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Instale a última versão do Mesa Driver no Fedora, Ubuntu e derivados

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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Manter o Mesa Driver em uma versão mais atualizada pode dar ao usuário acesso a novas funcionalidades, melhor compatibilidade, e em alguns casos até melhorias de desempenho em jogos e aplicações 3D, o que pode ser um excelente negócio, especialmente para usuários de GPUs AMD, e APUs Intel.


Por possuírem lançamentos fixos (point release) e um grande foco em estabilidade, distribuições como o Linux Mint, as versões LTS do Ubuntu, e outras distros que são baseadas nela, com o tempo acabam ficando com certos softwares em versões relativamente antigas. Para contornar tal característica nessas distros é bastante comum utilizarmos os PPAs (Personal Packages Archives), que como o próprio nome já diz são repositórios pessoais nos quais qualquer usuário com o devido conhecimento pode manter e distribuir pacotes próprios ou de terceiros.

A versão mais atual do Ubuntu, a 19.10, bem como o Fedora 31 fazem uso do Mesa Driver na versão 19.2. Já a versão 18.04 LTS do Ubuntu está utilizando o Mesa 18.0, e o Linux Mint 19.3 utiliza o Mesa Driver 19.0. Todavia, a versão estável mais recente do Mesa atualmente é a 19.3, que não está presente em nenhuma dessas distros, e pode ser uma versão muito interessante para usuários de chips gráficos Intel e AMD.

O Mesa Driver 19.3 trouxe melhorias de compatibilidade importantes para proprietários de GPUs Navi da AMD, e CPUs Intel da microarquitetura “Tiger Lake”. Essa também é a primeira versão a trazer por padrão o compilador de shaders ACO, desenvolvido pela Valve, e também o software de monitoramento de hardware em jogos, o Mesa Vulkan Overlay. Já cobrimos todas essas novidades e várias outras no post de lançamento do Mesa Driver 19.3.

Agora mostrarei a vocês como manter os drivers atualizados no Ubuntu, derivados do Ubuntu e Fedora. Para o Ubuntu e derivados temos três PPAs diferentes que podemos utilizar. São eles o Padoka nas versões de teste e estável, e também o Oibaf PPA. Já para o Fedora 31 utilizaremos um repositório copr, que de forma simplificada, são como os PPAs, só que para o Fedora.

Como instalar no Ubuntu e derivados?


Caso você esteja utilizando o Elementary OS, antes de adicionar qualquer PPA será necessário instalar o pacote “software-properties-common”, o que pode ser feito com o comando abaixo:

sudo apt install software-properties-common

Padoka Stable


A versão estável do PPA do Padoka, que atualmente conta com o mesa na versão 19.0, é uma excelente escolha especialmente para usuários da versão LTS do Ubuntu que não querem se arriscar em instalar uma versão de testes. O “Padoka Stable” também é o PPA recomendado pela Valve na Wiki oficial do Proton. Para instalar o “Padoka Stable” simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

Para o KDE Neon o comando é o seguinte:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa -y && pkcon update

Padoka Unstable


A versão “Unstable” do PPA do Padoka conta com o Mesa na versão 20.0, e é compatível com as versões 18.04 LTS e 19.10 do Ubuntu, bem como com as distros derivadas dessas versões. Essa é a versão mais atualizada do Mesa Driver disponível atualmente, e conta com todas as mais recentes novidades implementadas pelos desenvolvedores. Todavia, essa também é uma versão de testes, e não é recomendado o seu uso caso você esteja procurando por estabilidade. É perfeitamente possível que você jamais tenha qualquer problema ao utilizar tal versão, que inclusive é a que eu utilizo. Mas como o próprio nome já diz, é uma versão “Unstable”. Então use por sua conta e risco.

Para instalar o “Padoka Unstable” simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/mesa -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

Para o KDE Neon o comando é o seguinte:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/mesa -y && pkcon update

Oibaf PPA


O Oibaf PPA é o repositório no qual o “Padoka Unstable” é baseado, e também traz a versão mais recente do Mesa Driver, que atualmente é a 20.0. Por ser uma versão “unstable”, todas os avisos citados anteriormente sobre o “Padoka Unstable” também se aplicam ao Oibaf PPA. Como diferencial, o Oibaf é compatível com um número maior de versões do Ubuntu, sendo elas a 18.04, 18.10, 19.04 e 19.10.

Para instalar o “Oibaf PPA” simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal:

sudo apt-add-repository ppa:oibaf/graphics-drivers -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

Para o KDE Neon o comando é o seguinte:

sudo apt-add-repository ppa:oibaf/graphics-drivers -y && pkcon update

Como instalar no Fedora 31?


No Fedora 31 utilizaremos o repositório “che/mesa”, que também conta com o Mesa Driver na versão 20.0. Sendo assim, todas os avisos citados anteriormente sobre o “Padoka Unstable” e o “Oibaf PPA” também se aplicam ao “che/mesa”.

Para atualizar o Mesa Driver para a versão 20.0 através do “che/mesa”, primeiro abra o editor de texto da sua preferência em modo de superusuário. Para fazê-lo, abra o terminal e digite “sudo NomeDoEditorDeTexto”. Por exemplo, se você estiver utilizando o GNOME Shell, o editor de texto padrão é o Gedit. Nesse caso, o comando é “sudo gedit”.

Feito isso, acesse a página oficial do repositório che/mesa, e conforme mostrado na imagem abaixo copie o conteúdo da primeira caixa de texto, cole dentro do editor de texto que você abriu como “root”, e salve o arquivo no diretório “/etc/yum.repos.d/” com o nome de “che-llvm.repo”.

Por fim, novamente abra o editor de texto em modo “root”, cole dentro dele o conteúdo da segunda caixa de texto, e salve no mesmo diretório “/etc/yum.repos.d/” com o nome de “che-mesa.repo".

Agora é só atualizar o seu sistema através da loja de aplicativos, ou com o comando abaixo:

sudo dnf update -y

Pronto! Após ter atualizado o Mesa Driver através do procedimento de sua preferência, é só reiniciar o sistema e aproveitar as novas funcionalidades. Mas lembre-se: se você não está tendo problemas, e não está precisando de nenhuma das novas funcionalidades, a melhor escolha é sempre manter a versão que está instalada no seu sistema por padrão. Como diz o ditado: “Em time que está ganhando não se mexe”.

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Shadow of the Tomb Raider: Linux vs Windows

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sábado, 21 de dezembro de 2019

Um dos fatores mais determinantes quando uma pessoa está escolhendo um sistema operacional, é o seu desempenho em jogos. Tendo isso em mente, decidimos comparar o desempenho de um Triplo A recente, o Shadow of the Tomb Raider, entre o Windows e uma distribuição Linux.


Como diz aquele velho ditado: "Old habits die hard". É difícil perdermos velhos hábitos e matarmos velhos mitos, que há muito tempo já não são mais uma realidade. Infelizmente a crença de que sistemas Linux são difíceis, só para "hackers", e não rodam jogos ainda são uma verdade na cabeça de muitas pessoas, especialmente daquelas que não estão familiarizadas com a realidade atual dos sistemas Linux.

Combater esse tipo de desinformação é uma das "teclas" nas quais mais batemos aqui no Diolinux. Inclusive, essa foi uma das principais razões para termos criado o nosso canal na Twitch há cerca de um ano atrás, e desde então mostramos diariamente como é perfeitamente possível utilizar um sistema Linux para jogos hoje em dia, e em uma grande parte dos casos é algo extremamente fácil de ser feito. 

Antes de continuarmos, é importante deixar claro que toda vez que você ler o termo "o Linux" nesse artigo, estarei me referindo às distribuições Linux para desktop de modo geral.

O jogo que vamos testar hoje relata o terceiro capítulo da história da Lara Croft, foi lançado em setembro de 2018, e teve a sua versão para Linux lançada em outubro deste ano (2019). Quando se trata de tecnologia, é como se o tempo passasse mais rápido, mas mesmo tendo passado cerca de um ano desde o lançamento de Shadow of the Tomb Raider, o mesmo ainda é um jogo atual, com gráficos excelentes, e jogado por muitas pessoas, o que fez dele a escolha perfeita para este comparativo.

O Benchmark


É sabido que gravar a tela sem uma placa de captura causa um efeito negativo no desempenho dos jogos, o que acabaria prejudicando os nossos testes. Por esse motivo, apresentarei os resultados através de texto e prints dos resultados do benchmark.

No lado do Linux temos o KDE Neon na versão 5.17.4, utilizando o driver AMDGPU presente no Kernel Linux 5.0 e o Mesa Driver 20.0 (Padoka PPA). A API gráfica utilizada é o Vulkan. No lado do Windows 10 Home temos a versão 1909 com o driver Radeon Software Adrenaline 2020 edition 19.1, a API gráfica utilizada é o DirectX 12.

O hardware utilizado é um Ryzen 5 2600 3.8Ghz, 2x8 GB DDR4 2666Mhz e uma Radeon RX580 8GB. O jogo foi testado em 1080p, no preset alto e com o VSync desligado.

Nas imagens abaixo você confere os resultados do benchmark próprio do Shadow of the Tomb Raider, bem como as configurações gráficas, e sistema operacional no qual os testes foram realizados.

Vamos aos resultados no Windows 10.




Na versão Windows o benchmark resultou em uma média de 70 FPS, com mínima de 56 e 11039 quadros gerados. Nos testes em gameplay, durante os primeiros dez minutos de jogo (sem contar cutscenes), o jogo apresentou uma média de 70 FPS, com oscilações entre 63 e 88 FPS.

Agora vamos aos resultados dos testes no Linux.




Na versão Linux o benchmark resultou em uma média de 50 FPS, com mínima de 41 e 8027 quadros gerados. Nos testes em gameplay, durante os primeiros dez minutos de jogo (sem contar cutscenes), o jogo apresentou uma média de 50 FPS, com oscilações entre 45 e 65 FPS. Na versão Linux com o vsync desligado ocorreu bastante stuttering, o que não aconteceu na versão Windows.

Sobre os resultados


Ao comparar o desempenho do jogo em ambos os sistemas percebemos uma diferença de cerca de 20 FPS, o que no meu caso acabou não sendo um grande problema, já que mesmo no Linux o jogo continua perfeitamente jogável. Na verdade, só consigo perceber a diferença nos FPS se o contador estiver ligado. Além de que eu poderia diminuir um pouco os gráficos, melhorando a taxa de quadros, e a “perda de qualidade” seria praticamente imperceptível aos olhos.

Felizmente não costumo jogar com contadores de FPS ligados, os utilizo apenas para testes, então a minha experiência de jogo com o Shadow of the Tomb Raider no Linux nunca foi comprometida, uma vez que meus olhos não percebem nenhuma lentidão enquanto estou jogando.

Todavia, 20 FPS ainda é uma diferença realmente grande. No meu caso, com a média caindo de 70 para 50, essa diferença acabou não sendo muito perceptível. Mas imagine uma pessoa com um hardware mais simples, que consegue rodar o jogo há uma média de 40~50 FPS no Windows. Seguindo o resultados deste teste, a média que essa pessoa atingiria no Linux seria de 20~30 FPS. Ou seja, o jogo passaria de jogável para praticamente não jogável. Apesar de serem os mesmos 20 frames de diferença, ao descermos um pouco os números a diferença na experiência de jogo passa a ser extremamente maior.

É importante deixar claro que as diferenças de desempenho dos jogos entre o Linux e o Windows podem variar de acordo com cada jogo, e até com o hardware utilizado. Neste caso, o Shadow of the Tomb Raider teve um desempenho bastante inferior no sistema do Pinguim, mas em outros casos o desempenho pode ser exatamente o mesmo, ou até superior no Linux. É uma questão de saber como os jogos que você gosta rodam na sua máquina, só assim você poderá saber se no seu caso passar a usar apenas Linux é ou não uma boa ideia.

A seguir você confere um benchmark em vídeo, feito pelo Renato do blog e canal FastOS.


Conclusão


Obs.: Para fins de esclarecimento, o trecho a seguir é baseado na minha opinião, e não representa o posicionamento do projeto Diolinux e de seus outros membros sobre o assunto.

No final das contas, podemos dizer que o Linux é uma plataforma para jogos tão boa quanto o Windows?

Bem, em geral, definitivamente não!

Para mim fica bem claro que se tratando de jogos o Windows ainda está bem a frente de qualquer distribuição Linux. Todavia, isso não significa que o Windows necessariamente será uma melhor opção para todos. Ao escolher entre dois ou mais sistemas operacionais devemos analisar tudo o que tais sistemas tem a oferecer, e o quão bem cada um atende as nossas necessidades em todos os aspectos, não apenas em jogos.

Hoje em dia um número muito grande de jogos, incluindo muitos Triplo A e games extremamente populares rodam no Linux com um desempenho muito próximo, igual, e em alguns casos até superior ao Windows. E podem ser instalados sem qualquer tipo de gambiarra, através de procedimentos iguais ou muito semelhantes à instalação dos mesmos no Windows. Portanto se os jogos que você joga fazem parte dessa enorme lista dos que funcionam, então para você o Linux será uma plataforma para jogos tão boa quanto o Windows. Por outro lado, se os jogos que você gosta não rodam ou não possuem um desempenho satisfatório no Linux, a melhor opção no quesito jogos continua sendo o Windows.

Dito isso, afirmar que em geral o Linux não serve para jogos, possui poucos títulos, e só tem jogos desconhecidos é uma completa desinformação! Assim como o Windows ser um sistema que atende um maior número de usuários de uma forma mais completa no quesito jogos, no presente momento ainda é um fato!

A sua vez!


Agora chegou a hora de você dar a sua opinião sobre o assunto! 😁 Qual é a sua experiência com jogos no Linux? E mais importante, essa experiência é de quanto tempo atrás? Se tratando de jogos, a plataforma está evoluindo de maneira bastante rápida, e é bem possível que um jogo que não funcionava há um mês atrás seja completamente funcional hoje em dia. Então relate nos comentários abaixo as suas experiências positivas e negativas com jogos no Linux, e dê a sua opinião de forma educada e sempre respeitando as opiniões contrárias.

Vamos colaborar para que juntos possamos tornar o Linux cada vez melhor. 😀

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APT com problemas? Saiba como resolver

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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

A dica de hoje é algo bem simples, mas que pode auxiliar quem eventualmente esteja passando por essa situação. Confesso que é algo bem raro de acontecer, ao menos em meu cotidiano. Todavia, caso não esteja conseguindo atualizar seu sistema ou instalar apps, por conta do APT “travado/bloqueado”, eis a possível solução. 

apt-erro-bloqueado-instalar-update-remover-atualizar-ubuntu-deepin-linux-mint-elementary-pop

Lembrando que o APT é um conjunto de ferramentas, usadas no Debian, Ubuntu e derivados para administrar os pacotes DEB de forma rápida e prática. Se está tendo dificuldades com outro sistema, o Fedora por exemplo, não terá nenhuma relação com o APT.

Resolvendo a “mutreta” 


Existem diversas maneiras de contornar este problema, às vezes um simples reiniciar resolve. Um equívoco comum é manter outro programa que gerencia os pacotes, como o Synaptic, aberto e tentar atualizar via terminal. Certifique-se que nenhum destes apps estejam rodando, durante as mensagens de “APT travado”. No caso do Ubuntu, especificamente, pode ser comum o APT ficar nesse estado durante os momentos iniciais em que adentra no sistema, pois o gerenciador de atualização pode estar “ao fundo” procurando atualizações. Espere uns minutinhos, se o erro persistir (ou se não tem paciência 😁️😁️😁️), tente os comandos a seguir.

apt-erro-bloqueado-instalar-update-remover-atualizar-ubuntu-deepin-linux-mint-elementary-pop

Sei de diversas maneiras para contornar esse problema. No entanto, essa resolve a maioria dos casos. Não é a mais prática, mas resolve o problema. Se quiser tentar algo antes, em um único comando, tente esse:

sudo cp -v /var/lib/dpkg/status-old /var/lib/dpkg/status 

Agora se mesmo assim não conseguiu atualizar o sistema, vamos à maneira que nunca falhou comigo.

Remova os arquivos que estão bloqueando o APT, são 3 comandinhos na seguinte ordem:

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock

sudo rm /var/cache/apt/archives/lock

sudo rm /var/lib/dpkg/lock*

Reconfigure os pacotes:

sudo dpkg --configure -a

Por fim, atualize a lista de pacote:

sudo apt update

Logo abaixo é a versão com todos os comandos em um único:

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock && sudo rm /var/cache/apt/archives/lock && sudo rm /var/lib/dpkg/lock* && sudo dpkg --configure -a && sudo apt update

Com isso o problema possivelmente foi solucionado e você poderá instalar, remover apps e atualizar o sistema via APT normalmente.

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Teste a velocidade da sua internet via terminal

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

O terminal Linux é uma ferramenta muito poderosa e prática, pena que alguns usuários não compreenderam essa praticidade e outros chegam a temer a “telinha preta”. Uma das muitas possibilidades é com apenas 1 comando, poder efetuar testes em nossa conexão de internet, isso é o que demonstrarei neste post. Caso queira uma solução gráfica e que abarque outros sistemas operacionais, veja a dica contida neste post.

speedtest-cli-internet-terminal-linux-conexão-download-upload-ubuntu-mint-elementary-kde-neon

Existem diversas maneiras de verificar essa informação, porém, irei demonstrar utilizando o bom e velho terminal. Afinal, terminal é legal (✌).

SpeedTest CLI


O site SpeedTest é famoso entre os usuários brasileiros, não obstante, existe uma forma de efetuar testes de conexão sem ao menos abrir seu navegador. Podemos instalar o utilitário “speedtest-cli”, uma ferramenta de fácil manuseio e muito prática (Github oficial do software). Para instalar o programa em sua distribuição utilize o seguinte comando (Para Ubuntu, Linux Mint, Elementary OS, KDE Neon e derivados):

sudo apt install speedtest-cli

Para executar basta utilizar o comando de mesmo nome do app:

speedtest-cli

Em seguida é aguardar o processo e comparar os valores do Download e Upload com a velocidade contratada.

speedtest-cli-internet-terminal-linux-conexão-download-upload-ubuntu-mint-elementary-kde-neon

Caso queira desinstalar o speedtest-cli, utilize o comando:

sudo apt remove speedtest-cli

Para mais detalhes de uso da ferramenta, veja o vídeo a seguir:


Uso diariamente este e mais alguns comandos do terminal, uma forma rápida e cômoda de obter certas informações ou determinadas ações.

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Muitas novidades na versão beta do KDE Plasma 5.16

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Se existe um projeto que posso "tirar o chapéu" a cada novo lançamento é o KDE, não menosprezando os demais, entretanto os caras do KDE sempre estão implementando coisas novas. Ok! Às vezes me perco em meio a tanta configuração, mas é bem interessante ver essa gama de possibilidades e ferramental oferecido.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur

Em sua nova versão beta, o KDE Plasma 5.16, várias modificações e recursos foram adicionados ao Desktop Plasma 5. Muitos aspectos foram polidos e reescritos.

Como exemplo podemos citar o novo sistema de notificação, totalmente reescrito, o mesmo tem agregado funcionalidades bem úteis como: Modo não perturbe, histórico inteligente com agrupamento, notificações críticas de apps em tela cheia, aprimoramento na notificação de ações como transferências de arquivos, e muito mais.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-notificação

Outra novidade está nos widgets do Plasma, que foram refinados e agora trabalham com o código pensado em portabilidade, graças ao framework do Kirigami e Qt. Visando melhor experiência na utilização da interface para usuários.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-widget

Além do widget de rede que passou a atualizar redes Wi-Fi de forma rápida e confiável, e ao clicar em qualquer rede a opção "Configurar" estará disponível.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-widget-rede

A tela de login está bem mais atraente, ponto para os designers da interface.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-login

Não foi apenas o login que recebeu uma atenção visual. A aparência da "página" dos "Esquemas de cores", teve todo um redesign, contando com uma visualização de grades. E não ficou apenas nisso, agora é possível filtrar por cores claras ou escuras nos temas, arrastar e soltar para instalar os temas etc.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur

Também foi adicionado o suporte inicial para o uso do Wayland com drivers proprietários Nvidia. Utilizando o Qt 5.13, vários problemas de uso com o Wayland foram removidos, como distorções nos gráficos ao desligar o computador. As janelas GTK aplicam corretamente o esquema de cores ativo e inativo, na nova versão. E o KWin traz um aprimoramento no Blur, sendo mais natural ao olhos humanos.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-kwin-wayland-nvidia-driver

Claro que o Discover, software para instalação de pacotes do KDE, não ficaria de fora. Foi adicionado melhor suporte para AppImages, um indicador de conclusão de tarefas, opção de forçar a saída durante os processos de instalação e atualização, o menu de fontes apresenta o versionamento de cada aplicativo de fonte diferente e em "Downloads" os pacotes têm seções distintas ("download" e "instalação"). Quando o item for instalado ele deixará de ser listado na exibição.

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Crie e envie seu wallpaper para ser o padrão do Plasma 5.16


Pela primeira vez, o papel de parede padrão do Plasma será decidido pela comunidade. Na verdade existirá um concurso na qual o vencedor terá esse mérito, além de receber um computador Slimbook One V2 (processador I5 + 8Gb de RAM). Interessados acessem a página da competição.

Quer saber como está o KDE Plasma 5.16? Então efetue o download da versão de testes do KDE Neon. O lançamento final será no dia 11 de Junho, e essa versão contará com 5 atualizações de manutenções até Setembro de 2019.

Caso queira ver todas as novidades contidas no KDE Plasma 5.16 beta, acesse a página oficial do projeto.

E você, utiliza KDE Plasma como interface principal? Que tal continuar esse assunto em nosso fórum.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Slimbook Battery 3 uma alternativa para gerenciar a energia da bateria do seu notebook com Ubuntu e Linux Mint

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Muitos usuários de Linux, muito provavelmente usam notebooks, buscando mobilidade e comodidade em poder fazer o seu trabalho onde for. E bateria é um item de extrema importância, pois um sistema que balanceia consumo de energia com performance é extremamente útil. O Slimbook Battery 3 vem para ajudar.

 Slimbook Battery 3 uma alternativa para gerenciar a energia da bateria do seu notebook com Ubuntu e Linux Mint






A empresa espanhola Slimbook vende notebooks com Linux instalados neles, podendo ser com Kde Neon, Mint, Ubuntu além de venderem com Windows também.

E um dos apps deles que se destacam, é o que faz o gerenciamento da bateria dos seus notebooks, mas que pode ser usado em qualquer hardware de outro fabricante. Dentro da aba informações da aplicação, eles deixam bem um agradecimento ao pessoal do TLP, NVIDIA, AMD e Intel, a mensagem é:

“Agradecimentos especiais para TLP (© 2019, linrunner), Nvidia, AMD e Intel por nos oferecer as ferramentas necessárias para tornar isso possível!”.



Mas vamos para o que interessa, que é a instalação do Slimbook Battery 3. Por hora ele só está disponível via ppa, então somente Ubuntu, Linux Mint e afins vão conseguir instalar ele. Para adicionar o ppa, você tem duas formas, uma de forma gráfica e a outra via terminal. Da forma gráfica ensinamos neste artigo bem completo. No terminal, basta copiar e colar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:slimbook/slimbook

sudo apt-get update

sudo apt-get install slimbookbattery -y

Feito o procedimento acima, basta esperar e reiniciar o sistema para que as configurações sejam aplicadas.
Eles recomendam não utilizar junto com o Slimbook Baterry 3 nenhum outro app que faz o mesmo gerenciamento, pois podem entrar em conflito e não funcionar.




Eles ainda disponibilizam um manual (em inglês) mostrando “tim-por-tim” cada função do app. Vale a pena conferir. O código fonte do app é disponibilizado via GitHub e Launchpad.

Falando em gerenciamento, também fizemos um artigo de como instalar uma interface gráfica para o TLP, que você pode conferir aqui

Muito útil ter mais de uma ferramenta para essa finalidade, ainda mais de quem vende notebooks com Linux e ainda disponibiliza para uso em outros equipamentos, isso ajuda e muito quem precisa “esticar” a bateria. Uma “mão na roda”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Enquete: Qual a melhor distro Linux com KDE?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O KDE é um dos maiores e mais completos Desktop Enviroments do mundo Open Source e várias distribuições o utilizam, especialmente em conjunto a interface KDE Plasma. Mas qual seria a "melhor"?

Qual a melhor distro com KDE Plasma?






É claro que nós sabemos que "melhor" e "pior" são conceito altamente relativos, ainda mais quando se parte de gosto pessoal, como é o caso. Qual a melhor distro com KDE Plasma como interface? Boa pergunta! Por quê você não vota na nossa enquete no Twitter?




A ideia é fazermos um vídeo no YouTube, talvez em uma das nossas lives, o "Diolinux Friday Show" nas Sextas-feiras para debater o resultado da votação na enquete. Qual a melhor distro com KDE? Qual a justificativa da sua escolha?

Conte pra gente e até a próxima! :)
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KDE NEON muda a base do seu sistema para o Ubuntu 18.04 LTS "Bionic Beaver"

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

O KDE Neon é umas distros Linux mais queridas e com uma base de usuários bem grande e que vem ganhando novos “entusiastas” a cada dia. A distro usa o Ubuntu na versão LTS como base e o KDE Plasma na forma mais pura para assim tentar entregar um sistema operacional diferente.


 KDE NEON muda a base do seu sistema para o Ubuntu 18.04 LTS "Bionic Beaver"






Com o lançamento da nova versão do Ubuntu, a 18.04 LTS, o pessoal que usa o KDE Neon estava esperando ansiosamente o momento em que  a equipe que desenvolvedores iria migrar para essa nova versão, então eis que o dia chegou, nesta terça-feira (26) foi anunciado a mudança da base 16.04 LTS para a versão 18.04 LTS do Ubuntu, confira mais no  blog.

Se você quiser dar uma olhada de como é o KDE Neon, fizemos uma Review lá no canal:

         

Os desenvolvedores do KDE Neon lembram aos usuários que existem 3 versões do sistema, uma com os updates diários mas com controle de qualidade (QA test) e às versões para desenvolvedores e entusiastas, uma sendo unstable e a beta está sem o “QA Test” deles.

Para baixar o KDE Neon você pode acessar este link oficial.

Usuários do KDE Neon baseado no Ubuntu 16.04 LTS poderão atualizar para a versão 18.04 pelo próprio gestor de atualizações da distro, confira o guia para migrar publicado no site oficial.

O que você achou da mudança? Já mudou para a nova versão do KDE Neon?

Até a próxima e um forte abraço.
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Confira o vídeo do projeto KDE para mostrar o novo Plasma 5.12.x

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O KDE Plasma é de longe um dos mais robustos Desktop Enviroments que existem, seja pela variedade de recursos disponíveis, seja pela personalização da interface e do comportamento. Há alguns dias tivemos o lançamento do Plasma 5.12 LTS e agora você vai conferir o vídeo oficial com as novidades implementadas.

KDE Plasma 5.12 - Diolinux






A nova versão do KDE Plasma, a 5.12.x, é a nova versão LTS (Long Term Support) do Desktop Enviroment. Como sempre, muitas novidades surgiram, alguns destaques são:

ꔷ Melhorias na performance do Plasma;
ꔷ Função Night Color para proteger os seus olhos;
ꔷ Melhoria para os Menus Globais;
ꔷ O KRunner agora funciona também com ferramentas de acessibilidade, como o leitor de tela Orca;
ꔷ O texto das notificações agora pode selecionados e copiados;
ꔷ O Applet de previsão do tempo agora mostra a temperatura ao lado de ícone de status da previsão do tempo no painel;
ꔷ Melhoria nos redimensionamentos dos Widgets de relógio na área de trabalho;
ꔷ O lançador Kickoff recebeu melhorias no Design.

Entre muitas outras coisas que você pode conferir no anúncio oficial e no vídeo abaixo feito pela comunidade KDE, confira:


Curiosamente o Plasma 5.12 acabou sendo lançado com um bug realmente chato e perigoso para a segurança. Quando um pen drive era aberto pela janela de notificação e o nome do pen drive era um comando, o sistema operacional executava ele. Por conta disso, algumas horas/dias depois, nesta mesma semana, tivemos o lançamento do Plasma 5.12.1 corrigindo este e outros bugs pontuais, garantindo mais estabilidade ao sistema.

As principais distros KDE, como o KDE Neon e o Manjaro já estão entregando os updates aos usuários.

Você usa o KDE Plasma no seu dia a dia? Qual a novidade que você mais gostou?

Até a próxima!
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Pacotes Snap estão chegando para ser o padrão do Ubuntu 18.04 LTS

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sábado, 2 de dezembro de 2017

Em Abril do próximo ano teremos o lançamento do Ubuntu 18.04 LTS, a próxima versão com longo tempo de suporte fornecido pela Canonical. Os desenvolvedores do Ubuntu estão pensando em trazer todo o "Core" de aplicativos GNOME para o sistema no formato Snap.

Ubuntu 18.04 LTS Snap






O interessante dos pacotes Snap é que eles não dependem de dependências (é redundante, mas é assim mesmo), desta forma o Ubuntu 18.04 LTS poderá usar as aplicações GNOME sempre nas últimas versões, ou nas versões que a Canonical quiser, sem se preocupar com compatibilidade.


É claro, com aplicativos Snap, qualquer aplicativo se encaixa nessa descrição poderá ser utilizado da mesma forma, sem necessidade de se preocupar com versões de bibliotecas e compatibilidade. A intenção dos desenvolvedores é que todos os aplicativos que compõem o núcleo GNOME (que agora é o padrão do Ubuntu) sejam distribuídos em Snap, futuramente até mesmo o Kernel Linux do Ubuntu poderá ser distribuído dessa forma.

Distribuições como o Kubuntu, KDE Neon e Ubuntu MATE também se mostraram favoráveis para usar este tipo de tecnologia em seus programas, o Ubuntu MATE 17.10, inclusive, já está usando um pacote no formato Snap, o servidor de áudio Pulse Audio.

No ano que vem provavelmente teremos as primeiras distros a lançarem softwares no formato Snap e Flatpak, algo que eu acredito que tem o poder de revolucionar a forma que os programas para Linux, de uma forma geral, são distribuídos.

Até a próxima!
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Conheça o Falkon, o novo navegador do projeto KDE

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sábado, 25 de novembro de 2017

O Falkon não é exatamente uma novidade, mas eu não vi mais ninguém falando sobre ele nos últimos tempos, então resolvi instalar e testar e assim aproveitar para fazer um post sobre ele, já que eu nunca tinha tido a oportunidade de escrever sobre.

Falkon Browser KDE Project






Saindo um pouco do chamado "mainstream" de browsers, existem vários projetos interessantes de navegadores para finalidades diferentes. Talvez você ainda não tenha ouvido falar do Falkon, mas é possível que tenha ouvido falar do QupZilla.

QupZilla Browser

O Falkon é exatamente o mesmo projeto QupZilla agora incubado pelo KDE, uma das maiores comunidades de desenvolvimento de software livre. Com um nome mais moderno e uma comunidade mais forte, utilizando o Qt como ferramenta para a construção do software, ele pode acabar se tornando o navegador padrão do KDE Plasma no futuro.

Por enquanto ele está disponível apenas para testes e pode ser testado através de pacotes Snap (aqueles do Ubuntu). O navegador vem com bloqueador de propagandas ativado por padrão e tem suporte a alguns temas (não muito bonitos) até o momento.

Configurações de temas

Nos testes que eu fiz, utilizando 4 abas abertas com o blog Diolinux, Gmail, YouTube e Facebook ele foi bem econômico em memória RAM, consumindo cerca de 450 MB apenas, o que é um valor baixo comparando com outros browsers da atualidade.

Eu até tinha a pretensão de colocar aqui a pontuação do browser do BaseMark, mas ele não tem suporte a WebGL no momento (ou não está funcionando corretamente) e nem conseguiu finalizar o teste.

Como testar o Falkon na sua distribuição


Como eu havia mencionado, o Falkon está sendo distribuído em formato Snap, então é assim que temos que instalá-lo. Como trata-se de um software em desenvolvimento, bugs são esperados e testar ele como Snap vai impedir que qualquer componente do seu sistema seja afetado.

O primeiro passo é habilitar o suporte para os pacotes Snap. Confira este tutorial para aprender como fazer. Caso você use o Ubuntu 16.04 LTS ou uma versão mais nova, o suporte para Snap já vem instalado por padrão.

Depois disso, vamos precisar usar o terminal e copiar e colar dois comandos:
sudo snap install kde-frameworks-5 
sudo snap install --edge falkon
Depois de instalado, você deve rodá-lo assim:
snap run falkon
Em caso de dúvida, consulte o manual do Snap que eu escrevi aqui no blog. 

Se quiser remover o Falkon do sistema é só usar:
sudo snap remove falkon
 Até a próxima!

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KDE Neon Developer Edition traz suporte ao Wayland

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

O KDE Neon é uma das distribuições que carregam todo o ecossistema do projeto KDE de maior renome nos últimos tempos, tanto como forma de demonstração, como para utilização das tecnologias por usuários comuns e desenvolvedores. Apesar do projeto KDE não dizer que o Neon é "a distro oficial do projeto", é essa a sensação que nós acabamos tendo por ser o sistema gerado pela comunidade KDE e gerido por todas as diretrizes e projetos dele. No fim das contas, isso não é o mais importante, o importante é que o projeto KDE sempre está procurando melhorar e agora a integração com o "novo" servidor gráfico Wayland promete ser o futuro.

KDE Neon Wayland




O KDE Neon possui duas versões, uma para usuários comuns e outra para desenvolvedores do KDE, sendo que a versão para desenvolvedores é a que costuma trazer as maiores novidades em tecnologias para o Plasma e tudo que o envolve. Nem tudo que entra na versão para desenvolvedores acaba indo para a versão de usuário, é parecido com o que acontece com o Firefox.

A versão mais recente do KDE Neon Developer Edition traz o Wayland instalado por padrão, agora que o Mir está fora de questão para desktops (a Canonical ainda o utiliza em IoT), o Wayland se tornou de fato o sucessor oficial do X (x.org), os desenvolvedores do KDE estão testando o servidor para integrá-lo ao Plasma no futuro.

KDE Neon com Wayland


Isso ajuda os próprios desenvolvedores do Wayland a melhorar o servidor e corrigir bugs, já que existe um sistema no qual os usuários de KDE Plasma já podem utilizá-lo e dar feedbacks.

Ao contrário do Ubuntu 17.10 que planeja utilizar o Wayland por padrão, o KDE Neon está apenas fazendo testes sem promessas, como explicou o líder do projeto, Jonathan Riddell:

"O Wayland está praticamente pronto para usar, mas a razão pela qual não podemos mudar ainda para ele por completo é que algumas placas gráficas ainda tem dificuldade de trabalhar com ele, até mesmo as fontes do sistema podem ter uma diferença por conta da forma com que o Wayland detecta os pixels por polegada. Este é o motivo dos nossos testes, as pessoas que quiserem testar o KDE Neon Developer Edition (na versão instável) poderão selecionar a sessão Wayland na tela de login."

Quem quiser testar estes novos recursos pode baixar a ISO do KDE Neon na versão de desenvolvedores diretamente do site oficial.

Até a próxima!

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Conheça as novidades do novo KDE Plasma 5.10

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Mais uma release do KDE Plasma está chegando e como sempre, com ótimas novidades para os usuários para incrementar os recursos do uso no Desktop.

KDE Plasma 5.10




O Plasma 5.10 está chegando com novidades muito interessantes. O projeto KDE não cansa de refinar e incrementar o uso da interface para deixar o Plasma a cada dia mais completo, confira abaixo vídeo oficial para conhecer as novas funcionalidades:


E aí, o que você achou das novas funcionalidades?

Em breve esta versão deverá chegar o KDE Neon e também a outras distribuições Linux.

Até a próxima!
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Interface convergente da Microsoft é batizada de "Projeto Neon"

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terça-feira, 23 de maio de 2017

A Microsoft anunciou que a atualização do Windows 10 chamada atualmente de "Fall Creators Update", que sairá provavelmente em Setembro ou Outubro desde ano, trará para os usuários a chamada interface "Fluent Design System", batizado de projeto Neon.

Microsoft Projeto Neon




Lembra da convergência do Unity 8 no Ubuntu? Pois é, apesar da Canonical não ter conseguido implementar o projeto, ela não parece ser a única empresa que estava olhando para este lado. Recentemente vimos algumas imagens do Fuchsia da Google que tem este conceito e a agora a Microsoft também revela seus planos para o futuro do Windows.

A Microsoft já falava sobre esta questão de convergência de aplicativos e da interface do sistema em si há um bom tempo, mas até agora tudo que os usuários puderam experimentar era um Windows que tinha um modo Tablet e um modo Desktop, designado obviamente para sistemas que tem essas duas capacidades de interação (mouse e touchscreen) e algumas aplicações, a maior parte de autoria da própria Microsoft, que funcionam muito bem em ambos os ambientes, adaptando-se de acordo com o dispositivo em que são rodados, utilizando a ideia dos "Apps universais". A ideia agora é ir além e transformar todo o ecossistema Windows em algo convergente, ou como a empresa chama, algo "Fluente", daí o nome da interface que se adapta ao dispositivo em que está rodando, "Fluent Design System".

Até então o projeto que traria essa interface para os usuários pouco antes do final do ano não tinha nome, mas agora foi batizado de "Neon", confira abaixo um vídeo mostrando as ideias por trás deste conceito:


Não pude deixar de correlacionar o nome "Neon" ao "KDE Neon", um projeto feito pela comunidade responsável pelo KDE Plasma, que claramente serve de inspiração para o design do Windows 10 e foi anunciado em Fevereiro do ano passado.

O KDE Neon, é uma distro Linux baseada no Ubuntu LTS com a última versão do Plasma como interface gráfica, nós temos um vídeo no canal sobre ele. Para quem acha que a Microsoft copia o KDE há muitos anos, o nome do novo projeto parece ser só mais um.

Nomes a parte, a Microsoft enxerga um futuro com dispositivos únicos, provavelmente menores e mais portáteis e quer garantir que o Windows esteja presente no segmento, ou seja, nada mais natural. 

Para a questão do Ubuntu e do Unity 8 que já tinha este conceito há muito tempo, mas que acabou sendo deixado de lado recentemente, fica a lição de que não bastam boas ideias, mas é necessário uma forma de colocá-las em prática.

Vendo a Microsoft e a Google dando seus primeiros passos nestes aspecto e a Samsung já tendo criado um modo convergente para o no Galaxy S8, só falta a Apple mostrar um novo produto que siga estes moldes, ou será que "a maçã" vai seguir o seu próprio caminho?

Até a próxima!
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KDE Plasma está adicionando integração ao Google Drive

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Assim como o GNOME Shell, na verdade de forma muito parecida, o projeto KDE está adicionando ao Plasma a integração com o Google Drive para que os usuários possam acessar os seus arquivos na nuvem do Google diretamente do gerenciador de arquivos Dolphin.

Google Drive KDE Plasma




O recurso estava em desenvolvimento há algum tempo e agora está praticamente pronto para ser integrado por padrão ao KDE Plasma, contudo, os desenvolvedores comentaram que ainda faltam alguns testes para liberar a aplicação como algo estável.

Kio gDrive

A ideia é que os usuários possam utilizar o sistema de integração de contas online do KDE Plasma para fazer login e acessar as suas contas no serviço da Google, o Google Drive será integrado ao Dolphin e, além de permitir a integração e sincronização com o serviço, isso também permitirá que o sistema de notificações da interface trabalhe de forma ativa, criando uma maior sensação de integração, dispensando a necessidade de usar um cliente dedicado como o Insync para a maior parte dos usuários.

As pessoas que utilizam o KDE Neon na versão de desenvolvimento deverão receber em breve a integração, os usuários de outras distros deverão esperar um pouco mais pela atualização e integração, no entanto, quem estiver com pressa para testar a novidade poderá fazê-lo manualmente.

Até a próxima!
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