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Conheça o Emmi Linux, uma nova distribuição Linux brasileira

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

É muito interessante ver o os brasileiros buscando desenvolver projetos relacionados a software livre, recentemente eu anunciei aqui a volta do Big Linux, que volta a fazer parte do "time" de distros nacionais. Além dele, temos o Metamorphose Linux, o DuZeru e o GoboLinux, que já são mais conhecidos, porém, recentemente um novo projeto começou a chamar a nossa atenção. Conheça hoje o projeto Emmi Linux.






O Emmi Linux é uma distribuição baseada no Debian que possui o ambiente gráfico XFCE com várias modificações temáticas e muitos softwares adicionais, vários deles desenvolvidos pela equipe Emmi. Atualmente ele é distribuído gratuitamente de duas formas, ainda que seja possível comprar o CD/DVD de instalação também, uma das versões é a chamada versão mínima, nela você terá somente o básico do sistema com a interface juntamente com o repositório do Debian e do Emmi Linux também. A versão completa é destinada para usuários comuns e vem recheada de softwares úteis para o dia a dia dos usuários, não fazendo distinção entre softwares proprietários e livres.

Os dos softwares interessantes é o Fish Shell que acompanha a distro, segundo os desenvolvedores, este seria uma forma mais interativa e simples para leigos utilizarem o terminal.

A versão atual é a 2.2 de codinome "Sid", fazendo referência à Sidney Weber, e está disponível apenas em ISOs de pouco mais de 2 GB de tamanho para processadores de 64 bits.

Existem vários projetos sendo desenvolvidos para o Emmi Linux, através do site oficial você pode acompanhar o desenvolvimento da distro, recentemente foram publicados novas informações sobre recursos que virão na versão 2.3, que ainda não tem data de lançamento, como novos controladores de áudio e um novo Menu para o XFCE.

Emmi Linux
Preview do novo Menu do Emmi Linux

Este é mais um projeto nacional para ficarmos de olho e acompanharmos a evolução, seria ótimo ver um sistema brasileiro despontando para o mundo, quem sabe não é o Emmi?


Você encontra mais referências sobre a distro aqui:

- Twitter 
- Youtube 

Até a próxima!
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Enquente: Como seria o sistema operacional ideal?

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Existem muitos fatores que envolveu a definição de um "sistema operacional ideal" e no fim das contas, talvez ele nem possa existir. Mas nós gostaríamos de saber algumas coisas para um projeto um futuro, então, se tiver um tempo, participe da enquete abaixo.

Como é o sistema operacional ideal?




Existem muitos elementos que compõem um sistema operacional, são tantos que é até complicado de listas, mas existem algumas coisas que são sumariamente importantes.

Gostaríamos de sua colaboração para conhecer melhor o que você, usuário, gostaria de encontrar no seu Sistema Operacional ao ligar o seu computador. O intuito desse trabalho é compreender melhor o que você utiliza em seu dia a dia e quais são os seus gostos sobre alguns assuntos em específico. Para isso decidimos elaborar um pequeno questionário que nos ajudará no desenvolvimento de um Sistema Operacional que tenha em vista o usuário brasileiro.

* Quem somos? Somos desenvolvedores e entusiastas do Software Livre: Paulo Giovanni Pereira, Bruno Gonçalves, Rafael Neri, Dionatan Simioni e outros caras que gastam o seu tempo com prazer no software livre.

O resultado não necessariamente será publicado, mas ele pode fazer parte de um projeto futuro. Agradecemos a todos os participantes voluntários.





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Fedora 26 - Conheça as principais novidades da versão e veja como baixar

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domingo, 16 de julho de 2017

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram nesta semana a disponibilidade da mais nova versão do sistema operacional que continua mantendo seu foco em Workstation e trazendo um conjunto de softwares muito atualizado, ainda que a distro não seja Rolling Release, é uma das melhores opções para quem gosta do GNOME Shell, sem dúvida, mas existem outras versões do Fedora interessantes também que você deve conhecer.

Fedora 26




O novo Fedora 26 foi lançado com atualizações de pacotes e correções de bugs, visualmente, como era de se esperar, você não deve encontrar mudanças drásticas, já que a distro não costuma personalizar muito as interfaces que a acompanham. Sim, interfaceS no plural, pois apesar do GNOME Shell ser a principal delas, o Fedora também possui diversas Spins com interfaces diferentes.

Você pode ler as notas de lançamento para conhecer todos os detalhes da versão 26 do Fedora neste endereço.

Confira também o nosso vídeo de apresentação da versão 26:



Um pouco sobre o Fedora


Red Hat Linux

O Fedora é uma distro comunitária, porém, de forma parecida com o que acontece com o openSUSE, temos uma empresa que patrocina o desenvolvimento, neste caso a poderosa Red Hat. Na verdade, o Fedora serve como um "campo de testes" para o desenvolvimento do Red Hat Enterprise Linux, uma das principais distribuições Linux do mundo corporativo.

É curioso pensar no Fedora como um derivado do Red Hat, pois atualmente é quase o caminho contrário, o Red Hat vem dos pacotes primeiramente testados no Fedora, claro, com suas devidas particularidades e exceções, mas sem dúvida é uma relação saudável.

No seu Desktop


O foco principal do Fedora nos últimos anos tem sido o chamado "Worsktation", ou seja, é voltado para desenvolvimento de todos os tipos. Isso não quer dizer que você não possa usar o sistema no Desktop, claro, mas digamos que este não seja o foco.

Por conta disso você não vai encontrar certos "facilitadores" diretamente no sistema, como gestores de drivers e coisas do tipo, mas é claro que essa não é a única forma de você instalar componentes no Fedora.

Entre as principais ferramentas com elas funcionalidade, podemos destacar 3:

- Fedy



Com estes utilitários vai ficar fácil habilitar o repositório RPMFusion, o que permite que você instale vários componentes que não são necessariamente software livre, como drivers, codecs e muitos outros programas que não estão no repositório padrão do Fedora.

Fedora 26

Não esqueça de observar a Central de Aplicativos que acompanha a distro, especialmente na versão GNOME e KDE Plasma, por elas você poderá instalar vários outros aplicativos famosos sem precisar ter noções avançadas sobre o sistema, tudo clicando e instalando.

Ao buscar por softwares na internet para o seu Fedora, observe os que estão disponíveis no formato .rpm, eles não são tecnicamente exatamente como os .debs para Ubuntu/Mint/Debian, mas funcionam de forma muito parecida, bastando instalar dando dois cliques. Esta nova versão do Fedora também inclui suporte nativo aos pacotes Flatpak e você ainda pode habilitar os Snaps.

Outro detalhe importante é que o Fedora (com GNOME pelo menos), utiliza o servidor gráfico Wayland por padrão ao invés do X.org. Isso pode, infelizmente, causar alguns problemas para placas de vídeos que necessitem de drivers proprietários e até mesmo alguns games da Steam, felizmente você pode alterar isso diretamente da tela de login.

O projeto Fedora é mais amplo do que parece


O projeto Fedora possui páginas especiais que te oferecem versões com interfaces diferentes do GNOME, como comentei no início do texto, o Fedora possui as chamadas "Spins".

O Fedora Spins mostra justamente versões do Fedora com outras interfaces por padrão, então se você gosta do KDE Plasma, do XFCE, do Cinnamon ou qualquer outro, você não vai ficar na mão. Outra página interessante é o Fedora Labs, que são ISOs diferentes do sistema destinadas a finalidades específicas, como astronomia, design e até mesmo jogos, cada uma com uma seleção de softwares específicas para cada finalidade.

Além destas versões, ainda temos o Fedora Cloud e o Fedora para arquitetura ARM, com imagens completas ou mínimas, onde você pode instalar cada pacote manualmente, assim como faz com um Debian Netinstall, por exemplo.

Baixe a versão nova ou atualize do Fedora 25


Você pode fazer a atualização de duas (na verdade três) formas. Baixando os sistema do site oficial e formatando o seu computador é uma delas, a mais simples e direta, é o mais recomendado para atualizar de uma versão para outras para evitar qualquer problema no processo. Vale a pena mencionar que você deve ter backup das suas coisas, independente do método.

Se você já tem a versão 25 do Fedora, é possível fazer o Upgrade em modo gráfico ou através de linha de comando. Utilizando a interface GNOME você pode acessar o GNOME Software e buscar por atualizações, você deverá ver uma imagem como esta abaixo, bastando confirmar a atualização:

Atualizando a versão 25 para 26 do Fedora
Imagem: Fedora Magazine

Se você usar outra interface ou preferir fazer pela linha de comando, basta rodar estes comandos de forma sequencial:

sudo dnf upgrade --refresh
sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade
sudo dnf system-upgrade download --releasever=26
sudo dnf system-upgrade reboot
Tome cuidado com possíveis pacotes quebrados e dependências insatisfeitas, caso o terceiro comando mostre algo neste sentido, veja o que você pode fazer para corrigir antes de continuar, ou opte pela instalação limpa.

Até a próxima!
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Entrevistamos Hualet Wang, o líder de desenvolvimento do Deepin Linux, a famosa distro chinesa

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

O Deepin é uma distribuição que eu admiro muito, mas por ela ser chinesa, a diferença da linguagem entre os desenvolvedores principais com a nossa, ou até mesmo com o inglês, acaba sendo um fator que atrapalha, pois tudo precisa ser traduzido e certas coisas ficam obscuras, sendo assim, a única forma de sabermos mais sobre o Deepin e tirarmos as nossas dúvidas e as de vocês, leitores do blog, é perguntando diretamente para quem faz o Deepin acontecer.

Deepin Linux entrevista


Levou um certo tempo pra gente se entender 😆, mas agora, eu posso apresentar para vocês em primeira mão no Brasil (e em boa parte do ocidente, acredito) uma entrevista com um membro da equipe do Deepin. Esta distribuição baseada em Linux (Debian) que chama tanto a nossa atenção pela facilidade de utilização e beleza.
O nosso vídeo no YouTube sobre a versão Beta do Deepin já tem mais de 140 mil acessos e muitas pessoas anseiam por mais informações, levantando várias dúvidas sobre o sistema. Eu elaborei uma seleção de perguntas sobre o Deepin para Hualet Wang, que foi muito atencioso respondendo detalhadamente cada uma. A ideia inicial era fazer essa entrevista em vídeo, porém, nem eu falo chinês e nem o senhor Wang sente-se a vontade para falar em inglês (e nem português), então fizemos em texto mesmo, tentando dialogar em inglês. É claro que eu traduzi tudo para você entender melhor, assim você precisa saber mais do que o nosso bom e velho português.

A entrevista sobre o Deepin


Diolinux: Qual o seu nome e qual o seu papel no projeto Deepin?

Deepin: Olá, me chamo 王耀华, mas meu nome em inglês é Hualet Wang. Eu tenho trabalhado profundamente no Deepin nos últimos 4 anos aproximadamente e agora lidero a equipe do Deepin Desktop Enviroment. Faço a codificação do sistema, trabalho com a comunidade e faço o gerenciamento.

Diolinux: Qual o propósito do Deepin? Qual é o objetivo de vocês?

Deepin: O Deepin é desenvolvido principalmente por fãs de software de código aberto, com o objetivo de ser fácil de utilizar para os usuários chineses especialmente. "Linux" de forma geral infelizmente não é amigável para todos, especialmente para os usuários chineses, o Ubuntu ajudou muito a popularizar as distros por aqui, o que foi muito bom, atualmente existem mais e mais fãs do sistema, não só aqui, mas em todo o mundo. O Deepin é a distro em que estamos trabalhando, visando fazer a melhor distribuição Linux possível, é claro, para usuários de todos os tipos, tornando o mais fácil de se utilizar, esse é o principal foco.

Diolinux: Quem desenvolve o sistema operacional? Quantas pessoas estão oficialmente envolvidas com o projeto?

Deepin: O sistema é desenvolvido principalmente por funcionários da Deepin Corp. Wuhan Technology e com a ajuda da comunidade, como qualquer outra distribuição. Atualmente temos cerca de 120 pessoas trabalhando para a existência do Deepin, incluindo programadores, designers, gerentes de produto, tradutores, pessoas da área de marketing, sendo que 1/4 da equipe são pessoas que trabalham na infraestrutura do projeto.

Diolinux: Qual a representatividade do Deepin dentro e fora da China? Quantos usuários vocês tem aproximadamente?

Deepin: Não temos como afirmar a quantidade de usuários exatamente, pois assim como outras distros, nós não exigimos algum tipo de login na central de software ou rastreamos os usuários através de outros componentes, o que nos impede de precisar este número, entretanto, podemos estimar uma boa quantidade, visto que o Deepin já foi baixado  mais de 80 milhões de vezes desde o início do projeto, então acredito que temos muitos usuários, mas não sabemos dizer o o número exato.

Os usuários chineses normalmente veem o Deepin como um sistema para uso doméstico. Um dos mais destacados para uso doméstico, inclusive. Aceitamos esta honra juntamente com a nossa comunidade de usuários. Os usuários de fora da China tendem a ver o Deepin como inovador e criador de software livre, porém, alguns dos próximo passos que almejamos podem até mesmo dar a entender o oposto disso. Somos uma empresa que precisa suportar a sua própria existência e de mais de 100 pessoas empregadas diretamente, por isso, nem tudo poderá ser feito visando somente o colaboração de software livre, alguns de nossos passos futuros podem não ir de todo pelo caminho que a nossa comunidade deseja, mas esperamos que possam nos dar suporte, tempo e paciência.

Diolinux: Uma das maiores preocupações do público do ocidente com o Deepin, e que acaba gerando uma certa resistência, é que existe uma imagem associada a sistemas chineses com espionagem, sistemas com backdoors, em fim. Há desconfiança quanto a segurança e privacidade. O que vocês tem a dizer sobre isso?

Deepin: O Deepin não é patrocinado pelo governo chinês e tem todo o seu código aberto. Eu não sei porque tantas pessoas ainda insistem em algo como isto. Para todos os que tiverem interesse em examinar, tudo o que produzimos, todo o código, está disponível no GitHub, assim como muitas outras distros. Você pode confiar no Deepin sempre, da mesma forma que confia em outras distribuições e outros softwares de código aberto.

Diolinux: Além de buscar chamar a atenção de usuários de Windows e macOS, o Deepin também acaba atingindo usuários "básicos" de distros Linux, como os usuários de Ubuntu e Linux Mint. Quais são os diferenciais do Deepin em relação aos outros sistemas que você acredita que seriam boas razões para os usuários o utilizarem?

Deepin: Quem já testou o Deepin sabe que ele é muito mais do que "fácil de usar", ele é um sistema com interface "clean", mais elegante e com um refinamento maior do que outras distribuições, falando de forma geral. Outro diferencial que podemos apontar é que uma de nossas grandes e maiores filosofias é ouvir os nossos usuários diretamente.

Nós procuramos corrigir rapidamente os nossos problemas e aprender com os outros também de forma rápida, essa é a melhor forma de apresentar aos usuários cada elemento do sistema da melhor forma possível. Atualmente há vários desenvolvedores que enviam links para responder as questões dos usuários praticamente todo dia, com o nosso aplicativo de feedback, incluído no próprio sistema, nossos usuários podem ter respostas dos desenvolvedores diretamente.

Diolinux: Como os repositórios do Deepin funcionam? Vocês empacotam/reempacotam e revisam todos os softwares contidos nele?

Deepin: O Deepin é atualmente baseado no Debian Sid, nós convergimos o repositório do Debian Sid a cada 1 ou 2 meses, resolvemos os eventuais bugs e lançamos os updates. A maior parte dos pacotes permanecem exatamente os mesmos contidos no repositório do Debian durante este processo, apenas pontos críticos para a integridade do nosso sistema, como pacotes do Kernel, Systemd, LightDM entre alguns outros pormenores são mantidos pelos nossos desenvolvedores. 

Uma grande parte dos pacotes que são refeitos são construídos com Qt5 por nós mesmos, pois precisamos compatibilizar os softwares para que não hajam bugs, ou para que haja uma quantidade mínima, o mesmo vale para outros pacotes que usam uma API muito específica.

Diolinux: Uma das facilidades que o Ubuntu e o Manjaro, por exemplo, entregam é o fácil acesso a softwares de fora do repositório através de PPAs e do AUR, permitindo que possamos ter no sistema versões diferentes do mesmo software de forma acessível. Atualmente não temos algo semelhante no Deepin, quais as suas intenções sobre isso, sobre repositórios da comunidade?

Deepin: PPAs e o AUR são obras da comunidade, o máximo que podemos fazer neste sentido é facilitar que a nossa comunidade trabalhe em torno do sistema. Mas atualmente há basicamente duas maneiras pelas quais estamos planejando trabalhar:

1. Deepin Driver Center
2. Suporte aos PPAs

O Deepin Driver Center é como o atual gerenciador de drivers, mas com recursos muito mais promissores, por exemplo, ele possibilita a instalação de diferentes versões dos drivers, o que vai de encontro ao que você tinha comentado. O problema é que este projeto caiu atualmente em hiato por conta de outros projetos de maior prioridade.

Quanto ao suporte para PPAs, como eu havia mencionado, eles são mantidos pela comunidade e cabe a ela compatibilizá-los. Depois que você comentou sobre isso comigo, eu e minha equipe andamos repensando a situação e acho que devemos ajudar mais este segmento, exportando, pelo menos, algumas informações extras, como por exemplo, como o repositório é alterado e quantos pacotes são afetados em uma fusão de repositório. Um serviço de hospedagem de PPA como o Launchpad da Canonical ainda não está no cronograma.

Diolinux: Como funciona o sistema de atualização do Deepin? Os usuários devem ficar preocupados com a questão de segurança do sistema? Eu percebi alguns atrasos em atualizações importantes há algum tempo.

Deepin: Nossas atualizações são praticamente as mesmas do Debian Sid, respeitando aquele período de fusão de 1-2 meses, como comentado anteriormente. Enviamos atualizações de segurança toda semana, alguns usuários ativos mais antigos reclamaram sobre o atraso das atualizações de segurança anteriormente, e esse é de fato um grande problema que está para ser totalmente resolvido, pois agora somos capazes de entregar as atualizações de segurança mais urgentes para os usuários de forma imediata. Portanto, usuários do Deepin não precisam mais se preocupar com eventuais atrasos das atualizações de segurança.

Diolinux: Como os usuários podem ajudar no desenvolvimento do Deepin?

Deepin: A tradução é a primeira coisa e a mais simples de ser feita também, eu acho. Nossas traduções são hosteadas no Transifex, os usuários que estiverem interessados podem participar e nos ajudar a traduzir o Deepin para todos os idiomas. 


Diolinux: O que podemos esperar do Deepin no futuro? Que tipo de recursos devem ser adicionados no sistema?

Deepin: O sistema está entrando em uma fase de maturação que chamamos de "self healing", onde pequenas correções serão mais rapidamente publicadas com as atualizações, juntamente com novos recursos desenvolvidos nos últimos 3 meses. Isso é necessário porque nós fizemos muitas e grandes reconstruções de softwares e movimentos nos últimos anos, precisamos colocar mais esforços na estabilização do sistema e detalhamento, reflexo do que aprendemos com outros sistemas operacionais. A próxima nova características esperada é o suporte a tela de alta definição hiDPI.

Diolinux: Vocês pretendem criar parcerias com fabricantes de hardware como a Xiaomi para lançar computadores com Deepin de fábrica?

Deepin: Até onde eu sei, existem vários fabricantes na China que estão dispostos a trabalhar conosco, mas até o momento não temos nenhuma mensagem oficial de cooperação. Em parte, nós sabemos o motivo. É preciso um melhor suporte de hardware para estes fornecedores para que finalmente possamos encontrar bons parceiros e oferecer aos usuários uma melhor experiência. É algo que pretendemos, mas não temos nada de concreto para apresentar no momento.

Diolinux: Nós temos conhecimento de que o Deepin tem uma versão para servidores também, contudo, gostaríamos de saber se haverá uma versão do Deepin para Raspberry Pi ou semelhantes.

Deepin: A versão para servidores do Deepin existe por conta de negócios que temos e para o nosso uso próprio, como este motivo não se aplica aos embarcados no caso de nossa empresa, provavelmente você não terá uma versão para Raspberry Pi do Deepin ou correlatos, ainda que nosso repositório com suporte para arquitetura ARM esteja ativo e funcional. Usuários são livres para modificar o sistema para essa finalidade se assim desejarem.

Diolinux: O Deepin possui uma central de aplicativos muita rica e variada, talvez a melhor do mundo Linux neste aspecto, além de ter um design agradável, no entanto, ainda existem muitos aplicativos úteis que não são listados na loja, mesmo que estejam nos repositórios, como o Kdenlive, vocês pretendem corrigir isso?

Deepin: Sobre o Kdenlive e outros Apps, o principal ponto é que não há como informar os mantenedores da loja se existem novas versões, certo? A próxima versão do Deepin AppStore terá um novo recurso que os usuários vão gostar chamado "Ask for a new version", que permitirá que os usuários nos informem que desejam uma versão nova ou diferente da aplicação, assim como atualmente existe a opção de "Solicitar inclusão", onde os usuários podem pedir aplicativos para que eles entrem na Deepin AppStore. Acreditamos que isso aumenta a interatividade entre desenvolvedores e usuários e provavelmente vai eliminar, ou ao menos diminuir, este problema.

Sim, a Deepin AppStore é a mais completa loja de aplicativos do mundo Linux, é o que eu acredito. Acho que isso acontece principalmente porque colocamos um grande esforço em sua manutenção. Como eu lhe disse em minhas respostas anteriores, apesar de termos uma boa gama de pessoas trabalhando no Deepin, nós mesmos ainda temos limitações e precisamos do apoio da nossa comunidade para nos ajudar com o trabalho, desta forma todos temos a ganhar, garantimos que nossos desenvolvedores sempre vão trabalhar para criar e disponibilizar as melhores soluções de softwares possíveis.

Diolinux: Muito obrigado pela sua paciência em responder todo este questionário, pode ter certeza que isso vai aproximar os usuários do Deepin de vocês, especialmente os falantes de língua portuguesa. Gostaria que você deixasse uma mensagem final para os nossos leitores.

Deepin: "We, we change!" Este é o nosso lema, o lema da empresa, e de fato, esta é a cultura do Deepin, não temos medo de mudanças e não temos medo de criar, não temos medo de nos espelhar em projetos que já deram certo. Vamos nos esforçar para criarmos a melhor distribuição Linux possível. 

Agradeço a todos os usuários que confiam no nosso trabalho, nunca tínhamos tido tanto apoio como agora. Obrigado pela oportunidade de falar sobre o Deepin em seu blog, espero que eu tenha conseguido ser claro nas respostas, apesar do nosso problema com a linguagem.

Muito obrigado.

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Muitas das perguntas que eu fiz ao simpático Hualet Wang, foram tiradas de fóruns, dos comentários aqui no blog em posts sobre o Deepin, no YouTube, no Facebook e também coisas que eu acabei percebendo. Espero que vocês façam bom proveito das respostas e que tenham tirado todas as dúvidas sobre o excelente Deepin, agora você pode participar comentando a nossa entrevista e colocando o seu ponto de vista sobre as respostas oferecidas.

Você também pode sugerir outras entrevistas, para que possamos correr atrás de quem faz o Linux acontecer ao redor do mundo. 

Você pode saber mais sobre o Deepin clicando aqui.

Até a próxima!
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Debian cria página para detalhar as suas derivações

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

O Debian é uma das distribuições que mais originou outros projetos, só para citar alguns exemplos, podemos colocar em uma pequena lista o Kali Linux, Ubuntu, SteamOS, Tails, entre muitos, muitos outros! O Debian, não como "pai de todos", mas de muitos, decidiu catalogar os seus "filhos."

Debian cria página para catalogar as suas derivações




O Debian, juntamente com o lançamento da versão 9, Stretch, lançou também uma página para tentar reunir informações importantes sobre as distribuições Linux que são derivadas dele, tanto para informar as pessoas, quanto para divulgar esses projetos.

A página no "censo" mostra também várias informações sobre os projetos derivados do Debian, como eles explicam na documentação. São dados exemplos do que é diferente em cada sistema em relação ao Debian e em muitos casos também comentando sobre o que os projetos tem em comum e como eles se relacionam e se ajudam. Essa página da Wiki do Debian também deverá receber atualizações constantes, adicionando mais e mais distribuições. Você mesmo pode colaborar, basta seguir as instruções contidas nela.

O Debian decidiu exibir os seus "filhos" um pouco mais, e dada a lista, com tantos projetos bacanas, ele certamente deve ser um "pai" orgulhoso.

Até a próxima!
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KXStudio - Distro Linux para produção multimídia com interface KDE

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Existem distros Linux para diversas finalidades, existem algumas bem conhecidas para trabalhar com multimídia e design, como o Ubuntu Studio, mas é a primeira vez que eu vejo uma que usa KDE como interface gráfica, conheça o KXStudio.

KXStudio Linux




O KXStudio é uma distribuição Linux voltada para o público de produção multimídia, especialmente áudio, o sistema é baseado no Ubuntu 14.04 LTS e tem o mesmo tempo de suporte. Diferente do Ubuntu Studio que usa a interface XFCE, o KXStudio usa a interface KDE 4 (por conta da derivação do Ubuntu 14.04 LTS).

Assim como o Ubuntu Studio, o KXStudio também usa um Kernel de baixa latência, importante para quem trabalha com áudio.

KXStudio Linux

A distro vem com vários pacotes voltados para a produção e design pré-instalados, você encontra mais informações sobre quais são estes pacotes e também encontra o repositório da distro, o qual pode ser utilizado em outras distros baseadas no Ubuntu e no Debian, diretamente no site oficial.

KXStudio

Um dos programas mais interessantes que eu encontrei no sistema é o chamado "Claudia Launcher", ele é um programa que reúne os vários programas para trabalhar com áudio que o KXStudio traz consigo e permite que você lance os programas à partir dele, ele também te ajuda a verificar quais as características estão disponíveis para o programa, como o suporte ao Jack para áudio e a presença ou não de plugins.

A instalação do sistema é igual a do Kubuntu, você pode fazer o download da iso (1,5 GB) diretamente do site oficia, na mesma página você também poderá baixar os programas que fazem parte do sistema individualmente:
Acho que vale o teste, não é mesmo?

Até a próxima!
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Linux Mint 18 XFCE está disponível para download

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A equipe de desenvolvimento do Linux Mint publicou a ISO da versão 18 do sistema com XFCE, a versão com esta interface demorou um pouco mais para sair, sendo que a versão 18 com os dois ambientes principais, Cinnamon e MATE, já havia sido anunciada no final de Junho.

Linux Mint 18 XFCE




Apesar do anúncio ainda não ter sido feito oficialmente, pelo menos na data deste post, e no site do Linux Mint ainda constarem apenas as versões Beta do Linux Mint 18 XFCE, os servidores da distribuição já possuem as ISOs finais deste sabor, o que permite que você já baixe a mais recente versão para a sua utilização.

As novidades para esta versão não são muitas, de fato, as grandes mudanças são as mesmas que afetam as variações principais do Linux Mint, como versões do Kernel, temas, e até mesmo os XApps, como você pode ver aqui.

O Linux Mint 18 XFCE, assim como as outras edições do Linux Mint, exceto o Linux Mint Debian Edition (LMDE), é baseado no Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus da Canonical, o que garante a ele um suporte de atualizações por 5 anos também. Atualmente só é possível baixar as ISOs via FTP, assim que a página oficial disponibilizar os links para download, com torrents e tudo mais, nós vamos atualizar este post, mas por hora:

Linux Mint 18 Xfce (32 bits)

A versão com KDE do Linux Mint deverá demorar um pouco mais para sair, mas fique ligado aqui no blog, assim que ele sair você ficará sabendo.

Até a próxima!_____________________________________________________________________________
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DuZeru GNU/Linux entra para o DistroWatch

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Uma nova distribuição Linux entrou para o ranking internacional do DistroWatch, o DuZeru GNU/Linux, um sistema que nós já tivemos a oportunidade de falar por aqui, é o mais novo representante brasileiro por lá.

DuZeru GNU/Linux no DistroWatch




Há algumas semanas nós iniciamos aqui no blog uma campanha para que houvesse um votação positiva em favor da distribuição Linux brasileira DuZeru, para que a mesma entrasse no ranking do DistroWatch.


Depois de um tempo e com a ajuda da comunidade, o DuZeru é reconhecido internacionalmente como uma distribuição Linux, então ficam aqui registradas as nossas congratulações ao projeto, em especial ao Cláudio, que é o idealizador.

Se você está curioso à repeito do DuZeru, ou nunca tinha ouvido falar no sistema, vale a pena conferir a nossa análise do sistema.

Para acessar a página do DuZeru Linux no DistroWatch, basta clicar aqui.

Até a próxima!
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Lançado elementary OS 0.4 Loki Beta, faça o download

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terça-feira, 14 de junho de 2016

Finalmente uma nova versão do elementary OS está chegando, o primeiro Beta está disponível para os usuários poderem testar e ajudar a reportar eventuais problemas que o sistema tenha, veja como fazer o download agora da versão 0.4 Loki em seu estágio de desenvolvimento.

elementary OS 0.4 Loki




Os desenvolvedores do elementary OS anunciaram várias novidades técnicas interessantes sobre a nova versão do sistema. A base agora é o Ubuntu 16.04 LTS, com Kernel Linux 4.4.

O elementary OS agora dispõe de um SDK próprio para que seus desenvolvedores possam produzir facilmente aplicações para a distro, assim como várias de suas ferramentas próprias foram adicionadas e/ou melhoradas.

Segundo o anúncio oficial, foram mais de 800 bugs corrigidos da versão passada até esta, e mais alguns ainda serão, como eles deixam claro no anúncio "Beta means Beta", ou, "Beta significa Beta", o software ainda está em pre-release e não é recomendado utilizá-lo em produção.

Um fato interessante que eu pude perceber no anúncio é que o elementary OS 04. Loki Beta não aceita mais PPAs por padrão. O comando sudo apt-add-repository não será mais reconhecido no sistema, a intenção por trás disso é evitar a instalação de softwares de fontes desconhecidas, elevando dessa forma o nível de segurança.

Essa decisão cria uma solução e uma problemática também, um contra que os desenvolvedores do elementary parecem estar cientes, que é uma maior dificuldade para instalar determinadas  aplicações que não fazem parte do repositório oficial do Ubuntu ou do elementary OS. 

Quanto a isso, a resposta é que "em breve será implementado nesta versão uma solução própria", que contornará este problema. Ainda não se sabe o que pode ser, mas se você me permite o chute; pode ser uma central de aplicativos com repositório próprios com pacotes tratados pelos próprios desenvolvedores (acho difícil, visto que a equipe deles reduzida) ou simplesmente uma aplicação como  a Software Boutique do Ubuntu MATE, vamos esperar pra ver.

Download para testes


Você pode baixar o elementary OS 0.4 Loki Beta  para fazer os seus testes e ver o sistema de perto, quem sabe você possa ajudar a reportar os bugs que o sistema possuir, não é? 

Através do botão abaixo você pode fazer o download do elementary, lembrando que só temos disponíveis no momento a versão de 64 bits, via download direto ou torrent.

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Top 5 distribuições Linux que você pode levar no seu Pen Drive

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terça-feira, 7 de junho de 2016

Linux é algo tão maleável e integrado à tecnologia que nós esquecemos que ele é "apenas" um Kernel, e como o Kernel é apenas uma parte de um sistema, digamos, "operacional", (no sentido de funcional), ele muitas vezes é negligenciado na relação tamanho/importância. Se você acessar o site kernel.org vai ver que o tamanho do Kernel Linux é relativamente pequeno, especialmente se considerarmos as potencialidades que ele tem. Com menos de 100 MB você tem todo o Kernel Linux à sua disposição, ou seja, dá para você levar o Kernel mais utilizado do mundo em qualquer Pen Drive ou cartão de memória.

Distribuições Linux pequenas




Nessas horas que você pensa: "Seria possível criar uma distro que contenha apenas o Kernel Linux e o básico para ser operacional?"

E a reposta é um grande SIM (dando um duplo twist carpado)! Na verdade existem muitas distribuições com este conceito, algumas até chegam a enxugar o Kernel para ficarem ainda menores, acredite se quiser!


Neste artigo eu vou te mostrar as 5 distribuições Linux de bolso que eu mais gosto e admiro; lembrando que a lista não está na ordem de melhor para pior ou vice e versa, simplesmente estou as ordenando por gosto pessoal mesmo. Vamos lá?

5 - Slax (210 MB)

Slax

Cabe tranquilamente em qualquer Pen Drive, usa o ambiente KDE e é baseada na tradicional distribuição Linux Slackware. O Slax é uma recompilação do Slackware (Slack para os íntimos) com o objetivo de conter o mínimo de dependências possíveis, isso faz com que a distro fique bem enxuta e permita, ainda assim, uma gama até ampla de softwares.


4 - Slacko Puppy Linux (234 MB)

Slacko Puppy Linux

O Puppy Linux não poderia ficar fora desta lista, ainda mais depois da fusão do projeto com a base Slackware (olha ele aí de novo), a distro é recomendada para quem quer um sistema minimalista e/ou possui um computador muito antigo (de verdade). Eu tinha um daqueles computadores grandões, "caixa de abelha", como a gente chama hoje em dia (o apelido era Darth Vader), daqueles brancos que ficam amarelos com o tempo, sabe? Pois é, o Puppy salvou ele por algum tempo. A interface é uma mistura de  JWM com Openbox.


3 - Bodhi Linux (563 MB)

Bodhi Linux

O Bodhi Linux (Bodhi, não Bode, ok?) talvez seja a distro minimalista mais bonita na minha opinião. Ele é baseado no Ubuntu e usou por muito tempo a interface Enlightenment (demorei um tempo pra escrever este nome), mas que recentemente mudou para uma "nova" chamada Moksha Desktop; as aspas no "nova" se devem ao fato de que o Moksha e um fork e continuação do Enlightenment 17, bem melhorada é verdade, pelo menos na aparência.

Não dá para dizer que o download é pequeno, porém, ele é bem menor do que qualquer distro popular da atualidade que vem pronta; Arch Linux, Gentoo, Ubuntu Mininal, Debian Net Install e similares não entram neste artigo por este motivo.

Mas eu quero distros pequenas de verdade! Mesmo? Então veja as próximas!


2 - SliTaz (35 MB)

SliTaz

- Dionatan, você não errou no número ali? Não estaria faltando um zero?

Pois é, não está! 35 MB e é isso! Quer saber algo mais impressionante? O SliTaz precisa de apenas 48 MB de RAM para rodar! Tudo bem... isso só é verdade se você instalar direto, se rodar via LiveCD ele vai precisar de 190 MB, mas ainda assim está de bom tamanho.

Se o seu computador não conseguir rodar ele, melhor comprar um tijolo! rsrs...

Obviamente, com este tamanho tão reduzido, ele é um sistema simples e ainda assim, completo. Isso mostra o quanto o Linux pode ser otimizado, não é verdade? O SliTaz oferece um ambiente de trabalho gráfico completo e muito funcional, baseado no LXDE e no Openbox também.

- Baixe o SliTaz

1 - Tiny Core Linux

Tiny Core Linux

Eis um fato curioso sobre o Tiny Core: Ele é originalmente um fork de outra "distro miniatura" que não apareceu nesta lista, o Damn Small Linux, que bom... acho que o nome já diz tudo, né? Hoje o Tiny Core é um projeto independente com um conceito muito interessante; que é: o quão pequenosnós podemos deixar esse negócio e ele ainda assim funcionar? Tudo bem, não é bem, esse, o original é "The Core Project is a highly modular based system with community build extensions." Mas o meu é mais legal, fala a verdade! =D

O Damn Small Linux (a base inicial do projeto) é uma distro que tem apenas 50 MB de tamanho, e o Tiny Core? Eles tentaram fazer a coisa mais pequena possível! Pra que? Não sei... "Por que dá", seria uma boa resposta eu acho.

O Tiny Core possui 3 versões distintas, a versão "Core" tem apenas (pigarro), 8 MB de tamanho! 

Claro, com um tamanho destes ele não tem nem interface gráfica, é apenas o shell (terminal), mas se terminal não é a sua praia não se preocupe; sem avançar muito no tamanho, temos o "TinyCore (a versão padrão)", essa versão tem 12 MB de tamanho e tem ambiente gráfico (esse da imagem acima, por sinal) e tem suporte para internet via cabo apenas.

Para quem estiver com um Pen Drive sobrando (uau!) e quiser usar incríveis 64 MB de tamanho, você pode baixar a versão "CorePlus'; esta,  além de ter suporte para rede cabeada, tem também suporte para Wi-Fi.

A interface gráfica não é nada avançada obviamente, ele simplesmente tem suporte para o o X.org e possui bibliotecas dinâmicas lincadas com o FLTK/FLWM para desenhar as janelas.

- Baixe o Tiny Core Linux

Todas juntas?

Esta é a minha lista de sistemas Linux de bolso, se faltou comentar alguma que você conhece ou gosta, fique à vontade para citá-la através dos comentários do blog, vou gostar de saber a sua opinião!

Você já testou ou usou alguma em produção? Pode ser muito interessante você compartilhar a sua experiência com os outros leitores! 

Ahh... e uma dica adicional! Sabia que você pode colocar todas estas distro em um único Pen Drive? 

Conheça a ferramenta Multiboot clicando aqui, assim você pode usar todas sempre que quiser.

Gostou do artigo? Então apoie o nosso trabalho compartilhando este post na sua rede social favorita, é só clicar nos botões ali em baixo! Marca o amigo(a) dizendo, olha! Achei a solução pro teu PC da Xuxa! =D

Até a próxima!

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Metamorphose Linux agora está no DistroWatch

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quarta-feira, 1 de junho de 2016

O Metamorphose é uma distribuição Linux brasileira com base no Debian e que usa o KDE como interface gráfica, possuindo uma seleção de programas especial e um repositório destinado a atender a necessidade dos brasileiros, agora esta distro também faz parte do famoso catálogo do DistroWatch.

Metamorphose LInux




Nós já falamos várias vezes desta distribuição aqui no blog, recentemente foi liberada a versão 8 do "Meta", como é chamado o sistema pelos seus usuários, e você pode conferir as informações sobre a nova versão e fazer o download do sistema  clicando aqui.

Nós fizemos uma entrevista também com o criador do sistema e uma análise em vídeo que você pode conferir para conhecer melhor o projeto.

Metamorphose Linux no DistroWatch


O DistroWatch é um site muito famoso no mundo Linux por ser uma das poucas tentativas de tentar catalogar todas as distribuições que são criadas, afinal, existem muitas! (mesmo!).

Há algum tempo atrás eu fiz um vídeo onde abordei o assunto do DistroWatch, explicando desta forma, como o ranking de popularidade do site funciona.


As principais distribuições Linux do mundo estão no DistroWatch e nós, brasileiros, podemos comemorar a inserção do Metamorphose Linux como a terceira distribuição brasileira a integrar o catálogo do site, e quem sabe, agora podemos iniciar uma campanha para tentar tornar o software de código aberto nacional mais conhecido também fora do nosso país, fazendo que o que o Metamorphose suba no ranking de popularidade.

O ranking de popularidade do DistroWatch funciona baseado na quantidade de cliques que a página da distro recebe por dia, quanto mais cliques, mais acima a distro fica. Acesse o site do DistroWatch na página do Metamorphose e também compartilhe e incentive que as pessoas acessem, assim podemos colocar as produções nacionais para mais pessoas, quanto mais interessados no sistema, mais ele tende a crescer e melhorar.


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Uruk GNU/Linux, uma nova alternativa ao Trisquel 100% Livre

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

São poucos os sistemas operacionais que tentam usar somente software livre, afinal, este é um desafio e tanto. A distribuição mais popular e melhor acabada com este objetivo até então é o Trisquel, porém, ele acaba de ganhar um concorrente árabe.

URUK GNU/LINUX




O principal objetivo do Uruk é ser livre, ele procura trazer o mesmo conceito que o Trisquel GNU/Linux. Ele é baseado no Ubuntu também mas é muito modificado, começando pelo Kernel, que é o Kernel-Libre, que é uma variação do Kernel Linux original que remove tudo o que é proprietário dele.

Uruk GNU/Linux

O visual da interface, o posicionamento dos ícones e tudo mais lembra o Mac OS X da Apple, o ambiente gráfico é o MATE, incluindo um tema de ícones próprio da distribuição. Dentre os principais programas que compõem este sistema operacional podemos citar o LibreOffice, GNU Emacs, Xfburn, Icedove, California, Abrowser, GIMP, Pidgin, Liferea, Curlew, Atril, Terminator, Gigolo, Deluge, VLC, entre outros.

Você pode saber mais sobre o projeto e fazer o download clicando aqui.

Até a próxima!
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Play Linux - Uma distribuição voltada para games

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

O SteamOS não é a única distribuição Linux voltada para games que existe, existe um sistema chamado Play Linux que também tem esta proposta, ser um sistema Linux para gamers.

Play Linux




O Play Linux é uma distribuição/remasterização derivada do Ubuntu 14.04 LTS e que carrega o ambiente gráfico Cinnamon modificado chamado de Nebula Desktop.

Ele basicamente vem enxuto e com softwares úteis para que joga no Linux, como Steam, PlayOnLinux, Wine e Winetricks, navegador Firefox, Skype e suporte para drivers Nvidia e AMD.

Play Linux

O sistema possui também um mecanismo para configurar um tema para a área de trabalho baseada em combinação de cores facilmente, assim como três temas de ícones diferentes que incluem o Numix, Moka e Faba.

Ainda não pude testar o sistema, mas em breve teremos novidades, se você testou ou vai testar, conte pra gente através dos comentários quais foram as suas experiências com ele.

Sinceramente eu não acredito em milagres de desempenho se comparado a qualquer outra versão do Ubuntu que carregue o mesmo Kernel e mesma versão de drivers de vídeo, talvez a maior oscilação possa acontecer por conta do consumo de RAM, mas isso não influência diretamente na quantidade de quadros dos games se você tive ruma boa quantia, como 8 GB.

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Enquete: Qual a distribuição que os leitores do Diolinux mais utilizam?

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sexta-feira, 8 de abril de 2016

No dia 15 de Janeiro de 2016 nós fizemos uma enquete dentro do nosso grupo no Facebook para descobrir quais as distribuições que os nossos leitores mais utilizam, saiba agora o resultado e vote também, a enquete continua aberta.

Qual distribuição Linux você usa?




A votação esteve, e ainda está, aberta até o presente momento. O objetivo da pesquisa é conhecer um pouco melhor o nosso público, o resultado já era esperado, visto que nós somos um blog que dá enfoque no Ubuntu, mas é interessante ver os números gerados as segundas opções.

Separamos as distribuições sem levar em consideração a interface gráfica que a pessoa usa, você vê o TOP 10 logo abaixo:

Distribuições Linux mais utilizadas pelos leitores do Diolinux

Eu incluí aa 11ª posição também pois o Android figurou na quarta posição, ainda que não tenha muitas opções para serem usadas no Desktop, acredito que a maior parte dos leitores o utilizem em seus Smartphones, como a pergunta não era restritiva ao desktop e sim uma pergunta genérica, "qual distro você utiliza?" acredito que muitas pessoas deixaram de marcar o sistema do robozinho, levando-me a crer que o número seria ainda maior.

De qualquer forma, desconsiderando o Android, apenas para fins de curiosidade, podemos ver uma lista onde Ubuntu, Debian e seus derivados predominam, com uma boa presença de distros RPM como o Fedora, CentOS e openSUSE e uma presença ainda mais considerável de Manjaro e Arch Linux, o que mostra que ambos estão se tornando mais amigáveis ao público.

Como numa conversa informal (não leve este dado extremamente a sério) quero compartilhar algo que lembro de ter lido em algum site que estimava a participação de distros Linux, pesquisei mas não consegui encontrar o link mais, então se alguém tiver poderá nos passar, mas no ano passado a estimativa era que usuários de Arch beirassem os 400 mil ao redor do mundo, algo que deve ter aumentando se contarmos distros como o Manjaro, Antergos e até mesmo o Apricity, que atraíram um público novo através de seus instaladores gráficos e outras facilidades.

Se você quiser participar do nosso grupo e votar também na sua distro de preferência basta clicar aqui. Lembrando que este ranking é simplesmente uma lista de utilizadores, não quer dizer uma uma distro é melhor do que outra simplesmente por estar em uma posição acima.
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