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Beta do SteamOS é lançado pela Valve com melhorias

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Quando a Valve resolveu dar mais um passo na “briga” pelo mercado de jogos, ela resolveu não depender tanto do Windows da Microsoft, assim dando mais ênfase no desenvolvimento do seu próprio sistema operacional para rodar os jogos publicados na sua Loja, através do app Steam Client.

 Beta do SteamOS é lançado pela Valve com melhorias






Com isso, a Valve fez seu próprio Linux, o SteamOS, baseado no Debian 8 Jessie com algumas modificações feita por ela. O sistema veio a princípio para equipar as antigas Steam Machines e que agora pode ser instalado em qualquer computador.

Muitos que viram o “nascimento” do SteamOS, de uns tempos para cá, estavam achando que o projeto encontrava-se parado ou até mesmo abandonado. Ainda bem que estavam enganados 😂.

Depois do lançamento do projeto Proton, onde se fez a compatibilidade dos jogos feitos para Windows no Linux, o SteamOS veio recebendo pequenas correções e melhorias. 

A versão atual do Beta do SteamOS, é a 2.190, que além de trazer as correções de segurança e de firmware, em um total de 346 erros reportados e desses 321 foram corrigidos, como pode ser conferido aqui. Veio também os updates dos drivers de vídeo da NVIDIA, Intel e AMD. 

Na parte para NVIDIA, o driver entregue é o 415.27. Já para Intel/AMD está sendo entregue o MESA Driver 18.3.4.

Na outra parte referente à updates, foi em relação ao SteamPlay com o Proton. Nesse Beta virá com o Proton da série 4.2, com a versão 4.2-4, que conta os seguintes updates:

- Corrigir falha no lançamento do game RAGE 2. (requer Mesa dev baseado em AMD);
- Atualização do DXVK para a versão 1.1.1;
- Melhora o suporte do Vulkan para a nova construção do No Man's Sky;
- Melhora ícones em alguns gerenciadores de janelas.
- Corrige ocasional processo do Wine preso ao atualizar a versão Proton.
- Corrige a detecção do controle para os jogos Yakuza Kiwami e Telltale;
- Corrige a geração de terreno em Space Engineers;
- Correção para a não inicialização do game Flower.

Também houve update no FAudio 19.05, que agora estão usando as bibliotecas X3DAudio/XAPOFX para os games de 64 bits. Informações vindas direto do Twitter do Ethan Lee, dev do projeto Proton.

Para ver todas novidades no SteamOS e do Proton, você pode acessar os respectivos links, aqui e aqui.

Se você quiser experimentar o SteamOS, basta acessar este link.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux

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A Valve, empresa por detrás da Steam, lançou uma nova versão Beta do seu app, com algumas novidades e correções pontuais na versão para Linux

Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux






A primeira novidade, foi a mudança do IN-Home Streaming para o Steam Remote Play ou somente Remote Play. Esse recurso possibilita a transmissão dos seus jogos entre os apps da Steam, desde que haja uma boa conexão de internet para isso. Os dispositivos que estiverem utilizando o Steam Link, como por exemplo os celulares, vão aparecer nessa nova aba reformulada, assim podendo gerenciar eles.

Já a segunda novidade tem haver com o Vulkan. A Valve refez o sistema de shader, agora habilitando o download e a pré-compilação de toda a coleção do Vulkan pipelines para um determinado jogo. Como resultado, os downloads de dados do shader agora serão exibidos no gerenciador de downloads do Steam. 



A pré-compilação será ativada em uma futura versão beta. Isso sendo ativado por completo nos próximos betas, poderemos ter uma fluidez melhor tanto nos jogos nativos quanto nos jogos que rodam via SteamPlay.



Já as correções para Linux foram:

- Corrigida uma falha aleatória no cliente Steam ao lançar jogos;
- Corrigido um erro em que ao copiar/mover arquivos maiores que 2 GB, retornavam um erro de E/S;
- Melhorou a capacidade de resposta do cliente às mudanças de rede;
-Correções "Risk of Rain" e outros títulos de GameMaker;
-Adicionado suporte para remover versões antigas do Proton, assim deixando somente às versões mais recentes;

Para ver o post completo, basta acessar ele aqui.

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Muitas novidades na versão beta do KDE Plasma 5.16

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Se existe um projeto que posso "tirar o chapéu" a cada novo lançamento é o KDE, não menosprezando os demais, entretanto os caras do KDE sempre estão implementando coisas novas. Ok! Às vezes me perco em meio a tanta configuração, mas é bem interessante ver essa gama de possibilidades e ferramental oferecido.

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Em sua nova versão beta, o KDE Plasma 5.16, várias modificações e recursos foram adicionados ao Desktop Plasma 5. Muitos aspectos foram polidos e reescritos.

Como exemplo podemos citar o novo sistema de notificação, totalmente reescrito, o mesmo tem agregado funcionalidades bem úteis como: Modo não perturbe, histórico inteligente com agrupamento, notificações críticas de apps em tela cheia, aprimoramento na notificação de ações como transferências de arquivos, e muito mais.

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Outra novidade está nos widgets do Plasma, que foram refinados e agora trabalham com o código pensado em portabilidade, graças ao framework do Kirigami e Qt. Visando melhor experiência na utilização da interface para usuários.

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Além do widget de rede que passou a atualizar redes Wi-Fi de forma rápida e confiável, e ao clicar em qualquer rede a opção "Configurar" estará disponível.

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A tela de login está bem mais atraente, ponto para os designers da interface.

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Não foi apenas o login que recebeu uma atenção visual. A aparência da "página" dos "Esquemas de cores", teve todo um redesign, contando com uma visualização de grades. E não ficou apenas nisso, agora é possível filtrar por cores claras ou escuras nos temas, arrastar e soltar para instalar os temas etc.

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Também foi adicionado o suporte inicial para o uso do Wayland com drivers proprietários Nvidia. Utilizando o Qt 5.13, vários problemas de uso com o Wayland foram removidos, como distorções nos gráficos ao desligar o computador. As janelas GTK aplicam corretamente o esquema de cores ativo e inativo, na nova versão. E o KWin traz um aprimoramento no Blur, sendo mais natural ao olhos humanos.

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Claro que o Discover, software para instalação de pacotes do KDE, não ficaria de fora. Foi adicionado melhor suporte para AppImages, um indicador de conclusão de tarefas, opção de forçar a saída durante os processos de instalação e atualização, o menu de fontes apresenta o versionamento de cada aplicativo de fonte diferente e em "Downloads" os pacotes têm seções distintas ("download" e "instalação"). Quando o item for instalado ele deixará de ser listado na exibição.

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Crie e envie seu wallpaper para ser o padrão do Plasma 5.16


Pela primeira vez, o papel de parede padrão do Plasma será decidido pela comunidade. Na verdade existirá um concurso na qual o vencedor terá esse mérito, além de receber um computador Slimbook One V2 (processador I5 + 8Gb de RAM). Interessados acessem a página da competição.

Quer saber como está o KDE Plasma 5.16? Então efetue o download da versão de testes do KDE Neon. O lançamento final será no dia 11 de Junho, e essa versão contará com 5 atualizações de manutenções até Setembro de 2019.

Caso queira ver todas as novidades contidas no KDE Plasma 5.16 beta, acesse a página oficial do projeto.

E você, utiliza KDE Plasma como interface principal? Que tal continuar esse assunto em nosso fórum.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Mark Shuttleworth: "...A comunidade ficou com raiva de ambos Unity"

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O então CEO da Canonical e criador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, através de uma entrevista para o canal “TFiR: Open Source & Emerging Technologies” expôs sua opinião sobre diversos assuntos relacionados ao Ubuntu e consequentemente ao mundo Linux. Então saiba o que pensa Shuttleworth…

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Mark é conhecido por ter opiniões “fortes” e plenas convicções em sua forma de pensar, algo que aprecio, porém pensar “fora da caixinha” ou ser enfático em algo pode gerar situações não tão agradáveis, ainda mais quando lidamos com seres humanos. Logo abaixo você verá as partes que mais me chamaram atenção, da breve entrevista.

Porque o desktop Linux/Ubuntu falhou?


Esse é basicamente um dos questionamentos feitos à Mark e o mesmo fala sobre a dificuldade de enfrentar um público tão exigente, composto em sua maioria por desenvolvedores de software. Mas porque é difícil agradar aos usuários Linux? Parece que isso está relacionado a maleabilidade e poder que o Linux acaba dando aos usuários que é “um público que gosta de mudar as coisas, têm suas próprias opiniões e não quer o mesmo que os outros”, diz ele. Ainda sobre o mesmo assunto, Mark afirma que não adianta argumentar e dizer que por exemplo: “esta é a melhor mesa”, pois a resposta será algo como: “não é a melhor para mim”. Realmente devido a pluralidade de escolhas nós usuários de Linux, acabamos customizando/adaptando o sistema ao nosso uso, entretanto mesmo que sejamos criteriosos não vejo isso como um real impedimento. Afinal, todo usuário consciente tem dentro de si um bom senso do que é bom para um todo. Ao menos eu sou assim e você também pensa assim? (❔❓❔) 

Sobre o Unity, Shuttleworth diz ter aprendido a lição: “Eu achava que estávamos fazendo um trabalho realmente bom, um ótimo trabalho, mas as pessoas não gostavam de ser pressionadas, então agora eu penso em dar suporte ao GNOME, KDE, MATE; e dar aos desenvolvedores a liberdade de escolher o que quiserem”.

Outra descoberta é saber que Shuttleworth gosta bastante do Chrome OS, e acredita que o “não sucesso do Linux nos desktops” foi devido “...não inventamos nada no desktop Linux que foi muito avançado em seu tempo” ao contrário da Google com sua distro Linux. “Eu amo o que os caras do Chrome OS fazem , porque é essencialmente uma visão futurista do desktop como uma extensão da web, e é por isso que eles merecem seu sucesso, porque estavam dispostos a criar algo que não existia em um mundo onde para maioria das pessoas a área de trabalho é algo que se parece com o Windows”. E “Na comunidade de software livre, só nos permitimos falar sobre coisas que se parecem com algo que já existe e estamos nos definindo como uma série de bifurcações e fragmentações ", diz ele. 

O “engraçado” deste último comentário de Mark, é que isso se parece muito com o atual posicionamento da Canonical, dá para perceber que ele ainda sente “um aperto no peito” por ter “abandonado” a ideia de convergência no Ubuntu. Isso evidencia-se num trecho da entrevista, logo após falar que a comunidade não se permite coisas novas: "Foi algo que achei muito difícil com o Unity, porque pensei que articulamos uma visão de convergência ... e creio que acontecerá; E que o iOS e o Mac vão convergir. Estávamos dez anos à frente, mas a comunidade não nos deixou fazer isso, o que é loucura".


Mas o que acho interessante é que a comunidade ficou com raiva de ambos Unity. E não entendo esse comportamento”.

Talvez eu (HenriqueAD) estivesse em uma bolha, porém mesmo ouvindo reclamações sobre o Unity, num aspecto geral sempre o vi como “a cara do Ubuntu”. Sei que fora do mundo Linux, o Unity era algo que chamava a atenção, ele foi justamente um dos motivos de me aproximar do Ubuntu. Outro aspecto é que de fato a comunidade criticava fortemente o projeto do Unity 8, todavia a Canonical “deu alguns motivos”, justamente por adiar várias vezes o seu lançamento, criando uma desconfiança sobre o quão maduro e bom seria a interface. Não esqueçamos que o Unity 8 nos foi “vendido” como algo revolucionário, a tão “endeusada” convergência. 

Entendo que deve ser difícil trabalhar em algo e pessoas criticarem o tempo todo, só que damos tanto peso as críticas que abafamos os elogios. E no meu ponto de vista esse foi o erro de Mark, claro que seus esforços no desenvolvimento do Unity 8 e Ubuntu Phone estavam criando um rombo nos cofres da empresa. Me parece que ele esperava maior engajamento da comunidade e no desenvolvimento, que abraçassem a ideia, talvez isso teria evitado “o rio de dinheiro desperdiçado no projeto”. Alegar que “a comunidade não nos deixou fazer isso” é algo muito forte. Nem sempre ideias boas são abraçadas pelas massas, mas afirmar que a “culpa” foi da comunidade, me soa muito estranho.

Linux e sua fragmentação


Ao ser questionado sobre a fragmentação no desktop Linux, de projetos que são “teoricamente” redundantes, que apenas um seria necessário (Snap, Flatpak e AppImage são exemplos citados), Shuttleworth respondeu: “Creio que uma das grandes coisas no Linux e software livre é que ela atrai pessoas que querem ser diferentes , que querem mudar as coisas. Isso é genial, é um grupo incrivelmente engenhoso, mas torna um pouco difícil conseguir o que você está pedindo, para criar algo que funcione para todos”.

Outra pergunta feita a Mark, foi sobre a imensidão de distribuições Linux, e se apenas uma não seria melhor. O criador do Ubuntu logo respondeu que isso só seria possível se o Linux tivesse sido de código fechado, e não seria de fato Linux. 

Muitas pessoas “não param para refletir” o quanto é caro desenvolver o Linux, que ele só foi possível como é hoje, graças aos milhões de dólares de diversas empresas envolvidas, desenvolvedores e a comunidade. Sem isso até poderia existir algo semelhante, mas não tão gigantesco e dominando diversos setores e mercados como o pinguim. Seu “aparente fracasso” apenas foi no desktop, e como tudo, tendemos a olhar apenas o “lado mais fraco” de determinada coisa ou situação.

Logo abaixo está a entrevista em inglês, com Mark Shuttleworth.


E você o que achou sobre a entrevista? Continue esse assunto em nosso fórum

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Slimbook Battery 3 uma alternativa para gerenciar a energia da bateria do seu notebook com Ubuntu e Linux Mint

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Muitos usuários de Linux, muito provavelmente usam notebooks, buscando mobilidade e comodidade em poder fazer o seu trabalho onde for. E bateria é um item de extrema importância, pois um sistema que balanceia consumo de energia com performance é extremamente útil. O Slimbook Battery 3 vem para ajudar.

 Slimbook Battery 3 uma alternativa para gerenciar a energia da bateria do seu notebook com Ubuntu e Linux Mint






A empresa espanhola Slimbook vende notebooks com Linux instalados neles, podendo ser com Kde Neon, Mint, Ubuntu além de venderem com Windows também.

E um dos apps deles que se destacam, é o que faz o gerenciamento da bateria dos seus notebooks, mas que pode ser usado em qualquer hardware de outro fabricante. Dentro da aba informações da aplicação, eles deixam bem um agradecimento ao pessoal do TLP, NVIDIA, AMD e Intel, a mensagem é:

“Agradecimentos especiais para TLP (© 2019, linrunner), Nvidia, AMD e Intel por nos oferecer as ferramentas necessárias para tornar isso possível!”.



Mas vamos para o que interessa, que é a instalação do Slimbook Battery 3. Por hora ele só está disponível via ppa, então somente Ubuntu, Linux Mint e afins vão conseguir instalar ele. Para adicionar o ppa, você tem duas formas, uma de forma gráfica e a outra via terminal. Da forma gráfica ensinamos neste artigo bem completo. No terminal, basta copiar e colar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:slimbook/slimbook

sudo apt-get update

sudo apt-get install slimbookbattery -y

Feito o procedimento acima, basta esperar e reiniciar o sistema para que as configurações sejam aplicadas.
Eles recomendam não utilizar junto com o Slimbook Baterry 3 nenhum outro app que faz o mesmo gerenciamento, pois podem entrar em conflito e não funcionar.




Eles ainda disponibilizam um manual (em inglês) mostrando “tim-por-tim” cada função do app. Vale a pena conferir. O código fonte do app é disponibilizado via GitHub e Launchpad.

Falando em gerenciamento, também fizemos um artigo de como instalar uma interface gráfica para o TLP, que você pode conferir aqui

Muito útil ter mais de uma ferramenta para essa finalidade, ainda mais de quem vende notebooks com Linux e ainda disponibiliza para uso em outros equipamentos, isso ajuda e muito quem precisa “esticar” a bateria. Uma “mão na roda”.

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Google e o seu possível Android Q convergente

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Um sistema convergente é o sonho de muitos amantes da tecnologia. Que tal utilizar uma aplicação em seu smartphone e ao chegar em casa prosseguir com a mesma tarefa em uma tela maior, no modo desktop. Esse é o desejo de muitos usuários, e a Google não quer ficar de fora dessa.

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A Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, tentou pôr em prática essa proposta com seu Ubuntu Phone. Infelizmente não foi bem sucedida. A Purism está trabalhando em um smartphone com essa proposta, utilizando aplicações desktops que se moldam ao mobile etc. A gigante coreana Samsung, desenvolveu o Dex, com seus aparelhos Samsung da linha Galaxy mais premium, vem possibilitando o funcionamento do Ubuntu nesses aparelhos com o Linux on Dex, até mesmo sua versão do Android.

Agora a Google também embarca nos aplicativos convergentes. Durante a Google I/O 2019, sua conferência para desenvolvedores, a empresa demonstrou a evolução de suas API's e incentivou os desenvolvedores a compatibilizar seus apps com o escalonamento de tela, com a adição de um modo desktop. A Google não entrou em detalhes se o Android Q teria um modo desktop, uma dock semelhante aos Samsungs para "morphar" em um funcionamento desktop, mas foi enfática na compatibilização e criação de apps com função desktop.

Possibilidades e mais possibilidades…


Esse incentivo da Google, em meu ponto de vista, pode estar atrelado à 3 coisas. Primeiro, um planejamento que de fato o Android Q possuirá um modo desktop. Segundo, ela pode estar visando a integração de apps Android no Chrome OS, afinal mesmo com aplicações Android funcionando normalmente em seus Chromebooks, eles são pensados para o mobile. E terceiro alguma parceria com uma empresa, estilo Samsung, que possui o Dex.

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Das três possibilidades que imaginei, creio que as duas primeiras são as mais plausíveis, claro que nada impede um combo de ambas, inclusive um pezinho da Samsung (😁😁😁).

E você, acha que em breve teremos um modo desktop no Android? Uma coisa é certa, a Google não está enfatizando a compatibilidade com um "modo desktop" a toa, tem "caroço nesse angu".

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post.

Te aguardo aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google Duo recebe função chamadas em grupo

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A Google domina diversos setores da tecnologia e sem sombra de dúvidas quando se pensa em buscas ou smartphones, lá existe "um pezinho da Google, para não falar o seu domínio nesses mercados (😕😕😕).

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O Duo é o aplicativo de chamadas em áudio e vídeo da Google. Conhecido por ser muito econômico e eficiente, mesmo com internet de baixa conexão, 3G, o aplicativo da gigante das buscas manteve-se no mercado, ao contrário da sua "resposta ao WhatsApp" o Google Allo.

Substituto do Hangouts?


Antes da última atualização, o Google Duo só efetuava chamadas em particular, entretanto após o update uma funcionalidade que lembra o Hangouts foi adicionado.

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Com a nova versão é possível criar grupos com seus contatos, e efetuar uma chamada com várias pessoas, semelhante ao Hangouts. No entanto a funcionalidade está presente apenas na versão mobile do app e em alguns países, o Brasil está entre eles, então pode comemorar (😊😊😊).

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Sua versão web ainda não foi contemplada com o recurso, mas creio que seja questão de tempo. Como nem todos os países receberam esta novidade, talvez a opção só venha ao aplicativo web quando estiver liberado para todos os países.

Ao menos no momento, não creio que o Duo substitua o Hangouts, porém olhando a longo prazo me parece sensato essa substituição.

Baixe o app diretamente da Google Play para Android, App Store para iOS ou use a versão web.

E você, utiliza o Google Duo? Até hoje ele não me deixou na mão, e foi o que melhor funcionou com meu "belíssimo pacote de dados 2g/3g".

Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e continuar esse bate-papo sobre apps Android?

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