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Ícone do Dropbox não iniciando no Linux Mint Cinnamon? Veja como resolver!

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Hoje eu tive um problema curioso no Linux Mint com Cinnamon. Reparei que o ícone indicador do Dropbox, o popular serviço de armazenamento em nuvem, não estava aparecendo na área de indicadores, ainda que o serviço estivesse funcionando corretamente. Como a solução do problema foi simples, eu resolvi compartilhar com você, caso você tenha o mesmo o problema, já saberá como resolver. ☺

Linux Mint Cinnamon Dropbox






O Cinnamon tem dois tipos de suporte para os tradicionais indicadores, usados para inúmeras aplicações, os indicadores "legados" e os integrados com o Shell do Cinnamon.

Para usar os indicadores de forma mais eficiente eu recomendo que você ative o suporte para indicadores integrados acessando o Painel de Controle >> Geral >> Marcar a opção "Habilitar Suporte para ícones indicadores na Área de Notificação (necessário reiniciar o Cinnamon)".

Configuração de indicadores Linux Mint

Geralmente, ao habilitar essa função, o Cinnamon recarrega os ícones automaticamente, caso não aconteça você pode reiniciar a interface facilmente clicando com o Botão direito na barra tarefas >> Resolução de Problemas >> Reiniciar Cinnamon. Não é necessário reiniciar o computador ou anda parecido, a tela apenas vai "piscar" e voltar ao normal.

Resolvendo o problema do Dropbox


Estes primeiros passos são necessários para a ativação correta dos indicadores, mas ainda assim, o Dropbox não estava aparecendo, ao menos para mim. Para resolver o problema é simples, mas vamos garantir que algumas coisas estão funcionando corretamente antes:

👉  Confira no aplicativo "Monitor do Sistema" e veja na aba "Processos" se o Dropbox está rodando.

Linux Mint Dropbox

Caso você encontre o processo, é sinal de que o daemon do Dropbox está funcionando corretamente, o único problema é realmente o indicador.

👉 Uma forma de corrigir o problema é rodar este comando no terminal:
dropbox stop; dbus-launch dropbox start
Se funcionar, ótimo! Só precisamos alterar as configurações de inicialização do Dropbox para que a correção já funcione quando você ligar o seu computador, para isso é simples, procure no menu por "Aplicativos da Inicialização" e nele, procure pelo Dropbox.

Dropbox Indicator

Basta dar dois cliques para editar os parâmetros de inicialização, na sessão "Comando", altere o valor padrão para:
dbus-launch dropbox start
Depois disso é só salvar. Para testar, encerre a sessão ou reinicie o computador para ver se agora o Dropbox está iniciando corretamente. 

Até a próxima!
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Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A empresa Tracktion Software está disponibilizando para baixar a sua poderosa ferramenta de produção de áudio digital multiplataforma ou em inglês “Digital Audio Workstation” (DAW) de forma gratuita.

Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça







Se você está procurando um software para produção de áudio em DAW o Tracktion 7 é uma boa ferramenta para isso. Uma boa alternativa aos programas Audacity e o Ardour.

T7 DAW (ou Tracktion 7) teve a sua primeira versão lançada em 2016 custando US$59 e tendo uma recepção muito boa da mídia especializada e recebendo vários prêmios pela qualidade do produto oferecido.

O T7 DAW é um Freeware ( e não open source) e que se você precisar de plugins complementares e o suporte dado diretamente pela empresa, você terá que pagar por isso, mas se precisar eles disponibilizam um fórum para ajuda, além de um FAQ para Linux.


               


Ele é multiplataforma, podendo ser usado em Linux (Ubuntu, Mint e derivados), RaspBerry PI, macOS e Windows

A interface dele sendo single-panel (painel único) foi pensada em deixar mais dinâmica e rápida para mixar e fazer gravações, como aplicar correções, efeitos entre outros em ilimitadas trilhas apenas usando o arrastar e soltar.

Outra coisa boa que foi confirmado por eles, é que a versão Free não terá nenhuma limitação em relação às versões pagas.

Para rodar ele na versão para Linux (Ubuntu, Mint e derivados) você vai precisar de um processador Intel Core i5 2 GHz e no minimo 4 GB de memória RAM, mas se recomenda  8 GB de memória RAM.

Para baixar ele você vai precisar entrar no site da Tracktion Software e fazer um rápido cadastro, para que eles possam mandar um link onde você poderá baixar o programa, que está no formato .deb, e também ativar o seu programa, após estes passos, para “desbloquear” o seu programa você vai usar o seu login e senha criados no site anteriormente. Um “preço justo a se pagar” para ter um software profissional em mãos. 

Acho muito legal ter mais alternativas para esse segmento do mercado de produção de áudio profissional, e assim mostrando que a plataforma Linux é um meio viável para isso.

Mas digam aí nos comentários se você já usou a ferramenta ou se vai testar o “poderio” dela. =)

Forte abraço e ate a próxima.

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Linux Mint Debian Edition (LMDE) 3 "Cindy" Beta está disponível para download!

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terça-feira, 31 de julho de 2018

A nova versão do Linux Mint (Debian Edition), também conhecida pela sigla "LMDE", está chegando a uma nova release e agora você pode testar o Beta da versão 3 com Cinnamon.

Linux Mint Debian Edition 3 Beta





A versão 3 do Linux Mint Debian Edition (LMDE) chegou ao seu Beta, o momento em que usuários mais experientes são convidados a participar da campanha de "caça a bugs" para o lançamento da versão final, que recebeu o codinome de "Cindy".

O LMDE, para você que não conhece, é o Linux Mint com praticamente todas as suas ferramentas tradicionais, só que baseado no Debian, ao invés do Ubuntu, como na versão principal. O LMDE também é desenvolvido pela mesma equipe do Linux Mint e é uma das versões oficiais da distro, no entanto, ele não recebe a mesma urgência de desenvolvimento que a versão baseada no Ubuntu (ao menos no momento), o que não significa que ele seja feito "de qualquer jeito" também, mas um bom exemplo disso é que ele está saindo praticamente um mês depois do lançamento da versão 19 do Mint "tradicional".

A versão "Debian Edition" do Linux Mint é considerada por eles uma "distro de backup" para o projeto, caso, por qualquer motivo, a versão com base Ubuntu se torne inviável. O objetivo da distro também é, como os desenvolvedores deixam claro na nota oficial, provar para eles mesmos que seria possível fazer o Linux Mint sem o Ubuntu e entender quanto trabalho eles teriam para colocar o sistema para funcionar caso o Ubuntu "desaparecesse".

Você pode encontrar as notas de lançamento da versão LMDE 3 Beta neste endereço. É importante conferir as notas para conhecer os bugs já reportados e os que estão ainda em aberto, assim como as correções possíveis para problemas já identificados, para fazer o download da versão basta acessar este link, onde você encontra as ISOs para download direto e também o torrent.

Para rodar o LMDE você precisa de no mínimo:

- 1GB RAM (recomendado 2GB);
- 15GB de espaço em disco (recomendado 20GB);
- Resolução mínima de 1024×768

As ISOs de 64 bits são recomendadas para computadores mais modernos, de 2007 em diante, e conseguem bootar em computadores que usem UEFI ou BIOS, já a versão de 32 bits é recomendada apenas para processadores de 32 bits, em computadores mais antigos e só consegue trabalhar com BIOS.


Conte pra gente, você gosta de usar a versão Debian do Linux Mint? Qual a sua experiência com o LMDE?

Até a próxima!
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Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux

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No começo desse mês foi lançada uma versão do cliente Steam para Windows empacotado via Snap, rodando em cima do Wine, permitindo que alguns games de Windows da Steam sejam rodados no Linux.


Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux





O pessoal da Snapcrafters criou um snap com a versão de Windows da Steam rodando na versão 3.10 staging de 32 bits do Wine, configurado para rodar como uma versão do Windows XP.

Antes de instalar esse snap, vamos relembrar como instalar o suporte a pacote Snaps na sua distribuição, para isso temos um post especial aqui no blog Diolinux com o " Manual dos pacotes Snap", lembrando que à partir do Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18.2 e Fedora 24 o snapd, ferramenta que permite a compatibilidade com os pacotes snap, já está nos repositórios oficiais, só precisando instalar o daemon para funcionar.

Para instalar o daemon snapd no Ubuntu/Mint/Debian, abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt install snapd 

E para instalar o daemon snapd no Fedora e derivados:

sudo dnf install snapd


Agora vamos instalar o SteamForWindows e logo em seguida vamos reiniciar ele com os seguintes comandos:

sudo snap install steamforwindows --edge

snap connect steamforwindows:joystick

sudo snap refresh steamforwindows

Depois do processo anterior se abrirá uma janela onde será baixado e atualizado o cliente da Steam, posteriormente ocorrerá a instalação dele. Esse processo pode demorar um pouco, dependendo da velocidade da sua conexão com a internet e do seu computador.

Vale lembrar que é este programa ainda é considerado um "Beta", de modo que ainda serão feitos vários ajustes, como mudar a versão padrão do Windows, como do XP para o 7 e assim dar suporte para mais jogos. Além de poder dar suporte a versão 64 bits do Wine e do Windows.

Conte-nos aí nos comentários qual game você gostaria de ver portado para Linux.

Um forte abraço, até uma próxima.
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Veja como instalar o Krita 4.04 no Ubuntu 18.04 LTS e Mint 19

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terça-feira, 24 de julho de 2018

No post de hoje, vamos ensinar como instalar o programa para desenho open source  gratuito, o Krita, ferramenta essa vem ganhando espaço entre os profissionais da área de desenho.







O Krita teve uma nova versão lançada recentemente, a versão 4.0.4, com varias correções e melhorias, entre elas estão:

Correção na escolha de cores ao clicar duas vezes;

⏺ Permitir configurar o ângulo multibrush em frações;

⏺ Remoção de atalhos de ferramentas de texto obsoletos;

A não utilização do nome do arquivo como tag automaticamente;

⏺ entre outros.


Vamos mostrar como adicionar o PPA oficial do projeto e assim instalar a ultima versão dele no Ubuntu e seus derivados, como Linux Mint. Vamos abrir o terminal e digitar os seguintes comandos a seguir. Para adicionar PPA sem usar o terminal temos esse artigo no site.

Primeiro vamos adicionar o repositório:

sudo add-apt-repository ppa:kritalime/ppa

Agora vamos atualizar o sistema e em seguida instalar o Krita:

sudo apt-get update && sudo apt-get install krita -y

Para instalar a tradução (se precisar), basta digitar o seguinte comando:

sudo apt-get install krita-l10n

Agora é só esperar o processo de instalação terminar e depois digitar "Krita" na dash do seu Ubuntu 18.04 LTS ou procurar no menu do seu sistema.

Se preferirem podem baixar no formato AppImage também, que pode ser encontrado no link do site deles.

Conte aí nos comentários o que você achou da nova versão do Krita. =)

Até uma próxima e um forte abraço.
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Como trabalhar com "SWAP FILES" no Ubuntu

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domingo, 22 de julho de 2018

Há algumas releases  o Ubuntu abandonou o sistema de SWAP via partições para usar SWAP via arquivo, isso permite uma maior maleabilidade sem precisar ficar alterando o particionamento do seu sistema e hoje você vai aprender a manipular o novo formato de SWAP.

Como manipular SWAP em arquivos






Antes de começarmos o tutorial em si, acho conveniente falarmos um pouco mais sobre SWAP, para isso recomendo a leitura de um artigo já antigo aqui do blog, mas ainda válido, é só clicar aqui, dar uma lida e depois voltar pra cá! 😉

Para sintetizar um conhecimento básico, SWAP é um termo usado para referenciar o mecanismo de "troca" que existe entre o armazenamento do  seu computador e a memória RAM. Usar SWAP pode ser útil em vário cenários e tudo depende de como você usa o computador.

Quando usar SWAP?


SWAP só será útil se você é tipo de usuário que costuma lotar a sua memória RAM utilizando aplicações pesadas, que por si só, ocupam uma boa fatia da sua RAM. Nominadamente eu poderia comentar sobre editores de vídeo, pessoas que usam muitas máquinas virtuais e assim por diante.

A SWAP também pode ser útil se você é do tipo que gosta de hibernar o seu computador, assim os dados que estavam na memória RAM podem ir para a SWAP temporariamente. Muita gente que reclamou sobre "meu Linux não volta da hibernação", provavelmente não estava usando a SWAP corretamente.

Quanto usar de SWAP?


Em todos esses anos, nessa indústria vital, eu nunca consegui encontrar uma discussão sobre isso com 100% de consenso, de modo que eu realmente não espero conseguir isso com este artigo, mas podemos tentar usar o bom senso.

Posso falar pela minha experiência, já usei computadores com muita SWAP, pouca SWAP, nenhuma SWAP e você pode ter boas experiências em todos os casos.

Quando você tem pouca memória RAM, a SWAP pode ser uma amiga muito interessante, especialmente no caso de você ter um SSD, que por definição, tende a ser mais veloz que um HD tradicional. 

Mesmo que você use um pouco mais o SSD do que usaria caso a SWAP não estivesse presente, o impacto na vida útil dele deverá ser pouco relevante, tanto que as distros (como o Ubuntu) agora estão colocando a SWAP dentro de um arquivo, independente do dispositivo de armazenamento que você use

Vamos ficar hipotéticos aqui para você ter uma noção: Se eu tivesse um computador com 4GB de RAM e usasse ele para navegar na internet, trabalhar com documentos e planilhas e editar imagens (ou seja, fazer um blog como este), colocaria 2GB de SWAP. Se eu utilizasse esse mesmo computador para edição de vídeo também, colocaria ao menos 4GB de SWAP.

Atualmente eu trabalho com uma estação de edição com 16GB de RAM e trabalho com 2GB de SWAP que raramente são utilizados.

Então, tudo depende do caso. 

Você hiberna o seu computador? Então a SWAP deve ter espaço suficiente para comportar o seu load de RAM atual. Se você for hibernar um computador que está rodando com 12GB de RAM utilizada, pode ser interessante ter uma SWAP de igual proporção ao menos, ou, claro... fechar umas aplicações antes de hibernar o computador, afinal, quanto mais SWAP você colocar, menos espaço você terá no seu disco para armazenamento. A "escolha de Sofia" é sua, analise o que será mais importante para você.

Da mesma forma, caso você use um computador de 4GB para tarefas básicas, como navegação na internet por exemplo, me arrisco a dizer que usar o sistema sem SWAP não vai te impactar tanto, desde que você não hiberne o computador. Mais uma vez, depende o seu perfil de uso. 

Geralmente as distros tentam "chutar" um valor que deve atender a maior parte das pessoas, o Ubuntu 18.10 Cosmic (Development Branch) por exemplo, adicionou um arquivo SWAP de 2GB em uma instalação que possuía 4GB de RAM físicos no meu último teste.

Para você ter uma ideia, eu estou com "muita coisa" aberta agora no Linux Mint, incluindo uma máquina virtual, Telegram, Dropbox, Chrome com 5 abas abertas, Spotify, etc, etc. E ainda assim a SWAP nem sequer está ativa nesta máquina com 16GB de RAM:

Configuração de SWAP

E por último, vale considerar também a configuração de "swapiness", que faz referência ao percentual de memória ocupada que dispara o gatilho para o uso da SWAP.

Trabalhando com SWAP Files


Particularmente eu achei interessante a mudança, ainda que ter uma memória SWAP em uma partição também possa ser útil em algumas aplicações. Um caso simples de exemplificar é a utilização de múltiplas distros Linux no mesmo computador que podem compartilhar a mesma SWAP, com SWAPFILES isso não é possível, você gasta mais armazenamento para ter o mesmo efeito.

É claro que existem pontos positivos, um deles, talvez o principal, é a maior facilidade para manipular o arquivo de SWAP, afinal, ele é um arquivo como qualquer outro, permitindo que você o apague, crie, e altere para o tamanho que você necessitar sem precisar alterar as partições, que é sempre uma operação mais delicada.

Configuração de SWAPFILES

Você encontrará o arquivo "swapfile" dentro da raiz do seu sistema, no caso o Ubuntu (tem de se observar se o seu sistema usa SWAPFILES). Observando as propriedades dele você observará que ele tem o tamanho da SWAP exibida, por exemplo, no seu "monitor do sistema".

Vamos fazer um exercício aqui de apagar este arquivo e criar um novo com um tamanho diferente, assim você aprenderá todo o processo e poderá usá-lo conforme a conveniência.

Vamos o terminalzinho, o seu amiguinho


O primeiro passo é desativar a SWAP, tenha certeza de que a sua memória SWAP não contém arquivos, ou seja, é melhor fazer o procedimento sem outras aplicações abertas. O procedimento à seguir também considera "swapfile" como o nome do arquivo de swap, que pode ser qualquer outro, então procure observar. 

Primeiro vamos desligar o SWAP neste arquivo:
sudo swapoff /swapfile
Agora que ele não está mais em uso, seu sistema está sem SWAP e ele é apenas "mais um arquivo", que você pode remover sem problemas assim:
sudo rm /swapfile 
Agora podemos criar um novo arquivo com o tamanho que quisermos para usar como SWAP, a diferença é que você não pode simplesmente criar um arquivo qualquer, ele precisa se um arquivo com espaço pré-alocado, afinal, ele precisa ter o tamanho da SWAP que você quer.

Acho que a forma mais fácil de criar um arquivo com essas propriedades é usando o utilitário "fallocate", desse jeito:
sudo fallocate -l 5G /swapfile 
sudo: Para rodar o comando com privilégios elevados.

fallocate: Nome do utilitário que vamos usar para fazer a modificação, para mais informações consulte "man 1 fallocate".

l: A letra "L" minúscula é um parâmetro que ser para especificar o tamanho do arquivo que queremos criar.

5G: Este aqui é tamanho do arquivo que você deseja criar, pode ser qualquer outro valor que você queira, a letra G serve para indicar ao programa a quantidade de Gigabytes que você deseja no arquivo, você também pode indicar o tamanho usando Megabytes se preferir, colocando algo como "5120M".

/swapfile: Essa parte final indica o diretório com o nome do arquivo que você vai usar como SWAP, você pode colocar esse arquivo em outro diretório se quiser, mas este é o padrão do Ubuntu, assim como o nome, que você poderia mudar de "swapfile" para "changeman" se quiser.

Para criar um arquivo de 2GB dentro de /mnt/ você poderia fazer assim:
sudo fallocate -l 2048M /mnt/changeman
Mas claro, vamos seguir no primeiro exemplo, ainda que ele seja menos bem-humorado. 😋 

Depois de criado o seu arquivo, você pode dar um "ls" na sua raiz para ver se o arquivo está lá mesmo. O próximo passo é opcional, mas é recomendado, pois se trata de uma medida de segurança.

Se você der um "ls -l" no arquivo "swapfiles" você verá que por padrão outros usuários tem permissão de "ler" o que estiver na SWAP, o que pode não ser uma boa ideia, por isso, convém fazer a alteração:
sudo chmod 600 /swapfile
O "/" só é necessário caso você não esteja na raiz no terminal.

Feito isso, agora precisamos transformar este arquivo em um SWAP com este comando:
sudo mkswap /swapfile
O último passo é ativar a SWAP neste arquivo:
sudo swapon /swapfile 
E é basicamente isso, se você precisar alterar novamente, é só repetir o processo. Caso o comando  fallocate não funcione é possível fazer de outro jeito também, mas você precisar criar o arquivo e encher ele de zeros para ficar do tamanho que você precisa sem outras informações, pode ser feito dessa forma:
sudo dd if=dev/zero of=/mnt/5GiB.swap bs=1024 count=1048576
Provavelmente você não precisará disso.

Com isso você já tem a sua SWAP funcionando, mas na verdade ainda podemos considerar um novo "último passo" que é configurar para que essa SWAP seja ativada durante o boot e você não precise fazer isso manualmente. 

Para que isso ocorra precisamos inserir as informações de SWAP dentro de /etc/fstab, a questão é que se você usar o mesmo nome que o Ubuntu já usa por padrão "swapfile", essa passo é desnecessário, pois a configuração já está lá corretamente, ainda assim, pode ser bom conferir se está tudo certo.

Use o editor de texto que preferir para abrir o arquivo, neste caso vou usar o próprio gedit:
sudo gedit /etc/fstab
Observe a linha que contém o "swapfile":

Configuração do SWAPFiles

Reproduza a informação da última linha do arquivo para que tudo funciona corretamente.

E claro, você também pode fazer esse passo da edição do arquivo diretamente pelo terminal:

sudo echo '/swap none swap sw 0 0' | sudo tee -a /etc/fstab
Agora que você já entendeu como funciona o "SWAPFiles" conte pra gente o que você achou, prefere SWAP em arquivo ou em partição? Por quê?
Até a próxima!
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Como resolver o problema de screen tearing de placas híbridas no Ubuntu 18.04 LTS e no Mint 19

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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Neste artigo vamos mostrar como consertar um problema bem chato que acontece quando instalamos o Ubuntu 18.04/Mint 19 em um notebook com placas de vídeo híbridas (Intel+Nvidia). O problema em si está relacionado ao momento da instalação do driver proprietário da Nvidia em notebooks com placas de vídeo híbridas que utilizam o PRIME para fazer a alternância entre os chip gráficos.







Para isso vamos fazer em 3 passos simples, não se preocupem.

Primeiro vamos abrir o terminal, você pode fazer isso utilizando a combinação de teclas Ctrl+Alt+T ou procurando por "terminal" no menu do seu sistema.

No terminal digite este comando:

sudo gedit /etc/modprobe.d/nvidia-drm-nomodeset.conf

Obs: No lugar do gedit pode ser o editor de texto da sua preferencia, como nano, vim, xed, kate e etc.

 Como resolver o problema de screen tearing de placas hibridas no Ubuntu 18.04 LTS e no Mint 19

Segundo, o editor vai se abrir permitindo que você digite (ou copiar e colar) o seguinte comando dentro dele:

options nvidia-drm modeset=1

Feito isso basta salvar o arquivo.

Depois vamos dar um update no initramfs e reinicializar o notebook. O comando para atualizar o initramfs é o:

sudo update-initramfs -u


 Como resolver o problema de screen tearing de placas hibridas no Ubuntu 18.04 LTS e no Mint 19

Terceiro, depois de reinicializar, vamos checar se o procedimento deu certo com o seguinte comando.

sudo cat /sys/module/nvidia_drm/parameters/modeset

Obs: A saída tem que ser Y.

 Como resolver o problema de screen tearing de placas hibridas no Ubuntu 18.04 LTS e no Mint 19


Uma dica extra é ir no "PowerMizer" no "Nvidia Settings" e colocar no "Preferred Mode" a opção "Prefer Maximum Performance". isso vai ajudar bastante também.

 Como resolver o problema de screen tearing de placas hibridas no Ubuntu 18.04 LTS e no Mint 19


Esse procedimento foi feito em um notebook Dell Inspiron 7559 - Core i5 6300HQ com chip graficos IntelGraphics HD 530 e NVDIA GTX 960M no Xubuntu 18.04 LTS e no Linux Mint 19.

Conte aí nos comentários se a dica ajudou você a solucionar esse problema. =)
Até uma próxima e um forte abraço.

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Linux Mint 19 "Tara" finalmente lançado, confira todas as novidades e faça o download

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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Como previsto, chegando ao final de mês de Junho, temos o lançamento do Linux Mint 19, de codinome "Tara", nas versões Cinnamon, MATE e XFCE. Confira agora as novidades da versão e faça o download.

Linux Mint 19 Download






A nova versão do Linux Mint, que tem suporte a atualizações de segurança até 2023, está finalmente disponível em sua versão estável. Baseando-se no Ubuntu 18.04 LTS, o Linux Mint 19 chega com muitas melhorias e modificações se comparado com a versão imediatamente anterior, confira o vídeo que produzimos com as principais novidades:


As novidades inclusas no Beta se mantiveram para a versão final, apenas atualizando pequenos detalhes e corrigindo bugs que apareceram nesta fase. Para saber todas as novidades inclusas na versão 19 do Linux Mint, confira este artigo aqui do blog.

A versão principal, com o ambiente gráfico Cinnamon, também possui uma página com todas as novidades presentes no Mint 19 no site oficial. Falando em Cinnamon, o ambiente está na sua versão mais recente no Linux Mint 19, chegando a versão 3.8, confira este artigo do blog para conhecer as novidades do Cinnamon 3.8.


Vale a pena consultar também as notas de lançamento da nova versão aqui.

Download e atualização


Para as pessoas que estão se perguntando se poderão atualizar da versão Beta para a versão final ou mesmo da versão 18.3 para a versão 19, em ambos os casos a resposta é "sim".

Nesta página você encontra, além dos links para download do Linux Mint, as instruções para atualização do sistema.

Independente do método, os desenvolveres recomendam que você use o TimeShift, o software de backup incluso no Linux Mint, para fazer um Snapshot de todo o sistema, assim você poderá reverter o processo em caso de problemas.


Usuários do Linux Mint 19 Beta, depois de fazerem seus backups, podem atualizar o sistema pelo gestor de atualizações normalmente e aplicar algumas modificações que devem ser feitas via terminal nesta ordem:
sudo apt remove ttf-mscorefonts-installer
sudo apt install libreoffice-sdbc-hsqldb sessioninstaller ttf-mscorefonts-installer
sudo rm -f /etc/systemd/logind.conf
sudo apt install --reinstall -o Dpkg::Options::="--force-confmiss" systemd
sudo rm -f /etc/polkit-1/localauthority/50-local.d/com.ubuntu.enable-hibernate.pkla
Para os usuários da versão 18.3, os desenvolvedores informaram que ainda vão produzir as instruções de atualização, então teremos que esperar um pouco até termos as instruções oficiais, mas se for de alguma forma semelhante com a atualização da versão passada, será mais ou menos como mostramos neste vídeo: 


Você pode baixar o Linux Mint 19 "Tara" na versão Cinnamon, seja em download direto ou por torrent nesta página. Você também encontra na mesma página o download para versões de 32 e 64 bits.

Você pode também baixar a versão com XFCE aqui e ler sobre as novidades da versão nas notas oficiais aqui.

Se você preferir a versão com MATE do Linux Mint, você pode fazer o download aqui nesta página e ler sobre as novidades da release aqui.

Sugestão para o pós-instalação do Linux Mint


O Linux Mint possui um sistema de gerenciamento que permite que qualquer pessoa, com ou sem conhecimento técnico, use o sistema, aqui segue um vídeo com "coisas para você fazer depois de instalar o Linux Mint" sem precisar usar o terminal para nada:


Aproveite e conte pra gente o que você está achando desta nova versão, qual o recurso novo que você mais gostou? O que ainda está faltando para o Mint ficar ainda melhor?

Até a próxima!
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O novíssimo Linux Mint 19 Beta está disponível, confira as novidades!

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Depois de um longo tempo de espera, finalmente temos acesso a mais recente versão do Linux Mint, ainda que seja apenas um Beta. A versão de codinome "Tara" e de numeração 19 está apta para ser baixada e testada por todos os usuários nas edições Cinnamon, MATE e XFCE.

Linux Mint 19 Download






Os desenvolvedores anunciaram o lançamento da versão Beta do Linux Mint 19 baseada no Ubuntu 18.04 LTS. Esta versão que vem com várias novidades e melhorias, atualização dos pacotes e no ambiente gráfico, além de trazer alguns recursos interessantes e inéditos no Mint.

Linux Mint 19 Cinnamon
Linux Mint 19 "Tara" com interface Cinnamon

Os desenvolvedores alertam que o "report" de bugs é muito bem-vindo nesta fase do desenvolvimento, a versão final e estável deverá ser liberada somente no final deste mês, por isso, ao testar o Mint 19 Beta, esteja ciente de que alguns bugs podem acontecer e alguns detalhes podem ser alterados ao longo das semanas.

Usuários do Linux Mint 18.3 também poderão atualizar para a versão 19, mas somente depois que a versão final for lançada, juntamente com ela serão disponibilizadas instruções sobre o processo de atualização.

Novidades no Linux Mint 19


Linux Mint 19 tela de boas-vindas

Na nova versão do Mint, os desenvolvedores acrescentaram uma nova "tela de boas-vindas', muito mais simplista em design, o que me agrada, a mesma contém todas as informações necessárias para usar o sistema, incluindo as novidades da versão. Em suma, explorando essa aplicação você consegue descobrir tudo o que há de novo no Linux Mint 19.

Claro que podemos descontar algumas coisas.

- Snapshots através do TimeShift agora possuem integração com o gerenciador de atualizações do sistema, funcionando de uma forma semelhante ao "Time Machine" do macOS, com backups incrementais;

Configuração do TimeShift Linux Mint


- A sessão "Primeiros passos" da nova tela de boas-vindas instrui os usuários nas configurações e opções básicas para deixar o sistema funcional para as necessidades de cada um.

Configurações iniciais do Linux Mint

- A busca por aplicativos na "Mint Install", ou "loja de aplicativos", está mais rápida e ela também recebeu melhores acabamentos visuais, mantendo a integração com o FlatHub por padrão, para a instalação de pacotes FlatPak.

Loja de aplicativos Linux Mint

Juntamente com estas mudanças, tivemos uma atualização completa do Cinnamon, ambiente gráfico principal da distro, para uma nova versão que por si só já traz muitas novidades. Temos um artigo aqui no blog para falar apenas das mudanças no Cinnamon, confira aqui.

Como você deve ter percebido, o visual padrão da Distro mudou um pouco, o tema Mint-Y, que foi o tema alternativo da série 18.x, baseado no popular tema Arc, agora acabou dando as caras como tema principal do sistema, tanto no GTK (3.22), quanto no tema de ícones, no entanto, ele não está exatamente igual a versão que tínhamos no Mint 18.3, possuindo agora um acabamento mais simplista e melhorado, especialmente no gestor de arquivos Nemo.

Novo tema do Linux Mint

O tema do Shell do Cinnamon permanece o Mint-X por enquanto, provavelmente ele deverá ser alterado para o Mint-Y também até o final da fase Beta.

Outras melhorias


De forma geral, outras coisas que eu pude perceber usando a versão Beta do Linux Mint 19 é que agora é possível também definir o padrão do volume do sistema para acima de 100%, a interface possui animações mais fluídas de forma geral, o que também dá um toque especial; e o Nemo consegue fazer pesquisar de forma mais ágil.

Temos a inclusão de novos softwares também, agora o calendário do GNOME faz parte do Linux Mint, o que permite que, através das Contas Online no painel de controle, nós possamos sincronizar o Google Calendar nele de forma simples, assim como acontece no próprio GNOME do Ubuntu, por exemplo.

Pastas podem ter cores diferentes agora

Temos um Cinnamon que agora abre pastas e programas mais rápido também, graças a rescrita de código que foi feita, temos também novos ícones alternativos com cores variadas para o tema Mint-Y já mencionado. Talvez sejam incluídos ao longo do Beta as variações de cores para o tema GTK também, que ainda não estão presentes.

O pacote mint-meta-codecs agora inclui também as fontes da Microsoft (Arial, Times New Roman, etc) juntamente com os codecs de áudio e vídeo para que tudo seja simples de instalar, na verdade, caso você não marque a opção de instalar estes complementos durante a instalação do próprio sistema, haverá no menu multimídia do Mint um atalho para instalar estes complementos, assim como na loja de aplicativos.

Com novos papéis de parede para a coleção (muito belos inclusive) e com a lapidação do sistema de forma geral, atualizações de softwares como Firefox e LibreOffice, além do conjunto X-Apps do próprio Linux Mint, esta nova versão tem tudo para ser extremamente estável e funcional.

Papéis de parede Linux Mint

O Linux Mint 19 é uma versão LTS, assim como o Ubuntu 18.04 LTS na qual é baseado, tendo suporte contínuo de atualizações de segurança até 2023, no entanto, em 2020, quando a nova LTS do Ubuntu sair, os desenvolvedores começarão a trabalhar na nova base do sistema, assim como o ocorreu agora na mudança da base 16.04 LTS para a 18.04 LTS, produzindo o que provavelmente será o "Linux Mint 20"

O Linux Mint 19 utiliza o Kernel Linux 4.15.x no momento, mas deverá receber upgrades no futuro conforme os lançamentos forem ocorrendo, assim como será possível também manusear versões do Kernel através do gestor de atualizações. Isso acontecerá de forma semelhante ao que mostramos neste vídeo recente do canal:


Outro ponto que vale mencionar, e que costuma ser recorrente nas atualizações de praticamente todas as distros atuais, é o melhor suporte para monitores HiDPI.

E as outras versões?


Podemos dizer que existem versões secundárias do Linux Mint, as versões MATE e XFCE, sendo que a versão XFCE está mais pra terciária até do que para secundária. Mesmo assim, todas as versões receberam seus Betas de forma simultânea.

Linux Mint 19 MATE
Em linhas gerais, as características de todas as versões do Mint são homogêneas, as diferenças realmente residem nas diferentes interfaces.

A versão com MATE vem com a versão 1.20 do Desktop Enviroment e o principal destaque (fora os já mencionados na versão com Cinnamon) é realmente o suporte a detecção automática de tela de alta definição, ajustando a interface automaticamente. Sendo ainda uma opção leve para computadores de menor potência gráfica, assim como a versão com XFCE.

O MATE também é a "interface de backup" do Cinnamon no Linux Mint, caso o Cinnamon por algum motivo trave no Linux Mint e fique impossibilitado de carregar, automaticamente o Mint exibirá a interface MATE para que o usuário consiga utilizar o computador normalmente.

XFCE Linux Mint 19
Quanto a versão com XFCE, realmente não existe mais nada a ser acrescentado, é apenas uma atualização de base contendo todas as novidades já comentadas para a versão Cinnamon e MATE, inclusive a versão do XFCE (4.12) é a mesma que já era usada no Mint 18.3 com XFCE.

Para mais informações sobre o XFCE na base 18.04 do Ubuntu, confira este vídeo:


Para tirar uma dúvida comum entre as pessoas: Se eu baixar este Beta e ir atualizando, precisarei baixar novamente a versão final quando ela for lançada e formatar o computador novamente?

Resposta: Não, basta ir atualizando e você terá a versão final do sistema quando ela for lançada através das próprias atualizações do sistema.

Onde você pode baixar as imagens do Beta do Linux Mint 19?


Você pode efetuar o download das ISOs diretamente do site oficial do Linux Mint através do download direto de vários mirrors ao redor do mundo e também por torrent:


Em breve teremos a review completa da nova versão do Linux Mint em nosso canal!

Até a uma próxima!
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Desenvolvedores do Linux Mint falam sobre o futuro lançamento da versão 19

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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Em uma pequena nota no dia de hoje postada no blog do Mint, os desenvolvedores anunciaram as suas intenções com a versão 19 do sistema e estimaram a data de lançamento, confira:

Linux Mint 19





Todas as 3 versões do Linux Mint 19 (Cinnamon, MATE e XFCE) estão em fase de teste de qualidade, o que significa que os desenvolvedores estão ativamente "caçando" e corrigindo bugs no sistema antes da versão Beta/RC. 

Segundo as informações, existem alguns bugs pontuais que eles querem corrigir antes de passar da fase de Q.A. (o controle de qualidade anteriormente mencionado), isso deve acontecer ainda amanhã.

Segunda-feira, dia 4, provavelmente nos teremos o lançamento da versão Beta do Mint 19, porém, desta vez o ciclo "Beta" irá se estender um pouco mais do que o tradicional, sendo então a versão final do sistema liberada nos últimos dias de Junho.


Muito código do Mint foi portado para Python 3, o GKSU foi removido e substituído pelo PKEXEC e na versão com MATE agora temos suporte nativo e automático para telas HiDPI.

Falando ainda sobre aparência, os desenvolvedores informam que o novo Mint usará o GTK 3.22, dando uma visual um pouco mais polido ao sistema. O tema atual, Mint-X, não será mais utilizado, em seu lugar estará o tema Mint-Y, que já era alternativa há algum tempo e teremos também um novo conjunto de ícones.

Particularmente espero uma melhoria neste sentido (ícones), pois apesar dos ícones Mint-Y serem (discutivelmente) bonitos, eles tem um grande problema comercial: Não respeitam as identidades visuais dos aplicativos de terceiros, o que pra mim é essencial, até para que novos usuários facilmente possam se localizar no sistema.

Temas Mint -Y
Para exemplificar, estes cima são os ícones atuais de Google Chrome, Spotify, Kdenlive e Firefox no tema Mint-Y, como você pode ver, eles são consideravelmente diferentes dos originais, criados pelas marcas destes aplicativos, especialmente os dois últimos.

Eu não sei se a mudança será realmente neste sentido, mas seria uma boa coisa, caso viesse. Não há porque customizar este ícones desta forma, basta deixar os do próprio desenvolvedor, talvez até reduzisse o trabalho, mas, que sabe, né?

Fique ligado aqui no blog para conferir as novidades e até a próxima!
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Conheça grandes novidades do Cinnamon 3.8

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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram a disponibilidade do Cinnamon Desktop para a comunidade. Saiba agora mais são as principais novidades.

Cinnamon Desktop 3.8






O ambiente gráfico Cinnamon na versão 3.8 fará parte do Linux Mint 19 que sairá nas próximas semanas, ele também fará parte de outras distros que decidirem usar a interface como opção.

Usuários do Linux Mint 18.3 não poderão atualizar o Cinnamon para esta versão por conta de uma mudança brusca nas bibliotecas que compõem a interface, a única forma é realmente atualizando para a versão nova do Linux Mint quando ela sair.

Dentre as novidades da nova versão do Cinnamon, temos o suporte para o GTK 3.22, o que garantirá compatibilidade com mais temas GNOME e garantirá um visual mais modernos às aplicações.

Com exceção de algumas extensões do Nemo, todos os componentes do sistema que usam Python utilizarão a versão 3. As configurações de rede foram portadas do GNOME 3.24 com bugfixes inclusos do GNOME 3.26.

As funções de suspender, hibernar e rotacionar agora funcionam também com a tela bloqueada.

Uma das coisas que pode causar um efeito negativo, visualmente falando, é que agora o Cinnamon não configura automaticamente as variáveis QT para aplicações que usem a biblioteca para construir suas interfaces. Os desenvolvedores afirmam que será trabalho das distros fazerem as aplicações em QT5 ficaram visualmente atrativas "out of the box". O que indica que o Mint deverá fazer algo do tipo por si só.

As thumbnails de arquivos no gerenciador de arquivos Nemo agora conseguem mostrar o preview de arquivos únicos de 32GB. 😮

Melhorias de desempenho


Houve  melhorias consideráveis também no desempenho do ambiente gráfico. As melhorias do compositor de janelas "Muffin" fazem com que as janelas abram e se redimensionem mais rápido e de maneira mais suave. Houve melhorias na biblioteca no Nemo (libnemo-extension) que fazem com que leitura de arquivos dentro de um diretório seja muito mais rápida, assim como a pesquisa.

As melhorias no compositor também fazem com que os softwares iniciem mais rápido depois que acorre o clique no ícone.

Outras melhorias interessantes


A pequisa no Nemo foi simplificada, e como já mencionado, ficou muito mais rápida que anteriormente.

Gerenciador de arquivos Nemo
Gerenciador de arquivos "Nemo" do Cinnamon Desktop


O sistema de notificações também foi melhorado e está mais inteligente. Agora as notificações possuem o botão de "fechar" e não ficam mais opacas ao usuário levar o mouse sobre elas. Para evitar excessos na tela, a quantidade de notificações exibidas de forma empilhada se limita a uma quantidade definível por fonte, como notificações vindas no Chrome por exemplo, notificações vindas no Skype, etc.

Nas configurações de volume agora você pode controlar até 150% do volume à partir do próprio applet no Painel, antes era possível fazer isso somente através do menu de configurações.

E estas modificações, segundo os desenvolvedores, são apenas um "overview" do trabalho que vem sendo realizado nos últimos seis meses de desenvolvimento para tornar o Cinnamon ainda mais amigável e prático para o dia a dia dos usuários.

Em breve poderemos desfrutar no ambiente no Linux Mint 19 e também em outras distros.

Até a próxima!

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