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Jogue games da Battle.Net, como Overwatch no Linux via Lutris

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Battle.Net é um serviço online de jogos da Blizzard, que conta com títulos apreciados pelo mundo gamer, alguns que posso citar são: World of Warcraft, Diablo III, Warcraft III, Overwatch, entre outros. Infelizmente o launcher da Blizzard, não possui uma versão nativa para Linux. Todavia não se preocupe, iremos te mostrar como configurar a Battle.Net em seu Ubuntu, Mint e derivados.

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Há um tempo seria insensatez formar uma frase afirmando que o pinguim é viável para jogos. Contudo, se existe algo que aprendi nestes anos utilizando Linux, é que as coisas evoluem e mudam tão rapidamente no cenário de TI, que a cada dia um projeto bombástico pode ser revelado. Foi assim com o Proton e o Steam Play da Valve, mas existem games fora da loja da Steam e nem por isso você deixará de jogá-los. Caso tenha um game na Battle.Net e queira instalar em sua distro Linux, no meu caso o Overwatch, proceda conforme irei demonstrar.

Preparando o sistema


Mencionei anteriormente que a Blizzard não disponibilizou seu launcher para Linux, entretanto sua instalação é bem simples. Um passo extra será necessário, ao invés de simplesmente baixar o programa e instalá-lo, iremos utilizar “um intermediário”. Afinal, a Battlenet.Net não foi desenvolvida com o Linux em mente, mas através do Wine (que não é um emulador e sim uma camada de compatibilidade, digamos que ele traduz o que o programa para Windows diz para o Linux e vice-versa). Se ainda não configurou seu sistema para jogos, essa postagem pode lhe auxiliar. Se possui um computador com uma placa de vídeo NVidia, instale os drivers como no artigo acima, isso vale para utilizadores de placas AMD ou até mesmo APUs, ou processadores Intel (sem uma GPU offboard), contudo nestes casos a versão do Mesa Driver deve ser a mais atual (prefiro utilizar as últimas versões estáveis, e nada de tentar instalar driver da Nvidia em uma AMD ou processador Intel… Parece besteira, mas já recebi pedidos de ajuda por conta dessas gafes).

O Lutris também é o fiel escudeiro de todo gamer Linux, claro os que jogam títulos disponíveis para Windows. Temos um artigo demonstrando sua instalação.

A mágica do shell script


Que tal automatizar a instalação do Wine, do Vulkan, do Lutris e diversas bibliotecas exigidas para o bom funcionamento da Battle.Net no Linux? Você pode fazer os procedimentos manualmente ou seguindo os artigos que escrevemos no Diolinux. 

Pensando em sua comodidade, disponibilizamos um script para configurar de forma automática o Wine, Lutris, Vulkan e demais libs. Se você já tem o Driver de vídeo configurado, no caso das NVidias e o Mesa Driver para os demais. Basta, executar o script e esperar a mágica acontecer. Depois só nos resta instalar a Battle.Net, diretamente do Lutris.

Este script adiciona o repositório PPA do Lutris e o repositório do Wine, posteriormente instalando não só o Lutris em si, mas também o Wine, com adições de alguns pacotes indicados para rodar games que usem Vulkan, DXVK ou D9VK (libvulkan1 32 e 64 bits), além de adicionar alguns pacotes extras para garantir a compatibilidade com o lançador da Battle.Net.

Baixe o script diretamente do repositório do Diolinux no Github, clicando no botão “Clone or download”.

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Extraia o arquivo ZIP, entre no diretório que será criado de nome “Lutris-Wine-BattleNet-master”. 

Clique com o botão direito do mouse em cima do script, “Lutris+Wine+BattlNet.sh”, acesse a opção “propriedades” e marque a opção que permite a execução do arquivo como um programa na aba “Permissões”. Isso no caso do Ubuntu, utilizando o Nautilus, em outros ambientes gráficos os passos podem ser um pouco diferentes.

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Agora clique dentro do Nautilus, ou seu gestor de arquivos, com o botão direito do mouse (você deve clicar em algum espaço vazio, não em cima dos arquivos) e vá à opção “Abrir no terminal”.

Se você não permitiu a execução do script, conforme mencionei anteriormente um passo extra será exigido. Dar essas permissões.

sudo chmod a+x Lutris+Wine+BattlNet.sh

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Para executar o script utilize o comando abaixo, digite sua senha e espere a mágica acontecer (conexão com a internet é exigida).

./Lutris+Wine+BattlNet.sh
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Instalando a Battle.Net


Já configuramos tudo, só basta instalar o launcher da Blizzard. O Lutris é bem prático neste quesito e também automatiza tudo. Existem duas formas de instalar programas ou jogos no Lutris.

A primeira é acessando diretamente a página do programa em questão no site do Lutris, e clicar em “Install”.

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Um pop-up irá abrir, informando que este link precisa de um programa para ser aberto. Abra o link e ele vai te direcionar ao Lutris instalado em seu sistema.

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Outra forma é pesquisando diretamente no software do Lutris em seu computador por “Battlet.Net”, logo após clicar em “Install”.

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Algumas opções aparecerão, clique novamente em “Install” para versão “Standard”.

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Confirme o local da instalação.

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Caso o Lutris aconselhe a instalação do “Wine Mono”, instale o complemento.

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Aguarde o procedimento findar, isso dependerá de sua conexão com a internet.

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Daí em diante você pode proceder normalmente, como faria no Windows ou macOS, escolhendo seu jogo e efetuando a instalação.

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Você costuma jogar muito? Talvez irá gostar dos tutoriais ensinando a instalar a Epic Games Store ou a Uplay no Linux.


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Quem vê cara não vê coração - Design nas distros Linux

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O post de hoje é um daqueles em que dou minha opinião ou determinado ponto de vista sobre um assunto em específico. Estava criando uma capa para uma matéria aqui do blog, e o fatídico ditado popular veio em minha mente. “Quem vê cara não vê coração”. Mas será que isso pode ser aplicado no Linux e suas diversas distribuições?

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Inevitavelmente o que atrai o peixe para o anzol é a isca, contudo a "pobre vitima" vislumbra de longe a suculenta refeição, e “morre pela boca”. Digamos que, de certa forma o mesmo ocorre com o usuário comum. Sei que Linux tem diversas utilidades e domina setores, como servidores, IoT, etc. Irei focar no uso doméstico, no usuário comum e seu desktop/laptop.

“Buniteza e só isso” (eu sei que a palavra está errada)


Não é de hoje que projetos, como o Diolinux, O Cara do TI e até mesmo OSistemático, pontuam que falta mais marketing no Linux, focado no usuário doméstico. Outro ponto é o cuidado com os detalhes e apelo visual. Atualmente as distribuições Linux mantém uma consistência de design razoável, e algumas encantam à primeira vista. Contudo, outras afastam com seu visual retrógrado e com cara de “Windows 95”. Não me levem a mal, mas sinto muito por quem acha isso bonito.

Sistemas com um visual atraente, mesmo que muitos não sejam de meu agrado, são em primeiro momento a porta de entrada para usuários. Windows 10, macOS, Fedora, Elementary OS, Deepin, Endless OS, entre outros. Possuem características e uma lógica em sua composição visual, coisa que nem todo sistema que pretende ser uma opção viável ao usuário comum tem. No entanto, o aspecto da aparência é importante. Afinal, ele é o que atrai as massas.

Não sei você, mas já passei por situações em que um sistema ou programa era apenas “bonito”, enquanto um “feinho” supria de melhor maneira o que era proposto a fazer. Mesmo no presente, existem muitas distros e programas feios, horrorosos, mas que cumprem sua função. Alguns não são nada intuitivos, entretanto com perseverança “são domáveis”. 

Ser atraente conquista maiores números inicialmente, todavia manter esse público não é garantido. Enquanto, sistemas e programas feios, podem ser subestimados e nunca experimentados pelas massas. Geralmente quem usa uma solução assim, ou já conhecia (quem sabe recebeu uma indicação), ou foi um dos poucos que “topou o desafio”.

“Sou feio, mas entrego o combinado”


Conforme mencionei anteriormente, ser atraente não garante ou fideliza um usuário em questão. Obviamente, que muitos continuarão apenas pelas aparências, confesso que já fiz isso inúmeras vezes (ter TOC não é fácil 😁️😁️😁️), mas até quando?

A um tempo atrás apresentei algumas distribuições para clientes, enfatizei algumas que não tinham um design tão atrativo, porém o visual fala mais alto. Só que sou teimoso, persistia um pouco mais e eles acabavam topando testar o que indiquei fervorosamente. Alguns permaneciam, outros voltavam e testavam a opção mais atraente, entretanto pude perceber que mesmo o “mais feio” entregando o combinado, o bonito na maioria das vezes ganhava.

Inúmeras vezes as soluções eram mais eficazes, mas o design fala mais alto. É curioso acompanhar a reação e ver que de fato, somos uma espécie atraída pelo visual. Utilizar softwares e sistemas “desprovidos de beleza” e um bom conceito de design, não é uma regra, e quanto menos conhecimento ou expertise possui uma pessoa em determinada área, a beleza irá se sobressair, pois “quem vê cara não vê coração”.

Conclusão 


A comunidade é composta por mais programadores do que designers, ótimos softwares existem aos montes, apesar disso seu visual ou planejamento não é pensado na utilização de um completo leigo. Isso diminui o alcance, limitando a um perfil específico, conquanto muitas pessoas poderiam ser atraídas, mas por não chamar essa atenção (seja numa simples logo, ícone ou visual mesmo) perdem a chance de crescerem ainda mais. 

Precisamos de mais designers, mais marketing, mais desenvolvedores focados na simplicidade e eficiência. Fico feliz que vários projetos pensam assim, e criam soluções bonitas e extremamente funcionais. O mundo Linux, depois de muitos anos, enfim tem distribuições e profissionais que além de doar seu tempo e esforço, despertaram que “saber se vender” atrai mais olhares.

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Diga nos comentários se já passou por alguma experiência semelhante a essa, ou se ficou surpreso com um software, ou sistema (mesmo que ele não seja atraente). Também fale sobre experiências positivas, pois sei que tem muito software bonito e eficiente.

Até o próximo post, que estou feliz da vida por utilizar apps bonitos e funcionais, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Três vulnerabilidades encontradas no Kernel do Ubuntu, atualize agora!

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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Usar Linux não significa estar imune às falhas de segurança, porém, geralmente as atualizações são rápidas. Mantenha sempre seu sistema em dia, para evitar possíveis brechas e eventuais transtornos. Caso utilize Ubuntu e derivados, como o Linux Mint, atualize imediatamente seu sistema.

kernle-linux-falha-vulnerabilidade-bug-ubuntu-correção-canonical-update-atualizar

Hoje dois relatórios foram publicados pela Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, mostrando a descoberta de vulnerabilidades que atingem todas as versões suportadas do sistema. O primeiro relatório, USN-4135-1, declara que tanto o Ubuntu 16.04 LTS, 18.04 LTS, como o 19.04 são atingidos pelas falhas. Já o segundo, USN-4135-2, menciona praticamente o mesmo, entretanto para as versões com suporte estendido “ESM” (Extended Security Maintenance). Sendo o Ubuntu 12.04 e 14.04. Outro detalhe, é que ainda não houve confirmação se as falhas afetam o Ubuntu 19.10.

Vulnerabilidades corrigidas com o novo kernel 


  • CVE-2019-14835 : um “estouro” de buffer foi descoberto na implementação de back-end (vhost_net) da rede virtio, no kernel do Linux. Um invasor pode usar isso para causar uma negação de serviço (bloqueando o sistema operacional host) ou provavelmente executar código arbitrário no sistema operacional do host (alta prioridade);
  • CVE-2019-15030 : o kernel Linux nas arquiteturas PowerPC não tratava adequadamente as exceções de recursos não disponíveis em algumas situações. Um invasor local pode usar isso para expor informações confidenciais (prioridade média);
  • CVE-2019-15031 : o kernel Linux em arquiteturas PowerPC não tratava adequadamente as exceções nas interrupções em algumas situações. Possibilitando o uso de informações pessoais por um invasor local.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização do seu Ubuntu. Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

Depois do procedimento, reinicie seu computador.

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Até o próximo post, atualize seu sistema, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Ubuntu.
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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

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MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

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Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor-ppa-ubuntu-snap-mint-flatpak-flathub-snapcraft

Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

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APT com problemas? Saiba como resolver

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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

A dica de hoje é algo bem simples, mas que pode auxiliar quem eventualmente esteja passando por essa situação. Confesso que é algo bem raro de acontecer, ao menos em meu cotidiano. Todavia, caso não esteja conseguindo atualizar seu sistema ou instalar apps, por conta do APT “travado/bloqueado”, eis a possível solução. 

apt-erro-bloqueado-instalar-update-remover-atualizar-ubuntu-deepin-linux-mint-elementary-pop

Lembrando que o APT é um conjunto de ferramentas, usadas no Debian, Ubuntu e derivados para administrar os pacotes DEB de forma rápida e prática. Se está tendo dificuldades com outro sistema, o Fedora por exemplo, não terá nenhuma relação com o APT.

Resolvendo a “mutreta” 


Existem diversas maneiras de contornar este problema, às vezes um simples reiniciar resolve. Um equívoco comum é manter outro programa que gerencia os pacotes, como o Synaptic, aberto e tentar atualizar via terminal. Certifique-se que nenhum destes apps estejam rodando, durante as mensagens de “APT travado”. No caso do Ubuntu, especificamente, pode ser comum o APT ficar nesse estado durante os momentos iniciais em que adentra no sistema, pois o gerenciador de atualização pode estar “ao fundo” procurando atualizações. Espere uns minutinhos, se o erro persistir (ou se não tem paciência 😁️😁️😁️), tente os comandos a seguir.

apt-erro-bloqueado-instalar-update-remover-atualizar-ubuntu-deepin-linux-mint-elementary-pop

Sei de diversas maneiras para contornar esse problema. No entanto, essa resolve a maioria dos casos. Não é a mais prática, mas resolve o problema. Se quiser tentar algo antes, em um único comando, tente esse:

sudo cp -v /var/lib/dpkg/status-old /var/lib/dpkg/status 

Agora se mesmo assim não conseguiu atualizar o sistema, vamos à maneira que nunca falhou comigo.

Remova os arquivos que estão bloqueando o APT, são 3 comandinhos na seguinte ordem:

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock

sudo rm /var/cache/apt/archives/lock

sudo rm /var/lib/dpkg/lock*

Reconfigure os pacotes:

sudo dpkg --configure -a

Por fim, atualize a lista de pacote:

sudo apt update

Logo abaixo é a versão com todos os comandos em um único:

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock && sudo rm /var/cache/apt/archives/lock && sudo rm /var/lib/dpkg/lock* && sudo dpkg --configure -a && sudo apt update

Com isso o problema possivelmente foi solucionado e você poderá instalar, remover apps e atualizar o sistema via APT normalmente.

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Tudo o que você precisa saber sobre os drivers AMD no Linux

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Você é aquele cara que viu a live do Diolinux na Twitch, e através dela ficou sabendo que, sim, Linux roda jogos? Você acabou de instalar a sua primeira distribuição Linux e não vê a hora de rodar seus jogos com a sua GPU AMD, mas qual driver instalar? Como saber qual está instalado? E qual é o melhor?

tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-os-drivers-amd-no-linux

O gerenciamento dos drivers AMD nos sistemas baseados em Linux é algo muito simples, mas mesmo assim ainda há muita desinformação sobre isso internet a fora. Uma grande parte dos usuários iniciantes acaba aprendendo erroneamente que o driver de vídeo para GPUs AMD no Linux é apenas o Mesa Driver. Quando, na verdade, não é bem assim. Além do Mesa Driver também existem mais três drivers disponíveis para GPUs AMD, sendo eles: ‘Radeon’, ‘Amdgpu’ e ‘Amdgpu-pro’.

Quais são os drivers, e quais as diferenças entre eles?


Mesa Driver: O Mesa Driver ou Mesa3D é uma implementação para APIs gráficas multiplataforma que trabalha com os drivers Open Source dos chips gráficos da AMD, Intel e Nvidia. No Linux o Mesa Driver é responsável por implementar - leia-se: pôr para funcionar - as APIs gráficas OpenGL e Vulkan.

Radeon: Este é o driver de vídeo Open Source legado para GPUs AMD. Sendo assim, é o driver utilizado nos chips mais antigos da marca. Todas as placas de vídeo das séries Radeon HD 2000, 3000, 4000, 5000, 6000, 7000 e 8000, bem como alguns modelos das séries R5, R7 e R9 utilizam este driver por padrão em todas as distribuições Linux. Além de geralmente o driver Radeon possuir um desempenho inferior ao seu sucessor (o Amdgpu), este também não possui suporte a API Vulkan.

AMDGPU: O ‘amdgpu’ é o driver de vídeo Open Source mais recente para AMD, sendo o padrão para todas as placas mais atuais da marca. Possui suporte completo a Vulkan e é o driver que possui o melhor desempenho em jogos.

AMDGPU-PRO: O ‘amdgpu-pro’ está incluso no pacote ‘Radeon Software’, e é aquele driver que pode ser baixado no site da AMD, porém, não vem instalado por padrão em nenhuma das principais distros. O ‘Amdgpu-pro’ pode ser uma boa opção para quem trabalha com softwares de edição de áudio, vídeo, imagens ou modelagem 3D. Porém, se tratando de jogos não possui um desempenho tão bom quanto as suas alternativas, e definitivamente não é recomendado para o usuário “comum”. Justamente por não ser focado neste tipo de usuário, a sua versão atual, 19.03, é compatível apenas com o Ubuntu 18.04.3, Red Hat Enterprise Linux 8.0 e 7.6, CentOS 8.0 e 7.6, e SUSE Enterprise Linux 15. O ‘Amdgpu-pro’ só pode ser instalado em GPUs que sejam compatíveis e estejam rodando ‘Amdgpu’.

Todas as distribuições Linux que são direcionadas ao usuário final - Ubuntu, Linux Mint, Manjaro, Deepin, entre outras... - já possuem os drivers Mesa, Radeon e Amdgpu instalados por padrão. Você simplesmente não precisa instalar nada. 😀

Como saber qual driver estou utilizando?


Independente de qual seja o modelo da sua GPU, ela com certeza faz uso do Mesa Driver, mas como saber se estou utilizando ‘Radeon’ ou ‘Amdgpu’?

É uma consulta muito simples! Abra um terminal e rode os dois comandos abaixo na seguinte ordem:

lspci -k | grep radeon

lspci -k | grep amdgpu

Os comandos retornarão o seguinte:

Kernel driver in use: “Aqui será exibido o nome do driver que você está utilizando, ‘Radeon’ ou ‘Amdgpu’.”

Kernel modules: “Aqui aparecerá com quais drivers o seu chip gráfico é compatível. ‘Radeon’, ‘Amdgpu’ ou em alguns casos ambos.”
driver-amdgpu-no-terminal-linux
Nesse caso o driver em uso e único disponível é o 'Amdgpu'.
Alguns modelos de placas das séries Radeon HD 7000, HD 8000, R5, R7 e R9 são compatíveis com ambos os drivers. Porém, o suporte ao ‘Amdgpu’ nesses modelos é experimental. Sendo assim, o driver ‘Radeon’ é o que vem ativado por padrão.

Como já foi dito, além de o driver ‘Radeon’ possuir um desempenho inferior, este também não roda Vulkan. Sendo assim, se você pretende rodar jogos com Vulkan, bem como obter um melhor desempenho nessas GPUs, será necessário ativar o ‘Amdgpu’ manualmente.

Já publicamos aqui no blog um artigo ensinando a ativar o ‘Amdgpu’ em todos o modelos que suportam ambos os drivers, bem como listando quais modelos são esses.

Devo atualizar meus drivers?


Os drivers ‘Radeon’ e ‘Amdgpu’ estão inclusos no Kernel Linux. Sendo assim, os mesmos são atualizados automaticamente sempre que o Kernel é atualizado. Então talvez você esteja se perguntando: Devo atualizar o meu Kernel à fim de obter os drivers mais recentes? Isso me dará mais desempenho?

Atualizar o Kernel envolve muito mais do que apenas drivers de vídeo. Sabendo disso, já fizemos um artigo completo falando sobre todos os prós, contras, e se realmente vale a pena atualizar o Kernel.

Já o Mesa Driver está instalado por padrão na grande maioria das distribuições Linux, mas não está inserido no Kernel. Sendo assim, ele pode ser atualizado individualmente. O que é recomendado se você utilizar uma distro de lançamento fixo, como o Ubuntu ou Linux Mint.

Para saber como atualizar o Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint veja este artigo.

Instalando o Radeon Software (Amdgpu-pro)


Se após ter lido a introdução sobre o ‘Amdgpu-pro’ neste artigo você percebeu que o mesmo se encaixa no seu perfil de usuário e decidiu instalá-lo, por sua conta e risco, siga as instruções abaixo:

Obs.: O tutorial abaixo foi feito no Ubuntu 18.04.3 LTS. O processo de instalação pode ser ligeiramente diferente nas outras distribuições suportadas.
• Acesse a página de suporte da AMD, selecione o modelo da sua GPU e clique em ‘Enviar’.

pagina-de-suporte-da-amd

• O driver está disponivel para quatro distribuições Linux e geralmente não funciona nas suas derivações. Escolha qual versão você deseja e clique em ‘Download’.

pagina-de-download-de-drivers-da-amd

• Após ter concluído o download, extraia o conteúdo do arquivo com extensão “.tar.xz” que você baixou. Abra a pasta na qual os arquivos foram extraídos. Localize o arquivo ‘amdgpu-pro-install’, clique nele com o botão direito do mouse, vá à aba ‘Permissões’ e marque a caixa de seleção ‘Permitir execução do arquivo como um programa’.

shell-script-amd-linux

• Clique com o botão direito do mouse em qualquer área em branco dentro da pasta em que está localizado o arquivo ‘amdgpu-pro-install’, depois clique em ‘Abrir no terminal’.
instalando-amdgpu-pro-no-linux

Dentro do terminal digite o seguinte:

./amdgpu-pro-install

Pressione ‘Enter’ e aguarde. A instalação poderá levar vários minutos.

Assim que a instalação estiver finalizada, reinicie o seu computador. Pronto, o driver ‘Amdgpu-pro’ já está instalado na sua máquina.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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Por que as distros brasileiras não fazem tanto sucesso quanto as estrangeiras?

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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Em algum momento você já se perguntou, o porquê das distribuições BR não serem tão populares quanto as de outros países? Muitos fazem esse questionamento, e hoje irei dar meu ponto de vista.

distro-distribuição-linux-brasileiro-brasileira-estrangeira-big-conectiva-alternativas-sucesso-tecnologia-brasil

Parece que “tudo que vem de fora é melhor”, e nossa tecnologia é inferior. Infelizmente uma grande parcela dos brasileiros pensa assim, talvez essa mentalidade seja um reflexo de anos de erros da indústria nacional. Não é comum ver o repúdio de algumas marcas nacionais, do meio de TI, por parte de profissionais ou até consumidores mais instruídos. No entanto, existem produtos de marcas nacionais que entregam boa qualidade.

Se você não entendeu o motivo de começar o assunto falando da preferência dos brasileiros por produtos estrangeiros. Saiba que diversas vezes ao apresentar uma distribuição Linux brasileira para um colega da área de TI, a primeira reação foi do tipo “ih! é brasileira?”.

Creio que o primeiro ponto para uma distro BR não fazer tanto sucesso, quanto as “gringas”, é justamente “por ser brasileira”, de alguma forma é algo cultural. Obviamente que o motivo não se baseia apenas nisso, outros aspectos estão envolvidos.

Mais do mesmo


Já percebeu que em meio a tantas distribuições Linux, muitas são “mais do mesmo”? A liberdade proporciona muitas vantagens, porém, junto a ela alguns aspectos “negativos vem no pacote”. Efetuei o download do Ubuntu, mudei o wallpaper, pronto! Eis OSistemático OS. Isso é ilegal, ou é um erro fazer isso? Não! A liberdade me dá essa opção, entretanto, seria pouco relevante e não agregaria muito. No cenário brasileiro, algumas distribuições são apenas isso, mundo afora também.

Comunidade carente e liderança fraca


Outro problema que pode dificultar o sucesso de um projeto, é sua comunidade. Seja por não ter afeto aos novos usuários, por pensarem “que ainda estão nos anos 90”, ou pela desorganização. Uma distro precisa de uma comunidade organizada e forte liderança, caso contrário com tantos pitacos e palpites o sistema torna-se um Frankenstein, agradando apenas aquela comunidade inicial, sem a possibilidade de expandir para novos públicos.

Boa documentação


O Ubuntu é indicado fortemente aos novos usuários, e possui um extenso material e ótima documentação (oficial ou através de blogs e canais), o que acaba facilitando a vida de um novato. Esse é um tópico indispensável. 

Ideologia em excesso


Não sou do camarada que curte seguir uma ideologia a risca, já passei por essa época. Analisar, criticar, adaptar e evoluir são processos necessários para um projeto sobreviver em meio a tantos outros. Por essência, seguir algo sem chances para uma nova interpretação ou adaptação, acaba limitando possibilidades de crescimento.

Diferencial, a “isca no anzol”


Ser “mais do mesmo” em alguns aspectos pode não ser um grande problema. Observe que muitas distros possuem o mesmo ambiente gráfico. Todavia, o diferencial é o que “legitima” sua existência. Um bom exemplo é o Deepin, mesmo não sendo perfeito, conseguiu atrair olhares ao sistema, graças ao seu visual. O Fedora tem uma comunidade forte e, ao mesmo tempo uma empresa, como a Red Hat auxiliando o projeto. Além de ser referência, quando o assunto é GNOME.

Até no Brasil, projetos, como o Conectiva Linux e Big Linux tinham diferenciais que atraiam novos usuários. Sem uma boa “isca no anzol”, o pescador não pega peixe.

Fortes diretrizes e conceitos de design


Ter fortes diretrizes significa possuir um plano sólido, não pautado apenas em ideologias, mas pensando no futuro do projeto e seu crescimento em escala. Se o diferencial é importante, saber segmentar e visualizar qual tipo de peixe deseja pescar, pode ser mais ainda. Também não adianta ter uma isca deliciosa, se ela não atrai esse peixe. Esperar o usuário testar o sistema e ver suas qualidades, é uma estratégia falha.

“Propaganda é a alma do negócio”


Marketing é uma oportunidade para as distribuições brasileiras serem conhecidas. Existem sistemas incríveis, mas que quase ninguém conhece. Esse aspecto é debilitado no mundo Linux, ainda mais no cenário doméstico. Parece que ele só existe no mercado Enterprise. Falou em servidores, Linux possui uma propaganda atrativa, agora desktop... (é complicado).

Estrutura e mão de obra


Desenvolver um sistema operacional não é nada simples, e imagino o trabalho e estresse gerado. Possuir colaboradores ao projeto e não ser “um exército de um homem só”, é “o calcanhar de aquiles” da maioria das distribuições brasileiras. A infraestrutura necessária é cara, e a isca mencionada anteriormente, deve ser tão atrativa que não apenas usuários venham, mas sim desenvolvedores e colaboradores.

Money, money, money


“Dinheiro é o maior pecado”, na concepção de muitos usuários. Mas, eles não entendem que “amor não enche barriga” e nem sustenta um projeto. O projeto pode se sustentar com boa vontade até um certo momento, mas pergunte a qualquer líder de uma distribuição brasileira se: um bom investimento ajudaria ou não alavancar o projeto.

Uma distribuição, como instituição, não é, e nem pode ser, muito diferente de uma empresa, onde não há retorno financeiro, as coisas não vão funcionar de acordo com a paixão e o tempo livre de quem mantém o projeto, que é obrigado a trabalhar em projetos separados para manter o seu sustento.

Para isso parcerias devem ser estabelecidas, uma renda que não dependa apenas de doações. Nada disso é fácil, transmitir a sensação de importância ou um grande diferencial que chame a atenção de terceiros, que efetuem um aporte financeiro significativo ao projeto, não é de um dia para o outro.

Respondendo à questão inicial


Porque as distros brasileiras não fazem tanto sucesso quanto as estrangeiras? Por não terem todas as características mencionadas acima. Na realidade, isso não é exclusividade do Brasil, contudo, as distribuições estrangeiras possuem maior parte dos tópicos abordados, consequentemente “saem na frente”.

Durante anos utilizei como sistema padrão uma distro BR, e acompanho algumas até hoje de perto. Inclusive uma vem chamando minha atenção, com sua proposta de entregar um novo ambiente gráfico. Outra me despertou novos interesses, ao mudar de base e ir ao encontro das facilidades para um usuário comum (ou gamer).

Temos um artigo no nosso fórum onde as pessoas estão debatendo o assunto, você pode participar também clicando aqui.

Comente, deixe a sua opinião, sempre de forma respeitosa. Lembrando que este artigo é editorial e reflete a minha atual opinião sobre o tema e não propriamente a do blog Diolinux, como instituição.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Emulador de Nintendo 3DS, Citra em Snap

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

No início do ano escrevi meu primeiro artigo no blog Diolinux, curiosamente o primeiro assunto que abordei foi justamente o emulador de Nintendo 3DS Citra. Caso queira mais informações sobre o emulador, recomendo fortemente essa postagem, acesse o link e saiba mais sobre o Citra e veja outras formas de se obter o software.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Creio que não seja novidade para os leitores que acompanham meu trabalho, que sou apaixonado por emuladores e consoles. Mesmo possuindo meu New Nintendo 2DS XL, gosto de usufruir das vantagens que o Citra oferece. Na postagem anterior que indiquei, informo o processo de instalação do emulador via Flatpak e TAR.GZ. Hoje mais uma opção está disponível, por meio do formato de empacotamento da Canonical, o Snap.

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Emulador de N3DS Citra via Snap


Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “Citra” e instalar o aplicativo. Caso esteja utilizando outra distribuição Linux, segue esse tutorial ensinando a configurar o Snap em seu sistema.

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Sua instalação via terminal é bem simples, basta ter configurado previamente seu sistema (conforme mencionei anteriormente).

Instalando o Citra Snap via terminal:

sudo snap install citra-mts --edge

Removendo o Citra Snap via terminal:

sudo snap remove citra-mts

Vale ressaltar que a forma de instalação demonstrada no site do emulador é via Flatpak, porém, a construção do pacote Snap é feita diretamente do repositório Github do projeto. Se preferir via Flatpak, eis o link.

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Faça pequenas edições em seus documentos PDFs

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Experimente um editor de arquivos PDF simples e direto ao ponto, para resolver uma situação específica, sem muitas opções que possam lhe confundir. 

pdf-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux

Existe uma enorme gama de softwares no Linux que nos proporciona editar arquivos PDFs, alguns cheios de recursos e presentes em suítes offices. No entanto, às vezes a simplicidade acaba sendo uma valiosa característica. Afinal, nem sempre queremos algo muito complexo, apenas remover uma página indesejada, quem sabe adicionar uma capa ou algo do tipo.

Caso queira uma ferramenta mais avançada, acesse a postagem sobre o Master PDF Editor, se preferir uma alternativa Android, considere testar o PDFelement

Editando documentos PDFs sem dificuldades


Como mencionei anteriormente, alternativas no Linux não faltam. Durante anos utilizei o PDF Mod, por ser bem intuitivo e estar nos repositórios do Ubuntu, e de todas as distribuições que já utilizei para trabalho. Confesso que a ferramenta não é a mais recheada de funcionalidades, entretanto, sempre me atendeu.

PDF-Shuffler também propõe simplicidade de uso, manusear seus documentos PDF e modificá-los com o programa é “melzin na chupeta” (😋️😋️😋️). Veja a seguir um vídeo demonstrando o editor.


Você pode pesquisar na loja de sua distribuição por: “pdfshuffler” ou baixá-lo do SourceForge.

pdf-shuffer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Sua instalação via terminal no Ubuntu e derivados, para quem desejar, é muito simples.

sudo apt install pdfshuffler

Removendo o PDF-Shuffler:

sudo apt remove pdfshuffler

Simples editor PDF em Flatapk


Aos amantes do Flatpak, o PDF Slicer pode ser interessante. Contudo, o mesmo é muito “enxuto” possibilitando pouquíssimas modificações, comparado aos demais editores abordados neste post. Seu visual é igualmente “clean” e dispensa maiores explicações.

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja por: “pdf slicer”, enquanto, para quem possuir Ubuntu, será exigido uma prévia configuração do Flatpak e adição do repositório Flathub. Essa postagem ensina todo processo

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal para obter o PDF Slicer é opcional.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.junrrein.PDFSlicer

Removendo o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak remove com.github.junrrein.PDFSlicer

Lembrando que as alternativas apresentadas nesta postagem, não tem como objetivo serem repletas de funcionalidades, e dependendo do contexto e usuário em questão, elas são mais que eficientes.

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Informática para crianças e idosos com o GCompris

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Conheça um software incrível para o ensino de informática. Através do GCompris, crianças e idosos (ou até mesmo alguém que tenha dificuldades de aprendizado), podem começar a desbravar um novo mundo recheado de descobertas e aprendizado.

linux-informatica-educação-criança-jovem-idoso-jogos-games-educativos-logica-aprendizado-ti-ubuntu-mint-snapcraft-snap-flathub-flatpak

GCompris é um software educativo totalmente gratuito e de código aberto. Um conjunto de programas possuindo as mais variadas de atividades. Totalmente em português, o aplicativo abrange diversos temas, como: funcionamento do computador, utilização do mouse e teclado, leitura, escrita, idiomas estrangeiros, conhecimentos gerais, álgebra, geografia, jogos de memória e lógica, experimentos científicos, e muito mais.

A ferramenta é bem completa e uma ótima escolha para introduzir tecnologia e conhecimento. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando alguns recursos do GCompris.


Basicamente você poderá obter o GCompris de 3 formas: diretamente do repositório de sua distribuição Linux, via Snap ou Flatpak.

linux-informatica-educação-criança-jovem-idoso-jogos-games-educativos-logica-aprendizado-ti-ubuntu-mint-snapcraft-snap-flathub-flatpak

Particularmente recomendo o uso dos novos formatos de empacotamento (Snap ou Flatpak), pois sempre estão recebendo novas atualizações. No caso do Ubuntu, por padrão você encontrará duas versões do programa (empacotamento tradicional + Snap). Já no Linux Mint o caso é semelhante, entretanto, o Flatpak toma o lugar do Snap. Não que seja complicado adicionar suporte ao Snap ou Flatpak, pelo contrário, é uma tarefa bem simples. 

Escolher qual método de instalação fica ao seu agrado, pesquise por: “GCompris” e instale a que desejar ou dê preferência aos formatos Snap e Flatpak.

GCompris via Snap


O Snap é padrão no Ubuntu, como mencionado anteriormente, bastando pesquisar pelo programa. Usuários de outras distribuições podem seguir essa postagem e adicionar o suporte ao sistema. Logo após instalar diretamente pela loja, caso haja esse suporte, ou via terminal.

Instalando o GCompris Snap via terminal:

sudo snap install gcompris

Removendo o GCompris Snap via terminal:

sudo snap remove gcompris

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GCompris via Flatpak


Aos usuários do Ubuntu que optaram pela versão contida no repositório Flathub, segue a postagem ensinando como configurar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório na qual o GCompris se encontra. Em seguida, pesquise normalmente na loja pela aplicação e efetue sua instalação.

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GCompris Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.kde.gcompris

Removendo o GCompris Flatpak via terminal:

flatpak remove org.kde.gcompris

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