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Como instalar o VirtualBox 6.0 no Linux

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Hoje você aprenderá a instalar a ferramenta de virtualização de sistemas, Virtualbox, confira o passo a passo e aprenda a usar o recurso para o seu trabalho ou estudo.

oracle-virtualbox-vbox-linux-ubuntu-mint

O VirtualBox é uma ótima ferramenta para estudos ou até mesmo testes, é comum profissionais de TI e entusiastas utilizarem softwares de virtualização para simular um comportamento, aprender algo novo, ou simplesmente conferir um SO.

Veja o vídeo a seguir e entenda um pouco sobre virtualização de sistemas.


Antes de partir propriamente para instalação, e pôr as “mãos na massa”, confira um pouco das novidades contidas a partir da versão 6.0 do VirtualBox.


  • Exportação de máquinas virtuais para Oracle Cloud Infrastructure;
  • Suporte a gráficos 3D para VMs do Windows;
  • Introdução de um novo gerenciador de arquivos, que permite copiar arquivos entre VM e host;
  • Suporte a resoluções HiDPI aprimorada;
  • Suporte ao acesso de discos convidados pelo host em sistemas macOS;
  • Nova interface da aplicação;
  • E muito mais…

Pré-requisitos para instalação do VirtualBox 6.0 


Em primeiro lugar vamos instalar alguns pacotes, caso ainda não estejam instalados em seu sistema. O procedimento pode ser feito via terminal ou via Synaptic, para adicionar tais softwares a sua distro.

Os seguintes pacotes serão instalados: gcc, make, linux-headers-generic e o dkms

Você poderá instalar cada pacote com o Synaptic, conforme a imagem abaixo, ou utilizar os referentes comandos no terminal:

sudo apt update 

sudo apt-get install gcc make linux-headers-$(uname -r) dkms

synaptic-virtualbox-vbox

Outro passo importante é remover a versão anterior ao VirtualBox 6.0, se por algum motivo a tenha instalado no sistema, podendo ser feito por interface gráfica ou via comando.

sudo apt remove virtualbox virtualbox-5.2

Baixando e instalando o VirtualBox 6.0


Neste ponto cabe uma observação. Existem duas maneiras de se instalar o VirtualBox direto do site em seu sistema, adicionando o repositório oficial ou efetuando o download do arquivo “.deb”, irei demonstrar ambas.

Adicionando o repositório do VirtualBox em seu Ubuntu, Linux Mint e derivados


Execute o comando para adicionar a chave do repositório ao seu sistema.

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox_2016.asc -O- | sudo apt-key add -

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

Adicione o repositório com os pacotes do VirtualBox.

sudo sh -c 'echo "deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian $(lsb_release -sc) contrib" >> /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list'

Agora instale o VirtualBox na sua distribuição.

sudo apt update && sudo apt install virtualbox-6.0

Baixando o VirtualBox do site e instalando no sistema


A segunda forma é efetuando o download diretamente da página oficial, e baixando o pacote “.deb” referente a sua versão do sistema.

download-virtualbox-linux-mint-ubuntu

Logo após, dê 2 cliques no pacote “.deb” e instale normalmente.

Tenha em mente que desta maneira as atualizações deverão ser feitas manualmente, baixando a cada nova versão e instalando-a outra vez. Este método é interessante caso queira atualizar apenas quando desejado.

Adicionando o pacote de extensões do VirtualBox


No site do VirtualBox, efetue o download do pacote de extensões com ele você terá algumas funcionalidades a mais no programa, como suporte à devices via USB entre outras coisas.

(procure algo como: “VirtualBox Extension Pack”, entretanto observe e baixe conforme a versão do Virtualbox instalado em seu sistema).

Para o download da versão 6.0, basta clicar no botão “download” a seguir.

 Baixe o pacote de extensões  do  VB.

Vá até o local que baixou o arquivo, clique com o botão direito do mouse e abra com o VirtualBox.

extension-virtualbox-adicional

Instale o pacote de extensões e aceite os termos de licença.

instalar-vbox-adicional

E pronto! Agora você poderá criar suas VMs e efetuar diversos testes, sem medo de comprometer seu sistema real.

interface-nova-virtualbox

Aprenda a trabalhar com o software e domine o VirtualBox, vídeo super completo sobre o tema.


Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux, e façam seus inúmeros testes no VirtualBox, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Oomox, uma ferramenta para criar temas GTK

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Recentemente disponibilizamos uma personalização do tema Mint-Y, todo customizado “na unha”, e com o processo explicado passo-a-passo num vídeo na Twitch.

O resultado final foi esplêndido, porém trabalhoso, sendo preciso alguns softwares para criar tal customização, o GIMP como sempre presente 😉😁😁, entretanto por ser algo demorado algumas pessoas desistirão no meio do caminho, mas existe uma solução prática e acessível, agradecemos ao nosso leitor Jhonatan Dias pela dica.

temas-gtk-oomox

Caso queira customizar seu sistema, sem ter muito trabalho, a ferramenta Oomox é ideal para você, com ela a criação de temas GTK será rápida e intuitiva.

Instalando a aplicação Oomox


Na página do GitHub do Oomox você verá diversas formas de instalação para cada distribuição Linux. No caso do Ubuntu, Linux Mint e derivados, você pode efetuar o download de um arquivo “.deb” e instalar via interface gráfica, ou instalar a versão em Flatpak, diretamente do Flathub ou loja do seu sistema, caso esteja habilitado.

Não sabe como adicionar suporte ao repositório Flathub no seu Ubuntu? Confira o post e configure o Flatpak em seu sistema (no Linux Mint 19 o Flatpak já vem habilitado por padrão).

Depois de habilitar o repositório Flathub ao seu sistema, basta pesquisar na loja por Oomox, e instalar o programa.

oomox-flatpak-temas-gtk

A interface do Oomox


O software tem sua interface dividida basicamente em 4 elementos, uma barra superior com botões responsáveis por ações como: “Importar esquemas de cores”, “Clonar o tema”, “Salvar o tema”, “Renomear o tema”, “Excluir o tema”, “Exportar o tema”, “Exportar os ícones”, “Exportar os esquemas de cores para o terminal” e um menu hambúrguer com todos os atalhos do programa.

A parte principal da aplicação é subdividida em 3, na esquerda ficam os “‘Presets” e “Plugins”, com variações de temas oferecidas previamente pelo programa, e também ficará os temas customizados e criados pelo usuário.

No centro ficam propriamente todas as opções de customizações dos temas, como o “Theme Style” que lhe permite personalizar e criar temas baseados no momento em 3 temas super conhecidos pela comunidade, que são: o “Numix”, “Material” e “Arc”.

Além das cores dos temas e seus elementos, existe a possibilidade de criar alguns temas de ícones com variações de cores, como esquemas de cores para o terminal.

A última parte do software na direita, fica o preview das modificações em tempo real, muito útil e evitando a aplicação manual do tema para ver os resultados.

oomox-interface-tutorial

Criando seu tema


Existem diversas maneiras de se criar um tema no Oomox, entretanto julgo mais simples proceder da seguinte maneira:

1º Encontre um Preset de um tema que goste e clone o tema.

2º Modifique as cores conforme seu senso crítico de design, afinal o tema é seu.

Para modificar os valores, basta clicar nos quadrados e escolher conforme a paleta de cores, ou digitar o valor hexadecimal da cor.

3º Depois de customizar todas as cores, do preset escolhido e do theme style, salve o tema.

4º Na barra superior clique em “Export Theme”, uma janela aparecerá, marque a opção e dê prosseguimento a ação, aguarde o processo finalizar.

exportar-tema-gtk-oomox-tutorial

Seu tema será exportado para pasta do seu usuário atual, na home, dentro de “.themes”.

oomox-tema-exportado-distribuir

Você poderá distribuir cópias deste seu tema para amigos, e caso queira dos ícones também, basta clicar em “Export Icons”, e eles serão exportados para pasta “.icons” do seu usuário atual.

Para visualizar as pastas ocultas tanto no Mint como no Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas CTRL+H, e as pastas serão visíveis.

Aplicando o tema no Ubuntu (Gnome)


No Ubuntu pesquise na loja por “Ajustes do Gnome” e instale o programa, caso deseje faça via terminal com o comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

baixar-gnome-tweak-tool

Pesquise por “Ajustes” no menu do Ubuntu e abra o programa.

executar-gnome-ajustes

Na aba “Aparência”, selecione o seu tema na opção “Aplicativos”.

setar-tema-oomox

Aplicando o tema no Mint Cinnamon


No Linux Mint pesquise por “Configurações do sistema” no menu, logo em seguida acesse a opção em “Aparência>>Temas”.

temas-linux-mint

Em temas notará diversas alternativas, como “Borda da janela”, “Controles” e “Área de Trabalho”. Selecione o tema que acabou de criar em cada uma destas opções e customize sua distro.

temas-linux-mint-configurar-oomox

Com essa aplicação é muito simples modificar a aparência do sistema e deixá-lo ao seu gosto, recomendo por sua criatividade e “lado artístico” à prova e sair criando numerosos temas GTK.

Gostou da aplicação Oomox? Já conhecia ou utilizava? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o programa.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o tema do Diolinux no Linux Mint - Mint-Y Dark Transparent Blue

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Não é de hoje que muita gente vem pedindo qual tema eu utilizo no meu Linux Mint 19.1 Cinnamon, e a verdade é que ele não é nenhum tema "comum", pois ele foi customizado por mim, baseando-se no tema "Mint-Y Aqua Dark", que já vem com o sistema. Eu demonstrei como fazer ele, alterando os códigos de CSS em uma live na Twitch recentemente, e a galera curtiu muito!

Tema Linux Mint transparent






Como eu havia mencionado, o tema foi ajustado ao vivo em maiores detalhes, conforme você pode conferir no trecho da live abaixo:




Você pode seguir a gente na Twitch para acompanhar as lives diárias que acontecem, seria ótimo ter a sua presença! ☺ Como comentei na live, essa customização nasceu de uma questão levantada no nosso fórum, o Diolinux Plus, onde você também pode participar gratuitamente.

Esse print abaixo foi tirado da aba da comunidade do canal Diolinux no YouTube, como você pode ver, o tema chamou bastante atenção:

Customizando temas Linux Mint


O que é o tema?


Em poucas palavras, um projeto inacabado que apetece o meu gosto. Inacabado porque certamente muitos detalhes podem ser melhorados e ajustados, no entanto, estou satisfeito com o resultado atual e sem muita vontade e tempo de alterar muito as coisas, mas hey! Ele é open source! Sinta-se livre pra modificar e redistribuir. 😎

O tema é composto da modificação do tema padrão alternativo do Linux Mint, chamado "Mint-Y Aqua" na sua variante "Dark", inclusive, essa é a única variedade oferecida para o GTK pelo tema, se você gosta das coisas clarinhas, i'm sorry. O Painel do Cinnamon recebeu alterações em seu CSS e tem cores que combinam com o restante do tema, além de possuir uma agradável aparência. O tema de ícones é o "Papirus Dark", que oferece um toque final coerente para o restante do tema, que predomina um belo "azul macOS".

De forma geral, o painel e o menu são semi-transparentes, o GTK das pastas é um pouco mais escuro que o normal e o azul é um pouco mais tonalizado, para criar maior contraste, os ícones combinam com o azul do tema e não desrespeitam (muito) os aplicativos de terceiros.

Eu expliquei como fazer todas as alterações no nosso fórum e no vídeo da live acima, então é só gastar um tempo estudando se quiser modificar alguma coisa. 😊

Como baixar e instalar


O tema foi montando sobre o Cinnamon 4.x, não foi testando em versões anteriores, por isso não sei dizer se a compatibilidade está "Ok" com versões anteriores do Linux Mint (e do Cinnamon), no entanto, ele deve funcionar em qualquer distro que use o Cinnamon na mesma versão, ainda que o Linux Mint seja o nosso alvo.


Você pode baixar o arquivo do link acima para a pasta que preferir, ele tem pouco menos de 17 MB e é um arquivo tar.gz, de modo que ele deve abrir normalmente em qualquer distribuição Linux, basta dar dois cliques no arquivo, dentro dele você verá uma pasta com o nome do tema e dentro dela as pastas ".icons" e ".themes", basta extrair as duas para a sua pasta Home.

Temas Linux Mint

Depois de feita a extração, os temas estarão disponíveis na sessão "Temas" no painel de controle do Cinnamon, permitindo a alteração:

Configurações de tema

Apenas adicione nas configurações os itens conforme dispostos na imagem acima para ter o resultado final e, obviamente, você pode brincar com as customizações à vontade. Se quiser aprender a personalizar ainda mais o Cinnamon, confira este tutorial.

Até a próxima!
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Como instalar a última versão do Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O Mesa Driver é um driver de vídeo de código aberto que é utilizado em praticamente todas as distribuições Linux, o projeto Mesa libera drivers de código aberto para placas Nvidia, Intel e AMD, e hoje você vai aprender a atualizar os drivers do Ubuntu sem precisar alterar a versão do Kernel.

Mesa Driver



Essa dica pode ajudar muito você que usa Ubuntu ou algum sistema derivado e quer ter os drivers abertos mais recentes para melhorar os FPS dos games, quem sabe até melhorar autonomia da bateria do seu Notebook devido as otimizações.

Este PPA de Mesa Driver é recomendado especialmente para quem usa drivers open source, especialmente quem usa chip Intel ou AMD, quem usa Nvidia pode muito bem usar os proprietários seguindo este outro tutorial e desempenho será melhor.

Alterar componentes gráficos pode ser algo sensível no sistema, então prossiga sabendo que caso algo dê errado, você terá que reverter o processo.

Se você prefere fazer as coisas sem utilizar o terminal, acesse este tutorial.

Recomendo instalar o PPA Purge para remover os pacotes caso haja algum problema.
sudo apt install ppa-purge
Você pode verificar a sua versão do Mesa Driver instalado usando o seguinte comando:
glxinfo | grep "OpenGL version"
Agora vamos adicionar o PPA do Mesa Driver, rode no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Este comando acima adiciona o repositório dos drivers, agora podemos atualizá-lo e depois atualizar o sistema para receber os novos pacotes:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Depois de atualizado, você precisa reiniciar o computador, você pode rodar novamente o comando para verificar a versão do Mesa Driver e ver em qual versão você está. 

Caso algo saia errado ou por qualquer outro motivo você queria remover os drivers e voltar ao normal use:
sudo ppa-purge ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Depois da remoção você deve reiniciar o computador e você estará de volta com os drivers originais do sistema.

Até a próxima!
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Como instalar Yu-Gi-Oh! Duel Links (PC) no Linux via Steam Play

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Duel links é o atual popular título da Konami da franquia milionária Yu-Gi-Oh! O game vem fazendo muito sucesso, sendo lançado primeiramente para dispositivos móveis, tendo mais de 10 milhões de downloads na Google Play, posteriormente chegando aos PCs pela Steam, onde é gratuito e disponibilizado para Windows originalmente, mas graças ao Proton e ao Steam Play você pode jogar no Linux como se fosse um game nativo.

duel-links-steam-play-proton-linux






O procedimento para fazer a instalação é realmente simples, porém, é necessário fazer um pequeno ajuste para rodar o jogo perfeitamente. Primeiro eu vou te explicar como fazer a instalação, depois eu te explico o porque da instalação precisar ser feita dessa forma.

Como fazer a instalação do Duel Links no Linux


Existe aqui um pequeno passo a passo, sendo que alguns destes passos não são necessários caso você já utilize o Steam Play com o Proton para outros games.

1 - Nas configurações do seu cliente Steam, ative a compatibilidade com o Steam Play

Temos um artigo aqui no blog explicando o passo a passo para habilitar a ferramenta, com dois ou três cliques você consegue ativar a funcionalidade, basta conferir aqui. Se você já tem o Steam Play ativado, esse passo pode ser desconsiderado.

2 - Faça o download do Game

O Duel Links é um game bem pequeno no seu download inicial, mal chegando aos 100 MB de tamanho, ainda que requeira até 4GB de espaço em disco caso você queira baixar as imagens das cartas em alta resolução. Procure pelo game na Steam e instale normalmente, mas não clique em jogar ainda.

Em tese, isso deveria ser o suficiente, ou seja, é o mesmo processo que você faria no Windows, entretanto, o Duel Links necessita do Net Framework 4.5 para rodar, no Windows o game considera que essa dependência já está instalada, pois geralmente está (caso não esteja, mesmo no Windows, você precisará instalar), já no Linux, obviamente ela não está instalada, por se tratar de um componente Windows.

O jogo precisa também do DirectX, do VCrun, entre outras dependências, porém estas são instaladas ao clicar em "jogar" ou "play" pela primeira vez, como a maior parte dos games. Como você deve estar imaginando, a grande questão aqui é instalar o Net Framework 4.5 no Steam Play, no prefixo do Proton do Duel Links.

Eu sei, até soa meio complicado, mas não é, vai por mim.

3 - Instale o Winetricks

Vamos precisar do Winetricks para instalar esse complemento, além de ter o próprio Wine instalado para evitar estes problemas, precisamos dos seguintes pacotes:
  • wine64 
  • wine32-preloader 
  • winetricks
Você pode procurar por eles no seu gerenciador de pacotes ou loja de aplicativos e instalar um por um, no caso do Ubuntu, com a GNOME Software como loja, esse tipo de pacote não é encontrado, então você pode usar o Synaptic para isso, já no Linux Mint, você tem esse recurso através da loja do sistema.

WINE-LINUX-INSTALL
Gerenciador de pacotes do Linux Mint
Caso você use outra distribuição, consulte o gerenciador de pacotes da sua distro e procure pelos pacotes mencionados. Caso você use Ubuntu ou Linux Mint, é possível instalar todos os pacotes com um comando único no terminal:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y
O próximo passo é instalar, via Winetricks, o pacote dotnet4.5, que referencia o Netframework 4.5.

Para fazer isso, o Winetricks pode ser aberto pelo menu, ele é uma aplicação gráfica, porém, atente-se para escolher o diretório onde o game (Duel Links) está instalado, originalmente no Steam Play ele fica nesse diretório:

home/dionatan/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx

Onde o nome dionatan deve ser substituído pelo nome do seu usuário, selecionando a opção de instalar complementos e adicionando o DotNet4.5, entretanto, eu acho mais fácil rodar outro comando simples que vai fazer todo o processo por você:
WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Não sei se você percebeu, mas se você quiser fazer tudo de uma vez pelo terminal, algo quase mágico que o Linux proporciona, você pode instalar os programas necessários e "aplicar o patch" no jogo copiando e colando este único comando no terminal, tudo de uma vez:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y && WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Simples e rápido.

4 - Agora é só jogar! 

Com este pequeno ajuste é possível jogar o game normalmente, basta clicar em "Play" ou "Jogar", aguardar a instalação daqueles componentes que o jogo precisa e logar com a sua conta. O ideal é ter a sua conta atrelada ao perfil da Konami para poder recuperar os seus decks do game que você joga no Smartphone.

Seguem algumas telas do game rodando no Linux Mint 19.1:

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Como melhorar a situação?


O game roda perfeitamente bem, sem travamentos, engasgos ou qualquer outra coisa, porém, sabemos que ele não é um primor de porte. Parece que Konami simplesmente jogou o Duel Links dentro do Unity 3D e exportou para PC, e não se preocupou nem em adicionar todas as dependências que o jogo precisa para instalação na primeira "run" do jogo.


Felizmente rodar ele no Linux, apesar do ajuste, hoje em dia é muito simples, mas poderia ser ainda mais, caso esse passo fosse desnecessário, e é aí que você entra. Fale com a Konami no Twitter, mande e-mails e peça pela simples inclusão desse pacote no instalador do jogo, provavelmente até quem joga no Windows vai se beneficiar.

Até a próxima e que o coração das cartas esteja com você!
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Linux Mint 19.1 - Como atualizar da versão 19 sem formatar

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram a versão 19.1, de codinome "Tessa", recentemente. Hoje, um dia após o lançamento da versão mais recente, as informações sobre a atualização para a última versão do Linux Mint foram divulgadas. Aprenda agora a atualizar para a versão mais recente da distro sem precisar formatar o seu computador.

linux-mint-191-upgrade






Eu fiz a atualização do meu Linux Mint 19 (Cinnamon) para a versão 19.1 esta manhã, estou usando o sistema o dia todo praticamente e não encontrei qualquer problema até então. Vou te ajudar no procedimento, vamos lá?

Como atualizar o seu Linux Mint para a última versão


1 - O primeiro passo é ter certeza de que você está com todas as suas atualizações em dia. Abra o gerenciador de atualizações pelo menu ou pelo ícone na barra de indicadores, clique em "Atualizar" e se houverem atualizações, aplique-as antes de continuar.

Atualização Linux Mint

Por questão de precaução, os desenvolvedores sugerem que você faça um backup/snapshot do sistema através do TimeShift, a ferramenta de backups do Linux Mint que você encontra no menu. O procedimento não deve falhar, mas em todo caso, se você quiser ter uma segurança a mais é uma boa prática.


2 - O próximo passo é no próprio gerenciador de atualizações, clique no menu "Editar" e você deverá encontrar a opção "Atualizar para 'Linux Mint 19.1 Tessa'", clique na opção.


3 - Você será recebido com a tela de boas-vindas da atualização, onde existem notas da versão para você conferir, informações sobre novos recursos e requisitos mínimos para usar a nova versão. Para saber mais sobre as novidades do Linux Mint 19.1, confira o artigo que fizemos sobre o lançamento da versão.

Uma dica importante, caso você use um Notebook, vale ressaltar a importância de deixar o computador na alimentação ou ao menos, ter a bateria bem carregada. O tempo de atualização demora de acordo com a velocidade da sua internet e também a capacidade do seu hardware.


4 - Depois de iniciar a atualização, uma janela com uma barra de progresso será exibida, de forma geral você não precisa interagir com ela, mas no meu caso, como eu uso uma extensão do Nemo para o Dropbox que oferece uma integração extra, foi necessário clicar em "ver mais" e confirmar a adição do pacote, pressionando a letra "y" de "yes", e pressionando "enter".

Aguarde o processo de atualização acontecer.

Mint-upgrade

5 - Quando a atualização finalizar, reinicie o computador para ter certeza de que tudo está carregado normalmente. Caso você tenha temas instalados, applets extras ou extensões no Cinnamon, pode ser necessário reconfigurá-los ou atualizá-los. Caso você tenha um ambiente customizado, o novo layout do Linux Mint, com ícones  na barra, não será carregado por padrão, para isso, procure no menu pelo aplicativo "Tela de Boas Vindas", nele você poderá alterar o layout.

welcome-linux-mint


6 - Seu Linux Mint está pronto para o uso, basta aproveitar o sistema, com Cinnamon 4.x, melhorias de desempenho e velocidade.

linux-mint191-upgrade-finalized

Passos opcionais


Se você quiser deixar o sistema com os pacotes padrões que os desenvolvedores planejaram, outros dois passos podem ser feitos, a instalação de alguns pacotes e remoção de outros, copie e cole estes dois comandos no terminal:

apt install p7zip-full va-driver-all xul-ext-lightning
apt remove --purge xscreensaver-data xscreensaver-data-extra xscreensaver-gl xscreensaver-gl-extra cinnamon-screensaver-webkit-plugin cinnamon-screensaver-x-plugin
Curiosidade: Repare que agora não é mais necessário usar o "sudo" no início do comando, o terminal entende que você está tentando rodar algo que necessita de privilégios de administrador e pede a senha, que agora exibe caracteres, assim como acontece no elementary OS.

Para mais informações sobre a atualização das versões, confira o artigo no blog oficial do Linux Mint.

Até a próxima!
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Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Se você estiver procurando uma opção bacana de tema de ícones para a sua distro Linux e pretende colocar um tema bem estilizado e com um conceito um tanto diferente, especialmente se você curtir as famosas “long shadows”, você vai adorar o tema “Shadow”.

 Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux










O Shadow é um tema flat para GNOME 3.10+ e interfaces “filhas” Na versão 4 contém mais de 980 ícones de apps e mais de 2200 ícones para o sistema e afins.




Instalando o tema Shadow


Baixe o tema à partir do GitHub ou do "GNOME Look", ele virá em um pacote compactado (zip), basta extrair o tema do arquivo compactado para a pasta .icons (ponto icons) dentro da sua pasta pessoal. Depois é só fazer a alteração do tema pelo software adequado a sua interface gráfica.



No Linux Mint você pode usar as próprias configurações do sistema e no Ubuntu, use o GNOME Tweaks.

Quem deseja fazer o processo de instalação pelo terminal pode seguir os seguintes passos:

git clone https://github.com/rudrab/Shadow.git

mv Shadow-master /home/$USER/.icons/

Se for pelo Gnome-Look, basta baixar e extrair o .tar.xz dentro da pasta “icons” que você criou

Feito isso, agora você pode desfrutar do novo tema para o seu sistema.
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Melhor do que a encomenda! - Linux Mint 19.1 Beta

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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram que a nova versão do sistema estaria disponível antes do Natal e que belo presente de final de ano para os fãs da distro, não é verdade? Eu estou testando ele há pouco dias, depois do anúncio do Beta, e tenho alguns relatos interessantes para fazer.

Linux Mint 19.1






Difícil dizer o que falta para o Linux Mint se tornar um grande padrão, provavelmente "inteligência de marca" seja uma boa resposta, inclusive, nos especulamos muito em relação a isso é um dos nossos programas no YouTube, um Diolinux Friday Show recente:


Da mesma forma que o Ubuntu se tornou uma marca tão valiosa quanto o Debian para o mundo Linux, será que o Linux Mint chegará ao nível do "seu irmão"?

Há alguns dias tivemos o lançamento da versão Beta do Linux Mint 19.1, de codinome "Tessa" que mantém a base LTS do Ubuntu 18.04.1 e inclui várias melhorias, você pode ver a review completa nesse vídeo do canal:


O que tem de MUITO BOM no Linux Mint 19.1?


Eu gosto muito do Linux Mint, junto com o Ubuntu, certamente são as minhas distros favoritas. Em favor do Mint, eu sempre vi a sensatez, em alguns casos até demasiada, ao adotar novos padrões, ao mudar as coisas tradicionais, etc. Mas a versão 19.1 está dando alguns passos na direção da mudança.

O Linux Mint tem como diretriz não descriminar software de nenhum tipo, independente da licença que ele use, você pode ler mais sobre isso na página de FAQ do sistema, diretamente de seu site oficial e esse é um dos fatores que fazem gostar da forma de trabalho do projeto, porém, no meio dessas diretrizes de trabalho, está uma que consegue me agradar e desagradar ao mesmo tempo, a sua forma conservadora de desenvolver o sistema.

O lado bom

O Linux Mint tem como padrão de comportamento só incorporar tecnologias ao sistema que são super estáveis e popularmente testadas, é por isso que você ainda não vê o Mint com suporte oficial para o Wayland, por exemplo. Dificilmente você verá uma grande quantidade de novidades e modificações implementadas a cada versão, essas mudanças acontecem, mas elas são bem graduais.

O lado bom disso é um tanto quanto óbvio, o sistema se torna mais estável e confiável à longo prazo.

O lado ruim

Suponho que lado ruim seja tão simples de entender quanto o lado bom. Ser mais conservador na inclusão de novidades não deixa os usuários do sistema em contato direto com o que há de mais recente na tecnologia open source pode, até certo ponto, claro. Certos componentes do sistema acabam se atualizando normalmente, como navegadores de internet e correlatos.

Mas as coisas estão mudando

A versão 19.1 Beta está diferente nesse sentido, se comparado a atualizações ocorridas nos últimos anos, ela traz mudanças visuais e de funcionalidade, o que é raro de ser ver no Mint. 

A versão Beta trouxe uma nova forma de usar o Desktop, algo que o Linux Mint carrega desde... bem... sempre! Desde a primeira versão lançada o comportamento padrão do desktop era semelhante ao do Windows XP, organizado em Menu "iniciar", atalhos de aplicações e janelas que abrem ao lado de forma independente, logo depois vinha a área de notificações, calendário, etc.

Visual Linux Mint Windows XP
A semelhança é perceptível (Windows XP em cima, Linux Mint Cinnamon em baixo)

Apesar da diferença enorme na lapidação visual, é fácil perceber que o conceito é o mesmo. E mesmo na versão 19.1 esse painel ainda está disponível para quem quiser utilizar, porém, ele deu lugar para outra versão que agora é o padrão do sistema.

Novo painel do Linux Mint 19.1
Novo painel do Cinnamon - Linux Mint 19.1

Agora os ícones são agrupados e sobrepostos, como acontece no Windows 10, no macOS, no GNOME, como é possível fazer no KDE Plasma também, ou seja, ficou mais de acordo com o padrão atual, o que melhora consideravelmente o aproveitamento de espaço, ainda que eu tenha me adaptado ao Workflow anterior com o passar do tempo, certamente não será difícil de usar o novo padrão.

O lado bom dessa modificação é que a implementação não foi uma "simples troca", se você explorar as configurações desse modo de exibição, clicando com o botão direito em qualquer ícone da barra, indo até preferências>>configurar, você verá os diversos tipos de comportamento possíveis, o que é excelente.

O recurso em si não é totalmente novo no Linux Mint, há alguns anos existem extensões para o Cinnamon Desktop (interface padrão do Linux Mint) que entregavam essa funcionalidade, porém, o lado positivo do recurso fazer parte do sistema é que agora ele está mais próximo dos desenvolvedores principais e nunca irá entrar em conflito com o restante da interface, além de, por se tratar de um parte oficial do sistema, os tradutores também poderão fazer o seu belo trabalho e ter os recursos já em Português, tudo bonitinho.

Falta "aquele" toque


Se eu pudesse apontar o dedo para o projeto do Mint, colocando defeitos, certamente eu apontaria para o design e a paleta de cores. Eu já entendi a relação entre Mint, Cinnamon (Canela) e a cor verde, ainda mais nessa cor de erva cidreira, mas convenhamos que existem cores melhores para associar algo à tecnologia, talvez eles quisessem justamente usar a abordagem de algo calmo, relaxante e confiável, ao contrário do Ubuntu que quer algo mais energético com todo aquele laranja.

Compreensível, mas isso não faz o visual ser mais atrativo.

O logo precisa de uma rejuvenescida, os ícones precisam parar de mudar o design padrão das aplicações (ao menos tanto) e não faria mal dar uma atualizada no site do Mint também.

Analise a versão padrão do Mint e uma modificada por mim:

Linux Mint 19.1 Padrão

Linux Mint 19.1 Mofidicado

Fala aí, qual você sentiria mais vontade de usar?

Para quem ficou curioso, estou usando para personalizar o Cinnamon na segunda imagem:

- Extensão "Transparent Panels"

É claro que só reclamar é fácil demais, por isso, nessa semana enviei um e-mail para o líder do projeto Linux Mint, Clement Lefebvre, me oferecendo para ajudar na parte de marketing da distro e quem sabe, tentar ajustar o visual dela também. Muitas vezes mudar a paleta para um verde azulado pode fazer uma grande diferença. Vamos ver se teremos alguma resposta, fique ligado aqui no blog que eu manterei você atualizado quanto a isso.

A diferença está nos detalhes sem dúvida, o Deepin que o diga.

A versão 19.1 não tem uma data de lançamento fixa, mas está trazendo várias melhorias interessantes e inclusive algumas surpresas para mim, de coisas que eu não esperava ver no projeto, como este novo layout de ícones, na minha modesta opinião está bem melhor que a encomenda, e olha que a encomenda já era boa.

Se quiser testar a versão Beta também, eu encontrei um mirror brasileiro bem rápido para que você possa baixar, mas lembre-se, ainda que esteja consideravelmente estável, ainda é um Beta, então evite usar em produção.

Até a próxima!
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Ícone do Dropbox não iniciando no Linux Mint Cinnamon? Veja como resolver!

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Hoje eu tive um problema curioso no Linux Mint com Cinnamon. Reparei que o ícone indicador do Dropbox, o popular serviço de armazenamento em nuvem, não estava aparecendo na área de indicadores, ainda que o serviço estivesse funcionando corretamente. Como a solução do problema foi simples, eu resolvi compartilhar com você, caso você tenha o mesmo o problema, já saberá como resolver. ☺

Linux Mint Cinnamon Dropbox






O Cinnamon tem dois tipos de suporte para os tradicionais indicadores, usados para inúmeras aplicações, os indicadores "legados" e os integrados com o Shell do Cinnamon.

Para usar os indicadores de forma mais eficiente eu recomendo que você ative o suporte para indicadores integrados acessando o Painel de Controle >> Geral >> Marcar a opção "Habilitar Suporte para ícones indicadores na Área de Notificação (necessário reiniciar o Cinnamon)".

Configuração de indicadores Linux Mint

Geralmente, ao habilitar essa função, o Cinnamon recarrega os ícones automaticamente, caso não aconteça você pode reiniciar a interface facilmente clicando com o Botão direito na barra tarefas >> Resolução de Problemas >> Reiniciar Cinnamon. Não é necessário reiniciar o computador ou anda parecido, a tela apenas vai "piscar" e voltar ao normal.

Resolvendo o problema do Dropbox


Estes primeiros passos são necessários para a ativação correta dos indicadores, mas ainda assim, o Dropbox não estava aparecendo, ao menos para mim. Para resolver o problema é simples, mas vamos garantir que algumas coisas estão funcionando corretamente antes:

👉  Confira no aplicativo "Monitor do Sistema" e veja na aba "Processos" se o Dropbox está rodando.

Linux Mint Dropbox

Caso você encontre o processo, é sinal de que o daemon do Dropbox está funcionando corretamente, o único problema é realmente o indicador.

👉 Uma forma de corrigir o problema é rodar este comando no terminal:
dropbox stop; dbus-launch dropbox start
Se funcionar, ótimo! Só precisamos alterar as configurações de inicialização do Dropbox para que a correção já funcione quando você ligar o seu computador, para isso é simples, procure no menu por "Aplicativos da Inicialização" e nele, procure pelo Dropbox.

Dropbox Indicator

Basta dar dois cliques para editar os parâmetros de inicialização, na sessão "Comando", altere o valor padrão para:
dbus-launch dropbox start
Depois disso é só salvar. Para testar, encerre a sessão ou reinicie o computador para ver se agora o Dropbox está iniciando corretamente. 

Até a próxima!
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Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A empresa Tracktion Software está disponibilizando para baixar a sua poderosa ferramenta de produção de áudio digital multiplataforma ou em inglês “Digital Audio Workstation” (DAW) de forma gratuita.

Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça







Se você está procurando um software para produção de áudio em DAW o Tracktion 7 é uma boa ferramenta para isso. Uma boa alternativa aos programas Audacity e o Ardour.

T7 DAW (ou Tracktion 7) teve a sua primeira versão lançada em 2016 custando US$59 e tendo uma recepção muito boa da mídia especializada e recebendo vários prêmios pela qualidade do produto oferecido.

O T7 DAW é um Freeware ( e não open source) e que se você precisar de plugins complementares e o suporte dado diretamente pela empresa, você terá que pagar por isso, mas se precisar eles disponibilizam um fórum para ajuda, além de um FAQ para Linux.


               


Ele é multiplataforma, podendo ser usado em Linux (Ubuntu, Mint e derivados), RaspBerry PI, macOS e Windows

A interface dele sendo single-panel (painel único) foi pensada em deixar mais dinâmica e rápida para mixar e fazer gravações, como aplicar correções, efeitos entre outros em ilimitadas trilhas apenas usando o arrastar e soltar.

Outra coisa boa que foi confirmado por eles, é que a versão Free não terá nenhuma limitação em relação às versões pagas.

Para rodar ele na versão para Linux (Ubuntu, Mint e derivados) você vai precisar de um processador Intel Core i5 2 GHz e no minimo 4 GB de memória RAM, mas se recomenda  8 GB de memória RAM.

Para baixar ele você vai precisar entrar no site da Tracktion Software e fazer um rápido cadastro, para que eles possam mandar um link onde você poderá baixar o programa, que está no formato .deb, e também ativar o seu programa, após estes passos, para “desbloquear” o seu programa você vai usar o seu login e senha criados no site anteriormente. Um “preço justo a se pagar” para ter um software profissional em mãos. 

Acho muito legal ter mais alternativas para esse segmento do mercado de produção de áudio profissional, e assim mostrando que a plataforma Linux é um meio viável para isso.

Mas digam aí nos comentários se você já usou a ferramenta ou se vai testar o “poderio” dela. =)

Forte abraço e ate a próxima.

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