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Book Manager, sua biblioteca particular

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terça-feira, 5 de março de 2019

Já se deparou com aquela bagunça, sem antes ter devidamente catalogado seus livros e agora encontra-se perdido? Ou gostaria de ser mais organizado e ter uma mini biblioteca particular em sua casa? O software “Book Manager” tem essa proposta.

book-manager-gerenciador-livros

Com um design simples e minimalista, o app proporciona a catalogação dos seus livros de forma intuitiva, sem exagerar em muitas funcionalidades, o foco é para uso pessoal ou amador.

Com versões para Linux, Mac e Windows, a aplicação é desenvolvida em Node.js e de código aberto, facilitando a migração de sistema ou até mesmo a utilização em mais de uma máquina.

Book Manager, simples e intuitivo


A interface do programa é minimalista e amigável, nela ficam à mostra seus livros catalogados, com título, autor, status (se está lendo, vai ler ou já leu o livro), breve descrição da obra e um botão de nome “FULL INFO”, na qual você verá todos os detalhes e a possibilidade de editá-los.

book-manager-gerenciador-livros-interface-principal

O cadastro dos livros é de fácil entendimento, nele você preencherá com todas as informações pertinentes ao seu material, e se desejar poderá indicar ao programa o caminho da capa ilustrativa.

book-manager-gerenciador-livros-cadastro

Durante o cadastro ou edição dos livros, existe a opção de criar notas, elas podem ser visualizadas em uma “aba” exclusiva para tais anotações.

book-manager-gerenciador-livros-notas

Como citei anteriormente, o programa é multiplataforma, e seria demasiadamente desgastante recadastrar todo material, então há a possibilidade de exportar e importar as informações de toda sua biblioteca pessoal, porém, o diretório com as imagens deve ser manualmente adicionado pelo usuário, pois o “backup da biblioteca” não passa de um arquivo “.json”, com todas as instruções (o seu conteúdo pode ser visto facilmente a o abrir em qualquer editor de texto).

book-manager-gerenciador-livros-backup

Efetuando o download e instalação


Para baixar o Book Manager, basta clicar no botão abaixo, ficará ao seu encargo escolher qual versão do app instalar em seu sistema, em DEB ou AppImage, caso não saiba como executar os AppImagens, temos esse post demonstrando todo procedimento.

 Baixe o Book Manager

Gostou do software? Achei bem interessante, estou ciente que existem outras alternativas, mas ter novas opções sempre é bom, inclusive, use os comentários para informar os seus preferidos.

Você conhece outro app que efetue a mesma funcionalidade do Book Manager? O que achou dele?

Te espero aqui no blog Diolinux, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Nova atualização do “Ubuntu Touch OTA-8”

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No dia 5 de Abril de 2017, Mark Shuttleworth fundador da Canonical, anunciou ao mundo o fim do Ubuntu Phone, aparelho responsável por trazer embarcada a versão mobile do Ubuntu. Muitos imaginaram que o Ubuntu Touch teve seu fim decretado, entretanto a comunidade abraçou o projeto e vem desenvolvendo o sistema para smartphones paralelamente desde então.

ubuntu-touch-mobile-smartphone

Empenhados em manter o projeto vivo, a comunidade UBports vem ativamente lançando versões periódicas do Ubuntu Touch, e ao contrário do que muitos pensam, o sistema se mantém vivo e recebendo novas implementações por parte dessa comunidade. Esse é um dos pontos fortes de alternativas de código aberto, o software nunca morrerá enquanto existir um público interessado e disposto a desenvolvê-lo.

Constante amadurecimento da plataforma


É evidente de que o Ubuntu Touch não tem as mesmas funcionalidades e recursos que sistemas consolidados no mercado como o Android e iOS, contudo a UBports vem lapidando o sistema e corrigindo eventuais bugs, por exemplo, na última atualização que ocorreu no início do ano, foi adicionado o suporte a temas no teclado do sistema, algo simples, mas que demonstra o carinho e apego a plataforma.

temas-teclado-ubuntu-touch-mobile-smartphone

Com a nova atualização “Ubuntu Touch OTA-8”, o Ubuntu Touch recebeu diversas melhorias, seja de correção de bugs ou funcionalidades em seus apps nativos. 

Outra coisa a se observar, é a repentina velocidade no desenvolvimento por parte da UBports, sua última atualização a “Ubuntu Touch OTA-7”, foi há menos de 2 meses, e a anterior em Dezembro. Essa fórmula de “1 mês e meio, 2 meses para cada atualização”, parece estar se tornando rotina, caso esse ritmo continue, podemos ver novidades com mais frequência e quem sabe maior força do sistema. 

O “Ubuntu Touch OTA-8” tem data de lançamento prevista para 6 de Março

ubuntu-touch-mobile-smartphone-tablet

Maior compatibilidade com dispositivos Android


Muitos usuários gostariam de testar o Ubuntu Touch em seus aparelhos Android (me inclua nessa lista 😂😂😂), porém o número de devices compatíveis é bem restrito. Uma notícia que pode agradar aos entusiastas da tecnologia, é que a partir desta versão, o sistema vem com uma atualização do script de pré-inicialização do contêiner Android para halium-boot, modo que permite a conversação entre os drivers do sistema, com os feitos para Android, isso permitiria aos desenvolvedores do UBports portarem o Ubuntu Touch para mais dispositivos Android no futuro.

Animado com a possibilidade de testar o Ubuntu Touch em aparelhos Android? Infelizmente apenas alguns modelos são suportados, mas imagine instalar o Ubuntu num aparelho “comum no Brasil”, como um Moto G. 

Deixe nos comentários sua opinião, e claro, compartilhe o conteúdo do blog Diolinux com mais e mais pessoas.

Até a próxima, SISTEMATICAMENTE! 😎

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MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Em Março do ano passado (2018), a Microsoft anunciou, no Developer Day, o seu mais novo tipo de empacotamento de programas, o MSIX. A princípio esse novo pacote vai ser para facilitar a vida dos devs que querem enviar os seus programas para a Microsoft Store, mas pelo andar da carruagem pode ser que chegue à outras plataformas, como o Linux.

 MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux






Segundo a Microsoft, o novo formato vai permitir uma melhor implantação dos recursos como Win32, WPF e WinForm. Uma reclamação recorrente dos desenvolvedores.

O SDK do MSIX já está disponível no GitHub oficial da Microsoft e você pode conferir ele através deste link.






O MSIX funciona com a tecnologia de contêiner, como o Snap e Flatpak, assim ficando isolado do restante do sistema,permitindo o update ou desinstalação dos programas, sem afetar o restante do sistema.



Com o SDK em mãos, os desenvolvedores poderão distribuir o seu app para todas as plataformas e não depender somente da Microsoft Store. Hoje existem 3 (três) principais formatos de arquivos no Windows: EXE, AppX e o MSI. Com a possibilidade de distribuir fora da Store da Microsoft, os devs vão poder compatibilizar seus produtos com iOS, macOS, Android e Linux e até com versões mais antigas do Windows. No vídeo abaixo eles explicam melhor como vai funcionar.

              

Como podemos ver, o processo usa os contêineres, a mesma tecnologia usada nos famosos Snaps e Flatpaks, encabeçados por Canonical (Ubuntu) e IBM/Red Hat (Fedora, Red Hat Enterprise), agora sendo implementados por outra gigante do setor, a Microsoft.

Não podemos descartar que em um futuro muito próximo, produtos da Microsoft cheguem  no “planeta pinguim” utilizando este formato, como o Office por exemplo. Ou até mesmo a nova versão do navegador Edge, já que ele vai vir com o “motor” do Chromium.

O que você achou da novidade? Até a próxima!
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Purism quer proteger computadores com Linux com o PureBoot

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A Purism anunciou em seu site uma nova formado Linux lidar com o boot do sistema através de uma tecnologia chamada “PureBoot”. O anúncio foi feito por Kyle Rankin, Diretor de Segurança da Purism, na Segunda-feira (25).

 Purism quer proteger computadores com Linux com o PureBoot






Segundo a nota solta por Kyle, os métodos atuais para a segurança do boot (ou inicialização do sistema), são com abordagens que são “convenientes” somente para os fornecedores do hardware,tirando o controle das mãos dos usuários. Ele ainda complementa que atualmente as duas alternativas existentes, que são, usar chaves de assinaturas que permitem o software de boot seja executado, ou simplesmente desabilitar o Boot Security.

O “PureBoot” não é uma nova ferramenta e sim o conjunto de 6 (seis) tecnologias e práticas de segurança, e segundo a Purism, essa tecnologia concilia a segurança com o controle e comodidade dos usuários. As práticas são : 

1- Intel Management Engine Neutralizado e Desativado;
2- A substituição da BIOS pelo software livre coreboot;
3- Um chip do Trusted Platform Module (TPM);
4- Heads, o software da Purism de boot inviolável que é carregado à partir do coreboot;
5- Librem Key , token de segurança USB da Purism;
6- Autenticação de múltiplos fatores que desbloqueia a criptografia de disco usando a chave Librem;

Com isso, a Purism acredita que dando mais controle aos usuários na hora do boot, eles vão poder auditar e ver se existe alguma alteração nele, pois como o próprio Kyle comenta, se os invasores conseguirem ter acesso ao processo de inicialização, vão conseguir “injetar” softwares mal-intencionados ali e que não serão detectados pelo sistema.

Se você quiser mais detalhes técnicos e de como vai funcionar cada um das 6 práticas do PureBoot, basta acessar este link do post do Kyle ou a documentação completa dele.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Mandriva ainda vive? Conheça o Beta do Mageia 7

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Mageia 7 chega ao seu segundo Beta para testes com várias novidades em relação aos aplicativos padrões e também melhorias e correções pontuais no “motor” do sistema. O Mageia é uma distro francesa que surgiu em Setembro de 2010, como um fork do famoso Mandriva Linux, que teve a sua última versão lançada em 2011 e sem mais nenhuma atualização até então. A própria empresa, Mandriva, declarou falência anos depois.

 Mandriva ainda vive? Conheça o Beta do Mageia 7






O Mageia 7 ainda vai continuar a oferecer suporte a arquiteturas de 32 bits junto com as de 64 bits, com versões com GNOME, XFCE, KDE Plasma, LXQt, Cinnamon, LXDE, MATE, Enlightenment e IceWM. Houveram também melhorias e correções para usuários com notebooks com GPUs híbridas da Intel+Nvidia, que você pode conferir neste link.

As principais novidades que vão vir no Mageia 7, são:


●  Kernel 4.20
●  Mesa 19.0 (rc)
●  Rpm 4.14.2
●  Plasma 5.14.2
●  GNOME 3.30
●  XFCE 4.13.4
●  Firefox 64.0
●  Chromium 70
●  LibreOffice 6.2.0

Para conferir todas as novidades que virão no Mageia 7, veja a nota de lançamento deles através deste link.

E se você for um entusiasta do mundo Linux e gostaria ajudar o pessoal do Mageia a reportar bugs, basta acessar o bugzilla deles neste link, ou, se preferir contribuir de alguma outra forma, basta acessar este outro link.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Economize internet com a extensão Bandwidth Hero

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Nem todas as regiões do Brasil possuem conexão de internet com alta velocidade, e às vezes é comum a adesão em alguma banda larga 4G LTE, e nestes casos economizar o limite de tráfego de banda de internet é algo super importante, pois caso o limite da franquia seja alcançada, a internet pode diminuir drasticamente sua velocidade, ou até mesmo ficar temporariamente indisponível.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

É aí que o Bandwidth Hero (“Herói da Banda Larga”) entra em ação, com essa extensão de código aberto e disponível para Google Chrome e Firefox, o fluxo dos dados podem diminuir, economizando sua franquia de internet

Seu funcionamento é bem simples, comprimindo as imagens dos sites que são acessados pelo usuário nos formatos WebP e JPEG. Ao navegar na web o Bandwidth Hero endereça as imagens dos sites visitados para seu servidor proxy, que compacta cada uma e envia em baixa resolução diretamente para você, essa técnica visa diminuir a qualidade da imagem e evitar o máximo do uso da sua banda larga, uma maneira interessante para quem sofre com essas limitações de internet.

funcionamento-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Comprimindo as imagens em até 50 - 70% de seus tamanhos originais, no entanto, em alguns casos sua compressão é tão agressiva que imagens podem ficar em preto e branco, entre outras coisas, mas com as diversas configurações da extensão você pode resolver tais problemas facilmente, apenas desabilitando alguns recursos.

Outro ponto a ser observado é que o proxy não garante seu anonimato, ele faz o download de imagens em nome do usuário, passando os cookies e o endereço IP para o host de origem. 

Configurando o Bandwidth Hero no seu navegador


O serviço de proxy do Bandwidth Hero faz uso do Node.js, então vamos instalá-lo em nosso sistema (Ubuntu, Linux Mint e derivados):

sudo apt install nodejs

sudo apt install build-essential

Você pode utilizar a interface gráfica, caso não queira usar o terminal, basta fazer todo procedimento via Synaptic, pesquise e instale os pacotes: “node.js” e “build-essential”, aprenda a utilizar o Gerenciador de pacotes Synaptic, com esse vídeo super especial.

instalar-node.js-ubuntu-synaptic

Por se tratar de uma aplicação em Node.js, devemos hospedá-lo para correto funcionamento do servidor proxy, no entanto acalme-se, iremos usar o serviço gratuito Heroku (mesmo possuindo planos pagos, utilizaremos o free).

Efetue seu cadastro normalmente no serviço, e na opção “Primary development language”, selecione “Node.js”. Um link de confirmação será enviado para seu email.

hospedar-node.js-heroku-app

Configure sua senha de acesso ao Heroku, e acesse o serviço.

senha-heroku-cadastro-free-app-node

Adicione a extensão, conforme seu navegador:

Google Chrome

 Baixe a extensão para Google Chrome

Mozilla Firefox

 Baixe a extensão para Mozilla Firefox

Em seu navegador na parte superior direita irá aparecer o ícone do Bandwith Hero, clique nele, um pequeno pop-up surgirá, clique na opção “Compressions settings”, logo após em “Configure data compression service”, abrindo assim a janela de configuração.

config-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Clique na opção “Heroku”, aparecerá um botão de nome “Deploy to Heroku”, clique nele e ao ser redirecionado para página do Heroku, efetue o login.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Configure seu app Node.js, preenchendo todos os campos, em “App name” tente uma combinação até ter um nome disponível, em “Choose a region” escolha “United States”, logo abaixo crie um LOGIN e PASSWORD para aplicação, ao finalizar clique em “Deploy app” e aguarde a conclusão do processo (pode demorar uns minutinhos).

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Ao finalizar a compilação do app, aparecerá dois botões no final da página, clique em “View”, um pop-up solicitando LOGIN e PASSWORD aparecerá, digite ambos que acabou de criar.

deploy-app-heroku-nodejs

Uma nova página se abrirá, copie a URL.

url-node.js-heroku-app

Cole a URL no campo “Data Compression Service” na página de configuração do Bandwidth Hero, aquela que abrimos anteriormente após instalar a extensão.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Por fim veja a mágica acontecer, e a quantidade de MBs que serão “salvos” na sua franquia de internet. Por exemplo, aqui no blog Diolinux passamos a utilizar o formato Webp (indicado para imagens na web), e mesmo assim o Bandwidth Hero, comprimiu e conseguiu economizar 78% no resultado final .

resultado-compressão-imagens-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Com essa extensão muitos poderão se beneficiar e prolongar sua franquia, seja ela 4G, ou como já fiz há alguns anos atrás, uma internet 3G por meio de um adaptador USB (Época que não tinha internet cabeada, recorrendo a boa e velha gambiarra com o 3G do meu celular  😂😂😂).

Gostou da dica? Deixe nos comentários se já conhecia essa solução.

Te espero como sempre, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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KDE Plasma 5.15.2 é lançado apenas uma semana após o primeiro patch de correções

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Um dos projetos de interface gráfica mais famosos do mundo Linux, o KDE Plasma, lançou na Terça-feira (26), o segundo patch de correções para a interface com pequenas melhorias e correções que passaram batidas no primeiro patch.


 KDE Plasma 5.15.2 é lançado apenas uma semana após o primeiro patch de correções





Em nota publicada em seu blog oficial, a equipe do KDE menciona que foram feitos alguns refinamentos dos recursos e alguns novos módulos  para deixar a experiência com o Desktop deles ainda mais completa. Confira o trecho:

“O KDE Plasma 5.15 foi lançado em Fevereiro com muitos refinamentos de recursos e novos módulos para completar a experiência de desktop. Esta nova versão, adicionada uma semana depois, vem com novas traduções e correções dos colaboradores do KDE. As correções de erros são geralmente pequenas, mas importantes.”

Melhorias da nova versão do KDE Plasma


O menu de aplicativos Kickoff recebeu algumas correções, como está que você pode ver nesta Commit com esse Fixes bug #402614 e Phabricator Code review D19023, e nessa também  Commit com o seguinte Phabricator Code review D19154. O filtro de tela para o applet do Menu Global também foi melhorado e a seleção de vários arquivos, que apresentava algumas inconsistências e erros, agora funcionará normalmente.

Outros componentes importantes também foram atualizados, como : Plasma Workspace, Plasma Desktop, KWin, Plasma Discover, Complementos para o Plasma, Info Center, o KDE GTK Config e o xdg-desktop-portal-kde.

Vale mencionar que a próxima atualização do KDE Plasma deve chegar em breve, se os cronogramas forem mantidos, ela deve aterrissar nas distros que usam o KDE Plasma em 12 de Março.

Se você quiser ver o changelog completo desta versão do KDE Plasma, basta acessar este link.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Veja as estrelas no seu Linux com o Kstars

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O campo da astronomia é algo infinitamente encantador, conhecer estrelas, planetas, galáxias e uma gama enorme de possibilidades, faz você pensar no quão pequeno é diante a tamanhas descobertas, e o estudo da astronomia encanta milhares de pessoas, contudo, na atualidade a forma de interagir com os astros se tornaram mais simplificadas, graças a softwares como o Kstars.

kstars-programa-app-astronomia-amador-profissional

Kstars é um programa de código aberto, multiplataforma e gratuito, aos moldes do Stellarium, um aplicativo bem famoso para quem é da área, inclusive temos uma postagem com diversos programas que vale a pena dar uma olhada se você é professor (seja de humanas ou exatas), com ele existe a chance de ver uma simulação gráfica perfeita do céu, de qualquer local da terra, data e hora. O software é tão poderoso que possibilita a observação de 100 milhões de estrelas, 13 mil objetos do céu profundo, planetas, o Sol, a Lua, milhares de cometas, asteroides, supernovas e satélites.

interface-kstars-programa-app-astronomia-amador-profissional

Com foco em estudantes e professores, têm suporte a diversas simulações, além de incluir o Astrocalculador Kstars para prever conjunções e efetuar diversos cálculos astronômicos. 

Existem diversas funcionalidades no software que com o tempo e uso claramente você vai descobrindo, como um planejador de observação, um calendário celestial, gráficos de “altitude de plotagem vs. tempo” para qualquer objeto, impressão de tais gráficos e muito mais. 

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Instalando o Kstars


Para efetuar a instalação do Kstars é bem simples, tudo de forma gráfica direto da loja do Ubuntu, então pesquise por “kstars” e efetue a instalação do programa. São duas opções, a primeira em Snap e a segunda de forma “tradicional”. 

instalar-kstars-snap-deb-programa-app-astronomia-amador-profissional

E qual a diferença? 


A versão em Snap possui as últimas atualizações do programa, então se quer novidades ela é a recomendada, no entanto, sua interface está toda em Inglês, se isso é um empecilho recomendo a segunda opção, que mesmo numa versão mais desatualizada, conta com nosso idioma português.

versão-kstars-programa-app-astronomia-amador-profissional

O procedimento a seguir é para quem efetuou a instalação da versão em Snap, clicando na opção “Permissões”, diversas funcionalidades que por padrão vem desabilitadas podem ser ativas, como a utilização da webcam e entrada USB.

permissão-snap-kstars-programa-app-astronomia-amador-profissional

Outra possibilidade é instalar a versão Android, tendo, quase que literalmente, milhares de estrelas na palma da mão. Efetue o download direto da Google Play.

kstars-programa-app-android-astronomia-amador-profissional

Gostou da dica? Esse programa me fez lembrar de minha infância. Eu tinha alguns livros de ciências que ganhei em Salvador-BA e sempre estava aprendendo coisas, maravilhando-me com os planetas, astros e o tamanho das estrelas comparadas ao nosso Sol, livro este que me possibilitou ir para segunda etapa na olimpíada nacional de astronomia, em meados de 1998/1999 no ensino fundamental.

E você, curte astronomia? Conhece alguma pessoa que gostaria deste programa? Não perca tempo e indique, existe versão Windows e Mac também, acesse o site oficial e efetue o download da aplicação

Deixe nos comentários suas experiências com programas deste tipo, ou quem sabe histórias que possam incentivar pessoas a seguirem essa área.

Te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎 Compartilhe e indique o blog para seus amigos e familiares.
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Ubuntu é um sistema seguro?

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Não é difícil encontrar usuários que descobriram o Linux através do Ubuntu, por ser uma das distribuições Linux mais famosas do mundo, o sistema da Canonical é sinônimo de Linux para muitos usuários, e não apenas utilizadores comuns, englobando vários profissionais de TI, porém em tempos que a questão segurança vem como pauta obrigatória, será que o Ubuntu é uma alternativa segura? É isso que vamos falar a seguir.

ubuntu-seguro-linux-virus

Distribuições Linux são uma ótima maneira de se proteger, ou até mesmo, se livrar de certos paradigmas comuns no mundo Windows, como toolbars, softwares que você nem percebe que sorrateiramente se instalaram no sistema ao instalar um outro programa, malwares que nem sempre são identificados pelos antivírus, a própria “obrigatoriedade” de ter um programa dessa natureza para evitar infecção no sistema, entre outras coisas.

Observe que como qualquer sistema operacional, distros Linux estão sujeitas a serem infectadas por softwares maliciosos, se quer saber um pouco mais sobre o tema, acesse a postagem que abordamos a fundo tal questão. Recentemente postamos sobre um vírus minerador que afetava servidores Linux, entretanto ao ler tais notícias observará que sempre são casos específicos que se aproveitam de alguma brecha: um bug em algum software, permissão de usuário administrativo para execução do malware, e na maioria esmagadora, após a identificação do erro, uma atualização com a correção é lançada.

Outro ponto interessante é o sistema ter seu código aberto, dando maior liberdade e possibilitando contribuições, seja de possíveis bugs e vulnerabilidades encontradas, como sugestões para melhora de performance e segurança. Por ser um sistema altamente utilizado, tais contribuições não partem apenas de desenvolvedores da comunidade, mas de empresas que estão interessadas em sua segurança e estabilidade. A maior parte desses benefícios são ganhos através do uso do kernel Linux, em sua composição, contando com gigantes do mundo da tecnologia investindo massivamente em sua evolução.

Ubuntu um sistema seguro e utilizado globalmente 


O Ubuntu por ser uma distribuição Linux, possui todas essas vantagens, com características atrativas para usuários que prezam pela segurança, outro ponto interessante é que o mesmo possui certificação EAL2, um padrão internacional (ISO /IEC IS 15408) reconhecido em 30 países, membros da CCRA, hub global para indústrias em tecnologia, marketing, acreditação e educação. Sem essa certificação sistemas operacionais são impedidos de serem implementados em instituições financeiras e organizações que gerenciam dados confidenciais, então podemos observar que o Ubuntu é uma ótima e segura alternativa, dono de uma certificação com reconhecimento global.

Sistema e usuário agindo em conjunto


Claro que a segurança não é algo unilateral, e o utilizador do sistema terá que fazer sua parte, evitando softwares de fontes desconhecidas, atualizando regularmente seu sistema entre outras boas práticas, exemplo de empresas que usam Ubuntu não faltam, e sem sombra de dúvidas que para o usuário comum, ele é seguro e robusto.

E você utiliza ou já utilizou o Ubuntu? Deixe nos comentários suas experiências com o sistema, e se alguma vez já foi infectado por algum software malicioso no Linux. 

Te espero aqui no blog Diolinux, até a próxima, e não se esqueça de compartilhar os projetos “Diolinux” SISTEMATICAMENTE! 😎

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HP e mais 33 empresas tornam-se membros da Linux Foundation

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No dia 25 de Fevereiro de 2019, a Linux Foundation anunciou em seu site oficial a adição de novos membros, para o incentivo e colaboração de seus projetos Open Source.

linux-foundation-novos-membros-hp

São 29 membros Silver e 5 membros associados, totalizando 34 empresas que comprometem-se a auxiliar na manutenção de projetos tecnológicos de código aberto, por meio de doações e desenvolvimento, isso promove uma maior aceleração de tais tecnologias, na robustez e novas implementações. 

Ao contrário do que o nome sugere, a Linux Foundation não é apenas responsável pelo kernel Linux, e sim outros projetos como Hyperledger, Kubernetes, Node.js e ONAP etc; Uma verdadeira incubadora de novas tecnologias, que agora com novos membros mais projetos poderão se beneficiar.

Gigantes que contribuem para o Linux e tecnologias abertas crescerem 


Fundada no ano 2000, a Linux Foundation vem ganhando a cada dia novos membros, atualmente com mais de 1000 empresas, temos gigantes da tecnologia como: Google, Intel, Qualcomm, Oracle, Dell, Adobe, Faceebook, Toshiba, Toyota, Panasonic, Uber, Ebay, Epic Games, Valve, Globo.com, Lg, Sony, Lenovo, Microsoft e muito mais, fazendo parte desse aglomerado, e o novíssimo membro a fazer parte da família é a HP, famosa por seus periféricos, notebooks e impressoras. 

Parece que a HP demorou um pouco para se tornar membro, levando em consideração que outras empresas que atuam no mesmo ramo já eram membros há algum tempo, porém, a Microsoft, uma das mais famosas empresas do mundo da tecnologia, tornou-se membro apenas em 2016, quando seu CEO, Satya Nadella, estava mudando os paradigmas da empresa, que antes considerava, nas palavras de Steve Ballmer, Linux como “um câncer”, e atualmente vem contribuindo com projetos Open Source, distribuindo versões abertas de seus softwares, como o PowerShell e Visual Studio, além de dizer publicamente que “ama o Linux”, criando até mesmo sua própria distribuição.

Que mais empresas possam abraçar projetos Open Source, e que a tecnologia evolua de forma inteligente e mais aberta.

Quais empresas você gostaria que abraçassem a causa da Linux Foundation? Deixe nos comentários suas previsões para o futuro do mundo Linux.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, te aguardo SISTEMATICAMENTE! 😎

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OBS Studio 23 é lançado para Linux, Windows e macOS

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Para quem precisa fazer uma gravação de tela para tutoriais, ou simplesmente precisa fazer uma transmissão ao vivo para o YouTube, Twitch ou Facebook por exemplo, o primeiro aplicativo que vem  cabeça é o OBS-Studio. Na noite desta Segunda-feira (26), ele chegou à versão 23 para todas as plataformas.

 OBS Studio 23 é lançado para Linux, Windows e macOS







Com a chegada da versão 23 do OBS Studio, os devs do projeto acabam com a diferença de versões entre os sistemas operacionais, que existia até a versão 22.

Algumas funcionalidades que aqui iremos apresentar, por hora só vão terão na versão de Windows, mas segundo a tread na conta oficial do OBS no Twitter, as versões de Linux e macOS também vão receber tais melhorias em breve. As novidades são:

- Integração com serviços de Streaming (no momento somente para Windows)

● Quando você estiver logado com a sua conta da Twitch ou da Mixer (serviços disponíveis no momento) não será necessário inserir a chave de transmissão, sendo possível também obter acesso aos recursos dessas plataformas, como o painel do bate-papo ou os painéis de configuração e estatísticas da transmissão;

● Com a sua conta da Twitch logada, além de ter o acesso ao painel de bate-papo (com suporte a BBTX/FFZ) também será possível acessar o painel de configuração da transmissão (Stream Information), onde você poderá alterar o título, o game, entre outras coisas da live, além de receber informações de quantos espectadores estão na live, isso tudo dentro do próprio OBS Studio.

● Integração com a Mixer: Painel do bate-papo

● YouTube, Facebook e os demais serviços populares de streaming em breve serão integrados ao OBS-Studio

- Melhorias do NVENC e Encoding (Windows)


Uma nova implementação do NVENC foi adicionada, o que melhorou o desempenho, reduzindo o impacto no sistema e nos recursos. Para ativar, vá para Configurações, Guia Saída e, em Codificador, selecione “Hardware (NVENC) Novo”. Observe que a nova implementação não está disponível no Windows 7 devido a limitações no sistema operacional; a implementação antiga será usada nesse caso.

Novos recursos adicionados à nova implementação do NVENC:

● Psycho-visual Tuning: Permite configurações do codificador que otimizam o uso da taxa de bits para aumentar a qualidade visual, especialmente em situações com alta movimentação, ao custo de maior utilização da GPU. Isso aumenta a qualidade da imagem. Medições qualitativas como o PSNR podem ter uma pontuação menor, mas o vídeo pode parecer melhor para os espectadores humanos.

● Look-ahead: Ativa B-frames dinâmicos. Se desabilitado, o codificador sempre usará o número de B-frames especificado na configuração 'Max B-frames'. Se habilitado, aumentará a qualidade visual usando apenas quantos quadros “B” forem necessários, até o máximo, ao custo de maior utilização da GPU.

Outras mudanças:

 Adicionado o filtro de audio Limiter e Expander;

 Adicionado o suporte ao encoder VAAPI para Linux;

 Adicionado suporte para saídas multi-track de áudio na configuração avançada do FFmpeg;

 Adicionada ferramenta para saídas Decklink no menu Ferramentas. Agora é permitido que o OBS seja enviado a um dispositivo Decklink.

Para ver todas as novidades da versão 23 do OBS -Studio, acesse este link do GitHub deles.


Instalando o OBS-Studio no Ubuntu 18.04.2 LTS e Linux Mint 19.1



Para instalar o OBS Studio no seu Ubuntu e Linux Mint você vai utilizar o repositório  PPA oficial deles. E é bem simples de se fazer isso, você vai abrir o terminal e digitar (ou copiar e colar) o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:obsproject/obs-studio -y && sudo apt-get update && sudo apt-get install obs-studio -y

Feito isso, é só por a sua senha e esperar a instalação. Se você precisar instalar em alguma outra distro que não seja o Ubuntu e Mint, basta seguires as alternativas não oficiais informadas no GitHub do projeto, como a versão em Snap e Flatpak, ou ainda você pode achar o método para a sua distro favorita neste guia do próprio projeto.



A parte que mais chama a atenção, sem sombra de dúvidas, é a integração com os serviços de streaming. Quem tem canal neles precisa de uma forma bem organizada e de fácil acesso aos recursos e essa versão do OBS vem para suprir isto. 

Vamos esperar pra chegar ao Linux também. Outro ponto foi o melhoramento dos encoders, como o VAAPI para quem usa Intel e AMD e o NVENC na parte da Nvidia, especialmente para a nova arquitetura Turing das novas placas, esse último quem usa Linux e macOS também vai ter que esperar mais um pouco antes de usar, mas torcemos que a espera seja breve.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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TuxClocker, overclock de GPUs no Linux

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Recentemente demonstramos uma ferramenta muito interessante para donos de GPUs NVidia, o GreenWithEnvy, software capaz de gerenciar a placa de vídeo com maestria, tudo via interface gráfica e até efetuar overclock, porém, hoje vou apresentar uma nova alternativa, desta vez em Qt.

tuxclocker-overclock-gpu-linux-nvidia

O TuxClocker é uma ferramenta para overclocking escrito em Qt5, que atualmente tem suporte para placas gráficas NVidia acima da série 600, mas com planos de num futuro próximo, suporte de GPUs AMD. 

Está em dúvidas se vale ou não fazer overclock? Leia um artigo super especial que fizemos sobre o tema.

Atualmente os recursos do TuxClocker são:

  • Monitoramento de GPU, em lista e em gráfico;
  • Overclock;
  • Overvolting;
  • Ajustes do limite de energia;
  • Seleção de opções de resfriamento (ventilação);
  • Curva de fans personalizada;
  • Suporte provisório a multi-GPU;
  • E criação de perfis de uso da GPU.

tuxclocker-overclock-gpu-linux-nvidia-performance

Dependendo dos drivers proprietários NVidia, o TuxClocker necessita de outros complementos para seu perfeito funcionamento, assim como o nvidia-smi e nvidia-settings, a lista completa de dependências pode ser verificada no Github oficial da aplicação

tuxclocker-overclock-gpu-linux-nvidia-graph-monitor

Instalando o TuxClocker


Antes de demonstrar o procedimento para instalação do app, pressupunha-se que você tem um mínimo conhecimento possível sobre overclock, e que não nos responsabilizamos por danos em seu equipamento em caso de modificação indevida, recado dado, “vamos por as mãos na massa”.

No momento o programa não possui uma versão empacotada em algum formato como Snap, Flatpak, Deb, etc; De modo que será necessário compilar o programa diretamente do seu repositório no Github.

É importante ter o Git instalado na sua distro, em sistemas da família Debian, como Ubuntu e Linux Mint, use o seguinte comando:

sudo apt install git

Outra coisa é instalar os complementos do Qt5 para compilação do programa, e setar o Qt5 por default, pois o Qt4 vem como padrão no Ubuntu. 

sudo apt install qt5-qmake libqt5x11extras5-dev libxnvctrl-dev qt5-default

Faça um clone do repositório do TuxClocker

git clone https://github.com/Lurkki14/tuxclocker

Vá até o diretório onde salvou o repositório e entre na pasta de nome “tuxclocker”.

cd tuxclocker

Agora vamos compilar o programa, tenha paciência e espere o processo acabar.

qmake rojekti.pro

make

Se preferir você pode instalar o programa, como o comando abaixo, ele ficará localizado no seguinte caminho “/opt/tuxclocker/bin”.

sudo make install 

Caso queira desinstalar apague o diretório do mesmo com o comando:

sudo rm -rf /opt/tuxclocker/

Depois é só esvaziar a lixeira:

cd .local/share/Trash/files && sudo rm -rf *

Infelizmente o lançador não apareceu em meu menu, você pode utilizar algum programa estilo “Alacarte” para criá-lo ou “fazer na unha”, caso o mesmo ocorra contigo, temos um post sobre essa ferramenta para criar lançadores via interface gráfica.

Outra possibilidade, é executar o app direto em seu diretório que compilamos ou na sua pasta de destino pós-instalação. Vá até o caminho e no terminal digite:

./tuxclocker

Não quer compilar? Eis a solução!


Muitos preferem a praticidade de instalar um pacote, ao invés de digitar inúmeros comandos e se preocupar com diversos parâmetros, e concordo que às vezes isso pode ser muito chato, pensando nisso (e depois do Dio me dar a ideia… 😂😂😂) criei um pacote “.deb” simples, para você efetuar a instalação.

Os requisitos são: Possuir o driver proprietário Nvidia instalado, o NVidia Settings e o utilitário “nvidia-smi”, entretanto se instalou o driver direitinho, tudo já estará configurado, bastando baixar o pacote, clicando no botão abaixo, e efetuar a instalação.

 Baixe o TuxClocker

Já efetuou overclocking em algum equipamento seu? Conte nos comentários suas experiências e quem sabe indique matérias sobre o tema para novatos. Particularmente usei por muito tempo meus processadores AMD com overclock·

Até o próximo post, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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APT não será substituído pelo Snap no Ubuntu. Mas deveria?

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sábado, 23 de fevereiro de 2019

É evidente que nos últimos anos a Canonical, empresa por trás do Ubuntu, vem empregando esforços para popularidade de seu formato de pacotes, o Snap. Recentemente um usuário do Launchpad propôs uma ideia, na qual supostamente Mark Shuttleworth, criador do Ubuntu, “pareceu aprovar”.

apt-snap-ubuntu

Novos formatos de empacotamento estão ganhando mais e mais espaço no mundo Linux, a ideia de tornar o sistema à parte de suas aplicações, e assegurar atualizações de pacotes sem o risco de quebrar o sistema, tem atraído muitos usuários, além da praticidade de não se preocupar com erros de dependências.

No cenário atual 3 alternativas estão em alta, o Flatpak, Snap e AppImage, não existe uma métrica para saber qual é o formato mais adotado, ficando apenas no campo da especulação e observação, porém é notório que diversas distribuições estão trazendo o Flatpak por default, enquanto o Snap parece fazer sucesso entre empresas, a exemplo o Spotify e Microsoft. 

Snap no lugar do APT


Por ser “filho do Debian”, o Ubuntu herda diversas características do sistema na qual é baseado, e seu gestor de pacotes o APT é uma destas características. 

No Launchpad da Canonical, site utilizado para diversas rotinas do Ubuntu como: gerenciamento de pacotes, registro de bugs, traduções, times de desenvolvimento, etc; Um usuário, sugeriu que o APT poderia ser substituído pelo Snap, e observou alguns pontos interessantes.

Segundo ele, gerenciadores de pacotes como o APT, em algumas ocasiões podem ser difíceis de configurar, e nem sempre possibilitando a atualização de uma nova versão por conta do risco de pacotes quebrados, logo o Snap seria um ótimo substituto, afinal para atualizar todo um sistema para uma nova versão, bastaria um simples “sudo snap install versão-do-ubuntu”, sem riscos de quebras de pacotes. As atualizações seriam mais dinâmicas, possibilitando updates de softwares e do próprio sistema, sem a necessidade de incomodar o usuário, pois mesmo em segundo plano tais mudanças não afetariam o uso do SO.

Porém, devemos lembrar que para isso, a adoção do Snap deve ser maior, programas como o QT Creator, Google Chrome, ainda não existem neste formato, e mesmo possuindo diversos apps como o Firefox, Telegram, WPS Office entre outros, o número ainda é inferior comparado aos formatos tradicionais de distribuição de programas. 

Mudança do apt para o Snap em definitivo é Fake


Toda essa história não passa de uma fake news, isso mesmo, no mundo da tecnologia existem pessoas dispostas a disseminar falácias como verdade.

Alan Pope um dos membros da equipe da comunidade do Ubuntu veio a público através do Twitter para pronunciar-se sobre o assunto, ele explica que qualquer um pode criar uma conta no Launchpad e criar “blueprints” (que são essas sugestões), e que isso é uma parte da comunicação entre Ubuntu e sua comunidade, entretanto a equipe do Ubuntu usa essas sugestões como uma ferramenta de planejamento, apesar disso, isso não significa que o APT será substituído pelo Snap, afinal, nem toda as sugestões são acatadas.

E se isso fosse verdade?


Hipoteticamente sem o APT no Ubuntu, o sistema da Canonical poderia se tornar “um híbrido” de rolling release com o atual modelo, contudo sem exigir a formatação do sistema a cada LTS, mesmo que mantivesse essa lógica de funcionamento.

Caso essa decisão fosse precipitada, inúmeros apps poderiam estar fora dos repositórios do Ubuntu, prejudicando seus usuários, talvez Mark esteja esperando a hora certa para dar ”um passo de cada vez”. 

A tecnologia evolui, e quem não acompanha pode ficar desorientado em meio às novidades e avanços na gestão e desenvolvimento de softwares, soluções como OStree e o swupd, inegavelmente são o futuro (e por que não o presente?), do gerenciamento de atualizações. 

Tais tecnologias trazem vantagens e eliminam os riscos de erros e quebras de sistema durante as atualizações, garantindo uma infra-estrutura imutável e confiável, sistemas como Endless OS, Clear Linux e o Fedora Silverblue, valem-se de tais tecnologias e muitos profissionais atestam que assim como os contêineres, esse formato será o padrão do mercado. 

Infelizmente ou felizmente (depende do teu ponto de vista 😂😂😂) essa história não passou de uma fake news.

Em pleno 2019, as notícias falsas ou desatualizadas e tidas como atuais, estão se tornando rotina no mundo da tecnologia, a melhor coisa que você pode fazer ao se deparar com algo do gênero é: “Sair no Facebook e Twitter espalhando para geral!?”, claro que não! Simplesmente ignore e não faça marketing para tais conteúdos. Esse post foi apenas uma forma de demonstrar como tais boatos se espalham, e lhe dar um conselho para não compartilhar tais notícias. 

Não estamos livres em cair em eventuais histórias da Carochinha, todos somos fadados ao erro, então ao ver uma matéria falando asneira e espalhando fake news, a melhor coisa a se fazer é mandá-la para o limbo, não comente ou repasse, deixe que a desinformação “morra na praia”. 

E você o que acha de toda essa história de fake news no mundo Linux? Seria uma possibilidade o APT ser substituído no Ubuntu? Ou acha que foi uma “viagem na batatinha”?

Deixe nos comentários sua opinião, claro, respeitando o posicionamento alheio.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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