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Syncthing - Sincronize arquivos entre computadores em uma nuvem pessoal

Hoje vou mostrar para você uma forma muito fácil de você criar uma forma simples de compartilhamento de arquivos e ao mesmo tempo um backup de dados usando Syncthing, tudo isso, dentro da sua própria casa! 😄

Syncthing sincronizando arquivos em nuvem caseira



O Syncthing é uma plataforma de código aberto que permite a criação de uma rede de compartilhamento de arquivos de forma descentralizada, isso tem aplicações muito interessantes dentro de uma empresa, especialmente negócios pequenos, e dentro da sua casa.

Se você costuma usar os mesmos arquivos para trabalhar em mais um computador, e usa serviços como o popular Dropbox para sincronizar os mesmos, fica fácil de entender como o Syncthing funciona.

Imagine que você tem  um Notebook e um Desktop em casa, imagine que você use o Dropbox em ambos com a mesma conta, desta forma, os arquivos são sincronizados entre as duas máquinas. Os arquivos vão do seu Notebook para o servidor do Dropbox e do servidor do Dropbox para o seu Desktop, ou ao contrário, dependendo de onde você colocar o arquivo antes.

O funcionamento é ótimo, isso inclusive permite que você acesse os arquivos de qualquer dispositivo, incluindo o seu Smartphone, basta ter internet, contudo, para determinadas informações sigilosas, pode ser interessante ter um sistema de compartilhamento privado e é aí que o Syncthing entra.

No Syncthing...


... não existe um servidor central como no Dropbox, o compartilhamento é feito de uma máquina para a outra e você escolhe em qual disco rígido seus arquivos ficarão, em alguns casos, por fazer parte da sua rede local, a transferência de arquivos será muito mais rápida do que através do Dropbox ou qualquer outro.

Como você instala o Syncthing no seu computador?


O Synchting é um utilitário em linha de texto e funciona como um servidor de arquivos local, você poderia criar um servidor Samba também para o caso, mas o Syncthing além de ter uma bela interface, não requer muita experiência para ser configurado e ainda espelha os arquivos para que você tenha cópias de backup.

Apesar do Syncthing ser descentralizado, nada impede que você use uma máquina antiga para usar de servidor de arquivos, essa é uma escolha só sua. Eu ainda vou fazer um vídeo sobre o FreeNAS para soluções domésticas, mas por hora vamos ficar com o Syncthing.

Através do site oficial você pode baixar os instaladores para Windows, Linux, macOS e dispositivos móveis, para o Ubuntu e seus derivados, existem várias formas diferentes de instalar. 


1 - Você pode usar o próprio arquivo para "Linux" disponibilizado no site, que é um arquivo "genérico", basta extrair e dar dois cliques e uma interface Web dentro do seu navegador padrão vai se abrir.

Syncthing

2 - Usando o Software Boutique.

Syncthing Ubuntu Software Boutique

3 - Através de um pacote Snap, você pode achar ele tanto pelo terminal, quanto através do Ubuntu Software.

snap install syncthing

Syncthing Snap

Syncthing no Ubuntu Software

Independente da forma que você escolha para instalar, é bom que você saiba que existe uma interface gráfica em GTK para as distros Linux e um outro cliente para Windows:

SyncthingGTK (Linux e Windows)

- SyncTrayzor (Windows)

E existem outros criados pela comunidade de desenvolvedores para diversos sistemas.


Para dar sequência as explicações, você utilizará a forma simples de trabalhar, usando o arquivo disponibilizado no site para "Linux 64 bits" e utilizando o Ubuntu para exemplificar, não sendo necessário instalar pacotes adicionais, nem nada disso.

Ao baixar o arquivo do Syncthing, você terá um pacote compactado em tar.gz, basta extrair para uma pasta de sua preferência, eu recomendo que você extraia para dentro da sua Home por questão de organização, depois, para facilitar, mude o nome da pasta para syncthing.

Dentro da pasta, basta dar dois cliques no arquivo syncthing.

Syncthing

Alguns instantes depois de você dar dois cliques no arquivo, o seu navegador padrão deverá se abrir mostrando a interface do Syncthing, observe o endereço de IP e a porta dele, sendo que o IP será normalmente o próprio localhost.

Syncthing interface

Recomendo que você favorite o endereço para acessar ele através do navegador facilmente, sem precisar decorar IP/Porta, claro, se você não optou por baixar a interface em GTK ou alguma outra, eu achei mais interessante gerenciar pelo próprio browser, mas a escolha é sua.

Para que Syncthing inicie junto com sistema assim que você fizer login, basta adicionar o caminho para o executável dele (se você seguiu o meu exemplo ele está dentro da sua Home) ao "Aplicativos de sessão" do Ubuntu.

Syncthing inicializando junto com o Ubuntu

Ao adicionar somente o endereço do executável, assim que você fizer login um browser vai se abrir com a interface do Syncthing, se você quiser que apenas o processo inicie sem que um navegador seja aberto toda a vez, adicione um parâmetro ao final do comando assim: " -no-browser", sem as aspas.

No meu exemplo seria:

/home/dionatan/syncthing/syncthing (para abrir o navegador no login).

/home/dionatan/syncthing/syncthing -no-browser (sem abrir o navegador no login).

Você sempre pode ver se os processos do Syncthing estão em execução observando o "Monitor do Sistema".

Syncthing no monitor do sistema

Como sincronizar e compartilhar arquivos


Toda a configuração do Syncthing pode ser feita pela interface Web, a pasta padrão que o Syncthing compartilha é a "/home/seu_usuario/Sync/", mas você pode adicionar e remover as pastas ao seu gosto.

Pasta compartilhada no Syncthing

Toda a interface do Syncthing é em Português, então leia com calma para escolher todos os detalhes que você deseja.

Para compartilhar esta pasta com outro computador dentro da sua rede e fazer elas sincronizarem você precisa instalar o Syncthing na outra máquina que será sincronizada. Depois é necessário criar uma identificação através de ambas. 

No meu caso, estou compartilhando a pasta "Sync" do meu Notebook com o meu Desktop, então vou me referir a eles desta forma para você entender melhor.

No meu Notebook ao abrir a interface Web do Syncthing vou clicar no botão "Adicionar dispositivo remoto".

Syncthing
Na janela que se abre no Notebook eu devo informar os dados do dispositivo remoto que vai se conectar a ele, no caso, o meu Desktop.

Configurando Syncthing

Na tela acima, existem várias opções que podem ser configuradas, então, leia as opções com atenção, mas quero destacar 3 mais importantes e essenciais.

1 - O ID do dispositivo que vai se conectar (no caso o PC), logo adiante eu mostro como você consegue ele.

2 - Um nome de identificação para o dispositivo conectado.

3 - Marque para compartilhar a pasta padrão do Syncthing, no caso a pasta "Sync" dentro da Home, se você adicionar mais pastas elas vão aparecer aqui, marque todas as que você deseja que este dispositivo remoto possa acessar.

Agora no Desktop, vamos precisar pegar o ID do Syncthing dele para adicionar às configurações (da imagem anterior) do Notebook.

No Desktop, clicamos no menu "Ações" e depois em "Mostrar ID".

Configurações do Syncthing

Uma tela como esta abaixo vai se abrir com um código, este código nós devemos digitar no "ID do dispositivo", destacado como "item 1" na imagem anterior no Notebook. Isso fará com que o Syncthing do Notebook reconheça o do Desktop.

Syncthing ID

Você deve repetir o processo ao inverso, indo no Notebook, pegando o ID dele e adicionando o dispositivo no Desktop, assim haverá sincronia entre ambos. O código QR que aparece serve para você adicionar o cliente no seu Android, caso você queira usar o Syncthing por ele, como comentei no início do artigo, existe também uma versão para dispositivos móveis disponível no site oficial, Google Play e F-Droid.

Para que o Syncthing inicie automaticamente no Desktop, você precisa também adicioná-lo aos "Aplicativos de sessão", ou equivalente, dependendo do sistema que você esteja utilizando.

O Synthing funciona de modo cross-plataform, assim você pode sincronizar dados entre Windows, Linux, Mac, BSD, Android, etc, de forma privada e usando apenas uma ferramenta.

Existem muitas possibilidades para o Syncthing, ele tem tantas funções que fica difícil até resumir em um artigo como este (que já está um pouco longo), por isso, eu incetivo você a ler a documentação dele, você a encontra no rodapé da Web Interface do Syncthing, além disso, você pode explorar também as configurações do menu, lá é possível criar usuários inclusive, definir senhas de acesso e mais um monte de opções que vão desde coisas avançadas, como configuração de Firewall e Proxy, até uma simples mudança de tema da interface para um tons mais escuros.

Espero que a dica seja útil para você manter os seus arquivos exatamente onde você deseja, até a próxima!
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terça-feira, 14 de março de 2017

School Tool - Programa para gerenciamento de escolas para Ubuntu

Há alguns dias atrás um amigo meu que tem uma escola de informática me pediu se eu conhecia uma ferramenta para ele gerenciar os alunos, notas, e outras coisas que rodasse no Linux e que de preferência fosse de graça. Bom, eu não conhecia, mas pesquisando encontrei o School Tool, e hoje vou compartilhar com vocês a minha descoberta.

Programa para Escolas Linux


O School Tool é uma ferramente criada pela Shuttleworth Foundation, a fundação criada pelo mesmo criador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, ela tem a intenção de ser uma solução completa para quem precisa administrar a vida estudantil de uma escola de qualquer tipo.

O programa tem muitos recursos que fica até complicado de listar, mas se você quiser dar uma olhada em tudo o que ele oferece, consulte este link da página oficial. Dentre as funcionalidades, eu gostaria de destacar, de forma geral, a gerência de alunos e professores, calendários escolares, atribuição de atividades, gerencia de salas de aula, chamada, entre outros.

Você consegue ver alguns screenshots do School Tool aqui.

Mais sobre o School Tool


O School Tool está disponível para o Ubuntu diretamente do repositório oficial, porém, existem algumas coisas que eu acho importante comentar para você não se confundir. O School Tool é na verdade um serviço web, ou seja, o ideal é que você monte um servidor com ele e o sistema será acessado através dos navegadores, com gerência de usuários e etc, assim como qualquer outro sistema semelhante. Outra observação importante que deve ser feita é que o School Tool não é um ambiente de ensino online, como o Moodle por exemplo, mas um sistema para gerência de escolas que possui alguns recursos semelhantes. Se você está pensando em montar um EAD, ele não é uma alternativa de plataforma.

Para instalar no Ubuntu:
sudo apt install schooltool
Se preferir, pode adicionar o PPA também.

Você pode ler toda a documentação do programa nesta página, incluindo tutoriais e e-mail para contato com os desenvolvedores.

Até a próxima!
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Clear Linux da Intel agora integra o Microsoft Azure também

Mais uma distribuição Linux entra para o hall de opções que a Microsoft oferece no Azure Marketplace, trata-se do Clear Linux, da Intel.

Clear Linux no Azure




A Microsoft anunciou que mais uma distribuição Linux está disponível para os clientes da empresa no Azure, trata-se do Clear Linux, uma distribuição não tão conhecida pelo público, pertencendo a Intel.

O Clear Linux é utilizado normalmente para Enterprise, por conta disso é que talvez ele não apareça tanto na mídia comum, nós falamos recentemente sobre ele numa tentativa da Intel de melhorar os drivers de vídeo do Linux para a Steam.

Existem 3 formas diferentes de disponibilidade do Clear Linux no Azure:

– No formato Docker;

– Uma máquina virtual que pode ser usada como ponto de partida para quem quer explorar e criar um sistema com pacotes de sua escolha;

– Uma imagem voltada para machine learning com ferramentas com código aberto comumente usadas neste campo.

Para acessar a página do Marketplace do Azure onde você encontra o Clear Linux, basta clicar aqui.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

3 Coisas que você precisa saber antes de contratar a hospedagem do seu site

Se você está pensando em colocar o site da sua empresa do ar ou o seu site pessoal no ar, antes de tomar qualquer decisão sobre hospedar o seu site, eu quero te dar algumas dicas que você deve avaliar na hora escolher o melhor para você.

Onde você hospeda o seu site?






Manter um site funcional no ar não é tão simples quanto parece, além de se preocupar com o conteúdo, design e experiência de usuário, um dos pontos fundamentais é a hospedagem, afinal você não quer um site lento ou que fique saindo fora do ar. Você quer uma hospedagem eficiente e por um preço justo de preferência.

Estava eu conversando com a empresa de hospedagem Weblink, quando eles questionaram quais são os pontos que nós costumamos observar antes de contratar qualquer empresa para os nossos projetos. Eu tenho minhas particularidades, mas para não colocar apenas as minhas impressões, eu falei com mais alguém.

Conversei com meu amigo Gabriel da Costa, que tem uma longa experiência trabalhando com servidores, talvez você o conheça aqui do Diolinux mesmo, ou do canal Toca do Tux, e discutindo o assunto, chegamos a alguns pontos cruciais que acreditamos que você deve observar na hora de escolher onde hospedar o seu site. Partindo destas prerrogativas, eu posso dizer o que eu normalmente levo em consideração para escolher uma empresa para hospedar os meus sites.  Ao final eu gostaria de saber a sua opinião também, conte pra gente quais são os pontos que você costuma observar antes de escolher uma empresa de hospedagem.

1 - A primeira coisa que eu procuro é o Portfólio

Portfólio empresas de hospedagem


Sempre ouvi este ditado, “o sucesso deixa rastros”, e se isso for realmente verdade, da forma com que eu acho que seja, uma empresa competente vai deixar clientes satisfeitos pelo caminho. Tendo isso em mente eu começo a buscar pelos cases de sucesso e pelas referências de quem já é cliente.

Popularidade não é necessariamente um indicativo de qualidade, existem empresas menores que conseguem prestar um ótimo serviço justamente por não terem tantos clientes para atender, desta forma as mesmas podem dedicar toda a sua energia e investimentos nos clientes que a mantém funcionando.

2 – Planos e preços

Planos e prelos de hospedagem


Este é o segundo passo. Depois que eu fiz a minha seleção por portfólio, é chegada a hora de comparar as ofertas. 

Planos e preços certamente são coisas que as pessoas sempre observam. Particularmente eu gosto de empresas que me entreguem um bom serviço com um plano de “teste”. Esse tipo de coisa não se encontra em todo lugar mas é algo muito útil. Se eu pudesse testar todos os serviços de hospedagem antes de me decidir seria muito mais simples, assim eu não gasto muito dinheiro e a empresa que hospeda o meu projeto pode usar esse período de tempo, que pode ser de um mês por exemplo, para “me convencer” a ficar por ali. Quando isso não existe, eu acabou procurando o plano que mais se aproxime disso. E claro, “quando a esmola é demais o santo desconfia”, mais um ditado muito bom que é válido na hora de escolher onde hospedar o seu sita.

Observe a banda disponível, o espaço em disco, se o servidor é dedicado ou não, tudo de acordo com a sua necessidade, claro, buscando sempre o melhor custo/benefício.

3 – Suporte

Suporte para Hospedagem


Um ponto importantíssimo é o tempo de resposta aos chamados. Se você tem algum problema ou dificuldade, sentir que o suporte está ao seu lado com dedicação para te ajudar é algo que toda empresa deveria se preocupar em fazer, isso fideliza qualquer cliente.

À respeito do suporte, cabe também falar com pessoas que você conheça que já trabalham, ou trabalharam com o serviço, pedir como as coisas funcionam pode ser uma boa ideia para você ter uma melhor impressão. Aliás, impressões são importantes, não dê ouvidos apenas a uma ou duas pessoas, todos sabemos que a maior parte das empresas em algum momento, ou deixaram seus clientes extremamente satisfeitos, ou acabaram decepcionando alguns deles. Se você falar com uma pessoa que está em um destes extremos a sua opinião sobre o serviço pode ficar comprometida.

Visite as redes sociais, veja o que as pessoas estão falando do serviço, isso vai te ajudar a construir uma opinião sobre qualquer empresa do tipo.

Este artigo foi incentivado pela empresa de hospedagem Weblink, uma empresa que acredita nestes valores que nós comentamos e que está apoiando o blog também, passe no site deles e compare as ofertas com os outros que você se interessar, se você ainda não conhecia o trabalho deles, acaba de ganhar uma nova opção para hospedar os seus sites.

Até a próxima!

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Como instalar o Microsoft SQL Server no Ubuntu

A Microsoft liberou os primeiros previews do SQL Server para Linux e você que gostaria de trabalhar com a ferramenta ou fazer alguns testes já pode fazer no Ubuntu e no Red Hat EL com suporte oficial, confira.

Microsoft SQL Server para Linux




O produto da Microsoft será disponibilizado para clientes do Azure, mas também está disponível para o público que desejar testar e utilizar, no tutorial de hoje você vai aprender a instalar o Microsoft SQL Server no Ubuntu 16.04 LTS.

Para fazer isso, abra o terminal do seu sistema, ou caso você esteja rodando o Ubuntu Server, basta rodar os comandos:
curl https://packages.microsoft.com/keys/microsoft.asc | sudo apt-key add - 
curl https://packages.microsoft.com/config/ubuntu/16.04/mssql-server.list | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/mssql-server.list
sudo apt-get update
sudo apt-get install -y mssql-server
Isso vai instalar o SQL Server no sistema, agora vai ser necessário rodar o script de configuração:
sudo /opt/mssql/bin/sqlservr-setup
Depois que a configuração estiver pronta, verifique se o serviço está rodando com o comando:
    systemctl status mssql-server
Se tudo estiver funcionando você já tem o seu SQL Server funcionando, para instalar algumas ferramentas nele consulte o manual oficial da Microsoft.

Caso você queira ver a documentação para o Red Hat clique aqui para conferir, se você usa outra distribuição, ou mesmo o Ubuntu ou Red Hat, você pode optar também por rodar a aplicação via Docker.

Até a próxima!
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terça-feira, 22 de novembro de 2016

ZTOOL - Uma solução simples para turbinar o seu servidor Zimbra

O ZTOOL é uma ferramenta complementar para o Zimbra que incrementa diversas funcionalidades interessantes que vão facilitar a vida de qualquer administrador de servidor com a plataforma, o mais interessante é que o ZTOOL funciona tanto na versão grátis do Zimbra, quanto na paga, veja algumas das funcionalidades.

ZTOOL - Servidor Zimbra
Este é um artigo patrocinado




O Zimbra é um dos servidores de e-mail mais utilizados do mundo, a sua utilização possui uma base de usuários gigantesca, que passa dos 500 milhões de usuários, e é utilizado em várias empresas e repartições públicas; dominar o Zimbra e conhecer formar de melhorar, automatizar e simplificar as rotinas que o envolvem é essencial para qualquer profissional da área.


O que é o ZTOOL?


O ZTOOL é uma solução brasileira, lançada em 2009, que funciona como uma ferramenta estratégica para o administrador de e-mails Zimbra.

O que o ZTOOL faz é otimizar as ferramentas do Zimbra ao implementar novas funcionalidades que podem ser usadas: tanto na versão grátis da plataforma, de modo que você tenha recursos profissionais que não teria na versão free, quanto na versão paga do Zimbra, deixando ele ainda mais poderoso do que já é.
Confira no infográfico abaixo as vantagens do ZTOOL.


Infográfico Ztool Zimbra


Sem dúvida é uma ferramenta interessante e que vale a pena conhecer, especialmente se você está interessado em trabalhar com Zimbra ou se já trabalha com a plataforma.

Existe uma demonstração grátis do ZTOOL que você pode acessar através do site oficial da plataforma, basta cadastrar os seus dados e aguardar as instruções por e-mail ou telefone, assim você pode testar a ferramenta antes de incorporá-la ao seu servidor.

Por dentro do ZTOOL


Eu tive a oportunidade de mexer no ZTOOL para ver como o programa funcionava e gostaria de deixar a minha impressão.

As informações são basicamente divididas por categorias do lado esquerdo com nomes e funcionalidades simples de compreender.

O gerenciamento de usuários, o backup e restauração dos dados das contas de e-mail também são feitos de forma intuitiva, de modo que até eu que não tenho tanta experiência consegui fazê-lo sem maiores problemas.

É possível monitorar facilmente o servidor e ver os seu estado através de um Dashboard, fazer auditoria, gerenciar contas, perfis, configurar listas de e-mail, sincronia e muitas outras coisas, tudo isso com literalmente alguns cliques.

Dashboard ZTOOL



Você também tem acesso aos logs que mostram várias informações claras, como o ID de usuário, o nome, data da inclusão do usuário no Zimbra, qual foi o IP utilizado e até mesmo por quais menus o usuário navegou.

Se houver alguma dúvida, é possível consultar o menu “Ajuda”, lá você vai encontrar uma série de informações sobre o próprio servidor, como: versão do Kernel, IP, nome do Host, domínio, há quantos dias o server estava ativo, quantidade de processos e muitas, muitas outras coisas, tudo de forma gráfica e organizada.

E claro, há o suporte profissional por conta da F13 Tecnologia, que possui um blog sobre o ZTOOL e toda a sua documentação.

Particularmente não tenho experiência com servidores Zimbra e com a administração dos mesmos, mas acho que ainda assim consegui pelo menos passar a ideia da organização do software. Se você tiver interesse em saber mais sobre ele e ver com seus próprios olhos, vale a pena solicitar uma demonstração, clique aqui.

E aí, você já conhecia a ferramenta? Trabalha com Zimbra? Participe deixando seu comentário logo abaixo.

Até a próxima!
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Sorteio: Livro - Aprendendo Docker

Olá! Como vai? Você chegou bem na hora de participar de uma promoção muito bacana que começou ontem aqui no Diolinux. Através de uma parceria com a editora Novatec nós vamos sortear um livro "Aprendendo Docker" para você entrar de cabeça nesta tecnologia tão importante atualmente.

Sorteio do Livro de Docker



Este livro é muito interessante para quem realmente está começando a estudar Docker, ele apresenta todos os conceitos básicos que você precisa saber para começar a trabalhar com a ferramenta e dá uma vislumbrada em recursos mais avançados que podem ser utilizados no Docker e no gerenciamento de containers em geral, a leitura é muito simples e cheia de exemplos, confira o vídeo para entender melhor a promoção.



Resumimos aqui o passo a passo da promoção:

1 - Dê "Like" neste vídeo e compartilhe usando a #diolinuxnovatec

2 - Curta da página da Novatec: http://bit.ly/curtanovatec

Quer saber mais mais ainda sobre Docker? Confira o nosso DioCast, especial Docker, com o Jefferson da Linux Tips.

Até a próxima e boa sorte!
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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Como funciona a tecnologia Docker em servidores? - DioCast #13

O Docker vem revolucionando a forma com que aplicações em servidores são tratadas, promovendo uma maior agilidade na hora de testar e implementar aplicações dos mais variados tipos, além de promover a portabilidade e estabilidade, vamos saber mais sobre essa tecnologia incrível!

Tudo sobre Docker no Linux




Há algumas semanas, quando eu estava falando sobre os novos pacotes Snap do Ubuntu, e quando eu falei dos pacotes FlatPak do Gnome, eu fiz uma comparação com o Docker para tentar explicar como eles funcionavam, porém, algumas pessoas que ainda não conheciam o Docker ficaram sem saber exatamente do que se tratava, pelo menos até agora. :)

Como o Docker é uma tecnologia muito importante para se conhecer, especialmente por quem deseja trabalhar com servidores, eu trouxe um dos especialistas brasileiros no assunto, o Jefferson Fernando Noronha, Sysadmin do Wallmart.com, ele também tem um canal no YouTube chamado Linux Tips, confira agora o nosso décimo terceiro episódio do DioCast, especial Docker.


Promoções da Linux Tips com curso de Docker


Se você ouviu o DioCast #13 até o final e se interessou pelo Docker, deve saber que nós temos muitas oportunidades de estudos para você. A Linux Tips tem um curso sobre Docker que estará disponível para você através de sorteio, são duas vagas e para participar da promoção é muito simples:

1 - Acesse o canal da Linux Tips e inscreva-se.

2 - Vá até o último vídeo do canal Linux Tips e comente #diolinuxmetrouxeaqui

3 - É só isso, no dia 17/07/2016 o Jefferson vai sortear  2 vagas gratuitas para o curso EAD de Docker da Linux Tips.


Cursos para compradores da DioStore


O Jefferson também foi muito generoso e graças as ele teremos também cursos para sortear através da nossa loja, a DioStore, então à partir deste mês (Julho/2016) até Dezembro deste mesmo ano, a pessoa que comprar mais na nossa loja (em valor) todos os meses será contemplada com um curso gratuito de Docker, além de levar para casa vários produtos legais. Teremos um ganhador por mês, quem comprar mais ganha, sem sorteio! Simples, não?

E não é só isso!

Neste mês, você que comprar mais de 30 reais em produtos na DioStore ganhará gratuitamente 3 adesivos também, saiba mais aqui.

Aproveite as oportunidades, até a próxima!
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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Microsoft lança o SQL Server para Red Hat Entreprise Linux

A Microsoft anunciou no Red Hat Summit de San Francisco a disponibilidade do SQL Server para a distribuição e anunciou também que agora o .NET Core e o ASP.NET Core 1.0 são open source.

Microsoft SQL Linux





A Microsoft anunciou no ano passado a disponibilidade do SQL Server para Linux, uma plataforma que deverá funcionar em várias distribuições Linux diferentes, e agora incluindo o RHEL. Até o momento a versão preview privada do SQL Server rodava apenas no Ubuntu.

Outro ponto interessante do anúncio é que plataforma .NET agora é oficialmente Open Source. O .NET Core é multiplataforma, open source e modular, a plataforma permite que a criação de aplicações Web, microservices, bibliotecas entre outros, e agora tudo isso é compatível com o RHEL.

A Red Hat até criou um domínio chamado redhatloves.net, que redireciona para uma página de desenvolvedores, que mostra a tecnologia .NET e suas aplicações dentro da arquitetura da Red Hat.

Fonte
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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Open365: O LibreOffice na nuvem

Se você está procurando uma alternativa interessante para substituir o MS Office 365 que seja open source e livre de custos, provavelmente o Open365 vai cair como uma luva.

Open365 - LibreOffice Cloud




Contextualizando 


Se você já tinha ouvido falar do Open365 pode estar pensando: O blog Diolinux está meio atrasado, a notícia do surgimento do Open365 é do mês passado ainda!

Realmente, por data nós estamos um pouco atrasados, porém, apesar de eu também ter conhecimento dele eu esperei para fazer o post porque queria esclarecer algumas coisas sobre o projeto. Eu li algumas matérias em alguns sites brasileiros que falam de open source afirmando que de "open" o Open365 só tinha o nome... e que não havia código fonte e nem informações sobre a licença dele. 

Eu também achei estranho, pesquisei na internet e não encontrei muitas coisas, mas resolvi fazer o mais óbvio, achei o contado deles no Facebook e pedi para que me mostrassem onde estava o código fonte da aplicação e sob qual licença o software estava, agora que eu recebi os esclarecimentos vou poder falar do Open365 com maior propriedade, sem ficar especulando.

Conheça o Open365


O nome já sugere a sua funcionalidade, é praticamente uma paródia do Office365 da Microsoft, paródia só no nome, que fique claro. Ele usa a tecnologia de virtualização em nuvem para trazer até você o LibreOffice completo, igual ao que você usa diretamente no seu computador. Só este fato já é interessante para compararmos com o MS Officce365, que tem alguns recursos a menos que a versão de PC.

Usando o LibreOffice, o EyeOS, o Seafile e o KDE como base, o Open365 cria uma experiência de Office open source muito boa para qualquer tipo de usuário, outro recurso interessante é que você pode baixar um cliente dele para usar no seu computador, o cliente tem suporte para Windows, Mac e Linux, mas além disso, você também pode criar o seu próprio servidor, de uma maneira parecida com a solução do Collabora, e assim ter a sua própria nuvem com o LibreOffice para a sua empresa, juntando isso com o OwnCloud você conseguirá manter todos os seus dados localmente, interessante, não?

O meu amigo Ricardo, do blog Linux Descomplicado, fez um vídeo para mostrar algumas das funções básicas do Open365, confira:


Como eu suspeitava, como todo projeto feito por poucas pessoas, enquanto alguns estavam desconfiados sobre as licenças do Open365 e de seu código fonte, algo que eu acho justificável,  os desenvolvedores estavam trabalhando para criar a documentação e as páginas exatamente sobre isso.



- Você encontra o código fonte da aplicação aqui, podendo fazer um Fork se você quiser, nesta página também existem tutoriais para instalação do software.

O Open365 está licenciado através da licença AGPL.

Até a próxima!
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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Red Hat libera RHEL para desenvolvedores registrados gratuitamente

Diferente de outras distribuições Linux que normalmente são gratuitas, o Red Hat Enterprise Linux não pode ser utilizado sem uma licença, pelo menos era isso que tínhamos até poucos dias quando a empresa decidiu liberar o sistema para desenvolvedores registrados.

Red Hat Enterprise Linux grátis




A Red Hat declarou recentemente que conseguiu atingir a receita de 2 bilhões de dólares, algo realmente impressionante para qualquer empresa que se preze, mas em se tratando de uma empresa que apoiou-se no Linux desde o início do Kernel praticamente os números chamam ainda mais atenção, provando que é possível sim ganhar dinheiro com o sistema.
- Leia também: Como ganhar dinheiro com Linux
Além do Red Hat Enterprise Linux 7 Server você terá também acesso a outras ferramentas que fazem parte do Red Hat Container Developer Kit, tudo isso para desenvolver aplicações para os servidores da empresa. Tudo o que você precisa fazer para baixar a sua ISO do RHEL sem custos é preencher este formulário.

Nunca ouviu falar do Red Hat?


A Red Hat é uma das empresas mais significativas quando se fala em Linux, como eu sei que tem muita gente que é nova "nessa coisa de Linux" que acessa o blog, acho que pode ser uma boa hora para explicar que não é porque o RHEL (Red Hat Enterprise Linux) é pago, que ele será uma melhor opção para você usar no seu computador, muito pelo contrário, esta distribuição tem um foco claro em ambiente corporativo, servidores e ambientes de desenvolvimento. Caso você queira uma derivação direta do Red Hat para usar no seu desktop o Fedora, ou mesmo o Korora, serão opções melhores, e para o lado servidor também temos o poderoso Cent OS. que é uma versão free para sempre do RHEL, falando de maneira simplória. 
- Assista: Como instalar o Fedora Server
Se você ainda não conhece direito o Red Hat aqui vai uma chance de ouro, além de agora poder baixar o sistema gratuitamente, clique aqui e confira um mini documentário sobre a história da empresa e da distribuição. 
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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Deixe a sua internet mais rápida: Escolha o melhor servidor DNS para você

Hoje você vai aprender uma dica valiosa, especialmente se você tiver uma internet muito lenta na hora de fazer o carregamento do sites, dependendo da situação, configurar um bom DNS pode fazer toda a diferença na velocidade com que você acessa os conteúdos na Internet.

Melhor DNS

Escolhe o melhor DNS para a sua conexão no Ubuntu e derivados


Não sei você meu amigo(a), mas poucas coisas me deixam tão irritado quanto internet lenta e páginas que não carregam, acho que até a ausência total de internet é algo menos degradante do que internet lenta, então vou te ensinar uma coisa que costumo fazer quando isso acontece comigo, felizmente este problemas vem acontecendo a cada dia menos, porém, mesmo que você tenha uma internet "boa", por assim dizer, isso não quer dizer que ela não pode ficar ainda melhor.

"Claro" que a técnica utilizada aqui não vai fazer milagres, mas vai deixar o seu instinto de esperança de uma boa conexão ainda "Vivo", eu "Tim"tendo, você queria um milagre, mas "oi"? Essas coisas não são tão simples. #Bazinga

Entendendo o problema. O que são DNS?


Servidores DNS (Domain Name System, ou sistema de nomes de domínios) são os responsáveis por localizar e traduzir para números IP os endereços dos sites que digitamos nos navegadores. Algumas vezes encontramos os servidores DNS do nosso provedor de internet congestionados ou com problemas de segurança. Usar um bom servidor DNS significa que sua navegação pode ficar mais rápida e segura. 

Se quiser fazer um teste para entender como funciona, uma maneira simples de fazer isso é por exemplo dar o comando:
ping www.facebook.com
Como resultado você terá o IP: 31.13.73.36, se você pegar este número e colocar no seu navegador o site do Facebook tem que se abrir, a função do DNS é transformar o "www.facebook.com" que você digita no seu browser neste endereço de IP, e alguns DNS são mais rápidos do que outros, variando de acordo com a sua localização e qualidade dos mesmos.

Como escolher o servidor DNS que responde mais rápido para mim?


É importante dizer que existem vários famosos servidores de DNS que são quase que hegemonia na internet, temos os do Google, o OpenDNS, o GigaDNS entre muitíssimos outros. Então, como encontrar o melhor pra mim?

NameBench

NameBench Ubuntu

É aí que entra o muito útil NameBench, ele é um programa que tem como objetivo descobrir qual é o servidor DNS ao seu alcance com a melhor resposta, para facilitar ainda mais a nossa vida, ele está na Central de Programas do Ubuntu.
Clique para baixar
Mas claro, ele também está disponível no repositório de qualquer distro Linux, se você usa Windows procure pelo programa "DNS Benchmark", ele tem a mesma função. Para os que preferem o terminal para fazer as instalações o comando é bastante simples também:
sudo apt-get install namebench
Depois de instalado, vamos rodar o NameBench, você pode fazer isso pelo terminal ou não, isso é opcional, o modo que eu vou mostrar não envolve o terminal.

Pressione as teclas de atalho Alt+F2 e digite "namebench", tudo junto e sem aspas.

Namebench

Abra o programa clicando nele e você verá a tela abaixo:

NameBench

O programa tem muitas opções, mas para o nosso teste vamos nos focar nestas 3 que estão marcadas acima.

1 - Na opção "1" o programa traz o número 127.0.0.1, ou seja, o seu Localhost, apague este valor para podermos continuar, esse campo também serve para você testar um endereço de DNS específico caso você queira.

2 - Nesta parte é opcional, marcando a primeira "checkbox" você diz ao software para testar apenas servidores DNS Globais, como o do Google, OpenDNS, UltraDNS, como é visto entre parenteses; marcando a opção abaixo, você também permite que sejam pesquisados servidores DNS locais, potencialmente mais perto de você, como por exemplo de alguma empresa que tem serviços de fornecimento de internet ou hospedagem na sua cidade, pode ser bom em alguns casos mas marcar esta opção fará com que a pesquisa pelo melhor DNS leve bastante tempo de acordo com quantos estiverem ao seu alcance.

3 - Por último, este é o botão "Start", clique nele e o NameBench vai começar a avaliar os servidores DNS para descobrir quais os melhores ao seu alcance. Vá tomar um café, essa parte demora um pouco.

Melhor DNS para mim

Na parte inferior do programa ele vai te informar qual é melhor DNS para você, no meu caso o resultado foi o "DynGuide" com endereço "216.146.35.35", lembrando que este foi o melhor PARA MIM, para você o resultado poderá ser diferente.

O NameBench ainda abre no seu navegador um arquivo temporário com uma análise mais detalhada de todos os testes que ele fez, como este abaixo:

Eficiencia DNS
Clique na imagem para ampliar

Na imagem acima você vê, no lado direito superior, uma sugestão de melhor configuração de DNS para onde você está no momento por ordem de velocidade.

Como colocar este DNS no seu computador


Agora que você descobriu qual é o melhor DNS para você é hora de começar a utilizá-lo, esse passo pode variar um pouco de acordo com o método que você esteja conectado à internet, se você tem configuração de conexão local, ou seja, você configura no seu PC mesmo o IP que você utilizar, juntamente com a máscara de sub-rede, Gateway Padrão  e o nosso querido amigo DNS, tudo o que você tem a fazer é editar o DNS da sua configuração.

No Ubuntu, clique no ícone da internet na barra superior, clique em editar, selecione a sua conexão, clique em editar novamente e na aba de configuração de IPV4 você pode adicionar o DNS.

DNS

Porém, muita gente usa o bom e velho roteador para se conectar a internet, bom, configurar ele não chega a ser mais trabalho, mas é diferente. Você vai precisar logar-se no seu router e configurar o DNS que ele está usando, o interessante disso é que a configuração que você fizer vai afetar qualquer dispositivo que se conecte a ele usando DHCP, uma conexão normal.

Para configurar o seu roteador você precisa estar na mesma rede que ele, a configuração pode ser feita tanto via Wi-Fi como por cabo. Se você for fazer por cabo, ligue um cabo de rede em qualquer conexão da parte traseira do seu roteador (que não seja a WAN) e a outra ponto no seu computador/notebook, se for fazer por Wi-Fi, basta estar conectado na rede do roteador.

Você vai precisar abrir um navegador de internet de sua preferencia, e no campo onde você digitaria a URL de algum site será necessário colocar o IP do roteador, normalmente o IP padrão dele (se ninguém alterou) está impresso na parte de baixo do roteador, dê uma olhada nele, caso você esteja conectado na rede via Wi-Fi pelo Linux, basta dar o comando:
route -n
IP de Roteador

Como podemos ver na imagem, o IP do roteador é 192.168.0.1. Coloque o endereço de IP do seu roteador na barra de URL do seu navegador e de um bom e velho "enter".

Será necessário digitar o seu login e senha (é o login e senha do roteador, não tem nada a ver com o seu usuário no sistema), o padrão da maioria dos dispositivos é admin:admin, mas se você foi esperto deve ter trocado a senha de acesso, caso você não tenha essas informações ficará mais complicado continuar.

Existem duas opções, ou você chama a pessoa que configurou o roteador para você ou você reseta o aparelho para os padrões de fábrica, mas tenha a certeza que você vai saber configurá-lo de volta depois se for preciso. Em alguns provedores, e necessário fazer uma configuração especial com o IP destinado a você para que a sua internet funcione, por isso se não souber o que está fazendo, peça ajuda para quem lhe dá assistência técnica.

Configurando roteador

Na imagem acima você vê um SETUP de um firmware de roteador da marca Link One, a maneira com que esta tela se apresenta varia de marca para marca, mas praticamente todas tem as mesmas configurações, o que você precisa fazer é achar a configuração de DNS do aparelho, e como você vê na imagem acima, inserir o DNS que você encontrou como melhor opção através do NameBench.

Depois disse será necessário reiniciar o Router para ter certeza que a configuração foi aplicada com sucesso, procure pelo menu "sair" ou "ferramentas" e haverá uma opção de reiniciar o roteador, a sua conexão com a internet deverá cair por uns 15 segundos enquanto o aparelho reinicia, mas depois que ela voltar você vai sentir a diferença.

O resultado


Algumas páginas carregam perceptivelmente mais rápidas do que antes, outras páginas, muito provavelmente porque já estavam em Cache no meu browser (ou até mesmo no servidor DNS) carregam na mesma velocidade de sempre. Para quem tem uma internet um pouco instável ou lenta para carregar as páginas, qualquer segundo ganho já é lucro.

Vale lembrar que mesmo um bom DNS não faz milagres absolutos, uma boa estrutura de conexão e um prevedor que não pratique (não muito) traffic shaping já ajuda bastante.

Até mais galera, compartilhem o conhecimento! Valeu!
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terça-feira, 24 de novembro de 2015