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LibreOffice 6.4 é lançado com várias melhorias, inclusive com formatos Microsoft

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Se você precisou de uma suíte office que não fosse a da Microsoft, provavelmente se deparou com o LibreOffice. Essa nova versão vem com algumas novidades que podem ajudar um “bocado” de gente.


 LibreOffice 6.4 é lançado com várias melhorias, inclusive com formatos Microsoft






A The Document Foundation lançou mais uma versão da sua suíte office, o LibreOffice 6.4, que chega com várias melhorias no seu código do programa, além de uma melhora significativa com a compatibilidade nos formatos proprietários da Microsoft (docx, xlsx e pptx).

Podemos começar pelas novidades já quando abrimos o LibreOffice pelo hub principal, aquele que tem o ícone do app principal e não da aplicação, como Writer por exemplo. Nele teremos uma prévia de quais arquivos abrimos e em qual aplicativo foi.


Agora é possível marcas notas como resolvidas e também adicionar comentários nas imagens ou gráficos dentro do Writer (editor de texto)




Outra função muito bacana que chegou na versão 6.4 é a possibilidade de criar QR Code dentro dos aplicativos do LibreOffice (Impress, Draw, Writer e Calc), sendo bem útil para quem precisa adicionar algum tipo de informação e precisa utilizar esse meio. Para inserir é bem simples, basta seguir esse caminho: Inserir > Objeto > QR Code 



Para gerar o QR Code, você tem três (3) entradas:

● Texto ou URL, campo esse onde você vai inserir a informação;
● Correção de erro, onde você vai selecionar a complexidade do QR. Se for utilizar para URLs longas, é preferível usar a opção “Baixa”;
● Definir borda ao redor do QR, é para você definir o tamanho da borda ao redor do código gerado.

Resultado da geração acima

Outra mudança foi a unificação dos menus para hiperlinks. Agora as opções de Abrir, Editar, Copiar e Remover estão em um único lugar, assim facilitando a vida de quem trabalha com esse tipo de ferramenta.




Ainda segundo o pessoal do LibreOffice, o aplicativo abre muito mais rápido que a versão anterior e traz uma compatibilidade quase que “perfeita” com os formatos proprietários da suíte office da Microsoft, o MS Office. Nos meus testes, realmente trouxe essa compatibilidade e não perdeu a formatação dos arquivos que eu abri. Mas pode ser que para alguns casos possa dar algum problema. Felizmente existem outras suítes offices como o WPS Office, FreeOffice, OnlyOffice e afins.

Para conferir a nota completa de lançamento, você pode acessar ela aqui, que ainda está em fase de término da tradução para o português do Brasil.

Se preferir também, pode conferir o vídeo abaixo com a apresentação feita pelo pessoal do LibreOffice.


Para baixar o LibreOffice 6.4, basta acessar aqui ou aqui e escolher o método que lhe satisfaz.

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LibreOffice 6.4 tem primeiro beta disponível para download

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

A próxima versão do LibreOffice, a 6.4, que deve chegar no fim de janeiro de 2020, já está disponível para download e pode ser testada pelos usuários. O anúncio foi feito no blog oficial do projeto.

LibreOffice 6.4 tem primeiro beta disponível para download






Essa versão 6.4, já está em desenvolvimento à alguns meses e agora ela vem com algumas novidades bem interessantes, que podem agradar os seus usuários.

Podemos começar com as novas janelas de diálogos que serão em GTK, como detalhamos neste post, onde visa melhorar a integração com a suíte office.

No editor de texto, Writer, foi adicionado a opção para marcar comentários como resolvidos, assim como ocorre no Google Docs.


Como também foi corrigido a perda de layout quando um item em lista era alterado.

Antes
Depois

   

Foi melhorado também, a movimentação, exclusão de tabelas e suas linhas. Com isso, se tornou mais rápido fazer essas funções no Writer.

Já no Calc, tivemos melhorias e correções que tendem a dar um “up” no editor de planilhas.

A primeira é o aprimoramento da seleção em células que contém hiperlinks, agora a célula que tiver o hiperlink, será selecionada quando for clicada com o botão direito do mouse. Outra novidade, é que agora você vai poder exportar para PDF, todas as páginas em uma única folha. Com isso economizando “alguns trocados” em papel e algumas árvores também 😁😅.

Para ver todas as novidades, você pode acessar aqui e para baixar o Beta 1, tanto para Linux (nos formatos DEB e RPM), quanto para Windows e macOS, será através deste link aqui.

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LibreOffice terá caixas de diálogo em GTK no Linux

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

O LibreOffice, ferramenta de produtividade gratuita e popular, vai receber um “upgrade” na caixas de diálogos nativos no Linux. Deixando assim, mais perto da UI do desktop “hospedeiro” do app.

LibreOffice terá caixas de diálogo em GTK no Linux






Por muito tempo, às caixas de diálogos do LibreOffice no Linux, foram implementadas com o toolkit VCL, que emulava o toolkit do desktop “hospedeiro”. 

Isso veio sendo tendência nas últimas atualizações do LibreOffice, quando os devs implementaram mais diálogos em GTK do que em VCL. Na quinta-feira (31 de Outubro), veio a confirmação através de um dev do Libreoffice, Caolán McNamara, sobre isso, em seu blog.

“Nos últimos lançamentos importantes, a versão GTK para o LibreOffice teve cada vez mais diálogos e menos diálogos feitos em VCL e no master, a partir desta semana, agora não há usos diretos das APIs de diálogos VCL. Ainda há algumas janelas do utilitário que não são de diálogo e outros elementos para serem portados, mas as caixas de diálogo estão completas.”

Algumas GIFs disponibilizada por McNamara, onde se usa o GTK 3.24 com o tema Adwaita.



Essa mudanças provavelmente deverão aparecer no LibreOffice 6.4, previsto para janeiro de 2020.

Para conferir o anúncio completo do McNamara em seu blog, você pode conferir aqui.

Caso queira instalar a suite office em seu sistema, segue uma postagem demonstrando os mais variados meios de se obter o LibreOffice, confira o link.

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LibreOffice e GIMP são vítimas da “maldição do macOS Catalina”

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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

LibreOffice e GIMP estão entre as vítimas da “maldição Catalina”, assim como alguns programas no novo macOS, usuários estão enfrentando problemas.

macos-libreoffice-gimp-segurança-catalina-monaje-mac-apple-mackbook-gatekeeper

O macOS 10.15 Catalina foi lançado recentemente, com algumas novidades em suas aplicações, recursos e visual. Contudo, alguns inconvenientes provindos da nova política da Apple, que visa proteger seus usuários que utilizam softwares de terceiros, aborrecem usuários e desenvolvedores. 

Para mais detalhes do lançamento do macOS Catalina 10.15, assista o vídeo do MacMagazine, especializado em conteúdos voltados ao mundo da maçã.


Antes de adentrar ao assunto desta matéria, confira um vídeo na perspectiva de alguém que usa Linux diariamente ao utilizar o sistema operacional da Apple. É interessante notar as experiências que um usuário habituado ao Linux, possa ter com o sistema da maçã.


“Maldição Catalina”


Apelidado por vários usuários mac, como “maldição Catalina/maldição do Catalina” a forma que a Apple resolveu proteger seu sistema de possíveis ameaças vem ocasionando alguns transtornos para donos de computadores da empresa. Ao menos usuários sem conhecimento de tais mudanças e que estão sendo pegos de surpresa.

No início do mês a Apple lembrou aos desenvolvedores, por meio de nota, que os aplicativos da App Store e de fora, deverão ser autenticados para serem executados por padrão no macOS Catalina. Caso esses softwares não autenticados pela Apple sejam utilizados no sistema, avisos e alguns erros em seu funcionamento, poderão ocorrer.

“Para proteger ainda mais os usuários no macOS Catalina, estamos trabalhando com desenvolvedores para garantir que todos os softwares, distribuídos na App Store ou fora dela, sejam assinados ou autenticados pela Apple. Isso dará aos usuários mais confiança de que o software que eles baixam e executam, independentemente de onde eles o obtêm, foram verificados quanto a problemas de segurança conhecidos”.

Os desenvolvedores então são convidados a autenticarem suas aplicações perante a empresa, assim conseguindo um certificado digital de desenvolvedor, enviando seus aplicativos para avaliação. Após ser atestada a segurança do app, um ticket virtual é adicionado ao executável que o aprova perante o Gatekeeper (o recurso de segurança do macOS que verifica se os programas são seguros para execução).

Contudo, ao tentar executar o LibreOffice no macOS Catalina, uma mensagem com apenas duas opções é apresentada aos usuários, sendo elas: “Mover para lixeira” e “Cancelar”

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A equipe do LibreOffice afirma que “seguiu devidamente as instruções” e que o programa “foi reconhecido pela Apple”. Você pode ver essa alegação diretamente no blog oficial da The Document Foundation, responsável pelo LibreOffice. 

No link acima, a equipe do LibreOffice demonstra como contornar essa situação, enquanto tudo não é resolvido. Se você é usuário de macOS e gosta do LibreOffice, talvez seja interessante proceder conforme eles informam.

Outros softwares vêm enfrentando alguns problemas, devido a esse novo funcionamento do sistema, o programa de edição de imagens GIMP também entra na lista. Especificamente em seu caso, alguns problemas de permissão começam a aparecer ao tentar acessar arquivos em locais, como Área de trabalho e Documentos.

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Uma das hipóteses deste mau funcionamento, é que a devida janela de diálogo não está sendo chamada, ocasionando este bug. Usuários estão contornando esse empecilho, utilizando o GIMP via terminal e acessando seus arquivos desta mesma forma. Para mais detalhes, acesse o tópico de discussão de usuários da Apple.

A “maldição Catalina” não está apenas sob programas de código aberto, pelo contrário, softwares proprietários também estão sendo afetados. Um exemplo que posso citar é quanto ao app de configuração/gestão de mouse e teclados o Logitech Options, que precisa de uma série de passos para funcionar adequadamente no sistema.

Enfim, a medida de segurança é bem interessante, entretanto não parece ter sido implementada satisfatoriamente. Há quem diga que forçar tal segurança é um erro da empresa, e vários amantes da Apple estão aconselhando e atrasando as atualizações de seus sistemas. 

O que você acha sobre esse assunto? Deixe nos comentários a sua opinião.

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LibreOffice lança novas versões com correções de vulnerabilidade, atualizem os seus sistemas

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Nesta terça-feira (24), a The Document Foundation lançou duas versões urgentes com correções para o Ubuntu, relacionadas à segurança. Essa falha de segurança tem como prioridade de urgência “média”, sendo mais detalhada no relatório da Canonical USN-4138-1.

LibreOffice lança novas versões com correções de vulnerabilidade, atualizem os seus sistemas






Segundo o relatório, essa vulnerabilidade no LibreOffice, fazia com que os scripts dos macros fossem manipulados de forma incorreta, quando  pré-instalados nos documentos. Com essa “porta” aberta, o invasor poderia de forma remota, executar um código arbitrário e assim prejudicar o usuário. A vulnerabilidade foi identificada com o seguinte código CVE-2019-9854.

A vulnerabilidade afeta às seguintes versões do Ubuntu: 16.04 LTS, 18.04, LTS 19.04 e até o LibreOffice 6.3 no Ubuntu 19.10, mas  agora corrigido. Segue abaixo, as versões do LibreOffice contidas no patch CVE-2019-9854, são elas:

● 6.2.7 para Ubuntu 19.04.
● 6.0.7 para Ubuntu 18.04.
● 5.1.6 para Ubuntu 16.04.
● 6.3.1 para Ubuntu 19.10.

Outros pacotes também foram “agraciados” pelo patch, como o Mozilla Firefox, que agora se encontra na versão 69.0.1. Se você recebeu uma mensagem de update e o fez, é bom reiniciar o sistema, para que todas as alterações sejam feitas.

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Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Para quem acompanha o cenário Linux “tupiniquim”, já ouviu falar da distro BigLinux, que é muito tradicional no meio de TI e que já foi a distro de entrada de muita gente no mundo Linux.

Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04






Como tudo no mundo da tecnologia, temos evoluções e com o BigLinux não poderia ser diferente. Eis que em 2019, a distro volta com tudo e reformulada. A última versão tinha sido a 7.10 e lançada em 2017.  

A reformulação da distro

Primeira coisa que foi feita pelo pessoal do BigLinux, foi encontrar a base do sistema, e a escolhida foi o Ubuntu 19.04 e pretendem estabilizar no Ubuntu 20.04 LTS. Isso é muito bom, pois “vai pegar” as melhorias que vêm sendo implementadas pelo Ubuntu, como os drivers de vídeos recentes, Kernels e melhorias em geral.

Depois vem a escolha do Desktop Environment (DE), que antes eram usados o Cinnamon e a DE do Deepin. Depois de muitos testes, foi escolhido que seria melhor voltar para o KDE e implementar o LXQT.

Outras novidades apresentadas nesta versão 19.04 do BigLinux são:

● 30 webapps, entre eles Whatsapp, Telegram, Netflix, Spotify, Deezer, Prime Vídeo, Google Maps, Youtube, Twitter, Skype, Waze, TuneIn, Messenger, que ao todo não chegam perto de consumir 1 MB de armazenamento;



● Sistema de Arquivos Btrfs, que já vem configurado para criar pontos de restauração de até 7 dias (snapshots ou backups). Por padrão esse recurso funciona apenas para arquivos do sistema, não mantendo cópias dos arquivos da pasta do seu usuário, ou seja, a pasta /home, mas, se você preferir, pode alterar a opção em “Snapshots e backups”;

● Três (3) temas pré-configurados:  Arc, Adapta e Dark;



● Editor de Imagens GIMP, já com o GMIC e o PhotoGimp (criação Diolinux) instalados por padrão;



● Outra possibilidade, é poder escolher entre o Kernel “normal” (Generic, o mesmo usado pelo Ubuntu, por exemplo) ou o Kernel Xanmod, que conta com algumas melhorias.

Às versões dos principais programas são:

● Kernel Generic 5.0.0-25.26;
● Kernel Xanmod 5.2.8-8;
● KDE Frameworks 5.60.0;
● KDE Plasma 5.16.4;
● LibreOffice 6.3.0;
● GIMP 2.10.8;
● Firefox 68.0.2;
● Chromium 76
● Mesa Driver 19.0.9
● Suporte para Snap e Flatpak na loja de aplicativos.

Configuração mínima
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 2 GB de memória RAM
- 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 4 GB ou mais de memória RAM
- 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Para baixar a nova versão do BigLinux, basta acessar este link.

Muito bom ver uma distro tão querida retomando “os trabalhos” com “gás total” e trazendo um produto de qualidade, como o pessoal do BigLinux está fazendo. Espero que continue por muitos anos 😁.

Nós diga aí nos comentários, o que achou dessa versão nova do BigLinux.

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Versão Snap do Skype recebe update depois de seis meses

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Um dos aplicativos “carro-chefe” do empacotamento Snap, o Skype, rece finalmente um update depois de “longos” seis meses de “congelamento” por parte da equipe responsável pelo formato.

Versão Snap do Skype recebe update depois de seis meses





Muitos usuários de Linux e que utilizam o Skype, estavam achando estranho que a versão mais “badalada” para o sistema, por ser “cross-plataform”, não estava na mesma versão das outras versões (rpm e deb) e assim não tendo algumas melhorias e ajustes contidas na versão 8.51.0.72.

Mas agora isso não é mais problema, pois a versão snap foi atualizada e  se encontra na mesma versão que as suas “irmãs” de empacotamento, deb e rpm.

Outra novidade mais visível é a mudança do ícone, assim seguindo a mesma estética dos ícones novos do pacote Office 365, que foram lançados em Novembro de 2018.


Se você quiser usar a nova versão do Skype via Snap, basta desinstalar a versão antiga e instalar novamente, com o comando:

sudo snap install skype --classic

Ou procurando na loja de software ,se você estiver usando alguma distro base Ubuntu. Mas se a sua distro não tem o snap instalado, basta seguir esse tutorial nosso e depois executar o comando acima.

Como diz o ditado, “Antes tarde do que nunca…”, e o importante é o ecossistema Linux agora estar com todas as suas versões iguais.

Teve alguns rumores e boatos  que indicavam esse atraso foi por causa da “complexidade e dificuldade” em se montar um pacote snap, mas isso veio de alguns apps indies e não passou de apenas rumores e boatos.

O Snap não pode ser unanimidade entre os usuários, mas ele vem fazendo um certo sucesso, além de trazer novos apps, os updates de programas consagrados como LibreOffice, Skype, Spotify e afins dão essa credibilidade.


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Como instalar o LibreOffice no Linux

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sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

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No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

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Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-snapcraft

Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

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Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

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LibreOffice 6.3 lançado com melhorias de performance

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma das suítes offices mais famosas no meu Linux e em outros sistemas. A cada lançamento sua interface vem sendo refinada e a compatibilidade com os formatos de arquivos fechados da Microsoft sendo refinados.

suite-office-libreoffiice-linux-windows-mac-documento-trabalho-slide-planilha-apresentação

O LibreOffice 6.3 traz melhorias na exportação e abertura de documentos, além de continuar o refinamento em seu visual, algo iniciado há algum tempo e que passou a estar disponível na versão anterior 6.2.

Outra importante mudança, que anteriormente tinha sido anunciada, é o fim de suas versões binárias de 32 bits para sistemas baseados em Debian ou Red Hat oferecidas pela The Document Foundation. No entanto, o suporte para sistemas desta arquitetura será mantido por mais alguns meses na versão atual 6.2, entretanto, a nova versão só está disponível para arquiteturas 64 bits. Inclusive é aconselhável que usuários em sistemas de produção, mantenham-se na versão 6.2, caso desejem maior estabilidade.

Comparado a versão 6.2, o LibreOffice 6.3 consegue exportar quase duas vezes mais rápido, enquanto ao abrir arquivos ODT no Writer, sua performance pode chegar a mais de 90% mais veloz. Melhorias na exportação de PDFe adicionado suporte para importar gráficos do DOCX (drawingML). Novidades, como uma janela de “dica do dia” ao iniciar o programa (uma vez por dia), um novo infobar (informando as notas de lançamento a cada nova versão), uma versão compacta da interface NotebookBar chamada de “Tabbed Compact” (auxiliando donos de laptops com pouco espaço), outra interface denominada “Contextual Single” (para Writer e Draw), e muito mais. 

Veja algumas novidades no vídeo demonstrativo:


A versão 6.3 receberá suporte por dez meses, com periódicas atualizações até 29 de maio de 2020. Você pode acessar seu site oficial para efetuar o download do LibreOffice.

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FreeOffice vai permitir salvar em formatos fechados e abertos

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Depois da polêmica em volta das suítes Offices no Manjaro, a empresa alemã SoftMaker, dona do FreeOffice, vai trazer novidades para quem precisar salvar em outros formatos.


FreeOffice vai permitir salvar em formatos fechados e abertos






A suíte office grátis da SoftMaker, o FreeOffice, vem ganhando notoriedade no mundo Linux, pois vem se tornando uma alternativa muito boa para quem precise abrir formatos proprietários do MS Office, que em muitos casos o LibreOffice não consegue lidar muito bem.

Na versão atual do FreeOffice, você tem algumas limitações em relação a versão paga, como poder ou não salvar em alguns formatos, como doc, xls, ppt e odt por exemplo. Como podemos ver nos prints abaixo, tirados daqui.






Mas isto está para mudar em breve. Depois da polêmica das suítes no Manjaro, em uma tread no Twitter, um usuário questionou o porquê da escolha do FreeOffice, visto que ele não salva em alguns formatos. Eis que a SoftMaker responde dizendo:



“ Nós concordamos em adicionar esses recursos ao FreeOffice (salvar em DOC, XLS, PPT, ODT).”

Para confirmar, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, perguntou se isso seria uma característica da versão do FreeOffice, e a SoftMaker confirmou:



Eu aproveitei e perguntei se eles iriam “expandir” a forma de salvar, para os formatos abertos, mais precisamente nos formatos ODS (spreadsheets/planilhas) and ODP (presentations/apresentação). A resposta deles informada a nós, é que no momento não será possível, pois não há mão de obra disponível para fazer a implementação. 



Quem precisar abrir arquivos no formato ODS, poderá fazê-lo tanto na versão gratuita, quanto na paga.

Recentemente fizemos um post abordando em detalhes essa suíte office, basta clicar aqui.

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Manjaro e a polêmica com as suítes Offices

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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Os últimos dias foram agitados no mundo Linux, principalmente na comunidade do Manjaro. A primeira foi em relação aos snaps, que fizemos uma cobertura neste post. Agora teve outra, a mudança de suíte Office padrão do sistema.

Manjaro e a polêmica com as suítes Offices






A grande maioria das distros Linux, entregam por padrão a suíte Office LibreOffice, que é de código aberto e com distribuição facilitada. E o Manjaro não ficava de fora, mas ele resolveu inovar e mandar com uma suíte diferente e de código fechado. Aí que começou a confusão.

Em um anúncio no fórum oficial da distro, Müller comentou que as versões de testes do Manjaro RC5 e RC6 viriam com o FreeOffice (da SoftMaker) instalado por padrão ao invés do LibreOffice ou do MS Office Online. 

Só que deu muito “pano pra manga” e burburinhos tanto na comunidade quanto na internet. Tanto gente elogiando a postura do Manjaro em trazer uma empresa que apoia o Linux para dentro dele, quanto de gente que desaprovava por ele ser de código fechado e ir contra a filosofia do software livre.

O barulho foi tão grande, que o Jason (jornalista da Forbes e que cobre o mundo Linux) convidou Müller para o seu podcast, o LINUX Unplugged, para explicar melhor como aconteceu essa parceria. O momento da explicação é esse.

Resumidamente, segundo as palavras de Müller, eles escolheram o FreeOffice por ter uma compatibilidade maior com os formatos do Microsoft Office, como docx, xlsx e pptx.

Com o feedback da comunidade, tanto a favor quanto contra, o Manjaro vai incluir a opção de escolher qual suíte Office você quer instalada por padrão, o FreeOffice ou o LibreOffice. Isso foi possível, graças a um melhoria no Calamares, e isso não só vale para o Manjaro, mas sim para todas as distros que utilizam ele, que agora vai poder dar essa opção aos seus usuários. Isso é muito útil. 


Em uma resposta a um usuário do Twitter, a SoftMaker disse que não envolveu dinheiro nessa parceria, que eles ofereceram a sua suíte e o pessoal do Manjaro aceitou.

O Manjaro também soltou um comunicado em seu fórum sobre o assunto.

Pra mim, entre “Mortos e Feridos”, podemos tirar algumas coisas boas, como por exemplo a funcionalidade adicionada ao Calamares de poder escolher aplicativos padrões (como da sua suíte office) quem sabe não se estende para mais softwares e assim facilitar mais a vida dos usuários. Em um futuro não tão distante, poderemos escolher o navegador, editor de fotos, programa para manipulação de imagens, instalação de drivers e etc. O céu é o limite literalmente 😅.

Minha opinião [HenriqueAD]
Ao acompanhar toda discussão do tema entre a comunidade, percebi que muitos não entendem que Linux não perde suas vantagens ao ter alguns softwares e elementos proprietários. Um mundo ideal em meu modo de pensar seria mais aberto, entretanto, não podemos negar a realidade. O Manjaro pensou em seus usuários (e novos) que utilizam formatos MS, que são populares para quem trabalha com esse tipo de documento. Um ponto interessante, é que o LibreOffice sempre estaria disponível, assim como a possibilidade de remover o FreeOffice e não utilizá-lo. Li muitas teorias da conspiração, mas também vi muitos usuários sensatos que não estavam presos a um modus operandi e tinham pensamentos mais abertos. Alguns não gostaram da ideia e não iriam utilizar, mas simplificaram com um simples: "vou remover e Instalar o que quero", ao invés de problematizar. A SoftMaker, quem sabe, futuramente poderá contribuir financeiramente com o projeto Manjaro. Parcerias comerciais para manter o projeto vivo e melhorando ainda mais sua infraestrutura, ao meu modo de ver são bem-vindas. Ao invés de um projeto sem condições de continuar. Recentemente vimos um exemplo que findou e não gostaria de no futuro o Manjaro ou qualquer outro projeto morrer por falta de apoio.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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ONLYOFFICE lança atualização e adiciona novos recursos para a suíte office

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

O ONLYOFFICE é a escolha de muitas pessoas para trabalhar com com documentos, planilhas e apresentações em alternativa ao LibreOffice ou Microsoft Office. Uma nova versão está disponível com novos recursos, vamos conhecer ela juntos?

ONLY Office






A atualização do ONLYOFFICE para Windows, Linux e macOS nos traz várias modificações, dentre elas, podemos destacar:

- Edição de imagem diretamente do aplicativo, sem necessidade de usar plugins de terceiros, sendo possível agora inverter, rotacionar, cortar, alinhar as imagens à páginas, em margens e em slides, com opções para aplicar shapes também;

- As fórmulas do aplicativo de planilhas do ONLYOFFICE receberam atenção, e agora temos algumas novas (ASC, BETAINV, HYPERLINK);

- Com a atualização 5.4, é possível que você imprima áreas selecionadas usando uma ferramenta desenhada para isso, garantindo maior precisão;

ONLYOFFICE editor de apresentações

- Outra novidade, sempre bem-vinda, é a melhoria de compatibilidade com arquivos do Microsoft Office, além disso, agora é possível salvar documentos como templates XML do MS Office, templates da Open Document Foundation e também em uma versão padronizada ISO de PDF chamada de PDF-A.

-  Você tem a possibilidade de inserir arquivos de áudio e vídeo nas suas apresentações usando os novos plugins audio&video;

- Outro recurso adicionado permite que você envie os seus documentos em anexo usando o plugin "Send". A integração atual permite usar Outlook ou Thunderbird;

- Agora o Chinês está disponível como linguagem de interface, somando as outras mais de 200 linguagens disponíveis.

Onde baixar o novo ONLYOFFICE?


O ONLYOFFICE é um software muito interessante, pois com ele você pode criar o seu próprio servidor para edição de texto, planilhas e apresentações, mas ele também pode funcionar offline com a versão para Desktop, você encontra todos os links de download no site oficial.

O ONLYOFFICE está disponível na Snap Store para Ubuntu e outras distros com suporte a ele:



Alguma dúvida? Participe do nosso fórum gratuitamente.

Até a próxima!
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Distros Linux de 32 bits dão adeus ao novo LibreOffice

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Famoso entre os usuários de Linux, uma ótima alternativa ao Microsoft Office, a suíte LibreOffice é sucesso e vem por padrão na maioria das distribuições. Uma próxima versão está por vir, o LibreOffice 6.3, porém, nem todos os usuários poderão usufruir dos últimos lançamentos.

libreoffice-linux-processador-32bits-64bits-the-documentpfoudation-tdf-ms-microsoft-office-word-powerpoit-excel

A versão 6.3 ainda está em fase beta, entretanto, diversas melhorias estão entre os planos da The Document Foundation. Melhorias adicionais de desempenho, em recursos e ferramentas são esperadas na próxima versão. Além de melhorar a compatibilidade com outros formatos office. É notório que conforme o tempo passe, mais softwares e sistemas começam a abandonar arquiteturas antigas como a dos processadores de 32 bits. A mudança da TDF não é arbitrária, muito menos uma surpresa. Afinal, nas notas do lançamento da versão 6.2 do software, a possibilidade foi cogitada.

“As versões binárias do Linux x86 (32 bits) serão descontinuadas. Não haverá versões do Linux x86 produzidas pela TDF após o 6.2. Isso não significa que a compatibilidade com o Linux x86 será removida”.

libreoffice-linux-processador-32bits-64bits-the-documentpfoudation-tdf-ms-microsoft-office-word-powerpoit-excel

Aos poucos o 32 bits está finalmente deixando de ser suportado!


Não é nenhuma surpresa que vários softwares estão começando a abandonar a arquitetura de 32 bits (x86-32). A versão principal do Ubuntu já não conta com a versão de 32 bits, o Google Chrome perdeu o suporte em 2016 e recentemente o Xubuntu também entrou na lista. Devido a suas limitações o seu sucessor começou a se popularizar no mercado, e dificilmente caso tenha adquirido um computador a partir de 2010, seu processador é 32 bits. Infelizmente ao possuir um hardware datado, a solução é óbvia. Faça um upgrade, ou será obrigado a utilizar versões antigas do LibreOffice.

A suíte de documentos mais famosa do mundo Linux está em beta, caso seja curioso (e saiba o que está fazendo), você poderá baixar a versão 6.3 neste link.

Utiliza algum computador com um processador 32 bits? Até pouco tempo tinha um, bem velhinho (😁😁😁). Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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