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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor

MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor

Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor-ppa-ubuntu-snap-mint-flatpak-flathub-snapcraft

Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

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KDE Plasma 5.12.9 LTS lançado

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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Usuários da versão 5.12 LTS (Long Term Support) do KDE Plasma tiveram uma boa notícia no último dia 10 de setembro, com o lançamento da nona versão de manutenção do desktop environment. Com um total de 24 correções de erros e atualizações de tradução, a versão 5.12.9 deve ser o último update antes do lançamento da próxima LTS.

kde-plasma-5.12.9-lancado

Lançada em fevereiro de 2018, a versão 5.12 é a atual versão de longo suporte do KDE Plasma. A versão recém lançada, a 5.12.9, deve ser a última atualização de manutenção agendada para a atual LTS. Segundo os mantenedores do projeto KDE, novas versões de correção deverão ser lançadas apenas se houver a necessidade de corrigir vulnerabilidades críticas de segurança ou erros que possam causar instabilidade no uso do Plasma Desktop.

Essa nova versão conta com seis meses de correções de erros e traduções da comunidade KDE. As correções são consideradas relativamente pequenas, mas importantes. Entre elas, podemos destacar as seguintes:

Mudança no ‘applet’ da Lixeira para que utilize as mesmas configurações de sombras dos ícones da área de trabalho.

applet-lixeira-kde-plasma

Melhoria na nitidez dos nomes de pastas e arquivos.

modificação-nomes-pastas-arquivos kde-plasma

Correção na tradução dos controles multimídia na tela de bloqueio.

Correção de um bug no dicionário do ‘Krunner’ que fazia com que o mesmo não mostrasse nenhuma definição para a palavra pesquisada.

Se você quiser ver a lista completa com todas as correções, acesse o registro de mudanças da versão.

A próxima LTS do KDE Plasma deverá ser a versão 5.18, e está agendada para meados de fevereiro de 2020.

Se você estiver utilizando o KDE Plasma na versão 5.12.8, é recomendado que fique atento às atualizações da sua distro, para que assim que esteja disponível você o atualize para a atual 5.12.9.

À mim parece que os ‘desktop environments’ do mundo Linux vem crescendo em um ritmo bastante acelerado nos últimos tempos, o que acho ótimo. As melhorias no KDE Plasma nos últimos lançamentos foram incríveis, o que você pode ver por este, e este posts. Já no “lado GTK da força”, a versão 3.32 do GNOME veio “com tudo”, e a 3.34 já chegou com muitas melhorias. O XFCE, além das melhorias excelentes na versão 4.14 também prometeu um intervalo de tempo mais curto até o lançamento da próxima versão.

Na verdade, todo o “mundo Linux” para desktop vem crescendo de forma cada vez mais rápida, e há muito para se falar sobre isso. Mas isso já é assunto para outro post. 😁

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APT com problemas? Saiba como resolver

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A dica de hoje é algo bem simples, mas que pode auxiliar quem eventualmente esteja passando por essa situação. Confesso que é algo bem raro de acontecer, ao menos em meu cotidiano. Todavia, caso não esteja conseguindo atualizar seu sistema ou instalar apps, por conta do APT “travado/bloqueado”, eis a possível solução. 

apt-erro-bloqueado-instalar-update-remover-atualizar-ubuntu-deepin-linux-mint-elementary-pop

Lembrando que o APT é um conjunto de ferramentas, usadas no Debian, Ubuntu e derivados para administrar os pacotes DEB de forma rápida e prática. Se está tendo dificuldades com outro sistema, o Fedora por exemplo, não terá nenhuma relação com o APT.

Resolvendo a “mutreta” 


Existem diversas maneiras de contornar este problema, às vezes um simples reiniciar resolve. Um equívoco comum é manter outro programa que gerencia os pacotes, como o Synaptic, aberto e tentar atualizar via terminal. Certifique-se que nenhum destes apps estejam rodando, durante as mensagens de “APT travado”. No caso do Ubuntu, especificamente, pode ser comum o APT ficar nesse estado durante os momentos iniciais em que adentra no sistema, pois o gerenciador de atualização pode estar “ao fundo” procurando atualizações. Espere uns minutinhos, se o erro persistir (ou se não tem paciência 😁️😁️😁️), tente os comandos a seguir.

apt-erro-bloqueado-instalar-update-remover-atualizar-ubuntu-deepin-linux-mint-elementary-pop

Sei de diversas maneiras para contornar esse problema. No entanto, essa resolve a maioria dos casos. Não é a mais prática, mas resolve o problema. Se quiser tentar algo antes, em um único comando, tente esse:

sudo cp -v /var/lib/dpkg/status-old /var/lib/dpkg/status 

Agora se mesmo assim não conseguiu atualizar o sistema, vamos à maneira que nunca falhou comigo.

Remova os arquivos que estão bloqueando o APT, são 3 comandinhos na seguinte ordem:

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock

sudo rm /var/cache/apt/archives/lock

sudo rm /var/lib/dpkg/lock*

Reconfigure os pacotes:

sudo dpkg --configure -a

Por fim, atualize a lista de pacote:

sudo apt update

Logo abaixo é a versão com todos os comandos em um único:

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock && sudo rm /var/cache/apt/archives/lock && sudo rm /var/lib/dpkg/lock* && sudo dpkg --configure -a && sudo apt update

Com isso o problema possivelmente foi solucionado e você poderá instalar, remover apps e atualizar o sistema via APT normalmente.

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Modo escuro finalmente chega ao Slack

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domingo, 15 de setembro de 2019

Modo noturno, modo escuro, dark mode... chame como você quiser, mas é um fato que as variações escuras de aplicativos e sites se tornaram muito populares, especialmente nos últimos anos. Agora, após uma longa espera, chegou a vez do Slack lançar o modo escuro para as suas versões de navegador e desktop no Linux, Windows e MacOS.

modo-escuro-chega-ao-slack

O Slack é um aplicativo de comunicação em equipe com uma ampla gama de funcionalidades, que para muitos são os diferenciais que o deixam à frente de alternativas como Microsoft Teams ou Discord.

Já publicamos artigos sobre o Slack, Microsoft Teams e Discord aqui no blog.

Mesmo sendo um serviço muito completo e amplamente utilizado, apenas agora, em Setembro de 2019 o Slack passa a ter um modo escuro disponível. Como usuário do Slack, posso dizer que é uma funcionalidade que estava fazendo muita falta.

Alguns utilizam o modo escuro simplesmente porque gostam, outros porque trabalham à noite, em um ambiente com baixa iluminação, sofrem de enxaqueca, ou tem algum problema visual. Casos nos quais o modo escuro realmente pode fazer toda a diferença.

O Slack já possuía modo escuro no aplicativo para dispositivos móveis, o qual possui configurações separadas da versão desktop. Utilizar o modo escuro no smartphone não significa que você também tenha que utilizá-lo desktop. Segundo a equipe do Slack, em um futuro próximo a funcionalidade dos temas nas versões desktop do aplicativo funcionarão em sincronia com o tema do seu sistema, ou seja, se você estiver utilizando um tema escuro no seu sistema, o Slack automaticamente utilizará o modo escuro. E vice-versa.

Em seu post original no blog do Slack, a equipe explica que a demora para o lançamento do modo escuro deveu-se ao fato de que eles queriam construir um ‘dark mode’ que funcionasse perfeitamente em toda e qualquer parte do Slack. Para alcançar tal objetivo eles tiveram que redesenhar toda a interface do aplicativo do zero, e até mesmo re-arquitetar algumas dessas partes.

Mas finalmente, para a felicidade de todos nós que esperamos tanto, seja por gosto ou necessidade, o modo escuro do Slack finalmente chegou!

Como ativar o modo escuro no Slack?


É importante ressaltar que para poder utilizar esta funcionalidade o seu aplicativo do Slack precisa estar na versão 4.0.3 no MacOS, e 4.0.2 no Windows e Linux.

• Já com o aplicativo aberto, clique no nome do seu workspace no canto superior esquerdo, e então clique em ‘Preferências’.

ativando-modo-escuro-slack-imagem1

• Então clique na aba ‘Temas’ e selecione ‘Escuro’.

ativando-modo-escuro-slack-imagem2

modo-escuro-ativado-slack

Pronto! Você finalmente pode descansar “seus olhinhos de noite serena”, e apreciar o belo visual do modo escuro do Slack.

Você utiliza o Slack e assim como eu também sentia muito a falta do modo escuro? Ou você acha que essa “história” de modo escuro não passa de “frescura”? Diga-nos o quê você pensa, e vamos compartilhar conhecimento. 😁

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GNOME Firmware 3.34 é lançado oficialmente

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sábado, 14 de setembro de 2019

Há uns 15 dias mais ou menos, fizemos uma postagem comentando o desenvolvimento do Gnome Firmware, que seria lançado em breve para a comunidade poder testar e dar o seu feedback. Eis que o dia chegou.

GNOME Firmware 3.34 é lançado oficialmente





Em seu blog pessoal, Richard Hughsie, fez o anúncio do lançamento, tanto do GNOME Firmware,  quando da nova versão do fwupd, esse chegando na versão 1.3.1 e assim facilitando a criação do gerenciador mencionado.

Ele também comentou, que aproveitou o lançamento do GNOME 3.34 para assim sinalizar que o app está pronto para o uso dos usuários finais.




Ele ainda brincou que os erros de UX são culpa dele 😁, pois não foi desenvolvido pela equipe de design oficial do GNOME. Complementou que ainda precisa aprimorar o GNOME Firmware e adicionar recursos mais recentes para a finalidade do app.

Eu testei ele aqui no meu notebook, um Dell Inspiron 7559, até o momento os botões não ficaram disponíveis, somente cinzas. Isso foi relatado no post e o próprio Richard comentou, que alguns protocolos suportam a verificação e que poderia ser ocultado até que funciona corretamente.



Se você quiser instalar o GNOME Firmware, vai precisar do flatpak instalado no seu sistema, se não tiver, basta seguir o nosso tutorial.

Com o terminal aberto, digite o seguinte comando para adicionar o repositório do Flathub: (Obs.: Se você já tiver adicionado o repositório do Flathub, não precisa adicionar ele de novo.)

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Em seguida, instale a aplicação:

flatpak install flathub org.gnome.Firmware

Não gostou do app ou deu algo de errado? Para remover via terminal, utilize este comando:

flatpak remove org.gnome.Firmware

Para conferir o artigo original completo, basta acessá-lo aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Manjaro alcança o próximo nível e se torna uma empresa

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

O Manjaro é uma distribuição baseada no Arch Linux, criada e mantida por três pessoas desde 2011. Com o tempo, o trabalho duro dessas três pessoas rendeu excelentes “frutos”, o quê chamou a atenção de toda a comunidade Linux. Como consequência disso o Manjaro passou a ter a sua própria comunidade, que até hoje é, com os três fundadores, o pilar que mantém todo o projeto vivo.

manjaro-alcança-proximo-nivel-torna-empresa

Mesmo sendo uma das distribuições Linux mais populares da atualidade, como diz o ditado: “Ninguém vive de amor”. Os três fundadores do Manjaro o criaram e vinham mantendo-o como um “hobby”, trabalhando no projeto apenas em seu tempo livre. Apesar da grande ajuda oferecida pela comunidade, o projeto passou a demandar muito mais tempo e trabalho do que eles poderiam oferecer, o que estava tornando o projeto inviável.

Foi nesse momento em que seus fundadores: Philip Müller, Bernhard Landauer e Stefano Capitani precisaram tomar uma atitude para que tudo não fosse “por água abaixo”. A ideia foi buscar uma solução para manter o projeto funcionando nos seus moldes atuais: sendo gratuito, aberto, recebendo sugestões e ajuda da comunidade. Que também permitisse aos seus três principais mantenedores trabalharem no projeto em tempo integral, não mais o levando apenas como um “hobby”. A solução então foi estabelecer uma nova companhia.

Conheçam a Manjaro GmbH & Co. KG!


O estabelecimento de uma companhia permitirá empregar os mantenedores em tempo integral, bem como a exploração de futuras oportunidades e parcerias comerciais. Tal ação está sendo feita em parceria com a Blue Systems, uma empresa Alemã de Tecnologia da Informação cuja função será prestar consultoria à Manjaro GmbH & Co. KG. A Blue Systems também é conhecida por ser uma das maiores apoiadoras do projeto KDE.

Com a recém estabelecida companhia, outra grande mudança na administração do projeto será transferir a posse de todos os fundos e doações para hosts fiscais sem fins lucrativos.

Estes hosts fiscais são a ‘Community Bridge’ e a ‘Open Collective’, que além de assegurar as doações também tornarão o seu uso transparente. Philip Müller diz que essa forma de trabalho permitirá ao Manjaro continuar buscando os mesmos objetivos de sempre - apoiar o seu desenvolvimento colaborativo e uso em grande escala - mantendo a máxima transparência possível o tempo todo. Também afirmam que os fundos jamais serão, sob quaisquer circunstâncias, utilizados pela Manjaro GmbH & Co. KG.

Quais serão os benefícios trazidos por esta mudança?


Essa nova estrutura de trabalho em forma de Companhia permitirá ao Manjaro, chegar a um nível ao qual jamais chegaria, enquanto fosse apenas um projeto de tempo livre, podendo realizar coisas, como:

Permitir que os atuais desenvolvedores possam se dedicar em tempo integral ao Manjaro e projetos relacionados. Futuramente ter até uma base de funcionários assalariados.

Interagir e trocar experiências com outros desenvolvedores em eventos relacionados à Linux.

Proteger a existência do Manjaro como um projeto guiado pela comunidade, bem como proteger a própria marca.

Prover atualizações de segurança de forma mais rápida, bem como reagir de forma mais eficiente às necessidades dos usuários.

Prover os meios para atuar como uma Companhia a um nível profissional.

Obter patrocínio em grandes eventos, e eventos locais da equipe e comunidade do Manjaro.

Os fundos de doações e patrocínios também serão utilizados para coisas, como: 

Despesas da comunidade local relacionadas ao desenvolvimento do sistema, por exemplo: equipamentos de trabalho para a equipe e comunidade do Manjaro.

Viagens (cobertura total ou parcial dos custos de viagem para atender a um evento).

Despesas com hardware e hospedagem.

Segundo Philip, o objetivo a longo prazo é que a Manjaro GmbH & Co. KG possa se tornar uma companhia auto sustentável, criando laços com outras empresas e organizações, tornando-se mais uma das grandes empresas no "Mundo Linux" e assim assegurando a viabilidade de todo o projeto e da comunidade ao seu redor.

A minha opinião sobre o assunto.


Eu realmente penso que o passo que o Manjaro está tomando agora é algo necessário para todo e qualquer projeto que queira alcançar grandes proporções. Julgo que todos nós, envolvidos no mundo Linux ou não, usuários do Manjaro ou não, ou até mesmo usuários de Windows, ou MacOS, só temos a ganhar com o fato de ter mais um “player” crescendo e indo em direção aos gigantes. À final, quanto melhor for a concorrência melhor será o produto oferecido pelos concorrentes.

E você, o quê acha?


Você que é um usuário, fã, membro da comunidade do Manjaro, ou entusiasta de tecnologia em geral, o que acha de tudo isso? Tornar-se uma empresa foi realmente algo pensado visando o bem de todos, ou é apenas uma melhor forma para ganhar dinheiro? Conte-nos a sua opinião sobre tudo isso. 😃

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GNOME 3.34 lançado, confira as novidades

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Depois de muito empenho ao desenvolver o GNOME 3.34, cerca de 6 meses, a nova versão de codinome “Thessaloniki” é anunciada. Para quem achou estranho o codinome, saiba que a cidade foi sede do evento GUADEC (Conferência Europeia do Usuário e Desenvolvedor do GNOME). Também conhecida por “Tessalônica”, é a segunda maior cidade da Grécia, sendo homenageada neste lançamento.

gnome-apps-shell-thessaloniki-linux-flatpak-flathub-interface-open-source-software-livre-comunidade

Novos recursos, melhorias de performance, atualizações visuais para vários aplicativos e correções de bugs, são as novidades do GNOME 3.34, alguns destaques são:

Novo design nas configurações de “Plano de Fundo”, facilitando a seleção de wallpapers personalizados.

gnome-apps-shell-thessaloniki-linux-flatpak-flathub-interface-open-source-software-livre-comunidade-wallpaper-personalizado

O recurso tão aguardado e já abordado por nós, com um post detalhando tudo, é a possibilidade de criar pastas nativamente no menu do GNOME Shell. Agora basta arrastar o ícone de um aplicativo e soltar em cima de outro, para criar uma pasta. 

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Houve um aprimoramento na navegação web, o navegador do GNOME passa a manter processos em sandbox, com a capacidade de fixar guias e um recurso que permite bloquear anúncios através de filtros de conteúdo do WebKit. 

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O GNOME Boxes passa a suportar a inicialização de VMs a partir de imagens de CD/DVD anexadas. 

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Já o GNOME Jogos recebeu suporte para salvar múltiplos save states dos jogos. 

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Sua aplicação de música, o GNOME Músicas, enfim atualiza automaticamente a biblioteca de músicas. Além de receber o recurso Gapless playback (reprodução sem intervalos), compatível com um número massivo de formatos.

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Os programas GNOME Photos (Fotos), GNOME To Do (Tarefas) e Totem (Vídeos), receberam um redesign em seus ícones. O gerenciador de arquivos do GNOME, Nautilus (Arquivos), agora avisa ao usuário quando o mesmo tentar mover algum arquivo em um diretório protegido contra gravação. Quem não curte o atalho atividades, pode desativá-lo sem o auxílio de uma extensão de terceiros.

Essa versão está recheada de novidades, seja para o usuário comum ou desenvolvedor. Por exemplo, o Mutter passa a ter integração com o Sysprof. Mais fontes de dados foram adicionadas, facilitando a criação de perfis de desempenho em um aplicativo e diversas melhorias no Builder, incluindo um inspetor D-Bus integrado. Um prato cheio para desenvolvedores GNOME.

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Pessoalmente fiquei animado com várias coisas nessa versão 3.34 (algumas dispensarão o uso de extensões que sempre adiciono 😁️😁️😁️) e nosso querido desenvolvedor brasileiro do GNOME, Georges Stavracas, pontuou o que mais gostou com esse lançamento.

“Como usuário GNOME, o que está me deixando mais animado é o gapless playback no GNOME Músicas. Seguido do GNOME Jogos.

Como desenvolvedor, o que me deixa mais maluco é a integração do Mutter com o Sysprof. Está abrindo portas para todo tipo de melhoria, e isso porque só começamos”.

Veja abaixo o vídeo de lançamento do GNOME 3.34, um trabalho primoroso e muito bonito. Detalhe, feito com software livre, segundo informado pelo Georges em uma de suas lives desenvolvendo o GNOME em seu canal pessoal no Youtube.


A versão 3.34 pode ser obtida diretamente nos repositórios das distros (isso depende do sistema, nem todos irão receber essa versão), se preferir os programas podem ser instalados via Flatpak, basta pesquisar no Flathub. Outra alternativa é compilar o GNOME direto do repositório oficial do projeto, nada recomendado para novos usuários.


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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: GNOME.
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Ubuntu 19.10 ganhará nova versão do tema 'Yaru'

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Por muitos anos o Ubuntu utilizou por padrão um tema chamado ‘Ambiance’. Originado na versão 10.10, o tema perdurou até a versão 18.04. É claro que com o passar dos anos o tema passou por várias atualizações e alterações, mas nenhuma que tenha alterado de forma significativa o aspecto visual do sistema.

ubuntu-nova-versão-tema-yaru

Aos olhos de muitos, utilizar o mesmo tema por quase oito anos tornou o visual da distro datado e antiquado, o quê, principalmente nos últimos anos do ‘Ambiance’ como padrão, gerou muita reclamação da comunidade. No entanto, mesmo com anos e anos de reclamações e pedidos da comunidade por um novo tema, a Canonical insistia em manter o “bom e velho” ‘Ambiance’, aparentemente sem se importar muito com os pedidos dos usuários.

A partir da versão 17.10 a Canonical abandona o Unity e volta a utilizar o GNOME Shell como interface padrão do Ubuntu. Todos imaginaram que com uma mudança desse nível, um novo tema finalmente chegaria. "Só que não…" Apenas após cerca de um ano, na versão 18.10 é que o Ubuntu lança o tão esperado novo tema. Estamos falando do ‘Yaru’.

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Tema 'Ambiance' no Ubuntu 10.10.
tema-ambiance-ubuntu
Tema 'Ambiance' no Ubuntu 17.04.
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Tema 'Yaru' no Ubuntu 19.04.
Mesmo após tanta demora e expectativa, ao contrário do Chinese Democracy, o ‘Yaru’ não decepcionou. Em um trabalho conjunto com a comunidade, a Canonical conseguiu criar um tema moderno, que agradou à maioria, e que não fez com que a identidade visual do sistema se perdesse.

A versão padrão do ‘Yaru’ possui fundo branco com ‘headerbars’ em tons de cinza, como nada agrada a todos, com o tempo começaram a surgir reclamações e sugestões de alterações em certos aspectos do tema. Para a surpresa de muitos, contrariando o seu histórico, a Canonical está ouvindo a comunidade em relação a isso. E após o pedido de usuários em um ‘bug report’, a próxima versão do Ubuntu, a 19.10, virá com uma nova versão padrão do tema ‘Yaru’.

nova-variação-tema-yaru-lançada-ubuntu
Nova variação do tema 'Yaru' a ser lançada no Ubuntu 19.10.
O problema relatado no ‘bug report’ trata-se de um bug que dificulta a visualização dos botões de ação nas ‘headerbars’ escuras. Vários usuários estavam reclamando da falta de contraste entre a ‘headerbar’ e os botões de ação.

O ‘Yaru’, na verdade, é uma versão modificada do tema ‘Adwaita’ do projeto GNOME, e essa modificação fará com que este fique mais parecido com o tema padrão do GNOME Shell. A modificação consiste em inverter a cor das ‘headerbars’, tornando-as brancas. O quê, em geral, deve 
solucionar este bug e melhorar a usabilidade do sistema.

novo-tema-yaru-white-branco-claro-ubuntu
Tema 'Yaru' atual vs. nova versão.
A princípio, na versão 19.10 do Ubuntu, estarão disponíveis apenas a nova versão do tema ‘Yaru’, com as 'headerbars' brancas, e o ‘Yaru Dark’, com toda a interface escura em tons de cinza. Todavia, a ideia é que na versão 20.04 a variação atual com apenas as ‘headerbars’ escuras volte e seja mais uma opção disponível. Em paralelo com a nova variação branca e o ‘Yaru Dark’.

O ‘Yaru Dark’ também sofrerá algumas modificações nessa nova versão do Ubuntu. Nada comparado as alterações na versão clara, mas mesmo assim obtendo uma melhora significativa, aumentando a coerência visual com alterações nos tons de cinza dos 'backgrounds', e de alguns botões.

tema-yaru-dark-ubuntu
Como é o tema 'Yaru Dark' no Ubuntu 19.04.
tema-yaru-dark-ubuntu
Como será o tema 'Yaru Dark' no Ubuntu 19.10.
O quê você achou do novo visual dos temas ‘Yaru’ e 'Yaru Dark'? Você acha que tornar as ‘headerbars’ brancas realmente irá melhorar a visualização dos botões de ação? A mudança irá melhorar o aspecto visual do tema? Comente e diga-nos o quê você pensa. :)

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Por hoje é tudo pessoal! :)

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Flatpak oficial do Mozilla Firefox pode chegar em breve

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O navegador Mozilla Firefox é o navegador padrão de quase todas as distros Linux, que já vem instalado por padrão e com repositório próprio. O que pode ocasionar um atraso na hora dos updates de uma versão para outra, mas isso pode estar com os “dias contados”.


Flatpak oficial do Mozilla Firefox pode chegar em breve





Eles podem estar contados, pois um bug que bloqueava a implementação via sandbox, estava relacionado a execução de tarefas do Mozilla Taskcluster. Você pode conferir aqui toda “thread”.

Essa descoberta só foi possível, pois um leitor do site Phoronix, comunicou eles sobre essa correção, assim abrindo caminho para a versão oficial do Mozilla Firefox em flatpak. Isso só foi possível, graças a dois engenheiros de softwares da Mozilla, Peter Moore e Mihai Tabara.

Isso vai beneficiar muitas distros que usam o Flatpak, como o Fedora e o Mint, além de muitas outras.

Atualmente, existe uma versão Flatpak “unofficial” mantida pelo pessoal do Fedora e Red Hat. Você pode ver o processo de instalação dele aqui. Se você precisar instalar o Flatpak na sua distro, basta seguir esse nosso tutorial.

Muito bom ver que uma barreira que impedia essa implementação no Mozilla Firefox, pois a forma que é distribuída hoje em dia, tem uma limitação, ou sendo pelo tempo que uma distro leva para reempacotar ele e disponibilizar nos repositórios ou no formato binário, que pode assustar muitas pessoas. Já sendo distribuído em formatos mais fáceis, como Flatpak e o Snap (versão essa já disponível e feita pelo pessoal da Canonical), ajuda e muito na hora de disseminar o navegador. 

Isso é o que eu penso, agora deixe aí nos comentários, o que você acha dessa possível vinda de uma versão oficial Flatpak.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Huawei começa a vender computadores com Deepin

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A situação entre os EUA e a Huawei não é a das melhores, ocasionando até na aceleração do desenvolvimento de sua possível alternativa ao Android, o misterioso HarmonyOS. Recentemente cogitei a possibilidade da empresa vender seus computadores com a distribuição Linux chinesa Deepin. E não é que acertei? (acho que meu colega de trabalho, Ricardo “O Cara do TI”, acaba de ter um “adversário” nas previsões… Que vença o melhor 🤣️🤣️🤣️).

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A Huawei é uma das maiores empresas do mundo, e na China seu poder é ainda maior. Com eventuais problemas com a Microsoft, que não chegaram a se concretizar, a empresa ficaria na clássica “sinuca de bico”. Sugeri que uma maneira para contornar essa problemática seria adotando uma distribuição Linux em seus produtos. Ao menos que timidamente, sem abandonar o Windows. Obviamente, que o HarmonyOS poderia ser uma alternativa, entretanto o sistema não parece ser maduro o suficiente.

Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux”, esse foi o artigo que escrevi detalhando a minha visão sobre o assunto. Um tiro às cegas que acabou acertando bem no alvo. 

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Huawei começa a vender laptops com Deepin


Através da sua loja oficial VMall.com, a Huawei vem disponibilizando alguns modelos com o sistema operacional Deepin. Até mesmo modificações, simples para muitos, foram feitas nos aparelhos. As teclas que continham a logo do Windows, que chamamos de “Super”, passaram a ter no lugar da logo do sistema da Microsoft, a palavra “Start”. Um detalhe insignificante para muitos, mas que demonstra um capricho por parte da empresa. Ao todo são 3 modelos com Deepin, o Huawei MateBook X Pro, Huawei MateBook 13 e Huawei MateBook 14. Contudo, qualquer distribuição Linux pode ser instalada posteriormente pelo cliente, mesmo com Deepin de fábrica isso não significa que apenas o sistema em questão funcionará no equipamento.

A título de curiosidade o Huawei MateBook X Pro com Linux, possui um processador Intel Core i5-86265U quad core, SSD M.2 de 512 GB para armazenamento, 8GB de RAM, GPU NVIDIA GeForce MX250, tela de 13,9 polegadas de resolução 3K (260 PPI) e com um acabamento refinado e imponente.

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Seu valor é de 8699 CNY (R$ 4.987,80 em conversão direta para o real).

Infelizmente os modelos com Linux pré-instalados estão disponíveis apenas na China. Não sabemos se essa estratégia é para ver a aceitação do público chinês por outro SO que não seja o Windows, para quem sabe no futuro gradualmente introduzir o HarmonyOS, ou o Deepin será maciçamente adotado e levado para outros países.

O sistema da Wuhan Deepin Technology, possui características interessantíssimas para Huawei. Sendo Open Source, a empresa poderá modificar o Deepin conforme suas necessidades e embarcar soluções proprietárias. Outro ponto é o visual que encanta os olhos dos usuários, com modos de uso indo a um estilo semelhante ao macOS ou o próprio Windows. Um recurso que pode ter chamado a atenção da Huawei, além do design da distro, é o Cloud Sync, que permite sincronizar várias configurações do sistema em nuvem. Adicionado no Deepin 15.11, através dele é fácil salvar modificações e perfis de uso do sistema. Definitivamente algo útil ao instalar o sistema do zero em outra máquina, sem a necessidade de sair atrás de programas ou configurações/personalizações utilizadas. Talvez a Huawei implemente novos recursos relacionados a seus produtos nessa feature do Deepin. 

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Agora o tempo dirá se essa empreitada com o Linux dará certo para Huawei, e se o Deepin será a porta de entrada para o mundo Linux. Quem diria hein!

Você compraria um computador com Deepin? Atualmente no mercado brasileiro temos algumas opções, como a Dell com Ubuntu instalado de fábrica. Inclusive começando a facilitar a descoberta destes equipamentos com Linux em seu site oficial.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Huawei, Forbes.
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Firefox Private Network, o proxy com criptografia da Mozilla

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Recentemente cobrimos o lançamento do Mozilla Firefox 69 e sua novidades, parece que a Mozilla não perde tempo e já está testando um novo serviço para seu navegador web. Conheça o Firefox Private Network.

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Ainda não é uma VPN provinda da Mozilla, em primeiro momento pensei o mesmo. No entanto, trata-se de um proxy com criptografia. Além disso, o serviço oculta seu endereço IP substituindo por outro. A criptografia do Firefox Private Network é oriunda da gigantesca CloudFlare, que também é utilizada por outros aplicativos famosos, como por exemplo, o Discord.

A solução da Mozilla é ótima para cenários em que o cuidado deve ser redobrado. Afinal, utilizar seu dispositivo em uma rede pública pode gerar transtornos e em casos mais severos afetar o “bolso” ou sua privacidade. O intuito é criar de fato uma “rede privada”, protegendo seus usuários de eventuais rastreios na web, e demais problemas ocasionados por não tomar as devidas precauções.

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O Firefox Private Network está em fase beta no famoso programa de testes da empresa, o Test Pilot, sendo que apenas usuários dos Estados Unidos poderão fazer uso da extensão. Sua gratuidade é temporária, sendo informado pela empresa que essa versão beta oferece gratuitamente o serviço, mas por tempo limitado.

É notório o esforço empregado pela Mozilla para se sustentar, não dependendo apenas de doações, com investimentos em soluções como, o Firefox Premium e desenvolvendo serviços que agregam e atraem mais usuários a sua plataforma (Firefox Send é um deles).

Provavelmente o Firefox Private Network será incorporado nas versões futuras do navegador Firefox e estará disponível em outros países, porém, como bem diz a empresa: “sua gratuidade é por tempo limitado”.

Para mais detalhes acesse a página do serviço de proxy da “raposa de fogo”.

Você utilizaria a rede privada da Mozilla, melhor ainda, pagaria pelo serviço?

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Até o próximo post, compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Mozilla.
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Novas ferramentas do Telegram vão ajudar no seu dia a dia

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

No mundo de hoje, ter uma ferramenta que facilite o seu dia a dia é algo que sempre estamos procurando, não é mesmo? O Telegram quer ser essa ferramenta, lançando mais funções em seu app.

Novas ferramentas do Telegram vão ajudar no seu dia a dia





O Telegram é conhecido por sempre trazer inovações para o meio de mensagens, aliás algumas destas funcionalidades implementadas, nunca nem chegaram nas versões “alfas” dos seus concorrentes, vamos assim dizer. Nos últimos updates não foi diferente.

Um recurso que achei muito bom, que podemos começar, é a possibilidade de você poder mandar mensagem em “silêncio”, assim não atrapalhando a pessoa. A mensagem vai chegar sem nenhum som, mesmo se as notificações sonoras estiverem ativas. Para enviar é bem simples, basta segurar o botão de Enviar e escolher a opção sem som. Assim a mensagem, sendo de texto ou de mídia, será enviada silenciosamente🔇 .


A mensagem chegará assim no destino.

Outra novidade foi a chegada das mensagens “agendadas”, em que você pode usar tanto em grupo, mensagens particulares ou no “Mensagens Salvas”.

Para mandar em grupos ou em particular é bem fácil, basta digitar a mensagem e depois pressionar e segurar o botão de Enviar (na versão desktop é com o botão direito do mouse), assim escolhendo a opção de agendamento.


Ainda sobre o agendamento, você pode usar ele no “Mensagens Salvas” como lembrete, assim podendo lhe ajudar com compromissos futuros ou no que você precisar lembrar depois. Quando a mensagem agendada ou lembrete forem enviados, serão identificados com uma notificação especial e com um ícone de calendário 🗓, para você identificar melhor.

Teve muitas outras novidades, que você pode conferir aqui e aqui.

Nos diga aí nos comentários se você já está usando essas novidades e se já apresentou o Telegram para os amigos e familiares 😁😬.

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