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O blog não morreu! (Nota de NÃO falecimento)

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sábado, 7 de outubro de 2017

E aí pessoal, tudo certo?  Fazia um bom tempo que eu não publicava aqui, mas especificamente 10 dias, o que é algo absolutamente incomum e que, sinceramente, não me recordo de ter acontecido em cerca de 6 anos de blog Diolinux, mas aqui vai uma chuva de boas notícias para você e um belo motivo para este hiato.

O blog nao acabou






Sem muita enrolação, o blog está parado por que eu estou extremamente atarefado. Pois é, eu tenho uma montanha de novidades, tutoriais e artigos para publicar aqui no blog, mas acabei me dedicando nos últimos dias a uma produção massiva e incessante de vídeos para o canal, se você acompanha o canal Diolinux com frequência, deve ter visto este vídeo:


Outubro está sendo louco mesmo. Nos últimos 7 dias eu gravei e editei cerca de 16 vídeos, a maioria ainda não foi para o canal e ainda tenho mais uns 10 pelo menos por fazer. Tudo isso está acontecendo devido a vários eventos para os quais o nosso projeto foi convidado. 

Fico muito feliz em fazer parte de todo esse movimento, mas caramba! É mais cansativo do que eu imaginei...

Recentemente estivemos em SP no fórum da Red Hat, onde entrevistamos vários líderes da empresa, incluindo o presidente, o Gabriel foi lá para o evento fazer a cobertura em nome do Diolinux enquanto eu participei de dois eventos Tchelinux, nas cidades de Bento Gonçalves e Erechim, no RS. Teremos vídeos em breve sobre todos eles, assim que eu conseguir editá-los.

Além disso, a correria se deve ao fato de que eu estarei viajando à partir da metade deste mês, indo participar da Campus Party de Pato Branco e logo em seguida da Latinoware, onde ministrarei a minha palestra "Dossiê dioLinux", em Novembro estarei na universidade Ulbra, em Carazinho, no RS, para fazer a mesma apresentação. Por conta da viagem eu vou ter que adiantar um pouco mais de uma dezena de vídeos para manter o canal na ativa.

Pretendo gravar coisas bacanas em todos os eventos que eu for, entrevistas, takes, coisas novas e muita informação, então até mesmo quem não puder comparecer nas ocasiões vai sentir como se estivesse lá, pelo menos, um pouco. :)

Como a viagem é à trabalho, eu espero poder trabalhar no blog nestes dias onde não precisarei editar os vídeos para o canal, dividindo meu tempo com a cobertura dos eventos, então aos poucos as postagens diárias aqui devem voltar também.

Instagram.com/dionatan_simioni


Um dos lugares que eu acabei ficando mais ativo nos últimos dias é o Instagram, você pode me seguir lá, sempre tem fotos e vídeos dos bastidores e das coisas que nós estamos aprontando para vocês, incluindo os spoilers dos futuros vídeos do canal, assim ficamos mais próximos e você sempre vai saber o que está acontecendo. :)

Bom, vou me despedindo aqui e vou voltar para a edição de vídeo, grande abraço e até breve!

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Estatísticas: Dados revelam preferências de usuários Linux, distros, interfaces e plataformas

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Fazer levantamento de dados como estes é algo bem problemático e não há como considerar um N amostral grande demais, mas com os dados que colhemos, é possível ter uma ideia de qual o comportamento dos nossos leitores quanto a utilização das distros Linux no dia a dia e seus gostos. 

Dados de usuários Linux




Uma das coisas que eu acho que toda pesquisa deveria ter logo no seu anúncio é indicar as suas limitações, afinal, não existe pesquisa estatística absoluta, por isso vou dedicar um tempo aqui escrevendo como a pesquisa foi feita e o seu alcance, certo? Quero aproveitar para agradecer a todos que participaram, especialmente ao blog do Edivaldo e ao Linux Descomplicado, que ajudaram no processo de divulgação.

Do que se trata esta pesquisa?


Esta pesquisa levou (literalmente) dois anos para ser feita e compilada e reflete primariamente as opiniões e gostos dos nossos leitores sobre os tópicos questionados. 

A pesquisa coletou dados em duas fases entre 2016 e 2017. Isso aconteceu porque nós queríamos um comparativo do público nestes dois momentos e saber se o público mudou de opinião neste período.

O mundo Linux é muito dinâmico e opiniões podem mudar de um ano para o outro.

Sabendo que a maior parte não reajustaria sua resposta caso mudasse de gosto ao longo do tempo, então refizemos exatamente as mesmas perguntas em dois períodos do ano, cada uma com cerca de 2 meses de tempo para coleta de dados.

Em 2016 tivemos 4.671 participantes, já em 2017 tivemos exatamente 3.300, uma queda na participação da pesquisa, mas que ainda nos permite ter um amostral considerável do público.

Por que esses números são importantes?


Além de ser curioso e nós sempre gostarmos de saber o que a maioria gosta, este tipo de dado ajuda muito os produtores de conteúdo a saber quais são os tópicos mais apreciados pelos leitores do blog, assim o conteúdo pode ser melhor direcionado e é possível identificar padrões de crescimento de interesse em determinados assuntos olhando estes dados.

Por que estes números são relevantes?


Os dados são especialmente importantes para nós que trabalhamos no blog Diolinux e até mesmo para nossos parceiros que ajudaram na divulgação das enquetes, como comentei, mas os dados podem ser considerados relevantes em uma ótica um pouco maior, especialmente nacional.

O Diolinux é acessado por muitos países regularmente, abaixo você pode ver o mapa de acessos global de Junho de 2017, como podemos ver pela densidade, o Brasil é certamente o país que mais acessa o conteúdo, por isso podemos considerar como uma, ainda que pequena, amostra nacional.

Acessos mundiais ao Diolinux em Junho de 2017

Em números isso representa uma grande quantidade de pessoas  de um público engajado com o tipo de conteúdo que é publicado por aqui, abaixo você vê um print dos últimos três meses do Google Analytics do blog no quesito audiência:

Analytics Diolinux

E para entender melhor a relevância em popularidade para os dados exibidos, ainda temos o ranking Alexa do blog que aponta que estamos quase entre os mil sites mais acessados do Brasil no dia de hoje, e entre os 34 mil do mundo.

Diolinux Alexa

Embasada e definida a grandiosidade e pequenez da nossa pesquisa, vamos a ela propriamente dita, tenho certeza que você vai achar interessante:

Como ler a pesquisa?


Os dados numéricos apresentados devem ser lidos em formato percentual, entretanto, como as questões eram de múltipla escolha e mais de uma reposta poderia ser marcada caso o usuário se encaixasse em mais de uma situação, os números nunca fecharão 100%, eles apenas representam quantos por cento dos votantes (lembre, em 2016 tivemos 4.671 e em 2017, foram 3.300 participantes) marcaram determinada opção. Existem pessoas que costumam usar mais de uma distros ou interface por exemplo.

Outro ponto importante para se comentar é sobre a faixa de corte da pesquisa. Existia a opção de cadastrar uma alternativa não presente, isso acabou gerando a inclusão de dezenas de distros e opções, algumas sem fazer tanto sentido até, infelizmente, por isso, qualquer dado abaixo de 1% não será representado, salvo algumas pequenas exceções. Então se determinada distro ou interface não aparecer, é porque provavelmente ela pontuou menos de 1%. Isso também serve para não deixar os gráficos mais longos do que já estão.

Em alguns gráficos você encontra também a estatística de "Outros" que é somatória de todos os % abaixo de 1%, ou uma estimativa próxima.

Resultados da pequisa entre usuários Linux leitores do blog


Vamos começar a ver os dados coletados e compilados em ordem, também acrescentei gráficos para facilitar o entendimento. Lembre que os valores são os percentuais da quantidade total de votos e você pode clicar nas imagens para ver elas em tamanho maior, ou baixá-las para ver no seu computador ou Smartphone.

1 - Qual a sua interface gráfica preferida (independente da distribuição)


Resultado de 2016:

Interfaces Linux mais utilizadas de 2016

Resultado de 2017:

Interfaces Linux de 2017

2 - Em qual distro você utiliza a interface assinalada?


Resultado de 2016:

Distros Linux mais utilizadas entre os leitores em 2016

Resultado de 2017:

Resultado de 2017 para distros mais utilizadas

3 - Como você usa o seu computador?


Resultado de 2016:

Como as pessoas usam Linux

Resultado de 2017:

Como as pessoas usam Linux em 2017

4 -  Onde você costuma usar alguma distro Linux?


Resultado de 2016:

Como as pessoas usam Linux

Resultado de 2017:

Onde as pessoas usam Linux em 2017

Perguntas Extras!


Na pesquisa de 2017, além destas quatro perguntas iguais as de 2016 que você viu, nós incluímos mais duas que são extremamente importantes pra gente e curiosas para vocês, eu suponho.

A pesquisa de 2017 foi feita depois da Canonical anunciar a retirada do Unity como interface padrão do Ubuntu e a volta para o GNOME. É interessante para todos nós termos uma noção do que as pessoas, especialmente as que usam Ubuntu e que são grande parte do público do Diolinux, pretendem fazer em relação a isso. Se pretendem mudar de distro, se pretendem mudar de interface, ou o que mais for. Isso nos ajuda a entender também o impacto que a decisão da empresa causou nos usuários.

Sem o Unity como padrão no Ubuntu, que interface você pretende utilizar?


Sem ser o Unity, o que você pretende utilizar?
Essa pergunta teve 3.128 respostas

Aqui temos algumas obervações interessantes a fazer. Esta era uma pergunta não obrigatória, ou seja, somente as pessoas que usam Ubuntu e pretendem tomar alguma decisão sobre isso é que deveriam responder em tese.

Podemos ver que a maior parte pretende ficar com o que o Ubuntu oferecer por padrão, no caso, o GNOME Shell. Todas as interfaces mostradas depois podem ser obtidas através dos repositórios ou flavors oficiais do Ubuntu, entretanto, algumas pessoas podem ter dado a entender que pretendem mudar de distro.

Para usar o Deepin será necessário, pelo menos atualmente, ou mudar para o Deepin Linux ou para o Manjaro Deepin, para usar o Pantheon, a alternativa principal e praticamente única é o elementary OS, baseado no Ubuntu, mas com interface diferente. 

Temos também o Cinnamon, que pode ser instalado no Ubuntu, mas que não possui uma flavor oficial, e sim uma derivação, o Linux Mint. Por outro lado, tivemos algumas pessoas, 7,2% dos votantes dessa questão, que ainda pretendem ficar com o Unity que estiver no repositório do Ubuntu, instalando por conta própria, pelo menos enquanto não temos uma versão oficial do Ubuntu com Unity.

A outra pergunta afeta diretamente o conteúdo do canal e do blog especialmente, confesso que até fiquei surpreso, de forma positiva, quando vi o resultado. Isso mostra o quanto as pessoas, pelo menos as que frequentam o blog, em geral estão interessadas em conhecimento e não tem preconceitos com sistemas operacionais, pelo menos boa parte. Acho que já é uma evolução, não? :)

Devemos falar sobre Windows no blog?

Cada gráfico e pergunta merece um detalhamento maior, por isso vou fazer um vídeo no canal para poder explicar melhor cada resultado e dar a minha opinião sobre todos estes dados. Fico feliz que depois de dois anos nós temos dados consistentes e embasados no nosso público para poder mostrar, isso também nos ajuda a entender o que o público procura e gosta.

Você agora pode participar através dos comentários do blog e dizer o que você achou da pesquisa, quais dados você achou interessante e que talvez tenham te surpreendido e por que. Participe, depois eu posso colocar os melhores comentários no vídeo com a minha análise.

Aguardem o vídeo e até a próxima!
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Entrevistamos Hualet Wang, o líder de desenvolvimento do Deepin Linux, a famosa distro chinesa

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

O Deepin é uma distribuição que eu admiro muito, mas por ela ser chinesa, a diferença da linguagem entre os desenvolvedores principais com a nossa, ou até mesmo com o inglês, acaba sendo um fator que atrapalha, pois tudo precisa ser traduzido e certas coisas ficam obscuras, sendo assim, a única forma de sabermos mais sobre o Deepin e tirarmos as nossas dúvidas e as de vocês, leitores do blog, é perguntando diretamente para quem faz o Deepin acontecer.

Deepin Linux entrevista


Levou um certo tempo pra gente se entender 😆, mas agora, eu posso apresentar para vocês em primeira mão no Brasil (e em boa parte do ocidente, acredito) uma entrevista com um membro da equipe do Deepin. Esta distribuição baseada em Linux (Debian) que chama tanto a nossa atenção pela facilidade de utilização e beleza.
O nosso vídeo no YouTube sobre a versão Beta do Deepin já tem mais de 140 mil acessos e muitas pessoas anseiam por mais informações, levantando várias dúvidas sobre o sistema. Eu elaborei uma seleção de perguntas sobre o Deepin para Hualet Wang, que foi muito atencioso respondendo detalhadamente cada uma. A ideia inicial era fazer essa entrevista em vídeo, porém, nem eu falo chinês e nem o senhor Wang sente-se a vontade para falar em inglês (e nem português), então fizemos em texto mesmo, tentando dialogar em inglês. É claro que eu traduzi tudo para você entender melhor, assim você precisa saber mais do que o nosso bom e velho português.

A entrevista sobre o Deepin


Diolinux: Qual o seu nome e qual o seu papel no projeto Deepin?

Deepin: Olá, me chamo 王耀华, mas meu nome em inglês é Hualet Wang. Eu tenho trabalhado profundamente no Deepin nos últimos 4 anos aproximadamente e agora lidero a equipe do Deepin Desktop Enviroment. Faço a codificação do sistema, trabalho com a comunidade e faço o gerenciamento.

Diolinux: Qual o propósito do Deepin? Qual é o objetivo de vocês?

Deepin: O Deepin é desenvolvido principalmente por fãs de software de código aberto, com o objetivo de ser fácil de utilizar para os usuários chineses especialmente. "Linux" de forma geral infelizmente não é amigável para todos, especialmente para os usuários chineses, o Ubuntu ajudou muito a popularizar as distros por aqui, o que foi muito bom, atualmente existem mais e mais fãs do sistema, não só aqui, mas em todo o mundo. O Deepin é a distro em que estamos trabalhando, visando fazer a melhor distribuição Linux possível, é claro, para usuários de todos os tipos, tornando o mais fácil de se utilizar, esse é o principal foco.

Diolinux: Quem desenvolve o sistema operacional? Quantas pessoas estão oficialmente envolvidas com o projeto?

Deepin: O sistema é desenvolvido principalmente por funcionários da Deepin Corp. Wuhan Technology e com a ajuda da comunidade, como qualquer outra distribuição. Atualmente temos cerca de 120 pessoas trabalhando para a existência do Deepin, incluindo programadores, designers, gerentes de produto, tradutores, pessoas da área de marketing, sendo que 1/4 da equipe são pessoas que trabalham na infraestrutura do projeto.

Diolinux: Qual a representatividade do Deepin dentro e fora da China? Quantos usuários vocês tem aproximadamente?

Deepin: Não temos como afirmar a quantidade de usuários exatamente, pois assim como outras distros, nós não exigimos algum tipo de login na central de software ou rastreamos os usuários através de outros componentes, o que nos impede de precisar este número, entretanto, podemos estimar uma boa quantidade, visto que o Deepin já foi baixado  mais de 80 milhões de vezes desde o início do projeto, então acredito que temos muitos usuários, mas não sabemos dizer o o número exato.

Os usuários chineses normalmente veem o Deepin como um sistema para uso doméstico. Um dos mais destacados para uso doméstico, inclusive. Aceitamos esta honra juntamente com a nossa comunidade de usuários. Os usuários de fora da China tendem a ver o Deepin como inovador e criador de software livre, porém, alguns dos próximo passos que almejamos podem até mesmo dar a entender o oposto disso. Somos uma empresa que precisa suportar a sua própria existência e de mais de 100 pessoas empregadas diretamente, por isso, nem tudo poderá ser feito visando somente o colaboração de software livre, alguns de nossos passos futuros podem não ir de todo pelo caminho que a nossa comunidade deseja, mas esperamos que possam nos dar suporte, tempo e paciência.

Diolinux: Uma das maiores preocupações do público do ocidente com o Deepin, e que acaba gerando uma certa resistência, é que existe uma imagem associada a sistemas chineses com espionagem, sistemas com backdoors, em fim. Há desconfiança quanto a segurança e privacidade. O que vocês tem a dizer sobre isso?

Deepin: O Deepin não é patrocinado pelo governo chinês e tem todo o seu código aberto. Eu não sei porque tantas pessoas ainda insistem em algo como isto. Para todos os que tiverem interesse em examinar, tudo o que produzimos, todo o código, está disponível no GitHub, assim como muitas outras distros. Você pode confiar no Deepin sempre, da mesma forma que confia em outras distribuições e outros softwares de código aberto.

Diolinux: Além de buscar chamar a atenção de usuários de Windows e macOS, o Deepin também acaba atingindo usuários "básicos" de distros Linux, como os usuários de Ubuntu e Linux Mint. Quais são os diferenciais do Deepin em relação aos outros sistemas que você acredita que seriam boas razões para os usuários o utilizarem?

Deepin: Quem já testou o Deepin sabe que ele é muito mais do que "fácil de usar", ele é um sistema com interface "clean", mais elegante e com um refinamento maior do que outras distribuições, falando de forma geral. Outro diferencial que podemos apontar é que uma de nossas grandes e maiores filosofias é ouvir os nossos usuários diretamente.

Nós procuramos corrigir rapidamente os nossos problemas e aprender com os outros também de forma rápida, essa é a melhor forma de apresentar aos usuários cada elemento do sistema da melhor forma possível. Atualmente há vários desenvolvedores que enviam links para responder as questões dos usuários praticamente todo dia, com o nosso aplicativo de feedback, incluído no próprio sistema, nossos usuários podem ter respostas dos desenvolvedores diretamente.

Diolinux: Como os repositórios do Deepin funcionam? Vocês empacotam/reempacotam e revisam todos os softwares contidos nele?

Deepin: O Deepin é atualmente baseado no Debian Sid, nós convergimos o repositório do Debian Sid a cada 1 ou 2 meses, resolvemos os eventuais bugs e lançamos os updates. A maior parte dos pacotes permanecem exatamente os mesmos contidos no repositório do Debian durante este processo, apenas pontos críticos para a integridade do nosso sistema, como pacotes do Kernel, Systemd, LightDM entre alguns outros pormenores são mantidos pelos nossos desenvolvedores. 

Uma grande parte dos pacotes que são refeitos são construídos com Qt5 por nós mesmos, pois precisamos compatibilizar os softwares para que não hajam bugs, ou para que haja uma quantidade mínima, o mesmo vale para outros pacotes que usam uma API muito específica.

Diolinux: Uma das facilidades que o Ubuntu e o Manjaro, por exemplo, entregam é o fácil acesso a softwares de fora do repositório através de PPAs e do AUR, permitindo que possamos ter no sistema versões diferentes do mesmo software de forma acessível. Atualmente não temos algo semelhante no Deepin, quais as suas intenções sobre isso, sobre repositórios da comunidade?

Deepin: PPAs e o AUR são obras da comunidade, o máximo que podemos fazer neste sentido é facilitar que a nossa comunidade trabalhe em torno do sistema. Mas atualmente há basicamente duas maneiras pelas quais estamos planejando trabalhar:

1. Deepin Driver Center
2. Suporte aos PPAs

O Deepin Driver Center é como o atual gerenciador de drivers, mas com recursos muito mais promissores, por exemplo, ele possibilita a instalação de diferentes versões dos drivers, o que vai de encontro ao que você tinha comentado. O problema é que este projeto caiu atualmente em hiato por conta de outros projetos de maior prioridade.

Quanto ao suporte para PPAs, como eu havia mencionado, eles são mantidos pela comunidade e cabe a ela compatibilizá-los. Depois que você comentou sobre isso comigo, eu e minha equipe andamos repensando a situação e acho que devemos ajudar mais este segmento, exportando, pelo menos, algumas informações extras, como por exemplo, como o repositório é alterado e quantos pacotes são afetados em uma fusão de repositório. Um serviço de hospedagem de PPA como o Launchpad da Canonical ainda não está no cronograma.

Diolinux: Como funciona o sistema de atualização do Deepin? Os usuários devem ficar preocupados com a questão de segurança do sistema? Eu percebi alguns atrasos em atualizações importantes há algum tempo.

Deepin: Nossas atualizações são praticamente as mesmas do Debian Sid, respeitando aquele período de fusão de 1-2 meses, como comentado anteriormente. Enviamos atualizações de segurança toda semana, alguns usuários ativos mais antigos reclamaram sobre o atraso das atualizações de segurança anteriormente, e esse é de fato um grande problema que está para ser totalmente resolvido, pois agora somos capazes de entregar as atualizações de segurança mais urgentes para os usuários de forma imediata. Portanto, usuários do Deepin não precisam mais se preocupar com eventuais atrasos das atualizações de segurança.

Diolinux: Como os usuários podem ajudar no desenvolvimento do Deepin?

Deepin: A tradução é a primeira coisa e a mais simples de ser feita também, eu acho. Nossas traduções são hosteadas no Transifex, os usuários que estiverem interessados podem participar e nos ajudar a traduzir o Deepin para todos os idiomas. 


Diolinux: O que podemos esperar do Deepin no futuro? Que tipo de recursos devem ser adicionados no sistema?

Deepin: O sistema está entrando em uma fase de maturação que chamamos de "self healing", onde pequenas correções serão mais rapidamente publicadas com as atualizações, juntamente com novos recursos desenvolvidos nos últimos 3 meses. Isso é necessário porque nós fizemos muitas e grandes reconstruções de softwares e movimentos nos últimos anos, precisamos colocar mais esforços na estabilização do sistema e detalhamento, reflexo do que aprendemos com outros sistemas operacionais. A próxima nova características esperada é o suporte a tela de alta definição hiDPI.

Diolinux: Vocês pretendem criar parcerias com fabricantes de hardware como a Xiaomi para lançar computadores com Deepin de fábrica?

Deepin: Até onde eu sei, existem vários fabricantes na China que estão dispostos a trabalhar conosco, mas até o momento não temos nenhuma mensagem oficial de cooperação. Em parte, nós sabemos o motivo. É preciso um melhor suporte de hardware para estes fornecedores para que finalmente possamos encontrar bons parceiros e oferecer aos usuários uma melhor experiência. É algo que pretendemos, mas não temos nada de concreto para apresentar no momento.

Diolinux: Nós temos conhecimento de que o Deepin tem uma versão para servidores também, contudo, gostaríamos de saber se haverá uma versão do Deepin para Raspberry Pi ou semelhantes.

Deepin: A versão para servidores do Deepin existe por conta de negócios que temos e para o nosso uso próprio, como este motivo não se aplica aos embarcados no caso de nossa empresa, provavelmente você não terá uma versão para Raspberry Pi do Deepin ou correlatos, ainda que nosso repositório com suporte para arquitetura ARM esteja ativo e funcional. Usuários são livres para modificar o sistema para essa finalidade se assim desejarem.

Diolinux: O Deepin possui uma central de aplicativos muita rica e variada, talvez a melhor do mundo Linux neste aspecto, além de ter um design agradável, no entanto, ainda existem muitos aplicativos úteis que não são listados na loja, mesmo que estejam nos repositórios, como o Kdenlive, vocês pretendem corrigir isso?

Deepin: Sobre o Kdenlive e outros Apps, o principal ponto é que não há como informar os mantenedores da loja se existem novas versões, certo? A próxima versão do Deepin AppStore terá um novo recurso que os usuários vão gostar chamado "Ask for a new version", que permitirá que os usuários nos informem que desejam uma versão nova ou diferente da aplicação, assim como atualmente existe a opção de "Solicitar inclusão", onde os usuários podem pedir aplicativos para que eles entrem na Deepin AppStore. Acreditamos que isso aumenta a interatividade entre desenvolvedores e usuários e provavelmente vai eliminar, ou ao menos diminuir, este problema.

Sim, a Deepin AppStore é a mais completa loja de aplicativos do mundo Linux, é o que eu acredito. Acho que isso acontece principalmente porque colocamos um grande esforço em sua manutenção. Como eu lhe disse em minhas respostas anteriores, apesar de termos uma boa gama de pessoas trabalhando no Deepin, nós mesmos ainda temos limitações e precisamos do apoio da nossa comunidade para nos ajudar com o trabalho, desta forma todos temos a ganhar, garantimos que nossos desenvolvedores sempre vão trabalhar para criar e disponibilizar as melhores soluções de softwares possíveis.

Diolinux: Muito obrigado pela sua paciência em responder todo este questionário, pode ter certeza que isso vai aproximar os usuários do Deepin de vocês, especialmente os falantes de língua portuguesa. Gostaria que você deixasse uma mensagem final para os nossos leitores.

Deepin: "We, we change!" Este é o nosso lema, o lema da empresa, e de fato, esta é a cultura do Deepin, não temos medo de mudanças e não temos medo de criar, não temos medo de nos espelhar em projetos que já deram certo. Vamos nos esforçar para criarmos a melhor distribuição Linux possível. 

Agradeço a todos os usuários que confiam no nosso trabalho, nunca tínhamos tido tanto apoio como agora. Obrigado pela oportunidade de falar sobre o Deepin em seu blog, espero que eu tenha conseguido ser claro nas respostas, apesar do nosso problema com a linguagem.

Muito obrigado.

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Muitas das perguntas que eu fiz ao simpático Hualet Wang, foram tiradas de fóruns, dos comentários aqui no blog em posts sobre o Deepin, no YouTube, no Facebook e também coisas que eu acabei percebendo. Espero que vocês façam bom proveito das respostas e que tenham tirado todas as dúvidas sobre o excelente Deepin, agora você pode participar comentando a nossa entrevista e colocando o seu ponto de vista sobre as respostas oferecidas.

Você também pode sugerir outras entrevistas, para que possamos correr atrás de quem faz o Linux acontecer ao redor do mundo. 

Você pode saber mais sobre o Deepin clicando aqui.

Até a próxima!
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Curso de Shell Script - Dominando o Linux uma linha por vez!

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Depois do sucesso do nosso curso de Bash, finalmente chegou o momento de lançarmos a continuação dos estudos de quem está aprendendo a dominar o Linux através do terminal.

Curso de Shell Script




O curso de Shell Script, assim como o de Terminal Bash, vai ser ministrado pelo Tiago Salem Herrmann dentro do Diolinux EAD, o nosso sistema de ensino à distância.

Nesta semana nós tivemos um DioCast sobre Shell Script com a presença do Tiago onde explicamos todos os detalhes sobre o curso e ainda demos algumas dicas e apontamos alguns erros comuns de quem está aprendendo.


O quanto você manja do Terminal Linux?


Quer tirar essa dúvida? Faça o nosso QUIZ para saber em que nível você está.

Domine o Linux uma linha por vez!


Para você que já é nosso aluno

Se você está ansioso(a) para começar o curso, espere um pouquinho, pois eu vou te dar alguns presentes. O primeiro deles é diretamente direcionado para quem já fez o curso de Bash com a gente, essas pessoas receberam e-mails com cupons de desconto para o curso de Shell Script no valor de 50%.

Para você que vai ser nosso aluno

Antes de mais nada, seja bem-vindo(a), vamos começar com o pé direito? Nós estamos com um promoção de lançamento muito bacana. Até Terça-feira (13/06/17) à meia-noite você poderá comprar o curso com 38% de desconto!

As matrículas estarão abertas até Quinta-feira (15/06/17) apenas, depois disso fecharemos o curso para que o professor Tiago possa melhor atender os alunos, como explicamos no final do DioCast que você pode ver ali em cima, as matrículas serão abertas novamente somente conforme os alunos forem terminando.

Conheça o curso, o conteúdo programático e mais informações sobre ele clicando no botão abaixo.

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O que você ainda não entendeu sobre Linux

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domingo, 4 de junho de 2017

Existe uma grande confusão ainda sobre "o mundo Linux", como a gente chama, e que eu acho necessário desfazer, ou ao menos tentar desfazer. A maior parte de vocês entende que Linux é um Kernel, mas talvez não entendam o que isso realmente significa. O último vídeo do Diolinux Responde, o quadro de perguntas e respostas do canal, recebeu um comentário que me fez querer fazer este material.

Linus Torvalds



Como você pode ver, o comentário na verdade não tem nada demais, eu até concordo com o Thiago, que fez o comentário em alguns pontos, porém, quero aproveitar a forma com que ele colocou a sua opinião para explicar para você o que é Linux realmente.


A intenção por trás disso é fazer com que você entenda quem você deve cobrar num caso como este.

Eu vejo muitos comentários deste tipo por aí:

- Por que Linux não compatibiliza com os programas do Windows?

- Por que Linux não é compatível com programas da Adobe?

- Por que Linux não entra no mercado de celulares?

- Por que Linux não investe em interfaces convergentes?

- Por que Linux não faz drivers para a Razer?

- Por que Linux não faz uma assistente pessoal como a Cortana ou a Siri?

- Por que Linux não faz isso? Por que não cria aquilo?


Acho que deu pra você entender o ponto, será que é  por falta de vontade, competência ou dinheiro ou realmente tem algo mais? 

Será que você não está levantando este questionamento simplesmente pelo fato de você ainda não ter entendido o que realmente Linux é ou qual é a sua área de atuação?

Saber isso é importante, não para que você não cobre "o Linux" para ter as coisas que você queria, mas para que você cobre as pessoas e projetos certos.

Eu acho que uma forma simples de você entender é comparar sistemas operacionais com carros.
Como você já deve ter ouvido falar, Linux é um Kernel, o Kernel é uma parte de um sistema operacional que pode ser considerada o núcleo dele, é onde estão os drivers de dispositivos, é a parte do sistema operacional que faz com que os programas que você usa consigam acessar recursos de hardware, ele é o responsável por fazer com que a musica que você está executando em um player seja transmitida para as caixas de som do seu computador, e este é só um exemplo.

Podemos comparar o Kernel ao motor e a parte elétrica de um carro


O kernel seria um dos componentes principais do carro, no sentido de fazer ele andar, claro, e também seria responsável por fazer o computador de bordo do carro funcionar; quando você aperta um botão para ligar o ar condicionado, o Kernel faria com que ele ligasse.

É isso que o Linux é, um Kernel "apenas", diferente da Microsoft e da Apple que vendem o carro inteiro para você, e entenda como um carro o Windows e o outro carro o macOS, Linux é apenas o motor.

Você não deveria cobrar o fabricante do motor pelo carro não vir com airbag, pelo simples motivo do fabricante do motor não ser o cara que coloca airbag no carro, não é ele quem decide.

Microsoft e Apple tem o monopólico completo de seus sistemas operacionais, do Kernel aos ícones, então a empresa tem a capacidade de modificar absolutamente tudo o que quiser.

Já o Linux, bom... podemos resumir os objetivos de Linus Torvalds, criador do Kernel e líder mantenedor atualmente, juntamente com a sua equipe, em apenas 3 coisas a cada lançamento.

- Otimização

- Limpeza de código antigo (que não deixa de ser otimização)

- Suporte a novos hardwares


Um carro completo, que use o motor Linux é chamado de distribuição, o Android, o Ubuntu, o Debian, o Red Hat, o SUSE são exemplos de carros que usam o motor Linux.

Se o que você deseja é um recurso gráfico, uma ferramenta para o desktop, você deve cobrar os projetos que realizam esse tipo de coisa. Se você quer uma assistente pessoal, cobre as distros e não o Kernel.

Talvez associar o Kernel Linux como o motor e o carro completo como uma distro que usa componentes de vários outros fabricantes independentes faça você entender que uma distro Linux é normalmente criada de forma segmentada. O pneus vem de um fabricante, o volante vem de outro, a transmissão vem de outro, os bancos vem de outro, a carenagem vem de outro, etc...

Então se você quer um recurso novo para o volante do seu carro, além de cobrar a distro, você pode cobrar o fabricante do voltante em si.

Exemplo: Você quer que o leitor de PDF da sua distro tenha suporte a edição de PDF também, você pode cobrar a distro que empacota este software para encontrar uma solução para o problema, ou pode cobrar diretamente a comunidade ou empresa que desenvolve o leitor de PDF.

Uma vez entendida a situação, isso nos leva a outro ponto. Que é a cobrança.

Cobrança

Eu falei muito em cobrar, mas acho que é preciso fazer algumas considerações sobre o assunto.

O que significa "cobrar", do meu ponto de vista, se você quer algo de diferente, vá e entre em contato com os desenvolvedores, ou ao menos tente. Entre no site do projeto, mande e-mails, procure descobrir quem trabalha nele e procure contatos no Linkedin, no Facebook, em blogs pessoais, em fim, quando você realmente quer ajudar a melhorar você provavelmente vai encontrar um jeito. Isso pode até fazer com que você crie uma nova e boa network de contatos.

Outra consideração importante a se fazer é que você tenha a noção de que a maior parte destes projetos é tocada por voluntários e doações, o Debian, o Ubuntu, o Mint, acredito que eles nunca tenham te cobrado para que você pudesse baixar o sistema operacional deles, mesmo que sejam poucos dólares ou reais, você sempre pode baixá-los gratuitamente e pode desfrutar de seus recursos e segurança.

Aí eu vi em algum comentário alguém dizendo que "não é porque alguém nos oferece merda de graça que a gente tem que aceitar".

Não com certeza, não, até porque não é nem uma comparação coerente, especialmente porque ninguém está te obrigando a utilizar nada, se não está do seu agrado, se está ruim, você sempre terá a liberdade de experimentar outra coisa e mudar.

Eu apenas acho que é bom ter a compreensão de como as coisas funcionam, aprender a se colocar no lugar dos outros é um ótimo exercício, e não digo apenas no mundo Linux.

Pegue o seu emprego como exemplo, você trabalharia de graça ou sem saber exatamente quanto vai receber apenas para ajudar as pessoas? É uma pergunta que requer um pouco de reflexão sem dúvida, e eu não vou fechar esse ponto aqui, então você pode usar os comentários para responder se quiser.

Por mais altruísta que você possa ser, acima de tudo você é um indivíduo com necessidades próprias, e nada é de graça. 

Se você tiraria um pouco do seu tempo para criar algo e dar de graça para pessoas eu não sei dizer, mas é exatamente isso que muitas das comunidades Linux fazem, acho que é algo para se pensar... não utilize isso que eu falei como argumento para não cobrar, mas use para cobrar de uma forma mais educada quem sabe, não esqueça que essas pessoas que fazem os programas que você usa, cada um deles, cada ícone, também SÃO PESSOAS como você, com seus próprios problemas e afazeres e muitas vezes fizeram esse programa indispensável para sua vida tirando dinheiro do próprio bolso, ou usando o seu tempo livre, que pra mim é praticamente a mesma coisa.

O que nos leva a outro ponto pra finalizar, não faz sentido você ser contra as pessoas ganharem dinheiro fazendo o que gostam e ajudando outras pessoas. Acho que inconscientemente a gente tem a noção de que quando estamos ajudando não podemos cobrar por isso, mas cobrar uma quantia justa pode ajudar a tornar aquele produto ou serviço ainda melhor e ainda assim a um preço acessível e ajudar ainda mais pessoas e de forma melhor, incluindo quem desenvolve que pode melhorar de vida.

Você provavelmente não acha que seria pagar muito, pagar digamos, uns 10 reais pela distribuição que você mais gosta, muitos talvez até topariam pagar muito mais que isso, mas é muito provável que você nunca tenha doado nem se quer 1 real para o projeto que você cobra de que existam funcionalidades. 

Não é uma desculpa, é uma questão de lógica, você já deve ter ouvido a famosa frase, "não existe almoço grátis", é bem por aí. Claro que essa não é a única forma de ajudar, financeiramente, você pode ajudar simplesmente divulgando também

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4 perguntas para sabermos quais as suas preferências sobre Linux em 2017

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sábado, 13 de maio de 2017

Vamos fazer mais um levantamento interessante para podermos comparar com um que fizemos no ano passado. Na ocasião tivemos cerca de 4.500 respostas, então, esperamos algo parecido para termos uma comparação mais justa.

Como você usa Linux?




A ideia deste tipo de pesquisa é entender melhor como o nosso público utiliza o computador, entender suas preferências de interface gráfica e distribuição especialmente, assim o conteúdo pode se moldar melhor as preferências dos leitores e leitoras do blog. Claro, depois que tivermos colhido participações o suficiente, vamos fazer um vídeo no canal Diolinux para fazer a comparação e mostrar os resultados.

São apenas 4 perguntas:

OBS: Dado o fluxo de respostas, acrescentei mais duas perguntas que serão pertinentes, espero que não se importe.

OBSn²: Recentemente tivemos mais de 5 mil respostas, mas provavelmente a nossa pesquisa acabou caindo em uma comunidade específica ou um grupo de trolls e acabou destoando da realidade, por isso temos a versão 2.0 aí em baixo que ficou mais rígida, agora é necessário fazer login para responder e apenas um voto é permitido, infelizmente vou ter que coletar os e-mails, assim posso saber quem votou no que.

Lembrando que a pesquisa é para ser feita somente por fãs do canal e do blog e pessoas que acessam regularmente o canal e o blog. O foco continuará sendo Linux, Ubuntu, Android e tecnologia, só queremos entender as possibilidades.



Obrigado pela participação e até a próxima!

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PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.


Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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E-book com 10 Dicas para editar vídeos melhor, GRÁTIS!

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quinta-feira, 9 de março de 2017

Se você acompanha o canal do blog no YouTube talvez tenha visto que eu publicou um vídeo há algum tempo sobre um e-book de minha autoria para te ajudar a editar melhor, ele é ideal para quem está começando no ramo e dedicado especialmente para criadores de conteúdo do YouTube.

10 Dicas para editar melhor




Apesar de eu ter comentado na obra sobre o editor de vídeos Kdenlive, as dicas servem para qualquer software que você utilize, seja ele grátis ou não, isso porque as informações contidas no e-book falam especificamente de técnicas de edição, tornando seu uso bem genérico.

Veja o vídeo:



A ideia essencial por trás do e-book é te trazer algumas dicas que eu considero úteis para quem não está habituado com a produção de vídeos, são coisas que eu aprendi ao longo do tempo, errando muito e que acredito que se alguém tivesse me contado quando eu comecei, o meu caminho teria sido muito mais fácil.

Como eu já tinha lançado o e-book há algum tempo, mas ainda não tinha publicado nada à respeito aqui no blog, eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer os mais de 2 mil downloads da fonte oficial e também os feedbacks sobre ele, fiquei muito feliz em saber que ele foi útil para tantas pessoas.

O livro não tem custo algum e também não é necessário se cadastrar para baixá-lo, basta clicar no botão abaixo e você será redirecionado para a página de download.

Aproveite! :)
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Os 16 artigos mais acessados do blog Diolinux em 2016

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domingo, 25 de dezembro de 2016

Estamos nos aproximando do final de mais um ano e com isso começam as minhas sessões de lembranças de tudo o que aconteceu durante este período. Não podemos dizer que 2016 foi uma ano "fácil", em todos os sentidos, mas ele também trouxe coisas boas e para nós, do blog Diolinux, ele certamente foi especial.

Os melhores artigos do ano de 2016 no blog Diolinux




Muitos assuntos diferentes foram abordados aqui no blog, mas como todo site, temos nossos recordistas. Eles refletem um pouco dos gostos do nosso público e também nos mostram setores em que podemos nos dedicar mais para trazer mais conteúdo de forma ainda mais detalhada.  Vamos listar os posts que tiveram uma maior popularidade aqui no site, será que você perdeu algum?


7 coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 16.04


Neste ano tivemos o lançamento da mais recente versão LTS do Ubuntu, isto é, a versão que tem um maior suporte de atualizações de segurança. Muitas pessoas utilizam apenas versões LTS do Ubuntu e muitos leitores atualizaram para a versão, logo, nós montamos um passo a passo para deixar o sistema redondinho para o uso, com sugestões de aplicações e ajustes, vale a pena conferir.

2 - Como instalar o Java no Ubuntu

Tutorial Java Ubuntu


Hoje em dia o Java para usuários comuns não é mais tão útil, pois tivemos atualizações nos mecanismos de segurança de vários bancos populares que anteriormente usavam o Java para dar acesso aos seus serviços. Com esta modificação, muitos usuários "comuns" deixam de usar o Java, mas isso não quer dizer que ele ainda não seja útil, pelo contrário, a cada dia mais, existem pessoas que usam Linux, que usam o Ubuntu, para programar e por que não, para jogar Minecraft, e é aí que o Java entra. Um tutorial antigo, mas ainda funcional e direto ao ponto.

3 - Lançamento do Ubuntu 16.04 LTS e Download

Ubuntu 16.04 LTS Download


Se um dos artigos mais acessados deste ano foram os passos para deixar o Ubuntu 16.04 LTS completo para o seu uso, a notícia do seu lançamento também chamou muita atenção também. Nós como sempre, estávamos em cima da notícia para liberar para você os links para download, juntamente com as informações mais relevantes contidas na nova versão, o mais rápido possível, vale a pena relembrar.


Computadores antigos e fracos com Linux


Este na verdade é um artigo de 2015 que fez muito sucesso neste ano. Muitas pessoas tem o objetivo de não desperdiçar hardware e fazer com que até mesmo aqueles computadores mais antigos ainda tenham alguma utilidade. É um post imperdível para você que tem um "dinossaurozinho" em casa.



Pack de fontes para downloads


Não que eu seja um grande designer, mas ter algumas alternativas de fontes para poder trabalhar nos banners do blog, no canal no YouTube e outros pequenos projetos é algo essencial. O bom designer diria que as fontes precisam ser escolhidas a dedo e muitas vezes até feitas do zero, mas a verdade é que nem todo mundo que produz artes visuais tem esse mesmo profissionalismo ou simplesmente não quer se dar ao trabalho. Pensando nessa imensa massa eu resolvi juntar em um pacote um montão de fontes que eu venho utilizando ao longo do tempo, é só baixar e usar. E um post antigo também, mas foi muito acessado neste ano.


Stremio


Esse App virou febre entre os leitores do blog. O Stremio chegou para ajudar muitas pessoas na hora de assistir aquela série favorita e cá entre nós, ele é um dos meus Apps "must have" com toda a certeza. Vale a pena conhecer caso você ainda não tenha experimentado.


Os melhores antivírus para LInux


É, eu sei. No mínimo curioso o interesse das pessoas em antivírus para Linux. Mas nós elaboramos uma lista com algumas opções que podem ser interessante para quem tem necessidade. O interessante deste assunto é que aquele velho dilema de "Linux pegar ou não vírus" é levantado, e como sempre, eu indico a leitura deste artigo onde eu explico melhor essa questão de Linux e vírus, que é um dos posts que eu me orgulho de ter feito.


Recentemente o LibreOffice lançou algumas atualizações que deixaram muito usuários satisfeitos, pois a interface dele acabou se aproximando um pouco com a do MS Office, o que é sempre bom para quem migra de um sistema para outro, além disso, o WPS Office que tem uma interface "clone" do MS Office também acabou ganhando espaço. Ainda assim, muita gente ainda preferente ou precisa do Microsoft Office e a necessidade de instalá-lo fez com que mais de 40 mil pessoas, somente neste ano, acessassem este artigo.

Microsoft Office no Ubuntu


Atualmente o Wine 2.0 consegue rodar o Office 2013 também, mas muita gente ainda usa o Office 2010.


Eu olho para as estatísticas as vezes e fico tentando imaginar o que causou determinados acessos. Neste caso, além de ser algo interessante para usuários comuns que querem brincar com o Android no computador mas não querem chegar ao extremo de rodar o Remix OS ou para os desenvolvedores que precisam testar seus aplicativos antes de mandá-los para a Google Play, o Genymotion cai como uma luva.

Como instalar emulador de Android Ubuntu


Mas sinceramente, acho que a popularidade do Genymotion vem de um "negócio" chamado PokémonGO. O game da Niantic fez com que muitas pessoas baixassem emuladores para poder jogar de forma legal ou usando algum hack. Reflexos da popularidade da coisa, né?


Como reparar o GRUB


Esse aqui são os efeitos do dual boot com gente nova no Linux. Um artigo como este ganhar relevância em acessos me diz que mais pessoas estão experimentando o sistema do pinguim em seus computadores... e infelizmente tendo problemas... mas é pra isso que estamos aqui mesmo, para te ajudar a pôr as coisas em ordem, não é?


Android Studio


Muitos desenvolvedores utilizam o Ubuntu para criar aplicativos para Android e o Android Studio é uma peça praticamente fundamental na hora de criar aplicações para o sistema do robozinho. No caso do Ubuntu, o que facilita muito a vida dos desenvolvedores é uma ferramenta não tão popular chamada Ubuntu Make, que é um repositório/utilitário especial para desenvolvedores instalarem as ferramentas que precisam para desenvolver em várias linguagens e para várias finalidades.


É engraçado ter algo assim na lista. Enquanto que praticamente todas as páginas mais acessadas são sumariamente artigos do site, a categoria "Ubuntu" é um ponto fora da curva. Ela basicamente serve para organizar o conteúdo do site relacionado ao sistema operacional da Canonical e muita gente chega ao site através dela. 

Ubuntu Linux Diolinux

Inclusive, se você pesquisar no Google em modo anônimo a palavra "Ubuntu", um dos primeiros resultados é justamente esta categoria, o que mostra o quanto o blog se tornou relevante para o tema. Não posso deixar de me sentir orgulhoso com isso. O mundo Linux é muito vasto e esta vastidão muitas vezes faz com que nada tenha foco, aparentemente, termos dado o foco para o blog deu resultado e nos tornou relevante para alguns milhões de usuários. É como diz o ditado: "Melhor ser muito bom em algo do que ser bonzinho em tudo." Digamos que estamos tentando. rsrsrs


Como instalar drivers Nvidia no Ubuntu


Esse aqui é outro artigo muito útil, especialmente porque ele é quase "atemporal". Funciona em praticamente qualquer versão recente do sistema e vai funcionar provavelmente nas próximas também, ao menos enquanto o X for o servidor gráfico principal. Serve para distro derivadas também, como o meu querido Linux Mint. 

Este artigo também serviu para mostrar um detalhe que faz muitas pessoas se confundirem, que é o número da versão do driver, que faz muita gente acreditar que o número mais alto é sempre o melhor driver, o que não é necessariamente verdade. Vale a pena conferir para entender melhor, a dica em si vale para qualquer distribuição.


Internet.... voa minha filha!


Essa é uma dica que eu uso até hoje. No post eu mostrei o aplicativo namebench, um utilitário de benchmark de servidores DNS. Acredito, se você está utilizando um DNS que está muito distante ou lento por qualquer motivo, a sua internet terá uma desempenho inferior, colocar o melhor DNS para você pode fazer uma diferença sensível.


Barra do Unity na parte inferior da tela


Compare a customização do Unity com a do KDE e você vai ver que ele é uma verdadeira "carroça"! Mas para produtividade e aproveitamento de espaço da área de trabalho ele ainda é "matador". Neste ano, quem queria mover a barra do Unity para a parte inferior da tela ganhou essa opção de uma forma muito simples. O mais engraçado é que eu queria tanto essa função mas hoje em dia utilizo ela do lado que sempre foi. Hábito é uma coisa muito difícil de quebrar mesmo.


Aquele listinha que todo mundo gosta. Existem muitos players legais para Linux, particularmente, estou usando neste atual momento enquanto escrevo este artigo o número 7 da lista pra ouvir aquele "Ramones inspirador". 😃

Os melhores players de música para Linux


É o segundo Top 7 que apareceu na lista, o que mostra que listas são interessantes, quem sabe eu faça mais algumas no próximo ano, pelo visto vocês gostam! :)

E tem muito mais


Eu usei o Google Analytics para minerar esses dados aqui, cada um dos posts tem algumas dezenas de milhares de acessos e com toda a certeza, muita coisa interessante ficou de fora, afinal, foram mais de 750 artigos aqui no blog neste ano, sinceramente, nem eu acredito que produzimos tudo isso em 2016.

Você que está lendo este artigo faz parte de um grupo que trouxe quase 38 milhões de acessos para o blog em 2016, então meu amigo, você não está nem um pouco sozinho ou sozinha! Todos temos gostos em comum e nos ajudamos a desenvolver este trabalho que é árduo, mas igualmente prazeroso.

Um ótimo final de ano para você e em 2017 tem MUITO MAIS! 🙂
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