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[RUMOR] Valve estaria desenvolvendo ferramenta para compatibilizar jogos do Windows no Linux

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Um grande rumor tomou conta da comunidade Linux nas últimas horas. Segundo o pessoal do site “Gaming on Linux”, a Valve estaria desenvolvendo uma ferramenta para compatibilizar os jogos de Windows disponibilizados em sua biblioteca para Linux, algo parecido com o que é hoje utilizado, com o Wine e com o DxVk.


[RUMOR] Valve estaria desenvolvendo ferramenta para compatibilizar jogos do Windows no Linux




Segundo a apuração do site, temos no Reddit informações sobre os novos dados no Steam DB com novos códigos que foram postados lá. Um desses código chamou a a atenção, pois ele possuia o seguinte nome e descrição: "Steam_Settings_Compat_Info",  que possui a descrição  "Steam Play will automatically install compatibility tools that allow you to play games from your library that were built for other operating systems." que na tradução livre ficaria assim “ Steam Play vai instalar automaticamente as ferramentas de compatibilidade que vão lhe permitir jogar os games da sua biblioteca que foram feitos para outros sistemas operacionais.”.

Muito provavelmente a Valve tem visto o crescente movimento que o Wine tomou nesses últimos meses, ainda mais com a entrada do pessoal do DxVk e assim dando um “boom” na compatibilidade de grandes jogos com o pinguim, como GTA V, DarkSouls, FarCry5, PES 2018, Doom entre outros.

Fora que já estão saindo jogos desenvolvidos com o VULKAN, concorrente do DirectX da Microsoft, e tendo um desempenho extremamente satisfatório. E também as principais engines como Unreal Engine 4, CryEngine e Unity estão dando suporte para Linux.


Por hora, não passa de rumor, mas pode “ganhar a luz do dia”, visto que a Valve ainda está empenhada no Steam OS e isso traria mais produtoras para o seu sistema, e consequentemente para o Linux, visto que o Steam OS é baseado no Debian e a Valve incentiva o uso do Ubuntu também.

Uma camada de compatibilidade do tipo poderia permitir que as desenvolvedoras não precisassem mais fazer portes de seus jogos completamente para Linux, a própria Steam promoveria essa compatibilidade.

Outro ponto também, é que isso pode trazer novos usuários para o Linux nos Desktop e mostrar para eles que o sistema é amigável e que eles podem se divertir também.

Na minha humilde opinião, isso seria sensacional se realmente acontecer de fato, pois traria concorrência no setor de jogos e isso traria benefício para os gamers, pois as empresas sempre vão buscar melhorar o seu produto, independente do sistema que você utilize, concorrência é bom para todos.

Conte-nos nos comentários o que você espera dessa “nova” ferramenta da Steam.

Até uma próxima e um forte abraço.
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NVIDIA está trabalhando para melhorar o suporte do NVIDIA Optimus no Linux

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Quem usa notebooks com placas de vídeo (GPU) híbridas com Intel + Nvidia esbarra com umas coisas bem chatas, onde na maioria das vezes a “culpa” é da fabricante da GPU, que não entrega pleno suporte. 


NVIDIA está trabalhando para melhorar o suporte do NVIDIA Optimus no Linux






No caso da Nvidia, ela disponibiliza uma ferramenta chamada de NVIDIA Optimus para o Windows, onde você pode desabilitar a placa de vídeo da Nvidia e só ativar quando precisar, como por exemplo quando for jogar, renderizar um vídeo ou algo que precise do poderio de processamento da GPU dedicada. E assim deixando a GPU integrada da Intel funcionando a maioria do tempo, assim poupando a bateria e assim economizando a mesma.

Mas para Linux não temos uma solução definitiva. Temos até o momento duas soluções recomendadas pela NVIDIA para amenizar esse problema, mas não tendo eficácia em 100%.

Temos também a solução usando drivers Open Source (Nouveau) que funciona exatamente como deveria, porém, o desempenho não é excelente.

A primeira solução “oficial” é a utilização do  Bumblebee para se tentar fazer o mesmo procedimento do Optimus, em que possa desabilitar a NVIDIA e só habilitar quando for usar. Mas essa solução não se mostra aplicável para GPU híbridas mais novas, pois o projeto encontra-se “abandonado”, digo isso porque os últimos updates no github do projeto foram a mais de 5 anos.

Algumas distros, como o Pop!_OS da System76, procuraram desenvolver uma forma de contornar este problema, mas a integração, ainda que funcional, não é perfeita, obrigando o usuário a reiniciar o computador para alternar entre as placas. 

A outra solução e que é instalada automaticamente quando se instala os drivers proprietários da Nvidia, é a utilização do PRIME, mas ele tem um problema. Você só vai poder usar uma placa de cada vez, por exemplo ou você usa a GPU integrada da Intel ou usa a GPU dedicada da Nvidia, e quando precisar fazer esse procedimento ter que fazer logoff. Um transtorno desnecessário.

Mas nas últimas horas, uns dos responsáveis pela área de drivers para Linux da Nvidia, Aaron Plattner, comentou em um post no fórum da Nvidia que estava aberto desde 2016, dando um parecer sobre a vinda da tecnologia para Linux, dizendo o seguinte:

“Hi folks,

Yes, it's still being worked on. Kyle laid the groundwork with the server-side vendor-neutral dispatch code that's in X.Org xserver 1.20. There's still some more work to be done there and support for it needs to be wired up inside our driver, but basic support for loading NVIDIA's GLX as a vendor in the server is in place. Kyle is putting together a proposal for the next steps. “


Tradução:

“ Olá pessoal,

Sim, ainda estamos trabalhando nele. Kyle lançou as bases com o server-side vendor-neutral e o código está sendo enviando para o X.Org xserver 1.20. Ainda tem muito trabalho para ser feito por lá e o suporte precisa ser conectado dentro do nosso driver, mas o suporte básico para carregar o NVIDIA GLX já está no pronto. Kyle está montando propostas para as próximas etapas.” 
 
Isso é muito bom e animador, pelo menos para mim, pois tende a melhorar o suporte de GPU híbridas Intel + Nvidia no Linux e ainda trazendo recursos que hoje não se tem em relação ao que se tem para as soluções em Desktops.
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Aprenda a criar um cartão de visita Digital!

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A evolução da nossa comunicação é perceptível. A internet é, em grande parte, responsável por isso, mas a tecnologia, de forma geral, é que mudou drasticamente a forma com que os seres humanos gerem as suas intercomunicações. Curiosamente, mesmo que tenhamos mudado para o meio digital em diversos setores, um dos setores que é ainda responsável por pouca praticidade, desperdício de dinheiro e principalmente, desperdício de papel, e por consequência, de árvores, são os famigerados "cartões de visita". 

Cartões Digitais






Os cartões de visita são uma forma muito comum das pessoas apresentarem algumas informações pertinentes sobre si mesmas e sobre o trabalho que desenvolvem, porém, em meio a esse tipo de situação, alguns detalhes passam despercebidos.

Uma das primeiras coisas que eu fiz quando comecei a trabalhar foi criar um cartão de visitas que mostrasse todas as minhas "super habilidades", pouco tempo depois eu tinha entregue alguns, mas ainda tinha algumas centenas em casa e tinha que alterar dados neles... ou seja, a falta de planejamento atrelada a uma tecnologia praticamente imutável acabou gerando um certo desperdício, Acho que hoje, mais de uma década depois, ainda tenho alguns cartões daquela época.

Usar um cartão através  de um App em um meio digital tem alguns pontos interessantes:

- O seu cartão é dinâmico, ao contrário de um cartão físico que caso você deseje alterar alguma informação será necessário reimprimir, gerando mais custos e levando algumas árvores junto;

- O seu cartão é facilmente descartável, são pouquíssimas as pessoas que realmente mantém catálogos com cartões de visitas, ainda mais na era digital, onde tudo pode ser pesquisado. Ter um cartão digital facilita no armazenamento da informação, no compartilhamento dela e caso a pessoa não queira guardá-lo, ela simplesmente apaga um arquivo no celular, ao invés de gerar lixo.

- Você pode acabar esquecendo de ter um cartão de visita junto com você em um momento crítico, mas nunca deixará de ter um celular por perto provavelmente, o que lhe permite compartilhar o seu cartão.

- Você pode querer compartilhar um cartão com uma pessoa ou grupo de pessoas em local diferente, como uma palestra, etc.

Para te dar uma sugestão legal de como você pode criar um cartão elegante e de forma simples para o seu negócio, ou qualquer outra atividade, nós produzimos este vídeo sobre um App chamado ECOCARD, confira:


Sobre o App ECOCARD


Como você pôde conferir no vídeo acima, o App tem várias funcionalidades interessante de compartilhamento e criação de uma identidade visual. Eu entrei em contato com os desenvolvedores para falar sobre o App e parabenizar pela iniciativa, afinal, o fator ecológico, prático e econômico que algo assim oferece é realmente digno de elogios, mas aproveitei para pedir sobre novidades que devem chegar ao App no futuro.

Para você que já achou o ECOCARD interessante, saiba que em breve será possível alterar também o plano de fundo do cartão, permitindo uma customização visual ainda melhor, deixando o cartão com "a cara" da sua empresa. Outro recurso interessante é que será possível compartilhar essa base de arte para todas as pessoas que trabalham com você, assim todos os colaboradores da sua empresa poderão usar o mesmo cartão padronizado.

O ECOCARD tem versão para Android e iOS e é completamente gratuito, até mesmo sem anúncios, ele não tem fins lucrativos, pelo que os desenvolvedores comentaram, a ideia é simplesmente apoiar a ecologia, usando a tecnologia para tornar o nosso mundo um lugar melhor para se viver e, quem sabe, com um ar mais puro para se respirar.

Colocar essa ideia em prática já lhe torna um empreendedor mais responsável com o planeta e certamente, chama a atenção das pessoas.

Baixe o App e teste! Se gostar, espalhe a ideia! :)

Até a próxima!
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Hollywood junta-se a Linux Foundation para criar a Academy Software Foundation

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No último final de semana o site de entretenimento Variety noticiou algo espetacular para o mundo do open source, relatando a entrada da "Academia de Artes e Ciências Cinematográficas" para a Linux Foundation, com a finalidade de promover o uso de software open source no cinema e além dele.







Nessa junção foi criada a Academy Software Foundation, que vai estar encarregada de promover o open source. 

Os membros fundadores são: Animal Logic, Autodesk, Blue Sky Studios, Cisco, DNEG, DreamWorks, Epic Games, Foundry, Google Cloud, Intel, SideFX, Walt Disney Studios and Weta Digital. A criação da ASF tem o propósito ajudar novos estúdios através de suporte para o uso de software Open Source, além, é claro, de promover a utilização.

A cooperação entre a Academia e a Linux Foundation começou há pouco mais de 2 anos, quando o conselho de Ciência e Tecnologia da Academia começou a investigar quanto o código aberto era utilizado por Hollywood.

Segundo a investigação, mais de 80% de Hollywood usa software de código aberto de forma direta ou indiretamente.

Segundo o diretor executivo da Linux Foundation, Jim Zemlim, esse “movimento” pode ser transformador para Hollywood, ele comentou o seguinte:

“Eu já vi esse filme antes em outras indústrias", e complementando  que o mesmo movimento aconteceu na indústria automotiva, que obteve grandes benefícios ao trabalharem juntos com os projetos de código aberto. Ele ainda falou que os defensores do código aberto e os estúdios de Hollywood ainda não tinham tido a oportunidade de estarem frente a frente para resolver questões como o gerenciamento de direitos digitais.

Outro diretor que se manifestou foi Andy Maltz, que faz parte do Conselho de Ciência e Tecnologia da Academia, falando que foi a primeira vez que a Academia “empresta” o seu nome para uma entidade que não esteja sob o seu controle e complementou:

“ Este é realmente um grande negócio para nós”.

Maltz ainda explicou que o nome “Academy Software Foundation” foi escolhido para ser inclusivo e também para atrair os desenvolvedores para games e outras formas de mídia.

“Há um mundo inteiro de outras formas de arte” - disse ele.

A Academy Software Foundation terá uma espécie de divulgação pública no Siggraph, onde Bredow falará sobre isso durante seu discurso na Segunda-feira.

Isso é um bom sinal que uma industria tão forte como Hollywood esteja apostando em software livre.

Conte-nos aí nos comentários o que você dessa junção. =) 

Até uma próxima e forte abraço.
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Chrome OS agora tem suporte para instalar pacotes no formato .deb

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O site Chorme Unboxed, através do seu colaborador Gabriel Brangers, descobriu que agora é possível instalar programas no formato .deb (Debian Linux Packages) no Chrome OS da Google, o sistema baseado em Linux da empresa, que roda nos Chromebooks.

Chrome OS agora rodará Apps .deb de Linux






Ele descobriu essa compatibilidade enquanto “fuçava” no canal de desenvolvimento "Canary" do Chrome OS, com algumas pequenas modificações, foi possível instalar um pacote .deb no sistema.

Nos testes, ele usou o instalador da Steam para descobrir se teria suporte para a sua GPU e para sua surpresa, a instalação ocorreu sem nenhum problema.

Outro site que noticiou tal compatibilidade foi o XDA Developers, informando que em códigos acrescentados recentemente no Chrome OS foi adicionado suporte aos pacotes .deb, onde o programa “Arquivos” ficaria responsável pelo gerenciamento e facilitando a vida do usuário, que não precisaria ter interação direta com o terminal ou coisa do tipo, pois os programas no formato .deb seriam instalados em “containers”. O projeto de compatibilidade é chamado de Crostini, como mostramos neste outro artigo do blog.

Na minha opinião, creio que isso vem para facilitar o contato do usuário comum com o mundo Linux e sem traumas (como alguns insistem em fazer), e também podendo trazer empresas como Adobe e Autodesk, como exemplos, para portarem os seus aplicativos para Linux, já que ter uma empresa como a Google por traz do sistema pode ser um fator motivacional.

Comente o que você acha dessa compatibilidade do Chrome OS com os pacotes .deb, será que isso pode trazer alguma mudança no mercado?

Até a próxima!
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Insurgency: Sandstorm vai ter uma versão para Linux

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A produtora do game Insurgency, New World Interactive, anunciou mais um título para a franquia, o Insurgency: Sandstorm, que é uma sequência do jogo Insurgency de 2014 , que traz melhorias gráficas ao jogo.

Insurgency Sandstorm Linux






Para trazer melhorias gráficas ao jogo, a desenvolvedora usou a Unreal Engine 4, atrelado ao "modo de tática premiada 'Insurgency: Modern Infrantry Combat',  fazendo com que o game seja intenso, imersivo e “hardcore”.

Algumas novidades que a equipe da New World Interactive irá apresentar no jogo são:

⏺ Personalização de personagens e armas;
⏺ Design de áudio sem precedentes com o bate-papo com  voz posicional proporcionando o trabalho em equipe bem realista e o áudio ambiente “vivo” que irá levá-lo para ao campo de batalha;
⏺ Combate através de mapas expansivos em modos de jogo de até 16 contra 16 jogadores, ou cooperativa de 8 jogadores contra a IA, agora com veículos equipados com metralhadoras;
⏺ Funcionalidades multijogador competitivos, incluindo matchmaking, interface de transmissão e replays.

A versão para Linux do Insurgency: Sandstorm vai vir depois dos primeiros updates do jogo, como relataram os desenvolvedores, Alex e Jon, em um tópico no Reddit, onde eles abriram espaço para perguntas do público sobre o game.

“Esperamos ter um cliente Linux em algum momento dentro de nossas primeiras atualizações de conteúdo. Incluímos suporte a Linux para o Insurgency + Day of Infamy e queremos continuar a apoiar essa comunidade. Manteremos você atualizado conforme nos aproximarmos do lançamento.” - Alex

“Não temos nenhum anúncio sobre quando exatamente o suporte para Linux ou Mac estará chegando, mas estamos comprometidos em incluí-lo após o lançamento. Estamos focados primeiro em colocar a versão de Windows para funcionar, e também precisamos alocar recursos para o console.” - Jon

“Nós não temos nenhum anúncio específico ainda, mas vamos trabalhar no Xbox One, PS4, Mac e Linux, todos os lançamentos. Infelizmente, não podemos dizer qual virá primeiro neste ponto, pois ainda estamos avaliando os planos pós-lançamento e descobrindo um cronograma para cada plataforma.” - Jon

O game já está em pre-order na Steam e o lançamento será dia 18 de Setembro de 2018. As especificações do jogo ainda não foram anunciadas.

Aqui você pode conferir uma gameplay do jogo:

              

Mas conte aí pra gente nos comentários se você compraria e jogaria o game. =)

Até uma próxima e um forte abraço.
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Dropbox não terá mais suporte para Linux, exceto para distros que usarem Ext4

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Recentemente os usuários do serviço de armazenamento em nuvem Dropbox receberam uma mensagem informando que em Novembro o serviço irá parar a sincronização e que será necessário mudar o local dos arquivos.


Dropbox Linux Ext4






Agora temos o anúncio oficial do Dropbox, através do seu fórum, o moderador Jay respondeu à um usuário que o aplicativo da empresa irão funcionar somente em somente 4 formatos dentre as plataformas de desktop.

Para quem usa Windows só vai ter suporte para NTFS; no macOS o suporte vai ser para os formatos HSF+ ou APFS e para quem usa Linux o formato vai somente para Ext4, desde que não tenha criptografia.

O moderador ainda complementou dizendo que o programa do Dropbox precisa de atributos estendidos (X-attrs) para fazer a identificação na pasta do Dropbox e assim manter a sincronização. E assim os outros formatos não garantem essa condição e por isso foram descartados por hora.

Alguns usuários ainda relataram que receberam a mensagem mesmo usando o Ext4, mas a criptografia estava ativada, o que pode ser o motivo. Por hora não houve nenhuma declaração oficial do Dropbox em relação a se isso foi um erro e se vai ser corrigido, ou se os sistemas de arquivos Ext4 criptografados vão ser simplesmentes “limados” também.

Agora é esperar os próximos capítulos e ver se vão incluir formatos mais novos, como o BTRFS nos próximos updates.

Mas diga aí nos comentários se você usa o Dropbox e se apareceu a mensagem.

Até uma próxima e forte abraço.
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