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Como programar em C/C++ no Ubuntu

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Olá você! Vamos continuando a nossa série de dicas para quem quer começar a programar utilizando Linux, especialmente o Ubuntu. Esta série está sendo coescrita com o nosso leitor Tiago Funk, que já falou sobre a criação de um ambiente básico para programar em Java e em Python.

Como programar em C++ no Ubuntu





Por mais estranho que pareça, programar nessa linguagem no Ubuntu é relativamente simples, você vai perder mais tempo escolhendo a ferramenta aonde será escrito o código do que instalando o básico para compilar o seu código fonte.
Neste artigo C e C++ serão tratados como sinônimos, ou seja, a instalação das ferramentas de um é igual ao que é necessário à outra, apenas na hora de escrever os códigos que é diferente.

Requisitos:

- Computador com Ubuntu.
- Internet para downloads.
- Paciência (para escolher a ferramenta correta para a edição do código fonte e depois para aprender a linguagem)


Entendendo o C/C++


Esta nova linguagem que você esta prestes a aprender é uma das mais utilizadas no mundo atualmente, ela esta nos sistemas operacionais, drivers, compiladores de várias linguagens, etc. Ela é de baixo nível, assim, você pode mexer em recursos avançados no sistema que o seu programa for rodar, isso que pode ser um grande problema para alguns e uma coisa muito boa para outros.

Como o Kernel Linux (o qual o Ubuntu utiliza) tem partes escritas em C/C++, ele já possui um compilador no sistema, por isso não precisamos instalar nada para rodar códigos dessa linguagem, além dela rodar em linguagem de máquina diretamente (o Java por exemplo é executado dentro de uma máquina virtual).

Escolhendo uma ferramenta de Edição de código


Aqui vamos listar algumas alternativas aonde você pode editar o seu código:

Terminal

É comum que os programadores dessa linguagem utilizarem um editor de texto qualquer para escrevê-la (gedit, vi, nano, bloco de notas, etc) e depois compilarem pelo terminal.  Vou ensinar essa alternativa, porque pode ser que um dia ela seja útil para você trabalhar.
Abra um editor de texto qualquer e digite os seguintes comandos:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(){
cout << “Olá mundo” << endl;
return 0;
}

Depois salve como main.cpp (a extensão .cpp é muito importante)

Vai pelo terminal até a pasta que você salvou e digite para compilar:
g++ main.cpp -o meuPrograma
Para executar:
./meuPrograma
No terminal deve haver a seguinte saída:

Compilando programa em C++

Como vimos, qualquer editor de texto pode ser utilizado para a edição, mas existe alguma ferramenta que otimize o trabalho, compilando os arquivos para min? Sim.


Atom

O Atom é uma delas, um editor leve, que suporta outras linguagens também, compila e executa e ainda tem uma interface que eu achei muito bonita.

Atom no Ubuntu

Acesse: https://atom.io/ 

E baixei o pacote .deb

Vai na pasta do download pelo terminal e digíte:
sudo dpkg -i nomePacote.deb
Por enquanto, ele ainda é apenas um editor de texto simples, vamos adicionar uma extensão para executar os códigos C++. Você encontra ele no formato Snap também na própria central de aplicativos do Ubuntu.
Vá na barra superior e clique no menu em packages >> setting views >> open, na janela que se abrir, clique em install e busque por "gpp-compiler", instale essa extensão para poder compilar arquivos.

Atom editor

Digíte o seu código e aperte o F5 para compilar e executar (ele vai abrir um “Terminal” para mostrar a saída para você).

Code::Blocks

Outra alternativa é code::blocks, talvez quem programou em C/C++ no Windows conheça, bastante parecido com o Atom. Única coisa diferente é poder criar um projeto com o código, e não apenas separar em pastas.

No terminal:
sudo add-apt-repository ppa:damien-moore/codeblocks-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get install codeblocks codeblocks-contrib
Code Blocks

 Para criar um projeto, clique no primeiro ícone à esquerda no menu (olhar imagens).

Code Blocks Ubuntu

Em categoria, selecione Console, e avance, pode deixar tudo no padrão na próxima, selecione C ou C++ depois, E coloque um nome para o seu projeto, e coloque o projeto em uma pasta. 


O programa já vai ter criado um um arquivo main.cpp para você e já pode executa-lo.

Netbeans

Minha última sugestão é o Netbeans, eu vou recomenda-la porque ela é mais completa (por exemplo, as duas anteriores não mostram erros em sintaxe, se você escreveu um comando errado, o Netbeans mostra), ela permite integrar várias linguagens em um único projeto e tenho bastante experiência com ela.
Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 GB de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em uma máquina que não possua este hardware, mas compromete bastante (experiência própria).
Na página você pode ver várias opções:

Download do NetBeans

Selecione a quinta opção se você for programar apenas C/C++.
Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:
sudo sh NomedoArquivo.sh
Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.
Ah, não se assuste com a demora para a instalação. Bem comum. Além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.
Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, ele costuma demorar um pouco para abrir pela primeira vez. Clique no segundo ícone e escolha “C/C++” e “Aplicação C/C++”, depois de um nome para o projeto.


Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste. Basta deixar o código igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans Ubuntu

Finalizando

Se ficou com alguma dúvida em como instalar ou utilizar, busque tutoriais na internet, aprenda a pesquisar também, vai ser muito útil para você na sua vida de programador.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do editor: Gostaríamos de agradecer ao Tiago Funk pela colaboração com o artigo.
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Instalando o básico para programar em Python no Linux (Ubuntu, Mint e Debian)

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dando continuidade a uma pequena série de artigos que vai te ensinar a criar ambientes básicos de programação em linguagens variadas que começou com este artigo falando de Java, hoje vamos mostrar como criar um ambiente bacana para você desenvolver Python no Ubuntu, Linux Mint, Debian e seus derivados, o que inclui Deepin, elementary OS, entre outros.

Montando ambiente para programar em Python





Este artigo foi desenvolvido em parceria com Tiago Funk, ele vai te ajudar a entender melhor como criar uma ambiente ideal para começar a programar em Python em algumas das distribuições Linux mais famosas.

Começando


Se você está com dúvidas sobre o que é necessário para poder programar em Python na sua distro Linux, este artigo tem a pretensão de lhe instruir em seus primeiros passos. Antes de tudo, é importante dizer que o Python é uma linguagem interpretada, ou seja, todas as instruções que você for programar nela são, na verdade, instruções que um outro software seguirá.

O mais legal nessa história é que distros Linux utilizam Python para muitas coisas, assim esse interpretador já vem instalado na sua distribuição, mas há um porém, em geral as distros utilizam uma versão antiga do Python, a 2.7, enquanto que hoje existe a 3.5 (Essa versão também já vem instalada em alguns casos). Para ver testar o Python, abra o terminal e digite python3.5 e note que o cursor do terminal vai mudar.

Testando Python

Nesse console que se abriu podemos digitar comandos em Python para que ele os execute. Ao digitar  apenas python  o terminal, ele vai usar a versão 2.7 ai invés da mais recente.

É importante definir qual a versão do Python que você quer trabalhar, pois existem diferenças na sintaxe entre as versões, ou seja, para fazer a mesma ação, existem comandos diferentes em cada versão.

Instalando uma IDE


Para poder programar em Python, em teoria, você já teria o suficiente só com o que vem pré-instalado, entretanto, para ganharmos tempo, vamos instalar um IDE, que é um software que vai automatizar muito dos processos que você teria que fazer para poder executar o programa que você acabou de escrever.

Talvez a melhor opção para Python seja o PyCharm, é muito completo, leve, e bastante bonito. 


No site de download escolha a versão da comunidade, que é gratuita, porém mais básica, para o nosso propósito, vai servir perfeitamente. Se não me engano há um pacote Snap para Ubuntu (e qualquer distro) dele, se você usa o Deepin, ele está na Deepin AppStore.

Site do PyCharm

Após o finalizado o download, você terá uma arquivo .tar.gz, descompacte-o, entre na pasta que foi criada e entre na pasta bin.

Instalando o PyCharm

Dentro dessa pasta existe um arquivo chamado pycharm.sh, esse arquivo é o instalador, para executa-lo, abra o terminal, navegue até a  pasta do arquivo e digite ./pycharm.sh, e a instalação vai iniciar.

Instalando o PyCharm

A primeira janela que vai se abrir é a janela que pergunta se você vai querer restaurar dados de instalações passadas, no nosso caso não vamos fazer isso, depois aceitamos o termos de utilização e por último, uma janela aonde podemos personalizar a interface vai se abrir, podemos deixa-la no padrão.

O próximo passo é criar um projeto, escolhendo o local onde serão guardados os nossos arquivos Python.

Configuração do PyCharm

Não esqueça de escolher a versão do Python com que você quer trabalhar. Agora, vamos criar um novo arquivo.
Novo arquivo no PyCharm

Clique em file (no menu superior) e depois em new…, vai-se abrir uma pequena janela, selecione Python file, nomeie-o e escreva o seguinte:
print(“Olá para todos !!”)

PyCharm Indexando

Talvez você tenha que esperar um pouco se esta for a sua primeira vez abrindo o PyCharm, é necessário esperar um pouco. Como na imagem acima, o Pycharm estará indexando alguns arquivos, assim, é bom esperar um pouco e deixar que isso ocorra.

Para executar o seu código, vá até o menu Run e clique em Run novamente, a execução será semelhante a isso:

Rodando o programa no PyCharm

Finalizando


Basicamente está tudo pronto e funcionando, mas temos mais duas dicas para você:

1 - Para escolher a versão do Python do seu projeto vá em: File (no menu superior), default settings, e na janela que se abrir selecione project interpreter e  então selecione a versão desejada.

Configurando o Interpretador no PyCharm

2 - Se você é do tipo que gosta de usar atalhos, vá em help (menu superior), keymap references e vai se abrir um PDF como todos os atalhos da IDE. Dê uma estudada nele, pois eles podem ajudar a agilizar o seu trabalho.

Agradecemos ao Tiago pela contribuição, agora você já tem o básico para começar os seus trabalhos e estudos.


Até a próxima!


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Conheça, instale e personalize o FreeBSD

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Algumas pessoas pediram pra gente comentasse um pouco sobre BSD aqui no Diolinux, então para atender a este pedido, em parceria com o Marcos Oliveira, do canal Terminal Root, nós vamos fazer uma matéria completa para você que quer conhecer um pouco mais este sistema.

FreeBSD





A ideia deste artigo é dar a você o primeiro contato com o mundo BSD.  O FreeBSD é um sistema operacional livre, assim como o Linux, do tipo Unix-like que provém do Research Unix via Berkeley Software Distribution (BSD). Aplicativos podem ser instalados usando o sistema de gerenciamente de pacotes: Ports, ou compilando o código-fonte. Devido aos seus termos de licenciamento permissivos, grande parte do código do FreeBSD tornou-se parte integral de outros sistemas operacionais tal como o OS X da Apple. A licença BSD pode ser considerada até mais permissiva do a GPL que licencia o Linux e diversos outros Softwares Livres, pois ela permite até mesmo que o código de uma aplicação derivada seja fechado. Garantindo maior liberdade de escolha aos desenvolvedores.



Depois dessa breve introdução, aprenda a instalar ao FreeBSD:


Para fazer o download basta acessar este endereço.

Depois de instalar o FreeBSD, você provavelmente vai querer também instalar uma interface, que tal uma simples e direta como o MATE?

No vídeo abaixo você vai aprender a instalar o Xorg, MATE Desktop, SLiM e configurar o rc.conf utilizando o Easy Editor.



Se você for testar o FreeBSD em dual boot com Linux, talvez você tenha problemas iniciais com o reconhecimento do sistema no GRUB, então confira este material para contornar a situação:


Chegando a parte final do nosso tutorial, agora você aprenderá a configurar e personalizar o FreeBSD com aplicações e customizações visuais.


O FreeBSD é um sistema muito interessante e é utilizado em várias grandes empresas, como a Netflix. Particularmente não o vejo ele com grande apelo para uso no desktop diário, mas profissionalmente falando, é um sistema que você deveria se importar em conhecer um pouco mais a fundo. No entanto, para para as pessoas que gostariam de experienciar um desktop BSD, talvez o TrueOS seja uma escolha mais interessante.

Se você vai instalar ou não no seu computador para fazer um test drive eu não sei, mas se tiver curiosidade de ao menos conhecer, considere então uma máquina virtual, assim você faz as suas experiências sem comprometer o seu sistema operacional atual.

Quero agradecer ao Marcos pela contribuição com o conteúdo, vocês podem conhecer o canal dele aqui.

Até a próxima!

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Como ler mensagens no WhatsApp sem que apareçam os dois risquinhos azuis para quem enviou a mensagem

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Hoje você vai aprender aquela famosa e antiga "técnica ninja" de ignorar as pessoas que você quiser sem se preocupar com as convenções sociais. Eu sei "é horrível", mas se você está lendo isso aqui é porque tem algum interesse no assunto, certo? Querendo ou não, o "double blue check" do WhatsApp já causou problemas por aí...

Riscos azuis no WhatsApp







Na era digital, passamos muito tempo com nossos celulares em mãos e os levamos para todos os lugares. Neste universo, uma das aplicações mais utilizadas é o WhatsApp. O App mantido pelo Facebook acabou se tornando uma das formas centrais de comunicação, seja para simples usuários comuns, seja para empresas, porém, junto com as informações enviadas de forma praticamente instantânea, a "necessidade" de resposta instantânea veio junto e isso nem sempre é possível, ou, nem sempre é o que você deseja fazer.

Até aí, tudo bem, certo? É... quase. Acontece que o recurso do WhatsApp para avisar que a mensagem foi entregue e visualizada acabou gerando um certo problema em algumas comunicações, como eu não conheço outra forma de explicar, o que costuma se passar na cabeça das pessoas, especialmente as mais ansiosas, é algo como:"ele(a) viu a minha mensagem e não respondeu? WTH!", ou algo muito próximo disso, com certeza.

No próprio WhatsApp você tem uma configuração possível para alterar um pouco este comportamento. O recurso pode ser parcialmente desativado simplesmente indo no ícone dos 3 pontos alinhados na parte superior direita, depois em configurações, conta, privacidade e no final "Confirmação de Leitura", com o recurso você não pode ver quem leu a sua mensagem.

Configuração de privacidade no WhatsApp

Mas essa funcionalidade não faz exatamente o que você gostaria que acontecesse (a menos que a pessoa que te enviou a mensagem tenha feito algo do tipo também), essa funcionalidade apenas esconde a confirmação quando você envia a mensagem e não quando você recebe, que é o ponto aqui. Além disso, a função não funciona para grupos e você pode querer ela ativada, afinal, em última análise ela pode ser útil, então, como criar uma solução que atenda a todos esses detalhes?

Conheça o: Shh - Hi Blue Double  Check



Você baixar este aplicativo diretamente na Google Play:
Em sua primeira inicialização o aplicativo vai pedir-lhe o "Acesso a Notificações do seu Android", aceite-as para que quando alguém lhe enviar uma mensagem no WhatsApp, o "Shh" possa te notificar também, nas configurações do App você também pode escolher ocultar o "Double Check" em conversas Individuais, Grupos ou em ambos.

Configurações do Shh

Você deve usá-lo assim: Quando você receber uma mensagem no WhatsApp, o seu WhatsApp vai continuar lhe notificando como sempre fez, porém, o "Shh" vai fazer o mesmo, se você quiser ler a mensagem sem que a pessoa que lhe enviou a mensagem saiba que você a leu, basta fazer isso através do aplicativo.

Com ele você não consegue responder as mensagens diretamente, mas ao tocar em uma mensagem e clicar em "Reply" (responder), ele lhe direcionará para o WhatsApp, onde o "Double Check" vai aparecer para o seu contato.

Funciona de um jeito muito simples, não é? 

Este material foi co-produzido com o nosso leitor Anderson Carvalho, autor do blog "Baixar jogos para Android".
Até a próxima!
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Usuário cria tutorial de customização do Deepin para jogos

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

O YouTuber Erickson Amaral, do canal Livre Software, criou um tutorial mostrando como ajustar componentes sensíveis do Deepin Linux para instalar as últimas versões de drivers de vídeo, Kernel, MESA e outras coisas mais.

Linux Deepin Gamer





Antes de mais nada, eu gostaria de dizer que apenas recomendo este tutorial para aqueles que tem conhecimento mais avançado em Linux, ou que não tem medo de "destruir" o sistema e depois perder alguns minutores arrumando (ou formatando), pois mexer com partes sensíveis do sistema pode acabar desestabilizando-o.

No procedimento demonstrado no vídeo abaixo o Kernel do sistema, os drivers e o servidor gráfico são alterados, então preste atenção e faça preferencialmente em uma máquina de testes antes de colocar na sua máquina de produção.


Para aqueles que quiserem acompanhar os passos em modo texto, o Erickson criou um artigo no blog dele com todo o passo a passo também, confira aqui.

Até a próxima!

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Instalando o básico para programar em Java no Ubuntu e Linux Mint

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Quando se está aprendendo uma linguagem nova de programação podem surgir muitas dúvidas, uma delas é: quais softwares eu devo instalar na meu computador? Aqui vamos apresentar a maneira mais simples (embora bastante completa e instalar o necessário para programar em Java) no Ubuntu. Antes que eu esqueça: quando eu falar em Java e JDK (mais a frente eu explico o que é), estou me referindo ao mesmo software.

Como montar um ambiente de programação Java no Ubuntu






Este material foi co-escrito com o nosso leitor Tiago Funk. Este conteúdo destina-se a programadores que utilizam Ubuntu, Linux Mint ou derivados.


Instalação do JDK


O JDK (Java Development Kit) é um software permite que aquilo que você programa em Java, que basicamente é apenas texto, seja traduzindo em linguagem de máquina e depois executado (não vou entrar em detalhes, mas o Java é executado dentro de uma máquina virtual). Além disso, ele contém bibliotecas (código já existentes da linguagem), assim você podem também utilizá-las e vários outros recursos importantes que ajudam a programar.


Para trabalhar com JDK no Ubuntu e no Linux Mint nós vamos instalá-lo via PPA para manter o Java sempre atualizado, porém, antes vamos verificar se você já não tem o programa instalado.

Abra o terminal e digite:

java -version

Com Java Instalado
Com Java instalado

Sem Java Instalado
Na imagem de cima o Java está instalado (versão 1.8 ou versão 8, como queiram chamar) e na de baixo ele não está instalado.
Assim, se o Java estiver instalado, você pode pular essa parte do tutorial, indo direto para as IDEs.
Para instalar o Java basta digitar os seguintes comandos para começar a instalação:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java

Repare que quando o PPA for adicionado, aparecerá uma mensagem dizendo que já existe a versão 9 do Java, mas esta em fase de desenvolvimento, ou seja, não é aconselhável a sua instalação para produção estável.

Aqui vamos instalar a versão 8, a versão mais recente e estável.
Voltando aos comandos:

sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java8-installer


O ultimo comando baixa um scrip que automatizará a instalação do Java, por isso ele é tão pequeno (menos de 100 Kb), mas ele vai baixar e instalar o JDK que é bem maior, esse processo pode demorar bastante dependendo da velocidade da internet que você tem. 

Depois de instalado você teoricamente teria o necessário para começar a programar em Java, basta escrever o código no bloco de notas e compilar pelo terminal cada arquivo, simples não?  Simples sim, prático? Nem tanto. Por isso escolher uma IDE é um passo fundamental, a IDE é um software que escolhido com calma pode adiantar muita coisa que antes era feita manualmente.

Escolhendo uma IDE


Existe duas opções iniciais mais populares para quem programa em Java, o Eclipse e o Netbeans. Obviamente existem outras, mas isso fica a critério de programadores mais experientes usá-las e testá-las. Vou mostrar como instalá-las por possuir experiência com ambas e são os softwares oficiais da mesma empresa que cuida da linguagem Java. 

Eu particularmente recomendo o Eclipse para quem estiver começando a programar, por ser um pouco mas flexível, e na medida do tempo, com mais experiencia, utilize o Netbeans, é interessante saber utilizar ambas, cada uma traz seus pontos fortes e fracos, mas se você está começando a programar não se preocupe com eles.


Instalando o Eclipse


Acesse o site oficial e baixe a versão mais nova. (atualmente é o Eclipse Oxygen). Será feito o download de um arquivo de extensão tar.gz, descompacte-o e dentro da pasta que você acabou de descompactar execute o arquivo eclipse-inst.

Instalando o Eclipse

Será aberta uma janela de instalação, selecione Java ou Java EE (mais completa) quando for solicitado. Depois é só esperar a instalação pacientemente, ela demora um pouco.

Ao terminar a instalação será criado um uma pasta chamada 'eclipse' (tudo minúsculo) na sua pasta de usuário. Dentro desta pasta, entre no diretório eclipse-(nomeVersãoEclipse), depois entre na pasta "eclipse" novamente, e execute o "eclipse" (pode colar na área de trabalho para ser mais rápido o acesso).

ATENÇÂO: Esses passos foram feitos com o eclipse oxygen, versões anteriores e posteriores podem ser diferentes (mas nada que o Youtube e o Google não resolvam).

Binário do Eclipse

Ao iniciar o Eclipse será necessário indicar a pasta do WorkSpace, ou seja, aonde vão ficar guardados os projetos que você for criar, pode deixar o padrão ou escolher uma nova pasta (é legal você criar uma pasta apenas para guardá-los).

Workspace do Eclipse

Na barra de cima de interface, clique no primeiro item, depois escolha “Java”, “Java project”, depois dê um nome para o projeto. Vamos chamá-lo de “OlaMundo” (sem acentos ou caracteres especiais pois podem ocorrer erros).

Eclipse

No lado esquerdo, vai aparecer o seu projeto, clique duas vezes nele, vai se abrir uma pasta “src”, clique com o botão direito nela, depois “new” e “class”, e finalmente, dê um nome para esse arquivo.
Vai-se abrir o novo arquivo, digite o código da imagem que vem a seguir e clique no ícone verde para executar, logo abaixo vai surgir a mensagem “olá mundo”.

Instalação do NetBeans


Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 Gb de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em máquinas que não possuam esse hardware, mas compromete bastante (experiência própria). 


Na página você pode ver várias opções:
Download NetBeans

Note que é possível programar em várias linguagens no NetBeans, mas isso é história para outro dia. Escolha a segunda opção, a versão completa para o Java. Paciência para o download de quase 200 MB.

Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:

sudo sh NomedoArquivo.sh

Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.Não se assuste com a demora para a instalação, isso é algo comum, além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.

Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, não assuste se demorar para abrir o programa, é bem comum também.

Para abrir um projeto e executá-lo é bem parecido com o que foi feito no Eclipse. 

Clique no segundo ícone e escolhe “Java” e “aplicação Java”, depois atribua um nome para o projeto. Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste.

Basta deixar igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans

Antes de terminarmos tenho mais duas coisas para comentar:

Primeira: Eclipse e Netbeans consomem muitos recursos da máquina, então não se assustem se eles demorem para executar uma ação.

Segunda: Se ficaram com dúvida de com utilizá-los, busquem, pesquisem, vejam tutoriais. Vai ser importante para quem está começando a programar aprender a pesquisar e felizmente existem muita documentação sobre estes softwares na internet.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do blog: Se você quiser participar do blog também e enviar uma matéria para que ela seja publicada aqui, entre em contato.

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Como habilitar o suporte para Streamlabs no OBS no Linux

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

O site Streamlabs ajuda a dar uma dinâmica maior com o público para todos os streamears, sejam aqueles quem fazem isso via YouTube ou TwitchTV. O Open Broadcaster Studio (OBS) é um dos principais softwares para fazer este tipo de atividade, possuindo versões para todas as plataformas, incluindo Linux. Hoje você vai aprender a instalar suporte ao recurso das Streamlabs no seu OBS.

StreamLabs Linux OBS Tutorial






Existem sobreposições que podemos adicionar aos nossos streamings que são provindos de informações vindas de alguns sites, especialmente o Streamlabs. Esses componentes são adicionados nas cenas do OBS (Open Broadcaster Studio) através de um plugin para embedar conteúdo da internet, algo que infelizmente não está disponível nativamente na versão para Linux do OBS.

Apesar disso, é possível habilitar este plugin de uma forma muito simples e é isso que você vai aprender agora.

Como adicionar o suporte para conteúdo de navegador no OBS Linux


Quero agradecer ao NiltonOS, nosso professor do Diolinux EAD, que me ajudou a encontrar a solução para este problema e também a ele que criou a versão compilada com o codec NVENC do OBS para Linux, o que facilita a vida de todos nós que criamos conteúdo em vídeo para a internet.

Para adicionar o suporte para conteúdo Web no seu Open Broadcaster Studio no Linux, incluindo o Streamlabs, você primeiro precisa instalar o OBS:


Uma vez que você tenha o seu OBS já instalado e funcionando, basta rodar estes três comandos no terminal para criar o suporte a conteúdo Web nele:
mkdir -p $HOME/.config/obs-studio/plugins
wget https://github.com/bazukas/obs-linuxbrowser/releases/download/0.2.0/linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz
tar xfvz linuxbrowser0.2.0-obs18.0.1-64bit.tgz -C $HOME/.config/obs-studio/plugins
Funciona em qualquer distribuição. Depois de feito isso, ao abrir o seu OBS você encontrará uma opção chamada Linux Browser.

Até a próxima!
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Como atualizar o openSUSE Leap 42.2 para o 42.3

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A terceira edição do openSUSE da série 42 Leap está disponível para os usuários, hoje você que utiliza a versão 42.2 vai aprender a atualizar o sistema para a versão mais recente.

openSUSE Leap







Uma das maiores distribuições Linux do mundo, o openSUSE, recebeu recentemente uma atualização em sua versão estável, a Leap, chegando agora à versão 42.3. O nosso parceiro "Oficina do Tux", produziu um vídeo para explicar para você como fazer a atualização passo a passo sem quebrar o sistema.


A versão 42.3 do openSUSE usa o mesmo núcleo de pacotes que o SUSE Linux Enterprise 12, Service Pack 3. A versão oferece suporte de longo prazo juntamente com o os ambientes KDE 5.8 e o GNOME 3.20, que são os mesmos oferecidos pelo SLE, além deles, existem outros desktops disponíveis para download ou para a utilização na hora da instalação. Lembrando que as pessoas que preferirem, podem usar a versão Rolling Release do openSUSE, o chamado Tumbleweed.

Para ler sobre todas as novidades da nova versão, basta acessar este link.

Até a próxima!
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Erro ao compartilhar pastas no Linux Mint Cinnamon? Veja como corrigir.

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu tenho o hábito de compartilhar pastas em rede para levar pequenos arquivos de forma simples de um computador para outro. O processo em todas as distribuições é o mesmo praticamente, mudando pequenos detalhes, mas o Linux Mint me deu uma dor de cabeça um pouco maior.

Linux Mint com pastas compartilhadas




Eu tenho usado o Linux Mint no meu computador de trabalho nos últimos meses, tudo funciona muito bem, tudo muito estável e funcional, mas acabei esbarrando em um bug atípico no sistema, já que em todos os outros que testei é a primeira vez que este tipo de coisa gera problema.

Compartilhamento de pastas do Linux Mint Cinnamon

Como você ver, ao tentar compartilhar uma pasta em rede aparece este erro. Felizmente a correção é muito simples.

No Ubuntu quando você vai tentar compartilhar uma pasta o sistema avisa que faltam determinados pacotes do samba e te permite uma instalação a partir de um clique para funcionar, no Linux Mint isto não acontece, no entanto basta rodar este comano no terminal para corrigir o problema:
sudo apt install samba --install-recommends
Depois de instalar este comando, você pode tentar compartilhar a pasta da mesma forma e tudo deverá funcionar perfeitamente. É algo que deve ser corrigido no sistema ao longo do tempo.

Linux Mint compartilhamento

Como você pode ver, o ícone de compartilhamento apareceu na pasta normalmente depois da instalação do pacote que fizemos.

Se você tem dúvidas de como funciona o compartilhamento de pastas em uma rede doméstica no Ubuntu/Linux Mint ou qualquer outra distribuição e interface, confira o vídeo abaixo onde eu te explico como você pode fazer este tipo de coisa de forma simples:



Até a próxima!
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Aprenda a INSTALAR e CONFIGURAR o GENTOO Linux

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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Se você estava procurando por um material completo à respeito do Gentoo, uma das distribuições Linux com maiores místicas em seu entorno, agora você terá algo para colocar nos seus favoritos com detalhes importantes da instalação do Gentoo, compilação do Kernel no Gentoo e um guia de pós-instalação, para deixar o sistema funcionamento de forma perfeita para você.

Instalação e configuração do Gentoo Linux




O Gentoo é o que podemos chamar de distribuição Linux "Source Based", isto é, a ideia é que você baixe o código fonte das aplicações e compile elas no próprio sistema para utilizar. Não somente as aplicações, mas o sistema como um todo pode trabalhar desta forma.

Distribuições como o Gentoo são tidas como "difíceis" e destinadas a usuários avançados. O "difíceis" está entre aspas porque "fácil e difícil" são conceitos altamente relativos ao seu conhecimento e interesse em "desvendar os segredos" de uma distro como o Gentoo.

Quem sou eu para dizer o que você vai fazer com o Gentoo, mas em geral essas distros tem um público, falei sobre isso neste vídeo:


Agora que você já conhece um pouco mais sobre o objetivo de distros com estas características, chegou a hora de conhecer mais a fundo o Gentoo; o primeiro passo é conhecer a sua história, recomendo que você veja este outro artigo aqui no blog, leia depois volte para este:


Depois destas informações, você já realmente sabe onde está se metendo. Vou te dizer, na minha opinião o Gentoo não chega a ser difícil (conceito relativo, como falei), mas requer paciência para fazer todas as coisas e deixar o sistema funcionando corretamente.

Para facilitar o seu entendimento nós vamos contar com a ajuda do Marcos, do canal Terminal Root, e vamos aprender a instalar e configurar o Gentoo em 3 vídeos diferentes, são vídeos longos mas que abrangem detalhadamente tudo o que você precisa saber sobre o sistema.

Nas palavras do Marcos:

O Gentoo é uma distribuição veloz e moderna com um projeto limpo e flexível. O Gentoo é construído em torno de um ecossistema de software livre e não esconde de seus usuários o que está “sob o capô do motor”. O Portage, o sistema de gerenciamento de pacotes utilizado pelo Gentoo, é escrito em Python, o que significa que o usuário pode facilmente ver e modificar o código fonte. O sistema de pacotes do Gentoo usa código fonte (mas o suporte para pacotes pré-compilados também é incluído) e a configuração do Gentoo é feita através de arquivos texto comuns. Em outras palavras, tudo acontece de forma muito clara e aberta.

Como instalar o Gentoo


O primeiro passo é a instalação, então preste atenção nas explicações para você estar pronto para os próximos passos:


O segundo passo (que na verdade é um extra do primeiro), é um episódio inteiro sobre a compilação do Kernel no Gentoo. O processo não chega a ser muito diferente do que eu ensinei neste artigo, utilizando o Linux Mint, mas como é algo importante, vamos para essa aula também:



O terceiro e último vídeo é o que você vai utilizar para aprender a deixar o Gentoo pronto para o seu uso diário:



Edit: Recentemente o Marcos acrescentou mais uma vídeo para a série onde ele mostra os retoques finais na distribuição.


Com estas informações você certamente tem um caminho muito mais simples para utilizar o Gentoo, não é? Não esqueça de passar no canal do Marcos e se inscrever para acompanhar vídeos futuros dele.

Até a próxima!
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Minhas 7 extensões favoritas para o GNOME Shell

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

É como diz o ditado: "GNOME sem extensões é igual a Branca de Neve sem os 7 anões", simplesmente não é a mesma coisa. Brincadeiras à parte, de fato as extensões do GNOME são praticamente essenciais para melhorar a produtividade da interface, é claro que a necessidade de uma ou outra extensão vai variar de acordo com o seu gosto pessoal e principalmente, vai variar de acordo com a forma com que você gosta de interagir com a interface. Hoje eu vou te mostrar as minhas 7 extensões preferidas.

Top 7 GNOME Shell Extensions




Você pode entender as extensões do GNOME Shell da mesma forma que você entende as extensões do seu navegador. Elas servem para estender as funções nativas do ambiente gráfico, mudar o seu comportamento, adicionar recursos e até remover em alguns casos.

As extensões do GNOME não são exclusivas de uma distribuição Linux em específico, elas funcionam em todas as que usam a interface, então essas dicas vão servir para você, independente do sistema.

Confira também:



* Vale a pena conferir os dois vídeos, assim você vai aprender muito mais sobre a customização do GNOME.

Como adicionar extensões no GNOME Shell


O projeto GNOME possui um site: extensions.gnome.orgonde você pode baixar todas as extensões para o seu sistema. Para instalar uma extensão à partir do site, basta deslizar o interruptor de ON/OFF que existe em cada uma delas e aceitar a instalação.

Instalando extensões no GNOME

Depois de instaladas as extensões, você pode manusear elas através de uma aplicação chamada "GNOME Tweak Tool", que serve para muitas outras coisas também quando o assunto é "customização do GNOME Shell".

Normalmente as distros trazem essa ferramenta já instalada por padrão, em português a ferramenta recebe o nome de "Ferramenta de ajustes", porém, caso não esteja instalado, você encontra ela facilmente na central de aplicativos, o GNOME Software.

Gnome Tweak Tool

Uma vez instalado você encontra o "GNOME Tweak Tool" no menu do sistema, dentro dela há uma sessão onde você pode ativar, desativar e remover extensões.

Agora vamos a lista com as minhas 7 extensões favoritas!


Eu preparei um vídeo bacana para você conhecer as extensões que eu mais gosto, cada uma tem suas particularidades e funcionalidades, confira e não esqueça de conhecer o canal, caso ainda não conheça, o botão de se inscrever está logo abaixo:



Dica: Para acessar o site e baixar a extensão para o seu GNOME Shell basta clicar no nome delas.


Essa extensão cria um pequeno ícone da barra superior do GNOME Shell que te permite acessar de forma mais rápida  pastas específicas do sistema, o que garante uma maior produtividade no seu dia a dia, evitando a necessidade de abrir o Nautilus (gestor de arquivos) para isso.

Places Status Indicator




Acho esta essencial. Eu simplesmente não consigo usar uma área de notificações ou tray escondida da forma padrão do GNOME. Essa extensão coloca a área de notificações e indicadores no local tradicional.

Topicons Plus




A barra de favoritos do GNOME, também conhecida como Dash, não é nada mais do que contraprodutiva em sua forma original, eu preciso de uma dock mais funcional, que esteja ali mesmo quando eu não quero ver as atividades. Esta é uma das extensões mais baixadas e melhor avaliadas do site de extensões do GNOME, então acredito que muitos compartilham da minha opinião.

Dash to Dock Gnome Shell



Esta é uma extensão realmente simples, ela coloca um ícone de lixeira na barra superior do GNOME Shell, facilitando o acesso a exclusão e recuperação de arquivos.

GNOME Trash



Essa talvez não seja para todo mundo, mas todos que precisam lidar com mais de uma saída ou entrada de áudio acabam tendo um certo trabalho no GNOME, sem essa extensão você precisa ir até o app de configuração e  mudar as entradas por lá, com a extensão fica bem mais prático.

Sound Device Chooser Gnome



Essa é outra herança do Unity do meu GNOME, com esta extensão você consegue abrir os dispositivos removíveis de forma muito acessível sem precisar ir até o gerenciador de arquivos.

Removable Drive Menu


A extensão Pixel Saver é extremamente útil para quem tem uma tela pequena, eu por exemplo acho essencial para usar no meu Lenovo Yoga de 12 polegadas, em telas assim, qualquer pixel a mais é uma grande vantagem. O Pixel Saver elimina a barra de título das janelas no GNOME Shell em algumas aplicações onde ela é desnecessária, como no Firefox.

Pixel Saver
Repare na quantidade de espaço vertical que ganhamos


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Estas são as extensões para o GNOME Shell que eu mais gosto, mas o artigo não acaba por aqui, agora é a sua vez! Deixe nos comentários a sua opinião sobre a minha lista e acrescente as que você mais gosta e não fazem parte dela, até a próxima!
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