Junho 2018 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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RAMpage - Falha de segurança afeta Androids de 2012 em diante

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sábado, 30 de junho de 2018

Uma nova falha de segurança foi descoberta no sistema operacional para Smartphones mais utilizado do mundo, o Android, sendo capaz de afetar praticamente todas as versões do sistema à partir de 2012.

Falha no Android







Oito acadêmicos de três universidades diferentes relataram em conjunto a descoberta de uma falha de segurança que afeta o Android e foi batizada de "RAMpage". O RAMpage quebra o isolamento fundamental entre os aplicativos instalados pelo usuário e os processos do próprio sistema operacional, lembrando um pouco as falhas que tivemos neste ano nos processadores Intel nos computadores tradicionais.

A exploração do RAMpage permite que os atacantes possam obter acesso administrativo ao sistema e por consequência, acesso aos dados armazenados no aparelho, podendo incluir senhas armazenadas nos aplicativos ou nos browsers, fotos e vídeos, e-mails, mensagens instantâneas, etc.

O RAMpage ataca o subsistema ION nos Androids, que é um driver de alocação de memória que foi lançado pela Google juntamente com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich. O curioso é que os pesquisadores afirmam que o RAMpage é versátil e é concebível ver ataques envolvendo ele em dispositivos iOS e até mesmo desktops.

Como o RAMpage é destinado ao ION, os gadgets que usam RAM LPDDR2/3/4 são afetados. Em outras palavras, se o seu telefone Android foi lançado durante ou após 2012, ele é potencialmente vulnerável ao ataque.

A pesquisa envolvendo o RAMpage ainda é bastante nova, mas agora que um holofote está sendo colocado sobre ela, esperamos que o Google e outros OEMs façam sua parte para obter dispositivos remendados para usuários em todo o mundo. O que mais uma vez pode acabar pesando é a dita fragmentação de dispositivos, como discutimos no artigo de ontem sobre o Android GO.

Fonte
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Conta do Gentoo no Github é hackeada

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O Gentoo Linux é conhecido por ser considerado o Linux "faça você mesmo", onde você coloca a mão na massa e vai montando o seu sistema operacional do seu jeito e do zero. Sendo considerado por muitos umas das distros mais rápidas do mercado.


Conta do Gentoo no Github é hackeada





A Organização Linux Gentoo lançou uma nota oficial em seu site nessa sexta-feira (29), comentando a invasão da sua conta no Github, que teria ocorrido na quinta-feira (28) as 20:20 (horário local), a mesma teria comprometido os códigos-fontes ali hospedados e substituídos por malwares.

Ela informou que um grupo de hackers, ainda não identificados, invadiu a conta do Gentoo no Github e trocou os códigos originais que são arvores do portage e musl-dev por versões maliciosas do ebuilds, com o intuito de remover os arquivos.

O ebuild é um script com base bash,onde é possível fazer a instalação automatizada (e até a compilação) de softwares no Gentoo Linux.

Os desenvolvedores tranquilizaram os usuários, avisando que os códigos-fontes e ISO's do sistema hospedados no seu site (gentoo.org) não foram comprometidos, mas somente o Github foi.

O desenvolvedor Francisco Blas Izquierdo Rieda, pronunciou-se da seguinte forma:


"Ainda estamos trabalhando para determinar a extensão exata e recuperar o controle da organização e de seus repositórios. Todo o código do Gentoo hospedado no Github deve, por enquanto, ser considerado comprometido."

E complementou:

" Além disso, os repositórios do gentoo-mirror, incluindo metadados, são hospedados em uma organização separada do Github e provavelmente não estão afetados também. Todos os commits do Gentoo são assinados, e você deve verificar a integridade das assinaturas ao usar o git."  disse o desenvolvedor.

A Organização Gentoo Linux informou através do seu site, que já retomou o controle sobre a sua conta do Github com a ajuda do suporte da empresa, mas que não aconselha a utilização da mesma até que se apure todo o ocorrido.

O canal parceiro nosso, O Cara do TI, fez um vídeo sobre o tema, confiram:

       

Agora é esperar pra ver os próximos "capítulos".

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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Linux Mint 19 "Tara" finalmente lançado, confira todas as novidades e faça o download

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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Como previsto, chegando ao final de mês de Junho, temos o lançamento do Linux Mint 19, de codinome "Tara", nas versões Cinnamon, MATE e XFCE. Confira agora as novidades da versão e faça o download.

Linux Mint 19 Download






A nova versão do Linux Mint, que tem suporte a atualizações de segurança até 2023, está finalmente disponível em sua versão estável. Baseando-se no Ubuntu 18.04 LTS, o Linux Mint 19 chega com muitas melhorias e modificações se comparado com a versão imediatamente anterior, confira o vídeo que produzimos com as principais novidades:


As novidades inclusas no Beta se mantiveram para a versão final, apenas atualizando pequenos detalhes e corrigindo bugs que apareceram nesta fase. Para saber todas as novidades inclusas na versão 19 do Linux Mint, confira este artigo aqui do blog.

A versão principal, com o ambiente gráfico Cinnamon, também possui uma página com todas as novidades presentes no Mint 19 no site oficial. Falando em Cinnamon, o ambiente está na sua versão mais recente no Linux Mint 19, chegando a versão 3.8, confira este artigo do blog para conhecer as novidades do Cinnamon 3.8.


Vale a pena consultar também as notas de lançamento da nova versão aqui.

Download e atualização


Para as pessoas que estão se perguntando se poderão atualizar da versão Beta para a versão final ou mesmo da versão 18.3 para a versão 19, em ambos os casos a resposta é "sim".

Nesta página você encontra, além dos links para download do Linux Mint, as instruções para atualização do sistema.

Independente do método, os desenvolveres recomendam que você use o TimeShift, o software de backup incluso no Linux Mint, para fazer um Snapshot de todo o sistema, assim você poderá reverter o processo em caso de problemas.


Usuários do Linux Mint 19 Beta, depois de fazerem seus backups, podem atualizar o sistema pelo gestor de atualizações normalmente e aplicar algumas modificações que devem ser feitas via terminal nesta ordem:
sudo apt remove ttf-mscorefonts-installer
sudo apt install libreoffice-sdbc-hsqldb sessioninstaller ttf-mscorefonts-installer
sudo rm -f /etc/systemd/logind.conf
sudo apt install --reinstall -o Dpkg::Options::="--force-confmiss" systemd
sudo rm -f /etc/polkit-1/localauthority/50-local.d/com.ubuntu.enable-hibernate.pkla
Para os usuários da versão 18.3, os desenvolvedores informaram que ainda vão produzir as instruções de atualização, então teremos que esperar um pouco até termos as instruções oficiais, mas se for de alguma forma semelhante com a atualização da versão passada, será mais ou menos como mostramos neste vídeo: 


Você pode baixar o Linux Mint 19 "Tara" na versão Cinnamon, seja em download direto ou por torrent nesta página. Você também encontra na mesma página o download para versões de 32 e 64 bits.

Você pode também baixar a versão com XFCE aqui e ler sobre as novidades da versão nas notas oficiais aqui.

Se você preferir a versão com MATE do Linux Mint, você pode fazer o download aqui nesta página e ler sobre as novidades da release aqui.

Sugestão para o pós-instalação do Linux Mint


O Linux Mint possui um sistema de gerenciamento que permite que qualquer pessoa, com ou sem conhecimento técnico, use o sistema, aqui segue um vídeo com "coisas para você fazer depois de instalar o Linux Mint" sem precisar usar o terminal para nada:


Aproveite e conte pra gente o que você está achando desta nova versão, qual o recurso novo que você mais gostou? O que ainda está faltando para o Mint ficar ainda melhor?

Até a próxima!
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Android GO pode salvar Smartphones mais fracos?

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Existe um grande problema com a evolução massiva da tecnologia, os dispositivos que usamos atualmente acabam ficando desatualizados com uma frequência muito maior do que gostaríamos, fazendo com que especialmente Smartphones não tão potentes fiquem pouco utilizáveis com o passar do tempo.

Android GO






O Android GO, que o Google anunciou no início deste mês, é uma versão mais leve e compacta do sistema operacional com a intenção de atender aparelhos mais baratos e com especificações técnicas mais baixas.

Essa versão do Android é feita para rodar em aparelhos com até 1 GB de RAM, ocupando também menos espaço de armazenamento e claro, com recursos mais limitados. A ideia da empresa é que qualquer pessoa possa ter uma "experiência Google" sem precisar comprar um Smartphone mais caro para isso, ao menos é o que comenda Arpit Midha, gerente de produto da Google e do Android GO.

Para evitar confusões entre os consumidores, a Google decidiu emitir um certificado para empresas que decidirem usar o Android GO, esse certificado, para ser incluso na caixa, precisa ser conseguido através de testes que os aparelhos devem passar, incluindo testes de desempenho, além disso, praticamente todos os aplicativos recebem o sufixo "GO", como, "YouTube GO", "Gmail GO", etc.

Atualmente o Android GO é baseado no Android 8 (Oreo), mas provavelmente com a chegada do Android P teremos novidades.

O interessante é que vários aparelhos de baixo custo vendidos no Brasil podem se beneficiar dessa variação "lite" do Android, como alguns modelos da Positivo, Alcatel e Multilaser, que já anunciaram a intenção de trabalhar com esta nova variação do Android. Isso para citar alguns exemplos mais próximos, mas a Google afirma que mais de 100 fabricantes ao redor do mundo demonstraram interesse no Android GO.

Resolvendo alguns problemas


O Android GO realmente tem o potencial de amenizar alguns problemas de atualização nos aparelhos de mais idade, mas nada parece ser 100%. 
Um dos impeditivos de atualizar aparelhos antigos é justamente que versões mais recentes do Android tendem a ser um pouco mais pesadas do que versões passadas para determinados hardwares, no entanto, mesmo com o Android GO, a famigerada fragmentação ocorrerá também conforme o tempo for passando, visto que desempenho não é o único empecilho.

Você pode saber mais sobre o Android GO neste site. O interessante é que mesmo que você compre um aparelho mais parrudo, com "Android normal", se desejar, você poderá instalar vários "Apps GO" diretamente da Google Play. Mas fica a dúvida, você compraria um Smartphone com Android GO?

Até a próxima!
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EUA agora tem o computador mais poderoso do mundo!

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terça-feira, 26 de junho de 2018

Existem muito menos supercomputadores no mundo do que os computadores tradicionais, que todos nós temos acesso, no entanto, basta um deles para ter mais poder computacional do que, muitas vezes, milhares de computadores tradicionais. Por muitos anos os supercomputadores Chineses figuraram entre os com maior poder computacional, mas eles acabaram de perder o posto.

O maior supercomputador do mundo roda Linux






Gastando mais de 200 milhões de dólares, o novo computador dos EUA chama-se "Summit", e supera o até pouco tempo mais veloz supercomputador do mundo da China, o  "Sunway TaihuLight", possuindo o dobro da sua velocidade.

Segundo o anúncio, o computador roda uma versão feita para ele do Red Hat Enterprise Linux (RHEL) e tem, em comparação, tamanho poder computacional no qual uma tarefa que levaria 30 anos para ser realizada em um tradicional computador de mesa, leva apenas 1 minuto nele.

Summit - Supercomputer
Summit do "The US Department of Energy (DoE)"


Para quem gosta de números, o "Summit" possui uma combinação de processadores IBM Powe9 com GPUs Nvidia Tesla, consumindo nada mais, nada menos, do que 13MW de energia!

O supercomputador possui 4.608 nodes, sendo que cada um deles contém:

- 2x 22-Core IBM Power9
- 6x Nvidia Telas V100

O que somando nos dá algo em torno de:

- 9,216 IBM POWER9 CPUs;
- 202,752 POWER9 cores;
- 27,648 NVIDIA  GPUs.

O computador (ou supercomputador) ainda tem 10 petabytes de memória e 250 petabytes de armazenamento, que são números completamente inconcebíveis para a maior parte dos seres humanos. Isso lhe da capacidade de processamento de incríveis 200 petaflops, ou 200 trilhões de cálculos por segundo.

Voltando ao Linux, talvez você saiba que o Linux é o único sistema operacional utilizado nos Top 500 supercomputadores do mundo, temos um artigo aqui no blog que te mostra isso, confira aqui.

Computadores poderosos como estes geralmente são aplicados em questões científicas, simulações, inteligência artificial, entre outras coisas.

Até uma próxima!

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Concorra a produtos Xiaomi! Diolinux Giveaway Banggood (POUCAS HORAS!)

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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Nós sempre estamos procurando formas de presentear os nossos grandes amigos que acompanham o blog e o canal Diolinux, por isso, graças a nossa parceria com a Banggood, você poderá concorrer a produtos excelentes da Xiaomi!

Sorteio Xiaomi Powerbank






Hoje você terá a oportunidade de concorrer a um Power Bank da Xiaomi com 20 mil mAh, um fone de ouvido da Xiaomi e também dois cabos USB da BlizWolf.

A promoção acaba amanhã no final do dia, então você precisa correr para participar! Felizmente, para entrar na promoção basta fazer o seu cadastro logo abaixo, informe nome e e-mail quando for solicitado e acesse as duas páginas da Banggood, também é necessário estar inscrito no nosso canal do YouTube para participar:

Caso não consiga visualizar o formulário de cadastro corretamente logo abaixo, visite esta página.



Giveaway Banggood - Diolinux

Os produtos sorteados são especificamente estes:

1° Xiaomi Powerbank: https://bit.ly/2JuaRAV
2° Xiaomi earphone: https://bit.ly/2JchHfn
3° USB Charging 0.3m:https://bit.ly/2Hisvmh
     USB Charging 1m:https://bit.ly/2M1mgGP

Aproveite e boa sorte!  :)

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Google lança app para podcasts, o Google Podcast

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A Google resolveu expandir a gama de serviços oferecidos e agora vai "atacar" no ramo de programas para podcasts. Ela veio com tudo com o seu aplicativo chamado Google Podcast.

Google lança app para podcasts, o Google Podcast






 Ele foi lançado nesta terça-feira (19) e já trazendo a sua marca registrada, o "tom" minimalista e de fácil manuseio e entendimento.

O player de podcast do Google traz as principais características dos melhores players do gênero, como reproduzir o episódio, pausar, retroceder 10s e avançar 30s, a velocidade de reprodução também pode ser ajustada, variando de 0,5x até 2x, além de mostrar os episódios novos, as artes dos canais e permitir o download dos episódios do seu podcast favorito para o seu Smartphone.

Em nosso canal do YouTube fizemos uma review do no App, detalhando as funcionalidades do Google Podcast, que você conferi no vídeo abaixo.

               

O Google Podcast é um app bem levinho, "pesando os míseros" 1 MB (isso mesmo que você leu rs), além de lançar novas funções nas próximas semanas como integração com o Google Assistente, com o Google Home e a implementação de inteligencia artificial para transcrever os áudios dos episodios em texto e "complementar" o mesmo com conteudo extra se baseando nos assuntos da capa.

Você pode fazer o download do aplicativo através deste link na Google Play
, usuários de iOS deverão esperar um pouco mais pelo App, que deve ser lançado nas próximas semanas.

Agora nos conte aí nos comentários se você ouve muitos podcasts e quais.

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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Você sabe o que é um repositório? (Linux)

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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Uma das missões que temos aqui no blog é simplificar o seu entendimento da tecnologia, especial a tecnologia Open Source e por consequência, o mundo Linux também. Existem muitos termos diferentes quando começamos a estudar sobre Linux, o próprio termo "Kernel" é incomum para a maior parte dos usuários comuns de computador, mas existem muitos mais, hoje vamos reservar alguns minutos para que você entenda o que é um "repositório".

O que é um repositório Linux






Segundo o dicionário, um repositório é: "um lugar onde se guarda, arquiva, coleciona alguma coisa." Podemos transportar esta explicação para o mundo dos softwares e teremos os chamados "repositórios de software". 

Os repositórios são muito comuns nas grandes distros Linux, você já deve ter ouvido falar que sistema como Ubuntu, Debian, SUSE, Red Hat, CentOS e muitos outros possuem seus próprios repositórios, sejam distros usadas em desktops, internet das coisas ou servidores de hospedagem ou qualquer outra atividade, todas possuem a sua "fonte de pacotes".

Como existem muitas distribuições, vamos pegar uma, o Ubuntu, para fazer um estudo de caso. No vídeo abaixo nos explicamos para você direitinho como funciona um repositório e quais são os tipos:


De forma simples de entender, os repositórios são servidores que hospedam os os pacotes de software de cada distribuição Linux, todo o conteúdo que você consegue baixar no seu computador através do terminal ou de uma loja de aplicativos vem de um destes servidores.

Quando a Canonical, a empresa que desenvolve o Ubuntu, deseja atualizar algum componente do sistema, basta subir uma nova versão do pacote para o repositório, e ele vai aparecer como uma atualização para você.

Para facilitar a organização, geralmente a distros dividem os tipos de pacotes em repositórios diferentes, como por exemplo (no caso do Ubuntu), o repositório "Multiverse", onde você encontrará apenas softwares de código fechado, como drivers de vídeo.

Mas apesar da existência de um servidor como repositório, geralmente é preciso de uma ferramenta que acesse os dados do servidor e baixe e instale os pacotes no seu sistema, para isso existem utilitários como o "apt" (sigla para advanced packaging Tool), que consegue buscar os pacotes no repositório e trazer para o seu sistema, para que, geralmente outro utilitário o instale, o dpkg.

Mirrors


O Canonical é uma empresa britânica, e seus servidores principais são hospedados geograficamente muito longe de nós, brasileiros. É aí que entram outros servidores que nos chamamos de mirrors.

Os mirros, ou espelhos, são servidores que basicamente copiam todo o conteúdo do repositório principal do sistema e estando mais próximos de nós, eles tendem a ter uma velocidade maior, permitindo que o download das aplicações seja mais rápido.

No mundo Ubuntu temos também os chamados repositórios PPA


PPA quer dizer “Personal Package Archives” e são originários do serviço de hospedagem e versionamento de software da Canonical, o Launchpad. Lá desenvolvedores podem colocar softwares para o Ubuntu e seus derivados, criando repositórios especiais para as aplicações que não fazem parte dos repositórios padrões do sistema.

Repositórios offline


Até agora eu falei de repositórios online, que são estes que são hospedados em servidores mundo à fora, mas um repositório de software não precisa ser online. Um exemplo legal disso é o Debian.  Se você já tentou baixar alguma vez o sistema, deve ter reparado que existem várias mídias de instalação.

A primeira mídia geralmente inclui o próprio sistema com alguns softwares básicos, porém, nas mídias seguintes você tem a versão offline dos softwares que compõem a distro, sendo um repositório offline de softwares.

O interessante das distros Linux, de forma geral, possuírem repositórios online, é que geralmente são as próprias empresas e sistemas que te oferecem, não somente os softwares que estão instalados na distro em si, mas também os disponíveis para instalar neste repositório de software.

Essa prática aumenta fortemente a segurança do sistema. O GIMP, o LibreOffice e o Firefox que você pode instalar no Ubuntu, para citar alguns exemplos, por mais que sejam feitos por comunidades e empresas terceiras, por serem software livre, são empacotados pela equipe da Canonical e distribuídos dentro do Ubuntu de forma semi-independente.

Por isso o LibreOffice que você pode baixar em formato .deb no site do software não é exatamente igual ao que você encontra no repositório do Ubuntu.

Espero que você tenha aprendido o que é um repositório, ajude a espalhar o conhecimento compartilhando este vídeo e não esqueça de verificar os links na descrição para maiores referência sobre o assunto.

Este conteúdo só foi possível graças aos nossos amigos e parceiros da HostGator, acesse este endereço para ter um oferta especial nos serviços de hospedagem da empresa.

Até a próxima!

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Top 5 cursos para APRENDER LINUX na Udemy

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quarta-feira, 20 de junho de 2018

A Udemy é uma das, se não for a maior, plataforma de cursos online que existem, porém, existem muitos cursos sobre todos os tipos de assuntos e é comum as pessoas se perguntarem quais são as melhorias opções para quem quer aprender sobre Linux. Bom, vamos ver se conseguimos resolver essa questão para você.

Cursos para aprender Linux






Hoje mesmo eu recebi alguns e-mails de pessoas que estão chegando no mundo Linux agora perguntando sobre cursos que é possível fazer. 

Minha resposta, ao menos por enquanto, é que não é necessário fazer nenhum curso se você acabou de chegar. Antes mesmo de iniciar um curso é importante você se familiarizar com algumas coisas, com alguns termos utilizados e entender como você irá aplicar o Linux no seu dia a dia, porém, essa não é uma verdade para todos.

Se você está chegando, ver os vídeos do canal Diolinux e ler os vários artigos aqui do blog pode te dar uma boa base para começar, mas...

Se está pronto para dar um passo além e busca utilizar Linux como sua profissão, fazer um curso pode ser algo extremamente bem-vindo, especialmente se ele for focado na área que você deseja.

Tecnologia de forma geral é algo muito abrangente e no mundo Linux não seria diferente, por isso, eu selecionei alguns dos que eu considero os melhores cursos disponíveis na nossa parceira Udemy, para que você possa fazer um belo desconto.

Pensando do lado profissional da coisa temos:

1 ꔷ Primeiros Passos no Linux - Conceitos e Principais Comandos

Este curso vai te ensinar a lidar com os comandos mais básicos no terminal Linux de forma genérica, além disso, você conhecerá também as principais interfaces, um pouco da história envolvendo Software Livre e Open Source, sendo considerado um curso introdutório.

2 ꔷ Terminal Linux, Shell Scripting e Gerenciamento de Redes

Subindo um pouco o nível, com este curso você aprenderá a usar os comandos aprendidos no primeiro curso e muitos mais para aprender a criar scripts para automatizar tarefas no Linux, além de passar pelo sistema de gerenciamento de redes. Além disso o curso possui módulos para quem deseja saber mais sobre particionamento de discos, configuração de usuários e mais.

Um curso para quem quer aprender a trabalhar com uma das mais famosas distros, aprendendo a instalar o Ubuntu, configurá-lo, etc. O curso ainda contempla a instalação de aplicativos, configurações do desktop e explora recursos do sistema para aumentar a sua produtividade.

4 ꔷ Kali Linux

O Kali Linux é a famosa distro para os hackers e estudantes de segurança da informação. O curso foca em uma aspecto diferente dos dois primeiros, onde os conhecimentos dos dois anteriores podem ser aplicados também.

Este curso pode te ajudar a conhecer um pouco mais do mundo de Pentest. Não creio que ele te torne um profissional do ramo, pois isso demanda algum tempo de experiência, mas ele pode te dar as diretrizes no assunto, além de ensinar a usar algumas ferramentas populares contidas no Kali. Acima de tudo, não esqueça de estudar segurança de forma mais ampla.

5 ꔷ Preparatório para Certificação Linux LPIC-1 e CompTIA Linux+

Dando um passo além novamente, temos o curso que vai te ajudar a se preparar para a sua primeira certificação Linux internacional. Além de treinar você em relação ao conteúdo das provas, este curso também lhe dá algumas dicas de como fazê-las e é, inclusive, um dos cursos mais vendidos da Udemy.

Existem muitos outros ótimos cursos para Linux disponíveis que focam em outros setores também, porém, podemos deixá-los para outro artigo aqui do blog.

Se você quer aprender Linux, aprender sobre tecnologia e se profissionalizar, considere acessar a nossa página especial de curadoria de cursos na Udemy, lá você encontra todos os cursos que nós consideramos de relevância nos mais diversos setores, de cursos envolvendo programação, design, inglês para profissionais de T.I. até desenvolvimento pessoal e marketing digital.

Aproveite as promoções e bons estudos!
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SUSE apoia o setor financeiro com infraestrutura definida por software Open Source

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terça-feira, 19 de junho de 2018

O setor financeiro vivencia o momento de transformação digital, com organizações mais automatizadas, sistemas interligados e clientes mais exigentes, visando novos modelos de gestão financeira mais confiáveis e escaláveis.  A SUSE, pioneira em software open source, atende às necessidades das instituições do segmento por meio de uma infraestrutura definida por software de código aberto, o que é possível devido às plataformas disponibilizadas pela empresa.

SUSE Linux






Desde 1992, quando a SUSE lançou sua primeira distribuição Linux - posteriormente nomeada como SUSE Linux Enterprise Server -, a empresa tem auxiliado a aumentar o nível de suporte de seus clientes com constantes melhorias realizadas no produto e em seus serviços. Este sistema operacional é um servidor open source seguro e de nível mundial. 

O SUSE Linux Enterprise Server ajuda na inovação para adaptar mais rapidamente às novas tecnologias, no aumento da confiabilidade do sistema e atende aos requisitos de segurança. Além disso, possibilita criar uma infraestrutura de TI ágil.

Junto com uma infraestrutura moderna, é necessário permitir o gerenciamento de dados – cada vez maiores das empresas – de forma a reduzir a complexidade e recuperar o controle. Por isso, uma das soluções recomendadas para o setor financeiro é o SUSE Manager, desenvolvido para Linux, que reduz o custo de gerenciamento de infraestrutura de TI, além de facilitar a adoção do DevOps. Esta solução única e centralizada ainda permite amplo gerenciamento dos sistemas Linux em qualquer plataforma, sejam contêineres, máquinas virtuais, físicas, em nuvem pública ou IoT.

Essas duas soluções permitem que a infraestrutura definida por software open source esteja de acordo com os requisitos de segurança de dados internos e externos, cada vez mais rígidas. Além de possibilitar a ampliação da base de clientes e a introdução de novos canais digitais, por meio da plataforma em nuvem.

Transformação digital na prática
Essas e outras soluções para a transformação digital da infraestrutura de TI apoiam o setor financeiro em uma solução inteligente de gerenciamento e armazenamento definida por software open source. Assim, as organizações conseguem se adaptar às demandas de dados, negócios em expansão e em constante mudança, de maneira escalável e resiliente, utilizando servidores comuns e unidades de disco tradicionais.

Na busca por manter altos padrões de serviço para seus clientes, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (SICOOB) - maior sistema financeiro cooperativo do Brasil - escolheu a SUSE como um dos parceiros estratégicos para modernizar a sua infraestrutura. O SICOOB buscava ampliar e otimizar seus serviços financeiros, levando com rapidez e segurança aos seus mais de 4 milhões de cooperados, os produtos oferecidos pelos grandes bancos de varejo do país.

“Em virtude da expansão dos negócios do SICOOB no território nacional, precisávamos adotar soluções robustas e escaláveis que propiciasse esse crescimento”, afirma o Diretor de Tecnologia da Informação, Antônio Vilaça Júnior, do Sicoob. À época, para expandir a capacidade de processamento da instituição, sempre era necessário o acréscimo de novos servidores físicos.

Esta expansão física aumentava a complexidade do gerenciamento e os requisitos de capacidade e resfriamento do data center – o que foi revertido com auxílio da implementação da infraestrutura definida por software disponibilizada pela SUSE.

Por exemplo, grande parte dos fluxos de trabalho é gerenciada pelo SUSE Manager, que oferece uma visão 360 graus e reduz consideravelmente o tempo e a complexidade da gestão de servidores e serviços. “A solução proporciona uma melhoria no índice de disponibilidade e automação, tornando o ambiente mais ágil e confiável, além de auxiliar na convergência tecnológica que o negócio necessita”, relata o Superintendente de Infraestrutura e Operações de TI, Dênio Rodrigues, do SICOOB.
As soluções da plataforma da SUSE são implementadas de modo simples e ágil, o que facilita a transformação do data center. E, o mais importante, os consultores da SUSE trabalham em conjunto com as equipes da empresa que contratou o serviço para que consigam conduzir as operações com as habilidades necessárias. Todas as soluções do portfólio da SUSE para a transformação digital das instituições financeiras serão apresentadas no congresso de tecnologia da informação para o setor, o CIAB Febraban 2018.

Fonte: SUSE Release de Imprensa.
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Conheça o novo ONLYOFFICE para Linux

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Quem gosta do ONLYOFFICE pode comemorar, a suíte acaba de receber uma nova versão com melhorias em vários detalhes, confira:

Conheça o novo ONLYOFFICE







Uma barra de ferramentas com abas, que era anteriormente disponível apenas em editores online, apareceu na versão 5.1 dos editores para desktop, dando um visual mais agradável.

A aplicação, que permite trabalhar com documentos de texto, planilhas e apresentações, adquiriu uma nova interface com abas. Agora as ferramentas são agrupadas em abas temáticas para uma navegação mais intuitiva.

ONLYOFFICE apresentações


Além disso, novas funções foram adicionadas. O processador de texto agora tem painel de navegação para o Índice (a função que está disponível na aba "Links"), e exportação para RTF. Todas as ferramentas para colaboração, incluindo revisão e comentários, foram movidas para a aba separada "Colaboração".

Entre as inovações no editor de planilhas temos 11 novas fórmulas e capacidades avançadas para formatar células, no editor de apresentações - a função "Colar especial" e "Comentários" não só para slides individuais, mas também para toda a apresentação, está presente.

ONLYOFFICE Editor de Planilhas

A aplicação é disponível para Windows, Mac OS e Linux, e também pode ser instalada via Snap. A versão portátil pode ser executada via AppImage.

Para baixar a nova versão basta acessar o site.

Até a próxima!
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Conheça o AUGLAMOUR GR-1

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Você está precisando de um amplificador portátil que seja poderoso e resistente? Então conheça o AUGLAMOUR GR-1.

Amplificador AUGLAMOUR






É difícil dizer o tipo de usuário que realmente precisa de um amplificador portátil, creio que os usuários que realmente precisam simplesmente buscam por este tipo de coisa, de modo que, se você realmente nunca pensou algo como "seria bom ter um amplificador aqui", produtos como o AUGLAMOUR GR-1 provavelmente não são para você.

Eu fiz o unboxing do produto no meu Instagram (me siga por lá se ainda não segue 👊):


Depois você pode conferir o teste que eu fiz com ele no canal Diolinux no YouTube:



De fato ele possui uma construção muito especial. A junção de design com resistência e qualidade sonora acabou me conquistando, dando uma diferença considerável da hora de ouvir as músicas, especialmente amplificando à partir do celular.

Eu adquiri ele na loja CAFAGO, uma das empresas que tem uma boa relação conosco há um bom tempo, porém, infelizmente ele não estava mais à venda (em estoque) no momento no vídeo, por isso eu pedi para que eles oferecessem alguns cupons de descontos para que vocês pudessem comprar alguns produtos equivalentes:

XU09 Hi-Fi Headphone Amplifier 
Preço: € 15.82
Cupom: L3878V
Até: 2018.6.30
https://goo.gl/iBMgDV

FX-AUDIO DAC-X6 Mini HiFi 2.0 Digital Audio Decoder
Preço: € 49.99
Cupom: L4355V
Até: 2018.6.30
https://goo.gl/NAN4S9

No entanto, sinta-se livre para pesquisar no mercado pelo AUGLAMOUR GR-1, ele é realmente muito bom e certamente você ficará satisfeito, ele custou cerca de R$ 240,00 e não foi taxado, de forma que eu recebi através do Correio em minha casa sem maiores despesas, porém, tive de esperar cerca de 60 dias.

Até a próxima!
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Jogue TrackMania Nations Forever no Linux via SNAP

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

O jogo de corrida gratuito TrackMania Nations Forever desenvolvido pela Nadeo, que faz os jogos Shootmania Storm, Virtual Skipper 5 e a séria de corrida TrackMania, poderá ser instalado no Linux graças aos pacotes Snap.

Jogue TrackMania Nations Forever no Linux via SNAP






 Antes de falar de como instalar esse game via Snap, vamos relembrar como instalar o suporte a pacotes Snap na sua distribuição, para isso temos um post especial aqui no blog Diolinux com o " Manual dos pacotes Snap". Lembrando que a partir do Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18.2 e Fedora 24 o snapd já está nos repositórios oficiais, só precisando instalar o daemon para funcionar.

Para instalar o daemon snapd no Ubuntu/Mint/Debian, abra o terminal e digite o seguinte comando:
sudo apt install snapd 
E para instalar o daemon snapd no Fedora e derivados:
sudo dnf install snapd
Feito esse processo, agora vamos dar o comando para a instalação do jogo em si, que é muito simples bastando digitar o seguinte comando no terminal:
 snap install tmnationsforever --edge
Depois do processo anterior se abrira uma janela onde será baixado o jogo e posteriormente ocorrerá a instalação dele. Esse processo pode demorar um pouco, vai depender da sua internet e do seu computador.

Para quem usar placas de vídeo da NVIDIA, é recomendado utilizar o driver proprietário na versão 390, pois na versão 396 não está compatível ainda.

Essa versão do jogo no formato Snap foi criado pelo desenvolvedor Martin Wimpress e pelo engenheiro de software Alan Pope, ambos da Canonical, em um projeto que eles chamaram de "um projeto de final de semana nas férias", e ainda deu a seguinte declaração:

" Além de ter um jogo legal do Windows, ele fica confinado para não mexer em qualquer coisa do WINE que você já tenha configurado. O Snap de tmnationsforever também é um modelo no qual qualquer pessoa pode criar snapshots de jogos e aplicativos compatíveis com o WINE."

Para quem quiser dar um feedback ao projeto pode acessar esse link do Fórum do Snapcraft e ajudar. E quem quiser criar o seu próprio instalador de algum jogo pelo Snap com o Wine, tem a "receita" no Github.

E conte aí nos comentarios se você conseguiu instalar o jogo e se já esta acelerando nas pistas. =)

Espero você até uma próxima e um forte abraço.

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A Total War Saga: Thrones of Britannia agora disponivel para Linux

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mais um jogo do grupo "Triple A" chega nas terras do pinguim, através da Feral Interactive podemos agora jogar o game A Total War Saga: Thrones of Britannia. O game se passa na Inglaterra no período das invasões vikings.

A Total War Saga: Thrones of Britannia agora disponível para Linux






O lançamento aconteceu nessa quinta-feira (5) e foi recebido com bastante entusiamo pela comunidade Linux para esse "Triple A" da serie Total War Saga.

Com isso a Feral Interactive traça um objetivo bem claro para os seus portes de games Windows para Linux, a utilização total do Vulkan ao invés do OpenGL.

Com esse novo game a Feral confirma o que já vinha fazendo nos games portados, a priorização do Vulkan neles como aconteceu no Mad Max, nos Tombs Raiders e nos jogos de F1.

As configurações mínimas que a Feral recomenda são:

 ● Intel Core i3-2100 ou equivalente da AMD;

 ● Placa de vídeo uma Redeaon 285 de 2GB ou superior ou uma NVIDIA GTX 680 de 2GB ou superior. E ter suporte para VULKAN;

 ● 8GB de memoria RAM;

 ● 15GB de espaço livre em disco.

E para quem tem placas de vídeo AMD precisa ter o MESA driver 18.0.4 e quem tiver placas de vídeo da NVIDIA ter o driver mais recente instalado, que hoje é a versão 390.59.
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Winepak - A junção dos pacotes Flatpak com o WINE

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terça-feira, 12 de junho de 2018

Os pacotes Flatpak vem se tornando mais populares a cada dia e novos projetos começam a surgir usando as suas tecnologias. Conheça hoje o Winepak.

Winepak Linux Flatpak






Pacotes Flatpak (e Snap) são assuntos recorrentes aqui no blog e no canal também, eu realmente acredito que através deles nós teremos o futuro das aplicações Linux. Muitas pessoas ainda argumentam contra os formatos por eles possuírem maiores tamanhos e ocuparem mais espaço em disco e alguns casos onde visual das aplicações deixa a desejar, no entanto, se formos fazer uma tabela, a coluna de vantagens é maior.

Uma das prerrogativas de um Flatpak é colocar todos os componentes de que o software precisa para rodar dentro de um único pacote, eliminando problemas de dependências, assim como acontece no macOS, nos Snaps ou nos AppImage. Enquanto você compara apenas com outros Apps que são distribuídos de forma tradicional também, como o GIMP, você pode ver menores vantagens, mas isso muda drasticamente com apps de terceiros.

Uma empresa que queira dar suporte para Linux não precisa mais se preocupar em entender como cada distro funciona e trata as aplicações, basta fazer um Flatpak e ele rodará em todos os sistemas.
Atualmente as empresas geralmente escolhem algumas distros apenas para dar suporte por conta disso, como acontece regularmente com o Ubuntu.

Winepak


Estendendo estas possibilidades, surgiu um projeto chamado Winepak, focando em jogos inicialmente, mas que também pode ser usado com outros softwares.

Se você já tentou instalar um game ou software um pouco mais complexo no Linux via Wine, ou seja, um software de Windows, deve ter reparado que invariavelmente existem configurações, pacotes a serem baixados, bibliotecas e mais. 

Me diga, o que você acha de deixar tudo isso para traz e simplesmente baixar o software como se fosse nativo? Sonho?

Bom, é basicamente isso que o projeto Winepak faz. Ele pega uma versão do Wine compatível com o software em questão, adiciona todas as configurações e ajustes e você já pode utilizar.

Fortinite no Linux

Jogos populares como Fortinite, OverWatch, WoW, LoL e até o emulador de Wii U, o CEMU, estão sendo portados via Winepak. Nem todos os projetos estão no repositório atualmente, mas muitos já funcionam.

Veja o LoL instalado via Winepak no meu Linux Mint 18.3.

Linux Mint LoL via Winepak

E é fácil mesmo?


Pior que sim! Na verdade o único passo "difícil" é adicionar os repositórios Flatpak.

No terminal cole os seguintes comandos (necessário ter o flatpak previamente instalado):

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://dl.flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

flatpak remote-add --if-not-exists winepak https://dl.winepak.org/repo/winepak.flatpakrepo

Depois de adicionados os repositórios, você pode adicionar as aplicações usando um comando como:
flatpak install winepak tld.domain.Application
No entanto, no Linux Mint a coisa fica muito interessante graças a nova loja de Aplicativos, ao acessá-la você verá a sessão Flatpak, dentro dela, depois de adicionar o repositório, os pacotes aparecerão disponíveis assim:

Linux Mint Winepak

Basta clicar no App que você quiser instalar e instalar normalmente, clicando no botão "instalar" e digitando a sua senha, se solicitado. 

Como os pacotes de jogos tendem a ser grandes, pode demorar um pouco, então é só esperar pacientemente.

Não cheguei a testar, mas imagino que haja integração com o GNOME Software ou o Discover do KDE Plasma também.

Se este projeto realmente for levado a sério, os problemas de configuração de aplicativos via Wine estão praticamente acabados.

Para saber mais sobre o Winepak consulte o GitHub.

Até a próxima!
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