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Remote Play Together: jogue partidas multiplayers locais com seus amigos através da internet

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O Remote Play Together é uma nova funcionalidade do Steam, que permitirá aos usuários jogar partidas multiplayer locais, mesmo estando em lugares diferentes.

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Hoje em dia é extremamente comum que você possa jogar os seus games com seus amigos através da internet. Jogos multiplayer, ou que possuem este modo, são cada vez mais comuns, são os preferidos nas milhões de bibliotecas dos jogadores no mundo. Contudo, ainda são muitos os jogos que oferecem apenas o bom e velho multiplayer local. Onde, geralmente dois ou três/quatro jogadores precisam estar no mesmo lugar, assim dividindo a tela ou compartilhando a mesma.

O problema óbvio de jogos que possuem apenas multiplayer local, é que para tirar proveito desta funcionalidade é necessário que ambas as pessoas estejam no mesmo lugar, muitas vezes isso acaba não sendo possível por uma série de motivos. Talvez a pessoa com quem você queira jogar more longe demais, ou ambos não possam estar no mesmo lugar, na mesma hora.

O objetivo do Remote Play Together é justamente resolver este tipo de situação, e dar aos jogadores e possibilidade de jogarem um multiplayer local através da internet.

A Valve ainda não divulgou essa nova funcionalidade oficialmente ao público, porém, a informação foi publicada no Steamworks. Um site ao qual apenas os desenvolvedores da empresa tem acesso. Com isso, a informação acabou sendo “vazada” por alguns dos devs da própria Valve, como você pode ver no tweet abaixo:


Em tradução livre:


Hoje a nossa equipe anunciou mais uma nova funcionalidade que será incluída no Steam: Remote Play Together. Isso permitirá que amigos possam jogar partidas multiplayers locais através da internet, como se estivessem juntos no mesmo quarto.

Resumidamente, o que o Remote Play Together fará é transmitir a sua tela para o computador da pessoa com quem você quer jogar, e transmitir os comandos de controles do computador dessa pessoa para o seu. Outro ponto positivo, é que mesmo que apenas uma das pessoas possua o jogo, ambos poderão jogar sem problemas. Visto que o jogo estará instalado apenas na máquina do “host”, e o convidado estará jogando via streaming.

O Remote Play Together será gratuito, e funcionará única e exclusivamente com jogos que possuam multiplayer local com tela compartilhada, ou split-screen. Como pode ser visto no tweet abaixo:


Em tradução livre:


Para fins de esclarecimento: Funcionará apenas com jogos de tela compartilhada ou dividida. A sua tela será compartilhada com o seu amigo, enquanto as entradas dos controles dele serão enviadas de volta para o jogo rodando na sua máquina. Assim, ambos estarão jogando o mesmo jogo, e olhando para a mesma tela.

É claro que, para ter uma boa experiência com a funcionalidade será necessário que ambos os envolvidos possuam boas conexões com a internet, e uma baixa latência, à fim de evitar problemas como atraso na resposta ao jogador convidado dar comandos no seu controle. O Remote Play Together deverá estar disponível na versão Beta da Steam à partir da semana do dia 21 de Outubro.

Fico pensando se isso poderia ser algum tipo de resposta da Steam à concorrência de outros launchers como o Epic Games Store, e o mais novo Rockstar launcher. Afinal, se tem algo que todos estamos “carecas” de saber, é que a concorrência sempre tende a melhorar o serviço ou produto oferecido pelos concorrentes.

O quê você achou do novo serviço? Será realmente útil? Você tem algum jogo no qual poderá utilizar essa nova funcionalidade? Eu não possuo nenhum, no momento. Mas pretendo comprar Cuphead no futuro (só para passar raiva), e aparentemente através desta funcionalidade será possível passar raiva jogá-lo com um amigo. 

Agora o que nos resta é esperar o lançamento oficial, e testar.

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Histórias bizarras são contadas em site da Mozilla sobre o algoritmo do Youtube

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O Algoritmo de recomendação do Youtube vem passando por diversos problemas, e não é de hoje que seu sistema vem dando o que falar. Envolto por diversos assuntos polêmicos que giram em torno de pedofilia, vídeos tóxicos, teorias sensacionalistas e tudo mais. O Youtube passa por uma fase difícil.

mozilla-regrets-youtube-algoritmo-mecanismo

Não sei quanto a você, mas como criador de conteúdo, sinto que em certas ocasiões, sou desvalorizado pela plataforma. São horas e horas para produzir um vídeo, às vezes dias, e parece que vídeos “de mal gosto” são o padrão da plataforma. Essa é uma afirmação forte, mas perceba que nem sempre o algoritmo está preocupado com a qualidade do material produzido. Tudo isso gera incontáveis incômodos e em extremos, situações bizarras.

Você já marcou um determinado tipo de vídeo, como um conteúdo que não é de seu interesse e, depois a plataforma continuou a oferecê-lo incessantemente? Não importa se algum dia você viu ou não viu algo do gênero, parece que o algoritmo de sugestão não se preocupa muito com o que você quer ou deixa de querer.

Sempre tenho que marcar algum vídeo, como “não estou interessado nisso”, contudo de nada adianta. Recentemente o Youtube disse que estava reduzindo o alcance dos conteúdos tóxicos, que instigasse violência entre outros temas danosos. Todavia, seu algoritmo parece não ter acatado ao tal desejo e aposto que ele já te recomendou algumas bizarrices.

Fundação Mozilla tenta chamar a atenção do Youtube


O algoritmo de recomendação do Youtube é responsável por 70% do tempo de toda visualização na plataforma, e com tamanhas deficiências, a experiência do site pode ser comprometida. A situação é tão delicada que a Mozilla, fundação responsável pelo Firefox e outros projetos na web, lançou um projeto denominado #YoutubeRegrets (em tradução livre algo, como “pesares do Youtube, arrependimentos com o Youtube”, uma alusão a tristeza e arrependimento).

O intuito do YoutubeRegrets é conscientizar o Youtube e estimular a tomada de decisões, maior transparência de seus algoritmos e quem sabe a inclusão de colaboradores, que estão fora da plataforma. Tudo isso visando o fim ou amenizar tais situações lamentáveis, geradas pelos seus mecanismos de busca.

No site são relatadas 28 histórias bizarras de usuários e suas relações com o algoritmo da plataforma. Alguns casos são extremamente bizarros, como um em que o usuário alega nunca ter pesquisado por pornografia no Youtube, contudo mencionou que gosta de assistir esportes relacionados a cavalos ou guias informativos sobre os animais. No entanto, o algoritmo insiste em lhe entregar vídeos de “cavalos cruzando com éguas”.

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Imagem: Divulgação/Mozilla

Outro parece ser relativamente inofensivo, porém em demasia pode acabar desmotivando pessoas mais sentimentais. Sarah McLachalan, comenta que uma vez o Youtube lhe recomendou um vídeo sobre um cão de rua em péssima situação. Agora sua página inicial está infestada de miniaturas de animais maltratados — imagens tristes e que não ajudam ao iniciar seu dia.

Muitas histórias são relatadas, algumas bem bizarras e confesso que outras me pareceram ser questão de bom senso. Mas, quem sou eu para julgar o que fere e não fere outras pessoas. Sei que algumas situações são desagradáveis, pois o Youtube já me recomendou cada coisa e continua a recomendar, que já cheguei ao ponto de pensar em usá-lo apenas “deslogado de minha conta”. A desvantagem é perder os feeds dos inúmeros canais que sigo.

Existe uma solução?


No início deste ano, Guillaume Chaslot, ex-funcionário do Google, em entrevista à TNW, disse que a “melhor solução de curto prazo é simplesmente excluir a função de recomendação”. A julgar a ineficiência de tal método, me questiono se isso não seria um meio de contornar esses problemas, entretanto a Mozilla apresentou 3 etapas concretas que o Youtube poderia adotar e melhorar seu serviço para o usuário final:

Fornecer a pesquisadores independentes o acesso à dados significativos, incluindo dados de impressão (por exemplo, número de vezes que um vídeo é recomendado, número de visualizações como resultado de uma recomendação), dados de engajamento (por exemplo, número de compartilhamentos) e dados de texto (por exemplo, nome do criador, descrição do vídeo, transcrição e outro texto extraído do vídeo);

Construir ferramentas de simulação para pesquisadores, que permitam imitar os caminhos do usuário por meio do algoritmo de recomendação;

Capacitar, em vez de restringir, os pesquisadores na alteração do seu limite de taxa de API existente. Além de fornecer aos pesquisadores, acesso a um arquivo com o histórico de vídeos.

Ashley Boyd, vice-presidente de advocacia da Mozilla, informa que o Youtube está trabalhando em seu algoritmo para corrigi-lo. Complementa com, “mas não achamos que este seja um problema que possa ser resolvido internamente. É muito sério e muito complexo. O YouTube deve capacitar pesquisadores independentes para ajudar a resolver esse problema”.

Em resposta o porta-voz do Youtube dirigiu-se à iniciativa da Mozilla dizendo que não pode verificar as histórias, pois não tem acesso aos dados em questão:

“Embora tenhamos recebido mais pesquisas nessa área, ainda não vimos os vídeos, capturas de tela ou dados em questão, e não podemos analisar adequadamente as reivindicações da Mozilla. Geralmente, projetamos nossos sistemas para ajudar a garantir que o conteúdo de fontes mais autorizadas apareçam com destaque nas recomendações. Também introduzimos mais de 30 alterações nas recomendações desde o início do ano, resultando em uma queda de 50% no tempo de exibição do conteúdo limítrofe e desformativo, prejudicial e proveniente de recomendações nos EUA”.

O Youtube também aponta que apenas uma pequena fração do conteúdo de sua plataforma e de alguma forma é prejudicial, e as Diretrizes da comunidade proíbem claramente qualquer conteúdo que faça apologia a violência ou que seja odioso. Medidas também foram tomadas para melhorar a maneira que seus usuários se relacionam com a plataforma, incluindo a sugestão de vídeos resultantes de pesquisas e através de recomendações.

Toda essa questão é muito delicada, e a meu ver o Youtube não compreende o real grau da situação. Como alguns dos relatos no site da Mozilla me pareceram tendenciosos ou exagerados. Enfim, apenas a minha opinião e convido você a expressar a sua nos comentários. Lembrando, seja respeitoso, educado e complacente com a opinião alheia.

Os 28 relatos podem ser acessados diretamente na página da Fundação Mozilla.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, que o assunto de hoje foi pesado, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Mozilla, TNW.


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Amazon termina a migração dos seus serviço para o AWS

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A Amazon é uma gigante no ramo da tecnologia, tendo serviços como, a Twitch, Amazon Prime, site de compras entre outros. Esses serviços utilizavam em algum nível, as soluções da Oracle. Bom, agora não mais.

Amazon termina a migração dos seus serviço para o AWS






Neste dia 15 (terça), o Vice-Presidente e Chief-Evangelist (responsável por "evangelizar" os clientes, criando maneiras eficientes e ensinando eles a usarem os produtos “de fábrica”) do Amazon Web Services (AWS), Jeff Barr, fez um comunicado oficial no blog da Amazon, anunciando a migração.



Segundo o executivo, serviços como  Alexa, Amazon Prime, Amazon Prime Video, Amazon Fresh, Kindle, Amazon Music, Audible, Shopbop, Twitch, and Zappos, além das equipes internas como AdTech, Amazon Fulfillment Technology, Consumer Payments, Customer Returns, Catalog Systems, Deliver Experience, Digital Devices, External Payments, Finance, InfoSec, Marketplace, Ordering, e Retail Systems foram migrados. Mobilizando assim mais de 100 equipes na migração.

Só alguns aplicativos de terceiros, que são fortementes vinculados ao Oracle database não foram desativados ou migrados.

Ao todo, foram migrados 75 petabytes de dados armazenados internamente em quase 7.500 databases da Oracle para o AWS, incluindo serviços como  Amazon DynamoDB, Amazon Aurora, Amazon Relational Database Service (RDS), e Amazon Redshift. As migrações foram feitas com nenhum ou com pouco tempo de inatividade dos serviços, assim cobrindo 100% dos sistemas proprietários da Amazon.

Com essa migração, a Amazon pretende reduzir os custos em até 60% no seu database e nos clientes, uma redução de até 90%. O desempenho também melhorou, a latência dos aplicativos voltados para o consumidor, teve uma redução em 40%. A sobrecarga administrativa nos databases também diminuiu, em 70%.

Para conferir o post completo do anúncio, você pode acessar aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Kdenlive 19.08.2 chega com várias melhorias

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Contrário ao que é dito por algumas pessoas em seus artigos internet a fora, os softwares e aplicações nas distros Linux recebem atualizações com novidades e correções com bastante frequência. Principalmente quando se trata das grandes empresas e comunidades por trás das principais distribuições Linux.

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Essa frequência pode ser percebida, dentre outras maneiras, por aqui mesmo no blog Diolinux. Se formos checar, por exemplo nos últimos 30 dias, o grande número de novidades e aprimoramentos sobre os quais escrevemos, é de “cair o queixo”. Falamos sobre atualizações importantes nos projetos KDE, GNOME, Flatpak, Kernel Linux, e ainda sobre design dos sistemas e jogos no Linux.

Agora chegou a vez de falarmos sobre o que há de novo no Kdenlive. Um dos mais conhecidos e poderosos editores de vídeo disponíveis para Linux. E para muitos, uma alternativa a altura de programas como o Vegas Pro e o Adobe Premiere. No último dia 11 foram anunciados 28 aprimoramentos que estão presentes na versão 19.08.2 do Kdenlive, dos quais podemos destacar:

Corrigido um bug que fazia o software travar ao redimensionar a composição;
Atualizado o script MSYS2;
Corrigido travamento ocasional ao mover a trilha de áudio;
Adicionada a opção de desabilitar a visão multitrack ao renderizar;
Corrigida a exibição incorreta da duração do vídeo ao alterar o perfil;
Corrigidos alguns erros de compilação;
O filtro “bg color” agora é configurável;
Corrigido bug que fazia com que alguns efeitos não acompanhassem o redimensionamento do vídeo;
Adicionado campo clicável ao copiar quadros de máscara automática;
Adicionada a possibilidade de exibir a lista de efeitos ao clicar no nome de uma trilha;
Corrigido travamento ocasional ao tentar acessar as propriedades indisponíveis de um arquivo;
Correção de layout no espaçamento da lista de efeitos;
Corrigida a perda dos clipes ao abrir o arquivo do projeto com o caminho correspondente;
Atualizada a versão do AppData;
Correção no layout ao limpar a lista de efeitos;
Corrigida a ordem das trilhas de áudio;
Correção para o efeito “speed”.

O Kdenlive foi por vários anos o principal editor de vídeo utilizado pelo Dionatan Simioni na produção do canal Diolinux. Comecei a utilizar o Kdenlive com mais frequência apenas nas últimas semanas, e tenho gostado bastante do software. É muito bom para mim, e todos que utilizam o Kdenlive sabermos que o projeto está avançando rapidamente, e que a cada atualização várias melhorias são feitas ao software.

Você utiliza ou já utilizou o Kdenlive? Ou tem alguma sugestão de outro editor de vídeo tão bom quanto, ou melhor? Diga-nos nos comentários.

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O streamdeck_ui compatibiliza os streamdecks da Elgato no Linux

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Os produtos da Elgato, são muito famosos no mundo do Streaming, pois vários dos “streamers” famosos e influentes, usam algum produto da empresa.

O streamdeck_ui compatibiliza os streamdecks da Elgato no Linux





O dev Timothy Edmund Crosley, publicou no seu GitHub, uma interface gráfica para configurar a sua Streamdeck no Linux. Em comunicado no seu site, ele menciona que o trabalho para “portar” uma solução já existente, escrita em Python 3, assim só precisando construir uma interface para ela. Foi isso que o Timothy fez, utilizando o QT atualizado e incluindo o PySide2 também. Com isso, o trabalho foi rapidamente evoluindo, até chegar na versão atual.

Streamdeck UI Usage Example


Características principais

● Compatível com Linux : permite o uso de todos os dispositivos Stream Deck no Linux sem precisar “compilar”.

● Vários dispositivos : permite conectar e configurar vários dispositivos Stream Deck em um computador.

● Controle de brilho : suporta controlar o brilho da interface do usuário e dos botões de configuração no próprio dispositivo.

● Display do botão configurável : Será possível configurar por botão no StreamDeck: Ícones + Texto, Somente ícone e Somente texto​​.

● Suporte a Multi-Action : execute comandos, escreva texto e faça combinações de teclas de atalho com o pressionar de um único botão no seu StreamDeck.

● Páginas do botão : streamdeck_ui suporta várias páginas de botões e a configuração dinâmica,  para alternar entre essas páginas.

● Reconexão automática: reconecta automaticamente, caso o dispositivo esteja desconectado.
●Importar / Exportar : Suporte para salvar e restaurar as configurações do Stream Deck.

Atualmente, as Streamdecks suportadas são:

● StreamDeck Original
● StreamDeck Mini
● StreamDeck XL

Se você tiver uma dessas Streamdecks e quiser testar, você pode seguir o passo a passo pelo GitHub ou pelo site do projeto.

Esse projeto me surpreendeu, pois criou uma interface muito intuitiva de fácil manuseio, não devendo em nada à criada pela Elgato. Creio que ainda vai receber mais recursos e funcionalidades, ficando assim mais completa.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.



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X-Plane 11.40 terá suporte a Vulkan, e muito mais

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O X-Plane é um dos melhores e mais populares simuladores de vôo para computadores pessoais disponíveis atualmente. Estando disponível para Linux de forma nativa, agora os desenvolvedores do simulador estão implementando a API Vulkan. O que deve melhorar bastante a performance do software.

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A versão 11.40 do X-Plane trará muitas implementações para o software, o que é uma ótima notícia para aqueles usuários Linux apaixonados por aviação (como eu). Dentre todos os aprimoramentos, um dos mais significativos e trabalhosos, será a implementação da API gráfica Vulkan.

Tal implementação deve melhorar tanto a qualidade gráfica, quanto o desempenho do simulador, principalmente nas distribuições Linux, onde o software atualmente utiliza OpenGL.

Todavia, o processo para implementar uma nova API gráfica em um software tão complexo quanto um simulador de vôo (que diga-se de passagem, é muito mais complexo do que um “simples” jogo), não é algo que possa ser feito às pressas e em pouco tempo. Uma grande, se não a maior, parte do trabalho já foi feita e atualmente já existe uma versão beta disponível para um número limitado de usuários.

Geralmente quando um software está em fase Beta, significa que falta pouco para o lançamento da versão final. No caso do X-Plane 11.40, a versão beta durará um período relativamente longo, para que a versão final possa ser bastante polida e entregue com o mínimo possível de bugs.

A seguir você confere uma lista com alguns dos principais aprimoramentos que chegarão na versão 11.40.

A situação de “stall” foi corrigida, e agora você realmente terá que baixar o nariz para ganhar velocidade e sustentação, assim como na vida real;
Aprimoramentos nos controles de ailerons, estabilizador horizontal e leme;
Aviões com estabilizadores horizontais em “T” terão diferença relacionada à eficiência, quando comparados a aviões com estabilizadores horizontais presos na fuselagem;
Aprimorado o comportamento da água e do vento no pouso e decolagem de hidro aviões;
Adicionadas novas situações de simulação de falhas nas superfícies de comando.

Aos interessados, aqui você encontra todas as informações (em inglês) relacionadas aos aprimoramentos que virão na versão 11.40 do X-Plane. O software pode ser encontrado na Steam e no site oficial, e uma versão demo pode ser baixada gratuitamente para que o usuário possa conhecer o software antes de comprar, e também ver se a sua máquina “dá conta do recado”.

Eu sou apaixonado por aviação, e costumo “brincar” com bastante frequência no FlightGear. Um simulador de vôo open source e gratuito sobre o qual trarei um artigo nos próximos dias. Você também curte simuladores de vôo? Já utilizou o X-Plane, e curtiu as novidades? Conte mais nos comentários. 😁

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Mais um Triplo A chegando nos sistemas que “não rodam jogos”

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Ontem, dia 15 de outubro, a Feral Interactive anunciou o lançamento do porte para Linux e MacOS do jogo Shadow of the Tomb Raider. Que estará disponível aos jogadores à partir do dia 5 de novembro.

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Nos últimos tempos, temos visto que cada vez mais títulos Triplo A são lançados para o sistema do Pinguim, e a Feral Interactive é uma das protagonistas quando se trata de portar grandes jogos para Linux. Tendo em seu histórico de portes títulos, como Dirt 4, Life is Strange, Hitman, Deus Ex: Mankind Divided, Rise of the Tomb Raider, Mad Max, Alien Isolation, entre outros. Agora chegou a vez do Shadow of the Tomb Raider entrar para a biblioteca de jogos no Linux.

A versão do jogo que será portada para Linux e MacOS será a Definitive Edition, que contará com 7 DLCs, e mais todas as armas, trajes e habilidades opcionais. O valor ainda não foi divulgado, mas considerando o valor atual da versão padrão do jogo, chega a me dar um aperto no peito (e no bolso) 😂😂😂. Então vamos torcer para que haja uma boa promoção de lançamento, ou então esperar até as promoções de inverno.

O game já é funcional via SteamPlay, mas uma versão nativa geralmente traz várias melhorias, e é sempre bem vinda. A Definitive Edition funcionará no Linux com a API Vulkan. Os requisitos mínimos e recomendados ainda não foram divulgados.

Além do Shadow of the Tomb Raider, a Feral prometeu para esse ano o lançamento de mais dois títulos. Sendo eles Life is Strange 2, e Total War Saga: TROY (sobre o qual já falamos recentemente aqui no blog). À nós gamers, resta esperar que a Feral consiga entregar os portes no prazo, para assim fecharmos o ano com chave de ouro.

Abaixo você pode conferir o trailer oficial do lançamento de Shadow of the Tomb Raider para Linux e MacOS.


Você, assim como eu, está super ansioso para jogar esse e os outros títulos que devem chegar ainda esse ano? O quê você pensa sobre a situação atual das distribuições Linux como plataforma de jogos? Diga nos comentários. 😁

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