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Dispositivos eletrônicos vendidos na Rússia poderão obrigatoriamente possuir aplicativos Russos pré instalados

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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Projeto de lei proposto por vários deputados na Rússia poderá fazer com que todos os computadores, smartphones, Smart TVs, tablets, e outros equipamentos semelhantes vendidos no país, obrigatoriamente possuam uma série de apps Russos pré instalados.

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O Projeto de Lei


Segundo o que está escrito na página do “Sistema de Apoio À Legislação” da Rússia, na qual se encontra o projeto de lei, todos esses produtos que estarão sujeitos ao mesmo são considerados “tecnicamente complexos”. Com isso, tal lei permitirá aos consumidores utilizar softwares Russos pré instalados, que além de tornar mais fácil o uso destes dispositivos, também irá proteger e incentivar o crescimento de empresas e desenvolvedores no país.

Segundo os autores do projeto de lei:

Tal lei irá proteger os interesses das companhias Russas de internet, e reduzir o abuso por parte das grandes companhias estrangeiras de tecnologia da informação.

O projeto de lei ainda está sendo discutido no Parlamento Russo, e para ser aprovado precisará ter uma votação favorável em três diferentes turnos. O primeiro turno das votações do Parlamento foi positivo a aprovação da nova lei, e se os dois turnos seguintes também forem, o resultado será a aprovação do projeto de lei Nº757423 por parte de Vladimir Putin.

Caso o projeto seja aprovado, a lei passará a entrar em vigor à partir do primeiro dia de Março de 2020. Desta data em diante, o governo divulgará uma lista com todos os modelos de dispositivos eletrônicos que estarão sujeitos a nova lei. Também serão divulgadas outras listas especificando quais aplicações deverão ser instaladas em cada uma das diferentes categorias de dispositivos eletrônicos que se enquadram na nova legislação.

Fabricantes e distribuidores de dispositivos eletrônicos que se recusarem, ou não obtiverem sucesso em seguir as novas ordens, estarão sujeitos a uma multa com um valor previsto de ₽ 200.000,00 (aproximadamente R$ 12.900,00).

A Polêmica


Enquanto parlamentares, em sua maioria, aprovam e apoiam o projeto de lei, dizendo que esta irá enriquecer a cena de desenvolvimento e tecnologia no país, a população se mostra extremamente contrária à nova ideia. Dizem que este é um movimento que vai em direção a um estado de vigilância, e fiscalização além dos limites. Estas pessoas temem que os aplicativos que obrigatoriamente virão instalados nos seus dispositivos poderão ter como objetivo apenas fornecer ao governo acesso facilitado a dados privados dos usuários.

É realmente um tema bastante polêmico. Eu acho excelente que um governo decida apoiar o desenvolvimento de softwares e tecnologia em seus país, mas também acho que os meios que os parlamentares Russos estão tentando utilizar para realizar esse apoio são, medindo as palavras, extremamente desonestos. Quanto a questão sobre, se o governo está ou não intencionado em espionar a população, bom, quem sou eu para afirmar qualquer coisa? Mas é realmente isso o que dá a entender.

Mesmo que as intenções do governo sejam as mais honestas possíveis, também não acho que tal lei irá dar um grande impulso no setor de TI da Rússia. Os aplicativos que, caso a lei seja aprovada, serão enfiados goela abaixo instalados por padrão nos dispositivos eletrônicos, não serão necessariamente os melhores apps desenvolvidos no país, serão apenas aplicações selecionadas por políticos. Provavelmente aplicações de empresas e desenvolvedores, de certa forma, filiados ao governo.

Talvez eu esteja completamente enganado, e morar no Brasil tenha feito de mim uma pessoa muito desconfiada quando o assunto é política, e políticos. Todavia, do meu ponto de vista, todo esse papo de “impulsionar o setor de tecnologia no país” parece ser uma desculpa para que o governo possa fazer algo como, por exemplo, o que a própria população Russa desconfia, mencionado anteriormente neste artigo.

Por fim, realmente gostaria de saber qual é a sua opinião sobre esse assunto. Você pensa que o novo projeto de lei é mesmo uma boa ideia? Ou as desconfianças da população é que fazem mais sentido? Vamos conversar nos comentários! 😁

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Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux em 2020

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Parece que estamos vivendo em uma época em que programas da Microsoft e a sua aproximação do Linux, está se tornando a cada dia, um tema bem comum.


Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux para 2020






Ultimamente, tivemos alguns programas chegando ao Linux vindo da Microsoft, um exemplo é o tradicional messenger da empresa, o Skype. O primeiro que foi anunciado oficialmente que estará chegando ao Linux, é o navegador Edge, em que fizemos uma matéria sobre o rumor e uma do anúncio oficial.


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Agora, o mais novo integrante da família Microsoft a integrar o “mundo Linux”, é o Microsoft Teams. Para quem não está familiarizado, o MS Teams é concorrente direto do Slack, programa para gerenciar equipes e projetos.

O anúncio foi feito através da conta oficial do Microsoft Teams no Twitter, que você confere logo abaixo:


No tweet, foi disponibilizado um link do Tech Comunnity da Microsoft, onde no trecho que fala sobre a versão de Linux, é comentado que a versão terá todas as funções já presentes, sendo disponibilizado nos formatos .deb e .rpm.


Com isso, a última ferramenta da Microsoft que falta chegar no Linux, seria o MS Office. Isso foi perguntado no tweet, e o Christopher Scott (Senior Premier Field Engineer (Open Source) at Microsoft - Solver of Problems), disponibilizou um link, com uma pesquisa no uservoice do Office 365, para que os usuários façam o pedido e a votação para uma versão do Office para Linux. Até o momento desta matéria, a postagem no uservoice estava com 3.210 votos e com pelo menos 200 comentários.



Também perguntei para ele, se o Office vindo para o Linux, ele seria nos moldes que é no Android ou algo parecido, como uma versão grátis, por exemplo. Segundo as suas respostas, ele está trabalhando “arduamente” dentro da divisão do Office para que isso aconteça e que a versão para Linux seria paga, como ocorre com as versões para Windows e macOS, como os Offices 2016/2019 ou as assinaturas para o Office 365.

Perguntei se a versão de Linux estaria perto e ele falou que não, mas que isso pode mudar dependendo dos pedidos dos clientes e isso traria uma “pressão”. Também indaguei se 5000 votos ali seria um número interessante para isso, e ele respondeu que é um bom número para se ter, mas que isso seria só uma parte do quebra-cabeça (puzzle).

Na minha opinião, eles vão ver como o Edge e o Teams se sai no ambiente Linux, no que tange em integração com as distros e tudo mais. Se isso for bem sucedido, creio que a versão do Office venha, pois quase todo o seu ecossistema para equipes e projetos estará disponível no pinguim, como o Skype, Edge e Teams. Se isso acontecer, do Office realmente vir para o Linux, certamente será um grande avanço para o pinguim no desktop.

Para votar no uservoice do Office 365, basta acessar esse link.

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Ubuntu Touch ganha versão 64-bits ARM, entre outras novidades

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A UBports, fundação que tomou a responsabilidade em manter o Ubuntu Touch, após o mesmo ter sido descontinuado pela Canonical, recentemente anunciou a disponibilidade para download das imagens de 64 bits do sistema.
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O Ubuntu Touch é um sistema operacional convergente, para smartphones e tablets. Desenvolvido e inicialmente mantido pela Canonical (empresa responsável por criar e manter o Ubuntu), o Ubuntu Touch desde a sua origem, sempre foi um projeto ambicioso e inovador. Conforme mencionado anteriormente, a ideia era que o sistema fosse convergente, sendo assim um sistema operacional para dispositivos móveis, que também poderia ser utilizado com mouse e teclado ao ser conectado em um monitor de computador.

A proposta inicial do Ubuntu Touch era ser o sistema operacional padrão dos Ubuntu Phones, porém, pelos motivos que você pode conferir neste artigo, o mesmo foi descontinuado pela Canonical na mesma ocasião em que a empresa também abandonou o projeto Unity.

Porém, tratando-se de Open Source, quando um software é descontinuado não necessariamente significa que este ficará esquecido, perdido no tempo. Como bem sabemos, por ter o seu código aberto, qualquer pessoa ou equipe com o conhecimento necessário pode “tomar as rédeas” do projeto para si, e dar continuidade ao mesmo da forma que bem entender.

Dessa forma foi criada a UBports. Uma fundação sem fins lucrativos, criada por Marius Gripsgard, Ricardo Mendonza, Jan Sprinz, Florian Leeber e Ewald Pierre com o objetivo inicial de dar continuidade ao projeto do Ubuntu Touch. Sem abrir mão da ideia de futuramente também abraçar ou até mesmo criar outros projetos.

A UBports vem mantendo o Ubuntu Touch desde então, que já pode ser instalado em vários modelos de dispositivos oficialmente suportados. Todavia, até pouco tempo atrás, o sistema estava disponível apenas na sua versão de 32 bits. Realidade essa que acaba de mudar.

O vídeo abaixo é o registro de uma live stream (em inglês) feita por três dos desenvolvedores do projeto, na qual é oficialmente anunciada a disponibilidade das imagens ARM 64.


Para aquelas pessoas com a agenda cheia, que não tem tempo para assistir o anúncio oficial, ou para aqueles que não tem um bom entendimento da língua inglesa, veja a seguir um resumo do que foi anunciado. Segundo a UBports:

Dispositivos ARM 64-bits já estão no mercado há relativamente bastante tempo, porém, desde que o Ubuntu Touch foi criado, sempre funcionou apenas em 32 bits. Recentemente percebemos que ter uma versão ARM de 64 bits é muito mais útil do que pensado anteriormente. E não apenas quando se trata de dispositivos com mais de 4GB de RAM.

A UBports também lançou a versão nativa para Ubuntu Phone dos apps TELEports 0.6.0, e Telegram. Foi anunciado também que a interface de usuário Unity 8, bem como o servidor de exibição Mir 1.x, já estão disponíveis na versão de desenvolvimento do Ubuntu Touch. Muito provavelmente, que chegará na versão estável ainda este ano.

Embora seja algo óbvio, é sempre bom ressaltar que testar a versão em desenvolvimento do Ubuntu Touch, bem como de qualquer outro software, é indicado apenas para usuários que estejam dispostos a ajudar no desenvolvimento reportando bugs, e não esperam grande estabilidade do sistema.

Por fim, penso que o Ubuntu Touch, a cada update, vem cada vez mais se tornando um excelente sistema operacional. Porém, por vários motivos, sendo o principal deles a baixa disponibilidade de apps, não acho que o Ubuntu Touch chegará a ser popular. Ao menos nos próximos anos.

Mesmo assim pretendo testá-lo assim que possível, quando tiver um smartphone extra, pois realmente não pretendo instalá-lo no meu smartphone principal, ao menos por hora.

Você já testou, ou tem curiosidade em testar o Ubuntu Touch? O quê você pensa sobre as novidades, e o caminho que o projeto vem tomando? Conte-nos nos comentários!

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Melhorias no ZFS estão a caminho para o Ubuntu 20.04 LTS

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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Há uns 4 meses, a Canonical anunciou que estaria começando a testar a tecnologia de sistema de arquivos ZFS.


 Melhorias no ZFS estão a caminho para o Ubuntu 20.04 LTS




Em agosto deste ano (2019), a Canonical falou que começaria os testes do ZFS, de forma experimental no Ubuntu 19.10, para que os usuários do sistema operacional pudessem testá-lo, assim podendo dar o feedback de como o sistema de arquivos estaria se comportando no Ubuntu.


Atualmente, no Ubuntu 19.10, na hora da instalação você pode escolher se quer ou não utilizar o ZFS. Porém, instalar o sistema nesse modo resulta na utilização total do HD, não podendo ser utilizado com outros formatos, como o EXT4 e nem em dual boot. Espera-se que no 20.04 LTS, possa ter essa possibilidade.

Também é esperado no ciclo de trabalho do Ubuntu 20.04 LTS, a implementação completa do ZFS, bem como a possibilidade de se utilizar o LVM junto. Outra coisa que está sendo trabalhada, é o Zsys cards, que vai possibilitar a utilização de uma partição EFI (ESP), com redimensionamento dinâmico do /boot, correções de integração do GRUB, desmontar/desligar de forma apropriada, entre outros items. Para mais detalhes, você pode consultar o README do Zsys cards.

Com a implementação completa do ZFS, a partir do Ubuntu 20.04 Focal Fossa poderemos ter, por exemplo, pontos de restauração mais ágeis e de fácil manuseio. 

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Chrome OS 78 chega com novidades e aprimoramento com apps Linux

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Confira as novidades da versão 78 do sistema do Google, e o aprimoramento de aplicações Linux no Chrome OS.

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Donos de Chromebooks devem estar alegres com as mais recentes mudanças no Chrome OS 78. O sistema do Google é muito famoso no meio estudantil, chegando a bater de frente com o Microsoft Surface nos EUA. Com as mudanças que estão sendo implementadas, mais usuários poderão ser atraídos. 

Temos uma review do Chrome OS demonstrando o sistema em funcionamento e avaliando se vale ou não apena comprar um Chromebook:


O suporte para as aplicações Linux no Chrome OS não é de hoje. O recurso vem sendo compatibilizado desde 2018, com a possibilidade dos pacotes DEB poderem ser instalados, unindo as facilidades da web, com apps comuns no mundo Linux sendo acessados offline. 

Veja no início desta implementação, aplicativos de Linux rodando no Chrome OS:


Fica bem interessante pensar aonde as coisas chegarão, caso todo esse trabalho continue adiante. No ano de 2019, por exemplo, parece que o foco principal, além das soluções de bugs, é essa compatibilidade com softwares Linux. Cada atualização vêm sendo minuciosamente ajustada para rodar programas do Linux. Inclusive vários modelos de 2019 passaram a vir com o suporte para aplicativos Linux. Muitos poderão se perguntar, mas qual a dificuldade se o Chrome OS também é baseado em Linux? Pois bem! Ser baseado em Linux, não quer dizer necessariamente que as tecnologias serão compatíveis entre si. Além disso, o Chrome OS não compartilha dos mesmos elementos, comumente semelhantes em outras distribuições. Um que posso citar, é o seu servidor de janelas. Nas distros é comum você utilizar ou o Xorg, ou Wayland.

Apps Linux no Chrome OS 78 e muito mais


Agora é possível salvar e restaurar backups dos arquivos e aplicativos Linux localmente, em armazenamento externo ou na nuvem via Google Drive. O suporte a GPU passa a vir ativado por padrão, oferecendo uma experiência decente e tornando tudo mais fluido ao utilizar esses apps.

As configurações foram divididas, tornando tudo ainda mais organizado, como aprimorado o suporte à impressão. A exibição das impressoras, suportadas, é automaticamente reconhecida sem prévia configuração por parte do usuário. Recursos novos no Chrome OS 78, não faltam e features, como Picture in Picture (PiP) no Youtube compõe algumas das novidades. Outras alterações que são interessantes citar são: melhorias visuais no aplicativo Arquivos tornando mais intuitivo as informações de todo o progresso, a capacidade do Chromebook “acordar” ao utilizar a conexão USB para determinados casos de uso, adição do Click-to-Call, facilitando chamadas telefônicas de usuários Android, novos atalhos de teclado e uma das principais mudanças em sua interface gráfica, sendo a criação de desktops virtuais e interações com o Overview.

Com aspectos que lembram ambientes conhecidos no Linux, GNOME Shell, DDE e Pantheon Shell. 

Desktops virtuais no Chrome OS 78:

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Overview no Chrome OS 78, e adição de desktops virtuais:

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Detalhes mais simples e pontuais foram adicionados, mas creio que sejam mais relevantes aos usuários do sistema e ficaria maçante mencionar um a um.

“Agora você pode criar até 4 desktops virtuais distintos. Os desktops virtuais são para se concentrar em um único projeto ou para alternar rapidamente entre várias janelas”, diz o Google nas notas de versão.

Se você, assim como eu, não tem um Chromebook. Não fique triste, talvez uma solução paliativa seja “fazer seu próprio Chromebook”. Uma forma interessante é através do CloudReady, conforme o vídeo logo abaixo.


Ainda não tive o prazer de pegar um equipamento desses em minhas mãos, sempre estou pesquisando sobre o sistema e confesso que sua interface é uma de minhas favoritas (em quesito beleza). Gostaria de brincar um pouco com um Chromebook, de preferência um que suporte a instalação de apps Linux.

Você possui um Chromebook? Qual sua opinião sobre o sistema do Google? Particularmente penso bem semelhante ao Linus Torvalds, quando o assunto é Chrome OS.

Quer saber a opinião do criador do Linux, sobre o sistema do Google e mais assuntos? Acesse essa postagem e saiba mais.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Softpedia.


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Conheça o provável design do Deepin 20 [UPDATE]

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O Deepin é considerado uma das distribuições mais bonitas do mundo Linux, mas você já viu sua nova proposta de design para versão 20? Parece que a cada lançamento a distro traz um visual apelativo e que chama a atenção do usuário comum.

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Creio que não seja segredo para ninguém, ao menos para quem conhece um pouco sobre meu trabalho, o relacionamento que tenho com o Deepin. Curiosamente o canal OSistemático foi por muito tempo um dos responsáveis por impulsionar o sistema aqui no Brasil. Não falo para me vangloriar ou algo assim, apenas para enfatizar o envolvimento que tive ao produzir material sobre o sistema. É provável que, você usuário de Deepin já tenha se deparado com algum vídeo de minha autoria. Seja em algum grupo no Telegram, aqui no blog Diolinux ou até mesmo em meu canal (até eu mesmo já me deparei e pessoas nem sabiam que estavam falando com o próprio criador do vídeo em questão 🤣️🤣️🤣️).

Abaixo você pode ver um vídeo do OSistemático, relatando um pouco mais sobre a usabilidade do Deepin 15.10. Perceba que sou sincero e dou minha opinião. Todavia, a versão atual do Deepin é a 15.11 (em que escrevo essa matéria).


O curioso é que nessa história toda, há quem acredite que sou fanboy de Deepin e outros que sou hater. É engraçado pensar nisso, pois sou categorizado como extremista até hoje, seja de um lado ou de outro. Contudo, algumas pessoas ainda não entenderam que quando elogiei o Deepin foi por conta de meus vários anos utilizando o sistema, e quando critiquei ou mencionei algo, não foi para descaracterizar ou simplesmente ofender usuários. Toda essa transparência é o que de fato passei e passo com o sistema, meus relatos e usabilidade com o Deepin. “Se tá ruim digo, se tá bom também”, não é tão difícil compreender isso, é?

Pense, se sou hater de Deepin, porque teorizar que a Huawei utilizaria o sistema, e o Linux poderia ser mais conhecido graças a distro chinesa? Não sabe sobre o que estou falando? Acesse a postagem na qual inicialmente abordei esse tema. E não é que depois as coisas começaram a desenrolar, e de fato a Huawei passou a vender computadores com Deepin.

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Visual apelativo, isso o Deepin “tem para dar e vender”


Quando o assunto é beleza, o design do Deepin é impecável. Seu UX Design é bem inteligente e não confunde o usuário leigo, possibilitando inclusive um uso que lembra o Windows, ou até mesmo o macOS. Ao passar dos anos a distribuição chinesa passou por um verdadeiro “banho de loja” e ganhou diversos recursos visuais, como uma melhor consistência de seu ecossistema.

Deepin em 2013

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Deepin em 2015

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Deepin em 2019

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Não obstante, mesmo ao utilizar outro sistema, termino instalando vários aplicativos da distro.


O futuro do Deepin é promissor


Recentemente o canal oficial do Deepin lançou um vídeo com o próximo visual de seu launcher. A interface gráfica DDE (Deepin Desktop Environment) poderá passar por uma nova transformação. Muita coisa ainda pode ser mudada, e o vídeo a seguir é um conceito de como as coisas poderão ficar na versão 20 do sistema.


Podemos observar que esse conceito se aproxima bastante da interface da Apple, o iOS, utilizada nos iPads. A barra também é semelhante a do Chrome OS, que inclusive recebeu uma nova versão essa semana. Tudo parece estar mais arredondado e com o clássico “blur” das últimas versões do Deepin. Quando o menu está maximizado, é praticamente idêntico o do macOS.


E as mudanças estão à todo vapor, agora a tela de login recebeu um redesign e ao que tudo indica a versão 20 será bem diferente que a atual, em vários aspectos da interface gráfica. Apps estão sendo reformulados,  ao que tudo indica, podemos ver no vídeo a seguir o player de música com uma cara nova.


Lembrando que as versões de lançamento do Deepin agora são referenciadas conforme o ano inicial de seu lançamento (2015 == Deepin 15, 2020 == Deepin 20). Por isso haverá um salto da versão 15.11 para 20, visto que ele sairá como estável em 2020. Mas existem indícios que em novembro, possa ser disponibilizado uma versão beta do próximo Deepin 20. Essa versão também pode ser baseada no Debian 10.

Até lá muita coisa pode mudar, pois, os desenvolvedores ainda estão trabalhando em seu visual. Esse empenho vem ocorrendo durante este ano de 2019, e talvez o refinamento com o DDE-Kwin possa aumentar a performance do novo launcher.

Você usa o Deepin ou quem sabe o DDE em outra distro? Deixe nos comentários o que achou do novo visual em construção. Particularmente foi de meu agrado, principalmente o menu quando maximizado (que é a forma que utilizo).

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Fonte: Deepin, Forbes.


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Dropbox Transfer, o concorrente do Firefox Send, disponível para todos usuários

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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Pensando em transferir arquivos de forma descomplicada? O Dropbox acaba de lançar seu serviço de compartilhamento para concorrer com o Firefox Send e o WeTransfer.

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Serviços de compartilhamento e transferência de arquivos estão cada vez mais se tornando comuns, ainda mais com a crescente onda de trabalhos à distância. E estou falando de todo tipo de trabalho, seja ele remunerado ou alguma atividade em grupo. Transferir arquivos acaba por ser bem prático, ao invés de sempre contar com um pendrive. Melhor estar precavido em casos que o uso de alguma mídia física seja possível, aliás, melhor ter um “plano b” (quem sabe um “c” 😋️😁️😉️). Já em ocasiões em que não é possível utilizar meios físicos, tais soluções são perfeitas.

No lançamento da solução da Mozilla, abordamos em um artigo que você pode conferir acessando este link. Desde seu anúncio de lançamento, venho fazendo uso do Firefox Send, e agora o Dropbox disponibiliza sua alternativa. Serviços destinados à rápidos compartilhamentos, são conhecidos, outro bem famoso é o WeTransfer.

Chamado de Dropbox Transfer, a solução do Dropbox também é gratuito e conta com alguns diferenciais. Depois de um longo período em fase beta, cerca de uns quatro meses, enfim está disponível para todos os usuários. Quando anunciado, comentamos sobre a solução e demonstramos alguns de seus aspectos.

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Para adicionar os arquivos e compartilhá-los com terceiros, é obrigatório possuir uma conta no Dropbox. A mesma pode ser a versão gratuita, já quem recebe o link para download não precisa possuir conta. As transferências têm validade de sete dias após o envio na versão free do Dropbox, para usuários Professional 30 dias, Business Advanced 60 dias e Enterprise ou Education pode durar até 90 dias.

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O tipo de conta também interfere no tamanho máximo de envio de cada arquivo, indo de 100 MB para o básico e aumentando para 2 GB (Plus e Business Standard), chegando aos 100 GB para contas Professional, Business Advanced, Enterprise e Education.

Você pode acessar o anúncio de lançamento no blog oficial do Dropbox por este link.

Para fazer uso do Dropbox Transfer, basta acessar por aqui e logar com sua conta do Dropbox.

O serviço, por enquanto, pode ser acessado via web ou pelo app do Dropbox no iOS. Provavelmente a aplicação desktop e sua versão Android recebam o recurso em breve.

Cada alternativa tem seus prós e contras, como mencionei venho utilizando o Firefox Send e agora tenho mais um para testar e analisar os pontos forte e fracos. 

Usa esse tipo de serviço, o que achou do Dropbox Transfer? Deixe nos comentários sua opinião e participe de nossa comunidade Diolinux Plus para sempre ficar por dentro das novidades.

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Fonte: Dropbox.


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Dell amplia variedade de notebooks XPS com Ubuntu

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Cerca de uns 3 meses mais ou menos, fizemos umas reportagem, em que cobrimos o novos modelos de ultrabooks da Dell, da linha XPS 13. Agora, a família cresceu.

Dell amplia variedade de notebooks XPS com Ubuntu







O anúncio foi feito no blog do fundador e líder do projeto Sputnik da Dell, Barton George, onde ele comenta as novas opções agora disponibilizadas para o consumidor.




No post, ele fala que agora a Dell oferece 18 configurações diferentes na 9ª geração da linha XPS, sendo equipados com processadores da Intel de 10ª e com o Ubuntu 18.04 LTS pré-instalado.

As opções oferecidas não mudam muito do modelo anunciado, mas só reforçando, elas são:

● Opções do processador
   - Processador Intel® Core ™ i5-10210U de 10a geração (4 núcleos)
   - Processador Intel® Core ™ i7-10710U de 10a geração (6 núcleos)
● Ubuntu 18.04 LTS pré-instalado ;
● Killer ™ AX1650 (2 × 2) integrado no chipset Intel WiFi 6 + Bluetooth 5.0 ;
● Tela InfinityEdge com posicionamento superior da câmera ;
● Suporte para resolução FHD e UHD
● Até 16 GB de memória LPDDR3 a 2133 MHz
● Possibilidade de escolha do armazenamento, podendo ter até 1TB à  2TB em SSD;

O Dell XPS 13 Developer Edition, com todas as opções, será distribuído no momento apenas nos EUA, Canadá e Europa. Para ver mais detalhes, você pode conferir por este link.

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Google lança projeto de design de chip, OpenTitan, de código aberto

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O Google está desenvolvendo um projeto para design de chips em código aberto, que poderá ser implementado por qualquer hardware ou software, seu objetivo é assegurar a integridade com maior transparência e todas as vantagens que o Open Source pode oferecer.

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Recentemente abordamos em uma postagem que a System76 começou a distribuir seus laptops com a alternativa livre ao UEFI e BIOS. Curiosamente os Chromebooks também fazem uso do Coreboot, e agora o Google está adotando um novo projeto Open Source. Não é surpresa para ninguém que gigantes da tecnologia passaram a incorporar projetos de código aberto em suas empreitadas. O modelo aberto não é mais um sonho, passou a ser o padrão em muitos mercados, mesmo que utilizado em conjunto à modelo proprietários. Enfim, a liberdade do Open Source permite isso, então não é um crime, como muitos pintam.

O Google vem utilizando tais soluções em determinados aspectos de seus vários nichos de mercado, inteligência artificial, servidores, mobile, laptops, entre outros. Falando em laptops, você já viu nosso review sobre o Chrome OS?

Confira o vídeo e saiba se vale a pena ou não, utilizar o sistema baseado em Linux do Google:


Maior segurança com OpenTitan


Não é de agora que empresas vêm investindo em soluções mais seguras para seus equipamentos. A Apple, por exemplo, desenvolveu o chip T2 presente nos mais recentes MacBooks visando a segurança dos seus dispositivos. Através dos vários meios que dificultam a vida dos invasores, podendo ser palavras-passe, chaves de encriptação, entre outros. Tais alternativas tentam evitar ataques de hackers mal-intencionados, pondo em risco os dados contidos em tais equipamentos.

No ano passado o Google apresentou ao mundo sua chave de segurança, Titan, contendo um chip customizado pela própria empresa. O gadget da empresa era, literalmente, uma chave na qual o usuário utilizava via USB e também tinha uma variante para uso em smartphones que poderia ser conectado sem fio.

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Em conjunto com diversas universidades e outras entidades, o Google passa a desenvolver um chip focado em segurança e totalmente Open Source. Valendo-se de sua experiência com o Titan, o design do chip denominado de OpenTitan tem agora toda uma comunidade para contribuir com o projeto. Algumas que o Google destaca, são: LowRisc, ETH Zurich, G+D Mobile Security, Nuvoton Technology e a Western Digital.

Vale ressaltar que o OpenTitan poderá ser utilizado para os mais variados fins, e por ser de código aberto, curar todo projeto acabará se tornando bem mais transparente. Em um mundo envolto por escândalos de espionagem entre nações, backdoors sendo implementado por pessoas mal intencionada e tudo mais. Um projeto deste calibre vem para somar e amenizar os estragos envoltos destes ataques contra a segurança.

O projeto será independente de plataforma, garantindo através de criptografia que o chip não seja violado. Toda a base desta tecnologia fornece uma sólida estrutura para o sistema operacional e aplicações em execução sobre o OpenTitan.

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Atualmente o Google faz uso do Titan na infra-estrutura do seus servidores, e sem dúvidas que com a implementação do OpenTitan nos mais diversos equipamentos e com adoção das grandes fabricantes de hardwares, podemos contar com um elemento a mais em nossa segurança. 

Contudo, este não é o primeiro projeto dedicado à criação de designs de chips focados em segurança. O Open Compute Project, fundado pelo Facebook e outras empresas, foi desenvolvido para assegurar servidores e toda a infraestrutura de diversas empresas.

O projeto OpenTitan pode ser conferido em seu repositório no Github. E quem sabe no futuro, computadores possam vir com o chip e até mais componentes de código aberto. 

O que você acha sobre projetos que visam aumentar a segurança? Acredita, assim como eu, que além do software o próximo passo são hardwares Open Source? 

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Está confirmado! Microsoft Edge virá para o Linux ano que vem

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Muitas coisas no mundo da tecnologia eram tomadas como verdades absolutas, como a “Microsoft não gosta do Linux” e o “seu principal navegador nunca viria para o lado open source”. Bom, estamos vivendo novos tempos (para não dizer, loucos) 😅.

Está confirmado! Microsoft Edge virá para o Linux ano que vem






Há uns 6 meses mais ou menos, noticiamos que o navegador Edge da Microsoft, poderia ter uma versão para Linux, visto que ele é baseado no Chromium e tem suporte para o pinguim. Então, seria questão de tempo para isso ocorrer.


A confirmação veio na conferência da Microsoft, a Ignite de 2019 em Orlando - USA. Você pode conferir aqui a palestra completa. Já a parte do anúncio na qual a vinda do novo Microsoft Edge para Linux é comentada, você pode conferir no minuto 8:24.

Com a confirmação da sua chegada, o Edge se junta a uma grande gama de navegadores baseados no Chromium, como o Google Chrome, Vivaldi, Opera, Yandex entre outros. Só ficam de fora o navegador da Apple (Safari) e o da Mozilla (Firefox).

Como já mencionei em alguns artigos e lives, sobre o tema, creio que a grande maioria dos produtos da Microsoft serão compatíveis ou melhorados com o Linux, como por exemplo o Microsoft Office (esse eu acho que chega por último), o Teams (ele já está em um estágio bem avançado, com repositórios já montados) e o Skype (equiparando-se com as versões de Windows e macOS). Isso seria muito benéfico para quem quisesse migrar para o Linux, pois teria mais facilidades na migração.

O lançamento do Microsoft Edge será no dia 15 de janeiro de 2020, inicialmente para Windows e macOS. A versão para Linux viria posteriormente.

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Loja do elementary OS passa a suportar o Flatpak

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Loja do elementary OS agora possui compatibilidade com pacotes Flatpak, e usuários do sistema poderão instalar apps neste formato de forma descomplicada.

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O elementary OS foi cotado durante anos como a distribuição Linux mais bela, dono de uma interface gráfica que é fortemente inspirada na Aqua (macOS), a distro baseada no Ubuntu acaba de dar mais um passo significativo. Para quem não acompanha o elementary OS, saiba que sua pretensão vai além de ser mais uma distro Linux, de forma que foi criado todo um ecossistema/plataforma em torno da distribuição. O vídeo a seguir explana um pouco mais sobre o tema.


Há quem diga que a loja do Deepin seja a mais bonita entre as diversas opiniões do mundo Linux, particularmente gosto da simplicidade da AppCenter (loja do elementary OS). A ideia de oferecer a possibilidade de doações dentro da própria loja é algo que me chama a atenção. Obviamente, que existem muitas deficiências no design da loja e até a ausência de algumas funcionalidades. A AppCenter foi disponibilizada aos usuários da distro no ano de 2017, e pequenas implementações foram adicionadas desde então. Ao menos das vezes que utilizei, nenhuma mudança substancial saltou-me os olhos.


Agora um recurso interessantíssimo passa a compor a loja do elementary OS, noticiamos essa decisão e escrevi uma postagem intitulada “Por que o elementary OS escolheu o Flatpak?”, acesse e saiba mais sobre essa escolha. No último update, a loja passou a suportar a instalação de pacotes neste formato. Como é de se esperar, os responsáveis pelo sistema tem todo um controle de qualidade, e através de sua curadoria de apps, seleciona as aplicações com o “selo elementary”. Inicialmente parece haver pouquíssimos programas no formato Flatpak em sua loja, ao menos não encontrei nenhum ao pesquisar, no entanto, é possível adicionar o repositório Flathub e usufruir de uma gama considerável de aplicações.

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Ao contrário do Linux Mint que traz por padrão o repositório do Flathub, o elementary apenas entrou em contato com os responsáveis pela plataforma para integrar facilmente a adicção em sua AppCenter. 

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Mesmo não vindo por default no sistema, basta clicar em “Install” na página do programa no Flathub, o download do arquivo “.flatpakref” ocorrerá, então efetue a instalação com o auxílio do app Sideload, e o repositório será adicionado ao sistema (como bem informa a página de configuração do flatpak).

Todavia, na prática, o Sideload ainda não vem instalado por padrão. Baixei o arquivo e após clicar sobre ele, o app de texto que é aberto. Sendo necessário a instalação do pacote: 

sudo apt install io.elementary.sideload

Depois bastou instalar o arquivo utilizando o Sideload (traduzido para “carregamento lateral”), marcar a opção que compreendia que não era um app curado “não confiável” e clicar em “Instalar mesmo assim”.

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Inicialmente o programa não apareceu no menu, nem na loja. Reiniciei e o programa estava no menu. Vale salientar que a loja consegue diferenciar quando existe mais de uma aplicação em diferentes formatos e nos repositórios. Outro detalhe, não será obrigatório reiniciar o sistema ou finalizar a sessão a cada novo programa instalado em Flatpak, e nem baixar o arquivo “.flatpakref”. Você pode utilizar a loja para isso, e no futuro são esperados mais recursos voltados ao Flatpak na AppCenter.

Confira na prática esta nova funcionalidade:


A implementação é nova, então é comum o sistema não estar totalmente “redondinho” com essa integração com os Flatpaks. Apenas o Flathub é suportado e não tem, ao menos por agora, como adicionar repositórios de terceiros. O Flathub é famoso por concentrar a maior variedade de programas neste formato, mas não é a única fonte. Desenvolvedores podem oferecer suas aplicações fora dele, um exemplo é o emulador de Nintendo 3DS Citra. O repositório do Citra ainda não é suportado pela AppCenter, para obter o software no elementary OS outros meios, como o terminal, deverão ser utilizados.

Você é usuário do elementary OS? Já pôde conferir o suporte ao Flatpak na AppCenter? Deixe nos comentários suas experiências com este novíssimo recurso.

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Fonte: elementary OS.


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LibreOffice terá caixas de diálogo em GTK no Linux

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

O LibreOffice, ferramenta de produtividade gratuita e popular, vai receber um “upgrade” na caixas de diálogos nativos no Linux. Deixando assim, mais perto da UI do desktop “hospedeiro” do app.

LibreOffice terá caixas de diálogo em GTK no Linux






Por muito tempo, às caixas de diálogos do LibreOffice no Linux, foram implementadas com o toolkit VCL, que emulava o toolkit do desktop “hospedeiro”. 

Isso veio sendo tendência nas últimas atualizações do LibreOffice, quando os devs implementaram mais diálogos em GTK do que em VCL. Na quinta-feira (31 de Outubro), veio a confirmação através de um dev do Libreoffice, Caolán McNamara, sobre isso, em seu blog.

“Nos últimos lançamentos importantes, a versão GTK para o LibreOffice teve cada vez mais diálogos e menos diálogos feitos em VCL e no master, a partir desta semana, agora não há usos diretos das APIs de diálogos VCL. Ainda há algumas janelas do utilitário que não são de diálogo e outros elementos para serem portados, mas as caixas de diálogo estão completas.”

Algumas GIFs disponibilizada por McNamara, onde se usa o GTK 3.24 com o tema Adwaita.



Essa mudanças provavelmente deverão aparecer no LibreOffice 6.4, previsto para janeiro de 2020.

Para conferir o anúncio completo do McNamara em seu blog, você pode conferir aqui.

Caso queira instalar a suite office em seu sistema, segue uma postagem demonstrando os mais variados meios de se obter o LibreOffice, confira o link.

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Canonical promete oferecer suporte pleno do Ubuntu em todos os Raspberry Pi

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Canonical recentemente informou que os novos modelos das placas Raspberry Pi seriam compatíveis com seu sistema, contudo, um bug da versão do kernel Linux que o Ubuntu 19.10 traz embarcado vem ocasionando problemas e bloqueando o uso das portas USB.

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Os Raspberrys Pi estão populares a cada ano, pois oferecem praticidade e custo benefício para elaborar os mais diversos projetos. Diversas distribuições Linux são utilizadas nestes equipamentos, como o Debian (Raspbian), que sempre está no topo da lista. A Canonical também oferece imagens arm64 do Ubuntu destinadas a donos destes equipamentos.

Temos um vídeo ensinando como instalar sistemas voltados ao Raspberry Pi.


O bug causado pelo kernel Linux 5.3 no Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, pode ser contornado temporariamente, enquanto não sai uma correção oficial. Lembrando que até o momento os novos modelos Raspberry Pi 4 SBC com 4 GB de RAM foram impedidos de acessar as portas USB por conta desse bug.

Caso seja dono de um modelo mais recente e venha sofrendo com o bug, a forma atual para contorná-lo é editando o arquivo “boot/firmware/usercfg.txt” e limitar a RAM para 3 GB. Basta adicionar a linha “ total_mem=3072 ” (sem aspas, obviamente), ao arquivo anteriormente mencionado.

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A dona do Ubuntu também pretende disponibilizar o Ubuntu Server e Ubuntu Core para todos os Raspberry Pi no mercado, incluindo os modelos anteriores, sendo enfim suportados oficialmente nestes equipamentos. A Canonical entende que a plataforma Raspberry Pi vem ganhando mais espaço em meio as mentes inovadoras, criando e desenvolvendo soluções a partir do mesmo. Sendo assim, é natural a disponibilidade das demais versões do Ubuntu para o Raspberry Pi.

“O Raspberry Pi se estabeleceu como a plataforma mais acessível para inovadores no espaço incorporado.. A Canonical se dedica a capacitar inovações com software de código aberto. Consequentemente, a Canonical se esforça para oferecer suporte oficial completo a todas as placas da família Raspberry Pi. Assim, a Canonical disponibilizará o Ubuntu Server e o Ubuntu Core para todas as placas Pi “, diz Galem KAYO, gerente de produtos para o Ubuntu Core.

Muita coisa pode ser criada com esses “pequenos monstrinhos”, aliás você pode conferir logo abaixo um servidor que cabe, literalmente, no bolso.


O Ubuntu pretende ser popular, não somente em meio aos equipamentos “convencionais”, mas também em outras arquiteturas (arm64), como a do Raspberry Pi. Para essa empreitada, seu sistema deverá ser o mais funcional e otimizado possível e para isso a empresa conta com o feedback da comunidade.

Para mais detalhes, acesse a publicação oficial em seu site.

Particularmente gosto bastante do Raspberry e do Arduino, e toda vez que ouço ou falo sobre o assunto, lembro de um professor meu de hardware que tinha o desejo de criar uma casa automatizada com o auxílio deles. Toda aula ele comentava sobre o “Arduino”, curiosamente seu sobrenome era “Arduim”… Então trocávamos (meus colegas e eu), carinhosamente, o sobrenome dele por Arduino (😋️😁️😅️).

Diga nos comentários se possui algum equipamento destes e quais projetos já fez ou pretende fazer.

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Fonte: Ubuntu, Softpedia.


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