Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens

Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux

Nenhum comentário

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Muitos que estão migrando para o mundo Linux, chegam procurando alternativas que possam substituir as ferramentas que utilizavam no Windows ou no macOS. Como por exemplo do Photoshop, CorelDraw, Adobe Premiere e o AutoCad, e é para esse último que vamos dar uma especial atenção hoje e mostrar uma alternativa altamente recomendada.


Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux





Quem desenvolve o Draftsight é a 3DS, mesma empresa que desenvolve o Solidworks e o 3D Studio Max. A empresa está no mercado há 37 anos, então não é “qualquer uma Dora Aventureira” no setor.

O DraftSight não é um software open source, mas possui uma versão Free (Windows, macOS e Linux) e uma Premium (Windows) que tem dois métodos, uma via por assinatura de 12 meses e outra sem assinatura em que você compra ele uma única vez e recebe updates nos primeiros 12 meses após a compra.

Se você optar pela assinatura, a anuidade sai por R$606,70 e com updates durante o período que a assinatura estiver em vigência. Já se você optar pela compra uma única vez, que sai por R$1.217,49 e se precisar de mais tempo de suporte, você pode comprar pacotes adicionais de manutenção anual que saem em media por US$99,00. Como você pode ver, muito mais barato do que o software da AutoDesk (Custo médio de R$5 mil).


Algumas empresas que utilizam as soluções da 3DS são: a EMBRAER, Exxon Mobil, Eaton e a Kärcher, entre outras empresas.

A versão Free do Draftsight você pode utilizar nas três plataformas, no Windows nas versões 64 e 32 bits, macOS no formato dmg e para Linux nos formatos .deb e .rpm esses tendo somente versões para 64 bits.

O canal parceiro do blog, o Maquete Eletrônica, fez um vídeo de como instalar e mostrando como dar os primeiros passos no aplicativo. Confira o vídeo abaixo.

           

Para baixar o Draftsight basta acessar o link diretamente do site deles.

Interessante ter softwares feito por empresas profissionais e com bagagem de mercado oferecendo soluções free e para Linux com uma qualidade muito boa e que possam ler os formatos DWG da AutoDesk que são predominantes no mercado.

Agora nós diga nos comentários se você usa ou está procurando uma alternativa extremamente viável para o seu dia a dia.

Espero você até uma próxima e um grande abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Curso EXTREMAMENTE AVANÇADO de Shell Script!

Nenhum comentário

domingo, 11 de novembro de 2018

Agora que você já perdeu o medo do terminal Linux chegou a hora de dar um passo a mais e usar todo o potencial que ele te oferece como uma ferramenta para controle, automação e até diversão, por que não?

Cursos avançado de Shell Script







O meu amigo Marcos, do canal Terminal Root, vem desenvolvendo há muito tempo um material extenso e completo sobre o uso de aplicações em modo texto, terminal e shell script e hoje eu tenho o prazer de anunciar a disponibilidade deste material!

O que você vai aprender se fizer o curso?


Absolutamente tudo sobre manuais, processos, animações em ASCII e Unicode. Vai aprender inúmeros comandos de manipulação de dados do Terminfo e Termcap. Também vai descobrir todo raciocínio e lógica utilizada para criação de games, utilizando a raíz da criação. 

Aprenderá a criar um instalador pra o Arch Linux, bem como manipulação de Sistema de Arquivos via linha de comando. Entre diversos outros tópicos para criar programas profissionais e com recursos UX e UI deixando-os mais intuitivos.

No vídeo à seguir o Marcos te mostra a aplicação prática do Script de instalação do Arch.



São 22 vídeos, mais de 2GB de conteúdo que você pode baixar e guardar com você para sempre, 18 apostilas em PDF, 18 Scripts didáticos e ainda vários arquivos, imagens e outros, tudo isso para te ajudar a estudar e virar um ninja especialista no terminal.

Quanto custa?


O curso possui o valor de investimento de R$ 174,90, porém, um requisito importantíssimo é já ter conhecimento básico ao menos em Shell Script, para que assim você possa desenvolver as habilidades propostas no curso de forma mais rápida.

Caso você não satisfaça esse pré-requisito, o Marcos também preparou alguns cursos que vão te dar toda a base necessária para ir para o curso extremamente avançado.

1 - Curso do Iniciante ao Avançado de Shell Script - Onde você aprenderá o essencial, além de manipular banco de dados e usar Shell Script para Web.

Valor: R$ 39,90.
Mais detalhes em: terminalroot.com.br/bash

2 - Curso do Editor Vim - Você aprenderá a customizar o Vim, podendo por exemplo mapear qualquer tecla para responder como deseja.

Valor: R$ 29,90
Mais detalhes em: terminalroot.com.br/vim

3 - Curso Extremamente Avançado em Shell Script Bash - Para criação de animações, instaladores de distros, games e muito mais, como já comentado neste artigo:

Valor: R$ 174,90
Mais informações em: terminalroot.com.br/shell

PORÉM, como aqui não brinca quando o assunto é promoção, agora, em uma parceria entre o Diolinux e o Terminal Root, você pode levar todos os 3 cursos por apenas R$ 179,90!

Um bônus: Além destes cursos mencionados, você também receberá o curso de SED - Editor de fluxo completo.

Como você pode comprar?


Na verdade, de forma muito simples. Todo o material dos cursos será enviado para você por e-mail, então basta fazer a compra através do PagSeguro: https://pag.ae/bkBDp7l

Depois disso é só aguardar o recebimento do material, se tiver alguma dúvida, entre em contato diretamente com o Marcos em terminalroot.com.br.

Fique ligado no blog e o no canal Diolinux, pois provavelmente sortearemos alguns cursos completos para nossos leitores e inscritos em breve!

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”

Nenhum comentário

sábado, 10 de novembro de 2018

Na segunda-feira (5), a Microsoft anunciou em seu blog oficial (o MSDN) que traria grandes novidades no update 18277 para o Windows 10, como a correções de bugs, melhorias na interface, implementações com a Cortana junto com a Amazon entre outras. Você pode conferir mais detalhes neste link.


 Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”






Mas o que chamou mais atenção foram as novidades e recursos adicionados pela Microsoft em relação ao Linux, até mesmo uma versão paga dele chamada de WLinux. Mas calma, vamos explicar.

Novidades


As novidades começam pelas distribuições que estão disponíveis na Microsoft Store, que agora contam com o Ubuntu 18.04 LTS, OpenSuse 15 e o SLES 15, além do Wlinux.

Agora o Ubuntu 18.04 em WSL (Windows Subsystem for Linux ou Subsistema Windows para Linux) rodará em um dispositivo ARM para aprendizado ou simplesmente para o uso, assim “capturando” a versão ARM do aplicativo. Essa função é ativada se você baixar o Ubuntu pela loja da Microsoft.

O Bloco de Notas (Notepad) agora vai ter suporte para “final de linha” (Line Endings) do Linux e assim não mais tendo problemas em abrir arquivos vindos do sistema do Pinguim. Exemplo: Abrir um arquivo .sh e não perder a formatação. Para saber mais acesse o link.

Outra novidade é que agora você vai poder abrir um Linux Shell diretamente pelo Explorer do Windows, apenas pressionando  Shift+Botão Direito do Mouse em cima do arquivo que você precisar.



Mais uma novidade é que agora você pode instalar as distros no Window 10 via linha comando com o WSL ativado. Para saber como ativar ele a Microsoft recomenda ver o manual.

Depois de ter feito isso você precisa habilitar o WSL usando os seguintes comandos. No Exemplo foi usado o Ubuntu 18.04.

Invoke-WebRequest -Uri https://aka.ms/wsl-ubuntu-1804 -OutFile ~/Ubuntu.appx -UseBasicParsing

Add-Appx-Package -Path ~/Ubuntu.appx

Aí para instalar o Ubuntu 18.04, usa os seguintes comandos:

RefreshEnv

Ubuntu1804 install --root

Ubuntu1804 run apt update

Ubuntu1804 run apt upgrade -y

Fizemos um vídeo falando sobre o WSL lá no canal, você pode conferir o vídeo logo abaixo.

       

Agora você vai poder usar os comandos Copiar e Colar nos terminais Linux/WSL, basta habilitar essa opção. Para mais detalhes acesse aqui.




E o Linux pago da Microsoft, o WLinux???!!


Bom, segundo o post no blog oficial da Microsoft, o WLinux vai ser a primeira “distribuição” para WSL, com implementações feitas especificamente para serem usadas no WSL, como por exemplo toolchains para desenvolvedores e implementações sem suporte ainda, como o systemd. O WLinux é baseado no Debian, mas diferente do Debian que conhecemos. Esse Debian da Microsoft “transformado” em WLinux é mais voltado para quem é desenvolvedor ou entusiasta, visto que ele é todo construído para ser usado via terminal. Como podemos ver em algumas capturas de telas abaixo. Sendo assim, ele é mais uma das distros disponíveis para o WSL, como as outras que foram comentadas.








O WLinux vai ser comercializado por R$75 em média, mas está em promoção até o dia 13/11/2018 por R$18,95. Você pode acessar a loja da Microsoft para comprar ele.

Você pode acessar o projeto do WLinux e ver quais ferramentas estão sendo utilizadas, através do Github deles.

Muita gente confunde software livre com software grátis, mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra e se qualquer distro quisesse cobrar por seus serviços, isso seria perfeitamente legal e bem visto, o próprio Stallman fala sobre isso em seus discursos.

A grande questão é: O que de especial esse sistema novo da Microsoft traz para que justifique a sua compra? Tem algo que ele faz que não é possível de fazer com outras distros ou de outra forma? São objeções que o marketing da Microsoft precisará trabalhar, sem dúvida, se quiser vender o produto. Pode ser também que colocar um valor assim seja um teste para ver o quanto as pessoas estão dispostas a pagar por produtos do tipo, nunca se sabe.

Bom, é isso sobre a tão “polêmica” distro Linux paga da Microsoft,  só trazendo compatibilidades entre o Windows e as distros Linux, além dela trazer uma modificação do Debian com as suas implementações para funcionarem com as suas ferramentas e afins.

Isso tudo no final, quem ganha é o Linux, que em um futuro bem próximo pode “respingar” nas distros fora da Microsoft Store.

Se você quiser ver o post original do anúncio, pode acessar o blog. E se quiser ver as notas de lançamento pode acessar ela aqui.

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa investida da Microsoft em compatibilizar o Linux dentro do Windows.

Até uma próxima e um forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


EA lança engine experimental Halcyon com suporte para Linux e VULKAN

Nenhum comentário

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Durante o evento “Meetup Khronos” em Munique (Alemanha) que aconteceu no final de semana passado (dias 26, 27 e 28), a EA mostrou a sua engine experimental para jogos com suporte para VULKAN e surpreendentemente para Linux também. 


 EA lança engine experimental Halcyon com suporte para Linux e VULKAN






Quem apresentou foi o Engenheiro Senior de Renderização II, Graham Wihlidal da SEED ( Search for Extraordinary Experiences Division ou “Divisão de Procura por Experiências Extraordinárias”) divisão da EA que procura por projetos “Extraordinários”.

O que foi surpresa, foi a EA a começar a usar VULKAN em uma engine para jogos, essa já sendo usada em outras engines como a Unreal Engine e a CryEngine, além de trazer o suporte para Linux também.


O projeto vai trabalhar com as APIs mais modernas do momento, como DX12 (Windows), Vulkan 1.1 (Windows, Linux) e Metal 2 (Apple). Uma amostra de como será a Engine com o vídeo abaixo da EA.

          

Como podemos ver, é um projeto promissor e ao que tudo indica, traz uma melhor qualidade aos jogos e um realismo muito maior.

Muitos vem se perguntando se a EA vai trazer os seus jogos para essa nova Engine e assim disponibilizar eles para Linux, uma pergunta difícil, mas esse é o primeiro passo. Se um dia não tínhamos a Steam no Linux e agora temos, quem sabe o futuro com a EA, não é?

Um movimento assim é muito bom para a concorrência no mercado e abre um leque maior de opções, trazendo novas ferramentas multiplataforma,

Se você quiser ver mais afundo o projeto, pode acessar aqui e aqui.

Espero você até uma próxima e um forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Curso Completo de Sed - Editor de Fluxo

Nenhum comentário
Hora de dominar os recursos avançados do terminal Linux e editar múltiplos arquivos facilmente com o Curso Completo de Sed - Editor de Fluxo.

Curso Sed Editor de Flux






O que é o Sed - Editor de Fluxo


Sed é utilitário via linha de comando (para Linux, BSD, macOS e outros sistemas baseados em Unix, existe também uma versão para Windows) . O Sed é utilizado para editar múltiplos arquivos de uma só vez com eficiência e rapidez. É uma das ferramentas mais utilizadas via Shell Scripting.

O que vou aprender ?


Ao final desse curso você será capaz de entender o que significa esse comando:
sed -e ':a ; $!N ; s/\n\s+/ / ; ta ; P ; D' file.txt

Pré-requisitos


Um PC ou um notebook e vontade de conhecer e aprender.

Quanto custa ?


O Investimento será de R$ 29,99 e você poderá baixar todo o conteúdo pro seu computador (os programas e scripts, apostilas PDF e videos).

Promoção


Existe também o conteúdo disponível na Udemy, que possui um custo diferenciado, no entanto, eles constantemente promovem descontos bem em conta, porém, lá não haverá a possibilidade de baixar o conteúdo.
Nós também disponibilizamos 10 CUPONS de DESCONTOS, ou seja, os 10 primeiros a adquirir pagará somente R$ 20 pelo Curso Clique Aqui Para Adquirir o Curso com o Preço PROMOCIONAL.

Pacote Completo Promocional


Com uma promoção exclusiva para os leitores do Blog Diolinux, você poderá adquirir 5 cursos, incluindo:
  • Shell Script do Iniciante ao Avançado - que custa R$ 39,90;
  • Curso do Editor Vim para Iniciantes - que possui o valor de R$ 29,90;
  • Curso Completo de Expressões Regulares - essencial para trabalhar juntamente com Sed, por R$ 29,80;
  • Curso Extremamente Avaçado de Shell Script - para aprender como criar games, instaladores, animações via Shell, por 174,90
  • Além do Curso Completo de Sed - Pelo valor de R$ 29,99, como foi citado acima.
Se somarmos os valores de cada curso, sairá por R$ 304,49 , no entanto, com essa promoção, você poderá adquirir todos os cursos, por apenas: R$ 179,99

Tudo isso fará você dominar a linha de comando de uma vez por todas e passar nas mais importantes provas que exigem esse conhecimento.



* Essa promoção é por tempo limitado
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux

Nenhum comentário

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Os novos “Mac Mini” da Apple estão vindo com os novos chips de segurança T2, e dentro das novidades estão a criptografia APFS no sistema de armazenamento, validação do Secure Boot e UEFI, manipulação do ID Touch, entre outras funcionalidades.


 Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux






O T2 restringe bastante o processo de inicialização e verifica cada etapa do processo usando chaves de criptografia assinadas pela Apple. E com isso trazendo uma dor de cabeça para quem quiser usar Linux nessas máquinas.

Por padrão, as máquinas da Apple são habilitadas para não permitir nenhum sistema operacional, nem mesmo o Microsoft Windows, mas se você quiser instalar o sistema vai precisar habilitar a opção no Assistente Boot Camp,  assim ele instalará o certificado Windows Production CA 2011,autenticando os sistemas da Microsoft para serem usados nos equipamentos da Apple. Mas….

Isso não instala e não habilita o suporte aos certificados UEFI da Microsoft, esse certificado é usado por muitos parceiros da Microsoft, dentre eles algumas empresas que oferecem distribuições Linux, como Canonical (Ubuntu), Red Hat/IBM (Fedora), Suse (openSUSE) entre outras, e assim não possibilitando a instalação das distribuições Linux nos Macs Mini.

Na hora da instalação do sistema, você terá uma tela com os vários níveis de segurança oferecidos pela Apple, como Full Security, Medium Security e No Security (como se observa na imagem abaixo).



Você pode clicar aqui para ter maiores informações de cada opção ali apresentada.


Até o momento ainda não foi adicionado o suporte para o UEFI, o que possibilitaria a instalação de sistemas Linux nos hardwares da Apple com esse novo chip de segurança T2, mesmo desabilitando os métodos de segurança os usuários ainda não conseguiram dar boot com Linux. Se tiver algum update sobre o caso vamos atualizar o artigo trazendo as novidades, então fique ligado no blog. =)


Se você quiser acompanhar a “saga” dos usuários, pode acompanhar através deste fórum.

Um agradecimento ao pessoal do Phoronix que trouxe essa notícia à “luz do dia”.

Um forte abraço e até a próxima.
_____________________________________________________________________________

Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu

Nenhum comentário
Mark Shuttleworth fez uma postagem no blog do Ubuntu, comentando sobre a aquisição da Red Hat pela IBM e que isso é uma boa notícia para o Ubuntu.

 Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu






Como noticiamos semana passada, a Red Hat foi vendida para a IBM pela bagatela de 34 bilhões de dólares e assim se tornando a maior compra feita no mundo corporativo de tecnologia. E o dono da Canonical se pronunciou sobre o assunto

Na postagem, Mark parabenizou a Red hat pelo papel feito perante a implementação do Open Source como uma alternativa altamente viável do UNIX, assim tendo um papel fundamental neste movimento. Ainda complementou que “a aquisição é uma uma progressão significativa do open source para o quadro mainstream”. Mas não deixou de dar aquela alfinetada na Red Hat, visto que eram concorrentes nos segmentos de IoT, Cloud, Kubernetes, OpenStack, com as seguintes declarações:

“Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas e importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu.”

Se você quiser ler o post original de Mark, clique aqui.

Também debatemos o assunto no Diolinux Friday Show, onde colocamos as nossas ideias e como isso poderia impactar em outras empresas que oferecem Linux (como a Canonical e Suse) e também se o Fedora seria afetado.

Também é bom ver que a Canonical esteja atenta nos movimentos do mercado e se posicionando como uma força para em áreas bem lucrativas, como a “Cloud Public”, “OpenStack”, Governos, Universidades entre outras.

Mark Shuttleworth é um homem de negócios e aproveitou o momento para fazer um “jabá” da sua empresa, apresentando-a como uma solução para aqueles que não gostam da IBM e são clientes Red Hat. O que você achou das declarações?

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

Nenhum comentário

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Os gêneros e videogames mais jogados no Linux em 2018

Nenhum comentário
O ano de 2018 tem sido muito interessante em termos dos jogos disponíveis para as distribuições Linux, já que a oferta de títulos de diferentes gêneros aumentou exponencialmente. Com o boom de plataformas como Steam e melhorias em projetos como o DXVK, Proton (Steam Play), assim como a abertura de plataformas online, o número de ofertas de diferentes gêneros aumenta para os gamers de Linux.

Games de Linux






Com a chegada do Steam Play, muitos games passaram a funcionar no Linux normalmente, atualmente são praticamente 3 mil títulos, sem falar os outros milhares que já rodavam nativamente. Hoje Linux pode ser considerada a segunda plataforma para jogos em computadores com facilidade, superando em quantidade, graças ao Steam Play especialmente, os jogos para macOS, ficando atrás somente do Windows.

Jogos de ação e o boom dos eSports


Os jogos de ação encontraram um ano muito lucrativo em todas as plataformas, e o Linux não foi exceção.

Nesta categoria, destacam-se títulos como o Counter-Strike: Global Offensive, que foi um dos melhores shooters para o Linux, através da plataforma Steam. Tanto tem sido o sucesso deste título em 2018, que se tornou um dos videogames com mais seguidores dos eSports no Brasil.

Nesse sentido, e como publicado pelo site SporTV, o Brasil é o país com o terceiro maior público cativo de eSports do mundo, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos.

Com um público brasileiro que ultrapassa 7,8 milhões de seguidores, o país está na vanguarda da América Latina no mercado de eSports, com a projeção de movimentação de US$ 905,6 no final do ano, e para ultrapassar US$ 1,6 bilhões para 2021.

Jogos de estratégia e crossovers de RPGs


Outro gênero que ganhou mais seguidores em 2018 é o de jogos de estratégia, incluindo jogos de cassino.

Neste contexto, o crescimento deveu-se à abertura dos melhores cassinos online, que disponibilizaram a sua oferta em jogos como a roleta, o poker ou o blackjack, bem assim como que alguns deles também funcionam como casas de apostas desportivas. 

Essas plataformas abriram seu conteúdo para serem facilmente accessíveis pela internet e, na maioria dos casos, também através de smartphones.

Por outro lado, títulos como XCOM 2, Civilization V ou Age of Wonders III também ganharam vários seguidores dentro das plataformas disponíveis para Linux, como Steam ou Wine, oferecendo uma mistura de jogos de estratégia por turnos, com outros gêneros como shooter ou RPG.  Nós mesmos estamos nos divertindo muito jogando Warframe no nosso canal da Twitch, hoje mesmo tem live! :)

Jogos de corridas


Os jogos e simuladores de corridas também se tornaram alguns dos favoritos dos gamers em 2018, já que eles também ganharam um lugar nos eSports, misturando sua oferta com simuladores e expandindo sua plataforma de alcance para o Linux.

Um dos títulos mais marcantes é o Rocket League, que é um jogo de futebol, no qual os jogadores são carros de controle remoto com foguetes acoplados. Esta mistura de gêneros tem sido uma das opções mais chamativas para os competidores de eSports em todo o mundo.

No entanto, uma opção dentro dos títulos de corrida para os puristas, que foi muito bem recebida este ano, foi o Dirt Rally, que se destacou como um dos títulos de corrida esportiva mais jogados no Linux através do Steam em 2018.

Tão boa foi a recepção deste videogame, que o site IGN Brasil anunciou que o Dirt Rally 2.0 já tem sua data de lançamento prevista para 26 de fevereiro de 2019, buscando melhorar a experiência oferecida por seu antecessor.

Linux Gaming

O Linux está ganhando mais e mais espaço na competição dos videogames, pois, está desenvolvendo cada vez mais facilidades para os jogadores desfrutarem de seus gêneros favoritos de videogames, independentemente da distribuição de Linux que preferirem.

É claro que existem ainda certos títulos que ainda são incompatíveis, mas (literalmente) há dois meses mais ou menos, muito menos jogos eram compatíveis, há um ano, tínhamos menos jogos, então, parece ser uma questão de tempo e adaptação. Quem ainda insiste em dizer que Linux não serve para jogar também só pode estar desinformando.

Qual o seu game favorito? Ele já está rodando no Linux?

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da história do software

Nenhum comentário

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Nesse fim de semana a comunidade open source e de tecnologia foram surpreendidas com a notícia bombásticas, com a venda da Red Hat para a IBM pela bagatela de US$34 BI. Só a efeito de comparação, o GitHub foi vendido por US$7,5 BI.

IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da historia do software








Depois de fortes rumores que surgiram na semana passada, eis que se concretizaram os boatos e a Red Hat foi vendida para a IBM, que pagou US$190 por ação da “empresa do chapéu vermelho”. Se nada atrapalhar e não ocorrer nenhum imprevisto, a compra será concluída no segundo semestre de 2019.
A Red Hat é uma empresa de tecnologia que oferece vários serviços dentre eles o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), que é pago, e o Fedora, que é gratuito e com o suporte vindo da comunidade. A empresa também vende soluções para virtualização, suporte e computação na nuvem.
Atualmente a IBM é a terceira maior empresa que fornece serviços em nuvem no mercado, ficando atrás somente da Microsoft e Amazon em termos de receita.
Red Hat hoje fornece um vasto leque de serviços para rivais da IBM, incluindo Google e Amazon, mas segundo a IBM querem “continuar construindo e aprimorando” essas parcerias daqui para frente.

Sobre a aquisição, CEO da Red Hat e o chefe da IBM deram as seguintes declarações:

A aquisição da Red Hat é uma mudança de jogo. Isso muda tudo no mercado de nuvem. A IBM se tornará a fornecedora número um do mundo de nuvem híbrida, oferecendo às empresas a única solução de nuvem aberta que irá liberar o valor total da nuvem para seus negócios.” diz Ginni Rometty, chefe da IBM.


“Unir forças com a IBM nos proporcionará um nível maior de escala, recursos e capacidades para acelerar o impacto do código aberto como base para a transformação digital e levar a Red Hat a um público ainda maior - preservando nossa única cultura e o compromisso inabalável da Red Hat. com a inovação de código aberto. Nós mal arranhamos a superfície da oportunidade que está à nossa frente. O código aberto é o futuro da TI corporativa. Acreditamos que nosso mercado total será de US $ 73 bilhões até 2021. Se o mundo está consumindo software - e com a transformação digital ocorrendo em todos os setores, e realmente está - o código aberto é o ingrediente-chave.” disse Jim Whitehurst, CEO da Red Hat.


Como não poderia faltar, como já aconteceu na venda do GitHub para a Microsoft, tem um pessoal de dentro da comunidade com certo ar de desconfiança e achando que a IBM pode estar tramando algo para prejudicar ou até mesmo acabar com o projeto Fedora. Mas também tem pessoas achando isso muito benéfico e ainda torcendo que de muito certo essa parceria, pois isso seria mais investimentos (money) para o Fedora.

A opinião do autor (Ricardo)

Creio eu que isso é movimento sem volta e só tende a crescer e até ter mais aquisições em um futuro próximo, como por exemplo a Google podendo comprar a Canonical e assim “explodir” o Linux para desktops, usando o Ubuntu como carro chefe e assim aumentando a aceitação da população em geral (já acertei sobre os games em Linux, não custa nada tentar nós desktops rsrs).

A opinião do autor (Dionatan)

A grande questão é que a Red Hat é uma das principais empresas a terem “carregado” o Linux em épocas vindouras, assim como softwares Open Source, é uma empresa apaixonada pelo tipo de mensagem que passa, a preocupação da comunidade é compreensível, no entanto, geralmente quando uma grande empresa compra a outra, existem dois objetivos, para simplificar, usar a tecnologia desenvolvida para essa empresa para ganhar mais qualidade em seus serviços e continuar lucrando e expandindo. 

A Red Hat já tem uma grande cartela de clientes que confiam em seus serviços, algo que foi conquistado ao longo de anos e anos de empenho e bom serviço prestado, a IBM, agora dona da empresa, só tem a ganhar com a expansão da marca Red Hat. Como comentei no Twitter em resposta ao meu amigo Alfredo Heiss, da AMD, ainda é cedo para dizer o que ocorrerá, mas não é como se pudéssemos interferir também, então nos resta aguardar e torcer.

Eu achei importante colher algumas opiniões sobre pessoas que podem fazer mais do que especular, ou pelo menos, especular com maior propriedade, então falei com alguns amigos meus que trabalham na Red Hat para colher as suas opiniões sobre o assunto:

"Nós só sabemos o que todo mundo sabe, a informação que temos se resume ao que foi publicado nas mídias oficiais da Red Hat

Em uma opinião estritamente pessoal e individual, eu estou otimista, a cultura e os valores da Red Hat são fortes e a perspectiva é de levar um pouco dessa cultura para dentro da IBM! E além disso o panorama de liderança em Cloud é bastante positivo.
#RedWillStayRed!", comenta Bruno Rocha - Quality Engineer - Red Hat.

Outra pessoa importante a ser ouvida neste momento é o saudosista Jon “Maddog” Hall, (fan fact: Já pude sentar ao lado dele em uma viagem de avião, o cara é o “Papai Noel do Open Source”, muito gente boa!), ele escreveu um belo texto sobre assunto na “Linux PRO Magazine”, especialmente para os mais alarmistas, vale a pena ler.

A Red Hat nunca me pareceu uma empresa que deixaria ser comprada sem assegurar que os valores do Open Source que eles tanto cultivam fossem respeitados, no fim, quem viver verá! A fusão completa ainda deve demorar muito tempo. Para quem quiser ver a nota oficial da IBM, segue o link.,

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa compra e se ela vai ser benéfica ou não para o Red Hat e Fedora.

Até a próxima e um forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD

Nenhum comentário

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Recentemente o pessoal do ZDNet soltou uma publicação em que alerta para uma nova falha de segurança no Xorg  que afeta distros Linux e BSD.


Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD






A falha encontrada é no X.Org Server e ela permitia (sim, no passado mesmo) que o invasor conseguisse acesso limitado ao sistema que poderia ser via terminal localmente ou em uma sessão SSH remotamente, assim conseguindo mudar as permissões e conseguindo o modo Root.

A vulnerabilidade não está na categoria  de falhas do tipo “as bad-as-it-gets”,  e ela também não preocupa computadores com segurança alta e bem planejada, mas um pequeno deslize pode transformar rapidamente algo não tem preocupante uma invasão terrível, comenta Catalin Cimpanu.

Um consultor de segurança ouvido pela ZDNet,  Narendra Shinde, alertou que tal falha foi apontada no seu relatório de Maio de 2016 e que o pacote do X.Org Server continha essa vulnerabilidade  que poderia dar aos invasores privilégios de root e podendo alterar qualquer tipo de arquivo, até os mais cruciais para o sistema operacional.

Tal vulnerabilidade foi identificada com a “flag” CVE-2018-14665 e nela foi observado o que poderia ter causado tal falha. O manuseio incorreto de duas linhas de código, sendo elas “as -logfile” e “-modulepath”, teria permitindo que os invasores insiram os seus códigos maliciosos. Essa falha é explorada quando o X.Org Server roda com privilégios de root e isso é comum em muitas distros.

Desenvolvedores da X.Org Foundation já estão planejando soltar uma correção para o X.Org 1.20.3 e assim corrigir esses problemas causados por essas duas linhas.

Distribuições como Red Hat Enterprise Linux, Fedora, CentOS, Debian, Ubuntu e OpenBSD já foram confirmadas como impactadas, e outros projetos menores também são afetados.

As atualizações de segurança que contém o pacote corrigem a vulnerabilidade do X.Org Server  devem ser implantadas nas próximas horas e dias. No Linux Mint e no Ubuntu a correção já foi liberada e confirmada pela nossa equipe, basta atualizar o seu sistema, o mesmo, possivelmente pode se dizer das demais, verifique as suas atualizações.

Isso mostra que o Linux e o BSD não estão “salvos” de falhas e “escorregões” como essa, e assim mostrando que esses sistemas operacionais não são “imbatíveis”, mas ainda assim são alternativas robustas e seguras em relação aos sistemas Windows. Problemas como este no X.org demonstram mais uma vez a importância do desenvolvimento ativo de alternativas como o Wayland.

Espero você na próxima, forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


ONLYOFFICE fecha parceria com o ownCloud

Nenhum comentário
No dia 8 de Outubro deste ano (2018) através do seu blog, a equipe do ONLYOFFICE anunciou uma parceria muito boa para quem utiliza o software da empresa e também para quem está procurando uma alternativa do MS Office.


ONLYOFFICE fecha parceria com o ownCloud





Foi anunciado que agora as equipes do ownCloud e ONLYOFFICE vão começar a trabalhar em conjunto para que possam integram às duas ferramentas e assim entregar uma solução Office mais completa. Com o ownCloud você pode criar a sua cloud privada e open source trazendo assim mais confiabilidade e segurança.

Neste anúncio também foram mostrados alguns pontos sobre essa parceria, e 4 são importantes destacar:

1 - Com as ferramentas instaladas recentemente pela Univention (é um sistema operacional de servidor derivado do Debian com foco em gerenciamento integrado para a administração central e multi-plataforma de servidores, serviços, clientes, desktops e usuários, bem como computadores virtualizados operados no UCS.), a instalação do ONLYOFFICE Document Server com sincronismo facilitado com o ownCloud.

2 - Outra novidade foi a liberação do ownCloud connector 2.0.3, permitindo assim, que os usuários possam abrir arquivos nos  formatos ODT, ODS e ODP para edição padrão. Para maiores informações, acesse o blog deles.

3 - Com a nova versão do ONLYOFFICE você vai poder escolher em qual serviço de armazenamento em nuvem salvar os documentos, no momento as soluções são as plataformas em nuvem da  a da própria ONLYOFFICE ou da ownCloud (outras opções estarão disponíveis em breve). Por hora você pode salvar os seus documentos na nuvem da ONLYOFFICE.

4 - O quarto e último ponto que chamou a atenção, foi o anúncio de que em breve será possível salvar diretamente na nuvem do ownCloud. No método atual, você tem que baixar o arquivo para o seu computador, fazer a alteração nele e depois fazer o upload dele para a nuvem. Mas na próxima versão do ONLYOFFICE (v.10.0) esse processo será simplificado, essa “demora” se deve ao adequamento das interface, tanto do OnlyOffice quanto do ownCloud.

Esses são os principais pontos que podemos destacar dessa parceria, mas se você quiser ver mais sobre esse anuncio, você pode acessar o post deles aqui.



Podemos ver uma evolução na plataforma de suíte office da ONLYOFFICE com o agregamento do serviço do ownCloud e assim trazendo essa possibilidade de salvar os seus arquivos criados na suíte em um cloud, podendo ser tanto privado (criado por você) quanto nos clouds da ONLYOFFICE e isso é muito bom pois se você tiver algum imprevisto que precise mandar o seu PC para manutenção, poderá acessar os arquivos e contiuar a trabalhar como ocorre com o Google Docs e o OneDrive da Microsoft

Agora nós diga aí nos comentários o que você achou dessa parceria e se você usa a suíte Office ONLYOFFICE.

Um forte e até a próxima.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Top 5 - Distros Linux para usar em servidores

Nenhum comentário

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A tecnologia Open Source é extremamente versátil, mas sem dúvida, um local onde ela se destaca é na infraestrutura de serviços e da própria internet. O Linux é muito popular neste segmento e por isso hoje você vai conhecer cinco distribuições Linux  que você provavelmente vai esbarrar ao trabalhar com servidores.

Linux para Servidores





É importante conhecer as distribuições Linux mais famosas neste segmento para poder ser preparar melhor para o mercado de trabalho, caso você deseje trabalhar com servidores Linux, claro, ou simplesmente para saber dar algumas indicações em caso de necessidade.

O termo "servidor" é, por si só, muito vago. O ponto importante é atividade que "o dito cujo" irá realizar, em outras palavras, "o que ele irá servir". 

Certamente existem distribuições construídas para atender determinadas demandas que são excelentes, como RockStor, Open Media Vault, Zentyal, etc. Na verdade, qualquer distribuição Linux com foco em servidores pode ser aplicada para cada uma das atividades que existe uma solução desenvolvida especificamente, basta aprender a configurá-la e colocar o serviço para funcionar.

Na lista de hoje entrarão distribuições Linux que podem ser usadas para propósitos genéricos e são reconhecidas no mercado como excelentes opções.

- Debian


O Debian é uma das principais distribuições Linux do mundo, utilizada por grandes projetos de missão crítica, como os sistemas que controlam a estação espacial internacional. Naturalmente todas as distribuições focados em servidores são estáveis, mas este é um assunto que o Debian leva muito a sério, a ponto de você relacionar as duas palavras facilmente. Precisa de um servidor estável? O Debian é uma ótima opção!


O "filho do Debian" também tem lugar garantido neste segmento. O sistema é também um dos mais populares no mundo dos servidores, utilizado em vários sistemas onde intermitência é importante, como laboratórios de meteorologia. Por ser muito popular nos desktops também, é certamente um local com muita documentação e tutoriais, assim como o Debian, para se começar a planejar o seu servidor.


Mudando para "o lado RPM da força", começamos com o Red Hat EL, mantido por uma da maiores empresas do mundo nos segmento de infraestrutura de T.I utilizando tecnologias Open Source. O Red Hat é tão confiável e estável que é utilizado para controlar os submarinos do exército dos EUA, mas claro, sua aplicabilidade não se resume aí.


Curiosamente, a popularidade do RHEL faz com que o CentOS seja tão famoso quanto. O CentOS é conhecido como " a versão grátis do Red Hat" e é usado largamente por serviços de Hospedagem, como os nossos amigos da HostGator, que atuam em vários locais ao redor do mundo.

Pela grande documentação presente para o Red Hat Enterprise Linux ser correspondente ao CentOS, ele também costuma ser a escolha para infraestrutura de diversas empresas de tamanhos diferenciados.


A SUSE é uma das empresas pioneiras no uso do Linux e de software Open Source para infraestrutura. Atualmente a empresa atravessa uma nova e interessante fase, com maior orçamento e independência e é extremamente popular, especialmente na Europa. O Yast (Yet Another Setup Tool) talvez seja a "feature killer" do SUSE para o mercado.

Repare uma coisa...


Repare que eu não coloquei números na minha lista, especialmente porque eu não acredito que exista uma ordem de "melhor para pior" ou vice e versa, estas são, sem dúvidas, as mais famosas distros do mercado, entretanto, elas não são as únicas, outras que poderiam entrar facilmente numa lista como esta são o Oracle Linux, da Oracle e o ClearOS, da Intel, entre outras, mas de toda forma, a lista precisava ter um fim.

As informações aqui contidas podem te ajudar a dar uma direção para os seus estudos e testes de sistemas operacionais, seja para se preparar para o mercado de trabalho, seja para uma certificação. Apesar disso, nada impede que você tenha um favorito, qual a versão do Linux que você mais gosta de usar em servidores?

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.



elementary OS 5.0 Juno lançado! Conheça as novidades e faça o download!

Nenhum comentário

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Os desenvolvedores do elementary OS anunciaram a mais nova versão do sistema baseado no Ubuntu 18.04 LTS, que chega com melhorias visuais, de performance e recursos da interface.

elementary OS 5.0 Juno






Cassidy James Blaede, um dos principais desenvolvedores do elementary OS, anunciou o lançamento da versão 5.0 (Juno) do sistema através de um post no blog oficial do elementary OS, contando todas as novidades presentes na nova versão da distro.

Uma lapidação do Loki


O nome "Loki" aqui é uma referência ao codinome da versão imediatamente anterior do elementary OS, baseado no Ubuntu 16.04 LTS. Temos uma review dessa versão aqui no blog para você conferir inclusive, mas estrou trazendo o elementary OS Loki à discussão porque se você é o tipo de usuário que só "dá uma olhada" no sistema a cada lançamento, vai acabar vendo na versão atual, Juno, "apenas" uma lapidação  da versão Loki.

Temos poucas modificações visuais que saltam aos olhos, mas não deixe isso te enganar. Realmente o elementary OS 5.0 Juno é uma lapidação do que foi feito na versão anterior, mas existem muitos detalhes de usabilidade, coesão visual e recursos que foram modificados, ainda que não fique tão óbvio à primeira vista.

Mudanças sutis que fazem a diferença 


elementary OS AppCenter

Uma mudança bem sutil mas que causa uma sensação interessante, do ponto de vista de marketing (que é uma área que eu adoro), é a mudança na numeração. O elementary OS Loki respondia pela numeração "0.4.x", o que dava a impressão de que o sistema ainda não tinha chegado a sua maturidade, não chegando ao "1.0" ao menos. Nesta nova versão, para acabar com essa impressão, a nomenclatura ficou "5.0", e não "0.5", o que sem dúvida é algo positivo.

Ainda que o projeto seja sólido e tenha objetivos bem definidos, o elementary OS ainda tem muito chão pela frente para tornar o seu modelo de negócio algo tido como "extremo sucesso", mas sem dúvida, é algo que todos esperamos.

O elementary OS, neste aspecto, me parece ser o tipo de sistema que você pode dizer algo como: "OK, eu não concordo com o rumo que você estão dando, mas ao menos vocês tem certeza do que querem". Particularmente gosto de pessoas que tem objetivos claros e estão preocupados em agradar quem, igualmente, gosta da proposta.

Temos mudanças e refinamentos no painel de configurações do sistema, no WingPanel (Barra superior), um novo tema de ícones para as pastas e ícones remodelados para vários tipos de arquivos, entre muitas outras coisas.

Tivemos melhorias significativas também na loja de aplicativos "pay what you want" que o sistema possui, o que acabou atraindo mais e mais desenvolvedores para o sistema, colocando a distro um passo mais próximo de seu objetivo: tornar-se uma nova plataforma para softwares Open Source.

Conferindo os vídeos abaixo você terá uma noção clara de todas as novidades no sistema:





Além do elementary...


Apesar do elementary OS possuir um vasto ecossistema atualmente, muitas coisas ainda ficam à cargo da base Ubuntu que o sistema carrega. Em momento algum os desenvolvedores escodem isso dos usuários, muito pelo contrário, ao visitar a aba "Sobre" no painel de configurações, você verá a frase "construído sobre o Ubuntu 18.04 LTS".

Por conta disso, o elementary OS possui elementos comuns da versão LTS mais recente do Ubuntu, como o Kernel, a versão dos drivers e o "grosso" dos pacotes contidos em seu repositório. No momento atual, tudo o que você vê na tela do seu elementary OS é de responsabilidade dos desenvolvedores da distro, mas boa parte do que você não vê, vem do Ubuntu.

As versões LTS do Ubuntu são realmente muito sólidas e estáveis, especialmente a base do sistema, geralmente os bugs eventuais ocorrem em implementações de softwares e interfaces sobre e essa base, e não na base do sistema. Com o novo elementary OS você terá o Kernel Linux 4.15.x, drivers Nvidia 390.x e Mesa 18.1 (AMD e Intel), entretanto isso pode ser modificado adicionando-se PPAs , ou ainda, manualmente, o que requer um pouco de conhecimento avançado em Ubuntu para tal.

Falando em repositórios extras, apesar do elementary OS conseguir suportar Snaps, Flatpaks e PPAs, nenhum dos formatos é aceito nativamente, ficando a cargo do usuário fazer as modificações adequadas para ativar o suporte desejado.


Onde baixar a nova versão do elementary OS?


Ficou interessado e gostaria de baixar a nova versão dos sistema para fazer os seus próprios testes? Isso é muito simples, basta ir até o site do elementary OS e efetuar o download. Algo que gera um pouco de dúvida entre os novatos é que o elementary OS é um sistema "pague o que quiser", então na página de download você será convidado a fazer o download através de uma colaboração financeira; colaboração essa que pode ser de qualquer valor, inclusive, nenhum.

elementary OS Download Grátis


Caso queira baixar o elementary OS gratuitamente em um download direto ou por torrent, basta colocar "zero" como valor e baixar sem complicação. 

Por último, mas não menos importante, fica a recomendação para você conferir o artigo "7 coisas para fazer depois de instalar o elementary OS". Ele foi criado para a versão Loki, mas todos os procedimento continuam absolutamente válidos e necessários.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo