Agosto 2017 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Purism lança campanha para criar um Smartphone GNU/Linux

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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Atualmente nós temos o Android, que é um dos maiores cases de sucesso do Linux em toda a história, porém, diferente do que convencionalmente se vê nos desktops, o Android é "apenas Linux" e não "GNU/Linux", por não utilizar o ferramental do projeto iniciado por R. Stallman, além é claro, de não se importar com a privacidade plena dos usuários, como o pessoal da Purism se propõem a fazer.

Librem Phone





O grande desafio da empresa Purism, que já é conhecida por criar computadores que rodam apenas software livre, é criar um aparelho funcional com um distribuição que não seja o Android, e sim um verdadeiro GNU/Linux, no caso, o próprio sistema deles, o PureOS.

Para realizar este projeto a Purism está tentando juntar 1,5 milhão de dólares através de um crowdfunding, sendo que caso o projeto realmente decole, teremos os primeiros aparelhos em 2019, custando a quantia estimada de 599 dólares.


A ideia é uma aparelho é trazer um bom hardware para os consumidores, porém, ele ainda não está fechado e pode sofrer alterações ao longo do tempo, a ideia inicial é um hardware mais ou menos assim:

- Tela de 5 polegadas
- CPU i.MX6 ou i.MX8
- GPU Vivante
- 3GB de RAM
- Slot para MicroSD
- Duas câmeras (frontal e traseira)
- Entrada para fone de ouvido p2
- 32 GB de armazenamento
- PureOS como sistema operacional

Até o momento não temos muita informação sobre qual será o mecanismos de funcionamento das aplicações e disponibilidade de aplicativos, porém, imagino que quem almeja um Smartphone deste tipo não pretende usar os Apps populares de hoje em dia.

Outra coisa importante é que o Smartphone terá criptografia ponta-a-ponta em ligações e mensagens, você pode saber mais sobre isso na página do financiamento coletivo.

Até a próxima!
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Participe do PHP Community Summit de São Paulo, um evento para reunir desenvolvedores PHP

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Líder em desenvolvimento para web, a linguagem PHP será o tema do primeiro PHP Community Summit. Voltado para desenvolvedores de todos os níveis e tomadores de decisão de empresas que usam a tecnologia, como gerentes, arquitetos e CTOs, o evento é exclusivo para a área e visa expandir o conhecimento de todos os segmentos de softwares produzidos com, por e para o PHP, assim como debater desafios e tendências.

Evento para desenvolvedores PHP em São Paulo





Organizado pela comunidade PHPSP e pela Locaweb, o evento acontece nos dias 1 e 2 de setembro, na sede da Fecomercio SP, e a expectativa é reunir 700 participantes. As apresentações serão divididas em dois locais – Sala People e Sala Code. 

Entre os palestrantes estão Ari Stopassola Junior (da Perito.inf.br e responsável pelas principais iniciativas de certificação), Guilherme Blanco (Senior Architect na Huge Toronto e contribuidor dos principais frameworks PHP), Luis Cobucci (Engenheiro na Usabilia Amsterdã e contribuidor Opensource) e Augusto Pascutti (Gerente de Desenvolvimento na Easy e co-fundador do PHPSP). 

A comunidade PHP é bastante extensa e por muitas vezes segregada. Ao longo de 22 anos construiu basicamente os fundamentos da web e algo tão grande assim naturalmente cria vertentes em diferentes focos. O PHP Community Summit chega para unir essas comunidades no mesmo lugar, além de difundir e aprimorar os diálogos sobre o presente e futuro da linguagem”, ressalta o gerente de marketing institucional da Locaweb e um dos responsáveis pelo evento, Luis Carlos dos Anjos. 

As inscrições podem ser feitas pelo site. Existem lotes para cada tipo de ingresso, mas como o evento está próximo, alguns já foram esgotados, porém, você que acompanha o blog Diolinux vai poder ir ao evento com um grande desconto, basta inserir o seguinte cupom na hora de comprar o seu ingresso:

PRC_Diolinux

Este cupom vai te dar 30% de desconto no evento! Aproveite e depois me conte como foi, vai ser uma grande oportunidade de aprender coisas novas, trocar experiências e fazer network.

Obrigado à Locaweb pela cortesia e até a próxima!
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SUSE vai promover um Webinar gratuito para apresentar o OpenStack Cloud, veja como participar!

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A empresa aproveitará a oportunidade para conversar e ajudar as empresas a controlar e reduzir custos ao falar mais sobre o SUSE OpenStack Cloud, que é baseado no OpenStack, a principal solução aberta para nuvens privadas.

SUSE Linux





A SUSE, pioneira em software de open source, com soluções de Linux, infraestrutura de nuvem e armazenamento, aproveitará para falar a respeito do SUSE OpenStack Cloud no dia 5 de Setembro através de um Webinar promovido pela própria companhia. A proposta é debater com as empresas que precisam de flexibilidade e responder de maneira eficiente às novas exigências do mercado.

O SUSE OpenStack Cloud oferece tecnologia pronta para a criação de nuvens privadas de IaaS (Infraestrutura como Serviço), permitindo o acesso a pools de recursos de TI automatizados para desenvolver e executar aplicativos e workloads com eficiência no seu data center. O responsável que falará sobre o tema será o engenheiro de sistemas da SUSE, Aslan Carlos, que explicará o funcionamento do serviço e seus benefícios.

Durante o webinar, além do tema central, SUSE OpenStack Cloud, será abordado também o SUSE Enterprise Storage, já que ambas plataformas são totalmente integradas e com a tecnologia Ceph, oferecem recursos de armazenamento definido por softwares escaláveis e resilientes.

Para poder participar do evento de forma gratuita basta se cadastrar aqui. O evento será às 10 horas.

Até a próxima!
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Microsoft e Red Hat fazem parceria para acelerar mudança para Cloud híbrida

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A Microsoft  e a Red Hat anunciam a expansão da aliança para facilitar a adoção de containers pelas corporações, o que inclui suporte nativo para containers Windows Server no Red Hat OpenShift, Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift. O objetivo é simplificar as tecnologias de container para ajudar os clientes das empresas a aumentarem a agilidade rumo à transformação digital com Cloud híbrida.

Microsoft e Red Hat fazem parceria






“Junto com a Microsoft, a Red Hat está abrindo caminho para que as organizações façam escolhas tecnológicas que lhes interessem, desde cargas de trabalho containerizadas a serviços de cloud pública, sem complexidade”, explica Matthew Hicks, vice-presidente de Engenharia de Software, OpenShift e Gestão da Red Hat.

Dando continuidade ao comprometimento de entregar opções e flexibilidade aos seus clientes corporativos, a Microsoft e a Red Hat estenderão o suporte integrado e co-localizado para disponibilizar as novas ofertas entre as plataformas, assegurando às organizações de TI que, sejam quais forem os desafios enfrentados no caminho para a transformação digital, a Microsoft e a Red Hat estarão junto com elas.

Containers Windows Server no Red Hat OpenShift


As empresas veem o benefício de usar aplicações containerizadas para operar suas cargas de trabalho de missão crítica, mas a maioria das organizações de TI não são padronizadas com uma única infraestrutura. Esses ambientes heterogêneos frequentemente contêm plataformas e aplicações Windows e Linux, dificultando a modernização e a escalabilidade das operações corporativas.

A parceria entre a Red Hat e a Microsoft simplifica esses desafios, uma vez que os containers dos Windows Servers terão suporte nativo do Red Hat OpenShift, uma plataforma de aplicações de container baseada em kubernetes e líder no setor corporativo. O Red Hat OpenShift será a primeira plataforma de aplicações de container - construída a partir do projeto open source Kubernetes - para suportar cargas de trabalho de containers Linux ou Windows em única plataforma ao longo de múltiplos ambientes da cloud híbrida, facilitando a tarefa das empresas em seguir com a agenda nativa em cloud.

A ferramenta foi demonstrada durante o Red Hat Summit, em maio de 2017, e deve estar disponível, como prévia de tecnologia, no primeiro semestre de 2018.

Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e Red Hat Enterprise Linux no Microsoft Azure Stack


As aplicações nativas em nuvem e as plataformas de container que as alimentam são componentes essenciais à transformação digital, mas gerenciar a infraestrutura para estas tecnologias pode ser complexo e demorado para equipes de TI que já estejam sobrecarregadas.

A Red Hat e a Microsoft trazem solução a essa realidade ao oferecerem o Red Hat OpenShift Dedicado no Azure. O Red Hat OpenShift Dedicado é uma plataforma de container oferecida como um serviço em nuvem e administrada pela Red Hat. O serviço deve estar disponível no Azure – plataforma de cloud corporativa da Microsoft, com disponibilidade anunciada em 42 regiões no mundo todo - mais do que qualquer outro provedor de cloud pública.

Os engenheiros da Microsoft e da Red Hat estão trabalhando em conjunto para otimizar o OpenShift enquanto opera no Azure, ajudando a entregar performances empresariais padronizadas e combinadas com o suporte integrado.

Além disso, o Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure permite que as equipes de TI foquem em entregar valor ao negócio e promovam a inovação, em vez de manter as luzes acesas e realizar o gerenciamento micro dos recursos. O Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure deve estar disponível no início de 2018.

Red Hat e Microsoft também planejam colaborar na entrega de padrões de performance corporativa e suporte integrado para cargas de trabalho do Red Hat Enterprise Linux operando no Microsoft Azure Stack.

O Azure Stack é uma extensão on-premise do Azure que leva a computação em nuvem aos ambientes on-premise, operando em hardwares certificados fornecidos pela Dell, HP, Lenovo e Cisco, que permitem às empresas montarem uma experiência de cloud de maneira fácil e rápida em seus data centers. 

“A Microsoft e a Red Hat estão alinhadas no nosso compromisso para trazer aos clientes corporativos as soluções de cloud híbrida que eles precisam para modernizarem seus negócios, ao passo que fazem a transição para operar em um mundo nativo em cloud.  Hoje, estamos ampliando este compromisso para trazer soluções totalmente integradas que simplificam a adoção de containers e ajudam os clientes a obterem o máximo de suas estratégias de cloud híbrida”, revela John Gossman, arquiteto chefe da Azure.

SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift


Com o uso crescente dos containers pelos consumidores, para aumentar a agilidade em um mundo nativo em cloud, a Red Hat e a Microsoft estão comprometidas em ajudar os clientes a aproveitarem a inovação proporcionada pelo open source.

A Red Hat acaba de anunciar disponibilidade do .NET Core 2.0 como container do OpenShift e, nos próximos meses, as empresas planejam levar a força e a escala do SQL Server do Linux para o Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift.

Assim como todas as iniciativas da Red Hat e da Microsoft, a SQL Server para Linux no Red Hat Enterprise Linux e no Red Hat OpenShift Container Platform serão suportados em conjunto pelas duas líderes de mercado.

Fonte: Assessoria de Imprensa Red Hat.

Até a próxima!
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Instalando o básico para programar em Java no Ubuntu e Linux Mint

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Quando se está aprendendo uma linguagem nova de programação podem surgir muitas dúvidas, uma delas é: quais softwares eu devo instalar na meu computador? Aqui vamos apresentar a maneira mais simples (embora bastante completa e instalar o necessário para programar em Java) no Ubuntu. Antes que eu esqueça: quando eu falar em Java e JDK (mais a frente eu explico o que é), estou me referindo ao mesmo software.

Como montar um ambiente de programação Java no Ubuntu






Este material foi co-escrito com o nosso leitor Tiago Funk. Este conteúdo destina-se a programadores que utilizam Ubuntu, Linux Mint ou derivados.


Instalação do JDK


O JDK (Java Development Kit) é um software permite que aquilo que você programa em Java, que basicamente é apenas texto, seja traduzindo em linguagem de máquina e depois executado (não vou entrar em detalhes, mas o Java é executado dentro de uma máquina virtual). Além disso, ele contém bibliotecas (código já existentes da linguagem), assim você podem também utilizá-las e vários outros recursos importantes que ajudam a programar.


Para trabalhar com JDK no Ubuntu e no Linux Mint nós vamos instalá-lo via PPA para manter o Java sempre atualizado, porém, antes vamos verificar se você já não tem o programa instalado.

Abra o terminal e digite:

java -version

Com Java Instalado
Com Java instalado

Sem Java Instalado
Na imagem de cima o Java está instalado (versão 1.8 ou versão 8, como queiram chamar) e na de baixo ele não está instalado.
Assim, se o Java estiver instalado, você pode pular essa parte do tutorial, indo direto para as IDEs.
Para instalar o Java basta digitar os seguintes comandos para começar a instalação:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java

Repare que quando o PPA for adicionado, aparecerá uma mensagem dizendo que já existe a versão 9 do Java, mas esta em fase de desenvolvimento, ou seja, não é aconselhável a sua instalação para produção estável.

Aqui vamos instalar a versão 8, a versão mais recente e estável.
Voltando aos comandos:

sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java8-installer


O ultimo comando baixa um scrip que automatizará a instalação do Java, por isso ele é tão pequeno (menos de 100 Kb), mas ele vai baixar e instalar o JDK que é bem maior, esse processo pode demorar bastante dependendo da velocidade da internet que você tem. 

Depois de instalado você teoricamente teria o necessário para começar a programar em Java, basta escrever o código no bloco de notas e compilar pelo terminal cada arquivo, simples não?  Simples sim, prático? Nem tanto. Por isso escolher uma IDE é um passo fundamental, a IDE é um software que escolhido com calma pode adiantar muita coisa que antes era feita manualmente.

Escolhendo uma IDE


Existe duas opções iniciais mais populares para quem programa em Java, o Eclipse e o Netbeans. Obviamente existem outras, mas isso fica a critério de programadores mais experientes usá-las e testá-las. Vou mostrar como instalá-las por possuir experiência com ambas e são os softwares oficiais da mesma empresa que cuida da linguagem Java. 

Eu particularmente recomendo o Eclipse para quem estiver começando a programar, por ser um pouco mas flexível, e na medida do tempo, com mais experiencia, utilize o Netbeans, é interessante saber utilizar ambas, cada uma traz seus pontos fortes e fracos, mas se você está começando a programar não se preocupe com eles.


Instalando o Eclipse


Acesse o site oficial e baixe a versão mais nova. (atualmente é o Eclipse Oxygen). Será feito o download de um arquivo de extensão tar.gz, descompacte-o e dentro da pasta que você acabou de descompactar execute o arquivo eclipse-inst.

Instalando o Eclipse

Será aberta uma janela de instalação, selecione Java ou Java EE (mais completa) quando for solicitado. Depois é só esperar a instalação pacientemente, ela demora um pouco.

Ao terminar a instalação será criado um uma pasta chamada 'eclipse' (tudo minúsculo) na sua pasta de usuário. Dentro desta pasta, entre no diretório eclipse-(nomeVersãoEclipse), depois entre na pasta "eclipse" novamente, e execute o "eclipse" (pode colar na área de trabalho para ser mais rápido o acesso).

ATENÇÂO: Esses passos foram feitos com o eclipse oxygen, versões anteriores e posteriores podem ser diferentes (mas nada que o Youtube e o Google não resolvam).

Binário do Eclipse

Ao iniciar o Eclipse será necessário indicar a pasta do WorkSpace, ou seja, aonde vão ficar guardados os projetos que você for criar, pode deixar o padrão ou escolher uma nova pasta (é legal você criar uma pasta apenas para guardá-los).

Workspace do Eclipse

Na barra de cima de interface, clique no primeiro item, depois escolha “Java”, “Java project”, depois dê um nome para o projeto. Vamos chamá-lo de “OlaMundo” (sem acentos ou caracteres especiais pois podem ocorrer erros).

Eclipse

No lado esquerdo, vai aparecer o seu projeto, clique duas vezes nele, vai se abrir uma pasta “src”, clique com o botão direito nela, depois “new” e “class”, e finalmente, dê um nome para esse arquivo.
Vai-se abrir o novo arquivo, digite o código da imagem que vem a seguir e clique no ícone verde para executar, logo abaixo vai surgir a mensagem “olá mundo”.

Instalação do NetBeans


Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 Gb de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em máquinas que não possuam esse hardware, mas compromete bastante (experiência própria). 


Na página você pode ver várias opções:
Download NetBeans

Note que é possível programar em várias linguagens no NetBeans, mas isso é história para outro dia. Escolha a segunda opção, a versão completa para o Java. Paciência para o download de quase 200 MB.

Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:

sudo sh NomedoArquivo.sh

Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.Não se assuste com a demora para a instalação, isso é algo comum, além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.

Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, não assuste se demorar para abrir o programa, é bem comum também.

Para abrir um projeto e executá-lo é bem parecido com o que foi feito no Eclipse. 

Clique no segundo ícone e escolhe “Java” e “aplicação Java”, depois atribua um nome para o projeto. Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste.

Basta deixar igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans

Antes de terminarmos tenho mais duas coisas para comentar:

Primeira: Eclipse e Netbeans consomem muitos recursos da máquina, então não se assustem se eles demorem para executar uma ação.

Segunda: Se ficaram com dúvida de com utilizá-los, busquem, pesquisem, vejam tutoriais. Vai ser importante para quem está começando a programar aprender a pesquisar e felizmente existem muita documentação sobre estes softwares na internet.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do blog: Se você quiser participar do blog também e enviar uma matéria para que ela seja publicada aqui, entre em contato.

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Nova atualização do Google Maps vai te ajudar a estacionar

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Eu lembro que há algum tempo atrás houve uma grande "febre" de GPSs para carros, só que estes aparelhos acabaram se tornando inviáveis para alguns ao longo do tempo pela necessidade de atualização e pela nem sempre boa funcionalidade, especialmente os mais baratos. Não bastasse isso, depois que a Google permitiu que o Google Maps baixasse os mapas atualizadas das regiões e rotas para que as pessoas possam se localizar mesmo sem conexão com a internet a coisa piorou ainda mais par ao lado deles. Qual seria o próximo passo?

Google Maps vai te ajudar a estacionar





A Google está disponibilizando em alguns países uma nova funcionalidade que vai cair no gosto de muita gente. Atualmente o Maps pode ser utilizado perfeitamente como GPS - com algumas vantagens ao meu ver até - para quem quer viajar com uma certa tranquilidade.

A nova funcionalidade consiste em um indicador de locais difíceis para se estacionar, algo que faz parte da preocupação de qualquer um que se desloque com frequência, especialmente em grandes centros urbanos.

Google Maps Parking

Atualmente 25 cidades dos EUA estão utilizando a função, que deverá chegar a outros países também em breve. No Brasil as primeiras cidades que deverão receber a funcionalidade são Rio de Janeiro e São Paulo. 

Utilizar a funcionalidade não vai requerer maior conhecimento do que as pessoas já tem para utilizar o Google Maps. Basta digitar o seu endereço de destino, como você faria habitualmente ao usar o App, o o Google Maps passará a te mostrar ícones "P" (Parking) para indicar regiões de estacionamento - talvez no Brasil a letra mude - indicando ainda a dificuldade de estacionar em determinada região através do registro de histórico de quem já estacionou por ali, com frases como Fácil”, “Médio” ou “Limitado”.

Particularmente achei a funcionalidade ótima e vai ajudar muita gente, o que você achou da novidade? Você também sofre para encontrar estacionamento?

Até a próxima!

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Concorra ao livro "Descobrindo o Linux" no canal Toca do Tux

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O meu grande amigo Gabriel, do canal Toca do Tux, decidiu sortear um ótimo livro para quem deseja aprender mais sobre Linux. Veja abaixo como você pode participar da promoção e concorrer a esta obra interessantíssima. 








O canal Toca do Tux está sorteando o Livro "Descobrindo o Linux", escrito por João Eriberto Mota Filho. A ideia do livro é apresentar os conceitos básicos de gerência do sistema, administração, operações avançadas e foco em alguns detalhes específicos para o Debian. Cada capítulo foi pensando e elaborado para explicar detalhadamente como o sistema funciona.

O Toca do Tux também dispõe um cupom de 20% de desconto para quem desejar comprar o livro na editora Novatec, basta usar o cupom: TOCADOTUX.

Confira o vídeo abaixo para entender como participar da promoção:


Boa sorte a todos os participantes!
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Como navegar na internet e pesquisar no Google pelo terminal Linux

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Apesar da interação com o terminal no Linux não ser mais algo obrigatório para usar as distribuições há muito tempo, o terminal é a ferramenta preferida de usuários mais avançados, especialmente profissionais na área e esse interesse acabou gerando inúmeras ferramentas interessantes, hoje você vai conhecer uma delas.

Usando o links2 para navegar na internet






É comum pensarmos em "Google Chrome", "Firefox", "Opera", "Safari", e outros, quando falamos em "navegadores de internet", porém, o que esses softwares mais complexos fazem, podem ser feito de forma simplista (é claro) através do terminal Linux.

Curiosamente existem várias opções para se navegar na internet ou pesquisar no Google usando o terminal, como Lynx e o Googler, o primeiro um navegador, o segundo, uma ferramenta para fazer pesquisas, porém, eu vou te apresentar o links2, uma navegador em modo texto, que dos que eu conheço, é o que eu considero mais fácil de se utilizar.

Pesquisando na internet com o links2


O primeiro passo é instalar a ferramenta. O link2 está nos repositórios padrões das distros, no Ubuntu, Debian, derivados e semelhantes, você pode instalá-lo facilmente usando o comando:
sudo apt install links2
Uma vez instalado, o funcionamento é simples, basta informar ao links2, qual o site que você deseja acessar, como por exemplo o Google. No terminal digite:
links2 www.google.com 
Ao fazer isso você acessará o Google e poderá usar o teclado para navegar entre todas as opções do site de forma relativamente simples e claro, fazer pesquisas:

Pesquisando pelo terminal Linux

Dá até pra ler os posts do blog:

Lendo no modo terminal

O links2 tem também vários menus para facilitar o seu acesso ao recursos do navegador, ao pressionar a tecla "ESC" você terá acesso ao menu do navegador, por ele você pode ir para uma site em específico, basta digitar o endereço desejado:

Links2

É uma ótima ferramenta para quem passa o dia no terminal ou se vê numa situação onde apenas o terminal está disponível.

Faça um teste e brinque um pouco com ele, tenho certeza de que vai achar interessante! :)

Ajude o blog compartilhando este artigo e até a próxima!

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Ubuntu 17.10 vai mudar o local dos indicadores no GNOME Shell

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Depois de anunciarem a presença de uma Dock sempre visível do lado esquerdo na interface GNOME do Ubuntu 17.10, os desenvolvedores do Ubuntu anunciaram outra mudança que modificará um pouco a forma dos usuários interagirem com a interface do sistema, especialmente se comparando com o modo atual de operação do GNOME Shell.

Ubuntu AppIndicators






Nas atualizações que tivemos do Ubuntu 17.10 (versão de desenvolvimento) nesta semana, foi acrescentada uma nova extensão ao GNOME Shell (agora na versão 3.25) que dá à interface um recurso que eu acho essencial, os indicadores na parte superior no painel do GNOME.
Originalmente a posição dos indicadores do GNOME Shell é no canto esquerdo inferior; pra mim, um lugar inexplicavelmente fora de mão:

Indicadores no GNOME Shell

Com a mudança do Ubuntu através de uma extensão chamada de Ubuntu AppIndicators, que é um fork, não do Top Icons, mas da extensão KStatusNotifierItem/AppIndicator Support. Com ele ativado, os indicadores no Ubuntu vão ficar na mesma posição que sempre ficaram, o que eu considero bem melhor, repare:

Nova posição dos indicadores

Aos poucos o novo Ubuntu vai ganhando forma, até o final deste mês deveremos ter um novo tema para o GNOME Shell também, fique ligado aqui no blog e no canal para ficar por dentro das novidades.

Até a próxima!
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Conheça agora as principais novidades do Android 8 "Oreo"

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Google anunciou ontem o lançamento da oitava versão do Android. O nome desta nova versão é "Oreo", seguindo os nomes de doces e guloseimas em ordem alfabética.

Lançado o Android 8







Desde o anúncio das primeiras imagens de teste em 21 de Março deste ano, o sistema recebeu vários incrementos. Vamos conhecer agora as principais novidades do novo Android.

Novidades

Existem muitas coisas novas chegando e aqui vamos dar destaque as principais e mais relevantes. É curioso apontar que muita destas funcionalidades já estavam presentes em versões customizadas por fabricantes de Smartphones e Tablets e agora incorporam o chamado “Android puro” também.

Podemos dividir as novas funções em:

1 - Interação direta com o usuário

- Função Picture in Picture nativa: Agora você pode usar Apps em janelas sobrepostas e lado a lado;

- Pontos de notificação na tela: A ideia com isso é que você possa acessar as notificações dos aplicativos apenas segurando o ícone do App sem necessariamente abri-lo, além de acessar atalhos dentro do próprio App sem abrí-lo;

- Função de auto preenchimento: Esta deve agilizar no login e acesso a senhas em vários serviços;

- Nova seleção inteligente de texto: Especialmente para quem utilizar teclados físicos para trabalhar com o Android.

2 - Atualizações de performance e segurança:

- Otimizações de performance (bateria e Runtime): Com isso nós teremos uma limitação automática maior daquilo que os aplicativos, serviços e atualizações de localização poderão acessar quando estiverem rodando em background, isso deve trazer um impacto positivo da durabilidade da bateria dos aparelhos;

- Google Play Protect: A cada dia mais transações são feitas no serviço, então é um ponto realmente importante a se melhorar sempre;

- O Play Console, que é o painel para desenvolvedores Android, também recebeu alguns upgrades.

Uma terceira divisão que podemos fazer são as:

3 - Mudanças da interoperabilidade da interface

- Mudanças visuais da interface do Android padrão;

- Novos Canais de notificação: Você terá mais liberdade em controlar notificações de Apps individualmente;

- Novo pacote de Emojis;

- Ícones Adaptativos: Novos ícones que são capazes de se adaptar melhor a telas diferentes e aplicativos diferentes;

- Suporte para Wi-Fi Aware, que permite que dois aparelhos geograficamente perto possam trocar informações mesmo sem internet;

- Mudança da API de áudio para a PRO Audio, que permite maior qualidade e menor latência. Hoje em dia muitas pessoas estão utilizando os aparelhos para trabalhar com música e isso pode ser uma mão na roda;

- Novos efeitos e transições de áudio;

- Possibilidade de ativar o Wi-Fi automaticamente com uma opção simples que pode ser ativida e desativada nas configurações

- E foi colocado em andamento o Project Treble, que vai procurar diminuir a fragmentação do Android, mais informações neste link. Ele deve ajudar os fabricantes a atualizarem para versões mais recentes do sistema.

Mais algumas considerações sobre o Android 8


A aparência em si não mudou tanto, temos alguns tons um pouco diferentes nas cores no launcher, mas nada de mais. Segundo a Google, a máquina virtual Java do Android está 2 vezes mais rápida, o que deve deixar o sistema ainda melhor, como eu ainda não vi benchmarks, não sei dizer se a informação realmente se confirma.

Até o momento somente aparelhos Pixel e Nexus devem receber a atualização, mas como sempre, as demais marcas devem trazer o sistema para seus dispositivos aos poucos, vale a pena consultar o cronograma do fabricante do seu aparelho.

Essas são as principais novidades do novo Android, o que você achou? Qual a função que mais gostou? 

Até a próxima!
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Entrevistamos Galina Goduhina, do projeto ONLYOFFICE (Suíte Office para Linux)

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Olá meu amigo(a) leitor(a)! Hoje eu tenho o prazer de trazer até você uma entrevista muito bacana que eu tive a oportunidade de fazer com os desenvolvedores do ONLYOFFICE, uma suíte Office diferenciada que tem versões para Linux, Mac e Windows.

Galina OnlyOffice







O Only Office (estilizado como ONLYOFFICE), é uma suíte office que se tornou open source recentemente e possui programas para edição de textos, criação de apresentações e manipulação de planilhas. Eu utilizei ele diversas vezes para abrir formatos da Microsoft, onde o LibreOffice não foi tão efetivo durante o último ano e ele se saiu muito bem na maior parte dos casos.

- Comentei sobre ele pela primeira vez em Novembro do ano passado neste artigo do blog.

Agora, para você conhecer um pouco mais da história deste software tão interessante e útil que tornou-se open source e agora trabalha de forma comunitária com vários recursos profissionais, como suporte para nuvem e servidores com documentos compartilhados e colaborativos, fique com a entrevista com uma das líderes do projeto, Galinda Goduhina.


 Diolinux Entrevista: ONLYOFFICE


Diolinux: Qual a origem do ONLYOFFICE? Poderiam nos contar um pouco da história por trás do programa e da empresa?

Galina:
Começamos o ONLYOFFICE há mais de sete anos. Inicialmente, chamámos ele de Teamlab, e era uma plataforma para gerenciamento de projetos e colaboração interna. Ao mesmo tempo, trabalhávamos em editores de documentos online. Mais tarde, decidimos juntar os projetos. 

A ideia era criar um único espaço de trabalho para todas as tarefas diárias que qualquer empresa enfrenta. E nossos usuários realmente gostaram desta plataforma unida e sentimos um grande apoio da comunidade. Mas também entendemos que nossos editores de documentos eram algo especial para nós, e que encontramos algo realmente especial com esta tecnologia. Temos uma equipe que pode fazer maravilhas.

Diolinux: Qual o diferencial do ONLYOFFICE para outras alternativas do mercado?

Galina: Em primeiro lugar eu devo apontar  a interface em HTML5, nossos editores online são baseados nesta tecnologia. Isso permitiu que nós construíssemos editores online com extrema qualidade para formatação e conversão de documentos, assim como o conjunto de aplicações para desktop.

Conseguimos fazer algo importante na questão de entrada e saída de arquivos. Um arquivo processado no ONLYOFFICE mantém o mesmo estilo, parágrafos, símbolos, espaçamento de linha e assim por diante, em qualquer navegador e em qualquer sistema operacional, e claro, também durante a impressão. Nós adicionamos recursos de formatação que anteriormente só estavam disponíveis em editores de desktop, adicionado a isso, temos a combinação com recursos de colaboração e co-edição de documentos em tempo real através da nuvem.

Agora o "ONLYOFFICE Editors" online possui mais recursos de formatação do que o MS Office online e mais recursos colaborativos que o Google Docs.

Como sempre quisemos criar um aplicativo para desktop - para nos livrarmos das limitações do navegador e trabalhar diretamente com recursos do sistema - isso aconteceu logo em sequência. Quem usar o ONLYOFFICE desta forma terá muito mais velocidade.

A versão para Desktop é chamada de "ONLYOFFICE Desktop Editors" e foi desenvolvida com o mesmo núcleo de código da versão online. Isso significa que elas são plataformas cruzadas e plenamente compatíveis. Como a aplicação nasceu do ONLYOFFICE online, você está trabalhando apenas no "modo offline", permitindo que você conecte-se através do aplicativo instalado em seu computador a uma rede privada, acesse seus arquivos e trabalhe por ali mesmo, sem precisar abrir o navegador para isso. Esta é a nossa grande vantagem sobre o LibreOffice. Além disso, comparado com o Libre, temos definitivamente um melhor suporte para formatos do MS Office.

Diolinux: Por que do interesse em lançar o software para Linux também?

Galina: Tínhamos como objetivo criar uma solução multiplataforma para que as pessoas utilizassem o ONLYOFFICE independente da máquina que possuem e do sistema operacional que preferem. E, claro, a comunidade Linux é muito divertida de se trabalhar. Os usuários Linux são exigentes, muito exigentes, e eles foram nossa força motriz e nossa fonte de inspiração em muitos casos.

Diolinux: Em relação ao público brasileiro. Alguns dos nossos leitores informaram que gostariam que a interface do programa estivesse disponível em português do Brasil, assim como o suporte para acentuação.

Galina:  
Estamos trabalhando na tradução da interface para vários idiomas agora. Qualquer falante nativo pode se voluntariar e se juntar ao time de nossos tradutores. Basta contactar-nos para isso. Quanto a acentuação, há realmente um problema por causa do framework incorporado no Chromium usado como um dos componentes no softwares e infelizmente, teremos de esperar até consertarem-lo. Mas uma boa notícia é que o corretor ortográfico já funciona em seu idioma.Diolinux: Por que da decisão de abrir o código fonte da aplicação? 
Galina: Isso veio naturalmente. Nós percebemos que a segurança de dados é uma questão importantíssima para várias empresas, especialmente quando se trata de documentos. Queremos estar abertos, queremos que as pessoas possam confiar em nós, não somente pela nossa palavra, mas pelo código e transparência também. Além disso, precisamos superar essa barreira que as pessoas tem em mente, essas fortes convicções de que "não há nada além do Microsoft Office", que nada melhor pode ser criado.

Nós escolhemos a licença AGPLv3 para o nosso programa. Isso significa que você pode usar o ONLYOFFICE sem restrições, mas se quiser integrá-lo para sua própria solução você terá de abrir seu código fonte também e distribuí-lo com a mesma licença.

Diolinux: Existe alguma forma do público poder colaborar com o desenvolvimento da aplicação? Como funciona?

Galina: Com certeza! Existem várias maneiras de contribuir com o ONLYOFFICE. Você pode se juntar à nossa equipe de desenvolvedores no GitHub, testar o ONLYOFFICE e relatar problemas através do nosso fórum de desenvolvedores ou no Stackoverflow. O ONLYOFFICE oferece também uma API para que todos possam estender as funcionalidades do software, criando plugins e integrando-o com as suas próprias aplicações e ferramentas, como muitos dos nossos parceiros já fazem, tudo isso ajuda-nos a continuar.

Diolinux: Muito obrigado pela oportunidade de entrevistá-los, por favor deixe uma mensagem final para os nossos leitores.

Galina: Nós do ONLYOFFICE criamos editores de documentos realmente legais para você. Um programa gratuito, aberto e independente de navegador, sistema ou dispositivo. Esperamos poder recebê-los como parte de nossa comunidade! Obrigado pela atenção e tenha um ótimo dia!

Uma opção interessante para você!


Se você gostou do que leu e gostaria de testar o ONLYOFFICE você mesmo, basta acessar o site e fazer o download para o seu sistema ou acessar o editor online mesmo.

Até a próxima!
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Lançado Kdenlive 17.08 com várias correções de bugs

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O editor de vídeos Kdenlive lançou um atualização neste semana para os usuários. A versão 17.08 vem com várias pequenas correções para corrigir problemas recorrentes e melhorar a estabilidade do software.

Lançado Kdenlive 17.04 Novidades







Os desenvolvedores do Kdenlive anunciaram nesta semana a disponibilidade da nova atualização para o software de edição de vídeo (que eu uso para fazer o canal Diolinux no YouTube). Dentre os bugs corrigidos podemos destacar a correção no efeito "Freeze", correções em caixas de verificação que ficavam inconsistentes no painel de efeitos. Agora é possível também adicionar uma tecla de atalho para função de "extrair um quadro" no editor.

Outras correções incluem também o efeito de "clique" que acontecia ao cortar certas faixas de áudio, chegamos também à versão Beta do Kdenlive para Windows. O próximo "milestone" do projeto deve ser o Kdenlive 17.12, que sai somente no final do ano e que promete trazer mais novos recursos.

Em breve esta versão do Kdenlive deverá estar nos repositórios de praticamente todas as distros, incluindo o PPA estável para Ubuntu e Linux Mint (e derivados).

Para saber mais sobre esta nova versão do Kdenlive e conferir todo o changelog, clique aqui.

Até a próxima!
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Novas placas de vídeo AMD Vega tem performance surpreendente com drivers Open Source

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Será que finalmente estamos chegando perto de um bom suporte em placas de vídeo no Linux por parte da AMD? Se depender da nova linha Vega da empresa, os usuários Linux podem deixar de se preocupar tanto com drivers.

Radeon Vega no Linux






O pessoal da Phoronix fez uma extensa review com benchmarks dos novos modelos de placas da AMD, as Radeon Vega, modelos 56 e 64. Os resultados obtidos com drivers de código aberto não foram menos do que surpreendentes!

Escolher uma placa de vídeo para jogar no Linux nos últimos anos tem sido sinônimo de ser cliente da Nvidia, como comentamos em um dos últimos Diolinux DROPS do canal:


Porém, com a evolução dos drivers e com as novas gerações de placas chegando, isso pode mudar um pouco.

Radeon Vega

Segundo a análise feita pelo site Phoronix, a linha Vega torna-se atualmente a melhor opção para usuários de Linux que não querem depender da instalação de drivers proprietários. As Radeon Vega tem um bom desempenho utilizando os drivers de código aberto contidos no próprio Kernel Linux, sendo inclusive melhores do que o AMDGPU PRO, de forma surpreendente.

Por serem placas relativamente baratas em comparação com as concorrentes da Nvidia, pelo menos fora do Brasil, elas tem um ótimo custo por frame para quem deseja utilizar drivers open source.

O desempenho é bom, mas ainda pode melhorar


Os analistas comentaram que apesar do desempenho ser considerado muito superior em relação a gerações passadas com o driver de código aberto, ainda são necessárias otimizações para esta nova arquitetura, pois mesmo que o resultado tenha sido animador, se comparado ao suporte ao Windows, elas ainda ficam um pouco atrás e também ficam um pouco atrás das concorrentes da Nvidia com driver proprietário, mesmo no Linux.

Você pode conferir todo o relatório dos gráficos de benchmarks em games com API diferentes e também com benchmarks sintéticos acessando este endereço, basta navegar pelas páginas.

Até a próxima!
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Disney sairá da Netflix e abrirá seu próprio serviço de Streaming em 2018

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A Disney, que dispensa apresentações, anunciou ao público que estará retirando o seu conteúdo da Netflix em 2018 e pretende abrir o seu próprio serviço de streaming. O movimento é puramente estratégico de mercado, porém, alguns países terão acesso prolongado ao conteúdo produzido pelo estúdio.

Netflix perderá participação da Disney






Bob Iger, CEO da Disney, anunciou que o estúdio vai retirar os seus títulos da Netflix no próximo ano em prol de seu próprio serviço de assinatura que nascerá também em 2018, contudo, usuários da Netflix dos EUA ainda terão os títulos da Disney até 2019, incluindo todo o material que for lançado pela companhia em 2018.

O serviço da Disney ainda não tem um nome conhecido ou data de lançamento, e ainda há informações sobre quais países, além dos EUA presumivelmente, terão acesso ao serviço.

O problema da popularidade do Streaming


Eu sempre gostei e apoiei estes serviços de Streaming. Assino a Netflix há muito tempo e já assinei por alguns meses o Amazon Prime, depois acabei desistindo por conta do conteúdo que não me interessava tanto. O curioso é que agora que muitas empresas entenderam o quanto este tipo de entrega de conteúdo pela internet pode ser vantajoso, e o quanto as pessoas gostam de consumir conteúdo desta forma, os estúdios estão criando os seus próprios serviços, para, claro, maximizar os seus lucros e não depender de empresas terceiras.

Conteúdo original da Netflix


Essa mudança de postura acaba afetando diretamente a Netflix, e outros serviços em acensão, como o próprio Amazon Prime Video e o Hulu, que ainda nem chegou ao Brasil, que acabam perdendo muitos títulos e estúdios de peso em seus catálogos, fazendo com que as séries e filmes originais tenham um peso ainda maior para segurar o público assinante, ainda mais com as mudanças de preços que devem ocorrer no início de Setembro deste ano.

Estamos nos aproximando de um momento em que para acompanhar vários conteúdos diferentes vamos ter de assinar vários serviços diferentes, ou será que não? O que você pensa sobre isso? Vai sentir falta do conteúdo da Disney na Netflix?

Se você gosta do material produzido pelo estúdio, aproveite para assistir enquanto ele está disponível.

Até a próxima!

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