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O que é um Proxy? Para que ele serve? - Servidores Linux

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Servidores Linux podem ser usados para diversas finalidades (não só Linux, obviamente), uma delas é o famoso Proxy, porém, apesar do nome ser popular, muita gente não entende realmente do que se trata.

Proxy Server






O meu primeiro contato com Proxy provavelmente foi em um curso Técnico em Informática, onde o Campus usava Proxy para filtrar quais sites os alunos poderiam acessar, uma condição realmente comum para esse tipo de tecnologia. Vamos juntos entender melhor do que se trata um Proxy.


Exemplos de aplicação de Proxy


Tudo depende do que você quer fazer, mas vamos imaginar que você quer que toda a rede local esteja submetida a regras específicas, como por exemplo, evitar que as pessoas acessem um determinado site, ou certos conteúdos, que e algo relativamente comum em empresas e escolas, ou você quer que para um usuário acessar a internet ele tenha que se autenticar, tornando mais fácil monitorar o seu comportamento, além de impor algumas restrições também. Tudo isso pode ser feito com um servidor proxy.

Os proxies podem ser usados para finalidades diferentes, por exemplo, você pode ter um web proxy, capaz de filtrar palavras chave ou URLs específicas, impedindo o acesso a sites e arquivos, podendo inclusive redirecionar o usuário para alguma outra página pré-definida pelo administrador.

Um proxy também pode funcionar como cache para a internet. Se existem situações onde as pessoas acessam muitas vezes a mesma página, quando o cliente faz a requisição de um determinado site no servidor proxy, ele pode verificar em seu cache se a página já existe ali e entregar ela mais rapidamente para o cliente, ou então, caso não exista, ele pode buscar a informação no site e entregar para o cliente, armazenando essa informação cache para que numa consulta futura ele possa entregar essa mesma página de um arquivo local de forma mais eficiente.

Existe também o chamado Proxy transparente. Nós mencionamos esse tipo de proxy no vídeo sobre a rede Tor, quando questionamos a possibilidade de passar todo o tráfego de uma rede pela Onion. 

Um transparent proxy pode ser usado como forma silenciosa de interceptação, apenas agindo quando algo específico acontecer, como o acesso a algum site ou algo do tipo, ele também pode ser usado para pura análise do comportamento do usuário ou de um serviço que o computador esteja rodando.

Um servidor proxy também pode esconder o IP de um usuário, já que o cliente requisita um site para o proxy e o proxy requisita para o ISP, entretanto, existem formas de identificar esse IP real, não tornando este um método 100% eficaz para essa finalidade, sem falar que geralmente não existe criptografia.

Proxies também podem ser usados para separar acesso a recursos dentro de uma rede, permitindo que a diretoria de uma empresa tenha acesso a servidores que o restante da empresa não tem, por exemplo. Um dos proxies mais famosos é o Squid, muito popular no mundo Linux.

Tem dúvidas sobre redes ou Proxy espeficamente? Você pode tirar as suas dúvidas no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
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Logitech, uma boa marca de mouses para usar com Linux

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Vocês sempre pedem sobre o hardware que eu estou usando, sobre os periféricos, e ainda que eu pretenda fazer um novo vídeo agora que o setup novo do canal ficou pronto, hoje é dia de falar sobre o Logitech G203 em específico, e da minha experiência com hardwares da marca.

Configurações e mouses Logitech no Linux





Eu não sou a pessoa mais exigente do mundo na questão de mouses, mas eu geralmente pesquiso muito antes de colocar o meu dinheiro em algo. Recentemente eu resolvi que queria mudar o meu mouse, porque o modelo antigo que usei por bastante tempo, um mantistek, estava começando a dar alguns problemas de clique.

Existem ótimas marcas disponíveis hoje, o cenário gamer especialmente cresceu demais e isso nos deu várias oportunidades. Mas tudo o que eu queria enquanto buscava por um novo mouse era uma boa pegada, a minha pegada é a "palm” principalmente, um design agradável, boa construção, alguns botões de ação extra, com um bom polling rate e uma regulagem de DPI que não dependesse de software, aliás, ter uma boa taxa de DPI também é importante. Junto com isso, se fosse pedir muito, um design que me agradasse e um preço que não me fizesse gastar demais.

Eu sempre tive boas experiências com os modelos da Logitech, ainda que, até então, eu tenha usado modelos mais básicos, como o clássico mouse G100S, além de um kit de teclado e mouse como este:


Sendo assim, eu decidi ir para a linha gamer da Logitech, a chamada linha G, esse "G" indica o segmento “Gamer” e contempla não só mouses, mas e uma série de outros produtos, como HeadSets, teclados e tudo mais.

Considerando então custos e benefícios, cheguei no modelo G203, que você pode conferir no vídeo abaixo:


Por que é interessante para usuários Linux?


Cada vez mais os dispositivos voltados para jogadores tem recebido softwares que complementam a experiência, permtindo configurações e ajustes adicionais. Estes são softwares que, de forma geral não possuem versões nativas para Linux, o que, felizmente não quer dizer que não sejam manipuláveis, como o caso da Razer, através de projetos como o OpenRazer.

No caso da Logitech, temos um software chamado Piper, utilizando em conjunto com um driver chamado Libratbag, que promove um interface simples e intuitiva que possui tudo o que você vai precisar para configurar um mouse como o G203.

Conte-nos sobre a sua experiência com mouses e teclados específicos no Linux, isso pode ajudar outras pessoas a entenderem melhor suas possíveis experiências ao comprarem certos modelos de produtos. Você pode estender essa discussão para o nosso fórum também.

Até a próxima!
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O Firefox 70 pode vir com alerta nativo se sua senha for vazada

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

A Mozilla vem trabalhando ultimamente em ferramentas para proteger a sua privacidade na internet, ou através do Firefox ou com ferramentas para isso, como o Lockwise, Monitor, extensão “anti-facebook”, Send entre outras ferramentas.

O Firefox 70 pode vir com alerta nativo se sua senha for vazada






Segundo apuração dos sites Bleepingcomputer e Techdows, um report no bugzilla do Mozilla Firefox, mostrou que o recurso está em desenvolvimento e pode chegar no Firefox 70. 

O recurso funcionará com logins salvos no navegador, usando o Monitor como base e assim avisando quando algum login for alvo de vazamento, com um aviso no serviço que isso aconteceu, como mostra na imagem de testes da Mozilla.



Vale mencionar que a Mozilla aos poucos, vai introduzindo o seu novo gerenciador de senhas, o Lockwise, que está disponível para o Firefox como complemento ou como app para iOS e Android.


Está no planejamento da Mozilla exibir um relatório com estatísticas de quantas vezes os dados foram vazados. Tal funcionalidade estaria disponível na url about:protections, que seria como a imagem abaixo.



Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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3 alternativas para desenhos simples, estilo "Microsoft Paint"

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O Microsoft Paint é um programa muito popular entre usuários do Windows, na qual provavelmente você quando mais jovem, já tenha “perdido” algumas horas em frente ao PC. A criançada adora rabiscar e pôr a imaginação em ação. Se busca por uma ferramenta similar, irei apresentar 3 alternativas. Indo da mais simples para a mais completa em recursos.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web-app-drawing-kolourpaint-gnome-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Essa postagem não tem como objetivo indicar softwares para edição ou desenhos elaborados, soluções como: GIMP, Krita, Inkscape, entre outros são os indicados. Afinal, programas assim podem ser bem complexos para crianças e o objetivo é apenas rabiscar e se divertir, quem sabe despertar um Leonardo da Vinci ou Van Gogh (sem suas excentricidades, claro 😕😕😕).

Google Canvas


O Google Canvas vem sendo chamado por muitos sites, como o “Paint” da Google. Inclusive noticiamos na época de seu lançamento, no início do ano. A solução é online e sendo bem simples o seu funcionamento. Se busca por algo rápido e que não exija instalação, ele pode ser uma alternativa a se considerar. Mesmo possuindo pouquíssimas ferramentas, dependendo do perfil de quem for utilizar o programa, o Canvas é mais que suficiente.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web

Por ser online, conexão com a internet será requisito e uma conta Google. Acesse o Google Canvas por este link. Se ficou alguma dúvida, considere ler nossa postagem sobre o serviço.

Drawing


Pensado para ambiente o GNOME (mas pode ser utilizado nos demais), o Drawing possui alguns recursos à mais que o Google Canvas. Digamos que ele é o intermediário da nossa lista. O número de ferramentas e opções dão um pouco mais de autonomia, entretanto, nada tão complexo. Além de desenhar com a ferramenta, pequenas edições podem ser realizadas. O Drawing suporta imagens no formato PNG, JPEG e BMP.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-drawing-gnome-kde-gtk-ubuntu-flatpak

O Drawing está disponível oficialmente via Flatpak no Flathub. Caso não tenha configurado em seu sistema o Flatpak, essa postagem tem todo procedimento. Se utiliza Ubuntu, este post ensina como habilitar o suporte a esse tipo de pacote na loja da distribuição (Software Ubuntu/Gnome Software), permitindo instalação do Drawing via interface gráfica (depois de adicionar o suporte, pesquise por “Drawing”, encontre a aplicação e efetue a instalação). No Linux Mint, basta pesquisar na loja pelo programa. Caso queira instalar via terminal, proceda assim:

Habilite o repositório do Flathub (se não tem configurado)

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Drawing Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.maoschanz.drawing

Para desinstalar via terminal:

flatpak remove com.github.maoschanz.drawing/x86_64/stable

Kolourpaint


A última aplicação da lista é o Kolourpaint, talvez o mais completo do gênero. Possuindo até mais ferramentas que o próprio Microsoft Paint. Se quer mais opções e uma familiaridade com o app da Microsoft, o Kolourpaint é a opção certa. Para se ter uma noção, o programa suporta vários tipos de arquivos, como o formato do Adobe Photoshop (PSD) e do GIMP (XCF).

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-kolourpaint-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Você pode obter o Kolourpaint de várias formas. Pesquise normalmente na loja de sua distribuição e instale diretamente do repositório, ou via Flatpak ou Snap. Digamos que queira utilizar no formato Snap. Configure primeiramente o Snap em sua distribuição, conforme este artigo, lembrando que no Ubuntu não é necessário configurar e você encontrará normalmente na loja. Utilize estes comandos se a loja de sua distribuição não possui integração com os Snaps.

A versão Snap pode ser instalado por esse comando:

sudo snap install kolourpaint

Para remover o Kolourpaint Snap:

sudo snap uninstall kolourpaint

Outra opção é via Flatpak. Relembrando que será necessário ter o Flatpak configurado e o repositório do Flathub também. Além, de poder instalar via interface gráfica na Gnome Software. Caso não tenha configurado, na parte que abordei sobre o Drawing, demonstrei como proceder.

Instalação via Flatpak:

flatpak install flathub org.kde.kolourpaint

Remoção da aplicação Flatpak:

flatpak remove org.kde.kolourpaint/x86_64/stable

Essas são as 3 alternativas ao Microsoft Paint, se conhece alguma interessante compartilhe nos comentários ou em nosso fórum Diolinux Plus

Particularmente não me dou bem com esse tipo de aplicativo, acho que deu para notar nas imagens (😂😂😂). No entanto, quando instalei o Kolourpaint no pc de um usuário (com esse perfil, uma criança e tal...) o resultado foi super positivo. Já se você precisa criar artes mais elaboradas, utilize algum dos softwares que citei no início do artigo.

Acho que irei continuar no Inkscape + GIMP (😋😋😋), mas se alguém sentir a falta do Microsoft Paint, opção é o que não falta. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Linux Mint 19.2 “Tina” Beta está disponível com muitas novidades!

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Nesta Terça-feira (16),  Clement Lefebvre (líder do projeto Linux Mint), soltou uma release do BETA do Linux Mint 19.2,  mostrando o que estará presente na versão final do sistema. Algumas novidades presentes são muito bem vindas, vamos a elas.

Linux Mint 19.2 “Tina” Beta está disponível com muitas novidades!






Demos uma “palinha” na cobertura do relatório mensal  do Mint, onde eles informaram que “dariam uma olhada com mais carinho” para o design e algumas correções importantes, como no SAMBA (para compartilhamento) e o update para o WINE 4 (“puxado” do Wine HQ). Outras melhorias também foram apresentadas, como:

⏺ O protetor de tela agora tem suporte para o teclado onboard, sendo útil para acessibilidade e computadores com touchscreen.

⏺ O Cinnamon agora tem um applet para impressora, quando uma impressora for adicionada ao sistema ele deve aparecer para dar acesso a configurações diretamente do painel.
⏺ Documentos recentes estão agora habilitados por padrão no Menu do Cinnamon.

⏺ A opção de escolher seu leitor de PDF favorito foi adicionada ao "Aplicativos preferidos" no painel de controle.

⏺ O applet para apresentação que permite usar wallpapers em slides, agora pode mostrar o nome do arquivo atual.

⏺ O gerenciador de sessões foi portado para o gdbus.

⏺ Aplicativos que podem inibir o encerramento de sessão, não mais exercem sua autoridade sobre logouts forçados

⏺ O scrolling natural pode ser configurado para mouses (ele só podia ser configurado para touchpads antigamente).

⏺ O efeito de “fade out” quando o protetor de tela aparece foi removido

⏺ Uma nova opção foi adicionada nas Configurações de privacidade para alterar a verificação de conectividade com a Internet.

Agora o Nemo tem condições para executar ações, como um script ou comando externo quando o usuário clica com o botão direito do mouse sobre um arquivo, dando maiores possibilidades para ele, como comentamos no artigo sobre o report mensal.

Mais uma novidade que estará presente na ISO do Linux Mint 19.2, é a ferramenta de reparo de boot (Boot-Repair). Essa ferramenta já salvou a minha pele muitas vezes ao fazer uma instalação de sistema operacional, onde o boot era perdido, como por exemplo, fazer um dual boot com duas distros Linux, usando a segunda em modo BIOS e a primeira estando instalada em modo UEFI. É uma ferramenta de manutenção excelente, é muito interessante que ela esteja presente.


Outra novidade que podemos pontuar, é o esforço da equipe do Mint em ajudar às pessoas que têm dificuldade na instalação do sistema. Há algum tempo eles já fornecem vídeos explicando, como usar parâmetro "nomodeset" na hora do boot, e nessa versão não poderia ser diferente, eles continuam lá, tanto com o modo Legacy quanto no modo UEFI (EFI).

Suporte para placas de vídeo  híbridas no Linux


O ponto que mais me chamou  atenção, foi em relação ao suporte para GPUs da NVIDIA (que é o meu caso e  de muitos) em notebooks híbridos ou Optimus Card. A equipe do Mint demonstra alguns parâmetros se o método do "nomodeset"  não funcionar. Antes de tentar esses parâmetros, eles recomendam que na hora da instalação do sistema, você instale o driver proprietário da NVIDIA e que no reboot, informando que não será necessário se preocupar com “mais nada”. Depois do reboot, um ícone aparecerá na barra de tarefas (muito parecido com o método que o Ubuntu 19.04 MATE fez), podendo assim trocar de GPU ali mesmo.

Se você não conseguir “subir” o sistema, os parâmetros que eles recomendam são:

"nouveau.noaccel=1" no lugar do "nomodeset".

ou  "noapic noacpi nosplash irqpoll" no lugar do "quiet splash".

Outra possibilidade é usar o  "Compatibility mode" (modo de compatibilidade na hora de dar o boot e instalar o Mint).

Depois da instalação, usar o "Advanced Options" -> "Recovery mode"  no menu de boot e escolher a opção de “resume”

Kernel e Drivers


Agora o gerenciador de atualizações do Linux Mint está ainda mais completo, sendo provavelmente a solução mais completa disponível no mundo Linux atualmente.

O gestor de atualizações permite que você configure atualizações automáticas, caso essa opção esteja ativa, agora o sistema impede o desligamento do computador caso alguma atualização esteja em andamento. Além disso, a sessão de mudança de Kernel, agora conta com variações que vão até o kernel 5.x, permitindo que você tenha um Linux Mint super atualizado neste sentido se você quiser.

Recentemente a Canonical anunciou que o Ubuntu 18.04 LTS estaria recebendo em seu repositório os drivers mais recentes da Nvidia, isso se reflete no Linux Mint também, permitindo que todas essas versões estejam disponíveis no gestor de drivers do Linux Mint 19.2.

O Linux Mint 19.2 BETA vai continuar na base  Ubuntu 18.04, entregando por “default” o Kernel 4.15 e as interfaces gráficas nas seguintes versões: Cinnamon 4.2, XFCE na 4.12 e MATE na 1.22. Essa versão terá suporte até 2023.

Os requisitos mínimos para rodar o Linux Mint Beta 19.2 são:

-1GB de memória ram ou 2GB para uma experiência mais confortável;

-15GB de espaço em disco ou 20GB para ter uma “folga”;

-Resolução mínima da tela de 1024x768

Para baixar o BETA, basta clicar neste link e escolher a interface da sua escolha. Ainda não temos informações sobre o lançamento da versão final, mas por experiência, considerando os lançamentos anteriores, geralmente o Linux Mint fica de duas a três semanas em Beta, antes do lançamento final.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Instale o emulador de Mega Drive no Ubuntu, Mint e Deepin

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Na década de 90 “só se falava em dois consoles”, sendo o próprio Mega Drive e seu concorrente o Super Nintendo. Sempre fui mais do “lado Nintendo”, por possuir diversos consoles da marca, entretanto, o Mega Drive tem um lugar exclusivo no meu peito. Afinal, o primeiro jogo que tenho recordações é o Sonic. Isso já faz muito tempo, quando era apenas uma garotinho de 3 anos (👶👶👶).

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian

As distribuições Linux são uma ótima escolha para os retro-gamers. Durante este ano, venho demonstrando diversas alternativas que farão sua memória recordar os bons tempos de jogatina. Hoje apresento-lhes o emulador Mednafen (Mednaffe). Obviamente que existem outras opções (sempre tem os que falam: “Uso RetroArch”, falando nele, acesse este post com as últimas novidades do projeto).

Instalando o Emulador de Mega Drive no Linux


O Mednafen é um emulador via linha de comando, mas calma! Existe uma interface gráfica, chamada Mednaffe. Basta procurar na sua distribuição pelo emulador, você pode acessar a loja de seu sistema e pesquisar diretamente pela interface do emulador: “Mednaffe”.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-loja

Assim poderá desfrutar de seus clássicos do Mega Drive. Outra possibilidade é instalar via um gerenciador de pacotes, como o Synaptic ou terminal. Caso considere mais prático instalar da última forma, eis os comandos:

Instala o emulador Mednafen:

sudo apt install mednafen

Instala a interface gráfica do emulador:

sudo apt install mednaffe

Se preferir em único comando:

sudo apt install mednafen mednaffe -y

Os comandos acima são para distribuições baseadas em Debian e Ubuntu/Mint. Vale mencionar que além de Mega Drive o Mednafen emula outros consoles. Particularmente só uso para emular jogos do “Mega”, mas você pode jogar títulos de Playstation One, diretamente do programa.

Solucionando erro no áudio, caso ocorra


Dependendo da distribuição, pode ocorrer do áudio dos games emulados não ficarem perfeitos. A correção do erro é muito simples e se foi afetado pelo problema, aqui está a possível solução:

No seu gestor de arquivos navegue até as configurações do emulador. Sua localização está oculta, sendo necessário visualizar os arquivos neste estado. No Nautilus, por exemplo (gestor de arquivos do Ubuntu). Utilize as combinações de teclas Ctrl “+” H. Isso vale para o Nemo do Mint e o gestor de arquivos do Deepin.

Vá até o seguinte diretório:

SUA-PASTA-PESSOAL/.mednafen

Abra o arquivo de configuração do emulador com um editor de texto, no meu caso “mednafeen-09x.cfg”, e pesquise por “sound.device”. No editor de texto do Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas Ctrl “+” F. O mesmo vale para o Mint e Deepin.

Substitua o parâmetro default por este (é aconselhável manter o emulador fechado durante o procedimento):

sexyal-literal-default

Salve e feche o arquivo. Pronto! Agora provavelmente o áudio estará ok.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-sonic

Para maiores detalhes da utilização do emulador, instalação, resolução do bug no áudio. Demonstro todo passo-a-passo em meu canal OSistemático.


Espero que possa desfrutar de toda sua biblioteca de clássicos do Mega Drive, participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe com seus amigos.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Veja como instalar a Uplay no Linux de forma fácil

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terça-feira, 16 de julho de 2019

Hoje em dia, quando se fala em jogos, temos várias lojas como Origin, da EA Games, Battle.net da Blizzard, GOG Galaxy (GOG), Steam, a Epic Games a Epic Games Store e a Uplay da Ubisoft. Nesse tutorial de hoje vamos te ensinar a instalar ela no Linux.

Veja como instalar a Uplay no Linux de forma fácil





Vamos para a instalação da UPLAY


Para “começo de conversa”, vamos preparar o Linux para rodar jogos, para não nos estendermos demais, recomendo que siga o guia que criamos para isso. Tá bem explicadinho e detalhado.

Depois de preparado o Linux e instalado o Lutris, como ensinado em nosso artigo, você pode instalar a Uplay de duas formas. A primeira é buscar dentro do próprio Lutris por ela, como mostra a Figura abaixo. Depois é só clicar em “Install” (Na imagem abaixo, o botão de instalar apareceria onde está escrito “Play”)



A segundo forma, é utilizando o site do Lutris. Na barra de buscas (Search), procure por “Uplay”, e depois clique no ícone da loja.







Clique em “Install”, o Lutris ou um pop-up irá abrir.

Aguarde a instalação e usufrua dela. Vale lembrar que alguns jogos podem não funcionar, como o Rainbow Six Siege (R6), que por causa do Anti-cheat do jogo, barra o Wine/DXVK. Dos 7 jogos que tenho lá, tirando o R6, alguns rodaram de forma satisfatória. Os jogos que peguei lá foram os oferecidos de graça, como o UNO Demo, Rayman Legends Demo, World in Conflict, e alguns Assassin’s Creed, como o Black Flag, o Unity e o Chronicles China. Já o Watch_Dogs 1, funciona quase que 100%, mas o som não funciona na gameplay, já nos menus sim. 

Pode ser que isso acontece em alguns títulos ( seja necessário alguma configuração extra), mas isso não quer dizer que seja “pra sempre” essa situação.

Se você estava precisando daquela ajudinha para rodar a Uplay, espero que esse tutorial lhe ajude. 😁

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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RetroArch está chegando de forma oficial na Steam

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Se você é fã dos games “retros” e sempre está procurando uma forma de emular os seus games favoritos de uma forma fácil, o RetroArch na Steam pode facilitar a sua vida.

RetroArch está chegando de forma oficial na Steam






Para quem não está muito acostumado com o termo “RetroArch”, ele é uma GUI para que os usuários possam manipular a API Libretro e assim poderem emular os seus games “Retro”.

Em anúncio feito no blog oficial, por Daniel De Matteis (uns dos principais devs do projeto), comunicou que o RetroArch estaria chegando na Steam e será a princípio no dia 30. Segundo ele, a entrada do RetroArch na Steam, vai ajudar muitos usuários e projetos que executam os jogos, ou via mídias físicas ou emuladores, e que usam os “núcleos Libretro” de alguma forma.



De início, será lançada a versão para Windows em uma primeira fase e as versões de Linux e MacOS posteriormente. Eles escolheram oferecer para Windows primeiramente, para testar se a infraestrutura do projeto está preparada para uma demanda grande e assim garantir que vão conseguir suportar as outras mais tarde. Nada mais lógico “né não”.

Também comentaram que não terá diferença entre as versões do site deles com a disponibilizada na Steam, e que nesse primeiro momento, não terá implementações do Steamworks SDK, mas que não descartam em um futuro próximo.

Vale mencionar que você pode instalar o RetroArch na sua distro sem precisar esperar pela versão da Steam, tem versões oficiais em Flatpak e Snap também. Para conferir o método para a sua distro, basta acessar este link.

Para conferir o post no blog do projeto, basta acessá-lo aqui. E para acessar a página do RetroArch na Steam, você pode conferir clicando aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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SofMaker Office quer fazer você esquecer o MS Office, e tem versão pra Linux!

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segunda-feira, 15 de julho de 2019

A empresa alemã, SoftMaker, acaba de comemorar os seus 30 anos de idade lançando uma nova atualização para o SoftMaker FreeOffice. Uma suite de escritório com visual e funcionalidades extremamente interessantes para quem vem do Microsoft Office.

SoftMaker Office para Linux






O SoftMaker Office está disponível para Windows, macOS e Linux (Android também), e possui versões grátis e premium, a atualização promete trazer plena compatibilidade com arquivos do Microsoft Office 2019, permitindo que sejam abertos, criados e salvos arquivos nos formatos DOCX, XLSX e PPTX, mantendo a compatibilidade de versões antigas do Office, desde a 2007.

SoftMaker Office

O software recebeu melhorias para usabilidade, com atalhos e posicionamento dos ícones na interface para facilitar a migração de pessoas acostumadas com o Office da Microsoft, especialmente pela interface "Ribbon" já estar presente.


Faça o download e teste a versão grátis no site oficial.

Continue a discussão no nosso fórum, Diolinux Plus.

Até a próxima!
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Veja como instalar a EPIC Games Store no Linux de forma simples e fácil

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Hoje em dia, quando se fala em jogos, temos várias lojas como Origin, da EA Games, Uplay da Ubisoft, Battle.net da Blizzard, GOG Galaxy (GOG), Steam e a da Epic Games a Epic Games Store (nome bem criativo, não? 😅). Nesse tutorial de hoje vamos te ensinar a instalar ela no Linux.


 Veja como instalar a EPIC Games Store no Linux de forma simples e fácil






Para dar uma “refrescada” na memória, há uns 3 meses noticiamos que o pessoal do Lutris recebeu um “incentivo” do manda chuva da Epic Games, Tim Sweeney, em ingressar no programa de financiamento da Epic Games, o Epic MegaGrants. O artigo completo você pode conferir aqui.

Agora vamos para a instalação da Epic Games Store


Para “começo de conversa”, vamos preparar o Linux para rodar jogos, para não nos estendermos demais, recomendo que siga o guia que criamos para isso Tá bem explicadinho e detalhado.

Depois de preparado o Linux e instalado o Lutris, como ensinado no nosso artigo, você pode instalar a Epic Games Store de duas formas. A primeira é buscar dentro do próprio Lutris por ela, como mostra a Figura abaixo. Depois é só clicar em “Install” (Na imagem abaixo, o botão de instalar apareceria onde está escrito “Play”)



Aguarde a instalação e usufrua dela. Vale lembrar que alguns jogos podem não funcionar, como o Fortnite, que por causa do Anti-cheat do jogo, barra o Wine/DXVK. Dos 17 jogos que tenho lá, só o Fortnite não rodou, já os outros rodaram de forma muito boa. Os jogos que peguei lá foram os oferecidos de graça, como o Subnautica,  Slime Rancher e o Super MeatBoy.

A segunda forma, é só procurar no site do Lutris, no campo Search, por Epic Games Store e mandar instalar. Assim vai abrir o Lutris e começar a instalação.

Se você estava precisando daquela ajudinha para rodar a Epic Games Store, espero que esse tutorial lhe ajude. 😀

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel

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O Clear Linux é a distribuição Linux desenvolvida pelo pessoal da Intel, pensando na otimização para os developers, computação na Nuvem, IoT, desenvolvimento em geral, além de poder ser usada como um desktop “normal”. Além é claro, de ter um sistema otimizado para os seus processadores e também nas suas futuras GPU’s dedicadas.

Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel





Agora, de forma oficial, o Lutris está incluso nos repositórios oficiais do Clear Linux, juntamente com o pacote WINE.

No Clear Linux, você utiliza o swupd, que em linhas gerais é como se fosse o APT, YUM ou DNF, para saber mais sobre o funcionamento dele de forma profunda, veja o guia. Ele também utiliza para a instalação, o bundle, para facilitar o gerenciamento.

Primeiramente, vamos instalar WINE,  que você pode fazer de duas formas. Como o Clear Linux OS usa o GNOME, você tem a GNOME Software nele, e nela você pode procurar pelo bundle WINE e instalar, ou via terminal, com o seguinte comando:



sudo swupd bundle-add wine

Feito isso, basta esperar a instalação terminar.

Para instalar o Lutris podemos também utilizar a mesma forma de procurar na GNOME Software, mas agora vamos procurar pelo bundle “Games”, ou senão via terminal com o seguinte comando:

sudo swupd bundle-add games

Aí, é só esperar terminar a instalação. No site do Lutris também tem a menção do Clear Linux.

Agora você já tem o conjunto para jogar os games que não são da Steam, visto a mesma pode ser instalada via Flatpak, que já vem instalado no Clear Linux. Se você precisar instalar a Steam, é só seguir esse tutorial.

Vale uma menção aqui. É importante você verificar se a sua GPU da Intel tem suporte ao Vulkan, essa informação pode ser encontrada no site deles. Se ela tiver o suporte incompleto, os games podem rodar de forma instável. Para instalar o Vulkan no Clear Linux, é bem simples, basta instalar o seguinte bundle:

sudo swupd bundle-add developer-gpu

Se você estiver pensando em instalar o Clear Linux  em um PC com GPUs da NVIDIA, você pode tentar seguir a documentação sobre isso, mas a cada update do sistema, será necessário atualizar o driver de  forma manual, ao menos por enquanto.

Muito gratificante ver que um grande projeto como esse do Clear Linux, dando assim mais uma opção de distro Linux para jogos.

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4 Alternativas de navegadores open source que vale a pena utilizar

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Navegador web é quase como um time de futebol, cada um tem sua torcida organizada (😁😁😁). O intuito dessa postagem não é inflamar os comentários, ou dizer que um é superior ao outro. Apenas irei demonstrar que existem ótimas alternativas de código aberto, ficando ao seu encargo testar e ver qual melhor se adapta ao seu cotidiano. Sem mais delongas vamos para “listinha”:

navegador-web-browser-open-source-linux

Alguns browsers contidos nesta lista são de conhecimento da maioria dos usuários, estou falando de você Firefox! (😋😋😋) No entanto, alguns usuários poderão se surpreender e conhecer novos navegadores. O intuito é justamente esse, estimular sua curiosidade a testar algo desconhecido. Alguns navegadores estarão disponíveis no formato Snap. Assim sendo, caso queira instalar algum app que faça uso dessa tecnologia, existe a necessidade de ter o Snap configurado em seu sistema. Acesse essa postagem, se ainda não o fez. Lembrando que o Snap no Ubuntu já vem por default. 

Mozilla Firefox


Começo a lista com o tão amado Firefox, a raposa de fogo companheira de muitos que estão lendo essa postagem. Não poderia fazer uma seleção com meus 4 navegadores open source favoritos, sem ao menos mencionar ou listar o Firefox. Inclusive, recentemente sua versão 68 veio repleto de novidades. Acesse a postagem escrita pelo Ricardo (O Cara do TI) e saiba mais. O Mozilla Firefox é distribuído sob a licença MPL 2.0, e você pode acessar o Github da Mozilla e ver todas as tecnologias empregadas no navegador.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-firefox

Você pode instalar o Mozilla Firefox facilmente em sua distribuição pesquisando na loja de sua distro, ou instalando via terminal. No Ubuntu, por exemplo:

sudo apt install firefox

Se usa alguma distribuição que não disponha as últimas versões do Firefox, você pode instalar sua versão em Snap.

sudo snap install firefox

Chromium


Outro conhecido é o Chromium, infelizmente, alguns usuários espalham erroneamente que ele é um vírus. O cúmulo dessa “estória” foi ouvir isso da boca de “técnicos” e diversos tutoriais na internet, ensinando como remover o navegador do Windows. Mal eles sabem que o Chromium é a base do Google Chrome, e diversos outros navegadores, inclusive, o novo Microsoft Edge. O Chromium é distribuído sob a licença BSD (3-Clause). Você pode acessar seu mirror oficial no Github por este link

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-chromium

O Chromium está na maioria das distribuições, no Ubuntu você pode instalar pela loja ou via terminal:

sudo apt install chromium-browser

Também existe a possibilidade de instalar o navegador via Snap em sua distribuição.

sudo snap install chromium

Brave


O Brave ganhou popularidade por conta de suas features oferecidas por padrão. Visando uma maior privacidade, o navegador traz embarcado ferramentas que visam bloquear o rastreio indesejado de sites e anúncios. O Brave é distribuído sob a licença MPL 2.0, acesse seu Github por este link. Temos um tutorial demonstrando como instalar o navegador, você pode aprender com essa postagem.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-brave

Você pode instalar o Brave via Snap, no link anterior existem outras maneiras.

sudo snap install brave

Falkon


Incubado pelo Projeto KDE, o Falkon é um navegador desenvolvido em Qt. No passado alguns poderiam conhecer o projeto por outro nome, QupZilla, após apoio da comunidade KDE, o navegador recebeu um novo nome e redesign. Quem sabe num futuro ele se torne o navegador padrão do Plasma, isso só o tempo dirá (😁😁😁). Temos uma postagem falando sobre o Falkon, caso esteja interessado, acesse e saiba mais sobre o navegador. O Falkon é distribuído sob a licença GPL 3.0, caso queira, este é o link para seu Github.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-kde-falkon

O Falkon está na maioria das distribuições, basta pesquisar em sua loja ou instalar via terminal, no Ubuntu basta utilizar esse comando:

sudo apt install falkon

Sua versão em Snap pode ser utilizada em sua distro, e sempre está nas últimas versões.

sudo snap install falkon

Recomendo fortemente o teste das aplicações aqui sugeridas, e caso conheça outras soluções de código aberto que sejam interessantes, não deixe de compartilhar.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e crie uma postagem com o navegador open source que você conhece. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Dropbox lança o serviço de compartilhamento Transfer

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Nesta terça-feira (9), o Dropbox apresentou a sua nova ferramenta de compartilhamento de arquivos de forma parecida com o Firefox Send. O serviço é o Dropbox Transfer.


Dropbox lança o serviço de compartilhamento Transfer






O novo serviço do Dropbox é diferente do serviço em nuvem oferecido pela empresa há anos. A ideia dele é enviar arquivos ou um “monte” deles apenas com um link “simples”, de forma clara e objetiva.

Com esse novo serviço, você poderá anexar nele até 100GB simplesmente arrastando e soltando os arquivos dentro dele ou fazendo o upload direto do seu PC. Se equiparado com o serviço do Firefox Send, chega a ter 40x mais de capacidade. Você pode adicionar arquivos do seu Dropbox.


Como no serviço da Mozilla, o Dropbox Transfer lhe dá a possibilidade de “personalizar” o link de compartilhamento, como adicionar, editar e remover senhas; colocar uma data de expiração daquele link, podendo alterar a mesma, mesmo que o link tenha sido enviado. Você pode configurar notificações de recebimento dos arquivos, além de ver quantas vezes o link foi acessado com estatísticas.



Ainda na parte de customização, você pode alterar o wallpaper da página de download, podendo escolher as opções pré escolhidas ou fazer o upload da imagem salva do seu PC. Para empresas isso dá um toque um pouco mais profissional.

O serviço ainda não está disponibilizado para o grande público, mas você pode entrar na lista de espera e ser uns dos primeiros a testar o Dropbox Transfer quando eles liberarem os convites.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Editando Apps no menu da sua distro Linux manualmente

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Como já diz o velho ditado: "Tudo no Linux são arquivos", e por esse motivo, tudo pode ser mudado, tudo pode ser configurado, e com o menu do seu sistema não seria diferente.

Configuração de menus do Linux






Hoje vamos tratar de um tipo de arquivo de configuração responsável por mudar a forma com que os aplicativos aparecem no menu da sua distro Linux. Apesar de usarmos GNOME como referência, as dicas realmente servem para, virtualmente, qualquer interface.

Arquivos .desktop


Temos um vídeo preparado para te ajudar a entender como esse processo todo funciona, você pode conferir no nosso canal, ou logo abaixo:


Os arquivos .desktop são responsáveis por "iconificar" os programas que você encontra no menu, mas mais do que isso, eles são responsáveis pela categorização do programa na sua distribuição e por quais palavras chaves o aplicativo será encontrado quando o usuário fizer uma busca.

Existem, de forma geral, dois locais onde você encontra estes arquivos:

/usr/share/applications

/home/user/.local/share/applications

Este tipo de arquivo possui uma série de informações e pode ser aberto com qualquer editor de texto. 

Os arquivos que estão dentro da sua home acabam sobrescrevendo as preferências contidas na pasta "applications" em "/usr/share" para o seu usuário. Pensando dessa forma, se você quiser que alguma alteração seja válida para todos os usuários do sistema, altere direto na raiz, caso queira apenas para seu usuário, você pode alterar somente na home. É o típico caso preferencial.

* Para editar arquivos dentro da raiz e salvar as alterações, é necessário rodar o editor de textos em modo root.

Configurações de arquivos .desktop

Existem muitos tipos de parâmetros que pode ser aplicados aqui, como por exemplo:

Name: Altera o nome da aplicação
Comment: Altera a descrição da aplicação
Exec: Onde está o executável
Terminal: Se a aplicação pode rodar pelo terminal
Categories: Em qual categoria do menu ele vai se encaixar
Keywords: Palavras chave que podem ser digitadas para encontrar a aplicação
Icon: Diz o nome do ícone que deve ser exibido

Entre muitos outras, um parâmetro interessante permite que você oculte um ícone do menu e da pesquisa em caso de necessidade é o "NoDiplay":

NoDisplay=true

NoDisplay=false

A primeira opção oculta a aplicação, a segunda exibe. A ausência  do parâmetro exibe automaticamente a aplicação.

Configurando estes arquivos você pode alterar o comportamento de qualquer aplicação que aparece no menu do seu sistema, confira o vídeo acima para vários exemplos.

Você pode ver a documentação de como o arquivo .desktop deve ser escrito aqui.

Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades e encontra um lugar amistoso para tirar as suas dúvidas.

Até a próxima!
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