Março 2018 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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É o "fim da estrada" para o Desktop?

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sábado, 31 de março de 2018

Esses dias estive conversando com alguns amigos sobre o formatos Flatpak e Snap, que já foram largamente comentados aqui no blog. Debatemos como esses pacotes beneficiam o Linux no Desktop, porém, por que ainda querer o desktop se há rumores dele estar acabando? Coletei algumas informações e resolvi debater o assunto, confira:

Desktop Linux





Essa não é a primeira vez que declaram o fim do desktop. No livro A cabeça de Steve Jobs relataram  que o ano 2000 foi um ano bem difícil para o desktop com o "bum" da bolha ponto-com que fez com que as vendas dos equipamentos caíssem drasticamente deixando toda a industria preocupada. Nessa ocasião Steve Jobs fez uma apresentação que no slide continha a frase:
AMADO PC, 1976-2000, DESCANSE EM PAZ.
O que Jobs fez foi apresentar as duas primeiras eras do computador, sendo a primeira das planilhas, a segunda da internet e agora estaríamos vivendo a terceira era dos computadores, que seria um estilo de vida digital onde pessoas tinham vários tipos de dispositivos (celular, aparelho de CD/DVD, MP3  etc...) e através do computador, estes dispositivos se comunicavam (como se fosse um hub).

Bill Gates (Microsoft) e Craig Barret (Intel) também disseram coisa parecida sobre o estilo de vida digital na mesma semana (estranha coincidência...). De qualquer forma, essa atitude mostrou que a afirmação que o fim do desktop estava errada. Por fim, o desktop não morreu naquela época e até hoje permanece.

O desktop voltou a apresentar declínio de vendas nos tempos atuais, porém a mesma tática utilizada por Jobs, Gates e Craig naquela época pode de repente não funcionar hoje. De qualquer forma, apresentando outros dados, podemos observar que mais uma vez esta afirmação está errada.

Entrevistando a Endless, em Junho do ano passado, foi-nos apresentado que 5.8 bilhões de habitantes no planeta de mais de 7 bilhões não possuem acesso a computador. Então como o mercado de desktop está em declínio sendo hipoteticamente tão mal explorado?


Não somente dados da Endless Computers, mas ano passado estive em um evento da AMD (via imprensa, como Diolinux) e foi constatado que na verdade o que vem acontecendo é que:

1 - A comercialização de computadores para pessoas físicas declinou sim, mas no mercado de varejo.
2 - A comercialização de equipamento individuais de computadores (como memória, fonte e etc) aumentou. Então as pessoas estão preferindo comprar as peças individuais e montar ou mandar montar seus computadores.

3 - As pessoas passaram a investir mais em peças melhores para permanecerem mais tempo com os computadores (o que eu acho uma ideia interessante).

O que é certo é que o mercado de Smartphones vem crescendo cada vez mais e o Android e o iOS, desbancando o Windows, que reina nos Desktops.

Um dia ele vai morrer?


Pode ser que sim, o desktop venha a morrer, como pode ser que não. Não se sabe ao certo ainda; somente o futuro dirá. Mas por hora o que é certo é que este é um período que já aconteceu e foi revidado e que hoje há ainda muito mercado a ser explorado. Não somente em expansão de área geográfica, mas também em novas tendencias de mercado que podem surgir.

Enquanto existirem tarefas que são realizadas de forma mais prática e eficiente em um desktop, eles continuarão a existir, acho que é tão simples quanto isso.

Até a próxima!
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Uma entrevista com Heitor Faria - A autoridade do mundo Bacula

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O Bacula é um framework que agrupa programas que lhe permitem gerenciar backups, recuperação e verificação de dados de computadores através de diferentes tipos de redes. Tudo de forma muito eficiente, relativamente fácil, extremamente confiável e segura. Bacula é a ferramenta de Backup Open Source mais popular do mundo!

Entrevista com Heitor Faria, autoridade em Bacula




















O bate papo com o Heitor Faria aconteceu em uma live na véspera de feriado, dia 29 de Março, onde o Heitor nos proporcionou a oportunidade de conhecer melhor como funciona o " mundo Bacula". Ele esclareceu dúvidas dos presentes, debateu suas vantagens, viabilidade de uso comparado a outras ferramentas de backup, quando e como utilizar compactação corretamente, casos de sucesso, quando e onde conseguir suporte, sobre certificação e como obter informações como documentações e livros. Certamente um conteúdo muito rico!

Na entrevista o Heitor Faria também nos conta o roteiro de sua experiencia profissional, formação acadêmica, como se envolveu com Bacula e com Linux. Em breve o Heitor vai voltar para fazer uma demonstração prática do funcionamento do Bacula, então fique ligado.

Confira agora a live na íntegra e aprenda mais sobre o Bacula! :)



Você pode acessar o site do Bacula em: bacula.org

Até a próxima!
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TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

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Sempre que um pessoal novo chega a alguma distro Linux, como Ubuntu ou o Mint (que estamos tomando como base), sempre se perguntam quais programas devem instalar para ter uma certa produtividade ou diversão na plataforma. E nesse post vou mostrar alguns aplicativos que na minha opinião, vão lhe ajudar nessa "jornada". Para facilitar vou dividir em categorias. Então chega mais! 👊😁

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux






Quando terminamos de instalar qualquer distro Linux sempre nos perguntamos quais programas devemos instalar para aproveitarmos ao máximo o sistema que terminamos de instalar, na lista abaixo vou mostrar alguns programas que eu acho bacana ter no computador.

1 - Navegador de Internet


Como não poderia faltar estou recomendando o browser (navegador) mais popular do momento, que é o Google Chrome, onde você vai poder utilizar para acessar praticamente tudo na internet, como Bancos, YouTube, Netflix, Facebook, etc.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Chrome, você pode clicar AQUI.

2 - Multimídia 


Como ninguém é de ferro e precisa se divertir e relaxar, nada melhor do que ouvir uma música e ver um vídeo com a família ou amigos.

Por isso começo com o Spotify, que reúne uma gama enorme de musicas no seu acervo. Ele já aparece nas centrais de programas da maioria das distros Linux, e se não estiver, também é encontrado nos formatos Snap e Flatpak.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux
Para baixar, basta clicar AQUI.

O próximo da minha lista acho que seja essencial em qualquer sistema operacional, servindo para abrir praticamente qualquer arquivo de vídeo e áudio. Estou falando do versátil e "guerreiro" VLC Player, recomendo ele porque o uso há praticamente 10 anos e nunca me deixou na mão para reproduzir qualquer arquivo multimídia. 


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar ele, você tem duas alternativas, clicando AQUI você a sua Central de Programas e instala ele, ou clicando AQUI e baixando direto do site dele.

Por último um programa que me conquistou pela versatilidade e praticidade em poder baixar vídeos da internet, como Facebook, Dailymotion e YouTube por exemplo, o 4K Vídeo download.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Você pode baixar ele através do site da desenvolvedora, clicando AQUI.

3 - Games e apps complementares


Esta categoria pode gerar alguma discordância ou algo do tipo, mas não podemos negar que temos games e aplicativos complementares para quem gosta de dar uma jogadinha no pinguim.

Primeiro vamos começar pela Steam, que é atualmente a maior plataforma de distribuição e vendas de jogos online, metade do seu seu acervo já tem porte para o Linux, além disso, como já foi mostrado aqui no blog, existem outras 7 plataformas de distribuição que você pode acessar AQUI, além da plataforma da Valve, ou seja, Games no Linux estão se tornando algo muito sério para várias empresas.


Para baixar a Steam, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site da Steam e baixar clicando AQUI.

Também não poderia faltar o Discord, a plataforma de comunicação mais usada pela galera gamer e que também está disponível para Linux.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Discord, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site oficial e baixar clicando AQUI.

4 - Messengers


Nessa sessão vou recomendar dois programas desenvolvidos pela comunidade para os dois messengers mais populares e usados no momento. O Messenger do Facebook e o WhatsApp.

O primeiro foi desenvolvido por Dario Ferrando, utilizando a plataforma Electron,  e conseguiu trazer o messenger do Facebook para qualquer sistema operacional, como você pode ver na imagem abaixo, ele é bem "simpático" e de fácil manuseio.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Messenger, você pode acessar o site deles clicando AQUI. Lembrando que não se trata de um cliente oficial.

O segundo foi desenvolvido pelo Enrico204, também utilizando a plataforma Electron, e assim trazendo a vida uma versão de desktop, do popular WhatsApp. Ele funciona da mesma forma que a versão Web com a diferença de que possui integração com a barra de notificações do sistema.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o WhatsApp Desktop, você pode acessar o site deles clicando AQUI. No caso do Linux Mint você o encontra na própria Central de Aplicativos da distros.

5 - Produção Audiovisual 


Nesta categoria vou recomendar dois aplicativos que eu uso no meu dia a dia. Quero fazer uma menção "de honra" ao GIMP, que já teve inúmeros posts aqui no site e que você pode conferir AQUI.
Apesar do GIMP ser extremamente versátil e poderoso, para as pessoas que só querem editar as suas fotos de uma forma mais simples em uma interface mais "moderninha", o Pixeluvo se torna uma opção.


Pixeluvo é um editor de imagem extremamente prático e de muito fácil de aprendizado. Ele conta com duas versões, uma Free (que tem algumas limitações) e uma paga que custa até o presente momento US$ 34,00. Você pode inclusive ver o vídeo demonstrativo dele no canal Diolinux.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Pixeluvo, você pode acessar o site deles clicando AQUI.

O último aplicativo dessa minha lista, e que não poderia faltar, é o poderosíssimo editor de áudio Audacity. Muitos produtores de conteúdo, tanto na internet quanto na industria "convencional", utilizam ele por causa da sua simplicidade e fácil manuseio, mas não deixando a desejar para soluções pagas.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Audacity, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site do software e baixar clicando AQUI

E esse foi o meu TOP 10 de aplicativos que todo mundo deveria ter na sua distro Linux, mas me conte você quais aplicativos não podem faltar na sua pós-instalação do Linux, os comentários estão abertos para você! :)

Até a proxima e um forte abraço.
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Intel deixará de produzir o seu instalador de drivers para Linux

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sexta-feira, 30 de março de 2018

A Intel anunciou que está descontinuando o software instalador de drivers da empresas para as distros Linux. O "Linux Graphics Update Tool" está obsoleto e deixará de ser produzido.

Intel aposenta instalador de drivers para Linux






Nós já falamos algumas vezes aqui no blog sobre esta ferramenta da Intel e de fato, ela já foi mais útil. Geralmente a empresa lançada drivers com suporte "oficial" apenas para Ubuntu e Fedora, no entanto, distros derivadas também podiam se beneficiar dela, ainda que necessitasse de alguns ajustes, como o Linux Mint.

Intel Drivers


A Intel anunciou que a ferramenta de atualização de drivers será descontinuada por um simples motivo, as distros Linux atualmente já estão conseguindo trazer a versão mais recente dos drivers da empresa no próprio Kernel Linux, eliminando a necessidade de uma ferramenta como esta.

Vale ressaltar que isso nada tem a ver com os drivers da Intel em si, eles continuam sendo desenvolvidos e otimizados normalmente, o que deixamos de ter a ferramenta de atualização, puramente por praticidade e falta de necessidade.

Em um "mundo ideal" esse tipo de coisa se tornaria mais comum, isso também vem acontecendo nos sistemas que usam o Kernel Linux quando o assunto é Driver AMD, enquanto isso, os drivers Nvidia, que tem um ótimo desempenho, ainda são instalados de outra forma.

Recomendo assistir a nossa entrevista com o Alfredo Heiss, representante da AMD aqui no Brasil, para entender melhor essa relação entre os drivers open source e o Linux:


O "modus operandi" do Linux de forma geral acaba gerando esse tipo de comportamento, ainda assim, alguns hardwares mais específicos ainda pode necessitar de suporte externo, enquanto que a maior parte tem suporte diretamente do Kernel, inclusive de atualizações para versões mais recentes.

Até a próxima!

Fonte
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Top 10 Melhores Jogos no Steam para Linux

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Eu acho que nem precisaria avisar que uma lista como esta possui informações baseadas em opinião pessoal, mas mesmo assim vamos fazer esse contrato de acordo informal, de forma que você pode se sentir à vontade para adicionar outros títulos que você goste através dos comentários. Mesmo assim, temos aqui ótimas indicações para quem gosta de jogar no Linux, selecionando games de estilos e categorias diferentes para você se divertir no "sistema do pinguim", vamos lá?

TOP 10 Games para Linux na Steam






Existem vários games grátis e bons para Linux, eles estão reunidos em um outro artigo aqui do blog, na lista de hoje todos eles são pagos e disponibilizados através da plataforma Steam da Valve, então fique de olho em promoções para comprar os games com desconto.

1 - Hitman


Focando em ser furtivo, na exploração do mundo aberto e na satisfação de conseguir o assassinato perfeito, os jogos Hitman ganharam uma base de fãs incondicionais. O último lançamento da franquia, intitulado simplesmente de Hitman, foi um sucesso enorme, com gráficos atualizados e incríveis locais de assassinato no jogo. Essa franquia dá um ângulo completamente novo ao tema de assassino destemido.

Confira o gameplay no nosso canal:


2 - Xcom 2


Muito aclamada por oferecer um combate tático tenso baseado em turnos, a franquia Xcom foi retomada recentemente. Com mais personalização de personagens do que nunca, além de um novo e enorme arsenal de armas, o Xcom 2, o mais recente da franquia, foi um grande sucesso entre os jogadores de todas as partes, por uma boa razão.


3 - Rocket League


Um dos jogos mais populares e jogados no Steam atualmente (e um dos meus preferidos), Rocket League é uma ideia simples levada ao extremo. O que é Rocket League? É futebol jogado com carros de controle remoto. 

Com milhões de jogadores ao redor do mundo, Rocket League é um jogo que todos devem experimentar pelo menos uma vez, principalmente se você gosta de coisas que voam, como drones, ou outras coisas controladas por rádio.


4 - Mad Max


Tendo sido retomada pelo filme Mad Max: Estrada da Fúria, a franquia Mad Max está viva e botando pra quebrar de novo. O jogo Mad Max com certeza é prova disso. Oferecendo gráficos incríveis, além de combates viscerais e a capacidade de personalizar um veículo do deserto, o jogo com certeza deixará os viciados em carros felizes. Além disso, tem uma excelente história que se desenvolve enquanto você joga.


5 - SOMA


Os criadores de Amnesia: The Dark Descent acertaram em cheio. O jogo foi um sucesso viral, permitindo que a empresa prosseguisse para projetos maiores e mais interessantes. SOMA é o próximo grande jogo dos desenvolvedores, e foi recebido com aclamação quase universal. É assustador, instigante e, certamente, uma experiência que permanecerá com os jogadores por muito tempo. E provavelmente não é uma boa ideia jogar SOMA sozinho, em casa, no escuro.


6 - Deus Ex: Mankind Divided


Uma franquia clássica retomada, Deus Ex: Mankind Divided olha para um futuro onde a modificação ciborgue humana é possível. Combinando jogabilidade flexível com uma narrativa profunda e instigante, é obrigatório para aqueles que buscam um pouco mais do que os jogos de tiro em primeira pessoa comuns.


7 - Superhot


Superhot apresenta um conceito original e interessante; o tempo só passa quando você se move. Use essa mecânica inteligente para derrotar vários inimigos, usando a vantagem para superar uma enorme vulnerabilidade. Além disso, você se sentirá como uma estrela de filmes de ação enquanto faz isso.


8 - Dying Light


O gênero de ação zumbi pode estar saturado, mas Dying Light injeta vida nova nele, adicionando uma cidade de mundo aberto e a capacidade de se movimentar nela como um ninja. O foco visceral no combate corpo a corpo com zumbis faz dessa uma experiência única no ataque aos zumbis.


9 - The Talos Principle


O gênero de quebra-cabeça em primeira pessoa não está exatamente fazendo um sucesso estrondoso, mas com o excelente jogo de quebra-cabeça The Talos Principle, com certeza ainda é um dos melhores gêneros em jogos de PC. Apenas para aqueles que gostam de um desafio mental. Outro detalhe curioso é que "Talos" foi o primeiro game para Linux a rodar com Vulkan.


10 - Portal 2


Portal 2 é um dos jogos de quebra-cabeça em primeira pessoa mais aclamados, oferecendo não só quebra-cabeças brilhantes, como uma das melhores histórias em todos os jogos. Também há um modo cooperativo com sua própria seleção de quebra-cabeças, para que você e um amigo possam resolvê-lo como equipe.


Para finalizar...


É importante dizer que esta é somente a "ponta do iceberg". Atualmente cerca de metade do catálogo de jogos da Steam está disponível para Linux, por isso é bem provável que algum game que você goste esteja de fora da lista. Para falar a verdade, eu mesmo deixei vários dos meus favoritos de fora ao montar esse "TOP 10" em prol de deixar os estilos de jogos mais ecléticos e diversificados, então eu reitero, por favor comente abaixo os títulos que você mais curte, assim os outros leitores terão ainda mais referências.

Convido você a acessar a nossa playlist de gameplays de jogos para Linux no canal Diolinux e acessar um outro artigo aqui do blog com 50 jogos nativos para Linux para conhecer outras opções legais.

Outro artigo bacana para você conferir aqui no blog é que mostramos outras 7 lojas, além da Steam, onde você pode comprar jogos para Linux.

Até a próxima!
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Linux ou GNU/Linux, um debate que não parece ter fim

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quinta-feira, 29 de março de 2018

Neste artigo eu não trato de ideais filosóficos para defender se o nome é Linux ou GNU/Linux. Na verdade eu nem estou aqui para defender nada; aqui trato de conceitos práticos, tanto tecnológicos quanto legislativos do porque não existe o minimo motivo para a obrigatoriedade do nome "GNU/Linux" como muitos amantes de Linux acreditam existir.

Linux ou GNU/Linux

Há uma briga enorme sem fim e desnecessária por parte da Fundação do Software Livre pela o direito de reconhecimento do nome GNU no Linux vindo a chamá-lo "GNU/Linux". Há até mesmo os que defendem que o nome é somente GNU (o que é menos logico ainda e pode ser conferido no vídeo). Mas o nome "GNU/Linux" é correto? De acordo com a lei, não.

Para começar o termo "Gnu/Linux" se torna errado uma vez que o nome "Linux" é uma marca registrada de Linus Torvalds (sim, Linux é um nome proprietário vindo Linus Torvalds a deter os seus direitos) e para utilizar o nome Linux em "GNU/Linux", a FSF teria que pedir a autorização expressa a Linus Torvalds para esse uso assim como fizeram e fazem a Red Hat, a SuSE, a IBM, o Debian, o Gentoo, o Funtoo, o Arch, o Ubuntu e todos. Não havendo autorização por parte de Linus Torvalds, há então o descumprimento da lei.

A maior alegação da FSF é o uso dos seus programas no Linux (o que as licenças criadas pela FSF não preveem a obrigatoriedade de anexar o nome GNU em todo e/ou qualquer programa desenvolvido por instituições ou empresas que fazem uso de sua pilha de software em seus projetos privados ou públicos). Além da lei, a alegação do uso dos programas do GNU não se torna um argumento relevante uma vez que não existe somente programas GNU no Linux (assim como a maioria dos que defendem GNU a ferro e fogo acreditam ser). 

A maioria dos programas presentes no Linux são do próprio Linux (como mostrei nos vídeos e artigos quatro pacotes que possuem conjunto de comandos que não são do GNU, procps, netkit e iputils; que são todos comandos do Linux e não do GNU. E se escavarmos mais o sistema, vamos encontrar bem mais coisas que não são do GNU). Sem o uso desses pacotes se torna impossível até mesmo instalar o sistema operacional ou até mesmo conectar-se à internet. Esses programas mencionados, se não são do próprio Linux, são desenvolvidos para serem usados no Linux (não no GNU); o que os tornam próprios para Linux (não para o GNU).

O que devemos ter noção também é que programas do GNU são passíveis de serem substituídos se a comunidade Linux achar interessante. Não existe vinculo obrigatório entre os dois projetos. E convenhamos, como mencionei no inicio do artigo, o nome "GNU/Linux" é complicado demais para uma marca e se torna confuso demais para os usuários novos de Linux. Faz com que eles percam tempo demais aprendendo coisas que se tornam desnecessárias e inúteis. Já se tornaram confusas no passado e continuam sendo até hoje.

Creio que o maior problema ao fazer referência ao nome é ignorar que para os padrões atuais do que é considerado um sistema operacional nem mesmo a junção do Kernel Linux e suas ferramentas em um sistema com ferramentas GNU, como o Bash ou outras, é abstrair o trabalho outros milhares de pessoas que produzem softwares que fazem parte do que chamamos de distribuição, como por exemplo as interfaces e softwares que o usuário comum realmente tem contato, como o KDE Plasma e as tecnologias necessárias para desenvolvê-lo.

O que agrupa sistemas como Chrome OS, Android, Ubuntu, Debian, Arch, Gentoo, SUSE, Slackware e tantos outros, assim como dispositivos de internet das coisas, relógios, e outros sob a mesma família de sistemas é o Kernel Linux e suas ferramentas intrínsecas, e não os softwares GNU que muitas vezes nem sequer estão presentes, ao contrário do Linux.

Há quem diga inclusive que até simplificar os sistemas chamando eles de "Linux" seja um equívoco também, visto que o nome do sistema é Chrome OS, Ubuntu, Linux Mint e por aí vai, fazendo jus ao agrupamento de software que engloba ferramentas que vão muito além do Kernel Linux e ferramentas GNU, que se formos observar, representam um percentual muito pequeno do tamanho das imagens dos sistemas. Lembre-se, ser licenciado em GPL não torna nada "do GNU", isso seria o mesmo que todo software que use a licença da Mozilla fosse , efetivamente, da Mozilla, o que não faz o menor sentido.

O que chamamos de distribuição é a junção de muitíssimos softwares, geralmente livres, e que em quantidade não são nem GNU, nem Linux, mas que juntos formam um sistema que as pessoas de hoje realmente podem usar, como o Debian por exemplo, que é distribuído geralmente com Kernel Linux e ferramentas GNU pelo sistema (assim como tantas outras) e que é tão modular que pode usar até outros Kernels, que não o Linux, e pode usar outras ferramentas de Shell, compiladores e outros mais, que não GNU, ou seja, não é GNU/Linux Debian, é Debian. Tanto que o nome foi alterado há alguns anos para evitar esse equívoco e não limitar o Debian somente a Linux e somente a GNU.

Isso pode ser considerado também um problema na ordem de importância. Use um pouco da sua imaginação.

Imagine que você você, em um lado do mundo desenvolve um novo motor para um carro, juntamente com os comentes básicos de funcionamento do mesmo. Do outro lado do mundo tem alguém que estava querendo fazer um carro completo, mas só tem tinhas algumas ferramentas básicas para o sistema, como volante, câmbio, portas, bancos, etc.

Seria correto essa pessoa utilizar o nome dela na marca de todos os carros que saírem com o seu motor e usarem o volante, bancos e câmbio dela? Em um primeiro impulso você pode até ficar na dúvida, a questão é que para fazer o carro do jeito que nos vemos hoje, ainda são necessários muitos outros componentes, faróis, rodas, estofamento, airbag, som, etc. Sendo assim, não seria tão justo quanto dar crédito a todas as pessoas criaram estes outros itens? No entanto você não vê carros que mostrar em seu nome as marcas dos fabricantes de cada componente ou da tecnologia que foi usada para fazê-los.

Extensão do Mozilla bloqueia rastreio do Facebook fora dele

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quarta-feira, 28 de março de 2018

Como muitos dos leitores do blog sabem, houve um grande escândalo envolvendo o Facebook e a empresa de processamentos de dados, a Cambridge Analytica, aonde a mesma teve acesso a dados de mais 50 milhões de contas dos usuários do Facebook. E isso vem causando até o momento um prejuízo estimado de quase US$100 Bilhões para o Facebook.

Mozilla disponibiliza extensão que bloqueia o rastreio do Facebook fora da rede social








Depois que toda essa confusão veio à tona, a Mozilla decidiu parar de exibir anúncios do Facebook aos seus usuários, como uma forma de protesto contra a falta de privacidade e segurança da rede social.

Essa medida não foi a única tomada pela empresa, aonde a mesma disponibilizou uma extensão para o seu navegador aonde o usuário do Facebook não seja rastreado através dos cookies do navegador. 

Para você ter uma ideia de como funciona o rastreio do Facebook, é muito comum que os usuários façam aquela busca na internet por algum produto, como um notebook, celular e ao voltar ao Facebook acabem encontrando uma propaganda relacionada.

É exatamente nessa circustância que atua o rastreamento através de cookies  do Facebook (mas poderia ser de qualquer outra rede social), e é aonde atua a extensão da Mozilla, dificultando esse rastreio da rede social nas suas atividades na internet, até mesmo fora da rede social.

Segundo o blog da Mozilla, o Facebook ainda pode lhe mandar anúncios mas será mais difícil o processo com a utilização da extensão.

A extensão você pode baixar AQUI e instalar no seu Mozilla Firefox.

Lembrando que para funcionar, você tem que sair da sua conta do Facebook primeiramente, depois ativar a extensão e depois entrar novamente. 

Nos conte aí nos comentários se instalou a extensão e se a quantidade de anúncios diminuiu no seu perfil do Facebook.

Aguardo você até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE lança moderna plataforma para desenvolvimento de aplicativos e grupos de operações

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Buscando um portfólio cada vez mais completo voltado para a infraestrutura definida por software, a SUSE lança a solução SUSE Cloud Application Platform.

USE Cloud Application Platform.







A nova solução fornece às empresas a plataforma de aceleração para entrega de aplicativos nativos para computação em nuvem, baseado na tecnologia Open Souce Platform-as-a-Service (PaaS) mantida pelo projeto Cloud Foundry, do qual a SUSE é um membro Platinum junto às empresas Cisco, Dell EMC, IBM, Pivotal, SAP e Vmware. A solução da SUSE utiliza também a estrutura de gerenciamento de containers amplamente adotada em todo o mundo, Kubernetes.

As duas tecnologias foram associadas com o intuito de ajudar os times de desenvolvimento e operações, que aproveitem ambas as tecnologias e acelerem a entrega de aplicativos, reduzindo o time-to-market.

"Com o SUSE Cloud Application Platform, apoiamos múltiplas abordagens para a construção e entrega de aplicativos baseados em containers", relata Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. 

"Estamos juntando duas inovações open source ágeis – Kubernetes e Cloud Foundry – como o núcleo de uma solução de qualidade empresarial confiável. 
Esta solução inclui a única distribuição de Cloud Foundry em container e a primeira baseada em Linux comprovadamente de nível enterprise, o SUSE Linux Enterprise. Os CIOs podem agora adotar com confiança essas tecnologias para acelerar a produção de aplicativos".
Utilizada pelas equipes de desenvolvimento de software e operações, a solução otimiza o gerenciamento do ciclo de vida de aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos nativos na nuvem. Combinando as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes, líderes na área, a plataforma facilita a integração da cultura de DevOps, automatizando as entregas de aplicativos, acelerando a inovação, melhorando a resposta na capacidade da infraestrutura de TI e maximizando o retorno do investimento. Também facilita a acomodação de uma ampla gama de arquiteturas de aplicativos e processos de entrega.

"Kubernetes e Cloud Foundry estão se tornando padrões de plataformas que suportam a entrega de aplicativos baseados em containers hoje. As empresas prendem-se em uma luta desnecessária para escolher entre essas plataformas, quando, na realidade, elas se complementam muito bem. O SUSE Cloud Application Platform coloca a SUSE em uma excelente posição para ajudar as empresas a se beneficiarem dos recursos combinados dessas importantes tecnologias", afirma Matt Eastwood, vice-presidente sênior de negócios, datacenters, infraestrutura na nuvem e grupos de pesquisa de desenvolvedores da IDC.

Entre outras capacidades, o SUSE Cloud Application Platform simplifica Cloud Foundry com uma abordagem única, alavancando Kubernetes para orquestração de uma versão em container de Cloud Foundry. 

A plataforma de aplicativos SUSE Cloud é baseada no SUSE Linux Enterprise, oferecendo Kubernetes e Cloud Foundry em um sistema operacional específico para containers com suporte enterprise.

"É incrível ver a SUSE continuar aproveitando a força do open source, levando a implementação de Cloud Foundry Application Runtime, colocando em containers e gerenciando com Kubernetes", diz Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation. "Nós também estamos entusiasmados por vê-los injetar o SUSE Linux Enterprise nesta distribuição, oferecendo às empresas a capacidade de executar os containers Cloud Foundry com base em um sistema operacional de nível enterprise. A SUSE atingiu uma marca crucial com esta distribuição e, até agora, a resposta dada por toda a comunidade Cloud Foundry foi muito positiva".

"As empresas buscam inovar sempre reduzindo o time-to-market das aplicações, com a criação do modelo 2 da TI, sempre em busca por soluções para quebrar a barreira de plataformas e o vendor lock-in, a solução SUSE Cloud Application Plataform permite as empresas possuir uma infraestrutura de aplicações escalável, automatizada e resiliente. Por utilizar o padrão Cloud Foundry, o cliente poderá expandir suas aplicações para nuvem pública com a mesma facilidade utilizada on-premise", ressalta Aslan Carlos, principal engenheiro de sistemas da SUSE.

"Sendo um membro de Cloud Foundry Foundation há mais de cinco anos e experimentando praticamente todas as suas vertentes, estamos realmente impressionados com o trabalho realizado pela SUSE. O uso de Kubernetes simplifica a implantação, melhora a utilização da infraestrutura e garante uma integração fácil em ambientes de TI. A escolha da tecnologia e o modelo comercial de distribuição de código aberto reduzem a barreira de adoção de Cloud Foundry e aproximam-se de muitas empresas médias e grandes", acrescenta Andrei Yurkevich, diretor de tecnologia da Altoros.
O SUSE Cloud Application Plataform já está disponível. Para obter mais informações, acesse o site oficial.

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Como configurar a sua placa de som no Linux facilmente

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terça-feira, 27 de março de 2018

Muitos usuários novos que chegam ao Linux ficam com dúvida em como configurar o som em Notebooks e Desktops, pois quando plugam algum Headset ou fones de ouvido e mesmo assim o "bendito" do som teima em sair pelas caixas de som ou qualquer outro lugar. E hoje nesse artigo vamos mostrar como configurar a sua placa de som no Linux facilmente e alguns "pulos do gato" para não passar mais apertos. Borá lá?

Como configurar placa de som no Linux






A configuração que vamos mostrar a seguir é relativamente simples e fácil de se fazer, mas muitos usuários novos no Linux ainda se confundem ou ainda não tiveram a oportunidade de explorar o sistema à fundo. 

Estamos usando o Linux Mint como base do tutorial, mas basta que vocês localizem o caminho do som na sua distro, o resto é idêntico.

Primeiramente, clicamos no "Menu", depois em "Configuração de Sistema" e por fim em "Som".



Você também podem chegar nessa tela de configuração, através do ícone de som, clicando nele e depois clicando em configurações de som.

Nessa tela, você tem duas abas importantes, a "Saída" e a "Entrada", aonde na aba "Saída" você vai ter os dispositivos como caixas de som, fones de ouvido ou qualquer outro dispositivo que lhe forneça uma saída ( 👊agora faz todo sentido, não é?), e na aba "Entrada", você vai ter todos os dispositivos que lhe vão fornecer uma entrada, como microfones.

Alguns macetes e dicas de como ver se a placa de som está configurada


Agora os "pulos do gato" que mencionamos no começo do texto.

Muitas pessoas que estão usando alguma distro Linux pela primeira vez podem estranhar que ao conectar o seu Headset ou fone de ouvido eles não recebam o som.

Isso acontece pois no Linux ele vai "soltar" o som na saída que você escolheu e não "tentar adivinhar", como acontece no Windows por exemplo.

Isso é facilmente contornável na aba "Saída", aonde você pode configurar em qual dispositivo o som deverá sair, como a saída HDMI que você liga na TV, o seu Fone de Ouvido, Headset e por ai vai.

Vídeo do canal mostrando como fazer


No nosso canal fizemos um vídeo mostrando como fazer essas configurações e mais algumas dicas que você pode conferir logo abaixo:




Com isso você não deve ter mais dificuldades na hora de configurar o seu som nas distros Linux. Ratificando, aqui fizemos o tutorial com o Linux Mint e o Ubuntu (representados no vídeo acima), no entanto, estas mesmas técnicas são válidas para outras distribuições e outras interfaces, salvo as suas pequenas diferenças.

Você pode deixar nos comentários as suas experiências com placas de som e Linux.

Até a próxima!
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Ubuntu 18.04 LTS recebe melhorias visuais de última hora!

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sábado, 24 de março de 2018

Depois do Ubuntu 18.04 LTS ter entrado em fase de congelamento, onde geralmente não são incluídos novos recursos ou modificações na interface, deixando os desenvolvedores trabalharem na correção de eventuais bugs, teoricamente não teríamos mais adições ao sistema, mas curiosamente tivemos hoje um implemento visual muito interessante na atualização da Daily Build de, confira:

Novidades do Ubuntu 18.04 LTS






Hoje quando atualizei a minha imagem Beta do Ubuntu 18.04 LTS tive uma grata surpresa. O gerenciador de arquivos Nautilus recebeu um visual novo e mais atrativo, mesmo dentro do tema antigo.

O tema novo do Ubuntu criado pela comunidade, chamado de "Communitheme" não será o padrão da nova LTS por ainda conter bugs que os desenvolvedores não querem trazer para uma versão tão importante e de longo tempo de suporte, talvez por isso, a decisão de alterar um pouco o tradicional tema "Ambiance" do Ubuntu tenha sido tomada, assim temos, pelo menos um pouco, de rejuvenescimento visual.
Nautilus no novo tema
Por conta da decisão da equipe do GNOME de remover o suporte para a área de trabalho no GNOME 3.28, a Canonical decidiu levar para o Ubuntu 18.04 LTS o Nautilus 3.26, para assim manter a sua funcionalidade de gerir arquivos no Desktop.

Desta forma, o que você vê na imagem acima ainda é o mesmo Nautilus da review da versão Beta que nós fizemos, mas com um visual novo e na minha opinião, muito mais interessante do que a versão anterior do Ubuntu.


Acho que ficou bem melhor, não? Mas estas não foram as únicas novidades na atualização, tivemos também a chegada do Wallpaper oficial da versão final do Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver e finalmente (aleluia inclusive! 😁) tivemos um visual que difere daquele "conceito origami" dos últimos anos.
Novo wallpaper do Ubuntu
O próprio wallpaper pode ser considerado mais uma "volta às raízes" do Ubuntu, que agora, além de trazer o GNOME de volta, também faz essa referência através do Wallpaper.

Se você não estiver entendendo, me refiro ao fato de que antigamente os papéis de parede do Ubuntu tinham sempre um desenho/design que representava o mascote da versão, essa prática tinha sido deixada de lado com a chegada da interface Unity curiosamente.

Ubuntu Wallpapers

Existe uma variação do Wallpaper com as cores do Ubuntu em cinza (mais clara) disponível para utilização também.

Snaps! Snaps! Snaps!


Outra coisa interessante é que ao acessarmos a Central de Aplicativos do sistema veremos uma quantidade imensa de novos aplicativos empacotados em Snap e que estão disponíveis para o Ubuntu (e qualquer outra distro, graças ao formato), sejam eles de código fechado ou aberto.

Parece que a cada dia mais desenvolvedores tem adotado o formato.

Ubuntu Snaps

Essas foram nas novidades dessa atualização, confira o vídeo de review logo acima para saber mais sobre as novidades e continue acompanhando o blog para não perder nada do lançamento do Ubuntu 18.04 LTS.

Até a próxima!
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Confirmado: GNOME Shell realmente sofre "Leaks de RAM'

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Um dos ambientes gráficos mais populares do mundo Linux tem um problema sério e que afeta todas as distribuições Linux que o utilizam. Felizmente este problema não afeta a segurança do sistemas, mas pode se tornar muito inconveniente, especialmente em computadores com menos memória RAM disponível.

Problemas de memória RAM





Com o "abraço" do Ubuntu ao GNOME novamente, muito mais olhos passaram a observar o projeto que já contava com o apoio de praticamente todas as principais distros. Quando eu fiz um vídeo sobre o consumo de RAM no GNOME eu estava pensando que era um caso exclusivo do Ubuntu, mas aparentemente eu estava enganado.



O problema na verdade afeta o GNOME em si e está sendo reportado por diversas pessoas ao redor do mundo provindas de comunidades de distros Linux diferentes.

O problema


Um "leak de RAM", ou "vazamento de memória", no sentido de que está sendo relatado como bug no GNOME acontece quando um processo em execução começa a consumir agressivamente memória RAM de forma arbitrária e sem necessidade.

No caso do GNOME o problema é com o GNOME Shell em específico, ou seja, a interface. Nos experimentos realizados o simples fato de ficar abrindo e fechando janelas no Shell ou mudando a forma de visão de "desktop" para "overview" acaba elevando pouco a pouco o consumo de RAM de forma indefinida.

Um usuário de Fedora fez a demonstração para que possamos entender melhor. Observe no vídeo o consumo no "Monitor do Sistema".


Claro, o nosso amigo do vídeo acima está mostrando a versão 3.26 do GNOME Shell em execução, sendo que a versão mais recente (e que virá com o Ubuntu 18.04 LTS) é a versão 3.28. A má notícia é que o problema ainda não foi corrigido e o sistema virá com esse "bug de fábrica" muito provavelmente.

A gambiarra


Bom, visto que o problema ainda não tem solução e foi confirmado pelo nosso amigo Georges Neto, desenvolvedor da Endless e do GNOME que já nos concedeu uma entrevista inclusive, a única solução temporária é fazer um "reset" da interface para que a memória seja liberada de forma manual.

Para isso basta recarregar a interface, pressione "Alt+F2" e na janela que se abrir digite a letra "r", após isso pressionar "enter", isso deverá fazer com que o Shell se reinicie limpando a memória.

Obviamente o problema deverá ser corrigido com o tempo, o caso é que o pessoal do GNOME ainda não conseguiu identificar qual é o problema que está causando esse "leak", então pode demorar um pouco.

Conte pra gente, você está sofrendo com este tipo de problema?

Até a próxima!
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Stacer - Otimizador para Linux recebe novas funcionalidades

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terça-feira, 20 de março de 2018

Existem vários utilitários para distros Linux que te ajudam a otimizar, organizar a fazer manutenções no seu sistema operacional. O Stacer é certamente uma das opções com funcionalidades mais completas aliadas a um visual atraente.

Stacer - Otimizador para Linux






Não é a primeira vez que o Stacer aparece aqui no blog, nós temos inclusive um vídeo para mostrar para você como ele funciona:


A versão nova do Stacer chega com um redesenho para a interface da aplicação e acrescenta novas funcionalidades.

Destaques da nova versão

Stacer - Otimizador para Linux
A nova versão possui temas claros e escuros

Ao abrir a nova versão do Stacer as mudanças são muito óbvias, chamando a nossa atenção, especialmente se comparado à versão anterior. Temos agora nas configurações a opção de usar a aplicação com um tema claro e um escuro.

Todas as sessões de monitoramento e ajustes estão agrupadas em uma coluna na parte esquerda da aplicação. Sendo que o Dashboard principal (esse da imagem acima) mostra uma espécie de "resumo" do sistema operacional e dos consumos de hardware do computador.

Outras funcionalidades do Stacer incluem um utilitário para configurar aplicações que iniciam junto com o sistema:

Stacer Linux

Ferramenta para limpar resíduos de pacotes antigos no sistema e liberar espaço em disco:

Stacer Linux

Gerenciador de serviços que iniciam junto com o sistema:

Stacer Linux

Monitor de processos que permite que você encerre os que não quiser que estejam em execução:

Stacer Linux

Monitor de pacotes de software que te mostra a quantidade instalada no sistema e permite que você os remova selecionando-os em uma lista simples:

Stacer Linux

Monitor de consumo de hardware do sistema, incluindo uso do processador, memória RAM e rede:

Stacer Linux

Gerenciador de repositórios, que além de listá-los e permitir a ativação e desativação, também permite a edição dos mesmos e a adição também.

Stacer Linux

A última aba do software te mostra algumas opções de configuração do Stacer, como em qual aba você quer que ele inicie e se você quer que ele inicie juntamente com o sistema. Além disso, é possível criar alertas para quando o uso de processador ou memória ultrapassar um determinado valor que você pode definir:

Stacer Linux

Agora, além da aplicação em si, o Stacer é capaz de criar um ícone na área de notificação, facilitando o seu acesso por parte do usuário.

Gostou da aplicação e quer testar? Basta acessar esta página e fazer o download para a sua distro. Ele tem pacotes em .deb e .rpm, além da versão em AppImage, compatíveis com sistemas de 64 bits.

Até a próxima!
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