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Novidades no Linux Mint em Janeiro de 2020

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Como já é de praxe, o pessoal do Linux Mint anuncia uma release de cada mês, assim trazendo algumas novidades sobre o projeto. No mês de janeiro de 2020 não foi diferente.


 Novidades no Linux Mint em Janeiro de 2020





O post é feito pelo líder do projeto, Clement Lefebvre, onde ele começa com a menção para às 1022 doações recebidas, totalizando US$25.352,00 em um único mês. Também comentou que um novo ciclo se inicia e que vão começar o desenvolvimento em novos recursos que virão nas bases do LMDE 4 e do Linux Mint 20.

Na postagem, Clement deu ênfase na versão LMDE 4 (Linux Mint Debian Edition), comentando que ela receberá as melhorias e novidades lançadas no Linux Mint 19.3, como o HDT, boot-repair, sistema de reports, configuração de idiomas, HiDPI, melhorias do artwork, novo menu de boot, Celluloid, Gnote, Drawing, Cinnamon 4.4, XApp status icons , etc. Tudo sendo utilizado o Debian 10 como base.



Foi adicionado o suporte para a encriptação da home e aos submódulos do Btrfs.



Outra novidade que veio, foi a possibilidade de escolher a inicialização do LMDE 4 com os drivers proprietários da NVIDIA, facilitando assim quem tem computadores com GPUs dela e muito provavelmente também facilitando quem tem notebooks híbridos.


Agora são duas novidades muito aguardadas por quem usa o Linux Mint, que são a possibilidade de escolher a frequência dos monitores e usar a escala fracionada (fractional scaling).

A primeira era muito comum em alguns desktop environments (DE) e agora chega no Cinnamon 4.6.


E a outra é o fractional scaling, que já vinha sendo implementada em DEs como o Gnome e o KDE Plasma, agora chegando ao Cinnamon 4.6. Atualmente o Cinnamon só consegue definir valores em 100% (normal) ou em 200% (modo HiDPI), mas isso pode deixar a tela em alguns monitores “bugadas” ou “fora de prumo”. Também será possível fazer o ajuste se você tiver outro monitor conectado. Segundo Clement, em breve quem utiliza o Cinnamon 4.6, poderá ajustar para 125%, 150% ou 175% (além dos padrões já citados acima). Os testes ainda estão bem no “comecinho”, sendo descrito como um alpha ainda.

Comente aí nos comentários o que você achou dessas novidades e o que você espera do Linux Mint 20 e do LMDE 4

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Distribuição DuZeru chega na versão 4

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Uma das mais tradicionais distro Linux brasileira, chega na versão 4 e vem com várias melhorias no “motor” da distro.


 Distribuição DuZeru chega na versão 4






Em 2018, fizemos um vídeo bem bacana mostrando a versão 3 do sistema e mostrando como essa distro BR se sairia.



A versão 4 do DuZeru vem baseada no Debian 10, mais precisamente na 10.2.0 e com o codinome Gato Maracajá. As nomenclaturas da distro se baseiam em animais em extinção. Outras novidades desta versão são:

● DuZeru Game Center;
● MegaNotes;
● Tela de login com Game Tetris;
● Pacote de ícones próprio.

Mascote da versão 4
Se você quiser ver a apresentação da nova versão, o pessoal do DuZeru fez um vídeo bem legal, que você pode conferir logo abaixo.


Para instalar e rodar o sistema, você precisa de um hardware relativamente simples, que você pode ver logo abaixo:




Se você quiser baixar o DuZeru, basta acessá-lo aqui.

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LibreOffice 6.4 é lançado com várias melhorias, inclusive com formatos Microsoft

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Se você precisou de uma suíte office que não fosse a da Microsoft, provavelmente se deparou com o LibreOffice. Essa nova versão vem com algumas novidades que podem ajudar um “bocado” de gente.


 LibreOffice 6.4 é lançado com várias melhorias, inclusive com formatos Microsoft






A The Document Foundation lançou mais uma versão da sua suíte office, o LibreOffice 6.4, que chega com várias melhorias no seu código do programa, além de uma melhora significativa com a compatibilidade nos formatos proprietários da Microsoft (docx, xlsx e pptx).

Podemos começar pelas novidades já quando abrimos o LibreOffice pelo hub principal, aquele que tem o ícone do app principal e não da aplicação, como Writer por exemplo. Nele teremos uma prévia de quais arquivos abrimos e em qual aplicativo foi.


Agora é possível marcas notas como resolvidas e também adicionar comentários nas imagens ou gráficos dentro do Writer (editor de texto)




Outra função muito bacana que chegou na versão 6.4 é a possibilidade de criar QR Code dentro dos aplicativos do LibreOffice (Impress, Draw, Writer e Calc), sendo bem útil para quem precisa adicionar algum tipo de informação e precisa utilizar esse meio. Para inserir é bem simples, basta seguir esse caminho: Inserir > Objeto > QR Code 



Para gerar o QR Code, você tem três (3) entradas:

● Texto ou URL, campo esse onde você vai inserir a informação;
● Correção de erro, onde você vai selecionar a complexidade do QR. Se for utilizar para URLs longas, é preferível usar a opção “Baixa”;
● Definir borda ao redor do QR, é para você definir o tamanho da borda ao redor do código gerado.

Resultado da geração acima

Outra mudança foi a unificação dos menus para hiperlinks. Agora as opções de Abrir, Editar, Copiar e Remover estão em um único lugar, assim facilitando a vida de quem trabalha com esse tipo de ferramenta.




Ainda segundo o pessoal do LibreOffice, o aplicativo abre muito mais rápido que a versão anterior e traz uma compatibilidade quase que “perfeita” com os formatos proprietários da suíte office da Microsoft, o MS Office. Nos meus testes, realmente trouxe essa compatibilidade e não perdeu a formatação dos arquivos que eu abri. Mas pode ser que para alguns casos possa dar algum problema. Felizmente existem outras suítes offices como o WPS Office, FreeOffice, OnlyOffice e afins.

Para conferir a nota completa de lançamento, você pode acessar ela aqui, que ainda está em fase de término da tradução para o português do Brasil.

Se preferir também, pode conferir o vídeo abaixo com a apresentação feita pelo pessoal do LibreOffice.


Para baixar o LibreOffice 6.4, basta acessar aqui ou aqui e escolher o método que lhe satisfaz.

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Mais desempenho com GPUs AMD antigas com o ACO

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O compilador de shaders ACO (Amd Compiler) que foi desenvolvido pela Valve, tendo como objetivo melhorar o desempenho de jogos no Linux em chips gráficos AMD, recentemente foi compatibilizado com GPUs mais antigas, da microarquitetura GCN 1.0, e de imediato demonstra uma melhora de cerca de 9% no desempenho em jogos.

mais-desempenho-com-gpus-amd-mais-antigas-com-o-aco

Este artigo é totalmente focado no compilador de shaders ACO, e para obter um entendimento completo do conteúdo a seguir é extremamente necessário que você já saiba do que se trata. Caso você ainda não tenha ouvido falar sobre o assunto, fortemente recomendo que leia o artigo que fizemos explicando como surgiu e quais benefícios o ACO pode trazer aos usuários “comuns”.

Conforme já falamos aqui no blog, o ACO tem surtido excelentes resultados quando o assunto é jogos no Linux, porém, até alguns dias atrás o mesmo não possuía boa compatibilidade com os hardwares mais antigos, da microarquitetura GCN 1.0 (famílias Oland, Cape Verde, Pitcairn e Tahiti).

Todavia, nos últimos dias os desenvolvedores do Mesa Driver incluíram no software novas linhas de código que devem fazer com que GPUs mais antigas, como alguns modelos das séries HD7000, R5, R7 e R9 passem a ter uma compatibilidade muito mais aprimorada com o ACO.

Conforme podemos observar a seguir em alguns testes realizados pelo Phoronix, nos jogos Rise of the Tomb Raider e Shadow of the Tomb Raider, apenas por passar a utilizar o ACO foi notada uma melhora de cerca de 9% na taxa de quadros. 

Os testes mostrados nos gráficos abaixo foram realizados em uma Radeon HD 7950, utilizando o benchmark próprio do Rise of the Tomb Raider, com os gráficos no “high” e resolução em 1080p.




A seguir você confere uma repetição dos testes acima, porém agora com a qualidade gráfica no “lowest” (mais baixo).




Agora vamos aos testes realizados com o benchmark próprio do Shadow of the Tomb Raider, também com a Radeon HD 7950, em 1080p, primeiro com gráficos no “high” e em seguida no “lowest”.



As novas implementações do ACO estão presentes no Mesa Driver 20.0 (versão em desenvolvimento/instável), que pode ser utilizada no Fedora, Mint, Ubuntu e derivados seguindo as instruções neste artigo.

Lembrando que para poder utilizar o ACO em GPUs AMD mais antigas, das microarquiteturas GCN 1.0 e 2.0, é necessário que o driver AMDGPU esteja ativado. Caso você não saiba qual driver está em uso, ou como ativar o “correto”, já temos artigos prontos para solucionar o seu problema. 😄

No último Diolinux Friday Show que fizemos (o qual você pode conferir abaixo na íntegra), uma das minhas “previsões” para 2020 foi justamente darmos um grande passo no desempenho de jogos no Linux através do ACO. É claro que é muito cedo para termos quaisquer certezas, mas se continuar nesse ritmo, poderei me juntar ao Ricardo (CanalOCaraDoTI) no time dos “Gurus do Open Source”. 😀


Agora chegou a sua vez de opinar, e quem sabe até fazer as suas “previsões” para o futuro do ACO e dos jogos no Linux. Não passe despercebido, expresse a sua opinião nos comentários abaixo! 😁

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Faça teste de Stress no Linux com o GTKStressTesting

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

O GTKStressTesting é uma ferramenta feita em GTK para que você possa fazer testes de stress no seu sistema e ver como ele se sai.


Faça teste de Stress no Linux com o GTKStressTesting






Esses tipos de ferramentas são realmente difíceis de serem encontradas no mundo Linux, mas quando tem, se destacam como o caso do Phoronix Test Suite que é uma ferramenta extremamente poderosa. Foi feita uma demonstração de como funciona lá no canal e você pode conferir o vídeo logo abaixo:



Hoje vamos mostrar mais uma ferramenta para monitoramento e testes de stress, que é o GTKStressTesting, do mesmo criador da ferramenta GreenWithEnvy e que você pode conferir a matéria aqui.




Segundo o dev Roberto Leinardi, o objetivo do programa é poder monitorar e fazer testes com a CPU, placa mãe e memórias. Para mais detalhes, consulte o GitLab do projeto.

Para instalar ele, você vai precisar do flatpak ativado no seu sistema. Se não estiver, basta seguir esse tutorial nosso. Depois de feito a instalação do flatpak, é só copiar e colar os dois comandos a seguir no terminal:

flatpak --user remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

e

flatpak --user install flathub com.leinardi.gst

Pronto, aí é só esperar a instalação terminar e usufruir do aplicativo 😊.

Eu achei o aplicativo muito legal e o dev ainda vai melhorá-lo ainda mais, então deve ficar uma ferramenta bem interessante mesmo.

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Plasma Mobile: Trabalho duro traz mais bons resultados

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Seguindo com a série de artigos que estamos trazendo sobre a evolução do sistema operacional para dispositivos móveis do projeto KDE, o Plasma Mobile, lhes trago agora as principais implementações que foram feitas desde o nosso último post sobre o assunto.

plsma-mobile-trabalho-duro-traz-mais-bons-resultados

Vamos começar falando sobre coerência visual. Modificações recentemente feitas por Carson Black fizeram com que as “splash screens” (imagens que são exibidas ao abrir as aplicações) possuam um esquema de cores que segue o padrão do ícone de cada aplicativo.

Confira abaixo um vídeo demonstrando a modificação em funcionamento.


O aplicativo de calendário Calindori agora possui a opção para repetição de eventos. Através do editor de eventos da aplicação o usuário poderá escolher se os eventos repitam de forma diária, semanal, mensal ou anual. Ainda será possível escolher por quanto tempo essa repetição será mantida como ativada.

configuração-da-repetição-de-eventos-no-calindori

configuração-da-repetição-de-eventos-no-calindori

O assistente de transporte público Ktrip agora permite ao usuário selecionar os provedores dos quais os seus dados são obtidos, bem como desabilitar provedores desnecessários, fazendo assim com que a busca seja mais rápida e menos redundante. Uma modificação também foi feita para que o “drawer” (menu que aparece ao arrastar o dedo a partir de uma das laterais da tela) no modo desktop seja exibido através de um botão de menu.

A aplicação de agenda telefônica agora possui a opção de adicionar e remover contatos de fontes online, como por exemplo o Nextcloud. Sendo que antes era possível apenas exibir, mas não editar tais contatos.

A versão mobile do visualizador de documentos multiplataforma Okular recebeu melhorias na forma com que são exibidas as miniaturas e listas de conteúdo. O estado atual de ambas as funcionalidades em questão pode ser observado nas imagens abaixo.

thumbnails-no-visualizador-de-documentos-okular

lista-de-conteudo-no-visualizador-de-documentos-okular

Por fim, foi lançada a versão 0.1 do ainda em fase de testes gerador de códigos para autenticação em dois fatores, Keysmith.

Por hora, vejo a viabilidade da utilização em grande escala do Plasma Mobile como algo bem distante, mas é notável o quanto os desenvolvedores estão empenhados em tornar o sistema cada vez mais polido e completo. Basta ler os nossos artigos anteriores sobre o assunto, ou até mesmo os posts originais (em inglês) publicados pelos próprios membros do projeto para vermos o quanto o sistema já melhorou nos últimos meses.

Assim como já mencionei em artigos anteriores, não vejo a hora de ter um smartphone sobressalente para poder testar o sistema. E você, o que pensa sobre as novas melhorias, e também sobre o futuro do Plasma Mobile? Conte mais nos comentários!

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Como utilizar o Pocket Casts no Linux

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terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Os podcasts estão cada vez mais populares aqui no Brasil, e grandes empresas estão apoiando este formato de conteúdo, como o próprio Spotify. Existem diversas maneiras de consumir podcasts, e o Pocket Casts é um dos principais aplicativos para esta finalidade.

ouça-podcasts-no-linux

Disponível gratuitamente para Android e iOS, o Pocket Casts também possui uma versão para desktop, porém a mesma é paga, com um valor de 1 dólar por mês ou 10 dólares anuais, através da assinatura Pocket Casts Plus. Atualmente, o Pocket Casts conta oficialmente com versão para Windows, MacOS e web, e neste post iremos te mostrar duas maneiras de utilizar o serviço na plataforma do pinguim.

Webapp


A primeira maneira é provavelmente a mais óbvia e mais simples. Já falamos diversas vezes por aqui sobre webapps, e desta vez não será diferente.

Como o Pocket Casts está disponível através da web, é possível ouvir diretamente do navegador, ou criando um webapp utilizando o próprio Chrome (que conta com a possibilidade de controlar a mídia através do teclado) ou outros serviços como o Nativefier ou Ice.

Aplicativo não-oficial


A segunda maneira é utilizando um aplicativo não-oficial, criado pelo Ricardo Feliciano (não é o nosso redator) e disponibilizado no Github. Este aplicativo está disponível através dos pacotes snap e .deb, contendo todas as funcionalidades básicas da versão web, e com um ícone na bandeja do sistema, que permite pausar, reproduzir, avançar e retroceder o conteúdo.

Através do Pocket Casts você também pode ouvir o Diocast, o nosso podcast extraído das lives de sexta-feira.

diocast-pocket-casts

Você ouve podcasts? Qual plataforma é a sua preferida para consumir este tipo de conteúdo? Deixe nos comentários!

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


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Novidades vindo ao KDE Plasma 5.18 LTS, confira!

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Umas das mais populares interfaces gráficas do mundo Linux, o KDE Plasma, tem muitas novidades vindo para a próxima LTS.

Novidades vindo ao KDE Plasma 5.18 LTS, confira!






Em seu blog, o projeto apresentou as novidades que virão na release final do KDE Plasma 5.18 LTS, como uma simplificação nas configurações mais completas e melhor integração com o GTK.


As novidades implementadas foram divididas em quatro (4) frentes, que podemos destacar algumas:

Plasma


● Novo modo de edição global que substitui o botão da área de ferramentas do monitor e lhe permite personalizar facilmente a disposição dele;




● Suporte para as aplicações do GTK que usam decorações do lado do cliente (CSD's), adicionando sombras adequadas e áreas de dimensionamento para as mesmas. As aplicações do GTK também herdam automaticamente as definições do Plasma para os tipos de letra, ícones, cursores, entre outras.





Notificações


● O indicador de tempo limite nas mensagens de notificações agora é circular e rodeia o botão de fechar. Agora existe um ícone arrastável na notificação de "arquivo transferido" que poderá arrastar para os locais e que poderá fazer coisas interessantes com ele;





● O Plasma agora mostra-lhe um aviso de notificação quando um dispositivo Bluetooth estiver conectado e estiver prestes a ficar sem bateria




Configuração do Sistema


● O Plasma ganhou configurações opcionais de Feedback do usuário (desativado por padrão), permitindo que você forneça informações detalhadas do sistema e estatísticas sobre a frequência com que os recursos individuais do Plasma você usa.




Discover


No campo de pesquisa da loja virtual do KDE Plasma, agora recebe o foco padrão do teclado, o que significa que quando você abri-lo, basta começar a digitar o nome do aplicativo para a busca ser inicializada. Também é possível agora buscar por extensões na página principal.




Essas foram só algumas das novidades que virão no KDE Plasma 5.18 LTS, você pode conferir as outras na postagem completa no blog do projeto aqui.

Até o momento, para instalar e utilizar essa versão do KDE Plasma, só é possível através do código fonte e “compilar na unha” ou através de alguma distro rolling release, como o KDE Neon Unstable Edition por exemplo ou qualquer outra distro que entregue o pacote. Muito provavelmente o KDE Plasma 5.18 LTS poderá vir na versão 20.04 do Kubuntu por padrão já, como na versão Stable do KDE Neon também. Distros como Fedora, Manjaro e Arch poderão também disponibilizar nos repositórios assim que possível.

Pra mim, essa versão do KDE Plasma parece bem promissora e com uma repaginada grande. E você, o que acha? Deixa aí nos comentários.

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Zorin Grid é a nova ferramenta da Zorin para gerenciar PC com ZorinOS

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

A empresa Zorin Group, que mantém o sistema operacional ZorinOS (Core, Ultimate, Education e Lite), agora está prestes a lançar uma nova ferramenta para gerenciar computadores com o sistema da empresa ou posteriormente com qualquer distro Linux.

 Zorin Grid é a nova ferramenta da Zorin para gerenciar PC com ZorinOS







Em anúncio oficial no seu blog, a Zorin Group comentou que nos “últimos 10 anos, a empresa trouxe uma nova e melhor experiência para o computador aos inúmeros usuários em todo o mundo”, e que agora pretende dar mais um salto, possibilitando uma tecnologia avançada para empresas, escolas e organizações.




A ferramenta visa automatizar alguns processos, que se fossem feitos PC por PC, tomaria muito tempo e dinheiro. As principais são:

● Instalar e remover aplicativos;

●  Definir uma política para atualizações de softwares e patches de segurança;  

● Monitoramento do status do computador;

● Aplicar políticas de segurança;

● Acompanhar o inventário dos softwares e hardwares do PC;

● Definir configurações para a área de trabalho.

Segundo a Zorin Group, o processo será bem simples, facilitando o departamento de TI da empresa, organização ou escola.

Quando um novo PC for incorporado, basta instalar o software cliente e assim aceitar a inscrição no Painel do Zorin Grid. Fora que você vai poder deixar pré-configurado aplicações, configurações do sistema e afins, não precisando gerar uma ISO do sistema para cada departamento ou grupo, bastando já deixar isso configurado no Zorin Grid. Eles também comentaram, que o Zorin Grid vai ter compatibilidade com outras distros Linux.

Eles também deixaram um guia para migração do Windows para o ZorinOS, que você pode consultar aqui.

Esse tipo de ferramenta realmente faz a diferença na hora de implementar um projeto, em que você possa automatizar e agilizar ao máximo processos, assim não deixando estações de trabalho ociosas. Creio que essa ferramenta venha na versão paga do sistema (Ultimate) e para escolas/universidades (Education) e depois para as versões Lite e Core, mas aí sem nenhum suporte da equipe do ZorinOS. Vamos aguardar pra ver 😃.

A previsão de chegada é no verão do hemisfério norte ou no nosso inverno.

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Linus Torvalds não pretende implementar o ZFS no Kernel Linux

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Linus Torvalds não pretende implementar o ZFS no Kernel Linux a não ser que a Oracle cumpra com algumas condições, e declara que não acha o sistema de arquivos assim tão bom quanto muitas pessoas estão dizendo.

linus-torvalds-não-pretende-implementar-o-zfs-no-kernel-linux

Em novembro do ano passado (2019), e também ontem (23/01), publicamos artigos falando sobre a batalha judicial que vem ocorrendo há cerca de dez anos entre Oracle e Google. Para obter um melhor entendimento sobre o que será dito neste artigo, fortemente recomendo que vocês leiam ambos os artigos, linkados acima.

Atitudes e posturas tomadas por pessoas ou empresas, inevitavelmente acabam mostrando quais são os valores e formas de pensar dos mesmos. E são exatamente as atitudes que a Oracle tem tomado em relação a direitos de propriedade intelectual que tem feito com que Linus Torvalds tenha tomado a decisão de não incluir o sistema de arquivos ZFS no Kernel Linux.

Tal implementação não está totalmente descartada, mas segundo Linus isso poderá ocorrer apenas se a Oracle emitir um documento oficial que conceda à The Linux Foundation total liberdade para utilizar todas as linhas de código relacionadas ao ZFS, e publicar o resultado sob a licença GPL, assim deixando a The Linux Foundation resguardada quanto a qualquer possibilidade de requisição de direitos autorais por parte da Oracle.

Outras pessoas podem pensar que tudo bem em implementar o ZFS ao código do Kernel Linux, mas considerando a natureza litigiosa da Oracle, e as questões sobre licenciamento, não há forma em que eu possa me sentir seguro com isso.” disse Linus.

A primeira coisa que me vem à mente ao ler o trecho acima é essa disputa judicial entre Oracle e Google. É visto que o posicionamento do Linus sobre o assunto é no mínimo muito bem embasado.

Quanto a se vale ou não a pena implementar o ZFS no Linux, independente dos potenciais problemas legais, Linus complementa:

Os benchmarks que eu vi não demonstraram um ZSF assim tão bom. E até onde sei, o mesmo não é mais mantido de uma forma tão ativa. Então em um cenário de longo prazo, por que alguém iria querer utilizá-lo?

Mesmo com as preocupações que Linus Torvalds e muitas outras pessoas têm sobre o assunto, as mesmas parecem não ser compartilhadas pela Canonical (Empresa responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu), que conforme noticiamos neste e neste artigos, está trabalhando na implementação do ZFS no Ubuntu já há algum tempo.

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Fontes: ZDnet, RWT

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Evento de Python em Caxias do Sul - Rio Grande do Sul

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Se você gosta de programação e se interessa pelo assunto ou já está no ramo, a comunidade e Python de Caxias do Sul tem um evento muito bacana para você!


Evento de Python em Caxias do Sul - Rio Grande do Sul





No dia 14 de Março de 2020, vai ter o evento pyCaxias na UCS (Universidade de Caxias do Sul - Campus Sede - Caxias do Sul/RS)  sobre a linguagem Python, que vai durar praticamente o dia todo, começando às 08:00 e terminando lá pelas 18:00. No evento, serão aplicadas práticas para popularizar e disseminar o conhecimento sobre a linguagem python.

As inscrições podem ser feitas até o dia 20/02/2020, com direito a uma camiseta do evento, ou até o dia 13/03/2020, sem direito ao brinde.

A inscrição que dá direito a uma (1) camisa, terá o custo de R$35 (+R$3,50 de taxa). Já a inscrição sem direito a camisa é gratuita. Para mais informações sobre as inscrições, você pode consultar este link.

Sobre agenda e palestrantes, você pode conferir neste outro link e assim ir acompanhando.

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Microsoft e IBM declaram apoio a Google na polêmica disputa contra a Oracle

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O Google ganhou novos aliados na batalha de longa data que está tendo contra a Oracle, que em 2010 processou a gigante das pesquisas por ter utilizado no Android, sem a devida autorização, linhas de código relacionadas ao Java.

microsoft-e-ibm-declaram-apoio-a-google-na-disputa-contra-a-oracle

Conforme relatamos neste artigo, a disputa entre Oracle e Google que já vem se arrastando desde 2010 deve chegar ao seu fim ainda neste ano (2020). Recentemente as gigantes Microsoft e IBM (que no ano passado comprou a Red Hat por alguns bilhões de dólares) declararam total apoio à Google.

Segundo experts, uma vitória da Oracle poderia prejudicar toda a indústria de desenvolvimento de softwares, permitindo que empresas proprietárias de várias ferramentas básicas para desenvolvimento protejam as mesmas com copyright. Por esse e outros motivos é que a Microsoft e a IBM emitiram documentos de 40 e 51 páginas respectivamente, declarando-se oficialmente a favor do Google nesta causa.

Conforme relatamos no artigo anterior que publicamos sobre o assunto, a Oracle tem solicitado a corte que rejeite os “contínuos esforços do Google em evitar a responsabilidade por ter copiado as suas inovações”. A Oracle tem ganhado cada vez menos apoio de outras grandes companhias do mundo da tecnologia, embora no ano passado tenha ganhado o apoio oficial do General Noel Francisco, um membro da procuradoria do presidente dos E.U.A., Donald Trump.

O processo que já vem se arrastando a quase dez anos, por várias vezes já deu ganho de causa para ambas as partes, mas agora que a causa chegou à Suprema Corte, é a última chance que as empresas terão para provar o seu lado. Por fim, a decisão que será tomada pela corte neste fim de processo não se tratará apenas deste caso em particular, mas a pergunta que será realmente respondida é se softwares como a API da Oracle realmente pode ser protegidos por copyright.

Se a disputa terminar favorável ao Google, o processo estará efetivamente encerrado. Mas se a decisão for tomada em favor da Oracle, o próximo passo será decidir o quanto o Google deverá pagar para suprir os danos causados à Oracle.

Agora chegou a vez de você, caro leitor, deixar a sua opinião sobre essa polêmica questão. Quem você acredita estar certo nessa disputa? E por quê? Deixe o seu ponto de vista nos comentários abaixo! 😁

Amanhã publicaremos um artigo falando sobre como tal requisição por parte da Oracle pode ter influenciado em algumas decisões de Linus Torvalds em relação ao Kernel Linux. Então, fique ligado!

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DXVK 1.5.1 chega com melhorias em GTA 5, e vários outros jogos

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

A versão 1.5.1 do DXVK é lançada com várias melhorias em jogos como GTA V, Halo: Combat Evolved, The Sims 4, entre outros.

dxvk.1.5.1-chega-com-melhorias-em-gta5-e-mais

No mês passado (12/2019) fizemos um artigo falando sobre quais foram as melhorias apresentadas na versão 1.5.0 do DXVK, e agora chegou a vez da versão 1.5.1, que além de várias correções de bugs também está resolvendo problemas que estavam ocorrendo durante execução de alguns jogos específicos.

Começando pelo GTA V, foi corrigido um bug que fazia com que ao rodar em tela cheia e com o V-Sync ativado, as telas iniciais do jogo (logo da rockstar, etc.), e menus rodassem a cerca de 8~10 FPS. O que não ocorria ao rodar o jogo na configuração de janelas sem bordas.

Em Halo: Combat Evolved foi corrigido um bug com a renderização de vidros e escudos de energia, e o efeito de blur agora está funcionando perfeitamente em Need For Speed: Carbon, que apesar de ser um jogo antigo, é um clássico que ainda é amado por muitos gamers (inclusive eu =D).

Também foi resolvido o problema que estava fazendo com que parte dos itens do inventário não fosse renderizado no jogo Risen 2, e o “crash” que ocorria ao alternar entre modo janela/tela cheia em The Sims 4 já não é mais um problema.

Para encerrar o assunto sobre as correções específicas para jogos, foi corrigido o “crash” ao iniciar o jogo Trackmania Forever, e em Vampire the Masquerade: Bloodlines foi resolvido o problema que fazia com que a janela do jogo aparecesse demasiado pequena, quando rodando o jogo em fullscreen e em uma resolução não nativa.

Outras implementações da versão 1.5.1 são:

• Melhorias na performance de jogos que fazem uso do Direct X 9;
• Corrigidos problemas de renderização que faziam com que sombras e imagens não aparecessem em vários títulos;
• Resolvido problema que fazia com que alguns jogos utilizando DirectX 9 “crashassem” na inicialização;
• Modificado o número de “threads” utilizadas para a compilação de pipelines, o que deve reduzir o impacto de performance em processadores de 6 e 8 núcleos, e também permitirá que processadores com mais de 12 “threads” possam utilizar mais núcleos para executar as tarefas.
• Alguns dados do DXVK_HUD (monitor de desempenho de hardware em jogos, em forma de overlay) que não estavam aparecendo voltaram a ser exibidos normalmente.

Essas e todas as outras implementações feitas na versão 1.5.1 do DXVK podem ser encontradas no post oficial da release no Github.

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Kernel Linux 5.6 trará ferramenta própria para monitorar temperatura de drives SATA

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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Após um longo tempo de espera, a temperatura de dispositivos SATA poderá ser monitorada com uma solução implementada no próprio Kernel Linux, sem que haja a necessidade de instalar softwares de terceiros.

kernel-linux-5.6-trara-ferramenta-propria-para-monitorar-temperatura-de-dispositivos-sata

Há muito tempo a comunidade Linux vem discutindo sobre uma forma de implementar uma solução própria, integrada ao próprio Kernel Linux para efetuar o monitoramento de dispositivos SATA, como HDs e SSDs. Tal monitoramento já é possível no Linux, mas apenas através da instalação de softwares de terceiros, que só podem obter tais informações quando executados em modo “root”.

Executar softwares em modo de superusuário é algo que deve ser evitado sempre que possível, principalmente quando não se tem absoluta certeza e confiança quanto a procedência de tal software. Afinal, quando um programa está rodando como “root” no seu sistema, nada o impede de fazer absolutamente qualquer coisa dentro do sistema, o que pode ser um sério problema de segurança.

Por isso é muito importante que você rode como superusuário apenas softwares que você conhece e confia, e caso se trate de um programa que você acabara de conhecer, é importante procurar o máximo de informação possível com usuários que já testaram e aprovaram tal software. Felizmente softwares contendo código malicioso não “se criam” por muito tempo no mundo Linux, já que a autenticidade dos softwares, cuja maioria é de código aberto, pode ser e é verificada por muitos usuários/desenvolvedores no mundo todo.

Dito isso, conforme divulgado, o novo driver “drivetemp” já estará presente e completamente funcional na versão 5.6 do Kernel Linux, sendo que as informações de temperatura poderão ser consultadas através do monitor de hardware próprio do Kernel Linux “hwmon”.

Agora o que nos resta é aguardar a chegada do Kernel 5.6 para que possamos testar, e trazer mais informações sobre essa nova feature. 😁

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Fonte: Phoronix

Isso é tudo pessoal! 😉


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Google e Valve trabalham para trazer Steam para os Chromebooks

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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O ano mal começou e já temos uma notícia que pode mudar um pouco o mercado de games em 2020, que seria a entrada dos Chromebooks para rodar games.

Google e Valve trabalham para trazer Steam para os Chromebooks





O site especializado AndroidPolice, através do seu repórter David Ruddock, deu a informação que o Google está trabalhando em trazer o suporte oficial da Steam para o Chrome OS. A informação ele obteve juntamente com o Diretor de Gerenciamento para Produtos do Chrome OS (Director of Product Management for Google's Chrome OS), Kan Liu, na CES 2019 de Las Vegas.

Segundo Ruddock, Liu “lançou uma espécie de bomba”, em que a equipe do Chrome está trabalhando, muito possivelmente com cooperação com a Valve, para trazer o suporte da Steam para os Chromebooks.

Liu não deu um cronograma ou “timeline” do projeto, mas que ele seria ativado através da compatibilidade Linux que o Chrome OS tem. Em 2018 o Chrome OS começou a suportar apps Linux nele, através da plataforma Crostini, que você pode ver a nossa cobertura neste post.

Ruddock comenta que atualmente rodar a Steam com a camada de compatibilidade Crostini não tem um desempenho perto do aceitável, mesmo em comparação com a Steam em sistemas nativos e que são parecidos com o Chrome OS, como por exemplo Ubuntu, ZorinOS, Manjaro e entre outras distribuições Linux. Nisso tenho que concordar com ele, pois a princípio os Chromebooks são voltados para terem um baixo consumo de energia e assim durarem mais tempo fora de uma tomada. Além dele se sair bem para coisas triviais, como editar uma planilha, editar um texto, ver um vídeo no Youtube e assim por diante.

Mas parece que o Google quer mudar isso, tanto que ultimamente os Chromebooks vieram com mais armazenamento e um “poderio” de processamento, tendo algumas versões vindo com i7 e até 16GB de ram, como os Pixelbooks Go.

E foi exatamente nisso que Liu comentou com Ruddock, que poderíamos esperar Chromebooks mais poderosos, especialmente com GPU (APU) da AMD que estariam chegando. Também falou para “ficarmos atentos” na chegada de Chromebooks com gráficos Radeon dedicados. Não se teve respostas se eles viriam com GPUs da NVIDIA e também não houve manifestação sobre se isso competiria ou atrapalharia a plataforma de jogos do Google, o Stadia.

Agora o que penso e acho dessa possível vinda da Steam para o Chrome OS. Bom, isso seria muito bom, pois seria mais um sistema Linux rodando jogos e que o mesmo tem uma gigante da tecnologia por trás, o Google. Isso poderia atrair muitos desenvolvedores de jogos para a plataforma e assim portar os seus games para Linux, utilizando por exemplo o Vulkan e assim otimizando eles. Com isso, todas as distros se beneficiariam. Creio que poderia vir até outras lojas e jogos, como uma Epic Games Store, Uplay, Rockstar Launcher, Fortnite, PUBG e por aí vai. Isso também resolveria a grande “pedra no sapato” do Linux em jogos online, os tais “benditos” anticheats, que vivem barrando o WINE/DXVK/Proton por “acharem” que são “emulação” ou qualquer outra coisa que “acham” 😅. Arrisco a dizer, que se a Steam vier para o Chrome OS e “dar bom”, outras empresas podem trazer os seus produtos para Linux, como a “Sra” Adobe, Corel, AutoCad (AutoDesk) e além das empresas “menores” que fazem ERP também viriam uma boa trazer os seus produtos para o pinguim.

Se você quiser ver a matéria completa do AndroidPolice, basta acessá-la aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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