compatíveis.

Veja agora como instalar o Snapd para ter acesso aos pacotes Snap em algumas distribuições Linux populares. Em todos os casos será necessário utilizar o Terminal, tudo bem? Mas fique tranquilo, independente do caso, o processo é simples, basta prestar atenção.

Pacotes Snap no Arch Linux

sudo pacman -S snapd
Depois de instalar você precisa habilitar o processo para inicialização do sistema se você quiser:
sudo systemctl enable --now snapd.socket


Pacotes Snap no Debian 


No caso do Debian só funciona atualmente no Debian Sid, a versão estável ainda não tem suporte, quem sabe na próxima versão do Debian, né? Mas se você usa o Debian Sid, basta usar este comando:
sudo apt install snapd
Caso você não tenha o sudo habilitado, rode o comando como administrador no terminal.

Pacotes Snap no Fedora

sudo dnf copr enable zyga/snapcore
sudo dnf install snapd
sudo systemctl enable --now snapd.service
 O Fedora usa o SELinux que pode causar alguns conflitos atualmente, então será preciso rodar este comando:
sudo setenforce 0
Se mesmo assim o problema persistir pode pode tentar editar o seguinte arquivo: etc/selinux/config e o configure esta linha desta forma:  SELINUX=permissive

Pacotes Snap no Gentoo


Para o Gentoo o processo é um pouco mais complicado, visite o projeto Gentoo Snappy Overlay no GitHub e siga os passos descritos por lá.

Pacotes Snap no openSUSE


Para o openSUSE o processo é simples também:
sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/system:/snappy/openSUSE_Leap_42.2/ snappy
sudo zypper install snapd 


Pacotes Snap no Linux Mint e outras distros derivadas do Ubuntu


Qualquer distribuição que use como base o Ubuntu 16.04 LTS ou superior já tem a possibilidade de usar os Snaps, o Snapd já está no repositório, isso vale para o Linux Mint, Xubuntu, Kubuntu, Lubuntu, Ubuntu Gnome, etc.
sudo apt install snapd
Depois de tudo instalado você vai poder usar o comando:
sudo snap install nome_do_pacote_snap  
Assim você instala qualquer pacote que esteja no repositório Stable do Ubuntu Core.

Bacana não é? Uma tecnologia facilmente acessível para todos.

Até a próxima!
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domingo, 13 de novembro de 2016

Crie grupos de aplicativos customizados no Gnome com o Meow

O Meow é um novo editor de menus disponível para distribuições Linux que usem o Gnome Shell, e cá entre nós, ele resolve um dos problemas da interface que eu sempre apontei. Uma das coisas mais interessantes do Gnome na minha opinião é a forma com que ele agrupa programas no menu, lembra muito o Android e o iOS, mas não é possível criar os seus próprios agrupamentos ou modificar os existentes, pelo menos não tão facilmente antes do Meow.

Gnome Apps Groups with Meow




Aplicativos para editar o menu do sistema existem "desde sempre", mas o Meow é novo e possui este diferencial, conseguir ajustar os agrupamentos de programas, permitindo assim, que você organize a sua coleção de aplicativos da forma que achar melhor para tornar o seu dia a dia mais produtivo.

Organize os Apps com o Meow

Através do Meow você pode facilmente criar grupos de aplicações e nomeá-las como quiser, adicionando e removendo os aplicativos que você deseja. O programa ainda conta com uma opção prática de pesquisa para que você encontre rapidamente o programa que você deseja para adicioná-lo em um grupo.

O Meow está no GitHub com instruções para instalação e pacotes para Ubuntu, Debian e Fedora, para que você possa instalar facilmente.

Até a próxima!
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domingo, 6 de novembro de 2016

Como instalar o Debian sem complicação

O Debian é uma das principais distribuições Linux e um dos maiores projetos colaborativos do mundo, utilizado por centenas de empresas e instituições renomadas como a NASA e hoje você vai aprender a instalar o Debian num tutorial passo a passo e sem complicação.

Como instalar o Debian passo a passo





O Debian é um projeto que funciona com vários projetos de Kernel diferentes, hoje vamos aprender a instalar o que podemos chamar de "versão principal" e que usa o popular Kernel Linux. 

Se você tem dúvidas sobre como baixar o Debian para o seu computador, eu vou recomendar um dos vídeos mais antigos do canal Diolinux, a qualidade visual e de apresentação não é tão significativa, entretanto o conteúdo ainda é bem válido e vai tirar as suas principais dúvidas.
- Site do Debian para você fazer o download


Agora que você já tem a ISO do seu Debian vamos para a instalação vamos começar os procedimentos para instalar a distro. A instalação do Debian é simples, mas antes de entrarmos no passo a passo é necessário que você grave a ISO que você baixou em um CD/DVD ou crie um pen drive bootável, caso você tenha dúvidas sobre como criar um pen driver bootável confira o nosso guia.

Agora que está tudo pronto, vamos para o passo a passo da instalação.



No vídeo eu comentei vários conteúdos relacionados que podem te ajudar a entender melhor todas as opções e aprofundar os seus conhecimentos:

Como instalar o Ubuntu: https://goo.gl/y767jI

32 ou 64 bits? Qual utilizar?: https://goo.gl/WN73Lz

Aprenda a usar o Synaptic: https://goo.gl/LAjbdo

PPA para Debian (Gambiarra): https://goo.gl/zD7TKA

Instale o Ubuntu Minimal:https://goo.gl/4JpfB1

Agora você já pode utilizar o seu Debian com plenitude! Até a próxima!
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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Wire - Uma aplicativo de chat para Linux com chamadas de vídeo e criptografia ponta-a-ponta

Quem busca mesclar as funcionalidades do Telegram e do Skype em uma só aplicação pode gostar de conhecer o Wire, ele é um aplicativo de chat com versão para todos os sistemas operacionais, tanto móveis, quanto para desktop e ainda possui uma versão Web, possuindo várias características interessantes, saiba mais:

WireApp Linux




O Wire é um aplicativo de comunicação muito interessante, ainda que não seja tão popular quanto os concorrentes. Alguns dos desenvolvedores dele são responsáveis pela funcionamento do áudio das primeiras versões do Skype, ele possui foco em privacidade e tem vários recursos que você vai achar interessante.

Recursos


Ele tem vários, mas podemos comentar aqui alguns dos mais interessantes:

- Criptografia ponta-a-ponta;
- Código aberto (Github);
- Chamadas de Voz e Vídeo;
- Chamadas em grupo (até 10 pessoas);
- Mensagens em áudio e vídeo com filtros de áudio para modificar a voz;
- Suporte para GIFs e desenhos sobre as imagens;
- Compartilhamento de arquivos via Google Drive, Dropbox e outros;
- Reprodução de arquivos e músicas do YouTube, Spotify, Vimeo SoundCloud sem a necessidade de sair do App.
- Visualização de links dos sites com miniaturas quanto disponível.

Wire Linux

Como você pode ver, ele tem vários recursos interessantes, pode ser uma boa solução para você que está em busca de alternativas, você pode baixar ele para o seu Smartphone ou Tablet e também para o seu computador incluindo Linux, Mac e Windows no botão abaixo.
Até a próxima!
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Spotify Web Player App para Linux

Existem várias formas para você curtir as músicas do Spotify, nós já mostramos várias, inclusive o método oficial, é claro. Mas existe algumas alternativas que são tão simples e práticas quanto. Conheça agora o Spotify Web Player App.

Spotify Web Player App Linux




Recentemente eu publiquei um artigo sobre o SpotiWeb, que tem uma proposta muito parecida com o Spotify Web Player App, porém, este que eu vou mostrar hoje tem uma integração melhor com o sistema, pois além das notificações no desktop ele permite o controle do player e das músicas através do menu de som do sistema.

Spotify Web Player App

O que este App faz basicamente é "encasular" o player Web do Spotify e integrá-lo ao sistema, é muito interessante e útil também.

Você pode encontrar os pacotes .deb para 32 e 64 bits no botão abaixo, aproveite:
Até a próxima!
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Como instalar o Discord para Linux na versão Canary

O Discord é um novo programa para comunicação por voz com baixa latência que caiu nas graças de vários gamers por sua interface bonita e organizada, especialmente se comparado ao popular Team Speak.

Discord App para Linux




Se você acessar o site oficial do Discord vai ver que é possível utilizar ele até mesmo através de um navegador, porém, existem também aplicativos que você pode baixar para acessar eles rapidamente no desktop, entretanto, o App para Linux ainda não está disponível, apesar de "prometido" com uma singela mensagem de "Em breve".


Enquanto ele não chega, você pode usar as versões beta, que já funcionam muito bem por sinal, pelo menos nos testes que eu fiz.

Você encontra uma pacote .deb e também o código para compilar no botão abaixo, em distros compatíveis com o formato, como Debian, Ubuntu e Mint, basta dar dois cliques no pacote e instalar normalmente.
A aplicação tem uma boa integração com o ambiente gráfico do sistema, tendo indicadores que facilitam o manuseio mesmo quando ele está fechado, vale a pena conferir e ajudar a reportar os bugs para que ele fique estável o mais rápido possível.

Até a próxima!
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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Debian é utilizado em terminais da Caixa Econômica Federal

No novo episódio do #EuViLinux vamos mostrar para você mais um lugar curioso onde o Linux é utilizado. Desta vez a estrela é o Debian, uma das distribuições Linux mais estáveis do mundo e que é utilizada nos terminais da Caixa.

Caixa usa Linux



Como eu havia comentado no meu vídeo sobre a necessidade de utilização de softwares abertos na administração pública o exemplo da Caixa foi citado, tanto para o bem, quanto para o mal. Agora vemos um exemplo de como o Linux é empregado nos terminais do banco.
Dica: Veja todos os capítulos da série #EuViLinux
Recebi as imagens que você vai ver através do nosso leitor Rapha Bessoni, que nos mandou a seguinte mensagem:
Fala Dio!
Acho que vai achar legal , estava numa  agencia da caixa avia  acabado a luz e quando voltou, todos terminais ( caixa  eletrônicos ) estavam usando DEBIAN  ai tirei essa fotos, só duas pois a mulher da caixa veio "xingando",  "não pode fazer isso não!!!"  kkkkk
As fotos são as seguintes:
Terminais da caixa com Debian

Terminais da caixa com Debian

Aparentemente o Debian está usando ainda Gnome 2 como interface gráfica, bacana né? Mais um lugar onde as pessoas usam Linux no dia a dia e provavelmente nem sabem.

Até a próxima!
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Como instalar o Google Earth no Linux

O Google Earth é uma das ferramentas mais populares da empresa e ele também possui uma versão para Linux, com suporte oficial para o Debian, Ubuntu, Fedora e openSUSE, veja agora como fazer o download da aplicação para o seu sistema.

Google Earth Linux




Instalar o Google Earth no seu sistema não é nada complicado, aliás, realmente é muito simples, especialmente se você usa uma das distribuições suportadas oficialmente ou derivados delas. 

Caso você não conheça muito bem, o Google Earth é uma aplicação da Google que faz uma "extensão do Google Maps", que você pode acessar pelo navegador, com muito mais recursos e umamapeamento amplo de todo o planeta, com visões tridimensionais de pontos turísticos famosos e imagens de praticamente todas as principais rodovias.

Google Earth

Como instalar o Google Earth no seu Linux?


O Google Earth é distribuído em pacotes .deb e .rpm, de modo que tudo o que você precisa fazer é acessar o site oficial, selecionar a opção que você deseja, seja 32 bits, seja 64 bits, de acordo com o sistema que você utiliza e instalar.

Download Google Earth
Neste exemplo estamos usando o Ubuntu


Depois de baixar o pacote, basta dar dois cliques no arquivo e instalar com a Central de Aplicativos, se tudo correr bem, o Google Earth estará disponível no meu no seu sistema.

Até a próxima!
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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Tixati - Um cliente Bittorrent avançado para Linux e Windows

Se você está à procura de um novo cliente de bittorrent para o seu computador é bom prestar a atenção neste artigo pois vamos te mostrar um bom peculiar, o Tixati.

TixaTi - Torrent Client




Eu acabei esbarrando com ele nas minhas pesquisas na internet, então resolvi compartilhar com você o programa, afinal, não é todo dia que vemos um destes e sinceramente, até então eu nunca tinha ouvido falar do dito cujo.

A descrição do projeto diz:

Our NO Spyware, NO Adware, NO Nonsense Guarantee
Unlike many other torrent clients, we take pride in saying NO to spyware and adware. Tixati installs and uninstalls cleanly and doesn't add anything extra to your system. Our software is fully self-contained and doesn't have annoying dependencies on Java or .Net frameworks.
Em uma tradução livre seria algo como: "Sem spyware, sem adware, sem garantia.  Ao contrário de muitos outros clientes de torrent, temos orgulho em dizer NÃO ao spyware e ao adware. Tixati é instalado e desinstalado de forma limpa e não acrescenta nada de extra para o seu sistema. Nosso software é totalmente auto-suficiente e não tem dependências irritantes sobre frameworks Java ou .Net."

TixaTi

Além de todas as características tradicionais dos clientes torrent, ele ainda possui um controle bem avançado de opções para personalização da interface e controle de banda, com gráficos detalhados de seeders e peers, assim você pode escolher melhor como você deseja que o seu arquivo torrent seja trabalhado.

TaxiTi baixando Torrent do Ubuntu

Taxiti fazendo o download

Apesar do programa ter a opção de minimizar o aplicativo para tray do sistema, esta opção não funcionou corretamente no Ubuntu, mas em compensação o download foi efetivado com sucesso e com uma ótima velocidade.

Baixe o Tixati para o seu sistema


O Tixati é compatível com Windows e Linux, sendo que você encontra instaladores de 32 e 64 bits para ambos os sistemas, existem pacotes .deb e .rpm, que são compatíveis com Ubuntu, Debian, Fedora e seus derivados; existe também um pacote para instalação manual através de compilação para outras distribuições Linux. Clique no botão abaixo para acessar o site e fazer o download.

Teste o programa e nos diga o que você achou, até a próxima!
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Removendo bibliotecas e dependências obsoletas no Ubuntu com o DebOrphan

Remova o Lixo do Debian, Ubuntu e Linux Mint com este utilitário

Instalar e desinstalar programas é uma tarefa comum para qualquer usuário independentemente do sistema operacional, e no Linux não é diferente.

Deb Orphan - Limpeza Linux


Existem várias maneiras de liberar espaço no Ubuntu e seus derivados limpando dados inúteis, veja um exemplo com o BleachBit, é possível também fazer uma faxina com o Ubuntu Tweak ou mesmo com os comandos:
sudo apt-get autoremove
sudo apt-get autoclean
Mas isso você provavelmente já sabe, a dica de hoje é muito valiosa e acredito que poucas pessoas já ouviram falar do utilitário DebOrphan.

O que é o DebOrphan?


O DebOrphan é um utilitário que sistemas baseados no Debian, isso inclui o Ubuntu e o Linux Mint, que permite remover bibliotecas obsoletas e arquivos de pacotes chamados "órfãos". Para você entender melhor imagem que você instalou um programa da seguinte forma:
sudo apt-get install programa
Ótimo, ao final da instalação você terá o seu programa funcionando corretamente, o que você talvez não perceba é que quando você instalar o tal "programa" algumas dependências e bibliotecas foram instaladas juntamente com ele para o correto funcionamento do mesmo, isso acontece graças ao APT, que é o gerenciador de pacotes inteligente das distros baseadas no Debian, veja mais aqui.

Sendo assim quando você instala um programa com o comando do exemplo acima ele normalmente instala alguns outros pacotes como.

programa
programa-lib
programa-gtk
programa-data
Mas claro, isso é apenas um exemplo, o caso é que se você remover o programa de maneira convencional, seja pela Central de Programas, Synaptic ou comando abaixo:
sudo apt-get remove programa
Você apenas irá remover o pacote "programa", isso ocorre muitas vezes, mesmo que no Synaptic você use a opção de remover "completamente".

Esse comando remove o programa do computador e remove também as dependências principais deles, mas algumas podem ( e ficam ) para trás e é aí que entra o DebOrphan para remover essas libs e dados de programas que ficaram "Orphans", ou seja, sem o "programa pai".

Instalação do DebOrphan no Ubuntu


O DebOrphan é um aplicativo de linha de texto mas possui uma interface gráfica e está nos repositórios oficiais das distros citadas no artigo, portanto para instalar em algum deles basta você abrir o terminal e digitar o comando abaixo:
sudo apt-get install deborphan
Para instalar a interface gráfica use o comando:
sudo apt-get install gtkorphan
Agora para usar o programa, ainda no terminal rode o comando abaixo para eliminar bibliotecas Orfãs:
sudo deborphan | xargs sudo apt-get -y remove --purge
Para remover dados de pacotes desnecessários use o comando abaixo:
sudo deborphan --guess-data | xargs sudo apt-get -y remove --purge
A dica é repetir os comandos acima até que o terminal retorne que não há mais nada para apagar, por isso repita os comandos várias vezes. Opcionalmente use a interface gráfica.

Com isso você vai liberar um pouco mais de espaço no seu sistema e de quebra deixar ele um pouco mais veloz.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Como instalar o Kernel Liquorix facilmente no Ubuntu para otimizar o sistema

Muitas pessoas buscam formas de otimizar seus sistemas para que o desempenho sempre se sobressaia, o Kernel (o núcleo) do sistema, é um dos principais fatores sob este aspecto. Hoje você vai conhecer o Liquorix, um Kernel otimizado para desktop, multimídia e games.

Liquorix Kernel




O Liquorix Kernel é compatível com qualquer distribuição Linux, ele é basicamente uma otimização do Kernel Linux através de um Patch que otimiza o desempenho da máquina, ou pelo menos tem esta proposta.

No site oficial você encontra informações sobre quais são os recursos do Kernel Liquorix e ainda um tutorial para instalação no Debian Sid, há também um link para o repositório do Arch Linux, onde também é possível instalar essa versão do Kernel. O Liquorix é feito por um dos mantenedores do Zen Kernel.
- Principais recursos do Kernel Liquorix
Como o blog tem foco no Ubuntu, vamos aprender a fazer a instalação na distribuição, provavelmente o funcionamento será o mesmo nos derivados do sistema, para outras distros consulte o site oficial.

No Ubuntu, abra o terminal e cole os seguintes comandos, um após o outro:
echo "deb http://liquorix.net/debian sid main" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/liquorix.list
echo "deb-src http://liquorix.net/debian sid main" | sudo tee -a /etc/apt/sources.list.d/liquorix.list
sudo apt-get update
sudo apt-get install '^liquorix-([^-]+-)?keyring.?'
Depois de adicionar o repositório basta instalar o Kernel, neste caso, depende da arquitetura do seu processador:

32 bits 
sudo apt-get install linux-image-liquorix-686 linux-headers-liquorix-686
32 bits com PAE
sudo apt-get install linux-image-liquorix-686-pae linux-headers-liquorix-686-pae
64 bits
sudo apt-get install linux-image-liquorix-amd64 linux-headers-liquorix-amd64
Por garantia, atualize o GRUB:
sudo update-grub
Depois disso, reinicie o computador e você já estará utilizando o Kernel Liquorix.

Como remover o Kernel Liquorix do Ubuntu


O primeiro passo é reiniciar e entrar no sistema por outro Kernel através do menu do GRUB, se você tiver dúvidas sobre como fazer isso, confira esta vídeo aula onde nós mostramos o modo de recuperação do Ubuntu

Depois de iniciar o sistema com o Kernel antigo, é hora de remover os pacotes, você pode fazer através do terminal.

32 bits 
sudo apt-get remove linux-image-liquorix-686 linux-headers-liquorix-686
32 bits com PAE
sudo apt-get remove linux-image-liquorix-686-pae linux-headers-liquorix-686-pae
64 bits
sudo apt-get remove linux-image-liquorix-amd64 linux-headers-liquorix-amd64
O próxima passo é remover o repositório. Abra o menu do sistema e procure pelo aplicativo "Programas e atualizações" e na aba "Outros programas" remova o repositório Liquorix.

Liquorix repositório

Depois de remover, clique no botão "Fechar" e atualize a lista de repositórios e para garantir, atualize o GRUB:
sudo update-grub
Bons testes para você, se você sentir uma diferença bacana conte pra gente através dos comentários, até a próxima!
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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Manipule o Kernel Linux de maneira gráfica com o DuZeru Kernel Install

Hoje você vai conhecer uma ferramenta muito legal para manipular versões do Kernel Linux de uma maneira simples com uma aplicação gráfica. O DuZeru Kernel Install é proveniente do projeto brasileiro DuZeru e é compatível com o Debian, Ubuntu, Linux Mint e seus derivados, confira:

Kernel Upgrade




Um dos recursos interessantes da nova versão da distribuição Linux brasileira DuZeru 2.2 é uma ferramenta para manipulação do Kernel Linux de maneira simples. Essa ferramenta agora poderá ser utiliza poder outros usuários que usem um sistema de base Debian, isso inclui além do próprio DuZeru e do Debian, o Ubuntu, o Linux Mint, o elementary OS e tantos outros que usam a mesma base.

Como baixar o DuZeru Kernel Install?


DuZeru Kernel

Os pacotes .deb estão disponíveis para download no site oficial do DuZeru na sessão de aplicações personalizadas, assim como seus códigos fontes.

Com esta aplicação você consegue instalar e remover versões do Kernel, incluindo as versões de baixa latência.

Segundo os desenvolvedores do DuZeru, o "DuZeru Kernel" funciona da seguinte forma:

"As principais linguagens usadas são: python, HTML, CSS, ShellScrip a interface que você vê é do HTML e CSS mas o que faz abrir numa janela de programa e não em um navegador é o python. 

Quando executamos o comando duzeru-kernel ele chama o python que chama o HTML aí os dois ficam interligados.

Quando clicamos no botão para instalar um Kernel (dentro do HTML) este botão tem uma função de chamar um código no python que chama um ShellScript. O ShellScript faz o serviço automaticamente de baixar o kernel, descompactar, instalar e reiniciar o sistema.

Já em outro botão  por exemplo de informação (no HTML), ele tem uma função que vai no arquivo python e o comando no python chama uma URL.

Resumo, criação de novos botões e personalizar a interface ficam dentro do arquivo HTML: usr/share/duzerukernel/index.html

Para linkar os comandos dos botões (do arquivo em HTML) para um ShellScript ou URL para um navegador fica em: /bin/duzeru-kernel"

O funcionamento é demonstrado neste vídeo: 


Eu testei ele no Ubuntu e funciona perfeitamente, porém, cabe observar que o instalador de Kernel ainda não está no mesmo ritmo do desenvolvimento do Kernel Linux, normalmente o instalador está trazendo uma versão anterior a mais recente.

Existem outras formas de fazer uma instalação automática do Kernel confira:



Até a próxima!
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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Conheça a distribuição Linux do criador do Kernel, Linus Torvalds

É sempre curioso saber as preferências de grandes figuras do mundo da tecnologia e com Linus Torvalds, criador do Kernel Linux, não seria diferente, qual será a distro preferida dele?

A Distro Linux de Linux Torvalds




O site FossBytes divulgou uma matéria interessante comentando alguns discursos do criador do Kernel Linux. Sem fazer muito segredo, Linus já comentou várias vezes que a sua distribuição Linux favorita é o Fedora, sendo que a interface gráfica preferida é o Gnome.

Linus diz não ter tido boas experiências com o Debian no passado e que acha ele "difícil demais para instalar as coisas". diz também que tentou diversas vezes e ainda tenta usar o Ubuntu mas acaba voltando para o Fedora. Linus teria comentado que acha que o Ubuntu conseguiu "fazer o Debian usável" por qualquer mortal, mas que ele era tão automático que muitas vezes o trabalho dele, desenvolver o Kernel, se tornava "menos direto", de fato, o Fedora tem se focado em workstation nos últimos anos e isso parece ter agradado a Linus. 

Torvalds também disse que hoje em dia o Debian está muito mais fácil do que no passado e que o Ubuntu se tornou uma alternativa interessante para concorrer com o Windows e Mac nos Desktops de usuários comuns, mas que mesmo assim, ele ainda prefere o Fedora.

Na minha opinião, Linus Torvalds sofre daquele mal que todos sofremos quando acostumamos com algum sistema ou software, o costume. Não é que não reconheçamos qualidade sem sistemas alheios, mas depois de tantos anos usando o mesmo de maneira satisfatória ficamos "meio assim" de trocar.

Quer conhecer um pouco mais sobre o sistema operacional favorito do criador do Kernel Linux? Então confira o novo vídeo:



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GLXOSD - Informações de hardware na tela do seu Linux

FPS, temperaturas, estatísticas de uso, benchmarks e muito mais! Tudo em uma só ferramenta. O GLXOSD é a ferramenta ideal para exibir as informações do seu hardware enquanto você joga no Linux, vamos conhecer a aplicação?

GLXOSD no Ubuntu




Eu já havia falado dele há algum tempo atrás, você pode ver o post aqui, e na ocasião eu tinha comparado ele com o FRAPS, por conta dos recursos que ele apresentava, mas ele evoluiu e agora ele me lembra mais o MSI Afterburner, sem as funções de Overclock, claro.

Como eu estive testando ele ontem, tem alguns "pulos do gato" que eu quero compartilhar com vocês, no mais, você encontra a documentação dele no site oficial, onde você pode pesquisar e tirar a suas dúvidas.

Como instalar?


Como este é um programa técnico, não vou me deter a mostrar como fazer a instalação das coisas via interface gráfica, como é tradicional em outros tutoriais, porém, se você mesmo assim desejar usar a interface para instalar pacotes e coisas do tipo, recomendo que você leia este artigo e este também.

Para instalar em qualquer versão recente do Ubuntu basta usar um PPA, fique atento para versões de 32 e 64 bits e se você possuir ou não drivers Nvidia proprietários.  Basta copiar o comando adequado para o seu sistema e colar no terminal, pressionar "enter", digite a sua senha e aguarde a instalação.

Ubuntu de 32 bits
sudo apt-add-repository ppa:nickguletskii200/glxosd -y && sudo apt-get update && sudo apt-get install glxosd glxosd-libs-i386 -y
Ubuntu de 64 bits 
sudo apt-add-repository ppa:nickguletskii200/glxosd -y && sudo apt-get update && sudo apt-get install glxosd glxosd-libs-amd64 glxosd-libs-i386:i386 -y
Se você usa drivers proprietários da Nvidia é recomendado instalar desta forma abaixo, sem estes pacotes adicionais alguns games não funcionaram corretamente para mim, especialmente os da Steam.

sudo apt-add-repository -y ppa:nickguletskii200/glxosd && sudo apt-get update && sudo apt-get install -y glxosd glxosd-libs-libsensors-support-amd64 glxosd-libs-libsensors-support-i386 glxosd-libs-nvidia-support-amd64 glxosd-libs-nvidia-support-i386
Se você deseja instalar no Debian ou no SteamOS consulte o manual oficial, você encontra o o código fonte do GLXOSD para compilar para o seu sistema aqui

Como usar?

Depois de instalado o procedimento é simples, em tese basta rodar o comando:
glxosd nome_do_programa
Uma boa forma de testar se ele está rodando adequadamente é usar o terminal e rodar o GLXGEARS, digite no terminal:
glxosd glxgears 
Se o GLXGEARS não estiver presente você pode instalá-lo através do pacote Mesa-Utils:
sudo apt-get install mesa-utils 
Para usar na Steam o procedimento é um pouco diferente, você precisa mudar os padrões inicialização do game e adicionar o seguinte comando:
glxosd --steam %command% 
Com este comando você poderá ver o painel da Steam dentro dos games normalmente pressionando "Shift+TAB", se você tem a integração do Steam Overlay desligada pode remover o parâmetro:
glxosd %command% 
Você pode ver exemplos destas configurações na página oficial também, lá eles colocam alguns prints. Você pode ver um vídeo que eu fiz usando a ferramenta logo abaixo: 


Fazendo Benchmarks


O GLXOSD tem um recurso muito legal que é um sistema de benchmark. Existem duas teclas de atalho padrão no software, "Shift+F10" ativa e desativa o GLXOSD e "Shift+F9" faz benchmarks.

Para começar um benchmak você deve pressionar a tecla de atalho "Shift+F9" e rodar o game normalmente, jogar por alguns minutos ou algo assim, e para encerrar pressione novamente as mesmas teclas de atalho.

Para analisar o seu benchmark é necessário que você faça upload do arquivo gerado que fica dentro da sua pasta /tmp (acesse pelo seu gerenciador de arquivos) para esta página do site oficial do programa, lá você terá seus gráficos de desempenho sob várias nuances. No vídeo acima eu não mostrei esta parte, pois na época eu ainda não sabia como funcionava, provavelmente farei um novo vídeo sobre a ferramenta no futuro.

Para finalizar, ainda existe uma série de configurações que podem ser feitas em relação ao GLXOSD, como a mudança de fonte, tamanho das mesmas e cores, saiba mais sobre isso aqui.

Até a próxima!
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terça-feira, 17 de maio de 2016

Debian 9 não suportará algumas arquiteturas de 32 bits

A futura versão do Debian vai cortar o suporte para algumas arquiteturas de 32 bits, continue lendo para saber o motivo e como isso pode te impactar.





Conforme o tempo passa as coisas vão mudando, os mais radicais diriam que não precisamos mais de sistemas 32 bits hoje em dia, mas o Debian com todo seu conceito de distribuição Linux universal surpreendeu um pouco por informar que estará abandonando o suporte para arquiteturas de 32 bits, pelo menos algumas.

Ben Hutchings, desenvolvedor do Debian,  informou-nos que o Debian 9 "Stretch", removerá o suporte para arquitetura de 32 bits mais antiga. Esta decisão faz com que processadores i586 e híbridos i586/686 não tenham mais suporte.

A decisão havia sido tomada ainda no ano passado após o lançamento do compilador GCC, que se propôs a suportar apenas processadores i686. Você pode ler o anúncio oficial aqui.

Esta mudança já foi implementada com o Kernel Linux 4.3 que estava no repositório instável do Debian no ano passado e que está sendo disponibilizado para o Debian "Jessie".

Os processadores que não serão mais suportados pelo Debian na versão 9 serão: AMD K5, K6, K6-2 (aka K6 3D), K6-3, DM&P/SiS Vortex86, Vortex86SX , Cyrix III, MediaGX, MediaGXm, IDT Winchip C6, Winchip 2, Intel Pentium, Pentium com MMX, Rise mP6 ,VIA C3 'Samuel 2' e C3 'Ezra'.

Como você pôde ver, realmente são chips antigos, porém, caso você seja uma das pessoas que utiliza algum deles, o Debian "Jessie" deverá suportar os mesmos até 2018 pelo menos, ainda que tenha suporte até 2020 da distribuição como um todo.

Acho que até lá você pode mudar de processador né? Se você tem um processador de 32 bits que não é nenhum destes aí ou com estas arquiteturas citadas, pode ficar tranquilo, tudo deve continuar funcionando normalmente, pelo menos por enquanto.

Até a próxima!
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quinta-feira, 12 de maio de 2016