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Kernel Linux 5.6 trará ferramenta própria para monitorar temperatura de drives SATA

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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Após um longo tempo de espera, a temperatura de dispositivos SATA poderá ser monitorada com uma solução implementada no próprio Kernel Linux, sem que haja a necessidade de instalar softwares de terceiros.

kernel-linux-5.6-trara-ferramenta-propria-para-monitorar-temperatura-de-dispositivos-sata

Há muito tempo a comunidade Linux vem discutindo sobre uma forma de implementar uma solução própria, integrada ao próprio Kernel Linux para efetuar o monitoramento de dispositivos SATA, como HDs e SSDs. Tal monitoramento já é possível no Linux, mas apenas através da instalação de softwares de terceiros, que só podem obter tais informações quando executados em modo “root”.

Executar softwares em modo de superusuário é algo que deve ser evitado sempre que possível, principalmente quando não se tem absoluta certeza e confiança quanto a procedência de tal software. Afinal, quando um programa está rodando como “root” no seu sistema, nada o impede de fazer absolutamente qualquer coisa dentro do sistema, o que pode ser um sério problema de segurança.

Por isso é muito importante que você rode como superusuário apenas softwares que você conhece e confia, e caso se trate de um programa que você acabara de conhecer, é importante procurar o máximo de informação possível com usuários que já testaram e aprovaram tal software. Felizmente softwares contendo código malicioso não “se criam” por muito tempo no mundo Linux, já que a autenticidade dos softwares, cuja maioria é de código aberto, pode ser e é verificada por muitos usuários/desenvolvedores no mundo todo.

Dito isso, conforme divulgado, o novo driver “drivetemp” já estará presente e completamente funcional na versão 5.6 do Kernel Linux, sendo que as informações de temperatura poderão ser consultadas através do monitor de hardware próprio do Kernel Linux “hwmon”.

Agora o que nos resta é aguardar a chegada do Kernel 5.6 para que possamos testar, e trazer mais informações sobre essa nova feature. 😁

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Fonte: Phoronix

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Google e Valve trabalham para trazer Steam para os Chromebooks

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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O ano mal começou e já temos uma notícia que pode mudar um pouco o mercado de games em 2020, que seria a entrada dos Chromebooks para rodar games.

Google e Valve trabalham para trazer Steam para os Chromebooks





O site especializado AndroidPolice, através do seu repórter David Ruddock, deu a informação que o Google está trabalhando em trazer o suporte oficial da Steam para o Chrome OS. A informação ele obteve juntamente com o Diretor de Gerenciamento para Produtos do Chrome OS (Director of Product Management for Google's Chrome OS), Kan Liu, na CES 2019 de Las Vegas.

Segundo Ruddock, Liu “lançou uma espécie de bomba”, em que a equipe do Chrome está trabalhando, muito possivelmente com cooperação com a Valve, para trazer o suporte da Steam para os Chromebooks.

Liu não deu um cronograma ou “timeline” do projeto, mas que ele seria ativado através da compatibilidade Linux que o Chrome OS tem. Em 2018 o Chrome OS começou a suportar apps Linux nele, através da plataforma Crostini, que você pode ver a nossa cobertura neste post.

Ruddock comenta que atualmente rodar a Steam com a camada de compatibilidade Crostini não tem um desempenho perto do aceitável, mesmo em comparação com a Steam em sistemas nativos e que são parecidos com o Chrome OS, como por exemplo Ubuntu, ZorinOS, Manjaro e entre outras distribuições Linux. Nisso tenho que concordar com ele, pois a princípio os Chromebooks são voltados para terem um baixo consumo de energia e assim durarem mais tempo fora de uma tomada. Além dele se sair bem para coisas triviais, como editar uma planilha, editar um texto, ver um vídeo no Youtube e assim por diante.

Mas parece que o Google quer mudar isso, tanto que ultimamente os Chromebooks vieram com mais armazenamento e um “poderio” de processamento, tendo algumas versões vindo com i7 e até 16GB de ram, como os Pixelbooks Go.

E foi exatamente nisso que Liu comentou com Ruddock, que poderíamos esperar Chromebooks mais poderosos, especialmente com GPU (APU) da AMD que estariam chegando. Também falou para “ficarmos atentos” na chegada de Chromebooks com gráficos Radeon dedicados. Não se teve respostas se eles viriam com GPUs da NVIDIA e também não houve manifestação sobre se isso competiria ou atrapalharia a plataforma de jogos do Google, o Stadia.

Agora o que penso e acho dessa possível vinda da Steam para o Chrome OS. Bom, isso seria muito bom, pois seria mais um sistema Linux rodando jogos e que o mesmo tem uma gigante da tecnologia por trás, o Google. Isso poderia atrair muitos desenvolvedores de jogos para a plataforma e assim portar os seus games para Linux, utilizando por exemplo o Vulkan e assim otimizando eles. Com isso, todas as distros se beneficiariam. Creio que poderia vir até outras lojas e jogos, como uma Epic Games Store, Uplay, Rockstar Launcher, Fortnite, PUBG e por aí vai. Isso também resolveria a grande “pedra no sapato” do Linux em jogos online, os tais “benditos” anticheats, que vivem barrando o WINE/DXVK/Proton por “acharem” que são “emulação” ou qualquer outra coisa que “acham” 😅. Arrisco a dizer, que se a Steam vier para o Chrome OS e “dar bom”, outras empresas podem trazer os seus produtos para Linux, como a “Sra” Adobe, Corel, AutoCad (AutoDesk) e além das empresas “menores” que fazem ERP também viriam uma boa trazer os seus produtos para o pinguim.

Se você quiser ver a matéria completa do AndroidPolice, basta acessá-la aqui.

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Minigalaxy, um cliente Linux gratuito e open source para GOG

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Uma das mais tradicionais lojas de vendas de games na internet, a GOG, ganhou mais um cliente para gerenciar seus jogos no Linux.


Minigalaxy, um cliente Linux gratuito e open source para GOG





O novo gerenciador é o Minigalaxy, que lembra o GOG Galaxy “versão 1.0”, visto que a GOG planeja uma versão 2.0 totalmente reformulada.










Com a versão do cliente lançada, ela tem as seguintes características:

● Foi adicionado um botão aos jogos instalados, que permitem:
   - Desinstalar um jogo;
   - Abrir o diretório em que o jogo está instalado;

● Adicionado modo offline;

● As instalações feitas pelos sistemas Dosbox e Scummvm terão preferência sobre os já empacotados com os games;

● Detecção de jogo aprimorada para verificar todos os diretórios no caminho da instalação;

● Adicionada a opção de manter os instaladores dos jogos;

● Adicionada a opção de desativar o login;

● O menu de preferências agora usa um seletor de arquivos para definir o caminho da instalação;

● O tempo de inicialização foi reduzido;

● Jogos que não estão instalados agora estão acinzentados.

A tradução para o PT-BR está sendo feito pelo nosso amigo Esdras Tarsis.
Você pode consultar a release no Github através deste link.

Para instalar ele, você pode acessar este link e escolher a distro que você usa e seguir os passos para instalação. Segundo o desenvolvedor, distros Ubuntu 18.04 / Linux Mint 19.3 e openSUSE 15.1 não estão suportadas, porque as mesmas não tem a versão requerida do PyGObject.

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COPR: Os PPAs do Fedora

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Saiba o que são e como utilizar os repositórios copr do Fedora.


Todos, ou ao menos a maioria de vocês que estão lendo esse artigo já devem saber o que é, ou ao menos ter ouvido falar nos PPAs. Aos “desavisados”, os PPAs são repositórios de softwares para o Ubuntu e seus derivados que podem ser criados e mantidos por qualquer pessoa que tenha conhecimento o suficiente para fazê-lo.

Caso você ainda esteja meio que “boiando” no assunto repositórios, o vídeo abaixo com certeza irá deixar bem claro do que se trata.


Agora que você já sabe o que são repositórios, vamos aos copr.

A sigla copr significa “Cool Other Package Repo”, e em termos leigos é uma plataforma na qual qualquer desenvolvedor pode criar repositórios para distribuir os seus softwares para que possam ser instalados de forma facilitada em qualquer máquina com o Fedora instalado.

A associação com os PPAs é inevitável, já que a ideia por trás do serviço é bastante semelhante, mas na prática os repositórios copr são utilizados para objetivos um pouco diferentes do que os PPAs.

É extremamente comum encontrar programas internet afora que dependam de PPAs para serem instalados no Ubuntu e derivados. Já no caso do Fedora, a maior parte dos programas utilizados pela maioria dos usuários estão presentes nos repositórios oficiais ou no RPM Fusion, de forma que podem ser instalados diretamente da loja de aplicativos do sistema. Em outros casos, muitos desenvolvedores optam por disponibilizar os pacotes .rpm, que podem ser instalados de forma semelhante aos .deb da base Debian/Ubuntu ou aos .exe do Windows.

Na maioria dos casos, os repositórios copr são utilizados para fins de testes, disponibilizando versões “bleeding edge”, betas ou até alphas de softwares, como por exemplo o repositório “che-mesa” que contém versões extremamente atualizadas do Mesa Driver, sobre o qual falamos neste artigo.

Como utilizar?


Todos os repositórios copr podem ser encontrados no site oficial do serviço, e a instalação procede da seguinte forma:

No exemplo abaixo estarei ativando o copr do repositório “che-mesa”, utilizando os nomes do usuário e do repositório que podem ser encontrados na página do mesmo, conforme pode ser visto na imagem abaixo.

sudo dnf copr enable che/mesa

Encontrando nome do usuário/repositório no copr.
Pronto! Agora na próxima vez que você atualizar o seu sistema, ou instalar algum software o repositório será sincronizado automaticamente. 

Para remover o repositório, basta utilizar o mesmo comando, substituindo “enable” por “disable”, conforme o exemplo abaixo.

sudo dnf copr disable che/mesa

E por fim, para remover todos os softwares que haviam sido instalados a partir do repositório recém removido, basta rodar o comando a seguir:

sudo dnf distro-sync

Obs.: Os repositórios copr assim como os PPAs são repositórios que podem ser criados e mantidos por qualquer pessoa que tenha o conhecimento necessário para fazê-lo. Tanto nós do Diolinux, quanto a equipe do próprio Fedora não podemos garantir a segurança ou o funcionamento de qualquer copr. Use por sua conta e risco!

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X.Org Server 1.20.7 é lançado com melhorias para GLAMOR e Modesetting

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

O projeto open source para implementação do X Windows System, Xorg, recebeu recentemente mais um update com melhorias significativas, provavelmente uma das últimas antes da versão 1.21 que ainda não tem data de lançamento.

X.Org Server 1.20.7 é lançado com melhorias para  GLAMOR e Modesetting






Nessa versão foram feitas 14 (quatorze) mudanças bem pontuais com correções nos drivers GLAMOR e xf86-video-modesetting, pelo Intel Linux graphics developer Matt Turner. Também houveram updates para o sistema da Oracle, Solaris, feitos pelo dev Alan Coopersmith.

Outra adição importante nessa edição, foi feita pelo responsável pela área de drivers para Linux da Nvidia, Aaron Plattner, adicionando ao xf86-video-modesetting DDX uma verificação do RandR na inicialização. Falando em NVIDIA e Xorg, essa versão virá com as implementações e correções para GPUs PRIME ou as “famosas” GPUs híbridas, que começaram na versão 1.20.6 sendo aprimoradas e agora contendo mais melhorias.

A Intel foi outra empresa que colaborou também com essa versão, com o seu desenvolvedor Kenneth Graunke, que adicionou no driver modesetting, o EGL_MESA_query_driver para selecionar o driver DRI, se assim for possível. A outra mudança foi com o GLAMOR, que agora poderá consultar o driver via EGL_MESA_query_driver, assim beneficiando quem utiliza o Iris Gallium 3D.

Red Hat foi mais uma empresa colaborando, com o dev Michel Dänzer, agora para o Wayland, GLAMOR e algumas correções para os modesettings de drivers.

Para ver o anúncio completo, você pode consultar ele aqui.

Essa versão do Xorg, a 1.20.7, está no tempo hábil de entrar para o Ubuntu 20.04 LTS, o que é muito bom, pois dará para testar por completo mais uma distro Linux com soluções para notebooks híbridos. As primeiras foram o Manjaro e o RegataOS (projeto brazuca).


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Kisak PPA: Uma ótima opção para o Mesa Driver no Ubuntu

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Conheça o “kisak-mesa”, um PPA do Mesa Driver mantido por um desenvolvedor afiliado à Valve que pode ser uma excelente alternativa aos velhos conhecidos Padoka e Oibaf.

kisak-ppa-alternativa-ao-mesa-driver-no-ubuntu-debian-e-derivados

Recentemente fizemos um artigo apresentando a vocês opções de PPAs para o Mesa Driver, e como utilizá-los no Ubuntu e seus derivados. Foi na sessão de comentários do referido artigo recebemos uma sugestão do nosso amigo Esdras sobre o Kisak PPA, que após ter testado, cheguei a conclusão de que é uma opção tão boa quanto, ou talvez até melhor que os PPAs Padoka e Oibaf.

As Diferenças


As diferenças entre o Padoka Stable, Padoka Unstable e Oibaf já foram abordadas no artigo anterior, por isso neste artigo me limitarei a falar sobre o diferencial do Kisak PPA.

Tratando-se do Mesa Driver, bem como da grande maioria dos softwares, o melhor é sempre utilizar uma versão do mesmo que não seja muito antiga, mas também que não seja muito nova. Versões muito recentes dos softwares, também conhecidas como “bleeding edge” ou “unstable” tem o lado positivo de trazerem sempre as últimas atualizações e recursos dos mesmos, mas tem também o lado negativo de não terem sido muito testadas e tendem a apresentar mais bugs.

Padoka e Oibaf


Dito isso, no momento em que estou escrevendo este artigo o Padoka Stable traz a versão 19.2 do Mesa Driver, que não chega a ser uma versão velha, é a mesma que está presente por padrão no Ubuntu 19.10 e Fedora 31. O Mesa 19.2 é uma versão estável, mas não traz algumas novidades importantes como o compilador de shaders ACO, e o Vulkan Overlay Layer. Isso faz com que o Padoka Stable seja uma excelente opção para usuários de distros com pacotes um pouco mais antigos, como o Ubuntu 18.04 LTS que não buscam por essas novas funcionalidades, não fazendo sentido utilizá-lo em distros com pacotes mais atuais, como o Fedora 31 ou Ubuntu 19.10.

Tanto o Padoka Unstable quanto o Oibaf encontram-se com o Mesa na versão 20.0, que é justamente a versão mais atual do software. É a versão que traz todas as novidades, mas também é aquela que mais tem chances de apresentar algum bug. Sendo assim, eu diria que é uma boa escolha para se utilizar para fins de testes, em máquinas que não são utilizadas para produção, e em casos nos quais o usuário não irá ser muito prejudicado caso alguma coisa “quebre”.

Kisak PPA


Por fim temos o kisak-mesa, que é mantido por um desenvolvedor afiliado à Valve, e moderador do Github da mesma. O Kisak PPA traz o Mesa Driver na versão 19.3, que traz várias melhorias que não estão presentes no 19.2, ao mesmo tempo não sendo tão “bleeding edge” quanto a versão 20.0. Sendo assim uma excelente opção para usuários de qualquer distro atual, já que é capaz de fornecer uma versão mais atual do Mesa Driver, ao mesmo tempo não sendo tão “bleeding edge”.

Atualmente o Kisak PPA suporta o Ubuntu nas versões 18.04.3 LTS, 19.04 e 19.10.

Como instalar?


O procedimento de utilização do Kisak PPA é o mesmo de qualquer outro PPA. Caso você não conheça esse procedimento, temos um artigo que lhes mostra como instalar PPAs no Ubuntu sem o uso do terminal.

Para instalar o Kisak PPA simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal.

Ubuntu e derivados:

sudo apt-add-repository ppa:kisak/kisak-mesa -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

KDE Neon:

sudo apt-add-repository ppa:kisak/kisak-mesa -y && pkcon update

Agora é recomendável que você reinicie o seu sistema, e pronto!

Para checar qual é a versão do Mesa Driver que você está utilizando no momento, copie e cole o comando abaixo, e observe conforme na imagem a seguir:

glxinfo | grep OpenGL

Descobrindo a versão em uso do Mesa Driver utilizando o comando "glxinfo | grep OpenGL".
Obs.: PPAs são repositórios que podem ser criados e mantidos por qualquer pessoa que tenha o conhecimento necessário para fazê-lo. Nós do Diolinux não garantimos o funcionamento de qualquer PPA. Use por sua conta e risco!

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AMD lança driver linux para sensores em notebooks com o CPU Ryzen

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Usuários de laptops equipados com os processadores AMD Ryzen finalmente poderão utilizar funcionalidades relacionadas a sensores como giroscópio e acelerômetro no Linux.

amd-lanca-driver-linux-para-sensores-em-notebooks-com-cpu-ryzen

Já tem bastante tempo desde que a comunidade começou a questionar a AMD sobre o funcionamento de sensores como giroscópio e acelerômetro em dispositivos móveis equipados com os processadores AMD Ryzen. Para obter tal compatibilidade seria necessária a criação de um driver para o Sensor Fusion Hub, que deveria ser incluído no Kernel Linux, assim possibilitando o funcionamento correto de tais sensores.

Ainda em 2018 a AMD se pronunciou sobre o assunto, e afirmou que estava trabalhando em um driver, que deveria ficar pronto até a segunda metade de 2019. Apesar do atraso, eis que na segunda semana de janeiro deste ano (2020) a AMD finalmente libera o driver, que foi chamado de “amd-sfh-hid”, e proporcionará uma total compatibilidade entre o Sensor Fusion Hub e o Kernel Linux, assim fazendo com que os sensores destes dispositivos passem a funcionar de forma nativa em potencialmente qualquer distro Linux.

Os sensores “Sensor Fusion Hub” são equivalentes aos “Intel Sensor Hub”, quem já são suportados pelo Kernel Linux desde o seu lançamento, quando o Kernel Linux ainda estava na versão 4.9. Agora usuários da AMD finalmente poderão tirar proveito dessa funcionalidade de forma nativa em qualquer distribuição Linux.

Todavia, as quase 2500 linhas de código do driver que foram recebidas pela equipe de desenvolvimento do Kernel Linux precisarão de um tempo para serem completamente integradas ao Kernel, sendo que é perfeitamente possível que este processo já tenha sido totalmente finalizado na versão 5.6 do Linux.

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Fonte: Phoronix

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Primeiro Beta de 2020 da Steam é lançada com várias melhorias

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O primeiro Beta do cliente Steam de 2020 chega com várias correções de bugs e novas funcionalidades na aba da Biblioteca, Remote Play Together, bem como algumas correções específicas para a versão de Linux.

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Não é raro ouvir que a Steam está lançando alguma nova funcionalidade, e não faz muito tempo que noticiamos os lançamentos do Remote Play Together, Steam Linux Runtime, ou até mesmo de novas versões do Proton. Parece que agora chegou a hora de fazer algumas correções de bugs para tornar o software, que está cada vez mais completo, cada vez mais otimizado.

Dentre todas as novidades da primeira Beta do cliente Steam deste ano podemos destacar:

• Ao filtrar jogos pelos que já tenham sido jogados, não mais serão exibidos aqueles que já foram instalados, mas nunca de fato jogados;
• Aprimoramentos na performance geral da biblioteca;
• Aprimorada a filtragem por títulos coreanos ao pesquisar na biblioteca utilizando o alfabeto hangul;
• Adicionadas opções de configuração para a funcionalidade “Atualizações Para Você” para que seja possível selecionar por jogo a prioridade com que as novidades serão exibidas;
• Adicionada uma opção para exibir apenas atualizações de produtos na aba “Atualizações Para Você”;
• Corrigido o bug que fazia com que conquistas ocultas continuassem não sendo exibidas, mesmo após terem sido alcançadas;
• Corrigida a escala do cursor do mouse em diferentes resoluções no Remote Play;
• Adicionada mensagem de erro ao tentar se juntar a uma partida que não está disponível devido a restrições de país ou controle dos pais;
• Corrigido “crash” ocasional ao realizar a pesquisa de hardware na versão Linux;
• Corrigidos bugs ocasionais na biblioteca em sistemas de arquivos NFS na versão Linux do software.

Você pode conferir todas as atualizações no post de anúncio da nova versão oficial da Steam.

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Novo tema para o Ubuntu 20.04 está em desenvolvimento

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Desde que mudou do Unity para o GNOME, a equipe do Ubuntu vem aprimorando o tema do sistema para ficar o mais harmonioso possível. Isso vem acontecendo desde o Ubuntu 18.10 com o tema Yaru, antes chamado de Ubuntu Community Theme.

Novo tema para o Ubuntu 20.04 está em desenvolvimento






O anúncio dos novos ares para o Yaru veio através de um post no blog oficial do Ubuntu, onde o líder do projeto Martin Wimpress comentou como é importante ter uma identidade visual para sistema. Ele comentou que a equipe do Yaru se reuniu em Londres, com o pessoal de design da Canonical e do Ubuntu Desktop para traçar o como seria essa nova identidade visual do sistema.



Também foi comentado que o Yaru está disponível para os usuários do Fedora e Arch. O Pop!_OS também foi citado, em que o seu tema foi baseado no Yaru. Outro ponto interessante mencionado por Wimpress, foi que eles receberam pedidos para “portarem” o Yaru para as outras flavours do Ubuntu, como também para o Linux Mint e Manjaro.

Um detalhe bastante interessante apresentado por ele, é que os botões de seleção, opção (check-boxes) e os switches (similar a um botão de ligar/desligar), vão deixar de serem na cor verde e ir para uma tonalidade de roxo (berinjela), como você pode ver na imagem abaixo.




Ele também tocou no assunto de que muitos colaboradores para o GNOME/GTK não utilizam o Ubuntu como base. Isso foi “percebido” na  GUADEC e na Linux Application Summit, em que os colaboradores desejam que os seus apps funcionem corretamente para os usuários Ubuntu, sem ter a necessidade de fazer dual boot ou “subir” uma VM para isso. Com esse feedback, para facilitar a integração, vai ser disponibilizado em flatpak um complemento do tema Yaru já presentes nos arquivos do Fedora e no AUR do Arch Linux. Para minimizar mais ainda alguma inconsistência em relação ao tema Yaru, ele foi alinhado ao upstream do Adwaita (tema base) no ano de 2019. Sendo introduzida as ações no GitHub, o Yaru vai receber automaticamente as novidades, correções e afins do Adwaita, reduzindo assim o tempo entre “sair” em um projeto e ser “habilitado” no outro.

Agora uma novidade que virá com o tema Yaru, é a variação em relação ao shell do sistema, como a barra superior, balões de notificações e afins. Vão ser 3 opções, uma Light (totalmente clara), uma Standard (barra dark mas o interior da janela branca) e uma totalmente Dark. Os desenvolvedores estão investigando como fazer essa troca sem precisar do logoff.


Por final, eles estão “experimentando” ícones alternativos para se adequarem aos temas light e dark que virão.




Para ver o post completo, você pode acessá-lo aqui.

Muito legal ver que o pessoal do Ubuntu Desktop está preocupado em dar novamente uma identidade visual ao sistema operacional, coisa que ficou marcante nos anos 2010 /2012 quando o Unity era a cara do Ubuntu, querendo resgatar agora e parece que estão conseguindo.

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Evernote anuncia versão para Linux em seu update de 2020

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O CEO do Evernote, Ian Small, tomou a frente da empresa há cerca de um ano, e prometeu reestruturar o Evernote como um todo. Um dos principais problemas enfrentados era a inconsistência dos aplicativos, visto que cada um tinha um editor diferente.

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Agora, em janeiro de 2020, o próprio CEO lançou uma postagem de update no blog oficial do serviço contando o que já foi feito e o que vem por aí para o aplicativo de anotações.

Um dos planos que o Evernote tinha para o ano de 2019 era o relançamento dos aplicativos para dispositivos móveis e para desktop, porém segundo o Ian eles estão aproximadamente de 4 a 5 meses atrasados neste projeto. Existe uma série chamada “Behind the Scenes” no canal do Evernote no Youtube que mostra alguns dos projetos para os novos aplicativos, como o novo editor, melhoria na busca do Evernote Web, entre outras novidades.


Em dezembro foram iniciados testes com um pequeno grupo de testadores beta tanto de uma nova infraestrutura para o Evernote Web, quanto dos novos aplicativos para iOS e Android. Isso permite o compartilhamento da mesma infraestrutura para todos os clientes do Evernote, o que facilita na criação de novas ferramentas, facilita a manutenção e diminui a quantidade de bugs.

A maior notícia para nós usuários de Linux é que em adição aos novos aplicativos para iOS, Android, Windows e Mac, o Linux ganhará uma versão nativa também! Infelizmente não foi anunciada nenhuma data, mas assim que forem divulgadas mais novidades, traremos por aqui. Você pode conferir o post original do Evernote clicando aqui.

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


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Feral Interactive quer saber quais jogos você quer ver no Linux

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A Feral Interactive, empresa responsável por vários portes de grandes jogos para Linux está querendo saber quais jogos você gostaria que fossem portados para a plataforma, bem como para MacOS e Android.

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A Feral foi responsável por trazer vários grandes títulos de forma nativa para o sistema do pinguim, como por exemplo a saga Life is Strange, os três jogos do reboot da franquia Tomb Raider, Dirt 4, Deus Ex Mankind Divided, GRID Autosport, Hitman, jogos da saga Total War, entre outros.

A Feral também desenvolveu o Game Mode, uma ferramenta que tem como objetivo melhorar o desempenho de jogos no Linux (sobre a qual já falamos neste artigo).

Na última segunda-feira, dia 13 (Janeiro/2020), a Feral fez uma publicação em seu Twitter oficial perguntando aos usuários quais jogos eles gostariam que fossem portados, e para quais plataformas, sendo elas Linux, MacOS e Android.


Como diz o velho ditado: “Quem não é visto, não é lembrado,” Nós usuários de Linux já somos minoria quando comparado ao número de usuários de Android e MacOS. Windows então, nem se fala. Por isso é muito importante fazer a nossa presença ser notada por essas grandes empresas, que tem “a faca e o queijo na mão” para fazer com que os nossos jogos preferidos possam rodar de forma nativa no sistema que utilizamos.

E é claro que tão importante quanto isso é depois comprarmos os jogos, ao invés de baixar versões “Jack Sparrow” em torrents “obscuros” internet afora. 😀

Por fim, deixo com vocês o link do tweet da Feral no qual eles fazem esse questionamento, e espero que muitos de vocês possam ir lá para dar as suas opiniões e mostrar que Linux Gaming é um mercado em crescimento, no qual valerá a pena para a empresa investir os seus recursos.

É importante ressaltar que comentários em inglês tem muito mais chances de serem “ouvidos” pelos representantes da empresa, então se possível, é bastante recomendável que você faça o seu comentário no “idioma universal”.

Eu adoraria ver o ainda não lançado Cyberpunk 2077, Red Dead Redemption 2, ou qualquer um dos novos Resident Evil serem lançados para Linux, embora minhas esperanças sejam bem baixas. =D

E você, quais jogos você gostaria de ver rodando de forma nativa no Linux? Conte para a gente nos comentários abaixo! 😁

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Versão 19.12.11 do Kdenlive é lançada com muitas melhorias

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Parece que os desenvolvedores da comunidade Linux começaram o 2020 “com tudo”, já falamos sobre as novidades da Steam e do Arch Linux nesse início de ano, e agora chegou a hora de falarmos sobre a nova versão do Kdenlive que acabou de sair do forno no último dia 10.

nova-versao-do-kdenlive-e-lancada-com-muitas-melhorias

Na verdade não foi apenas a equipe de desenvolvimento do Kdenlive que começou o ano trabalhando duro, mas sim toda a equipe do projeto KDE, que tem trabalhado para facilitar a vida dos usuários do - já sem suporte - Windows 7, e também já tem planos para 2020.

Voltando ao assunto principal deste artigo, no último dia 10 foi lançada a versão 19.12.1 do Kdenlive, com um número realmente grande de melhorias, das quais podemos destacar:

• Grupos de efeitos não suportados não são mais exibidos na interface, evitando “crashes”;
• Pequenos ajustes na utilização da função “fade” na timeline;
• Corrigido bug que fazia com que a duração do clipe na timeline não fosse ajustada após este clipe ser recarregado;
• Alteração no tamanho do widget de título, tornando-o menor e melhor integrado à interface;
• Corrigidos cor e tamanho padrão da fonte ao iniciar o software pela primeira vez;
• Corrigido bug que fazia com que o monitor do clipe pausasse sozinho alguns frames antes do fim;
• Resolvido o problema de congelamento ao alternar entre monitores no Windows;
• Melhorado o tamanho padrão do mixer de áudio;
• Melhorado o layout do software em telas menores;
• Não será mais exibido um monitor de áudio quando for adicionado um clipe sem áudio;

A lista completa com todas as melhorias pode ser encontrada no post oficial de lançamento da versão, no site oficial do Kdenlive.

Editores de vídeo nunca foram um dos softwares mais utilizados por mim, mas desde que estou no “mundo Linux” o Kdenlive tem sido a minha principal escolha para quando tenho que realizar essas tarefas. É realmente muito bom ver o quão competente é a equipe de desenvolvimento, e o grande número de correções e implementações que são feitas a cada nova versão do software.

Você utiliza o Kdenlive? O quê acha do software, e de como ele vem crescendo com o passar do tempo? Conte nos comentários!

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Cawbird, um cliente Linux para o Twitter, recebe update

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Se você usa bastante a rede social dos “240 caracteres”, ter um cliente para acessar ele pode ser uma boa e não ter que ficar toda hora abrindo o navegador para isso.


Cawbird, um cliente Linux para o Twitter, recebe update





O Cawbird é construído em GTK e meio que uma “continuação espiritual” do abandonado “Corebird”, que já fez sucesso no passado.

Ele tem todas as principais funcionalidades de um cliente de terceiros para o Twitter, como suporte para múltiplas contas, upload para fotos, gerenciamento de contas, filtros e entre outras funcionalidades.



Nesta versão, a 1.0.4 teve as seguintes melhorias : 


● Importar Imagens favoritas do Corebird, se assim for possível ;


Para conferir a release completa, basta acessar aqui.

Para instalar o Cawbird, tem três formas de fazer isso. A primeira é via OBS (projeto do openSUSE de disponibilizar aplicativos), e lá você terá versões para os principais sistemas, como Ubuntu, Fedora, openSUSE, Debian e CentOS. Você pode acessar através deste link e escolher a base.

A segunda é através do flatpak. Se você não tem o suporte ao formato habilitado e instalado no seu sistema, basta seguir esse nosso tutorial. Depois de seguir o tutorial, basta procurar por “Cawbird” na loja do seu sistema e mandar instalar. Se preferir pode instalar via terminal, com o seguinte comando :

flatpak install flathub uk.co.ibboard.cawbird


Já a terceira forma é via snap. Se o seu sistema não tiver suporte ao snap, basta seguir esse nosso tutorial e habilita-lo. Depois fazer o processo, é seguir a mesma orientação do flatpak, você pode buscar na loja de aplicativos da sua distro por “Cawbird” ou instalar via terminal, com o seguinte comando :

sudo snap install cawbird (para a versão estável, que até o presente momento está na versão 1.0.3)

ou

sudo snap install cawbird --edge ( que já está na versão 1.0.4)

Aí depois de instalado, é aproveitar o cliente Cawbird 😀.

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Ubuntu 19.04 chega ao fim do seu ciclo de vida ainda este mês, atualize já!

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A excelente versão 19.04 do Ubuntu está chegando ao fim da sua vida útil ainda neste mês. Se você estiver utilizando essa versão do sistema, não perca tempo e faça já a atualização para o Ubuntu 19.10!

ubuntu-19.04-chega-ao-fim-do-seu-ciclo-de-vida-ainda-este-mes-atualize-ja

A versão 19.04 do Ubuntu trouxe muitas melhorias, comparadas as suas antecessoras, foi sem dúvidas a melhor versão do sistema lançada desde o abandono do Unity, até então. A superioridade do sistema em comparação a LTS 18.04 fez com que um grande número de usuários o adotasse como sistema principal, mas algum dia tudo tem seu fim.

O Ubuntu possui dois tipos principais de lançamentos, sendo as versões LTS, que possuem um suporte de cinco anos e são lançadas a cada dois anos. E as versões intermediárias, que possuem um suporte de nove meses e são lançadas a cada seis meses nos espaços de tempo entre as versões LTS.

O Ubuntu 19.04, apesar de ser uma versão excelente, é uma versão intermediária, tendo o seu suporte prestes à acabar no próximo dia 23 (Janeiro/2020).

Mas o quê significa o fim do suporte? O meu sistema vai parar de funcionar?


O sistema continuará funcionando normalmente, mas nenhum tipo de atualização será lançada para a versão a partir desta data. Sem atualizações, principalmente as de segurança, o sistema se torna cada dia mais vulnerável, e as chances de ocorrerem bugs e até mesmo de sofrer ataques de softwares maliciosos se tornam cada vez maiores.

Utilizar um sistema que já tenha passado o seu tempo de suporte não é recomendado em hipótese alguma, por isso o mais indicado a fazer é atualizar o seu sistema para a versão seguinte, que neste caso é a 19.10 ou então fazer uma instalação limpa do Ubuntu ou outro sistema da sua escolha.

Como atualizar para a próxima versão?


Já fizemos um artigo aqui no blog com várias dicas sobre o quê fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10, e uma dessas dicas é justamente como fazer a atualização a partir do 19.04.

O nosso artigo de lançamento da versão 19.10 também é uma ótima pedida para quem está para chegar agora na nova versão do Ubuntu.

O Ubuntu 20.04 LTS está chegando em Abril deste ano, com mais cinco anos de suporte e várias melhorias, e outra grande vantagem de se estar utilizando a versão 19.10 é que será possível realizar uma atualização para a nova LTS, não sendo necessário formatar a máquina e realizar uma instalação limpa.

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Fedora 32 poderá ter uma melhor compatibilidade via Wine através do Mono 6.6

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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

O Fedora 32 poderá trazer a versão 6.6 do Mono, software responsável por interpretar comandos que aplicações rodando sobre o Wine fazem para o Microsoft .NET Framework.

fedora-32-tera-melhor-compatibilidade-via-wine-com-o-mono-6.6

O Fedora 32, que deverá ser lançado no dia 21/04/2020 estava programado para sair com a versão 5.5 do Mono, mas segundo os desenvolvedores do projeto há uma grande possibilidade de que seja possível incluir a versão 6.6 do software até a data de lançamento prevista para o Fedora 32.

Trazer o Mono em uma versão mais atualizada tornará possível trazer os últimos recursos do .NET Framework para a distro. A versão 6.6 do Mono foi lançada em Dezembro/2019 e traz um suporte melhorado ao WebAssembly, melhor compatibilidade com o CoreFX, entre outras melhorias.

Considerando que já estamos relativamente próximos à data de lançamento, não é garantido que as implementações necessárias para a inclusão do Mono na versão 6.6 sejam feitas a tempo, mas a equipe não medirá esforços para cumprir o objetivo.

Por que é importante?


Você que já instalou algum jogo ou qualquer outro software no Linux através do Lutris ou PlayOnLinux provavelmente já se deparou com uma caixa de diálogo solicitando permissão para instalar o Mono em meio ao processo de instalação. Isso é porque o Mono trabalha em conjunto com o Wine para fornecer suporte a aplicações que tem como dependência o .NET Framework da Microsoft. 

Sem o Mono simplesmente não seria possível que esse número massivo de softwares fossem funcionais através do Wine. Falando em Wine, é claro que isso também inclui um número enorme de jogos que rodam através da Steam Play/Proton.

A compatibilidade de jogos com as distribuições Linux, sejam nativos ou através de camadas de compatibilidade, tem crescido de forma muito rápida nos últimos anos, e uma simples atualização de softwares como o Wine, Proton, DXVK e até o próprio Mono pode ser o ponto no qual o jogo preferido de alguém passa a funcionar de forma satisfatória na plataforma.

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Fonte: Phoronix

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Arch Linux começa o ano com o Kernel Linux 5.4

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A primeira ISO do Arch Linux lançada em 2020 chegou no primeiro dia do ano trazendo por padrão o Kernel Linux 5.4, e os seus famosos updates de softwares que fazem com que seja uma das, se não a mais atualizada dentre as distros Linux.

arch-linux-comeca-o-ano-com-o-kernel-linux-5.4

O Arch Linux é uma distribuição Linux Rolling Release, o que significa que o usuário faz a instalação apenas uma vez, e continua apenas atualizando o sistema para sempre, sem que haja a necessidade de efetuar uma instalação limpa, ou um grande update a cada nova versão.

Ao contrário de distros “fixed release”, como o Ubuntu, cujo as suas versões atuais são a 18.04 LTS e a 19.10, o Arch Linux não possui versões diferentes, e cada nova ISO do sistema disponibilizada no site oficial é apenas uma imagem mais atualizada do mesmo.

A primeira imagem do Arch Linux publicada no site oficial neste ano de 2020, a 2020.01.01, conta com a versão 5.4 do Kernel Linux (sobre a qual falamos neste artigo), que por sua vez traz um grande número de novidades como a compatibilidade com o sistema de arquivos exFAT da Microsoft, e também a “Lockdown”, uma funcionalidade que gerou certa polêmica entre a comunidade Linux.

Por não ser uma distro focada em usuários “básicos”, e não possuir uma interface gráfica padrão, o Arch Linux é mais como um compilado de vários softwares de terceiros, e ao contrário de distros como o Ubuntu ou Linux Mint, não possui soluções próprias focadas no usuário leigo. Por isso as novidades trazidas a cada “nova versão” do sistema geralmente se limitam as implementações feitas por esses softwares individualmente.

Neste caso, as novidades do Arch Linux 2020.01.01 são todas aquelas trazidas por todos os softwares presentes no seu repositório, como as novidades da nova versão do Kernel Linux que acabamos de mencionar. E cada nova ISO não é exatamente uma nova versão do Arch Linux, e sim apenas uma atualização da imagem em relação ao estado atual do sistema.

Embora o Arch Linux não seja focado nos usuários leigos, isso não significa que não possa ser instalado pelos mesmos. Existem vários scripts criados pela comunidade que tornam a instalação dessa distro muito mais simples, e acessível a um número muito maior de pessoas. Como por exemplo o Archfi, sobre o qual já falamos aqui no blog, e também o Zen Installer, que é o tema do vídeo abaixo.


Caso você queira instalar o Arch Linux da forma convencional, sem scripts facilitadores, nós também temos um vídeo que guiará você por todo esse processo.


Apesar de não ser um dos mais fáceis e intuitivos, o Arch Linux é focado em que cada usuário “monte” o seu próprio sistema, sendo que você provavelmente jamais irá encontrar uma instalação do Arch Linux idêntica a outra. Por essa e outras razões é que certamente o sistema está no meu Top 5 de distros favoritas.

E você, o quê acha do Arch Linux? Conte nos comentários!

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Razer Laptop Control Project é um projeto open source para gerenciar laptops da Razer

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

A grande “magia” do mundo open source é prover soluções para funcionalidades em que as empresas se negam ou negligenciam em portar para o Linux, e assim preenchendo essa lacuna.

 Razer Laptop Control Project é um projeto open source para gerenciar laptops da Razer





E foi isso que aconteceu com um dev que tinha um notebook/laptop da Razer e não podia controlar as suas fans e o modo de energia modificado, coisa que o Razer Synapse faz, mas não no Linux. Existe um software para dispositivos Razer no Linux, o OpenRazer, porém possui um foco na parte de iluminação e RGBs. Fizemos um post abordando o OpenRazer.

No vídeo abaixo, você pode ver como o programa vai funcionar.



Se você tiver um laptop/notebook da Razer e quiser testar essa ferramenta, basta entrar na página do GitHub e seguir os procedimentos para tal.

Muito legal ver essas ferramentas sendo criadas na comunidade e trazendo facilidades, essas sendo “negligenciadas” pelas empresas.

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KDE Community quer facilitar a vinda dos usuários do Windows 7 ao Linux

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Como noticiamos no começo do ano passado (2019), o Windows 7 ou “Seven” para alguns, estaria deixando de ter suporte estendido em 2020, assim o tornando muito vulnerável a ataques não sendo mais seguro usá-lo. Bom o KDE quer ajudar trazendo os usuários ao mundo do pinguim.

KDE Community quer facilitar a vinda dos usuários do Windows 7 ao Linux






Em seu blog, o projeto KDE usa a seguinte chamada “Plasma: um lugar seguro para os refugiados do Windows 7” ou em inglês “Plasma: A Safe Haven for Windows 7 Refugees”. No post, eles salientam a data final do suporte da MS ao Windows 7, que será no dia 14 de janeiro de 2020.


Ainda neste post, eles comentam das vulnerabilidades de ainda continuar usando o Windows 7. Também comentam que atualmente o Windows detém cerca de 77% do marketshare global dos desktops e que destes 77%, quase 30% ainda usam o Windows 7. Algumas pessoas já estão migrando as suas máquinas para o Windows 10, que é recomendado pela Microsoft, mas tem outras que não querem essa mudanças por N motivos, que não vamos detalhar aqui 😅.

Eles também incentivam que as pessoas ajudem a trazer os seus amigos, familiares, colegas de classe e conhecidos. Segundo o pessoal do KDE, “Mesmo se você convencer apenas uma pessoa a fazer a transição para qualquer sistema baseado em Linux, você terá feito algo valioso e ajudado o movimento FLOSS.”, que não deixa de ser verdade 😀. Se você quiser contribuir com ideias e afins para o KDE, pode fazer através deste link, basta ter um KDE Identity, mas se não tiver, basta fazer um aqui.

No vídeo abaixo, o pessoal do KDE mostra o por que de fazer o update do Windows 7 para alguma distro Linux, que no caso do vídeo está usando o KDE Plasma com a base Ubuntu.


A modificação foi feita por Dominic Hayes, criador do Feren OS. Ele usou os seguintes elementos para isso:

● Tema do Plasma: Seven Black;
● Decoração das Janelas: Seven Black;
● Application Style: Gtk2;
● Tema GTK: Windows Se7en by Elbullazul;
● Ícones: Darkine;
● Cores: Breeze Light;
● Cursores: DMZ White;
● Splash Screen: Feren OS;
● Painel: 38 height;
● Widgets: Default Apps Menu, I-O Task Manager, Stock System Tray, Feren Calendar or Event Calendar, Win7 Show Desktop.

Para conferir o post completo do pessoal do KDE, basta acessá-lo aqui. Também teve um tweet deles comentando sobre.

Muito bom ver esse tipo de iniciativa da comunidade Linux, em querer ajudar os novos usuários vindos de outro sistema operacional e assim deixá-lo o mais confortável possível para usar o novo sistema. Espero que mais projetos e pessoas de dentro da comunidade façam isso, vai ser muito bom essa atitude 😀.

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