Janeiro 2019 - Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Como instalar o tema flat e moderno Ant no Ubuntu e Linux Mint

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Se você gosta de personalizar o seu Linux, ter opções de ícones para o sistema sempre é bem-vindo,deixando o sistema cada vez mais com o seu jeito e “personalidade”. Os temas com a pegada flat sempre agradam quem vai personalizar, exemplos disso são os temas Numix, Papirus, Suru e Zafiro, os quais também fizemos um post mostrando..


 Como instalar o tema flat e moderno Ant no Ubuntu e Linux Mint








O tema traz “uma pegada futurista”, trazendo uma combinação bem interessante e inovadora, baseando-se no tema  evopop-gtk-theme, já o tema de ícones é baseado no tema Boston.
Imagens oficias do projeto

Instalação do tema


Para instalar o tema é bem simples. Primeiro você deve baixá-lo no GitHub do projeto, o próximo passo é abrir o seu gestor de arquivos e exibir os arquivos ocultos, geralmente no Nemo (Linux Mint) e do Nautilus (Ubuntu/GNOME) basta pressionar a combinação de teclas “CTRL+H”., 

Provavelmente agora você vai conseguir visualizar os arquivos ocultos, estes começam com “.”(ponto), dentre as várias pastas que você visualizará, provavelmente haverá uma pasta chamada “.themes”, caso ela não exista, você pode criar sem problemas, apenas lembre se adicionar o ponto antes do nome.

 Feito isso basta descompactar a pasta do tema baixando dentro desta pasta “.themes”. Para mudar para o tema novo, basta utilizar o GNOME Tweak no Ubuntu (GNOME Shell) ou a ferramenta Temas no Mint, que você encontra no painel de  controle, e ali mudar para o tema do “Ant”. O tema pode funcionar também em outras interfaces GTK, como XFCE, MATE, Budgie, etc. porém, alguns detalhes podem ficar “fora do lugar”.

Imagens oficiais do projeto

Para baixar o tema, acesse ele no GNOME Look através deste link ou através do GitHub.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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YACReader, o seu leitor de HQs no Linux

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Se você é um aficionado por HQs, tem algumas delas baixadas no seu Ubuntu,Linux Mint ou outra distro Linux, e precisa de algum leitor pensado para essa função, o YACReader veio para lhe ajudar.

 YACReader, o seu leitor de HQs no Linux






Muitos que vem chegando no mundo Linux estão procurando programas para facilitar o seu dia a dia com tarefas triviais, como ler quadrinhos. O YACReader foi uma grata surpresa ao procurar por programas para essa tarefa.

Algumas características do YACReader




O YACReader é escrito em C++ e tem código aberto, com ele você pode ler arquivos nos seguintes formatos: rar, zip, cbr, cbz, tar, pdf, 7z and cb7,jpeg ,gif ,png , tiff e bmp.

Outras características interessantes:
  • Transições bonitas, personalizáveis ​​e suaves como um “fluxo de HQ”;
  • Leitura de página dupla;
  • Traduções disponíveis para Holandês, Francês, Alemão, Português (brasileiro), Russo e Turco;
  • Opção para usar aceleração de hardware;
  • Suporte multiplataforma para Linux, Windows, macOS e iOS;
  • Suporte a Tags;
  • Modo de navegação rápida;

Para mais informações sobre o YACReader, basta acessar o site deles.




O software é disponibilizado em .deb (Ubuntu, Linux Mint, Debian, Deepin, elementary OS, etc), em .rpm (Fedora, openSUSE, etc) e através do AUR (Arch Linux, Manjaro, Antergos, etc.), de modo que você pode escolher na página de downloads o adequado para a sua distro.

Agora você vai poder ler às suas HQs na sua distro e não perder mais aquela saga que você tanto ama. 😀

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Odio, um excelente app de streaming de rádio para Linux

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Como noticiamos recentemente, o aplicativo de streaming de rádio “Gradio” foi descontinuado e assim deu lugar ao Shortwave, porém, como tudo no mundo Linux e Open Source, sempre haverá uma alternativa ou um “concorrente” para tal tarefa, um software muito bacana chamado “Odio” se encaixa nessa situação.


 Odio, um excelente app de streaming de rádio para Linux






Ainda que existam aplicativos e serviços como Spotify, YouTube Music, Deezer e afins, tem muita gente que ainda ouve rádio, pode ser para ouvir música ou noticiário, e no mundo moderno em que estamos ter um radinho de pilha é a última opção que você iria querer 😜, visto que podemos ter o rádio no celular ou via navegador com os sites das rádios, mas sempre haverão aqueles que preferem ter um app no computador para centralizar e gerenciar melhor as estações que está ouvindo e até descobrir novas, aí que entra o app Odio, que usa o site rádio-browser como base para puxar as informações das rádios disponíveis online.

A interface do Odio é bem parecida com do Spotify e é muito intuitiva também, tendo ferramentas de busca por países e língua, assim facilitando as buscas das rádios. Aqui no Brasil temos um leque de opções de mais ou menos 420 estações cadastradas. Opção não vai faltar 😀. O Odio tem um tema claro e outro escuro, para quem gosta de customizar.

O app também permite favoritar as rádios que você vai descobrindo e assim acessá-las na sessão “My Library”, que por hora não tem como organizar por ordem alfabética ou algo do tipo, mas é simples de se localizar.





Para baixar ele você pode escolher entre duas opções no Linux. Via AppImage ou via Snap, se a sua distro não tem suporte ao snap, confira esse post especial explicando como habilitar o snapd e assim ter o suporte.


Ele também é multiplataforma, se você quiser versões para Windows e macOS, acesse o site deles. O desenvolvedor é o israelense Meni Edri.

Nós conte aí nos comentários qual sonzeira está rolando na sua rádio 👄.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Novo Design do App Gmail está chegando

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Prático e cheio de funcionalidades, o app do Gmail é uma aplicação moderna e de fácil entendimento, mas a Google está planejando uma remodelação em seu visual. Em 2014 houve a estreia de seu Material Design e agora a Google está atualizando suas aplicações e serviços aos poucos para o Material Theme, chegando a vez do seu app de e-mails.

app-gmail-redsin-material-theme

O Gmail já havia ganhando uma versão “Material Theme” e receberá um redesign nos mesmos moldes com alterações em cores e ícones. Por exemplo o botão redondo vermelho para compor um novo e-mail é substituído por um branco, também redondo e com um “+” colorido, seguindo o padrão de outras aplicações da família Google e sua própria versão web.

app-gmail-redsin-material-theme-antes-depois

Outras mudanças, como a retirada da barra vermelha superior, opção de visualizar ou não os avatares dos contatos, tornam a experiência do aplicativo mais “clean”. Sua versão web possui funções que o Gmail para smartphones não possui, quem sabe novidades venham para o aplicativo.

app-gmail-redsin-material-theme-demonstrativo

A forma de visualizar as mensagens e anexos foram alteradas tornando tudo mais rápido, incluindo no procedimento de alternar entre contas, dando uma dinâmica maior em tais processos. 

A novidade deve chegar nas próximas semanas para os sistemas Android e iOS, primeiro para alguns usuários e depois será disponibilizada para todos.

E você curtiu o novo visual do app do Gmail? Eu gosto mais de algo “dark”, um modo assim seria interessante, não acha? Deixe nos comentários sua opinião.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Raspberry Pi lança o novo Compute Module 3+ (CM3+)com 32gb de armazenamento e 10x mais rápido

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A Raspberry Pi Foundation anunciou nesta terça-feira (29) a mais nova versão do Compute Module 3+ (CM3+), que está trazendo melhorias e atualizações para esse módulo voltado para aplicações do setor industrial e comercial, com quatro versões e  preços que variam entre US$ 25 a US$ 40.

 Raspberry Pi lança o novo Compute Module 3+ (CM3+)com 32gb de armazenamento e 10x mais rápido






Esse novo módulo é baseado na plataforma Compute Module 3 (CM3) que foi lançada em 2016. Dentre as novidades duas se destacam, a mudança de processador e o tamanho de armazenamento.



Esse novo módulo é baseado na plataforma Compute Module 3 (CM3) que foi lançada em 2016. Dentre as novidades duas se destacam, a mudança de processador e o tamanho de armazenamento.

Na primeira versão lançada em 2016, o CM3 vinha com o processador da Broadcomm, o BCM2837 de 1,2 GHz (podendo chegar até 1,4GHz) e com armazenamento de 4GB.
Já na nova versão o processador foi trocado pelo modelo BCM2837B0, chip esse de 64 bits com quatro núcleos Cortex-A53, tendo uma melhor dissipação de calor em relação ao outro modelo. O clock do processador foi mantido devido a limitação da fonte de alimentação. Esse mesmo processador equipa os Raspberry Pi 3 Model B+ mas sem restrição de alimentação.

As versões do CM3+ terão 4 opções para os compradores e os preços variam conforme o tamanho do armazenamento. Os modelos são:

⏺ CM3+ Lite (sem armazenamento): US$ 25;
⏺ CM3+ de 8 GB: US$ 30;
⏺ CM3+ de 16 GB: US$ 35;
⏺ CM3+ de 32 GB: US$ 40.

Todas tem 1GB de memória RAM (LPDDR2), suporte ao armazenamento eMMC (exceto o modelo Lite), com isso trazendo uma confiabilidade maior para cartões SD por exemplo.

Segundo a Raspberry Pi Foundation, o CM3+ vem para ocupar o espaço entre as placas dos modelos A e B do Raspberry Pi que podem não atender as necessidades de quem busca criar um PCB simples e low-tech.



Para maiores informações e mais detalhes sobre o CM3+, veja o post no blog do Raspberry Pi Foundation.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Deepin 15.9 recebe update

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O Deepin é uma das distribuições Linux com visual mais apelativo, no bom sentido claro 😂😂😂, e sua última atualização a 15.9 recebeu melhorias como: melhor compatibilidade com telas touch screen, no gerenciamento de energia, várias correções em aplicativos e muito mais, confira nosso post sobre essas melhorias.

deepin-update-15.9-1

E hoje dia 30 de Janeiro, mais correções foram adicionadas ao sistema, demonstrando que a equipe de desenvolvimento do Deepin não está de brincadeira. Segue uma lista dos erros corrigidos e adições ao sistema:

DDE 15.9 +1
  • Erro que ao pressionar o atalho Super + D para mostrar o desktop e definir um novo papel de parede, o papel de parede não era visualizado;
  • Erros de atalhos após desabilitar os efeitos de janelas;
  • Problema de exibição em diversas telas;
  • Mostrar a opção “Hibernar” conforme o tamanho da SWAP;

Launcher
  • Corrigido bug no modo tela cheia, na qual os ícones saltavam acima do launcher;
  • Bug na caixa de pesquisa no modo mini;

Painel de Controle
  • Adicionado switches separados para o efeito de som do sistema;
  • Adicionado suporte para SSTP VPN e proxy VPN;
  • Correção de erro que excluía a primeira letra do nome ao criar um novo usuário;
  • Solução do bug na exibição no módulo Account;
  • Erro no OpenVPN, na qual não aparecia opção TLS;
  • Corrigido erro no modo de segurança do hostpot, antes não podendo configurar WEP;
  • Erro que cortava a parte inferior da lista de notificação;

Dock
  • Adicionado opção “Hibernar” ao clicar com botão direito em shutdown (Desligar);
  • Melhora no carregamento dos ícones na tray (bandeja do sistema);
  • Correção do erro no tamanho do controle da ferramenta de dica, no botão de desligar;
  • Corrigido erro que deixava a dock em branco, ao arrastar e soltar ícones usando telas touch screens.

Atualizações de aplicações no sistema


APT
  • Apt atualizado para versão 1.8.0 ~ beta1 + deepin, com correções de segurança.

Deepin File Manager 4.7.5-1
  • Adicionado pesquisa avançada;
  • Correção no bug que retirava a seleção do arquivo após ter nome alterado;
  • Corrigido ordem errada em arquivos recentes;
  • Correção no erro do modo de visualização na raiz do diretório;

Deepin Store 5.2.0.5-1 
  • Corrigida bug na interface, após exclusão dos aplicativos na lista de doações;

Deepin Terminal 3.2.1
  • Adicionado os atalhos (Ctrl + Alt + teclas de seta) para ajustar o tamanho do app após dividir a janela.

Deepin Movie 3.2.19-1 
  • Correção no modo mini, não era mostrado o menu de contexto ao clicar no modo máximo.

Deepin Screenshot 4.1.7-1 & Deepin Screenshot (Flatpak) 4.1.7 
  • Adicionado a função salvar imagem “Shift + e”;

Deepin Image Viewer 1.3.8-1 e visualizador de imagens Deepin (Flatpak) 1.3.8 
  • Corrigido as falhas.

Deepin Music 3.1.14-1 e Deepin Music (Flatpak) 3.1.14 
  • Atualizou as traduções.

Deepin Package Manager 1.3.0-1 
  • Atualizou as traduções.

Deepin Graphics Driver Manager 1.1.4-1 
  • Atualizou as traduções.

Deepin Repair 1.0.11-1 
  • Atualizou as traduções.

Deepin Editor 1.2.6.3-1 
  • Correções de bugs.

Deepin System Monitor 1.4.8.1-1
  • Correções de bugs.

Para saber todas as melhorias e correções do update da versão 15.9 do Deepin, acesse sua página oficial com todos os detalhes.

E você está utilizando o Deepin? Deixe nos comentários suas experiências com essa nova versão.

Te vejo no próximo post, aqui no blog Diolinux, até lá compartilhe as publicações, SISTEMATICAMENTE! 😎

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5 softwares para tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint

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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Muitos fotógrafos e artistas fotográficos que chegam ao mundo Linux procuram sobre como instalar e rodar o Adobe Lightroom, afinal, é uma das ferramentas mais populares do setor, em muitos casos não conseguem instalar corretamente a ferramenta e assim acabam se frustrando com o sistema, achando que o mesmo não pode desempenhar o trabalho. Nesse artigo vamos mostrar que é possível realizar essa tarefa, lhe mostrando 5 softwares de manipulação e  tratamento de fotos que vão desde do mais básico, até o mais fino trato profissional.

 5 softwares para  tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint







Ainda se tem muita desinformação e preconceito sobre as ferramentas profissionais que existem para o Linux e que as pessoas da área podem sim trabalhar com o sistema sem maiores problemas ou dificuldades, basta alguns ajuste aqui e outros ali, mas nada que seja “um bicho de 200 cabeças”. Algumas destas ferramentas são pagas, outras são grátis, outras são grátis e Open Source. E como dizia o Goulart de Andrade “Vem comigo”. Agradecimento especial ao nosso amigo Elias, do canal Araras Studio, depois deem uma olhadinha lá 😉.


1- RawTherapee
O primeiro aplicativo da nossa lista foi desenvolvido por Gábor Horváth sob a licença GNU GPL v3, usando o C++ e o GTK+ como bases, ele é um processador de imagens raw multiplataforma (Linux, Windows e macOS) e tem o foco voltado para a pós-produção não-destrutiva de imagens RAW, onde toda a edição feita pelo profissional é refletida imediatamente na pré-visualização da imagem e guardado em um arquivo separado, somente na hora da exportação é que os ajustes são aplicados, utilizando um processo interno de alta precisão com pontos flutuantes de 32 bits.



Para baixar ele você pode acessar este link e escolher a forma que melhor lhe atende,  para maiores informações técnicas sobre o RawTherapee você pode consultar a Wiki do projeto.

2 - DarkTable

Próximo da nossa lista é um verdadeiro “peso pesado” da manipulação de imagens. Projetado por fotógrafos profissionais, o Darktable conta com várias ferramentas voltadas para essa finalidade,ara quem está vindo do Adobe Lightroom, o Darktable vai cair como uma luva,ele também é multiplataforma, tendo versões para Linux, Windows e macOS.



Para baixar ele você pode acessar este link e escolher a forma de instalar ele que melhor lhe atende, para maiores informações técnicas sobre o Darktable pode consultar o site dele.

3 - Lightzone

O terceiro software da nossa lista era um software comercial feito pela empresa Light Crafts e tendo o seu CEO e fundador Fabio Riccardi. Deixando o cargo na empresa para trabalhar na divisão de câmeras da Apple, hoje em dia trabalha na Google, como você pode ver no seu Linkedin. Como nos outros aplicativos, o Lightzone manipula imagens no formato RAW e JPEG segue a linha de edição não-destrutiva,com as modificações sendo aplicadas na pós-edição e na exportação das imagens.




Para baixar ele você pode acessar este link, observe a versão ideal para o seu sistema.

4 - AfterShot

Uma grata surpresa é saber que o software da Corel, a mesma empresa que mantém o CorelDraw, tem uma versão para Linux de seu software de edição e manipulação de fotos. O AfterShot Pro 3 é multiplataforma (Linux, Windows e macOS) sendo que na versão de Linux está disponível nos formatos .deb e .rpm. Para quem escolher o formato .deb, existem as versões para Ubuntu até o 16.04 LTS ou superior, o que traz compatibilidade para o Linux Mint por tabela., Nesse caso ele é pago, mas há uma versão de 30 dias para “degustar” e se você gostar e desejar comprar, basta pagar R$179,00 em média, eventualmente há promoções e o preço cai um pouco.



Para baixar o AfterShot você pode acessar este link.

5 - DigiKam

A nossa última dica de aplicativo para manipulação e edição de fotos vem da família KDE, com o Digikam, que é compatível com os arquivos RAW graças a lib LibRaw, que está em constante atualização e com melhorias sendo implementadas. O Digikam segue a mesma linha dos outros softwares apresentados até então, contendo a tão desejada edição não-destrutiva nas imagens, além de poder também organizar as imagens e vídeos importados de cartões SD, HDs externos via USB, entre outros. Para saber mais detalhes, acesse o Sobre dele.



Você pode baixar o DigiKam no formato AppImage e ter a versão mais recente ou então baixar a versão compilada na sua distro, ainda que ela possa estar desatualizada. O AppImage está na versão 5.9.0 no momento.

Essas são as ferramentas indicadas para quem está migrando para Linux e que trabalhar com tratamento fotográfico em maiores problemas. Confira o canal do Elias, que nos ajudou a produzir essa lista.

Espero você no próximo post, forte abraço. 

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ShortWave é o seu novo aplicativo de rádio para Linux

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Muitos gostam de ouvir a sua rádio favorita via web, sendo via navegador ou algum aplicativo, e no Linux tínhamos o Gradio, que era bem famoso por ter uma interface simples e de fácil manuseio, porém, ele acabou sendo descontinuado, para que esse bravo guerreiro possa descansar em paz, surgiu o Shortwave.

 ShortWave é o seu novo aplicativo de rádio para Linux







Felix Häcker é o responsável pela criação do Gradio, que começou como um pequeno projeto pessoal para que ele pudesse ouvir as rádios online, com o tempo e o sucesso ele se tornou um dos apps mais baixados do Flathub, isso apenas depois de 3 anos do lançamento do app.

Como ele relata no seu blog, a linguagem que ele estava utilizando estava ficando “chata” e sem desafios, a linguagem era a Vala. Ele estava procurando novos desafios, aí começou o projeto Fragments, aplicativo para torrents escrito em Vala com o GTK3 como back-end, que teve apoio do designer do GNOME,  Tobias Bernard, para assim dar uma “cara nova” ao projeto, como podemos ver na imagem abaixo.

No meio deste projeto ele conheceu a linguagem Rust, porém, observando que a curva de aprendizado no Rust era muito acentuada para ele, decidiu procurar por algum projeto que já usava ele e ver como era, assim “trombou” com o GNOME Podcast, ficando maravilhado com o projeto e “caindo de cabeça” nele, pouco tempo depois, o desenvolvedor já estava colaborando ativamente com o novo projeto.
Vendo isso, ele esperava reescrever o Gradio do zero utilizando o Rust como base e assim também aproveitando para dar um nome mais apropriado, pois segundo Felix, a grafia atual ninguém acertava. Depois de muito debater com as pessoas do GNOME Podcasts, chegaram no nome “Shortwave” (ondas curtas na tradução), Felix ainda comentou que não vai mais atualizar o Gradio com correções ou novas funcionalidades, mas tranquiliza os usuários do software dizendo que o Shortwave vai ter todas as funcionalidades do Gradio e mais. O código fonte do Gradio está disponível em gradio-old.

O Shortwave ainda está em desenvolvimento e está hospedado no “World of GNOME” no GitLab, onde você pode acompanhar o progresso dele. Para maiores detalhes você pode acessar o blog do Felix.

Espero você no próximo post, forte abraço. 

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Canonical lança atualização com 11 correções de Kernel para Ubuntu 18.04, atualize agora!

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Diversas vulnerabilidades foram descobertas no kernel utilizado pelo Ubuntu 18.04 Bionic Beaver, seus flavours (Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu, Ubuntu Budgie, Ubuntu Mate, Ubuntu Studio, Ubuntu Kylin) e sistemas derivados como o Linux Mint 19.1 também são afetados por tais problemas.

vulnerabilidade-kernel-ubuntu-linux-mint

Num total de 11 vulnerabilidades, 7 encontradas por Wen Xu (CVE-2018-10876, CVE-2018-10877, CVE-2018-10878, CVE-2018-10879, CVE-2018-10880, CVE-2018-10882 e CVE-2018-10883) durante a implementação do sistema de arquivos EXT4 no kernel Linux. 

Tais brechas podem fazer uso do buffer livre ou estourá-lo, forçando gravações até travar o sistema.

Outras vulnerabilidades estão relacionadas a virtualização, podendo expor informações confidenciais entre máquina host e convidada (CVE-2018-14625). Também foram encontrados problemas na implementação do KVM (Kernel-based Virtual Machine) possibilitando um atacante local, usando uma VM convidada que poderia ganhar privilégios administrativos na máquina host (CVE-2018-16882 e CVE-2018-19407) .

Vulnerabilidades encontradas pelo Google Project Zero


O analista de segurança da Google, Jann Horn do Project Zero, que visa encontrar vulnerabilidades em sistemas e relatar aos seus responsáveis, localizou 2 erros, 1 na chamada do sistema e outro no sistema de arquivos procfs do kernel (CVE-2018-18281 e CVE-2018-17972).

Usuários de Ubuntu 18.04, Linux Mint 19.1 e derivados devem atualizar imediatamente


Se você utiliza algum sistema baseado no Ubuntu 18.04 ou o mesmo, atualize seu sistema neste momento, você pode utilizar a interface gráfica (no Ubuntu pesquise por: “Atualizador de Programas”), ou então atualizar pelo terminal, para isso ou os comandos:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

Depois reinicie sua máquina para efetivação das alterações no kernel, caso você tenha o livepatching da Canonical ativo do seu Ubuntu, isso não será necessário 

vulnerabilidade-atualizar-ubuntu-18.04

Usuários devem atualizar para o kernel linux-image 4.15.0-44.47, para instalações genéricas e usuários do Ubuntu 18.04.1 LTS ou posterior usando a série 4.18 do kernel, devem atualizar para linux-image 4.18.0-14.15 ~ 18.04.1.

E você já atualizou seu sistema? Não perca tempo e deixe sua distro “redondinha”.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo Firefox 65, veja as novidades

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Famoso não apenas entre usuários Linux, o Mozilla Firefox é um dos principais browsers da atualidade, com o lançamento desta nova versão, o navegador recebe um polimento na segurança e compatibilidade com tecnologias da web.

mozilla-firefox

Com novas opções de bloqueio de conteúdo, a versão 65 do Firefox vem mantendo sua filosofia de “privacidade sem restrições de funcionalidades ao navegar na web”. Por exemplo, ao clicar no “i”, conforme imagem abaixo, opções e informações sobre a página estão disponíveis, caso tenha concedido alguma permissão especial ao site uma mensagem indicará tais privilégios.

sites-firefox

Outras configurações avançadas estão disponíveis, você pode configurá-las acessando: Preferências >> Privacidade e Segurança >> Bloqueio de conteúdo.

Existem 3 opções: Padrão, Rigoroso e Personalizado. Por padrão o Firefox 65 bloqueia apenas rastreadores conhecidos em janelas no modo anônimo, na segunda opção “Rigoroso” ele bloqueia todos os rastreadores e informa que isso pode prejudicar o funcionamento de alguns sites. 

No modo “Personalizado” você tem a total liberdade de bloquear uma lista de sites e permitir quais possam acessar os cookies ou se a configuração será válida durante navegação privada ou não, ainda é possível gerenciar ou limpar os dados de sites no Firefox. 

configuração-sites-firefox

Mais novidades no Firefox 65


Outra melhoria nesta nova versão é o aprimoramento na batalha contra os pop-ups, pois o Firefox impedirá que várias janelas abram numa mesma página. A proteção “Stack Smashing” que é uma vulnerabilidade que força o aplicativo “estourar” em meio a tantos processos, foi aprimorada.

Para usuários que usam multilinguagens em diferentes sites, serão contemplados com a opção de idiomas sem necessariamente efetuar o download de cada pacote de linguagem.

Gerenciador de tarefas remodelado


Remodelado o gerenciador de tarefas do Firefox está mais direto ao ponto, com informações detalhadas de uso de RAM e consumo de CPU, isso permite identificar os processos que estão devorando mais recursos ou até ocasionando travamentos. 

gerenciador-tarefas-firefox

Suporte ao padrão de imagem WebP da Google


E as novidades não param, o formato desenvolvido para web da Google o WebP foi adicionado ao Firefox 65, essa tecnologia permite arquivos menores e com mesma qualidade de outros formatos, além das opções de compactação com e sem perdas.

Como obter essa nova versão?


O Firefox 65 está disponível em seu site oficial, se você utiliza Linux Mint, Ubuntu ou derivados, a atualização virá do repositório oficial sem a necessidade de baixar do site da Mozilla. (Até o momento desta matéria a atualização não tinha chegado nos repositórios do Ubuntu, confira em sua distribuição).

E você utiliza o Mozilla Firefox? Gosto demais deste browser e utilizo em meu cotidiano. Deixe nos comentários quais melhorias e implementações almeja paras novas versões.

Te vejo no próximo post e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Conheça o Museu Nacional através do Google Arts & Culture

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No dia 2 de Setembro de 2018 o Museu Nacional foi palco de uma terrível tragédia, um incêndio descomunal que destruiu maior parte do seu acervo de 20 milhões de itens.

Tais relíquias não podem ser recuperadas, sendo de grande importância o registro para gerações futuras que não terão como apreciar e aprender parte de sua história.

museu-nacional-google-tour

Em uma parceria entre o Ministério da Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Google, foi disponibilizado através do Google Arts & Culture um tour e 8 exposições virtuais de 164 imagens de peças destruídas pelo incêndio.

Capturadas em 2017 pelo Google, diversas obras estão registradas na plataforma Museum View, possibilitando um tour virtual pelas imagens em 360 graus, e com gadgets como Google Cardbord a imersão se torna maior. 

Destaques perdidos no incêndio, que estão presentes virtualmente 


Infelizmente diversas obras foram tragadas pelas chamas no dia 2 de Setembro de 2018, curiosamente, 3 meses depois do aniversário do Museu Nacional. É triste ver o descaso com a cultura brasileira e os baixos investimentos, mas com essa iniciativa pessoas que não tiveram a oportunidade de ver as peças quando existiam, podem deslumbrar e aprender um pouco com essa história perdida. Alguns destaques são:

  • Luzia, o esqueleto humano mais antigo das Américas, com aproximadamente 11.500 anos de idade.
  • Meteorito do Bendegó, descoberto em 1784 por um menino, um dos maiores meteoritos do mundo.
  • Caixão de Sha-amun-en-su, presente de Quediva Ismail à Dom Pedro II em 1876.
  • Vaso Marajoara da sociedade pré-colombiana.
  • Máscaras indígenas do povo Awetí, Waurá e Mehináku.

tour-digital-obras-museu-nacional-google

Você pode acessar o site do Google Arts & Culture e ver os destaques do Museu Nacional, caso queira fazer o tour e aprender sobre a história do Brasil e de preciosas relíquias, basta acessar este link e passear pelas galerias do museu.

Gostou da possibilidade de ver tais obras? Confesso que não tive a oportunidade de visitar o Museu Nacional, e com essa maneira digital descobri coisas que nem tinha noção que existiam no Brasil. É lamentável saber que parte de nossa história foi destruída, que possamos ser mais ativos e não deixar nossa história ser perdida por descaso das autoridades.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Beta 3 da Godot Engine 3.1 é anunciado!

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Você gosta de jogos e pensa em criar seu próprio game? Existe uma poderosa ferramenta, gratuita e com constantes aprimoramentos e novas funcionalidades, chamada Godot Engine, programada para criação de games, sejam eles para web, smartphones, computadores ou consoles (atualmente apenas para XBox One via UWP).

godot-engine-games-beta3

Trabalhando firme no desenvolvimento da versão 3.1 da Godot, a equipe da engine vem corrigindo os bugs reportados nas versões de testes para um software com resultado final impecável. No começo do mês houveram 600 problemas relatados, destes cerca de 400 foram solucionados.

Caso não conheça a Godot Engine, você pode optar por sua versão em Flatpak, não sabe o que é Flatpak? Acesse nosso post e fique por dentro. No site oficial da aplicação existem diversas formas de download. O legal do Godot baixado do site é que instalá-lo em seu sistema é simples, pois o arquivo conta com um executável com todas as dependências. 

godot-engine-animate-games

O anúncio do Godot Engine 3.1 beta 3, pode ser acessado nesta página com informações adicionais, mas posso adiantar algumas funcionalidades esperadas para versão final.

  • Renderizador do OpenGL ES 2.0
  • Editor visual de shaders.
  • 3D soft body physics (“física mais fléxivel de corpos 3d”).
  • WebSockets com suporte a libwebsockets.
  • Melhor editor de animação.
  • E mais funcionalidades que você pode acessar o changelog e conferir.

godot-engine-games-criar-jogos

Existem mais novidades, só que os desenvolvedores deixaram claro que não querem anunciar e estragar as surpresas no ato do lançamento da versão final.

E você gostaria de aprender sobre essa Engine de jogos? Particularmente aconselho o canal do Diego Sarzi, ele tem uma ótima série de Godot Engine.

Espero vocês no próximo post aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Linux Foundation lança o novo LF Edge, criando uma estrutura unificada para Edge Computing e dispositivos IoT

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No dia 24 de Janeiro a organização sem fins lucrativos responsável pelo Kernel mais famoso do mundo, a Linux Foundation, anuncia um novo projeto visando a união e maior organização abrangente em tecnologias que exijam coisas conectadas, processamento de baixa latência e mobilidade.

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O “Edge Computing” é um paradigma de computação com devices distribuídos em nós, podendo estes dispositivos estarem em parcial ou total distribuição, conhecidos por serem IoT, “internet das coisas” ou Edge devices.

Ao invés de trabalhar num ambiente centralizado em nuvem, os Edge devices, com sua dinâmica de nós, descentralizam-se geograficamente. São responsáveis por cidades inteligentes, computação física, sistemas ciber-físicos, sensores em devices inteligentes, roteadores, aplicativos multimídia, realidade aumentada, jogos em nuvem e a internet das coisas.

LF Edge, e os projetos que o compõem


Composto por 5 projetos, anteriormente alguns autônomos, a iniciativa LF Edge é proposta como uma forma de unir a atual fragmentação do mercado quando se trata de IoT (Internet das coisas). A então mundial empresa Gartner, líder em pesquisa e consultoria no mercado estipula que até 2020 o número de dispositivos IoT ultrapasse os 20,4 bilhões, essa nova empreitada da Linux Foundation veio para facilitar tal tecnologia e criar uma união aberta para inúmeras possibilidades que o mercado oferece. 

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Um pouco sobre cada projeto


Akraino Edge Stack cria stacks de softwares de código aberto que suportam serviços em nuvem, otimizados para sistemas e aplicativos de Edge Computing.

EdgeX Foundry é focado na criação de estruturas abertas para Edge computing e IoT.


Home Edge Project com contribuições no código pela gigante coreana Samsung Electronics, é um ecossistema de serviços de Edge Computing e IoT voltados ao uso do cotidiano, como eletrodomésticos inteligentes etc. 


Open Glossary of Edge Computing procura fornecer uma coleção de termos relacionados ao léxico Edge Computing.

Project EVE (Mecanismo de Virtualização Edge) responsável por oferecer níveis de controle por meio de virtualização de Edges devices, podendo particionar o hardware e aumentar a carga de trabalho por várias aplicações.

Unidade ao Edge Computing e IoT


Apoiado por várias líderes do segmento, (Premier) Arm, AT & T, Baidu, Dell EMC, Dianomic Inc., Ericsson, HP Inc., HPE, Huawei, IBM, Intel, Nokia Solutions, Tecnologias Qualcomm, Red Hat, Samsung Electronics, Seagate Technology, Tencent, WindRiver, Wipro, ZEDEDA, Canonical Group Limited e muito mais. O Projeto LF Edge parece trazer união a um mercado antes fragmentado.

O LF Edge visa criar um conjunto abrangente e coordenado de ferramentas open source, permitindo maior agilidade na criação de soluções de computação IoT e Edge.

A Linux Foundation vem fornecendo eventos, treinamentos, ferramentas e fomentando projetos open source. Com esse novo passo a internet das coisas ganha uma robusta estrutura, e quem sai ganhando somos nós usuários destas tecnologias.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Como iniciar o Telegram minimizado

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sábado, 26 de janeiro de 2019

O Telegram é uma aplicação com “mil e uma utilidades”, você pode usá-lo como simples mensageiro, nuvem pessoal, fonte de notícias e muito mais através de seus inúmeros bots. Veja o post que o Ricardo fez sobre as novidades da nova versão.

telegram-tray-start-minimizado

Com tantos recursos no Telegram, existe uma funcionalidade que eu gostaria na versão desktop. A possibilidade de iniciar minimizado junto ao sistema, com seu ícone na “tray” (bandeja do sistema).

E é isso que iremos demonstrar. O procedimento será em 3 interfaces gráficas: KDE Plasma 5, Cinnamon e Gnome Shell. Você pode adaptar à sua DE preferida, é bem fácil.

Iniciando o Telegram minimizado


Antes de tudo, você deverá saber com qual versão do Telegram está lidando.

Se instalou o Telegram da loja do Linux Mint, você provavelmente está utilizando a versão em Flatpak, se está usando Ubuntu e instalou direto da loja, é provável que seja em Snap, a terceira opção é um binário executável, de quando o download é realizado no site oficial (a maneira que costumo usar).

Saber qual versão do programa está instalada é importante, pois o comando será adaptado, e caso utilize o comando errado o procedimento será falho. Abaixo segue cada comando, direcionado a sua específica versão.

Telegram em Flatpak
flatpak run org.telegram.desktop/x86_64/stable -startintray %u 

Telegram em Snap
snap run telegram-desktop -startintray %u

Telegram executável baixado do site oficial
/home/seu-usuario/caminho-onde-está-o-executável/Telegram -startintray %u

Onde inserir tais comandos?


Após identificar sua versão, e selecionar o comando correto. Onde inserir este comando? Não será necessário o terminal, usaremos a interface gráfica para isso.

KDE Plasma 5


No Plasma, pesquise pela seguinte aplicação “Aplicativos iniciados automaticamente”. Com ela aberta clique na opção “Adicionar programa...”, como na imagem abaixo.

telegra-tray-kde-passo1

Uma janela de diálogo será aberta, pesquise por “Telegram”, selecione o mesmo e clique em “ok”.

telegra-tray-kde-passo2

Basta preencher as informações como “Nome”, “Comentário” e “Comando”. Se utiliza as versões em Flatpak ou Snap, adicione o comando normalmente. Caso tenha baixado o binário executável do site, você pode digitar o caminho por extenso ou clicar em “Navegar” e caminhar até o local do programa, mas não esqueça de adicionar no final da linha o parâmetro “-startintray %u” (como no exemplo dado anteriormente).

telegra-tray-kde-passo3

Agora aplique as mudanças e ao ligar o computador, o Telegram iniciará junto ao sistema minimizado na tray.

telegra-tray-kde-passo 4

Cinnamon


Pesquise por “Aplicativos da Inicialização”, clique no símbolo de adicionar e escolha a opção “comando personalizado”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo1

Uma caixa de diálogo se abrirá, preencha todos os campos, se for a versão baixada do site, você pode clicar em “Navegar” e ir até o executável do Telegram em seu sistema, ou digitar o caminho por extenso e no final dele adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo2

Caso esteja utilizando as versões em Flatpak ou Snap, basta preencher e fazer uso do comando que disponibilizei.

Depois clique em “Adicionar” e quando ligar o pc, o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo3

Gnome Shell


No Gnome Shell pesquise por “Aplicativos iniciais de sessão”, ao executar a aplicação você notará um botão “Adicionar”. Clique nele.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo1

Ao fazer uso do executável do site oficial do Telegram, você pode escrever o caminho até o programa na opção “Comando”, como disponibilizei anteriormente, ou clicar em “Navegar” e ir até o Telegram, depois no final adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

Já para versões Flatpak e Snap, basta adicionar o comando (como demonstrado). Preencha os campos de acordo com o exemplo abaixo e clique em “Adicionar”.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo2

E pronto! Ao ligar o computador o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema. Lembrando que o Gnome no Ubuntu possui a tray nativamente, no Gnome Shell “puro” você terá que adicionar uma extensão.

E é isso aí pessoal, nos vemos no próximo post, espero que a dica seja útil assim como é em minha rotina. E caso esteja em outra DE, use o comando na aplicação que gerencia os apps que iniciam junto ao sistema.

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