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Tirando todas as suas dúvidas sobre Hospedagem de sites

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Quando o assunto é hospedagem de sites nós temos muitas variáveis para se considerar. Era de se esperar que um assunto tão vasto também gerasse muitas dúvidas, recentemente eu pedi para vocês através da Fan Page do canal/blog para que vocês deixassem as suas dúvidas sobre o assunto e chegou a hora de você ter as suas respostas!

Dúvidas sobre hospedagem




Quem vai responder as perguntas deixadas pelos nossos leitores no Facebook é o Nilton Oliveira, nosso professor do curso de Hospedagem com ISPConfig no Diolinux EAD, ele selecionou as principais questões que vocês deixaram e fez uma apanhado tirando todas as dúvidas.

Se você está prestes a contratar um serviço de hospedagem ou está procurando a melhor forma de hospedar os seus projetos, este material será de grande ajuda, confira:


Se quiser conhecer o canal do Nilton, o LinuxPRO, clique aqui. Caso você ainda tenha dúvidas, deixe aqui nos comentários que o Nilton pode respondê-los por aqui, ou mesmo fazer outro vídeo sobre o assunto.

Até a próxima!
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Como o ISPConfig e o Linux mudaram a forma como hospedamos sites

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Hospedar um site é algo relativamente simples de se fazer hoje em dia, com poucos trocados você consegue alugar o seu próprio servidor e montar o serviço que quiser, ou você pode criar um ambiente de testes na sua própria máquina. Existem vários serviços prontos que podem ser úteis também e atender a muitos casos, mas é claro que o quando o "bicho pega" em grandes projetos, é preciso um certo profissionalismo extra e o gerenciamento destes servidores é um ponto central, por isso os profissionais dessa área, os especialistas, são pessoas de tanto valor para o mercado.

Hospedagem






A 11ª edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, que mede a posse, o uso, o acesso e os hábitos da população brasileira em relação às tecnologias de informação e de comunicação, mostra que 58% da população brasileira usam a internet – o que representa 102 milhões de internautas. A proporção é 5% superior à registrada no levantamento de 2014.

De acordo com a pesquisa, o smartphone é o dispositivo mais utilizado para o acesso individual da internet pela maioria das pessoas: 89%, seguido pelo computador de mesa (40%), computador portátil ou notebook (39%), tablet (19%), televisão (13%) e videogame (8%).

O resultado do estudo é fruto de entrevistas pessoais realizadas em 23.465 domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016.

Mas aí você pergunta, o que isso tem a ver com Hospedagem de Sites? Para uma resposta curta e direta, tudo. Vou explicar alguns detalhes nos quais o impacto desses dados na criação de um ambiente de hospedagem de sites, rápido, seguro e organizado é notável.

Nilton OS


Desculpe não me apresentar inicialmente, meu nome é Nilton e você vai me achar na internet como jniltinho ou Nilton OS, uso Linux há quase 19 anos, trabalhei na operação de um Provedor de Hospedagem por quase 10 anos, dos quais, a maior parte do tempo administrava um ambiente critico de e-mail com mais de 600 domínios e mais de 6.000 contas de e-mails e uma infraestrutura de hospedagem de sites com quase 100% do ambiente rodando Linux e sua pilha LAMP, (Linux, Apache, Mysql e PHP).

Voltando ao tópico, as informações afirmam que 89% dos acessos a internet é feito pelo smartphone, então é certo dizer que hoje no Brasil existem mais smartphones do que computadores de mesa conectados na internet.

As pessoas acessam os aplicativos instalados no smartphone, que por sua vez acessam serviços que estão rodando em algum Servidor, que na maioria das vezes rodam em cima de algum sistema operacional com kernel Linux.

A maioria desses serviços são serviços que rodam sobre a camada Web, protocolo HTTP na porta 80 ou em HTTPS na porta 443 ou mesmo alguma API rodando também sobre HTTP.

Em virtude disso você precisa usar uma aplicação servidor para o protocolo HTTP, hoje o mais conhecido é o Apache2, seguido do IIS da Microsoft, mas ao longo do tempo foram surgindo outros carinhas para aguentar toda essa demanda e um dos mais conhecidos é o Nginx que é outro servidor HTTP, mais rápido e mais performático que o Apache2. O projeto Nginx nasceu para tampar essa lacuna que o projeto Apache tem, pois o Apache não nasceu em um cenário como o nosso atual, onde você tem milhares de dispositivos acessando um serviço web de forma simultânea.

Então o que você precisa para hospedar um site ou uma api web? 

Basicamente você vai precisar de 4 coisas, um sistema operacional Linux preferencialmente, um Servidor Web, um Servidor de Banco de Dados e uma linguagem de programação, mas não é só isso, para cada site ou api ou serviço, você precisa criar um ambiente isolado para cada um deles e é aí que moram três problemas muito comuns em empresas de pequeno, médio, e até mesmo, grande porte, que são esses: rapidez, segurança e organização.

Foi nesta situação que há 10 anos ey conheci um projeto Open Source chamado ISPConfig, que me ajudou a organizar, deixar o ambiente mais seguro e fazer tudo com uma velocidade tremenda. Isso para todos os ambientes de hospedagem de sites em Linux, não precisei pagar nada para usá-lo e o provedor onde trabalhava não tinha recursos para gastar com algum outro software de gestão de hospedagem. O software não tem custos, mas você precisa aprender a usá-lo!

Hoje o ISPConfig administra os seguintes serviços no Linux: DNS, Bind, E-mail com Postfix, Base de Dados MariaDB/Mysql, Serviços Web Apache2 ou Nginx, Serviços de FTP, entres outros. 

O ISPConfig é o software grátis mais completo para colocar em um provedor de Hospedagem de Sites ou E-mail e eu recomendo ele para qualquer profissional ou empresa que desenvolve software para Web, tanto para quem desenvolve para computador de mesa quanto para quem desenvolve software para smartphones.

A Hospedagem antes do ISPConfig


Creio que esse tipo de cenário seja parecido com a maioria das empresas que não tem um software de gestão de hospedagem, mas vamos ao que interessa, essa é uma pequena historia que ilustra bem o caos que era antes do ISPConfig.



Na época que entrei na empresa, tínhamos 4 servidores de hospedagem, 3 servidores Linux e um servidor Windows com IIS, os servidores Linux rodavam com Apache e hospedavam sites escritos em PHP e HTML. Para criar um novo site, você tinha que acessar o servidor remotamente por ssh e criar tudo pelo terminal do Linux, muitas vezes perdíamos uma grande quantidade de tempo efetuando esse procedimento, fora que cada analista Linux criava de forma diferente esse tipo de ambiente.

Para minha felicidade, no Provedor onde eu trabalhava só haviam duas pessoas para trabalhar com este ambiente, o que diminuía a quantidade de erros, porém, eventualmente os diretores faziam esse processo, fazendo com o que o ambiente ficasse mais bagunçado.

Muitas vezes eu esquecia uma ou outra coisa para habilitar no site e tinha outro erro ainda mais grave, como não tinha quota para os sites, alguns clientes que contratavam um espaço de 500MB e quando íamos verificar, ele tinha hospedado mais de 3GB de dados na sua pasta de site, nem vou comentar sobre a parte de segurança nas permissões de arquivos e pastas, não sei como o ambiente sobreviveu tanto tempo com esse caos que era aquela infra de hospedagem.

Por causa dessa desorganização ao longo do tempo perdemos alguns clientes. O ambiente era tão ruim que quando um site precisava de uma versão mais recente do PHP, precisávamos compilar e habilitar para todos os clientes e sites com PHP ativo, muitas vezes vários sites paravam de funcionar por causa dessa alteração.

Como eu tinha dito no inicio do post, no ambiente faltavam esses três pilares, ser rápido, seguro e organizado, creio que se continuassemos assim, perderíamos todos os clientes dessas hospedagens ou pior.

- Vamos usar o ISPConfig

Essa foi a frase de um diretor da empresa, confesso que fiquei muito surpreso no inicio, fiquei pensando na minha cabeça - o que será isso ? .... - Mas aí começou o grande desafio: entender esse software, instalar e colocar em produção. 

No inicio, em 2007, o ISPConfig estava na versão 2.2.x, mas naquela época apenas o Debian dava suporte a a ele, tudo bem, eu adorava o Debian mesmo. Depois de algumas semanas de testes, tínhamos um ambiente rodando em produção, vou dizer pra você com sinceridade, quase desisti de trabalhar com hospedagem. O ISPConfig era muito limitado e eu era mais limitado ainda em entender o ISPConfig. Só não desisti porque meu diretor na época pediu para eu insistir mais um pouco antes de jogar a toalha, o tempo foi passando e eu dominando ainda mais o software e aos poucos o projeto foi ganhado versões para outras distros Linux, em uma delas eu ajudei a reportar vários bugs, o openSUSE. Aos poucos migrei quase todos os servidores de hospedagem para o ISPConfig em cima do openSUSE, não foi algo fácil, mas era preciso.

Na versão 2.2 do ISPConfig, o suporte para servidores web ainda era muito limitado, só funcionava em cima do Apache e só podia ter apenas uma versão do PHP.

O tempo foi passando, eu conhecendo mais o ISPConfig, até que deu-se o inicio a versão 3.X do ISPConfig, com inúmeras melhorias, uma interface totalmente remodelada, feita com Ajax, suporte para outro servidor web e opção de compilar versões diferentes do PHP e usar essa versão em um site sem afetar outro site que esteja usando a versão padrão da distro.

Hoje o ISPConfig está na versão 3.1.5 que foi lançada dia 29 de Junho de 2017.


Quase 10 anos usando o ISPConfig, hoje ele consegue abrigar qualquer tipo de projeto web feito para ambiente Linux ou feito em Java, tudo no ISPConfig fica muito elegante e organizado, toda gestão é feita via interface web, se você precisar de um ambiente rápido você pode instalar o servidor web Nginx, além de um ambiente de hospedagem de sites, você ainda tem um ambiente de gestão de E-mails, serviços de DNS, Webmail, servidor de mensagens jabber, entre outras coisas, e o melhor,não tem custo nenhum para quem deseja instalar o sistema em um Servidor Linux.

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Deepin recebe suporte para novos Mirrors ao redor do mundo, inclusive do repositório oficial do Kernel Linux

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

A distro chinesa que agrada tantas pessoas, o Deepin, ainda tem pontos fracos quando o assunto é a velocidade de downloads de pacotes. Isso se resolve colocando mais mirrors à disposição do público, inclusive, aqui no blog temos um post que te ensina a colocar espelhos brasileiros para o Deepin, isso tende a deixar os downloads muito mais rápidos nele.

Deepin Mirrors




Conforme a popularidade da distribuição aumenta, o apoio a ela também, além de fazer parte da Linux Foundation, agora a distro também possui um repositório dentro do site oficial de Mirrors do Linux (o Kernel), juntamente com outras distribuições famosas, como Debian, Ubuntu, Arch, Fedora, Gentoo, Linux Mint, Slackware, openSUSE, entre outras.

Deepin mirror do Kernel

Os desenvolvedores comentaram que o Deepin é a primeira distribuição Linux chinesa a receber apoio do site mirrors.kernel.org, que é o site oficial do Linux, o que é uma grande coisa, visto que a quantidade de distros espelhadas por ali parece ser um hall de grandes jogadores, garantindo reconhecimento para o sistema de pessoas importantes.

Além do repositório do Kernel.org, agora o Deepin tem mais alguns novos mirrors ao redor do mundo para agilizar a entrega de pacotes. Você pode conferir todos eles aqui.

Até a próxima!
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Syncthing - Sincronize arquivos entre computadores em uma nuvem pessoal

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terça-feira, 14 de março de 2017

Hoje vou mostrar para você uma forma muito fácil de você criar uma forma simples de compartilhamento de arquivos e ao mesmo tempo um backup de dados usando Syncthing, tudo isso, dentro da sua própria casa! 😄

Syncthing sincronizando arquivos em nuvem caseira



O Syncthing é uma plataforma de código aberto que permite a criação de uma rede de compartilhamento de arquivos de forma descentralizada, isso tem aplicações muito interessantes dentro de uma empresa, especialmente negócios pequenos, e dentro da sua casa.

Se você costuma usar os mesmos arquivos para trabalhar em mais um computador, e usa serviços como o popular Dropbox para sincronizar os mesmos, fica fácil de entender como o Syncthing funciona.

Imagine que você tem  um Notebook e um Desktop em casa, imagine que você use o Dropbox em ambos com a mesma conta, desta forma, os arquivos são sincronizados entre as duas máquinas. Os arquivos vão do seu Notebook para o servidor do Dropbox e do servidor do Dropbox para o seu Desktop, ou ao contrário, dependendo de onde você colocar o arquivo antes.

O funcionamento é ótimo, isso inclusive permite que você acesse os arquivos de qualquer dispositivo, incluindo o seu Smartphone, basta ter internet, contudo, para determinadas informações sigilosas, pode ser interessante ter um sistema de compartilhamento privado e é aí que o Syncthing entra.

No Syncthing...


... não existe um servidor central como no Dropbox, o compartilhamento é feito de uma máquina para a outra e você escolhe em qual disco rígido seus arquivos ficarão, em alguns casos, por fazer parte da sua rede local, a transferência de arquivos será muito mais rápida do que através do Dropbox ou qualquer outro.

Como você instala o Syncthing no seu computador?


O Synchting é um utilitário em linha de texto e funciona como um servidor de arquivos local, você poderia criar um servidor Samba também para o caso, mas o Syncthing além de ter uma bela interface, não requer muita experiência para ser configurado e ainda espelha os arquivos para que você tenha cópias de backup.

Apesar do Syncthing ser descentralizado, nada impede que você use uma máquina antiga para usar de servidor de arquivos, essa é uma escolha só sua. Eu ainda vou fazer um vídeo sobre o FreeNAS para soluções domésticas, mas por hora vamos ficar com o Syncthing.

Através do site oficial você pode baixar os instaladores para Windows, Linux, macOS e dispositivos móveis, para o Ubuntu e seus derivados, existem várias formas diferentes de instalar. 


1 - Você pode usar o próprio arquivo para "Linux" disponibilizado no site, que é um arquivo "genérico", basta extrair e dar dois cliques e uma interface Web dentro do seu navegador padrão vai se abrir.

Syncthing

2 - Usando o Software Boutique.

Syncthing Ubuntu Software Boutique

3 - Através de um pacote Snap, você pode achar ele tanto pelo terminal, quanto através do Ubuntu Software.

snap install syncthing

Syncthing Snap

Syncthing no Ubuntu Software

Independente da forma que você escolha para instalar, é bom que você saiba que existe uma interface gráfica em GTK para as distros Linux e um outro cliente para Windows:

SyncthingGTK (Linux e Windows)

- SyncTrayzor (Windows)

E existem outros criados pela comunidade de desenvolvedores para diversos sistemas.


Para dar sequência as explicações, você utilizará a forma simples de trabalhar, usando o arquivo disponibilizado no site para "Linux 64 bits" e utilizando o Ubuntu para exemplificar, não sendo necessário instalar pacotes adicionais, nem nada disso.

Ao baixar o arquivo do Syncthing, você terá um pacote compactado em tar.gz, basta extrair para uma pasta de sua preferência, eu recomendo que você extraia para dentro da sua Home por questão de organização, depois, para facilitar, mude o nome da pasta para syncthing.

Dentro da pasta, basta dar dois cliques no arquivo syncthing.

Syncthing

Alguns instantes depois de você dar dois cliques no arquivo, o seu navegador padrão deverá se abrir mostrando a interface do Syncthing, observe o endereço de IP e a porta dele, sendo que o IP será normalmente o próprio localhost.

Syncthing interface

Recomendo que você favorite o endereço para acessar ele através do navegador facilmente, sem precisar decorar IP/Porta, claro, se você não optou por baixar a interface em GTK ou alguma outra, eu achei mais interessante gerenciar pelo próprio browser, mas a escolha é sua.

Para que Syncthing inicie junto com sistema assim que você fizer login, basta adicionar o caminho para o executável dele (se você seguiu o meu exemplo ele está dentro da sua Home) ao "Aplicativos de sessão" do Ubuntu.

Syncthing inicializando junto com o Ubuntu

Ao adicionar somente o endereço do executável, assim que você fizer login um browser vai se abrir com a interface do Syncthing, se você quiser que apenas o processo inicie sem que um navegador seja aberto toda a vez, adicione um parâmetro ao final do comando assim: " -no-browser", sem as aspas.

No meu exemplo seria:

/home/dionatan/syncthing/syncthing (para abrir o navegador no login).

/home/dionatan/syncthing/syncthing -no-browser (sem abrir o navegador no login).

Você sempre pode ver se os processos do Syncthing estão em execução observando o "Monitor do Sistema".

Syncthing no monitor do sistema

Como sincronizar e compartilhar arquivos


Toda a configuração do Syncthing pode ser feita pela interface Web, a pasta padrão que o Syncthing compartilha é a "/home/seu_usuario/Sync/", mas você pode adicionar e remover as pastas ao seu gosto.

Pasta compartilhada no Syncthing

Toda a interface do Syncthing é em Português, então leia com calma para escolher todos os detalhes que você deseja.

Para compartilhar esta pasta com outro computador dentro da sua rede e fazer elas sincronizarem você precisa instalar o Syncthing na outra máquina que será sincronizada. Depois é necessário criar uma identificação através de ambas. 

No meu caso, estou compartilhando a pasta "Sync" do meu Notebook com o meu Desktop, então vou me referir a eles desta forma para você entender melhor.

No meu Notebook ao abrir a interface Web do Syncthing vou clicar no botão "Adicionar dispositivo remoto".

Syncthing
Na janela que se abre no Notebook eu devo informar os dados do dispositivo remoto que vai se conectar a ele, no caso, o meu Desktop.

Configurando Syncthing

Na tela acima, existem várias opções que podem ser configuradas, então, leia as opções com atenção, mas quero destacar 3 mais importantes e essenciais.

1 - O ID do dispositivo que vai se conectar (no caso o PC), logo adiante eu mostro como você consegue ele.

2 - Um nome de identificação para o dispositivo conectado.

3 - Marque para compartilhar a pasta padrão do Syncthing, no caso a pasta "Sync" dentro da Home, se você adicionar mais pastas elas vão aparecer aqui, marque todas as que você deseja que este dispositivo remoto possa acessar.

Agora no Desktop, vamos precisar pegar o ID do Syncthing dele para adicionar às configurações (da imagem anterior) do Notebook.

No Desktop, clicamos no menu "Ações" e depois em "Mostrar ID".

Configurações do Syncthing

Uma tela como esta abaixo vai se abrir com um código, este código nós devemos digitar no "ID do dispositivo", destacado como "item 1" na imagem anterior no Notebook. Isso fará com que o Syncthing do Notebook reconheça o do Desktop.

Syncthing ID

Você deve repetir o processo ao inverso, indo no Notebook, pegando o ID dele e adicionando o dispositivo no Desktop, assim haverá sincronia entre ambos. O código QR que aparece serve para você adicionar o cliente no seu Android, caso você queira usar o Syncthing por ele, como comentei no início do artigo, existe também uma versão para dispositivos móveis disponível no site oficial, Google Play e F-Droid.

Para que o Syncthing inicie automaticamente no Desktop, você precisa também adicioná-lo aos "Aplicativos de sessão", ou equivalente, dependendo do sistema que você esteja utilizando.

O Synthing funciona de modo cross-plataform, assim você pode sincronizar dados entre Windows, Linux, Mac, BSD, Android, etc, de forma privada e usando apenas uma ferramenta.

Existem muitas possibilidades para o Syncthing, ele tem tantas funções que fica difícil até resumir em um artigo como este (que já está um pouco longo), por isso, eu incetivo você a ler a documentação dele, você a encontra no rodapé da Web Interface do Syncthing, além disso, você pode explorar também as configurações do menu, lá é possível criar usuários inclusive, definir senhas de acesso e mais um monte de opções que vão desde coisas avançadas, como configuração de Firewall e Proxy, até uma simples mudança de tema da interface para um tons mais escuros.

Espero que a dica seja útil para você manter os seus arquivos exatamente onde você deseja, até a próxima!
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School Tool - Programa para gerenciamento de escolas para Ubuntu

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Há alguns dias atrás um amigo meu que tem uma escola de informática me pediu se eu conhecia uma ferramenta para ele gerenciar os alunos, notas, e outras coisas que rodasse no Linux e que de preferência fosse de graça. Bom, eu não conhecia, mas pesquisando encontrei o School Tool, e hoje vou compartilhar com vocês a minha descoberta.

Programa para Escolas Linux


O School Tool é uma ferramente criada pela Shuttleworth Foundation, a fundação criada pelo mesmo criador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, ela tem a intenção de ser uma solução completa para quem precisa administrar a vida estudantil de uma escola de qualquer tipo.

O programa tem muitos recursos que fica até complicado de listar, mas se você quiser dar uma olhada em tudo o que ele oferece, consulte este link da página oficial. Dentre as funcionalidades, eu gostaria de destacar, de forma geral, a gerência de alunos e professores, calendários escolares, atribuição de atividades, gerencia de salas de aula, chamada, entre outros.

Você consegue ver alguns screenshots do School Tool aqui.

Mais sobre o School Tool


O School Tool está disponível para o Ubuntu diretamente do repositório oficial, porém, existem algumas coisas que eu acho importante comentar para você não se confundir. O School Tool é na verdade um serviço web, ou seja, o ideal é que você monte um servidor com ele e o sistema será acessado através dos navegadores, com gerência de usuários e etc, assim como qualquer outro sistema semelhante. Outra observação importante que deve ser feita é que o School Tool não é um ambiente de ensino online, como o Moodle por exemplo, mas um sistema para gerência de escolas que possui alguns recursos semelhantes. Se você está pensando em montar um EAD, ele não é uma alternativa de plataforma.

Para instalar no Ubuntu:
sudo apt install schooltool
Se preferir, pode adicionar o PPA também.

Você pode ler toda a documentação do programa nesta página, incluindo tutoriais e e-mail para contato com os desenvolvedores.

Até a próxima!
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Clear Linux da Intel agora integra o Microsoft Azure também

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mais uma distribuição Linux entra para o hall de opções que a Microsoft oferece no Azure Marketplace, trata-se do Clear Linux, da Intel.

Clear Linux no Azure




A Microsoft anunciou que mais uma distribuição Linux está disponível para os clientes da empresa no Azure, trata-se do Clear Linux, uma distribuição não tão conhecida pelo público, pertencendo a Intel.

O Clear Linux é utilizado normalmente para Enterprise, por conta disso é que talvez ele não apareça tanto na mídia comum, nós falamos recentemente sobre ele numa tentativa da Intel de melhorar os drivers de vídeo do Linux para a Steam.

Existem 3 formas diferentes de disponibilidade do Clear Linux no Azure:

– No formato Docker;

– Uma máquina virtual que pode ser usada como ponto de partida para quem quer explorar e criar um sistema com pacotes de sua escolha;

– Uma imagem voltada para machine learning com ferramentas com código aberto comumente usadas neste campo.

Para acessar a página do Marketplace do Azure onde você encontra o Clear Linux, basta clicar aqui.

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3 Coisas que você precisa saber antes de contratar a hospedagem do seu site

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Se você está pensando em colocar o site da sua empresa do ar ou o seu site pessoal no ar, antes de tomar qualquer decisão sobre hospedar o seu site, eu quero te dar algumas dicas que você deve avaliar na hora escolher o melhor para você.

Onde você hospeda o seu site?






Manter um site funcional no ar não é tão simples quanto parece, além de se preocupar com o conteúdo, design e experiência de usuário, um dos pontos fundamentais é a hospedagem, afinal você não quer um site lento ou que fique saindo fora do ar. Você quer uma hospedagem eficiente e por um preço justo de preferência.

Estava eu conversando com a empresa de hospedagem Weblink, quando eles questionaram quais são os pontos que nós costumamos observar antes de contratar qualquer empresa para os nossos projetos. Eu tenho minhas particularidades, mas para não colocar apenas as minhas impressões, eu falei com mais alguém.

Conversei com meu amigo Gabriel da Costa, que tem uma longa experiência trabalhando com servidores, talvez você o conheça aqui do Diolinux mesmo, ou do canal Toca do Tux, e discutindo o assunto, chegamos a alguns pontos cruciais que acreditamos que você deve observar na hora de escolher onde hospedar o seu site. Partindo destas prerrogativas, eu posso dizer o que eu normalmente levo em consideração para escolher uma empresa para hospedar os meus sites.  Ao final eu gostaria de saber a sua opinião também, conte pra gente quais são os pontos que você costuma observar antes de escolher uma empresa de hospedagem.

1 - A primeira coisa que eu procuro é o Portfólio

Portfólio empresas de hospedagem


Sempre ouvi este ditado, “o sucesso deixa rastros”, e se isso for realmente verdade, da forma com que eu acho que seja, uma empresa competente vai deixar clientes satisfeitos pelo caminho. Tendo isso em mente eu começo a buscar pelos cases de sucesso e pelas referências de quem já é cliente.

Popularidade não é necessariamente um indicativo de qualidade, existem empresas menores que conseguem prestar um ótimo serviço justamente por não terem tantos clientes para atender, desta forma as mesmas podem dedicar toda a sua energia e investimentos nos clientes que a mantém funcionando.

2 – Planos e preços

Planos e prelos de hospedagem


Este é o segundo passo. Depois que eu fiz a minha seleção por portfólio, é chegada a hora de comparar as ofertas. 

Planos e preços certamente são coisas que as pessoas sempre observam. Particularmente eu gosto de empresas que me entreguem um bom serviço com um plano de “teste”. Esse tipo de coisa não se encontra em todo lugar mas é algo muito útil. Se eu pudesse testar todos os serviços de hospedagem antes de me decidir seria muito mais simples, assim eu não gasto muito dinheiro e a empresa que hospeda o meu projeto pode usar esse período de tempo, que pode ser de um mês por exemplo, para “me convencer” a ficar por ali. Quando isso não existe, eu acabou procurando o plano que mais se aproxime disso. E claro, “quando a esmola é demais o santo desconfia”, mais um ditado muito bom que é válido na hora de escolher onde hospedar o seu sita.

Observe a banda disponível, o espaço em disco, se o servidor é dedicado ou não, tudo de acordo com a sua necessidade, claro, buscando sempre o melhor custo/benefício.

3 – Suporte

Suporte para Hospedagem


Um ponto importantíssimo é o tempo de resposta aos chamados. Se você tem algum problema ou dificuldade, sentir que o suporte está ao seu lado com dedicação para te ajudar é algo que toda empresa deveria se preocupar em fazer, isso fideliza qualquer cliente.

À respeito do suporte, cabe também falar com pessoas que você conheça que já trabalham, ou trabalharam com o serviço, pedir como as coisas funcionam pode ser uma boa ideia para você ter uma melhor impressão. Aliás, impressões são importantes, não dê ouvidos apenas a uma ou duas pessoas, todos sabemos que a maior parte das empresas em algum momento, ou deixaram seus clientes extremamente satisfeitos, ou acabaram decepcionando alguns deles. Se você falar com uma pessoa que está em um destes extremos a sua opinião sobre o serviço pode ficar comprometida.

Visite as redes sociais, veja o que as pessoas estão falando do serviço, isso vai te ajudar a construir uma opinião sobre qualquer empresa do tipo.

Este artigo foi incentivado pela empresa de hospedagem Weblink, uma empresa que acredita nestes valores que nós comentamos e que está apoiando o blog também, passe no site deles e compare as ofertas com os outros que você se interessar, se você ainda não conhecia o trabalho deles, acaba de ganhar uma nova opção para hospedar os seus sites.

Até a próxima!

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Como instalar o Microsoft SQL Server no Ubuntu

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terça-feira, 22 de novembro de 2016

A Microsoft liberou os primeiros previews do SQL Server para Linux e você que gostaria de trabalhar com a ferramenta ou fazer alguns testes já pode fazer no Ubuntu e no Red Hat EL com suporte oficial, confira.

Microsoft SQL Server para Linux




O produto da Microsoft será disponibilizado para clientes do Azure, mas também está disponível para o público que desejar testar e utilizar, no tutorial de hoje você vai aprender a instalar o Microsoft SQL Server no Ubuntu 16.04 LTS.

Para fazer isso, abra o terminal do seu sistema, ou caso você esteja rodando o Ubuntu Server, basta rodar os comandos:
curl https://packages.microsoft.com/keys/microsoft.asc | sudo apt-key add - 
curl https://packages.microsoft.com/config/ubuntu/16.04/mssql-server.list | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/mssql-server.list
sudo apt-get update
sudo apt-get install -y mssql-server
Isso vai instalar o SQL Server no sistema, agora vai ser necessário rodar o script de configuração:
sudo /opt/mssql/bin/sqlservr-setup
Depois que a configuração estiver pronta, verifique se o serviço está rodando com o comando:
    systemctl status mssql-server
Se tudo estiver funcionando você já tem o seu SQL Server funcionando, para instalar algumas ferramentas nele consulte o manual oficial da Microsoft.

Caso você queira ver a documentação para o Red Hat clique aqui para conferir, se você usa outra distribuição, ou mesmo o Ubuntu ou Red Hat, você pode optar também por rodar a aplicação via Docker.

Até a próxima!
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ZTOOL - Uma solução simples para turbinar o seu servidor Zimbra

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

O ZTOOL é uma ferramenta complementar para o Zimbra que incrementa diversas funcionalidades interessantes que vão facilitar a vida de qualquer administrador de servidor com a plataforma, o mais interessante é que o ZTOOL funciona tanto na versão grátis do Zimbra, quanto na paga, veja algumas das funcionalidades.

ZTOOL - Servidor Zimbra
Este é um artigo patrocinado




O Zimbra é um dos servidores de e-mail mais utilizados do mundo, a sua utilização possui uma base de usuários gigantesca, que passa dos 500 milhões de usuários, e é utilizado em várias empresas e repartições públicas; dominar o Zimbra e conhecer formar de melhorar, automatizar e simplificar as rotinas que o envolvem é essencial para qualquer profissional da área.


O que é o ZTOOL?


O ZTOOL é uma solução brasileira, lançada em 2009, que funciona como uma ferramenta estratégica para o administrador de e-mails Zimbra.

O que o ZTOOL faz é otimizar as ferramentas do Zimbra ao implementar novas funcionalidades que podem ser usadas: tanto na versão grátis da plataforma, de modo que você tenha recursos profissionais que não teria na versão free, quanto na versão paga do Zimbra, deixando ele ainda mais poderoso do que já é.
Confira no infográfico abaixo as vantagens do ZTOOL.


Infográfico Ztool Zimbra


Sem dúvida é uma ferramenta interessante e que vale a pena conhecer, especialmente se você está interessado em trabalhar com Zimbra ou se já trabalha com a plataforma.

Existe uma demonstração grátis do ZTOOL que você pode acessar através do site oficial da plataforma, basta cadastrar os seus dados e aguardar as instruções por e-mail ou telefone, assim você pode testar a ferramenta antes de incorporá-la ao seu servidor.

Por dentro do ZTOOL


Eu tive a oportunidade de mexer no ZTOOL para ver como o programa funcionava e gostaria de deixar a minha impressão.

As informações são basicamente divididas por categorias do lado esquerdo com nomes e funcionalidades simples de compreender.

O gerenciamento de usuários, o backup e restauração dos dados das contas de e-mail também são feitos de forma intuitiva, de modo que até eu que não tenho tanta experiência consegui fazê-lo sem maiores problemas.

É possível monitorar facilmente o servidor e ver os seu estado através de um Dashboard, fazer auditoria, gerenciar contas, perfis, configurar listas de e-mail, sincronia e muitas outras coisas, tudo isso com literalmente alguns cliques.

Dashboard ZTOOL



Você também tem acesso aos logs que mostram várias informações claras, como o ID de usuário, o nome, data da inclusão do usuário no Zimbra, qual foi o IP utilizado e até mesmo por quais menus o usuário navegou.

Se houver alguma dúvida, é possível consultar o menu “Ajuda”, lá você vai encontrar uma série de informações sobre o próprio servidor, como: versão do Kernel, IP, nome do Host, domínio, há quantos dias o server estava ativo, quantidade de processos e muitas, muitas outras coisas, tudo de forma gráfica e organizada.

E claro, há o suporte profissional por conta da F13 Tecnologia, que possui um blog sobre o ZTOOL e toda a sua documentação.

Particularmente não tenho experiência com servidores Zimbra e com a administração dos mesmos, mas acho que ainda assim consegui pelo menos passar a ideia da organização do software. Se você tiver interesse em saber mais sobre ele e ver com seus próprios olhos, vale a pena solicitar uma demonstração, clique aqui.

E aí, você já conhecia a ferramenta? Trabalha com Zimbra? Participe deixando seu comentário logo abaixo.

Até a próxima!
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Sorteio: Livro - Aprendendo Docker

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Olá! Como vai? Você chegou bem na hora de participar de uma promoção muito bacana que começou ontem aqui no Diolinux. Através de uma parceria com a editora Novatec nós vamos sortear um livro "Aprendendo Docker" para você entrar de cabeça nesta tecnologia tão importante atualmente.

Sorteio do Livro de Docker



Este livro é muito interessante para quem realmente está começando a estudar Docker, ele apresenta todos os conceitos básicos que você precisa saber para começar a trabalhar com a ferramenta e dá uma vislumbrada em recursos mais avançados que podem ser utilizados no Docker e no gerenciamento de containers em geral, a leitura é muito simples e cheia de exemplos, confira o vídeo para entender melhor a promoção.



Resumimos aqui o passo a passo da promoção:

1 - Dê "Like" neste vídeo e compartilhe usando a #diolinuxnovatec

2 - Curta da página da Novatec: http://bit.ly/curtanovatec

Quer saber mais mais ainda sobre Docker? Confira o nosso DioCast, especial Docker, com o Jefferson da Linux Tips.

Até a próxima e boa sorte!
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Como funciona a tecnologia Docker em servidores? - DioCast #13

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

O Docker vem revolucionando a forma com que aplicações em servidores são tratadas, promovendo uma maior agilidade na hora de testar e implementar aplicações dos mais variados tipos, além de promover a portabilidade e estabilidade, vamos saber mais sobre essa tecnologia incrível!

Tudo sobre Docker no Linux




Há algumas semanas, quando eu estava falando sobre os novos pacotes Snap do Ubuntu, e quando eu falei dos pacotes FlatPak do Gnome, eu fiz uma comparação com o Docker para tentar explicar como eles funcionavam, porém, algumas pessoas que ainda não conheciam o Docker ficaram sem saber exatamente do que se tratava, pelo menos até agora. :)

Como o Docker é uma tecnologia muito importante para se conhecer, especialmente por quem deseja trabalhar com servidores, eu trouxe um dos especialistas brasileiros no assunto, o Jefferson Fernando Noronha, Sysadmin do Wallmart.com, ele também tem um canal no YouTube chamado Linux Tips, confira agora o nosso décimo terceiro episódio do DioCast, especial Docker.


Promoções da Linux Tips com curso de Docker


Se você ouviu o DioCast #13 até o final e se interessou pelo Docker, deve saber que nós temos muitas oportunidades de estudos para você. A Linux Tips tem um curso sobre Docker que estará disponível para você através de sorteio, são duas vagas e para participar da promoção é muito simples:

1 - Acesse o canal da Linux Tips e inscreva-se.

2 - Vá até o último vídeo do canal Linux Tips e comente #diolinuxmetrouxeaqui

3 - É só isso, no dia 17/07/2016 o Jefferson vai sortear  2 vagas gratuitas para o curso EAD de Docker da Linux Tips.


Cursos para compradores da DioStore


O Jefferson também foi muito generoso e graças as ele teremos também cursos para sortear através da nossa loja, a DioStore, então à partir deste mês (Julho/2016) até Dezembro deste mesmo ano, a pessoa que comprar mais na nossa loja (em valor) todos os meses será contemplada com um curso gratuito de Docker, além de levar para casa vários produtos legais. Teremos um ganhador por mês, quem comprar mais ganha, sem sorteio! Simples, não?

E não é só isso!

Neste mês, você que comprar mais de 30 reais em produtos na DioStore ganhará gratuitamente 3 adesivos também, saiba mais aqui.

Aproveite as oportunidades, até a próxima!
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Microsoft lança o SQL Server para Red Hat Entreprise Linux

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

A Microsoft anunciou no Red Hat Summit de San Francisco a disponibilidade do SQL Server para a distribuição e anunciou também que agora o .NET Core e o ASP.NET Core 1.0 são open source.

Microsoft SQL Linux





A Microsoft anunciou no ano passado a disponibilidade do SQL Server para Linux, uma plataforma que deverá funcionar em várias distribuições Linux diferentes, e agora incluindo o RHEL. Até o momento a versão preview privada do SQL Server rodava apenas no Ubuntu.

Outro ponto interessante do anúncio é que plataforma .NET agora é oficialmente Open Source. O .NET Core é multiplataforma, open source e modular, a plataforma permite que a criação de aplicações Web, microservices, bibliotecas entre outros, e agora tudo isso é compatível com o RHEL.

A Red Hat até criou um domínio chamado redhatloves.net, que redireciona para uma página de desenvolvedores, que mostra a tecnologia .NET e suas aplicações dentro da arquitetura da Red Hat.

Fonte
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Open365: O LibreOffice na nuvem

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Se você está procurando uma alternativa interessante para substituir o MS Office 365 que seja open source e livre de custos, provavelmente o Open365 vai cair como uma luva.

Open365 - LibreOffice Cloud




Contextualizando 


Se você já tinha ouvido falar do Open365 pode estar pensando: O blog Diolinux está meio atrasado, a notícia do surgimento do Open365 é do mês passado ainda!

Realmente, por data nós estamos um pouco atrasados, porém, apesar de eu também ter conhecimento dele eu esperei para fazer o post porque queria esclarecer algumas coisas sobre o projeto. Eu li algumas matérias em alguns sites brasileiros que falam de open source afirmando que de "open" o Open365 só tinha o nome... e que não havia código fonte e nem informações sobre a licença dele. 

Eu também achei estranho, pesquisei na internet e não encontrei muitas coisas, mas resolvi fazer o mais óbvio, achei o contado deles no Facebook e pedi para que me mostrassem onde estava o código fonte da aplicação e sob qual licença o software estava, agora que eu recebi os esclarecimentos vou poder falar do Open365 com maior propriedade, sem ficar especulando.

Conheça o Open365


O nome já sugere a sua funcionalidade, é praticamente uma paródia do Office365 da Microsoft, paródia só no nome, que fique claro. Ele usa a tecnologia de virtualização em nuvem para trazer até você o LibreOffice completo, igual ao que você usa diretamente no seu computador. Só este fato já é interessante para compararmos com o MS Officce365, que tem alguns recursos a menos que a versão de PC.

Usando o LibreOffice, o EyeOS, o Seafile e o KDE como base, o Open365 cria uma experiência de Office open source muito boa para qualquer tipo de usuário, outro recurso interessante é que você pode baixar um cliente dele para usar no seu computador, o cliente tem suporte para Windows, Mac e Linux, mas além disso, você também pode criar o seu próprio servidor, de uma maneira parecida com a solução do Collabora, e assim ter a sua própria nuvem com o LibreOffice para a sua empresa, juntando isso com o OwnCloud você conseguirá manter todos os seus dados localmente, interessante, não?

O meu amigo Ricardo, do blog Linux Descomplicado, fez um vídeo para mostrar algumas das funções básicas do Open365, confira:


Como eu suspeitava, como todo projeto feito por poucas pessoas, enquanto alguns estavam desconfiados sobre as licenças do Open365 e de seu código fonte, algo que eu acho justificável,  os desenvolvedores estavam trabalhando para criar a documentação e as páginas exatamente sobre isso.



- Você encontra o código fonte da aplicação aqui, podendo fazer um Fork se você quiser, nesta página também existem tutoriais para instalação do software.

O Open365 está licenciado através da licença AGPL.

Até a próxima!
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Confira:
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