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Novidades previstas para o Dolphin e outros KDE Apps

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terça-feira, 8 de outubro de 2019


O Dolphin é provavelmente o gerenciador de arquivos mais completo do mundo Linux. E parece que para os desenvolvedores do KDE, ainda não é o suficiente. Recentemente foi divulgada uma lista com aprimoramentos e novas funcionalidades a serem implementadas no Dolphin, bem como algumas correções em outras aplicações na versão 5.18 do KDE.


As novidades no Dolphin


Agora ao clicar e segurar nos botões de avançar e retroceder, será exibida uma lista dos diretórios acessados. Algo semelhante ao que acontece nos navegadores.
O painel “Locais”, localizado na lateral esquerda do Dolphin, agora substituirá o antigo painel “Salvo recentemente”. Que, ironicamente, não exibia arquivos salvos a um período muito curto de tempo.
Nas configurações do Dolphin será possível escolher entre todas as opções possíveis para se trabalhar com arquivos executáveis.

Implementações em outros KDE apps


Os softwares Kate e Okular, incluindo as suas versões da Windows Store (sobre as quais já falamos neste artigo), acabaram de receber a correção de um bug que fazia com que os mesmos exibissem linhas horizontais na tela ao serem executados em monitores com resolução em escala fracionada.
Corrigido erro ao utilizar os paineis integrados do Konsole (emulador de terminal do KDE) no Kate e em outros apps, ao utilizar dois monitores em Hi-DPI.
A página de configurações do sistema agora possui uma interface escalável mais fracionada
O visualizador de documentos Okular agora memoriza configurações de zoom, barra lateral e visualização, individualmente para cada documento.
Gwenview e Spectacle agora possuem barras deslizantes para ajustar a qualidade de salvamento de imagens em JPEG.

A versão 5.18 do Plasma será lançada apenas em fevereiro. Porém, algumas das implementações para os KDE Apps já estarão disponíveis aos usuários em dezembro. O dia exato ainda não foi revelado.

Você está ansioso por alguma dessas funcionalidades no KDE? Ou está esperando por alguma que ainda não foi anunciada? Conte-nos nos comentários.


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Kate e Okular na Windows Store, e portabilidade de softwares

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019


Um dos temas mais recorrentes entre usuários e criadores de conteúdo do mundo Linux, é a portabilidade de softwares nativos de Windows para o sistema do Pinguim. Hoje abordaremos o mesmo assunto, só que ao contrário.

kde-kade-okular-windows-store-portabilidade-de-softwares

O editor de texto Kate, e o leitor de documentos Okular, ambos provindos do projeto KDE, foram disponibilizados na Windows Store. Respectivamente nos dias 12/09 e 20/09 deste ano (2019). Uma ótima notícia para pessoas que gostam dos softwares, mas preferem ou precisam utilizar Windows.

Muitas vezes uma pessoa utiliza um sistema operacional, não por gostar do sistema em si, mas por que precisa utilizar ferramentas que estão disponíveis somente para aquele único sistema. Isso realmente acaba sendo um problema, pois tira, ou dificulta muito a possibilidade de escolha.

Muitas vezes, quando um software de Windows ou MacOS não possui versão para Linux, existe outro software equivalente disponível de forma nativa no sistema do Pinguim. Porém, em um caso no qual a pessoa depende daquele software proprietário, disponível apenas em uma plataforma para trabalhar, produzir e ganhar a vida, fica realmente muito complicado substituí-lo por outro equivalente, e ter que reaprender a fazer o mesmo trabalho de maneira diferente.

Mais complicado ainda é quando essa mudança precisa ser feita em uma empresa, não com uma pessoa apenas, mas sim com várias. É claro que esse tipo de mudança é possível, tanto que já foi feita muitas vezes, por muitas pessoas, empresas e até órgãos públicos. Todavia, enquanto uma mudança desse nível é feita, é muito comum ocorrer queda na produção da empresa ou da pessoa que está se adaptando a aquela nova ferramenta. Como todos nós sabemos, queda na produção é sinônimo de prejuízo. Por isso, ao praticar uma mudança dessas, cabe aos responsáveis decidirem se os prós serão maiores que os contras.

É por isso que portes como os do Kate e Okular são muito importantes para que o usuário realmente tenha uma liberdade de escolha. Imagine que bom seria se uma pessoa pudesse escolher qual sistema operacional utilizar, sem ter que se preocupar com compatibilidade de ferramentas. Baseando a sua escolha apenas nos sistemas em si.

Nós, usuários Linux, frequentemente abordamos o assunto de portabilidade de outras plataformas para a que utilizamos. O que é perfeitamente normal, já que estamos visando o crescimento dos sistemas que utilizamos. Mas nem sempre discutimos sobre portar os nossos softwares para outras plataformas.

Na minha opinião, liberdade, e o melhor para todos, seria se pudéssemos utilizar o computador para lazer, ou fazer o nosso trabalho utilizando a ferramenta que quisermos, no sistema que quisermos. Mas isso é, provavelmente, apenas um pensamento utópico da minha parte.

E você, o quê acha sobre tudo isso? Para você, deveríamos manter os “nossos” softwares compatíveis apenas com Linux? Ou você concorda que quanto mais softwares multiplataforma existirem, independente do seu sistema de origem, melhor para todos? Diga-nos a sua opinião nos comentários.

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Projeto KDE migra para o GitLab

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O KDE é uma das maiores comunidades e projeto de código aberto da atualidade, contando com mais de 2600 colaboradores ativos. Com o intuito de oferecer um ambiente gráfico completo, seja com as inúmeras features do KDE Plasma ou as dezenas de aplicações e suas configurações disponíveis. O KDE parece seguir uma linha de pensamento em sempre ouvir seus desenvolvedores e usuários, talvez, daí tenha partido o intuito da migração para o GitLab.

kde-plasma-qt-gitlab-deveops-developer-desenvolvedor-linux-interface-apps-open-source-software-livre

Alguns aspectos foram analisados antes da decisão, aliás mudar uma gigantesca base de código para outro serviço não deve ser uma tarefa fácil. A mudança não seria ao acaso também, alguns objetivos estavam em mente, este seriam:

  • Infra-estrutura mais acessível para a contribuição ao projeto;
  • Integração com o Git, para revisão do código e demais afazeres;
  • Infraestrutura e ferramentas sólidas e descomplicadas;
  • Um bom canal de comunicação e relacionamento aberto com os responsáveis do GitLab.

Inclusive o próprio GitLab se prontificou à auxiliar o KDE com os principais objetivos e metas para a migração, contudo a decisão passaria antes pela comunidade e o conselho do projeto. Finalmente às duas partes chegaram a um acordo, e durante o mês de setembro o GitLab anunciou a decisão do KDE:

“Hoje, o GitLab, a plataforma DevOps entregue em um único aplicativo, anunciou que o KDE, uma comunidade internacional de tecnologia que cria software de código aberto e gratuito para desktops e laptops, está adotando o GitLab para que seus desenvolvedores aprimorem ainda mais a acessibilidade de infraestrutura e incentivem contribuições”.

“O KDE é uma comunidade de software livre e de código aberto, dedicada a criar uma experiência em informática de forma fácil de usar. Oferece um gráfico avançado em desktop , uma ampla variedade de aplicativos para comunicação, trabalho, educação e entretenimento, além de criar facilmente uma plataforma para novos aplicativos”.

Comentando um pouco mais sobre o ocorrido, David Planella, gerente de relações com a comunidade do GitLab, disse:

“Estamos muito satisfeitos que o GitLab tenha sido escolhido pela comunidade KDE, assim fornecendo aos seus desenvolvedores as ferramentas e recursos adicionais necessários, para a criação de aplicativos mais avançados”.

Acrescentando a sua fala, Planella continua:

“O KDE coloca uma forte ênfase em encontrar soluções inovadoras para problemas antigos e novos em uma atmosfera aberta para experimentos. Esse pensamento está alinhado ao objetivo do GitLab de ajudar as equipes a colaborar melhor no desenvolvimento do software, e esperamos apoiar o KDE enquanto eles continuam criando um ótimo software para milhões de usuários em todo o mundo”.

Lydia Pintscher, então presidente do KDE e.V., conclui:

“Para uma comunidade aberta como o KDE, é essencial ter uma infraestrutura amigável e fácil de usar. Passamos os últimos dois anos reduzindo significativamente as barreiras de entrada em todo o KDE. A mudança para o GitLab é um passo importante nesse processo”.

Por meio deste link você poderá ver com mais detalhes as ferramentas anteriormente utilizadas pelo KDE, e quais o projeto passa a adotar com essa mudança. Se antes o processo era dividido em diversos passos e inúmeras etapas, o GitLab trouxe uma simplicidade que poderá facilitar ainda mais o trabalho dos colaboradores. 

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Lançada a nova versão do Nitrux, a distro Linux focada em AppImage

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terça-feira, 1 de outubro de 2019

O Nitrux é um sistema baseado em Linux que faz uso de tecnologias do KDE e Qt. A distribuição traz diversas peculiaridades, a começar por sua escolha em focar no formato de empacotamento para software AppImage. Mesmo sendo baseado no Ubuntu, não espere encontrar o APT nessa distribuição e em seu lugar existirá o AppImage CLI Tool para gerenciar os AppImages.

nitrux-linux-appimage-ubuntu-distro--qt-kde-vmetal-virtualização-windows

Seu Desktop environment é o KDE Plasma 5, mas com algumas modificações. Não chega a ser um novo ambiente gráfico, mas dá uma identidade própria para distro. Essa customização é denominada pelo projeto de NX Desktop, contudo eles reforçam que não se trata de um fork, uma nova DE ou algo do tipo, apenas o bom e velho KDE Plasma. Adiante um vídeo da versão 1.0.16 feito pelo pessoal do Linux Scoop.


Muitas outras características interessantes, como: o znx, MauiKit e VMetal estão presentes. Falando do VMetal, especificamente, fiquei atraído por sua performance durante a execução do Windows 10 em paralelo com o Nitrux. O projeto promete, e quem sabe a execução de softwares do Windows, digamos que programas da família Adobe, possam ser realidade. Obviamente, sem o auxílio de tecnologias como Wine, Proton, etc. Veja abaixo um vídeo demonstrando o Windows sendo executado sob o Nitrux.


Caso tenha se interessado pelo VMetal, acesse a postagem da equipe do Nitrux detalhando os testes e o desenvolvimento do projeto. Vale ressaltar que algumas interfaces de suas aplicações são desenvolvidas pelo Nitrux utilizando a framework MauiKit, a loja é um exemplo.

Nova versão lançada!


O anúncio do lançamento do Nitrux 1.2.1 foi realizado diretamente em seu perfil oficial do Twitter, indicando a disponibilidade do sistema e seu suporte e FAQ. Além de incentivar o download.

Acesse o site oficial do Nitrux para obter mais informações sobre o projeto, adianto que as versões estáveis só podem ser baixadas mediante uma contribuição e as versões em desenvolvimento podem ser experimentadas sem nenhuma restrição.

Site oficial do Nitrux, FAQ em espanhol para esclarecimento de dúvidas.

Já conhecia o Nitrux? É incomum ver uma distribuição utilizando AppImages no lugar de um gerenciador de pacotes ou quem sabe um Flatpak da vida. 

Particularmente o que me atrai é o VMetal, esse me chama muito atenção. Quando um dos responsáveis pelo Nitrux, o Uri Herrera, fez a postagem no Medium fiquei impressionado.

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Fonte: Nitrux.
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Chrome solicitando senha ao iniciar, como resolver?

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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Os gerenciadores de chaveiros do sistema, como o GNOME Keyring e o KDE Wallet. São aplicações responsáveis por gerenciar e armazenar credenciais de segurança, como nomes de usuário, senhas e chaves. Estes gerenciadores, geralmente são softwares muito bons e seguros, porém, em certas situações a forma com que funcionam pode ser um tanto irritante.

como-resolver-chrome-solicitando-senha-ao-iniciar

Em várias distribuições Linux, já presenciei um comportamento um tanto intrigante quanto ao funcionamento dos gerenciadores de chaveiros do sistema. Ao iniciarmos o sistema operacional, quando digitamos a senha na tela de login, também estamos autorizando o desbloqueio do chaveiro do sistema. Permitindo assim ao usuário acessar programas por ele protegidos, como por exemplo, o Google Chrome.

Porém, com a função “autologin” ativada, não precisamos digitar a senha para inicializar o sistema. Logo, em alguns casos, o chaveiro não é desbloqueado na inicialização. Desta forma, toda vez após o sistema ter sido inicializado, na primeira vez que formos iniciar um desses aplicativos protegidos, será necessário digitar a senha para desbloqueio do chaveiro. Que, para o chaveiro padrão, é a mesma senha de usuário que você criou durante a instalação do sistema.

Por esse motivo, em vários sistemas e interfaces gráficas diferentes, precisamos digitar a senha toda vez que iniciarmos o Google Chrome pela primeira vez, após a inicialização do sistema. Esse comportamento pode ser o mesmo para o Chromium, e outros aplicativos que estiverem sendo protegidos pelo chaveiro do sistema.

Todavia, esse não é um comportamento que ocorre em todos os casos. Algumas distribuições, como por exemplo, o OpenSUSE. Não tem esse “problema”. Nem todas as distros utilizam os mesmos gerenciadores de chaveiros, ou vem configuradas da mesma forma. Sendo assim, esse comportamento acontece apenas em alguns casos.

Após alguma pesquisa, consegui encontrar uma maneira de contornar esse funcionamento “chato”, e fazer com que, mesmo com o “autologin” ativado, o sistema não solicite mais que o usuário digite a senha ao iniciar estes aplicativos pela primeira vez após o boot.

Procedimento em distros que utilizem o GNOME Keyring


Na maioria das distros com interface GTK, como GNOME Shell, XFCE, e Cinnamon. O gerenciador de chaveiros utilizado é o GNOME Keyring. Nestas distros realizaremos o procedimento através de um utilitário chamado Seahorse.

• O Seahorse pode ser instalado via interface gráfica através da loja de aplicativos da maioria das distros.

gnome-software-fedora

Se preferir instalar via terminal, rode o comando abaixo de acordo com a sua distro:

Fedora:

sudo dnf install seahorse

Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo apt install seahorse

Manjaro, Arch Linux e derivados:

sudo pacman -S seahorse

OpenSUSE:

sudo zypper install seahorse

Após a instalação, o ícone do Seahorse estará disponível no seu menu de aplicativos. Abra-o. No canto superior esquerdo, na sessão “senhas”, você verá um “chaveiro” chamado “Login”.

Clicando sobre ele, à direita você verá quais são os programas que estão sendo protegidos por este chaveiro. Clique com o botão direito do mouse sobre o chaveiro, selecione “Alterar senha”. 

senha-do-chaveiro-seahorse

• Digite a senha atual, e quando for solicitado a nova senha, apenas deixe ambos os campos em branco.

caixas-de-dialogo-alteracao-senhas-seahorse


• Pressione “Continuar”, e pronto! A senha do seu sistema continua sendo a mesma, porém a senha do chaveiro não mais existe. Desta forma, este será aberto automaticamente durante a inicialização.

Realizando o procedimento no KDE Plasma


Abra o menu e pesquise por “Wallet”. Clique em “Carteira do KDE”.

busca-wallet-menu-kde-plasma

Na janela que abrir, desmarque a caixa de seleção “Habilitar o subsistema de carteiras do KDE”, e clique em “OK”.

configuracoes-carteira-kde

Se você estiver logado no sistema de sync do Chrome/Chromium com a sua conta Google, a alteração que você acabou de fazer fará com que o login fique pausado. Para resolver esse problema: abra o Chrome/Chromium. Na barra de endereços cole a linha abaixo e pressione “Enter”.

chrome://flags/

No campo de busca, dentro da página que você acabou de abrir, cole a linha abaixo e pressione “Enter”.

Identity consistency between browser and cookie jar

configuracoes-recursos-experimentais-chrome-chromium

Conforme indicado na imagem acima, selecione “Disabled”, depois clique em “Relaunch Now”.

Pronto! A sua senha de usuário continua sendo a mesma, e ela jamais será solicitada ao iniciar o navegador novamente.

Você já teve esse problema e conseguiu solucionar com este método? Ou talvez você conheça uma solução melhor? Dê o seu feedback nos comentários.

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Quem vê cara não vê coração - Design nas distros Linux

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O post de hoje é um daqueles em que dou minha opinião ou determinado ponto de vista sobre um assunto em específico. Estava criando uma capa para uma matéria aqui do blog, e o fatídico ditado popular veio em minha mente. “Quem vê cara não vê coração”. Mas será que isso pode ser aplicado no Linux e suas diversas distribuições?

design-ux-visual-app-programa-sfotware-livre-open-source-linux-ubuntu-mint-deepin-fedora-endless-manjaro-cinnamon-kde-gnome-dde-xfce-mate-mx

Inevitavelmente o que atrai o peixe para o anzol é a isca, contudo a "pobre vitima" vislumbra de longe a suculenta refeição, e “morre pela boca”. Digamos que, de certa forma o mesmo ocorre com o usuário comum. Sei que Linux tem diversas utilidades e domina setores, como servidores, IoT, etc. Irei focar no uso doméstico, no usuário comum e seu desktop/laptop.

“Buniteza e só isso” (eu sei que a palavra está errada)


Não é de hoje que projetos, como o Diolinux, O Cara do TI e até mesmo OSistemático, pontuam que falta mais marketing no Linux, focado no usuário doméstico. Outro ponto é o cuidado com os detalhes e apelo visual. Atualmente as distribuições Linux mantém uma consistência de design razoável, e algumas encantam à primeira vista. Contudo, outras afastam com seu visual retrógrado e com cara de “Windows 95”. Não me levem a mal, mas sinto muito por quem acha isso bonito.

Sistemas com um visual atraente, mesmo que muitos não sejam de meu agrado, são em primeiro momento a porta de entrada para usuários. Windows 10, macOS, Fedora, Elementary OS, Deepin, Endless OS, entre outros. Possuem características e uma lógica em sua composição visual, coisa que nem todo sistema que pretende ser uma opção viável ao usuário comum tem. No entanto, o aspecto da aparência é importante. Afinal, ele é o que atrai as massas.

Não sei você, mas já passei por situações em que um sistema ou programa era apenas “bonito”, enquanto um “feinho” supria de melhor maneira o que era proposto a fazer. Mesmo no presente, existem muitas distros e programas feios, horrorosos, mas que cumprem sua função. Alguns não são nada intuitivos, entretanto com perseverança “são domáveis”. 

Ser atraente conquista maiores números inicialmente, todavia manter esse público não é garantido. Enquanto, sistemas e programas feios, podem ser subestimados e nunca experimentados pelas massas. Geralmente quem usa uma solução assim, ou já conhecia (quem sabe recebeu uma indicação), ou foi um dos poucos que “topou o desafio”.

“Sou feio, mas entrego o combinado”


Conforme mencionei anteriormente, ser atraente não garante ou fideliza um usuário em questão. Obviamente, que muitos continuarão apenas pelas aparências, confesso que já fiz isso inúmeras vezes (ter TOC não é fácil 😁️😁️😁️), mas até quando?

A um tempo atrás apresentei algumas distribuições para clientes, enfatizei algumas que não tinham um design tão atrativo, porém o visual fala mais alto. Só que sou teimoso, persistia um pouco mais e eles acabavam topando testar o que indiquei fervorosamente. Alguns permaneciam, outros voltavam e testavam a opção mais atraente, entretanto pude perceber que mesmo o “mais feio” entregando o combinado, o bonito na maioria das vezes ganhava.

Inúmeras vezes as soluções eram mais eficazes, mas o design fala mais alto. É curioso acompanhar a reação e ver que de fato, somos uma espécie atraída pelo visual. Utilizar softwares e sistemas “desprovidos de beleza” e um bom conceito de design, não é uma regra, e quanto menos conhecimento ou expertise possui uma pessoa em determinada área, a beleza irá se sobressair, pois “quem vê cara não vê coração”.

Conclusão 


A comunidade é composta por mais programadores do que designers, ótimos softwares existem aos montes, apesar disso seu visual ou planejamento não é pensado na utilização de um completo leigo. Isso diminui o alcance, limitando a um perfil específico, conquanto muitas pessoas poderiam ser atraídas, mas por não chamar essa atenção (seja numa simples logo, ícone ou visual mesmo) perdem a chance de crescerem ainda mais. 

Precisamos de mais designers, mais marketing, mais desenvolvedores focados na simplicidade e eficiência. Fico feliz que vários projetos pensam assim, e criam soluções bonitas e extremamente funcionais. O mundo Linux, depois de muitos anos, enfim tem distribuições e profissionais que além de doar seu tempo e esforço, despertaram que “saber se vender” atrai mais olhares.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e fique ligado nas novidades.

Diga nos comentários se já passou por alguma experiência semelhante a essa, ou se ficou surpreso com um software, ou sistema (mesmo que ele não seja atraente). Também fale sobre experiências positivas, pois sei que tem muito software bonito e eficiente.

Até o próximo post, que estou feliz da vida por utilizar apps bonitos e funcionais, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Kdenlive 19.08.1 está disponível em flatpak com muitas correções pontuais

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sábado, 21 de setembro de 2019

Recentemente fizemos uma matéria cobrindo as principais novidades do projeto KDE e o que isso iria impactar nos outros projetos sob o “guarda-chuva”.


Kdenlive 19.08.1 está disponível em flatpak com muitas correções pontuais





Um “produto” famoso do “leque” KDE é o Kdenlive, um editor de vídeo não-linear muito usado por mim, pelo Henrique (OSistemático) e por muito anos pelo Dio no canal do Diolinux. Ele é um editor muito bom e bem completo. 

Com o lançamento do KDE 19.08 várias melhorias foram feitas, com o Kdenlive as recebendo também. Porém, recentemente houve um novo update, o KDE Applications 19.08.1, com várias melhorias e correções de bugs, lançado no dia 5 de setembro e só agora chegando ao Kdenlive. As correções e melhorias no editor foram:



● Corrigido a desativação no clipe, quando desabilita uma parte do áudio;
● Corrigido a quebra do redimensionamento da linha do tempo;
● Corrigida a desativação do autoscroll; 
● Efeitos antigos customizados serão convertidos em uma novo, com o seu nome customizado também; 
● Ao usar o efeito de redimensionar (Ctrl+)  em um clipe, a imagem sempre será mantida centralizada na tela; 

Para ver mais detalhes, você pode acessar aqui.

Se você quiser usar essa nova versão do Kdenlive, você pode acessar aqui e escolher o melhor método para a sua distro. Se você escolher instalar via Flatpak, vale a pena conferir o nosso tutorial de como ativar essa funcionalidade na sua distro, caso ela não tenha.

Feito isso, você pode instalar o Kdenlive via Flatpak de duas formas. A primeira, buscando na sua “lojinha de apps” por Kdenlive e instalando por lá. Ou via terminal, com o seguinte comando:

flatpak install flathub org.kde.kdenlive

Aí é só seguir as instruções na tela e esperar a instalação. Depois é só procurar pelo Kdenlive no “Menu” da sua distro.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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KDE Plasma 5.12.9 LTS lançado

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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Usuários da versão 5.12 LTS (Long Term Support) do KDE Plasma tiveram uma boa notícia no último dia 10 de setembro, com o lançamento da nona versão de manutenção do desktop environment. Com um total de 24 correções de erros e atualizações de tradução, a versão 5.12.9 deve ser o último update antes do lançamento da próxima LTS.

kde-plasma-5.12.9-lancado

Lançada em fevereiro de 2018, a versão 5.12 é a atual versão de longo suporte do KDE Plasma. A versão recém lançada, a 5.12.9, deve ser a última atualização de manutenção agendada para a atual LTS. Segundo os mantenedores do projeto KDE, novas versões de correção deverão ser lançadas apenas se houver a necessidade de corrigir vulnerabilidades críticas de segurança ou erros que possam causar instabilidade no uso do Plasma Desktop.

Essa nova versão conta com seis meses de correções de erros e traduções da comunidade KDE. As correções são consideradas relativamente pequenas, mas importantes. Entre elas, podemos destacar as seguintes:

Mudança no ‘applet’ da Lixeira para que utilize as mesmas configurações de sombras dos ícones da área de trabalho.

applet-lixeira-kde-plasma

Melhoria na nitidez dos nomes de pastas e arquivos.

modificação-nomes-pastas-arquivos kde-plasma

Correção na tradução dos controles multimídia na tela de bloqueio.

Correção de um bug no dicionário do ‘Krunner’ que fazia com que o mesmo não mostrasse nenhuma definição para a palavra pesquisada.

Se você quiser ver a lista completa com todas as correções, acesse o registro de mudanças da versão.

A próxima LTS do KDE Plasma deverá ser a versão 5.18, e está agendada para meados de fevereiro de 2020.

Se você estiver utilizando o KDE Plasma na versão 5.12.8, é recomendado que fique atento às atualizações da sua distro, para que assim que esteja disponível você o atualize para a atual 5.12.9.

À mim parece que os ‘desktop environments’ do mundo Linux vem crescendo em um ritmo bastante acelerado nos últimos tempos, o que acho ótimo. As melhorias no KDE Plasma nos últimos lançamentos foram incríveis, o que você pode ver por este, e este posts. Já no “lado GTK da força”, a versão 3.32 do GNOME veio “com tudo”, e a 3.34 já chegou com muitas melhorias. O XFCE, além das melhorias excelentes na versão 4.14 também prometeu um intervalo de tempo mais curto até o lançamento da próxima versão.

Na verdade, todo o “mundo Linux” para desktop vem crescendo de forma cada vez mais rápida, e há muito para se falar sobre isso. Mas isso já é assunto para outro post. 😁

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Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos dos leitores do blog Diolinux, vem acompanhando a “saga” do Linux em notebooks híbridos (Intel+NVIDIA), onde já produzimos artigos de como instalar o Ubuntu/Mint até a notícia mais esperada, a compatibilização completa no Linux, que finalmente saiu e você pode conferir aqui.

Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435






Dentro desses artigos, teve também artigos falando que a NVIDIA estava disposta a trabalhar o Optimus no Linux, como também os anúncios da Canonical, através do Ubuntu, incluindo os drivers da NVIDIA já na ISO.

Por incrível que pareça, a primeira flavour do Ubuntu a se movimentar e começar o processo de suporte, foi o Ubuntu MATE, através do desenvolvedor principal, Martin Wimpress. Tanto que tem um artigo falando sobre o Ubuntu MATE 19.04 e as suas facilidades com as híbridas.

E como não seria surpresa para ninguém, eis que o Ubuntu MATE surge novamente como “pioneiro”  no mundo das híbridas, vamos assim dizer 😁.

Em seu Twitter, Martin fez um anúncio muito positivo e gerou uma expectativa muito boa na comunidade. Ele anunciou uma nova versão do plugin mate-optimus para a versão 19.10 (a mesma do Ubuntu 19.10) e assim compatibilizando-o com as novidades trazidas pela NVIDIA no driver 435, em especial para as híbridas (Nvidia Optimus).



Como demonstra a imagem, agora podemos escolher qual modo utilizar (Power Saving, Performance Mode ou On-Demand).

É ali na opção On-Demand, que “reside a mágica” da Nvidia para as híbridas. No primeiro anúncio, Martin tinha informado que ainda seria necessário fazer o logoff para a troca. Aí perguntei a ele se pretendia compatibilizar a "não necessidade" dessa etapa, e ele disse que ia arrumar. E assim fez.

Também perguntei se essa ferramenta poderia ser usada em outras interfaces ou se ele teria alguma informação sobre. Ele confirmou que sim, e que as interfaces suportadas serão: MATE, XFCE, Budgie, Cinnamon, GNOME, KDE e LXQt. Para conferir a thread completa, acesse o link.

Ele também me falou, que se a pessoa quiser testar fora do Ubuntu 19.10, bastasse clonar o repositório do GitHub e rodar os binários em usr/bin. Se você quiser testar, o GitHub dele é esse aqui.

Isso era questão de tempo, das distros e interfaces gráficas a compatibilizar a solução da NVIDIA e assim ir “quebrando” esse tabu no Linux, que na minha visão, será totalmente derrubado no Ubuntu 20.04 LTS, assim fazendo com que as outras distros e flavours também irão seguir.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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GTK e Qt, do que se trata?

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

O mundo Linux é cheio de nomenclaturas diferentes que fazem parte do vocabulário dos usuários, dentre elas estão as palavras ou siglas "GTK" e "Qt". Vamos entender um pouco melhor do que se trata.

GTK e Qt





Temos um quadro no canal Diolinux chamada "DTL", o "Dicionário de Termos Linux", onde explicamos o significado de palavras que fazem parte desse universo, que todo mundo comenta no dia a dia, mas nem sempre sabe o significado.

O episódio dessa semana nos oferece a explicação sobre o tema "GTK" e "Qt":


O que é GTK e Qt?


Vamos começar definindo o que eles ambos são, GTK e Qt  são Widget Toolkits, que são bibliotecas de software utilizadas para criar interfaces gráficas para programas de computador.

Elas permitem que os desenvolvedores de softwares criem a interface dos programas, onde o usuário final vai interagir, clicando, deslizando interruptores, selecionando opções, etc.

No mundo Linux é muito comum o software rodar em modo texto também, e uma interface é construída para dar fácil acesso às ferramentas, o que permite que existam várias interfaces diferentes para um mesmo tipo de aplicação.

GTK


O GTK é exatamente um desses Widget Toolkits, que é completamente de código aberto e multiplataforma, apesar de ser menos comum, o GTK pode ser usado para fazer aplicações para Windows e macOS também.

O GNOME é o principal projeto que utiliza essa tecnologia e o GTK é responsável então pelo visual das aplicações do GNOME e de outros projetos que também usam ele, como MATE, Cinnamon, XFCE, Budgie, entre outros.

Opções de ambientes GTK


Apesar de o GTK não possuir exatamente um sistema com suporte para temas, como ele é de código aberto,  pode ser configurado para que os Widgets sejam exibidos de forma diferente e mudei o seu visual. 

É dessa forma que as distros que usam GNOME e/ou GTK criam seus visuais personalizados, é dessa mesma forma que, o que a gente convencionou a chamar de temas, são criados.

Que aplicativos são criados com GTK?

Todo o core de aplicações GNOME é GTK, mas existem outros softwares, como o GIMP, GNU Emacs, Ardour, AbiWord, Pidgin, o antigo Unity 7 do Ubuntu, entre muitos outros.

Qt


Assim como o GTK, o Qt também é um Widget Toolkit, multiplataforma e de código aberto, porém, ao contrário do GTK, que é geralmente usando em meio Linux a projetos com ligações ao GNOME, o Qt é amplamente usado em outros sistemas, incluindo o Linux, sendo popular também em aplicações que rodam no Windows, macOS, Android e sistemas embarcados.

Qt Creator


Atualmente o Qt é mantido pela ‘The Qt Company”, e pelo “Qt Project” de forma open source, o que envolve tanto desenvolvedores individuais e comunidades, quanto empresas e organizações comerciais.

Da mesma forma que o GTK, o Qt também é usado para dar o visual que as aplicações terão, e por ser usado de formas variadas, não só no mundo Linux, ele acaba tendo várias integrações com outros produtos do mercado.

Dentre os projetos famosos que usam o Qt, estão o KDE Plasma, a DDE, interface atual do Deepin, que migrou de GTK também, o LXQt, o Unity 8, projeto da Canonical com interface conversível, o Blackbarry 10, O SailfishOS, o Tesla Model S, o webOS, o MeeGO, entre outras.

Entre as empresas e projetos que usam o Qt, seja em software aberto ou proprietário, estão alguns elementos do Adobe Photoshop, alguns projetos da Autodesk, Bitcoin Core, CryEngine, DaVinci Resolve, Google Earth, VLC, OBS Studio, Telegram, Teamviewer, Virtualbox, WPS Office, entre outros.

Existe também um longa lista de empresas que usa Qt, que vão desde empresas reconhecidas por software, como  Adobe e Valve, passando por empresas de hardware, como AMD, até empresas de indústrias diferentes, como a Disney.

Você já sabia do que se tratavam essas palavras? Você tem alguma preferência? Compartilhe as suas opiniões no nosso fórum.

Até a próxima!
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Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Para quem acompanha o cenário Linux “tupiniquim”, já ouviu falar da distro BigLinux, que é muito tradicional no meio de TI e que já foi a distro de entrada de muita gente no mundo Linux.

Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04






Como tudo no mundo da tecnologia, temos evoluções e com o BigLinux não poderia ser diferente. Eis que em 2019, a distro volta com tudo e reformulada. A última versão tinha sido a 7.10 e lançada em 2017.  

A reformulação da distro

Primeira coisa que foi feita pelo pessoal do BigLinux, foi encontrar a base do sistema, e a escolhida foi o Ubuntu 19.04 e pretendem estabilizar no Ubuntu 20.04 LTS. Isso é muito bom, pois “vai pegar” as melhorias que vêm sendo implementadas pelo Ubuntu, como os drivers de vídeos recentes, Kernels e melhorias em geral.

Depois vem a escolha do Desktop Environment (DE), que antes eram usados o Cinnamon e a DE do Deepin. Depois de muitos testes, foi escolhido que seria melhor voltar para o KDE e implementar o LXQT.

Outras novidades apresentadas nesta versão 19.04 do BigLinux são:

● 30 webapps, entre eles Whatsapp, Telegram, Netflix, Spotify, Deezer, Prime Vídeo, Google Maps, Youtube, Twitter, Skype, Waze, TuneIn, Messenger, que ao todo não chegam perto de consumir 1 MB de armazenamento;



● Sistema de Arquivos Btrfs, que já vem configurado para criar pontos de restauração de até 7 dias (snapshots ou backups). Por padrão esse recurso funciona apenas para arquivos do sistema, não mantendo cópias dos arquivos da pasta do seu usuário, ou seja, a pasta /home, mas, se você preferir, pode alterar a opção em “Snapshots e backups”;

● Três (3) temas pré-configurados:  Arc, Adapta e Dark;



● Editor de Imagens GIMP, já com o GMIC e o PhotoGimp (criação Diolinux) instalados por padrão;



● Outra possibilidade, é poder escolher entre o Kernel “normal” (Generic, o mesmo usado pelo Ubuntu, por exemplo) ou o Kernel Xanmod, que conta com algumas melhorias.

Às versões dos principais programas são:

● Kernel Generic 5.0.0-25.26;
● Kernel Xanmod 5.2.8-8;
● KDE Frameworks 5.60.0;
● KDE Plasma 5.16.4;
● LibreOffice 6.3.0;
● GIMP 2.10.8;
● Firefox 68.0.2;
● Chromium 76
● Mesa Driver 19.0.9
● Suporte para Snap e Flatpak na loja de aplicativos.

Configuração mínima
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 2 GB de memória RAM
- 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 4 GB ou mais de memória RAM
- 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Para baixar a nova versão do BigLinux, basta acessar este link.

Muito bom ver uma distro tão querida retomando “os trabalhos” com “gás total” e trazendo um produto de qualidade, como o pessoal do BigLinux está fazendo. Espero que continue por muitos anos 😁.

Nós diga aí nos comentários, o que achou dessa versão nova do BigLinux.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Aplicativos KDE recebem atualização! 19.08

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Os desenvolvedores do KDE anunciaram a atualização de alguns aplicativos que fazem parte do "guarda-chuva" do projeto, chegando a numeração 19.08, seguindo a lógica de ano e mês, confira as principais novidades agora!

KDE Applications 1908






O canal "The KDE Community" no YouTube produziu um vídeo mostrando as principais novidades da atualização, que contemplam aplicações famosas, como o gestor de arquivos Dolphin, o editor de vídeos Kdenlive, o visualizador de documentos Okular, entre muitos outros:


Dolphin


Um dos destaques dessa atualização, o gestor de arquivos Dolphin, agora possui a função "bookmarks", de forma semelhante ao que se tem em navegadores de internet.

Novos bookmarks no KDE Plasma

Apesar de interessante, a função me aparece ainda "mal localizada", se as pastas ficassem simplesmente fixas na barra lateral esquerda, assim como já é possível fazer simplesmente arrastando -as para lá, provavelmente o recurso seria mais útil, navegar por muitos submenus para encontrar tais funcionalidades nunca é algo bom, mas ainda assim uma boa adição.

Outra nova funcionalidade no Dolphin está no painel lateral, que geralmente fica no lado direito, onde é possível agora ter a pré-visualização de arquivos, como mídias em vídeo, basta deixar o mouse sobre o arquivo e ele deve começar a ser reproduzido automaticamente em uma miniatura na barra lateral. Uma excelente função para criadores de conteúdo.

Kdenlive


O Kdenlive é um dos softwares do projeto KDE que eu tenho mais carinho, foi com ele que o canal Diolinux foi construído ao longo dos anos, e temos um nova atualização para o NLE também neste pacote.

Novo Kdenlive 19.08

Além de maior estabilidade e correções de bugs, esta nova versão tem melhorias nas teclas de atalho. Agora existem combinações que dão acesso a funções que antes precisavam de mais passos para serem aplicadas, como a mudança de velocidade de um clipe, segurando a tecla "Shift" e redimensionando um clipe, você pode torná-lo mais veloz ou mais lento facilmente, por exemplo.

Você pode conferir todas as novidades dos aplicativos KDE neste lançamento clicando aqui.

E você, já está usando os novos softwares do KDE? Compartilhe a sua experiência sobre eles no nosso fórum.

Até a próxima!
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KDE Connect no macOS e Windows! Isso mesmo! Você não leu errado!

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Praticidade é algo que sempre desejamos, indiferente do sistema operacional. Integrar Android e PC, ao menos que minimamente, é uma tarefa requisitada por muitos. No mundo Linux uma aplicação faz muito bem esse papel, seu nome é KDE Connect.

kde-connect-mac-windows-linux-android-app-smartphone-google

Ao instalar o Ubuntu sempre adiciono o KDE Connect em minha lista de aplicações. No Gnome, especificamente, uma boa pedida é utilizar a extensão GSconnect. Temos um post de instalação do KDE Connect e no caso do Ubuntu com Gnome, o GSconnect. Acesse a postagem e veja como utilizar o programa no Ubuntu e derivados. No entanto, o assunto de hoje é a integração do KDE Connect no Windows e macOS.

Google “contribuindo com KDE Connect”


A gigante das buscas é uma das muitas empresas que impactam o mundo open source. Seja com suas contribuições diretas, com auxílio no desenvolvimento ou dinheiro,como promoção. O curioso que desta vez, é que essa “contribuição” foi de forma indireta, através do Google Summer of Code 2019. Incentivados pela Google, diversos alunos são apresentados ao desenvolvimento de software open source. Esse programa permite que esses estudantes tenham maior contato com projetos abertos e em suas férias auxiliem no desenvolvimento de programas. Desde 2005, ano de sua criação, o Google Summer of Code reuniu mais de 14.000 estudantes e mais de 24.000 mentores ao redor do mundo inteiro. Num total, foram mais de 651 organizações de código aberto auxiliadas, e alguns estudantes estão trabalhando no KDE Connect para Windows e macOS.

KDE Connect no macOS


O Mac, por exemplo, possui o recurso de “continuidade” entre o macOS e o iOS. Essa função é muito interessante, porém, usuários de Android poderão sentir a necessidade de algo parecido. O KDE Connect no sistema da maçã, é uma boa solução.

Basicamente para utilizar o KDE Connect no sistema da Apple, você terá que ter as últimas versões (a partir do macOS 10.14 Mojave). Isso se o intuito for uma simples instalação de um DMG, versões inferiores também poderão fazer uso da ferramenta. No entanto, a construção (compilação do KDE Connect) deverá ser manual. Em breve versões estáveis serão lançadas, até lá os usuários de Mac devem acessar o KDE Binary Factory e obter o arquivo DMG.

kde-connect-mac-dmg-linux-android-app-smartphone-google

Baixe o KDE Connect para macOS, por este link.

Enfatizando que a opção disponibilizada atualmente precisa de permissão para execução de aplicativo de um desenvolvedor não certificado. Todavia é uma questão de tempo para não ser mais necessário esse passo em seu Mac. 

Caso queira mais informações sobre o KDE Connect para macOS, acesse o blog do estudante Weixuan Xiao, responsável por essa façanha.

KDE Connect no Windows


No Windows o KDE Connect pode ser compilado para sua utilização, porém, existem muitos problemas e plugins importantes sem suporte. Por esse motivo a versão para o sistema da Microsoft até hoje não foi considerada estável o suficiente para ser apresentada pelo projeto do KDE Connect. Mais uma vez um estudante, Piyush Aggarwal, participante do programa da Google, entra em ação e pretende resolver as atuais falhas e incompatibilidades.

A versão Windows ainda está em um estado mais “embrionário”, todavia Piyush vem, em seu blog, demonstrando os avanços em seu desenvolvimento. Eis um vídeo demonstrando um pouco do funcionamento do KDE Connect no Windows 10.


Mais informações podem ser obtidas no blog de Piyush, ele descreveu detalhadamente seus testes e resultados.

O app Android do KDE Connect está disponível diretamente na Google Play Store e F-Droid.

É muito interessante ver projetos de código aberto serem auxiliados por estudantes que, ao mesmo tempo que ganham expertise, contribuem com ótimas soluções. Com o Google Summer of Code, a Google proporciona a entrada de jovens profissionais no mundo open source.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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