Diolinux - Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador editor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador editor. Mostrar todas as postagens

Lançado Kdenlive 17.08 com várias correções de bugs

Nenhum comentário

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O editor de vídeos Kdenlive lançou um atualização neste semana para os usuários. A versão 17.08 vem com várias pequenas correções para corrigir problemas recorrentes e melhorar a estabilidade do software.

Lançado Kdenlive 17.04 Novidades







Os desenvolvedores do Kdenlive anunciaram nesta semana a disponibilidade da nova atualização para o software de edição de vídeo (que eu uso para fazer o canal Diolinux no YouTube). Dentre os bugs corrigidos podemos destacar a correção no efeito "Freeze", correções em caixas de verificação que ficavam inconsistentes no painel de efeitos. Agora é possível também adicionar uma tecla de atalho para função de "extrair um quadro" no editor.

Outras correções incluem também o efeito de "clique" que acontecia ao cortar certas faixas de áudio, chegamos também à versão Beta do Kdenlive para Windows. O próximo "milestone" do projeto deve ser o Kdenlive 17.12, que sai somente no final do ano e que promete trazer mais novos recursos.

Em breve esta versão do Kdenlive deverá estar nos repositórios de praticamente todas as distros, incluindo o PPA estável para Ubuntu e Linux Mint (e derivados).

Para saber mais sobre esta nova versão do Kdenlive e conferir todo o changelog, clique aqui.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Projeto Krita em apuros com o governo da Holanda

Nenhum comentário

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Os desenvolvedores do projeto Krita publicaram hoje uma nota em seu site explicando sobre problemas legais que a fundação vem passando e em como isso pode impactar o desenvolvimento da ferramenta.

Krita Foundation está com problemas




A Fundação Krita é o órgão responsável pela manutenção do software de mesmo nome, o Krita, que está ficando a cada dia mais popular do ramo de design artístico digital e até mesmo em animações. O Krita é um software livre e depende basicamente de doações para sobreviver.

Parte da "arrancada" do Krita, deve-se ao fato de que os desenvolvedores conseguiram empregar algumas pessoas de forma integral para desenvolver o projeto, e isso foi conseguido primariamente através de uma campanha no Kickstarter, com o passar do tempo, depender de doações apenas acabou se tornando uma dificuldade e por isso o Krita foi parar na Steam e mais recentemente na Windows Store, onde ele é um software pago, ainda que as pessoas possam baixá-lo gratuitamente como sempre foi no site oficial.

Além destss destas tentativas de capitalização, o Krita também oferecia alguns materiais de estudo, como vídeos de treinamentos e livros, para assim poder manter os funcionários e os projetos funcionando, contando com o patrocínio de algumas entidades também.

Problemas com o Governo Holandês


No artigo onde o problema é detalhadoBoudewijn Rempt, um dos mantenedores do projeto, explica o drama vivido pela Fundação Krita.

"Em Fevereiro deste ano nós recebemos uma auditoria fiscal. Estávamos bastante confiantes de que não haveria nenhum problema porque quando criamos a fundação em 2013, nós contratamos uma consultoria especializada (um contador) local para nos ajudar e ajustar a Fundação Krita legalmente, assim como a sua administração. Mantemos todos os nossos impostos e livros fiscais adequados de acordo com o que fora instruído pelo consultor.

Apesar de termos feito tudo dentro do que havia sido instruído, o inspetor fiscal que fez a auditoria acabou levando em consideração do fato de vendermos vídeos de treinamentos e livros como um fator determinante para nos julgar como uma empresa, e não uma fundação financiada por doações. 

Isso teoricamente significa para eles que somos uma fundação parte empresa ou uma empresa parte fundação...

... ao mesmo tempo que tentamos recorrer a essa medida, não pudemos fazer isso porque não somos 100% uma empresa, por outro lado, estamos sofrendo com esta taxa por sermos considerados uma empresa...

... o resultado disso é uma dívida de 24 mil Euros. Consultamos o contador e juntos conseguimos deduzir os impostos para 15 mil Euros aproximadamente, incluindo multas e juros, somando a isso ao pagamento para o contador, que chega a 4 mil Euros.

As discussões com o fiscal e com o contador tem se arrastado por meses. O que estresse que isso causou acabou diminuindo a nossa produtividade de codificação e também acabou fazendo com que gastássemos muito dos nossos fundos nisso, estávamos quase certos de que a fundação Krita iria à falência."

Os desenvolvedores informaram que terminaram 2016 com cerca de 30 mil Euros na conta da fundação, o que seria o suficiente para manter o projeto sem adições até Junho deste ano, por conta do ocorrido a renda caiu para algo em torno de 5,5 mil Euros apenas, o que deixou o projeto em um estado crítico, mas graças a três patrocinadores, o projeto pode sobreviver por mais algum tempo.

"Se não fosse por eles, não teríamos sido capazes de ser tão produtivos quanto queríamos e algumas coisas legais que estávamos trabalhando não teriam sido feitas ainda e pior, talvez não conseguíssemos lançar o Krita 4.0", comenta Rempt.

A ideia é fazer um novo projeto de crowdfunding para o Krita em Setembro para tentar garantir a sobrevivência do projeto por pelo menos mais um ano completo.

Os desenvolvedores enfatizam que é possível fazer doações a qualquer momento durante o ano, não sendo necessário esperar a campanha começar para isso. Você pode ver a página de doações para o Krita clicando aqui.

Boas notícias!


Junto com as notícias ruins também vieram as boas. Os desenvolvedores comentaram que medidas já foram tomadas para evitar um problema semelhante no futuro, fazendo com que a renda obtida através da venda de livros e vídeos seja gerenciada por outra empresa em separado, fazendo da Krita Foundation, uma instituição 100% dependente de doações, recolhendo qualquer faturamento de outra forma.

Uma novidade bacana que foi compartilhada é que teremos uma versão "LTS" do Krita em 2018, seria uma versão focada em estabilidade, provavelmente a versão 4 ou 4.1 e nas palavras dos próprios desenvolvedores, a ideia é que o software tenha "zero bugs".

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.



Edição de vídeo com Blender, uma ferramenta poderosa e pouco explorada!

Nenhum comentário

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O Blender 3D é uma ferramenta extremamente poderosa e gratuita que você pode utilizar no Windows, no Linux e no macOS, um de seus vastos recursos é a edição e a composição de vídeo, vamos falar um pouco sobre isso.

Blender para edição de vídeo



O texto à seguir foi escrito pelo nosso professor do Diolinux EAD, Júlio César Fernandes Neto, confira:

Olá. É a primeira vez que escrevo para o blog Diolinux, então agradeço ao Dionatan pela oportunidade de conversar com vocês sobre edição de vídeo com Blender.

Nos segmentos dominados por soluções proprietárias, o uso de pirataria se amonta. Mas o uso de pirataria frequentemente é uma tentativa de se manter na zona de conforto. Não há problema algum se você prefere as soluções proprietárias, cada um possui as próprias necessidades. Mas por que não expandir o espectro de alternativas?

A dominância de mercado não possui relação linear com a qualidade de um produto. Sendo assim, muitas pessoas tardam a buscar alternativas que podem lhes livrar de um custo financeiro, ou das dores de cabeça da pirataria.

Confira também: Blender Velvets para edição de vídeo.

Eu produzo vídeos para o YouTube, a série chamada Cosmos de Carlos Sagaz (uma homenagem em forma de paródia para Cosmos, de Carl Sagan). Eu usava o pacote Adobe, mas estava disposto a substituir todas as minhas soluções por alternativas gratuitas, especialmente após o After Effects ter apresentado uma falha que quase deitou a perder cenas nas quais eu já havia investido muito tempo. 

Para minha imensa surpresa, surgiu o Blender.

Blender é um programa de manipulação 3D, e é muito poderoso. A Blender Foundation de tempos em tempos lança curta-metragens feitos com Blender, claro. Um exemplo muito bacana é o curta Sintel, que está disponível no YouTube. Não apenas no YouTube, pois você pode baixar todo o projeto 3D usado, e estudá-lo. Atualmente está em produção o filme Agent 327, o plano é lançá-lo como um longa-metragem nos cinemas.


Blender não é apenas - como se isso fosse pouco - um manipulador 3D. Ele também possui um compositor de vídeo. Isso significa que ele tem potencial no mínimo parelho ao After Effects. Mas há um detalhe adicional muito relevante. After Effects é um compositor 2D, com alguma capacidade 3D. Blender é nativamente 3D, isso significa que ele faz o que a solução da Adobe não faz.

Além de composição, o Blender também possui um editor de vídeo, que é meu ponto neste artigo. O compositor tem por finalidade a criação de efeitos digitais sofisticados, enquanto a premissa de um editor é simplesmente criar uma sequência temporal para o vídeo (inclusive importando as cenas feitas no compositor), adicionar transições e efeitos que sejam simples o bastante para não exigir um compositor. O editor de vídeo do Blender apresenta RGB parade e outros tipos de gráficos que nos ajudam muito a controlar cor e contraste. Também é possível adicionar máscaras e efeitos animados via keyframes e camadas de ajuste, apenas para exemplificar alguns atributos presentes no Blender que são considerados avançados. Sem falar as meta strips, que possuem fim semelhante às Sequences no Premiere.

Montei acampamento no compositor do Blender por ele ter idiossincrasias que me agradaram muito, como os atalhos nativos e a maleabilidade da linha de tempo. Também fiquei surpreso com a estabilidade do programa, coisa que não senti em minha experiência com Kdenlive.

Há uma série de fatores, subjetivos e objetivos, que nos fazem escolher tal ou qual solução. Deixo então, como palavras finais neste artigo, um convite para que experimentem o Blender como seu editor de vídeo e, quiçá, como seu manipulador 3D.

E se você está pensando: "Poxa, seria bacana um curso sobre isso!" Bom, você não perde por esperar, fique ligado no blog e no canal Diolinux nos próximos dias.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

Nenhum comentário

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.


Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




OpenShot 2.3 é lançado com nova ferramenta Picture in Picture e mais recursos

Nenhum comentário

domingo, 2 de abril de 2017

Quem está procurando um editor de vídeos relativamente simples para usar no Linux pode encerrar as suas buscas pelo OpenShot. Apesar de simples, ele vem adicionando recursos interessantes para facilitar ainda mais e automatizar a produção de editores de vídeo caseiros, confira as novidades que a versão 2.3 traz para você.

Nova versão do OpenShot video editor




Eu acho o OpenShot perfeito para quem quer fazer edições simples, cortar um vídeo aqui, colocar uma transição ali, colocar uma música de fundo, etc. e apesar isso, ele ainda permite algumas construções mais avançadas, especialmente depois deste último lançamento.
OpenShot 2.3

Jonathan Thomas, o principal desenvolvedor do editor, liberou um vídeo onde ele explica e demonstra um pouco mais das novidades desta versão:


O grande diferencial desta nova versão parece ser mesmo a ferramenta de transformação fácil, que permite que você crie até mesmo animações de movimento de forma simples, com movimentos baseados em keyframes, porém, sem a necessidade de conhecimento avançado nesse tipo de recurso.

Outra coisa que não posso deixar de comentar é a volta da ferramenta de tesoura para cortar os clipes (razor tool), sim, o OpenShot sempre permitiu cortes, mas desde a versão 1.4.3 que o ícone de tesoura deixou de existir, obrigando a usar a tecla de atalho "Ctrl+K" para fazer os cortes, algo que para produção pode ser até eficaz, mas para o público leigo complica um pouco, aliás, o atalho continua funcionando, com a diferença de que agora só o usa quem quiser.

Existem várias outras mudanças interessantes que você pode consultar diretamente do site oficial do editor de vídeos, basta clicar aqui, tem alguns exemplos bem legais.

Instalação do Ubuntu e outros sistemas


O OpenShot possui versões para distros Linux, macOS e Windows, sendo que todos os arquivos que você precisa para instalar ele no seu computador são encontrados na página de download do projeto, incluindo até mesmo o código fonte da aplicação.

Em termos de "Linux", o OpenShot é distribuído oficialmente apenas de duas formas, através do AppImage (para qualquer distro) e através de PPA para o Ubuntu e seus derivados.

Quem já usa o PPA ppa:openshot.developers/ppa só precisa manter o sistema atualizado para ter a última versão do aplicativo. Quem não tem, basta adicionar:
sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install openshot-qt
Lembrando que este PPA é somente compatível com o Ubuntu 14.04 LTS ou superiores e ainda é uma versão Beta, apesar de estar funcionando muito bem. Quem não gosta muito de usar o terminal, pode instalar sem usar o terminal usando o AppImage ou usando ferramentas gráficas.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Procurando uma alternativa mais simples para o Photoshop e o GIMP? Conheça o Pixeluvo!

Nenhum comentário

segunda-feira, 20 de março de 2017

Como eu sempre procuro resolver os problemas dos leitores, ao menos na medida do possível, hoje eu vou apresentar para vocês um editor de imagens que pode ser exatamente o que você estava procurando para realizar os seus trabalhos.

Pixeluvo editor de imagens




Há algum tempo atrás no nosso grupo no Facebook, alguns leitores estavam debatendo sobre a procura por um software que fosse capaz de realizar edições de imagens com um certo nível de complexidade (não tão alto), porém que foi mais simples de utilizar que o GIMP e o Photoshop que tem vários recursos que muitas vezes acabam tornando o uso mais complexo.

Pesquisando por alguma solução que se encaixasse com com este tipo de usuário que prefere não utilizar o GIMP, ainda que ele seja grátis, e também não vê sentido e comprar ou assinar o Photoshop, é que eu acabei encontra o Pixeluvo, comprei uma cópia para mim, sim ele é pago, mas tem um valor relativamente acessível, se compararmos com o produto da Adobe.

Fiz um vídeo bacana para você entender como ele funciona e conhecer as principais ferramentas.



Como você viu no vídeo, eu entrei em contato com os desenvolvedores do Pixeluvo e consegui 5 chaves de ativação para sortear para vocês, para participar do sorteio basta enviar um Tweet pra gente dizendo porque você merece receber a key com a #pixeluvo.

Como essa galera que já está participando:

Pixeluvo Diolinux Twitter

Os vencedores da promoção serão anunciados no canal do Diolinux no Domingo que vem, dia 26 de Março de 2017, então fica ligado! Na Segunda-feira eu faço um post aqui no blog também comentando os vencedores.

Se você quiser comprar o Pixeluvo por sua conta, você pode fazer acessando o site oficial ou através da Steam.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Comparando recursos de editores de vídeo disponível para Linux com os que não estão

Nenhum comentário

quinta-feira, 9 de março de 2017

Recentemente o canal Diolinux fez uma participação muito bacana no canal Brainstorm Tutoriais no YouTube, a ideia era explicar como o Linux pode ser uma alternativa muito interessante para produtores de conteúdo audiovisual, hoje os nossos parceiros do Oficina do Tux postaram um vídeo comparando os editores mais populares, confira.

Comparando editores de vídeo




O vídeo do oficina mostra através de uma tabela um comparativos de recursos disponíveis em cada um dos editores, nem todos eles são grátis, nem todos rodam no Linux, mas dá para você ter uma ideia, pelo menos em análise prévia de alguns dos principais efeitos e recursos, se o editor que você almeja é o ideal para você. 


Vale comentar uma vez mais o fator preço, ainda que determinados softwares possam conter mais recursos, como o Lightworks em relação ao Kdenlive, ou ao Premiere, cabe a você que vai editar identificar que você realmente necessita daquele recurso e se o diferencial que o programa pago em questão tem, rodando no Linux ou não, vale o investimento que você terá que fazer para poder utilizá-lo.



A planilha ainda não está completa e algumas coisas ainda necessitam de testes, assim que houverem atualizações sobre o conteúdo dela você ficará sabendo por aqui e pelo canal Oficina do Tu

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Black Magic lança Editor de vídeo DaVinci Resolve para Linux, veja como instalar no Ubuntu

Nenhum comentário

terça-feira, 7 de março de 2017

Não entenda mal, o DaVinci Resolve, um corretor de cores e editor de vídeos extremamente poderoso e utilizado em diversas produções de Hollywood, já existia para Linux em sua versão completa e paga, o DaVinci Resolve Studio, porém, a versão grátis para usuários domésticos e estudantes só existia para Windows e Mac, pelo menos até hoje, quando a versão para Linux também foi disponibilizada.

DaVinci Resolve para Linux - Ubuntu




A BlackMagic lançou hoje o DaVinci Resolve em sua versão comum e Studio para Linux, a compatibilidade oficial é com o Red Hat 6.8 ou com o CentOS 7.2, praticamente sistemas "clones", é possível que funcione no Fedora também sem maiores problemas, porém, não foi testado. A Black Magic informou que a compatibilidade com o Debian e seus derivados ainda é experimental.

O motivo de dar suporte oficial, ao menos inicialmente, para estes dois sistemas em especial não foi deixado claro, mas eu suponho que os principais clientes da empresa que usam Linux em suas estações de edição utilizem o Red Hat e eventualmente o CentOS, por este ter um valor mais acessível, logo o suporte foi para atender esta demanda inicial que já existia, inclusive, eles comentaram que resolveram liberar a versão para Linux devido a imensa gama de pedidos de seus clientes, o que demonstra o interesse das produções profissionais na plataforma.


Para fazer download do DaVinci Resolve para a sua distro, mesmo que não seja uma derivado do Red Hat, basta ir no site oficial e clicar no botão de download, a versão atual do programa é a 12.5. O arquivo é o mesmo para todas as distros.

No site será necessário fazer um cadastro para poder fazer o download, este por sua vez será um arquivo .zip, que eu recomendo que você extraia para a sua pasta Home, para facilitar na hora da instalação.

Antes de falarmos na instalação, vale ressaltar que o ideal para você usar o DaVinci é possuir placas Nvidia, por conta dos CUDA Cores e bom hardware complementar, como 16 GB de RAM e um processador com 8 ou mais núcleos. Sim, um hardware parrudo, não vou nem falar dos requisitos descritos no manual do DaVinci para não te desanimar, pois lá eles nem falam sobre computadores, e sim estações de trabalho te perguntando quantos "Xeon" a sua placa mãe suporta... então dá pra você ter uma ideia, entretanto, o DaVinci Resolve também roda em computadores mais modestos, obviamente respeitando as suas configurações, contudo, acredito que ele não vá rodar muito bem em computadores com 4 GB de RAM, Core i3 e equivalentes ou inferiores.

Como instalar o DaVinci Resolve no Ubuntu e derivados


Como o blog tem foco principal no Ubuntu e seus derivados, como o Linux Mint, obviamente não vamos deixar vocês na mão para instalar o DaVinci no seu computador. Como o suporte oficial é para a família Red Hat, existem algumas pequenas diferenças que vão impedir a instalação do DaVinci no Ubuntu, no Linux Mint da forma convencional. São problemas de configuração de diretórios mesmo, nada de mais, mas que causarão um erro na instalação caso você simplesmente rode o instalador.

Vamos do passo a passo para ficar fácil, OK? Vamos usar vários comandos no terminal, pois precisaremos criar links simbólicos e instalar algumas dependências, não se assuste, copie e cole no seu terminal cada um dos passos, dando "enter" após cada um e digitando a sua senha quando for necessário, vamos lá?

0 - Abra o Terminal, você encontra ele no menu do seu sistema.

1 - Assumindo que você colocou o arquivo extraído dentro da sua home, vamos garantir que você esteja dentro dela no terminal.
cd /home/$USER/
2 - Criando o primeiro link simbólico para libs de 64 bits:
 sudo ln -s /usr/lib /usr/lib64
3 - Algumas dependências 
sudo apt install libgstreamer-plugins-base0.10-0 liblog4cxx-dev beignet ocl-icd-opencl-dev libssl1.0.0 libssl-dev
4 - Vamos criar mais alguns links, rode um comando após o outro;
cd /lib/x86_64-linux-gnu
sudo ln -s libssl.so.1.0.0 libssl.so.10
sudo ln -s libcrypto.so.1.0.0 libcrypto.so.10
OBS: Na instalação do programa em si, observe o versionamento do DaVinci Resolve que você baixou, no tutorial vou usar a versão atual (destacada em vermelho), caso você esteja vendo este tutorial em um momento onde houve uma atualização e o nome do arquivo é diferente, por favor modifique o nome para que tudo funcione corretamente, observe que você deverá fazer o mesmo em todo momento onde o nome do programa com a sua versão for colocada de acordo com o nome do arquivo que você baixou, à partir de agora em todos os momentos onde uma alteração pontual poderá ser necessária eu vou destacá-la em vermelho.

5 - Vamos mudar as propriedades de execução do arquivo:
cd /home/$USER/

chmod +x DaVinci_Resolve_12.5.5_Linux.sh
6 - Agora vem a instalação em si:
sudo ./DaVinci_Resolve_12.5.5_Linux.sh

DaVinci Resolve Ubuntu

Aguarde o processo de descompressão do arquivo para que a instalação comece.

7 - Assim que o processo no terminal acabar, o DaVinci Resolve deverá estar instalado no seu Ubuntu ou derivado, para rodar o programa e fazer ele abrir para que você possa fazer as suas primeiras configurações e edições rode o seguinte comando:
/opt/resolve/bin/resolve
Uma dica legal para facilitar a abertura do programa para que você não precise digitar o comando toda a vez que quiser abri-lo é, quando abrir ele uma vez pelo terminal, clique com o botão direito nele na barra do Unity e fixe ele ali, assim quando quiser abrir novamente, basta clicar no ícone:

DaVinci Resolve Unity

Dicas adicionais


Ao iniciar o programa, haverá um "tour" explicando as funções e te dando opções para configurações. 

Eu recomendo você mudar a pasta de exportação de projetos para outra à sua escolha, como a pasta "Vídeos" ou qualquer outra que fique dentro da sua Home, pois o padrão do programa é uma pasta do sistema que fica dentro do "/" onde somente como Root você conseguirá operar, o que não é tão prático.

DaVinci Resolve Ubuntu

Outra dica bacana, especialmente para você que é um editor mais experimente em outras ferramentas, é a opção que o DaVinci te dá para usar atalhos de outros editores famosos ou o seu próprio conjunto de atalhos, como dentre as opções disponíveis o que eu tenho maior familiaridade é o Adobe Premiere, selecionei ele para ser a referência nas teclas de atalho, assim qualquer migração já fica mais fácil.


Depois disso você pode criar um projeto para começar a trabalhar:

DaVinci Resolve Ubuntu

E o seu programa já estará rodando no seu Ubuntu ou Linux Mint.

DaVinci Resolve Ubuntu

Como a versão para Linux ainda é novidade é bem possível que existam bugs que devem ser corrigido ao longo do tempo com atualizações, mas é ótimo saber que temos uma ferramenta deste nível par ao desktop Linux.

Outra coisa que deve melhorar no futuro é o processo de instalação, que ainda é muito mais complicado do que poderia ser, formas de fazer com que funcione de forma mais prática não faltam, quem sabe um Snap ou FlatPak, não é? No Red Hat e seus derivados, como o Fedora, o processo de instalação é o mesmo, com a diferença de que os links simbólicos não precisarão ser criados provavelmente.

Aproveite!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Kdenlive para Windows é lançado oficialmente

Nenhum comentário

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Na semana passada eu postei um vídeo no canal do blog Diolinux mostrando o Kdenlive, ainda em fase de testes, rodando no Windows, mas parece que a fase inicial de testes passou rápido e agora você já pode usar o que é considerada uma versão estável do programa.

Kdenlive on Windows


A versão 16.12.1 do Kdenlive foi lançada há alguns dias e junto com ela nasceu a versão para Windows do aplicativo, isso pode permitir que a aplicação alcance mais usuários, até então, este excelente editor (que nós usamos para produzir o canal inclusive) estava disponível somente para Linux e Mac (via MacPorts).



O download da versão atualizada do programa para todas as plataformas podem ser feito através da página de downloads oficiais do Kdenlive, preste atenção, pois na versão do Windows é necessário baixar também o FFMpeg, conforme as instruções que você encontra na página de download também.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Fusion - Um compositor de vídeo profissional para Linux

Nenhum comentário

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Quem está procurando um alternativa para o Adobe After Effects no Linux acaba de ganhar uma nova opção, além do todo poderoso Nuke, e do open source Natron, além do popular Blender, temos também é o Fusion da Black Magic.

Fusion - Linux Video Composite



O Fusion é uma das ferramentas mais populares em Hollywood, ele ajudou a fazer diversas obras, filmes e séries que tem renome em vários aspectos, incluindo obviamente, efeitos especiais, que é onde o programa se destaca. 

O Fusion possui uma versão grátis para Linux, Windows e Mac e uma versão paga que traz mais funções também. Acho interessante comentar alguns dos filmes e séries em que o Fusion foi utilizado, assim você pode ter uma ideia da qualidade dele, então segue uma pequena listinha: 

- 2012 (filme)
- 300
- Avatar
- Captain America: The Winter Soldier
- Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer
- Game of Thrones
- Ghost Rider
- Gravity (filme)
- Hancock (filme)
- Happy Feet
- Harry Potter and the Goblet of Fire
- Harry Potter and the Order of the Phoenix
- Hellboy 2
- Independence Day (1996)
- Iron Man (2008)
- Journey to the Center of the Earth
- King Kong (2005)
- Lost
- Mr. & Mrs. Smith
- Noah (2014)
- Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest
- Prince of Persia: The Sands of Time (filme)
- Prometheus (2012 filme)
- Resident Evil: Apocalypse
- Saw 3D
- Spider-Man 3
- Superman Returns
- Terminator Salvation
- The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader
- The Day After Tomorrow
- The Matrix Reloaded
- The Matrix Revolutions
- The Social Network
- Thor (filme)
- Titanic (1997)

Estes são alguns, entre muitos outros, que fazem parte do grandioso Hall de projetos onde o Fusion teve participação, o programa tem mais de 20 anos de existência e de mercado e é uma plataforma profissional consolidada no ramo de efeitos especiais. A maior parte dos filmes não é finalizada com apenas um programa, então é bom deixar claro que sumariamente, os filmes não usaram "apenas" o Fusion, mas, ele também.

Black Magic Fusion


Download e instalação


Como eu comentei, o Fusion tem uma versão grátis e uma paga, nós vamos aprender a instalar a versão grátis, se você precisar da versão paga o valor da licença é de 995 dólares. Vamos para a instalação?

1 - Acesse o site da Black Magic. Clique no botão de download.

2 - Escolha a plataforma.

Black Magic Fusion

3 - Informe os seus dados para poder fazer o download.

Black Magic Fusion

Depois de completar os dados, clique do botão "Register & Download"

4 - Você vai baixar um arquivo compactado, basta extrair e dentro dele você vai encontrar um arquivo .run, basta dar dois cliques nele e o processo de instalação vai começar com um instalador no estilo Next>>Next>>Finish.

Black Magic Fusion

Black Magic Fusion

Black Magic Fusion

Black Magic Fusion

Black Magic Fusion

Black Magic Fusion

Depois de concluir o processo de instalação, você vai encontrar o programa no menu do seu computador, assim como um atalho para desinstalar o programa também.

Agora é só fazer as suas criações cinematográficas, ganhar muito dinheiro e vir aqui dizer "obrigado" pela gente ter te mostrado esse programa fantástico! 😀😁

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




KXStudio - Distro Linux para produção multimídia com interface KDE

Nenhum comentário

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Existem distros Linux para diversas finalidades, existem algumas bem conhecidas para trabalhar com multimídia e design, como o Ubuntu Studio, mas é a primeira vez que eu vejo uma que usa KDE como interface gráfica, conheça o KXStudio.

KXStudio Linux




O KXStudio é uma distribuição Linux voltada para o público de produção multimídia, especialmente áudio, o sistema é baseado no Ubuntu 14.04 LTS e tem o mesmo tempo de suporte. Diferente do Ubuntu Studio que usa a interface XFCE, o KXStudio usa a interface KDE 4 (por conta da derivação do Ubuntu 14.04 LTS).

Assim como o Ubuntu Studio, o KXStudio também usa um Kernel de baixa latência, importante para quem trabalha com áudio.

KXStudio Linux

A distro vem com vários pacotes voltados para a produção e design pré-instalados, você encontra mais informações sobre quais são estes pacotes e também encontra o repositório da distro, o qual pode ser utilizado em outras distros baseadas no Ubuntu e no Debian, diretamente no site oficial.

KXStudio

Um dos programas mais interessantes que eu encontrei no sistema é o chamado "Claudia Launcher", ele é um programa que reúne os vários programas para trabalhar com áudio que o KXStudio traz consigo e permite que você lance os programas à partir dele, ele também te ajuda a verificar quais as características estão disponíveis para o programa, como o suporte ao Jack para áudio e a presença ou não de plugins.

A instalação do sistema é igual a do Kubuntu, você pode fazer o download da iso (1,5 GB) diretamente do site oficia, na mesma página você também poderá baixar os programas que fazem parte do sistema individualmente:
Acho que vale o teste, não é mesmo?

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Editor de vídeo profissional Lightworks ganha nova versão para Linux e procura atrair usuários de Adobe Premiere

Nenhum comentário

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O Lightworks é sem dúvidas o maior editor de vídeos do mundo Linux em caráter profissional e olha que eu sou um grande admirador do Kdenlive, mas um dos problemas que toda as pessoas que editam com Vegas, Premiere ou até mesmo o Kdenlive enfrentam ao se deparar com ele é a sua interface "diferentona", pois bem, parece que isso não será mais  um grande problema.

Lightworks 14 Ubuntu


Softwares de edição de vídeo fazem parte do dia a dia para mim, eles são uma parte muito importante do conteúdo produzido pelo Diolinux, pois, obviamente é preciso editar os vídeos antes de mandá-los para vocês no nosso canal.

Eu utilizo o Kdenlive há pelo menos 2 anos e meio e sempre admirei  Lightworks, de fato, até já tive o privilégio de entrevistar um dos desenvolvedores do software, porém, mesmo gostando do programa eu sempre tive muita dificuldade de me adaptar ao modo com que se edita vídeos nele, a sua interface sempre me confundiu, para você ter uma noção da diferença da versão antiga para nova, aqui vai uma imagem do Lightworks 12:

Lightworks12

E a versão nova, além de estar mais flat, ainda está com uma organização visual que até eu consegui entender e editar os vídeos:

Novo Lightworks

Quem sentir falta do visual antigo poderá ativá-lo novamente nas configurações dos programa.

Além do visual remodelado com navegação por abas, o que eu achei uma sacada e tanto, o novo Lightworks também tem integração com o Pond5 com o Audio Network, isso permite que você compre conteúdo para utilizar nos seus vídeos, tanto áudio, quanto vídeo.

Pond 5 Lightworks

Audio Network Lightoworks

O novo Lightworks também tem suporte para exportar vídeos em 4K, porém, há uma limitação na versão grátis, que permite apenas exportar em 1080p ou 720p, mas até mesmo neste quesito existe um asterisco.

Acontece que a exportação para o Lightworks grátis só pode ser feita diretamente para o YouTube ou para o Vimeo. Existem licenças mensais e anuais e até mesmo vitalícias.

Você pode baixar a versão grátis com suporte para distribuições .deb e .rpm, com suporte oficial para Ubuntu, Mint e Fedora diretamente do site, é necessário fazer uma conta antes, essa mesma conta será utilizada  no programa depois de instalado, onde é necessário se logar para utilizar.


Observe que o Lightworks 14 ainda está em beta, mas você já pode testar, se quiser baixar a versão estável também é possível, ambos você encontra no link acima. Vale lembrar que além da versão para Linux, o programa também tem versão para Windows e macOS.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Lançada nova versão do editor de vídeos OpenShot

Nenhum comentário

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Quem busca um editor de vídeos compacto e poderoso ao mesmo tempo, com interface intuitiva e multiplataforma, vai encontrar no OpenShot a opção perfeita. Ele é indicado para trabalhos domésticos e não tão profissionais, ainda que tenha diversas funções interessantes para quem produz trabalhos mais complexos, como integração com o Blender e Inkscape.

OpenShot 2.1




A equipe de desenvolvimento do OpenShot liberou uma nova atualização para o editor de vídeos. A versão 2.1 do OpenShot traz atualizações que corrigem bugs da versão passada e incluem o suporte para criar animações em 2D, o que pode ser muito interessante para a criação de vinhetas e outros componentes de vídeo, como "lower thirds" e outras coisas do tipo.


Aqui podemos ver um exemplo de animação feita com o OpenShot:


Para além disso, como você pôde ver no primeiro vídeo, alguns outros detalhes facilitam o worflow da edição, como chaves e interruptores deslizáveis na sessão de propriedades do arquivo, o ajuste da organização do programa entre o modo avançado e um mais simples que contenta todos o tipos de usuário também é interessante, apesar de não ser uma novidade.

Configurações de vistas do OpenShot

Download da versão mais recente do OpenShot


O OpenShot 2.1 é distribuído de duas formas, através de um PPA para o Ubuntu 14.04 LTS e superiores, e através do AppImage, que é um formato que roda em qualquer distribuição Linux. 

Para instalar via PPA no Ubuntu 14.04 ou superior basta usar estes comandos abaixo:


sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install openshot-qt
Se você preferir baixar no modo AppImage, basta clicar no botão abaixo e fazer o download.

Particularmente, eu testei a versão em AppImage, e tudo funciona muito bem, mas aqui vai uma dica, o tema normalmente fica "errado", utilizando o tema que você usa no próprio sistema, para deixar a interface escura, você precisa ir até as configurações do OpenShot e mudar o tema dele manualmente.

Aproveite o programa!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo