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Vídeo conta como o Arch Linux foi criado

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

O Arch é uma distribuição Linux de origem canadense e que caiu no gosto de milhares de pessoas ao redor do mundo, hoje vamos entender como foi o nascimento de um dos sistemas que mais conseguiram levar o conceito KISS (Keep It Simple, Stupid!) para o público.

Arch Linux - A história da Distro






Os nossos amigos do canal Oficina do Tux produziram um vídeo muito bacana para contar para você como foi a origem de uma das distribuições mais icônicas do mundo Linux, o Arch Linux. Recoste na cadeira e acompanhe a acensão da fera:


O Arch Linux foi desenvolvido originalmente pelo canadense Judd Vinet. Seu desenvolvimento sempre foi aplicado ao minimalismo e simplicidade de código, esperando sempre que o usuário seja a parte determinante para trazer a coesão que o mesmo espera para o sistema. Um dos grandes destaques do Arch, como é chamado, é sem dúvida o gestor de pacotes Pacman (Package Manager), que foi escrito especialmente para o sistema e é utilizado até hoje para instalar, remover, pesquisar e fazer o upgrade de pacotes do sistema, ou seja, fazer a gestão de software.

O Arch Linux utiliza o chamado modelo Rolling Release de lançamento, isso significa que não existem "versões" do Arch como temos no Ubuntu ou no Debian. O usuário instala o sistema apenas uma vez e vai apenas atualizando, ou pelo menos, esta é a premissa. 

Outro grande destaque é o repositório AUR (Arch User Repository), que como o significado da sigla indica, é o repositório da comunidade de usuários/desenvolvedores do Arch Linux, onde você encontrará pacotes para praticamente qualquer programa disponível para Linux.

Recomendamos a leitura de :




Até a próxima!
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Como atualizar o openSUSE Leap 42.2 para o 42.3

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A terceira edição do openSUSE da série 42 Leap está disponível para os usuários, hoje você que utiliza a versão 42.2 vai aprender a atualizar o sistema para a versão mais recente.

openSUSE Leap







Uma das maiores distribuições Linux do mundo, o openSUSE, recebeu recentemente uma atualização em sua versão estável, a Leap, chegando agora à versão 42.3. O nosso parceiro "Oficina do Tux", produziu um vídeo para explicar para você como fazer a atualização passo a passo sem quebrar o sistema.


A versão 42.3 do openSUSE usa o mesmo núcleo de pacotes que o SUSE Linux Enterprise 12, Service Pack 3. A versão oferece suporte de longo prazo juntamente com o os ambientes KDE 5.8 e o GNOME 3.20, que são os mesmos oferecidos pelo SLE, além deles, existem outros desktops disponíveis para download ou para a utilização na hora da instalação. Lembrando que as pessoas que preferirem, podem usar a versão Rolling Release do openSUSE, o chamado Tumbleweed.

Para ler sobre todas as novidades da nova versão, basta acessar este link.

Até a próxima!
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"Code Together" - SUSE cria paródia do clássico dos Beatles

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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Se tem uma coisa que eu realmente gosto no SUSE é o marketing! Eles sabem fazer isso muito bem, ou pelo menos de uma forma que me agrada. Criar paródias musicais para promover o Linux e os seus serviços não é uma novidade, mas a gigante do mundo Open Source agora está parodiando clássicos da música!

Paródias da SUSE





Como eu comentei, esta não é a primeira paródia da SUSE com músicas famosas, quem lembra das paródias com as músicas "Sugar"  e "Uptown Funk", ou ainda aquela paródia mais absurda ainda do "What does the Fox say?"?


Os caras estão ficando experientes nisso hein!?

A nova paródia vai direto em um dos clássicos compostos por John Lennon e Paul McCartney, "Come Together", que você pode ouvir aqui, além da paródia da letra, a versão da SUSE ganhou um arranjo diferente, com algumas algumas guitarras mais pesadas em relação a versão dos Beatles, confira o vídeo agora, a letra está logo abaixo também:



Here come Chameleon
He see stereoscopic
He got open source code
He one holy coder
He got a tail down below his knees
Administers his systems
Man, it feels like a breeze

He got no lock-in
He got open stack cloud
He got mainframe linux
He use YaST and Kiwi
He say I know Perl, you know Ruby
One thing I can tell you is
You got to be Free
Code together, right now
We’re all free

He’s in production
He got massive up time
He use open standards
He one elite hacker
He got software defined storage
According to top, yeah,
You got so much RAM free
Code together, right now
We’re all free

He on the mainframe
He got desktop powers
He rules Top 500
He one real bad mother
He say one and one is seventeen
Got to be good looking
Cause he’s so good with C
Code together, right now
We’re all free

Code together, yeah
Code together, yeah


Ah! Essa "zueira" misturada com marketing cai como uma luva, não é, não? 😄

Até a próxima!
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T-UI - Uma forma simples de dar comandos no Terminal do Android

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A maior parte dos usuários de Android nem sequer se questiona sobre a possibilidade de dar comandos de texto para o sistema do Smartphone, mas quem gosta de tecnologia sabe muito bem que o Android é um sistema operacional como qualquer outro e baseado no Linux como é, certamente existe uma forma de operá-lo desta forma.

Usando o terminal Linux no Android




Eu gosto muito de testar coisas que mudam a forma com que interagimos com a tecnologia, acho que gostar de Linux é um reflexo disso de certa forma, e por isso estou sempre disposto um App interessante.

Há algum tempo atrás um dos inscritos do canal comentou sobre este aplicativo chamado "T-UI", ou "Terminal User Interface", que nada mais é do que um launcher para o seu Android que modifica a forma principal de interação com o aparelho. 

Nada de ícones!


Launcher T-UI Android

Ao contrário dos launchers tradicionais que costumam mudar o tema da home do seu Android e até acrescentar algumas funcionalidades e atalhos, o que o T-UI faz é completamente diferente, ele deixa apenas um terminal aberto na sua tela onde você pode digitar comandos.

Como fazer absolutamente tudo via linha de comando pode ser problemático, o T-UI também possui vários comandos de reconhecimento interno que facilitam na hora de você chamar aplicações instaladas no sistema ou na hora de habilitar e desabilitar recursos, como o Wi-Fi.

Confira o vídeo abaixo eu demonstrei como ele funciona:


Este tipo de coisa não é pra todo mundo com toda a certeza, mas tem uma "funcionalidade" para o T-UI que não está descrita em nenhum lugar: Quando você quiser evitar que aquela pessoa chata mecha no seu Smartphone, basta emprestar ou mostrar o aparelho para ela com a T-UI, pode ter certeza que vai enganar a maior parte dos seus amigos, pode fazer um teste!
Baixe o T-UI na Google Play
Se você ainda não conhece o nosso canal do YouTube passa lá para conferir, tem muita coisa bacana rolando sempre e temos no mínimo 4 vídeos toda semana.

Se o T-UI não for "Linux o bastante" para você, outro App bacana para você testar com uma proposta mais parecida com um emulador de terminal Linux (Bash ou ZSH) é o Termux, que vale apena conferir também.

Até a próxima!
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Realidade ou Ficção? Unreal Engine reproduz elementos do mundo real com detalhamento incrível!

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Um dos motivos que eu ter criado o blog Diolinux foi o meu fascínio por tecnologia, talvez até o nome "Diolinux" transmita uma ideia diferente da que eu gostaria, mas isso é outro assunto. Comentei isso porque eu adoro poder chegar aqui e te mostrar o que eu vou mostrar agora, uma recriação foto realista digital feita através de computador. 

Unreal Engine Real World




Um artista gráfico chamado Rense de Boer realizou um trabalho incrível utilizando a Unreal Engine, o motor gráfico da Epic Games, para criar uma trabalho minucioso que usou de fotometria para criar rochas, sedimentos, algumas pequenas plantas em um cenário cheio de detalhes.

Antes de você assistir ao vídeo, para deixar as coisas interessantes, veja as imagens tentando ignorar o fato de você saber que se trata de uma simulação, depois conte pra gente se você perceberia ou não que se trata de um cenário gerado por computador nos comentários.

👉 Lembrando que se for possível, você pode ver em 4K para melhorar ainda mais a experiência.


Particularmente eu não seria capaz de distinguir um cenário verdadeiro de um falso, a qualidade das luzes, sombras e texturas é assombrosa!

Isso é certamente algo que nos espera no futuro dos games e ate mesmo no cinema. Claro que (sem desmerecer o trabalho do rapaz) renderizar "apenas uma rochas" é diferente de fazer esse cenário interagir com figuras humanas ou animais, ou ainda qualquer avatar móvel, mas mesmo assim, esse tipo de trabalho me faz pensar em diversas coisas que podemos esperar da indústria.

Sabe o que é interessante? Não foi preciso um "computador da NASA" para criar uma simulação dessas, claro, não foi um computador qualquer também, mas Rense de Boer utilizou "apenas" um computador com Core i7 5960X, duas GTX 1080 Ti em SLI e 64 GB de RAM DDR4 com 2400 MHz, o que está longe de ser uma máquina fraca, ou até mesmo mediana, mas só pelo fato de ser algo que hoje muitas pessoas podem ter em suas casas, nos faz pensar no potencial desse tipo de coisa em computadores realmente poderosos.

Para quem gosta dos devaneios do Stephen Hawking, será que o universo é uma simulação? Baseando-se pela qualidade gráfica, não podemos descartar.

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Deepin lança video oficial para mostrar funções no sistema

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terça-feira, 25 de julho de 2017

Por mais simples que sejam, eu realmente sinto falta de vídeo oficiais das distribuições. O marketing para qualquer produto é uma ferramenta extremamente importante e infelizmente, altamente negligenciada por muitas distros. Tudo bem que o vídeo do Deepin não é "tudo isso", até por estar em chinês, isso acaba tornando-o menos acessível para boa parte do mundo, especialmente se comparado aos da SUSE, mas eu sempre acho muito legal quando isso acontece.

Deepin OS oficial PROMO




O Deepin, como um produto com intenções comerciais, criou um pequeno demonstrativo nas funções de sua interface, demonstrando alguns recursos interessantes. O vídeo saiu no que parece ser o canal oficial da distro YouTube e tem apenas alguns minutos, mas serve para mostrar o sistema para os novos usuários, especialmente os chineses:


Se quiser ver uma "versão não oficial em português", eu fiz um vídeo recente no canal do blog Diolinux no YouTube mostrando os recursos que eu mais gosto no Deepin:



Qual distribuição você acredita que deveria investir mais em marketing? Você considera isso importante? 

Deixe a sua opinião nos comentários e até a próxima!
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Aprenda a INSTALAR e CONFIGURAR o GENTOO Linux

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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Se você estava procurando por um material completo à respeito do Gentoo, uma das distribuições Linux com maiores místicas em seu entorno, agora você terá algo para colocar nos seus favoritos com detalhes importantes da instalação do Gentoo, compilação do Kernel no Gentoo e um guia de pós-instalação, para deixar o sistema funcionamento de forma perfeita para você.

Instalação e configuração do Gentoo Linux




O Gentoo é o que podemos chamar de distribuição Linux "Source Based", isto é, a ideia é que você baixe o código fonte das aplicações e compile elas no próprio sistema para utilizar. Não somente as aplicações, mas o sistema como um todo pode trabalhar desta forma.

Distribuições como o Gentoo são tidas como "difíceis" e destinadas a usuários avançados. O "difíceis" está entre aspas porque "fácil e difícil" são conceitos altamente relativos ao seu conhecimento e interesse em "desvendar os segredos" de uma distro como o Gentoo.

Quem sou eu para dizer o que você vai fazer com o Gentoo, mas em geral essas distros tem um público, falei sobre isso neste vídeo:


Agora que você já conhece um pouco mais sobre o objetivo de distros com estas características, chegou a hora de conhecer mais a fundo o Gentoo; o primeiro passo é conhecer a sua história, recomendo que você veja este outro artigo aqui no blog, leia depois volte para este:


Depois destas informações, você já realmente sabe onde está se metendo. Vou te dizer, na minha opinião o Gentoo não chega a ser difícil (conceito relativo, como falei), mas requer paciência para fazer todas as coisas e deixar o sistema funcionando corretamente.

Para facilitar o seu entendimento nós vamos contar com a ajuda do Marcos, do canal Terminal Root, e vamos aprender a instalar e configurar o Gentoo em 3 vídeos diferentes, são vídeos longos mas que abrangem detalhadamente tudo o que você precisa saber sobre o sistema.

Nas palavras do Marcos:

O Gentoo é uma distribuição veloz e moderna com um projeto limpo e flexível. O Gentoo é construído em torno de um ecossistema de software livre e não esconde de seus usuários o que está “sob o capô do motor”. O Portage, o sistema de gerenciamento de pacotes utilizado pelo Gentoo, é escrito em Python, o que significa que o usuário pode facilmente ver e modificar o código fonte. O sistema de pacotes do Gentoo usa código fonte (mas o suporte para pacotes pré-compilados também é incluído) e a configuração do Gentoo é feita através de arquivos texto comuns. Em outras palavras, tudo acontece de forma muito clara e aberta.

Como instalar o Gentoo


O primeiro passo é a instalação, então preste atenção nas explicações para você estar pronto para os próximos passos:


O segundo passo (que na verdade é um extra do primeiro), é um episódio inteiro sobre a compilação do Kernel no Gentoo. O processo não chega a ser muito diferente do que eu ensinei neste artigo, utilizando o Linux Mint, mas como é algo importante, vamos para essa aula também:



O terceiro e último vídeo é o que você vai utilizar para aprender a deixar o Gentoo pronto para o seu uso diário:



Edit: Recentemente o Marcos acrescentou mais uma vídeo para a série onde ele mostra os retoques finais na distribuição.


Com estas informações você certamente tem um caminho muito mais simples para utilizar o Gentoo, não é? Não esqueça de passar no canal do Marcos e se inscrever para acompanhar vídeos futuros dele.

Até a próxima!
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Vale a pena usar otimizadores de Android?

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Este é certamente um dos temas mais polêmicos do mundo dos dispositivos móveis que usam Android como sistema operacional. É polêmico porque  você vai encontrar pessoas que juram que eles funcionam (ou que um em específico funciona) e outros que vão dizer que todos estes Apps são aplicativos para enganar os mais leigos. Verdade ou não, acabou-se criando um verdadeiro mercado em torno deste tipo de aplicativo.

Otimizadores para Android




Por conta de toda polêmica que envolve o assunto, eu vou tentar abordar ele da forma mais imparcial que eu puder, dando exemplos e mostrando dados.

Como existem muitos Apps para manutenção no Android, é complicado falar de todos, mas generalizando, o que eles costumam prometer são estas 4 coisas:

- Limpar processos que ficam em segundo plano (liberando memória)

- Fechar programas que estão usando muito o processadores

- Liberar espaço removendo arquivos obsoletos

- Prometer aumentar a durabilidade da bateria

Pra mim o maior problema da maior parte dos Apps neste aspecto não é a questão deles fazerem o que prometem ou não, mas sim o a forma com que eles tentam atingir estes objetivos. Tirando os Apps de limpeza de dados e cache que tem foco na liberação de espaço, que na minha opinião são mais justificáveis, os demais acabam limpando a memória do Android, o que pode acabar tendo o resultado oposto do esperado.

Eu explico.

Talvez se você entender como o Android foi projetado para funcionar, você entenda o quanto estes aplicativos de limpeza são eventualmente inúteis e podem até prejudicar o seu aparelho ao logo do tempo.

O primeiro passo é entender um pouco mais sobre o gerenciamento de memória do Linux, pois o Android utiliza ele como Kernel.


A Google projetou o Android para trabalhar assim, não existe um App milagroso que vai transformar um aparelho com hardware modesto em algo surpreendente, tire isso da sua cabeça.

No vídeo abaixo eu explico todos os detalhes sobre o funcionamento destes Apps e mostro alguns exemplos de alguns que eu acredito que realmente sejam úteis para você ter no seu aparelho.



Apesar de eu ter a minha opinião sobre o assunto baseada em alguns fatos que eu considero relevantes não vou dar a discussão por encerrada, afinal, sempre podem surgir coisas novas. Eu adoraria saber a sua opinião sobre o assunto.

Use os comentários abaixo para participar! Até a próxima!
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Minhas 7 extensões favoritas para o GNOME Shell

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

É como diz o ditado: "GNOME sem extensões é igual a Branca de Neve sem os 7 anões", simplesmente não é a mesma coisa. Brincadeiras à parte, de fato as extensões do GNOME são praticamente essenciais para melhorar a produtividade da interface, é claro que a necessidade de uma ou outra extensão vai variar de acordo com o seu gosto pessoal e principalmente, vai variar de acordo com a forma com que você gosta de interagir com a interface. Hoje eu vou te mostrar as minhas 7 extensões preferidas.

Top 7 GNOME Shell Extensions




Você pode entender as extensões do GNOME Shell da mesma forma que você entende as extensões do seu navegador. Elas servem para estender as funções nativas do ambiente gráfico, mudar o seu comportamento, adicionar recursos e até remover em alguns casos.

As extensões do GNOME não são exclusivas de uma distribuição Linux em específico, elas funcionam em todas as que usam a interface, então essas dicas vão servir para você, independente do sistema.

Confira também:



* Vale a pena conferir os dois vídeos, assim você vai aprender muito mais sobre a customização do GNOME.

Como adicionar extensões no GNOME Shell


O projeto GNOME possui um site: extensions.gnome.orgonde você pode baixar todas as extensões para o seu sistema. Para instalar uma extensão à partir do site, basta deslizar o interruptor de ON/OFF que existe em cada uma delas e aceitar a instalação.

Instalando extensões no GNOME

Depois de instaladas as extensões, você pode manusear elas através de uma aplicação chamada "GNOME Tweak Tool", que serve para muitas outras coisas também quando o assunto é "customização do GNOME Shell".

Normalmente as distros trazem essa ferramenta já instalada por padrão, em português a ferramenta recebe o nome de "Ferramenta de ajustes", porém, caso não esteja instalado, você encontra ela facilmente na central de aplicativos, o GNOME Software.

Gnome Tweak Tool

Uma vez instalado você encontra o "GNOME Tweak Tool" no menu do sistema, dentro dela há uma sessão onde você pode ativar, desativar e remover extensões.

Agora vamos a lista com as minhas 7 extensões favoritas!


Eu preparei um vídeo bacana para você conhecer as extensões que eu mais gosto, cada uma tem suas particularidades e funcionalidades, confira e não esqueça de conhecer o canal, caso ainda não conheça, o botão de se inscrever está logo abaixo:



Dica: Para acessar o site e baixar a extensão para o seu GNOME Shell basta clicar no nome delas.


Essa extensão cria um pequeno ícone da barra superior do GNOME Shell que te permite acessar de forma mais rápida  pastas específicas do sistema, o que garante uma maior produtividade no seu dia a dia, evitando a necessidade de abrir o Nautilus (gestor de arquivos) para isso.

Places Status Indicator




Acho esta essencial. Eu simplesmente não consigo usar uma área de notificações ou tray escondida da forma padrão do GNOME. Essa extensão coloca a área de notificações e indicadores no local tradicional.

Topicons Plus




A barra de favoritos do GNOME, também conhecida como Dash, não é nada mais do que contraprodutiva em sua forma original, eu preciso de uma dock mais funcional, que esteja ali mesmo quando eu não quero ver as atividades. Esta é uma das extensões mais baixadas e melhor avaliadas do site de extensões do GNOME, então acredito que muitos compartilham da minha opinião.

Dash to Dock Gnome Shell



Esta é uma extensão realmente simples, ela coloca um ícone de lixeira na barra superior do GNOME Shell, facilitando o acesso a exclusão e recuperação de arquivos.

GNOME Trash



Essa talvez não seja para todo mundo, mas todos que precisam lidar com mais de uma saída ou entrada de áudio acabam tendo um certo trabalho no GNOME, sem essa extensão você precisa ir até o app de configuração e  mudar as entradas por lá, com a extensão fica bem mais prático.

Sound Device Chooser Gnome



Essa é outra herança do Unity do meu GNOME, com esta extensão você consegue abrir os dispositivos removíveis de forma muito acessível sem precisar ir até o gerenciador de arquivos.

Removable Drive Menu


A extensão Pixel Saver é extremamente útil para quem tem uma tela pequena, eu por exemplo acho essencial para usar no meu Lenovo Yoga de 12 polegadas, em telas assim, qualquer pixel a mais é uma grande vantagem. O Pixel Saver elimina a barra de título das janelas no GNOME Shell em algumas aplicações onde ela é desnecessária, como no Firefox.

Pixel Saver
Repare na quantidade de espaço vertical que ganhamos


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Estas são as extensões para o GNOME Shell que eu mais gosto, mas o artigo não acaba por aqui, agora é a sua vez! Deixe nos comentários a sua opinião sobre a minha lista e acrescente as que você mais gosta e não fazem parte dela, até a próxima!
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Fedora 26 - Conheça as principais novidades da versão e veja como baixar

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domingo, 16 de julho de 2017

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram nesta semana a disponibilidade da mais nova versão do sistema operacional que continua mantendo seu foco em Workstation e trazendo um conjunto de softwares muito atualizado, ainda que a distro não seja Rolling Release, é uma das melhores opções para quem gosta do GNOME Shell, sem dúvida, mas existem outras versões do Fedora interessantes também que você deve conhecer.

Fedora 26




O novo Fedora 26 foi lançado com atualizações de pacotes e correções de bugs, visualmente, como era de se esperar, você não deve encontrar mudanças drásticas, já que a distro não costuma personalizar muito as interfaces que a acompanham. Sim, interfaceS no plural, pois apesar do GNOME Shell ser a principal delas, o Fedora também possui diversas Spins com interfaces diferentes.

Você pode ler as notas de lançamento para conhecer todos os detalhes da versão 26 do Fedora neste endereço.

Confira também o nosso vídeo de apresentação da versão 26:



Um pouco sobre o Fedora


Red Hat Linux

O Fedora é uma distro comunitária, porém, de forma parecida com o que acontece com o openSUSE, temos uma empresa que patrocina o desenvolvimento, neste caso a poderosa Red Hat. Na verdade, o Fedora serve como um "campo de testes" para o desenvolvimento do Red Hat Enterprise Linux, uma das principais distribuições Linux do mundo corporativo.

É curioso pensar no Fedora como um derivado do Red Hat, pois atualmente é quase o caminho contrário, o Red Hat vem dos pacotes primeiramente testados no Fedora, claro, com suas devidas particularidades e exceções, mas sem dúvida é uma relação saudável.

No seu Desktop


O foco principal do Fedora nos últimos anos tem sido o chamado "Worsktation", ou seja, é voltado para desenvolvimento de todos os tipos. Isso não quer dizer que você não possa usar o sistema no Desktop, claro, mas digamos que este não seja o foco.

Por conta disso você não vai encontrar certos "facilitadores" diretamente no sistema, como gestores de drivers e coisas do tipo, mas é claro que essa não é a única forma de você instalar componentes no Fedora.

Entre as principais ferramentas com elas funcionalidade, podemos destacar 3:

- Fedy



Com estes utilitários vai ficar fácil habilitar o repositório RPMFusion, o que permite que você instale vários componentes que não são necessariamente software livre, como drivers, codecs e muitos outros programas que não estão no repositório padrão do Fedora.

Fedora 26

Não esqueça de observar a Central de Aplicativos que acompanha a distro, especialmente na versão GNOME e KDE Plasma, por elas você poderá instalar vários outros aplicativos famosos sem precisar ter noções avançadas sobre o sistema, tudo clicando e instalando.

Ao buscar por softwares na internet para o seu Fedora, observe os que estão disponíveis no formato .rpm, eles não são tecnicamente exatamente como os .debs para Ubuntu/Mint/Debian, mas funcionam de forma muito parecida, bastando instalar dando dois cliques. Esta nova versão do Fedora também inclui suporte nativo aos pacotes Flatpak e você ainda pode habilitar os Snaps.

Outro detalhe importante é que o Fedora (com GNOME pelo menos), utiliza o servidor gráfico Wayland por padrão ao invés do X.org. Isso pode, infelizmente, causar alguns problemas para placas de vídeos que necessitem de drivers proprietários e até mesmo alguns games da Steam, felizmente você pode alterar isso diretamente da tela de login.

O projeto Fedora é mais amplo do que parece


O projeto Fedora possui páginas especiais que te oferecem versões com interfaces diferentes do GNOME, como comentei no início do texto, o Fedora possui as chamadas "Spins".

O Fedora Spins mostra justamente versões do Fedora com outras interfaces por padrão, então se você gosta do KDE Plasma, do XFCE, do Cinnamon ou qualquer outro, você não vai ficar na mão. Outra página interessante é o Fedora Labs, que são ISOs diferentes do sistema destinadas a finalidades específicas, como astronomia, design e até mesmo jogos, cada uma com uma seleção de softwares específicas para cada finalidade.

Além destas versões, ainda temos o Fedora Cloud e o Fedora para arquitetura ARM, com imagens completas ou mínimas, onde você pode instalar cada pacote manualmente, assim como faz com um Debian Netinstall, por exemplo.

Baixe a versão nova ou atualize do Fedora 25


Você pode fazer a atualização de duas (na verdade três) formas. Baixando os sistema do site oficial e formatando o seu computador é uma delas, a mais simples e direta, é o mais recomendado para atualizar de uma versão para outras para evitar qualquer problema no processo. Vale a pena mencionar que você deve ter backup das suas coisas, independente do método.

Se você já tem a versão 25 do Fedora, é possível fazer o Upgrade em modo gráfico ou através de linha de comando. Utilizando a interface GNOME você pode acessar o GNOME Software e buscar por atualizações, você deverá ver uma imagem como esta abaixo, bastando confirmar a atualização:

Atualizando a versão 25 para 26 do Fedora
Imagem: Fedora Magazine

Se você usar outra interface ou preferir fazer pela linha de comando, basta rodar estes comandos de forma sequencial:

sudo dnf upgrade --refresh
sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade
sudo dnf system-upgrade download --releasever=26
sudo dnf system-upgrade reboot
Tome cuidado com possíveis pacotes quebrados e dependências insatisfeitas, caso o terceiro comando mostre algo neste sentido, veja o que você pode fazer para corrigir antes de continuar, ou opte pela instalação limpa.

Até a próxima!
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Tirando todas as suas dúvidas sobre Hospedagem de sites

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Quando o assunto é hospedagem de sites nós temos muitas variáveis para se considerar. Era de se esperar que um assunto tão vasto também gerasse muitas dúvidas, recentemente eu pedi para vocês através da Fan Page do canal/blog para que vocês deixassem as suas dúvidas sobre o assunto e chegou a hora de você ter as suas respostas!

Dúvidas sobre hospedagem




Quem vai responder as perguntas deixadas pelos nossos leitores no Facebook é o Nilton Oliveira, nosso professor do curso de Hospedagem com ISPConfig no Diolinux EAD, ele selecionou as principais questões que vocês deixaram e fez uma apanhado tirando todas as dúvidas.

Se você está prestes a contratar um serviço de hospedagem ou está procurando a melhor forma de hospedar os seus projetos, este material será de grande ajuda, confira:


Se quiser conhecer o canal do Nilton, o LinuxPRO, clique aqui. Caso você ainda tenha dúvidas, deixe aqui nos comentários que o Nilton pode respondê-los por aqui, ou mesmo fazer outro vídeo sobre o assunto.

Até a próxima!
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Fundador do LibreOffice comenta sobre os problemas de compatibilidade com o Microsoft Office

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terça-feira, 4 de julho de 2017

Uma das maiores queixas quanto ao uso LibreOffice reside na compatibilidade do software com os formatos proprietários do Microsoft Office. Existe um grande debate quanto a isso no mundo Linux especialmente, nós já falamos sobre esse assunto várias vezes aqui no Diolinux, mas desta vez, vamos dar ouvidos a um dos criadores da suíte.

Microsoft Office vs LibreOffice




O problema de compatibilidade do LibreOffice com o Microsoft Office se deve ao fato do formato que a suíte da Microsoft utiliza não ser aberto. O formato docx para documentos é o padrão do Word por exemplo, o que não impede, mas dificulta a leitura desses arquivos por qualquer outro programa que não seja ele próprio, curiosamente, estes problemas de compatibilidade podem ocorrer eventualmente entre versões diferentes do mesmo Word.


O vídeo acima, postado no canal do Fedora, mostra Italo Vignoli, uma das primeiras pessoas a iniciar o projeto LibreOffice, ele comenta sobre a importância de se utilizar formatos abertos para a longevidade dos documentos e fala sobre a compatibilidade do LibreOffice com o Microsoft Office.

O formato aberto de documentos (ODF) é o formato padrão em diversos países, justamente pela questão de longevidade e independências de programas, um arquivo salvo em ODT por exemplo, pode ser aberto inclusive no Microsoft Office.


Conte pra gente, você já sofreu com formatação de arquivos entre o Libre e o MS Office?

Até a próxima!
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GNOME Shell 3.26 receberá um update visual

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domingo, 11 de junho de 2017

O GNOME Shell continua o seu avanço para tornar-se cada vez mais um ambiente moderno e bonito, para isso, algumas novidades interessantes serão incluídas na versão 3.26.

GNOME Shell 3.26




Dentre as novidades visuais incluídas estão as animações das janelas, efeitos de minimizar e maximizar, além de ajustar ao lado da tela. Outra modificação bacana é a transparência do painel superior de forma automática, exatamente igual ao que o elementary OS implementou há alguns anos.


O GNOME Shell 3.26 está em desenvolvimento e em breve deve chegar a todas as distribuições Linux e agora ao Ubuntu também.

Até a próxima!
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50 ótimos games para Linux que você pode jogar através da Steam

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Hoje vamos te mostrar uma pequena (nem tanto, na verdade) lista dos mais de 1000 games disponíveis para Linux na Steam. Muitas pessoas tem receio de experimentar a plataforma por conta disso, então vamos lhe dar algumas sugestões.

Top 50 Linux Games Steam




O nossa grande amigo, Renato Araújo, do canal FastOS, elaborou uma lista com 50 ótimos títulos para quem gosta de jogar e utilizar Linux. Um vídeo como este que você verá serve para mostrar para as pessoas que Linux pode ser sim uma boa plataforma para quem deseja se divertir, tendo vários títulos de peso atualmente, dependendo do game que você goste de jogar, ou estilo que você mais aprecie, certamente Linux é uma boa, e grátis (vale lembrar) alternativa para quem quer uma plataforma de jogos.


Todos os games citados no vídeo podem ser instalados à partir da Steam, a maior parte deles são pagos, mas existem alguns ótimos gratuitos, como o Dota 2 e Team Fortress 2, entre outros.

Se a grana "tá curta" pro seu lado, um artigo bacana para você ler é este:


Agora, se por outro lado, a grana está sobrando e você quer dar uma ostentada, confira este outro artigo:

- Top 10: Games mais caros da Steam Linux

Não esqueça de conhecer e se inscrever no canal do nosso amigo Renato, ele posta muita coisa bacana e faz parte também do canal Oficina do Tux, que também é um grande parceiro aqui do blog.

Até a próxima!
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Conheça o Linux Mint com interface XFCE

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O Linux Mint possui quatro versões com interfaces diferentes oficialmente suportadas, hoje você vai conhecer um pouco melhor a versão com interface XFCE, uma versão leve, que assim como a versão MATE do Mint, pode ser utilizada em computadores com recursos mais limitados.

Linux Mint XFCE




O Linux Mint XFCE possui um conceito visual, e até mesmo de desktop no que tange as aplicações disponíveis pré-instaladas, que rementem às outras versões do Linux Mint, como as principais, com Cinnamon e MATE.



Para os interessados em testar esta versão específica do Mint, basta acessar o site oficial e selecionar a opção com a interface XFCE. Baixe o sistema preferencialmente por torrent.

Até a próxima!
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Testando distribuições Linux pelo VirtualBox

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Um dos pedidos mais recorrentes nos contatos do blog é algum material sobre a utilização do VirtualBox para testar distribuições Linux, afinal, são tantas opções e você pode "perder" muito tempo até ver como todas, ou boa parte, são em seus aspectos visuais e funcionais. Para este tipo de teste o VirtualBox é excelente.

VirtualBox - Testando distros Linux




O VirtualBox é um software desenvolvido e mantido atualmente pela Oracle, sendo que seu core é licenciado sob licença GNUv2, o que faz dele um software livre, entretanto, existem extensões para implementar funções, como reconhecimento de UBSs independentes do host e drivers pela melhorar o desempenho de vídeo que são obtidos facilmente através do próprio programa ou do site oficial e são de código proprietário.

VirtualBox

O funcionamento do VirtualBox é muito simples, qualquer pessoa consegue utilizar, basta prestar um pouco de atenção nas opções e especialmente ler as instruções que são todas descritas a cada etapa do processo. Preparei um vídeo especial para mostrar como eu utilizo a ferramenta para testar distribuições Linux.



Eu recomendo muito o VirtualBox para os meus alunos praticarem formatação, tanto de Linux, quanto de Windows, é uma ótima forma de repetir o processo e testar as coisas sem colocar em risco a integridade do seu computador ou sistema operacional real.

Dica adicional: Alguns sistemas operacionais vão rodar muito melhor se você ativar os "Adicionais para convidados" do VirtualBox, confira o vídeo:


Agora você já sabe o básico para fazer testes em sistemas operacionais, divirta-se testando as distros Linux ou outros sistemas operacionais.

Até próxima!
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United - O tema para KDE Plasma que transforma a sua interface no Unity

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domingo, 23 de abril de 2017

É curioso de se observar que tantos projetos com o intuito de copiar a funcionalidade do Unity tenham aparecido depois da notícia da Canonical descontinuar a interface, parece que mais pessoas gostavam dele do que se imaginava, enfim, mostrando o quanto o KDE pode ser personalizável mais uma vez, a comunidade criou um tema para o Plasma que imita a funcionalidade e aparência do Unity.

KDE Plasma Unity Theme




O KDE Plasma é incrivelmente personalizável e versátil e praticamente consegue imitar o funcionamento de qualquer outra interface gráfica, neste aspecto ele é simplesmente imbatível. Os usuários de Plasma que querem uma experiência semelhante ao Unity através desta interface, seja qual a distro que utilizem, poderão fazê-lo através de um tema chamado United.

Confira o vídeo do canal Livre Software que ensina você a fazer esta customização:


Bacana não é? Claro que esta é somente uma das possibilidades que o Plasma nos oferece, como você gosta de utilizar o KDE no seu computador? Coloque os prints nos comentários e até a próxima! :)
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Confira:
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