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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

distro-distribuição-linux-popular-maior-mais-famosa

Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

distro-distribuição-sistema-linux-mais-procurado-pesquisado-google-ubuntu-fedora-mint-manjaro

A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Linux Mint 19.2 já tem nome, novidades e novo repositório para testes

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terça-feira, 2 de abril de 2019

Os desenvolvedores do Linux Mint fazem um report mensal do projeto no blog oficial. Em Março, mês passado, tivemos muito planejamento feito pela equipe para o Linux Mint 19.2, que deve sair entre Maio e Junho desse ano.

Linux Mint 19.2 Tina






O codinome da nova versão será "Tina", sem maiores explicações, mas seguindo a velha lógica da mesma letra do alfabeto para versões com a mesma base, e nomes femininos terminando com a letra "A". O sistema continuará baseando-se no Ubuntu 18.04.2 LTS, como era de se esperar.

Nos post de anúncio tivemos alguns parágrafos dedicados a conversar sobre a profissão de desenvolvedor do sistema, com várias reflexões sobre o assunto, parecendo um real desabafo, você pode ler na íntegra aqui.

No mês passado os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram a intenção de reformular o site da distro e o próprio logotipo, segundo as informações, ainda não foi chegado a um concenso de como as coisas devem ser, mas que o caminho para isso já está mais claro.

Melhorias visuais


Talvez esse realmente seja o maior ponto fraco do Linux Mint. O tema atual está longe de ser horrível, mas convenhamos que ele também não causa nenhum "uau!" para quem vê pela primeira vez, possuindo vários recursos interessantes que não é tão comum de ver em outras distros, como uma variação de cores entre GTK e ícones para todos os gostos praticamente, mas ainda assim, parece não ser o suficiente.

Os desenvolvedores comentaram que ficam meio divididos por conta do Linux Mint costumar oferecer uma experiência sólida em relação a usabilidade e aparência, os usuários que gostam da distro como ela é, não parece ser tão favoráveis a mudanças, incluindo no próprio site, mas mesmo assim, a galera do Mint parece estar ciente de que as coisas precisam de uma modernizada. 

Hábito é uma coisa muito muito complicada mesmo.

Ainda que as mudanças não sejam drásticas, algumas coisas podem parecer um pouco diferentes no Linux Mint 19.2 em relação ao 19.1. 

Um desses pontos é o contraste entre os elementos na tela. Na última atualização o tema "Mint-Y", padrão atual do sistema, recebeu muito mais contraste do que antes e aparentemente os desenvolvedores ainda não ficaram satisfeitos com o resultado. Você pode ver alguns exemplos do trabalho sendo realizado nesta página.

Linux Mint novo tema

Outra novidade virá à partir das fontes. Agora as fontes Noto, usadas na versão atual do Linux Mint serão substituídas pelas fontes Ubuntu, você pode acompanhar o progresso em relação a isso nesta página do GitHub onde existem algumas comparações. A fonte OpenSans, que o elementary OS utiliza foi considerada também, mas no fim das contas, a fonte Ubuntu acabou ficando.

Por conta disso os pacotes fonts-noto, fonts-noto-hinted and fonts-noto-unhinted serão removidos do sistema, este último estava causando peguenos engasgos no Chromium, então, dois problemas resolvidos de uma vez. O suporte a Emojis deve funcionar melhor também nessa nova versão.

A cor do Mint pode mudar?


Há algum tempo eu falei por email com o Clement Lefebvre, líder do projeto Linux Mint, sobre coisas que poderiam ser melhoradas no Mint. Lembro que sugeri a mudança do tema do Mint para azul, ficando um pouco mais padrão de mercado e "fresh Mint", por assim dizer, sem tirar, claro, a possibilidade da galera voltar para o verde.

Na ocasião ele concordou comigo sobre o tema, porém, indicou que mudar a cor do projeto realmente faz mudar boa parte da identidade visual da distro, o que pode ser bom ou ruim, dependendo de como for feito.

Nesta página no GitHub, Clem comenta sobre a questão dos tons do Linux Mint, comentando essa questão do "azul" que eu havia mencionado, informando que a decisão atual irá focar mais em diminuir a cor verde da interface.

Mostrando um comparativo de como o tema do Linux Mint força muito mais a sua cor acendente do que outros temas, por exemplo:

Paleta de cores do Linux Mint atual
Paleta de cores do Linux Mint atual

Paleta de cores do Adwaita
Paleta de cores do tema Adwaita do GNOME

Paleta de cores do Adapta
Paleta de cores do tema Adapta
Como podemos ver, o tema do Linux Mint (Mint-Y) acaba forçando a presença do verde em vários lugares onde os outros temas não o fazem, e isso só é bom se você gosta muito de verde e não conheço muita gente que goste, ao menos não desse verde que o Mint usa. Por isso, a ideia é alterar esse comportamento aos poucos e dar opções de ajustes de cores para os usuários, assim o Mint não vai perder sua identidade e você poderá fazer as alterações como quiser e deixar o Mint com a sua cor favorita.

Sinceramente, torço para que a o tema Adapta com as suas várias cores entre no sistema.

Para finalizar o assunto do tema, temos também a informação que o Linux Mint suportará melhor os Dark Mode das aplicações. Não sabemos ainda como exatamente isso vai funcionar, acho que vamos ter que aguardar pra ver.

Melhorias no Cinnamon


O Cinnamon Desktop é a "menina dos olhos" do Linux Mint. Apesar da interface ter diversos colaboradores, o Cinnamon foi um projeto que nasceu pelo Linux Mint e é ali que ele recebe os seus principais incrementos.

O foco principal é no "Muffin", que apesar de ter um nome de "bolinho", é um componente muito sério. O Muffin é o compositor de janelas do Cinnamon, assim como o Mutter é no GNOME. O foco da equipe do Linux é fazê-lo funcionar de forma ainda mais flúida.

Foram feitas reconstruções e seu código e tudo foi documentado no GitHub, as mudanças tem muito potencial, porém, estão consumindo bastante tempo da equipe, especialmente por se tratar de uma parte tão sensível do sistema, mas segundo os próprios membros da equipe, melhorias no WM (Window Manager) valem o esforço.

A possibilidade de habilitar e desabilitar o VSYNC não exige mais a reinicialização do Cinnamon, e aqui temos mais novidades, como a adição da escolha entre 3 tipos diferentes de VSYNC, o que deve acabar com o tearing de uma vez por todas em todos os casos (cruzem os dedos). Por fim, teremos uma novo applet para manuseio de impressoras no Cinnamon.

Novo repositório de testes


Ao contrário do Ubuntu, que gera ISOs diárias (daily builds) do sistema em desenvolvimento, o Linux Mint sempre foi mais restrito neste sentido.

Para quem deseja acompanhar a evolução do projeto, agora existe um novo repositório "Alpha", que permite que você tenha as versões instáveis do Cinnamon e do restante de aplicações do Desktop do Linux Mint, como Nemo, e as "Mint tools", como o gerenciador de atualizações, gestor de drivers, etc.

Este repositório é um simples PPA que você pode adicionar à versão estável do Linux Mint e torná-lo instável (olha que maravilha!). Nem preciso dizer que você NÃO DEVE FAZER ISSO, a menos que saiba exatamente o que está fazendo e que NÃO SEJA na sua máquina de trabalho.

Para adicionar esse repositório, você pode usar estes comandos no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:linuxmint-daily-build-team/daily-builds 
sudo apt update
sudo apt full-upgrade 

Aguardemos os próximos capítulos, ainda temos alguns meses até o lançamento e muita coisa pode acontecer.

O que você achou da versão 19.2 do Linux Mint?

Até a próxima!
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Como instalar o VirtualBox 6.0 no Linux

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Hoje você aprenderá a instalar a ferramenta de virtualização de sistemas, Virtualbox, confira o passo a passo e aprenda a usar o recurso para o seu trabalho ou estudo.

oracle-virtualbox-vbox-linux-ubuntu-mint

O VirtualBox é uma ótima ferramenta para estudos ou até mesmo testes, é comum profissionais de TI e entusiastas utilizarem softwares de virtualização para simular um comportamento, aprender algo novo, ou simplesmente conferir um SO.

Veja o vídeo a seguir e entenda um pouco sobre virtualização de sistemas.


Antes de partir propriamente para instalação, e pôr as “mãos na massa”, confira um pouco das novidades contidas a partir da versão 6.0 do VirtualBox.


  • Exportação de máquinas virtuais para Oracle Cloud Infrastructure;
  • Suporte a gráficos 3D para VMs do Windows;
  • Introdução de um novo gerenciador de arquivos, que permite copiar arquivos entre VM e host;
  • Suporte a resoluções HiDPI aprimorada;
  • Suporte ao acesso de discos convidados pelo host em sistemas macOS;
  • Nova interface da aplicação;
  • E muito mais…

Pré-requisitos para instalação do VirtualBox 6.0 


Em primeiro lugar vamos instalar alguns pacotes, caso ainda não estejam instalados em seu sistema. O procedimento pode ser feito via terminal ou via Synaptic, para adicionar tais softwares a sua distro.

Os seguintes pacotes serão instalados: gcc, make, linux-headers-generic e o dkms

Você poderá instalar cada pacote com o Synaptic, conforme a imagem abaixo, ou utilizar os referentes comandos no terminal:

sudo apt update 

sudo apt-get install gcc make linux-headers-$(uname -r) dkms

synaptic-virtualbox-vbox

Outro passo importante é remover a versão anterior ao VirtualBox 6.0, se por algum motivo a tenha instalado no sistema, podendo ser feito por interface gráfica ou via comando.

sudo apt remove virtualbox virtualbox-5.2

Baixando e instalando o VirtualBox 6.0


Neste ponto cabe uma observação. Existem duas maneiras de se instalar o VirtualBox direto do site em seu sistema, adicionando o repositório oficial ou efetuando o download do arquivo “.deb”, irei demonstrar ambas.

Adicionando o repositório do VirtualBox em seu Ubuntu, Linux Mint e derivados


Execute o comando para adicionar a chave do repositório ao seu sistema.

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox_2016.asc -O- | sudo apt-key add -

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

Adicione o repositório com os pacotes do VirtualBox.

sudo sh -c 'echo "deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian $(lsb_release -sc) contrib" >> /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list'

Agora instale o VirtualBox na sua distribuição.

sudo apt update && sudo apt install virtualbox-6.0

Baixando o VirtualBox do site e instalando no sistema


A segunda forma é efetuando o download diretamente da página oficial, e baixando o pacote “.deb” referente a sua versão do sistema.

download-virtualbox-linux-mint-ubuntu

Logo após, dê 2 cliques no pacote “.deb” e instale normalmente.

Tenha em mente que desta maneira as atualizações deverão ser feitas manualmente, baixando a cada nova versão e instalando-a outra vez. Este método é interessante caso queira atualizar apenas quando desejado.

Adicionando o pacote de extensões do VirtualBox


No site do VirtualBox, efetue o download do pacote de extensões com ele você terá algumas funcionalidades a mais no programa, como suporte à devices via USB entre outras coisas.

(procure algo como: “VirtualBox Extension Pack”, entretanto observe e baixe conforme a versão do Virtualbox instalado em seu sistema).

Para o download da versão 6.0, basta clicar no botão “download” a seguir.

 Baixe o pacote de extensões  do  VB.

Vá até o local que baixou o arquivo, clique com o botão direito do mouse e abra com o VirtualBox.

extension-virtualbox-adicional

Instale o pacote de extensões e aceite os termos de licença.

instalar-vbox-adicional

E pronto! Agora você poderá criar suas VMs e efetuar diversos testes, sem medo de comprometer seu sistema real.

interface-nova-virtualbox

Aprenda a trabalhar com o software e domine o VirtualBox, vídeo super completo sobre o tema.


Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux, e façam seus inúmeros testes no VirtualBox, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Oomox, uma ferramenta para criar temas GTK

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Recentemente disponibilizamos uma personalização do tema Mint-Y, todo customizado “na unha”, e com o processo explicado passo-a-passo num vídeo na Twitch.

O resultado final foi esplêndido, porém trabalhoso, sendo preciso alguns softwares para criar tal customização, o GIMP como sempre presente 😉😁😁, entretanto por ser algo demorado algumas pessoas desistirão no meio do caminho, mas existe uma solução prática e acessível, agradecemos ao nosso leitor Jhonatan Dias pela dica.

temas-gtk-oomox

Caso queira customizar seu sistema, sem ter muito trabalho, a ferramenta Oomox é ideal para você, com ela a criação de temas GTK será rápida e intuitiva.

Instalando a aplicação Oomox


Na página do GitHub do Oomox você verá diversas formas de instalação para cada distribuição Linux. No caso do Ubuntu, Linux Mint e derivados, você pode efetuar o download de um arquivo “.deb” e instalar via interface gráfica, ou instalar a versão em Flatpak, diretamente do Flathub ou loja do seu sistema, caso esteja habilitado.

Não sabe como adicionar suporte ao repositório Flathub no seu Ubuntu? Confira o post e configure o Flatpak em seu sistema (no Linux Mint 19 o Flatpak já vem habilitado por padrão).

Depois de habilitar o repositório Flathub ao seu sistema, basta pesquisar na loja por Oomox, e instalar o programa.

oomox-flatpak-temas-gtk

A interface do Oomox


O software tem sua interface dividida basicamente em 4 elementos, uma barra superior com botões responsáveis por ações como: “Importar esquemas de cores”, “Clonar o tema”, “Salvar o tema”, “Renomear o tema”, “Excluir o tema”, “Exportar o tema”, “Exportar os ícones”, “Exportar os esquemas de cores para o terminal” e um menu hambúrguer com todos os atalhos do programa.

A parte principal da aplicação é subdividida em 3, na esquerda ficam os “‘Presets” e “Plugins”, com variações de temas oferecidas previamente pelo programa, e também ficará os temas customizados e criados pelo usuário.

No centro ficam propriamente todas as opções de customizações dos temas, como o “Theme Style” que lhe permite personalizar e criar temas baseados no momento em 3 temas super conhecidos pela comunidade, que são: o “Numix”, “Material” e “Arc”.

Além das cores dos temas e seus elementos, existe a possibilidade de criar alguns temas de ícones com variações de cores, como esquemas de cores para o terminal.

A última parte do software na direita, fica o preview das modificações em tempo real, muito útil e evitando a aplicação manual do tema para ver os resultados.

oomox-interface-tutorial

Criando seu tema


Existem diversas maneiras de se criar um tema no Oomox, entretanto julgo mais simples proceder da seguinte maneira:

1º Encontre um Preset de um tema que goste e clone o tema.

2º Modifique as cores conforme seu senso crítico de design, afinal o tema é seu.

Para modificar os valores, basta clicar nos quadrados e escolher conforme a paleta de cores, ou digitar o valor hexadecimal da cor.

3º Depois de customizar todas as cores, do preset escolhido e do theme style, salve o tema.

4º Na barra superior clique em “Export Theme”, uma janela aparecerá, marque a opção e dê prosseguimento a ação, aguarde o processo finalizar.

exportar-tema-gtk-oomox-tutorial

Seu tema será exportado para pasta do seu usuário atual, na home, dentro de “.themes”.

oomox-tema-exportado-distribuir

Você poderá distribuir cópias deste seu tema para amigos, e caso queira dos ícones também, basta clicar em “Export Icons”, e eles serão exportados para pasta “.icons” do seu usuário atual.

Para visualizar as pastas ocultas tanto no Mint como no Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas CTRL+H, e as pastas serão visíveis.

Aplicando o tema no Ubuntu (Gnome)


No Ubuntu pesquise na loja por “Ajustes do Gnome” e instale o programa, caso deseje faça via terminal com o comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

baixar-gnome-tweak-tool

Pesquise por “Ajustes” no menu do Ubuntu e abra o programa.

executar-gnome-ajustes

Na aba “Aparência”, selecione o seu tema na opção “Aplicativos”.

setar-tema-oomox

Aplicando o tema no Mint Cinnamon


No Linux Mint pesquise por “Configurações do sistema” no menu, logo em seguida acesse a opção em “Aparência>>Temas”.

temas-linux-mint

Em temas notará diversas alternativas, como “Borda da janela”, “Controles” e “Área de Trabalho”. Selecione o tema que acabou de criar em cada uma destas opções e customize sua distro.

temas-linux-mint-configurar-oomox

Com essa aplicação é muito simples modificar a aparência do sistema e deixá-lo ao seu gosto, recomendo por sua criatividade e “lado artístico” à prova e sair criando numerosos temas GTK.

Gostou da aplicação Oomox? Já conhecia ou utilizava? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o programa.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o tema do Diolinux no Linux Mint - Mint-Y Dark Transparent Blue

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Não é de hoje que muita gente vem pedindo qual tema eu utilizo no meu Linux Mint 19.1 Cinnamon, e a verdade é que ele não é nenhum tema "comum", pois ele foi customizado por mim, baseando-se no tema "Mint-Y Aqua Dark", que já vem com o sistema. Eu demonstrei como fazer ele, alterando os códigos de CSS em uma live na Twitch recentemente, e a galera curtiu muito!

Tema Linux Mint transparent






Como eu havia mencionado, o tema foi ajustado ao vivo em maiores detalhes, conforme você pode conferir no trecho da live abaixo:




Você pode seguir a gente na Twitch para acompanhar as lives diárias que acontecem, seria ótimo ter a sua presença! ☺ Como comentei na live, essa customização nasceu de uma questão levantada no nosso fórum, o Diolinux Plus, onde você também pode participar gratuitamente.

Esse print abaixo foi tirado da aba da comunidade do canal Diolinux no YouTube, como você pode ver, o tema chamou bastante atenção:

Customizando temas Linux Mint


O que é o tema?


Em poucas palavras, um projeto inacabado que apetece o meu gosto. Inacabado porque certamente muitos detalhes podem ser melhorados e ajustados, no entanto, estou satisfeito com o resultado atual e sem muita vontade e tempo de alterar muito as coisas, mas hey! Ele é open source! Sinta-se livre pra modificar e redistribuir. 😎

O tema é composto da modificação do tema padrão alternativo do Linux Mint, chamado "Mint-Y Aqua" na sua variante "Dark", inclusive, essa é a única variedade oferecida para o GTK pelo tema, se você gosta das coisas clarinhas, i'm sorry. O Painel do Cinnamon recebeu alterações em seu CSS e tem cores que combinam com o restante do tema, além de possuir uma agradável aparência. O tema de ícones é o "Papirus Dark", que oferece um toque final coerente para o restante do tema, que predomina um belo "azul macOS".

De forma geral, o painel e o menu são semi-transparentes, o GTK das pastas é um pouco mais escuro que o normal e o azul é um pouco mais tonalizado, para criar maior contraste, os ícones combinam com o azul do tema e não desrespeitam (muito) os aplicativos de terceiros.

Eu expliquei como fazer todas as alterações no nosso fórum e no vídeo da live acima, então é só gastar um tempo estudando se quiser modificar alguma coisa. 😊

Como baixar e instalar


O tema foi montando sobre o Cinnamon 4.x, não foi testando em versões anteriores, por isso não sei dizer se a compatibilidade está "Ok" com versões anteriores do Linux Mint (e do Cinnamon), no entanto, ele deve funcionar em qualquer distro que use o Cinnamon na mesma versão, ainda que o Linux Mint seja o nosso alvo.


Você pode baixar o arquivo do link acima para a pasta que preferir, ele tem pouco menos de 17 MB e é um arquivo tar.gz, de modo que ele deve abrir normalmente em qualquer distribuição Linux, basta dar dois cliques no arquivo, dentro dele você verá uma pasta com o nome do tema e dentro dela as pastas ".icons" e ".themes", basta extrair as duas para a sua pasta Home.

Temas Linux Mint

Depois de feita a extração, os temas estarão disponíveis na sessão "Temas" no painel de controle do Cinnamon, permitindo a alteração:

Configurações de tema

Apenas adicione nas configurações os itens conforme dispostos na imagem acima para ter o resultado final e, obviamente, você pode brincar com as customizações à vontade. Se quiser aprender a personalizar ainda mais o Cinnamon, confira este tutorial.

Até a próxima!
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Como instalar a última versão do Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O Mesa Driver é um driver de vídeo de código aberto que é utilizado em praticamente todas as distribuições Linux, o projeto Mesa libera drivers de código aberto para placas Nvidia, Intel e AMD, e hoje você vai aprender a atualizar os drivers do Ubuntu sem precisar alterar a versão do Kernel.

Mesa Driver



Essa dica pode ajudar muito você que usa Ubuntu ou algum sistema derivado e quer ter os drivers abertos mais recentes para melhorar os FPS dos games, quem sabe até melhorar autonomia da bateria do seu Notebook devido as otimizações.

Este PPA de Mesa Driver é recomendado especialmente para quem usa drivers open source, especialmente quem usa chip Intel ou AMD, quem usa Nvidia pode muito bem usar os proprietários seguindo este outro tutorial e desempenho será melhor.

Alterar componentes gráficos pode ser algo sensível no sistema, então prossiga sabendo que caso algo dê errado, você terá que reverter o processo.

Se você prefere fazer as coisas sem utilizar o terminal, acesse este tutorial.

Recomendo instalar o PPA Purge para remover os pacotes caso haja algum problema.
sudo apt install ppa-purge
Você pode verificar a sua versão do Mesa Driver instalado usando o seguinte comando:
glxinfo | grep "OpenGL version"
Agora vamos adicionar o PPA do Mesa Driver, rode no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Este comando acima adiciona o repositório dos drivers, agora podemos atualizá-lo e depois atualizar o sistema para receber os novos pacotes:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Depois de atualizado, você precisa reiniciar o computador, você pode rodar novamente o comando para verificar a versão do Mesa Driver e ver em qual versão você está. 

Caso algo saia errado ou por qualquer outro motivo você queria remover os drivers e voltar ao normal use:
sudo ppa-purge ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Depois da remoção você deve reiniciar o computador e você estará de volta com os drivers originais do sistema.

Até a próxima!
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Como instalar Yu-Gi-Oh! Duel Links (PC) no Linux via Steam Play

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Duel links é o atual popular título da Konami da franquia milionária Yu-Gi-Oh! O game vem fazendo muito sucesso, sendo lançado primeiramente para dispositivos móveis, tendo mais de 10 milhões de downloads na Google Play, posteriormente chegando aos PCs pela Steam, onde é gratuito e disponibilizado para Windows originalmente, mas graças ao Proton e ao Steam Play você pode jogar no Linux como se fosse um game nativo.

duel-links-steam-play-proton-linux






O procedimento para fazer a instalação é realmente simples, porém, é necessário fazer um pequeno ajuste para rodar o jogo perfeitamente. Primeiro eu vou te explicar como fazer a instalação, depois eu te explico o porque da instalação precisar ser feita dessa forma.

Como fazer a instalação do Duel Links no Linux


Existe aqui um pequeno passo a passo, sendo que alguns destes passos não são necessários caso você já utilize o Steam Play com o Proton para outros games.

1 - Nas configurações do seu cliente Steam, ative a compatibilidade com o Steam Play

Temos um artigo aqui no blog explicando o passo a passo para habilitar a ferramenta, com dois ou três cliques você consegue ativar a funcionalidade, basta conferir aqui. Se você já tem o Steam Play ativado, esse passo pode ser desconsiderado.

2 - Faça o download do Game

O Duel Links é um game bem pequeno no seu download inicial, mal chegando aos 100 MB de tamanho, ainda que requeira até 4GB de espaço em disco caso você queira baixar as imagens das cartas em alta resolução. Procure pelo game na Steam e instale normalmente, mas não clique em jogar ainda.

Em tese, isso deveria ser o suficiente, ou seja, é o mesmo processo que você faria no Windows, entretanto, o Duel Links necessita do Net Framework 4.5 para rodar, no Windows o game considera que essa dependência já está instalada, pois geralmente está (caso não esteja, mesmo no Windows, você precisará instalar), já no Linux, obviamente ela não está instalada, por se tratar de um componente Windows.

O jogo precisa também do DirectX, do VCrun, entre outras dependências, porém estas são instaladas ao clicar em "jogar" ou "play" pela primeira vez, como a maior parte dos games. Como você deve estar imaginando, a grande questão aqui é instalar o Net Framework 4.5 no Steam Play, no prefixo do Proton do Duel Links.

Eu sei, até soa meio complicado, mas não é, vai por mim.

3 - Instale o Winetricks

Vamos precisar do Winetricks para instalar esse complemento, além de ter o próprio Wine instalado para evitar estes problemas, precisamos dos seguintes pacotes:
  • wine64 
  • wine32-preloader 
  • winetricks
Você pode procurar por eles no seu gerenciador de pacotes ou loja de aplicativos e instalar um por um, no caso do Ubuntu, com a GNOME Software como loja, esse tipo de pacote não é encontrado, então você pode usar o Synaptic para isso, já no Linux Mint, você tem esse recurso através da loja do sistema.

WINE-LINUX-INSTALL
Gerenciador de pacotes do Linux Mint
Caso você use outra distribuição, consulte o gerenciador de pacotes da sua distro e procure pelos pacotes mencionados. Caso você use Ubuntu ou Linux Mint, é possível instalar todos os pacotes com um comando único no terminal:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y
O próximo passo é instalar, via Winetricks, o pacote dotnet4.5, que referencia o Netframework 4.5.

Para fazer isso, o Winetricks pode ser aberto pelo menu, ele é uma aplicação gráfica, porém, atente-se para escolher o diretório onde o game (Duel Links) está instalado, originalmente no Steam Play ele fica nesse diretório:

home/dionatan/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx

Onde o nome dionatan deve ser substituído pelo nome do seu usuário, selecionando a opção de instalar complementos e adicionando o DotNet4.5, entretanto, eu acho mais fácil rodar outro comando simples que vai fazer todo o processo por você:
WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Não sei se você percebeu, mas se você quiser fazer tudo de uma vez pelo terminal, algo quase mágico que o Linux proporciona, você pode instalar os programas necessários e "aplicar o patch" no jogo copiando e colando este único comando no terminal, tudo de uma vez:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y && WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Simples e rápido.

4 - Agora é só jogar! 

Com este pequeno ajuste é possível jogar o game normalmente, basta clicar em "Play" ou "Jogar", aguardar a instalação daqueles componentes que o jogo precisa e logar com a sua conta. O ideal é ter a sua conta atrelada ao perfil da Konami para poder recuperar os seus decks do game que você joga no Smartphone.

Seguem algumas telas do game rodando no Linux Mint 19.1:

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

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Como melhorar a situação?


O game roda perfeitamente bem, sem travamentos, engasgos ou qualquer outra coisa, porém, sabemos que ele não é um primor de porte. Parece que Konami simplesmente jogou o Duel Links dentro do Unity 3D e exportou para PC, e não se preocupou nem em adicionar todas as dependências que o jogo precisa para instalação na primeira "run" do jogo.


Felizmente rodar ele no Linux, apesar do ajuste, hoje em dia é muito simples, mas poderia ser ainda mais, caso esse passo fosse desnecessário, e é aí que você entra. Fale com a Konami no Twitter, mande e-mails e peça pela simples inclusão desse pacote no instalador do jogo, provavelmente até quem joga no Windows vai se beneficiar.

Até a próxima e que o coração das cartas esteja com você!
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Linux Mint 19.1 - Como atualizar da versão 19 sem formatar

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram a versão 19.1, de codinome "Tessa", recentemente. Hoje, um dia após o lançamento da versão mais recente, as informações sobre a atualização para a última versão do Linux Mint foram divulgadas. Aprenda agora a atualizar para a versão mais recente da distro sem precisar formatar o seu computador.

linux-mint-191-upgrade






Eu fiz a atualização do meu Linux Mint 19 (Cinnamon) para a versão 19.1 esta manhã, estou usando o sistema o dia todo praticamente e não encontrei qualquer problema até então. Vou te ajudar no procedimento, vamos lá?

Como atualizar o seu Linux Mint para a última versão


1 - O primeiro passo é ter certeza de que você está com todas as suas atualizações em dia. Abra o gerenciador de atualizações pelo menu ou pelo ícone na barra de indicadores, clique em "Atualizar" e se houverem atualizações, aplique-as antes de continuar.

Atualização Linux Mint

Por questão de precaução, os desenvolvedores sugerem que você faça um backup/snapshot do sistema através do TimeShift, a ferramenta de backups do Linux Mint que você encontra no menu. O procedimento não deve falhar, mas em todo caso, se você quiser ter uma segurança a mais é uma boa prática.


2 - O próximo passo é no próprio gerenciador de atualizações, clique no menu "Editar" e você deverá encontrar a opção "Atualizar para 'Linux Mint 19.1 Tessa'", clique na opção.


3 - Você será recebido com a tela de boas-vindas da atualização, onde existem notas da versão para você conferir, informações sobre novos recursos e requisitos mínimos para usar a nova versão. Para saber mais sobre as novidades do Linux Mint 19.1, confira o artigo que fizemos sobre o lançamento da versão.

Uma dica importante, caso você use um Notebook, vale ressaltar a importância de deixar o computador na alimentação ou ao menos, ter a bateria bem carregada. O tempo de atualização demora de acordo com a velocidade da sua internet e também a capacidade do seu hardware.


4 - Depois de iniciar a atualização, uma janela com uma barra de progresso será exibida, de forma geral você não precisa interagir com ela, mas no meu caso, como eu uso uma extensão do Nemo para o Dropbox que oferece uma integração extra, foi necessário clicar em "ver mais" e confirmar a adição do pacote, pressionando a letra "y" de "yes", e pressionando "enter".

Aguarde o processo de atualização acontecer.

Mint-upgrade

5 - Quando a atualização finalizar, reinicie o computador para ter certeza de que tudo está carregado normalmente. Caso você tenha temas instalados, applets extras ou extensões no Cinnamon, pode ser necessário reconfigurá-los ou atualizá-los. Caso você tenha um ambiente customizado, o novo layout do Linux Mint, com ícones  na barra, não será carregado por padrão, para isso, procure no menu pelo aplicativo "Tela de Boas Vindas", nele você poderá alterar o layout.

welcome-linux-mint


6 - Seu Linux Mint está pronto para o uso, basta aproveitar o sistema, com Cinnamon 4.x, melhorias de desempenho e velocidade.

linux-mint191-upgrade-finalized

Passos opcionais


Se você quiser deixar o sistema com os pacotes padrões que os desenvolvedores planejaram, outros dois passos podem ser feitos, a instalação de alguns pacotes e remoção de outros, copie e cole estes dois comandos no terminal:

apt install p7zip-full va-driver-all xul-ext-lightning
apt remove --purge xscreensaver-data xscreensaver-data-extra xscreensaver-gl xscreensaver-gl-extra cinnamon-screensaver-webkit-plugin cinnamon-screensaver-x-plugin
Curiosidade: Repare que agora não é mais necessário usar o "sudo" no início do comando, o terminal entende que você está tentando rodar algo que necessita de privilégios de administrador e pede a senha, que agora exibe caracteres, assim como acontece no elementary OS.

Para mais informações sobre a atualização das versões, confira o artigo no blog oficial do Linux Mint.

Até a próxima!
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Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Se você estiver procurando uma opção bacana de tema de ícones para a sua distro Linux e pretende colocar um tema bem estilizado e com um conceito um tanto diferente, especialmente se você curtir as famosas “long shadows”, você vai adorar o tema “Shadow”.

 Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux










O Shadow é um tema flat para GNOME 3.10+ e interfaces “filhas” Na versão 4 contém mais de 980 ícones de apps e mais de 2200 ícones para o sistema e afins.




Instalando o tema Shadow


Baixe o tema à partir do GitHub ou do "GNOME Look", ele virá em um pacote compactado (zip), basta extrair o tema do arquivo compactado para a pasta .icons (ponto icons) dentro da sua pasta pessoal. Depois é só fazer a alteração do tema pelo software adequado a sua interface gráfica.



No Linux Mint você pode usar as próprias configurações do sistema e no Ubuntu, use o GNOME Tweaks.

Quem deseja fazer o processo de instalação pelo terminal pode seguir os seguintes passos:

git clone https://github.com/rudrab/Shadow.git

mv Shadow-master /home/$USER/.icons/

Se for pelo Gnome-Look, basta baixar e extrair o .tar.xz dentro da pasta “icons” que você criou

Feito isso, agora você pode desfrutar do novo tema para o seu sistema.
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