Home » macosx

Gravit Designer - Uma nova ferramenta para trabalhar com gráficos vetoriais gratuitamente

Está procurando uma ferramenta alternativa ao Adobe Illustrator, Corel Draw e Inkscape? Então o Gravit Designer pode ser a sua melhor opção gratuita.

Gravit Designer




O Gravit Designer é uma aplicação muito versátil e intuitiva para criar imagens vetoriais e até pequenas montagens que não envolvam manipulação de imagens muito densa. Ele é completamente grátis e está disponível para Windows, macOS e Linux (através de AppImage), além de uma versão Web que roda através do Google Chrome, isso o faz compatível também com o ChromeOS.

Gravit Designer

Na verdade, não é a primeira vez que o Gravit aparece aqui no blog, nós temos um post sobre ele que data de Novembro de 2014. De lá para cá o software recebeu vários upgrades, tanto nos aspecto visual, quanto no ferramental disponível.

Gravit Designer

Sem muita prática já da pra dar uma brincada por conta da organização da interface, não há nada escondido nos menus, tudo está disposto em frente aos seus olhos. Na verdade, existem algumas opções nos menus, mas nada de muito complexo e que não possa ser acessado pela própria interface. O único empecilho é para quem não gosta de usar ferramentas que não tenham tradução para o português.

Aplicar sombrar, criar formas, instalar novas fontes; tudo isso é muito simples. O Gravit tem suporte para camadas também e alguns efeitos prontos. O programa pode ser interessante para quem precisar criar imagens para o Facebook, sites e até mesmo para quem faz design para Web ou ícones para Apps Mobile.

Gravit Designer Presets

Existem alguns presets que você pode usar ao criar um arquivo novo com tamanhos e resoluções prontas; falando nisso, o Gravit utiliza o formato aberto SVG para salvar os seus arquivos, assim como o Inkscape, isso garante que qualquer programa com suporte ao formato padrão aberto de gráficos vetoriais possa trabalhar com o material que você produzir no Gravit. Além do SVG, você poderá exportar os seus trabalhos em PDF, PNG e JPG o que facilita muito as coisas, o Gravit Designer também possui um formato próprio para salvar os arquivos caso você deseje utilizar.

Se você está pensando que vai complicado se adaptar a um novo programa, aqui vai mais uma dica.

Eu sei muito bem o quanto adaptação a uma nova ferramenta ou plataforma pode ser algo complicado, algo que pode te ajudar com o Gravit é o canal no YouTube da ferramenta que te ensina a utilizar os principais recursos do software.

Se quiser fazer um teste e ver até onde o Gravit pode ser útil para você, basta acessar o site e fazer o download, ou acessar a versão Web dele.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 25 de maio de 2017

Syncthing - Sincronize arquivos entre computadores em uma nuvem pessoal

Hoje vou mostrar para você uma forma muito fácil de você criar uma forma simples de compartilhamento de arquivos e ao mesmo tempo um backup de dados usando Syncthing, tudo isso, dentro da sua própria casa! 😄

Syncthing sincronizando arquivos em nuvem caseira



O Syncthing é uma plataforma de código aberto que permite a criação de uma rede de compartilhamento de arquivos de forma descentralizada, isso tem aplicações muito interessantes dentro de uma empresa, especialmente negócios pequenos, e dentro da sua casa.

Se você costuma usar os mesmos arquivos para trabalhar em mais um computador, e usa serviços como o popular Dropbox para sincronizar os mesmos, fica fácil de entender como o Syncthing funciona.

Imagine que você tem  um Notebook e um Desktop em casa, imagine que você use o Dropbox em ambos com a mesma conta, desta forma, os arquivos são sincronizados entre as duas máquinas. Os arquivos vão do seu Notebook para o servidor do Dropbox e do servidor do Dropbox para o seu Desktop, ou ao contrário, dependendo de onde você colocar o arquivo antes.

O funcionamento é ótimo, isso inclusive permite que você acesse os arquivos de qualquer dispositivo, incluindo o seu Smartphone, basta ter internet, contudo, para determinadas informações sigilosas, pode ser interessante ter um sistema de compartilhamento privado e é aí que o Syncthing entra.

No Syncthing...


... não existe um servidor central como no Dropbox, o compartilhamento é feito de uma máquina para a outra e você escolhe em qual disco rígido seus arquivos ficarão, em alguns casos, por fazer parte da sua rede local, a transferência de arquivos será muito mais rápida do que através do Dropbox ou qualquer outro.

Como você instala o Syncthing no seu computador?


O Synchting é um utilitário em linha de texto e funciona como um servidor de arquivos local, você poderia criar um servidor Samba também para o caso, mas o Syncthing além de ter uma bela interface, não requer muita experiência para ser configurado e ainda espelha os arquivos para que você tenha cópias de backup.

Apesar do Syncthing ser descentralizado, nada impede que você use uma máquina antiga para usar de servidor de arquivos, essa é uma escolha só sua. Eu ainda vou fazer um vídeo sobre o FreeNAS para soluções domésticas, mas por hora vamos ficar com o Syncthing.

Através do site oficial você pode baixar os instaladores para Windows, Linux, macOS e dispositivos móveis, para o Ubuntu e seus derivados, existem várias formas diferentes de instalar. 


1 - Você pode usar o próprio arquivo para "Linux" disponibilizado no site, que é um arquivo "genérico", basta extrair e dar dois cliques e uma interface Web dentro do seu navegador padrão vai se abrir.

Syncthing

2 - Usando o Software Boutique.

Syncthing Ubuntu Software Boutique

3 - Através de um pacote Snap, você pode achar ele tanto pelo terminal, quanto através do Ubuntu Software.

snap install syncthing

Syncthing Snap

Syncthing no Ubuntu Software

Independente da forma que você escolha para instalar, é bom que você saiba que existe uma interface gráfica em GTK para as distros Linux e um outro cliente para Windows:

SyncthingGTK (Linux e Windows)

- SyncTrayzor (Windows)

E existem outros criados pela comunidade de desenvolvedores para diversos sistemas.


Para dar sequência as explicações, você utilizará a forma simples de trabalhar, usando o arquivo disponibilizado no site para "Linux 64 bits" e utilizando o Ubuntu para exemplificar, não sendo necessário instalar pacotes adicionais, nem nada disso.

Ao baixar o arquivo do Syncthing, você terá um pacote compactado em tar.gz, basta extrair para uma pasta de sua preferência, eu recomendo que você extraia para dentro da sua Home por questão de organização, depois, para facilitar, mude o nome da pasta para syncthing.

Dentro da pasta, basta dar dois cliques no arquivo syncthing.

Syncthing

Alguns instantes depois de você dar dois cliques no arquivo, o seu navegador padrão deverá se abrir mostrando a interface do Syncthing, observe o endereço de IP e a porta dele, sendo que o IP será normalmente o próprio localhost.

Syncthing interface

Recomendo que você favorite o endereço para acessar ele através do navegador facilmente, sem precisar decorar IP/Porta, claro, se você não optou por baixar a interface em GTK ou alguma outra, eu achei mais interessante gerenciar pelo próprio browser, mas a escolha é sua.

Para que Syncthing inicie junto com sistema assim que você fizer login, basta adicionar o caminho para o executável dele (se você seguiu o meu exemplo ele está dentro da sua Home) ao "Aplicativos de sessão" do Ubuntu.

Syncthing inicializando junto com o Ubuntu

Ao adicionar somente o endereço do executável, assim que você fizer login um browser vai se abrir com a interface do Syncthing, se você quiser que apenas o processo inicie sem que um navegador seja aberto toda a vez, adicione um parâmetro ao final do comando assim: " -no-browser", sem as aspas.

No meu exemplo seria:

/home/dionatan/syncthing/syncthing (para abrir o navegador no login).

/home/dionatan/syncthing/syncthing -no-browser (sem abrir o navegador no login).

Você sempre pode ver se os processos do Syncthing estão em execução observando o "Monitor do Sistema".

Syncthing no monitor do sistema

Como sincronizar e compartilhar arquivos


Toda a configuração do Syncthing pode ser feita pela interface Web, a pasta padrão que o Syncthing compartilha é a "/home/seu_usuario/Sync/", mas você pode adicionar e remover as pastas ao seu gosto.

Pasta compartilhada no Syncthing

Toda a interface do Syncthing é em Português, então leia com calma para escolher todos os detalhes que você deseja.

Para compartilhar esta pasta com outro computador dentro da sua rede e fazer elas sincronizarem você precisa instalar o Syncthing na outra máquina que será sincronizada. Depois é necessário criar uma identificação através de ambas. 

No meu caso, estou compartilhando a pasta "Sync" do meu Notebook com o meu Desktop, então vou me referir a eles desta forma para você entender melhor.

No meu Notebook ao abrir a interface Web do Syncthing vou clicar no botão "Adicionar dispositivo remoto".

Syncthing
Na janela que se abre no Notebook eu devo informar os dados do dispositivo remoto que vai se conectar a ele, no caso, o meu Desktop.

Configurando Syncthing

Na tela acima, existem várias opções que podem ser configuradas, então, leia as opções com atenção, mas quero destacar 3 mais importantes e essenciais.

1 - O ID do dispositivo que vai se conectar (no caso o PC), logo adiante eu mostro como você consegue ele.

2 - Um nome de identificação para o dispositivo conectado.

3 - Marque para compartilhar a pasta padrão do Syncthing, no caso a pasta "Sync" dentro da Home, se você adicionar mais pastas elas vão aparecer aqui, marque todas as que você deseja que este dispositivo remoto possa acessar.

Agora no Desktop, vamos precisar pegar o ID do Syncthing dele para adicionar às configurações (da imagem anterior) do Notebook.

No Desktop, clicamos no menu "Ações" e depois em "Mostrar ID".

Configurações do Syncthing

Uma tela como esta abaixo vai se abrir com um código, este código nós devemos digitar no "ID do dispositivo", destacado como "item 1" na imagem anterior no Notebook. Isso fará com que o Syncthing do Notebook reconheça o do Desktop.

Syncthing ID

Você deve repetir o processo ao inverso, indo no Notebook, pegando o ID dele e adicionando o dispositivo no Desktop, assim haverá sincronia entre ambos. O código QR que aparece serve para você adicionar o cliente no seu Android, caso você queira usar o Syncthing por ele, como comentei no início do artigo, existe também uma versão para dispositivos móveis disponível no site oficial, Google Play e F-Droid.

Para que o Syncthing inicie automaticamente no Desktop, você precisa também adicioná-lo aos "Aplicativos de sessão", ou equivalente, dependendo do sistema que você esteja utilizando.

O Synthing funciona de modo cross-plataform, assim você pode sincronizar dados entre Windows, Linux, Mac, BSD, Android, etc, de forma privada e usando apenas uma ferramenta.

Existem muitas possibilidades para o Syncthing, ele tem tantas funções que fica difícil até resumir em um artigo como este (que já está um pouco longo), por isso, eu incetivo você a ler a documentação dele, você a encontra no rodapé da Web Interface do Syncthing, além disso, você pode explorar também as configurações do menu, lá é possível criar usuários inclusive, definir senhas de acesso e mais um monte de opções que vão desde coisas avançadas, como configuração de Firewall e Proxy, até uma simples mudança de tema da interface para um tons mais escuros.

Espero que a dica seja útil para você manter os seus arquivos exatamente onde você deseja, até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




terça-feira, 14 de março de 2017

Encryptpad - Um editor de textos com criptografia para você escrever textos secretos

Conforme a preocupação com a segurança cresce entre as pessoas, programas que permitem a criptografia de seus dados acabam se tornando populares e interessantes. Hoje você vai conhecer um editor de textos que tem estas propriedades, o Encryptpad.

Encryptpad




Assim que você ver o Encryptpad pela primeira vez vai entender o quão simples é utilizá-lo. Acima de tudo ele também é um editor de textos, então ele possui ferramentas populares a qualquer editor de textos, mas o que realmente o diferencia é a possibilidade de criptografar o conteúdo do documento que você criar.

EncryptPad


Dentre os principais recursos da aplicação, podemos destacar:

-  Super para Windows, Linux e macOS;
- Suporte para Passphrase e para Key File ou a combinação dos dois;
- Gerador de senhas customizáveis;
- Suporte para encriptação binária;
- Salvar documentos no modo "Apenas leitura";
- Suporte há diversos algoritmos para criação de senhas e criptografia;
- Suporte para compressão em Zlib ou ZIP.

Como instalar o Encryptpad no seu computador?


Como comentado no início do artigo, o Encryptpad suporte os principais sistemas operacionais da atualidade, você encontra instruções para instalação diretamente em sua página no GitHub. Para usuários do Ubuntu e do Linux Mint, assim como seus derivados, basta adicionar este PPA. Apenas copie o comando abaixo e cole no terminal, pressione "enter", digite a sua senha, pressione "enter" novamente e aguarde a instalação:
sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8 -y && sudo apt update && sudo apt install encryptpad encryptcli -y
Para quem não gosta de usar o Terminal, basta adicionar o PPA: ppa:nilarimogard/webupd8


Os pacotes necessários para se instalar (você pode usar o Synaptic para isso) são os seguintes:

- encryptpad 
- encryptcli

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




domingo, 12 de fevereiro de 2017

Dos 100 games mais vendidos em 2016 na Steam, 40 rodam no Linux

Ainda estamos longe do cenário ideal para os gamers de Linux, mas já existe uma boa quantidade de games para a plataforma sendo lançados, somente no ano passado foram mais de 1000 títulos, muitos games indie e alguns triplo A, mas chama a atenção que 40% dos games mais vendidos da Steam em 2016 já estão disponíveis na plataforma.

Os games mais vendidos da Steam em 2016




Dependendo do seu estilo de jogo, o Linux já pode ser considerado uma plataforma para você jogar sem precisar piratear o sistema operacional, ou pagar uma licença por ele. De fato, quase metade dos 100 games mais vendidos na Steam em 2016 já rodam no "sistema do pinguim", para ser mais exato, 40.

É verdade também que muitos títulos importantes e consagrados ainda não possuem versão para o sistema, caso de The Witcher 3, GTA V e  Fallout 4, que pesam contra com muita força, mas outros títulos importantes também saíra para a plataforma, como Deus Ex: Mankind Divided, Dying Light e o popular CS:GO, além de vários outros títulos importantes, mas menos expressivos  com relação ao nome, como Rocket League, Dota 2, XCOM2, Ark: Survival Evolved, Pay Day 2, Life is Strange, etc. que também já rodam no Linux.



- Nós fizemos uma lista com os 14 principais lançamentos de 2016 para Linux, você pode conferir aqui.

O Windows é a plataforma que recebe praticamente todos os lançamentos de games para computador, mas é bom ver o Linux crescendo aos poucos, o macOS não teve tantos produtos a mais na lista de mais vendidos, enquanto o Linux teve 41 itens, o sistema da Apple teve 46 (isso inclui o Steam controller), sendo que a Steam está a mais tempo no macOS do que no Linux,  ainda que não tanto tempo, talvez essa comparação seja mais justa.

Quanto mais games  multiplataforma saírem, melhor para nós, gamers. Não vamos ficar presos a uma plataforma específica e vamos poder ter, além de um bom sistema para jogar gratuitamente e legalmente, um sistema operacional mais seguro e personalizável, e ainda incentivar a concorrência entre plataformas para que existam diferenciais, ou seja, todos tem a ganhar.

Você pode conferir a lista completa dos 100 games e comprá-los também neste endereço da Steam.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Etcher - Crie pen drives bootáveis de qualquer sistema facilmente

Se você está procurando o programa multi plataforma para criar cartões SD e Pen Drives bootáveis a sua procura acaba agora! Conheça o Etcher!

Pen Drive Bootável




O Etcher é uma ferramenta muito prática para mandar qualquer sistema operacional para um dispositivo de armazenamento móvel, como um Pen Drive ou um cartão SD. Ele possui versão para Linux, Mac e Windows e a versão para Linux é especial, pois ela usa o sistema AppImage, o que elimina qualquer necessidade de instalação, basta baixar e dar dois cliques. O Etcher também tem seu código aberto e disponível para consulta no GitHub.
Depois de baixar o arquivo, basta extrair da pasta e dar dois cliques, assim vai se abrir uma janela pedindo se você quer rodar a aplicação e instalar ela no computador, ou simplesmente utilizá-la direto sem instalação, você pode marcar a opção que desejar.

Etcher no Ubuntu
Depois disso a aplicação vai se abrir e então o processo é muito simples, basta selecionar a ISO que você deseja na primeira opção, selecionar o destino da ISO na segunda e mandar fazer a gravação na terceira.

Etcher Linux Pen Drive Bootable

Espero que a aplicação possa ser tão útil para você, quanto foi para mim, até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




terça-feira, 22 de novembro de 2016

ONLYOFFICE é um novo pacote Office para Linux, Windows e Mac

Quem não conseguiu se adaptar ao LibreOffice e ainda está à procura de uma suíte Office que seja compatível com formatos abertos e ao proprietário poderá encontrar no Only Office uma opção interessante para o Desktop Linux, Windows e Mac.

Only Office




Hoje o pessoal do Only Office entrou em contato com a gente para falar um pouco sobre as novidades. Na verdade o produto já tinha sido liberado há alguns dias, porém, ele recebeu algumas atualizações e correções e agora está pronto para o usuário final.

Only Office Ubuntu

O ONLYOFFICE liberou o código-fonte dos editores de documentos para desktop - ONLYOFFICE Desktop Editors - sob a licença AGPL v.3. De agora em diante os editores são completamente livres para uso doméstico e comercial. 
O ONLYOFFICE Desktop Editors é um pacote de escritório que permite aos usuários criar, visualizar e editar documentos, tabelas e apresentações sem estar conectado à Internet. Todas os formatos populares são suportados: DOC, DOCX, ODT, RTF, TXT, PDF, HTML, EPUB, XPS, DjVu, XLS, XLSX, ODS, CSV, PPT, PPTX, ODP. Ele é composto por 3 aplicações distintas para a criação de tabelas, documentos e apresentações, assim como o WPS Office.

Em comparação com as populares suítes de escritório de código aberto como OpenOffice e LibreOffice, o ONLYOFFICE oferece maior compatibilidade com os formatos de Microsoft Office, porque ele usa o formato OOXML (docx, xlsx, pptx) como um base. Isso ficou mais evidente num pequeno teste que eu fiz com uma planilha que foi gerada no Excel com algumas formatações:

Only Office

Only Office

Como você pode ver, no ONLYOFFICE o arquivo não perdeu a sua formatação de cores, coisa que aconteceu no LibreOffice. Para vias de comparação eu abri o mesmo arquivo no WPS Office e o resultado foi o seguinte:

WPS Office

Nele o resultado também foi melhor que o LibreOffice e praticamente a mesma coisa que o ONLYOFFICE, entretanto, fazendo uma breve comparação, o WPS tem tradução para Português mas não trabalha com formatos abertos, já o ONLY trabalha também com formatos abertos, porém, é apenas em Inglês.
Voltando ao ONLYOFFICE, o modo online está disponível também, você pode conectar o aplicativo ao seu ONLYOFFICE na nuvem ou a um servidor local (há versão server gratuita e aberta - Community Edition), este modo online permite usar todas as funções de colaboração e recursos de bate-papo da suíte, o que pode ser muito interessante para quem quer implementar em uma empresa.

As funcionalidades dos editores podem ser estendidas através de plugins. Você pode fazer uso do ONLYOFFICE e das extensões prontas (modelos, OCR, tradutores, Youtube, etc.) ou criar seu próprio plugin com funções de que precisa nos editores. Leia a documentação da API para saber mais sobre os plugins. 

Plugins prontos podem ser encontrados no repositório de GitHub .

A versão atual está disponível para a maioria das distribuições Linux (sistemas 64 bits): você pode baixar pacotes DEB ou RPM. Windows (sistemas 32 bits e 64 bits) e MacOS são suportados também.


Se você ainda está procurando uma suíte office para trabalhar vale a pena dar uma chance para o ONLYOFFICE.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.





quinta-feira, 17 de novembro de 2016

WMail - Um gerenciador de e-mails para Gmail e Inbox para Linux

Se você está procurando uma forma eficiente de ler os seus e-mails do Gmail ou do Inbox da Google em um lugar só vai ficar muito fácil com o WMail.

WMail Linux




O WMail, como o nome sugere, é um aplicativo Web que permite a leitura de e-mails dos serviços da Google de uma forma muito organizada, ele é ideal para quem tem muitas contas de e-mail de Gmail ou Inbox e fica tendo que abrir várias abas no browser para visualizar todas, pode ser um programa muito interessante para agilizar a sua produtividade.

Como baixar o WMail para o seu computador


O WMail possui versões para Linux, Windows e Mac, e para você baixar basta clicar no botão abaixo e escolher a opção adequada para o seu sistema.
Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.





sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Yandex Browser - Instale um navegador russo no seu PC

O Yandex Browser é o navegador do popular buscador russo Yandex, ele é o "Google" da Rússia, sendo mais utilizado do que o buscador norte-americano por lá, com cerca de 60% do Market Share. 

Veja como instalar o navegador da companhia no seu Ubuntu, Fedora, Windows ou Mac.

Yandex Browser - Navegador Russo




Digamos que o Yandex seja a versão russa do Google Chrome, até a base é a mesma, o projeto Chromium. O navegador possui um visual particular e modificado do Chromium padrão, mas mesmo assim se integra perfeitamente aos serviços da Google, tanto que ele conseguiu puxar todas as extensões, configurações, favoritos e dados da minha conta Google que estava no Google Chrome, a mudança é instantânea e rápida.

O consumo do navegador é basicamente o mesmo do Chromium, ou seja, não espere algo muito mais leve do que o que você já tem com o navegador da Google. Alguns dos diferenciais do browser, além de não ser atrelado à Google e o visual diferente, são algumas extensões que ele traz por padrão e a sua loja de aplicativos própria.

O navegador possui também o "modo turbo" que diminui o consumo de dados, segundo os desenvolvedores, ideal para utilizar com internet lenta e alguns outros complementos e recursos que podem ser obtidos no Chrome através de extensões, mas que no Yandex é nativo, como uma opção para escurecer as páginas ao reproduzir um vídeo.

Download do Yandex Browser


Instalar o Yandex Browser no seu sistema é muito simples, o navegador tem versões para Mac, Linux e Windows, sendo que para Linux é distribuída em pacotes .deb e .rpm, mas atenção, é apenas para sistemas de 64 bits. Para Windows e Mac são os instaladores tradicionais.

Existem também versões para dispositivos móveis do Yandex Browser, você as encontra também na página de download clicando no botão acima.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Como instalar o PowerShell do Windows no Ubuntu

A Microsoft disponibilizou seu GitHub o PowerShell para Linux e Mac OS X, hoje você vai aprender a baixar e instalar. Atualmente o PowerShell é compatível com o Ubuntu 16.04 e 14.04, CentOS7, OS X 10.11 e via Docker, além do Windows, é claro.

Windows PowerShell on Ubuntu




O PowerShell te dá acesso ao prompt de comando do Windows através do seu Linux ou Mac, ele pode ser muito útil para quem é desenvolvedor e trabalha com ambientes mistos. Os comandos que você roda nele são exatamente os mesmos que você rodaria em um terminal Windows, em um Windows Server, por exemplo.
Leia também: Bash do Linux chega ao Windows

Como instalar o PowerShell no Ubuntu? 


O PowerShell multiplataforma está disponível no GitHub, lá você encontra versões em .deb, .rpm, versões para Mac e para Windows também, além da versão Docker. Entre as distribuições Linux oficialmente suportadas estão o Ubuntu 14.04, Ubuntu 16.04 e o CentOS 7.

Como bom pacote .deb, basta fazer o download e dar dois cliques, ele vai se abrir com a Central de Programas, ou outro aplicativo associado, como o gdebi, então basta clicar no botão instalar e digitar a sua senha.

Windows PowerShell Ubuntu

Como utilizar o PowerShell


Depois de instalado, o PowerShell estará disponível através do seu próprio terminal Linux, abra o seu terminal e digite:
powershell
Depois disso você já estará apto a digitar comandos do Windows no seu terminal através do PowerShell.

PowerShell Linux

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Gmac - Um Linux com o tema de Mac OS X

Existem muitas pessoas que gostam do visual do sistema da Apple, porém, não querem ou não podem pagar por um Macbook ou outro computador "da maçã", então para os que gostariam de poder usar um sistema com o look&feel da Apple, aqui vai uma sugestão, o Gmac.

Gmac - Linux Mac Theme




Recentemente nós fizemos um vídeo para mostrar o Gmac no canal do Diolinux que atingiu uma grande quantidade de views, o sistema chamou a atenção de muitas pessoas e hoje eu vou fazer mais algumas considerações sobre ele.



Como eu falei no vídeo, não tenho nada contra  quem faz remasterizações e distribui por aí, acho que esse tipo de coisa está no âmago do Software Livre, baixar, modificar e redistribuir, sejam quais sejam as modificações, das mais simples às mais complexas, se o sistema possui pessoas interessadas a utilizá-lo deste forma, ele não deve nada a ninguém, porém, acho prudente informar os usuários que o sistema é remasterizado, pois todas as atualizações de segurança e qualquer outro tipo de modificação que o sistema sobre neste sentido é de responsabilidade da distribuição sob a qual o sistema foi feito, no caso o Ubuntu.

Algumas pessoas, nos comentários do vídeo, acharam que eu estava "com má vontade" para fazer a review pois não detalhei tanto o sistema como o de costume,  então por isso acho que vale a pena uma explicação breve.

O sistema não tem realmente nada de diferente do Ubuntu, ou Ubuntu Gnome no caso, ambos já foram destrinchados no canal algumas vezes e realmente o grande diferencial do Gmac, é um conjunto de extensões do Gnome Shell, que você poderia instalar em qualquer distro, um conjunto de ícones e temas GTK do Mac OS X, o Slincold, como lançador e o Plank, o dock originário do elementary OS.

Todos estes elementos foram comentados no vídeo e realmente não há nenhum outro programa que venha com o Gmac que não venha por padrão no Ubuntu Gnome. Por este motivo não me estendi além do necessário.

Complementando, da mesma forma como comentei no vídeo, quem optar por simplesmente instalar e configurar um tema Mac OS X no seu Ubuntu Gnome, ou mesmo Unity, não estará perdendo muito em relação ao Gmac, afinal, ele é basicamente um tema, por isso, consulte este tutorial que te ensina a instalar um tema Mac OS X bacanudo no Ubuntu. Desta forma você vai baixar menos arquivos e estará usando um sistema "original", com uma grande equipe de desenvolvedores por de trás, mas mesmo assim, se o Gmac lhe interessa, vá em frente, liberdade é isso também. :)

Interessado em baixar o Gmac para a sua utilização? Confira esta página.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Como usar o Thunderbird minimizado

Vamos dar uma dica muito útil para você que fica enviando e recebendo e-mails todos os dias! Sabe o Thunderbird? O gerenciador de e-mails mantido há muitos anos pela Mozilla, a mesma empresa que desenvolve o Firefox, e que agora está sem desenvolvimento centralizado e exposto para a comunidade? Houveram até alguns boatos de que o pessoal do LibreOffice iria abraçar a ideia, mas nada foi confirmado até então.

Como usar o Thunderbird minizado





Muitas pessoas usam o Thunderbird, tanto no Linux como em qualquer outro sistema, uma vez que ele é multiplataforma, e tem um recurso que você pode configurar no gerenciador de e-mails que faz com que ele fique minimizado na tray do sistema, isso permite que cada vez que você receber um e-mail, você seja notificado na área de trabalho, sem precisar deixar a aplicação aberta permanentemente; é uma mão na roda, não é, não? :)

Bom; como fazer isso? Você pode se perguntar. Uma das coisas mais legais que o Thunderbird tem e que poucos sabem é que, assim como o navegador Firefox, o Thunderbird tem a possibilidade de usar extensões para complementar as suas funcionalidades.

FireTray - Usando o Thunderbird Minimizado


A extensão que faz essa "mágica" no Thunderbird se chama FireTray. Agora você vai aprender a habilitar a função no seu Thunderbird.

1 - Abra o Thunderbird normalmente, você verá no canto superior direito um menu no estilo "hamburger" onde você deve clicar, no sub-menu que se abrir clique em "complementos".

Minimizando o Thunderbird para Tray do sistema

2 - Uma nova aba vai se abrir no gerenciador de e-mails onde você poderá pesquisar pela extensão FireTray.

Instale a extensão FireTray no Thunderbird

Muito bem, estamos quase terminando. Nesta tela você deve clicar no botão "instalar" que fica na parte direita da tela, aguardar o download da extensão (ela não é muito grande), após a instalação, para ativar a extensão, será necessário reiniciar o Thunderbird. Se tudo deu certo, você verá um ícone na tray do seu sistema.

Thunderbird tray

No caso do Ubuntu, toda vez que você recebe um e-mail o ícone da "cartinha" fica colorido e existe também um som de notificação. Mais opções podem ser configuradas clicando no ícone do Thunderbird, nas preferências.

Pode ser que em outras interfaces o ícone indicador não apareça, mas mesmo assim as notificações deverão funcionar corretamente.

Gostou da dica? Então ajude a espalhar o conhecimento e compartilhe o conteúdo com os seus amigos e até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 9 de junho de 2016

Tema Mac OS X para Ubuntu 16.04 LTS

Vamos deixar o seu Ubuntu com a cara do Mac OS X El Capitan?  O tema do Mac é muito popular, existem muitos usuários que gostam de utilizá-lo, vamos aprender a instalar na versão mais recente do Ubuntu?

Ubuntu 16.04 LTS Tema Mac OS X El Capitan




Eu não costumo usar temas que mudem tão drasticamente o visual do sistema, ultimamente tenho ficado com o tema Numix, apenas no GTK, os ícones continuam os mesmo (antigos) que são padrão do sistema. Admito, em termos de design o Mac OS X é de encher os olhos, especialmente para quem nunca o utilizou ou utilizou um tema dele, mas assim como tudo, até mesmo o tema do Mac pode te cansar, mas até lá, que tal dar uma modificada no visual do seu Ubuntu para ter uma experiência visual mais parecida com o El Capitan?

Ubuntu com tema Mac OS X

Ubuntu com tema Mac OS X

Ubuntu com tema Mac OS X


Do que vamos precisar?


Essa é fácil, vamos precisar o Unity Tweak Tool e... bom, acho que é só ele mesmo, o resto podemos fazer facilmente sem mais programas. Para instalar o Unity Tweak Tool no seu Ubuntu consulte este artigo, ou simplesmente procure pela ferramenta na Central de Programas.

Ah!!! Precisamos mover a barra do Unity para baixo também! A Dock do Mac normalmente fica na parte inferior, então dê uma olhadinha aqui para aprender a fazer isso, ou, se você preferir, você também pode simplesmente ocultar a barra do Unity e usar outra dock no lugar, como a Plank, a mesma do elementary OS.

Os temas e os ícones


No fim das contas são os temas e ícones que vão dar a cara de Mac para o sistema e temos que agradecer aos nossos amigos do NoobsLab pelos pacotes, vamos agora instalar eles no seu computador.

Antes de mais nada adicione o seguinte repositório PPA: ppa:noobslab/macbuntu

- Para aprender a instalar um PPA SEM usar comandos clique aqui.

Vamos fazer o procedimento pelo terminal por ser mais rápido:
sudo add-apt-repository ppa:noobslab/macbuntu -y && sudo apt-get update
Com este comando abaixo você instala o tema de ícones:
sudo apt-get install macbuntu-os-icons-lts-v7
E com este comando você instala o tema GTK:
sudo apt-get install macbuntu-os-ithemes-lts-v7
Depois disso você já terá o seu tema instalado, bastando agora configurá-los através do Unity Tweak Tool. Na sessão de "Temas" selecione em "ícones" o tema "Macbuntu-os" (existe uma outra opção também, você pode escolher a que achar melhor).


E na sessão "Tema" selecione "Os x el capitan", você verá a mudança nos temas das janelas instantaneamente, porém, para que todos os ícones fiquem com o padrão do novo tema poderá ser necessário encerrar a sua sessão e logar-se novamente.


Quando você ativa estes temas, automaticamente você ativa o tema Mac para os cursores também, então se você quiser removê-lo basta rodar o seguinte comando:
cd /usr/share/icons/mac-cursors && sudo ./uninstall-mac-cursors.sh
Caso você não queira mais usar este tema, basta ir até o Unity Tweak Tool e mudar para o que você quiser, para remover os temas use os comandos:
sudo apt-get remove macbuntu-os-icons-lts-v7 macbuntu-os-ithemes-lts-v7 -y
sudo add-apt-repository -r ppa:noobslab/macbuntu
Você pode encontrar mais informações e mais opções de personalização no site NoobsLab

Até a próxima!




_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




segunda-feira, 23 de maio de 2016

Notes - Conheça este novo e simples App de notas para Linux

Você está precisando tomar notas para não esquecer de fazer alguma atividade? Conheça um aplicativo "Notes", ele é um bloco de notas muito simples que pode ser usado no Linux, no Mac e no Windows.





Quem está procurando um aplicativo básico para tomar notas, simples e com um visual "clean" vai encontrar no Notes uma boa alternativa. Ele tem esse visual inspirado no Mac e é realmente simples, não possui menus de configurações, ele simplesmente espera que você coloque as suas notas ele as salva automaticamente.

A interface exibe dois botões, um na esquerda que permite a criação de novas notas e um na direita que serve para deletá-las, as notas vai acumulando-se em forma de lista do lado esquerdo informando as primeiras palavras escritas e também a hora em que a nota foi criada. O software é open source e seu código está no GitHub, ideal para quem quiser ajudar o projeto ou criar um fork para estudos ou outra finalidade.

O download pode ser feito através do botão abaixo, existem pacotes em .deb e .rpm para Debian, Ubuntu, openSUSE, Fedora e derivados ou distros que usem estes empacotamentos, além é claro, da versão para Windows e para Mac OS X.

Quem precisa de uma solução diferente pode experimentar o Google Keep, que é o software que eu utilizo diariamente.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




terça-feira, 8 de março de 2016