Setembro 2018 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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O fone de ouvido que você vai querer levar na sua viagem! Edifier W806BT

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sábado, 29 de setembro de 2018

Quando você está em uma viagem, você definitivamente quer se preocupar somente em aproveitar a viagem, problemas técnicos como a falta de bateria no celular, são coisas que você não quer ter que se preocupar, certo? Então porque não seria o mesmo com os seus fones de ouvido?

Edifier análise do produto





Para mim um bom fone ouvido para viagem precisa atender a 3 requisitos:  

1- Ter uma boa qualidade sonora;
2 - Ser confortável;
3 -  E uma vez sendo bluetooth, ter uma boa bateria.

Uma vez estes detalhes satisfeitos, eu começo a observar o design e o material de que ele é feito, além de qualquer outro benefício adicional que ele possa me oferecer.

Quando eu fiz o Unboxing do fone, uma das coisas que mais chamaram a atenção na apresentação era a promessa da bateria dele durar 70 horas. E no fim das contas, ele realmente acabou surpreendendo!


Eu fiz o vídeo de unboxing um dia antes de sair para viajar e isso já faz quase 1 mês! Eu utilizei o fone ligado direto com BT durante no mínimo 43 horas e a bateria ainda está na metade. Então a prerrogativa é muito boa, mesmo que não durasse o dobro, eu já estou mais do que satisfeito com essa duração de bateria.

Confira o vídeo com a análise completa do Edifier W806BT:


Certamente eu estou completamente satisfeito com o produto e recomendo a todos que buscam um bom fone para levar nas suas viagens mais longas, caso você deseje comprá-lo, acesse o site da TOMTOP, que foi onde ele foi adquirido.

Até a próxima!
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Ubuntu 18.10 Beta está disponível para download, baixe agora!

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Foi disponibilizado nesta Sexta-feira (28) o primeiro Beta oficial do Ubuntu, que está chegando na versão 18.10 com o codinome “Cosmic Cuttlefish”, trazendo algumas novidades.

 Ubuntu 18.10 Beta está disponível para download, baixe agora!






A primeira novidade é a utilização do algoritmo de compressão criado pelo Facebook, o Zstandard (zstd), fazendo com que o Ubuntu 18.10 seja instalado de uma forma mais rápida em relação a versões anteriores que utilizavam às ferramentas de compressão e descompactação Xz e Gzip.

A segunda novidade é a utilização da versão 4.18 do Kernel Linux, assim trazendo melhorias de desempenho, correções de bugs e o suporte mais amplo para novos hardwares e dispositivos.

A terceira novidade nessa nova versão do Ubuntu é a utilização do novo tema, que foi redesenhado e agora se chama Yaru (antes ele se chamava Communitheme). Uma curiosidade é que o tema não modifica os ícones de programas de terceiros, como Firefox, LibreOffice e Thunderbird por exemplo, assim deixando os ícones “originais” deles, isso pode ser bom ou ruim mas aí vai depender do “gosto do freguês”.

A quarta grande novidade é a adoção do GNOME 3.30 como padrão, esse trazendo otimizações e melhoramentos graças ao GJS (Gnome Javascript) trazendo assim uma melhor utilização da memória RAM pelo ambiente e também o melhoramento do desempenho do GNOME no geral.

Na parte dos Snaps também houve novidades, agora os publishers vão ter um selo ao lado do nome, assim dando autenticidade que aquele Snap foi feito por aquela empresa. Um exemplo que podemos citar é o Snap do Spotify, que agora tem o selo de autenticidade, indicando que aquele snap foi feito pela empresa Spotify de fato, assim dando mais segurança aos usuários. E outra novidade, é o ocultamento automático dos pontos de montagem dos Snaps, que deixava uma boa parcela dos usuários bem incomodados.

Outras novidades do Ubuntu 18.10:

● Wallpaper com o novo mascote, o Cuttlefish;

● O Ubuntu Software vai remover as dependências dos programas quando esse for desinstalado;

● O Ubuntu Report agora vai coletar como informação a quantidade de discos você usa e o tamanho deles;

Mozilla Firefox 61, LibreOffice 6.1.1, Shotwell 0.30 e o Thunderbird 52 (mas com a nova versão 60 prevista para os próximos meses).

Para baixar a ISO do Ubuntu 18.10 acesse este link.

Às flavours (sabores) do Ubuntu também estão liberando às suas versões com o novo Ubuntu e às que liberaram até o momento e que você pode baixa-las foram: 


Fizemos uma review bem bacana e que você pode conferir abaixo:

      
Até a próxima e um forte abraço.
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Nova versão do navegador Opera é lançada, faça o download

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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Dentro das vastas opções de navegadores presentes no Linux, o Opera se destaca nas listas de indicações de “qual navegador usar”, e assim “brigando” com Google Chrome e Mozilla Firefox.

 Nova versão do navegador Opera é lançada, faça o download






A primeira novidade que a versão 56 do Opera traz é a possibilidade de ver vídeos no formato “pop up” ou de forma destacada, assim não precisando usar nenhum tipo de plugin, permitindo conciliar trabalho e entretenimento sem que um atrapalhe o outro.
Opera 56 with improved video pop out with volume control

Outra novidade apresentada foi a implementação de um controle de volume no “pop up” e assim facilitando a tarefa de controlar a mídia em execução, esse mecanismo também pode ser chamado de “picture in picture” e pode ser utilizado em outros navegadores também, como o Chrome, através de extensões.



Outra mudança foi no visual do indicador de zoom, que agora é aberto em um “pop up”, permitindo ajustes mais diretos e o mesmo pode ser feito em Configurações > Básico > Aparência > Zoom da Página. 

Zoom level indicator

Além de correções de bugs pontuais e melhorias, agora para reportar algum bug ficou mais fácil, basta clicar no botão Menu > Ajuda > Reportar Erro e seguir os procedimentos na tela. Muito mais prático e rápido, assim ajudando os devs do Opera a resolver eventuais problemas

Opera 56 bug or issue reporting

Para maiores detalhes sobre a versão, você pode acessar o blog oficial do Opera.

Para baixar a nova versão do navegador, você pode acessar este link e fazer o download da versão adequada para o seu sistema  .deb e .rpm. 

Agora nós diga aí nos comentários se você já usa o Opera e se gostou das novidades. E se você ainda não usa, diga aí também se pretende usá-lo.

Até a próxima e um forte abraço.
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KDE NEON muda a base do seu sistema para o Ubuntu 18.04 LTS "Bionic Beaver"

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

O KDE Neon é umas distros Linux mais queridas e com uma base de usuários bem grande e que vem ganhando novos “entusiastas” a cada dia. A distro usa o Ubuntu na versão LTS como base e o KDE Plasma na forma mais pura para assim tentar entregar um sistema operacional diferente.


 KDE NEON muda a base do seu sistema para o Ubuntu 18.04 LTS "Bionic Beaver"






Com o lançamento da nova versão do Ubuntu, a 18.04 LTS, o pessoal que usa o KDE Neon estava esperando ansiosamente o momento em que  a equipe que desenvolvedores iria migrar para essa nova versão, então eis que o dia chegou, nesta terça-feira (26) foi anunciado a mudança da base 16.04 LTS para a versão 18.04 LTS do Ubuntu, confira mais no  blog.

Se você quiser dar uma olhada de como é o KDE Neon, fizemos uma Review lá no canal:

         

Os desenvolvedores do KDE Neon lembram aos usuários que existem 3 versões do sistema, uma com os updates diários mas com controle de qualidade (QA test) e às versões para desenvolvedores e entusiastas, uma sendo unstable e a beta está sem o “QA Test” deles.

Para baixar o KDE Neon você pode acessar este link oficial.

Usuários do KDE Neon baseado no Ubuntu 16.04 LTS poderão atualizar para a versão 18.04 pelo próprio gestor de atualizações da distro, confira o guia para migrar publicado no site oficial.

O que você achou da mudança? Já mudou para a nova versão do KDE Neon?

Até a próxima e um forte abraço.
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Lançada a versão 1.0 do servidor gráfico Mir pela Canonical

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No último dia 21 de Setembro, a equipe de desenvolvimento do servidor gráfico Mir, projeto esse encabeçado pela Canonical, lançou a versão 1.0 do projeto com foco em “Internet das Coisas” (IoT).


Lançada a versão 1.0 do servidor gráfico Mir pela Canonical






Em comunicado no blog oficial a equipe, através do Alan Griffiths,  comemora o lançamento da versão mostrando algumas aplicações viáveis do projeto nas tecnologias presentes nos dias de hoje e também explicando o porquê da adoção do Wayland ao invés do X11. Também mencionam a criação do mir-kiosk, projeto este voltado para quiosques (terminais de consulta por exemplo) que precisem de IoT. Eles vão rodar em cima de uma versão do Ubuntu chamada de Ubuntu Core e com vários aplicativos feitos em QT.


Em comunicado no blog oficial a equipe, através do Alan Griffiths,  comemora o lançamento da versão mostrando algumas aplicações viáveis do projeto nas tecnologias presentes nos dias de hoje e também explicando o porquê da adoção do Wayland ao invés do X11. Também mencionam a criação do mir-kiosk, projeto este voltado para quiosques (terminais de consulta por exemplo) que precisem de IoT. Eles vão rodar em cima de uma versão do Ubuntu chamada de Ubuntu Core e com vários aplicativos feitos em QT.

Sobre a adoção do Wayland ao invés do X11, Alan declarou o seguinte:

“O Wayland pretende ser um substituto mais simples do X, mais fácil de desenvolver e manter… Wayland é um protocolo para um compositor conversar com seus clientes, bem como uma implementação da biblioteca C deste protocolo.”

E ainda segundo o comunicado, eles enaltecem a importância do X11 ao longo dos últimos 30 anos e que foi de suma importância para o desenvolvimento do sistemas e interfaces que assim precisaram dele, mas que para os dias atuais ele não atende mais às necessidades. Um dos pontos que ele comenta é a “falta de segurança”  que o X11 tem em relação a um aplicativo mal - intencionado em obter informações de outros aplicativos rodando nele e assim não protegendo às informações pessoais.

Já o Wayland, na visão do Alan, proporciona esse nível de segurança e que como o Mir foi projetado desde o início com o foco em segurança, seria o “casamento perfeito” e assim tornando o sistema mais robusto contra ataques.

Ele ainda fala que os aplicativos feitos em GTK3 e 4, QT5 e SDL2 usufruirão dessa dobradinha “Wayland+Mir”, já que o Mir, além de ser um servidor gráfico, também pode ser usado como compositor.

Para saber mais da nova versão, veja no blog oficial.

Muito legal ver o projeto retomando com esse foco e quem sabe em um futuro próximo poder ser usado em computadores pessoais e de empresas. Ficamos na torcida para que de certo.

Espero você até a próxima e um forte abraço.
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SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado.

SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source






A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado. 

A SUSE está melhor posicionada para orientar as empresas por meio das demandas de transformação digital, com inovação em open source e expertise em infraestrutura definida por software, entrega de aplicativos e tecnologias de computação em nuvem.

“A SUSE vem prosperando há décadas, com base em princípios simples: ouvir o cliente, aceitar a inovação e mudar para melhor”, afirma Nils Brauckmann, CEO da SUSE. “Além disso, estamos em uma trajetória crescente, com expansão tanto orgânica quanto por meio de aquisição tecnológica. Esse modelo de expansão, de ‘construir e comprar’, gera valor contínuo aos clientes e impulsiona o crescimento sustentável para as demandas do negócio. À medida que o negócio cresce, a SUSE continua comprometida em ser ‘open, open source’, oferecendo liberdade de escolha aos clientes”

Além de contrariar o conceito de “vendor lock-in”, a SUSE tem investido em flexibilidade e buscado evoluir de um mero “fornecedor Linux” para uma empresa de tecnologias para nuvem, infraestrutura definida por software e soluções de entrega de aplicativos. Isso gerou um crescimento dinâmico e lucrativo, à medida que a organização se adapta continuamente aos requisitos de parceiros e clientes. Como as empresas precisam ser cada vez mais ágeis e economicamente eficientes, precisam alavancar ativos digitais, informações e inovações de software, que possibilitem a transformação digital.

A SUSE é construída a partir de sua expertise com o Linux e trabalha com um ecossistema de parceiros e comunidades, para adaptar e proteger soluções open source apoiadas por serviço e suporte superiores. Essas tecnologias emergentes da infraestrutura são construídas no open source e Linux, e criam novos níveis de liberdade e flexibilidade para clientes.

“Nos últimos anos a SUSE expandiu seu portfólio para novas áreas, como armazenamento, nuvem e containers. Por conta da maior independência e aquisição pelo grupo sueco EQT Partners, a SUSE está respondendo à demanda de mercado com uma plataforma neutra, porém abrangente, que suporta múltiplas nuvens públicas e privadas, assim como integração de infraestruturas on-premises com softwares como o SUSE Linux Enterprise (SLE) 15” , diz Jay Lyman, analista principal da 451 Research.

A liderança da SUSE em mercados consolidados e emergentes é evidente em todo o mundo. Seus clientes estão entre as nove das 10 maiores empresas aeroespaciais, as 10 maiores fabricantes de automóveis, quatro dos cinco maiores bancos, metade dos maiores supercomputadores e 80% das organizações presentes na Fortune Global Top 50. Além disso, 70% de todos os aplicativos SAP em execução no Linux são executados em SUSE Linux Enterprise, incluindo mais de 90% das implementações SAP HANA. A SUSE desenvolveu o mercado de mainframe Linux há mais de 17 anos, permanecendo até hoje como líder.

“Como membros fundadores da Linux Foundation, a IBM continua trabalhando com a SUSE nas principais iniciativas open source, inclusive com o SLES como uma empresa com todo o suporte, sistema operacional otimizado para as plataformas da IBM – IBM Z, LinuxOne e Power Systems”, relata Kathy Bennett, vice-presidente de desenvolvimento e suporte técnico do IBM Systems ISV Ecosystem. “Nosso trabalho conjunto para dar suporte ao SAP HANA no IBM Power Systems, KVM na arquitetura Z, IBM z/VM integrada com tecnologias baseadas em nuvem e containers está acelerando a adoção pelos clientes de plataformas open source”.

“Na HPE, estamos comprometidos em fortalecer as iniciativas open source e padrões abertos em todo o setor, e lideramos os esforços no setor, com foco especial no Linux, há mais de 15 anos. Temos uma colaboração contínua com a SUSE em Linux, OpenStack e outros projetos. Eles impulsionam nossos esforços conjuntos para fornecer soluções valiosas, baseadas em open source, ao mercado”, declara Scott Farrand, vice-presidente de Hybrid IT-Platform Software da HPE.

Outros marcos para o momento positivo de negócios da SUSE incluem:

● De 1º de outubro de 2017 à 30 de abril deste ano, a SUSE registrou receita de US$ 182,9 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA ajustado para esse período foi de US$ 56 milhões, ou seja, cerca de 23% de crescimento ano a ano.

● Desde agosto do ano passado, a base de funcionários da SUSE cresceu em quase 20%, chegando a aproximadamente 1.400 profissionais. A empresa investiu muito em suas equipes de engenharia e atendimento ao cliente.

● Novas e inovadoras soluções de infraestrutura definida por software e entrega de aplicativos apresentadas pela SUSE neste ano incluem: 

a) SUSE CaaS Platform 3 uma plataforma de Container-as-a-Service (CaaS) com Kubernetes;

b) SUSE Cloud Application Platform, para gerenciar aplicações, Platform-as-a-Service (PaaS) de nuvem nativa, por meio de Cloud Foundry e Kubernetes;

c) SUSE OpenStack Cloud 8, para nuvens privadas prontas para a produção;

d) SUSE Enterprise Storage 5, para armazenamento corporativo definido por software,

e) SUSE Manager 3.2, para gerenciamento de infraestrutura,

f) E o SUSE Linux Enterprise 15, reconhecido mundialmente.

● A SUSE expandiu as parcerias com os principais provedores de nuvem pública, incluindo Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure.

● Desde 2013, mais de 10,7 mil aplicações de parceiros e de 7,6 mil sistemas de hardware foram certificados para serem executados por meio de softwares SUSE.

● Para garantir um serviço de qualidade e o envolvimento do cliente, mais da metade dos profissionais da SUSE estão concentrados em desenvolvimento e suporte ao cliente. Por isso, 90% dos clientes da SUSE estão satisfeitos com a experiência com engenheiros da SUSE e dois terços dos clientes classificam os engenheiros com uma pontuação perfeita.

● O compromisso da SUSE com o software e as comunidades open source continua a crescer, com a empresa atualmente engajada em mais de 100 projetos open source. Membro fundador de mais de 10 organizações open source, a SUSE tem representação em muitas associações e fundações, incluindo a OpenStack Foundation, Linux Foundation, Cloud Foundry Foundation, CNCF (Cloud Native Computing Foundation), OPNFV (Linux Foundation Networking), Open Mainframe e OpenHPC.

“A SUSE tem sido um membro ativo, produtivo e ‘open’ da The Linux Foundation desde antes mesmo que me envolvesse, em 2006”, relata Dan Kohn, diretor executivo da CNCF. “Com a CNCF, estou particularmente agradecido pelo compromisso inicial da SUSE, com solução Certified Kubernetes, e sua busca incessante por inovação e soluções de alta qualidade, confiáveis e utilizáveis”.

Saiba mais no site da SUSE.

Até uma próxima e um forte abraço.
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Elementary OS Beta 2 está disponível para download

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No último dia 20 deste mês foi lançado o segundo Beta da distribuição Elementary OS, que tem o codinome “Juno” e trouxe algumas novidades, além dos 200 bugs corrigidos desde o Beta1 da distro.

 ElementaryOS Beta 2 está disponível para download






Alguns problemas em torno do Gala, Greeter, HiDPI foram corrigidos nesse beta 2, além da melhor integração dos aplicativos não nativos com a barra de título, que recebem um menu também. O modo “Picture-in-picture” também recebeu melhorias no dimensionamento no HiDPI.

Outra parte do sistema que recebeu melhorias com o HiDPI foi a tela de login e o bloqueio de tela (lockscreen), utilizando um compositor mais simples para essa tarefa.

Outro que recebeu melhorias e correções foi o AppCenter, corrigindo um bug que fazia com que os aplicativos não fossem exibidos de forma correta na home, bug esse devido ao ID do formato do pacote do aplicativo. Na nova versão já se pode usar tanto o formato antigo como o novo.

Quem recebeu melhoramentos foram os ícones dentro do Pantheon Files (Arquivos), que agora usam o tema “Manila”.

Outros aplicativos também receberam melhorias e correções de bugs, como o aplicativo nativo de músicas (Music) e o aplicativo para fotos (Photos).

Para quem gosta de programação, o software “Code” recebeu melhorias, correções de bugs e o modo dark, opção essa que muitos devs gostam de usar, especialmente na hora de produzir códigos, levando o App para muito além de um “bloco de notas”, que era o que o antigo app “Scratch”, o qual ele veio para substituir, se propunha.

Para maiores detalhes das correções de bugs e melhorias, você pode acessar o blog da equipe do Elementary no site Medium.

Caso você queira baixar e experimentar as novidades apresentadas pela equipe do Elementary, você pode baixar o Beta 2 através deste link.

Conte para nós aí nos comentários o que você espera dessa nova do Elementary OS e se já usou a distro no seu dia a dia.

Um forte abraço e até a próxima.
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Como instalar produtos Razer no Linux

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

No artigo de hoje vamos ensinar a instalar os produtos da Razer nas distribuições Linux mais populares através do projeto OpenRazer.


 Como instalar produtos Razer no Linux






Os produtos da Razer são bem conceituados por terem um acabamento de primeira, terem uma melhor performance nos jogos e além da configuração avançada para os periféricos, como teclados, mouses, mousepads e headsets, porém, os aplicativos que fazem isso só possuem versão para Windows e macOS,deixando o “pessoal do Pinguim” sem suporte oficial nesse quesito. Apesar disso, você não ficará na mão, pois existem algumas alternativas muito boas para usar o seu Razer no Linux. 

O OpenRazer suporta oficialmente várias distros, aqui vamos falar sobre o Ubuntu e o Linux Mint, mas se você usa Fedora, openSUSE, Manjaro ou afins, basta seguir as informações do site oficial

Primeiramente precisamos instalar o driver da Razer, o OpenRazer, faremos isso incluindo o PPA do projeto. Ele tem duas versões, uma stable (estável) e outra em constante desenvolvimento, a daily (instável). 

Para adicionar o PPA podemos fazer de duas formas, graficamente ou via terminal. Se você quer ver como se adiciona um PPA de forma gráfica confira esse artigo no blog explicando o procedimento. Vamos aos comandos, que são bem simples.

Vamos adicionar a versão stable do OpenRazer

Primeiro abra o terminal via o menu da sua distro ou apertando Ctrl+Alt+T.

sudo add-apt-repository ppa:openrazer/stable -y && sudo apt update && sudo apt install openrazer-meta -y

Depois disso basta reiniciar o seu computador. Lembrando que esse repositório tem suporte para o Ubuntu 16.04 ou posterior e Linux Mint 18 ou posterior. A reinicialização é necessária pois trata-se de um módulo que será adicionado ao Kernel da sua distro.

Feito isso você vai poder escolher 3 programas para gerenciar os seus periféricos Razer, vamos mostrar como instalar os 3, ambos tem recursos semelhantes mas com visuais diferentes.

O primeiro é o Polychromatic, o mais belo provavelmente,é bem fácil de instalar, basta adicionar o PPA do projeto e instalar o mesmo, através dessa linha de comando, de forma semelhante ao que você fez com o próprio OpenRazer

sudo add-apt-repository ppa:polychromatic/stable -y && sudo apt update && sudo apt install polychromatic -y
O segundo é o RazerGenie que você pode instalar de duas formas, baixando e instalando via pacote .deb ou utilizando o repositório dele.

Para baixar o pacote .deb basta clicar neste link (é para a versão do Ubuntu 18.04). Mas se você preferir usar o repositório, o procedimento é esse:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.opensuse.org/repositories/hardware:/razer/xUbuntu_18.04/ /' > /etc/apt/sources.list.d/hardware:razer.list" 

sudo apt-get update

sudo apt-get install razergenie -y

O RazerGenie também está disponível via Flatpak, no Linux Mint, basta pesquisar por ele na loja de aplicativos, no Ubuntu, você precisará ativar o suporte ao Flatpak e ao Flathub.


E se precisar da chave pública, o procedimento é esse aqui:

wget -nv https://download.opensuse.org/repositories/hardware:razer/xUbuntu_18.04/Release.key -O Release.key
sudo apt-key add - < Release.key

sudo apt-get update
Por último temos o razerCommander, ue você pode instalar via flatpak ou .deb. Para saber como instalar o Flatpak na sua distro, confira esse artigo no blog ensinando como se faz. E para baixar o .deb basta acessar este link.

E também fizemos um vídeo mostrando como o mouse da linha Abyssus se comporta no Linux.

            

Conte aí nos comentários se você tem algum periférico da Razer e se essa dica lhe ajudou a configura-lo melhor.

Até uma próxima e um forte abraço.
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LibreOffice liberá seu guia oficial para iniciantes, baixe agora!

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Quem está chegando agora ao mundo Linux se deparará provavelmente com o LibreOffice como suíte de escritório, muito provavelmente por conta do mesmo vir pré-instalado com várias distribuições.. O LibreOffice é mantido pela The Document Foundation e traz as ferramentas Writer (Editor de Texto); Calc (Editor de Planilhas) e o Impress ( Editor de Slides), entre outras, todas gratuitas e de código aberto..


LibreOffice liberá seu guia oficial para iniciantes, baixe agora!






Para facilitar a vida desses usuários recém chegados, é disponibilizado um Guia de Iniciante (Started Guide) para que possam se familiarizar melhor com a suíte e, quebrando algumas barreiras, facilitando o dia a dia das pessoas e até quebrando alguns preconceitos referentes a ferramenta.

Este guia estava desatualizado, referenciado coisas da versão 5 do LibreOffice, o que poderia  confundir e até prejudicar o trabalho dos novos usuários.

Com isso em mente, está sendo lançado aos poucos o update deste guia para a versão 6.1 do LibreOffice, que por hora conta com o “Guia Inicial” e o “Guia do Writer” em inglês mas que breve estará disponível para pt-br, graças ao apoio da comunidade lusófona.

Para baixar essa primeira versão do guia basta acessar este link. A versão pt-br ainda se encontra com referências a versão 5.2 do LibreOffice.

Isso é muito bom, pois vem para facilitar quem está chegando no mundo Linux e precisa daquela “mãozinha” para usar o LibreOffice

Comente aí nos comentários se você gostou dessa iniciativa da The Document Foundation.

Espero que tenha gostado da dica.

Até uma próxima e um forte abraço!
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Como instalar o OpenDrive - Google Drive Client no Linux

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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Nos dias de hoje consumimos e produzimos muito conteúdo e ter um lugar para fazer o backup dessas informações é de suma importância, dessa forma evitamos a perda de arquivos produzidos, como documentos, vídeos, fotos ou qualquer outro que achemos importante.

 Como instalar o OpenDrive - Google Drive Client no Linux






Uma forma de fazer esses backups é salvando os arquivos na nuvem, onde serviços como o Google Drive são extremamente famosos.

O Google Drive é uns dos serviços de backup na nuvem mais conhecidos, ficando ao lado do Dropbox, o OneDrive da Microsoft, Mega (do antigo MegaUpload) e entre outros. E hoje vamos ensinar você a instalar o OpenDrive, uma ferramenta que utiliza a API do Google para fazer essa sincronização. Como o Google não disponibiliza um cliente oficial para Linux (ainda), acabaram surgindo várias alternativas, muitas delas já apareceram em outros artigos aqui no blog que você pode conferir.

O OpenDrive é oferecido para Linux em 3 principais formatos de empacotamento, .AppImage; .deb e .snap, além do código fonte, para quem desejar compilar.. Para baixar, você pode acessar o GitHub deles e fazer o download a versão que mais lhe agrada. Se você quiser,  também é possível usá-lo e no Windows e no macOS, para baixar a versão para estes sistemas basta acessar o site do OpenDrive.

Também fizemos um vídeo no canal explicando como usar a aplicação e de como instalar a versão Snap.

            


Essa dica é muito útil para quem precisa estar com os seus documentos ou arquivos sincronizados na nuvem, com fácil acesso a qualquer momento que precisar.

Você já testou o OpenDrive? O que achou da aplicação? Qual o seu serviço de backup preferido? Conte pra gente nos comentários.

Um forte abraço e até a próxima.
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Canonical vai oferecer suporte estendido de segurança para o Ubuntu 14.04 LTS

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Foi anunciado ontem, dia 19 de Setembro, pela Canonical em seu blog que o Ubuntu 14.04 LTS “Trusty Tahr” terá o pacote de manutenção de segurança estendido oferecido aos seus usuários, permitindo assim que a versão ainda seja utilizada, a medida promete impactar especialmente Corporações, Organizações, Administradores de Sistema e entre outros. O “fim da vida” (EOL) desta versão do Ubuntu acontece em Abril de 2019.


Canonical vai oferecer suporte estendido de segurança para o Ubuntu 14.04 LTS






O Ubuntu 14.04 LTS foi lançado em Abril de 2014 com o Codinome Trusty Tahr, trazendo várias melhorias na época para o Nautilus, Unity entre outros. Você pode conferir o vídeo que fizemos na época mostrando o sistema.

           

Com o fim do suporte bem próximo (2019) e com muitos usuários ainda usando o Ubuntu 14.04 LTS, a Canonical lançou o ESM (Extended Security Maintenance) que requer o investimento de  US$150/ano para desktops e US$750/ano para servidores, conforme a necessidade dos clientes.

Segundo a Canonical, esse suporte é voltado especificamente para os usuários que precisam ter essa versão instalada em seu parque de TI e recomenda para o usuários domésticos que utilizem as versões mais estáveis e recentes do Ubuntu (hoje se encontrado-se na versão 18.04 LTS). E ainda declararam:

As organizações usam o [Ubuntu] ESM para tratar as questões de segurança enquanto gerenciam os processos de atualizações para versões mais recentes do Ubuntu, com total suporte para as mesmas. A capacidade de planejar as atualizações dos aplicativos em um ambiente à prova de falhas continua a ser o principal motivo para a adoção do ESM por elas.”

Assim o Ubuntu 14.04 ESM vai oferecer updates com correções de segurança para o Kernel do Ubuntu e entre outros updates essenciais para o sistema.

O ESM é parte do programa Ubuntu Advantage, onde a organizações ou empresas por exemplo podem escolher os planos.

Interessante ver esse cuidado da Canonical com os usuários que ainda usam uma versão “antiga” do sistema dela, cuidado esse que ela começou com a versão 12.04 LTS do Ubuntu.

Mas diga aí nos comentários se você já usou o Ubuntu 14.04 e em qual distro Linux você está usando nos dias de hoje.

Um forte abraço e até a próxima.
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4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Sempre que encontramos algum vídeo na internet e gostamos muito dele, vem a pergunta na nossa cabeça “ Como posso salvar ele no meu computador?”, mesmo em tempos de streaming de alta qualidade, podem haver momentos onde ter o vídeo offline pode ter algumas vantagens, como poder consumir os DioCasts a qualquer hora sem depender de conexão com a internet,e pesquisamos sempre achávamos soluções não satisfatórias. Até agora, pois o 4K Video Downloader vai te ajudar nessa tarefa.


 4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida






O 4K Video Downloader é um aplicativo que vai lhe auxiliar para salvar os vídeos dos sites mais populares, como YouTube, Facebook, Vimeo  entre outros.

Primeiramente vamos baixá-lo através do site oficial deles, e podendo escolher 2 opções para Linux, um para a base Debian/Ubuntu/Mint sendo .deb e o outro para as outras distros sendo no formato tar.gz2, temos um vídeo no canal explicando como usar esse formato.

Feito a instalação você vai abrir o programa e aceitar os termos.




Logo depois aparecerá a tela onde você vai poder colar o link do vídeo do site da onde você quer salvar ele. Basta você copiar o link e clicar no ícone verde escrito “colar link”.


Depois vai abrir uma janela onde você vai ver as informações do vídeo e também onde você quer salvar ele.



E por último vai aparecer uma tela mostrando o progresso, aí é só esperar o término e dar play no vídeo.. Muito simples, né? =)

Uma dica muito útil e boa para quem quer salvar aquele vídeo inesquecível, ou que precisa salvar aquela trilha sonora para aquele momento memorável. Mas atenção, muitos vídeos online possuem direitos autorais que restringem os downloads, então tome cuidado para não violar as regras de nenhum site ou criador de conteúdo.


Espero você até uma próxima e um forte abraço!
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CentOS é a estabilidade que você busca para o seu servidor Linux

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As palavras “Linux” e “servidores” geralmente são encontradas juntas. O sistema operacional “do pinguim” se destaca muito neste segmento por sua estabilidade, maleabilidade e gratuidade, e como era de se esperar, existem distros Linux que se destacam mais neste segmento, hoje vamos falar sobre o poderoso CentOS.

CentOS - Linux Server






A Red Hat é famosa por ser uma empresa bilionária que trabalha com softwares Open Source e um de seus produtos principais, o Red Hat Enterprise Linux (RHEL) é reconhecido internacionalmente pela sua qualidade e robustez, além de trazer, é claro, o suporte por parte da Red Hat, que pode ser contratado.

Mas por que eu estou falando do Red Hat se o assunto é o CentOS? Bom, acontece que o CentOS é basicamente o RHEL, sem o suporte oficial da Red Hat, ou seja, tem todo o poderio que o sistema do “chapéu vermelho” tem, mas sem os encargos, podendo ser encarado como a versão comunitária do mesmo.

Nós preparamos um vídeo muito completo sobre o assunto para que você entenda melhor sobre como o sistema funciona:


O CentOS é comumente utilizado por empresas que buscam estabilidade e um sistema que seja de confiança para os seus projetos, como a HostGator, a nossa parceira, que usa largamente o CentOS em seus servidores de hospedagem, para entregar para seus clientes toda da tranquilidade que eles precisam ao marcar a sua presença online.

O CentOS pode ser baixado gratuitamente em seu site oficial e possui 3 tipos diferentes de ISO, a versão DVD, a versão “Everything” e a versão “Minimal”, a primeira é a versão com interface, mais completa em termos de pacotes, que permite que você use a distro até no seu desktop se quiser, ainda que este não seja o exato foco da mesma, a versão “com tudo dentro” é quase auto-explicativa, e inclui os softwares disponíveis nos repositórios online diretamente na ISO, criando um mirror local para o sistema, já a versão mínima vem sem interface e é ideal para aqueles que querem criar o seu servidor do zero, acrescentando somente os pacotes desejados.

Abaixo você encontra os links de referência para a documentação do CentOS, assim você poderá baixar o sistema para experimentar, além de aprender mais sobre um dos sistemas mais utilizados em servidores.

ꔷ Site: https://www.centos.org/
ꔷ Download: https://www.centos.org/download
ꔷ Notas de lançamento da versão 7: https://wiki.centos.org/Manuals/Relea...
ꔷ Sobre o projeto CentOS: https://www.centos.org/about/
ꔷ FAQs do CentOS: https://wiki.centos.org/FAQ/CentOS7
ꔷ Como contribuir: https://wiki.centos.org/Contribute
ꔷ Documentação: https://www.centos.org/docs/
ꔷ Doc na Red Hat: https://access.redhat.com/documentati...
ꔷ Wiki do CentOS: https://wiki.centos.org/
ꔷ Diferença entre as ISOs do CentOS: https://wiki.centos.org/Download

Muita gente compara o CentOS ao Debian quando o assunto é estabilidade, talvez porque, da mesma forma que o Debian, o CentOS prime por usar pacotes estáveis, mais antigos e derivar da mesma base sólida do já mencionado RHEL.

Você tem experiência usando o CentOS? Conte pra gente através dos comentários o que você pensa sobre a distro, quais os pontos fortes e fracos na sua opinião.

Até a próxima!

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Como saber se um jogo de Windows roda no Linux

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Nas últimas 3 semanas o mundo de games deu um reviravolta sem precedentes, com o anúncio da Valve com o projeto Proton e assim trazendo a compatibilidade dos jogos de Windows para Linux à distância de um clique.

Como saber se um jogo de Windows roda no Linux






Se você não  acompanhou essa novidade, fizemos um vídeo no canal explicando melhor o projeto e também como configura-lo:

       

Com essa tremenda novidade surgiu a dúvida de como saber quais jogos estão ou não rodando via Steamplay, para evitar que compras sejam feitas e os games não rodem, desconsiderando a lista já pré estabelecida pela Valve. Em um primeiro momento foi feita uma planilha no Google Docs pela comunidade, mas ela tomou tamanha relevância que já não estava suportando o número de reports que estava recebendo, e aí que criaram um site para facilitar isso. O nome do site é Steam Play Compatibility Reports.

Hoje, segundo o site, já contamos com aproximadamente 4300 jogos reportados e aproximadamente 2050 jogos com a classificação máxima de compatibilidade, a Platinum.

Agora vem uma dica “de ouro”, uma ferramenta muito útil dentro do site e que pode facilitar a vida de muita gente que está chegando no mundo Linux para jogar.

No canto superior direito, você pode observar que existe um campo com os dizeres “Enter Steam ID…”, e é aí está o “pulo do gato”. Se a sua biblioteca de jogos estiver no modo que todos possam ver, ou seja, ela tá Pública, essa ferramenta vai lhe ajudar e muito. Vou usar a minha conta como exemplo nos prints.

Como saber se um jogo de Windows roda no Linux

Depois de colocar o seu ID da Steam, pressione Enter e espere carregar. A tela seguinte será essa

Como saber se um jogo de Windows roda no Linux

Alguns jogos podem aparecer como “Awainting reports” (algo como aguardando validação dos reports).

Essa dica é muito útil para quem estiver no processo de migrar para Linux e quer ver se o seu jogo favorito já está rodando. Outras opções interessantes é que você pode incluir os filtros de “include native”, “Untested” e “Free” e assim aumentar a gama da pesquisa.

Como saber se um jogo de Windows roda no Linux

Conte aí nos comentários o que você achou dessa dica e também diga se você já está usando o Steamplay.
Um forte abraço e até a próxima.
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