Novembro 2017 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Microsoft Office chega ao Chrome OS da Google

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Chrome OS segue a sua escalada no mercado de computadores portáteis. Há algum tempo a Google anunciou a integração entre o Chrome OS e uma série de aplicativos Android, o que aumenta muito as possibilidades do sistema e agora, uma dessas aplicações é nada mais nada menos do que o Microsoft Office.

Microsoft Office no Chrome OS






Tirando o Android, podemos dizer que o Chrome OS é o segundo "Linux" a receber suporte para o Microsoft Office, que na verdade, é o mesmo aplicativo disponível para o sistema do "Robozinho verde".

A Microsoft informou que a aplicação seguirá o mesmo conceito no Chrome OS que segue no Android, dispositivos com mais de 10 polegadas de tela serão obrigados a ter uma assinatura no Office 365 para poder utilizá-lo, o que se tratando dos computadores, torna isso praticamente obrigatório. 



Em telas menores, em Smartphones e Tablets, você pode usar o Office sem custo adicional. O Office oferecido para Android e agora para o Chrome OS não é, no entanto, tão completo quanto a versão de computador, oferecida para Windows e macOS, mas já pode saciar um pouco da necessidade de quem precisava dessas aplicações por algum motivo, visto que já existe a versão Online do Office que pode ser acessada por qualquer um que tenha uma conta Microsoft e que também tem suas limitações mas é plenamente funcional e que também é uma alternativa.

Fonte

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Veja as melhorias que devem chegar ao projeto KDE nos próximos anos

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Juntamente com a comunidade GNOME, o projeto KDE talvez seja uma das maiores comunidades de desenvolvimento de software de código aberto para Desktop, sendo o KDE Plasma uma das interfaces mais utilizadas dentro do mundo Linux (até mesmo não-Linux, como os BSDs). Além do Plasma, o projeto KDE é responsável por agrupar desenvolvedores de inúmeros projetos que vão desde de coisas básicas, como um gestor de arquivos, um navegador de internet, até ferramentas profissionais, como o meu querido editor de vídeos Kdenlive. Mas tudo isso vem de organização, colaboratividade e empenho, então, quais serão os próximos passos?

O futuro da comunidade KDE






De tempos em tempos aparecem lista de metas que o projeto tem para alcançar nos próximos anos. Muitas delas, se implementadas, trarão várias funcionalidades interessantes para o Desktop Plasma.

Dentre as novidades estipuladas, temos melhorias no Dolphin, o gestor de arquivos do Plasma, incluindo ferramentas de tag e colunas, inspiradas no Finder do macOS e várias melhorias na integração dele com o Samba.

Você pode conferir toda a lista de metas neste endereço

Outras novidades que podemos esperar no futuro do projeto KDE devem vir do projeto Plasma Mobile, que graças a parcerias com a empresa Librem, que lançará no mercado um dos primeiros Smartphones completamente baseados em software livre.

Outras metas, além das relacionadas a software propriamente dito, estão em concentrar esforços para melhorar a forma com que as pessoas podem se envolver com a comunidade KDE e ajudar a desenvolver os projetos, além disso, a parte de privacidade no sistema operacional também será pauta constante.

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Desktop Folder - Tornando a área de trabalho do elementary OS útil novamente

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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Uma das maiores críticas ao Desktop no elementary OS é que a área de trabalho serve apenas para comportar o papel de parede, o que na minha opinião é um desperdício de espaço, afinal, quem não quer não itens na área de trabalho, simplesmente não coloca eles ali, ou o Desktop poderia ser habilitado e desabilitado, semelhante ao que é possível de fazer no GNOME Shell. Infelizmente não é isso que acontece, mas agora você tem uma alternativa.

elementary OS Desktop






Juntamente com o lançamento da nova Central de aplicativos Indie do elementary OS onde os desenvolvedores podem cobrar pelos aplicativos e os usuários podem pagar o quanto quiserem, vários projetos feitos exclusivamente para o elementary com integração ao sistema passaram a existir.





Um dos aplicativos feitos sob medida para o elementary OS é o Desktop Folder que você encontra a loja de Apps:

elementary OS Desktop Folder

Baixe o aplicativo na loja e abra ele pelo menu "Aplicativos.

Os recursos do Desktop Folder


Esse aplicativo não ativa o Desktop do elementary OS propriamente dito, mas funciona como os Widgets do projeto KDE Plasma, dando uma funcionalidade muito parecida.

Atrvés dele você consegue criar painéis no Desktop e dentro destes painéis (que você pode modificar livremente) você poderá criar pastas, atalhos, arquivos de texto, etc.

Configurações da área de trabalho do elementary OS

Se você não gostar dessa película que aparece sobre o papel de parede, você pode tirar a cor dele,  assim ele fica transparente, ou ainda usar outra cor. Você pode esticar o painel para o tamanho de todo o Destkop para você poder aproveitar todos os espaços.

Você também pode criar vários Desktop Folders também para armazenar arquivos de forma separada.

Configuração do elementary OS

Os arquivos que você colocar dentro dessa pasta na Área de Trabalho ficam dentro da sua Home, dentro da pasta Desktop, dentro da pasta com o nome do Painel que você criou, as suas notas ficam dentro da mesma pasta.

Caso você queira a experiência Desktop "limpa", como eu comentei, basta tirar a cor e os arquivos vão ficar como ficariam no Desktop tradicional:

elementary OS

Espero que você tenha gostado da dica, ela deixa o elementary OS muito mais produtivo, sem sombra de dúvidas.

Até a próxima!

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Como assim? O renascimento do Ubuntu Unity?

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terça-feira, 28 de novembro de 2017


Com o lançamento que tivemos por parte da Canonical no último mês de Outubro, tivemos a primeira versão do Ubuntu a carregar um desktop "full GNOME", incluindo o Shell, deixando de lado pela primeira vez em quase 7 anos a interface Unity que se tornou uma marca registrada do sistema.


Ubuntu com Unity continua vivo






Antes de contar para você sobre o Ubuntu Unity será (ou poderá ser) eu gostaria de fazer uma breve reflexão sobre o tópico; na verdade, eu até já fiz essa reflexão na minha palestra "Dossiê Diolinux" que você pode assistir no YouTube. Eu lembro como se fosse hoje o quanto os membros da "comunidade" Linux criticavam o Unity (não que ele não merecesse críticas para algumas coisas, mas passou muito do ponto em alguns casos) e agora se vê um movimento contrário, cheio de "órfãos" da interface. Percebeu isso também ou foi só nas minhas timetines?

Na palestra eu falei sobre a questão do "só dá valor quando perde" e no fundo, acho que a comunidade Linux ainda critica demais iniciativas de dentro da própria comunidade, pessoas que tentam fazer pequenos ou grandes gestos dentro delas que de uma forma ou de outra vai levar software livre e a cultura de tecnologia adiante, como o eventual "massacre" de críticas que acontece em projetos nacionais. Talvez esteja na hora de pensarmos em somar e não subtrair, não acha? 

OK. Pulando a parte da minha "meia reclamação" de hoje, vamos falar sobre o Ubuntu Unity. Pois é, realmente o projeto parece estar de volta.

O Ubuntu Unity Remix


Quando a Canonical anunciou o GNOME Shell como interface dos futuros Ubuntus eu lembro que nos comentários as pessoas pediram se não poderíamos ter um "sabor" (a.k.a. flavor) do sistema com o Unity, o "UUbuntu" ou algo do tipo, assim como existe Xubuntu (XFCE+Ubuntu), Kubuntu (KDE+Ubuntu) e por aí vai.

Eu lembro que eu sugeri justamente este nome "Ubuntu Unity Remix", pensando melhor, acho que só "Ubuntu Unity" seria uma escolha mais "marketeira", mas nomes à parte, toda vez que alguém me perguntava sobre a volta do Unity eu dizia algo (que na minha cabeça faz sentido) que contrariava algumas pessoas.

O Unity é um plugin do Compiz, um compositor de janelas que já fora muito mais popular do que é hoje, especialmente na época do GNOME.

Mas qual o problema disso?


Não é exatamente um problema, no entanto, a questão é que manter o Unity do jeito que ele é atualmente não é apenas manter a interface, pura e simplesmente, é manter o Compiz também. 

Por sua vez, o Compiz é um software que não recebe tanta atenção da comunidade (Acho que o pessoal do MATE costuma dar uma força até), dentro do Launchpad a última informação que se tem de atuação dos desenvolvedores de alguma forma data de 2015, como se não bastasse, ainda tem todo o trabalho de aplicar Patches em softwares do GNOME para que eles encaixem-se na interface à partir do Ubuntu 18.04 LTS, como no Nautilus por exemplo, GNOME Agenda, entre outros que acompanhariam e que não acompanhariam o sistema. Afinal, o sistema não é feito apenas de softwares que acompanham a distro, mas também dos aplicativos de terceiros que tem que manter uma coesão visual com o restante do sistema.

Não considero impossível, mas os voluntários/desenvolvedores vão precisar de ajuda, sem dúvida, então se você curtir o projeto e cute o Unity, aí está uma forma de você colaborar com a comunidade Linux.

Ainda está no começo


Apesar de eu ter visto vários veículos de comunicação falando sobre a "volta do Ubuntu Unity" a verdade é que o projeto está apenas no início, com pessoas fazendo pequenos experimentos para ver como as coisas funcionam. Na minha opinião, o "Unity novo" poderia ser apenas um Shell para o GNOME, até certo ponto parecido com o que a própria Canonical está fazendo, seria melhor do que manter softwares que estão com pouco suporte, como o Compiz, ainda mais depois da Canonical deixá-lo de lado.

O resultado provavelmente seria algo parecido com o Zorin Shell do Zorin OS, o Endless Shell, do Endless OS, entre outros.

O Unity ainda está disponível no repositório do Ubuntu e estará no futuro, mas simplesmente instalar o "Unity Session" não vai garantir uma experiência sólida por vários fatores, inclusive visuais e se não houver um desenvolvimento ativo, com o tempo talvez ele nem fique mais completamente compatível com as novas gerações do GNOME por conta do GTK atualizado e outros fatores.

Os desenvolvedores que estão tentando trazer o Ubuntu Unity de volta criaram uma ISO com o gestor de arquivos Caja (o gestor do MATE Desktop Enviroment) no lugar do Nautilus, talvez para justamente evitar o que eu dizia de ter que aplicar patches no gestor do GNOME.

Um fator de colabora para isso é que o "Munity", que é um Tweak da interface MATE que existe no Ubuntu MATE nativamente e transforma a interface "GNOME 2 Like" tradicionalista em algo muito parecido do Unity em usabilidade, já mostra um pouco de como o caminho pode ser. Tirando o comportamento da Dash, o restante já está bem parecido e funcional.

Quer testar o Ubuntu Unity?


Quer testar o novo Ubuntu Unity Remix (Ubuntu 17.10)? Então basta acessar esse link com informações e o link para download, os desenvolvedores estão buscando por feedback dos interessados sobre essas primeiras builds.

Inclusive, parece que já entraram em contato para poder transformar esta em uma flavor oficial do Ubuntu, assim como Ubuntu MATE, Xubuntu, Lubuntu, etc. A Canonical parece estar favorável com o projeto.

Eu sempre gostei muito do Unity e acho que foi a melhor interface de todos os sistemas, independente de plataforma (Windows, macOS, Linux), no quesito "aproveitamento" de espaço na tela, algo muito bom de se usar com computadores com telas menores. Sempre pensei que para o usuário, seria melhor se ao invés de abandonar o Unity 8 e o 7, a Canonical tivesse ficado com o desenvolvimento do 7, ou criado um shell que replicasse a experiência no GNOME (talvez isso até aconteça).

Nos resta torcer e ajudar o projeto, quem sabe saium bons frutos dali, se você for lá e simplesmente dizer que está acompanhando e torcendo, tenho certeza de que será um grande incentivo para que está fazendo.

Se você quiser saber mais sobre o "lado desenvolvedor" no mundo Linux, sugiro a entrevista com o Georges Basile Stavracas que eu postei no canal recentemente, lá você vai entender como pequenos gestos de apoio fazem diferença, passe lá e assista (ou ouça).  O Georges trabalha no Endless OS e no GNOME, foi muito interessante pegar a perspectiva que ele passou.

Até a próxima!

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Como instalar o Kernel do Ubuntu no Deepin Linux

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O interessante de distribuições derivadas do Debian é que em linhas gerais elas são compatíveis entre si, com algumas pequenas exceções. Hoje você vai aprender a instalar o Kernel do Ubuntu no Deepin, a distro chinesa que chama tanto a atenção das pessoas pelo seu design aprimorado e usabilidade simples.

Ubuntu Kernel no Deepin






Usar o Kernel do Ubuntu no Deepin pode ter algumas utilidades. Apesar do Deepin ser Rolling Release, ele não é Bleeding Edge, ou seja, nem tudo está nas últimas versões em seu repositório, o Kernel inclusive. 

O Kernel Linux é a parte do sistema operacional que contém os drivers e por isso, versões mais recentes podem ser vantajosas em alguns aspectos, podendo trazer versões mais recentes de componentes que vão influenciar no desempenho do sistema, como os de drivers de vídeo, drivers de rede também, o que pode até mesmo melhorar o seu sinal de Wi-Fi.

Eu não vejo o Kernel do Deepin como algo suspeito, simplesmente pela distro ser chinesa, isso é um tanto quanto falacioso na minha opinião, no entanto, se isso te incomoda de alguma forma, usar o Kernel do Ubuntu pode deixar você mais tranquilo.

Como instalar o Kernel do Ubuntu no Deepin


Vamos fazer da forma mais simples possível. O primeiro passo é acessar o repositório de Kernels do Ubuntu.



Kernel do Ubuntu

No repositório você encontra as pastas com a versão do Kernel, você pode escolher a versão que você quiser para instalar. No meu caso vou usar a versão 4.14 (já existem até algumas versões mais recentes 4.14.1 e 4.14.2), esta é a versão mais atual no momento deste tutorial.

Escolha a versão desejada e e clique na pasta.

Baixando o Kernel

Dentro do diretório você encontrará varias sessões diferentes, observe para qual arquitetura são os pacotes. Para sistemas de 64 bits nós vamos baixar os pacotes contidos abaixo de "Build for amd64 suceeded".

Dentro de cada sessão haverão também pacotes para o Kernel de baixa latência, a menos que você precise dele, você deve baixar apenas os outros pacotes.




Você só precisa baixar 3 pacotes, o que termina com "all deb", o "linux headers" e o "linux image". Caso queira baixar o Kernel de baixa latência, você deverá baixar o "all deb" também e os outros dois que contém "lowlatency" no nome.

Neste exemplo vou baixar os pacotes assinalados na imagem acima. São 3 pacotes .deb:

Kernel Ubuntu no Deepin

Basta instalar eles em ordem dando dois cliques:

Instalar o Kernel

Depois de instalar os 3 pacotes, para o novo Kernel ser reconhecido no GRUB na inicialização do sistema é necessário atualizar o GRUB. Caso você não se importe de usar o terminal, basta digitar o seguinte comando nele:
sudo update-grub

Sudo update Grub

Claro, é possível fazer essa atualização sem usar o terminal também, mas para isso vamos precisar de uma ferramenta chamada GRUB Customizer.

Para o Deepin basta baixar o pacote .deb daqui e fazer a instalação dando dois cliques.

GRUB Customizer

Basta atualizar a lista e reinstalar o GRUB, você pode também ordenar as entradas livremente como você bem entender.

Até a próxima!

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Linux Mint 18.3 "Sylvia" foi lançado com novidades interessantes!

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Para os que estavam aguardando, finalmente chegou a mais recente versão do Linux Mint. A série 18 continua sendo baseada no Ubuntu 16.04 LTS e possui uma base sólida e estável chegando agora à terceira e última release do ciclo, a 18.3. Confira as novidades e faça o download.

Essa nova versão do Linux Mint traz, o que é pra mim, a distribuição Linux mais funcional da atualidade, não mais bela, mas a mais funcional. São ferramentas e mais ferramentas interessantes disponíveis para finalidades diferentes que permitem que qualquer usuário leigo utilize a distribuição sem maiores problemas. Agradando tanto aqueles que só usam o computador para navegar na internet, quanto aqueles que esperam um pouco mais do computador.

Eu mostrei todas as principais novidades do Linux Mint em um vídeo, confira:



Hoje foram anunciadas as duas versões principais do Linux Mint 18.3, a versão com Cinnamon e a versão com a interface MATE. Ambas vem carregadas de novidades que você pode conferir nas notas de lançamento diretamente no blog oficial do Linux Mint.

Meus destaques


O Linux Mint é a primeira das distribuições Linux "populares" a trazer suporte nativo a pacotes Flatpak via Flathub em sua remodelada Central de Aplicativos. Sim, temos o Endless OS que já atende dessa forma há algum tempo, mas são sistemas de segmentos ligeiramente diferentes, temos suporte via GNOME Software também, mas não exatamente da mesma forma.

Esse novo repositório garante o acesso a vários softwares novos de forma independente, com todas as vantagens que o Flatpak pode trazer. A nova Loja de Apps trás uma categoria específica para eles, no entanto, a utilização deles, a integração com o sistema, instalação e remoção é exatamente a mesma de outros pacotes.

O único defeito que eu percebi é que algumas aplicações Flatpak não respeitam o tema GTK do Linux Mint, utilizando o padrão Adwaita do GNOME Shell.

Central de aplicativos do Linux MInt


Além da nova Central de aplicativos, outras coisas interessantes que foram adicionadas foram softwares novos. Como o TimeShift e o RedShift, o primeiro pode ser utilizado para Backup e o segundo, para deixar os seus "olhinhos de noite serena" mais confortáveis com o passar do dia.

Personalização do Cinnamon


O Cinnamon, que vem com a versão principal do Linux MInt, é uma interface muito mais personalizável do que parece. Recomendo que você confira este vídeo sobre a customização da interface:


Uma das novidades incluídas na atualização que acabou de sair é o suporte para barras de progresso no Painel inferior, algo que é extremamente comum no mundo Windows, mas não deixa de ser uma perfumaria bacana. Eu detalhei melhor essas novidades neste outro artigo, sinta-se livre para conferir.

Linux Mint 18.3 "Sylvia" Download


Você pode baixar o Linux Mint 18.3, codinome "Sylvia" em ISOs de 32 e 64 bits, sendo que as de 64 bits tem suporte para UEFI e são recomendadas para máquinas mais recentes (na verdade, de 2007 em diante geralmente).

Quem estava utilizando a versão 18.3 Beta pode simplesmente abrir o gestor de atualizações e aplicar as atualizações sugeridas, estando assim rodando a versão mais recente.

Para aqueles que desejam atualizar da versão 18.2 ou 18.1 para esta versão nós vamos postar um tutorial em breve aqui no blog, então fique ligado.

Faça o download via Torrent dos seguintes link:





Se preferir fazer downloads diretos da ISO, consulte esta página. Se precisar conferir a sua ISO para saber se ela foi baixada sem problemas e de forma íntegra, veja o nosso tutorial de como verificar a soma da ISOs (baixar por torrent praticamente anula este problema):


O próximo lançamento do Linux Mint ainda não tem nome, mas só deve acontecer em meados de Maio de 2018, sendo a primeira versão da série 19 do sistema e já baseado no Ubuntu 18.04 LTS que sairá em Abril.

E você, já testou essa nova versão do Linux Mint? Gostou das novidades? Conte pra gente as suas impressões sobre a versão 18.3 através da sessão de comentários, até a próxima!

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Como evitar lag na Netflix no seu navegador (Configuração escondida)

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A Netflix tem uma das melhores transmissões de streaming que existem, com uma internet de qualidade razoável você dificilmente enfrenta travamentos, no entanto, existem outros fatores que podem fazer com que a sua Netflix fique "lagada" no navegador.

Lag na Netflix






Uma conexão instável pode ser um pesadelo para quem quer maratonar aquela série no final de semana, no entanto, a qualidade da sua internet não é o único fator, outra coisa que pode deixar a Netflix com lag é um hardware que não consegue entregar muito desempenho gráfico, como este computador aqui que eu ressuscitei e usei essa técnica para poder assistir a Netflix nele sem muitos problemas.

Ajustar a sua transmissão Netflix


Tela de carregamento da Netflix


Existe um menu de configuração "secreto" dentro da Netflix que permite que você ajuste a qualidade do vídeo para melhor ou para pior. As vezes mudando um pouco o bitrate ou o CDN (Content Delivery Network) a sua Netflix pode parar de travar sem que você perca muita qualidade.

Abrindo o console da Netflix


Vamos começar a brincadeira abrindo o console da Netflix, com ela aberta em qualquer filme ou série pressione as teclas: Ctrl+Alt+Shift+D

Console Netflix

Você pode observar especialmente o Bitrate e ao lado a referência da resolução utilizada. Nessa tela aparecem várias informações interessantes, como por exemplo a taxa de quadros por segundo, quadros perdidos, entre outras coisas.

A forma da Netflix trabalhar faz com que o ajuste dessas opções seja automático, mas isso não quer dizer que seja sempre o ideal para você, apesar da intenção ser essa. 

Agora você vai aprender a configurar essas opções manualmente.

Ainda no vídeo que você estava, se você pressionar novamente Ctrl+Alt+Shift+D você esconde o console, pressione agora Ctrl+Alt+Shift+S para abrir um pop-up de configuração:

Configuração de bitrate na Netflix

Na janela que se abre você pode configurar o Bitrate de áudio, vídeo e alterar o servidor principal de conteúdo, eventualmente mudar de servidor pode tornar a entrega mais rápida.

Números de Bitrate menores geralmente indicam uma transmissão em qualidade reduzida  e por isso mais leve para a sua conexão e hardware, então tente reduzir um pouco a qualidade se você estiver com muito lag e veja se você consegue ainda assistir ao filme ou série em uma qualidade que você goste ou tolere.

Depois de selecionar os valores basta clicar em "Override", caso queira voltar ao padrão é só clicar em "reset". Pressionar novamente Ctrl+Alt+Shift+S faz o menu sumir.

Aproveite a sua Netflix sem travamentos e até a próxima!

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Conheça o Falkon, o novo navegador do projeto KDE

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sábado, 25 de novembro de 2017

O Falkon não é exatamente uma novidade, mas eu não vi mais ninguém falando sobre ele nos últimos tempos, então resolvi instalar e testar e assim aproveitar para fazer um post sobre ele, já que eu nunca tinha tido a oportunidade de escrever sobre.

Falkon Browser KDE Project






Saindo um pouco do chamado "mainstream" de browsers, existem vários projetos interessantes de navegadores para finalidades diferentes. Talvez você ainda não tenha ouvido falar do Falkon, mas é possível que tenha ouvido falar do QupZilla.

QupZilla Browser

O Falkon é exatamente o mesmo projeto QupZilla agora incubado pelo KDE, uma das maiores comunidades de desenvolvimento de software livre. Com um nome mais moderno e uma comunidade mais forte, utilizando o Qt como ferramenta para a construção do software, ele pode acabar se tornando o navegador padrão do KDE Plasma no futuro.

Por enquanto ele está disponível apenas para testes e pode ser testado através de pacotes Snap (aqueles do Ubuntu). O navegador vem com bloqueador de propagandas ativado por padrão e tem suporte a alguns temas (não muito bonitos) até o momento.

Configurações de temas

Nos testes que eu fiz, utilizando 4 abas abertas com o blog Diolinux, Gmail, YouTube e Facebook ele foi bem econômico em memória RAM, consumindo cerca de 450 MB apenas, o que é um valor baixo comparando com outros browsers da atualidade.

Eu até tinha a pretensão de colocar aqui a pontuação do browser do BaseMark, mas ele não tem suporte a WebGL no momento (ou não está funcionando corretamente) e nem conseguiu finalizar o teste.

Como testar o Falkon na sua distribuição


Como eu havia mencionado, o Falkon está sendo distribuído em formato Snap, então é assim que temos que instalá-lo. Como trata-se de um software em desenvolvimento, bugs são esperados e testar ele como Snap vai impedir que qualquer componente do seu sistema seja afetado.

O primeiro passo é habilitar o suporte para os pacotes Snap. Confira este tutorial para aprender como fazer. Caso você use o Ubuntu 16.04 LTS ou uma versão mais nova, o suporte para Snap já vem instalado por padrão.

Depois disso, vamos precisar usar o terminal e copiar e colar dois comandos:
sudo snap install kde-frameworks-5 
sudo snap install --edge falkon
Depois de instalado, você deve rodá-lo assim:
snap run falkon
Em caso de dúvida, consulte o manual do Snap que eu escrevi aqui no blog. 

Se quiser remover o Falkon do sistema é só usar:
sudo snap remove falkon
 Até a próxima!

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Separei os melhores da Black Friday! (Udemy, Amazon, GearBest, Hostinger e mais!)

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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Chegou finalmente o dia de comprar um monte de coisa bacana e economizar! Hoje eu vou indicar para vocês vários produtos com desconto que você poderá adquirir por preços excelentes somente nesta Black Friday!

Black Friday






Este é o primeiro ano que nós conseguimos fechar tantas parcerias com empresas variadas para você poder aproveitar as ofertas e falando nelas, vamos direto ao assunto!

DioStore e Diolinux EAD


Para começar vamos falar da "prata da casa". Se você ainda não conhecia, nós temos uma loja e um sistema de educação à distância. Ambos estão com 50% de desconto em quase todos os produtos em uma Black Week, então corre lá para aproveitar as ofertas, são cursos variados, livros e mais:

- Black Week DioStore
- Black Week Diolinux EAD

Cursos Udemy


Como conhecimento é a pedra fundamental de qualquer mudança na vida das pessoas, neste ano nós conseguimos uma ótima parceria com a Udemy, um das maiores plataformas de ensino online que existem com cursos em várias áreas diferentes.

Como existem muitos cursos na plataforma e eles tem qualidade variada, nós agora fazemos uma curadoria para selecionar os que nós consideramos os melhores disponíveis, confira aqui os melhores cursos da Udemy com desconto para você.

Descontos na GearBest


Você provavelmente já conhece a GearBest, eles são patrocinadores do canal e já vendem normalmente os produtos com um valor excelente, mas na Black Friday estes preços serão ainda menores!

São eletrônicos, Smartphones, Tablets, computadores, TV Boxes, Hardware e muito mais para você aproveitar.


Além do link da Black Friday, nós também temos uma série de cupons de descontos e códigos de descontos para categorias inteiras da GearBest, vale a pena conferir, basta acessar aqui, a lista é constantemente atualizada.

Hospedagem na Weblink e na Hostinger


Está precisando de uma hospedagem profissional e por um preço baixo? Então é hora de aproveitar os descontos da Black Friday da Weblink, ele estão dando até 90% de desconto nos planos, clique aqui e confira.

Se você preferir a Hostinger para hospedar os seus sites, confira as ofertas nessa Sexta que também chegam à 90% desconto! Clique aqui para saber mais.

Amazon


Nesse ano até a Amazon entrou na jogada, então se você quer comprar produtos com desconto, livros (vale pro Kindle também) e outros produtos eletrônicos, agora que a empresa entrega no Brasil também, aproveite a Black Friday com o link do Diolinux  para usufruir dos descontos.

Agradecemos aos parceiros pela confiança e desejamos para você ótimas compras! 

Aproveite para gastar menos e realizar os seus desejos, afinal, não é sempre que é Black Friday! :)

Até a próxima!

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Quem está construindo o Linux em 2017

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O Linux é um dos maiores projetos colaborativos de software do mundo, se não for o maior de fato. Isso acontece por conta a imensa quantidade de colaboradores que existem ao redor do mundo, são empresas de vários segmentos diferentes e colaboradores pessoais contribuindo diariamente.

Quem faz o Linux em 2017






Chegamos em 2017 e temos a plataforma Linux sendo utilizada em diversas esferas da tecnologia. Segundo a Linux Foundation, cerca de 90% de serviços em nuvem rodam em Linux, 82% dos Smartphones do mundo, 62% do mercado de embarcados e 99% do mercado de supercomputadores, sendo que se for levar em consideração os Top 500 supercomputadores, então hoje o Linux estaria em 100% deles. 

Além desses números, temos outras variadas aplicações onde o Linux é utilizado, de televisores a ordenhadeiras. Em 2017 tivemos o Linux Kernel Development Report, onde foram divulgados alguns dados interessantes.

Desde 2005, quando o Git foi adotado como sistema de controle versão do Kernel (O mesmo Git que a Microsoft agora usa para versionar até o Windows) , foram mais de 15 mil desenvolvedores contribuindo com código e mais de 1.400 empresas. No ano passado, 2016, foram 4,300 desenvolvedores e mais de 500 empresas, de todos estes, 1670 contribuíram pela primeira vez, ou seja, praticamente um terço.

As 10 principais empresas que patrocinaram o desenvolvimento do Kernel Linux no último ano foram a Intel, Red Hat, Linaro, IBM, Samsung, SUSE, Google, AMD, Renesas e a Mellanox. A Microsoft também contribuiu bastante mas não foi o suficiente para ficar no Top 10.

Um exemplo de que software livre não é software grátis, como muitos confundem, é que é custoso desenvolvedor o Linux. A maior parte do desenvolvimento repousa sobre empresas e desenvolvedores pagos, apenas 8,2% das contribuições foram feitas por voluntários e desenvolvedores não pagos.

Até a próxima!

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Kernel Linux 4.15 terá melhor suporte para placas AMD

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Boas novas para os usuários Linux que vão aderir às novas gerações de placas de vídeos da AMD, a nova versão do Kernel Linux trará suporte nativo para elas de forma aprimorada.

AMD no Kernel Linux 4.15






Nesta semana eu e o Gabriel, que trabalha no Diolinux comigo (e no canal Toca do Tux), tivemos uma reunião com o pessoal da AMD (em breve teremos conteúdo para o canal Diolinux) e colhemos algumas boas novidades.

O futuro Kernel Linux 4.15, que ainda será liberado, vem com mais de 130 mil linhas de código novas provindas da AMD, suportando especialmente a nova arquitetura Vega. O novo Kernel virá com o AMDGPU DC, que é uma implementação de código para o driver AMDGPU DRM. Ele trará suporte para o "atomic mode-setting", suporte para as placas RX Vega out-of-the-box, suporte para Raven Ridge, Audio HDMI/DP e até mesmo para o FreeSync e mais alguns recursos que a AMD vem implementando em seus últimos produtos.

Até o momento o AMDGPU DC será habilitado por padrão somente em hardware Vega, no entanto, implementações para outros hardwares poderão ser feitas manualmente pelo usuário ou talvez pelas próprias distribuições Linux conforme elas empacotarem seus drivers.

Existem alguns testes muito consistentes mostrando que o desempenho das novas Vega no Linux são muito bons, o suficiente para competir, pelo menos em parte, com o suporte que a Nvidia dá para o Linux atualmente. Se isso realmente acontecer seŕa ótimo para o mercado. 

O fato interessante aqui é que você não vai precisar instalar drivers para utilizar essas placas, basta conectá-las ao seu computador e o suporte será nativo. As futuras gerações da AMD para Linux prometem, fique ligado no Diolinux para acompanhar o material que produzimos e até a próxima!
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PulseEffects - Um equalizador de som poderoso para Linux

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Hoje vou trazer uma dica para vocês que foi enviada pelo meu grande amigo Cícero Moraes, um verdadeiro gênio do Blender 3D que eu tive a oportunidade de entrevistar recentemente

Pulse Effects






O Pulse Audio é o servidor de som padrão de várias distribuições Linux e é compatível com outras plataformas também, como o BSD e macOS. Não é a primeira vez que falamos de equalizadores de som aqui no blog, se este não lhe agradar, considere dar uma olhada neste outro.

O PulseEffects é um equalizador que permite que você modifique o som com presets e configurações ajustáveis para cada aplicação, incluindo compressão e reverberação.

Pulse Effects

Você pode baixar o Pulse Effects no formato .deb para Ubuntu, Linux, Deepin e derivados neste link. 

Caso você utilize um sistema de 32 bits, instale este pacote. Basta baixar e instalar dando dois cliques. Depois de instalado você encontra o software no menu de aplicativos do seu sistema.

Até a próxima!
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Fedora 27 lançado! Confira as novidades e veja como atualizar da versão 26

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Um novo lançamento do Fedora foi disponibilizado nesta semana, esta é uma das distros mais populares do mundo Linux e é financiada por uma das maiores empresas do mundo open source, a Red Hat. A nova versão do Fedora traz versões mais recentes de vários softwares e várias melhorias interessantes, confira:

Fedora 27






A nova versão do Fedora 27 Workstation vem por padrão com o GNOME 3.26 e por conta disso traz todas as novidades dessa versão.


Além do GNOME novo, a nova versão do Fedora vem também com o LibreOffice 5.4, que é a atual versão mais recente.  Outra novidade bacana é o Fedora Media Writer, uma ferramenta para criar dispositivos bootáveis do Fedora, que agora inclui suporte para as versões ARM que suportam o Raspberry Pi. 

Fedora Media Writer

Claro que juntamente com a versão Workstation nós também temos as Spins do Fedora, que são as versões com interfaces diferentes e/ou finalidade específicas, como design, multimídia, jogos, etc. Além desses, temos o Fedora Atomic e o Fedora Server também.

Você pode baixar todas essas versões e saber mais sobre elas clicando aqui.

Como atualizar na versão 26 para a 27


Para você que já utiliza o Fedora e está na versão 26 e pensando em atualizar para a versão 27, os nossos amigos e parceiros do canal Oficina do Tux produziram um vídeo para te ensinar a fazer o upgrade sem problemas:


E você, já testou a nova versão do Fedora? O que está achando?

Até a próxima!

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Conheça o novo tema de ícones do Ubuntu 18.04 LTS

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O Ubuntu 18.04 LTS, que sairá em Abril de 2018 e será chamado de Bionic Beaver (jurava que iria ser Busty Blondie 😆😅😂), acabou de receber uma novo tema de ícones. O tema Suru.

Ubuntu 18.04 LTS






Recentemente eu publiquei no canal a review do Ubuntu 17.10, a primeira versão com GNOME do Ubuntu em muitos anos.



No fim das contas o meu palpite de qual seria o novo tema do Ubuntu, quanto aos ícones, estava certo (olha só a minha bola de cristal!), porém, não exatamente o mesmo que eu mostrei no vídeo, é uma variação dele feita pela comunidade.

ícones Suru

Os ícones Suru foram projetados para o Ubuntu Phone e foram utilizados de fato nele, mas como o Unity 8 era convergente, inevitavelmente esses ícones seriam transportados para o Desktop. Como ele já tem uma certa uniformidade e possui um "look & feel" do Ubuntu, faz sentido a Canonical aproveitar este trabalho já feito e com um design muito mais moderno e compatível com os padrões atuais em seu futuro lançamento.

Ubuntu com ícones Suru

Como a quantidade de ícones para serem adaptados ainda é grande, visto que os ícones não estão completos, é bom do tema ser escolhido agora e que assim há bastante tempo até o Ubuntu de Abril do ano que vem para deixar tudo pronto.

Não pode ser qualquer tema


Existem vários temas de ícones disponíveis por aí e existe uma grande chance de você achar um outro mais belo que o Suru, no entanto, não se trata apenas de beleza (apesar de algo importante, sem dúvida). Um sistema operacional não é composto apenas de aplicações nativas (quem vem pré-instaladas), mas também de aplicações adicionais, e não falo somente das que estão na loja de aplicativos, mas sim daquelas que você pode instalar de fora do repositório oficial. É importante que ao instalar um aplicativo qualquer, a identidade do sistema se mantenha.

Isso é uma ótima lição que podemos aprender da Apple e do macOS.

O ícone de uma aplicação é parte da identidade visual de uma marca, de uma empresa, produto ou serviço e ele deve ser respeitado, isso é extremamente importante, sobretudo para parcerias comerciais, ou seja, por mais que você ache bonito, um ícone muito diferente do original descaracteriza a aplicação, como acontece em vários belos temas que temos disponíveis atualmente.

ícones Suru

Apesar do set de ícones ainda não estar completo, você já pode instalá-lo e ter uma noção de como vai ficar, basta baixar ele daqui.

Extraia a pasta Suru para dentro da pasta .icons dentro da sua home e use o GNOME Tweak Tool para modificá-lo no Ubuntu 17.10. Claro, você pode fazer isso no Ubuntu 16.04 LTS com Unity também, neste caso, use o Unity Tweak Tool para fazer a alteração.

O que você achou do novo tema (que ainda vai receber melhorias)?

Até a próxima!

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