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MX Linux 18.3 é lançado!

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quinta-feira, 30 de maio de 2019

O MX Linux é uma distribuição que utiliza os componentes da distribuição antiX e softwares adicionais e empacotados pela comunidade MX, havendo cooperação entre as comunidades do antiX e ex-MEPIS. Mas recentemente, dia 26 de Maio, a distribuição recebeu uma nova atualização.

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Com um visual “controverso”, creio que esse seja o melhor termo a ser empregado, o MX Linux visa embarcar softwares que facilitem a vida do usuário, entretanto, peca em alguns aspectos muito importantes. Baseado no Debian Stable, a distribuição utiliza como interface principal o bom e velho XFCE, mas com “toques de design” questionáveis. Com uma barra lateral, um tanto quanto “diferente”, o MX Linux parece não obter um visual consistente, a julgar que a primeira questão do seu FAQ é justamente como modificar esse comportamento padrão (Não estou dizendo que a distribuição é ruim, apenas demonstrando um debilidade do projeto, com tais observações a comunidade MX poderá avaliar e refinar o uso de sua distribuição para seus usuários).

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Novidades do MX Linux 18.3 


A nova versão da distro trouxe algumas atualizações que envolvem mais ajustes “por debaixo dos panos” do que mudanças bruscas. 

  • Agora sua base é o Debian 9.9;
  • Possui o kernel Linux 4.19.37-2 (usuários do sistema podem ter acesso ao atual kernel via a ferramenta MX-PackageInstaller, contida na distro);
  • Patches de segurança para a vulnerabilidade “Zombieland” de processadores Intel;
  • Configuração do sistema, durante a cópia dos arquivos de instalação (no ato da instalação do MX Linux);
  • Aprimoramentos na rotina de inicialização do UEFI;
  • Manual da distribuição atualizado e revisado com imagens e informações atuais do MX;
  • E correções corriqueiras de bugs.

Para maiores detalhes sobre a distribuição, você pode assistir o vídeo logo abaixo com nossa review sobre o MX Linux.


Efetue o download do MX Linux 18.03. Caso utilize a distribuição na versão 18, basta atualizar normalmente que você receberá a nova versão.

Utiliza o MX Linux? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, e deixe sua experiência com a distro.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: MX Linux
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Configure o seu mouse Logitech no Linux com o Piper

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Recentemente comprei um mouse Logitech G203, em breve devo fazer uma review dele no nosso canal do YouTube, mas posso dizer que, à primeira vista, parece um ótimo custo benefício. Você também pode ver algumas fotos dele no meu Instagram.

Logitech e Linux








O mouse por si só permite as configurações de DPI através de um botão na região central, algo bem tradicional até em modelos desse tipo, mas ele tem algumas funções que podem ser melhor configuradas via software, como a função dos botões e as cores do RGB, além do DPI e o Polling Rate.

No Windows essas configurações são feitas através do Logitech Software e este mesmo software ainda não tem versões para Linux, ainda que o mouse funcione perfeitamente, não sendo, por tanto, o mesmo caso do meu mouse Razer.



Existe um driver chamado "Libratbag" que suporta dispositivos Logitech, Etekcity, GSkill, Roccat e Steelseries, que possui uma interface chamada "Piper" que funciona perfeitamente com o meu novo G203.

Instalando o Piper e o Libratbag


Driver e Interface não são a mesma coisa, como o hábito com o Windows nos força a pensar, prova disso é que podemos usar várias interfaces diferentes para o mesmo driver Razer (openRazer), então, vamos primeiro instalar o nosso driver "libratbag".

As distros oficialmente suportadas são o Ubuntu, Fedora, Arch Linux, openSUSE e Debian (versão 10 em diante) e o procedimento de instalação pode ser visto no github.

No Ubuntu, você pode instalar o driver diretamente do repositório, usando um Software como o Synaptic, procurando pelo pacote: ratbagd

Se preferir usar o terminal, o comando é este:
sudo apt install ratbagd
Depois disso é só instalar a interface Piper, o que pode ser feito via Flatpak, através do Flathub, ou através de um repositório PPA.

- Veja como instalar um PPA no Ubuntu sem usar o terminal

Se preferir fazer pelo terminal, você pode usar estes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:libratbag-piper/piper-libratbag-git
sudo apt install piper 
O interessante de usar o PPA é que você também recebe a versão mais recente do driver "libratbag" assim que ele sair.

Funções e configurações do Piper 


As funções disponíveis obviamente aparecem de acordo com o modelo do mouse, no meu caso, temos as seguintes opções:

Controle RGB Mouse Logitech

Podemos configurar o LED RGB que o mouse possui, usando cores sólidas, onde você pode escolher a cor que deseja, você também pode usar o padrão, que é o "Cycle", onde as cores ficam trocando. No App você pode mudar a intensidade da iluminação e o intervalo das trocas, também há a opção "Breathing", que faz com que as cores acendam e apaguem como se o mouse estivesse "respirando", daí o nome, inclusive; também há a opção de desligar as luzes.

Controle de teclas Logitech Linux

Os botões do mouse também podem ser configurados individualmente para fazer coisas diferentes, incluindo alguns macros prontos, ou modelos que você pode criar.

Controle de DPI Linux Mouse

A página inicial permite que você altere o polling rate do mouse, nesse caso entre 500 e 1000 Hz, e também faça modificações no DPI do mouse, que neste caso vai até 8000, podendo fazer ajustes intermediários em cada valor com uma barra deslizante, permitindo qualquer  valor desejado dentro do intervalo, até o máximo.

Não deixa nada a desejar


Você pode até dizer que o Piper não tem a interface mais linda de todas, mas definitivamente ela não é nada ruim e em termos de funcionalidades, não deixa nada a desejar em relação ao aplicativo da própria Logitech, o que o torna uma excelente alternativa de mouse para se usar com Linux. 

Antes de sair instalando o "libratbag" e o Piper para configurar o seu mouse, vale a pena consultar a lista de dispositivos suportados pelos desenvolvedores do driver, você pode fazer isso consultando o GitHub do projeto.

Será que a minha mira vai melhorar agora? Para descobrir, acesse o nosso canal na Twitch, tem live jogando no Linux todo dia por lá! 

Até a próxima!
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Wonder OS o novo hub de jogos Android e PC

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A enigmática startup de tecnologia Wonder, vem desenvolvendo há a cerca de 2 anos um sistema focado em oferecer uma experiência de alto nível nos jogos, e isso tudo através do smartphone.

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A ideia inicial da empresa era desenvolver seu próprio hardware e embarcar seu sistema operacional Wonder OS, entretanto, ao que parece a mesma mudou de posicionamento, ao menos por hora, agora o alvo é englobar smartphones de diversas fabricantes. O Wonder OS é basicamente uma “skin” do Android, porém, refinado para agregar e ter como foco os jogos. Se inicialmente os planos eram embutir o sistema em smartphones da própria Wonder, agora o mesmo será distribuído como software para os demais devices.

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Indo além, não um simples launcher Android, um hub de jogos! 


A Wonder tem pensamentos ambiciosos quanto ao seu produto, propondo uma forma inusitada de experimentar os jogos no smartphone. Seu sistema Wonder OS possibilitará agregar jogos para Android e games para pc. No caso dos jogos de pc, o Wonder OS utilizará o sistema de stream de jogos, denominado WonderClound (Humm! Acho que já vi algo assim com um tal de Google Stadia 😁😁😁). Além da possibilidade dos títulos de pc e Android, haverá integração com a Twitch e serviços para streaming de suas jogatinas, toda uma comunidade, com grupos e amigos (como um “Discord + Steam”). Existirá a possibilidade de adquirir títulos diretamente do Wonder OS. Quanto aos emuladores, nada foi informado. 

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“Wonder OS estilo Nintendo Switch”


Outra característica interessante do Wonder OS é a capacidade de utilizar outras telas durante a gameplay. Com um conceito semelhante ao console híbrido da Nintendo, a Wonder desenvolveu acessórios que podem agregar ao uso de seu software. Embora pareça que a Wonder no momento não esteja interessada em vender seus próprios smartphones, ela venderá hardwares que possam ser conectados a telefones com o Wonder OS instalado. Isso inclui o Wonder Dock, possibilitando o uso em telas maiores como TVs, aproximando-se a experiência de um console tradicional. Há também o Wonder Gamepad, fazendo o papel de um “pro controller”, mais uma vez tornando o uso comparado ao de um console de mesa.

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Claramente podemos observar o quão ambicioso é o projeto da Wonder, sendo uma empresa principiante e relativamente pequena no mundo dos jogos, é de se temer quanto ao destino do Wonder OS. A concorrência está acirrada neste espaço, o Google e a Microsoft, por exemplo pretendem lançar seus serviços de streaming de jogos (Stadia e Xcloud, respectivamente). Existe o Nintendo Switch com uma experiência que une os 2 conceitos (portabilidade e “console de mesa”). Quem sabe na E3 2019 a empresa apresente mais informações sobre o Wonder OS, estamos na expectativa e torcendo para mais uma boa opção no mercado, afinal, quem sai ganhando somos nós consumidores.

Se interessou pelo Wonder OS? Você poderá tornar-se um beta tester gratuitamente, quer saber mais sobre, acesse o FAQ da Wonder.

E você o que achou do Wonder OS? Acesse nosso fórum Diolinux Plus e continue esse bate-papo bacana.

Te espero no próximo post do blog, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como foi utilizar Ubuntu (Linux) em viagens?

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Quem costuma viajar com intenção de trabalhar, geralmente se preocupa com o chamado “computador de viagem”, o que sem dúvida é importante. Você precisa se preocupar com um bom hardware, bateria, peso, etc; mas o sistema operacional também é importante, afinal, é com ele que você vai trabalhar no fim das contas.

Como foi usar Linux para viajar





Eu já fiz alguns vídeos no canal sobre "Como comprar um bom laptop" que vale bastante a pena você conferir, um deles é sobre “como comprar um com notebook para estudos”, o outro é tem um propósito mais geral e tem a intenção de evitar que você caia no chamado “combo da desgraça”, mas como mencionei, a ideia aqui é comentar sobre o comportamento do sistema operacional para viagens, por isso, vamos a algumas informações importantes.

Como o computador foi usado? 


Recentemente eu fiz um viagem relativamente longa, fiquei cerca de 10 dias fora, peguei alguns voos, tive algumas boas horas de espera em aeroportos e tempos de descanso em quartos de hotel e coisas do tipo, tentei trabalhar com o computador sempre que a “internet” me favorecia.

O computador era potente o suficiente para fazer até mesmo edições de vídeo mais básicas, porém, meu uso primário realmente foi navegação na internet, com checagem de e-mails e redes sociais, aplicativos de comunicação como Slack, Messenger e Telegram, além de redação de texto e edição de imagens leve (com o GIMP).

Hardware e sistema operacional 


Para fazer a viagem, eu fiz uma formatação zerada com o Ubuntu 19.04 Disco Dingo, com ambiente gráfico GNOME (versão 3.32), rodando de maneira bem funcional em um laptop Lenovo Yoga 12, o qual já apareceu diversas vezes no canal.

Lenovo Yoga 12


O Ubuntu 19.04 tem uma versão do GNOME extremamente lapidada em relação a versão 18.04 LTS, e roda muito melhor com um Core i5 5200U, que possui uma Intel® HD Graphics 5500 (Broadwell GT2), um SSD de 240GB e 4GB de Memória RAM, além de uma SWAP de 2GB, que raramente é usada. 

O computador tem uma resolução relativamente baixa para os padrões atuais, porém, é o suficiente para fazer o trabalho que espero fazer com ele, 1366x768, em uma tela de 12 polegadas, sensível ao toque.

Modificações no Ubuntu e no GNOME


Apesar de eu testar utilizando o Ubuntu por simplesmente ser a distro mais popular em desktops e ser uma das minhas preferidas também, essas dicas provavelmente se aplicam a qualquer outro sistema que use a mesma versão do GNOME, como o Fedora 30 e o mais recente Manjaro.

Por padrão o Ubuntu 19.04 roda com o X.org, ele é o clássico servidor gráfico das distros Linux, é estável e funciona muito bem, mas, para quem usa drivers open source (caso de placas Intel e AMD especialmente), o Wayland já pode funcionar perfeitamente, salvo um ou outro aplicativo específico que, com sorte, você não precisará utilizar.
Na tela de “login” do Ubuntu é possível selecionar qual deles você prefere utilizar e sugiro que você utilize o Wayland (observe as suas necessidades, preferências e Apps que você utilize), ele consegue ser mais eficiente e deixar o GNOME mais fluido no Ubuntu em muitos casos, ao menos foi o que senti usando um computador como o que descrevi.

Tirando esta questão de uso do Wayland, eu praticamente não fiz modificações no Ubuntu, porém, fiz um ajuste e adicionei uma aplicação.

Aprendendo com quem hoje dá exemplo


Confesso que fiquei na dúvida sobre levar o Ubuntu ou o Pop!_OS como sistema operacional do meu computador de viagem e, apesar de ter ouvido falar muito bem do projeto da System76 e eu mesmo ter comprovado a sua qualidade, a verdade é que eu não tenho muito tempo de uso com ele para confiar 100% (sorry, quem sabe na próxima), então, coloquei o Ubuntu, que sei que nunca tenho problemas e se, eventualmente algo aparecesse (o que não aconteceu), eu saberia resolver facilmente.

Ubuntu vs Pop_OS


Apesar de não ter levado o Pop!_OS para a viagem, uma das características dele é, na verdade, muito interessante para essas circunstâncias. 

Se você viu a review da versão 19.04 do Pop!_OS no nosso canal, talvez lembre que mencionamos sobre um tal “gerenciador de bateria”, pois bem, como era de se esperar, a “vida” do computador fora da tomada é um ponto importante em uma viagem, por isso, achei interessante adicionar um software que mostramos aqui no blog recentemente chamado “Slimbook Battery Manager”, um software que faz a mesma coisa que as configurações do Pop!_OS, porém, é um App à parte e desenvolvido pela empresa Slimbook, responsável pela venda de Laptops com esta marca, especialmente na Europa.

Não vou explicar demasiadamente este App, pois temos um artigo completo sobre ele aqui no blog, como já mencionei, mas para você ter uma idéia, ele atribui perfis de bateria, como “Energy Saving”, “Balanced” e “Maximium Performance”, além de ter um modo avançado bem legal onde você pode configurar alguns detalhes. Colocando o computador no modo de economia de energia com esse software, ele reduz o brilho da sua tela também, o que por si só já ajuda.

Configuração de bateria Ubuntu


Recomendo desligar o brilho automático de tela que o GNOME tem no Ubuntu, você consegue fazer isso facilmente pelo painel de controle. Meu conselho, para poupar bateria neste aspecto é deixar o brilho com o nivel mais baixo possível que seja o suficiente para visualizar as atividades.

Essa configuração me deu mais de 6 horas de bateria, o que é uma coisa muito boa, porém, ela também reduz um pouco o desempenho do computador, por conta do aplicativo de controle de energia, que reduz o clock do CPU e pode desligar algumas outras coisas, como o Bluetooth e o Wi-Fi. Você também pode fazer configurações finas do perfil de energia se quiser, para escolher ligar e desligar o que bem entender.

Coisas de Wi-Fi Público


Um dos problemas de se acessar a internet em aeroportos é justamente o Wi-Fi público. Recomendo fortemente que você use o seu Smartphone para criar um “hotspot” privado com a sua internet móvel, com uma boa senha para acessar a internet. Não podemos esquecer que é bem simples configurar uma VPN no Ubuntu/GNOME, como uma OpenVPN que você tenha, mas penso que esse é um assunto para outro momento.

Internet Wi-Fi Grátis no Aeroporto


Quando você conectar a um Wi-Fi público usando Linux, de forma geral, você já está mais seguro, no entanto, não há Linux que segure um bom ataque de “phishing”. Engenharia social é feita para enganar você, usuário, e não adianta nada um sistema seguro se você mesmo se expor.

Não é tão difícil criar uma página de autenticação falsa com o nome de “Airport free Wi-Fi” ou algo assim como um AP e capturar alguns dados, por isso, preste atenção! 

Essas páginas de autenticação são bem comuns, porém, lembro que uma  fiz viagens com um Linux Mint e com um KDE Neon e a janela que normalmente se abre para que você possa ler os termos de conexão e conectar não aparecia. Lembro que na oportunidade fiquei rastreando o endereço do roteador que me dava esse acesso para poder digitar o IP dele navegador para acessar essa página e autenticar.
 
Tal problema nunca aconteceu comigo em distros GNOME e também no elementary OS, ao conectar em uma rede no tipo, uma janela que puxa o endereço http://nmcheck.gnome.org é aberta, caso você não veja nada na janela, mesmo depois de dar um "F5", é bem provável que você consiga acessar de qualquer navegador o endereço, como um Firefox ou um Google Chrome da vida, assim permitindo que você faça tal “login”.

Uma experiência tranquila


Não posso dizer que tive qualquer problema por estar usando o Ubuntu na viagem em qualquer situação. Levei comigo um sistema que roda todos os Apps dos quais eu preciso, ainda que tenha um hardware mais limitado, uma bateria que vem perdurando muito (até de forma surpreendente), com conexão tranquila com a internet, seja via Hotspot ou via Wi-Fi público. Não da pra dizer que não seja interessante abrir um laptop cheio de adesivos Linux em meio a um monte de macbooks e gerar alguns olhares eventualmente. 😀

Estou finalizando este texto do portão 211, Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, antes de embarcar para a minha volta para casa, nesse exato laptop e com as configurações que descrevi.

Até a próxima!
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Open Source contribui para solucionar desafios da agricultura

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Há quem diga que o Open Source é um fracasso e empresas investem apenas em soluções proprietárias, parece que algumas pessoas não querem ver a realidade mundo a fora. Empresas comprometidas com o desenvolvimento de soluções de código aberto, como a Red Hat, incentivam e fomentam esse mercado que está em crescimento acelerado.

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Durante a Red Hat Summit 2019, principal convenção mundial da companhia, a Red Hat apresentou diversas tecnologias de código aberto que visam inovar e aumentar a eficiência das fazendas e ajudar a melhorar a saúde pecuária, proporcionando benefícios aos consumidores.

O open source está mudando o mundo – não apenas impactando as tecnologias digitais, mas também a forma como trabalhamos juntos para solucionar alguns dos principais problemas atuais. Na Red Hat, entendemos há muito tempo o poder que a colaboração tem para produzir resultados incríveis. Nós prosperamos quando compartilhamos”, afirma Gilson Magalhães, Presidente da Red Hat Brasil.

Em diversas regiões do mundo pessoas estão se mobilizando e dando atenção ao open source. Graças aos esforços da cultura open a agricultura está conseguindo enfrentar problemas climáticos, o envelhecimento e encolhimento da população de agricultores. Com ferramentas que proporcionam tais mudanças. O open source não é empregado apenas em situações do cotidiano comum, mas também em food computers, sistemas hidropônicos e aquapônicos, sensores de solo artesanais e muito mais. Soluções que em primeiro momento não parecem causar impacto em nossas vidas, entretanto é a agricultura e pecuária que alimentam o mundo.

Se você acreditava que a Red Hat “apenas” trabalhava com servidores, incentiva distribuições Linux e projetos open source com foco em computadores, estava enganado. A Red Hat é líder mundial no fornecimento de soluções de software open source, e além da atuação em áreas de alto desempenho como: Cloud, Linux, middleware, armazenamento, virtualização, serviços de suporte e consultoria. A empresa investe maciçamente para desenvolver e criar tecnologias relevantes e inovadoras.

É interessante ver a atuação de projetos de código aberto em diferentes setores, e você o que acha disso? Acesse nosso fórum Diolinux Plus e continue esse assunto.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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OpenSUSE Leap 15.1 lançado com novidades

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Com diversas melhorias no YaST, em seu instalador, com o kernel atualizado, suporte para GPUs AMD Vega a versão Leap 15.1 do openSUSE é lançado. Tendo como base o SUSE Linux Enterprise 15 SP1 (Service Pack 1).

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A nova versão do openSUSE Leap traz muitas novidades, mas sem perder o seu foco em maturidade e estabilidade do sistema. Bebendo da fonte do SUSE Linux Enterprise 15 SP1, o novo Leap 15.1 se vale desta máxima de consistência. Afinal, clientes empresariais não podem se dar ao luxo de utilizarem um sistema com pacotes instáveis, imaturos e não testados o suficientemente.

Novidades no openSUSE Leap 15.1


Graças ao kernel Linux 4.19 houveram melhorias significativas ao conjunto gráfico em GPUs AMD Vega. Outro aspecto interessante é a implementação de suporte a virtualização de sistemas e de nuvem. A partir desta versão o Network Manager será padrão não apenas nos notebooks mas também nos desktops. O Wicked, sistema avançado de configurações de redes do openSUSE, continuará e contará com as versões populares de drivers de chipset wi-fi mais modernos. O YaST foi renovado para tirar proveito dos variados recursos oferecidos pelo systemd.

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Falando sobre seu utilitário de instalação e configuração, houve mudanças significativas:

  • Melhor gerenciamento de serviços;
  • Firewalld com possibilidade de gestão por modo texto;
  • Firewalld com implementações avançadas do AutoYaST;
  • Melhor controle sobre fórmulas Salt;
  • Gestão de chaves SSH pelo usuário;
  • Particionador aprimorado;
  • Interface do usuário com total suporte a resoluções altas em 4k (HiDPI);
  • E muito mais...

Tempo de suporte do openSUSE Leap 15


“Continuidade e estabilidade são o que estamos oferecendo aos usuários com o Leap 15.1”, diz Haris Sehic, um dos membros da comunidade openSUSE. Sem dúvidas isso é o esperado pelos utilizadores da distro. Lembrando que o openSUSE Leap 15 foi lançado em 25 de Maio de 2018. A série 15 deve receber atualizações de segurança e software num período total de 36 meses, findando seu suporte em Maio de 2021.

Para conferir a nova versão do openSUSE efetue o download em seu site oficial. Já se pretende ver minuciosamente todos os detalhes de seu lançamento, acesse o comunicado oficial do mesmo.

Aproveitando que você vai baixar a nova versão, que tal aprender como instalar e configurar o openSUSE?


Usa openSUSE? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus?

Tenho um carinho especial por essa distro, por justamente ter utilizado e feito inúmeras customizações no openSUSE (quem utilizava o SUSE Studio sabe a nostalgia ✌✌✌).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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League of Legends pode ganhar versão Linux, mas não como você imagina

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O “Lolzinho”, como chamam os mais íntimos, é um dos jogos mais requisitados no Linux. Entretanto a Riot Games, empresa responsável pelo game, nunca demonstrou interesse em suportar a plataforma.

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Como “via de regra” os usuários Linux sempre dão “aquele jeitinho” (parece até brasileiro 😁😁😁), uma das alternativas é a execução via Wine, que permeiam internet à fora. Inclusive temos um vídeo demonstrando todo o procedimento via Lutris, em nosso canal Diolinux (acesse o site do Lutris, e  veja o estado atual de execução do game no Linux).



Outra possibilidade é a instalação do jogo via Snap (estou testando a solução). Caso não saiba o que é Snap, veja o vídeo logo abaixo e fique por dentro do assunto.


Entretanto mesmo com o funcionamento do game, com performance relativamente boa diga-se de passagem, eventuais updates no jogo podem ocasionar em seu não funcionamento. Algo que pode durar dias, ou até semanas. Uma situação bem desconfortável. O curioso que seu concorrente direto, o Dota 2, possui versão nativa para Linux, e vejo a cada dia jogadores migrando de um para o outro, devido essa ausência na plataforma (Ao menos é o que observo com alguns usuários Linux, especificamente).

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Rumor de nova versão do LOL


A chinesa Tencent Holdings Ltd está trabalhando com a Riot Games para desenvolver o LOL para duas novas plataformas, ao menos é a informação que o site Reuters afirma ter obtido de 3 fontes confiáveis. Porém não é a tão aguardada versão para desktop Linux, e sim sua versão mobile para Android. A segunda plataforma é o iOS. Mais uma vez nós usuários de Linux teremos que esperar uma possível versão nativa para desktop (Se o Android e o iOS com bases gigantescas, a Riot demorou tantos anos, não me espanta essa demora de uma versão desktop no Linux).

“As 3 fontes confiáveis do site Reuters”, estariam próximas a criação do título. Curiosamente a Tencent propôs um port do League of Legends há alguns anos, entretanto a Riot recusou a proposta, sem a parceria a Tencent em 2015 criou o game Arena of Valor (basicamente uma cópia do LOL para smartphones 😜😜😜).

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O nome destas fontes envolvidas na produção do LOL versão mobile, não quiseram se identificar, alegando que por conta desse envolvimento informações não poderiam ao menos serem repassadas. Por questões contratuais as tais fontes não podem se identificar, entretanto o site Reuters garante a credibilidade.

Esse possível desenvolvimento vem ocorrendo desde 2018, mas seu lançamento não ocorrerá em 2019.

E você o que achou da notícia? Particularmente não sou bom em MOBA. Porém vejo a importância do game num cenário Linux Desktop e fico decepcionado com o posicionamento da Riot quanto ao “Linûx”

Que tal continuar esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus? A galera lá também curte uma jogatina (Bora jogar Dota?).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters
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Novo Mozilla Firefox 67 chega prometendo ser no mínimo 40% mais rápido

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Mozilla Firefox se tornou uma opção muito viável na época em que o Internet Explorer “reinava” no quesito navegadores (Browser) e logo tinha se tornado líder nesse segmento. Mas com o lançamento do Google Chrome, ele perdeu espaço e caiu no ranking. Mas hoje está na segunda colocação, só atrás do navegador do Google. Mas a Mozilla quer mudar isso.

Novo Mozilla Firefox 67 chega prometendo ser no mínimo 40% mais rápido







Desde o lançamento da plataforma Quantum, o Mozilla Firefox vem recebendo várias melhorias no desempenho e performance de como carregar as páginas da internet. Além de proteger a privacidade dos seus usuários, com o lançamento de ferramentas complementares, como o Facebook Container, Firefox Monitor e o Firefox Send (esses dois últimos com cobertura aqui no blog). Sendo o foco principal da plataforma Quantum, velocidade, privacidade e segurança.

Algumas novidades da versão 67…


- Priorizar recursos essenciais : Foram priorizados recursos que realmente são necessários para carregar sites como Instagram, Google, Amazon e afins mais rapidamente. Isso graças a modificação de prioridade no setTimeout;

- Suspensão de abas ociosas: Muito comum em quem abre “zilhões” de abas, é notável a queda de performance do pc, além de “lotar” a memória ram. Agora o Firefox detectará quanto de memória RAM ainda você tem sobrando, e se ela chegar aos 400MB, o navegador vai suspender as abas que você não “dá atenção” à muito tempo;

- Navegador personalizado: Para quem personaliza o Firefox com complementos e temas, a nova versão vai melhorar a abertura deles, assim “descartando” processos desnecessários.

          

Confira todas as melhorias e novidades aqui e aqui.

A versão 67 do Mozilla Firefox está disponível para Linux, Windows, macOS e Android. Para a versão de Linux, você pode esperar a sua distro disponibilizar via update, ou baixar através dos pacotes tar.bz2 ou via snap. Se o seu sistema não tem suporte ao Snap, confira este nosso artigo  mostrando como habilitar ele.



Nos meus testes, o novo Mozilla Firefox se comportou muito bem, abrindo sites como YouTube, Facebook, Twitter e Twitch de forma muito mais rápida que a versão anterior e em alguns casos mais rápido que o Google Chrome.

Deixe aí nos comentários, se você já recebeu a nova versão do Firefox e o que está achando.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Redream um ótimo emulador de Dreamcast para PC e Android

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O Dreamcast foi lançado no Brasil em 10 de Outubro de 1999. Desenvolvido em uma parceria entre a Sega e Microsoft, o console possuía aspectos interessantíssimos como: Sua arquitetura baseada nos computadores, facilitando a vida dos desenvolvedores ao portarem games de pc ao console. Um sistema inteiramente baseado no Windows CE, que pasmem rodava semelhante a uma distro linux em “live cd”. Além de poder executar funções de computadores da época, como digitar textos, navegar na internet, ver vídeos e ouvir músicas. Pena não ter “emplacado” mundo afora, no entanto sendo extremamente popular no Japão.

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O Dreamcast teve um lugar importante em minha adolescência, onde passei bons momentos com seus vários títulos. Eis a oportunidade de desfrutar de seus games de Dreamcast, seja no Linux, Windows, macOS ou Android. 

Redream, bonito, simples e eficiente 


Quem é familiarizado no mundo da emulação talvez já tenha pensado no clássico emulador de Dreamcast, o Reicast, mas iremos falar de outra alternativa. O Redream é um emulador de Dreamcast que possui uma interface clean, organizada e bonita. Sua compatibilidade atual é de aproximadamente 80% dos títulos do console, então as chances de não executar aquele seu jogo favorito são pequenas. 

redream-emuldor-dreamcast-pc-desktop-mobile-linux-windows-mac-android-compatibilidade-jogos

O emulador possui duas versões, uma “Lite” e outra “Premium”, sendo a primeira opção gratuita e a segunda custando US$5 (dólares). A única diferença de uma versão para a outra é a possibilidade de, na Premium, contar com a opção de renderização em alta definição. Algo que particularmente não me fez tanta falta, entretanto fique a vontade para adquirir a alternativa paga.

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Um emulador “direto ao ponto”


O Redream é dotado de uma interface simplista e elegante, sem distrações ou configurações complexas. Dividido em 5 categorias (“abas”), sendo elas: Games, Library, Input, Video e System. O programa é de fácil compreensão.

Em “Games”, ficam todos seus jogos adicionados anteriormente na biblioteca do emulador. Um detalhe curioso, é a atenção de seus desenvolvedores pelo design da aplicação, pois ao adicionar um game na biblioteca o emulador automaticamente efetua o download de sua capa original.

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“Library” é onde você indicará o caminho de seus jogos do Dreamcast, basta clicar no botão “Add Directory” e caminhar até a localização de seus games.

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Na categoria “Input”, existirá a possibilidade de configurar 4 jogadores no emulador. Para configurar as teclas ou botões (caso possua um joystick), basta clicar na opção conforme o número do jogador, depois “Customize binds” e atribuir as teclas/botões correspondentes. Como citei anteriormente, os detalhes visuais e facilidades de uso é uma vantagem gigantesca do emulador. Um simples gesto de oferecer visualmente o modelo do joystick original do console, auxilia muito no ato da configuração. Algo que não me recordo ver em outros emuladores.

redream-emuldor-dreamcast-pc-desktop-mobile-linux-windows-mac-android

Agora na opção “Video”, as configurações básicas podem ser realizadas, como alterar a resolução, execução em modo janela, aspecto da janela do emulador etc.

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Por último “System”, com opções de região do console, linguagem da interface do emulador e muito mais. No presente momento que escrevo este post, não existe a opção ”Português” no emulador, entretanto não será nada que dificulte sua utilização.

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Baixando a versão desktop do Redream


Efetue o download do emulador no seguinte link. Escolha entre a versão “Lite” ou “Premium”, logo após, você será encaminhado para uma nova página. Fica ao seu critério baixar a versão “Stable”, com recursos estáveis ou a versão “Developmement” que recebe novas features e é a versão “não tão estável”. Depois selecione seu sistema operacional, no meu caso irei clicar no botão com o pinguim, indicativo de Linux.

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Extraia o “arquivo tar.gz” e verifique se o executável, denominado “redream”, possui a permissão para execução. No Ubuntu basta clicar com o botão direito do mouse, ir em “Propriedades” >> aba “Permissões” e averiguar se a caixa de seleção está marcada (Permitir execução do arquivo como um programa).

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Execute dando 2 cliques ou clicando com o botão direito do mouse indo na opção “Executar”.

Veja logo abaixo um vídeo que fiz no OSistemático, nele demonstro o download, explicação e utilização do emulador Redream.


Versão Android do Redream


Recentemente o Redream recebeu uma versão Android, sua interface é idêntica a desktop. Assim sendo tanto no PC como no Smartphone sua utilização será semelhante (ao menos no aspecto do design do emulador). Para desfrutar dos games do Dreamcast no Android, basta possuir um smartphone com processador Snapdragon 630. Creio que a experiência será satisfatória, evidente que quanto maior a capacidade de processamento de seu gadget, melhor será a jogatina.

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E você jogava muito no Dreamcast? Já gastei horas e horas jogando Marvel vs Capcom, entre outros games.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera lá também curte uma jogatina.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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XFCE 4.14pre1 é lançado depois de quatro anos da versão 4.12

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Muitos que precisam de uma interface gráfica leve e altamente personalizável, certamente acham o seu “porto seguro” no XFCE. O principal dev do projeto, Simon Steinbeiß, fez o anúncio no seu blog sobre as próximas novidades e melhorias.


 XFCE 4.14pre1 é lançado depois de quatro anos da versão 4.12




No anúncio, Simon mostrou quatro pontos que serão melhorados e aperfeiçoados nesta próxima versão do XFCE.

A primeira novidade apresentada foi referente ao xfce4-session, onde  o FailSafeSession (sessão padrão para todos os usuários) agora vai iniciar somente um conjunto de aplicativos (por exemplo carregar somente o painel e mais alguns apps) ao invés de carregar todos de uma vez (painel xfce4 sem tema, múltiplas instâncias de nm-applet etc.). Houve também vários aprimoramentos na interface para os usuários, além de permitir scripts no logout, restart e no suspender e etc. Também foi anunciado o fim das telas iniciais.




Já a segunda novidade é referente ao xfwm4, o windows manager do xfce, onde foi adicionado melhorias ao suporte para o vertical blanking (vblank), como a inclusão do GLX como o método padrão. Também foi adicionado o suporte para p HiDPI referente ao dimensionamento de janelas e também muitas correções referente a ele. Foram também feitas várias correções de bugs e um novo tema padrão será adicionado.

Entrando na terceira novidade, é referente ao xfce4- settings, onde foi adicionado um novo frontend de cor, que agora pode-se gerenciar os perfis de cores que você criou, além disso, também foi aprimorado e expandida a opção para Monitores (Display),  garantindo uma experiência mais livre de flicklers, quando alterar as configurações do Monitor com uma certa frequência.




Na quarta e última novidade, é com o xfce4-panel0, onde foi corrigido um bug com imagens em fundos (semi-) transparentes.

Para conferir todas as melhorias, novidade do novo XFCE, que provavelmente sai em meados de Agosto deste ano (2019), você pode acessar a lista de discussão do projeto através destes links. Aqui e Aqui.

Agora comente aí nos comentários o que você achou dessas primeiras novidades e o que esperar do XFCE 4.14. 

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Projeto Antergos chega ao fim

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Uma das mais tradicionais distros Linux, que se baseava no Arch, vai encerrar as suas atividades depois de 7 anos. Considerada por muitos, uma distro “de fácil” uso para quem quisesse entrar no “mundo Arch”.


Projeto Antergos chega ao fim




Em comunicado em seu site, que foi nesta terça-feira (21), os principais devs do projeto, Dustin, Alex e Gustau, agradeceram o apoio e os incentivos que receberam da comunidade ao longo desses 7 anos. Quando começaram a monitorar quantos downloads eram feitos, começando em 2014, chegaram na marca de 931.439 vezes que o Antergos foi baixada.

No comunicado diz o seguinte:

“Hoje estamos anunciando o fim deste projeto. Como muitos de vocês provavelmente perceberam nos últimos meses, não temos mais tempo livre suficiente para manter adequadamente o Antergos. Chegamos a essa decisão porque acreditamos que ao continuar negligenciando o projeto seria um enorme desserviço à comunidade. Realizar essa ação agora, enquanto o código do projeto ainda funciona, oferece uma oportunidade para que os desenvolvedores interessados ​​aproveitem o que consideram útil e iniciem seus próprios projetos.

Para os usuários do Antergos existentes: não há necessidade de se preocupar com seus sistemas instalados, pois eles continuarão recebendo atualizações diretamente do Arch. Em breve, lançaremos uma atualização que removerá os repositórios do Antergos em  seu sistema, juntamente com todos os pacotes específicos do Antergos que não sirvam mais devido ao término do projeto. Quando isso for concluído, todos os pacotes instalados no repositório Antergos que já estiverem no AUR começarão a receber atualizações de lá.”

Eles também falaram que o Fórum e a Wiki do Antergos ficarão “no ar” até que os usuários migrem para outras soluções. Também mencionaram que não pretendem manter eles por mais que 3 meses.

É uma pena um projeto tão tradicional e que ajudou muitas pessoas esteja “fechando as portas”, mas no mundo Linux, sempre que um projeto é encerrado outro vem para substituir, temos vários exemplos por aí e o mais popular para isso provavelmente é o Manjaro.

Comente aí nos comentários se você já usou o Antergos e qual foi a sua experiência com ele.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Nova versão do HPLIP é lançada e agora com suporte ao Ubuntu 19.04 e Fedora 30

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Menos de 20 dias depois do lançamento da versão 3.19.3, um novo lançamento é disponibilizado com suporte a nova versão do Ubuntu e Fedora.


Nova versão do HPLIP é lançada e agora com suporte ao Ubuntu 19.04 e Fedora 30





Como noticiamos em um artigo feito aqui no blog, que não fazem nem 20 dias, que uma versão do HPLIP pronta para o uso dos usuários Linux, mas que ainda não tinha suporte ao Ubuntu 19.04, Fedora 30. Agora nessa nova versão esses sistemas estão suportados, juntamente com o Debian 9.8 (64 bits). Para conferir o artigo, onde também ensinamos como instalar o HPLIP, pode acessar neste link.

Os novos dispositivos  adicionados suporte foram:

-HP LaserJet Enterprise M507n 
-HP LaserJet Enterprise M507dn
-HP LaserJet Enterprise M507x  
-HP LaserJet Enterprise M507dng
-HP LaserJet Managed E50145dn
-HP LaserJet Managed E50145x
-HP LaserJet Enterprise MFP M528dn
-HP LaserJet Enterprise MFP M528f
-HP LaserJet Enterprise Flow MFP M528c
-HP LaserJet Enterprise Flow MFP M528z
-HP LaserJet Managed MFP E52645dn
-HP LaserJet Managed Flow MFP E52645c
-HP Color LaserJet Managed E75245dn
-HP Color LaserJet Enterprise M751n 
-HP Color LaserJet Enterprise M751dn
-HP PageWide XL 3900PS MFP
-HP OfficeJet Pro 8030 All-in-One Printer series  
-HP OfficeJet Pro 8020 All-in-One Printer series
-HP OfficeJet 8020 All-in-One Printer Series
-HP OfficeJet 8010 All-in-One Printer series


Para efetuar o download do HPLIP 3.19.5, basta clicar aqui e escolher a sua distro.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso  fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux

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Por um breve período a Huawei foi posta em uma lista negra, e o governo Trump chegou a aconselhar que empresas americanas cortassem relações comerciais com a empresa chinesa. Google, Intel, Qualcomm, Broadcom entre outras gigantes do mundo tecnológico foram ao encontro do conselho do atual governo

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Porém por decisão do Departamento de Comércio dos EUA, uma licença provisória foi concedida à empresa. Licença essa que tem validade até o dia 18 de Agosto. Não ficou claro se haverá prorrogação ou se a Huawei entrará na "lista branca". Entretanto após as declarações da Google impedindo o uso da licença do Android para a fabricante chinesa e caso no futuro a Huawei perca em definitivo esta licença, a mesma teria que bolar soluções que contornam a decisão americana. Para entender toda essa situação, fizemos uma matéria detalhando o caso.

Huawei sem Android, como seria?


A Huawei vem desenvolvendo sua própria solução móvel, chamado de HongMeng OS, não é de conhecimento geral o estado de desenvolvimento de seu sistema. Ou se o substituto do robozinho verde seria baseado no próprio Android, mas sem as tecnologias proprietárias da Google.

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É quase certo que a gigante da China já tinha em seus planos, possíveis situações como a atual, afinal a relação entre Estados Unidos e China nunca foram as melhores. Todavia algumas características importantes deveriam ser adotadas em seu novo sistema. Por isso creio que o mesmo seja baseada ou tenha compatibilidade total com aplicações e games do Android, claro sem a necessidade de uma Google Play Store. Essa estratégia poderia manter a empresa firme no mercado, mesmo que fora dos Estados Unidos ou países que fossem influenciados pela decisão do governo americano.

O consumidor "comum não quer saber" se o sistema é X ou Y. O que na realidade importa para as massas são os apps. E caso o HongMeng OS, sistema em desenvolvimento da Huawei, atenda esses requisitos a empresa continuará "no jogo". Caso contrário, já temos alguns exemplos como o Windows Phone e Ubuntu Phone que demonstram os possíveis destinos.

Huawei sem Windows, como seria?


Outra possibilidade é a exclusão da Huawei no hall de parceiros da Microsoft. A gigante de Redmond poderia seguir os mesmos passos da Google, e caso a licença não seja renovado após 18 de Agosto, a Huawei seria impossibilitada de embutir o Windows em seus notebooks e equipamentos (o laptop da Huawei a MS já retirou de sua store, sobre o Windows ainda continua um mistério). Obviamente que a chinesa poderia utilizar-se de outro parceiro, todavia o custo de seus equipamentos seria muito mais elevado, ocasionando consequências em sua posição no mercado. E qual outra solução? (Sei que está esperando isso, desde quando começou a ler 😁😋😇). Provavelmente o mesmo plano que a empresa planeja ao Android, uma outra alternativa (claro que a Huawei poderia embarcar seus computadores com o HongMeng OS, unificando toda plataforma, mas perceba que ficariam limitados quando o assunto é “software e games para desktop”).

Ao se falar de alternativas ao Windows, não seria cabível imaginar que a Huawei conseguiria desenvolver um sistema desktop, compatível com diversos softwares do mercado em poucos anos. Na realidade é loucura e muita ingenuidade acreditar que um sistema operacional é desenvolvido de um dia para o outro. Então, não seria de se espantar a empresa começar a investir em um sistema baseado no kernel Linux. Talvez seja até isso um dos pontapés iniciais para a popularização do Linux nos desktops. Uma realidade não tão distante e que com o marketing certo a empresa poderia contornar a situação, sem necessariamente depender do Windows. Indo além, sua autonomia poderia ser maior ao não depender de outras empresas e quem sabe desenvolver sua própria distribuição. 

Uma tarefa não tão simples e que poderia custar muito mais que pagar licenças de “redistribuidores” do Windows. No entanto existe outra maneira, uma parceria com outra empresa chinesa a Wuhan Deepin Technology.

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Linux promovido através do Deepin


Aqui no Diolinux sempre "batemos na mesma tecla", falta marketing no Linux. Não falamos no aspecto de servidores e internet das coisas (IoT), e sim desktop, games e no uso do cotidiano. A Dell é uma grande empresa que oferece o Linux, através do Ubuntu como alternativa. Todavia, o seu foco continua sendo o Windows e na realidade não existe nenhuma empresa que possua um alcance mundial impulsionando massivamente o Linux nos desktops.

Talvez a Huawei poderia ser essa empresa, com seu domínio em diversas áreas e um mercado relativamente abrangente com seus notebooks, o Linux pode ser conhecido e usado por mais pessoas. Desenvolver um sistema não é algo barato e rápido, logo uma parceira chinesa poderia ser uma poderosa aliada, e a empresa por trás do Deepin pode ser a resposta. Com todo esse transtorno com o governo americano, é plausível pensar que uma das melhores escolhas seria uma empresa de seu próprio país. A Wuhan Deepin Technology, empresa responsável pela distribuição Deepin, tem alguns anos no mercado, um software atraente e funcional, podendo chamar atenção da gigante Huawei.

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Com uma empresa que possua experiência no desenvolvimento de sistemas Linux, a Huawei possivelmente firmaria algum acordo e disponibilizaria o Deepin em seus equipamentos, ou quem sabe compraria a Wuhan Deepin Technology. Convenhamos que a distribuição chinesa atrai os olhos e consumidores são fisgados "pela luxúria" em primeiro momento. E quanto aos problemas existentes no Deepin? Nada que uma boa grana injetada não possa resolver (ou amenizar) e isso não é empecilho para empresa.

Será que o Deepin tornará o Linux popular nos desktops? Afinal o mercado chinês é um dos maiores e que mais cresce no mundo. Muitos esperam do Ubuntu ou ChromeOS tal façanha, talvez o “pequenino” chinês faça história, você gostando ou não. Se ele seria adotado maciçamente em outros países, aí já é outra história. Talvez ele impulsione o Linux nos desktops, retirando o preconceito da cabeça de muitos consumidores ou mostrando que existem outras alternativas. 

E você o que pensa sobre esse assunto? Que tal continuá-lo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera por lá é bem educada. E creio que você também é (aqui nos comentários).

Até o próximo post, que o assunto hoje rendeu (😁😁😁), seja complacente com a opinião alheia e como sempre te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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