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Projeto Antergos chega ao fim

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Uma das mais tradicionais distros Linux, que se baseava no Arch, vai encerrar as suas atividades depois de 7 anos. Considerada por muitos, uma distro “de fácil” uso para quem quisesse entrar no “mundo Arch”.


Projeto Antergos chega ao fim




Em comunicado em seu site, que foi nesta terça-feira (21), os principais devs do projeto, Dustin, Alex e Gustau, agradeceram o apoio e os incentivos que receberam da comunidade ao longo desses 7 anos. Quando começaram a monitorar quantos downloads eram feitos, começando em 2014, chegaram na marca de 931.439 vezes que o Antergos foi baixada.

No comunicado diz o seguinte:

“Hoje estamos anunciando o fim deste projeto. Como muitos de vocês provavelmente perceberam nos últimos meses, não temos mais tempo livre suficiente para manter adequadamente o Antergos. Chegamos a essa decisão porque acreditamos que ao continuar negligenciando o projeto seria um enorme desserviço à comunidade. Realizar essa ação agora, enquanto o código do projeto ainda funciona, oferece uma oportunidade para que os desenvolvedores interessados ​​aproveitem o que consideram útil e iniciem seus próprios projetos.

Para os usuários do Antergos existentes: não há necessidade de se preocupar com seus sistemas instalados, pois eles continuarão recebendo atualizações diretamente do Arch. Em breve, lançaremos uma atualização que removerá os repositórios do Antergos em  seu sistema, juntamente com todos os pacotes específicos do Antergos que não sirvam mais devido ao término do projeto. Quando isso for concluído, todos os pacotes instalados no repositório Antergos que já estiverem no AUR começarão a receber atualizações de lá.”

Eles também falaram que o Fórum e a Wiki do Antergos ficarão “no ar” até que os usuários migrem para outras soluções. Também mencionaram que não pretendem manter eles por mais que 3 meses.

É uma pena um projeto tão tradicional e que ajudou muitas pessoas esteja “fechando as portas”, mas no mundo Linux, sempre que um projeto é encerrado outro vem para substituir, temos vários exemplos por aí e o mais popular para isso provavelmente é o Manjaro.

Comente aí nos comentários se você já usou o Antergos e qual foi a sua experiência com ele.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Nova versão do HPLIP é lançada e agora com suporte ao Ubuntu 19.04 e Fedora 30

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Menos de 20 dias depois do lançamento da versão 3.19.3, um novo lançamento é disponibilizado com suporte a nova versão do Ubuntu e Fedora.


Nova versão do HPLIP é lançada e agora com suporte ao Ubuntu 19.04 e Fedora 30





Como noticiamos em um artigo feito aqui no blog, que não fazem nem 20 dias, que uma versão do HPLIP pronta para o uso dos usuários Linux, mas que ainda não tinha suporte ao Ubuntu 19.04, Fedora 30. Agora nessa nova versão esses sistemas estão suportados, juntamente com o Debian 9.8 (64 bits). Para conferir o artigo, onde também ensinamos como instalar o HPLIP, pode acessar neste link.

Os novos dispositivos  adicionados suporte foram:

-HP LaserJet Enterprise M507n 
-HP LaserJet Enterprise M507dn
-HP LaserJet Enterprise M507x  
-HP LaserJet Enterprise M507dng
-HP LaserJet Managed E50145dn
-HP LaserJet Managed E50145x
-HP LaserJet Enterprise MFP M528dn
-HP LaserJet Enterprise MFP M528f
-HP LaserJet Enterprise Flow MFP M528c
-HP LaserJet Enterprise Flow MFP M528z
-HP LaserJet Managed MFP E52645dn
-HP LaserJet Managed Flow MFP E52645c
-HP Color LaserJet Managed E75245dn
-HP Color LaserJet Enterprise M751n 
-HP Color LaserJet Enterprise M751dn
-HP PageWide XL 3900PS MFP
-HP OfficeJet Pro 8030 All-in-One Printer series  
-HP OfficeJet Pro 8020 All-in-One Printer series
-HP OfficeJet 8020 All-in-One Printer Series
-HP OfficeJet 8010 All-in-One Printer series


Para efetuar o download do HPLIP 3.19.5, basta clicar aqui e escolher a sua distro.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux

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Por um breve período a Huawei foi posta em uma lista negra, e o governo Trump chegou a aconselhar que empresas americanas cortassem relações comerciais com a empresa chinesa. Google, Intel, Qualcomm, Broadcom entre outras gigantes do mundo tecnológico foram ao encontro do conselho do atual governo

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Porém por decisão do Departamento de Comércio dos EUA, uma licença provisória foi concedida à empresa. Licença essa que tem validade até o dia 18 de Agosto. Não ficou claro se haverá prorrogação ou se a Huawei entrará na "lista branca". Entretanto após as declarações da Google impedindo o uso da licença do Android para a fabricante chinesa e caso no futuro a Huawei perca em definitivo esta licença, a mesma teria que bolar soluções que contornam a decisão americana. Para entender toda essa situação, fizemos uma matéria detalhando o caso.

Huawei sem Android, como seria?


A Huawei vem desenvolvendo sua própria solução móvel, chamado de HongMeng OS, não é de conhecimento geral o estado de desenvolvimento de seu sistema. Ou se o substituto do robozinho verde seria baseado no próprio Android, mas sem as tecnologias proprietárias da Google.

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É quase certo que a gigante da China já tinha em seus planos, possíveis situações como a atual, afinal a relação entre Estados Unidos e China nunca foram as melhores. Todavia algumas características importantes deveriam ser adotadas em seu novo sistema. Por isso creio que o mesmo seja baseada ou tenha compatibilidade total com aplicações e games do Android, claro sem a necessidade de uma Google Play Store. Essa estratégia poderia manter a empresa firme no mercado, mesmo que fora dos Estados Unidos ou países que fossem influenciados pela decisão do governo americano.

O consumidor "comum não quer saber" se o sistema é X ou Y. O que na realidade importa para as massas são os apps. E caso o HongMeng OS, sistema em desenvolvimento da Huawei, atenda esses requisitos a empresa continuará "no jogo". Caso contrário, já temos alguns exemplos como o Windows Phone e Ubuntu Phone que demonstram os possíveis destinos.

Huawei sem Windows, como seria?


Outra possibilidade é a exclusão da Huawei no hall de parceiros da Microsoft. A gigante de Redmond poderia seguir os mesmos passos da Google, e caso a licença não seja renovado após 18 de Agosto, a Huawei seria impossibilitada de embutir o Windows em seus notebooks e equipamentos (o laptop da Huawei a MS já retirou de sua store, sobre o Windows ainda continua um mistério). Obviamente que a chinesa poderia utilizar-se de outro parceiro, todavia o custo de seus equipamentos seria muito mais elevado, ocasionando consequências em sua posição no mercado. E qual outra solução? (Sei que está esperando isso, desde quando começou a ler 😁😋😇). Provavelmente o mesmo plano que a empresa planeja ao Android, uma outra alternativa (claro que a Huawei poderia embarcar seus computadores com o HongMeng OS, unificando toda plataforma, mas perceba que ficariam limitados quando o assunto é “software e games para desktop”).

Ao se falar de alternativas ao Windows, não seria cabível imaginar que a Huawei conseguiria desenvolver um sistema desktop, compatível com diversos softwares do mercado em poucos anos. Na realidade é loucura e muita ingenuidade acreditar que um sistema operacional é desenvolvido de um dia para o outro. Então, não seria de se espantar a empresa começar a investir em um sistema baseado no kernel Linux. Talvez seja até isso um dos pontapés iniciais para a popularização do Linux nos desktops. Uma realidade não tão distante e que com o marketing certo a empresa poderia contornar a situação, sem necessariamente depender do Windows. Indo além, sua autonomia poderia ser maior ao não depender de outras empresas e quem sabe desenvolver sua própria distribuição. 

Uma tarefa não tão simples e que poderia custar muito mais que pagar licenças de “redistribuidores” do Windows. No entanto existe outra maneira, uma parceria com outra empresa chinesa a Wuhan Deepin Technology.

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Linux promovido através do Deepin


Aqui no Diolinux sempre "batemos na mesma tecla", falta marketing no Linux. Não falamos no aspecto de servidores e internet das coisas (IoT), e sim desktop, games e no uso do cotidiano. A Dell é uma grande empresa que oferece o Linux, através do Ubuntu como alternativa. Todavia, o seu foco continua sendo o Windows e na realidade não existe nenhuma empresa que possua um alcance mundial impulsionando massivamente o Linux nos desktops.

Talvez a Huawei poderia ser essa empresa, com seu domínio em diversas áreas e um mercado relativamente abrangente com seus notebooks, o Linux pode ser conhecido e usado por mais pessoas. Desenvolver um sistema não é algo barato e rápido, logo uma parceira chinesa poderia ser uma poderosa aliada, e a empresa por trás do Deepin pode ser a resposta. Com todo esse transtorno com o governo americano, é plausível pensar que uma das melhores escolhas seria uma empresa de seu próprio país. A Wuhan Deepin Technology, empresa responsável pela distribuição Deepin, tem alguns anos no mercado, um software atraente e funcional, podendo chamar atenção da gigante Huawei.

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Com uma empresa que possua experiência no desenvolvimento de sistemas Linux, a Huawei possivelmente firmaria algum acordo e disponibilizaria o Deepin em seus equipamentos, ou quem sabe compraria a Wuhan Deepin Technology. Convenhamos que a distribuição chinesa atrai os olhos e consumidores são fisgados "pela luxúria" em primeiro momento. E quanto aos problemas existentes no Deepin? Nada que uma boa grana injetada não possa resolver (ou amenizar) e isso não é empecilho para empresa.

Será que o Deepin tornará o Linux popular nos desktops? Afinal o mercado chinês é um dos maiores e que mais cresce no mundo. Muitos esperam do Ubuntu ou ChromeOS tal façanha, talvez o “pequenino” chinês faça história, você gostando ou não. Se ele seria adotado maciçamente em outros países, aí já é outra história. Talvez ele impulsione o Linux nos desktops, retirando o preconceito da cabeça de muitos consumidores ou mostrando que existem outras alternativas. 

E você o que pensa sobre esse assunto? Que tal continuá-lo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera por lá é bem educada. E creio que você também é (aqui nos comentários).

Até o próximo post, que o assunto hoje rendeu (😁😁😁), seja complacente com a opinião alheia e como sempre te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Governo da Coreia do Sul estuda mudança para o Linux

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terça-feira, 21 de maio de 2019

O governo da Coreia do Sul vem estudando a possibilidade em migrar os seus computadores, que em grande maioria ainda rodam o Windows 7, para alguma solução Linux, visto que o suporte “gratuito” do Windows 7 termina agora no começo de 2020.


 Governo da Coreia do Sul estuda mudança para o Linux





Segundo o site The Korea Herald, o Ministério do Interior e da Segurança da Coreia do Sul,  informou que pretendem implementar de forma mais ampla o Linux nos computadores do Governo. A justificativa é que a manutenção do sistema da Microsoft ficará muito cara para os cofres públicos.

Só para você ter uma ideia, quem optar pelo suporte para o Windows Enterprise, já no primeiro ano após o “fim da vida útil” do Windows 7 custará US$ 25 por dispositivo. Este preço sobe para US$ 50 por dispositivo para o segundo ano e US$ 100 para o terceiro ano. Imagina isso em milhares de computadores, como ocorre em várias repartições do governo. Uma bela grana. Vale lembrar que o Windows 7 foi lançado em 2009 e o fim do suporte principal terminou em 2015.

Antes da implementação completa, o Governo vai testar os sites e softwares existentes em sua rede, que a princípio foram desenvolvidos e planejados para Windows. Se a transição de plataforma não for problemática, a implementação do Linux será em todos os computadores governamentais.

Para fazer essa transição, o governo sul-coreano vai investir cerca de US$655 milhões (₩780 bilhões de won) entre implementação do Linux e compra de computadores novos. Outro motivo da adoção do Linux, é a segurança que ele apresenta em relação ao Windows, sendo conhecida por ser mais robusta.

Choi Jang-hyuk, chefe do departamento de serviços digitais do ministério, disse que  esperam uma redução de custos através da introdução do sistema operacional de código aberto e também esperam evitar a dependência de um único sistema operacional.

Outros dois casos emblemáticos sobre governos adotando Linux, tomaram os noticiários.

O primeiro foi de Munique/Alemanha, depois de mais de 10 anos utilizando Linux voltou para o Windows, que segundo o prefeito, o pessoal não teria se adaptado e que a compatibilidade não estava satisfatório. Você pode ver um vídeo do canal relatando isso.

                 


O segundo caso foi a cidade de Barcelona/Espanha, que começou a utilizar o Ubuntu e vários softwares livres como padrão em toda a infraestrutura do governo. Fizemos um artigo abordando isso mais detalhadamente.

Deixe aí nos comentários, o que você achou dessa possível mudança do Governo Sul Coreano.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

Fonte: The Korea Herald

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Beta do SteamOS é lançado pela Valve com melhorias

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Quando a Valve resolveu dar mais um passo na “briga” pelo mercado de jogos, ela resolveu não depender tanto do Windows da Microsoft, assim dando mais ênfase no desenvolvimento do seu próprio sistema operacional para rodar os jogos publicados na sua Loja, através do app Steam Client.

 Beta do SteamOS é lançado pela Valve com melhorias






Com isso, a Valve fez seu próprio Linux, o SteamOS, baseado no Debian 8 Jessie com algumas modificações feita por ela. O sistema veio a princípio para equipar as antigas Steam Machines e que agora pode ser instalado em qualquer computador.

Muitos que viram o “nascimento” do SteamOS, de uns tempos para cá, estavam achando que o projeto encontrava-se parado ou até mesmo abandonado. Ainda bem que estavam enganados 😂.

Depois do lançamento do projeto Proton, onde se fez a compatibilidade dos jogos feitos para Windows no Linux, o SteamOS veio recebendo pequenas correções e melhorias. 

A versão atual do Beta do SteamOS, é a 2.190, que além de trazer as correções de segurança e de firmware, em um total de 346 erros reportados e desses 321 foram corrigidos, como pode ser conferido aqui. Veio também os updates dos drivers de vídeo da NVIDIA, Intel e AMD. 

Na parte para NVIDIA, o driver entregue é o 415.27. Já para Intel/AMD está sendo entregue o MESA Driver 18.3.4.

Na outra parte referente à updates, foi em relação ao SteamPlay com o Proton. Nesse Beta virá com o Proton da série 4.2, com a versão 4.2-4, que conta os seguintes updates:

- Corrigir falha no lançamento do game RAGE 2. (requer Mesa dev baseado em AMD);
- Atualização do DXVK para a versão 1.1.1;
- Melhora o suporte do Vulkan para a nova construção do No Man's Sky;
- Melhora ícones em alguns gerenciadores de janelas.
- Corrige ocasional processo do Wine preso ao atualizar a versão Proton.
- Corrige a detecção do controle para os jogos Yakuza Kiwami e Telltale;
- Corrige a geração de terreno em Space Engineers;
- Correção para a não inicialização do game Flower.

Também houve update no FAudio 19.05, que agora estão usando as bibliotecas X3DAudio/XAPOFX para os games de 64 bits. Informações vindas direto do Twitter do Ethan Lee, dev do projeto Proton.

Para ver todas novidades no SteamOS e do Proton, você pode acessar os respectivos links, aqui e aqui.

Se você quiser experimentar o SteamOS, basta acessar este link.

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Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux

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A Valve, empresa por detrás da Steam, lançou uma nova versão Beta do seu app, com algumas novidades e correções pontuais na versão para Linux

Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux






A primeira novidade, foi a mudança do IN-Home Streaming para o Steam Remote Play ou somente Remote Play. Esse recurso possibilita a transmissão dos seus jogos entre os apps da Steam, desde que haja uma boa conexão de internet para isso. Os dispositivos que estiverem utilizando o Steam Link, como por exemplo os celulares, vão aparecer nessa nova aba reformulada, assim podendo gerenciar eles.

Já a segunda novidade tem haver com o Vulkan. A Valve refez o sistema de shader, agora habilitando o download e a pré-compilação de toda a coleção do Vulkan pipelines para um determinado jogo. Como resultado, os downloads de dados do shader agora serão exibidos no gerenciador de downloads do Steam. 



A pré-compilação será ativada em uma futura versão beta. Isso sendo ativado por completo nos próximos betas, poderemos ter uma fluidez melhor tanto nos jogos nativos quanto nos jogos que rodam via SteamPlay.



Já as correções para Linux foram:

- Corrigida uma falha aleatória no cliente Steam ao lançar jogos;
- Corrigido um erro em que ao copiar/mover arquivos maiores que 2 GB, retornavam um erro de E/S;
- Melhorou a capacidade de resposta do cliente às mudanças de rede;
-Correções "Risk of Rain" e outros títulos de GameMaker;
-Adicionado suporte para remover versões antigas do Proton, assim deixando somente às versões mais recentes;

Para ver o post completo, basta acessar ele aqui.

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Muitas novidades na versão beta do KDE Plasma 5.16

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Se existe um projeto que posso "tirar o chapéu" a cada novo lançamento é o KDE, não menosprezando os demais, entretanto os caras do KDE sempre estão implementando coisas novas. Ok! Às vezes me perco em meio a tanta configuração, mas é bem interessante ver essa gama de possibilidades e ferramental oferecido.

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Em sua nova versão beta, o KDE Plasma 5.16, várias modificações e recursos foram adicionados ao Desktop Plasma 5. Muitos aspectos foram polidos e reescritos.

Como exemplo podemos citar o novo sistema de notificação, totalmente reescrito, o mesmo tem agregado funcionalidades bem úteis como: Modo não perturbe, histórico inteligente com agrupamento, notificações críticas de apps em tela cheia, aprimoramento na notificação de ações como transferências de arquivos, e muito mais.

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Outra novidade está nos widgets do Plasma, que foram refinados e agora trabalham com o código pensado em portabilidade, graças ao framework do Kirigami e Qt. Visando melhor experiência na utilização da interface para usuários.

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Além do widget de rede que passou a atualizar redes Wi-Fi de forma rápida e confiável, e ao clicar em qualquer rede a opção "Configurar" estará disponível.

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A tela de login está bem mais atraente, ponto para os designers da interface.

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Não foi apenas o login que recebeu uma atenção visual. A aparência da "página" dos "Esquemas de cores", teve todo um redesign, contando com uma visualização de grades. E não ficou apenas nisso, agora é possível filtrar por cores claras ou escuras nos temas, arrastar e soltar para instalar os temas etc.

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Também foi adicionado o suporte inicial para o uso do Wayland com drivers proprietários Nvidia. Utilizando o Qt 5.13, vários problemas de uso com o Wayland foram removidos, como distorções nos gráficos ao desligar o computador. As janelas GTK aplicam corretamente o esquema de cores ativo e inativo, na nova versão. E o KWin traz um aprimoramento no Blur, sendo mais natural ao olhos humanos.

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Claro que o Discover, software para instalação de pacotes do KDE, não ficaria de fora. Foi adicionado melhor suporte para AppImages, um indicador de conclusão de tarefas, opção de forçar a saída durante os processos de instalação e atualização, o menu de fontes apresenta o versionamento de cada aplicativo de fonte diferente e em "Downloads" os pacotes têm seções distintas ("download" e "instalação"). Quando o item for instalado ele deixará de ser listado na exibição.

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Crie e envie seu wallpaper para ser o padrão do Plasma 5.16


Pela primeira vez, o papel de parede padrão do Plasma será decidido pela comunidade. Na verdade existirá um concurso na qual o vencedor terá esse mérito, além de receber um computador Slimbook One V2 (processador I5 + 8Gb de RAM). Interessados acessem a página da competição.

Quer saber como está o KDE Plasma 5.16? Então efetue o download da versão de testes do KDE Neon. O lançamento final será no dia 11 de Junho, e essa versão contará com 5 atualizações de manutenções até Setembro de 2019.

Caso queira ver todas as novidades contidas no KDE Plasma 5.16 beta, acesse a página oficial do projeto.

E você, utiliza KDE Plasma como interface principal? Que tal continuar esse assunto em nosso fórum.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Mark Shuttleworth: "...A comunidade ficou com raiva de ambos Unity"

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

O então CEO da Canonical e criador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, através de uma entrevista para o canal “TFiR: Open Source & Emerging Technologies” expôs sua opinião sobre diversos assuntos relacionados ao Ubuntu e consequentemente ao mundo Linux. Então saiba o que pensa Shuttleworth…

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Mark é conhecido por ter opiniões “fortes” e plenas convicções em sua forma de pensar, algo que aprecio, porém pensar “fora da caixinha” ou ser enfático em algo pode gerar situações não tão agradáveis, ainda mais quando lidamos com seres humanos. Logo abaixo você verá as partes que mais me chamaram atenção, da breve entrevista.

Porque o desktop Linux/Ubuntu falhou?


Esse é basicamente um dos questionamentos feitos à Mark e o mesmo fala sobre a dificuldade de enfrentar um público tão exigente, composto em sua maioria por desenvolvedores de software. Mas porque é difícil agradar aos usuários Linux? Parece que isso está relacionado a maleabilidade e poder que o Linux acaba dando aos usuários que é “um público que gosta de mudar as coisas, têm suas próprias opiniões e não quer o mesmo que os outros”, diz ele. Ainda sobre o mesmo assunto, Mark afirma que não adianta argumentar e dizer que por exemplo: “esta é a melhor mesa”, pois a resposta será algo como: “não é a melhor para mim”. Realmente devido a pluralidade de escolhas nós usuários de Linux, acabamos customizando/adaptando o sistema ao nosso uso, entretanto mesmo que sejamos criteriosos não vejo isso como um real impedimento. Afinal, todo usuário consciente tem dentro de si um bom senso do que é bom para um todo. Ao menos eu sou assim e você também pensa assim? (❔❓❔) 

Sobre o Unity, Shuttleworth diz ter aprendido a lição: “Eu achava que estávamos fazendo um trabalho realmente bom, um ótimo trabalho, mas as pessoas não gostavam de ser pressionadas, então agora eu penso em dar suporte ao GNOME, KDE, MATE; e dar aos desenvolvedores a liberdade de escolher o que quiserem”.

Outra descoberta é saber que Shuttleworth gosta bastante do Chrome OS, e acredita que o “não sucesso do Linux nos desktops” foi devido “...não inventamos nada no desktop Linux que foi muito avançado em seu tempo” ao contrário da Google com sua distro Linux. “Eu amo o que os caras do Chrome OS fazem , porque é essencialmente uma visão futurista do desktop como uma extensão da web, e é por isso que eles merecem seu sucesso, porque estavam dispostos a criar algo que não existia em um mundo onde para maioria das pessoas a área de trabalho é algo que se parece com o Windows”. E “Na comunidade de software livre, só nos permitimos falar sobre coisas que se parecem com algo que já existe e estamos nos definindo como uma série de bifurcações e fragmentações ", diz ele. 

O “engraçado” deste último comentário de Mark, é que isso se parece muito com o atual posicionamento da Canonical, dá para perceber que ele ainda sente “um aperto no peito” por ter “abandonado” a ideia de convergência no Ubuntu. Isso evidencia-se num trecho da entrevista, logo após falar que a comunidade não se permite coisas novas: "Foi algo que achei muito difícil com o Unity, porque pensei que articulamos uma visão de convergência ... e creio que acontecerá; E que o iOS e o Mac vão convergir. Estávamos dez anos à frente, mas a comunidade não nos deixou fazer isso, o que é loucura".


Mas o que acho interessante é que a comunidade ficou com raiva de ambos Unity. E não entendo esse comportamento”.

Talvez eu (HenriqueAD) estivesse em uma bolha, porém mesmo ouvindo reclamações sobre o Unity, num aspecto geral sempre o vi como “a cara do Ubuntu”. Sei que fora do mundo Linux, o Unity era algo que chamava a atenção, ele foi justamente um dos motivos de me aproximar do Ubuntu. Outro aspecto é que de fato a comunidade criticava fortemente o projeto do Unity 8, todavia a Canonical “deu alguns motivos”, justamente por adiar várias vezes o seu lançamento, criando uma desconfiança sobre o quão maduro e bom seria a interface. Não esqueçamos que o Unity 8 nos foi “vendido” como algo revolucionário, a tão “endeusada” convergência. 

Entendo que deve ser difícil trabalhar em algo e pessoas criticarem o tempo todo, só que damos tanto peso as críticas que abafamos os elogios. E no meu ponto de vista esse foi o erro de Mark, claro que seus esforços no desenvolvimento do Unity 8 e Ubuntu Phone estavam criando um rombo nos cofres da empresa. Me parece que ele esperava maior engajamento da comunidade e no desenvolvimento, que abraçassem a ideia, talvez isso teria evitado “o rio de dinheiro desperdiçado no projeto”. Alegar que “a comunidade não nos deixou fazer isso” é algo muito forte. Nem sempre ideias boas são abraçadas pelas massas, mas afirmar que a “culpa” foi da comunidade, me soa muito estranho.

Linux e sua fragmentação


Ao ser questionado sobre a fragmentação no desktop Linux, de projetos que são “teoricamente” redundantes, que apenas um seria necessário (Snap, Flatpak e AppImage são exemplos citados), Shuttleworth respondeu: “Creio que uma das grandes coisas no Linux e software livre é que ela atrai pessoas que querem ser diferentes , que querem mudar as coisas. Isso é genial, é um grupo incrivelmente engenhoso, mas torna um pouco difícil conseguir o que você está pedindo, para criar algo que funcione para todos”.

Outra pergunta feita a Mark, foi sobre a imensidão de distribuições Linux, e se apenas uma não seria melhor. O criador do Ubuntu logo respondeu que isso só seria possível se o Linux tivesse sido de código fechado, e não seria de fato Linux. 

Muitas pessoas “não param para refletir” o quanto é caro desenvolver o Linux, que ele só foi possível como é hoje, graças aos milhões de dólares de diversas empresas envolvidas, desenvolvedores e a comunidade. Sem isso até poderia existir algo semelhante, mas não tão gigantesco e dominando diversos setores e mercados como o pinguim. Seu “aparente fracasso” apenas foi no desktop, e como tudo, tendemos a olhar apenas o “lado mais fraco” de determinada coisa ou situação.

Logo abaixo está a entrevista em inglês, com Mark Shuttleworth.


E você o que achou sobre a entrevista? Continue esse assunto em nosso fórum

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Slimbook Battery 3 uma alternativa para gerenciar a energia da bateria do seu notebook com Ubuntu e Linux Mint

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Muitos usuários de Linux, muito provavelmente usam notebooks, buscando mobilidade e comodidade em poder fazer o seu trabalho onde for. E bateria é um item de extrema importância, pois um sistema que balanceia consumo de energia com performance é extremamente útil. O Slimbook Battery 3 vem para ajudar.

 Slimbook Battery 3 uma alternativa para gerenciar a energia da bateria do seu notebook com Ubuntu e Linux Mint






A empresa espanhola Slimbook vende notebooks com Linux instalados neles, podendo ser com Kde Neon, Mint, Ubuntu além de venderem com Windows também.

E um dos apps deles que se destacam, é o que faz o gerenciamento da bateria dos seus notebooks, mas que pode ser usado em qualquer hardware de outro fabricante. Dentro da aba informações da aplicação, eles deixam bem um agradecimento ao pessoal do TLP, NVIDIA, AMD e Intel, a mensagem é:

“Agradecimentos especiais para TLP (© 2019, linrunner), Nvidia, AMD e Intel por nos oferecer as ferramentas necessárias para tornar isso possível!”.



Mas vamos para o que interessa, que é a instalação do Slimbook Battery 3. Por hora ele só está disponível via ppa, então somente Ubuntu, Linux Mint e afins vão conseguir instalar ele. Para adicionar o ppa, você tem duas formas, uma de forma gráfica e a outra via terminal. Da forma gráfica ensinamos neste artigo bem completo. No terminal, basta copiar e colar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:slimbook/slimbook

sudo apt-get update

sudo apt-get install slimbookbattery -y

Feito o procedimento acima, basta esperar e reiniciar o sistema para que as configurações sejam aplicadas.
Eles recomendam não utilizar junto com o Slimbook Baterry 3 nenhum outro app que faz o mesmo gerenciamento, pois podem entrar em conflito e não funcionar.




Eles ainda disponibilizam um manual (em inglês) mostrando “tim-por-tim” cada função do app. Vale a pena conferir. O código fonte do app é disponibilizado via GitHub e Launchpad.

Falando em gerenciamento, também fizemos um artigo de como instalar uma interface gráfica para o TLP, que você pode conferir aqui

Muito útil ter mais de uma ferramenta para essa finalidade, ainda mais de quem vende notebooks com Linux e ainda disponibiliza para uso em outros equipamentos, isso ajuda e muito quem precisa “esticar” a bateria. Uma “mão na roda”.

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Google e o seu possível Android Q convergente

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Um sistema convergente é o sonho de muitos amantes da tecnologia. Que tal utilizar uma aplicação em seu smartphone e ao chegar em casa prosseguir com a mesma tarefa em uma tela maior, no modo desktop. Esse é o desejo de muitos usuários, e a Google não quer ficar de fora dessa.

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A Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, tentou pôr em prática essa proposta com seu Ubuntu Phone. Infelizmente não foi bem sucedida. A Purism está trabalhando em um smartphone com essa proposta, utilizando aplicações desktops que se moldam ao mobile etc. A gigante coreana Samsung, desenvolveu o Dex, com seus aparelhos Samsung da linha Galaxy mais premium, vem possibilitando o funcionamento do Ubuntu nesses aparelhos com o Linux on Dex, até mesmo sua versão do Android.

Agora a Google também embarca nos aplicativos convergentes. Durante a Google I/O 2019, sua conferência para desenvolvedores, a empresa demonstrou a evolução de suas API's e incentivou os desenvolvedores a compatibilizar seus apps com o escalonamento de tela, com a adição de um modo desktop. A Google não entrou em detalhes se o Android Q teria um modo desktop, uma dock semelhante aos Samsungs para "morphar" em um funcionamento desktop, mas foi enfática na compatibilização e criação de apps com função desktop.

Possibilidades e mais possibilidades…


Esse incentivo da Google, em meu ponto de vista, pode estar atrelado à 3 coisas. Primeiro, um planejamento que de fato o Android Q possuirá um modo desktop. Segundo, ela pode estar visando a integração de apps Android no Chrome OS, afinal mesmo com aplicações Android funcionando normalmente em seus Chromebooks, eles são pensados para o mobile. E terceiro alguma parceria com uma empresa, estilo Samsung, que possui o Dex.

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Das três possibilidades que imaginei, creio que as duas primeiras são as mais plausíveis, claro que nada impede um combo de ambas, inclusive um pezinho da Samsung (😁😁😁).

E você, acha que em breve teremos um modo desktop no Android? Uma coisa é certa, a Google não está enfatizando a compatibilidade com um "modo desktop" a toa, tem "caroço nesse angu".

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post.

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Google Duo recebe função chamadas em grupo

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Google domina diversos setores da tecnologia e sem sombra de dúvidas quando se pensa em buscas ou smartphones, lá existe "um pezinho da Google, para não falar o seu domínio nesses mercados (😕😕😕).

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O Duo é o aplicativo de chamadas em áudio e vídeo da Google. Conhecido por ser muito econômico e eficiente, mesmo com internet de baixa conexão, 3G, o aplicativo da gigante das buscas manteve-se no mercado, ao contrário da sua "resposta ao WhatsApp" o Google Allo.

Substituto do Hangouts?


Antes da última atualização, o Google Duo só efetuava chamadas em particular, entretanto após o update uma funcionalidade que lembra o Hangouts foi adicionado.

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Com a nova versão é possível criar grupos com seus contatos, e efetuar uma chamada com várias pessoas, semelhante ao Hangouts. No entanto a funcionalidade está presente apenas na versão mobile do app e em alguns países, o Brasil está entre eles, então pode comemorar (😊😊😊).

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Sua versão web ainda não foi contemplada com o recurso, mas creio que seja questão de tempo. Como nem todos os países receberam esta novidade, talvez a opção só venha ao aplicativo web quando estiver liberado para todos os países.

Ao menos no momento, não creio que o Duo substitua o Hangouts, porém olhando a longo prazo me parece sensato essa substituição.

Baixe o app diretamente da Google Play para Android, App Store para iOS ou use a versão web.

E você, utiliza o Google Duo? Até hoje ele não me deixou na mão, e foi o que melhor funcionou com meu "belíssimo pacote de dados 2g/3g".

Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e continuar esse bate-papo sobre apps Android?

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Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux

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Uma das coisas que impedem uma certa migração em “massa” para o Linux, é a questão dos jogos. Jogos populares como Fortnite, PUGB, Raibow Six entre outros ainda não funcionam por causa dos anti-cheats, como o EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye.



Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux





O assunto “Jogos + Linux” sempre rendeu intermináveis debates, mas depois do surgimento do projeto PROTON da Valve, onde abriu a possibilidade de jogar games desenvolvidos só para Windows no Linux, por exemplo alguns games como o OverWatch (que fazemos lives lá na Twitch), League of Legends (LOL), World of Warcraf (WoW), Warframe, The Witcher 3, GTA V, Sekiro: Shadows Die Twice e entre outros. 

Isso só foi possível graças ao pessoal do  DXVK, do Wine, da CodeWeaver, do Vulkan (Khronos) e da Valve também, que viu a possibilidade de uma nova tecnologia para os jogos da sua vasta biblioteca ( mais ou menos 30 mil títulos).

Mesmo com todos esses esforços, ainda tinha algumas coisas a serem resolvidas, como os jogos onlines e os seus anticheats.

Os mais populares jogos online, usam os anticheats EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye, o que barra alguns jogos não-nativos, como os já mencionados Fortnite, PUGB, Raibow Six (R6), que “olham” o Wine/Proton como um meio de trapaça. Tanto que no começo do DXVK, Proton e afins, alguns jogos até chegaram a funcionar, mas depois de alguns updates, estão até hoje bloqueados.

Mas isso pode mudar..


No começo do ano, mais precisamente em Fevereiro, o pessoal do GaminOnLinux tentou contato com o pessoal do EAC, sobre a possível parceria com a Valve para trazer o anticheat para o SteamPlay. Eles não tiveram sucesso na resposta, como podem ver no artigo deles, mas um usuário do Reddit fez uma pergunta muito parecida e obteve a seguinte resposta:


“Agradecemos o seu contato!

Enquanto ao Easy Anti-Cheat, ele já suporta jos ogos nativos do Linux, infelizmente ainda não é compatível com o Steam Play. Estamos atualmente trabalhando com a Valve para trazer o suporte para o Steam Play também. No entanto, neste momento não podemos prometer uma data de lançamento.

Nossas desculpas pelo inconveniente. Apesar dos problemas, espero que você tenha um ótimo dia!”

Só isso já seria uma notícia muito boa, tendo em vista que um dos anticheats mais usado no mercado, já se “move” para a compatibilização com o SteamPlay/Wine/Proton.

Ainda teve meio que uma “confirmação” disso, quando no meio da polêmica se o EAC ia parar de funcionar ou não no Linux, um usuário do Twitter perguntou para a conta da Epic Games pq não tinha uma compatibilidade do EAC para o Wine. Então eis que a conta da própria EAC (que foi comprada pela Epic Games) respondeu.

“WINE/EAC a compatibilidade atualmente está em um estado beta, com vários jogos cuja a ajuda apreciamos, mas é necessário um trabalho significativamente maior para chegar a um nível adequadamente estável para todos.” 

Então podem esperar muito em breve, jogos como Fortnite rodando no Linux através do Wine por exemplo.

Outra empresa que trabalha com sistemas anticheats, a BattlEye, deu uma boa notícia também. O pessoal do GamingOnLinux  novamente entrou em contato com a BattlEye, perguntando se ainda mantinham o posicionamento de darem suporte somente a jogos nativos de Linux. E para a surpresa de todos, eles estão mudando de “pensamento”, e a resposta ao GamingOnLinux foi a seguinte:




“Atualmente nós não temos oficialmente suporte ao Wine, mas estamos trabalhando com a Valve para adicionar suporte ao Proton (SteamPlay) na Steam."

Se isso realmente acontecer galera, veremos novos tempos acontecendo para os “lados do Pinguim”. Pois jogos do momento e que são “febre” poderão rodar no Linux e assim atrair mais usuários para a plataforma e consequentemente aumentando a relevância dela frente às empresas.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Debian 10 poderá vir com Wayland por padrão

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terça-feira, 14 de maio de 2019

O Debian é sem dúvidas uma das distribuições Linux mais famosas e adoradas pela comunidade. Seja por sua estabilidade monstruosa ou por ser a "mãe" de uma infinidade de distribuições. Conhecido por "ir com calma", o Debian é cauteloso na incorporação de novas tecnologias ao projeto. Entretanto parece que com o Wayland será diferente.

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Wayland é um compositor de janelas, digamos que graças a ele você consegue ver a interface gráfica. Seu antecessor, Xorg, é amplamente utilizado na maioria das distribuições Linux (Android e Chrome OS estão fora dessa lista), mas parece que o Wayland vem ganhando seu espaço.

Wayland no Debian 10


Ao contrário do sistema de inicialização systemd, o Wayland será adotado "quase que imediatamente" se levarmos em consideração o quão conservador o Debian é. O anúncio foi dado pelo engenheiro de software da Red Hat, Jonathan Michael Thomas, reportado no site JMTD.

A decisão final não foi arbitrária, e sim pautadas em duas questões.

O Debian Buster optou por trazer o Gnome-Shell como ambiente de desktop padrão (estão até reavaliando essa questão na versão Jessie do Debian);

A equipe do Gnome optou oferecer por default o Wayland, assim sendo, a equipe do Debian decidiu ir ao encontro com o posicionamento do Gnome. 

Outro motivo é devido a recursos da tecnologia e código de maior compreensão (e facilidade de manutenção).

Wayland maduro o suficiente?


Muitos afirmam que o Wayland não é estável o suficiente, e lotado de bugs. É evidente que o mesmo possui alguns problemas com softwares como o Synaptic e OBS Studio. Temos que considerar que com o Wayland muita coisa mudou, comparado ao Xorg, e é esperado algumas incompatibilidades. No entanto parece que estão trabalhando para compatibilizar o Wayland, ao invés de impossibilitaram o uso ou até mesmo retirarem dos repositórios (as aplicações incompatíveis que lá estão).

Como toda e qualquer nova tecnologia é necessário um "empurrãozinho" para sua adoção, quem sabe agora que mais sistemas Linux estão trazendo a sessão Wayland como padrão (o Fedora quem o diga 😜), a tecnologia evolua. Ou empresas como a Nvidia, comecem a dar atenção e compatibilizar seus drivers (No momento apenas o Nouveau funciona com Wayland, significando resumidamente: “Nadica de gameplays hardcores”).

E você o que achou sobre o Wayland vindo como padrão do Debian 10?

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Lançamento do GTK 4 está se aproximando cada vez mais!

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sábado, 11 de maio de 2019

Você já pode ter se deparado com termos como Qt, GTK e se for novato no Linux pode estar "boiando" com essas nomenclaturas. Calma que tudo isso é mais simples do que o imaginado.

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Qt e GTK + são kits de ferramentas para criar interfaces gráficas. Falando especificamente do GTK+, ele é o núcleo da plataforma de desenvolvimento do GNOME, mas não limitado a ele apenas. Por exemplo aplicações para outras interfaces como: Cinnamon, XFCE, Deepin Desktop (DDE), KDE etc; Podem ser criadas em GTK+, e indo além, o GTK pode ser usado em outros sistemas operacionais como BSD, Windows e macOS.

O tão aguardado GTK 4


Como a tecnologia tende a evoluir, não seria diferente com o GTK, e desde seu lançamento em 1998 o toolkit do GNOME vem recebendo melhorias e novas implementações. Atualmente em sua versão 3.24 o GTK está prestes a receber uma reformulação com o tão aguardado GTK 4. Novos recursos e refatorações em seu código estão previstas. Isso significa uma nova forma de compor as aplicações desenvolvidas com essa framework.

A demora do GTK 4 é justificável se levarmos em consideração a proposta do mesmo, que visa ser uma API estável e que não obrigue os desenvolvedores a refazer partes dos códigos de suas aplicações há cada atualização, num período curto de 6 meses, que basicamente é o que pode ocorrer com o atual GTK 3. 

Mudanças do GTK 3 para o GTK 4


Além de abandonar alguns widgets e adicionar novos ao GTK 4, a nova versão tem várias propostas como: adição do suporte ao Vulkan e ao OpenGL para melhorar a velocidade de suas aplicações, visto que a GPU "irá desenhar" os elementos visuais na tela. Código mais limpo, refatoração de códigos antigos, desenvolvimento com o Wayland em mente, mas sem perder suporte ao X11.

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Sabemos que o GTK 4 incluirá o suporte ao tão amado ou odiado "Blur", a possibilidade de animações 3D e efeitos gráficos etc.

A espera pode estar chegando ao fim


Os planos dos desenvolvedores GNOME é oferecer uma API segura e estável, que não precise de mudanças de bases a curto e médio prazo, dando maior conforto a quem desenvolve aplicações em GTK, afinal mesmo com atualizações do toolkit, os developers não precisarão readaptar suas aplicações.

No momento os desenvolvedores podem testar o GTK 4 junto ao GTK 3.96, "a versão na qual será transformado em GTK 4".

Caso queira ver todas as informações técnicas sobre o GTK 3.96 e GTK 4, acesse o anúncio oficial do blog do GTK e veja a fundo suas novidades.

Será que em 2019 iremos ver o lançamento da versão estável do GTK 4? Com tantas notícias "bombásticas" saindo no mundo Linux, já não duvido de mais nada (😊😊😊).

E você ansioso pelas novidades do GTK 4? Continue esse bate-papo lá em nosso fórum Diolinux Plus.

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