Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador KDE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador KDE. Mostrar todas as postagens

Versão 19.12.11 do Kdenlive é lançada com muitas melhorias

Nenhum comentário

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Parece que os desenvolvedores da comunidade Linux começaram o 2020 “com tudo”, já falamos sobre as novidades da Steam e do Arch Linux nesse início de ano, e agora chegou a hora de falarmos sobre a nova versão do Kdenlive que acabou de sair do forno no último dia 10.

nova-versao-do-kdenlive-e-lancada-com-muitas-melhorias

Na verdade não foi apenas a equipe de desenvolvimento do Kdenlive que começou o ano trabalhando duro, mas sim toda a equipe do projeto KDE, que tem trabalhado para facilitar a vida dos usuários do - já sem suporte - Windows 7, e também já tem planos para 2020.

Voltando ao assunto principal deste artigo, no último dia 10 foi lançada a versão 19.12.1 do Kdenlive, com um número realmente grande de melhorias, das quais podemos destacar:

• Grupos de efeitos não suportados não são mais exibidos na interface, evitando “crashes”;
• Pequenos ajustes na utilização da função “fade” na timeline;
• Corrigido bug que fazia com que a duração do clipe na timeline não fosse ajustada após este clipe ser recarregado;
• Alteração no tamanho do widget de título, tornando-o menor e melhor integrado à interface;
• Corrigidos cor e tamanho padrão da fonte ao iniciar o software pela primeira vez;
• Corrigido bug que fazia com que o monitor do clipe pausasse sozinho alguns frames antes do fim;
• Resolvido o problema de congelamento ao alternar entre monitores no Windows;
• Melhorado o tamanho padrão do mixer de áudio;
• Melhorado o layout do software em telas menores;
• Não será mais exibido um monitor de áudio quando for adicionado um clipe sem áudio;

A lista completa com todas as melhorias pode ser encontrada no post oficial de lançamento da versão, no site oficial do Kdenlive.

Editores de vídeo nunca foram um dos softwares mais utilizados por mim, mas desde que estou no “mundo Linux” o Kdenlive tem sido a minha principal escolha para quando tenho que realizar essas tarefas. É realmente muito bom ver o quão competente é a equipe de desenvolvimento, e o grande número de correções e implementações que são feitas a cada nova versão do software.

Você utiliza o Kdenlive? O quê acha do software, e de como ele vem crescendo com o passar do tempo? Conte nos comentários!

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no fórum Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


KDE Community quer facilitar a vinda dos usuários do Windows 7 ao Linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Como noticiamos no começo do ano passado (2019), o Windows 7 ou “Seven” para alguns, estaria deixando de ter suporte estendido em 2020, assim o tornando muito vulnerável a ataques não sendo mais seguro usá-lo. Bom o KDE quer ajudar trazendo os usuários ao mundo do pinguim.

KDE Community quer facilitar a vinda dos usuários do Windows 7 ao Linux






Em seu blog, o projeto KDE usa a seguinte chamada “Plasma: um lugar seguro para os refugiados do Windows 7” ou em inglês “Plasma: A Safe Haven for Windows 7 Refugees”. No post, eles salientam a data final do suporte da MS ao Windows 7, que será no dia 14 de janeiro de 2020.


Ainda neste post, eles comentam das vulnerabilidades de ainda continuar usando o Windows 7. Também comentam que atualmente o Windows detém cerca de 77% do marketshare global dos desktops e que destes 77%, quase 30% ainda usam o Windows 7. Algumas pessoas já estão migrando as suas máquinas para o Windows 10, que é recomendado pela Microsoft, mas tem outras que não querem essa mudanças por N motivos, que não vamos detalhar aqui 😅.

Eles também incentivam que as pessoas ajudem a trazer os seus amigos, familiares, colegas de classe e conhecidos. Segundo o pessoal do KDE, “Mesmo se você convencer apenas uma pessoa a fazer a transição para qualquer sistema baseado em Linux, você terá feito algo valioso e ajudado o movimento FLOSS.”, que não deixa de ser verdade 😀. Se você quiser contribuir com ideias e afins para o KDE, pode fazer através deste link, basta ter um KDE Identity, mas se não tiver, basta fazer um aqui.

No vídeo abaixo, o pessoal do KDE mostra o por que de fazer o update do Windows 7 para alguma distro Linux, que no caso do vídeo está usando o KDE Plasma com a base Ubuntu.


A modificação foi feita por Dominic Hayes, criador do Feren OS. Ele usou os seguintes elementos para isso:

● Tema do Plasma: Seven Black;
● Decoração das Janelas: Seven Black;
● Application Style: Gtk2;
● Tema GTK: Windows Se7en by Elbullazul;
● Ícones: Darkine;
● Cores: Breeze Light;
● Cursores: DMZ White;
● Splash Screen: Feren OS;
● Painel: 38 height;
● Widgets: Default Apps Menu, I-O Task Manager, Stock System Tray, Feren Calendar or Event Calendar, Win7 Show Desktop.

Para conferir o post completo do pessoal do KDE, basta acessá-lo aqui. Também teve um tweet deles comentando sobre.

Muito bom ver esse tipo de iniciativa da comunidade Linux, em querer ajudar os novos usuários vindos de outro sistema operacional e assim deixá-lo o mais confortável possível para usar o novo sistema. Espero que mais projetos e pessoas de dentro da comunidade façam isso, vai ser muito bom essa atitude 😀.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Projeto KDE planeja novo visual para o KDE Plasma e o Menu iniciar em 2020

Nenhum comentário

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

O projeto KDE tem grandes planos para o KDE Plasma em 2020, como uma mudança no tema padrão e uma reformulação no seu menu iniciar. Vale lembrar que essas novidades podem demorar para chegarem em alguma versão do KDE, visto que ainda estão em fase de planejamento

 Projeto KDE planeja novo visual para o KDE Plasma e o Menu iniciar em 2020





O tema padrão do KDE, o Breeze, é padrão em basicamente todas as distros que usam o KDE Plasma como por exemplo o RegataOS, KDE Neon, Kubuntu, Manjaro KDE, entre outras. Pode ser que em breve o visual ficará um pouco diferente do atual.


Outra mudança seria a substituição do Kickoff pelo SimpleMenu, visto que o mesmo tem os mesmos recursos mas em uma interface mais moderna e organizada para os usuários, que poderão procurar por aplicativos, arquivos, nome, categoria ou locais e podendo fixar pastas e arquivos para acesso rápido.



Para ver todos os detalhes das mudanças, você pode conferir neste e neste link. Quem achou essas novidades “escondidas” 😅, foi o pessoal do site Pointieststick.

O que você achou dessas novidades no KDE Plasma? Deixe o seu comentário aí embaixo 😃.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Linux nos smartphones: Confira mais novidades sobre o Plasma Mobile

Nenhum comentário

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

De tempos em tempos, a equipe de desenvolvimento do Plasma Mobile divulga as novas funcionalidades e correções de bugs que foram implementadas no sistema. Confira agora quais foram as novidades trazidas pelos devs nas últimas semanas.

mais-novidades-sobre-o-plasma-mobile

O Plasma Mobile está longe de ser um concorrente de peso ao Android ou iOS, mas é aos poucos que se constrói algo grande. Conforme você pode conferir neste artigo, os desenvolvedores responsáveis por manter o Plasma Mobile, apesar de não serem muitos, trabalham diariamente para melhorar o sistema, corrigindo bugs e implementando novas funcionalidades.

Vamos começar a abordar as novas atualizações falando sobre o Calindori, aplicativo de calendário e agendador de tarefas, presente no Plasma Mobile. A forma com que são adicionadas novas notas ou tarefas em datas específicas no calendário foi aprimorada. Agora ao selecionar uma data, e abrir a sua janela de contexto (que deslizará a partir do lado esquerdo da tela), a data selecionada é exibida como o título da janela em questão.

kde-mobile-calendar-drawer

A forma com que esta janela de contexto é exibida quando o sistema estiver sendo utilizado em modo desktop também sofreu ajustes. Ao invés de um “drawer”, que deslizará a partir do lado esquerdo da tela, no modo desktop haverá um menu de hambúrguer no canto superior direito, a partir do qual a janela “tarefas” poderá ser acessada.

kde-mobile-calendar-desktop-mode

Ainda sobre o Calindori, agora o mesmo oferece uma visão mais simplista sobre as tarefas agendadas. Nesse formato, ao invés de todo o calendário, é possível visualizarmos apenas uma lista de cards, sendo um card para cada tarefa agendada, organizados por ordem cronológica.

tarefas-agendadas-no-modo-blocos

O aplicativo Kaidan, um cliente de mensagens instantâneas que faz uso do protocolo XMPP, teve implementadas algumas mudanças, das quais podemos destacar:

• Envio de mensagens de voz e vídeo a partir de dentro da aplicação;
• Funcionalidade de câmera que permite tirar fotos de dentro da aplicação;
• Compartilhamento da localização através de uma mensagem;
• Reproduzir arquivos de áudio e vídeo diretamente dentro do chat;
• Adicionada a função de buscar mensagens dentro da conversa.

Spacebar, a aplicação responsável pelo envio de mensagens SMS também recebeu algumas melhorias.

• Agora é possível utilizar emojis no formato unicode;
• Adicionada uma animação de “loading” na página de conversas;
• Corrigida a exibição de números e nomes dos contatos. Antes, em alguns casos, ao invés dos nomes e números era exibido apenas “undefined”.
• Aprimorado o design da página de conversas, melhorando o aproveitamento de espaço, e deixando a página com um aspecto mais “clean”.

Outras atualizações são:

• O assistente de transporte público KTrip agora exibirá notas adicionais referentes a horários e conexões dos transportes monitorados;
• O navegador “Angelfish Web Browser” teve o seu nome alterado para apenas “Angelfish”;
• Agora um avatar padrão é exibido ao lado do nome de contatos que não tenham uma imagem definida;

agenda-telefonica-do-plasma-mobile

Os posts originais de divulgação das melhorias no Plasma Mobile podem ser encontrados no blog oficial do projeto.

Pelo que pude ver nos últimos posts, lançados nos últimos meses, o Plasma Mobile ainda não é um sistema que está pronto o suficiente para ser utilizado no dia a dia, por qualquer pessoa. Algumas coisas muito básicas ainda estão sendo corrigidas e implementadas. Todavia, acredito que de médio a longo prazo, o Plasma Mobile, assim como o Ubuntu Touch (sobre o qual já falamos neste e neste artigos), poderão ser uma boa alternativa ao Android e iOS.

Você já conhecia o Plasma Mobile, ou mesmo o Ubuntu Touch? O que você acha sobre essas versões mobile de interfaces gráficas e distribuições Linux? Será que tem mesmo algum futuro? Diga nos comentários!

Se você deseja contribuir com o desenvolvimento do Plasma Mobile, seja em programação, design ou tradução, acesse aqui e aqui.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Shadow of the Tomb Raider: Linux vs Windows

Nenhum comentário

sábado, 21 de dezembro de 2019

Um dos fatores mais determinantes quando uma pessoa está escolhendo um sistema operacional, é o seu desempenho em jogos. Tendo isso em mente, decidimos comparar o desempenho de um Triplo A recente, o Shadow of the Tomb Raider, entre o Windows e uma distribuição Linux.


Como diz aquele velho ditado: "Old habits die hard". É difícil perdermos velhos hábitos e matarmos velhos mitos, que há muito tempo já não são mais uma realidade. Infelizmente a crença de que sistemas Linux são difíceis, só para "hackers", e não rodam jogos ainda são uma verdade na cabeça de muitas pessoas, especialmente daquelas que não estão familiarizadas com a realidade atual dos sistemas Linux.

Combater esse tipo de desinformação é uma das "teclas" nas quais mais batemos aqui no Diolinux. Inclusive, essa foi uma das principais razões para termos criado o nosso canal na Twitch há cerca de um ano atrás, e desde então mostramos diariamente como é perfeitamente possível utilizar um sistema Linux para jogos hoje em dia, e em uma grande parte dos casos é algo extremamente fácil de ser feito. 

Antes de continuarmos, é importante deixar claro que toda vez que você ler o termo "o Linux" nesse artigo, estarei me referindo às distribuições Linux para desktop de modo geral.

O jogo que vamos testar hoje relata o terceiro capítulo da história da Lara Croft, foi lançado em setembro de 2018, e teve a sua versão para Linux lançada em outubro deste ano (2019). Quando se trata de tecnologia, é como se o tempo passasse mais rápido, mas mesmo tendo passado cerca de um ano desde o lançamento de Shadow of the Tomb Raider, o mesmo ainda é um jogo atual, com gráficos excelentes, e jogado por muitas pessoas, o que fez dele a escolha perfeita para este comparativo.

O Benchmark


É sabido que gravar a tela sem uma placa de captura causa um efeito negativo no desempenho dos jogos, o que acabaria prejudicando os nossos testes. Por esse motivo, apresentarei os resultados através de texto e prints dos resultados do benchmark.

No lado do Linux temos o KDE Neon na versão 5.17.4, utilizando o driver AMDGPU presente no Kernel Linux 5.0 e o Mesa Driver 20.0 (Padoka PPA). A API gráfica utilizada é o Vulkan. No lado do Windows 10 Home temos a versão 1909 com o driver Radeon Software Adrenaline 2020 edition 19.1, a API gráfica utilizada é o DirectX 12.

O hardware utilizado é um Ryzen 5 2600 3.8Ghz, 2x8 GB DDR4 2666Mhz e uma Radeon RX580 8GB. O jogo foi testado em 1080p, no preset alto e com o VSync desligado.

Nas imagens abaixo você confere os resultados do benchmark próprio do Shadow of the Tomb Raider, bem como as configurações gráficas, e sistema operacional no qual os testes foram realizados.

Vamos aos resultados no Windows 10.




Na versão Windows o benchmark resultou em uma média de 70 FPS, com mínima de 56 e 11039 quadros gerados. Nos testes em gameplay, durante os primeiros dez minutos de jogo (sem contar cutscenes), o jogo apresentou uma média de 70 FPS, com oscilações entre 63 e 88 FPS.

Agora vamos aos resultados dos testes no Linux.




Na versão Linux o benchmark resultou em uma média de 50 FPS, com mínima de 41 e 8027 quadros gerados. Nos testes em gameplay, durante os primeiros dez minutos de jogo (sem contar cutscenes), o jogo apresentou uma média de 50 FPS, com oscilações entre 45 e 65 FPS. Na versão Linux com o vsync desligado ocorreu bastante stuttering, o que não aconteceu na versão Windows.

Sobre os resultados


Ao comparar o desempenho do jogo em ambos os sistemas percebemos uma diferença de cerca de 20 FPS, o que no meu caso acabou não sendo um grande problema, já que mesmo no Linux o jogo continua perfeitamente jogável. Na verdade, só consigo perceber a diferença nos FPS se o contador estiver ligado. Além de que eu poderia diminuir um pouco os gráficos, melhorando a taxa de quadros, e a “perda de qualidade” seria praticamente imperceptível aos olhos.

Felizmente não costumo jogar com contadores de FPS ligados, os utilizo apenas para testes, então a minha experiência de jogo com o Shadow of the Tomb Raider no Linux nunca foi comprometida, uma vez que meus olhos não percebem nenhuma lentidão enquanto estou jogando.

Todavia, 20 FPS ainda é uma diferença realmente grande. No meu caso, com a média caindo de 70 para 50, essa diferença acabou não sendo muito perceptível. Mas imagine uma pessoa com um hardware mais simples, que consegue rodar o jogo há uma média de 40~50 FPS no Windows. Seguindo o resultados deste teste, a média que essa pessoa atingiria no Linux seria de 20~30 FPS. Ou seja, o jogo passaria de jogável para praticamente não jogável. Apesar de serem os mesmos 20 frames de diferença, ao descermos um pouco os números a diferença na experiência de jogo passa a ser extremamente maior.

É importante deixar claro que as diferenças de desempenho dos jogos entre o Linux e o Windows podem variar de acordo com cada jogo, e até com o hardware utilizado. Neste caso, o Shadow of the Tomb Raider teve um desempenho bastante inferior no sistema do Pinguim, mas em outros casos o desempenho pode ser exatamente o mesmo, ou até superior no Linux. É uma questão de saber como os jogos que você gosta rodam na sua máquina, só assim você poderá saber se no seu caso passar a usar apenas Linux é ou não uma boa ideia.

A seguir você confere um benchmark em vídeo, feito pelo Renato do blog e canal FastOS.


Conclusão


Obs.: Para fins de esclarecimento, o trecho a seguir é baseado na minha opinião, e não representa o posicionamento do projeto Diolinux e de seus outros membros sobre o assunto.

No final das contas, podemos dizer que o Linux é uma plataforma para jogos tão boa quanto o Windows?

Bem, em geral, definitivamente não!

Para mim fica bem claro que se tratando de jogos o Windows ainda está bem a frente de qualquer distribuição Linux. Todavia, isso não significa que o Windows necessariamente será uma melhor opção para todos. Ao escolher entre dois ou mais sistemas operacionais devemos analisar tudo o que tais sistemas tem a oferecer, e o quão bem cada um atende as nossas necessidades em todos os aspectos, não apenas em jogos.

Hoje em dia um número muito grande de jogos, incluindo muitos Triplo A e games extremamente populares rodam no Linux com um desempenho muito próximo, igual, e em alguns casos até superior ao Windows. E podem ser instalados sem qualquer tipo de gambiarra, através de procedimentos iguais ou muito semelhantes à instalação dos mesmos no Windows. Portanto se os jogos que você joga fazem parte dessa enorme lista dos que funcionam, então para você o Linux será uma plataforma para jogos tão boa quanto o Windows. Por outro lado, se os jogos que você gosta não rodam ou não possuem um desempenho satisfatório no Linux, a melhor opção no quesito jogos continua sendo o Windows.

Dito isso, afirmar que em geral o Linux não serve para jogos, possui poucos títulos, e só tem jogos desconhecidos é uma completa desinformação! Assim como o Windows ser um sistema que atende um maior número de usuários de uma forma mais completa no quesito jogos, no presente momento ainda é um fato!

A sua vez!


Agora chegou a hora de você dar a sua opinião sobre o assunto! 😁 Qual é a sua experiência com jogos no Linux? E mais importante, essa experiência é de quanto tempo atrás? Se tratando de jogos, a plataforma está evoluindo de maneira bastante rápida, e é bem possível que um jogo que não funcionava há um mês atrás seja completamente funcional hoje em dia. Então relate nos comentários abaixo as suas experiências positivas e negativas com jogos no Linux, e dê a sua opinião de forma educada e sempre respeitando as opiniões contrárias.

Vamos colaborar para que juntos possamos tornar o Linux cada vez melhor. 😀

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


O desenvolvimento do Plasma Mobile está avançando, e cheio de novidades

Nenhum comentário

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Nas últimas semanas, os desenvolvedores que estão trabalhando no Plasma Mobile fizeram vários posts no blog oficial do projeto divulgando os aprimoramentos mais importantes que estão sendo feitos no software. Neste artigo faremos um apanhado geral sobre os avanços do Plasma Mobile nessas últimas semanas.

o-desenvolvimento-do-plasma-mobile-esta-avancando-e-cheio-de-novidades

O Plasma Mobile, como o próprio nome sugere, é um sistema operacional para dispositivos móveis, que encontra-se em desenvolvimento pela comunidade KDE. O objetivo do projeto é criar um sistema mobile que seja completo, seguro, e que devolva aos usuários o controle sobre a sua privacidade.

A ideia do Plasma Mobile, é assim como o Ubuntu Touch (sobre o qual já falamos neste artigo), de ser um sistema convergente. Que pode ser utilizado tanto no smartphone quanto no computador. Dito isso, vamos à primeira novidade.

Viabilizando a convergência


Vamos começar falando sobre o projeto “Kirigami”, que proporciona o desenvolvimento de interfaces gráficas tanto no mobile quanto no desktop, podendo possuir comportamentos variados conforme o propósito da aplicação. A ideia é criar um menu lateral que permitirá ao usuário abrir as diferentes páginas existentes dentro de cada aplicativo. No desktop será uma barra lateral, na esquerda, na qual estarão listadas as páginas disponíveis para o aplicativo que está aberto no momento. No smartphone o funcionamento será praticamente o mesmo, porém, ao invés de uma barra lateral, será um menu deslizável.

O vídeo abaixo é uma prévia de como será o comportamento desta funcionalidade.


Tornar o sistema convergente entre smartphone e desktop é um dos principais desafios do Plasma Mobile, e é algo que pode tornar o código do software extremamente extenso e complexo. Grande parte dos esforços estão focados em desenvolver essa convergência com linhas de código mais simples, tornando o sistema menos complexo, e assim economizando tempo e recursos.

Mudanças simples, que geralmente não terão impacto nenhum para os usuários, podem eliminar redundâncias desnecessárias. Uma dessas mudanças foi remover o sistema de configuração de contas de dentro do aplicativo de configurações, para o app “KAccounts”. O que permitirá que o gerenciamento de contas de usuário seja feito através da mesma aplicação, tanto no smartphone quanto no desktop.

Outra mudança que foi feita seguindo essa linha de raciocínio, foi incluir a página de informações do dispositivo no aplicativo de configurações, ao invés de mantê-la como uma aplicação à parte.

O gerenciador de notificações também sofreu mudanças, para que o mesmo software possa ser utilizado tanto no mobile quanto no computador. Apesar de ser exatamente o mesmo software, o mesmo é capaz de detectar quando está sendo executado em um smartphone, para que assim possua um comportamento condizente com dispositivos móveis.

Página de informações do dispositivo.

Melhorias nas aplicações


• O app “Peruse” (Leitor de comic books), sofreu modificações para torná-lo utilizável em monitores HiDPI;
• Modificações foram feitas no Plasma Angelfish (Navegador web) para que o mesmo possua uma melhor integração com o Kirigami;
• Agora o gerenciador de arquivos é capaz de selecionar arquivos múltiplos em vários diretórios diferentes;
• Uma nova funcionalidade permitirá ao usuário obter uma preview com informações básicas de arquivos de texto, imagens, áudio e vídeo, dentro do próprio gerenciador de arquivos;
• O editor de texto “Nota” agora possui a funcionalidade de abrir múltiplos arquivos de texto em abas diferentes;
• O aplicativo de músicas “vvave” sofreu várias melhorias. A barra lateral da playlist principal agora não se sobrepõe a menus e caixas de diálogo, como costumava acontecer anteriormente. Além disso, a aplicação também ganhou um novo visual de grade para exibir os álbuns disponíveis na sua biblioteca. Ainda sobre o player de músicas, agora ao tocar em uma faixa, a mesma é reproduzida imediatamente. Antes dessa modificação, ao tocar em uma faixa, ela era apenas adicionada à fila de reprodução.

Preview de arquivos, editor de texto com várias abas e gerenciador de arquivos com várias seleções.
Capturas de tela to player de música "vvave".

Melhorias no Shell


O “shell” é basicamente a interface com a qual o usuário interage enquanto está utilizando um sistema. O vídeo a seguir lhe dará uma visão mais clara sobre o que é o shell, e como ele funciona.


Continuando com as melhorias no shell, modificações foram feitas na “grade” de aplicativos, fazendo com que os nomes dos mesmos sejam exibidos em linha única, e com uma fonte menor. O painel superior também sofreu um “redesign”, e algumas correções de bugs. Ao redesenhar o painel superior, os desenvolvedores também alteraram o esquema de cores para a versão clara, ao invés do tom escuro utilizado inicialmente.

Grade de aplicativos e painel superior.
Citamos aqui várias melhorias, e muitas outras mais técnicas podem ser encontradas nos posts originais (em inglês), feitos pela equipe de desenvolvimento do Plasma Mobile.

Fico realmente feliz em ver todo o empenho que está sendo posto no desenvolvimento do Plasma Mobile, e também todos os excelentes resultados que estão sendo obtidos. Todavia, assim como no caso do Ubuntu Touch, penso que as possibilidades do Plasma Mobile ser utilizado em grande escala são mínimas. As razões para isso são várias, como por exemplo, a baixa disponibilidade de apps quando comparado com o Android. Também existe o medo da mudança por parte dos usuários, e todo um esforço para reaprendizagem, que acredito ser uma característica da maioria das pessoas.

Mesmo assim torço pelo progresso e desenvolvimento do sistema, e assim que tiver um smartphone sobressalente, irei testar o software.

Você já conhecia o projeto do Plasma Mobile? O que você pensa sobre o futuro de projetos como este, e também o Ubuntu Touch? Conte-nos a sua opinião nos comentários.😁

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus!

Isso é tudo pessoal!😉


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Os trilhos que guiarão o desenvolvimento do KDE nos próximos anos

Nenhum comentário

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

É difícil acontecer de ficarmos muitos dias sem postar algo sobre o projeto KDE. Felizmente para todos nós, este é um projeto muito grande e consolidado, utilizado por muitos, e em constante desenvolvimento. Recentemente a equipe divulgou em seu site oficial quais são os três principais objetivos nos quais se baseará o desenvolvimento do projeto nos próximos anos.


Ter objetivos estabelecidos é algo essencial para se manter um desenvolvimento constante e bem direcionado. O trabalho simplesmente não funciona se não for de forma organizada, e focada. As áreas nas quais a comunidade KDE gostaria de se aprimorar, e as novidades que gostaria de implementar são muitas, mas o pessoal e os recursos são limitados. Sendo assim, a melhor forma de manter o projeto evoluindo é direcionar os esforços para pontos específicos, e concentrar-se em aperfeiçoar apenas algumas coisas de cada vez.

Se você for um usuário recém chegado ao mundo Linux, e ao KDE, talvez você não saiba que o projeto KDE vai muito além da sua interface gráfica, o Plasma Desktop. A comunidade KDE mantém centenas de projetos diferentes, indo desde “simples” plugins e widgets de hora e data para o painel, até programas de conversão de áudio, edição de vídeo, e toda a complexidade do Plasma Desktop.


Manter todo esse trabalho avançando de forma organizada com certeza não é tarefa fácil, e é justamente por isso que durante os próximos dois anos todo o trabalho da equipe será feito tendo em mente os seguintes objetivos:

KDE Apps


Conforme mencionado anteriormente, o projeto KDE mantém uma ampla gama de aplicativos. Um dos principais objetivos para os desenvolvedores nos próximos anos é aprimorar o “look and feel” desses apps. A equipe do KDE destacou no post oficial que o design de muitos desses aplicativos serão retrabalhados à fim de deixá-los com uma interface mais organizada, o quê deve tornar o uso destes aplicativos mais fácil para novos usuários. 

Talvez essas mudanças melhorem um aspecto que tem sido alvo de críticas por parte dos usuários há muito tempo, que é o fato de os aplicativos KDE exibirem uma quantidade “exagerada” de opções e funções, tornando as coisas um pouco, ou bastante confusas para os usuários. Também será trabalhado na aparência e no comportamento de aplicativos que utilizem abas, menus de hambúrguer, e barras laterais.


Outro objetivo é eliminar, ou ao menos diminuir a fragmentação de aplicativos. Ou seja, se atualmente o projeto mantém dois ou mais players multimídia, passará a manter apenas um. Dessa forma os desenvolvedores poderão concentrar seus esforços em apenas um ou dois softwares em cada segmento, dependendo da necessidade, e assim torná-los melhores e mais completos.

Mas é claro que não serão apenas melhorias visuais, certamente também podemos esperar por aprimoramentos “debaixo do capô”. Como melhorias no empacotamento, correções de bugs e ajustes de performance.

Falando em KDE Apps, vocês sabiam que uma das melhores ferramentas existentes para conectar o seu smartphone ao seu computador é mantida pelo projeto KDE? Se você não conhece o KDE Connect, com certeza deveria! 😁

Suporte ao Wayland


Aprimorar o suporte ao Wayland é um dos principais objetivos da comunidade KDE. Segundo a equipe, o Wayland se encaixa perfeitamente na filosofia do projeto de criar um produto funcional, leve e bonito, sempre com as tecnologias mais recentes e que ofereçam a melhor performance possível.

Se você não sabe o que “raios” é Wayland, o vídeo abaixo com certeza irá te dar uma luz.



Embora seja uma prioridade, os desenvolvedores dizem que a total implementação do Wayland não é algo que ocorrerá do dia para a noite. Muitas coisas podem “simplesmente” ser modificadas e compatibilizadas para que funcionem com o substituto do X.org, porém, outras precisam ser reescritas do zero. O que demanda muito trabalho e recursos.

Nesse quesito, os esforços estarão focados primariamente em compatibilizar o Kwin, Plasma, e KDE apps, mas a comunidade KDE também pretende colaborar diretamente com o desenvolvimento do próprio Wayland o máximo possível.

Consistência


Trata-se de criar novos apps com interfaces gráficas semelhantes, que façam parte de um todo. Bem como modificar o layout das interfaces dos aplicativos já existentes para que todos fiquem com um aspecto visual coerente. Algo muito semelhante ao que, por exemplo, o projeto GNOME, e a equipe do Elementary OS já vem fazendo há bastante tempo.

A ideia é tornar os sistemas que utilizam o KDE Plasma e os KDE apps mais fáceis de usar. Ao aprender a utilizar um software, o usuário já saberá, ou ao menos terá uma boa noção sobre o funcionamento dos outros. Já que todos eles compartilharão dos mesmos padrões de design, assim tornando-os mais fáceis de se aprender e dominar.

Além disso, manter um padrão visual entre as aplicações KDE também fortalecerá a marca. Já que os aplicativos poderão ser reconhecidos como provindos do projeto KDE apenas com um olhar.

Todavia, essas mudanças trazem benefícios além do visual ou de UX Design. Aplicativos com aspectos visuais seguindo um mesmo padrão diminuem a quantidade de códigos e desenhos redundantes, assim mantê-los torna-se mais fácil e menos trabalhoso. Por exemplo, se antes era desenhado um botão de salvar para cada aplicativo, agora o desenho de um único botão de salvar poderá ser utilizado em vários aplicativos diferentes.

Com isso, também será reduzida a dificuldade e carga de trabalho ao desenvolver novos softwares. Já que muitas linhas de código e designs de interfaces poderão ser reaproveitados de uma aplicação para a outra.

Já faz algum tempo que tenho utilizado apenas o GNOME Shell como minha interface principal, mas sempre fui, e continuo sendo um admirador do projeto KDE. Aliás, esse é o lado bom desse mundo do software open source, existem tantos produtos excelentes, que geralmente não somos capazes de utilizar todos. 😅

Aliás, se você é usuário do KDE e gosta de deixar o sistema com a “sua cara”. Temos um vídeo realmente completo que vai te deixar muito bem encaminhado, quando o assunto é personalização no KDE Plasma.


Você curte o ecossistema KDE? O que pensa sobre as orientações que o projeto está tomando para seu desenvolvimento futuro? Conte-nos a sua opinião nos comentários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉

________________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

KDE Plasma 5.17 lançado! Muito mais rápido e responsivo

Nenhum comentário

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O Plasma é o ambiente desktop do projeto KDE, cheio de recursos e cada vez mais personalizável. Sua equipe de desenvolvimento sempre está implementando novas funcionalidades e otimizando a DE, e eis que sua nova versão tem data de lançamento marcada.

kde-plasma-5.17-linux-de-ambiente-interface-gráfico-qt-software-livre-open-source

Recentemente falamos sobre o desenvolvimento da versão 5.17 do Plasma, você pode acessar por este link, entretanto as novidades não acabam por aí. 

Além de recursos, como a chegada do Night Color no X11 (projetado para reduzir distúrbios causados pela exposição excessiva à telas brilhantes), redesenho de várias partes do ambiente desktop, ajustes no Discover, entre outros já apresentados na postagem no link acima. Mais correções e refinamentos foram empregados nesta nova versão.

O KDE Plasma é considerado por muitos como uma das mais rápidas DEs, disponíveis atualmente no mercado, e que sabe dosar entre utilização do hardware features. Agora o sistema passa a ser ainda mais veloz, pois a equipe converteu os scripts de inicialização do Bash para o C++, possibilitando uma execução simultânea.

A compatibilidade com o Wayland vem sendo trabalhada, aprimorando o gerenciamento de configurações de vários monitores e introduzindo o redimensionamento fracionário. Com isso as dimensões de todos os elementos em tela serão adaptados, e tendo melhor aparecia em monitores de altíssima resolução (HiDPI). 

O vídeo a seguir mostra uma breve apresentação das novas funcionalidades da versão.


O Plasma 5.17.0 foi lançado no dia 15 (terça-feira), mas já tem data prevista para os próximos lançamentos. 

• Data de lançamento: 22 de outubro — Plasma 5.17.1;
• Data de lançamento: 29 de outubro — Plasma 5.17.2;
• Data de lançamento: 12 de novembro — Plasma 5.17.3;
• Data de lançamento: 3 de dezembro — Plasma 5.17.4;
• Data de lançamento: 7 de janeiro — Plasma 5.17.5.

Lembrando que essa versão é de curto prazo, portanto apenas 5 atualizações de manutenção serão lançadas.

Para mais informações acesse a postagem do desenvolvedor do projeto KDE, Nate Graham.

Você utiliza KDE Plasma? Sem sombra de dúvidas é uma das DEs mais poderosas, seja no mundo Linux ou fora dele.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Novidades previstas para o Dolphin e outros KDE Apps

Nenhum comentário

terça-feira, 8 de outubro de 2019


O Dolphin é provavelmente o gerenciador de arquivos mais completo do mundo Linux. E parece que para os desenvolvedores do KDE, ainda não é o suficiente. Recentemente foi divulgada uma lista com aprimoramentos e novas funcionalidades a serem implementadas no Dolphin, bem como algumas correções em outras aplicações na versão 5.18 do KDE.


As novidades no Dolphin


Agora ao clicar e segurar nos botões de avançar e retroceder, será exibida uma lista dos diretórios acessados. Algo semelhante ao que acontece nos navegadores.
O painel “Locais”, localizado na lateral esquerda do Dolphin, agora substituirá o antigo painel “Salvo recentemente”. Que, ironicamente, não exibia arquivos salvos a um período muito curto de tempo.
Nas configurações do Dolphin será possível escolher entre todas as opções possíveis para se trabalhar com arquivos executáveis.

Implementações em outros KDE apps


Os softwares Kate e Okular, incluindo as suas versões da Windows Store (sobre as quais já falamos neste artigo), acabaram de receber a correção de um bug que fazia com que os mesmos exibissem linhas horizontais na tela ao serem executados em monitores com resolução em escala fracionada.
Corrigido erro ao utilizar os paineis integrados do Konsole (emulador de terminal do KDE) no Kate e em outros apps, ao utilizar dois monitores em Hi-DPI.
A página de configurações do sistema agora possui uma interface escalável mais fracionada
O visualizador de documentos Okular agora memoriza configurações de zoom, barra lateral e visualização, individualmente para cada documento.
Gwenview e Spectacle agora possuem barras deslizantes para ajustar a qualidade de salvamento de imagens em JPEG.

A versão 5.18 do Plasma será lançada apenas em fevereiro. Porém, algumas das implementações para os KDE Apps já estarão disponíveis aos usuários em dezembro. O dia exato ainda não foi revelado.

Você está ansioso por alguma dessas funcionalidades no KDE? Ou está esperando por alguma que ainda não foi anunciada? Conte-nos nos comentários.


Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! :)

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Kate e Okular na Windows Store, e portabilidade de softwares

Nenhum comentário

quinta-feira, 3 de outubro de 2019


Um dos temas mais recorrentes entre usuários e criadores de conteúdo do mundo Linux, é a portabilidade de softwares nativos de Windows para o sistema do Pinguim. Hoje abordaremos o mesmo assunto, só que ao contrário.

kde-kade-okular-windows-store-portabilidade-de-softwares

O editor de texto Kate, e o leitor de documentos Okular, ambos provindos do projeto KDE, foram disponibilizados na Windows Store. Respectivamente nos dias 12/09 e 20/09 deste ano (2019). Uma ótima notícia para pessoas que gostam dos softwares, mas preferem ou precisam utilizar Windows.

Muitas vezes uma pessoa utiliza um sistema operacional, não por gostar do sistema em si, mas por que precisa utilizar ferramentas que estão disponíveis somente para aquele único sistema. Isso realmente acaba sendo um problema, pois tira, ou dificulta muito a possibilidade de escolha.

Muitas vezes, quando um software de Windows ou MacOS não possui versão para Linux, existe outro software equivalente disponível de forma nativa no sistema do Pinguim. Porém, em um caso no qual a pessoa depende daquele software proprietário, disponível apenas em uma plataforma para trabalhar, produzir e ganhar a vida, fica realmente muito complicado substituí-lo por outro equivalente, e ter que reaprender a fazer o mesmo trabalho de maneira diferente.

Mais complicado ainda é quando essa mudança precisa ser feita em uma empresa, não com uma pessoa apenas, mas sim com várias. É claro que esse tipo de mudança é possível, tanto que já foi feita muitas vezes, por muitas pessoas, empresas e até órgãos públicos. Todavia, enquanto uma mudança desse nível é feita, é muito comum ocorrer queda na produção da empresa ou da pessoa que está se adaptando a aquela nova ferramenta. Como todos nós sabemos, queda na produção é sinônimo de prejuízo. Por isso, ao praticar uma mudança dessas, cabe aos responsáveis decidirem se os prós serão maiores que os contras.

É por isso que portes como os do Kate e Okular são muito importantes para que o usuário realmente tenha uma liberdade de escolha. Imagine que bom seria se uma pessoa pudesse escolher qual sistema operacional utilizar, sem ter que se preocupar com compatibilidade de ferramentas. Baseando a sua escolha apenas nos sistemas em si.

Nós, usuários Linux, frequentemente abordamos o assunto de portabilidade de outras plataformas para a que utilizamos. O que é perfeitamente normal, já que estamos visando o crescimento dos sistemas que utilizamos. Mas nem sempre discutimos sobre portar os nossos softwares para outras plataformas.

Na minha opinião, liberdade, e o melhor para todos, seria se pudéssemos utilizar o computador para lazer, ou fazer o nosso trabalho utilizando a ferramenta que quisermos, no sistema que quisermos. Mas isso é, provavelmente, apenas um pensamento utópico da minha parte.

E você, o quê acha sobre tudo isso? Para você, deveríamos manter os “nossos” softwares compatíveis apenas com Linux? Ou você concorda que quanto mais softwares multiplataforma existirem, independente do seu sistema de origem, melhor para todos? Diga-nos a sua opinião nos comentários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉


_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Projeto KDE migra para o GitLab

Nenhum comentário

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O KDE é uma das maiores comunidades e projeto de código aberto da atualidade, contando com mais de 2600 colaboradores ativos. Com o intuito de oferecer um ambiente gráfico completo, seja com as inúmeras features do KDE Plasma ou as dezenas de aplicações e suas configurações disponíveis. O KDE parece seguir uma linha de pensamento em sempre ouvir seus desenvolvedores e usuários, talvez, daí tenha partido o intuito da migração para o GitLab.

kde-plasma-qt-gitlab-deveops-developer-desenvolvedor-linux-interface-apps-open-source-software-livre

Alguns aspectos foram analisados antes da decisão, aliás mudar uma gigantesca base de código para outro serviço não deve ser uma tarefa fácil. A mudança não seria ao acaso também, alguns objetivos estavam em mente, este seriam:

  • Infra-estrutura mais acessível para a contribuição ao projeto;
  • Integração com o Git, para revisão do código e demais afazeres;
  • Infraestrutura e ferramentas sólidas e descomplicadas;
  • Um bom canal de comunicação e relacionamento aberto com os responsáveis do GitLab.

Inclusive o próprio GitLab se prontificou à auxiliar o KDE com os principais objetivos e metas para a migração, contudo a decisão passaria antes pela comunidade e o conselho do projeto. Finalmente às duas partes chegaram a um acordo, e durante o mês de setembro o GitLab anunciou a decisão do KDE:

“Hoje, o GitLab, a plataforma DevOps entregue em um único aplicativo, anunciou que o KDE, uma comunidade internacional de tecnologia que cria software de código aberto e gratuito para desktops e laptops, está adotando o GitLab para que seus desenvolvedores aprimorem ainda mais a acessibilidade de infraestrutura e incentivem contribuições”.

“O KDE é uma comunidade de software livre e de código aberto, dedicada a criar uma experiência em informática de forma fácil de usar. Oferece um gráfico avançado em desktop , uma ampla variedade de aplicativos para comunicação, trabalho, educação e entretenimento, além de criar facilmente uma plataforma para novos aplicativos”.

Comentando um pouco mais sobre o ocorrido, David Planella, gerente de relações com a comunidade do GitLab, disse:

“Estamos muito satisfeitos que o GitLab tenha sido escolhido pela comunidade KDE, assim fornecendo aos seus desenvolvedores as ferramentas e recursos adicionais necessários, para a criação de aplicativos mais avançados”.

Acrescentando a sua fala, Planella continua:

“O KDE coloca uma forte ênfase em encontrar soluções inovadoras para problemas antigos e novos em uma atmosfera aberta para experimentos. Esse pensamento está alinhado ao objetivo do GitLab de ajudar as equipes a colaborar melhor no desenvolvimento do software, e esperamos apoiar o KDE enquanto eles continuam criando um ótimo software para milhões de usuários em todo o mundo”.

Lydia Pintscher, então presidente do KDE e.V., conclui:

“Para uma comunidade aberta como o KDE, é essencial ter uma infraestrutura amigável e fácil de usar. Passamos os últimos dois anos reduzindo significativamente as barreiras de entrada em todo o KDE. A mudança para o GitLab é um passo importante nesse processo”.

Por meio deste link você poderá ver com mais detalhes as ferramentas anteriormente utilizadas pelo KDE, e quais o projeto passa a adotar com essa mudança. Se antes o processo era dividido em diversos passos e inúmeras etapas, o GitLab trouxe uma simplicidade que poderá facilitar ainda mais o trabalho dos colaboradores. 

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Lançada a nova versão do Nitrux, a distro Linux focada em AppImage

Nenhum comentário

terça-feira, 1 de outubro de 2019

O Nitrux é um sistema baseado em Linux que faz uso de tecnologias do KDE e Qt. A distribuição traz diversas peculiaridades, a começar por sua escolha em focar no formato de empacotamento para software AppImage. Mesmo sendo baseado no Ubuntu, não espere encontrar o APT nessa distribuição e em seu lugar existirá o AppImage CLI Tool para gerenciar os AppImages.

nitrux-linux-appimage-ubuntu-distro--qt-kde-vmetal-virtualização-windows

Seu Desktop environment é o KDE Plasma 5, mas com algumas modificações. Não chega a ser um novo ambiente gráfico, mas dá uma identidade própria para distro. Essa customização é denominada pelo projeto de NX Desktop, contudo eles reforçam que não se trata de um fork, uma nova DE ou algo do tipo, apenas o bom e velho KDE Plasma. Adiante um vídeo da versão 1.0.16 feito pelo pessoal do Linux Scoop.


Muitas outras características interessantes, como: o znx, MauiKit e VMetal estão presentes. Falando do VMetal, especificamente, fiquei atraído por sua performance durante a execução do Windows 10 em paralelo com o Nitrux. O projeto promete, e quem sabe a execução de softwares do Windows, digamos que programas da família Adobe, possam ser realidade. Obviamente, sem o auxílio de tecnologias como Wine, Proton, etc. Veja abaixo um vídeo demonstrando o Windows sendo executado sob o Nitrux.


Caso tenha se interessado pelo VMetal, acesse a postagem da equipe do Nitrux detalhando os testes e o desenvolvimento do projeto. Vale ressaltar que algumas interfaces de suas aplicações são desenvolvidas pelo Nitrux utilizando a framework MauiKit, a loja é um exemplo.

Nova versão lançada!


O anúncio do lançamento do Nitrux 1.2.1 foi realizado diretamente em seu perfil oficial do Twitter, indicando a disponibilidade do sistema e seu suporte e FAQ. Além de incentivar o download.

Acesse o site oficial do Nitrux para obter mais informações sobre o projeto, adianto que as versões estáveis só podem ser baixadas mediante uma contribuição e as versões em desenvolvimento podem ser experimentadas sem nenhuma restrição.

Site oficial do Nitrux, FAQ em espanhol para esclarecimento de dúvidas.

Já conhecia o Nitrux? É incomum ver uma distribuição utilizando AppImages no lugar de um gerenciador de pacotes ou quem sabe um Flatpak da vida. 

Particularmente o que me atrai é o VMetal, esse me chama muito atenção. Quando um dos responsáveis pelo Nitrux, o Uri Herrera, fez a postagem no Medium fiquei impressionado.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Nitrux.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo