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Casas Conectadas: o futuro das residências

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

É o que chamamos hoje de “Casa Conectada”. Com o aumento da velocidade da internet e a sofisticação da automação, os dispositivos conectados nas casas do futuro (cada vez mais presente) facilitam a vida dos moradores.

Casas Conectadas: o futuro das residências





Por intermédio de sistemas avançados de automação, é possível controlar e monitorar diversas funções, como acender e apagar as luzes, ligar a televisão, acionar a máquina de lavar roupas ou até mesmo dar um comando para a cafeteira preparar sozinha o café.

Essa tendência vem acompanhando o conceito de IoT (Internet of Things), que é a interconexão digital de objetos do dia a dia com a internet, o que possibilita que os dispositivos sejam controlados remotamente através de outro aparelho digital, como
smartphones ou assistentes de voz. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada em dezembro de 2018, revelou que 69,8% dos cidadãos do Brasil têm conexão com a internet, o que corresponde a quase dois terços da população. Na hora de se conectar, o smartphone já é o principal meio de acesso para 97% dos usuários, de acordo com a mesma pesquisa.

Levando isso em conta, a tendência então é que todos os dispositivos que ajudam na gestão da casa conectada apresentem a opção de controle em tempo real por meio do celular. Esse já é o caso de câmeras de gravação em nuvem, com as quais é possível monitorar o ambiente ao vivo e visualizar as imagens pelo smartphone. Dessa forma, a residência recebe um monitoramento 24h, o que permite ao usuário saber em tempo real o que acontece no interior de sua casa. Isso tudo sem a necessidade de redes internas de segurança que pesam no bolso.


Observe quantas coisas interessantes os dispositivos domésticos inteligentes podem proporcionar: moradores das casas inteligentes podem solicitar um motorista por meio de um aplicativo de locomoção, fazer um pedido de delivery em um restaurante ou até mesmo fazer com que as portas se abram sozinhas, tudo sendo feito por comando de voz, enquanto o usuário realiza outras atividades, possibilitando uma postura multitasking.


A praticidade não é o único foco das casas conectadas: a economia também faz parte dos objetivos, uma vez que por meio dos controles e monitoramentos é possível realizar ainda a gestão do gasto de energia e de água na residência. Por conta de todos esses benefícios, a estimativa, segundo o Google Brasil, é que até 2021 cerca de 327 milhões de casas ao redor do mundo tenham ao menos um aparelho conectado, dando início à consolidação das casas inteligentes. Viu como o futuro já está chegando? Em breve, a sua casa pode ser igual à do George Jetson!

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Linux Foundation lança o novo LF Edge, criando uma estrutura unificada para Edge Computing e dispositivos IoT

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

No dia 24 de Janeiro a organização sem fins lucrativos responsável pelo Kernel mais famoso do mundo, a Linux Foundation, anuncia um novo projeto visando a união e maior organização abrangente em tecnologias que exijam coisas conectadas, processamento de baixa latência e mobilidade.

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O “Edge Computing” é um paradigma de computação com devices distribuídos em nós, podendo estes dispositivos estarem em parcial ou total distribuição, conhecidos por serem IoT, “internet das coisas” ou Edge devices.

Ao invés de trabalhar num ambiente centralizado em nuvem, os Edge devices, com sua dinâmica de nós, descentralizam-se geograficamente. São responsáveis por cidades inteligentes, computação física, sistemas ciber-físicos, sensores em devices inteligentes, roteadores, aplicativos multimídia, realidade aumentada, jogos em nuvem e a internet das coisas.

LF Edge, e os projetos que o compõem


Composto por 5 projetos, anteriormente alguns autônomos, a iniciativa LF Edge é proposta como uma forma de unir a atual fragmentação do mercado quando se trata de IoT (Internet das coisas). A então mundial empresa Gartner, líder em pesquisa e consultoria no mercado estipula que até 2020 o número de dispositivos IoT ultrapasse os 20,4 bilhões, essa nova empreitada da Linux Foundation veio para facilitar tal tecnologia e criar uma união aberta para inúmeras possibilidades que o mercado oferece. 

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Um pouco sobre cada projeto


Akraino Edge Stack cria stacks de softwares de código aberto que suportam serviços em nuvem, otimizados para sistemas e aplicativos de Edge Computing.

EdgeX Foundry é focado na criação de estruturas abertas para Edge computing e IoT.


Home Edge Project com contribuições no código pela gigante coreana Samsung Electronics, é um ecossistema de serviços de Edge Computing e IoT voltados ao uso do cotidiano, como eletrodomésticos inteligentes etc. 


Open Glossary of Edge Computing procura fornecer uma coleção de termos relacionados ao léxico Edge Computing.

Project EVE (Mecanismo de Virtualização Edge) responsável por oferecer níveis de controle por meio de virtualização de Edges devices, podendo particionar o hardware e aumentar a carga de trabalho por várias aplicações.

Unidade ao Edge Computing e IoT


Apoiado por várias líderes do segmento, (Premier) Arm, AT & T, Baidu, Dell EMC, Dianomic Inc., Ericsson, HP Inc., HPE, Huawei, IBM, Intel, Nokia Solutions, Tecnologias Qualcomm, Red Hat, Samsung Electronics, Seagate Technology, Tencent, WindRiver, Wipro, ZEDEDA, Canonical Group Limited e muito mais. O Projeto LF Edge parece trazer união a um mercado antes fragmentado.

O LF Edge visa criar um conjunto abrangente e coordenado de ferramentas open source, permitindo maior agilidade na criação de soluções de computação IoT e Edge.

A Linux Foundation vem fornecendo eventos, treinamentos, ferramentas e fomentando projetos open source. Com esse novo passo a internet das coisas ganha uma robusta estrutura, e quem sai ganhando somos nós usuários destas tecnologias.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Projeto MU é apresentado pela Microsoft, o UEFI de código aberto

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

A Microsoft, através doblog do Windows, fez o anúncio do “Projeto MU’, uma adaptação do projeto EDK II TianoCore’s para o UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) tornando ele open source, sendo aproveitado pela empresa nos dispositivos ‘Surface” e nas versões mais recentes do Hyper-V. A novidade foi anunciado aos 40 minutos do segundo tempo de 2018, no dia 19 de Dezembro mais precisamente.

 Projeto MU é apresentado pela Microsoft, o UEFI de código aberto






A MS começou a implementar o Project MU com as versões mais recentes do Windows, assim tendo uma escalabilidade melhor para o produto final. Segundo a empresa, a manobra vai beneficiar Servers, IoT, PC ou qualquer um que queria usar o Project MU.

No comunicado ainda é dito que ele não é um projeto paralelo, espelho, clone ou qualquer coisa do tipo, e que ele vai ser usado em produtos de “primeira linha” da Microsoft e será mantido para continuar e permitir o fluxo dos produtos dela.

Eles também colocaram metas primárias para uma primeira fase, que são:

- Compartilhar o código da ferramenta de forma ativa para solicitar feedbacks e atrair parceiro a colaborar, como em qualquer projeto open source;

- Promover, evangelizar e apoiar uma mudança na indústria para um ambiente mais colaborativo, para que todos possamos construir e manter produtos com custos menores e qualidade superior;

Que Microsoft é essa?


Dois pontos interessantes colocados no anúncio, eles querem facilitar e padronizar a implementação para os parceiros e assim derrubar algumas “barreiras”. O que traduziu-se na seguinte declaração:

“O Projeto Mu também tenta abordar as complexas relações comerciais e os desafios legais enfrentados pelos nossos parceiros hoje. Para construir a maioria dos produtos, geralmente são necessários ativos proprietários de código fechado, bem como códigos padrão de código aberto. O sistema de compilação distribuído e o design de vários repositórios permitem que as equipes de produto mantenham o código separado e conectado à sua fonte original, respeitando os limites legais e de negócios.”

E o outro ponto foi:

“Os projetos de código aberto de hoje, embora extremamente valiosos, são muito intensivos em recursos para interagir. Esse atrito pode afastar as grandes empresas do setor, evitando a interação pública, diminuindo assim o valor geral da comunidade. A era moderna de projetos de código aberto incorporou novas ferramentas e procedimentos para diminuir esse atrito e é nosso objetivo alavancar essas ferramentas. O GitHub fornece rastreamento de problemas, solicitações de pull, builds de gateways, revisões de código baseadas na web, rastreadas/requeridas, e CI/CD (builds e testes contínuos). Acreditamos que, ao alavancar e ampliar essa automação e fluxo de trabalho, podemos diminuir o atrito e promover um local seguro para todos os colaboradores trabalharem.”

Além disso, a Microsoft comenta sobre o desejo de trazer o FaaS (Firmware-as-a-Service) para o mundo Open Source e trazer alguns recursos, como os que eles listaram:

-  Uma estrutura de código e processo de desenvolvimento otimizado para Firmware como um serviço;
- Um teclado na tela;
- Gerenciamento seguro de configurações de UEFI;
- Segurança aprimorada removendo código herdado desnecessário, uma prática conhecida como redução de superfície de ataque;
- Inicialização de alto desempenho;
- Exemplos modernos de menu do BIOS;
- Numerosos testes e ferramentas para analisar e otimizar a qualidade da UEFI, etc.




Isso vai ser muito bom para quem tem notebooks ou desktops em que as fabricantes tem o seu boot todo personalizado e por alguns empecilhos de padrão ou compatibilidade com o Linux não o trazem para a plataforma, mas com o Project MU isso poderia ser ajustado e deixar de ser uma barreira para a utilização aberta do sistema que usuário desejar de uma forma mais simples e eficiente, já que estaria padronizado.

Se você quiser saber mais sobre o anúncio e o projeto, pode acessar o blog da Microsoft e o site do Project MU.

Espero você, até uma próxima e um forte abraço.

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Lançada a versão 1.0 do servidor gráfico Mir pela Canonical

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

No último dia 21 de Setembro, a equipe de desenvolvimento do servidor gráfico Mir, projeto esse encabeçado pela Canonical, lançou a versão 1.0 do projeto com foco em “Internet das Coisas” (IoT).


Lançada a versão 1.0 do servidor gráfico Mir pela Canonical






Em comunicado no blog oficial a equipe, através do Alan Griffiths,  comemora o lançamento da versão mostrando algumas aplicações viáveis do projeto nas tecnologias presentes nos dias de hoje e também explicando o porquê da adoção do Wayland ao invés do X11. Também mencionam a criação do mir-kiosk, projeto este voltado para quiosques (terminais de consulta por exemplo) que precisem de IoT. Eles vão rodar em cima de uma versão do Ubuntu chamada de Ubuntu Core e com vários aplicativos feitos em QT.


Em comunicado no blog oficial a equipe, através do Alan Griffiths,  comemora o lançamento da versão mostrando algumas aplicações viáveis do projeto nas tecnologias presentes nos dias de hoje e também explicando o porquê da adoção do Wayland ao invés do X11. Também mencionam a criação do mir-kiosk, projeto este voltado para quiosques (terminais de consulta por exemplo) que precisem de IoT. Eles vão rodar em cima de uma versão do Ubuntu chamada de Ubuntu Core e com vários aplicativos feitos em QT.

Sobre a adoção do Wayland ao invés do X11, Alan declarou o seguinte:

“O Wayland pretende ser um substituto mais simples do X, mais fácil de desenvolver e manter… Wayland é um protocolo para um compositor conversar com seus clientes, bem como uma implementação da biblioteca C deste protocolo.”

E ainda segundo o comunicado, eles enaltecem a importância do X11 ao longo dos últimos 30 anos e que foi de suma importância para o desenvolvimento do sistemas e interfaces que assim precisaram dele, mas que para os dias atuais ele não atende mais às necessidades. Um dos pontos que ele comenta é a “falta de segurança”  que o X11 tem em relação a um aplicativo mal - intencionado em obter informações de outros aplicativos rodando nele e assim não protegendo às informações pessoais.

Já o Wayland, na visão do Alan, proporciona esse nível de segurança e que como o Mir foi projetado desde o início com o foco em segurança, seria o “casamento perfeito” e assim tornando o sistema mais robusto contra ataques.

Ele ainda fala que os aplicativos feitos em GTK3 e 4, QT5 e SDL2 usufruirão dessa dobradinha “Wayland+Mir”, já que o Mir, além de ser um servidor gráfico, também pode ser usado como compositor.

Para saber mais da nova versão, veja no blog oficial.

Muito legal ver o projeto retomando com esse foco e quem sabe em um futuro próximo poder ser usado em computadores pessoais e de empresas. Ficamos na torcida para que de certo.

Espero você até a próxima e um forte abraço.
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SUSE lança novas ferramentas para o seu sistema Enterprise

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quinta-feira, 5 de julho de 2018

A SUSE, empresa por trás do SUSE Enterprise Linux (SLES) e a principal empresa no desenvolvimento do openSUSE Linux, lançou na última Quinta-feira (28/06) versões novas das suas ferramentas administrativas e do seu sistema operacional voltado para o meio corporativo.


SUSE lança novas ferramentas para o seu sistema Enterprise





O primeiro a ser apresentado foi o SUSE Linux Enterprise 15, que foi mostrado como um sistema operacional modular, onde foi pensado para tornar o TI da empresa mais simples e "multitarefas" (multimodal) que visa tornar a infraestrutura tradicional de TI mais eficiente e ter uma plataforma para desenvolvedores (Dev's) mais atraente, com isso a empresa que optar em usar o SUSE Linux Enterprise 15 (SLES) terá facilidades em implantar seus projetos, além de poder fazer as transições de cargas de trabalho crítico facilmente, sendo nuvens públicas ou privadas.

O SLES usa a arquitetura Modular+, que torna o sistema operacional apto para inovações do mercado e ao mesmo tempo sendo mais eficiente para a modalidade em ambientes de TI multimodalidades.

 Já a ferramenta apresentada com a sua mais nova versão, é a SUSE Manager, que tem o foco em redução de custos para se gerenciar o inventario de TI de uma empresa, como gerenciar os vários sistemas Linux em diferentes tipos de arquitetura de hardware, IoT, conteiners e plataformas de nuvem (cloud).


Com o SUSE Manager, a empresa consegue automatizar todo o ciclo logístico da área de TI, como aplicação de patches de correções, configuração de servidores Linux, assim tornando as implantações neles mais rápidas, consistentes e otimizadas, assim reduzindo os custos operacionais. Além de ter o monitoramento, rastreamento, auditorias e geração de relatórios dos sistemas, VM's e containers do seu parque de TI.

Por último foi apresentado uma versão do SUSE Linux Enterprise para alta disponibilidade, chamado de SUSE Linux Enterprise HPC 15 (High Performance Computing) que pretende suprir o mercado crescente nesse ramo, onde as empresas precisam de computação paralela flexível para escalabilidade para trabalhos de alto desempenho e análises de dados, como Inteligencia Artificial e Machine Learning (aprendizado de máquina, tradução livre), assim tendo uma fácil adoção no parque de TI da empresa.

Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE, fez a seguinte declaração:

"À medida que organizações em todo o mundo transformam seus sistemas corporativos para adotar tecnologias modernas e ágeis, múltiplas infraestruturas para diferentes caragas de trabalho e aplicativos são necessárias. Isso geralmente significa integrar plataformas baseadas na nuvem em sistemas corporativos, mesclando desenvolvimento em container com desenvolvimento tradicional ou combinando aplicativos com microsserviços. Para unir a infraestrutura tradicional à definida por software, a SUSE criou um sistema operacional multimodal, o SUSE Linux Enterprise 15."

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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