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Conheça, instale e personalize o FreeBSD

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Algumas pessoas pediram pra gente comentasse um pouco sobre BSD aqui no Diolinux, então para atender a este pedido, em parceria com o Marcos Oliveira, do canal Terminal Root, nós vamos fazer uma matéria completa para você que quer conhecer um pouco mais este sistema.

FreeBSD





A ideia deste artigo é dar a você o primeiro contato com o mundo BSD.  O FreeBSD é um sistema operacional livre, assim como o Linux, do tipo Unix-like que provém do Research Unix via Berkeley Software Distribution (BSD). Aplicativos podem ser instalados usando o sistema de gerenciamente de pacotes: Ports, ou compilando o código-fonte. Devido aos seus termos de licenciamento permissivos, grande parte do código do FreeBSD tornou-se parte integral de outros sistemas operacionais tal como o OS X da Apple. A licença BSD pode ser considerada até mais permissiva do a GPL que licencia o Linux e diversos outros Softwares Livres, pois ela permite até mesmo que o código de uma aplicação derivada seja fechado. Garantindo maior liberdade de escolha aos desenvolvedores.



Depois dessa breve introdução, aprenda a instalar ao FreeBSD:


Para fazer o download basta acessar este endereço.

Depois de instalar o FreeBSD, você provavelmente vai querer também instalar uma interface, que tal uma simples e direta como o MATE?

No vídeo abaixo você vai aprender a instalar o Xorg, MATE Desktop, SLiM e configurar o rc.conf utilizando o Easy Editor.



Se você for testar o FreeBSD em dual boot com Linux, talvez você tenha problemas iniciais com o reconhecimento do sistema no GRUB, então confira este material para contornar a situação:


Chegando a parte final do nosso tutorial, agora você aprenderá a configurar e personalizar o FreeBSD com aplicações e customizações visuais.


O FreeBSD é um sistema muito interessante e é utilizado em várias grandes empresas, como a Netflix. Particularmente não o vejo ele com grande apelo para uso no desktop diário, mas profissionalmente falando, é um sistema que você deveria se importar em conhecer um pouco mais a fundo. No entanto, para para as pessoas que gostariam de experienciar um desktop BSD, talvez o TrueOS seja uma escolha mais interessante.

Se você vai instalar ou não no seu computador para fazer um test drive eu não sei, mas se tiver curiosidade de ao menos conhecer, considere então uma máquina virtual, assim você faz as suas experiências sem comprometer o seu sistema operacional atual.

Quero agradecer ao Marcos pela contribuição com o conteúdo, vocês podem conhecer o canal dele aqui.

Até a próxima!

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Instalando o básico para programar em Java no Ubuntu e Linux Mint

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Quando se está aprendendo uma linguagem nova de programação podem surgir muitas dúvidas, uma delas é: quais softwares eu devo instalar na meu computador? Aqui vamos apresentar a maneira mais simples (embora bastante completa e instalar o necessário para programar em Java) no Ubuntu. Antes que eu esqueça: quando eu falar em Java e JDK (mais a frente eu explico o que é), estou me referindo ao mesmo software.

Como montar um ambiente de programação Java no Ubuntu






Este material foi co-escrito com o nosso leitor Tiago Funk. Este conteúdo destina-se a programadores que utilizam Ubuntu, Linux Mint ou derivados.


Instalação do JDK


O JDK (Java Development Kit) é um software permite que aquilo que você programa em Java, que basicamente é apenas texto, seja traduzindo em linguagem de máquina e depois executado (não vou entrar em detalhes, mas o Java é executado dentro de uma máquina virtual). Além disso, ele contém bibliotecas (código já existentes da linguagem), assim você podem também utilizá-las e vários outros recursos importantes que ajudam a programar.


Para trabalhar com JDK no Ubuntu e no Linux Mint nós vamos instalá-lo via PPA para manter o Java sempre atualizado, porém, antes vamos verificar se você já não tem o programa instalado.

Abra o terminal e digite:

java -version

Com Java Instalado
Com Java instalado

Sem Java Instalado
Na imagem de cima o Java está instalado (versão 1.8 ou versão 8, como queiram chamar) e na de baixo ele não está instalado.
Assim, se o Java estiver instalado, você pode pular essa parte do tutorial, indo direto para as IDEs.
Para instalar o Java basta digitar os seguintes comandos para começar a instalação:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java

Repare que quando o PPA for adicionado, aparecerá uma mensagem dizendo que já existe a versão 9 do Java, mas esta em fase de desenvolvimento, ou seja, não é aconselhável a sua instalação para produção estável.

Aqui vamos instalar a versão 8, a versão mais recente e estável.
Voltando aos comandos:

sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java8-installer


O ultimo comando baixa um scrip que automatizará a instalação do Java, por isso ele é tão pequeno (menos de 100 Kb), mas ele vai baixar e instalar o JDK que é bem maior, esse processo pode demorar bastante dependendo da velocidade da internet que você tem. 

Depois de instalado você teoricamente teria o necessário para começar a programar em Java, basta escrever o código no bloco de notas e compilar pelo terminal cada arquivo, simples não?  Simples sim, prático? Nem tanto. Por isso escolher uma IDE é um passo fundamental, a IDE é um software que escolhido com calma pode adiantar muita coisa que antes era feita manualmente.

Escolhendo uma IDE


Existe duas opções iniciais mais populares para quem programa em Java, o Eclipse e o Netbeans. Obviamente existem outras, mas isso fica a critério de programadores mais experientes usá-las e testá-las. Vou mostrar como instalá-las por possuir experiência com ambas e são os softwares oficiais da mesma empresa que cuida da linguagem Java. 

Eu particularmente recomendo o Eclipse para quem estiver começando a programar, por ser um pouco mas flexível, e na medida do tempo, com mais experiencia, utilize o Netbeans, é interessante saber utilizar ambas, cada uma traz seus pontos fortes e fracos, mas se você está começando a programar não se preocupe com eles.


Instalando o Eclipse


Acesse o site oficial e baixe a versão mais nova. (atualmente é o Eclipse Oxygen). Será feito o download de um arquivo de extensão tar.gz, descompacte-o e dentro da pasta que você acabou de descompactar execute o arquivo eclipse-inst.

Instalando o Eclipse

Será aberta uma janela de instalação, selecione Java ou Java EE (mais completa) quando for solicitado. Depois é só esperar a instalação pacientemente, ela demora um pouco.

Ao terminar a instalação será criado um uma pasta chamada 'eclipse' (tudo minúsculo) na sua pasta de usuário. Dentro desta pasta, entre no diretório eclipse-(nomeVersãoEclipse), depois entre na pasta "eclipse" novamente, e execute o "eclipse" (pode colar na área de trabalho para ser mais rápido o acesso).

ATENÇÂO: Esses passos foram feitos com o eclipse oxygen, versões anteriores e posteriores podem ser diferentes (mas nada que o Youtube e o Google não resolvam).

Binário do Eclipse

Ao iniciar o Eclipse será necessário indicar a pasta do WorkSpace, ou seja, aonde vão ficar guardados os projetos que você for criar, pode deixar o padrão ou escolher uma nova pasta (é legal você criar uma pasta apenas para guardá-los).

Workspace do Eclipse

Na barra de cima de interface, clique no primeiro item, depois escolha “Java”, “Java project”, depois dê um nome para o projeto. Vamos chamá-lo de “OlaMundo” (sem acentos ou caracteres especiais pois podem ocorrer erros).

Eclipse

No lado esquerdo, vai aparecer o seu projeto, clique duas vezes nele, vai se abrir uma pasta “src”, clique com o botão direito nela, depois “new” e “class”, e finalmente, dê um nome para esse arquivo.
Vai-se abrir o novo arquivo, digite o código da imagem que vem a seguir e clique no ícone verde para executar, logo abaixo vai surgir a mensagem “olá mundo”.

Instalação do NetBeans


Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 Gb de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em máquinas que não possuam esse hardware, mas compromete bastante (experiência própria). 


Na página você pode ver várias opções:
Download NetBeans

Note que é possível programar em várias linguagens no NetBeans, mas isso é história para outro dia. Escolha a segunda opção, a versão completa para o Java. Paciência para o download de quase 200 MB.

Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:

sudo sh NomedoArquivo.sh

Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.Não se assuste com a demora para a instalação, isso é algo comum, além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.

Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, não assuste se demorar para abrir o programa, é bem comum também.

Para abrir um projeto e executá-lo é bem parecido com o que foi feito no Eclipse. 

Clique no segundo ícone e escolhe “Java” e “aplicação Java”, depois atribua um nome para o projeto. Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste.

Basta deixar igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans

Antes de terminarmos tenho mais duas coisas para comentar:

Primeira: Eclipse e Netbeans consomem muitos recursos da máquina, então não se assustem se eles demorem para executar uma ação.

Segunda: Se ficaram com dúvida de com utilizá-los, busquem, pesquisem, vejam tutoriais. Vai ser importante para quem está começando a programar aprender a pesquisar e felizmente existem muita documentação sobre estes softwares na internet.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do blog: Se você quiser participar do blog também e enviar uma matéria para que ela seja publicada aqui, entre em contato.

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Como o ISPConfig e o Linux mudaram a forma como hospedamos sites

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Hospedar um site é algo relativamente simples de se fazer hoje em dia, com poucos trocados você consegue alugar o seu próprio servidor e montar o serviço que quiser, ou você pode criar um ambiente de testes na sua própria máquina. Existem vários serviços prontos que podem ser úteis também e atender a muitos casos, mas é claro que o quando o "bicho pega" em grandes projetos, é preciso um certo profissionalismo extra e o gerenciamento destes servidores é um ponto central, por isso os profissionais dessa área, os especialistas, são pessoas de tanto valor para o mercado.

Hospedagem






A 11ª edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, que mede a posse, o uso, o acesso e os hábitos da população brasileira em relação às tecnologias de informação e de comunicação, mostra que 58% da população brasileira usam a internet – o que representa 102 milhões de internautas. A proporção é 5% superior à registrada no levantamento de 2014.

De acordo com a pesquisa, o smartphone é o dispositivo mais utilizado para o acesso individual da internet pela maioria das pessoas: 89%, seguido pelo computador de mesa (40%), computador portátil ou notebook (39%), tablet (19%), televisão (13%) e videogame (8%).

O resultado do estudo é fruto de entrevistas pessoais realizadas em 23.465 domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016.

Mas aí você pergunta, o que isso tem a ver com Hospedagem de Sites? Para uma resposta curta e direta, tudo. Vou explicar alguns detalhes nos quais o impacto desses dados na criação de um ambiente de hospedagem de sites, rápido, seguro e organizado é notável.

Nilton OS


Desculpe não me apresentar inicialmente, meu nome é Nilton e você vai me achar na internet como jniltinho ou Nilton OS, uso Linux há quase 19 anos, trabalhei na operação de um Provedor de Hospedagem por quase 10 anos, dos quais, a maior parte do tempo administrava um ambiente critico de e-mail com mais de 600 domínios e mais de 6.000 contas de e-mails e uma infraestrutura de hospedagem de sites com quase 100% do ambiente rodando Linux e sua pilha LAMP, (Linux, Apache, Mysql e PHP).

Voltando ao tópico, as informações afirmam que 89% dos acessos a internet é feito pelo smartphone, então é certo dizer que hoje no Brasil existem mais smartphones do que computadores de mesa conectados na internet.

As pessoas acessam os aplicativos instalados no smartphone, que por sua vez acessam serviços que estão rodando em algum Servidor, que na maioria das vezes rodam em cima de algum sistema operacional com kernel Linux.

A maioria desses serviços são serviços que rodam sobre a camada Web, protocolo HTTP na porta 80 ou em HTTPS na porta 443 ou mesmo alguma API rodando também sobre HTTP.

Em virtude disso você precisa usar uma aplicação servidor para o protocolo HTTP, hoje o mais conhecido é o Apache2, seguido do IIS da Microsoft, mas ao longo do tempo foram surgindo outros carinhas para aguentar toda essa demanda e um dos mais conhecidos é o Nginx que é outro servidor HTTP, mais rápido e mais performático que o Apache2. O projeto Nginx nasceu para tampar essa lacuna que o projeto Apache tem, pois o Apache não nasceu em um cenário como o nosso atual, onde você tem milhares de dispositivos acessando um serviço web de forma simultânea.

Então o que você precisa para hospedar um site ou uma api web? 

Basicamente você vai precisar de 4 coisas, um sistema operacional Linux preferencialmente, um Servidor Web, um Servidor de Banco de Dados e uma linguagem de programação, mas não é só isso, para cada site ou api ou serviço, você precisa criar um ambiente isolado para cada um deles e é aí que moram três problemas muito comuns em empresas de pequeno, médio, e até mesmo, grande porte, que são esses: rapidez, segurança e organização.

Foi nesta situação que há 10 anos ey conheci um projeto Open Source chamado ISPConfig, que me ajudou a organizar, deixar o ambiente mais seguro e fazer tudo com uma velocidade tremenda. Isso para todos os ambientes de hospedagem de sites em Linux, não precisei pagar nada para usá-lo e o provedor onde trabalhava não tinha recursos para gastar com algum outro software de gestão de hospedagem. O software não tem custos, mas você precisa aprender a usá-lo!

Hoje o ISPConfig administra os seguintes serviços no Linux: DNS, Bind, E-mail com Postfix, Base de Dados MariaDB/Mysql, Serviços Web Apache2 ou Nginx, Serviços de FTP, entres outros. 

O ISPConfig é o software grátis mais completo para colocar em um provedor de Hospedagem de Sites ou E-mail e eu recomendo ele para qualquer profissional ou empresa que desenvolve software para Web, tanto para quem desenvolve para computador de mesa quanto para quem desenvolve software para smartphones.

A Hospedagem antes do ISPConfig


Creio que esse tipo de cenário seja parecido com a maioria das empresas que não tem um software de gestão de hospedagem, mas vamos ao que interessa, essa é uma pequena historia que ilustra bem o caos que era antes do ISPConfig.



Na época que entrei na empresa, tínhamos 4 servidores de hospedagem, 3 servidores Linux e um servidor Windows com IIS, os servidores Linux rodavam com Apache e hospedavam sites escritos em PHP e HTML. Para criar um novo site, você tinha que acessar o servidor remotamente por ssh e criar tudo pelo terminal do Linux, muitas vezes perdíamos uma grande quantidade de tempo efetuando esse procedimento, fora que cada analista Linux criava de forma diferente esse tipo de ambiente.

Para minha felicidade, no Provedor onde eu trabalhava só haviam duas pessoas para trabalhar com este ambiente, o que diminuía a quantidade de erros, porém, eventualmente os diretores faziam esse processo, fazendo com o que o ambiente ficasse mais bagunçado.

Muitas vezes eu esquecia uma ou outra coisa para habilitar no site e tinha outro erro ainda mais grave, como não tinha quota para os sites, alguns clientes que contratavam um espaço de 500MB e quando íamos verificar, ele tinha hospedado mais de 3GB de dados na sua pasta de site, nem vou comentar sobre a parte de segurança nas permissões de arquivos e pastas, não sei como o ambiente sobreviveu tanto tempo com esse caos que era aquela infra de hospedagem.

Por causa dessa desorganização ao longo do tempo perdemos alguns clientes. O ambiente era tão ruim que quando um site precisava de uma versão mais recente do PHP, precisávamos compilar e habilitar para todos os clientes e sites com PHP ativo, muitas vezes vários sites paravam de funcionar por causa dessa alteração.

Como eu tinha dito no inicio do post, no ambiente faltavam esses três pilares, ser rápido, seguro e organizado, creio que se continuassemos assim, perderíamos todos os clientes dessas hospedagens ou pior.

- Vamos usar o ISPConfig

Essa foi a frase de um diretor da empresa, confesso que fiquei muito surpreso no inicio, fiquei pensando na minha cabeça - o que será isso ? .... - Mas aí começou o grande desafio: entender esse software, instalar e colocar em produção. 

No inicio, em 2007, o ISPConfig estava na versão 2.2.x, mas naquela época apenas o Debian dava suporte a a ele, tudo bem, eu adorava o Debian mesmo. Depois de algumas semanas de testes, tínhamos um ambiente rodando em produção, vou dizer pra você com sinceridade, quase desisti de trabalhar com hospedagem. O ISPConfig era muito limitado e eu era mais limitado ainda em entender o ISPConfig. Só não desisti porque meu diretor na época pediu para eu insistir mais um pouco antes de jogar a toalha, o tempo foi passando e eu dominando ainda mais o software e aos poucos o projeto foi ganhado versões para outras distros Linux, em uma delas eu ajudei a reportar vários bugs, o openSUSE. Aos poucos migrei quase todos os servidores de hospedagem para o ISPConfig em cima do openSUSE, não foi algo fácil, mas era preciso.

Na versão 2.2 do ISPConfig, o suporte para servidores web ainda era muito limitado, só funcionava em cima do Apache e só podia ter apenas uma versão do PHP.

O tempo foi passando, eu conhecendo mais o ISPConfig, até que deu-se o inicio a versão 3.X do ISPConfig, com inúmeras melhorias, uma interface totalmente remodelada, feita com Ajax, suporte para outro servidor web e opção de compilar versões diferentes do PHP e usar essa versão em um site sem afetar outro site que esteja usando a versão padrão da distro.

Hoje o ISPConfig está na versão 3.1.5 que foi lançada dia 29 de Junho de 2017.


Quase 10 anos usando o ISPConfig, hoje ele consegue abrigar qualquer tipo de projeto web feito para ambiente Linux ou feito em Java, tudo no ISPConfig fica muito elegante e organizado, toda gestão é feita via interface web, se você precisar de um ambiente rápido você pode instalar o servidor web Nginx, além de um ambiente de hospedagem de sites, você ainda tem um ambiente de gestão de E-mails, serviços de DNS, Webmail, servidor de mensagens jabber, entre outras coisas, e o melhor,não tem custo nenhum para quem deseja instalar o sistema em um Servidor Linux.

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Edição de vídeo com Blender, uma ferramenta poderosa e pouco explorada!

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

O Blender 3D é uma ferramenta extremamente poderosa e gratuita que você pode utilizar no Windows, no Linux e no macOS, um de seus vastos recursos é a edição e a composição de vídeo, vamos falar um pouco sobre isso.

Blender para edição de vídeo



O texto à seguir foi escrito pelo nosso professor do Diolinux EAD, Júlio César Fernandes Neto, confira:

Olá. É a primeira vez que escrevo para o blog Diolinux, então agradeço ao Dionatan pela oportunidade de conversar com vocês sobre edição de vídeo com Blender.

Nos segmentos dominados por soluções proprietárias, o uso de pirataria se amonta. Mas o uso de pirataria frequentemente é uma tentativa de se manter na zona de conforto. Não há problema algum se você prefere as soluções proprietárias, cada um possui as próprias necessidades. Mas por que não expandir o espectro de alternativas?

A dominância de mercado não possui relação linear com a qualidade de um produto. Sendo assim, muitas pessoas tardam a buscar alternativas que podem lhes livrar de um custo financeiro, ou das dores de cabeça da pirataria.

Confira também: Blender Velvets para edição de vídeo.

Eu produzo vídeos para o YouTube, a série chamada Cosmos de Carlos Sagaz (uma homenagem em forma de paródia para Cosmos, de Carl Sagan). Eu usava o pacote Adobe, mas estava disposto a substituir todas as minhas soluções por alternativas gratuitas, especialmente após o After Effects ter apresentado uma falha que quase deitou a perder cenas nas quais eu já havia investido muito tempo. 

Para minha imensa surpresa, surgiu o Blender.

Blender é um programa de manipulação 3D, e é muito poderoso. A Blender Foundation de tempos em tempos lança curta-metragens feitos com Blender, claro. Um exemplo muito bacana é o curta Sintel, que está disponível no YouTube. Não apenas no YouTube, pois você pode baixar todo o projeto 3D usado, e estudá-lo. Atualmente está em produção o filme Agent 327, o plano é lançá-lo como um longa-metragem nos cinemas.


Blender não é apenas - como se isso fosse pouco - um manipulador 3D. Ele também possui um compositor de vídeo. Isso significa que ele tem potencial no mínimo parelho ao After Effects. Mas há um detalhe adicional muito relevante. After Effects é um compositor 2D, com alguma capacidade 3D. Blender é nativamente 3D, isso significa que ele faz o que a solução da Adobe não faz.

Além de composição, o Blender também possui um editor de vídeo, que é meu ponto neste artigo. O compositor tem por finalidade a criação de efeitos digitais sofisticados, enquanto a premissa de um editor é simplesmente criar uma sequência temporal para o vídeo (inclusive importando as cenas feitas no compositor), adicionar transições e efeitos que sejam simples o bastante para não exigir um compositor. O editor de vídeo do Blender apresenta RGB parade e outros tipos de gráficos que nos ajudam muito a controlar cor e contraste. Também é possível adicionar máscaras e efeitos animados via keyframes e camadas de ajuste, apenas para exemplificar alguns atributos presentes no Blender que são considerados avançados. Sem falar as meta strips, que possuem fim semelhante às Sequences no Premiere.

Montei acampamento no compositor do Blender por ele ter idiossincrasias que me agradaram muito, como os atalhos nativos e a maleabilidade da linha de tempo. Também fiquei surpreso com a estabilidade do programa, coisa que não senti em minha experiência com Kdenlive.

Há uma série de fatores, subjetivos e objetivos, que nos fazem escolher tal ou qual solução. Deixo então, como palavras finais neste artigo, um convite para que experimentem o Blender como seu editor de vídeo e, quiçá, como seu manipulador 3D.

E se você está pensando: "Poxa, seria bacana um curso sobre isso!" Bom, você não perde por esperar, fique ligado no blog e no canal Diolinux nos próximos dias.

Até a próxima!
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Xiaomi Redmi 3S é o Smartphone de baixo custo e qualidade para você

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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Olá pessoal, hoje eu vou mostrar para vocês uma opção muito interessante em relação ao custo/benefício para quem busca um Smartphone. Este artigo está sendo feito à convite dos nossos parceiros da loja GearBest, onde você pode encontrar o aparelho.

Redmi 3S



A Xiaomi é conhecida por muitos como a "Apple da China" e produz Smartphones com lindas curvas e designs bem trabalhados, depois do lançamento da linha Redmi aqui no Brasil a empresa ganhou muitos fãs em terras tupiniquins. Hoje vou mostrar uma boa opção para você que não quer gastar tanto e ainda assim comprar um bom aparelho.


Vamos para a especificação do aparelho:

Tela: 5 polegadas e resolução HD de 1280 x 720

CPU: Qualcomm Snapdragon 430 Octa Core 1.4GHz

Sistema: Android 6.0 

RAM + ROM: 2 GB RAM + 16 GB ROM 

Expansível por cartão de memória para até: 128 GB

Câmera: Câmera traseira de  13.0 MP + camera frontal 5.0 MP 

Bluetooth: 4.1

Características adicionais: Leitor de Digitais Scanner, GPS, A-GPS

SIM Card: Dual SIM dual standby, um micro SIM e outro nano SIM 

Rede de operação: 
2G: GSM 900/1800/1900MHz
3G: WCDMA 850/900/1900/2100MHz CDMA 2000 BC0
4G: FDD-LTE 1800/2100/2600MHz

E quanto custa esse carinha? A GearBest está fazendo uma promoção dele com 50% de desconto custando apenas US$ 129.69, confira mais detalhes sobre a promoção e sobre o aparelho na loja clicando aqui. Eu ainda não tive a oportunidade de testar um pessoalmente, então por enquanto não posso dar mais opiniões à respeito dele, mas dado o preço e as configurações, ele é realmente muito atrativo.

Você já teve ou tem um Smartphone da Xiaomi? O que você acha dele?

Até a próxima!
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3 dicas simples para você estudar programação e T.I online gratuitamente

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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Você está procurando uma forma de estudar programação online? Então confira agora algumas sugestões para você começar a sua jornada no mundo da tecnologia com sites que você pode usar como auxiliares para o seu desenvolvimento como profissional e/ou hobbysta.

Aprenda em casa




Este texto foi escrito pelo nosso leitor, Felipe Pedrosa, e não representa necessariamente a opinião do blog sobre assunto, mas certamente será de valor para você que está querendo dar uma guinada na sua vida através dos estudos e não tem muito dinheiro para investir na sua educação, confira:

Estudando em casa


Olá amantes da tecnologia, hoje apresentarei diversos sites que venho utilizando para aprimorar meu conhecimento, espero que ajude vocês na caminhada do conhecimento.

Em primeiro lugar trago o a Code Academy, este entre todos é meu favorito, possui diversos tipos de linguagem para programação WEB como Python, Ruby, JavaScript entre outros e todo este conteúdo totalmente de graça.

Para quem deseja aprender SQL posso indicar um curso que eu conclui no site da “SoftBlue”e é espetacular, o curso possui embasamento na ferramenta “PostgreSQL" mas isto não implica em nada caso queira utilizar outra ferramenta de sua preferência como o “MySQL”.

Como estamos falando da SoftBlue posso indicar um outro curso disponibilizado pela empresa que é sobre “Lógica de programação” outro curso excelente, mas este não completei.


Outra alternativa muito interessante que encontrei foi o ”Code Combat”, um site que ensina a programar “jogando”, a iniciativa é muito simples, você controla seu personagem utilizando programação para derrotar seus inimigos e passar de fase, você pode “jogar” utilizando alguns tipos de linguagens diferentes como Python, JavaScript, CoffeeScript e Lua ( no site diz que Lua é uma linguagem utilizada para criar jogos ). Hoje o site esta disponível em português de Portugal mas caso alguém queira contribuir para a tradução para Português do Brasil a opção esta disponível no site da empresa. 

Por ultimo trago uma lista feita pelo Olhar Digital onde diversos sites disponibilizam conhecimento gratuito, este link foi apresentado por meu gerente na empresa em que trabalho e gostaria de compartilhar com todos.

Apenas para conhecimento o nenhuma das empresas citadas patrocinaram esta postagem ou o blog, as informações divulgadas aqui são apenas para que outras pessoas adquiram conhecimento, assim abrindo portas e mostrando que todo mundo tem uma oportunidade de melhorar seu futuro.

Agradeço ao Dionatan e ao blog Diolinux por concederem esta oportunidade.

Nota do blog


Quero agradecer a participação do nosso querido leitor e sugerir a você, caso você tenha alguma ideia bacana, dica, tutorial que gostaria de compartilhar com as pessoas, mande um e-mail pra gente com o seu artigo.

Até a próxima!

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Da obrigação à paixão, a história de Marcio com o Linux

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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Todos tem uma boa história para contar, eu já me convenci disso. Recebemos muitos e-mails aqui no Diolinux de leitores contando as suas histórias, e sabe qual é o fator mais curioso? Elas são muito familiares! Boa parte das situações eu passei também ao longa da minha jornada profissional, e tenho certeza que você também! Ver histórias como as do Marcio fazem você se motivar e ver que muitas vezes há males que vem para bem, confira:

Vou ter que usar Linux?




O texto que você vai ler logo abaixo foi escrito por Marcio Stella Rosso, as opiniões dele não necessariamente representa a opinião do blog sobre qualquer assunto abordado.

"Olá Dionatan, tudo bem?

Assim como outros, também sou leitor assíduo do seu blog. Por ver tantos outros contando suas histórias sobre o vínculo com LINUX, decidi contar a minha também para colaborar e mostrar aos "medrosos" que o LINUX pode ser melhor e mais interessante que o Windows.

Bem...

Meu Nome é Márcio Rosso, sou funcionário público na Prefeitura Municipal de Nova Palma - RS,
no setor de tecnologia há 15 anos. Tenho formação técnica em informática há 20 anos pela escola técnica da Universidade Federal de Santa Maria - RS (UFSM).

Minha história com LINUX é a seguinte:

Já tinha ouvido falar muito em "LINUX". Mas nunca tive um interesse concreto até 2010, quando fui remanejado de setor e passei a ser monitor e coordenador do telecentro comunitário de Nova Palma. 

Quando cheguei ao telecentro me deparei com um sistema chamado "Metasys Server" no servidor e "Metasys Client" nas 20 máquinas do telecentro. No início fiquei assustado: "Meu Deus, o que que é isso? Como isso funciona?". Pensei logo: "Vou formatar tudo e instalar o Windows 2003 no Servidor e o XP nas máquinas!", pois era no que eu aprendi e estava acostumado a trabalhar.

Mas, pra complicar mais ainda, fui informado de não poderia trocar o sistema porque o Ministério das Comunicações fez um contrato de soft livre com a Prefeitura, e, portanto, só poderia ser usado LINUX no telecentro ("To Ferrado!"). Então decidi aprender mais a fundo sobre LINUX, especialmente sobre o Metasys, que na época (2010) estava na versão 2.2 (hoje está descontinuado). Era um sistema baseado em Red Hat, uma mistura de Mandriva e Fedora com KDE 2.

Então... Um sistema fantástico! As máquinas logavam no servidor com cadastro de usuários (previamente definido) e com controle de acesso a internet e controle de tempo de login (Squid), compartilhamento de arquivos e cadastro de usuários (Samba), servidor DHCP e DNS para a rede local e com um sistema que só o LINUX tem, que apaga todos os dados do usuário no logon. "Era tudo o que eu queria!!" Porque não tinha descoberto isso antes?? Que coisa!!". Hoje uso Debian 8 no servidor e o Mint 17.3 nas máquinas e ministro cursos de informática em várias áreas com Linux sem o menor problema. Desde curso básico de informática (iniciantes e 3ª idade), intermediário (pra que está vindo do Windows) e curso avançado, pra que quer ir pra faculdade de Informática já com algum preparo no assunto o precisa pra a empresa no qual trabalha. Além de cursos na área gráfica (GIMP) e na área Office (Writer, Calc e Impress).

Resumindo... Me apaixonei por LINUX de uma maneira, que hoje consigo usar somente LINUX no
trabalho e no lazer. E por isso, vai um recado à todos os "medrosos" da área: "LINUX é melhor, mais rápido, mais seguro, mais estável, mais confiável e, o melhor de tudo, GRATUITO!". E as novas
distros de hoje como Manjaro, Mint, DuZeru, Metamorphose, elementary OS e outras, não deixam à
desejar em nada para o Windows em beleza e praticidade.

Claro, não podemos desfazer tanto do Windows pela históra que ele traz consigo. Mas é bem verdade
que em matéria de cooperativismo e comunidade o Windows não tem nada, pois a Microsoft só visa lucro mesmo. Deste modo, Viva o LINUX! E obrigado Linus Torvalds, Richard Stalmamm e todos aqueles que trabalharam arduamente para que o Linux chegasse à nós hoje, com liberdade, elegância e dinamismo. E vamos incentivar e colaborar com o que pudermos para que as distros brasileiras não tenha o mesmo fim do Kurumim, se não for tecnicamente, vamos ajudar com um pouco de dinheiro para que os desenvolvedores possam continuar mantendo o foco como forma de incentivo.

Obrigado Dionatan pelo espaço, um abraço à todos!"

Nota do blog


Quero agradecer ao Marcio pela sua participação, contando a sua história e expondo a sua opinião. E você, nosso leitor; se você gostou do depoimento do Márcio confira os capítulos anteriores com a história de muitas outras pessoas, basta clicar aqui, e se você quiser enviar a sua história pra gente também, será muito bem-vindo! Entre em contato por e-mail.

Até a próxima!
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Minha história com o Linux, por Daniel Valadão

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Hoje temos mais um daqueles depoimentos bacanas que os leitores nos mandam; quem vai contar a sua história com os sistemas operacionais baseados no Kernel Linux hoje é o nosso leitor Daniel Valadão, ele mandou um e-mail pra gente contando um pouco da sua experiência com o sistema, confira:

Minha história no Linux




Gostaria de agradecer a participação do nosso leitor e sua boa vontade em compartilhar a sua história que quem sabe possa inspirar mais pessoas a pelo menos experimentarem o lado aberto da tecnologia. Vale ressaltar que como sempre, as opiniões do texto abaixo não necessariamente representam a opinião do blog Diolinux sobre qualquer assunto abordado, se você também tem uma história legal para contar e quer ver ela publicada aqui, mandê-nos um e-mail com o seu texto. Vamos conhecer agora a história de Daniel Valadão.

"Eu sou um leitor do seu blog e um espectador do seu canal há pelo menos 2 ou 3 anos, inclusive já enviei uma reportagem sobre 14 programas similares de Windows no Linux, que segundo você no seu vídeo de retrospectiva do fim de ano, foi a mais acessada de julho.

Hoje eu quero contar um pouco da minha história e experiencia no mundo do pinguim.

Eu fui apresentado ao Linux em 2002; foi quando comprei meu primeiro computador. Meu Windows XP pegou um vírus chamado BLASTER, que afetava o sistema de som do computador e eu precisei que meu amigo, que na época já estudava montagem e manutenção de computadores, para me ajudar a formatar o meu PC. Na época ele me deu uma cópia do Kurumin, me informando que se tratava de 'um Linux', que era excelente, melhor que o XP; eu até achei, mais não conseguia instalar ele no HD, mesmo porque eu nem sabia formatar direito ainda, só usei em liveCD.

 Achei muito chato o fato de não conseguir formatar e instalar em definitivo o Kurumin com o Gparted e acabei jogando o CD fora, continuei no Windows XP. Em 2007 quando eu fiz um curso de montagem e manutenção e redes, o professor me apresentou o Ubuntu, foi ai que me apaixonei pelo sistema do pinguim. 

Este professor ensinou a formatar e instalar o Ubuntu no HD, me deu uma cópia do CD de instalação da versão 7.04 com Gnome 2 na época, quando cheguei em casa instalei e testei, passei a gostar muito do sistema, mais do que o XP e do que o Vista. 

Desde esta época já testei no meu computador o Familix, o Debian, o Fedora, o OpenSUSE, o Mandriva, o elementary OS, o Linux Mint, etc,

Mas, as distros pelas quais me apaixonei e ainda sou apaixonado fora mesmo o Ubuntu e o Fedora, uso e recomendo. Apesar de gostar de usar eu ainda não consegui me desfazer do Windows completamente devido a necessidade de usar alguns aplicativos que apenas rodam no Windows, como Adobe Photoshop e Corel Draw, então eu uso em dual boot com Linux e com Windows."

Nota do blog


E aí, se identificou com a história do Daniel? A sua foi parecida? Conte pra gente nos comentários, ou se preferir, escreva pra gente para que todos também a conheçam. Mais uma vez, obrigado Daniel por compartilhar a sua experiências conosco e com os leitores do blog!

Até a próxima!

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Alex e suas experiências no mundo Linux

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domingo, 29 de maio de 2016

Uma vez mais vamos abrir espaço para os nossos leitores contarem suas histórias e experiências sobre o mundo Linux. O texto de hoje foi escrito pelo nosso leitor Alex Morgado, será que você se identifica?

Tem um pinguim na minha vida




Gostaria de agradecer ao Alex pela sua participação e dizer que se você também tiver uma história bacana para contar, sinta-se à vontade para mandar um e-mail pra gente. O texto abaixo é de autoria do nosso leitor e não representa necessariamente a nossa opinião sobre os assuntos abordados, aproveite!

"Meu nome é Alex Morgado, moro no Paraná e venho compartilhar minhas experiências no mundo Linux.


Tudo começou quando eu comprei meu primeiro notebook aos 19 anos, o sistema operacional instalado era o Windows e eu estava entrando no mundo da programação. Percebi que o Windows, de certo modo, me impedia de programar mais, eu precisava viver mais nas linhas de comando, esse foi um dos pontos negativos que percebi no Windows, ele facilitava muito com a interface gráfica, me deixando acomodado, resolvi então, pesquisar sobre as distribuições Linux. 

Como programador, eu costumo sempre tirar minhas próprias dúvidas fazendo algo do que perguntando para alguém que já usou, pois cada pessoa se adapta de uma certa forma. Eu até pesquisei no Google sobre pessoas que preferem o Windows ou Linux, pra dizer bem a verdade, ficaram empatados dentro da minha concepção na época, mas hoje eu tenho minhas próprias conclusões disso tudo!

Meu primeiro passo foi pesquisar as distribuições, através dessas pesquisas decidi fazer o download do Fedora, Debian e também do Ubuntu. 

Instalei elas dentro de uma máquina virtual e comecei a testar. O primeiro que testei foi o Debian, apanhei muito com ele pela falta de conhecimento na época, ele veio totalmente vazio, eu ainda estava me adaptando com o terminal, achei totalmente diferente, mas mesmo assim foi uma experiência muito boa, tanto é que hoje eu uso essa distribuição para fazer algumas coisas. 

Em seguida instalei o Fedora, uma interface gráfica muito leve, gostei muito, antes mesmo de experimentar o Ubuntu eu já estava decidindo em ficar com Fedora, porém, com calma resolvi testar por algumas semanas o Ubuntu, a instalação foi um pouco mais tranquila, sem muita configuração, comecei a perceber que já era um versão mais para usuários que não querem perder tempo com configurações mais robustas e com proposito único, depois que instalei, na hora de pesquisar minhas IDE´s, eu me surpreendi com a rapidez de achar os programas para ele e foi ai que decidi fazer o dual boot com o Ubuntu, pois eu ainda precisava do Windows para mexer com o Photoshop e Corel Draw.

Estou há três anos usando o Ubuntu. As pessoas me perguntam qual é a melhor distribuição muitas vezes, e eu digo que "são todas", tudo depende de como você irá utilizar, bastando apenas usar e treinar para se adaptar e nunca dar muita importância para informações do Google à respeito disso, pois as pessoas que não se acostumam, são pessoas acomodadas, que querem tudo no “Next” da instalação."

Nota blog


Gostaria mais uma vez de agradecer ao nosso leitor por compartilhar a sua experiência e te incentivar a fazer o mesmo, entre em contato e conte a sua história! Agora chegou a sua vez de comentar o assunto; a história do Alex é parecida com a sua? Qual a sua opinião sobre o depoimento dele? Deixe os seus pensamentos aqui nos comentários.

Até a próxima!

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De funcionário da Microsoft a usuário de Linux

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Vamos mais uma vez abrir espaço para o nosso público contar as suas histórias. Desta vez quem vai contar a sua experiência com o Linux é o nosso leitor Diego Amorin, é um depoimento muito interessante pois ele chegou a trabalhar na Microsoft e agora utiliza distribuições Linux como seu sistema operacional padrão, confira.

Do Windows ao Linux




O texto abaixo foi produzido pelo nosso leitor, Diego Amorin, e não representa necessariamente a opinião do blog Diolinux sobre qualquer assunto abordado.

"Olá Dio! Sou de Manaus/AM.

Sempre vejo os depoimentos de novos usuários e também gostaria de deixar a minha experiência e impressões do mundo GNU/Linux. 

Bom... eu sempre fui fã de tecnologia e como a maioria das pessoas, iniciei meu contato com o mundo da informática com o Windows. Passei 8 anos utilizando o sistema, e adorava aprender tudo quanto possível; todos os programas eram incríveis e eu sempre estava "modificando-o" para deixa-lo o mais redondo possível. 

Em 2014 fui convidado para trabalhar na divisão Mobile da Microsoft, como representante de vendas no varejo da cidade. Passei um período de 1 ano lá e todo o mês recebia um dia inteiro de treinamento apresentando novidades do sistema e produtos da empresa. Até então estava tudo certo, eu era usuário do Windows 7 e pagava uma licença anual do Office e uma de um antivírus. O problema é que a crise chegou e a Microsoft anunciou a reestruturação em todo o mundo, o projeto acabou na minha cidade: fiquei desempregado. 

Então veio a questão: Não posso mais pagar a licença do Office e nem do antivírus, como vou fazer as coisas da faculdade? As licenças expiraram e eu passei a procurar alternativas aos produtos da gigante de Redmond, (sair crackeando tudo estava fora de cogitação). Então eu pensei: vou abrir o Google e jogar lá "tudo sobre Linux" e começar a desbravar esse outro universo. 

O primeiro blog que apareceu foi o seu. Foi aí que começou a história de amor (com o Linux rs). Li dezenas de artigos no seu blog e passei alguns dias testando dezenas distribuições. A primeira foi (sem surpresas) o Mint. Depois fui pro openSUSE, Ubuntu, Fedora, elementary, etc e etc. Acabou que a que mais agradou e atendeu as necessidades foi o Ubuntu mesmo. Eu cheguei cheio de paradigmas ruins à respeito do Linux e dos principais programas. Mas assim mesmo resolvi ficar só com o Linux no SSD, sem dual boot com Windows. Confesso que tive vários momentos de surtos com coisas que não sabia fazer, e que eu fazia e não davam certo, quebrei o sistema algumas muitas vezes (rsrs) e refiz tudo dia após dia. 

Mas a parte interessante da história é que... o Linux é sensacional, e eu só percebi o quanto tinha uma usabilidade ruim antes, depois que passei a realmente dar uma chance de usar uma distribuição no meu dia-a-dia sem dual boot. 

Gostei de várias distribuições e me surpreendo a cada dia com as gigantes diferenças entre o Windows e o Linux, principalmente no que se refere a usabilidade e a possibilidade de personalizar as coisas para que o sistema fique a nossa cara. 

Não pago mais licenças, não instalo drivers, não faço "30 passos para otimizar o sistema", não faço escaneamentos infinitos procurando malwares, não instalo os apps essenciais depois de instalar o sistema - pois ele já vem bem polido -, os apps opensource são incríveis e não ficam atrás daqueles populares do Windows. 

E por fim, anteontem eu fiz um dual boot com Windows 10 e Ubuntu 15.10 só pra avaliar melhor as diferenças na usabilidade, e confesso que quando me perguntam hoje eu respondo sem exitar: Estou satisfeito com Linux e não pretendo mudar. 

Estou há apenas 5 meses nisso, e esses poucos meses foram o suficiente para me abrir os olhos e me surpreender com o mundo do pinguim. 

Não posso deixar de agradecer a você pelo site. Esse trabalho realmente ajuda as pessoas e eu sou uma prova disso. Sou um leitor assíduo do Diolinux e apoio o projeto! 

Um abraço e obrigado!"

Nota do blog


Gostaria de agradecer ao Diego por compartilhar conosco a sua história, é bom saber que pudemos ajudar você de alguma forma.

Em adição, gostaria de enfatizar o quanto a história do Diego Amorin pode ser inspiradora para outras pessoas, para que estas comecem a explorar coisas novas, ainda que mesmo depois de experimentarem preferiam Windows ou Mac, sendo o Linux um sistema tão acessível quanto é, é simplesmente ignorância não testá-lo ao menos.

Se você tem uma história parecida (ou não) com a do Diego e quiser contar para os nossos leitores a sua experiência com Linux, entre em contato conosco, vamos adorar conhecer a sua história.

Até a próxima!
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Um leigo no Manjaro KDE

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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Vamos conhecer hoje a história e os relatos do nosso leitor Davidson Souza com o Manjaro Linux com a interface KDE.

Manjaro Linux KDE






O texto à seguir representa opiniões do nosso leitor, não necessariamente o posicionamento do blog Diolinux, espero que você se divirta, como eu me diverti, com a história do Davidson e se você quiser mandar a sua história pra gente também, para que, quem sabe, ela apareça por aqui, use a sessão de contato do blog. Vamos lá?

"Olá Diolinux! O meu nome é Davidson Souza e moro em Vespasiano, Minas Gerais. 

Eu gostaria de escrever um pouco sobre a minha experiência com o Manjaro KDE para o pessoal que curte o seu blog. 

Eu nunca imaginei que em algum dia deixaria de usar o Windows para usar um sistema operacional com kernel Linux, pois as vezes, para mim, o sistema era bom, mas a interface não era bonita; ou o sistema tinha personalidade, mas os ícones eram antiquados… Fora quando o sistema era show, mas não instalava corretamente no pc e as soluções eram complicadas. 

Tudo isto mudou quando conheci o Manjaro KDE Capella. A comunidade Manjaro Brasil é muito focada no usuário e isto é reflexo da comunidade oficial do sistema e dos próprios líderes do projeto. 

Como consequência o sistema tem personalidade e um excelente acabamento visual, já que com o passar do tempo novos elementos vão sendo atualizados para trazer uma boa coesão visual, como foi o caso do wallpaper padrão e os ícones do LibreOffice que foram trocados após a versão 15.12 - 3ª atualização. Embora na versão 0.8.12 o Manjaro fosse bem 'KDE' trazendo muitas aplicações 'KDE-Apps', a versão atual traz outros mais populares entre usuários embora ainda preserva-se muitos apps QT como Kmail e relacionados.

Usabilidade


Eu brinco que se você não tem uma internet com 5 mb/s de velocidade, então esqueça de ter o Manjaro. Ele traz muitas atualizações e é necessário ter uma boa conexão para instala-las. Lembrando que no Manjaro uma atualização pode até mesmo equivaler a uma "mudança de arco", ou seja, eu conheço muitas pessoas que usaram o Manjaro 0.8.9 (que tinha o KDE 4 ) e que até hoje estão utilizando o sistema sem reinstalá-lo mas atualizado para a versão atual 15.12 Capella. 

Ao instala-lo é interessante criar a partição /home para os arquivos do usuário e a /tmp para instalarmos os aplicativos do repositório AUR, que é fantástico. Se o usuário tiver um PC com 4 GB de RAM, ou mais, a /tmp não é necessária, mas com menos é imprescindível, pois as vezes não há espaço suficiente para o processo de instalação dos pacotes do AUR caso ela não seja criada. Quem tem PCs mais velhos (de 2009 como é o meus caso), pode criar um volume estendido e dentro dele criar as partições que desejar. O instalador Calamares é muito fácil e intuitivo. A instalação completa do sistema dura em média apenas 7 minutos (contando a partir em que espetamos o pendrive até a reinicialização).

Outra característica interessante é que podemos escolher o Kernel que melhor se adapta a nossa máquina, pois às vezes as versões que acompanham a ISO de instalação podem não ser compatíveis. 

No meu caso, tive de usar o 3.18 até a chegada do Linux 4.4. Nesse meio tempo instalei a Virtualbox e utilizei o meu PC normalmente. Aliás o Manjaro oferece alguns módulos extras e no AUR há outras versões de kernel com módulos adicionais à gosto do usuário. Basta ler a documentação e recomendações de usuários mais experientes. Inclusive a instalação da Virtualbox é mamão com açúcar no Manjaro, pois eles oferecem os módulos compilados e no jeitinho para instalar o programa. 

Como diz o pessoal, o Virtualbox no Manjaro fica 'fino'! (srsr). Inclusive só no Manjaro é que consigo usar a Virtualbox 5.0: no Windows e outras distros com kernel linux, não.

Outra coisa que fazemos e não vejo com frequência entre outros sistemas operacionais com Kernel Linux com 'lançamento fixo' é que temos que atualizar chaves de segurança e sincronizar os espelhos de download, pois se não fizermos isto, a atualização vai pro beleléu. Fora que demoraremos muito para baixar os pacotes pkg.tar.xz. Quando uma atualização não dá certo, muita das vezes podemos fazer o downgrade do pacote, até que a próxima possa ser compatível com o nosso hardware.

Por que escolhi o Manjaro se há outras "ditas mais fáceis"?


Bem, uma das coisas que me conquistou no Manjaro é o AUR e a galera do Arch Linux (eles podem parecer estúpidos, mas no fundo tem um bom coração srsr), pois esse pessoal simplesmente QUER usar a tecnologia em torno do Linux. Por isso quase todo software principal vocês encontrarão no AUR.

Os bons softwares que você percebe que a galera elogia e que estão atendendo o usuário final, independente de qualquer filosofia, eles rapidamente estão no AUR. Um exemplo: não tem Google Chrome para o Manjaro, mas no AUR você acha… Já o Simple Screen Recorder já está nos repositórios oficiais… Ou seja 'tchau' Record My Desktop srsrs.

No caso do Manjaro, o idealizador focou mais no usuário novato (que é o meu caso) e 'criou' um sistema mais agradável e resolveu demorar um pouquinho para lançar os pacotes esperando as correções para fornecer os mais estáveis. Porém se o usuário quiser ter o mesmo 'rítmo do Arch Linux' é só habilitar o repositório instável. 

Somado aos programas eu não poderia deixar de falar do tema oficial do sistema que se chama Maia: ele é fantástico! Inclusive nem me falarei muito sobre ele porque já cairia também na interface KDE e esta merece um texto por quem a entende melhor. Somado aos ícones temos outra vantagem: as novidades que muitos esperam ver, nós simplesmente a temos! Por isso não sinto vontade de trocar de sistema operacional, pois sei que a qualquer momento poderei ter um software bacana novo instalado no meu PC, exceto se ele for exclusivo de alguma comunidade. Entretanto o preço que pagamos é não ter a estabilidade que uma empresa precisaria. Só lembrando: o Manjaro até poderia ser usado em empresas, mas o custo para mantê-lo poderia ser bem mais alto em relação à um Ubuntu LTS da vida...

Finalizando


O Manjaro amadureceu muito durante os últimos 2 anos, graças a humildade dos desenvolvedores e da comunidade que ajuda no seu desenvolvimento. Por ser focado no usuário doméstico o sistema busca ser 'único', e vale a pena para quem só quer um sistema para uso doméstico ou até para o trabalho, mas de forma individual. Devido a enorme quantidade de programas e soluções à disposição do usuário, ele é ideal para quem já 'farreou muito com várias distribuições Linux' e que deseja 'aquietar' e construir uma história com poucas distribuições. "

Nota do blog


Agradecemos a participação do nosso querido leitor e um adicional para você que deseja conhecer mais do Manjaro, confira a nossa review da distribuição com a interface XFCE.


Até a próxima!
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