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Steam Beta traz novidades para a interface e transmissão pelo app

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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

A Valve, dona da Steam, vem trabalhando no seu app visando em trazer uma melhor experiência para os usuários. Essas novidades e afins chegam primeiro na versão Beta do app. Vamos mostrar algumas que achamos interessantes.


Steam Beta traz novidades para a interface e transmissão pelo app





Podemos começar com o Modo como vemos o aplicativo Steam. Antes tínhamos o modo “Small Mode” (Modo Compacto), que não estava mais disponível e que agora voltou, respeitando as suas “separações” dos jogos por categoria e afins. Veja como ficou na minha Steam.



Para ativar o Modo Compacto, você vai no aplicativo da Steam, clique em Exibir e depois em “Modo Compacto”. Foram implementadas outras melhorias e correções de bugs para esse modo.

Outra melhoria, foi um update para a decodificação via vaapi, com melhor compatibilidade com a libva2. Também melhoram a checagem de espaço livre em disco, principalmente com unidades “montadas” em NFS.

Agora uma novidade, que me surpreendeu de verdade, foi a “liberação” do Steam Broadcasting (Transmissão Steam) através do aplicativo. Antes, quando você acessava a aba do Steam Broadcasting, vinha uma mensagem “Steam Broadcasting não está disponível atualmente para o seu sistema operacional”. Mas agora está disponível e você pode transmitir a sua jogatina dentro da Steam e mostrar que dá sim para jogar no Linux 😁😅.



O anúncio dessas novidades foram feitas no blog oficial da Steam, que você pode conferir aqui.

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A batalha final entre Oracle e Google por copyright

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Uma disputa judicial que vem ocorrendo entre a Oracle e o Google desde 2010, parece estar chegando ao fim. Agora a Suprema Corte dos Estados Unidos finalmente decidiu dar um veredito, após nove anos de disputas e vereditos favoráveis para ambos os lados.

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A origem de tudo


Na segunda metade de 2010, após ter adquirido a Sun Systems, a Oracle moveu uma ação judicial contra o Google, acusando-o de implementar no Android vários softwares relacionados ao Java. Tecnologias essas que são patenteadas e protegidos por direitos autorais, pertencentes à Sun Systems.

Segundo o pronunciamento feito pela Oracle na época, o Google tirou proveito de propriedades intelectuais pertencentes a Sun Systems, sendo feita de forma intencional. Com isso, a Oracle exigiu em corte que o Google pagasse altos valores, como uma forma de compensar pelas apropriações indevidas das suas patentes.

Segundo os advogados que representam a Oracle, na época:

Sem consentimento, autorização, aprovação, ou licença, o Google conscientemente, deliberadamente, e ilegalmente copiou, modificou, publicou e distribuiu trabalhos pertencentes à Oracle, protegidos por direitos autorais, e continua a fazê-lo. O Android, pertencente o Google, infringe direitos autorais da Oracle ao fazer uso das tecnologias diretamente relacionadas ao Java, e o Google não está autorizada a fazê-lo.

Curiosamente, esta ação por parte da Oracle foi tomada em um momento em que o Android estava iniciando a sua fase de ascensão, e acabara de ultrapassar o “market share” do iPhone/iOS.

A acusação feita por parte da Oracle afirma que o Google tirou proveito de um total de sete patentes utilizadas em várias tecnologias relacionadas ao Java, além de código protegido por direitos autorais, documentação, especificações, bibliotecas, e outros materiais que fazem parte da plataforma.

O processo continuou ao longo de todos esses anos, sendo que o Google obteve ganho de causa em primeira instância em 2012. Ganho de causa esse que veio a ser revogado em 2014. O Google não desistiu e recorreu, o novamente obteve ganho de causa em 2016, decisão esta que voltou a ser revogada em 2018.

A reta final


Agora, atendendo à um apelo do Google, a Suprema Corte Americana irá ouvir o caso e decidir entre manter ou revogar a decisão judicial tomada anteriormente, que havia dado ganho de causa o Google.

Nós recebemos da melhor forma possível a decisão da Suprema Corte em revisar o caso, e esperamos que a Corte reafirme a transparência na competitividade empresarial americana. Desenvolvedores deveriam ser capazes de criar soluções entre as plataformas, e não ficar restringidos aos softwares de uma única companhia.” disse o porta voz do Google, Kent Walker.

A Oracle pode arrecadar a bagatela de US$9 Bilhões (aproximadamente R$38 Bilhões) caso a decisão de 2018 seja mantida, e está confiante no caso, publicando o seguinte pronunciamento:

“Estamos confiantes que a Suprema Corte vai preservar as proteções dos direitos autorais, que foram estabelecidas há muito tempo para os softwares originais, e rejeitar os contínuos esforços do Google em evitar a responsabilidade por ter copiado as inovações da Oracle. Nós acreditamos que a Suprema Corte irá rejeitar qualquer argumento que permita ao Google literalmente copiar uma vasta quantidade de linhas de código, e utilizá-lo para o mesmo propósito e da mesma forma que o original. O quê certamente não é uma forma justa de fazer uso das tecnologias em questão.”

Conclusão


Aqui estamos nós, de volta àquelas questões tão polêmicas: Software livre vs. Software proprietário. Propriedade intelectual é realmente algo justo? Se você cria algo, é realmente justo que aquela ideia seja sua propriedade e de mais ninguém?

Eu realmente fico muito dividido quanto à esse assunto. Consigo ver os dois lados da moeda, procuro manter a mente aberta para ambos os lados. Mantendo a questão apenas na área de T.I., é difícil pensar que se eu criar algo completamente novo, moralmente falando, serei “obrigado” a doar tal ideia para que qualquer um possa utilizá-la como quiser. Por outro lado, é justamente a colaboratividade que fez a humanidade chegar tão longe, em todos os aspectos. É ajudando uns aos outros que conseguimos crescer, e evoluir como indivíduos. Como diz aquela fantástica música do Pink Floyd: “Together we stand, divided we fall.

Então, pensando por um lado, compartilhar a minha suposta ideia inovadora soa injusto. Afinal, é a minha ideia, o meu trabalho, investimento e esforço. Mas por outro lado, não dividir tal ideia, soa como algo extremamente egoísta, nadar contra a corrente, e involuir.

O quê você pensa sobre toda essa questão de direitos autorais, propriedade intelectual e software livre? É uma questão muito polêmica, e complexa, que sempre rende discussões acaloradas, que uma vez que os ânimos tenham se exaltado, acabam não levando a lugar nenhum. Então lembre-se de, ao comentar, ser educado, respeitoso, e manter a mente aberta para ideias diferentes da sua. 😁

Realmente queremos saber a sua opinião, caro leitor, para que assim possamos evoluir juntos.

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Fonte: The Register


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HandBrake lança versão 1.3.0 com muitas melhorias

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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Recentemente o poderoso conversor de vídeos HandBrake lançou a sua versão 1.3.0, tendo incluído presets para o Discord e várias outras melhorias que você confere a seguir.

handbrake-lanca-versao-1.3.0-com-muitas-melhorias

O HandBrake, sobre o qual já escrevemos aqui no blog, é um conversor de vídeo já tradicional no mundo Linux. Ao lado de softwares semelhantes, como o Curlew e o Selene, este é um dos mais poderosos e completos softwares da categoria, disponíveis para o sistema do Pinguim. Tendo compatibilidade com um amplo número de formatos e ferramentas como: .mp4, .mkv, FFmpeg, x264, x265, entre outros.

Os desenvolvedores recentemente divulgaram o excelente número de melhorias que estão presentes nesta versão do software, das quais podemos destacar:

Versão Linux:


• Adicionadas traduções para os seguintes idiomas: Português, Turco, Croata, Holandês, Basco, Polonês, Línguas Africanas, Romeno, Eslovaco, Sueco e Ucraniano;
• Suporte aprimorado para os idiomas: Tcheco, Chinês, Francês, Alemão, Italiano, Japonês, Coreano, Norueguês, Russo, Espanhol e Tailandês;
• Suporte adicionado ao Intel Quick Sync Video na versão Flatpak;
• Adicionada a possibilidade de editar as configurações das trilhas de áudio através de um duplo clique;
• Adicionadas opções para abrir os registros de codificação e diretórios aos menus de ação, na janela de fila;
• Diversas correções de bugs e aprimoramentos.

Versão Windows:


• Melhorado o layout da janela de preferências;
• Aprimorado o código da caixa de busca de arquivos recentes;
• Adicionado um tema escuro para o software no Windows 10
• Aprimorado o comportamento de nomear automaticamente arquivos exportados, e sobrescrição de arquivos;
• Adicionada a função de testar sons de notificação ao escolhê-los;
• Adicionada a opção para executar uma ação, sem uma contagem regressiva, após o término das conversões;
• Adicionada a opção para desabilitar a imagem de preview na aba “Resumo”;
• Incluída a opção de importar/exportar a fila, que havia sido removida em uma versão anterior;
• Adicionada a opção “hardware-enabled” ao arquivo “portable.ini”;
• Implementadas novas medidas de segurança relacionadas a bateria baixa e pouco espaço em disco, sendo elas: Os trabalhos de conversão são pausados automaticamente ao detectar um nível baixo de carga na bateria, então o modo de suspensão do sistema é permitido, e a conversão resume automaticamente quando o cabo de energia for conectado. A conversão de arquivos também é pausada automaticamente quando for detectado que o espaço disponível em disco está muito baixo;
• Adicionadas traduções para os seguintes idiomas: Francês, Alemão, Chinês, Coreano, Russo, Espanhol e Turco.

Versão MacOS


• O HandBrake agora exige como requisito mínimo para a instalação o MacOS na versão “El Capitan” ou superior;
• O software agora funciona em “sandbox”, e faz uso da runtime “hardened” do MacOS;
• A prioridade de processo do HandBrake foi atualizada para “baixa prioridade”, à fim de evitar travamentos em potencial enquanto os trabalhos de conversão estão em execução;
• Aprimoramentos na tradução para Alemão;
• Adicionadas traduções para os seguintes idiomas: Francês, Italiano e Russo.

Além do que foi mencionado acima, também foram adicionados presets para o Discord e Discord Nitro nas versões de todas as três plataformas.


Destacamos várias das melhorias mais notáveis, mas muitas mais além dessas foram implementadas nesta nova versão do software. Você pode conferir a lista de aprimoramentos, na íntegra, no post de lançamento oficial da versão 1.3.0 no Github.

Instalação


O HandBrake está disponível nos repositórios das principais distros, e também pode ser instalado via Flatpak, acessando a página do software no Flathub, ou através do comando abaixo:

flatpak install flathub fr.handbrake.ghb

Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo 

Você já conhece ou utiliza o HandBrake? Ou talvez conheça algum outro conversor de vídeo que esteja disponível para Linux e seja tão bom quanto, ou melhor que o HandBrake? Conte-nos nos comentários!😁

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Daily Builds do Ubuntu 20.04 estão disponíveis para downloads de testes

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Como noticiamos há um mês, o Ubuntu 20.04 LTS começaria a ter as primeiras compilações do sistema liberadas já neste ano (2019), para o pessoal ir testando e dando o feedback para a Canonical.

Daily Builds do Ubuntu 20.04 estão disponíveis para downloads de testes





A partir de hoje (dia 19), as imagens ISO do novo Ubuntu, serão “fabricadas” todos os dias até o dia do lançamento da versão stable (estável) do sistema. O lançamento está previsto para abril de 2020, como informado no Release Schedule.


Como o nome já diz, são Dailys Builds, então essas ISOs não devem ser usadas como o seu sistema operacional padrão, pois o mesmo não está estável suficiente para isso, o que pode conter bugs, pacotes quebrados, usabilidade “quebrada” e recursos adicionados e removidos em um curto prazo de tempo, entre outros contratempos.

Na imagem acima, podemos ver que a versão 20.04 do Ubuntu ainda está no “começo”, pois o papel de parede ainda é do Ubuntu 19.10.


Para baixar a Daily Build do Ubuntu 20.04, basta acessar este link e efetuar o Download.

Vale lembrar, que para testar esse Ubuntu, é recomendado o teste em uma máquina para esse fim ou em uma Máquina Virtual (VM), para não correr riscos de “paralisar” o seu trabalho.

Agora nós conte aí nos comentários, o que você espera dessa versão do Ubuntu e se você irá testá-la.

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LibreOffice 6.4 tem primeiro beta disponível para download

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A próxima versão do LibreOffice, a 6.4, que deve chegar no fim de janeiro de 2020, já está disponível para download e pode ser testada pelos usuários. O anúncio foi feito no blog oficial do projeto.

LibreOffice 6.4 tem primeiro beta disponível para download






Essa versão 6.4, já está em desenvolvimento à alguns meses e agora ela vem com algumas novidades bem interessantes, que podem agradar os seus usuários.

Podemos começar com as novas janelas de diálogos que serão em GTK, como detalhamos neste post, onde visa melhorar a integração com a suíte office.

No editor de texto, Writer, foi adicionado a opção para marcar comentários como resolvidos, assim como ocorre no Google Docs.


Como também foi corrigido a perda de layout quando um item em lista era alterado.

Antes
Depois

   

Foi melhorado também, a movimentação, exclusão de tabelas e suas linhas. Com isso, se tornou mais rápido fazer essas funções no Writer.

Já no Calc, tivemos melhorias e correções que tendem a dar um “up” no editor de planilhas.

A primeira é o aprimoramento da seleção em células que contém hiperlinks, agora a célula que tiver o hiperlink, será selecionada quando for clicada com o botão direito do mouse. Outra novidade, é que agora você vai poder exportar para PDF, todas as páginas em uma única folha. Com isso economizando “alguns trocados” em papel e algumas árvores também 😁😅.

Para ver todas as novidades, você pode acessar aqui e para baixar o Beta 1, tanto para Linux (nos formatos DEB e RPM), quanto para Windows e macOS, será através deste link aqui.

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ONLYOFFICE agora também está disponível em Flatpak

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O ONLYOFFICE, uma das suítes office que mais tem se destacado quando se trata em ser um substituto à altura para o Microsoft Office, recentemente expandiu ainda mais o seu suporte para Linux ao oferecer o software no formato Flatpak.

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O Flatpak é um formato para empacotamento de softwares que, rapidamente, tem se tornado cada vez mais popular no mundo Linux. Com isso, a cada vez mais, empresas e desenvolvedores vem disponibilizando os seus softwares no formato, tendo como principal característica, a instalação e execução do software em “sandbox”, podendo assim disponibilizar updates e melhorias sem prejudicar o restante do sistema. Recentemente noticiamos a implementação de forma nativa do Flatpak no Elementary OS, e agora chegou a vez da Ascension System SIA disponibilizar o ONLYOFFICE em Flatpak.

Se você não sabe o que é, ou como funciona o formato Flatpak, altamente recomendo a leitura deste artigo, redigido pelo Dionatan Simioni. Caso você prefira assistir a ler, o vídeo abaixo também é uma ótima opção de conteúdo sobre formatos de empacotamento em “sandbox”.

 
A disponibilização do ONLYOFFICE em Flatpak é uma ótima notícia para toda a comunidade Linux, tendo um “gostinho” ainda mais especial para usuários de distros como o Fedora Silverblue e o Endless OS, que tem um foco muito maior nesse formato de empacotamento.
 
Caso não queira utilizar o software em Flatpak, não tem problema. O ONLYOFFICE também está disponível em .deb, .rpm, snap e AppImage. Além de também possuir versões para Windows e MacOS.
 
Talvez algumas pessoas pensem que disponibilizar o software em Flatpak, quando o mesmo já está disponível em outros formatos, principalmente sendo eles Snap e AppImage, é uma redundância desnecessária e trabalho desperdiçado. Eu realmente não penso assim. Pelos mais variados motivos, as pessoas têm preferências diferentes, e muitas vezes o software estar disponível em um formato ou não pode ser a “gota d’água” para o usuário escolher entre um software ou outro.

Instalando o ONLYOFFICE em Flatpak

 
Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:
 
flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo 
 
Para instalar a versão Flatpak do ONLYOFFICE, basta acessar a página do mesmo no Flathub e seguir as instruções. Ou então, você pode simplesmente copiar e colar o comando abaixo no seu terminal:
 
flatpak install flathub org.onlyoffice.desktopeditors
 
Já publicamos aqui no blog alguns artigos sobre o ONLYOFFICE, incluindo as novidades do lançamento da última versão, e uma entrevista com a Galina Goduhina, uma das desenvolvedoras do projeto.

Você é usuário ou já testou o ONLYOFFICE? Ou tem interesse em testá-lo no futuro? Diga nos comentários o quê você pensa sobre o software, principalmente quando comparado às suas principais alternativas como o LibreOffice, WPS Office, FreeOffice, e é claro, o Microsoft Office.😁

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Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Kdenlive é um editor de vídeo não-linear que muitos usuários que começam no Linux usam para editar vídeos, ele apareceu, inclusive, em uma lista que fizemos com várias boas opções para quem quer editar vídeos no Linux.

Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial





O anúncio foi feito no blog do KDE, pelo dev  Jonathan Riddell, onde comenta que os snaps são um novo formato de pacotes baseados em contêineres e que o projeto KDE tem mais de 50 aplicativos já disponíveis nesse formato, informando que agora é a vez do Kdenlive de juntar-se a “família” snap de forma oficial.



Riddell, comenta sobre o novo formato e a adoção da comunidade KDE deles:

“A maioria dos pacotes Snap do KDE são construídos pelo time do KDE Neon em seus próprios servidores, e visam tornar a construção dos pacotes mais integrada com os repositórios do projeto, garantindo uma construção contínua dos mesmos. Isso significa que estes pacotes são frequentemente atualização e no momento que alguma mudança é feita, você, como usuário, sempre terá as últimas versões dos softwares do KDE, com novos recursos e correções de bugs.”


Com isso, temos agora os 3 (três) formatos novos suportados pelo Kdenlive oficialmente, snap, flatpak e appimage. Fora os outros formatos, que você pode consultar aqui.

Se você quiser experimentar o Kdenlive via snap, primeiramente terá que instalar o suporte a snap no seu sistema. Caso este suporte não existe nativamente, você pode aprender a habilitar este recurso através deste tutorial nosso. Se você usa o Ubuntu e suas flavours, basta procurar na Store por “kdenlive” ou via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install kdenlive

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Passos que estão levando a API gráfica Vulkan ao sucesso

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The Khronos Group, a organização por trás da API gráfica Vulkan, deu mais um passo para facilitar e incentivar a adoção do Vulkan por parte de empresas e comunidades, assim viabilizando a popularização da plataforma.
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A nova API gráfica Vulkan é uma das maiores responsáveis pela grande “revolução” que tem acontecido ao longo dos últimos anos quando o assunto é jogos no Linux. Sem Vulkan, não teríamos softwares como o Proton, DXVK, D9VK, e provavelmente nós usuários Linux ainda estaríamos presos ao OpenGL, quando se trata de APIs gráficas.

Vulkan Unified Samples


No final de Outubro deste ano, The Khronos Group lançou o “Vulkan Unified Samples”. Trata-se de um repositório no Github contendo amostras de alta qualidade de códigos da API gráfica, tendo como objetivo facilitar e encorajar a utilização do Vulkan pelo maior número possível de desenvolvedores e empresas, independente dos seus níveis de habilidade e conhecimento sobre a mesma.

O projeto “Vulkan Unified Samples” foi criado atendendo ao pedido de um grande número de usuários que buscavam por recursos melhores e de mais fácil acesso, para viabilizar o desenvolvimento sobre a API gráfica.

“A Khronos acredita que qualquer um pode aprender a utilizar Vulkan, e está continuamente buscando formas para aprimorar a experiência e disponibilidade dos recursos. O projeto Vulkan está aberto para receber contribuições de quaisquer membros da Khronos Group, bem como de contribuintes externos, que precisam apenas falar comigo para saber como fazer tal contribuição.” disse Kris Rose, desenvolvedor e gerente de relações da The Khronos Group.

Mais informações sobre como contribuir podem ser encontradas no anúncio oficial, bem como mais informações sobre o assunto.

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Membros do Khronos Group

Vulkan Guide


Outra investida na mesma direção por parte da Khronos, foi criar um guia com o objetivo de ser o lugar perfeito para se conhecer e começar a trabalhar com a API. Vulkan é uma tecnologia bastante nova, e muitos desenvolvedores estavam tendo dificuldades em encontrar informações claras e precisas sobre como trabalhar com a API, com isso a Khronos Group criou um repositório no Github chamado “Vulkan-Guide”, que parte do princípio de ser um conteúdo completo, organizado de uma forma clara e objetiva sobre o uso e desenvolvimento do Vulkan.

A API gráfica Vulkan foi anunciada oficialmente em 2015, é uma tecnologia extremamente nova que vem ganhando espaço muito rapidamente entre as suas alternativas, como o OpenGL e o DirectX. Inclusive, como já falamos aqui no blog, Vulkan é a API gráfica que, juntamente com Linux, está sendo utilizada pela Google em um dos seus mais novos e ambiciosos projetos, o Stadia.

Particularmente, penso que a ascensão do Vulkan entre as APIs gráficas jamais teria sido tão rápida se não fosse um projeto aberto e colaborativo. Não acredito que uma única empresa, por maior que seja e tendo os melhores desenvolvedores do mercado, não teria sido capaz de desenvolver um software em um nível tão alto em tão pouco tempo.

Mas e você, o quê pensa sobre as novidades e o espaço que o Vulkan tem ganhado no mercado? Na sua opinião, qual é a razão para este sucesso? Diga-nos a sua opinião nos comentários. 😁

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Dispositivos eletrônicos vendidos na Rússia poderão obrigatoriamente possuir aplicativos Russos pré instalados

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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Projeto de lei proposto por vários deputados na Rússia poderá fazer com que todos os computadores, smartphones, Smart TVs, tablets, e outros equipamentos semelhantes vendidos no país, obrigatoriamente possuam uma série de apps Russos pré instalados.

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O Projeto de Lei


Segundo o que está escrito na página do “Sistema de Apoio À Legislação” da Rússia, na qual se encontra o projeto de lei, todos esses produtos que estarão sujeitos ao mesmo são considerados “tecnicamente complexos”. Com isso, tal lei permitirá aos consumidores utilizar softwares Russos pré instalados, que além de tornar mais fácil o uso destes dispositivos, também irá proteger e incentivar o crescimento de empresas e desenvolvedores no país.

Segundo os autores do projeto de lei:

Tal lei irá proteger os interesses das companhias Russas de internet, e reduzir o abuso por parte das grandes companhias estrangeiras de tecnologia da informação.

O projeto de lei ainda está sendo discutido no Parlamento Russo, e para ser aprovado precisará ter uma votação favorável em três diferentes turnos. O primeiro turno das votações do Parlamento foi positivo a aprovação da nova lei, e se os dois turnos seguintes também forem, o resultado será a aprovação do projeto de lei Nº757423 por parte de Vladimir Putin.

Caso o projeto seja aprovado, a lei passará a entrar em vigor à partir do primeiro dia de Março de 2020. Desta data em diante, o governo divulgará uma lista com todos os modelos de dispositivos eletrônicos que estarão sujeitos a nova lei. Também serão divulgadas outras listas especificando quais aplicações deverão ser instaladas em cada uma das diferentes categorias de dispositivos eletrônicos que se enquadram na nova legislação.

Fabricantes e distribuidores de dispositivos eletrônicos que se recusarem, ou não obtiverem sucesso em seguir as novas ordens, estarão sujeitos a uma multa com um valor previsto de ₽ 200.000,00 (aproximadamente R$ 12.900,00).

A Polêmica


Enquanto parlamentares, em sua maioria, aprovam e apoiam o projeto de lei, dizendo que esta irá enriquecer a cena de desenvolvimento e tecnologia no país, a população se mostra extremamente contrária à nova ideia. Dizem que este é um movimento que vai em direção a um estado de vigilância, e fiscalização além dos limites. Estas pessoas temem que os aplicativos que obrigatoriamente virão instalados nos seus dispositivos poderão ter como objetivo apenas fornecer ao governo acesso facilitado a dados privados dos usuários.

É realmente um tema bastante polêmico. Eu acho excelente que um governo decida apoiar o desenvolvimento de softwares e tecnologia em seus país, mas também acho que os meios que os parlamentares Russos estão tentando utilizar para realizar esse apoio são, medindo as palavras, extremamente desonestos. Quanto a questão sobre, se o governo está ou não intencionado em espionar a população, bom, quem sou eu para afirmar qualquer coisa? Mas é realmente isso o que dá a entender.

Mesmo que as intenções do governo sejam as mais honestas possíveis, também não acho que tal lei irá dar um grande impulso no setor de TI da Rússia. Os aplicativos que, caso a lei seja aprovada, serão enfiados goela abaixo instalados por padrão nos dispositivos eletrônicos, não serão necessariamente os melhores apps desenvolvidos no país, serão apenas aplicações selecionadas por políticos. Provavelmente aplicações de empresas e desenvolvedores, de certa forma, filiados ao governo.

Talvez eu esteja completamente enganado, e morar no Brasil tenha feito de mim uma pessoa muito desconfiada quando o assunto é política, e políticos. Todavia, do meu ponto de vista, todo esse papo de “impulsionar o setor de tecnologia no país” parece ser uma desculpa para que o governo possa fazer algo como, por exemplo, o que a própria população Russa desconfia, mencionado anteriormente neste artigo.

Por fim, realmente gostaria de saber qual é a sua opinião sobre esse assunto. Você pensa que o novo projeto de lei é mesmo uma boa ideia? Ou as desconfianças da população é que fazem mais sentido? Vamos conversar nos comentários! 😁

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Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux em 2020

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Parece que estamos vivendo em uma época em que programas da Microsoft e a sua aproximação do Linux, está se tornando a cada dia, um tema bem comum.


Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux para 2020






Ultimamente, tivemos alguns programas chegando ao Linux vindo da Microsoft, um exemplo é o tradicional messenger da empresa, o Skype. O primeiro que foi anunciado oficialmente que estará chegando ao Linux, é o navegador Edge, em que fizemos uma matéria sobre o rumor e uma do anúncio oficial.


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Agora, o mais novo integrante da família Microsoft a integrar o “mundo Linux”, é o Microsoft Teams. Para quem não está familiarizado, o MS Teams é concorrente direto do Slack, programa para gerenciar equipes e projetos.

O anúncio foi feito através da conta oficial do Microsoft Teams no Twitter, que você confere logo abaixo:


No tweet, foi disponibilizado um link do Tech Comunnity da Microsoft, onde no trecho que fala sobre a versão de Linux, é comentado que a versão terá todas as funções já presentes, sendo disponibilizado nos formatos .deb e .rpm.


Com isso, a última ferramenta da Microsoft que falta chegar no Linux, seria o MS Office. Isso foi perguntado no tweet, e o Christopher Scott (Senior Premier Field Engineer (Open Source) at Microsoft - Solver of Problems), disponibilizou um link, com uma pesquisa no uservoice do Office 365, para que os usuários façam o pedido e a votação para uma versão do Office para Linux. Até o momento desta matéria, a postagem no uservoice estava com 3.210 votos e com pelo menos 200 comentários.



Também perguntei para ele, se o Office vindo para o Linux, ele seria nos moldes que é no Android ou algo parecido, como uma versão grátis, por exemplo. Segundo as suas respostas, ele está trabalhando “arduamente” dentro da divisão do Office para que isso aconteça e que a versão para Linux seria paga, como ocorre com as versões para Windows e macOS, como os Offices 2016/2019 ou as assinaturas para o Office 365.

Perguntei se a versão de Linux estaria perto e ele falou que não, mas que isso pode mudar dependendo dos pedidos dos clientes e isso traria uma “pressão”. Também indaguei se 5000 votos ali seria um número interessante para isso, e ele respondeu que é um bom número para se ter, mas que isso seria só uma parte do quebra-cabeça (puzzle).

Na minha opinião, eles vão ver como o Edge e o Teams se sai no ambiente Linux, no que tange em integração com as distros e tudo mais. Se isso for bem sucedido, creio que a versão do Office venha, pois quase todo o seu ecossistema para equipes e projetos estará disponível no pinguim, como o Skype, Edge e Teams. Se isso acontecer, do Office realmente vir para o Linux, certamente será um grande avanço para o pinguim no desktop.

Para votar no uservoice do Office 365, basta acessar esse link.

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Ubuntu Touch ganha versão 64-bits ARM, entre outras novidades

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A UBports, fundação que tomou a responsabilidade em manter o Ubuntu Touch, após o mesmo ter sido descontinuado pela Canonical, recentemente anunciou a disponibilidade para download das imagens de 64 bits do sistema.
ubuntu-touch-ganha-versao-arm-64-bits-entre-outras-novidades

O Ubuntu Touch é um sistema operacional convergente, para smartphones e tablets. Desenvolvido e inicialmente mantido pela Canonical (empresa responsável por criar e manter o Ubuntu), o Ubuntu Touch desde a sua origem, sempre foi um projeto ambicioso e inovador. Conforme mencionado anteriormente, a ideia era que o sistema fosse convergente, sendo assim um sistema operacional para dispositivos móveis, que também poderia ser utilizado com mouse e teclado ao ser conectado em um monitor de computador.

A proposta inicial do Ubuntu Touch era ser o sistema operacional padrão dos Ubuntu Phones, porém, pelos motivos que você pode conferir neste artigo, o mesmo foi descontinuado pela Canonical na mesma ocasião em que a empresa também abandonou o projeto Unity.

Porém, tratando-se de Open Source, quando um software é descontinuado não necessariamente significa que este ficará esquecido, perdido no tempo. Como bem sabemos, por ter o seu código aberto, qualquer pessoa ou equipe com o conhecimento necessário pode “tomar as rédeas” do projeto para si, e dar continuidade ao mesmo da forma que bem entender.

Dessa forma foi criada a UBports. Uma fundação sem fins lucrativos, criada por Marius Gripsgard, Ricardo Mendonza, Jan Sprinz, Florian Leeber e Ewald Pierre com o objetivo inicial de dar continuidade ao projeto do Ubuntu Touch. Sem abrir mão da ideia de futuramente também abraçar ou até mesmo criar outros projetos.

A UBports vem mantendo o Ubuntu Touch desde então, que já pode ser instalado em vários modelos de dispositivos oficialmente suportados. Todavia, até pouco tempo atrás, o sistema estava disponível apenas na sua versão de 32 bits. Realidade essa que acaba de mudar.

O vídeo abaixo é o registro de uma live stream (em inglês) feita por três dos desenvolvedores do projeto, na qual é oficialmente anunciada a disponibilidade das imagens ARM 64.


Para aquelas pessoas com a agenda cheia, que não tem tempo para assistir o anúncio oficial, ou para aqueles que não tem um bom entendimento da língua inglesa, veja a seguir um resumo do que foi anunciado. Segundo a UBports:

Dispositivos ARM 64-bits já estão no mercado há relativamente bastante tempo, porém, desde que o Ubuntu Touch foi criado, sempre funcionou apenas em 32 bits. Recentemente percebemos que ter uma versão ARM de 64 bits é muito mais útil do que pensado anteriormente. E não apenas quando se trata de dispositivos com mais de 4GB de RAM.

A UBports também lançou a versão nativa para Ubuntu Phone dos apps TELEports 0.6.0, e Telegram. Foi anunciado também que a interface de usuário Unity 8, bem como o servidor de exibição Mir 1.x, já estão disponíveis na versão de desenvolvimento do Ubuntu Touch. Muito provavelmente, que chegará na versão estável ainda este ano.

Embora seja algo óbvio, é sempre bom ressaltar que testar a versão em desenvolvimento do Ubuntu Touch, bem como de qualquer outro software, é indicado apenas para usuários que estejam dispostos a ajudar no desenvolvimento reportando bugs, e não esperam grande estabilidade do sistema.

Por fim, penso que o Ubuntu Touch, a cada update, vem cada vez mais se tornando um excelente sistema operacional. Porém, por vários motivos, sendo o principal deles a baixa disponibilidade de apps, não acho que o Ubuntu Touch chegará a ser popular. Ao menos nos próximos anos.

Mesmo assim pretendo testá-lo assim que possível, quando tiver um smartphone extra, pois realmente não pretendo instalá-lo no meu smartphone principal, ao menos por hora.

Você já testou, ou tem curiosidade em testar o Ubuntu Touch? O quê você pensa sobre as novidades, e o caminho que o projeto vem tomando? Conte-nos nos comentários!

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Isso é tudo pessoal! 😉

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Melhorias no ZFS estão a caminho para o Ubuntu 20.04 LTS

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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Há uns 4 meses, a Canonical anunciou que estaria começando a testar a tecnologia de sistema de arquivos ZFS.


 Melhorias no ZFS estão a caminho para o Ubuntu 20.04 LTS




Em agosto deste ano (2019), a Canonical falou que começaria os testes do ZFS, de forma experimental no Ubuntu 19.10, para que os usuários do sistema operacional pudessem testá-lo, assim podendo dar o feedback de como o sistema de arquivos estaria se comportando no Ubuntu.


Atualmente, no Ubuntu 19.10, na hora da instalação você pode escolher se quer ou não utilizar o ZFS. Porém, instalar o sistema nesse modo resulta na utilização total do HD, não podendo ser utilizado com outros formatos, como o EXT4 e nem em dual boot. Espera-se que no 20.04 LTS, possa ter essa possibilidade.

Também é esperado no ciclo de trabalho do Ubuntu 20.04 LTS, a implementação completa do ZFS, bem como a possibilidade de se utilizar o LVM junto. Outra coisa que está sendo trabalhada, é o Zsys cards, que vai possibilitar a utilização de uma partição EFI (ESP), com redimensionamento dinâmico do /boot, correções de integração do GRUB, desmontar/desligar de forma apropriada, entre outros items. Para mais detalhes, você pode consultar o README do Zsys cards.

Com a implementação completa do ZFS, a partir do Ubuntu 20.04 Focal Fossa poderemos ter, por exemplo, pontos de restauração mais ágeis e de fácil manuseio. 

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Chrome OS 78 chega com novidades e aprimoramento com apps Linux

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Confira as novidades da versão 78 do sistema do Google, e o aprimoramento de aplicações Linux no Chrome OS.

google-chrome-sistema-operacional-chromebook-laptop-apps-linux-web-browser-desktop-virtual-overview

Donos de Chromebooks devem estar alegres com as mais recentes mudanças no Chrome OS 78. O sistema do Google é muito famoso no meio estudantil, chegando a bater de frente com o Microsoft Surface nos EUA. Com as mudanças que estão sendo implementadas, mais usuários poderão ser atraídos. 

Temos uma review do Chrome OS demonstrando o sistema em funcionamento e avaliando se vale ou não apena comprar um Chromebook:


O suporte para as aplicações Linux no Chrome OS não é de hoje. O recurso vem sendo compatibilizado desde 2018, com a possibilidade dos pacotes DEB poderem ser instalados, unindo as facilidades da web, com apps comuns no mundo Linux sendo acessados offline. 

Veja no início desta implementação, aplicativos de Linux rodando no Chrome OS:


Fica bem interessante pensar aonde as coisas chegarão, caso todo esse trabalho continue adiante. No ano de 2019, por exemplo, parece que o foco principal, além das soluções de bugs, é essa compatibilidade com softwares Linux. Cada atualização vêm sendo minuciosamente ajustada para rodar programas do Linux. Inclusive vários modelos de 2019 passaram a vir com o suporte para aplicativos Linux. Muitos poderão se perguntar, mas qual a dificuldade se o Chrome OS também é baseado em Linux? Pois bem! Ser baseado em Linux, não quer dizer necessariamente que as tecnologias serão compatíveis entre si. Além disso, o Chrome OS não compartilha dos mesmos elementos, comumente semelhantes em outras distribuições. Um que posso citar, é o seu servidor de janelas. Nas distros é comum você utilizar ou o Xorg, ou Wayland.

Apps Linux no Chrome OS 78 e muito mais


Agora é possível salvar e restaurar backups dos arquivos e aplicativos Linux localmente, em armazenamento externo ou na nuvem via Google Drive. O suporte a GPU passa a vir ativado por padrão, oferecendo uma experiência decente e tornando tudo mais fluido ao utilizar esses apps.

As configurações foram divididas, tornando tudo ainda mais organizado, como aprimorado o suporte à impressão. A exibição das impressoras, suportadas, é automaticamente reconhecida sem prévia configuração por parte do usuário. Recursos novos no Chrome OS 78, não faltam e features, como Picture in Picture (PiP) no Youtube compõe algumas das novidades. Outras alterações que são interessantes citar são: melhorias visuais no aplicativo Arquivos tornando mais intuitivo as informações de todo o progresso, a capacidade do Chromebook “acordar” ao utilizar a conexão USB para determinados casos de uso, adição do Click-to-Call, facilitando chamadas telefônicas de usuários Android, novos atalhos de teclado e uma das principais mudanças em sua interface gráfica, sendo a criação de desktops virtuais e interações com o Overview.

Com aspectos que lembram ambientes conhecidos no Linux, GNOME Shell, DDE e Pantheon Shell. 

Desktops virtuais no Chrome OS 78:

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Overview no Chrome OS 78, e adição de desktops virtuais:

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Detalhes mais simples e pontuais foram adicionados, mas creio que sejam mais relevantes aos usuários do sistema e ficaria maçante mencionar um a um.

“Agora você pode criar até 4 desktops virtuais distintos. Os desktops virtuais são para se concentrar em um único projeto ou para alternar rapidamente entre várias janelas”, diz o Google nas notas de versão.

Se você, assim como eu, não tem um Chromebook. Não fique triste, talvez uma solução paliativa seja “fazer seu próprio Chromebook”. Uma forma interessante é através do CloudReady, conforme o vídeo logo abaixo.


Ainda não tive o prazer de pegar um equipamento desses em minhas mãos, sempre estou pesquisando sobre o sistema e confesso que sua interface é uma de minhas favoritas (em quesito beleza). Gostaria de brincar um pouco com um Chromebook, de preferência um que suporte a instalação de apps Linux.

Você possui um Chromebook? Qual sua opinião sobre o sistema do Google? Particularmente penso bem semelhante ao Linus Torvalds, quando o assunto é Chrome OS.

Quer saber a opinião do criador do Linux, sobre o sistema do Google e mais assuntos? Acesse essa postagem e saiba mais.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Softpedia.


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Conheça o provável design do Deepin 20 [UPDATE]

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O Deepin é considerado uma das distribuições mais bonitas do mundo Linux, mas você já viu sua nova proposta de design para versão 20? Parece que a cada lançamento a distro traz um visual apelativo e que chama a atenção do usuário comum.

deepin-launcher-qt-de-interface-gráfica-dde-kwin-linux-debian

Creio que não seja segredo para ninguém, ao menos para quem conhece um pouco sobre meu trabalho, o relacionamento que tenho com o Deepin. Curiosamente o canal OSistemático foi por muito tempo um dos responsáveis por impulsionar o sistema aqui no Brasil. Não falo para me vangloriar ou algo assim, apenas para enfatizar o envolvimento que tive ao produzir material sobre o sistema. É provável que, você usuário de Deepin já tenha se deparado com algum vídeo de minha autoria. Seja em algum grupo no Telegram, aqui no blog Diolinux ou até mesmo em meu canal (até eu mesmo já me deparei e pessoas nem sabiam que estavam falando com o próprio criador do vídeo em questão 🤣️🤣️🤣️).

Abaixo você pode ver um vídeo do OSistemático, relatando um pouco mais sobre a usabilidade do Deepin 15.10. Perceba que sou sincero e dou minha opinião. Todavia, a versão atual do Deepin é a 15.11 (em que escrevo essa matéria).


O curioso é que nessa história toda, há quem acredite que sou fanboy de Deepin e outros que sou hater. É engraçado pensar nisso, pois sou categorizado como extremista até hoje, seja de um lado ou de outro. Contudo, algumas pessoas ainda não entenderam que quando elogiei o Deepin foi por conta de meus vários anos utilizando o sistema, e quando critiquei ou mencionei algo, não foi para descaracterizar ou simplesmente ofender usuários. Toda essa transparência é o que de fato passei e passo com o sistema, meus relatos e usabilidade com o Deepin. “Se tá ruim digo, se tá bom também”, não é tão difícil compreender isso, é?

Pense, se sou hater de Deepin, porque teorizar que a Huawei utilizaria o sistema, e o Linux poderia ser mais conhecido graças a distro chinesa? Não sabe sobre o que estou falando? Acesse a postagem na qual inicialmente abordei esse tema. E não é que depois as coisas começaram a desenrolar, e de fato a Huawei passou a vender computadores com Deepin.

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Visual apelativo, isso o Deepin “tem para dar e vender”


Quando o assunto é beleza, o design do Deepin é impecável. Seu UX Design é bem inteligente e não confunde o usuário leigo, possibilitando inclusive um uso que lembra o Windows, ou até mesmo o macOS. Ao passar dos anos a distribuição chinesa passou por um verdadeiro “banho de loja” e ganhou diversos recursos visuais, como uma melhor consistência de seu ecossistema.

Deepin em 2013

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Deepin em 2015

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Deepin em 2019

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Não obstante, mesmo ao utilizar outro sistema, termino instalando vários aplicativos da distro.


O futuro do Deepin é promissor


Recentemente o canal oficial do Deepin lançou um vídeo com o próximo visual de seu launcher. A interface gráfica DDE (Deepin Desktop Environment) poderá passar por uma nova transformação. Muita coisa ainda pode ser mudada, e o vídeo a seguir é um conceito de como as coisas poderão ficar na versão 20 do sistema.


Podemos observar que esse conceito se aproxima bastante da interface da Apple, o iOS, utilizada nos iPads. A barra também é semelhante a do Chrome OS, que inclusive recebeu uma nova versão essa semana. Tudo parece estar mais arredondado e com o clássico “blur” das últimas versões do Deepin. Quando o menu está maximizado, é praticamente idêntico o do macOS.


E as mudanças estão à todo vapor, agora a tela de login recebeu um redesign e ao que tudo indica a versão 20 será bem diferente que a atual, em vários aspectos da interface gráfica. Apps estão sendo reformulados,  ao que tudo indica, podemos ver no vídeo a seguir o player de música com uma cara nova.


Lembrando que as versões de lançamento do Deepin agora são referenciadas conforme o ano inicial de seu lançamento (2015 == Deepin 15, 2020 == Deepin 20). Por isso haverá um salto da versão 15.11 para 20, visto que ele sairá como estável em 2020. Mas existem indícios que em novembro, possa ser disponibilizado uma versão beta do próximo Deepin 20. Essa versão também pode ser baseada no Debian 10.

Até lá muita coisa pode mudar, pois, os desenvolvedores ainda estão trabalhando em seu visual. Esse empenho vem ocorrendo durante este ano de 2019, e talvez o refinamento com o DDE-Kwin possa aumentar a performance do novo launcher.

Você usa o Deepin ou quem sabe o DDE em outra distro? Deixe nos comentários o que achou do novo visual em construção. Particularmente foi de meu agrado, principalmente o menu quando maximizado (que é a forma que utilizo).

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Até o próximo post, e compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Deepin, Forbes.


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