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GNOME Tweak Tool (GNOME Tweaks) no Ubuntu - Principais opções de configuração

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O ambiente GNOME é um dos mais completos e populares do mundo Open Source, sendo parte de muitas das principais distribuições Linux, como Red Hat, Fedora, Debian e mais recentemente, o Ubuntu. Com um ecossistema tão completo e complexo, é interessante ter uma ferramenta que permita que você faça ajustes no sistema para mudar o seu comportamento de forma simples; pois bem, a ferramenta ideal para isso é o GNOME Tweaks.

GNOME Tweak Tool - GNOME Tweaks Ubuntu






O GNOME Tweak Tool, também referenciado nos repositórios como Gnome Tweaks ("Ajustes" em português) é a ferramenta mais completa para configurar e ajustar o ambiente GNOME Shell.

Opções e configurações no GNOME Tweak Tool


Com o GNOME Tweak Tool você pode configurar o tema do ambiente gráfico, e por consequência da distro em si. Você pode alterar as configurações do Desktop, como ícones presentes ou não, manusear extensões do Shell, configurar fontes, atalhos do teclado, gerenciamento de energia, aplicações que iniciam com o sistema, formatos de data e hora, ícones da janelas, animações e até as múltiplas áreas de trabalho virtuais.

Como instalar o GNOME Tweak Tool no Ubuntu


O GNOME Tweak Tool está disponível na GNOME Software, a central de programas do Ubuntu (e de todas as distros que usam GNOME Shell como interface praticamente), então, é muito fácil instalar a ferramenta, basta pesquisar por ela na loja e instalar:

GNOME Tweak Tool

Essa dica vale para qualquer distro que possua a GNOME Software, não somente o Ubuntu.

Instalação do GNOME Tweak Tool via Terminal no Ubuntu


Obviamente você pode instalar o GNOME Tweak Tool no Ubuntu através do terminal, basta digitar (ou copiar e colar) o seguinte comando:
sudo apt install gnome-tweak-tool
ou você pode digitar:
sudo apt install gnome-tweaks
GNOME Tweak Tool no Ubuntu

Aguarde a instalação e após a conclusão você deverá encontrar a ferramenta no menu do sistema. Se você usa o sistema em Português do Brasil, basta digitar "Ajustes".

Principais recursos da ferramenta


Definindo de forma simples, o GNOME Tweaks (ou GNOME Tweak Tool) é uma ferramenta de ajustes, então você vai encontrar primariamente opções que podem modificar o visual ou a forma com que você interage com o sistema.

GNOME Tweak Tool - Temas (Themes)

Uma das principais utilidades e mais populares entre os usuários do GNOME Tweaks é a ferramenta de manipulação de temas, tanto que ela é a primeira aba da aplicação:

GNOME Tweaks Themes

Nesta opção você consegue alterar o tema GTK, o tema do cursor do mouse, o tema de ícones e até o tema do Shell em si, no entanto, para mudar o tema do GNOME Shell você precisa (geralmente) instalar uma extensão para poder carregar temas à partir do diretório do usuário.

Obs: Algumas distros já incluem esta extensão (chamada de "user themes") ativada por padrão.

Outra opção interessante que existe aqui é o botão de liga/desliga das Animações do sistema, desabilitar essa opção pode otimizar o desempenho da interface em máquinas com menor desempenho.

GNOME Tweak Tool - Extensões

Outra opção muito útil e interessante do GNOME Tweaks é a sessão de extensões. As extensões, assim como o nome sugere, estendem as funcionalidades do GNOME Shell, muitas vezes deixando ele mais utilizável e prático, dependendo das suas necessidades.

Neste vídeo, eu mostrei quais são as minhas extensões para o GNOME Shell favoritas, confira:



As extensões são conseguidas através do site extensions.gnome.org geralmente, mas você também as encontra na própria GNOME Software. Eu até já fiz uma lista com as minhas 7 extensões para o GNOME Shell favoritas.

Explore as funcionalidades do GNOME Tweaks


Existem muitíssimas funcionalidades que você pode alterar pelo GNOME Tweak Tool, então experimente, mexa, configure e altere até deixar o sistema do jeito que você preferir, se você "zoar a história toda", há uma forma relativamente simples de resetar o GNOME do seu Ubuntu para os padrões de fábrica e desfazer todas as alterações, eu já escrevi um tutorial para te ensinar a fazer isso, clique aqui para conferir.

Se você é um usuário de GNOME, o Tweak Tool é certamente um parceiro e tanto para o seu dia a dia, especialmente se você gosta de customizar o sistema com alguns dos temas que nós mostramos aqui, sejam temas GTK ou temas de ícones, e é claro, as extensões.

Se este artigo foi útil para você, nos "pague" compartilhando o conteúdo para os seus amigos. :)

Até a próxima!
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Conheça e instale o novo tema do Ubuntu 18.04 LTS

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A comunidade vem desenvolvendo o novo tema do Ubuntu baseado em alguns padrões do tema Adwaita do GNOME original em parceria com os desenvolvedores da Canonical, o resultado até agora me parece muito consistente. Veja como ficou e aprenda a instalar.

Ubuntu 18.04 LTS GKT Theme and Suru






Parece que finalmente o Ubuntu vai ganhar uma repaginada visual em seus ícones e tema GTK, substituindo os antigos "Ambiance & Radiance" que cunharam a identidade visual da distribuição. O novo tema do Ubuntu é composto do tema "Communitheme" para o GTK e o tema "Suru" para o os ícones, este último um resquício do projeto do Ubuntu para Smartphones.

Na imagem a seguir você pode ver a comparação entre o antigo tema (acima) e o novo tema (abaixo).

Ubuntu 18.04 LTS Theme

Como instalar o novo "Communitheme" no Ubuntu?


Antes de mais nada, o novo tema ainda está sendo trabalhado, então, alguns detalhes podem parecer estranhos, como as"barras de load" com outra cor ao invés do tradicional (e esperado) laranja:

Novo tema do Ubuntu

Mesmo assim, se você adicionar o repositório, assim que surgirem as atualizações e correções você deverá recebe-las com o restante das atualizações do sistema. 

O novo tema só funciona perfeitamente no Ubuntu 17.10 e no 18.04 (versões pré-alfa, como a que eu estou usando para fazer as imagens do artigo), ou seja, precisamos do ambiente GNOME Shell também.

A instalação é feita através de um repositório PPA:
ppa:communitheme/ppa
Você pode adicionar o PPA de forma gráfica:

Veja como adicionar PPAs no Ubuntu sem usar o terminal 

Se você adicionar o PPA desta forma, o pacote que você deve instalar é:
ubuntu-communitheme-session

Obviamente o procedimento também pode ser feito via comandos no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:communitheme/ppa
sudo apt update && sudo apt install ubuntu-communitheme-session
Depois disso, você pode utilizar o GNOME Tweak Tool para fazer as alterações no tema, basta deixar com as seguintes opções:

GNOME Tweak Tool

Apesar de parecer ser esta a intenção, não há garantias ainda de que este tema será o padrão do Ubuntu 18.04 LTS, mas eu sinceramente espero que aconteça, pois fazia um bom tempo que a distro não apresentava um design padrão condizente com a sua época de lançamento, não é? :)

Você pode acompanhar o desenvolvimento do "Communitheme" através do repositório no GitHub. 

Até a próxima!

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Ubuntu 18.04 LTS incluirá uma nova aplicação ao sistema, o GNOME Tarefas

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Entrando ainda mais no mundo GNOME, o Ubuntu 18.04 LTS que será lançado em Abril deste ano (sem o Wayland como padrão) acaba de incluir uma nova aplicação na instalação padrão do sistema. O GNOME Tarefas (GNOME To-Do).

GNOME Tarefas Padrão do Ubuntu






O GNOME To-Do, ou GNOME Tarefas, na versão em Português do Brasil, é uma aplicação que serve para você tomar notas e colocar tarefas em lista para serem feitas. 

O aplicativo de produtividade existe há um bom tempo no ecossistema GNOME e é desenvolvido primariamente por um brasileiro, o Georges, que também trabalha na Endless. Nós falamos com ele neste DioCast (logo abaixo). No episódio o Georges comenta sobre o desenvolvimento do GNOME To-Do aos 13 minutos e 11 segundos.



A ferramenta permite que você organize as suas listas de tarefas por ordem de importância, dia, hierarquia e ainda permite personalizações de cor, para você deixar a aplicação com o seu gosto.

GNOME Tarefas

Se você usa o Ubuntu 17.10, é possível fazer a instalação via GNOME Software. A mesma aplicação também está disponível para outras interfaces e via Flatpak. Quem está testando as primeiras imagens do Ubuntu 18.04 LTS (pré-alphas) como eu, só precisa atualizar o sistema e o aplicativo será adicionado.

Até a próxima!
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Ubuntu 18.04 LTS vai manter a Área de Trabalho ativa!

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

No dia 6 de Janeiro nós noticiamos aqui no blog sobre a decisão do projeto GNOME em extinguir a pasta de Área de Trabalho com o lançamento do GNOME 3.28, por consequência, os ícones no Desktop deixarão de existir, sem a possibilidade de ativar essa função nativamente. 

Como o Ubuntu agora usa GNOME Shell, teoricamente isso seria passado para a próxima LTS da Canonical, que deverá ser lançada com essa versão do ambiente, mas aparentemente a decisão não agradou a todos e isso será diferente no novo Ubuntu que deve sair em Abril.

Desktop Ubuntu






Com essa mudança proposta pelos desenvolvedores GNOME muitas "caretas" surgiram entre os usuários que gostam de uma Área de Trabalho ativa, ou que acham que isso deveria ser opcional pelo menos, incluindo o pessoal da Canonical, que desenvolve o Ubuntu.

O desenvolvedor do Ubuntu, Didier Roche, comentou sobre o assunto informando as opções disponíveis. Basicamente são duas, enviar o Ubuntu 18.04 LTS com o Nautilis 3.28, sem suporte para o Desktop, ou procurar uma alternativa para manter os ícones.

Conversando com os outros devs e pegando o feedback da comunidade (e observando o histórico do Ubuntu 16.04 LTS, que é a versão de longo suporte atual),  a conclusão que foi chegada é que a presença dos ícones é importante, a mudança dos usuários do 16.04, com Unity, para o 18.04 com GNOME Shell já é grande o suficiente e quebrar mais uma característica inerente ao Desktop tradicional do Ubuntu não seria benefício.

Dito isso, quais são as opções? Bom, são basicamente três:

1 - Usar o Nautilus 3.26 (versão do 17.10 atual) que tem suporte ao Desktop;

2 - Usar o Nautilus 3.28 mas também incluir o Nemo (gestor do Cinnamon, Linux Mint, etc) com o único objetivo de desenhar os ícones na Área de Trabalho;

3 - Usar uma extensão para o GNOME Shell que faça essa função de tornar o Desktop utilizável novamente, o que seria algo parecido com a solução que é possível no elementary OS.

Dentre essas opções a que exigiria menos "gambiarra" é a primeira e ela que será adotada pelo time de desenvolvimento do Ubuntu, ou seja, o Ubuntu 18.04 LTS usará GNOME 3.28 em todas as aplicações, menos no Nautilus, que se manterá na versão 3.26, mantendo assim a Área de Trabalho ativa.

Entrando em contradição?


Não que eu discorde da inclusão de uma Área de Trabalho ativa, não. Mas que eu lembre, quando a mudança para o GNOME Shell foi feita, uma das justificativas era "não precisar adaptar demais" os pacotes da interface em si, lembram?

Tudo bem, é só o Nautilus (por enquanto pelo menos), mas isso vai um pouco contra a ideia original, fazendo aquela mesclagem de versões dos aplicativos, que era justamente o que estava querendo ser evitado.

Talvez seja um "mal" necessário, afinal, é compreensível a preocupação com as pessoas que vem do Ubuntu 16.04 LTS, no entanto, eu não posso deixar de me perguntar: E depois?

Tudo bem, a versão que sai em Abril é uma nova LTS, isso significa que ela terá 5 anos de suporte a atualizações e eles vão poder manter as suas características para os consumidores por um bom tempo. Ainda assim é bom lembrar que, se as coisas manterem-se como tradicionalmente são, em Outubro teremos o Ubuntu 18.10, que por sua vez incluirá novamente o que há de mais recente na tecnologia GNOME, logo, ou teremos mais cedo ou mais tarde um abandono da Área de Trabalho, ou teremos um fork do Nautilus 3.26 que possa manter a área de Trabalho ou ainda a adição de uma extensão que faça esse tipo de trabalho.

Francamente, nenhuma das opções me parece super interessante. Devido a postura atual da empresa por trás do Ubuntu, criar um Fork parece estar fora de cogitação neste momento e mais uma vez iria contra a ideia inicial da migração para o ambiente GNOME. Apesar de que, se a preocupação fosse realmente o usuário de Desktop, isso seria algo a ser considerado.

Talvez no futuro tenhamos uma extensão que traga este recurso, quem sabe?

O que você acha da medida da Canonical e o que você acha do GNOME sem o Desktop? Deixe a sua opinião nos comentários, até a próxima!

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Como resetar o Ubuntu (com GNOME Shell) para o "padrão de fábrica"

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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

As distros Linux costumam nos dar muita liberdade para personalizar o sistema operacional, com o Ubuntu não seria diferente, e agora que ele usa GNOME Shell como interface padrão, existem muitas modificações disponíveis através de extensões e temas, afinal, o GNOME é uma das maiores comunidades open source que existem e naturalmente existe muito material sobre customização para ele. Hoje você vai aprender a deixar o seu Ubuntu com a aparência de recém instalado em caso de você alterar muitas coisas e não saber mais como voltar.

Como resetar o Ubuntu






Graças a centralização de configurações do GNOME Shell, nós podemos usar uma função de um utilitário chamado dconf para poder restaurar o sistema e voltar para as configurações padrão.

Para fazer uma demonstração para você eu personalizei completamente os temas do Ubuntu (para um jeito não tão bonito), assim você pode ter uma noção da mudança:

Ubuntu modificado para ser resetado

Para voltar todo o GNOME para as configurações padrões, não só o tema, mas os aplicativos como Evince, Rhytmbox, Nautilus (deixando a área de trabalho sem ícones), extensões e "tudo mais", rode o seguinte comando no terminal:
dconf reset -f /
Depois de alguns segundos apenas (e algumas piscadas na tela)  o seu desktop volta a exatamente o seu padrão, incluindo os ícones dos apps que estão fixados na sua barra lateral:

Ubuntu de volta ao padrão

Existe também uma outra forma de fazer "resets" em aplicativos específicos, eu expliquei como fazer isso neste vídeo:



Simples assim! :)
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GNOME 3.28 vai "extinguir" com a área de trabalho

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sábado, 6 de janeiro de 2018

Uma notícia controversa surgiu à partir dos desenvolvedores GNOME, a ideia é acabar com a possibilidade de colocar ícones na área de trabalho no GNOME Shell.

GNOME Shell sem Área de trabalho






O GNOME Shell causou controvérsia desde o seu lançamento, lá pelos idos de 2011, e de uma forma ou de outra, continua fazendo.  Desta vez o que chamou a atenção foi a remoção do "desktop" para a atualização 3.28 do GNOME.

De certa forma, isso já existia


Geralmente as distribuições que incluem o GNOME Shell como interface fazem várias modificações que, em tese, podem auxiliar na usabilidade do ambiente, como o Manjaro e mais recentemente o Ubuntu também.

O GNOME Shell puro, como é entregado em algumas distros como o Fedora, já vem sem a área de trabalho ativa, para poder colocar qualquer ícone ou criar pastas ali é necessário fazer um pequeno ajuste através do GNOME Tweak Tool geralmente.

Não mais


Apesar do desktop já vir desabilitado por padrão, como mencionado, ainda era possível ativá-lo via configuração e algumas distros já te entregavam essa funcionalidade ativa, no entanto, a versão 3.28 do GNOME desabilitará essa possibilidade.

No GNOME (assim como em outros ambientes) a aplicação que faz o gerenciamento da área de trabalho é o próprio gestor de arquivos (no caso, o Nautilus) e como o GNOME Vanilla (Padrão) não possui o Desktop habilitado, melhorias para a área de trabalho não foram trabalhadas com ênfase nos últimos anos, proporcionando uma experiência não tão satisfatória quanto em outros gestores, como o Nemo do Cinnamon ou o Dolphin do KDE Plasma.

Uma tendência?


Eu "tô" começando a me sentir "velho" nesse mundo de tecnologia. Serei um usuário que vai sentir muita falta do Desktop, sou do tipo que usa a área de trabalho, pasmem, para trabalho.

Eventualmente eu coloco arquivos transitórios ali, como uma localização "neutra", onde depois eles serão apagados, ou ainda arquivos dos quais eu preciso me lembrar de observar. Recentemente, utilizando o Linux Mint e o Cinnamon, eu acabei "entrando na onda" da proposta deste desktop e acabei colocando os atalhos dos programas ali também para fins de experimento, eu sei, bem antiquado, quase nostálgico, mas funciona muito bem.

Linux Mint

Apesar das minhas "velhices", a noção de um desktop sem ícones não chega a ser nova, temos o elementary OS que sempre foi assim, o Chrome OS também é assim e o KDE Plasma era assim (na última versão os devs colocaram os ícones), se formos parar para pensar, até o Android e o iOS funcionam de forma parecida, no entanto, não posso deixar de pensar que é um desperdício de espaço útil, usar o Desktop apenas para o Wallpaper.

Felizmente no KDE Plasma existem os Widgets e até no elementary OS nós temos algo parecido atualmente, talvez no GNOME isso possa acontecer também no futuro.

Os desenvolvedores mencionaram que quem precisar de um área de trabalho ativa no GNOME Shell poderá utilizar o Nemo, fork no Nautilus e gestor do Cinnamon, em seu lugar; outra alternativa que está sendo pensada é uma extensão que simule a área de trabalho.

O que você acha disso? Você gosta de usar a área de trabalho ou para você não fará diferença?

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Como ativar o "Minimize on Click" no barra lateral do Ubuntu 17.10

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Quando eu fiz a review do Ubuntu 17.10 Artful Aardvark, um dos pontos  negativos mencionados era relacionado ao comportamento da barra lateral de aplicativos, a Ubuntu Dock, um fork da extensão Dash To Dock. Veja agora como melhorar a sua produtividade com uma dica simples.

Minimizar ao Clicar no Ubuntu






Tudo bem que o "ideal" do GNOME Shell é que para alternar entre as janelas você sempre use a tecla "super", assim as janelas se espalham e você clica na que quiser, mas muitas vezes é tão mais simples clicar no ícone do app para minimiza-lo, não? Se for ver é até um gesto a menos.

Como no mundo Linux "tudo se ajusta e se arruma", o comportamento padrão da Ubuntu Dock também pode ser alterado de forma simples, assim, quando você clicar em um ícone na barra ele vai minimizar e maximizar a aplicação, um comportamento parecido com que tínhamos no Unity.

Abra a Dash (ou menu) e pesquise por "dconf", se você já tiver ele instalado, basta abrir a aplicação, caso não tenha, a Dash deve te mostrar uma opção para instalar via loja de Apps:

Instale o DConf Editor

O dconf editor é um utilitário de configurações avançadas do GNOME, ele é "sensível" por assim dizer, então só altere o que você realmente precisa alterar, brincar com ele sem saber o que está fazendo pode causar instabilidade no seu sistema.

Instale o dconf editor

Uma vez instalado, abra a aplicação e na "lupa" de pesquisa, digite: dash-to-dock

Dconf Editor

Clique na opção que aparecer e deslize as informações até encontrar a opção "Click Action", clique em "Previews".

Dconf editor

Na janela que se abrir, deslize o interruptor de "Usar o valor padrão" para "desligado" e em "valor personalizado" selecione "minimize-or-overview", na parte inferior da janela, clique no ícone de confirmação.

Configurando o minimize on click no Ubuntu

Depois desse confirmação o recurso já está funcionando:

Configurações de minimize on click

Se quiser desfazer a ação, bastar ir até o mesmo menu de configuração e ativar a chave de "Valor padrão".

Até a próxima!
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Instale este tema moderno no seu Ubuntu 17.10!

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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Com o lançamento do Ubuntu 17.10 nós tivemos a volta do ambiente GNOME para o Ubuntu de forma completa, entretanto, o tema tradicional do Ubuntu, o Ambiance/Radiance, assim como os ícones Ubuntu Mono Dark/Light, continuam os mesmos de sempre, somado ao tema para o Shell, eles garantem a aparência tradicional do Ubuntu, que convenhamos, já está ultrapassada.

Tema United no Ubuntu






Ouvi falar que o Ubuntu 18.04 LTS virá com uma aparência melhorada, mas até lá, vamos ver o que podemos fazer com o Ubuntu 17.10, certo? Para tentar "corrigir" a aparência do GNOME Shell no Ubuntu, sem perder a identidade visual do sistema, vamos usar o tema United e o tema de ícones Diolinux Paper Orange.

O primeiro passo é adicionar a extensão para o GNOME Shell que permite que você carregue temas do seu diretório pessoal, então clique aqui e adicione o "user themes".

Outra ferramenta que você vai precisar é o GNOME Tweak Tool, ele permite que você faça modificações mais profundas no seu sistema, incluindo o tema. Você encontra esta aplicação na Central de Aplicativos do seu Ubuntu:

GNOME Tweak Tool Ubuntu

Agora que você já tem as ferramentas adequadas para mudar o tema, resta-nos baixar o tema United, acesse a página no GitHub do projeto e baixe os arquivos indicados.

Download do Tema United

O tema United tem algumas variações, inclusive é compatível com outras distros, no entanto, vamos fazer uma mescla entre eles para ter uma bom resultado final. Baixe o "United Latest" e o "United Ubuntu Alt", serão dois arquivos compactados.

Extraindo o tema United

Bastar extrair as pastas contidas dentro dos dois arquivos que você baixou para a pasta oculta .themes, caso ela não exista você pode criá-la, mas não esqueça de colocar o ponto antes do nome "themes", caso contrário ela não fica oculta. Para exibir as pastas ocultas no Nautilus é só pressionar Ctrl+H, para voltar a ocultar é só pressionar a mesma combinação novamente.

Para instalar o tema de ícones Diolinux Paper Orange, temos um tutorial específico para ele aqui.

Uma vez os temas instalados, agora só falta ativá-los, abra o GNOME Tweak Tool (Ajustes) e na sessão aparência deixe assim:

Gnome Tweak Tool Ubuntu

Claro que existem outras combinações que você pode testar, mas esta foi a que eu achei mais bela, lembra um pouco o design que o "falecido" Unity 8 tinha.

Aproveite a nova aparência e até a próxima!

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Gerencie as pastas na Dash do GNOME Shell facilmente com a extensão AppFolders Manager

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Esta é uma das características do GNOME Shell que deveria receber um upgrade em versões futuras, pelo menos na minha opinião. Os aplicativos dispostos no Menu/Dash do GNOME Shell lembram muito a visualização comum de sistemas de Smartphones, como o Android, contudo, o funcionamento é contra intuitivo. Eu já vi várias pessoas tentando arrastar um ícone de App sobre o outro para tentar criar pastas agrupadas de aplicativos, coisa que não funciona no GNOME Shell.

Gnome Shell AppFolder Manager





Apesar de não trazer a funcionalidade ideal, de simplesmente arrastar e soltar, esta extensão ajuda a solucionar o problema, permitindo que você organize os seus Apps de uma forma mais simples, bastando clicar com o botão direito sobre os ícones e categorias, para criar categorias próprias, excluir as existentes, adicionar novos apps a estas pastas, etc.

Configurações de categorias no GNOME Shell

Para passar a utilizar o recurso, basta adicionar a extensão Appfolders Manager, basta ter o GNOME Tweak Tool instalado para ter mais opções de configuração, assim que você ativar a extensão através do site, automaticamente ela já entra em funcionamento.

Aproveite para organizar os seus aplicativos, quem sabe no futuro não vamos precisar desse tipo de coisa.

Até a próxima!
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Conheça todas as novidades do GNOME 3.26 "Manchester"

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Nesta semana tivemos o lançamento da nova versão estável do GNOME, em todo seu ecossistema, incluindo o Shell e várias aplicações que o acompanham. Confira agora todas as novidades na versão 3.26.

GNOME 3.26





Com a chegada da nova versão do GNOME nós teremos várias aplicações remodeladas no Desktop Enviroment, incluindo o novo painel de controle, novas funções para a Dash de pesquisa, aplicativos de escaneamento e fotos remodelados, entre muitas outras novidades. 

Para conhecer todas as novidades, confira o vídeo abaixo produzido pelos desenvolvedores do GNOME:


Qual nova funcionalmente do GNOME 3.26 você gostou mais? Não gostou de alguma coisa? Deixe a sua opinião nos comentários abaixo.

Até a próxima!

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Vídeo conta a história do GNOME Shell (PT-BR)

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sabe de uma coisa? É muito bom poder chegar aqui e apresentar este tipo de material produzido por brasileiros. Vejo a comunidade Linux brasileira no YouTube em crescimento e se profissionalizando com o tempo, o que é muito bom! Hoje você vai conhecer a história de uma das mais populares interfaces gráficas do mundo da tecnologia, o GNOME Shell.

A história do GNOME Shell





Os nossos amigos do canal Oficina do Tux criaram um vídeo para explicar para você um pouco da trajetória do GNOME Shell, interface preferida de várias distribuições Linux famosas, como o Fedora e agora, o Ubuntu também.

Confira:


Eles estão realizando uma enquete também para saber qual ambiente gráfico deve ser o próximo a ter a sua história contada, então você pode deixar a sua sugestão nos comentários ou no card no vídeo.

Até a próxima!
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Minhas 7 extensões favoritas para o GNOME Shell

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

É como diz o ditado: "GNOME sem extensões é igual a Branca de Neve sem os 7 anões", simplesmente não é a mesma coisa. Brincadeiras à parte, de fato as extensões do GNOME são praticamente essenciais para melhorar a produtividade da interface, é claro que a necessidade de uma ou outra extensão vai variar de acordo com o seu gosto pessoal e principalmente, vai variar de acordo com a forma com que você gosta de interagir com a interface. Hoje eu vou te mostrar as minhas 7 extensões preferidas.

Top 7 GNOME Shell Extensions




Você pode entender as extensões do GNOME Shell da mesma forma que você entende as extensões do seu navegador. Elas servem para estender as funções nativas do ambiente gráfico, mudar o seu comportamento, adicionar recursos e até remover em alguns casos.

As extensões do GNOME não são exclusivas de uma distribuição Linux em específico, elas funcionam em todas as que usam a interface, então essas dicas vão servir para você, independente do sistema.

Confira também:



* Vale a pena conferir os dois vídeos, assim você vai aprender muito mais sobre a customização do GNOME.

Como adicionar extensões no GNOME Shell


O projeto GNOME possui um site: extensions.gnome.orgonde você pode baixar todas as extensões para o seu sistema. Para instalar uma extensão à partir do site, basta deslizar o interruptor de ON/OFF que existe em cada uma delas e aceitar a instalação.

Instalando extensões no GNOME

Depois de instaladas as extensões, você pode manusear elas através de uma aplicação chamada "GNOME Tweak Tool", que serve para muitas outras coisas também quando o assunto é "customização do GNOME Shell".

Normalmente as distros trazem essa ferramenta já instalada por padrão, em português a ferramenta recebe o nome de "Ferramenta de ajustes", porém, caso não esteja instalado, você encontra ela facilmente na central de aplicativos, o GNOME Software.

Gnome Tweak Tool

Uma vez instalado você encontra o "GNOME Tweak Tool" no menu do sistema, dentro dela há uma sessão onde você pode ativar, desativar e remover extensões.

Agora vamos a lista com as minhas 7 extensões favoritas!


Eu preparei um vídeo bacana para você conhecer as extensões que eu mais gosto, cada uma tem suas particularidades e funcionalidades, confira e não esqueça de conhecer o canal, caso ainda não conheça, o botão de se inscrever está logo abaixo:



Dica: Para acessar o site e baixar a extensão para o seu GNOME Shell basta clicar no nome delas.


Essa extensão cria um pequeno ícone da barra superior do GNOME Shell que te permite acessar de forma mais rápida  pastas específicas do sistema, o que garante uma maior produtividade no seu dia a dia, evitando a necessidade de abrir o Nautilus (gestor de arquivos) para isso.

Places Status Indicator




Acho esta essencial. Eu simplesmente não consigo usar uma área de notificações ou tray escondida da forma padrão do GNOME. Essa extensão coloca a área de notificações e indicadores no local tradicional.

Topicons Plus




A barra de favoritos do GNOME, também conhecida como Dash, não é nada mais do que contraprodutiva em sua forma original, eu preciso de uma dock mais funcional, que esteja ali mesmo quando eu não quero ver as atividades. Esta é uma das extensões mais baixadas e melhor avaliadas do site de extensões do GNOME, então acredito que muitos compartilham da minha opinião.

Dash to Dock Gnome Shell



Esta é uma extensão realmente simples, ela coloca um ícone de lixeira na barra superior do GNOME Shell, facilitando o acesso a exclusão e recuperação de arquivos.

GNOME Trash



Essa talvez não seja para todo mundo, mas todos que precisam lidar com mais de uma saída ou entrada de áudio acabam tendo um certo trabalho no GNOME, sem essa extensão você precisa ir até o app de configuração e  mudar as entradas por lá, com a extensão fica bem mais prático.

Sound Device Chooser Gnome



Essa é outra herança do Unity do meu GNOME, com esta extensão você consegue abrir os dispositivos removíveis de forma muito acessível sem precisar ir até o gerenciador de arquivos.

Removable Drive Menu


A extensão Pixel Saver é extremamente útil para quem tem uma tela pequena, eu por exemplo acho essencial para usar no meu Lenovo Yoga de 12 polegadas, em telas assim, qualquer pixel a mais é uma grande vantagem. O Pixel Saver elimina a barra de título das janelas no GNOME Shell em algumas aplicações onde ela é desnecessária, como no Firefox.

Pixel Saver
Repare na quantidade de espaço vertical que ganhamos


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Estas são as extensões para o GNOME Shell que eu mais gosto, mas o artigo não acaba por aqui, agora é a sua vez! Deixe nos comentários a sua opinião sobre a minha lista e acrescente as que você mais gosta e não fazem parte dela, até a próxima!
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Desenvolvedores revelam quais extensões devem acompanhar Ubuntu com GNOME

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Mais uma notícia bacana para quem está acompanhando o desenvolvimento do novo Ubuntu conosco, como a versão 17.10 que sai em Outubro será a primeira a trazer o GNOME Shell como interface padrão, existem ainda algumas dúvidas sobre como será "o GNOME do Ubuntu", agora temos mais alguns indicativos.

Ubuntu Gnome Extensions




O site de Insights do Ubuntu liberou o resultado da enquete onde a comunidade de usuários votou sobre as extensões que gostariam que viessem no sistema por padrão. A enquete foi feita em parceria com o site "OMG!Ubuntu" e relevou algumas das preferências gerais dos usuários.

Com mais de 18 mil respostas, os desenvolvedores comentaram que agora sabem, além das preferências dos usuários, algumas tendências de comportamento da interface e que estão trabalhando com os desenvolvedores do GNOME Shell para que futuramente certas funcionalidades sejam incorporadas ao Shell nativo.

Extensões GNOME no Ubuntu

Acima você vê o resultado da enquete com as principais extensões votadas, interprete o gráfico da seguinte forma: Os usuários deveriam marcar de 1 a 5 o quanto a extensão seria útil para o Ubuntu, sendo que 1 seria pouco útil, e 5, muito útil.

Extensões como o "Dash to Dock" mostraram-se muito requeridas, os desenvolvedores comentaram que a grande popularidade dessa extensão também mostra o quanto os usuários gostam de uma barra que mostre os aplicativos ao lado, semelhante ao Unity.

Outro dado que foi obtido através da enquete determina de que lado da janela os botões de controle (minimizar, maximizar, fechar) devem ficar, por uma diferença não tão grande (53,8% a 46,2%), venceu o lado direito.

Os desenvolvedores comentaram que agora, com todos esses dados, eles poderão discutir juntamente com a equipe de design do GNOME quais serão as modificações a implementadas, o que nos sugere também um possível novo tema para o GNOME Shell no Ubuntu, o que faria muito sentido para dar uma personalidade específica para o ambiente no sistema da Canonical, assim como outras distros que usam GNOME Shell costumam fazer, pode ser uma boa oportunidade para mudar o visual dos ícones do sistema, que já estão há muito defasados, ainda que eu não ache eles necessariamente "feios".

Fazia um certo tempo que eu não via a Canonical ouvir de forma tão direta os seus usuários, não posso achar isso ruim, pois me pareceu que nos últimos anos essa abertura fora muito menor, vamos ver como o futuro que se aproxima para a distro se desenvolve. Continue acompanhando o blog para saber as novidades.

Se você gosta de enquetes, eu gostaria de te convidar a responder esta aqui, queremos conhecer melhor o nosso público e fizemos algumas perguntas que depois farão parte de um vídeo no canal, onde vamos apresentar os dados comparados com os que colhemos no ano passado.

Até a próxima!
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