Julho 2018 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Participe do sorteio de um Smartphone Doogee Mix 2 no Padrim do Diolinux

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terça-feira, 31 de julho de 2018

Todos os meses nós presenteamos aqueles que nos apoiam através do Padrim e no próximo mês, teremos um prêmio especial, um Smartphone Doogee Mix 2!

DOOGEE MIX 2 SOrteio no Pádrim






Há alguns dias eu fiz a review do Doogee Mix 2 no canal, ele se mostra um Smartphone competente para as atividades de várias pessoas, para mais informações sobre ele, recomendo conferir o vídeo logo abaixo:


Como eu mencionei no vídeo, o Doogee Mix 2 não ficará mais comigo, ele será sorteado para um dos nossos queridos amigos do Padrim.

Desde que eu reformulei o Padrim do Diolinux, não tinha feito nenhum artigo aqui no blog para explicar como ele funciona e qual é a proposta.

Ao acessar padrim.com.br/Diolinux você verá a estrutura do projeto e as nossas propostas, assim como as recompensas que os apoiadores recebem, dentre elas, acesso ao nosso grupo privado no Telegram, onde os padrinhos podem interagir diretamente com as pessoas que fazem o blog e o canal, além dos outros padrinhos, é claro. 

Neste grupo os padrinhos e madrinhas geralmente tem acesso a conteúdos exclusivos dos bastidores do Diolinux, participam de enquetes e de sorteios, como é o caso do Doogee Mix 2.

Para participar do sorteio do Smartphone no próximo mês você deve se tornar padrinho ou madrinha ainda neste mês, pois as recompensas sempre são entregues no mês seguinte, quando o apadrinhamento é confirmado.

Quanto custa?


Provavelmente menos do que você pensa. Apenas 1 Real. Sim, você não leu errado, realmente é apenas R$ 1,00. Muitos padrinhos escolhem apadrinhar com valores maiores, mas isso é completamente opcional e não traz nenhum outro benefício prático, a não ser a nossa gratidão àqueles que nos ajudam a manter tudo por aqui funcionando.

Você pode deixar de apadrinhar o projeto quando quiser também sem complicação. :)

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco por e-mail, mas certifique-se de ler antes a nossa proposta no Padrim, especialmente a sessão de FAQ, muito provavelmente você encontrar a resposta para sua pergunta por lá.

Até a próxima!
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Linux Mint Debian Edition (LMDE) 3 "Cindy" Beta está disponível para download!

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A nova versão do Linux Mint (Debian Edition), também conhecida pela sigla "LMDE", está chegando a uma nova release e agora você pode testar o Beta da versão 3 com Cinnamon.

Linux Mint Debian Edition 3 Beta





A versão 3 do Linux Mint Debian Edition (LMDE) chegou ao seu Beta, o momento em que usuários mais experientes são convidados a participar da campanha de "caça a bugs" para o lançamento da versão final, que recebeu o codinome de "Cindy".

O LMDE, para você que não conhece, é o Linux Mint com praticamente todas as suas ferramentas tradicionais, só que baseado no Debian, ao invés do Ubuntu, como na versão principal. O LMDE também é desenvolvido pela mesma equipe do Linux Mint e é uma das versões oficiais da distro, no entanto, ele não recebe a mesma urgência de desenvolvimento que a versão baseada no Ubuntu (ao menos no momento), o que não significa que ele seja feito "de qualquer jeito" também, mas um bom exemplo disso é que ele está saindo praticamente um mês depois do lançamento da versão 19 do Mint "tradicional".

A versão "Debian Edition" do Linux Mint é considerada por eles uma "distro de backup" para o projeto, caso, por qualquer motivo, a versão com base Ubuntu se torne inviável. O objetivo da distro também é, como os desenvolvedores deixam claro na nota oficial, provar para eles mesmos que seria possível fazer o Linux Mint sem o Ubuntu e entender quanto trabalho eles teriam para colocar o sistema para funcionar caso o Ubuntu "desaparecesse".

Você pode encontrar as notas de lançamento da versão LMDE 3 Beta neste endereço. É importante conferir as notas para conhecer os bugs já reportados e os que estão ainda em aberto, assim como as correções possíveis para problemas já identificados, para fazer o download da versão basta acessar este link, onde você encontra as ISOs para download direto e também o torrent.

Para rodar o LMDE você precisa de no mínimo:

- 1GB RAM (recomendado 2GB);
- 15GB de espaço em disco (recomendado 20GB);
- Resolução mínima de 1024×768

As ISOs de 64 bits são recomendadas para computadores mais modernos, de 2007 em diante, e conseguem bootar em computadores que usem UEFI ou BIOS, já a versão de 32 bits é recomendada apenas para processadores de 32 bits, em computadores mais antigos e só consegue trabalhar com BIOS.


Conte pra gente, você gosta de usar a versão Debian do Linux Mint? Qual a sua experiência com o LMDE?

Até a próxima!
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Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux

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No começo desse mês foi lançada uma versão do cliente Steam para Windows empacotado via Snap, rodando em cima do Wine, permitindo que alguns games de Windows da Steam sejam rodados no Linux.


Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux





O pessoal da Snapcrafters criou um snap com a versão de Windows da Steam rodando na versão 3.10 staging de 32 bits do Wine, configurado para rodar como uma versão do Windows XP.

Antes de instalar esse snap, vamos relembrar como instalar o suporte a pacote Snaps na sua distribuição, para isso temos um post especial aqui no blog Diolinux com o " Manual dos pacotes Snap", lembrando que à partir do Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18.2 e Fedora 24 o snapd, ferramenta que permite a compatibilidade com os pacotes snap, já está nos repositórios oficiais, só precisando instalar o daemon para funcionar.

Para instalar o daemon snapd no Ubuntu/Mint/Debian, abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt install snapd 

E para instalar o daemon snapd no Fedora e derivados:

sudo dnf install snapd


Agora vamos instalar o SteamForWindows e logo em seguida vamos reiniciar ele com os seguintes comandos:

sudo snap install steamforwindows --edge

snap connect steamforwindows:joystick

sudo snap refresh steamforwindows

Depois do processo anterior se abrirá uma janela onde será baixado e atualizado o cliente da Steam, posteriormente ocorrerá a instalação dele. Esse processo pode demorar um pouco, dependendo da velocidade da sua conexão com a internet e do seu computador.

Vale lembrar que é este programa ainda é considerado um "Beta", de modo que ainda serão feitos vários ajustes, como mudar a versão padrão do Windows, como do XP para o 7 e assim dar suporte para mais jogos. Além de poder dar suporte a versão 64 bits do Wine e do Windows.

Conte-nos aí nos comentários qual game você gostaria de ver portado para Linux.

Um forte abraço, até uma próxima.
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Governo do Reino Unido cria extenso material sobre segurança no uso do Ubuntu

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Software utilizado por órgãos públicos pode ser complicado. O ideal é que ele seja gratuito, para não onerar a população através de impostos, é interessante que ele seja aberto a modificações e seguro, também é interessante que exista um órgão ou empresa a qual recorrer em caso de necessidade de suporte, mas que, ainda assim, seja possível treinar a sua própria equipe para cuidar de todas as estações. Definitivamente não é simples.

Dicas de segurança para o Ubuntu


É fácil observar que dentro destes requisitos o Ubuntu se encaixa muito bem, ainda mais por ser um sistema originário do Reino Unido (UK), entretanto, o Ubuntu possui uma configuração genérica, que permite customização, é claro, mas que foca em um público com necessidades mais generalizadas, incluindo o quesito segurança, assim como as demais distros com focos similares. Por conta disso, o governo do Reino Unido decidiu criar um guia de ajustes que devem ser implementados para que o Ubuntu fique dentro dos padrões de segurança que eles desejam.

Por que isso é interessante?


É interessante porque através de um guia como este você pode tirar várias dicas interessantes de segurança e privacidade para usar no seu computador ou no computador da sua empresa ou clientes.

A lista é "pra lá" de longa e você pode conferir ela de forma completa aqui, focando-se no Ubuntu 18.04 LTS. 

O que podemos fazer é apontar alguns pontos interessantes mencionados no documento:

- Dicas de instalação de softwares do repositório, incluindo e preferindo Snaps;

- Dicas de configuração do usuário, como alterar configurações para que arquivos binários não possam ser executados localmente sem maiores permissões;

- Configuração de privacidade, desabilitando a coleta de dados por pacotes do Ubuntu e ajustando as senhas, assim como, desabilitando o Apport;

- Desabilitando o acesso ao Shell pelo usuário comum, entre muitas outras coisas.


Vale a pena conferir a lista completa para ter uma noção das rotinas de segurança aplicadas e colocar em prática o que lhe for conveniente. Agradeço ao nosso leitor Léo Oliveira, que nos enviou a informação e ajudou a produzir este material.

Boa parte do material produzido pelo governo de lá também foca em mostrar que a estrutura por completo precisa ser sólida, não basta apenas ajustar a distro dos desktops e servidores, mas a infraestrutura, contendo firewalls e outras camadas adicionais de segurança também é um ponto de extrema importância, além do treinamento do usuário.

O que você achou da lista? Vai implementar alguma dica do seu(s) Ubuntu(s)?

Até a próxima!
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Lista dos games para Linux em 2018

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sábado, 28 de julho de 2018

Já se foi o tempo em que "Linux não tinha jogos" ou "Linux não roda jogos". Isso vem caindo gradativamente a cada ano, graças a esforços de empresas como a Valve (dona da Steam), GoG, Nueevem e da Feral para que jogos inicialmente feitos para Windows, rodem em ambientes Linux.

Lista dos games para Linux em 2018






Outra iniciativa que tomou conta de 2018, foi a popularização da API gráfica VULKAN, que traz inúmeras melhorias para os jogos e também sendo multiplataforma, isso ajuda os "devs" a portarem mais facilmente os jogos para as diversas plataformas, como Linux, Windows e macOS

Hoje vamos mostrar alguns games que já foram lançados para Linux e quais ainda vão ser. A lista tá bem bacana com destaque para dois jogos do estilo Battle Royale.

Vamos começar com os títulos que já foram lançados:

 Warhammer 40,000: Gladius - Relics of War
⏺ Surviving Mars
⏺ Horizon Chase Turbo
Rise of the Tomb Raider
⏺ Northgard
Cultist Simulator
Overload
Total War Saga: Thrones of Britannia
Pillars of Eternity II: Deadfire
The Station
Ion Maiden (preview campaign)
Dead Cells (early access, lançamento da versão final em breve)
⏺ Ruiner
For The King
⏺ Iconoclasts
Neverwinter Nights: Enhanced Edition
N++
Battle Chasers: Nightwar
Full Metal Furies
Wizard of Legend

Como uma menção honrosa, temos o beta do Turok 2: Seed of Evil, Desperados - Wanted Dead or alive, POSTAL Redex, SEGA Mega Drive and Genesis Classics e muitos outros que fazem os portes dos seus jogos para Linux.

Na outra parte da lista, vamos mostrar alguns títulos que estão com os seus lançamentos previstos para o segundo semestre deste ano (2018) e começo do ano que vem (2019). Os jogos são:

Crazy Justice (Battle Royale)"Entre 20 de Julho - 30 de Julho";
⏺ Two Point Hospital - 30 de Agosto;
Life is Strange: Before the Storm - Porte feito pelo time da Feral;
Total War: WARHAMMER II - Porte feito pelo time da Feral;
Mavericks (Battle Royale) - Final de 2018 - Começo de 2019.

Também fizemos um artigo mostrando 7 sites/lojas que vocês podem comprar jogos para Linux e ter algumas horas de diversão.

Bom, essa lista pode ficar interminável conforme o gosto de cada um, pois em cada categoria de jogo pode haver o seu preferido e nessa lista só mostramos alguns jogos importantes. Mas conte aí nos comentários qual game você gostaria de ver portado para o Linux.

Um forte abraço, até uma próxima.
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TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux

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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Nos dias de hoje a produtividade é um fator essencial, tanto no ambiente de trabalho, quanto no pessoal, tornando assim o seu dia a dia mais eficaz. Pensando nisso vamos mostrar 7 aplicativos que vão te ajudar a fazer todas as suas tarefas e otimizar o seu tempo.

TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux.






1 - Primeiro vamos mostrar um complemento para o Google Chrome e outro para o Mozilla Firefox, que são respectivamente Go PiP (Chrome) e Floating for YouTube (Firefox e Chrome).

Esse complemento permite que você assista vídeos do YouTube e NetFlix em uma janela em pop-up, assim podendo continuar os seus afazeres. Fizemos um vídeo lá no canal explicando melhor e nele tem os links para baixar o complemento

              

2 - O segundo aplicativo da lista já deu as caras aqui no blog, estamos falando do Franz, um agregador de serviços de mensagens como Web WhatsApp, Telegram, Slack, Skype, Messenger, Discord, Hangouts, entre outros. Ele pode ser instalado via pacote .deb ou ser utilizado via AppImage (caso você não use uma distro base Ubuntu ou não queira instalar ele no seu computador). Você pode baixar os pacotes do site oficial acessando esse link.

TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux.

3 - O terceiro item da nossa lista é um organizador de "post it" (notas rápidas), que vai ajudar (e muito!) quem precisa ver várias anotações para poder se organizar no dia a dia. Estamos falando do Simplenote ( que já deu uma passadinha aqui no blog) e se mostrou uma alternativa ao Evernote e ao Google Keep. Tendo uma interface simples e intuitiva, você não vai ter problemas em adaptar-se a ele. Para baixá-lo basta acessar esse link e escolher o formato que preferir.

TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux.


4 - No quarto item, temos uma ferramenta para "Screenshots" ("fotos da tela", na tradução livre), que conta com inúmeras ferramentas que vão lhe ajudar a colocar um texto, uma marcação de um item na tela ou o que a sua imaginação quiser. =). O nome deste App é o Shutter, que já fizemos um artigo no site explicando como habilitar a edição no Linux Mint, vale a pena conferir.

TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux.

5 - Você também pode baixar ele na loja de aplicativos da sua distro preferida, basta procurar por "shutter". Se preferir baixar o aplicativo de forma independente, basta acessar o site.

Na quinta posição temos o Dropbox, um dos aplicativos de armazenamento em nuvem mais populares do mundo, ao lado de Google Drive, One Drive, entre outros. Ele é muito simples de se utilizar e possui uma boa integração com os gestores de arquivos mais famosos no mundo Linux.

A instalação não poderia ser mais simples, procure por "dropbox" na loja de aplicativos da sua distro e instale, se você preferir, também é possível fazer o download do Dropbox diretamente do site oficial com pacotes prontos para instalar dando dois cliques nas principais distros Linux.

TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux.



6 - Em sexto lugar, temos a dica de um player realmente "campeão" e "polivalente", estamos falando do VLC Player. Esse player literalmente abre qualquer formato de vídeo e áudio, ou chega muito próximo disso. Com uma interface bem simples e intuitiva, você pode além de ouvir músicas e ver vídeos, também usar um link do YouTube e ver nele (via streaming). O VLC tem muitas funcionalidades que fica até difícil de listar, por ser este"canivete suíço" de funcionalidades, ele certamente merece estar nesta lista. Fizemos um artigo de como instalar a ultima versão dele no Ubuntu e no Mint que você pode conferir acessando esse link. Se preferir baixar no site dele, é só acessar esse link.


TOP 7 de aplicativos para a sua produtividade no Linux.


7 - Na sétima e última posição, vamos citar um aplicativo para agilizar as suas buscas tanto dentro do sistema quanto na internet, o nome do aplicativo é CEREBRO. Ele se assemelha muito ao Spotligh do macOS e também ao Synapse. temos um vídeo no canal mostrando como usar o CEREBRO, confira logo abaixo.


             

Bom, espero que tenha gostado da lista e ter ajudado um pouco na sua produtividade. Mas conte aí nos comentários qual programa você acrescentaria nessa lista.
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Veja como instalar o Krita 4.04 no Ubuntu 18.04 LTS e Mint 19

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terça-feira, 24 de julho de 2018

No post de hoje, vamos ensinar como instalar o programa para desenho open source  gratuito, o Krita, ferramenta essa vem ganhando espaço entre os profissionais da área de desenho.







O Krita teve uma nova versão lançada recentemente, a versão 4.0.4, com varias correções e melhorias, entre elas estão:

Correção na escolha de cores ao clicar duas vezes;

⏺ Permitir configurar o ângulo multibrush em frações;

⏺ Remoção de atalhos de ferramentas de texto obsoletos;

A não utilização do nome do arquivo como tag automaticamente;

⏺ entre outros.


Vamos mostrar como adicionar o PPA oficial do projeto e assim instalar a ultima versão dele no Ubuntu e seus derivados, como Linux Mint. Vamos abrir o terminal e digitar os seguintes comandos a seguir. Para adicionar PPA sem usar o terminal temos esse artigo no site.

Primeiro vamos adicionar o repositório:

sudo add-apt-repository ppa:kritalime/ppa

Agora vamos atualizar o sistema e em seguida instalar o Krita:

sudo apt-get update && sudo apt-get install krita -y

Para instalar a tradução (se precisar), basta digitar o seguinte comando:

sudo apt-get install krita-l10n

Agora é só esperar o processo de instalação terminar e depois digitar "Krita" na dash do seu Ubuntu 18.04 LTS ou procurar no menu do seu sistema.

Se preferirem podem baixar no formato AppImage também, que pode ser encontrado no link do site deles.

Conte aí nos comentários o que você achou da nova versão do Krita. =)

Até uma próxima e um forte abraço.
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Como você pode investir em Bitcoins sem gastar nada? #DesafioInvestidores

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Se você sempre teve interesse em Bitcoin, mas também tem receio em gastar com isso, agora você pode ter a experiência de um investidor com a vantagem de não ter que pagar nada do seu bolso!



Quando falamos em investimento com Bitcoins ainda existem muitos mitos sobre o assunto que acabam nos dando um pouco de medo e insegurança em investir nessa Criptomoeda. Você já deve ter visto no canal, ou até mesmo aqui no blog que estamos participando do "desafio investidores" juntamente com a Atlas Quantum. Produzimos diversos conteúdos falando sobre Criptomoedas e Bitcoins no canal para que você possa entender do que se trata e escolher a melhor forma de investir.


Mesmo com diversos conteúdos e até mesmo cursos sobre as Criptomoedas, a incerteza e insegurança quanto a perdas e ganhos desse tipo de investimento ainda é algo que pode lhe deixar em dúvida, afinal, ninguém gosta de perder dinheiro. Por isso na segunda parte deste projeto da Atlas Quantum, você pode se tornar um investidor de forma gratuita, para que possa experimentar como o mundo das criptomoedas funciona sem se preocupar em perder dinheiro, e não, não tem nada de mais e nada mirabolante.

Tudo o que você precisa fazer, é entrar nesse link, fazer um pequeno cadastro e ficar ligado lá no site da Atlas. Todos os dias vão aparecer perguntas aleatórias em horários aleatórios e se você for uma das 400 primeiras pessoas a responder corretamente às perguntas, você ganha R$100 em Bitcoins para resgatar na plataforma da Atlas. Assim, você já pode começar a fazer suas Bitcoins renderem sem gastar nada e ver se realmente vale a pena investir mais nesse tipo de coisa, afinal, é um decisão única de cada pessoa.

Creio que esta seja forma interessante de explorar este cenário sem submeter parte do seu orçamento e ainda que sabe ganhar algum valor.

Essa campanha está disponível por tempo limitado, então corra e acesse o site da Atlas Quantum, responda as perguntas para receber o prêmio e lembre de selecionar o nosso #timeDiolinux, contamos com o seu apoio!

Boa sorte! :)
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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Como trabalhar com "SWAP FILES" no Ubuntu

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domingo, 22 de julho de 2018

Há algumas releases  o Ubuntu abandonou o sistema de SWAP via partições para usar SWAP via arquivo, isso permite uma maior maleabilidade sem precisar ficar alterando o particionamento do seu sistema e hoje você vai aprender a manipular o novo formato de SWAP.

Como manipular SWAP em arquivos






Antes de começarmos o tutorial em si, acho conveniente falarmos um pouco mais sobre SWAP, para isso recomendo a leitura de um artigo já antigo aqui do blog, mas ainda válido, é só clicar aqui, dar uma lida e depois voltar pra cá! 😉

Para sintetizar um conhecimento básico, SWAP é um termo usado para referenciar o mecanismo de "troca" que existe entre o armazenamento do  seu computador e a memória RAM. Usar SWAP pode ser útil em vário cenários e tudo depende de como você usa o computador.

Quando usar SWAP?


SWAP só será útil se você é tipo de usuário que costuma lotar a sua memória RAM utilizando aplicações pesadas, que por si só, ocupam uma boa fatia da sua RAM. Nominadamente eu poderia comentar sobre editores de vídeo, pessoas que usam muitas máquinas virtuais e assim por diante.

A SWAP também pode ser útil se você é do tipo que gosta de hibernar o seu computador, assim os dados que estavam na memória RAM podem ir para a SWAP temporariamente. Muita gente que reclamou sobre "meu Linux não volta da hibernação", provavelmente não estava usando a SWAP corretamente.

Quanto usar de SWAP?


Em todos esses anos, nessa indústria vital, eu nunca consegui encontrar uma discussão sobre isso com 100% de consenso, de modo que eu realmente não espero conseguir isso com este artigo, mas podemos tentar usar o bom senso.

Posso falar pela minha experiência, já usei computadores com muita SWAP, pouca SWAP, nenhuma SWAP e você pode ter boas experiências em todos os casos.

Quando você tem pouca memória RAM, a SWAP pode ser uma amiga muito interessante, especialmente no caso de você ter um SSD, que por definição, tende a ser mais veloz que um HD tradicional. 

Mesmo que você use um pouco mais o SSD do que usaria caso a SWAP não estivesse presente, o impacto na vida útil dele deverá ser pouco relevante, tanto que as distros (como o Ubuntu) agora estão colocando a SWAP dentro de um arquivo, independente do dispositivo de armazenamento que você use

Vamos ficar hipotéticos aqui para você ter uma noção: Se eu tivesse um computador com 4GB de RAM e usasse ele para navegar na internet, trabalhar com documentos e planilhas e editar imagens (ou seja, fazer um blog como este), colocaria 2GB de SWAP. Se eu utilizasse esse mesmo computador para edição de vídeo também, colocaria ao menos 4GB de SWAP.

Atualmente eu trabalho com uma estação de edição com 16GB de RAM e trabalho com 2GB de SWAP que raramente são utilizados.

Então, tudo depende do caso. 

Você hiberna o seu computador? Então a SWAP deve ter espaço suficiente para comportar o seu load de RAM atual. Se você for hibernar um computador que está rodando com 12GB de RAM utilizada, pode ser interessante ter uma SWAP de igual proporção ao menos, ou, claro... fechar umas aplicações antes de hibernar o computador, afinal, quanto mais SWAP você colocar, menos espaço você terá no seu disco para armazenamento. A "escolha de Sofia" é sua, analise o que será mais importante para você.

Da mesma forma, caso você use um computador de 4GB para tarefas básicas, como navegação na internet por exemplo, me arrisco a dizer que usar o sistema sem SWAP não vai te impactar tanto, desde que você não hiberne o computador. Mais uma vez, depende o seu perfil de uso. 

Geralmente as distros tentam "chutar" um valor que deve atender a maior parte das pessoas, o Ubuntu 18.10 Cosmic (Development Branch) por exemplo, adicionou um arquivo SWAP de 2GB em uma instalação que possuía 4GB de RAM físicos no meu último teste.

Para você ter uma ideia, eu estou com "muita coisa" aberta agora no Linux Mint, incluindo uma máquina virtual, Telegram, Dropbox, Chrome com 5 abas abertas, Spotify, etc, etc. E ainda assim a SWAP nem sequer está ativa nesta máquina com 16GB de RAM:

Configuração de SWAP

E por último, vale considerar também a configuração de "swapiness", que faz referência ao percentual de memória ocupada que dispara o gatilho para o uso da SWAP.

Trabalhando com SWAP Files


Particularmente eu achei interessante a mudança, ainda que ter uma memória SWAP em uma partição também possa ser útil em algumas aplicações. Um caso simples de exemplificar é a utilização de múltiplas distros Linux no mesmo computador que podem compartilhar a mesma SWAP, com SWAPFILES isso não é possível, você gasta mais armazenamento para ter o mesmo efeito.

É claro que existem pontos positivos, um deles, talvez o principal, é a maior facilidade para manipular o arquivo de SWAP, afinal, ele é um arquivo como qualquer outro, permitindo que você o apague, crie, e altere para o tamanho que você necessitar sem precisar alterar as partições, que é sempre uma operação mais delicada.

Configuração de SWAPFILES

Você encontrará o arquivo "swapfile" dentro da raiz do seu sistema, no caso o Ubuntu (tem de se observar se o seu sistema usa SWAPFILES). Observando as propriedades dele você observará que ele tem o tamanho da SWAP exibida, por exemplo, no seu "monitor do sistema".

Vamos fazer um exercício aqui de apagar este arquivo e criar um novo com um tamanho diferente, assim você aprenderá todo o processo e poderá usá-lo conforme a conveniência.

Vamos o terminalzinho, o seu amiguinho


O primeiro passo é desativar a SWAP, tenha certeza de que a sua memória SWAP não contém arquivos, ou seja, é melhor fazer o procedimento sem outras aplicações abertas. O procedimento à seguir também considera "swapfile" como o nome do arquivo de swap, que pode ser qualquer outro, então procure observar. 

Primeiro vamos desligar o SWAP neste arquivo:
sudo swapoff /swapfile
Agora que ele não está mais em uso, seu sistema está sem SWAP e ele é apenas "mais um arquivo", que você pode remover sem problemas assim:
sudo rm /swapfile 
Agora podemos criar um novo arquivo com o tamanho que quisermos para usar como SWAP, a diferença é que você não pode simplesmente criar um arquivo qualquer, ele precisa se um arquivo com espaço pré-alocado, afinal, ele precisa ter o tamanho da SWAP que você quer.

Acho que a forma mais fácil de criar um arquivo com essas propriedades é usando o utilitário "fallocate", desse jeito:
sudo fallocate -l 5G /swapfile 
sudo: Para rodar o comando com privilégios elevados.

fallocate: Nome do utilitário que vamos usar para fazer a modificação, para mais informações consulte "man 1 fallocate".

l: A letra "L" minúscula é um parâmetro que ser para especificar o tamanho do arquivo que queremos criar.

5G: Este aqui é tamanho do arquivo que você deseja criar, pode ser qualquer outro valor que você queira, a letra G serve para indicar ao programa a quantidade de Gigabytes que você deseja no arquivo, você também pode indicar o tamanho usando Megabytes se preferir, colocando algo como "5120M".

/swapfile: Essa parte final indica o diretório com o nome do arquivo que você vai usar como SWAP, você pode colocar esse arquivo em outro diretório se quiser, mas este é o padrão do Ubuntu, assim como o nome, que você poderia mudar de "swapfile" para "changeman" se quiser.

Para criar um arquivo de 2GB dentro de /mnt/ você poderia fazer assim:
sudo fallocate -l 2048M /mnt/changeman
Mas claro, vamos seguir no primeiro exemplo, ainda que ele seja menos bem-humorado. 😋 

Depois de criado o seu arquivo, você pode dar um "ls" na sua raiz para ver se o arquivo está lá mesmo. O próximo passo é opcional, mas é recomendado, pois se trata de uma medida de segurança.

Se você der um "ls -l" no arquivo "swapfiles" você verá que por padrão outros usuários tem permissão de "ler" o que estiver na SWAP, o que pode não ser uma boa ideia, por isso, convém fazer a alteração:
sudo chmod 600 /swapfile
O "/" só é necessário caso você não esteja na raiz no terminal.

Feito isso, agora precisamos transformar este arquivo em um SWAP com este comando:
sudo mkswap /swapfile
O último passo é ativar a SWAP neste arquivo:
sudo swapon /swapfile 
E é basicamente isso, se você precisar alterar novamente, é só repetir o processo. Caso o comando  fallocate não funcione é possível fazer de outro jeito também, mas você precisar criar o arquivo e encher ele de zeros para ficar do tamanho que você precisa sem outras informações, pode ser feito dessa forma:
sudo dd if=dev/zero of=/mnt/5GiB.swap bs=1024 count=1048576
Provavelmente você não precisará disso.

Com isso você já tem a sua SWAP funcionando, mas na verdade ainda podemos considerar um novo "último passo" que é configurar para que essa SWAP seja ativada durante o boot e você não precise fazer isso manualmente. 

Para que isso ocorra precisamos inserir as informações de SWAP dentro de /etc/fstab, a questão é que se você usar o mesmo nome que o Ubuntu já usa por padrão "swapfile", essa passo é desnecessário, pois a configuração já está lá corretamente, ainda assim, pode ser bom conferir se está tudo certo.

Use o editor de texto que preferir para abrir o arquivo, neste caso vou usar o próprio gedit:
sudo gedit /etc/fstab
Observe a linha que contém o "swapfile":

Configuração do SWAPFiles

Reproduza a informação da última linha do arquivo para que tudo funciona corretamente.

E claro, você também pode fazer esse passo da edição do arquivo diretamente pelo terminal:

sudo echo '/swap none swap sw 0 0' | sudo tee -a /etc/fstab
Agora que você já entendeu como funciona o "SWAPFiles" conte pra gente o que você achou, prefere SWAP em arquivo ou em partição? Por quê?
Até a próxima!
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Chega ao fim o suporte ao Ubuntu 17.10 Artful Aardvark

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Depois de 9 meses do seu lançamento, Outubro de 2017, chega ao fim o suporte do Ubuntu 17.10 Artful Aardvark e é recomendado fazer um upgrade para uma versão mais nova suportada.

Chega ao fim o suporte ao Ubuntu 17.10 Artful Aardvark






O que acontece com o fim do suporte?


Com o término do suporte, não é recomendado instalar ou executar o Ubuntu 17.10 em servidores, desktops ou laptops. Isso quer dizer que ele não vai mais receber nenhuma atualização de segurança, correções de bugs e atualizações importantes dos pacotes principais do Ubuntu.

Também não terá versão nova do Firefox, Gimp ou qualquer outro aplicativo. Os desenvolvedores de softwares de terceiros vão começar a interromper os updates para essa versão do sistema. Fique de olho nos repositórios personalizados ou PPAs desses programas, no entanto, não precisa entrar em "pânico", pois o seu Ubuntu não deixará de funcionar, só não terá os updates.

A Canonical recomenda a atualização para uma versão com suporte ativo do Ubuntu. Se você quiser ver o status de suporte de qualquer versão do Ubuntu e seus pacotes pode usar esse comando no terminal:

ubuntu-support-status

Mas afinal, devo atualizar ou fazer uma instalação "limpa"?


Pergunta que vale US$1 Milhão rs, mas na minha opinião (Ricardo), prefiro fazer um backup das coisas importantes e já partir para a instalação "limpa", pois assim pode se evitar falhas de instalação, de updates ou qualquer coisa do tipo. Ai qual versão escolher? De preferencia as duas ultimas LTS, 16.04 e 18.04 por causa do seu tempo de suporte.

Conte aí nos comentários para qual versão vai atualizar. =)

Até uma próxima e um forte abraço.
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Como usar o novo visual do Google Chrome (Material 2)

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A Google parece estar trabalhando em uma renovação visual para o Chrome a fim de comemorar o décimo aniversário do navegador em Setembro, mas por que esperar até lá, não é verdade?

Google Chrome New Design






A ideia do projeto é renovar um pouco o visual já clássico pra não dizer velho do Google Chrome para a comemoração do décimo aniversário, o tema continua sendo o "Material", porém, nominado agora como "Material 2". 

Como usar o novo tema no seu Chrome/Chromium


O primeiro passo é ter uma versão compatível com o novo tema, a versão compatível é a 67, mas se você não estiver usando ela, é possível fazer o download a partir do site oficial ou instalar uma versão do repositório dev da sua distro.

Com o seu Google Chrome aberto com o tema normal, digite na barra de endereços:
chrome://flags/#top-chrome-md
Assim você deverá chegar  a esta página:

Configuração Material 2 no Chrome

Na opção "UI Layout the browsers' top chrome" altere a opção "Default" para "Refresh":

Configuração do Chrome

Depois de selecionar a opção basta reiniciar o browser e você terá acesso ao novo visual.

Você perceberá na própria omnibox a diferença no visual e nas abas também. Talvez com o tempo novos detalhe sejam implementados, este visual também deve refletir no visual do Chrome OS também.

E aí, gostou das mudanças?

Até a próxima!
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Desenvolvedores do Deepin informam que Deepin Store deixará de rastrear informações

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Há algum tempo os desenvolvedores do Deepin foram jogados dentro de uma polêmica sobre uma suposta "espionagem" por parte da Deepin Store. Na época eles responderam ao comunicado esclarecendo o ocorrido e acalmando os usuários, mas parece que o estigma permaneceu e agora eles tomaram uma atitude mais drástica.

Deepin Store





A Deepin Store é uma das aplicações mais importantes do ecossistema do Deepin, é através dela que os usuários tem acesso a um dos repositórios mais diversificados do mundo Linux, associado ao próprio repositório do Debian, a distro na qual o Deepin se baseia, porém, ela é um tipo de software um pouco diferente, sendo basicamente um "webview" para um site em forma de App de Desktop.

Como qualquer outro site, o pessoal do Deepin costumava usar um serviço de coleta de informações para identificar características pertinentes ao tráfego, semelhante ao Google Analytics, chamado CNZZ, um serviço similar, porém, situado na China.

A existência deste recurso e a não possibilidade de desativá-lo por parte do usuário acabou gerando um descontentamento em algumas pessoas. Na primeira vez que esse assunto foi colocado em pauta, eu fiz um vídeo comentando:


Com a contínua desconfiança, os desenvolvedores anunciaram nesta semana que a nova versão da Deepin Store deixará de conter código da CNZZ.

Removendo a CNZZ da Deepin Store


Através de um comunicado no site oficial os desenvolvedores do Deepin informaram sobre a decisão de remover o CNZZ, explicando mais uma vez qual era a funcionalidade da ferramenta.

Um dos pontos destacados pelos desenvolvedores é que eles sempre querem ouvir a sua comunidade de usuários e a mudança foi feita por conta do feedback da comunidade Deepin. 

Apesar de ser uma ferramenta útil para ajudar a melhorar a Deepin Store, a utilização dos serviços da CNZZ, mesmo não coletando dados pessoais, poderia acabar gerando ainda mais desconfiança entre as pessoas, especialmente para as que são de fora da China e acreditam que, de forma geral, "produtos chineses não são confiáveis", nas próprias palavras dos desenvolvedores.

Além de informar a decisão, os desenvolvedores também convidaram todos os interessados em analisar o Deepin a fazerem em busca de problemas e falhas de segurança, pois isso poderá ajudá-los a melhorar o sistema e aumentar a confiabilidade nele.

Minha opinião sobre o assunto


Apesar de eu entender o motivo da inclusão do CNZZ e até concordar que é importante para um sistema com fins comerciais coletar informações sobre seu produto e seus clientes, como comentei no vídeo que mencionei acima, eu também entendo um pouco da reclamação em relação a coleta de dados, especialmente quando não há a opção de "opt-out", ou seja, de desativar a funcionalidade.

Provavelmente esta foi a melhor decisão que os desenvolvedores poderiam ter tomado sobre o assunto, entretanto, também vejo que agora eles tem de encontrar uma nova forma de fazer a curadoria da Deepin Store, para continuar fazendo melhorias.

O que você pensa sobre o assunto? Deixe a sua opinião nos comentários logo abaixo.

Até a próxima!
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32 ou 64 bits: Qual usar no meu PC?

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sábado, 21 de julho de 2018

Há um tempo fizemos um vídeo falando sobre a utilização de sistemas de 64 e 32 bits, tanto no Linux, quanto no Windows. No post de hoje vamos retomar um pouco dessa ideia e discutir quando cada um deles pode ser utilizado.







Sistemas operacionais podem ser projetados para serem utilizados em cima de processadores de 32 ou de 64 bits, sendo que um sistema de 64 bits, não consegue rodar em um processador de 32 bits, porém um sistema operacional de 32 bits, consegue rodar em um processador de 64. Isso quer dizer que você pode utilizar um sistema operacional de 32 bits, tanto em processadores de 32 quanto de 64 bits. 

No entanto, caso utilize Windows, um sistema de 32bits não conseguirá reconhecer mais do que 4gb de memória RAM (Exceto em versões especiais para servidores), isso quer dizer que você pode estar desperdiçando memória caso tenha mais memória do que isso. Já para isso no Linux, temos um recurso acessível a praticamente todas as distros chamado "Kernel PAE", sendo que "PAE" é uma sigla para “physical address extension”. O kernel PAE possibilita que sejam reconhecidos mais de 4 gigas de memoria RAM, mas ainda assim fica a dúvida: quando devemos utilizar um sistema de 32 bits e quando devemos usar um de 64 bits?

Bom, a resposta prática é: Quando seu processador FOR de 32 bits.

E para isso, talvez tenha que voltar muito no tempo para encontrar facilmente um processador que não seja 64 bits. Caso tenha um processador de 64 bits, opte por rodar um sistema de 64 bits, pois caso rode um sistema de 32 em um de 64 bits, além de desperdiçar um pouco do desempenho do seu processador, você pode estar jogando um pouco de memória RAM fora.

Existem pessoas que preferem colocar sistema de 32 bits em máquinas com pouca memória como netbooks por exemplo, pois os sistemas de 64 bits acabam usando um pouco mais de memória RAM que os de 32 bits, apesar de ainda não ser a melhor coisa a ser feita pois você acaba deixando de aproveitar melhor o processamento do CPU e o impacto na memória RAM, acaba nem sendo assim, tão grande.

Caso você não tenha entendido o que os processadores tem a ver com a escolha de um sistema 32 ou 64 bits, assista o vídeo abaixo, assim você pode entender melhor a relação entre eles. Esse conteúdo foi feito para leigos no assunto, então caso tenha um maior conhecimento e deseja estudar ainda mais, confira esse post com informações mais completas sobre o assunto.


Espero que esse post tenha ajudado você :)
Até mais!
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