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Os melhores programas para Ubuntu #5

"Os melhores programas para Ubuntu" desta semana está imperdível!

quarta-feira, 12 de março de 2014

/ por Dionatan Simioni

Realize o seu sonho de ser um DJ, crie redes virtuais e navegue sem barreiras 

Sejam muito bem-vindos a mais uma seleção semanal de melhores programas para o Ubuntu, hoje temos uma seleção de 3 aplicações bem diferentes entre si mas igualmente excelentes.

best-apps-ubuntu

E a lista dessa semana começa com:

MIXXX

Quem gosta muito de música já deve ter pensado em ter uma banda ou algo parecido, quem curte simplesmente tocar música ou curte música eletrônica já deve ter pensando uma vez ou outro em se tornar um DJ, mesmo que por hobby.

MIXXX-DJ-UBUNTU

O MIXXX é uma ótima alternativa gratuita ao popular Virtual DJ para Windows, ele possui praticamente os mesmos recursos do software pago como:

  • Manipulação de canais
  • Gerenciamento de listas de reprodução
  • Efeitos sonoros
  • Mixer virtual completo com regulação de tons e muitas outras coisas...
Instalar ele no Ubuntu é muito simples, ele está na Central de Programas do Ubuntu e para instalar basta procurar por "mixxx" por lá, se você quiser instalar via terminal use o comando:

sudo apt-get install mixxx

Se você preferir fazer a instalação via PPA e ver um vídeo do funcionamento do programa clique neste link.


Haguichi

Haguichi é a interface gráfica para Linux no popular  LogMeIn Hamachi.

Hamachi-para-Linux

O Hamachi é uma software de VPN hospedado que permite a conexão entre computadores que fazem parte de redes computacionais diferentes como você estivessem na mesma rede.
"Resumindo: Permite que você jogue um X1 no CS mesmo que o seu amigo não esteja na mesma rede que a sua."
O Hamachi possui uma versão para Linux porém a mesma não tem interface gráfica, para resolver este pequeno problema é que existe o Haguichi, que é o Hamachi com interface gráfica para Linux. 
Instalar ele não é muito complicado e requer apenas um pouco de atenção, preparamos para isso um artigo especial para te ensinar a instalar e usar o Haguichi no Ubuntu, clique aqui.

Anon-Proxy ( O Ultrasurf do Linux)

Meu primeiro contato com softwares de Proxy foi na faculdade quando queríamos entrar no Orkut mas o Squid do servidor do campus bloqueava o acesso.

annonymous-mask

Naquela época eu ainda usava o Windows e o Ultra Surf me ajudava muito para burlar essas restrições, mas na mesma época comecei a usar Linux e não conseguia encontrar algo semelhante a ele para o sistema do pinguim.

Como funciona o Ultra Surf e o Anon Proxy

É sabido que a porta padrão utilizada pelos serviços Web é a 80 (http), então, configuramos o proxy para que analise as conexões com destino a essa porta e faça o controle de acesso através de suas ACLs. No proxy transparente, que é usado em nossas soluções, todo o tráfego http da rede local com destino à Internet é desviado automaticamente para o proxy pelo firewall do servidor (Iptables/Shorewall), essa é uma das maneira mais eficientes de se configurar o proxy, pois as aplicações clientes não perceberão que há um proxy na rede, por isso não necessitarão de nenhuma configuração especial. Para elas, é como se estivessem acessando diretamente os serviços da Internet.

No entanto, o tráfego Web não é composto apenas por conexões http, temos também as conexões https (que utiliza a porta 443) que são bastante utilizadas em transações bancárias e de comércio eletrônico devido à segurança proporcionada pela criptografia feita através do protocolo SSL. Ou seja, as conexões https são indispensáveis para os usuários da rede. Devido ao seu uso restrito e à impossibilidade de analisar o conteúdo dessas conexões por serem criptografadas, como regra deixamos a porta 443 (https) aberta para todos os sites da Internet.

É aí que entra o famigerado UltraSurf, ele faz uso da porta 443, liberada por padrão no servidor, para viabilizar conexões entre as estações da rede local e servidores proxy na Internet, e, através desses servidores, as estações poderão acessar sites que, de outra maneira, estariam bloqueados para a rede local.

Ao ser executado na estação, o UltraSurf fica aguardando conexões do navegador na porta 9666, além disso, faz com que o navegador para o qual foi criado passe a usar a porta 9666 da estação para realizar suas conexões, ao invés de utilizar o default gateway da rede local (o servidor). Ou seja, ele funciona como um proxy que fica em execução na própria estação. Então, quando o navegador tentar acessar um site, ele se conectará ao UltraSurf (porta 9666), que estará conectado a vários servidores proxy na Internet. Esses servidores buscarão a página e entregarão para o UltraSurf, que, em seguida, a entregará ao navegador. Tudo isso sem o conhecimento do controle de acesso realizado pelo proxy do servidor, pois o tráfego não foi realizado pela porta 80. (Retirado).

Uma vez que eu tinha esse problema procurei uma alternativa que funcionasse de acordo do Linux e encontrei o Anon-Proxy, que funciona da mesma maneira que o UltraSurf mas não tem interface gráfica.
Configurar ele requer um pouco de atenção por isso preparamos um artigo só para isso, dê uma olhada nele clicando neste link.

Por hoje é só pessoal, na semana que vem temos mais um episódio desta série, até a próxima!

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