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Fedora está se despedindo da arquitetura de 32 bits

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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Há pouco tempo atrás, um anúncio polêmico da Canonical fez com que usuários se manifestassem contra o não suporte à arquitetura de 32 bits no Ubuntu. Agora chegou a vez do Fedora fazer o mesmo anúncio para às suas próximas versões.


À partir da versão 31, o Fedora não mais suportará o Kernel de 32 bits, consequentemente, também não haverá mais imagens de 32 bits do sistema disponíveis para download. Esta mudança fará com que os pouquíssimos hardwares remanescentes sem suporte a 64 bits deixem de funcionar com o sistema. Todavia, é importante ressaltar que o Fedora continuará mantendo pacotes de 32 bits nos seus repositórios, muitos dos seus softwares i686 continuarão funcionando no sistema.

Desde a versão 27, o suporte a arquitetura de 32 bits no Fedora vem sendo mantido pela comunidade, infelizmente, não existe mais um número suficiente de membros da comunidade dispostos a trabalhar para manter a arquitetura. O quê está resultando na descontinuação do suporte a mesma.

Porém, a não ser que você utilize um hardware muito antigo que não funciona com sistemas de 64 bits, não há muitos motivos para preocupação. O suporte a 32 bits não será abandonado por completo. Apenas o Kernel e as imagens de instalação i686 deixarão de ser mantidas. Muitos pacotes de 32 bits continuarão sendo suportados pelo sistema, o que assegurará o funcionamento de softwares, como por exemplo o Wine e a Steam.

Quem estiver utilizando o Fedora 30 na versão de 32 bits, continuará recebendo updates até Maio ou Junho de 2020. À partir dessa data, se você pretende continuar utilizando o Fedora, terá que reinstalar o sistema na sua versão atual de 64 bits, ou então fazer upgrade para um hardware que suporte 64 bits.

Para aqueles que estiverem utilizando o Fedora em servidores antigos com suporte a apenas 32 bits, o mais indicado é uma atualização de hardware. Geralmente o baixo consumo de energia de hardwares mais novos, acabam compensando pelo valor investido. Caso atualizar o hardware não seja uma opção, o CentOS 7 possui uma imagem de 32 bits com um tempo mais longo de suporte.

Se você pretende continuar utilizando uma versão antiga do Fedora, com suporte a 32 bits, saiba que é algo que o pessoal do Fedora e, nós do Diolinux também, fortemente contra indicamos. Dia e noite existem pessoas mal intencionadas trabalhando em códigos maliciosos a fim de explorar vulnerabilidades em sistemas operacionais. Se você estiver utilizando um sistema novo e atualizado, significa que existem profissionais trabalhando para corrigir possíveis brechas e manter a segurança dos usuários. Por outro lado, usuários em sistemas antigos, que não possuem mais atualizações de segurança são presas fáceis para essas pessoas mal intencionadas. 

Penso que o fim do suporte ao 32 bits é o caminho natural da tecnologia, ainda acho que o Fedora está fazendo isso da maneira correta. O suporte não está sendo abandonado por completo. Dessa forma, o tempo e recursos que antes eram investidos no que está perdendo o suporte, agora poderão ser investidos em coisas mais importantes. Ao mesmo tempo, ao continuar mantendo uma grande parte dos pacotes, como aqueles necessários para o funcionamento do Wine e Steam, os usuários também não ficam “na mão”.

O quê você pensa sobre o rumo que as distros estão tomando em relação ao abandono da arquitetura de 32 bits? E o que você acha sobre a forma com que o Fedora está fazendo isso? Conte-nos nos comentários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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Adeus 32 Bits - Canonical enterra de vez a arquitetura no Ubuntu 19.10

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quarta-feira, 19 de junho de 2019

A Canonical tomou uma decisão para a versão 19.10 do Ubuntu, esta não terá mais suporte a pacotes e para a arquitetura de 32 bits, ou x86, se preferir. A confirmação foi feita por Will Cooke no fórum do Ubuntu.

Adeus 32 Bits - Canonical enterra de vez a arquitetura no Ubuntu 19.10






Na postagem de Cooke, é mencionado que a equipe de desenvolvimento do Ubuntu já vinha discutindo há mais de um ano o abandono da arquitetura i386, pois para manter a mesma qualidade de suporte, estava tomando muito tempo e recursos dos desenvolvedores,  visto também que o Kernel Linux, toolchains e os navegadores de internet estão deixando de suportar a arquitetura i386 (x86). Além disso, as correções e recursos na área de segurança mais recentes, não estão sendo mais desenvolvidas em tempo hábil para a arquitetura de 32 bits, assim chegando apenas em alguns casos só para 64 bits. Isso também foi discutido em uma lista de emails pública do Ubuntu. De forma resumida, o esforço para manter a versão de 32 bits é tão grande quanto o de manter a versão de 64 bits dos pacotes, mas atualmente poucas pessoas realmente utilizam tais pacotes.

Também foi comentado, que o Ubuntu 18.04 LTS será o último “da sua linha” a ter suporte a arquitetura, e que já na próxima LTS (20.04), não teremos mais suporte. Se você precisar de suporte a algum componente da arquitetura i386, a Canonical recomenda você permanecer nas versões 16.04 LTS ou 18.04 LTS, dando ênfase para a migração para a última LTS mencionada. Vale mencionar que o Ubuntu 18.04 LTS tem suporte até 2023, e o seu ESM (Extended Security Maintenance) vai até 2028 (nesse último caso, é pago).

Para quem desenvolve, a recomendação da Canonical é empacotar os seus aplicativos via snap e usar o “core18” (do Ubuntu 18.04) para ter o suporte de 32 bits.

Partes Polêmicas


Sei que muitos vão perguntar sobre a Steam, WINE, flavours e distros que são derivadas do Ubuntu. Bom, vamos por partes.

Sobre as flavours, Will Cooke foi categórico, todas as flavours vão seguir o mesmo caminho da “distro mãe”, sendo assim, a partir da versão 19.10, elas vão deixar de oferecer suporte a arquitetura i386. Isso acontece porque elas são construídas a partir do mesmo repositório ou pacote de softwares, e como eles vão deixar de dar suporte, aí seguem o mesmo “caminho”. 

As distros derivadas, como Mint, Pop!_OS, Zorin e etc; seguem quase a mesma premissa das flavours, se quiserem manter o suporte para a arquitetura i386, basta ficar na base do Ubuntu 18.04 LTS, ou então, passar a manter seus próprios pacotes de 32 bits por mais algum tempo.

Sobre os jogos via Steam e o Wine, Will dedica um boa parte de sua publicação comentando:

Q. A Steam não usa bibliotecas de 32 bits? Como posso jogar meus jogos?

A própria Steam empacota um runtime contendo as bibliotecas de 32 bits necessárias para executar o cliente Steam. Além disso, cada jogo instalado via Steam pode enviar as suas bibliotecas de 32 bits de que necessitam. Estamos discutindo com a Valve sobre a melhor maneira de fornecer suporte a partir das 19.10.

Pode ser possível executar jogos de 32 bits somente dentro de um contêiner LXD executando uma versão de 32 bits do 18.04 LTS. Você pode usar “pass through” da placa gráfica para o contêiner e executar seus jogos desse ambiente de 32 bits.

P. Como posso executar aplicativos Windows de 32 bits se o WINE de 32 bits não estiver disponível no arquivo?

Tente o WINE de 64 bits primeiro. Muitas aplicações “apenas funcionam”. Se não, deve ser usado métodos similares como para jogos de 32 bits. Isso é, usar uma máquina virtual baseada em 18.04 LTS ou um contêiner LXD que tenha acesso total ao WINE multiarch de 32 bits e às bibliotecas relacionadas.

Para ler a postagem completa e inglês do Will Cooke, você pode acessar através deste link.

Esse tipo de mudança pode afetar em diferentes níveis o suporte a determinados jogos no Ubuntu, mas teremos que ver o que sairá deste acordo entre Valve e Canonical. A situação de criar um container de LXD só se torna viável se for automatizada, se depender do usuário fazer isso, é apenas uma piada de mau gosto do senhor Will Cooke.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Distros Linux de 32 bits dão adeus ao novo LibreOffice

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Famoso entre os usuários de Linux, uma ótima alternativa ao Microsoft Office, a suíte LibreOffice é sucesso e vem por padrão na maioria das distribuições. Uma próxima versão está por vir, o LibreOffice 6.3, porém, nem todos os usuários poderão usufruir dos últimos lançamentos.

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A versão 6.3 ainda está em fase beta, entretanto, diversas melhorias estão entre os planos da The Document Foundation. Melhorias adicionais de desempenho, em recursos e ferramentas são esperadas na próxima versão. Além de melhorar a compatibilidade com outros formatos office. É notório que conforme o tempo passe, mais softwares e sistemas começam a abandonar arquiteturas antigas como a dos processadores de 32 bits. A mudança da TDF não é arbitrária, muito menos uma surpresa. Afinal, nas notas do lançamento da versão 6.2 do software, a possibilidade foi cogitada.

“As versões binárias do Linux x86 (32 bits) serão descontinuadas. Não haverá versões do Linux x86 produzidas pela TDF após o 6.2. Isso não significa que a compatibilidade com o Linux x86 será removida”.

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Aos poucos o 32 bits está finalmente deixando de ser suportado!


Não é nenhuma surpresa que vários softwares estão começando a abandonar a arquitetura de 32 bits (x86-32). A versão principal do Ubuntu já não conta com a versão de 32 bits, o Google Chrome perdeu o suporte em 2016 e recentemente o Xubuntu também entrou na lista. Devido a suas limitações o seu sucessor começou a se popularizar no mercado, e dificilmente caso tenha adquirido um computador a partir de 2010, seu processador é 32 bits. Infelizmente ao possuir um hardware datado, a solução é óbvia. Faça um upgrade, ou será obrigado a utilizar versões antigas do LibreOffice.

A suíte de documentos mais famosa do mundo Linux está em beta, caso seja curioso (e saiba o que está fazendo), você poderá baixar a versão 6.3 neste link.

Utiliza algum computador com um processador 32 bits? Até pouco tempo tinha um, bem velhinho (😁😁😁). Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google aconselha desenvolvedores criarem Apps 64bits

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Processadores 64 bits oferecem diversas vantagens sobre os de arquitetura 32 bits, mas parece que nem todo desenvolvedor visa criar aplicativos em versão 64 bits. Isso “obrigou” a Google a dar o ultimato. Calma que não é todo esse alarde que alguns veem fazendo.

apps-playstore-google-64bits

Nesta Terça-feira, 15 de Janeiro, Vlad Radu, gerente de produtos da Google, anunciou no blog de desenvolvedores Android, os planos da empresa para o futuro do Android em relação a arquitetura de processador dos aplicativos.

A intenção é que processadores em tal arquitetura, tirem maior proveito ao executar apps em 64 bit. Atualmente, nem todas aplicações possuem sua variante em 64 bits, limitando um smartphone de 64 bits obrigando os aparelhos a utilizarem as versões 32 bits, e por consequência, não extraírem o máximo de desempenho, como foram projetados.

O fim dos 32 bits? Será?


Com o pronunciamento, algumas dúvidas ficaram no ar. Não que a nota pelo gerente da Google foi confusa, pelo contrário, mas alguns portais de tecnologias noticiaram que seria o fim dos aplicativos em 32 bits na Play Store.

Para quem esse requisito se aplica?


A proposta da Google é de que no dia 1º de Agosto de 2021, a Play Store deixe de dar suporte 32 bits para aparelhos que suportam 64 bits. Isso não significa que smartphones com processadores 32 bits sejam afetados. Os apps em 32 bits não acabarão, apenas donos de aparelhos com suporte 64 bits, passarão a extrair o máximo de seus gadgets. Pois existirão versões de apps apropriadas, não obrigando a utilizar 32 bits.

Se essa transição for feita com sucesso, provavelmente as pessoas não vão perceber nenhuma diferença em relação a disponibilidade de Apps, ainda que talvez sintam um melhor desempenho em alguns, o que é uma coisa boa, sem dúvida.

Salvo algumas exceções, como jogos feitos na Unity 5.6 em 32 bits, até o prazo de 2021, poderão manter suas versões de 32 bits, sem a necessidade de uma 64 bits.

Aplicações segmentadas ao Wear OS, Android TV, ou pacotes não destinados aos usuários do Android 9 Pie ou posterior, também não se enquadrarão nesta obrigatoriedade.

Uma tarefa perfeitamente possível


Para maior parte dos desenvolvedores Android a mudança será relativamente simples. Visto que as linguagens que dominam o desenvolvimento de apps Android são, o Java e Kotlin, e não precisam de alterações de código para suportar ambas arquiteturas, 32 bits e 64 bits.

A Google está esperançosa em tecnologias de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquinas), e dispositivos mobiles mais imersivos. O suporte ao 64 bits prepara todo ecossistema para tais inovações, permitindo novos recursos avançados.

Assim como nos desktops, o próximo passo é deixar a era de 32 bits para trás nos smartphones.

Você possui algum smartphone com processador 64 bits? Pensava que os 32 bits iriam acabar? Deixe nos comentários o que acha disso tudo.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, nos vemos, SISTEMATICAMENTE! 😎

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32 ou 64 bits: Qual usar no meu PC?

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sábado, 21 de julho de 2018

Há um tempo fizemos um vídeo falando sobre a utilização de sistemas de 64 e 32 bits, tanto no Linux, quanto no Windows. No post de hoje vamos retomar um pouco dessa ideia e discutir quando cada um deles pode ser utilizado.







Sistemas operacionais podem ser projetados para serem utilizados em cima de processadores de 32 ou de 64 bits, sendo que um sistema de 64 bits, não consegue rodar em um processador de 32 bits, porém um sistema operacional de 32 bits, consegue rodar em um processador de 64. Isso quer dizer que você pode utilizar um sistema operacional de 32 bits, tanto em processadores de 32 quanto de 64 bits. 

No entanto, caso utilize Windows, um sistema de 32bits não conseguirá reconhecer mais do que 4gb de memória RAM (Exceto em versões especiais para servidores), isso quer dizer que você pode estar desperdiçando memória caso tenha mais memória do que isso. Já para isso no Linux, temos um recurso acessível a praticamente todas as distros chamado "Kernel PAE", sendo que "PAE" é uma sigla para “physical address extension”. O kernel PAE possibilita que sejam reconhecidos mais de 4 gigas de memoria RAM, mas ainda assim fica a dúvida: quando devemos utilizar um sistema de 32 bits e quando devemos usar um de 64 bits?

Bom, a resposta prática é: Quando seu processador FOR de 32 bits.

E para isso, talvez tenha que voltar muito no tempo para encontrar facilmente um processador que não seja 64 bits. Caso tenha um processador de 64 bits, opte por rodar um sistema de 64 bits, pois caso rode um sistema de 32 em um de 64 bits, além de desperdiçar um pouco do desempenho do seu processador, você pode estar jogando um pouco de memória RAM fora.

Existem pessoas que preferem colocar sistema de 32 bits em máquinas com pouca memória como netbooks por exemplo, pois os sistemas de 64 bits acabam usando um pouco mais de memória RAM que os de 32 bits, apesar de ainda não ser a melhor coisa a ser feita pois você acaba deixando de aproveitar melhor o processamento do CPU e o impacto na memória RAM, acaba nem sendo assim, tão grande.

Caso você não tenha entendido o que os processadores tem a ver com a escolha de um sistema 32 ou 64 bits, assista o vídeo abaixo, assim você pode entender melhor a relação entre eles. Esse conteúdo foi feito para leigos no assunto, então caso tenha um maior conhecimento e deseja estudar ainda mais, confira esse post com informações mais completas sobre o assunto.


Espero que esse post tenha ajudado você :)
Até mais!
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