Agosto 2018 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Ubuntu 18.10 vai ser lançado com versão antiga do Nautilus

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Quando a versão final do Ubuntu 18.04 LTS foi anunciada no começo desse ano (26/04), ele veio trazendo algumas novidades na nova versão do Gnome (3.28), que foi o não suporte a inclusão de ícones na área de trabalho e uma nova versão do gerenciador de arquivos Nautilus (v3.28).

Ubuntu 18.10 vai ser lançado com versão antiga do Nautilus






Isso gerou algumas reclamações na comunidade Linux e assim “forçando”  a Canonical a lançar o novo Ubuntu 18.04 LTS com a versão do Nautilus ainda na ”versão antiga”, a 3.26 que ainda tem suporte nativo a criação de ícones na área de trabalho. 


Parece que a história vai se repetir novamente com a versão 18.10 do Ubuntu.

Os devs querem lançar com a nova versão do Ubuntu, as também versões novas do Gnome e do Nautilus, que seriam respectivamente 3.30 e 3.28 e que não iam oferecer suporte nativo para a criação de ícones na Área de Trabalho.

Mas o pessoal achou melhor “não mexer no time que está ganhando”, estão preferindo manter a versão 3.26 do Nautilus junto com o Gnome 3.30.

Sabendo que os ícones na área de trabalho são “populares”, o dev Carlos Soriano da Red Hat está trabalhando em uma extensão do GNOME SHELL para quando acontecer a mudança de fato, os usuários possam habilitar novamente essa opção do ícones. Por hora o projeto está em Beta. 

Os devs do Ubuntu estão observando que essa extensão que habilita os ícones na área de trabalho está bem completa e “redondinha”, mas que ainda não está pronta para adoção no sistema. Ainda preferem manter como está, com a versão 3.26 do Nautilus.

Houve recentemente o anúncio da versão 3.30 do GNOME, que deverá sair em Setembro., essa versão traria também a nova versão do Nautilus (3.30), comentamos mais neste artigo.

Muito provavelmente será possível instalar a nova versão do Nautilus (3.30) no Ubuntu 18.10 como um aplicativo Flatpak através do repositório GNOME e assim podendo ter as duas versões no sistema, de forma a poder experimentar as novidades do gerenciador de arquivos novo do Gnome. 

Lembrando que o Nautilus Flatpak pode não ter uma integração “perfeita” ao desktop do Ubuntu.

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Como instalar o Spark Messenger no Ubuntu e no Linux Mint

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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O Spark é um cliente de mensagens instantâneas open source, focado em atender empresas e organizações. Ele possui suporte integrado para bate-papo em grupo, integração com VOIP e uma estrutura de segurança muito interessante. Hoje você vai aprender a instalar ele no Ubuntu e no Linux Mint.

Como instalar o Spark no Linux Mint e no Ubuntu






O Spark não é a única opção, mas geralmente é ele que é instalado em um ambiente onde o Open Fire é o servidor de comunicação interna de uma empresa. O Spark Messenger tem suporte para todas as plataformas, incluindo Linux.

Não é a primeira vez que falamos sobre o Spark aqui no blog, há alguns anos eu precisei utilizá-lo em uma empresa que eu trabalhava e na época eu utilizava o Ubuntu 16.04 LTS, com Unity, no artigo você aprende a criar  um ícone de lançador para colocar no desktop.

Felizmente, com o tempo, o processo de instalação do Spark foi simplificado. Recentemente um amigo meu que presta manutenção de computadores em uma empresa de idiomas, que não vem ao caso mencionar, precisou instalar essa ferramenta no Linux Mint 19, um sistema que se encaixou perfeitamente na necessidade deles em substituição ao Windows 10.

Como baixar o instalar o Spark?


O primeiro passo para baixar o Spark para a sua distro é acessar o site oficial, depois haverão algumas possibilidades diferentes de download.

Fazendo o Download do Spark para Linux

Ao observar os downloads para Linux, você verá que temos um pacote Tar.gz (veja mais sobre esse tipo de pacote aqui), temos o pacote .rpm para Red Hat, CentOS, Fedora, SUSE, etc. e temos também a versão em .deb, para Debian, Ubuntu e Linux Mint.

Independente de qual você baixe, basta dar dois cliques para instalar, no caso do Ubuntu você fará a instalação através da loja de aplicativos, do caso do Linux Mint, você usará o instalador de pacotes .deb (gdebi).

Instalando Spark no Linux Mint

Essa versão atual já não depende diretamente do Java, entretanto, em caso de problemas, você pode querer instalar o Java da Oracle, confira este artigo do blog para aprender a fazer a instalação no Ubuntu e no Linux Mint.

O próximo passo é uma dica extra que eu mostrei para o meu amigo para tornar o acesso ao Spark pelos funcionários da empresa que ele estava atendendo tão tradicional quanto seria no Windows, criando um atalho no Desktop. Infelizmente o Spark não recebe atualizações desde 2017 e não cria, automaticamente, um atalho no menu ou no desktop dos sistemas, de modo que, depois de instalado, para você confirmar que o Spark está funcionando, basta digitar no terminal, ou pressionar alt+f2 e digitar: spark

Se funcionar, a forma simples é criar de usá-lo novamente é criar um atalho na área de trabalho, no caso do Linux Mint o processo é extremamente simples.

Criando um atalho para o Spark

1 - Clique com o botão direito na Área de trabalho;

2 - Vá até a opção "Criar novo lançador aqui...";

3 - Coloque "Spark" em "Nome" e "spark", com letras minúsculas em "Comando";

4 - Clique no ícone da imagem para selecionar um ícone para o Spark, você pode baixar o ícone do software e colocar em alguma pasta que você queira, depois é só procurar ela pelo gestor de arquivos.

5 - Clique no botão "Ok", ao fazer isso, será aberta uma caixa de diálogo perguntando se você quer integrar o Spark ao menu do seu sistema também, você pode confirmar, se este for o seu desejo;

6 - Dê dois cliques no ícone e o Spark deve se abrir.

Caso você esteja usando o GNOME no Ubuntu, o processo para isso é um pouco mais complicado, ainda mais agora que o projeto GNOME resolveu remover o suporte para os ícones no Desktop, no entanto, o processo de criação de ícones foi detalhado no nosso outro artigo sobre o Spark mencionado no início deste post.

Outra forma de contornar a situação é usar um editor de menus e criar uma nova entra manualmente.

Até a próxima!
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9 dicas de segurança para o seu Android, segundo os especialistas da Kaspersky

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Atualmente os sistemas para Smartphone são consideravelmente seguros, mas devemos lembrar que eles também estão nas mãos das pessoas mais leigas em termos de tecnologia, por isso, é importante se atentar a alguns detalhes para não ter problemas, confira:

Dicas de segurança para o seu Android






Não é de hoje que os usuários sabem dos inúmeros ataques que podem torná-los vítimas de cibercriminosos. Quando se trata da segurança dos nossos dispositivos conectados, é essencial protegê-los desde de coisas simples, como o seu hábito de utilização, e estar ciente dos diferentes métodos que os criminosos usam para enganar os usuários e infectar os dispositivos.

Uma das razões pelas quais os usuários do Android estão mais expostos é porque o sistema permite a instalação de aplicativos de qualquer origem de forma mais simples, não apenas da loja oficial (como no iOS). De acordo com uma investigação da Kaspersky Lab, 83% dos aplicativos do Android têm acesso aos dados confidenciais de seus proprietários, e 96% desses aplicativos podem ser iniciados sem o consentimento.

Não podemos negar que os cibercriminosos são muito criativos e, por isso, os usuários não podem facilitarem, mesmo que indiretamente, esses golpes, fornecendo mais informações do que se deve”, alerta Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab. “Muitos não pesquisam sobre o app e, só baixam por estar em alta. É por isso que é preciso se informar mais e mais, entender o quão pesado é aquele app e se é realmente é necessário baixa-lo”, reforça.

Pensando nisso, a Kaspersky Lab separou algumas dicas para que os usuários não sejam vítimas de suas próprias atitudes e evitem ao máximo caírem em golpes:

1. Como baixar um app seguro? 

O Google possui um departamento inteiro dedicado a verificação de aplicativos que acabam na Google Play. Entretanto, o malware ainda consegue passar vez ou outra. Ainda assim, o risco de baixar um
aplicativo infectado diretamente da loja oficial é muito menor do que de qualquer outra fonte;

2. É só baixar e pronto? 

Antes de fazer o download, procure saber mais detalhes sobre a descrição do aplicativo e sobre os criadores, além de outros trabalhos que eles tenham realizado;

3. O app é nota 10. Qual o problema? 

Um aplicativo com notas altas é bom, útil e provavelmente mais seguro, mesmo assim, fique atento. Uma nota alta não é tudo e as avaliações precisam parecer consistentes, escritas por pessoas de verdades e não bots, inclusive as negativas – às vezes, os cibercriminosos usam Trojans para melhorar a avaliação de aplicativos. Além disso, olhe o número de usuários, aplicativos com milhões de downloads tem menos chances de serem malware;

4. O que o seu app precisa saber sobre você? 

A partir do sistema de permissões, o usuário consegue controlar o quanto de liberdade terá um aplicativo. Por exemplo, seu novo app precisa mesmo ter acesso à sua câmera? E ao seu microfone? Os perigos mais comuns envolvem a habilidade de aplicativos de roubar seus dados (localização, contatos, arquivos pessoais) e realizar certas operações como tirar fotos, gravar áudio, vídeos, enviar mensagens, entre outros. Segundo a Kaspersky Lab, aproximadamente 40% das pessoas na América Latina admitem que não verificam as permissões de seus aplicativos móveis pré-instalados em seus dispositivos Android e iOS, e 15% deles não verificam as permissões ao baixar ou
instalar novos aplicativos em seus dispositivos móveis;

5. Menos é mais. 

Essa frase se aplica no mundo online também, já que quanto menos aplicativos o usuário tiver no seu dispositivo, menos chances de ter
estragos;

⇝ Confira também:



6. “A última vez que atualizei...” 

Quanto mais atualizado estiver o sistema operacional e as versões dos aplicativos, menos problemas de segurança o usuário enfrentará em seu dispositivo. Por isso, as atualizações devem ser regulares. “Mais do que ter a tecnologia a seu favor, os usuários precisam estar conscientes dos perigos que estão no mundo online para evitá-las e das melhores formas para se protegerem”, afirma Marques;

7. Segurança em dose dupla. 

A autenticação de dois fatores é um recurso oferecido por vários prestadores de serviços online que acrescentam uma camada adicional de segurança para o processo de login da conta, exigindo que o usuário forneça duas formas de autenticação. A primeira forma – em geral – é a sua senha. O segundo fator pode ser qualquer coisa, dependendo do serviço. O mais comum dos casos, é um SMS ou um código que é enviado para um e-mail;

8. Minha senha é 1234. 

Não tem como os usuários garantirem segurança se não começam com uma grande proteção como uma senha forte”, reforça Marques. “Informações mais óbvias como data de nascimento, cantor favorito, entre outras que sejam fáceis de qualquer pessoa saber, não devem ser colocadas com senhas”. Por isso, para que uma senha seja segura, ela deve ser única e complexa; em particular, deve ter pelo menos 15 caracteres de comprimento e combinar letras, números e caracteres especiais – o que dificulta os cibercriminosos de adivinharem;

⇝ Confira também:


9. Opa, Wi-fi sem senha. 

Verifique se a sua conexão com a Internet é segura. Ao conectar-se a um site público utilizando uma rede Wi-Fi pública, você não possui controle direto sobre sua segurança. Portanto, você pode preferir usar uma VPN, para ao menos ter o controle de por onde seus dados estão passando, como o próprio Kaspersky Secure Connection, quando tiver dúvidas sobre a segurança da rede Wi-Fi. Esta ferramenta impede a intercepção de informações, pois criptografa todos os dados enviados e recebidos na rede. É essencial não fazer compras online ou transações bancárias enquanto estiver conectado a uma rede Wi-Fi pública. 

Fique ligado no seu comportamento como usuário, a sua segurança começa com você mesmo!
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Aegisub, o editor de legendas para o Ubuntu, Linux Mint e derivados.

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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Se você está precisando legendar um vídeo e não sabe qual programa usar no seu Linux, o Aegisub pode te ajudar nessa tarefa. Nesse artigo vamos mostrar de como instalar ele no Ubuntu e derivados.


Aegisub, o editor de legendas para o Ubuntu, Linux Mint e derivados.





Aegisub legendas no Linux

Como o Ubuntu não disponibiliza mais o binário nos seus repositórios universais, vamos ter que adicionar o ppa oficial do desenvolvedor, processo esse que é bem simples de se fazer.


O PPA que vamos adicionar é esse aqui ppa:alex-p/aegisub e podemos fazer de duas formas.

A primeira é via interface gráfica, tanto que fizemos um tutorial de como fazer isso, você pode acessar esse artigo para ver.

A outra forma de instalar ele é via terminal, mas o procedimento é bem simples, basta apertar a combinação de teclas Ctrl+Alt+T  e digitar os seguintes comandos:


sudo add-apt-repository ppa:alex-p/aegisub -y
sudo apt update
sudo apt install aegisub -y

Aí é só esperar o término da instalação e acessar o Aegisub através do menu da sua distro.

O Aegisub tem 3 formas que você pode usar para legendar os vídeos, como podemos ver nas imagens abaixo.

A primeira imagem mostra que você pode configurar as legendas, mudando a cor, o estilo dela usando o método através de configuração html. E você tem uma preview também de como a legenda está ficando.



A segunda maneira que você pode usar, é utilizando áudio timing embutido nele junto com a primeira opção, assim você podendo fazer os ajustes necessários no áudio.



A terceira forma é só utilizando o áudio timing com as configurações avançadas do editor de legendas.



Para mais funções e “truques” do aplicativo, você pode acessar o manual deles através deste site.

E se você ficou curioso para ver mais alternativas de como legendar vídeos, confira esse outro artigo do site. =)

Até uma próxima e um forte abraço.

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Como customizar o "history" do Shell no Linux

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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Vamos dar continuidade na nossa série sobre Shell Script chamada "Não é magia, é shell script!" com uma dica muito legal para quem gosta de usar o comando "history".

comando History





Por padrão o comando "history" exibe somente o número da ordem do comando e o comando utilizado, exemplo:

history

  478  bundle exec jekyll serve
  479  tar Jxvf icons-freebsd.tar.xz
  480  ssh diolinux@192.168.1.207
  481  emerge -s thumbnailer
  482  etc-update --automode -5

Para executar um comando do history, bastar usar um 'sinal de exclamação' ! e o número do comando, exemplo: !480, o shell irá executar o comando de número correspondente.

Ás vezes você executa um comando e esquece a sintaxe para fazê-lo rodar, logo, você terá de procurar no history. Para facilitar essa "procura", você pode customizar seu history adicionando, por exemplo, data e hora na execução dos comandos.

Existe uma variável de ambiente que é a HISTTIMEFORMAT , se você adicionar um formato específico pra ela, nesse caso para data e hora, seu history gravará o histórico dos comandos com data e hora.

Por exemplo, copie e cole esse conteúdo no seu terminal e depois rode o comando history, verifique que a saída dos comandos agora possuem data e hora, no entanto, elas estarão todas iguais, pelo fato de você não tê-la possuído anteriormente e está usando somente no tty que você está, tanto é que se você fechar e abrir de novo o terminal as configurações serão perdidas.

Para que esse formato grave a data e hora da execução dos comandos a partir de então, e sem se perder ao fechar o terminal, adicione ela ao seu .bashrc:

echo 'export HISTTIMEFORMAT="%d/%m/%y %T "' >> ~/.bashrc

A partir de então seu histórico de comandos será gravado a data e hora da execução! Saiba mais rodando os comandos:

help history
man 3 strftime

Se você ainda não tem muitos conhecimentos em Shell Script e está procurando uma forma eficaz de aprender do zero? Ou quem sabe você já possui conhecimentos em Shell mas quer evoluir e aprender a criar manuais, processos, games, animações, instaladores e muito mais?

Então não deixe passar a oportunidade de conhecer o "Curso Extremamente Avançado de Shell Script" que oferecemos junto com a galera do Terminal Root, são 3 cursos pelo preço de um, conheça aqui.

Até a próxima e bons estudos!
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Como instalar e usar a GNOME Software no Linux Mint

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Apesar do Linux Mint possuir um excelente gestor de softwares, que permite que você instale tudo o que você precisa com poucos cliques, a GNOME Software pode te oferecer alguns complementos interessantes e garantir uma experiência ainda mais completa se usada em conjunto com o seu sistema.







O GNOME Software possui uma boa integração com pacotes Snap e Flatpak, ainda que talvez em termos de Flatpak, a integração do Mint seja ainda melhor nativamente, no entanto, você pode querer utilizá-lo para gerenciar os seus Snaps, ou talvez, você simplesmente goste do visual ou funcionalidade da aplicação.

GNOME Software no Linux Mint

Explorando a GNOME Software que vem com o Ubuntu por padrão eu acabei descobrindo vários softwares interessantes que estão sendo distribuídos via Snap, de forma que eles não ficam disponíveis no Linux Mint, a menos que você use a linha de comando. Instalando o GNOME Software, esse problema é contornado facilmente.

Como fazer a instalação do GNOME Software no Linux Mint?


Gestor de softwares do Linux Mint

Abra a loja de aplicativos do Linux Mint e procure por "Gnome Software", você verá que alguns resultados serão exibidos, a primeira opção com o ícone diferenciado é a loja em si (vide a imagem acima), os demais são complementos. Você pode instalar os complementos para Snap e Flatpak caso queira que a GNOME Software seja capaz de gerenciar estes formatos também.

Depois de instalados é sobre a procurar por "Programas" no menu do seu Linux Mint ou por "Software", que você encontrará a aplicação, uma vez aberta basta você instalar o que quiser normalmente.

Se preferir fazer a instalação pelo terminal, você pode usar este comando:
sudo apt install gnome-software gnome-software-common gnome-software-plugin-flatpak gnome-software-plugin-snap
De forma geral eu não vejo tanta utilidade na GNOME Software no Linux Mint, a central que ele mesmo carrega é muito rápida e eficiente (e até mais leve), mas a GNOME Software pode ser útil para manusear os pacotes Snap de forma mais intuitiva. 

Até a próxima!
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Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas

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domingo, 26 de agosto de 2018

Na data de 25 de Agosto,  o nosso querido e amado Linux completa 27 anos de existência com muitas batalhas, conquistas, “baixas”, mas o mais importante é ter trazido a liberdade de escolha para os seus users, e isso é muito bom.

Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas






Corre nas comunidades Linux que o maior projeto open source do mundo tem dois aniversários, um sendo comemorado em 5 de Outubro e o outro no dia 25 de Agosto.

A primeira data (05/10/1991) foi quando lançada a primeira versão do Kernel Linux, que foi uma adaptação do Linus Torvalds do Minix para os seus propósitos.

Já a segunda data (25/08/1991) foi quando o Linus Torvalds lançou o primeiro sistema operacional baseado no Kernel Linux, que em suas palavras era “apenas um hobby, nada grande ou profissional.”, o e-mail você pode conferir na imagem abaixo.


Algumas curiosidades sobre o Linux


Aqui vamos mostrar algumas curiosidades sobre o Kernel Linux bem bacanas, confiram:

A primeira versão acabada do Kernel Linux (0.01), tinha 10.239 linhas ;

● Linux domina em 100% no top 500 supercomputadores mais rápidos do mundo;
       
● Atualmente Linus Torvalds escreve menos de 1% do código do Kernel Linux, que agora tem o foco no gerenciamento e ajudando outros devs com os seus códigos no Kernel;

● O “hobby” de Linus Torvalds a princípio iria se chamar “FreaX” (junção das palavras “free” e “Unix”, mas ainda bem que o jovem Torvalds aceitou a indicação do dono do servidor onde ele hospedava o projeto e assim mudando para Linux (Linus e Unix) como conhecemos hoje em dia.

● O Linux é usado em programas espaciais da NASA e da ESA por exemplo, também é usado por outros órgãos do governo americano como: Unit States Post Office, os tribunais federais da justiça; Federal Aviation Administration (FAA) e a frta de submarinos da USNavy;

● Empresas grandes do setor de tecnologia usam o sistema do pinguim, como a Google, Facebook, Amazon, Space X, Panasonic, CISCO, Twitter, Dell, IBM, Microsoft (sim, ela mesma usa e tem um, o Azure) entre outras;


● 80% de Hollywood usa Linux de forma direta ou indiretamente, como mencionamos em um artigo recente do blog.

● De acordo com a Google, mais de 2 bilhões de usuários ativos usando o Android (sistema baseado no kernel linux).

● Linux domina o setor de “internet das coisas” ou IoT, com a Canonical liderando esse mercado junto com o Google.

Essas são só algumas das curiosidades que podemos listar sobre o Linux, que se fossemos por todas aqui no blog, levaríamos anos (sic). =)

Futuro do Linux


Nessa parte vai ser opinião minha, Ricardo, sobre o que eu acho que vai acontecer com o Linux em um cenário geral da coisa.

Primeiramente creio que as empresas do setor de tecnologia irão abraçar mais ainda o Linux, depois dos acontecimentos recentes, como a adoção de Hollywood e da Valve e com isso poderemos ver mais projetos incríveis, como o DxVk, Krita, Steamplay e além de alavancar projetos mais conhecidos, como o WINE, GIMP, Inkscape e Kdenlive por exemplo.

Creio eu também que alguns aplicativos como os da Adobe possam vir para o Linux, assim trazendo uma parcela boa de usuários. E também creio que em algum momento a Microsoft libere a versão nativa para Linux do Office, isso também traria outra parcela boa de usuários.

Já na parte Gamer, bom, creio eu que depois da notícia bombástica da Valve ao trazer o Proton “a luz do dia” para compatibilizar os games que ainda não tinham versões para Linux e assim facilitar para as desenvolvedoras esse “meio de campo”, isso vai trazer outra parcela “gigante” de usuários, especialmente aqueles que usam dual boot (Windows+Linux) e que estavam esperando essa oportunidade para sair do sistema operacional de Redmond. 

Mas isso é o que eu acho apenas e observo que pode acontecer muito em breve, como também posso “quebrar a cara” e nada disso acontecer rs.
Mas diga aí nos comentários como você conheceu o Linux e como o utiliza no seu dia a dia, se é no desktop, notebook ou celular.

Até uma próxima e um forte abraço.

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Fazendo a pós-instalação do Arch Linux com i3+Polybar+Pywal

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sábado, 25 de agosto de 2018

O Arch Linux é uma distro que permite que você customize a instalação de todos os pacotes de software que farão parte do seu sistema, mas por ser, em sua forma padrão, uma distro de configuração bastante manual, é natural "perder tempo" configurando o Arch para deixar ele do seu jeito. No artigo de hoje o nosso amigo Marcos, do canal Terminal Root, vai te dar algumas dicas de pós-instalação do Arch Linux, ideal para quem quer um ambiente minimalista.

Arch Linux - Pós-instalação






O i3 é um Window Manager muito minimalista, mas ele fica melhor quando personalizado. Neste artigo vamos falar sobre ele com a pós-instalação do Arch Linux do i3 (clique aqui para ver um vídeo sobre i3 no Ubuntu Minimal), Polybar, Pywal e mais dos aplicativos listados abaixo de forma Automatizada com Shell Script!

Os pacotes necessários para este tutorial serão:
  • xorg;
  • fonts;
  • lightdm;
  • xterm;
  • firefox;
  • e bash-completion.

Após a instalação do Arch Linux, muitas pessoas perdem muito tempo para deixá-lo pronto pro uso com i3, Polybar e Pywal, nesse caso utilizamos Shell Scripts que automatizam e aceleram todo o processo.

Instalamos o wget, pois ele só existia no CD de boot do Arch . Após baixamos nosso software para pós-instalação automatizada, damos permissão de execução ao programa, verificando quais opções estão disponíveis com o parâmetro --help e otimizamos o espelho de rede, para que as instalações fiquem mais rápidas com o parâmetro --mirror.

Criamos e configuramos um usuário para ser o sudo. E então efetuamos a pós-instalação com nosso aplicativo ninja 😎 !!! Após finalizado, vamos reiniciamos o sistema.

passwd
pacman -Syu
pacman -S wget
wget terminalroot.com.br/pos-arch.in
chmod +x pos-arch.in
./pos-arch.in --help
./pos-arch.in --mirror
./pos-arch.in --sudouser [seu-usuario]
./pos-arch.in --install
reboot

Após iniciar sessão gráfica no i3 , instalamos o Polybar e o Pywal com outro Shell Script Ninja: o Popy
git clone https://gitlab.com/terminalroot/popy.git
cd popy && ./popy.in --all
Além de outras dicas complementares que podem ser consultadas assistindo o vídeo abaixo:


Aprenda a criar aplicativos semelhantes ao pos-arch.in e o popy de forma PROFISSIONAL e EXTREMAMENTE AVANÇADA, se você ainda não tem muitos conhecimentos em Shell Script e está procurando uma forma eficaz de aprender do zero? Ou quem sabe você já possui conhecimentos em Shell mas quer evoluir e aprender a criar manuais, processos, games, animações, instaladores e muito mais? Então não deixe passar a oportunidade de conhecer o "Curso Extremamente Avançado de Shell Script" que oferecemos junto com a galera do Terminal Root, são 3 cursos pelo preço de um, conheça aqui.

Links Úteis

Até a próxima!
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GNOME 3.30 terá ícones na área de trabalho via extensão

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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

A evolução do projeto GNOME não tem agradado a todos, e uma das mudanças mais drásticas foi a remoção do suporte à área de trabalho ativa, com ícones e atalhos, mas felizmente, ao menos agora você terá uma extensão para contornar essa ausência.

GNOME Shell






Como a maior parte das funcionalidades diferenciadas do GNOME Shell nos últimos tempos, agora a área de trabalho também será responsabilidade de uma extensão da comunidade.

Obviamente a decisão foi controversa, mas mesmo assim parece que o GNOME vai seguir por este caminho, entretanto, a solução veio à partir de Carlos Soriano, funcionário da Red Hat e desenvolvedor do GNOME, onde é responsável por dar manutenção no pacote do gerenciador de arquivos Nautilus, o que lhe deu conhecimento suficiente para realizar este projeto. Soriano criou uma extensão que devolve ao ambiente GNOME todas as funcionalidades que o nautilus-desktop fornecia, e quem sabe, algumas a mais.

Através da extensão de habilitar os ícones no desktop os usuários GNOME poderão ter uma experiência semelhante ao que já se tem usando o Nautilus, até então, distros como o Ubuntu 18.04 LTS, que gostariam de usar os ícones no desktop, foram obrigados a usar uma versão mais antiga do gestor de arquivos, que claramente possui alguns problemas de usabilidade.

O que você acha da decisão do GNOME de acabar com os ícones na área de trabalho? Você acha viável usar uma extensão para contornar o problema?

Até a próxima!
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Conheça as novidades da versão 15.7 do Linux Deepin

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No último dia 20 (Agosto/2018) a equipe do Deepin lançou a nova versão do sistema, chegando à  versão 15.7 com algumas melhorias, correções e novidades em relação a versão 15.6.



Conheça as novidades da versão 15.7 do Linux Deepin.





Uma das novidades foi a adoção de um novo padrão para a numeração de versões da distro, para assim facilitar a vida dos usuários.

Os desenvolvedores declararam que a partir da versão 15.7, o Deepin vai adotar o padrão x.y.z  para assim nomear a distro.

O X vai ser o número para identificar a versão principal, que hoje em dia é a 15, o que segundo comunicado deles, significa que é a versão desenvolvida e mantida desde 2015.

Já o Y significa o número da a “sub versão” do sistema, que vai receber atualizações a cada 3 meses, como se fosse um milestone.

Já a letra Z é a atualização “secundária” do Deepin, que deverá aparecer somente quando houverem atualizações importantes entre dois lançamentos X.Y.

Quando o valor Y  nas versões for um número par, isso significa que elas receberão mais ênfase em atualização de recursos, já as que possuírem um valor ímpar terão maior ênfase em trazer otimizações para o sistema e aprimorar a estabilidade do mesmo. 

Portanto o Deepin 15.7 vai ser o primeiro a “inaugurar” essa nova forma de nomenclatura.

Outra novidade é que o Deepin 15.7 está em sincronia completa com os repositórios do Debian com as últimas atualizações disponíveis nele, dessa forma, se você fizer um update das versões anteriores para a nova, terá em média uma atualização de 1GB e dependendo da sua internet, isso pode levar um tempo, ou seja, é bom ter paciência para fazer este upgrade. 

Outro ponto que eles mencionam é o tamanho da ISO do sistema, que nessa versão está mais enxuta em relação a anterior, a versão nova tem 2.5GB, o que não é pequeno, comparado a outras distros, mas também não é gigante.

Os desenvolvedores também anunciaram a otimização e uma série de ajustes no consumo de memória, indo dos atuais 1.1Gb para apenas 830MB e se tiver placa de vídeo dedicada esse consumo pode cair mais um pouco, indo para 800MB.


O que mostra que usuários de notebooks com placas híbridas receberam um pouco mais de atenção neste lançamento.

A primeira novidade pra essa galera, foi o aprimoramento do modo de economia de energia, que segundo o pessoal do Deepin é acionado de forma automática quando o notebook está usando somente a bateria, e a economia de energia pode chegar até a 20%.


Outra coisa muito boa que foi incluída, foi o NVIDIA-PRIME para quem tem gpu's híbridas e precisa gerenciar qual placa de video usar.



Um ponto que os usuários do Deepin reclamam é a lentidão dos repositórios da distro, mesmo com os esforços da comunidade em disponibilizar servidores próximos aos usuários, nem sempre tem o resultado esperado, pois os servidores do Deepin ficam na China. Pensando nisso, eles incluíram uma notificação no launcher avisando que o download pode demorar.



Falando em launcher, foi incluída a sessão “Categorias” dos aplicativos quando ativado o “modo min”  do menu do Deepin.



Para finalizar, alguns bugs corrigidos:

● Corrigido o “leak” de memória causado pela troca de papéis de parede;

Corrigido o problema de deadlock da janela de propriedades no File Roller;

Corrigida perda de ícone no Launcher;

Corrigida a confusão do Intel Compatible Mode e Intel Acceleration Mode no Deepin Graphics Driver Manager;

Para maiores informações, você pode acessar o blog deles.

Agora conte aí nos comentários o que você achou dessas novidades e se já atualizou o seu Deepin. =)

Até uma próxima e um forte abraço.

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Agora você pode usar o Windows 95 como um App dentro do Linux

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

É muito curioso observar a evolução da tecnologia, se um dia o Windows 95 foi considerado um dos melhores sistemas operacionais para um computador pessoal, hoje ele é tão pequeno e simples que tem o tamanho de uma aplicação.

Windows 95






Um dos desenvolvedores do Slack, Felix Rieseberg, usou seu tempo livre para criar um projeto em Electron e liberou o código no GitHub para download. Uma versão do Windows 95 que roda em qualquer sistema operacional em forma de aplicativo.

O motivo? Nem mesmo o desenvolvedor sabe, tanto que ele pede "desculpas" no instalador, mas o que vale é a nostalgia, certo?

Você pode baixar a versão de Windows, macOS ou Linux (deb ou rpm) diretamente no GitHub.

Até a próxima!
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Lubuntu vai adotar o Wayland como padrão

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O Lubuntu é versão do Ubuntu focada em computadores com hardware de baixo desempenho. Depois de muitos anos "sendo o mesmo", mudanças grandes podem ser esperadas nas versões futuras, confira:

Lubuntu Next






Juntamente com o "abraço" ao LXQt, os desenvolvedores do Lubuntu pretende abandonar o X.org e passar a usar o Wayland, em um projeto que pode levar ainda alguns anos na transição.

O próprio Ubuntu mesmo já tentou utilizar o Wayland por padrão mas acabou sendo necessário voltar atrás para o lançamento da última versão LTS, por conta de bugs e algumas incompatibilidades.

Segundo informações contidas no blog do Lubuntu, teremos também a adição, muito provavelmente, do instalador "Calamares" no lugar do Ubiquity, tradicional no Ubuntu.

Os desenvolvedores esperam que a transição completa para o Wayland ocorra no Lubuntu 20.10, ou seja, a versão que sai em Outubro de 2020, o objetivo é converter o Openbox para usar o Mir, nem todos sabem, mas Mir e Wayland podem ser utilizados em conjunto.


A mudança para o Wayland, segundo os desenvolvedores do Lubuntu, se deve ao simples fato da evolução da tecnologia, o X.org, apesar de muito estável, é antigo e possui certas limitações que o Wayland pretende eliminar, até aí nenhuma surpresa, de forma geral, essa é a postura de praticamente todas as interfaces do mundo Linux.

Será que a combinação LXQt + Wayland vai dar certo no Lubuntu?

Até a próxima!

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Lançado a versão 1.0 do Flatpak com novidades e melhorias

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O sistema de empacotamento Flatpak, finalmente chega a sua versão 1.0, considerada estável e um marco para o projeto. Já fizemos um artigo aqui no blog explicando a origem do Flatpak.

Lançado a versão 1.0 do Flatpak com novidades e melhorias






Um primeiro sinal desse amadurecimento do projeto, é a retirada da palavra Beta do site  Flathub, a loja oficial onde ficam os aplicativos empacotados no formato.

Tanto que o desenvolvedor chefe do projeto,  Alexander Larsson, deu a seguinte declaração:

“Muito trabalho foi dedicado ao Flatpak 1.0 e estamos confiantes de que ele está pronto para uso mais amplo. O Flatpak sempre teve como objetivo de revolucionar o ecossistema Linux e este é um passo importante para isso.”

O Flatpak tem uma integração muito boa com  distros como Linux Mint, Fedora e Arch, trazendo aplicativos famosos ao repositório como GIMP, Spotify, Skype, LibreOffice, Firefox, Krita, Kdenlive e entre outros.

Agora nessa nova versão trouxe algumas novidades, como a possibilidade gerenciar as permissões dos aplicativos, assim como acontece nos aplicativos empacotados via Snap, e não na hora que você abre ele. Se o aplicativo precisar de permissões futuras, o Flatpak irá mandar uma notificação pedindo a sua permissão ou não para aquele aplicativo. 

Nos resta esperar a integração com o Gnome Software. Outra novidade é a possibilidade de conceder permissão aos aplicativos via Flatpak acessarem dispositivos Bluetooth.

Outra gigante do mundo open source a se pronunciar sobre a chegada do Flatpak 1.0, foi a “The Document Foundation”, responsável pelo LibreOffice, o desenvolvedor Stephan Bergmann comentou:

“O Flatpak percorreu um longo caminho desde que começamos a usá-lo; hoje em dia podemos digitar um comando trivial para obter o último LibreOffice 6.1 construído e publicado no Flathub automaticamente. O que me impressiona é a abrangência e profundidade dos relatórios de erros que recebemos para a versão do LibreOffice Flatpak. Isso mostra que as pessoas estão usando em todos os tipos de cenários.”

Algumas outras novidades no Flatpak 1.0:

-  Rapidez na instalação e atualização dos aplicativos;

-  Apps agora podem ser marcados como “fim da vida”;

-  Um novo portal agora permite que os aplicativos criem “sandboxes” e reiniciem depois de um update;

-  Uma nova permissão para o X11 concede acesso ao o usuário em uma seção X11 em execução.  

Para quem executa o Flatpak via linha de comando, três novos comandos foram incluídos:

-  uninstall --unused - remove extensões não utilizadas do runtime;

-  repair - escaneia apps com erros, quebrados e remove objetos inválidos;

-  Novas opções do comando info que incluem agora os complementos --show-permissions e  --file-access.

Para maiores detalhes das novidades, você pode acessar o Github do projeto ou o comunicado oficial deles.

Muito legal ver o projeto tomar “corpo” , pois isso mostra que a indústria está de olho nele e vê potencial para trazer mais aplicativos e jogos para o Linux.
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