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Conheça alternativas Open Source ao Android

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Você sabia que Linux além de dominar o segmento servidores, também domina os sistemas operacionais para dispositivos móveis? Muitos negam que Android é Linux e usam o “argumento” de, “se não utilizar ferramentas GNU, então não é Linux”. 

Se quer saber mais sobre esse tema de Android ser ou não Linux, acesse o post e acabe de uma vez por todas, com essa dúvida cruel. No fim das contas o que define um sistema “ser Linux” ou não é usar o Kernel Linux.

alternativas-opensource-android

Mas quais são as alternativas ao Android? Será ele o único sistema móvel disponível no mercado? Melhor ainda. Quais as alternativas de Código Aberto?

Irei apresentar brevemente 5 alternativas Open Source ao popular robozinho verde, a lista não obedece nenhuma ordem específica. Dada as ressalvas, vamos conhecer as opções.

Tizen


sistema-mobile-tizen

O Tizen é um sistema operacional móvel, também baseado em Linux, como o Android. Tem muito apoio da Linux Foundation, Samsung e Intel. O primeiro smartphone lançado com o sistema de fábrica foi o Samsung Z, na Índia. Infelizmente o Tizen não teve a projeção esperada, muitos afirmam que o sistema não terá futuro. Isso deixo aos especialistas e “Pais/Mães Diná” de plantão.

postmaketOS


sistema-mobile-postmartketos

Também conhecido como pmOS, o postmarketOS está em desenvolvimento inicial. Trata-se da distribuição Alpine Linux configurada para toques.Com pacotes próprios, visa ser instalado em smartphones e obter ótima performance, assim como sua versão desktop.

Librem 5


smartphone-opensource-librem

Com a audaciosa proposta de oferecer um sistema e hardware de código aberto, o Librem 5 é uma iniciativa que visa segurança e privacidade de seus usuários.

Um Smartphone que virá com distribuições Linux adaptadas ao toque como: PureOS, Debian, Ubuntu, SUSE, Fedora e Arch. É um dos projetos mais aguardados pela comunidade, e muitos estão ansiosos de quais serão os rumos do projeto.

Plasma Mobile


sistema-plasma-mobile-kde

O Plasma Mobile é a versão da interface do KDE para smartphones. Atualmente já pode ser testado em dispositivos como o LG Nexus 5. É interessante ver o conceito de convergência no Projeto KDE, entre sua DE e aplicações. Pois os apps do Plasma Mobile utilizam a framework Kirigami, possibilitando desenvolvimento dos seus softwares tanto para mobile como desktop.

Ubuntu Touch


sistema-mobile-ubuntu-touch

Abandonado pela Canonical em 2017, o Ubuntu Touch teve uma complicada trajetória. Primeiro a campanha de arrecadamento para seu desenvolvimento, não foi tão bem. Com meta de 32 milhões de Dólares, arrecadando 12 Milhões.

Após a campanha de crowndfunding, muitos pensaram que o projeto seria abandonado. Eis que em Fevereiro de 2015 a Canonical firma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Logo depois, pela fabricante chinesa Meizu, mas não tendo o retorno esperado, o sistema foi abandonado pela Canonical em Abril de 2017.

Então a comunidade entra em ação, abraçando o projeto e não deixando morrer. Novas funcionalidades estão sendo incorporadas, como a possibilidade de execução de apps Android.

Mantido pela UBPorts, é relativamente cedo para falar sobre o destino do Ubuntu Touch, se o mesmo vai vingar ou morrer com sua proposta de conversão.

E você, sabia de tantas alternativas? É muito bom ver que outros sistemas vem crescendo e amadurecendo. Melhor ainda quando são projetos de código aberto, agregando diversas vantagens e fomentando o desenvolvimento de mais boas alternativas.

Deixe nos comentários se conhece mais opções ao popular Android, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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KDE Plasma agora pode ser um SNAP?

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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

É muito interessante ver os rumos que a distribuição de software no mundo Linux vem tomando nos últimos tempos, parece que finalmente um dos grandes problemas, no que tange a oferta de aplicações, está se tornando coisa do passado, mas até onde isso pode ir?

kde-plasma-snap






Parece que aos poucos os famosos pacotes .deb e .rpm vão ficando no passado, dando espaço para formatos que são universais e uma vez produzidos, rodam em todas as distros Linux, ou na maior parte delas. Dentro deste contexto temos 3 grandes vertentes, os pacotes Snap, originários da Canonical e usados por padrão no Ubuntu, os pacotes Flatpak, endossados especialmente pela comunidade GNOME e algumas empresas, como a Red Hat, e o AppImage, um projeto comunitário excelente e que torna as aplicações extremamente portáveis.


O espaço dos Snaps

Independente do seu gosto por esse tipo de formato, dentre eles os Snaps parecem estar ganhando um espaço onde os Flatpaks ainda não estão chegando. 

Pode ser impressão, mas eu vejo que a maior parte dos Flatpaks são de projetos quase que exclusivamente Open Source e/ou feitos por uma comunidade de desenvolvedores, não necessariamente oficiais da aplicação, caso do Spotify por exemplo, que tem sua versão principal distribuída em Snap. O que não quer dizer que os pacotes tenham menor qualidade, apenas não são feitos por quem também faz a aplicação em si.

Já os Snaps parecem estar tendo uma boa aceitação dentro do mercado corporativo, com aplicações de código fechado e aplicações comerciais, contudo, os Snaps avançam para um segmento que os Flatpaks não parecem se interessar muito: a composição de um sistema. 

Várias coisas interessantes podem ser feitas através de Snaps, como a disponibilização de um Kernel, de um Driver ou de toda uma interface, enquanto que os Flatpaks estão mais restritos a aplicações mais tradicionais.

KDE Plasma no formato Snap


Um experimento muito interessante que está acontecendo agora é o porte do KDE Plasma (sim, você leu certo) para o formato Snap. Obviamente que ele não deixará de ser distribuído de outras formas, mas a ideia de empacotá-lo em Snap permite atualizações e regressões de uma forma muito simples.

Inicialmente os desenvolvedores KDE apontam para o Snap como uma forma simples de testar as mais recentes novidades que foram desenvolvidas sem a necessidade de compilar do código fonte, como você pode ver no anúncio oficial.

Como instalar o KDE Plasma como Snap (experimental)


É bom deixar claro que esse processo é totalmente experimental e pode não funcionar 100%, aliás, vale a pena conferir a sessão de "problemas conhecidos" na página do KDE

O primeiro passo é estar com o suporte a Snap habilitado, no Ubuntu isso já acontece por padrão, em outras distros você possivelmente precisará adicionar o Snapd. Preparamos um tutorial simples para ativar o suporte aos Snaps através do Snapd, confira aqui.

O primeiro passo e instalar o Snap em si:

snap install --edge --devmode plasma-desktop 
Depois disso é necessário adicionar um arquivo .desktop dentro da pasta "xsessions" para que você possa acessar o Plasma da sua tela de Login (Wayland não é suportado atualmente):
sudo wget https://metadata.neon.kde.org/snap/plasma-snap.desktop -O /usr/share/xsessions/plasma-snap.desktop
Depois dessa adição, basta fazer logoff do seu sistema e na tela de login você deverá encontrar a opção de logar com a sessão do Plasma. 

Para remover o Plasma, basta remover os arquivos que você adicionou dentro de "xsessions" e também remover o Snap normalmente.

Você testou por aí?  Como está funcionando para você?

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Enquete: Qual a sua interface gráfica favorita no mundo Linux?

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sábado, 1 de dezembro de 2018

É sempre interessante vermos as preferências da maioria das pessoas, isso nos ajuda a moldar melhor o conteúdo que será publicado e também mostra aos desenvolvedores de aplicativos as plataformas principais. É hora de você dar a sua opinião também!

As melhores e mais preferidas interfaces do mundo Linux






Você que acompanha o nosso canal no YouTube e presta atenção na "Aba da Comunidade", onde são postamos vários avisos, conteúdos extras e alguns exclusivos para membros também, talvez tenha percebido e até participado da nossa enquete, mas caso ainda não tenha visto, aqui vai ela!


A aba da comunidade do YouTube atualmente permite apenas 5 itens numa enquete, então adicionei as que eu acredito que sejam algumas das mais populares, além da opção "Outras", onde você pode colocar nos comentários as que você preferir.

Depois dessa primeira etapa, temos mais de 1.200 votos e o GNOME Shell continua vencendo em popularidade. Vamos esperar conseguir um valor maior de votos e vamos produzir um vídeo mostrando e comentando o resultado.

Participe!
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Conheça as novidades do recém lançado Manjaro Linux 18

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Os desenvolvedores do Manjaro anunciaram o lançamento de uma nova versão do sistema. Apesar de ser Rolling Release, de tempos em tempos os desenvolvedores atualizam a ISO do sistema para compilações específicas, convergindo pacotes que estavam em linhas instáveis de desenvolvimento anteriormente para a versão estável do Manjaro e acrescentando novidades.


Manjaro Linux Illyria






Existem várias novidades interessantes neste lançamento do Manjaro, entretanto, para aqueles que usam a distro regularmente, essa nova atualização parecerá mais uma lapidação do que algo "super novo", porém, se fazia um certo tempo que você não testava o Manjaro, saiba que esta versão está ainda mais completa e fácil de utilizar.

Confira o vídeo abaixo que fizemos para mostrar para você os principais destaques da nova versão do Manjaro em uma de duas versões principais, com a interface XFCE:


Vamos aos destaques da versão 18 do Manjaro, que recebeu o codinome "Illyria". No título eu usei a palavra "recém", mas na verdade, ainda que sejam poucos dias, o Manjaro 18 foi lançado no dia 28 de Outubro, então, estamos um pouco atrasados! Mas ao invés de lamentar, deixe-me mostrar o que novo Manjaro pode lhe oferecer. 😊

Manjaro 18 Illyria


Atualmente, somente as versões principais do Manjaro, com XFCE, KDE Plasma e GNOME Shell estão disponíveis, as versões comunitárias ainda deverão ser lançadas nos próximos dias. Você pode fazer o download da versão 18 do Manjaro através do site oficial

Se você já está usando o Manjaro, basta manter o seu sistema atualizado, o próprio gerenciador de pacotes deverá te orientar para a atualização, porém, você pode fazer a atualização via terminal com o seguinte comando:
sudo pacman -Syyu
Claro, é sempre bom fazer um backup antes de qualquer procedimento como este, just in case.

Manjaro XFCE


Finalmente o XFCE recebeu uma atualização! Não é a toa que o XFCE é uma das mais leves e debugadas interfaces do mundo Linux, há muito tempo ele não recebia grandes upgrades e, para falar a verdade, ele realmente não recebeu nada de exuberante, como era de se esperar, mas temos uma nova versão! XFCE 4.13. Você pode ver um relatório bem completo de todas as novidades do XFCE na página de desenvolvimento do Xubuntu, os mesmos benefícios são esperados no Manjaro.

Nesta nova versão do sistema, os desenvolvedores do Manjaro tentaram melhorar a experiência de uso no desktop, trazendo um novo tema e um novo recurso do "Manjaro Hello", a tela de boas-vindas, onde é possível selecionar, instalar e remover aplicativos populares do sistema.

* Até mesmo aquele detalhe no design dos ícones no menu, que eu havia mencionado no vídeo acima, foi corrigido. Boa Manjaro!

Manjaro Linux 18
Manjaro 18 XFCE usando o tema Adapta-Maia e rodando Kernel 4.19

Um novo recurso interessante provindo do XFCE é o chamado "Display Profiles", ele permite que sejam criados perfis de configuração de monitores, o que torna a vida de quem trabalha com multimonitores eventualmente mais prática. 


Manjaro KDE


Enquanto a versão XFCE continua sólida como uma rocha e com poucas novidades, considerando o KDE, este sim é um mar de novidades a cada lançamento. O Manjaro KDE continua a oferecer uma das melhores experiências com o Plasma nas distros Linux atualmente.
Manjaro KDE Pĺasma


Temos a versão 5.14 do Plasma chegando ao Manjaro e os KDE-Apps na versão 18.08, não existe nada especificamente criado pelo Manjaro para o Plasma, além de suas aplicações tradicionais que são usadas em todas as versões principais, como o supracitado "Manjaro Hello", "MHWD" para configuração de drivers, o aplicativo responsável pela configuração do idioma e por gerenciar as versões do Kernel, etc. Todas fazendo parte do excelente "Manjaro Settings Manager".
No Manjaro KDE, a "Manjaro Hello" não mostra a opção de gerenciar aplicativos, como mostra na versão XFCE e GNOME. As configurações do "Manjaro Settings Manager" são integradas ao painel de controle do KDE e temos uma opção avançada para configurar o SystemD.

SystemD KDE Pĺasma Manjaro

Manjaro GNOME


O Manjaro GNOME é a versão mais  recente a fazer parte da família de versões oficiais do Manjaro, mas não por isso ele é menos importante. O GNOME chega na versão 3.30 para o novo Manjaro, o que traz várias melhorias para o GNOME Shell e aplicações GNOME em si.

GNOME Shell Manjaro


O GNOME do Manjaro é altamente modificado, muito mais do que o do Ubuntu até, com uma série de extensões instaladas adicionadas por padrão e outro "punhado" instaladas, apenas esperando pela sua ativação. Inclusive, existe uma opção no sistema que permite reverter todas as modificações no GNOME implementadas pelo time do Manjaro para que você possa usar a versão "Vanilla" do ambiente, semelhante ao que você encontraria no Fedora.

A versão GNOME do Manjaro também vem com o tema "Adapta-Maia" por padrão, dando um visual mais moderno, com inspiração no Material Design, para a distro. Em termos de consumo de RAM, a versão do GNOME do Manjaro ainda continua um pouco acima do que as demais versões, menos otimizado que o Ubuntu 18.10 neste sentido, mas melhor que o 18.04.

O Kernel do Manjaro e mais novidades


O kernel 4.19 LTS é agora usado como padrão, ainda que você possa instalar outras versões facilmente através do gerenciador de Kernel. 

Temos também um novo Pamac (padrão das versões XFCE e GNOME) capaz de editar os PKGBuild, tornando-se um "ajudante" mais completo para o usuário que deseja trabalhar com o AUR. Todos os arquivos usados em um compilação serão armazenados no diretório "/var/tempo/pamac-build-user", onde "user" é o seu nome de usuário.

Outra novidade legal com o Pamac é que agora ele possui novos comandos que podem ser usados via linha de comando, funcionando de uma forma mais inteligível, como o apt, dnf, zypper, yum, etc. Com comandos simples como:

sudo pamac update, sudo pamac install pacote, sudo pamac remove pacote,sudo pamac upgrade e outros, consulte o manual da ferramenta.

O instalador padrão do Manjaro, o Calamares, agora usado pelo Lubuntu 18.10 também, foi atualizado e recebeu correções de bugs menores. 

Se você gosta de jogar, boas novas também! O Manjaro 18 inclui suporte para a geração mais recente de drivers Nvidia, 410.x e Mesa Driver 18.3, facilmente instaláveis através do gestor de drivers do sistema.

O que mais virá?


O Manjaro me parece no início de um projeto de "comercialização" da distro, fazendo parcerias para lançar a distro com Laptops de fábricas e coisas do tipo, como já acontece com alguns modelos. 

Pisar no terreno onde a resposta do consumidor se dá em compra de um produto é um pouco diferente do que simplesmente "agradar a sua própria comunidade" e isso tem levado ares mais profissionais ao projeto, ao que me parece.

O Manjaro sempre foi uma distro "dirigida pela comunidade", ou como se usa na expressão em inglês, "a community-run distro", porém, o mercado, ainda que muito dele nesse caso seja a própria comunidade Manjaro, exige certos padrões, certos cuidados. Reflexo disso é a melhoria feita nos temas do sistema, lapidando a usabilidade, criando novos recursos que facilitem a vida dos usuários e coisas do tipo.

Ainda assim, existe ainda um grande caminho a ser trilhado, potencial e competência nós sabemos que os profissionais do Manjaro tem, quem sabe o que eles vão fazer no futuro?

O que eu vou escrever agora pode parecer um "sacrilégio" para muitos e pode ir contra ou a favor do que os desenvolvedores do Manjaro desejam, sinceramente eu não sei o posicionamento deles quanto a isso. Mas tomando o pressuposto de recursos são finitos, tanto humanos, quanto tecnológicos, e mesmo tempo; para o Manjaro ficar ainda melhor seria interessante eles terem apenas uma única versão oficial e transformar o restante em versões da comunidade. Focando assim recursos de desenvolvimento em uma distro apenas. Menos é mais geralmente, e o Manjaro é um exemplo de distro com versões com "todas" as interfaces, o que não é necessariamente bom (e nem ruim).

Curiosamente não foi o que eles fizeram ao agrupar a versão GNOME recentemente para o "set" de versões oficiais, o que vai totalmente ao oposto do que eu disse, mas o Manjaro tem, na minha modesta opinião, junto com o KDE Neon, um dos KDE Plasma mais interessantes, atrelado ao AUR e as ferramentas que o Manjaro dispõem, seria um caminho interessante para se seguir, focando a energias em melhorar uma única versão, em um único ambiente.

Fico me perguntando o que aconteceria com a distro, mercadologicamente falando, caso isso acontecesse...

Ainda assim, mesmo com três versões oficiais distintas, e várias edições comunitárias, o Manjaro continua "arrasando corações" por aí. 


O que você acha?

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Participe da QtCon 2018, venha como conseguir desconto no ingresso!

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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Está se aproximando o dia de um dos maiores eventos para comunidade Qt do Brasil. A QtCon acontece de 8 a 11 de Novembro em São Paulo.

QtCon 2018 Brasil






A QtCon Brasil 2018 (segunda edição da primeira conferência sobre Qt da América Latina) acontece de 8 a 11 de Novembro em São Paulo. O evento reúne especialistas Qt do Brasil e do mundo em sessões de treinamento e palestras sobre as principais novidades do uso do Qt em sistemas desktop, embarcados, mobile e IoT.

Destaque para o keynote internacional Kai Uwe Broulik (Blue Systems/KDE - Alemanha). As sessões de treinamento da QtCon Brasil 2018 incluem "Desenvolvendo aplicações com Qt em Linux Embarcado", "Computação Gráfica com Qt3D" e " Desenvolvendo Aplicações Android com Qt ".

As vagas são bem limitadas e você pode ter um desconto bacana usando o cupom comemorativo KDE22ANOS, ele vai lhe conceder 22% de desconto no ingresso.

Desconto da QtCon 2018 Brasil

Saiba mais sobre a programação do evento, palestrantes e garanta o seu ingresso no site oficial.

Até a próxima!
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Enquete: Qual a melhor distro Linux com KDE?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O KDE é um dos maiores e mais completos Desktop Enviroments do mundo Open Source e várias distribuições o utilizam, especialmente em conjunto a interface KDE Plasma. Mas qual seria a "melhor"?

Qual a melhor distro com KDE Plasma?






É claro que nós sabemos que "melhor" e "pior" são conceito altamente relativos, ainda mais quando se parte de gosto pessoal, como é o caso. Qual a melhor distro com KDE Plasma como interface? Boa pergunta! Por quê você não vota na nossa enquete no Twitter?




A ideia é fazermos um vídeo no YouTube, talvez em uma das nossas lives, o "Diolinux Friday Show" nas Sextas-feiras para debater o resultado da votação na enquete. Qual a melhor distro com KDE? Qual a justificativa da sua escolha?

Conte pra gente e até a próxima! :)
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O que são GUI e DE? Quais suas diferenças?

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Uma das dúvidas e confusões de quem está iniciando no mundo Linux: Qual a diferença entre Interface Gráfica e desktop environment? Se você usa Linux há muito tempo e possui essa dúvida, não se sinta mal, o importante é que vamos conferir essa diferença agora mesmo!



A interface gráfica ou GUI (graphical user interface) em um sistema operacional, é uma aplicação, uma das partes do sistema operacional, já o DE (desktop environment), é algo mais abrangente que engloba por exemplo, até mesmo a própria interface gráfica. O desktop environment é composto de várias aplicações e não somente da interface. A interface é uma das aplicações que acompanham o desktop environment e a interface gráfica é basicamente o que você vê na tela do seu sistema operacional.

Podemos usar como exemplo o projeto KDE, que é responsável por gerenciar várias aplicações diferentes, desde aplicações como calculadora, calendário, o nosso querido Kdenlive, utilizado para editar os vídeos do canal e é claro a interface gráfica KDE Plasma, ou somente "Plasma", como os próprios desenvolvedores do KDE convencionaram chamar. Sendo assim, o desktop environment KDE é composto do Plasma juntamente com outras ferramentas desenvolvidas pelo projeto KDE. 

Apesar de usarmos o KDE como exemplo, o mesmo vale para, virtualmente, qualquer outro projeto. Além disso, você pode utilizar uma interface gráfica, mas com aplicações de projetos diferentes. Uma prova disso, é utilizar uma distro como o Linux Mint, com a interface Cinnamon, mas com aplicações GNOME, como o Monitor do Sistema, ou seja, você usa parte de um desktop enviroment em uma distro cujo ambiente gráfico corresponde a outro diferente.

Nesse vídeo no canal, discutimos com vários exemplos a diferença entre interface gráfica e desktop environment no Linux e vale muito a pena conferir.


Espero que este post e vídeo tenham lhe ajudado :)

Até mais!

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Winepak - A junção dos pacotes Flatpak com o WINE

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terça-feira, 12 de junho de 2018

Os pacotes Flatpak vem se tornando mais populares a cada dia e novos projetos começam a surgir usando as suas tecnologias. Conheça hoje o Winepak.

Winepak Linux Flatpak






Pacotes Flatpak (e Snap) são assuntos recorrentes aqui no blog e no canal também, eu realmente acredito que através deles nós teremos o futuro das aplicações Linux. Muitas pessoas ainda argumentam contra os formatos por eles possuírem maiores tamanhos e ocuparem mais espaço em disco e alguns casos onde visual das aplicações deixa a desejar, no entanto, se formos fazer uma tabela, a coluna de vantagens é maior.

Uma das prerrogativas de um Flatpak é colocar todos os componentes de que o software precisa para rodar dentro de um único pacote, eliminando problemas de dependências, assim como acontece no macOS, nos Snaps ou nos AppImage. Enquanto você compara apenas com outros Apps que são distribuídos de forma tradicional também, como o GIMP, você pode ver menores vantagens, mas isso muda drasticamente com apps de terceiros.

Uma empresa que queira dar suporte para Linux não precisa mais se preocupar em entender como cada distro funciona e trata as aplicações, basta fazer um Flatpak e ele rodará em todos os sistemas.
Atualmente as empresas geralmente escolhem algumas distros apenas para dar suporte por conta disso, como acontece regularmente com o Ubuntu.

Winepak


Estendendo estas possibilidades, surgiu um projeto chamado Winepak, focando em jogos inicialmente, mas que também pode ser usado com outros softwares.

Se você já tentou instalar um game ou software um pouco mais complexo no Linux via Wine, ou seja, um software de Windows, deve ter reparado que invariavelmente existem configurações, pacotes a serem baixados, bibliotecas e mais. 

Me diga, o que você acha de deixar tudo isso para traz e simplesmente baixar o software como se fosse nativo? Sonho?

Bom, é basicamente isso que o projeto Winepak faz. Ele pega uma versão do Wine compatível com o software em questão, adiciona todas as configurações e ajustes e você já pode utilizar.

Fortinite no Linux

Jogos populares como Fortinite, OverWatch, WoW, LoL e até o emulador de Wii U, o CEMU, estão sendo portados via Winepak. Nem todos os projetos estão no repositório atualmente, mas muitos já funcionam.

Veja o LoL instalado via Winepak no meu Linux Mint 18.3.

Linux Mint LoL via Winepak

E é fácil mesmo?


Pior que sim! Na verdade o único passo "difícil" é adicionar os repositórios Flatpak.

No terminal cole os seguintes comandos (necessário ter o flatpak previamente instalado):

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://dl.flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

flatpak remote-add --if-not-exists winepak https://dl.winepak.org/repo/winepak.flatpakrepo

Depois de adicionados os repositórios, você pode adicionar as aplicações usando um comando como:
flatpak install winepak tld.domain.Application
No entanto, no Linux Mint a coisa fica muito interessante graças a nova loja de Aplicativos, ao acessá-la você verá a sessão Flatpak, dentro dela, depois de adicionar o repositório, os pacotes aparecerão disponíveis assim:

Linux Mint Winepak

Basta clicar no App que você quiser instalar e instalar normalmente, clicando no botão "instalar" e digitando a sua senha, se solicitado. 

Como os pacotes de jogos tendem a ser grandes, pode demorar um pouco, então é só esperar pacientemente.

Não cheguei a testar, mas imagino que haja integração com o GNOME Software ou o Discover do KDE Plasma também.

Se este projeto realmente for levado a sério, os problemas de configuração de aplicativos via Wine estão praticamente acabados.

Para saber mais sobre o Winepak consulte o GitHub.

Até a próxima!
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Kubuntu não terá versão de 32 bits à partir da versão 18.10

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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Kubuntu vai aderir ao movimento que as outras distros, assim como o prório Ubuntu vem fazendo, não fornecendo mais imagens para download do sistema com compatibilidade com a arquitetura de 32 bits (i386).







A confirmação que o Kubuntu não traria mais a versão de 32 bits já a partir de Outubro (Kubuntu 18.10), veio através de uma lista de discussão do Kubuntu Developer, aonde falam que não será mais possível prosseguir com a versão i386 (32 bits) já na próxima versão do Kubuntu.

Ainda segundo a lista de e-mail, os esforços da equipe serão concentrado no desenvolvimento para a arquitetura ARM, essa que poderá ser usada em IoT, nos Raspberry Pi ou em pequenos portáteis ARMs/Netbooks.

Continuando essa lista, os esforços para manter as ISO's de 32 bits já não valiam mais a pena, pois para cada versão lançada existem ao menos 5 (cinco) versões diferentes de arquiteturas, como 32 bits (i386); 64 bits (x86_x64); ARM; ARM 64 bits; PPC (Power PC) e etc, sendo que cada vez menos downloads ocorrem em versões de 32 bits.

Além do que, cada versão precisa ser desenvolvida, verificada, construída e também passar por controle de qualidade, testes automáticos e manuais e por ai vai, ou seja, esforço, tempo e dinheiro.

Outro ponto verificado pelo desenvolvedores foi que um percentual baixo dos usuários usam a versão de 32 bits, e que "bizarramente"  a grande maioria que baixa essa versão usam em PC's/Notebooks com processadores compatíveis a arquitetura de 64 bits. Talvez por engano ou ignorância em relação ao assunto.

Os desenvolvedores tentaram acalmar os eventuais usuários que se sentirem desamparados, pois a versão atual do Kubuntu - a 18.04 LTS - vai receber atualizações normalmente.

Se em último caso você realmente precise de um sistema de 32 bits, temos várias opções como o Lubuntu, que ainda mantém o suporte.

Agora nos conte aí nos comentários, se você ainda usa arquitetura de 32 bits ou se conhece alguém que ainda use.

Um forte abraço e até a próxima. =)
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Confira o vídeo do projeto KDE para mostrar o novo Plasma 5.12.x

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O KDE Plasma é de longe um dos mais robustos Desktop Enviroments que existem, seja pela variedade de recursos disponíveis, seja pela personalização da interface e do comportamento. Há alguns dias tivemos o lançamento do Plasma 5.12 LTS e agora você vai conferir o vídeo oficial com as novidades implementadas.

KDE Plasma 5.12 - Diolinux






A nova versão do KDE Plasma, a 5.12.x, é a nova versão LTS (Long Term Support) do Desktop Enviroment. Como sempre, muitas novidades surgiram, alguns destaques são:

ꔷ Melhorias na performance do Plasma;
ꔷ Função Night Color para proteger os seus olhos;
ꔷ Melhoria para os Menus Globais;
ꔷ O KRunner agora funciona também com ferramentas de acessibilidade, como o leitor de tela Orca;
ꔷ O texto das notificações agora pode selecionados e copiados;
ꔷ O Applet de previsão do tempo agora mostra a temperatura ao lado de ícone de status da previsão do tempo no painel;
ꔷ Melhoria nos redimensionamentos dos Widgets de relógio na área de trabalho;
ꔷ O lançador Kickoff recebeu melhorias no Design.

Entre muitas outras coisas que você pode conferir no anúncio oficial e no vídeo abaixo feito pela comunidade KDE, confira:


Curiosamente o Plasma 5.12 acabou sendo lançado com um bug realmente chato e perigoso para a segurança. Quando um pen drive era aberto pela janela de notificação e o nome do pen drive era um comando, o sistema operacional executava ele. Por conta disso, algumas horas/dias depois, nesta mesma semana, tivemos o lançamento do Plasma 5.12.1 corrigindo este e outros bugs pontuais, garantindo mais estabilidade ao sistema.

As principais distros KDE, como o KDE Neon e o Manjaro já estão entregando os updates aos usuários.

Você usa o KDE Plasma no seu dia a dia? Qual a novidade que você mais gostou?

Até a próxima!
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Agora você pode testar o KDE Plasma Mobile no VirtualBox

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Os desenvolvedores do Plasma Mobile anunciaram que o público pode testar o sistema operacional para dispositivos móveis através de uma simples máquina virtual, assim todos os interessados poderão ter uma noção do que está por vir ao mundo dos Smartphones.

Plasma Mobile VirtualBox






Iniciativas como a do Librem 5, o Smartphone da Purism, podem dar um hardware para sistemas operacionais como o Plasma Mobile, enquanto isso não acontece, acaba ficando complicado de ver como o sistema está e o que ele tem a oferecer, pelo menos até agora.

Para facilitar a vida de quem quer testar e ajudar no desenvolvimento do Plasma Mobile, a comunidade KDE criou uma série de ISOs que podem rodar no VirtualBox, ou outros virtualizadores de sistemas, permitindo que você tenha acesso aos primeiros Alphas da versão para dispositivos móveis do Plasma.

Plasma Mobile

Apesar da experiência no VirtualBox não refletir a experiência que as pessoas poderão ter nos Smartphones, os desenvolvedores pedem para que sejam testadas funções básicas do sistema, como a instalação de aplicativos, configurações, adição de Widgets na Home, entre outras coisas.

Você pode fazer o download das ISOs de teste do Plasma Mobile aqui.

Mais informações e recomendações dos desenvolvedores você encontra aqui. O devs também pedem para que os usuários lembrem que se trata de uma versão experimental, devem haver bugs e não é recomendável usar o Plasma Mobile em produção ainda.

Até a próxima!
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Veja as melhorias que devem chegar ao projeto KDE nos próximos anos

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Juntamente com a comunidade GNOME, o projeto KDE talvez seja uma das maiores comunidades de desenvolvimento de software de código aberto para Desktop, sendo o KDE Plasma uma das interfaces mais utilizadas dentro do mundo Linux (até mesmo não-Linux, como os BSDs). Além do Plasma, o projeto KDE é responsável por agrupar desenvolvedores de inúmeros projetos que vão desde de coisas básicas, como um gestor de arquivos, um navegador de internet, até ferramentas profissionais, como o meu querido editor de vídeos Kdenlive. Mas tudo isso vem de organização, colaboratividade e empenho, então, quais serão os próximos passos?

O futuro da comunidade KDE






De tempos em tempos aparecem lista de metas que o projeto tem para alcançar nos próximos anos. Muitas delas, se implementadas, trarão várias funcionalidades interessantes para o Desktop Plasma.

Dentre as novidades estipuladas, temos melhorias no Dolphin, o gestor de arquivos do Plasma, incluindo ferramentas de tag e colunas, inspiradas no Finder do macOS e várias melhorias na integração dele com o Samba.

Você pode conferir toda a lista de metas neste endereço

Outras novidades que podemos esperar no futuro do projeto KDE devem vir do projeto Plasma Mobile, que graças a parcerias com a empresa Librem, que lançará no mercado um dos primeiros Smartphones completamente baseados em software livre.

Outras metas, além das relacionadas a software propriamente dito, estão em concentrar esforços para melhorar a forma com que as pessoas podem se envolver com a comunidade KDE e ajudar a desenvolver os projetos, além disso, a parte de privacidade no sistema operacional também será pauta constante.

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Conheça o Falkon, o novo navegador do projeto KDE

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sábado, 25 de novembro de 2017

O Falkon não é exatamente uma novidade, mas eu não vi mais ninguém falando sobre ele nos últimos tempos, então resolvi instalar e testar e assim aproveitar para fazer um post sobre ele, já que eu nunca tinha tido a oportunidade de escrever sobre.

Falkon Browser KDE Project






Saindo um pouco do chamado "mainstream" de browsers, existem vários projetos interessantes de navegadores para finalidades diferentes. Talvez você ainda não tenha ouvido falar do Falkon, mas é possível que tenha ouvido falar do QupZilla.

QupZilla Browser

O Falkon é exatamente o mesmo projeto QupZilla agora incubado pelo KDE, uma das maiores comunidades de desenvolvimento de software livre. Com um nome mais moderno e uma comunidade mais forte, utilizando o Qt como ferramenta para a construção do software, ele pode acabar se tornando o navegador padrão do KDE Plasma no futuro.

Por enquanto ele está disponível apenas para testes e pode ser testado através de pacotes Snap (aqueles do Ubuntu). O navegador vem com bloqueador de propagandas ativado por padrão e tem suporte a alguns temas (não muito bonitos) até o momento.

Configurações de temas

Nos testes que eu fiz, utilizando 4 abas abertas com o blog Diolinux, Gmail, YouTube e Facebook ele foi bem econômico em memória RAM, consumindo cerca de 450 MB apenas, o que é um valor baixo comparando com outros browsers da atualidade.

Eu até tinha a pretensão de colocar aqui a pontuação do browser do BaseMark, mas ele não tem suporte a WebGL no momento (ou não está funcionando corretamente) e nem conseguiu finalizar o teste.

Como testar o Falkon na sua distribuição


Como eu havia mencionado, o Falkon está sendo distribuído em formato Snap, então é assim que temos que instalá-lo. Como trata-se de um software em desenvolvimento, bugs são esperados e testar ele como Snap vai impedir que qualquer componente do seu sistema seja afetado.

O primeiro passo é habilitar o suporte para os pacotes Snap. Confira este tutorial para aprender como fazer. Caso você use o Ubuntu 16.04 LTS ou uma versão mais nova, o suporte para Snap já vem instalado por padrão.

Depois disso, vamos precisar usar o terminal e copiar e colar dois comandos:
sudo snap install kde-frameworks-5 
sudo snap install --edge falkon
Depois de instalado, você deve rodá-lo assim:
snap run falkon
Em caso de dúvida, consulte o manual do Snap que eu escrevi aqui no blog. 

Se quiser remover o Falkon do sistema é só usar:
sudo snap remove falkon
 Até a próxima!

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Como instalar o KDE Connect Indicator no Ubuntu e no Linux Mint

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

O KDE Connect é uma ferramenta desenvolvida pelo projeto KDE que permite a integração entre o seu computador e o seu Smartphone Android. Distribuições Linux que utilizam o ambiente gráfico KDE Plasma costumam trazer a integração nativa a este recursos, no entanto, outras distros que usam outras interfaces, como GNOME e Cinnamon, não possuem essa mesma facilidade.

KDE Connect Indicator Ubuntu e Linux Mint





Para utilizar o KDE Connect de forma integrada ao nosso sistema operacional que não usa KDE Plasma vamos utilizar uma ferramenta chamada KDE Connect Indicator, essa ferramenta vai trazer as opções de configurações que você precisa para utilizar o KDE Connect e ainda vai colocar um ícone indicador (geralmente na barra de tarefas) no seu sistema, facilitando a sua vida.

Você encontra a aplicação KDE Connect no repositório oficial do Linux Mint e do Ubuntu, entretanto, o que falta nestes casos é justamente a integração que o KDE Connect Indicator permite. Com ele você consegue enviar arquivos do celular para o computador, do computador para o celular, receber as suas notificações no seu desktop e uma série de outras funcionalidades que você pode encontrar descritas na documentação do software.

Download  instalação


Via de regra, existem duas formas para você instalar o KDE Connect Indicator no Ubuntu e no Linux Mint. Uma das opções é você adicionar o seguinte repositório PPA: ppa:webupd8team/indicator-kdeconnect


A outra forma (talvez mais simples) é instalar um pacote .deb dando dois cliques, você consegue baixar os pacotes .deb diretamente do Launchpad que armazena os PPAs.

Repare que existem versões de 32 e 64 bits, então escolha a adequada para o seu sistema, outra coisa que você pode observar é a versão do Ubuntu/Mint para a qual você vai baixar o aplicativo


Depois de baixar o pacote é só instalar dando dois cliques:

KDE Connect Indicator

Depois de instalado, você encontra as aplicações no menu do sistema:

KDE Connect Indicator Ubuntu

Para poder sincronizar o seu Smartphone com o computador através do KDE Connect você também vai precisar do aplicativo, este pode ser obtido gratuitamente através da Google Play Store.

Até a próxima!
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Lançado Kdenlive 17.08 com várias correções de bugs

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O editor de vídeos Kdenlive lançou um atualização neste semana para os usuários. A versão 17.08 vem com várias pequenas correções para corrigir problemas recorrentes e melhorar a estabilidade do software.

Lançado Kdenlive 17.04 Novidades







Os desenvolvedores do Kdenlive anunciaram nesta semana a disponibilidade da nova atualização para o software de edição de vídeo (que eu uso para fazer o canal Diolinux no YouTube). Dentre os bugs corrigidos podemos destacar a correção no efeito "Freeze", correções em caixas de verificação que ficavam inconsistentes no painel de efeitos. Agora é possível também adicionar uma tecla de atalho para função de "extrair um quadro" no editor.

Outras correções incluem também o efeito de "clique" que acontecia ao cortar certas faixas de áudio, chegamos também à versão Beta do Kdenlive para Windows. O próximo "milestone" do projeto deve ser o Kdenlive 17.12, que sai somente no final do ano e que promete trazer mais novos recursos.

Em breve esta versão do Kdenlive deverá estar nos repositórios de praticamente todas as distros, incluindo o PPA estável para Ubuntu e Linux Mint (e derivados).

Para saber mais sobre esta nova versão do Kdenlive e conferir todo o changelog, clique aqui.

Até a próxima!
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