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KDE 5.16 lançado! Veja como instalar em seu Kubuntu/Ubuntu

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terça-feira, 11 de junho de 2019

Recentemente anunciamos o lançamento da versão beta do KDE Plasma 5.16, com diversas melhorias e refinamentos. Seu sistema de notificações foi totalmente reformulado, houve mudanças na tela de login/logout, melhor suporte ao Wayland e muito mais. Hoje, 11 de Junho, foi lançado definitivamente o Plasma 5.16 e você já pode instalar a nova versão em seu Kubuntu.

kde-plasma-kde5.16-linux-interface-ubuntu-kubuntu-neon

Em primeiro lugar, deixamos claro que esse procedimento tem que ser feito com cuidado e siga sempre a “máxima”: backup nunca é demais. Pois, bem! Faça o backup de seus arquivos, caso tudo não saia como o planejado. Outra ressalva é que este tutorial não tem como foco abranger outras versões que não sejam a do Kubuntu/Ubuntu 19.04 (Disco Dingo), se possuir uma versão inferior e tentar, já fica avisado que “vai dar ruim” (😵😵😵).

Instalando o novo KDE Plasma 5.16 e suas aplicações no Kubuntu/Ubuntu 19.04


Através de sua conta do Twitter, a equipe do Kubuntu anunciou que a nova versão 5.16 do KDE já está presente em seu PPA Backports. Sua instalação é fácil, mas como já citado anteriormente, tenha os backups de seus arquivos, caso algo saia errado.

Adicione primeiramente o repositório PPA Backports da equipe do Kubuntu:

sudo add-apt-repository ppa:kubuntu-ppa/backports

Atualize o seu sistema:

sudo apt update && sudo apt full-upgrade

Após o procedimento, reinicie o sistema e utilize a nova versão do KDE Plasma.

Para usuários que querem instalar o KDE Plasma junto a outra interface, no caso do Ubuntu em sua versão principal ou em outra flavour, a instalação do meta pacote do KDE pode ser uma opção.

sudo apt-get install kubuntu-desktop

Depois adicione o PPA e atualize o sistema, conforme os dois comandos acima. Particularmente não gosto de adicionar mais de uma interface no sistema. Acho meio carregado, e as vezes, processos de ambas as interfaces iniciam juntos. Sendo bem chato ficar configurando processo por processo. Entretanto, fique a vontade e proceda como desejar. Em casos de possuir mais de uma interface gráfica, a escolha da mesma será durante a tela de login.

Para remover o KDE Plasma, instalado via o PPA Backports do Kubuntu, proceda assim:

sudo apt install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:kubuntu-ppa/backports

Reinicie o sistema após finalizar a desinstalação.

Essa forma pode ser utilizada para quem não quer instalar o KDE Neon e mesmo assim tirar proveito de versões mais atualizadas do Plasma e suas aplicações.

Usa KDE Plasma? Sem dúvidas é uma das interfaces mais voláteis e customizáveis do mundo do pinguim. Participe de nosso forúm Diolinux Plus, existem vários amantes do KDE, você poderá tirar todas suas dúvidas sobre esse ecossistema.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Kubuntu.
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OpenSUSE Leap 15.1 lançado com novidades

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Com diversas melhorias no YaST, em seu instalador, com o kernel atualizado, suporte para GPUs AMD Vega a versão Leap 15.1 do openSUSE é lançado. Tendo como base o SUSE Linux Enterprise 15 SP1 (Service Pack 1).

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

A nova versão do openSUSE Leap traz muitas novidades, mas sem perder o seu foco em maturidade e estabilidade do sistema. Bebendo da fonte do SUSE Linux Enterprise 15 SP1, o novo Leap 15.1 se vale desta máxima de consistência. Afinal, clientes empresariais não podem se dar ao luxo de utilizarem um sistema com pacotes instáveis, imaturos e não testados o suficientemente.

Novidades no openSUSE Leap 15.1


Graças ao kernel Linux 4.19 houveram melhorias significativas ao conjunto gráfico em GPUs AMD Vega. Outro aspecto interessante é a implementação de suporte a virtualização de sistemas e de nuvem. A partir desta versão o Network Manager será padrão não apenas nos notebooks mas também nos desktops. O Wicked, sistema avançado de configurações de redes do openSUSE, continuará e contará com as versões populares de drivers de chipset wi-fi mais modernos. O YaST foi renovado para tirar proveito dos variados recursos oferecidos pelo systemd.

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

Falando sobre seu utilitário de instalação e configuração, houve mudanças significativas:

  • Melhor gerenciamento de serviços;
  • Firewalld com possibilidade de gestão por modo texto;
  • Firewalld com implementações avançadas do AutoYaST;
  • Melhor controle sobre fórmulas Salt;
  • Gestão de chaves SSH pelo usuário;
  • Particionador aprimorado;
  • Interface do usuário com total suporte a resoluções altas em 4k (HiDPI);
  • E muito mais...

Tempo de suporte do openSUSE Leap 15


“Continuidade e estabilidade são o que estamos oferecendo aos usuários com o Leap 15.1”, diz Haris Sehic, um dos membros da comunidade openSUSE. Sem dúvidas isso é o esperado pelos utilizadores da distro. Lembrando que o openSUSE Leap 15 foi lançado em 25 de Maio de 2018. A série 15 deve receber atualizações de segurança e software num período total de 36 meses, findando seu suporte em Maio de 2021.

Para conferir a nova versão do openSUSE efetue o download em seu site oficial. Já se pretende ver minuciosamente todos os detalhes de seu lançamento, acesse o comunicado oficial do mesmo.

Aproveitando que você vai baixar a nova versão, que tal aprender como instalar e configurar o openSUSE?


Usa openSUSE? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus?

Tenho um carinho especial por essa distro, por justamente ter utilizado e feito inúmeras customizações no openSUSE (quem utilizava o SUSE Studio sabe a nostalgia ✌✌✌).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Muitas novidades na versão beta do KDE Plasma 5.16

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Se existe um projeto que posso "tirar o chapéu" a cada novo lançamento é o KDE, não menosprezando os demais, entretanto os caras do KDE sempre estão implementando coisas novas. Ok! Às vezes me perco em meio a tanta configuração, mas é bem interessante ver essa gama de possibilidades e ferramental oferecido.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur

Em sua nova versão beta, o KDE Plasma 5.16, várias modificações e recursos foram adicionados ao Desktop Plasma 5. Muitos aspectos foram polidos e reescritos.

Como exemplo podemos citar o novo sistema de notificação, totalmente reescrito, o mesmo tem agregado funcionalidades bem úteis como: Modo não perturbe, histórico inteligente com agrupamento, notificações críticas de apps em tela cheia, aprimoramento na notificação de ações como transferências de arquivos, e muito mais.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-notificação

Outra novidade está nos widgets do Plasma, que foram refinados e agora trabalham com o código pensado em portabilidade, graças ao framework do Kirigami e Qt. Visando melhor experiência na utilização da interface para usuários.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-widget

Além do widget de rede que passou a atualizar redes Wi-Fi de forma rápida e confiável, e ao clicar em qualquer rede a opção "Configurar" estará disponível.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-widget-rede

A tela de login está bem mais atraente, ponto para os designers da interface.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-login

Não foi apenas o login que recebeu uma atenção visual. A aparência da "página" dos "Esquemas de cores", teve todo um redesign, contando com uma visualização de grades. E não ficou apenas nisso, agora é possível filtrar por cores claras ou escuras nos temas, arrastar e soltar para instalar os temas etc.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur

Também foi adicionado o suporte inicial para o uso do Wayland com drivers proprietários Nvidia. Utilizando o Qt 5.13, vários problemas de uso com o Wayland foram removidos, como distorções nos gráficos ao desligar o computador. As janelas GTK aplicam corretamente o esquema de cores ativo e inativo, na nova versão. E o KWin traz um aprimoramento no Blur, sendo mais natural ao olhos humanos.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-kwin-wayland-nvidia-driver

Claro que o Discover, software para instalação de pacotes do KDE, não ficaria de fora. Foi adicionado melhor suporte para AppImages, um indicador de conclusão de tarefas, opção de forçar a saída durante os processos de instalação e atualização, o menu de fontes apresenta o versionamento de cada aplicativo de fonte diferente e em "Downloads" os pacotes têm seções distintas ("download" e "instalação"). Quando o item for instalado ele deixará de ser listado na exibição.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur

Crie e envie seu wallpaper para ser o padrão do Plasma 5.16


Pela primeira vez, o papel de parede padrão do Plasma será decidido pela comunidade. Na verdade existirá um concurso na qual o vencedor terá esse mérito, além de receber um computador Slimbook One V2 (processador I5 + 8Gb de RAM). Interessados acessem a página da competição.

Quer saber como está o KDE Plasma 5.16? Então efetue o download da versão de testes do KDE Neon. O lançamento final será no dia 11 de Junho, e essa versão contará com 5 atualizações de manutenções até Setembro de 2019.

Caso queira ver todas as novidades contidas no KDE Plasma 5.16 beta, acesse a página oficial do projeto.

E você, utiliza KDE Plasma como interface principal? Que tal continuar esse assunto em nosso fórum.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Novo Deepin 15.10 lançado usando tecnologia do KDE

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segunda-feira, 29 de abril de 2019


Quem conhece o meu projeto OSistemático, sabe que nutro um grande apreço pela distribuição, e mesmo depois de várias mudanças e decisões (que eu não concordo nem um pouco) a distro continua com um espacinho em meu peito.

A cada update o Deepin recebe mudanças, sejam elas visuais ou por debaixo do capô, e desta vez não foi diferente.

deepin15.10-deepin-debian-stable-unstable-kde-dde-qt-linux

Como de costume, uma nova atualização do Deepin, significa várias correções de bugs realizadas. E isso sempre é recorrente, conforme um novo lançamento. Irei pautar a seguir apenas as mudanças mais significativas, e caso queira ver a fundo as mudanças e correções de falhas no sistema, acesse o pronunciamento oficial do Deepin.

Deepin em uma base mais conservadora


O Debian é conhecido por ser o "sistema universal", que roda até em batata (😅😅😅), entretanto outra característica atribuída ao mesmo é a de grande estabilidade, isso por sua rigorosa política de empacotamento, atualizações e mudanças. E o Deepin é baseado no mesmo, no entanto as versões anteriores tinham como base o Debian Unstable, que é considerado menos estável, porém com pacotes não tão "congelados". Eis que a versão 15.10 do Deepin muda sua base para o Debian Stable, considerado a versão mais estável do sistema.

deepin15.10-deepin-debian-stable-unstable-kde-dde-qt-linux

E é isso que a equipe de desenvolvimento do Deepin espera, um sistema mais estável e seguro, que beba direto da fonte do famoso Debian Stable. Todavia essa mudança pode não agradar a todos os públicos (me incluo junto a esses ☝), afinal isso pode significar versões de bibliotecas e drivers mais antigas, e para um gamer, ter as últimas versões dos drivers no sistema é quase que uma lei.

Desde sua mudança de base do Ubuntu para o Debian, o Deepin perdeu algumas características interessantíssimas que o Ubuntu proporciona. Uma delas é a possibilidade da adição do PPA do Mesa Drivers e do PPA dos drivers da NVidia. Claro que você pode tentar instalar um "PPA no Debian" ou baixar a versão do driver direto do site da Nvidia no Deepin, mas como diria o grande "O Cara do TI", "isso vai ser um parto" (😂😁😂).

Novos recursos no DDE


A interface do Deepin recebeu novidades, e mudou algumas formas de uso, uma delas é a possibilidade de organizar a área de trabalho de forma, "quase que mágica".

Essa nova opção "mesclar automaticamente", agrupa os arquivos distribuídos na área de trabalho conforme seu tipo em pastas de nome: Documentos, Músicas, Imagens , Vídeos, Aplicativos e Outros. A inspiração é claramente feita em cima do recurso apresentado pela Apple no último macOS.

deepin15.10-deepin-debian-stable-unstable-kde-dde-qt-linux

Outra adição, foi o aprimoramento da sua barra lateral que agrupa opções. Desta vez a categoria em que agrupa os efeitos sonoros do sistema, recebeu vários "interruptores" em cada opção de som. Assim você pode escolher se determinado efeito sonoro será ativado ou não, isso vale para sons de inicialização, esvaziamento da lixeira, notificações do sistema, entre outros, assim como temos no ambiente gráfico Cinnamon.

deepin15.10-deepin-debian-stable-unstable-kde-dde-qt-linux-painel-som

Os wallpapers também receberam uma atenção, como esperado, a equipe do Deepin sempre tem um bom gosto para papéis de parede. Agora o sistema conta com a possibilidade de exibir um slide dos seus wallpapers, trocando em determinado tempo as imagens de fundo. Anteriormente era necessário uma aplicação de terceiros para tal comportamento ser reproduzido no sistema.

deepin15.10-deepin-debian-stable-unstable-kde-dde-qt-linux-slide-wallpaper


Novo gerenciador de janelas


Se você não sabe o que é um gerenciador de janelas, basicamente ele é quem "desenha" as janelas, adiciona os efeitos e tudo mais em que você vê em sua tela ("resumindo de forma muito resumida" 😋😋😋)

E o Deepin decidiu deixar seu antigo gerenciador de janelas o deepin-wm e fazer um fork do gerenciador de janelas do KDE Plasma o kWin. Podemos perceber que conforme o tempo passa, o Deepin se aproxima mais e mais do "lado Qt da força", e agora com seu novo gerenciador de janelas dde-kWin, o mesmo pretende ter um menor consumo de RAM e maior velocidade nas tarefas.

Contudo essa mudança de deepin-wm para dde-kWin, ocasionou em uma alteração em seu comportamento no multitask e desktops virtuais, tirando um pouco de sua beleza e organização. Caberá aos usuários do sistema adaptarem com essa nova forma de multitask e desktops virtuais.

deepin15.10-deepin-debian-stable-unstable-kde-dde-qt-linux-dde-kwin

O Deepin é um sistema que sempre esperamos um upgrade visual, e por sempre as expectativas estarem altas, alguns pontos podem lhe decepcionar e outros podem chamar a sua atenção, enfim, veja logo abaixo o vídeo promo do Deepin 15.10, com tal demonstração poderá ver na prática essas mudanças visuais.


Baixe a iso do Deepin 15.10 em seu site oficial.


E você curte o Deepin? Que tal continuarmos esse assunto lá no fórum Diolinux Plus

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Kubuntu 19.04 é lançado e conta com novidades na versão

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terça-feira, 23 de abril de 2019

Assim como o irmão “famoso”, o Ubuntu e que fizemos uma cobertura bem ampla, tanto com uma nota de lançamento quanto uma matéria de um “pós install”, agora chega a vez de falarmos da versão que usa como base o KDE.


Kubuntu 19.04 é lançado e conta com novidades na versão






O Kubuntu é uma das flavours que muitos indicam para quem chega do Windows ao mundo do Linux, pela sua semelhança de interface, o KDE Plasma, e assim facilitando a adaptação de novos usuários. Agora o Kubuntu também recebe melhorias, além da versão base que é o Ubuntu, e conta com alguns updates. Confira.



A primeira das novidades, é o upgrade do conjunto de aplicativos que usam o KDE ou KDE Applications, que chegam na versão 18.12.3. E os aplicativos que englobam esse conjunto são:

Gerenciador de Arquivos Dolphin; Busca de arquivos KFind; Gerenciador de e-mails KMail; Leitor de PDF Okular; Editor de Textos Kate; Terminal Konsole; Visualizar de Imagens Gwenview entre outros. Para ver a lista completa deles basta acessar este link.



As principais novidades, ficam relacionadas ao KDE Plasma e ao Kernel, são elas:

- KDE Plasma 5.15.4;

- Kernel 5.0.0;

- KDE Frameworks 5.56;

- QT 5.12;

- Updates nas versões dos programas Krita, Kdeconnect, Kstarts, Latte-dock, Mozilla Firefox 66.0, LibreOffice 6.2.2 e melhorias na estabilidade do KDE Plasma.

Para baixar a imagem ISO do Kubuntu 19.04, basta acessar este link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso  fórum

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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KDE Plasma 5.15.2 é lançado apenas uma semana após o primeiro patch de correções

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Um dos projetos de interface gráfica mais famosos do mundo Linux, o KDE Plasma, lançou na Terça-feira (26), o segundo patch de correções para a interface com pequenas melhorias e correções que passaram batidas no primeiro patch.


 KDE Plasma 5.15.2 é lançado apenas uma semana após o primeiro patch de correções





Em nota publicada em seu blog oficial, a equipe do KDE menciona que foram feitos alguns refinamentos dos recursos e alguns novos módulos  para deixar a experiência com o Desktop deles ainda mais completa. Confira o trecho:

“O KDE Plasma 5.15 foi lançado em Fevereiro com muitos refinamentos de recursos e novos módulos para completar a experiência de desktop. Esta nova versão, adicionada uma semana depois, vem com novas traduções e correções dos colaboradores do KDE. As correções de erros são geralmente pequenas, mas importantes.”

Melhorias da nova versão do KDE Plasma


O menu de aplicativos Kickoff recebeu algumas correções, como está que você pode ver nesta Commit com esse Fixes bug #402614 e Phabricator Code review D19023, e nessa também  Commit com o seguinte Phabricator Code review D19154. O filtro de tela para o applet do Menu Global também foi melhorado e a seleção de vários arquivos, que apresentava algumas inconsistências e erros, agora funcionará normalmente.

Outros componentes importantes também foram atualizados, como : Plasma Workspace, Plasma Desktop, KWin, Plasma Discover, Complementos para o Plasma, Info Center, o KDE GTK Config e o xdg-desktop-portal-kde.

Vale mencionar que a próxima atualização do KDE Plasma deve chegar em breve, se os cronogramas forem mantidos, ela deve aterrissar nas distros que usam o KDE Plasma em 12 de Março.

Se você quiser ver o changelog completo desta versão do KDE Plasma, basta acessar este link.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Veja as estrelas no seu Linux com o Kstars

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O campo da astronomia é algo infinitamente encantador, conhecer estrelas, planetas, galáxias e uma gama enorme de possibilidades, faz você pensar no quão pequeno é diante a tamanhas descobertas, e o estudo da astronomia encanta milhares de pessoas, contudo, na atualidade a forma de interagir com os astros se tornaram mais simplificadas, graças a softwares como o Kstars.

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Kstars é um programa de código aberto, multiplataforma e gratuito, aos moldes do Stellarium, um aplicativo bem famoso para quem é da área, inclusive temos uma postagem com diversos programas que vale a pena dar uma olhada se você é professor (seja de humanas ou exatas), com ele existe a chance de ver uma simulação gráfica perfeita do céu, de qualquer local da terra, data e hora. O software é tão poderoso que possibilita a observação de 100 milhões de estrelas, 13 mil objetos do céu profundo, planetas, o Sol, a Lua, milhares de cometas, asteroides, supernovas e satélites.

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Com foco em estudantes e professores, têm suporte a diversas simulações, além de incluir o Astrocalculador Kstars para prever conjunções e efetuar diversos cálculos astronômicos. 

Existem diversas funcionalidades no software que com o tempo e uso claramente você vai descobrindo, como um planejador de observação, um calendário celestial, gráficos de “altitude de plotagem vs. tempo” para qualquer objeto, impressão de tais gráficos e muito mais. 

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Instalando o Kstars


Para efetuar a instalação do Kstars é bem simples, tudo de forma gráfica direto da loja do Ubuntu, então pesquise por “kstars” e efetue a instalação do programa. São duas opções, a primeira em Snap e a segunda de forma “tradicional”. 

instalar-kstars-snap-deb-programa-app-astronomia-amador-profissional

E qual a diferença? 


A versão em Snap possui as últimas atualizações do programa, então se quer novidades ela é a recomendada, no entanto, sua interface está toda em Inglês, se isso é um empecilho recomendo a segunda opção, que mesmo numa versão mais desatualizada, conta com nosso idioma português.

versão-kstars-programa-app-astronomia-amador-profissional

O procedimento a seguir é para quem efetuou a instalação da versão em Snap, clicando na opção “Permissões”, diversas funcionalidades que por padrão vem desabilitadas podem ser ativas, como a utilização da webcam e entrada USB.

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Outra possibilidade é instalar a versão Android, tendo, quase que literalmente, milhares de estrelas na palma da mão. Efetue o download direto da Google Play.

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Gostou da dica? Esse programa me fez lembrar de minha infância. Eu tinha alguns livros de ciências que ganhei em Salvador-BA e sempre estava aprendendo coisas, maravilhando-me com os planetas, astros e o tamanho das estrelas comparadas ao nosso Sol, livro este que me possibilitou ir para segunda etapa na olimpíada nacional de astronomia, em meados de 1998/1999 no ensino fundamental.

E você, curte astronomia? Conhece alguma pessoa que gostaria deste programa? Não perca tempo e indique, existe versão Windows e Mac também, acesse o site oficial e efetue o download da aplicação

Deixe nos comentários suas experiências com programas deste tipo, ou quem sabe histórias que possam incentivar pessoas a seguirem essa área.

Te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎 Compartilhe e indique o blog para seus amigos e familiares.
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Conheça alternativas Open Source ao Android

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Você sabia que Linux além de dominar o segmento servidores, também domina os sistemas operacionais para dispositivos móveis? Muitos negam que Android é Linux e usam o “argumento” de, “se não utilizar ferramentas GNU, então não é Linux”. 

Se quer saber mais sobre esse tema de Android ser ou não Linux, acesse o post e acabe de uma vez por todas, com essa dúvida cruel. No fim das contas o que define um sistema “ser Linux” ou não é usar o Kernel Linux.

alternativas-opensource-android

Mas quais são as alternativas ao Android? Será ele o único sistema móvel disponível no mercado? Melhor ainda. Quais as alternativas de Código Aberto?

Irei apresentar brevemente 5 alternativas Open Source ao popular robozinho verde, a lista não obedece nenhuma ordem específica. Dada as ressalvas, vamos conhecer as opções.

Tizen


sistema-mobile-tizen

O Tizen é um sistema operacional móvel, também baseado em Linux, como o Android. Tem muito apoio da Linux Foundation, Samsung e Intel. O primeiro smartphone lançado com o sistema de fábrica foi o Samsung Z, na Índia. Infelizmente o Tizen não teve a projeção esperada, muitos afirmam que o sistema não terá futuro. Isso deixo aos especialistas e “Pais/Mães Diná” de plantão.

postmaketOS


sistema-mobile-postmartketos

Também conhecido como pmOS, o postmarketOS está em desenvolvimento inicial. Trata-se da distribuição Alpine Linux configurada para toques.Com pacotes próprios, visa ser instalado em smartphones e obter ótima performance, assim como sua versão desktop.

Librem 5


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Com a audaciosa proposta de oferecer um sistema e hardware de código aberto, o Librem 5 é uma iniciativa que visa segurança e privacidade de seus usuários.

Um Smartphone que virá com distribuições Linux adaptadas ao toque como: PureOS, Debian, Ubuntu, SUSE, Fedora e Arch. É um dos projetos mais aguardados pela comunidade, e muitos estão ansiosos de quais serão os rumos do projeto.

Plasma Mobile


sistema-plasma-mobile-kde

O Plasma Mobile é a versão da interface do KDE para smartphones. Atualmente já pode ser testado em dispositivos como o LG Nexus 5. É interessante ver o conceito de convergência no Projeto KDE, entre sua DE e aplicações. Pois os apps do Plasma Mobile utilizam a framework Kirigami, possibilitando desenvolvimento dos seus softwares tanto para mobile como desktop.

Ubuntu Touch


sistema-mobile-ubuntu-touch

Abandonado pela Canonical em 2017, o Ubuntu Touch teve uma complicada trajetória. Primeiro a campanha de arrecadamento para seu desenvolvimento, não foi tão bem. Com meta de 32 milhões de Dólares, arrecadando 12 Milhões.

Após a campanha de crowndfunding, muitos pensaram que o projeto seria abandonado. Eis que em Fevereiro de 2015 a Canonical firma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Logo depois, pela fabricante chinesa Meizu, mas não tendo o retorno esperado, o sistema foi abandonado pela Canonical em Abril de 2017.

Então a comunidade entra em ação, abraçando o projeto e não deixando morrer. Novas funcionalidades estão sendo incorporadas, como a possibilidade de execução de apps Android.

Mantido pela UBPorts, é relativamente cedo para falar sobre o destino do Ubuntu Touch, se o mesmo vai vingar ou morrer com sua proposta de conversão.

E você, sabia de tantas alternativas? É muito bom ver que outros sistemas vem crescendo e amadurecendo. Melhor ainda quando são projetos de código aberto, agregando diversas vantagens e fomentando o desenvolvimento de mais boas alternativas.

Deixe nos comentários se conhece mais opções ao popular Android, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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KDE Plasma agora pode ser um SNAP?

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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

É muito interessante ver os rumos que a distribuição de software no mundo Linux vem tomando nos últimos tempos, parece que finalmente um dos grandes problemas, no que tange a oferta de aplicações, está se tornando coisa do passado, mas até onde isso pode ir?

kde-plasma-snap






Parece que aos poucos os famosos pacotes .deb e .rpm vão ficando no passado, dando espaço para formatos que são universais e uma vez produzidos, rodam em todas as distros Linux, ou na maior parte delas. Dentro deste contexto temos 3 grandes vertentes, os pacotes Snap, originários da Canonical e usados por padrão no Ubuntu, os pacotes Flatpak, endossados especialmente pela comunidade GNOME e algumas empresas, como a Red Hat, e o AppImage, um projeto comunitário excelente e que torna as aplicações extremamente portáveis.


O espaço dos Snaps

Independente do seu gosto por esse tipo de formato, dentre eles os Snaps parecem estar ganhando um espaço onde os Flatpaks ainda não estão chegando. 

Pode ser impressão, mas eu vejo que a maior parte dos Flatpaks são de projetos quase que exclusivamente Open Source e/ou feitos por uma comunidade de desenvolvedores, não necessariamente oficiais da aplicação, caso do Spotify por exemplo, que tem sua versão principal distribuída em Snap. O que não quer dizer que os pacotes tenham menor qualidade, apenas não são feitos por quem também faz a aplicação em si.

Já os Snaps parecem estar tendo uma boa aceitação dentro do mercado corporativo, com aplicações de código fechado e aplicações comerciais, contudo, os Snaps avançam para um segmento que os Flatpaks não parecem se interessar muito: a composição de um sistema. 

Várias coisas interessantes podem ser feitas através de Snaps, como a disponibilização de um Kernel, de um Driver ou de toda uma interface, enquanto que os Flatpaks estão mais restritos a aplicações mais tradicionais.

KDE Plasma no formato Snap


Um experimento muito interessante que está acontecendo agora é o porte do KDE Plasma (sim, você leu certo) para o formato Snap. Obviamente que ele não deixará de ser distribuído de outras formas, mas a ideia de empacotá-lo em Snap permite atualizações e regressões de uma forma muito simples.

Inicialmente os desenvolvedores KDE apontam para o Snap como uma forma simples de testar as mais recentes novidades que foram desenvolvidas sem a necessidade de compilar do código fonte, como você pode ver no anúncio oficial.

Como instalar o KDE Plasma como Snap (experimental)


É bom deixar claro que esse processo é totalmente experimental e pode não funcionar 100%, aliás, vale a pena conferir a sessão de "problemas conhecidos" na página do KDE

O primeiro passo é estar com o suporte a Snap habilitado, no Ubuntu isso já acontece por padrão, em outras distros você possivelmente precisará adicionar o Snapd. Preparamos um tutorial simples para ativar o suporte aos Snaps através do Snapd, confira aqui.

O primeiro passo e instalar o Snap em si:

snap install --edge --devmode plasma-desktop 
Depois disso é necessário adicionar um arquivo .desktop dentro da pasta "xsessions" para que você possa acessar o Plasma da sua tela de Login (Wayland não é suportado atualmente):
sudo wget https://metadata.neon.kde.org/snap/plasma-snap.desktop -O /usr/share/xsessions/plasma-snap.desktop
Depois dessa adição, basta fazer logoff do seu sistema e na tela de login você deverá encontrar a opção de logar com a sessão do Plasma. 

Para remover o Plasma, basta remover os arquivos que você adicionou dentro de "xsessions" e também remover o Snap normalmente.

Você testou por aí?  Como está funcionando para você?

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Enquete: Qual a sua interface gráfica favorita no mundo Linux?

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sábado, 1 de dezembro de 2018

É sempre interessante vermos as preferências da maioria das pessoas, isso nos ajuda a moldar melhor o conteúdo que será publicado e também mostra aos desenvolvedores de aplicativos as plataformas principais. É hora de você dar a sua opinião também!

As melhores e mais preferidas interfaces do mundo Linux






Você que acompanha o nosso canal no YouTube e presta atenção na "Aba da Comunidade", onde são postamos vários avisos, conteúdos extras e alguns exclusivos para membros também, talvez tenha percebido e até participado da nossa enquete, mas caso ainda não tenha visto, aqui vai ela!


A aba da comunidade do YouTube atualmente permite apenas 5 itens numa enquete, então adicionei as que eu acredito que sejam algumas das mais populares, além da opção "Outras", onde você pode colocar nos comentários as que você preferir.

Depois dessa primeira etapa, temos mais de 1.200 votos e o GNOME Shell continua vencendo em popularidade. Vamos esperar conseguir um valor maior de votos e vamos produzir um vídeo mostrando e comentando o resultado.

Participe!
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Conheça as novidades do recém lançado Manjaro Linux 18

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Os desenvolvedores do Manjaro anunciaram o lançamento de uma nova versão do sistema. Apesar de ser Rolling Release, de tempos em tempos os desenvolvedores atualizam a ISO do sistema para compilações específicas, convergindo pacotes que estavam em linhas instáveis de desenvolvimento anteriormente para a versão estável do Manjaro e acrescentando novidades.


Manjaro Linux Illyria






Existem várias novidades interessantes neste lançamento do Manjaro, entretanto, para aqueles que usam a distro regularmente, essa nova atualização parecerá mais uma lapidação do que algo "super novo", porém, se fazia um certo tempo que você não testava o Manjaro, saiba que esta versão está ainda mais completa e fácil de utilizar.

Confira o vídeo abaixo que fizemos para mostrar para você os principais destaques da nova versão do Manjaro em uma de duas versões principais, com a interface XFCE:


Vamos aos destaques da versão 18 do Manjaro, que recebeu o codinome "Illyria". No título eu usei a palavra "recém", mas na verdade, ainda que sejam poucos dias, o Manjaro 18 foi lançado no dia 28 de Outubro, então, estamos um pouco atrasados! Mas ao invés de lamentar, deixe-me mostrar o que novo Manjaro pode lhe oferecer. 😊

Manjaro 18 Illyria


Atualmente, somente as versões principais do Manjaro, com XFCE, KDE Plasma e GNOME Shell estão disponíveis, as versões comunitárias ainda deverão ser lançadas nos próximos dias. Você pode fazer o download da versão 18 do Manjaro através do site oficial

Se você já está usando o Manjaro, basta manter o seu sistema atualizado, o próprio gerenciador de pacotes deverá te orientar para a atualização, porém, você pode fazer a atualização via terminal com o seguinte comando:
sudo pacman -Syyu
Claro, é sempre bom fazer um backup antes de qualquer procedimento como este, just in case.

Manjaro XFCE


Finalmente o XFCE recebeu uma atualização! Não é a toa que o XFCE é uma das mais leves e debugadas interfaces do mundo Linux, há muito tempo ele não recebia grandes upgrades e, para falar a verdade, ele realmente não recebeu nada de exuberante, como era de se esperar, mas temos uma nova versão! XFCE 4.13. Você pode ver um relatório bem completo de todas as novidades do XFCE na página de desenvolvimento do Xubuntu, os mesmos benefícios são esperados no Manjaro.

Nesta nova versão do sistema, os desenvolvedores do Manjaro tentaram melhorar a experiência de uso no desktop, trazendo um novo tema e um novo recurso do "Manjaro Hello", a tela de boas-vindas, onde é possível selecionar, instalar e remover aplicativos populares do sistema.

* Até mesmo aquele detalhe no design dos ícones no menu, que eu havia mencionado no vídeo acima, foi corrigido. Boa Manjaro!

Manjaro Linux 18
Manjaro 18 XFCE usando o tema Adapta-Maia e rodando Kernel 4.19

Um novo recurso interessante provindo do XFCE é o chamado "Display Profiles", ele permite que sejam criados perfis de configuração de monitores, o que torna a vida de quem trabalha com multimonitores eventualmente mais prática. 


Manjaro KDE


Enquanto a versão XFCE continua sólida como uma rocha e com poucas novidades, considerando o KDE, este sim é um mar de novidades a cada lançamento. O Manjaro KDE continua a oferecer uma das melhores experiências com o Plasma nas distros Linux atualmente.
Manjaro KDE Pĺasma


Temos a versão 5.14 do Plasma chegando ao Manjaro e os KDE-Apps na versão 18.08, não existe nada especificamente criado pelo Manjaro para o Plasma, além de suas aplicações tradicionais que são usadas em todas as versões principais, como o supracitado "Manjaro Hello", "MHWD" para configuração de drivers, o aplicativo responsável pela configuração do idioma e por gerenciar as versões do Kernel, etc. Todas fazendo parte do excelente "Manjaro Settings Manager".
No Manjaro KDE, a "Manjaro Hello" não mostra a opção de gerenciar aplicativos, como mostra na versão XFCE e GNOME. As configurações do "Manjaro Settings Manager" são integradas ao painel de controle do KDE e temos uma opção avançada para configurar o SystemD.

SystemD KDE Pĺasma Manjaro

Manjaro GNOME


O Manjaro GNOME é a versão mais  recente a fazer parte da família de versões oficiais do Manjaro, mas não por isso ele é menos importante. O GNOME chega na versão 3.30 para o novo Manjaro, o que traz várias melhorias para o GNOME Shell e aplicações GNOME em si.

GNOME Shell Manjaro


O GNOME do Manjaro é altamente modificado, muito mais do que o do Ubuntu até, com uma série de extensões instaladas adicionadas por padrão e outro "punhado" instaladas, apenas esperando pela sua ativação. Inclusive, existe uma opção no sistema que permite reverter todas as modificações no GNOME implementadas pelo time do Manjaro para que você possa usar a versão "Vanilla" do ambiente, semelhante ao que você encontraria no Fedora.

A versão GNOME do Manjaro também vem com o tema "Adapta-Maia" por padrão, dando um visual mais moderno, com inspiração no Material Design, para a distro. Em termos de consumo de RAM, a versão do GNOME do Manjaro ainda continua um pouco acima do que as demais versões, menos otimizado que o Ubuntu 18.10 neste sentido, mas melhor que o 18.04.

O Kernel do Manjaro e mais novidades


O kernel 4.19 LTS é agora usado como padrão, ainda que você possa instalar outras versões facilmente através do gerenciador de Kernel. 

Temos também um novo Pamac (padrão das versões XFCE e GNOME) capaz de editar os PKGBuild, tornando-se um "ajudante" mais completo para o usuário que deseja trabalhar com o AUR. Todos os arquivos usados em um compilação serão armazenados no diretório "/var/tempo/pamac-build-user", onde "user" é o seu nome de usuário.

Outra novidade legal com o Pamac é que agora ele possui novos comandos que podem ser usados via linha de comando, funcionando de uma forma mais inteligível, como o apt, dnf, zypper, yum, etc. Com comandos simples como:

sudo pamac update, sudo pamac install pacote, sudo pamac remove pacote,sudo pamac upgrade e outros, consulte o manual da ferramenta.

O instalador padrão do Manjaro, o Calamares, agora usado pelo Lubuntu 18.10 também, foi atualizado e recebeu correções de bugs menores. 

Se você gosta de jogar, boas novas também! O Manjaro 18 inclui suporte para a geração mais recente de drivers Nvidia, 410.x e Mesa Driver 18.3, facilmente instaláveis através do gestor de drivers do sistema.

O que mais virá?


O Manjaro me parece no início de um projeto de "comercialização" da distro, fazendo parcerias para lançar a distro com Laptops de fábricas e coisas do tipo, como já acontece com alguns modelos. 

Pisar no terreno onde a resposta do consumidor se dá em compra de um produto é um pouco diferente do que simplesmente "agradar a sua própria comunidade" e isso tem levado ares mais profissionais ao projeto, ao que me parece.

O Manjaro sempre foi uma distro "dirigida pela comunidade", ou como se usa na expressão em inglês, "a community-run distro", porém, o mercado, ainda que muito dele nesse caso seja a própria comunidade Manjaro, exige certos padrões, certos cuidados. Reflexo disso é a melhoria feita nos temas do sistema, lapidando a usabilidade, criando novos recursos que facilitem a vida dos usuários e coisas do tipo.

Ainda assim, existe ainda um grande caminho a ser trilhado, potencial e competência nós sabemos que os profissionais do Manjaro tem, quem sabe o que eles vão fazer no futuro?

O que eu vou escrever agora pode parecer um "sacrilégio" para muitos e pode ir contra ou a favor do que os desenvolvedores do Manjaro desejam, sinceramente eu não sei o posicionamento deles quanto a isso. Mas tomando o pressuposto de recursos são finitos, tanto humanos, quanto tecnológicos, e mesmo tempo; para o Manjaro ficar ainda melhor seria interessante eles terem apenas uma única versão oficial e transformar o restante em versões da comunidade. Focando assim recursos de desenvolvimento em uma distro apenas. Menos é mais geralmente, e o Manjaro é um exemplo de distro com versões com "todas" as interfaces, o que não é necessariamente bom (e nem ruim).

Curiosamente não foi o que eles fizeram ao agrupar a versão GNOME recentemente para o "set" de versões oficiais, o que vai totalmente ao oposto do que eu disse, mas o Manjaro tem, na minha modesta opinião, junto com o KDE Neon, um dos KDE Plasma mais interessantes, atrelado ao AUR e as ferramentas que o Manjaro dispõem, seria um caminho interessante para se seguir, focando a energias em melhorar uma única versão, em um único ambiente.

Fico me perguntando o que aconteceria com a distro, mercadologicamente falando, caso isso acontecesse...

Ainda assim, mesmo com três versões oficiais distintas, e várias edições comunitárias, o Manjaro continua "arrasando corações" por aí. 


O que você acha?

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