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PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.


Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Microsoft Edge é o navegador menos seguro do concurso Hacker Pwn2Own de 2017

Parece que o ano não começou tão bem para o novo Internet Explorer navegador da Microsoft, o Edge. Ele tomou o lugar do famigerado IE no Windows 10, apesar de todo o marketing de segurança que a empresa fez, o browser se mostrou na competição Pwn2Own de 2017 o navegador menos seguro.

Microsoft Edge Hackeado


O site Tom's Hardware pulicou uma matéria comentando sobre o último Pwn2Own, uma maratona hacker que visa testar a segurança dos navegadores de internet e de uma série de outros softwares, os hackers que conseguirem explorar falhas de segurança nos navegadores são recompensados com prêmios em dinheiro.

Cada equipe pode escolher qual será o seu alvo, normalmente as escolhas são baseadas em estudos prévios para saber em qual software o ataque será direcionado, normalmente as equipes escolhem aqueles que eles acreditam que tem uma maior chance de atingir o objetivo e receber o prêmio, os valores também variam de acordo com o impacto que o hack tem no sistema ou no browser.

O grande "vencedor" do evento de 2017 foi o Microsoft Edge, o navegador foi hackeado 5 vezes na maratona e de formas diferentes, sendo que uma delas foi capaz de afetar até mesmo o Kernel do Windows, podendo comprometer o sistema como um todo, a equipe 360 Security, que descobriu essa falha, recebeu o prêmio de 105 mil dólares.

O segundo colocado ficou com o Safari, navegador dos sistemas da Apple, ele foi hackeado 4 vezes, porém, uma das falhas que foram utilizadas para invasão já estão corrigidas na nova versão beta do browser que a Apple deverá liberar em breve para os usuários. Então podemos considerar 3 para ele.

Logo após tivemos o Mozilla Firefox, com apenas uma invasão confirmada, no ano passado o Firefox nem foi testado no evento porque os competidores julgaram que seria muito fácil de invadi-lo. Na melhor posição, no caso a última, ficou o Google Chrome/Chromium, que não foi hackeado nenhuma vez.

Neste tipo de evento, os softwares normalmente recebem uma quantidade diferente de tentativas de invasão, o Firefox por exemplo, recebeu duas e foi hackeado em uma, o Chrome recebeu apenas uma que falhou, e assim por diante, como o site Tom's Hardware explica, os alvos mais visados pelos hackers normalmente provém de estudo prévios que são feitos, fazendo com que os especialistas escolham os que é provável que tenham sucesso, como o Chrome tem se mostrado seguro nos últimos tempos, menos pessoas estão tendo interesse, pois fica mais difícil ganhar o prêmio.

Apesar de eu achar que esse tipo de atividade pode ser influenciada por patrocínio, como por exemplo a Google pagar para as pessoas procurarem hackear o Edge, não podemos esquecer que o contrário também poderia ser verdadeiro, afinal, dinheiro não é problema lá pelos lados de Redmond. 

Independente do que cause o resultado, ele é importante, o ideal é que você que usa o Windows 10 com o Edge procure uma alternativa. Como o projeto do Chrome e o Firefox são projetos abertos, fica mais fácil de torná-los mais seguros por conta do modo de desenvolvimento, ou seja independendo do motivo, o Edge foi efetivamente hackeado e forma agressiva, ainda que simplesmente ter código aberto não signifique qualidade, como podemos ver no ano passado a situação do Firefox.

Curiosamente, este tipo de informação chega aos usuários ao mesmo tempo que a Microsoft começou a investir em publicidade dentro do Windows 10, muitas vezes anunciando seus próprios produtos através da interface do sistema, eu mesmo me deparei nesta semana com um Pop-Up que diz "O Microsoft Edge é mais rápido e seguro que o Google Chrome, mude agora para ele!", esse tipo de marketing acaba confundindo os usuários mais leigos, o que me parece ser prejudicial.

O que podemos fazer como usuários, é cobrar que todos os softwares, especialmente os que tem acesso á internet, não somente navegadores, independe de quem os desenvolva, tenham suas falhas de segurança corrigidas o mais rápido possível, afinal, não é porque Firefox e Chrome tiveram notas melhores neste evento que eles não  podem possuir falhas, não é mesmo? O Edge, bom, por  mais que a Microsoft se esforce e até force um pouco a utilização dele, ele continua vivendo o estigma do Internet Explorer.

Até a próxima!
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quarta-feira, 22 de março de 2017

Procurando uma alternativa mais simples para o Photoshop e o GIMP? Conheça o Pixeluvo!

Como eu sempre procuro resolver os problemas dos leitores, ao menos na medida do possível, hoje eu vou apresentar para vocês um editor de imagens que pode ser exatamente o que você estava procurando para realizar os seus trabalhos.

Pixeluvo editor de imagens




Há algum tempo atrás no nosso grupo no Facebook, alguns leitores estavam debatendo sobre a procura por um software que fosse capaz de realizar edições de imagens com um certo nível de complexidade (não tão alto), porém que foi mais simples de utilizar que o GIMP e o Photoshop que tem vários recursos que muitas vezes acabam tornando o uso mais complexo.

Pesquisando por alguma solução que se encaixasse com com este tipo de usuário que prefere não utilizar o GIMP, ainda que ele seja grátis, e também não vê sentido e comprar ou assinar o Photoshop, é que eu acabei encontra o Pixeluvo, comprei uma cópia para mim, sim ele é pago, mas tem um valor relativamente acessível, se compararmos com o produto da Adobe.

Fiz um vídeo bacana para você entender como ele funciona e conhecer as principais ferramentas.



Como você viu no vídeo, eu entrei em contato com os desenvolvedores do Pixeluvo e consegui 5 chaves de ativação para sortear para vocês, para participar do sorteio basta enviar um Tweet pra gente dizendo porque você merece receber a key com a #pixeluvo.

Como essa galera que já está participando:

Pixeluvo Diolinux Twitter

Os vencedores da promoção serão anunciados no canal do Diolinux no Domingo que vem, dia 26 de Março de 2017, então fica ligado! Na Segunda-feira eu faço um post aqui no blog também comentando os vencedores.

Se você quiser comprar o Pixeluvo por sua conta, você pode fazer acessando o site oficial ou através da Steam.

Até a próxima!
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segunda-feira, 20 de março de 2017

Syncthing - Sincronize arquivos entre computadores em uma nuvem pessoal

Hoje vou mostrar para você uma forma muito fácil de você criar uma forma simples de compartilhamento de arquivos e ao mesmo tempo um backup de dados usando Syncthing, tudo isso, dentro da sua própria casa! 😄

Syncthing sincronizando arquivos em nuvem caseira



O Syncthing é uma plataforma de código aberto que permite a criação de uma rede de compartilhamento de arquivos de forma descentralizada, isso tem aplicações muito interessantes dentro de uma empresa, especialmente negócios pequenos, e dentro da sua casa.

Se você costuma usar os mesmos arquivos para trabalhar em mais um computador, e usa serviços como o popular Dropbox para sincronizar os mesmos, fica fácil de entender como o Syncthing funciona.

Imagine que você tem  um Notebook e um Desktop em casa, imagine que você use o Dropbox em ambos com a mesma conta, desta forma, os arquivos são sincronizados entre as duas máquinas. Os arquivos vão do seu Notebook para o servidor do Dropbox e do servidor do Dropbox para o seu Desktop, ou ao contrário, dependendo de onde você colocar o arquivo antes.

O funcionamento é ótimo, isso inclusive permite que você acesse os arquivos de qualquer dispositivo, incluindo o seu Smartphone, basta ter internet, contudo, para determinadas informações sigilosas, pode ser interessante ter um sistema de compartilhamento privado e é aí que o Syncthing entra.

No Syncthing...


... não existe um servidor central como no Dropbox, o compartilhamento é feito de uma máquina para a outra e você escolhe em qual disco rígido seus arquivos ficarão, em alguns casos, por fazer parte da sua rede local, a transferência de arquivos será muito mais rápida do que através do Dropbox ou qualquer outro.

Como você instala o Syncthing no seu computador?


O Synchting é um utilitário em linha de texto e funciona como um servidor de arquivos local, você poderia criar um servidor Samba também para o caso, mas o Syncthing além de ter uma bela interface, não requer muita experiência para ser configurado e ainda espelha os arquivos para que você tenha cópias de backup.

Apesar do Syncthing ser descentralizado, nada impede que você use uma máquina antiga para usar de servidor de arquivos, essa é uma escolha só sua. Eu ainda vou fazer um vídeo sobre o FreeNAS para soluções domésticas, mas por hora vamos ficar com o Syncthing.

Através do site oficial você pode baixar os instaladores para Windows, Linux, macOS e dispositivos móveis, para o Ubuntu e seus derivados, existem várias formas diferentes de instalar. 


1 - Você pode usar o próprio arquivo para "Linux" disponibilizado no site, que é um arquivo "genérico", basta extrair e dar dois cliques e uma interface Web dentro do seu navegador padrão vai se abrir.

Syncthing

2 - Usando o Software Boutique.

Syncthing Ubuntu Software Boutique

3 - Através de um pacote Snap, você pode achar ele tanto pelo terminal, quanto através do Ubuntu Software.

snap install syncthing

Syncthing Snap

Syncthing no Ubuntu Software

Independente da forma que você escolha para instalar, é bom que você saiba que existe uma interface gráfica em GTK para as distros Linux e um outro cliente para Windows:

SyncthingGTK (Linux e Windows)

- SyncTrayzor (Windows)

E existem outros criados pela comunidade de desenvolvedores para diversos sistemas.


Para dar sequência as explicações, você utilizará a forma simples de trabalhar, usando o arquivo disponibilizado no site para "Linux 64 bits" e utilizando o Ubuntu para exemplificar, não sendo necessário instalar pacotes adicionais, nem nada disso.

Ao baixar o arquivo do Syncthing, você terá um pacote compactado em tar.gz, basta extrair para uma pasta de sua preferência, eu recomendo que você extraia para dentro da sua Home por questão de organização, depois, para facilitar, mude o nome da pasta para syncthing.

Dentro da pasta, basta dar dois cliques no arquivo syncthing.

Syncthing

Alguns instantes depois de você dar dois cliques no arquivo, o seu navegador padrão deverá se abrir mostrando a interface do Syncthing, observe o endereço de IP e a porta dele, sendo que o IP será normalmente o próprio localhost.

Syncthing interface

Recomendo que você favorite o endereço para acessar ele através do navegador facilmente, sem precisar decorar IP/Porta, claro, se você não optou por baixar a interface em GTK ou alguma outra, eu achei mais interessante gerenciar pelo próprio browser, mas a escolha é sua.

Para que Syncthing inicie junto com sistema assim que você fizer login, basta adicionar o caminho para o executável dele (se você seguiu o meu exemplo ele está dentro da sua Home) ao "Aplicativos de sessão" do Ubuntu.

Syncthing inicializando junto com o Ubuntu

Ao adicionar somente o endereço do executável, assim que você fizer login um browser vai se abrir com a interface do Syncthing, se você quiser que apenas o processo inicie sem que um navegador seja aberto toda a vez, adicione um parâmetro ao final do comando assim: " -no-browser", sem as aspas.

No meu exemplo seria:

/home/dionatan/syncthing/syncthing (para abrir o navegador no login).

/home/dionatan/syncthing/syncthing -no-browser (sem abrir o navegador no login).

Você sempre pode ver se os processos do Syncthing estão em execução observando o "Monitor do Sistema".

Syncthing no monitor do sistema

Como sincronizar e compartilhar arquivos


Toda a configuração do Syncthing pode ser feita pela interface Web, a pasta padrão que o Syncthing compartilha é a "/home/seu_usuario/Sync/", mas você pode adicionar e remover as pastas ao seu gosto.

Pasta compartilhada no Syncthing

Toda a interface do Syncthing é em Português, então leia com calma para escolher todos os detalhes que você deseja.

Para compartilhar esta pasta com outro computador dentro da sua rede e fazer elas sincronizarem você precisa instalar o Syncthing na outra máquina que será sincronizada. Depois é necessário criar uma identificação através de ambas. 

No meu caso, estou compartilhando a pasta "Sync" do meu Notebook com o meu Desktop, então vou me referir a eles desta forma para você entender melhor.

No meu Notebook ao abrir a interface Web do Syncthing vou clicar no botão "Adicionar dispositivo remoto".

Syncthing
Na janela que se abre no Notebook eu devo informar os dados do dispositivo remoto que vai se conectar a ele, no caso, o meu Desktop.

Configurando Syncthing

Na tela acima, existem várias opções que podem ser configuradas, então, leia as opções com atenção, mas quero destacar 3 mais importantes e essenciais.

1 - O ID do dispositivo que vai se conectar (no caso o PC), logo adiante eu mostro como você consegue ele.

2 - Um nome de identificação para o dispositivo conectado.

3 - Marque para compartilhar a pasta padrão do Syncthing, no caso a pasta "Sync" dentro da Home, se você adicionar mais pastas elas vão aparecer aqui, marque todas as que você deseja que este dispositivo remoto possa acessar.

Agora no Desktop, vamos precisar pegar o ID do Syncthing dele para adicionar às configurações (da imagem anterior) do Notebook.

No Desktop, clicamos no menu "Ações" e depois em "Mostrar ID".

Configurações do Syncthing

Uma tela como esta abaixo vai se abrir com um código, este código nós devemos digitar no "ID do dispositivo", destacado como "item 1" na imagem anterior no Notebook. Isso fará com que o Syncthing do Notebook reconheça o do Desktop.

Syncthing ID

Você deve repetir o processo ao inverso, indo no Notebook, pegando o ID dele e adicionando o dispositivo no Desktop, assim haverá sincronia entre ambos. O código QR que aparece serve para você adicionar o cliente no seu Android, caso você queira usar o Syncthing por ele, como comentei no início do artigo, existe também uma versão para dispositivos móveis disponível no site oficial, Google Play e F-Droid.

Para que o Syncthing inicie automaticamente no Desktop, você precisa também adicioná-lo aos "Aplicativos de sessão", ou equivalente, dependendo do sistema que você esteja utilizando.

O Synthing funciona de modo cross-plataform, assim você pode sincronizar dados entre Windows, Linux, Mac, BSD, Android, etc, de forma privada e usando apenas uma ferramenta.

Existem muitas possibilidades para o Syncthing, ele tem tantas funções que fica difícil até resumir em um artigo como este (que já está um pouco longo), por isso, eu incetivo você a ler a documentação dele, você a encontra no rodapé da Web Interface do Syncthing, além disso, você pode explorar também as configurações do menu, lá é possível criar usuários inclusive, definir senhas de acesso e mais um monte de opções que vão desde coisas avançadas, como configuração de Firewall e Proxy, até uma simples mudança de tema da interface para um tons mais escuros.

Espero que a dica seja útil para você manter os seus arquivos exatamente onde você deseja, até a próxima!
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terça-feira, 14 de março de 2017

Nova atualização para o Windows 10 bloqueará a instalação de aplicativos de fora da Windows Store

A nova atualização do Windows 10 vai trazer uma série de novidades que já é conhecida pelo público, especialmente pelo programa de beta testers da empresa, mas parece que resta uma última modificação que será implementada que está causando controvérsia.

Windows 10 bloqueio de instalação de Apps




A próxima atualização do Windows está sendo chamada de "Creators Update" e trará uma funcionalidade que já é bem conhecida dos usuários de Android, o bloqueio, por padrão, de instalações de aplicações que estejam fora da Windows Store.

A ideia por traz disso é fazer com que o sistema tenha uma camada a mais de segurança e ao mesmo tempo tentar atrair mais desenvolvedores para a loja de aplicativos do Windows, a mudança deve afetar absolutamente todas as versões do Windows, desde a destinada para usuários domésticos até a Enterprise.

Os usuários que ficaram preocupados com essa questão por não poderem instalar aplicações por fora da loja podem ficar tranquilos, pelo menos por hora, pois assim como o Android, o Windows também permitirá que os Apps sejam instalados de "fontes desconhecidas".

Windows instalando aplicações de fora da Windows Store

É engraçado pensar em um Windows que não instala aplicativos .exe dando dois cliques, não é? Apesar de aparentar ser uma mudança interessante em prol da segurança, alguns usuários empresariais não gostaram tanto da ideia.

De qualquer forma, já funciona assim no macOS também, no Android e de certa forma, nas distros Linux também (caindo mais sobre o usuário a decisão), me parece ser um passo acertado, entretanto, isso levanta também a questão do controle de qualidade para aplicações da Windows Store, pois esta será a fonte segura para a maior parte das pessoas.

Inclusive, estive pensando que se por algum motivo a Microsoft decidisse combater a pirataria, permitir apenas instalações à partir da loja seria uma forma de reduzir drasticamente, ainda que não totalmente, essa prática.

O que você acha da novidade?
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quarta-feira, 1 de março de 2017

Como reparar o seu sistema sem ser V1D4L0K4!

No artigo de hoje vamos falar sobre algumas práticas que eu considero extremamente válidas para qualquer pessoa que se julga um usuário de computador médio ou avançado, se você for leigo, este é o trabalho do técnico e não seu, e francamente, não há nada de errado com isso.

Formata, formata, formata!



Há alguns anos atrás eu iniciava a minha carreira no ramo da tecnologia, como a maior parte das pessoas, eu iniciei minhas experiências com o computador pessoal com o Windows, especificamente com o XP, para ser mais exato. Podemos dizer que comparado a algumas pessoas que eu conheço, eu comecei até tarde.

Naquela época eu era o tipo mais básico de usuário de computador. Usava o Notebook para jogar GTA San Andreas, FIFA e Need For Speed: Carbon e não ia muito além disso, via algum filme, ouvia mp3 e fazia trabalhos para escola no Word.

Desde aquela época, customizar e configurar o computador era algo que me atraia. Eu não sabia formatar, não fazia ideia de como isso funcionava, então costumava ser receoso sobre o que exatamente mudar, pois, por conta de onde eu morava, se precisasse levar o computador para a assistência, além de caro, era um pouco distante, apenas na cidade vizinha tinha algum serviço do tipo disponível.

Essa pequena história reflete o início da minha vida com a informática e com a tecnologia de forma geral, tirando os consoles que eu tive contato mais cedo.

Quando você se torna o mestre das computarias


Tem uma fase da vida de toda pessoa que gosta de tecnologia em que ela começa a ler, estudar, ver vídeos, em suma, consumir conteúdo relacionado ao tema. Quando isso acontece, é mais do que natural que a confiança aumente para começar a fazer testes mais avançados no computador, testar programas e sistemas operacionais diferentes.

Houveram duas épocas em que cheguei a formatar o computador mais de um dúzia de vezes por dia.

Por vezes não era necessário, outras, eram puro treinamento. Esses momentos foram quando a Microsoft lançou o Windows 7, e eu passei do XP para ele e quando eu comecei a testar Linux com o Debian e com o Sabayon.

É exatamente sobre essa fase que eu quero conversar com você, dependendo da sua postura para resolver problemas, o seu aproveitamento pode ser muito melhor.

Formata que eu gosto!


Houve um momento em que eu estava aprendendo a formatar o computador, eu tinha um DVD de Windows e eu tinha um DVD do Sabayon Linux. Como eu não tinha acesso pleno à internet e francamente, mesmo que tivesse eu não sabia pesquisar, desconhecia até mesmo a existência da palavra "fórum", a maneira que eu encontrei de treinar formatação foi formatando o meu computador diariamente. Nessa época meu backup cabia em um pen drive, então, nunca foi problema.

Depois que formatar se tornou algo simples pra mim, eu deixei de formatar tantas vezes diariamente, porém, quando tinha um problema no computador eu não pensava duas vezes e formatava. Uma vez eu exclui as barras do KDE Plasma e como eu não sabia pôr elas de volta, eu formatei o computador para ter os recursos no sistema de novo.

Acho que você acabou de perceber o problema disso, não?

Independente do sistema operacional, formatar nem sempre é a solução. Pode resolver? Pode. Existem circunstâncias em que vai resolver? Sim, diversas. Mas se a sua intenção é aprofundar seus conhecimentos, formatar deve ser o seu último recurso, especialmente no Linux, onde praticamente tudo é "arrumável".



Seguidamente eu vejo pessoas com problemas que podem ser contornados de diversas formas e  outras pessoas sugerindo que mudar de sistema é a melhor solução. Isso é um equívoco tremendo!

As distribuições Linux em geral não tem tanta diferença assim entre elas e dependendo do problema, simplesmente trocar de sistema não servirá para nada e pior, eventualmente vai trazer mais dúvidas  e problemas para o usuário por se tratar de algo novo.

Dicas para resolver problemas e ainda tirar conhecimento das situações


Se a sua intenção é, além de ajudar a resolver o problema de alguém, trazer conhecimento para você e para a pessoa que você está tentando ajudar, considere identificar exatamente qual o causador do problema.

Sempre há um motivo específico!

- Ah! Meu Windows está dando tela azul!

- Ah! Meu Ubuntu está travando!

- Ah! Meu Fedora não instala um programa!

As respostas que eu costumo ver são mais ou menos assim:

- Esse (encaixe o sistema que preferir aqui) não funciona mesmo, é todo bugado. Melhor instalar o (encaixe o sistema que preferir aqui), eu uso há (encaixe o tempo que você usa o sistema) e nunca deu problema.

Eu já perdi as contas de contas vezes eu vi situações semelhantes a esta.

Identifique o problema, sempre há um agente causador.

Se você conseguir identificar o que causa o comportamento anômalo, além de acrescentar conhecimento para você ou para quem precisa de ajuda (ou ambos), você provavelmente conseguirá evitar que o problema ocorra novamente e dar uma solução eficaz e permanente.

Entenda que um mesmo sistema vai se comportar de forma diferente em computadores diferentes e quanto mais pessoas o utilizarem, mais sujeito a provações diferentes ele vai estar e problemas mais diversos tendem a aparecer. Qual sistema tem mais bugs? Um em que a cada 10 usuários, 3 tem problemas ou um que a cada 100 usuários, 20 tem problemas?

Não é porque você não teve problemas, que o mesmo vai se repetir com um terceiro, e não é porque você teve problemas, que os demais não vão ter. O nível de complexidade para estas coisas é muito alto para você achar que simplesmente trocar de sistema resolve qualquer parada.

Não seja radical, não formate por conta de qualquer problema (obviamente respeitando a urgência da ocasião), procure reparar o seu computador de uma forma mais específica, isso vai te tornar um usuário muito mais técnico. Se o problema é a interface, troque a interface, se o problema é o Kernel, troque o Kernel, se o problema é o Driver, troque o driver, se o problema for você... bom, estude um pouco mais, conhecimento nunca é demais, não é, não? 😀

Até a próxima!
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Encryptpad - Um editor de textos com criptografia para você escrever textos secretos

Conforme a preocupação com a segurança cresce entre as pessoas, programas que permitem a criptografia de seus dados acabam se tornando populares e interessantes. Hoje você vai conhecer um editor de textos que tem estas propriedades, o Encryptpad.

Encryptpad




Assim que você ver o Encryptpad pela primeira vez vai entender o quão simples é utilizá-lo. Acima de tudo ele também é um editor de textos, então ele possui ferramentas populares a qualquer editor de textos, mas o que realmente o diferencia é a possibilidade de criptografar o conteúdo do documento que você criar.

EncryptPad


Dentre os principais recursos da aplicação, podemos destacar:

-  Super para Windows, Linux e macOS;
- Suporte para Passphrase e para Key File ou a combinação dos dois;
- Gerador de senhas customizáveis;
- Suporte para encriptação binária;
- Salvar documentos no modo "Apenas leitura";
- Suporte há diversos algoritmos para criação de senhas e criptografia;
- Suporte para compressão em Zlib ou ZIP.

Como instalar o Encryptpad no seu computador?


Como comentado no início do artigo, o Encryptpad suporte os principais sistemas operacionais da atualidade, você encontra instruções para instalação diretamente em sua página no GitHub. Para usuários do Ubuntu e do Linux Mint, assim como seus derivados, basta adicionar este PPA. Apenas copie o comando abaixo e cole no terminal, pressione "enter", digite a sua senha, pressione "enter" novamente e aguarde a instalação:
sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8 -y && sudo apt update && sudo apt install encryptpad encryptcli -y
Para quem não gosta de usar o Terminal, basta adicionar o PPA: ppa:nilarimogard/webupd8


Os pacotes necessários para se instalar (você pode usar o Synaptic para isso) são os seguintes:

- encryptpad 
- encryptcli

Até a próxima!
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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Kdenlive para Windows é lançado oficialmente

Na semana passada eu postei um vídeo no canal do blog Diolinux mostrando o Kdenlive, ainda em fase de testes, rodando no Windows, mas parece que a fase inicial de testes passou rápido e agora você já pode usar o que é considerada uma versão estável do programa.

Kdenlive on Windows


A versão 16.12.1 do Kdenlive foi lançada há alguns dias e junto com ela nasceu a versão para Windows do aplicativo, isso pode permitir que a aplicação alcance mais usuários, até então, este excelente editor (que nós usamos para produzir o canal inclusive) estava disponível somente para Linux e Mac (via MacPorts).



O download da versão atualizada do programa para todas as plataformas podem ser feito através da página de downloads oficiais do Kdenlive, preste atenção, pois na versão do Windows é necessário baixar também o FFMpeg, conforme as instruções que você encontra na página de download também.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Microsoft informa usuários que Windows 7 não é mais seguro

Sempre que uma notícia sobre segurança na tecnologia sai, ainda mais quando o cerne é a falta dela, as pessoas costumam se preocupar, algumas menos informadas até começam a conspirar e literalmente, entrar em pânico. Quando isso acontece com um dos sistemas operacionais que tem uma das maiores fatias de mercado desktop, certamente você deve prestar atenção, ainda que você não o utilize.

Run to The Hills Windows




A Microsoft publicou em seu blog oficial em alemão a recomendação incisiva de migração para o Windows 10, sobretudo para quem tem Windows 7, informando que, apesar do suporte do sistema estender-se até 2020, a arquitetura de segurança para qual ele foi projetada já é obsoleta, sendo que a solução é migrar para o novo Windows, "obviamente".

A notícia deixou muitas pessoas preocupadas, então eu fiz um vídeo para esclarecer melhor a situação e também mostrar as opções que você, que não deseja migrar para o Windows 10, tem.

Confira:



A urgência para a migração para o Windows 10 está muito mais na ânsia da Microsoft de querer uma maior base instalada em sua nova versão do Windows do que o fato do Windows 7 ser menos seguro, até porque, como consumidor, se o suporte será até 2020, ele deverá ser o mais seguro possível e receber atenção da empresa até lá, pelo menos é o que você deve cobrar, caso seja usuário.

Como comentei no vídeo, uma das piores coisas que pode acontecer com uma empresa, é ela ficar presa a uma tecnologia defasada. Tendo isso em mente, comece a procurar soluções que sejam multiplataforma preferencialmente, se possível de código aberto para facilitar a adaptação, caso seja preciso e por que não, se você não curtiu o Windows 10, comece a testar distribuições Linux, no vídeo eu deixei algumas sugestões de distros que podem atender as necessidades da maior parte das empresas.

Fique tranquilo, você ainda tem alguns anos para decidir, mas é bom ir testando as possibilidades e pensando no futuro.

Até a próxima!
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10 aplicativos open source que você pode utilizar no Windows e no Linux

Eu acho muito interessante o fato de que programas de código aberto que começaram apenas no mundo Linux ganharam versões para outras plataformas, como Windows e Mac, isso aproxima muito as coisas e faz com que as pessoas possam transitar livremente entre as plataforma, o que é algo muito positivo.

10 open source apps




Listei aqui 10 aplicativos de código aberto que eu utilizo praticamente todos os dias e que poderiam ser usados no Windows também. Acho importante ressaltar a importância disso, quando bons aplicativos existem em várias plataformas, alguém usa Windows pode passar a usar Linux sem sentir falta de muitos programas e o contrário também é verdadeiro.

Conheça agora a minha lista de 10 aplicativos de código aberto que podem ser usados em ambas as plataformas.

1 - Firefox

Firefox Linux e Windows

Um dos navegadores mais populares do mundo e utilizado por milhões de pessoas está presente em ambas as plataformas, a experiência de usar o Mozilla Firefox no Windows e no Linux é basicamente a mesma, então em uma possível migração isso não fará muita diferença. Claro que o Firefox não é o único browser multiplataforma, temos outras opções que convergem, como o Chrome, Vivaldi, Opera entre outros.

2 - GIMP

GIMP para Linux e WIndows

Eu uso o GIMP todos os dias, na verdade, todas as imagens que você está vendo neste artigo foram feitos nele. O GIMP também pode ser utilizado no Windows sem maiores problemas, inclusive, a nossa modificação, o PhotoGIMP, pode ser usado no sistema da Microsoft também. Ele é um ótimo programa para manipulação de imagens.


Inkscape para Windows e Linux

Outro programa que eu costumo usar com frequência, não tanto quanto o GIMP, mas ainda assim, com frequência, é o Inkscape. Um programa para imagens vetoriais. Você pode ver alguns trabalhos feitos com ele no próprio logo do blog e do canal, na DioStore também e em alguns outros projetos aqui do site. O Inkscape está disponível para usar no Windows também sem maiores problemas.


Kdenlive Windows e Linux

Este é um dos meus softwares favoritos de todos, recentemente o Kdenlive ganhou um porte para Windows, que na verdade ainda está em progressão, você pode ver ele rodando no Windows neste vídeo do nosso canal. Para quem não conhece, o Kdenlive é um editor de vídeos não linear que está muito próximo de ser o melhor aplicativo para edição de vídeo completamente grátis, sem versões pagas com mais recursos. Vale muito a pena conhecer.


VirtualBox para Windows e Linux

Máquinas virtuais são extremamente úteis, ao menos para mim, com elas eu consigo experienciar praticamente qualquer sistema operacional, que é algo que eu faço muito, basta olhar a playlist de reviews de sistemas operacionais que temos no canal. O VirtualBox pode ser utilizado em qualquer sistema também, sem distinção.


LibreOffice para Windows e Linux

O LibreOffice é uma ótima suíte office que deve atender a maior parte dos usuários de computador. O maior problema que usuários do Libre tem é abrir documentos do Microsoft Office sem desconfigurar o documento, isso acontece não por culpa do Libre, mas pelo próprio formato proprietário do Office que tem essa intenção mesmo, funcionar somente nele. 

Deixando isto de lado, as funções do LibreOffice atendem diversos governos ao redor do mundo e diversas empresas e é um dos softwares de código aberto que tem mais relevância do mercado. O mesmo LibreOffice que você pode usar no Linux você pode usar no Windows.


OBS Studio

Este é um programa que ficou muito popular entre os YouTubers, o OBS Studio tem versão para Linux e Windows e permite que você faça captura de tela no seu computador ou faça live streams para o YouTube, entre muitas outras funções.

Hoje ele é um programa muito importante para a produção do canal Diolinux.

8 - VLC

VLC Windows e Linux

O VLC é um dos melhores players multimídia que existem, reza a lenda que ele "toca até tampa de Danone". Isso acontece porque o VLC tem vários codecs inclusos no próprio programa, o que dispensa a instalação de pacotes adicionais para reproduzir praticamente qualquer tipo mídia.


Audacity Windows e Linux

Outro programa muito importante para quem produz conteúdo, especialmente em áudio. O Audacity é um editor de áudio grátis e aberto muito útil, especialmente para fazer redução de ruído em arquivos gravados em ambientes externos.


Thunderbird Windows e Linux

Outro programa que eu uso com frequência é o Thunderbird, um programa para fazer gerenciamento de contas de e-mail. Ele é simples e funcional, também tem versão para todas as plataformas. Já atendi algumas empresas fazendo implantação do Thunderbird no lugar no Microsoft Outlook.

Existem muitos outros


Existem outros programas que podem ser usados em ambas as plataformas, inclusive, a maioria desta lista também pode ser utilizada no macOS da Apple, não somente no Windows e no Linux. Fique à vontade para colocar nos comentários mais programas que você gosta e que possuem versões para todas as plataformas.

Até a próxima!
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017