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FreeOffice tem nova versão e com novidades muito boas

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

A suíte office gratuita da SoftMaker agora possui a compatibilidade para salvar nos formatos tradicionais da Microsoft e no formato aberto de texto (ODT).

FreeOffice tem nova versão e com novidades muito boas






Em comunicado postado na área “Centro de Imprensa”, a empresa alemã confirmou o que já tinha dito em seu Twitter, que daria suporte para os formatos clássicos da Microsoft e o Open Document Text, como abordamos neste post.

No comunicado, eles mencionam que o FreeOffice já tinha uma compatibilidade “perfeita” com os formatos mais novos da MS, DOCX/XLSX/PPTX, e que é uma alternativa viável de suíte office. E agora trazendo mais novidades, como:

●  Integrado nesta versão, a possibilidade de abrir e salvar nos formatos DOC, XLS e PPT. Foi acrescentando também a funcionalidade de abrir e fechar arquivos no formato aberto de texto, o ODT (OpenDocument Text).

● Foi adicionado agora uma interface “dark”, assim possibilitando o descanso dos olhos em determinados horários do dia.





Eles também mencionaram, que depois das solicitações da comunidade Linux, a SoftMaker implementou funcionalidades importantes no FreeOffice. Isso mostra que quando cobrado da forma certa, as empresas tendem a acatar os pedidos.

A nova versão do FreeOffice está disponível para Linux, macOS e Windows.

Para baixar a versão de Linux, você pode escolher entre os pacotes RPM, DEB ou TGZ nos links abaixo:

Sistemas Linux 32-bit


Sistemas Linux 64-bit


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Emulador de Nintendo 3DS, Citra em Snap

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No início do ano escrevi meu primeiro artigo no blog Diolinux, curiosamente o primeiro assunto que abordei foi justamente o emulador de Nintendo 3DS Citra. Caso queira mais informações sobre o emulador, recomendo fortemente essa postagem, acesse o link e saiba mais sobre o Citra e veja outras formas de se obter o software.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Creio que não seja novidade para os leitores que acompanham meu trabalho, que sou apaixonado por emuladores e consoles. Mesmo possuindo meu New Nintendo 2DS XL, gosto de usufruir das vantagens que o Citra oferece. Na postagem anterior que indiquei, informo o processo de instalação do emulador via Flatpak e TAR.GZ. Hoje mais uma opção está disponível, por meio do formato de empacotamento da Canonical, o Snap.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja-pokemon

Emulador de N3DS Citra via Snap


Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “Citra” e instalar o aplicativo. Caso esteja utilizando outra distribuição Linux, segue esse tutorial ensinando a configurar o Snap em seu sistema.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Sua instalação via terminal é bem simples, basta ter configurado previamente seu sistema (conforme mencionei anteriormente).

Instalando o Citra Snap via terminal:

sudo snap install citra-mts --edge

Removendo o Citra Snap via terminal:

sudo snap remove citra-mts

Vale ressaltar que a forma de instalação demonstrada no site do emulador é via Flatpak, porém, a construção do pacote Snap é feita diretamente do repositório Github do projeto. Se preferir via Flatpak, eis o link.

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Faça pequenas edições em seus documentos PDFs

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Experimente um editor de arquivos PDF simples e direto ao ponto, para resolver uma situação específica, sem muitas opções que possam lhe confundir. 

pdf-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux

Existe uma enorme gama de softwares no Linux que nos proporciona editar arquivos PDFs, alguns cheios de recursos e presentes em suítes offices. No entanto, às vezes a simplicidade acaba sendo uma valiosa característica. Afinal, nem sempre queremos algo muito complexo, apenas remover uma página indesejada, quem sabe adicionar uma capa ou algo do tipo.

Caso queira uma ferramenta mais avançada, acesse a postagem sobre o Master PDF Editor, se preferir uma alternativa Android, considere testar o PDFelement

Editando documentos PDFs sem dificuldades


Como mencionei anteriormente, alternativas no Linux não faltam. Durante anos utilizei o PDF Mod, por ser bem intuitivo e estar nos repositórios do Ubuntu, e de todas as distribuições que já utilizei para trabalho. Confesso que a ferramenta não é a mais recheada de funcionalidades, entretanto, sempre me atendeu.

PDF-Shuffler também propõe simplicidade de uso, manusear seus documentos PDF e modificá-los com o programa é “melzin na chupeta” (😋️😋️😋️). Veja a seguir um vídeo demonstrando o editor.


Você pode pesquisar na loja de sua distribuição por: “pdfshuffler” ou baixá-lo do SourceForge.

pdf-shuffer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Sua instalação via terminal no Ubuntu e derivados, para quem desejar, é muito simples.

sudo apt install pdfshuffler

Removendo o PDF-Shuffler:

sudo apt remove pdfshuffler

Simples editor PDF em Flatapk


Aos amantes do Flatpak, o PDF Slicer pode ser interessante. Contudo, o mesmo é muito “enxuto” possibilitando pouquíssimas modificações, comparado aos demais editores abordados neste post. Seu visual é igualmente “clean” e dispensa maiores explicações.

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja por: “pdf slicer”, enquanto, para quem possuir Ubuntu, será exigido uma prévia configuração do Flatpak e adição do repositório Flathub. Essa postagem ensina todo processo

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal para obter o PDF Slicer é opcional.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.junrrein.PDFSlicer

Removendo o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak remove com.github.junrrein.PDFSlicer

Lembrando que as alternativas apresentadas nesta postagem, não tem como objetivo serem repletas de funcionalidades, e dependendo do contexto e usuário em questão, elas são mais que eficientes.

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Mozilla Firefox 69 é lançado com várias melhorias na performance

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O Navegador Mozilla Firefox chegou na versão 69 e conta com algumas melhorias bem interessantes acrescentadas nesta versão.

Mozilla Firefox 69 é lançado com várias melhorias na performance






Um dos mais famosos Navegadores (Browsers) da Internet, o Mozilla Firefox, vem carregando a bandeira da “preservação da sua liberdade” na internet, implementando vários mecanismos e ferramentas no seu navegador para isso. E nessa versão não seria diferente.

Podemos começar com duas implementações que foram aprimoradas desde a versão 42, que é: o Bloqueio de Reprodução de vídeo e o Rastreamento na Internet.

A primeira função, agora bloqueia a reprodução automática de qualquer vídeo, mesmo se ele não reproduzir som.

A segunda se refere sobre o rastreamento na internet. Agora a Proteção Avançada de Rastreamento [Enhanced Tracking Protection (ETP)] será ativada por Default (Padrão) para todos os usuários. Antes era somente para os usuários novos.

Segue uma lista das  demais novidades listadas no blog da Mozilla:


A Enhanced Tracking Protection (ETP) tem novas versões de proteções para privacidade mais fortes:

● A configuração default para esse recurso agora bloqueia cookies de rastreamento de terceiros e cryptominers.

● A configuração opcional “Rigoroso” bloqueia as impressoras digitais, bem como os itens bloqueados na configuração padrão.

● Adicionado o suporte para vários codecs de vídeo, facilitando assim os serviços de conferência WebRTC, podendo mesclar diferentes clientes para vídeo

● Para usuários nos EUA ou usando o navegador em en-US, está sendo exibida  uma nova experiência na página "Nova guia", sendo ofertado aos usuários desta região, o conteúdo do Pocket (serviço comprado pela Mozilla).

Para maiores detalhes desta versão, você pode acessar aqui ou aqui.

Essa versão ainda não chegou nos repositórios das distros, mas não tem problema, você pode baixa-lo aqui e executar o binário do Firefox 69, que é bem simples. Salve ele na pasta Downloads, depois extraia o arquivo TAR.BZ2 e navegue até o binário. Aí é dar permissão no arquivo e usufruir a nova versão do Firefox 😁.



Vale lembrar, que se você preferir “rodar” pelo binário, os seus favoritos, senhas e afins não serão “puxados automaticamente”, só se você utilizar a sincronização da Mozilla. A tela inicial agora está sendo assim até o momento.



[UPDATE] A nova versão já está chegando nos repositórios das distros. Então se preferir, é só dar um update e usufruir do novo Mozilla Firefox 😁.

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Informática para crianças e idosos com o GCompris

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Conheça um software incrível para o ensino de informática. Através do GCompris, crianças e idosos (ou até mesmo alguém que tenha dificuldades de aprendizado), podem começar a desbravar um novo mundo recheado de descobertas e aprendizado.

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GCompris é um software educativo totalmente gratuito e de código aberto. Um conjunto de programas possuindo as mais variadas de atividades. Totalmente em português, o aplicativo abrange diversos temas, como: funcionamento do computador, utilização do mouse e teclado, leitura, escrita, idiomas estrangeiros, conhecimentos gerais, álgebra, geografia, jogos de memória e lógica, experimentos científicos, e muito mais.

A ferramenta é bem completa e uma ótima escolha para introduzir tecnologia e conhecimento. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando alguns recursos do GCompris.


Basicamente você poderá obter o GCompris de 3 formas: diretamente do repositório de sua distribuição Linux, via Snap ou Flatpak.

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Particularmente recomendo o uso dos novos formatos de empacotamento (Snap ou Flatpak), pois sempre estão recebendo novas atualizações. No caso do Ubuntu, por padrão você encontrará duas versões do programa (empacotamento tradicional + Snap). Já no Linux Mint o caso é semelhante, entretanto, o Flatpak toma o lugar do Snap. Não que seja complicado adicionar suporte ao Snap ou Flatpak, pelo contrário, é uma tarefa bem simples. 

Escolher qual método de instalação fica ao seu agrado, pesquise por: “GCompris” e instale a que desejar ou dê preferência aos formatos Snap e Flatpak.

GCompris via Snap


O Snap é padrão no Ubuntu, como mencionado anteriormente, bastando pesquisar pelo programa. Usuários de outras distribuições podem seguir essa postagem e adicionar o suporte ao sistema. Logo após instalar diretamente pela loja, caso haja esse suporte, ou via terminal.

Instalando o GCompris Snap via terminal:

sudo snap install gcompris

Removendo o GCompris Snap via terminal:

sudo snap remove gcompris

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GCompris via Flatpak


Aos usuários do Ubuntu que optaram pela versão contida no repositório Flathub, segue a postagem ensinando como configurar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório na qual o GCompris se encontra. Em seguida, pesquise normalmente na loja pela aplicação e efetue sua instalação.

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GCompris Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.kde.gcompris

Removendo o GCompris Flatpak via terminal:

flatpak remove org.kde.gcompris

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Linux Mint anuncia data de lançamento e mais novidades!

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Há um mês, foi lançado a versão 19.2 do Linux Mint, trazendo muitas novidades e correções de bugs. Você pode conferir a nossa cobertura neste post bem bacana. Agora temos informações sobre o que pode vir no Mint 19.3.

Linux Mint anuncia data de lançamento e mais novidades!





Recentemente, fizemos um artigo falando do que poderia chegar na versão 19.3 do Mint, consultando o “roadmap” do projeto, que você pode conferir neste post.

No post recente no blog do Linux Mint, Clement Lefebvre, trouxe algumas palavras sobre a versão 19.2, agradecendo aos usuários que testaram e ajudaram a “debugar” o sistema para que ele pudesse ser lançado. Também trouxe a data em que o Mint 19.3 será lançado e quais melhorias eles estão trazendo.

O Linux Mint 19.3 será lançado no Natal desse ano, tendo assim aproximadamente 4 meses de “preparação” para o “Natal” e assim entregar como presente 😄.

As melhorias mencionada por ele são:

●HiDPI com suporte melhorado nas versões Cinnamon e MATE, onde na versão 19.2 ícones e imagens estavam sendo exibidas embaçadas. A correção foi feita nas configurações de idioma, na ferramenta de fontes de software, no protetor de tela e na visualização do tema no Cinnamon;

●Os ícones da Tray (bandeja) do sistema receberão melhorias, através do XApp.StatusIcon, alternativa criada a partir do Gtk.StatusIcon;

● O ícone do gerenciador de update receberá melhorias e assim será exibido corretamente.

Clement também comentou sobre o MintBox3, o pequeno computador vendido com o Linux Mint, dizendo:

“A Compulab está trabalhando duro no MintBox 3. Para realçar o fato de que esses computadores são únicos e proporcionam uma sensação premium, investimos em um logotipo de alumínio com corte em diamante no painel frontal. Ele estará disponível em três especificações, incluindo as GPUs Intel, AMD e NVIDIA. Estamos realmente empolgados e mal podemos esperar para ter a primeira unidade em nossas mãos.”

Para conferir o post completo e com mais detalhes, acesse aqui.

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Assista gameplays na TwitchTV com o GNOME Twitch

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A Twitch.tv é uma plataforma repleta de jogadores, muitos até profissionais, e acompanhar as jogatinas, pode ser algo divertido e relaxante. Caso não acompanhe o nosso trabalho na Twitch, considere interagir conosco. Temos lives de segunda a sexta, às 20h. Venha comprovar que Linux é um sistema viável para gamers. Vire SUB do canal

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Não é difícil ver usuários alegando que não conseguem assistir a Twitch, sei muito bem como é passar por essa situação, há um tempo sofria com esse mal. Um paliativo que aliviou os constantes engasgos ao acompanhar uma transmissão, foi justamente o app que irei apresentar. Longe de ser o “Santo Graal”, mas proporcionou a, minha e de alguns que recomendei, possibilidade de assistir e interagir na Twicth. Atualmente minha conexão é um pouco melhor, mas em dias de instabilidades, confesso que ainda recorro ao programa (😁️😁️😁️). 

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GNOME Twitch


O GNOME Twitch é um cliente/player focado na plataforma de streaming TwitchTV, o programa possui recursos interessantes, como: aceleração por hardware, com 4 back-end disponíveis, bate-papo integrado, escolha da qualidade da transmissão, tema dark, modo fullscreen, etc. Em constante desenvolvimento, a aplicação é distribuída em vários formatos, conforme mostra seu site oficial. Hoje irei apresentar duas formas, via Snap e Flatpak. Assim, não importa a distribuição que esteja utilizando, estes formatos cobrem boa parte das distros Linux.

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GNOME Twitch via Snap


O formato Snap pode ser habilitado nos principais sistemas baseados em Linux, no Ubuntu o mesmo já vem por padrão. Para usuários de outros sistemas, acesse essa postagem e configure o Snap. Nem toda loja possui a integração com esse tipo de pacote, caso a sua não tenha tal recurso, a instalação via terminal pode ser a solução. No Ubuntu é opcional, caso queira instalar via interface gráfica, abra a loja e pesquise por: “Gnome Twitch”.

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Efetuar a instalação via terminal é bem simples, após ter configurado o Snap em seu sistema, digite os comandos a seguir.

Instalando o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap install gnome-twitch

Removendo o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap remove gnome-twitch

GNOME Twitch via Flatpak


O repositório Flathub também possui o programa. Para quem deseja esse formato, como o Snap, ele pode ser configurado nas principais distribuições e algumas já vem com ele habilitado. O Linux Mint é um exemplo. Aos usuários de Ubuntu, demonstramos todo passo a passo para configurar o Flatpak e adicionar o repositório Flathub no sistema. Acesse essa postagem e configure seu Ubuntu. Após os procedimentos, pesquise normalmente na loja por: “Gnome Twitch Flatpak

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Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.vinszent.GnomeTwitch

Removendo o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak remove com.vinszent.GnomeTwitch

Configurando o Back-end do GNOME Twitch


Se você instalou o GNOME Twitch e “na hora H” apareceu uma mensagem do gênero: “Sem reprodutor carregador!”. Não se preocupe, acesse no local indicado pelo app “Clique aqui para carregar um”.

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Outra maneira é com a janela do GNOME Twitch em foco ir “Definições”, em seu menu, que no caso do Ubuntu você pode acessar essa opção clicando na barra superior. Detalhe, basta ir na primeira opção, se quiser logar com sua conta da Twitch.

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Na aba “Reprodutores”, selecione o que mais lhe agradar. Sempre utilizo o “GStreamer OpenGL player backend”, efetue os testes da melhor alternativa para sua situação. Pode ocorrer de apenas o áudio da stream ser reproduzida, ao mudar de backend também, mas ao reiniciar o programa as mudanças serão aplicadas.

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O GNOME Twitch me ajuda bastante, e caso tenha problemas de instabilidades ao ver transmissões da TwichTV, recomendo experimentar a aplicação. Explore suas opções, em “Definições” >> “Geral” existem algumas que podem auxiliar quem tem uma conexão ruim. Essas são as duas formas que indico a utilização do GNOME Twitch, obviamente, que existem outras e você pode até instalar sem recorrer ao Snap ou Flatpak. No entanto, as versões podem não ser as mais recentes. A decisão é sua.

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Veja como instalar o app para podcasts, Poddr

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O formato de podcast vem ganhando força no mercado, e hoje em dia quase todos divulgadores de conteúdo tem um podcast. Inclusive segue a gente 😄 nas principais plataformas.


Veja como instalar o app para podcasts, Poddr





Hoje vamos ensinar a como instalar o player de podcast chamado Poddr, esse construído em Electron e Angular. Utilizando também o iTunes RSS feeds e a sua API de buscas.



Para instalar o Poddr é bem simples, tendo duas formas mantidas pelo desenvolvedor. Uma em AppImage e outra em Snap.

Para AppImage, basta baixar o programa através deste link e salvar em uma pasta que você tem permissões, como a pasta Download. Depois você vai até arquivo AppImage e clica com o botão direito e dê as devidas permissões, assim você já pode sair usando o Poddr.



Já para Snap, você primeiro precisa ver se a sua distro tem suporte, se não tiver, basta seguir esse tutorial de como fazer.

Feito a instalação do suporte, basta procurar na sua loja de apps, por “Poddr”.




Feito isso, basta esperar a instalação acabar e usufruir do player 😁

O Poddr também tem versões para macOS e Windows, que você pode baixar acessando aqui.

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Controle a central multimídia Kodi pelo smartphone

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O Kodi é uma aplicação incrível, caso queira instalar o aplicativo em sua distribuição Linux, acesse este artigo com todo passo a passo. Porém, o que seria de um “cinema em casa”, sem a comodidade de assistir seus filmes e executar as demais funções do Kodi, sem a necessidade de se levantar e utilizar um teclado ou mouse, por exemplo.

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Para quem deseja controlar sua central multimídia, Kodi, diretamente de um smartphone, poderá instalar o controle remoto oficial do projeto. No caso de usuários Android, o “Kore, Official Remote for Kodi”, já para o iOS de nome “Official Kodi Remote”. 

As aplicações são intuitivas e dispensam maiores explicações, entretanto, configurar o controle remoto no Kodi instalado em seu computador, talvez não seja tão intuitivo assim. Mas, calma que vou demonstrar esse processo.

Antes de configurar o controle remoto no Kodi, obviamente, o aplicativo deve estar instalado em seu smartphone e o Kodi no computador.

Kore, Official Remote for Kodi (Android)


Acesse o link e efetue o download diretamente da Google Play, ou pode utilizar um leitor QR-Code e instalar mirando a câmera de seu smartphone no código QR (que também irá efetuar o download diretamente da Google Play).

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Official Kodi Remote (iOS)


Uma alternativa para iOS está disponível gratuitamente na loja da Apple, a versão também é oficial, sendo uma ótima pedida para usuários da plataforma da maçã. Você pode acessar o link da aplicação diretamente na App Store. Ou fazer uso de um leitor QR-Code, como no exemplo anterior.

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Configurando o controle remoto no Kodi


Com ambos instalados, o app no PC e em seu smartphone, vamos começar “a brincadeira”. Em meu caso estou utilizando o Kore, pois possuo um Android, mas creio que seja praticamente a mesma coisa no iOS. 

Abra o Kodi, e certifique-se que ambos estejam na mesma rede wifi (PC e smartphone).

No Kodi, vá até “Definições” (o ícone de engrenagem).

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Em seguida, até a opção “Serviços”.

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Navegue para categoria “Controle” e habilite às duas opções na sessão “Controle de aplicações”. Sendo elas: “Permitir controle remoto de aplicativos neste sistema” e “Permitir controle remoto de aplicativos em outros sistemas”.

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Outras mudanças podem ser aplicadas, como dar nome ao usuário ou atribuir uma senha. Particularmente só adiciono uma senha, o usuário nem mexo (😁️😁️😁️).

Abra o app em seu smartphone, e nele você verá o Kodi e sua máquina. Selecione e vá prosseguindo conforme o app te mostra.

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Se assim como eu, configurou um usuário e senha, será necessário informar para conseguir se conectar. Clique em “Testar”, quanto tudo estiver concluído.

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Se a aplicação não conseguiu encontrar o Kodi em sua rede, acesse o “menu hambúrguer” (no caso do Kore, aqueles “3 traços” no canto superior esquerdo), clique no símbolo de adição “+”.

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Configure manualmente o usuário, IP, porta e senha. Esse passo tem as mesmas configurações da imagem acima, para quem adicionou uma senha ao Kodi, e para saber o IP é muito simples. Novamente no Kodi, em “Definições”, depois “Dados do sistema”.

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Veja o número do endereço IP e configure no app.

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O app é bem intuitivo e em pouquíssimos minutos você entende todo seu funcionamento. Muito prático e recheado de recursos.

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Sempre utilizo o Kodi junto ao Kore, é uma dupla inseparável. Confesso que sua configuração pode confundir novos usuários, mas nada de outro mundo. Todas às vezes que utilizei o mesmo, não passei por problemas em sua configuração. Ao menos aqui, em todos esses anos, ele sempre reconhece de primeira. Recomendo o uso, já a alternativa para iOS, não posso comentar muito (não possuo um smartphone da marca).

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Como instalar o Lutris no Ubuntu corretamente

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sábado, 31 de agosto de 2019

Muitos que chegam no mundo Linux, perguntam como que conseguimos instalar certos games no Linux, além da Steam. Fizemos um tutorial de como preparar o seu PC Linux para jogar e nele falamos do Lutris. Hoje vamos ensinar a instalar ele no Ubuntu.

Como instalar o Lutris no Ubuntu corretamente





Além de instalar jogos, pode-se instalar também alguns launchers, como o da Uplay e Epic Games por exemplo. Que ensinamos a instalá-los aqui e aqui.

Bom, vamos a instalação. Primeiro acesse o site do Lutris e vá até a sessão download.



Agora vamos adicionar o repositório do Lutris, fazer o update e instalar o Lutris com um único comando, que é:

sudo add-apt-repository ppa:lutris-team/lutris -y && sudo apt update && sudo apt install lutris -y

Agora é só esperar a instalação acabar e desfrutar do Lutris.



Acima vemos como seria a tela dele, no caso é o meu Lutris já com o Overwatch instalado.

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Como instalar o WineHQ no Ubuntu de forma correta

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Há um tempo, fiz um tutorial de como preparar o seu Ubuntu ou Mint para jogar, nele ensinei como instalar o Wine que está no repositório do Ubuntu e do Mint. Hoje vou ensinar como instalar o WineHQ, direto da “fonte”.

Como instalar o Wine no Ubuntu de forma correta






Antes de prosseguirmos, vamos reforçar mais uma vez, que o Wine não é um emulador, tanto que Wine é um acrônico de “Wine Is Not an Emulator". Feito isso vamos ao tutorial.

Primeiro vamos acessar o site winehq.org e ir na sessão Download.



Depois vamos para a sessão referente ao Ubuntu.



Bom, agora vamos precisar fazer alguns ajustes para depois começarmos a instalar o WineHQ. Primeiro vamos instalar o pacote libfaudio0 que a partir da versão 4.5 do Wine, é uma dependência essencial para o aplicativo.

Para instalar no Ubuntu 18.04.3 ou Mint 19.x, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.07-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui

Recomendamos salvar em pastas que você tenha acesso, como a pasta Downloads, que para acessar via terminal seria assim:


Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/amd64/libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/i386/libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb

Agora vamos instalar, com o seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb
Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install

Para instalar no Ubuntu 19.04, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.08-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui.

Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/i386/libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/amd64/libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb

Agora vamos instalar, com seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install
Agora vamos adicionar o suporte para 32 bits se o seu sistema for de 64 bits (que muito provavelmente é). Basta rodar esse comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Vamos adicionar o repositório e a key (chave):

wget -nc https://dl.winehq.org/wine-builds/winehq.key

sudo apt-key add winehq.key

Feito esses procedimentos, vamos adicionar o repositório.

Para Ubuntu 18.04.3 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ bionic main'

Para Ubuntu 19.04 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ disco main'

Se tudo ocorreu dentro dos conformes e sem erros, vamos dar aquela atualizada: sudo apt update

 Agora instalando o WineHQ


No repositório deles, tem 3 versões do Wine, sendo: Stable branch, Development branch e Staging branch. Para instalar eles é bem fácil, basta escolher o comando respectivo para cada versão.

sudo apt install --install-recommends winehq-stable -y

sudo apt install --install-recommends winehq-devel -y

sudo apt install --install-recommends winehq-staging -y

Aí é só esperar a instalação completar e desfrutar o Wine direto da “adega” 😂. Para aqueles que jogam games do Windows no Linux, a recomendação é usar o WineHQ Staging.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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