Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo.

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador Mint. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mint. Mostrar todas as postagens

Feral Interactive libera "Game Mode" para Linux

Nenhum comentário

terça-feira, 10 de abril de 2018

A principal empresa de portes de jogos para Linux, a Feral Interactive, anunciou uma nova ferramenta Open Source para ajudar a otimizar o desempenho de jogos no Linux. Trata-se de um daemon e uma lib que permitem que os games extraiam mais desempenho dos processadores.

Linux Game Mode






O chamado "Game Mode" da Feral Interactive, que está trazendo ainda nesta semana o "Rise of the Tomb Raider" pra Linux e macOS, consiste em fazer com que o game consiga alocar "mais atenção" do processador para assim melhorar o desempenho do mesmo.

O recurso foi criado especialmente para ajudar os jogadores que possuem apenas Placas Intel HD Graphics para jogar ou alguma outra APU AMD, onde em ambos os casos, o desempenho do jogo está diretamente ligado ao desempenho do CPU.

Ainda assim, mesmo jogadores que tenham placas de vídeo dedicada (da Nvidia por exemplo), poderão tirar alguma vantagem do recurso.

Como funciona e como instalar


O "Game Mode" é algo que funciona em Background no sistema e altera o comportamento do "CPU Governor" para uma aplicação em específico, no caso um jogo. O recurso consiste em uma espécie de "combo" de biblioteca e daemon que permite aos jogos requisitarem certas otimizações para o kernel de forma temporária.

O código da ferramenta está disponível no GitHub para os interessados em testar.

A ideia não é incluir o recurso diretamente nos jogos atualmente, sendo algo que o usuário deve tomar a liberdade para si de usar ou não, mas em tese, nada impede que existem implementações diferentes do futuro.

Para instalar no seu sistema (apenas distros baseadas em Ubuntu e Arch) você deverá fazer a instalação via linha de comando, trata-se de um ajuste avançado, mas não necessariamente complicado.

Precisamos de algumas dependências antes:

(Ubuntu, Linux Mint, elementary OS e derivados)
sudo apt install meson libsystemd-dev pkg-config ninja-build git
(Arch, Manjaro e derivados):
sudo pacman -S meson systemd ninja git 
Os demais comandos são iguais para qualquer distro:
git clone https://github.com/FeralInteractive/gamemode.git 

cd gamemode
./bootstrap.sh
Depois disso, reinicie o computador para que o Daemon inicie já junto com o sistema e observe se tudo inicializa corretamente. Você pode pressionar a tecla "F8" para verificar a inicialização em modo "verbose" para ter mais informações.

Depois disso você precisa indicar manualmente que o jogo deve usar este recurso, o que teoricamente pode ser feito com um comando assim:
LD_PRELOAD=/usr/\$LIB/libgamemodeauto.so ./game
Onde "./game" no final é o caminho e binário do jogo, mas no caso da Steam, fica mais simples, basta editar os parâmetros de inicialização.

Clique com o botão direito do mouse sobre o jogo na sua biblioteca Steam, vá em propriedades e depois clique em "Set Launch Options" e cole o seguinte comando:
LD_PRELOAD=$LD_PRELOAD:/usr/\$LIB/libgamemodeauto.so %command%
Assim como está na imagem:

Diolinux tesde Game Mode Feral Interative

Clique no "Ok" e jogue normalmente.

Testes preliminares e desempenho


Claro que é cedo para dizer qualquer coisa, o projeto acabou de ser anunciado e ainda deve receber muitas melhorias e otimizações, mas a primeira vista a impressão foi boa.

Eu vou instalar alguns games mais pesados para fazer alguns testes e verificar, mas testei com dois jogos, Rocket League e Ballistic Overkill e os resultados foram interessantes.

Os jogos são relativamente leves e a máquina é potente (Ryzen 7, 16 GB de RAM DDR4 de 3000 Mhz, SSD e um GTX 1060 de 3 GB), mas ainda assim tive uma pequena melhoria.

Em ambos os jogos eu obtive uma média de 10 a 15 FPS acima do "normal" sem essa modificação. Ambos os jogos já rodavam muito acima dos 100 FPS, então a diferença em game não se torna grande, ainda mais em uma máquina assim, no caso do Ballistic Overkill por exemplo, o game chega a passar de 200 FPS.

Ambos os jogos foram testados com todos os gráficos, texturas e filtros nas opções de qualidade máxima.

Pretendo fazer testes em hardware mais modesto, onde ali sim, espero ter resultados mais animadores.

Se você testar, compartilhe conosco o resultado através da sessão de comentários, lembre de informar o hardware do computador, distro, qual e game e qual configuração gráfica você estava usando e se possível, mencione um "antes e depois".

Para deixar de usar o "Game Mode" no jogo, basta tirar o parâmetro de inicialização do lançador da Steam. Outra coisa que esperamos do futuro é que existe uma forma mais simples para aplicar esta funcionalidade, exigindo menos conhecimento técnico, funcionando talvez como um pacote de software, como qualquer outro que você instala dando dois cliques, ou que seja uma função já incorporada nos próprios jogos.

Bom proveito!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.



Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux via Terminal

Nenhum comentário

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Vamos mostrar hoje como você pode instalar o tema para ícones Azure na sua distro Linux e deixá-lo com um tema de ícones mais moderno e bonitão. Esse é só um dos vários temas para ícones que existem, e se você quiser ver um "TOP 10" montamos uma lista neste artigo.

Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux






O tema de ícones Azure segue a linha de temas flat (ou chapada), que faz muito sucesso nos dispositivos móveis, como celulares e tablets por exemplo, esse tipo de tema vem ganhando fãs a cada dia por serem bonitos e amigáveis.

O tema Azure é baseado no tema Arc, feito pelo usuário horst3180 do github. O Azure é compatível com ambientes gráficos que rodem o GTK 3 e GTK 2, como por exemplo: Gnome, XFCE, MATECinnamon e etc.

Para rodar o tema você vai precisar ter o GTK+ 3.20 ou superior e se você estiver utilizando o GTK 2 vai precisar instalar dois pacotes adicionais, que são o GTK2 engine Murrine 0.98.1.1 ou posterior e o GTK2 pixbuf engine ou o gtk(2)-engine package. Para instalar vamos utilizar o terminal, mas nada que seja complicado, ok? 😉

Para abrir ele (terminal) vamos pressionar as seguintes teclas simultaneamente:  "Ctrl + Alt + T" ou procurar por "terminal" no menu da sua distro.

Depois de ter feito isso, você vai digitar (ou copiar e colar) no terminal essa linha de comando (procure observar o processo na distro que você estiver utilizando):

Fedora/openSuse e derivados:
yum install gtk-murrine-engine gtk2-engines

 Ubuntu/Mint/Debian e derivados:
sudo apt-get install gtk2-engines-murrine  gtk2-engines-pixbuf

ArchLinux:
pacman -S gtk-engine-murrine gtk-engines


Depois de ter feito isso, voce vai baixar o pacote do Azure lá no GitHub.

Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux

Depois de baixado o arquivo, você vai precisar descompactá-lo, o que vai gerar uma pasta com o nome do tema. Feito isso será necessaáio acessar a pasta via terminal e assim instalar o tema.

Estando dentro do diretório, você deve rodar o seguinte comando:
./Install
Se estiver usando o Ubuntu 16.04 (ou uma versão acima) ou o Mint e aparecer o seguinte erro  "XMLLINI not set and xmllint not found in path; skipping xml preprocessing", deverá rodar o seguinte comando para corrigir:
sudo apt install libxml12-utils
E se for no Fedora e derivados o comando é o seguinte:
 sudo dnf install glib2-devel
Feito isso, ainda dentro da pasta que voce descompactou,  é só rodar o seguinte comando para instalar os ícones:
./Install-Paper-Azure
Ai é só aguardar o processo terminar, "reiniciar" o seu computador e depois abrir a sua ferramenta de modificação de ambiente, como o Gnome Tweak ou a equivalente do ambiente da sua distro, procurar a sessão de personalização dos ícones, e ativar o tema Azure.


Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux via Terminal


E nesse passo a passo, você vai ter o Tema de Ícones Azure na sua distro. :)

Conte pra gente nos comentários qual é o seu tema de ícones favorito, espero que tenham gostado, até uma próxima e um forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Como instalar o OBS Studio 21.1 nas versões 14.04/16.04/18.04 do Ubuntu

Nenhum comentário

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Quando falamos em captura de tela ou em transmissão para a internet, o primeiro programa que vem a nossa cabeça é o famoso OBS (OBS Studio). Pois ele é grátis open-source (código aberto), assim podendo receber melhorias e plugins de terceiros, o que aumenta as suas capacidades. E ele também é usado por YouTubers que fazem tutoriais ensinando algo no seu computador, como também o pessoal gamer usa para transmitir as suas partidas online.





Depois dessa pequena "intro" explicando a serventia do OBS, vamos ensinar a instalar a última versão do programa  para as versões 14.04, 16.04 e 18.04 do Ubuntu e seus derivados, como o Mint, ou seja, as últimas versões LTS.


Nessa nova versão foram corrigidos alguns bugs, como o travamento de  inicialização do OBS, falhas relacionadas aos scripts também foram corrigidas.

A lista completa das correções você pode acessar aqui.

Para instalar essa nova versão do OBS, vamos utilizar o terminal, mas nada que seja complicado, ok? 😉

Para abrir ele (terminal) vamos pressionar as seguintes teclas simultaneamente:  "Ctrl + Alt + T" ou procurar por "terminal" no menu da sua distro.

Depois de ter feito isso, você vai digitar (ou copiar e colar) no terminal essa linha de comando:
sudo add-apt-repository ppa:obsproject/obs-studio
E depois vai pressionar a tecla Enter  e digitar a sua senha.

Dica: Se você ainda estiver usando o Ubuntu 14.04 LTS, será necessário acrescentar este ppa para a biblioteca FFmpeg: 
sudo add-apt-repository ppa:kirllshkrogalev/ffmpeg-next
Feita essa primeira etapa, vamos atualizar o sistema e instalar o OBS com os seguintes comandos:
sudo apt-get update 
sudo apt-get install obs-studio -y
Dica:  É possível instalar programas no Ubuntu via PPA sem utilizar o Terminal, para entender como isso funciona, leia este artigo aqui do blog.

Pronto! Agora é só esperar o término do processo no terminal e acessar o programa no menu do seu sistema.

Se precisarem de mais uma "forcinha" para configurar o OBS, temos um vídeo, explicando com maiores detalhes:




E nesse simples passo a passo, você vai ter o OBS sempre atualizado na sua distro. :)

Dica: Aprenda a configurar Streamlabs no OBS.

Conte pra gente nos comentários se você tem mais alguma dica para o OBS.

Espero que tenham gostado, até uma próxima e um forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Intel deixará de produzir o seu instalador de drivers para Linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 30 de março de 2018

A Intel anunciou que está descontinuando o software instalador de drivers da empresas para as distros Linux. O "Linux Graphics Update Tool" está obsoleto e deixará de ser produzido.

Intel aposenta instalador de drivers para Linux






Nós já falamos algumas vezes aqui no blog sobre esta ferramenta da Intel e de fato, ela já foi mais útil. Geralmente a empresa lançada drivers com suporte "oficial" apenas para Ubuntu e Fedora, no entanto, distros derivadas também podiam se beneficiar dela, ainda que necessitasse de alguns ajustes, como o Linux Mint.

Intel Drivers


A Intel anunciou que a ferramenta de atualização de drivers será descontinuada por um simples motivo, as distros Linux atualmente já estão conseguindo trazer a versão mais recente dos drivers da empresa no próprio Kernel Linux, eliminando a necessidade de uma ferramenta como esta.

Vale ressaltar que isso nada tem a ver com os drivers da Intel em si, eles continuam sendo desenvolvidos e otimizados normalmente, o que deixamos de ter a ferramenta de atualização, puramente por praticidade e falta de necessidade.

Em um "mundo ideal" esse tipo de coisa se tornaria mais comum, isso também vem acontecendo nos sistemas que usam o Kernel Linux quando o assunto é Driver AMD, enquanto isso, os drivers Nvidia, que tem um ótimo desempenho, ainda são instalados de outra forma.

Recomendo assistir a nossa entrevista com o Alfredo Heiss, representante da AMD aqui no Brasil, para entender melhor essa relação entre os drivers open source e o Linux:


O "modus operandi" do Linux de forma geral acaba gerando esse tipo de comportamento, ainda assim, alguns hardwares mais específicos ainda pode necessitar de suporte externo, enquanto que a maior parte tem suporte diretamente do Kernel, inclusive de atualizações para versões mais recentes.

Até a próxima!

Fonte
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Stacer - Otimizador para Linux recebe novas funcionalidades

Nenhum comentário

terça-feira, 20 de março de 2018

Existem vários utilitários para distros Linux que te ajudam a otimizar, organizar a fazer manutenções no seu sistema operacional. O Stacer é certamente uma das opções com funcionalidades mais completas aliadas a um visual atraente.

Stacer - Otimizador para Linux






Não é a primeira vez que o Stacer aparece aqui no blog, nós temos inclusive um vídeo para mostrar para você como ele funciona:


A versão nova do Stacer chega com um redesenho para a interface da aplicação e acrescenta novas funcionalidades.

Destaques da nova versão

Stacer - Otimizador para Linux
A nova versão possui temas claros e escuros

Ao abrir a nova versão do Stacer as mudanças são muito óbvias, chamando a nossa atenção, especialmente se comparado à versão anterior. Temos agora nas configurações a opção de usar a aplicação com um tema claro e um escuro.

Todas as sessões de monitoramento e ajustes estão agrupadas em uma coluna na parte esquerda da aplicação. Sendo que o Dashboard principal (esse da imagem acima) mostra uma espécie de "resumo" do sistema operacional e dos consumos de hardware do computador.

Outras funcionalidades do Stacer incluem um utilitário para configurar aplicações que iniciam junto com o sistema:

Stacer Linux

Ferramenta para limpar resíduos de pacotes antigos no sistema e liberar espaço em disco:

Stacer Linux

Gerenciador de serviços que iniciam junto com o sistema:

Stacer Linux

Monitor de processos que permite que você encerre os que não quiser que estejam em execução:

Stacer Linux

Monitor de pacotes de software que te mostra a quantidade instalada no sistema e permite que você os remova selecionando-os em uma lista simples:

Stacer Linux

Monitor de consumo de hardware do sistema, incluindo uso do processador, memória RAM e rede:

Stacer Linux

Gerenciador de repositórios, que além de listá-los e permitir a ativação e desativação, também permite a edição dos mesmos e a adição também.

Stacer Linux

A última aba do software te mostra algumas opções de configuração do Stacer, como em qual aba você quer que ele inicie e se você quer que ele inicie juntamente com o sistema. Além disso, é possível criar alertas para quando o uso de processador ou memória ultrapassar um determinado valor que você pode definir:

Stacer Linux

Agora, além da aplicação em si, o Stacer é capaz de criar um ícone na área de notificação, facilitando o seu acesso por parte do usuário.

Gostou da aplicação e quer testar? Basta acessar esta página e fazer o download para a sua distro. Ele tem pacotes em .deb e .rpm, além da versão em AppImage, compatíveis com sistemas de 64 bits.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


INXI - Um comando simples e completo para obter informações da sua distro Linux

Nenhum comentário

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

O terminal Linux pode ser muito poderoso e útil para inúmeras coisas, uma delas é obter informações sobre o seu próprio hardware e sistema operacional, existem vários comandos que você pode utilizar para obter informações específicas, assim como existem programas gráficos, como o CPU-X, mas hoje, você vai conhecer uma excelente ferramenta para obter informações de uma forma muito organizada chamada "INXI".

Inxi - Linux Comandos






Saber informações a respeito do nosso computador e sistema operacional pode ser útil em diversas circunstâncias. Há um bom tempo, no início do canal Diolinux, eu fiz um vídeo mostrando como ver informações semelhantes através de alguns softwares gráficos, você pode conferir aqui se quiser:


Você pode usar uma lista imensa de comandos para obter informações, ou usar algum utilitário, que além de ser prático, muitas vezes traz as informações de forma mais clara. Como o Screenfatch por exemplo (comandos para Debian, Ubuntu, Mint, Deepin, elementary OS e derivados):
sudo apt install screenfetch
screenfetch
Linux Mint Screenfetch

Apesar do Screenfetch mostrar as informações de forma organizada (e até mostrar uma "imagem" com o logo da distro) você pode querer um pouco mais e é justamente aí que entra o INXI.

O primeiro passo é instalar a ferramenta, acredito que o "inxi" esteja disponível no repositório padrão de todas as distros mais comuns, então consulte a documentação e o repositório do seu sistema para instalar. Mais uma vez, distros como Debian, Ubuntu, Linux Mint, elementaryOS, Deepin e derivados podem usar este comando:
sudo apt install inxi
Uma vez instalado, você pode rodar o comando:
inxi
 Ele vai te dar uma saída básica, mas rica em informações:

Comando Inxi

Mas é claro que você pode também obter informações de forma ainda mais organizada e precisa usando alguns parâmetros. Um dos meus favoritos é:
inxi -b
Linux Command Inxi -b

Veja como essa saída consegue ser detalhada. Podemos ver o nome do computador, modelo, ID do produto, modelo da placa-mãe, modelo e data da BIOS, resolução da tela, taxa de atualização, processador, memória, drivers de rede, drivers de vídeo, chip gráfico e muitas outras coisas.

Existem muitos outros parâmetros para verificar coisas específicas, se você rodar o comando:
inxi -h
Você consegue ver todos eles:

Linux Inxi Help Command

Dentre toda as opções disponíveis, aqui vão os meus destaques (mas sinta-se à vontade para explorar):

inxi -A (para ver informações das placas de som/áudio do computador);
inxi -C (para ver informações gerais apenas do CPU);
inxi -f (para ver informações básicas do CPU e das flags que ele suporta);
inxi -D (para ver informações completas de armazenamento dos SSDs/HDDs, etc);
inxi -n (para ver informações sobre a placa de rede, incluindo o mac);
inxi -G (para ver informações sobre a placa de vídeo);
inxi -l (para ver informações sobre a tabela de partições).

E estes são apenas alguns exemplos. Preste atenção na "caixa alta" que alguns parâmetros tem, colocá-los em letras maiúsculas e minúsculas faz diferença no resultado. Reforçando, consulte o inxi -h em caso de dúvidas.

ꔷ Quer aprender a dominar o terminal Linux? Conheça o nosso cursos completo!

Uma outra documentação interessante sobre o INXI que você pode consultar está na Manpage do Ubuntu no site da Canonical, confira aqui.

Espero que a dica tenha sido útil para você, até a próxima! :)

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Mudanças para o Linux Mint 19 foram anunciadas

Nenhum comentário

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint fizeram um ótimo post em seu blog oficial para falar sobre as futuras implementações do sistema. Muito se espera do Linux Mint, já que nos últimos anos ele virou sinônimo de equilíbrio entre estabilidade e facilidade de uso. Confira agora as novidades que nos aguardam:

Linux Mint 19






Os desenvolvedores do Linux Mint iniciaram o ano agradecendo a colaboração dos patrocinadores do projeto e dos doadores. segundo eles, o último mês teve um record de novos contribuidores e um record de arrecadação, o que é bom para todos nós, pois dá um "gás" a mais para que o time trabalhe.

Grande parte do foco do Linux Mint, inicialmente, é melhorar o processo de desenvolvimento da distro, tornando-o mais eficiente, com ferramentas que automatizam o processo da caça de bugs em implementações novas de código.

Mudanças no Linux Mint 19


Eu sei que todos estão esperando as grandes atualizações que saltam aos olhos, especialmente uma revitalizada no visual da distro, mas até o momento nada sobre isso foi comentado. Tudo bem o ciclo está apenas no início e o novo Mint, que sairá somente perto da metade de ano sob o codinome de Tara, ainda deve trazer muitas coisas interessantes.

Dentre as coisas que já sabemos que vão começar a fazer parte da nova edição do Linux Mint e estão sendo testadas em imagens alpha que apenas a equipe de desenvolvimento acessa nessa etapa do projeto estão a migração para o GTK 3.22, que é uma versão "antiga" mas muito estável.

Outras novidades impactam diretamente a interface Cinnamon, padrão da distro. 

Agora o ambiente gráfico migrará em definitivo e completamente do Python 2.x para o 3.x, migrará do mozjs38 para o mozjs52 e incluirá também a possibilidade de configurar data e hora via rede através do Systemd.

Caça a bugs no Linux Mint


Outro ponto importante comentado foi a postura de mitigação de bugs no sistema. Segundo os devs, são milhares de problemas relatados e quanto mais o sistema se populariza, mais pessoas utilizam o Mint em circunstâncias diversas e em hardwares diversos também, e maior fica a quantidade de problemas relatados.

No último ciclo, 18.x, do Linux Mint, os desenvolveres teriam coletado cerca de 7.500 bugs, a maior parte reportados pelos próprios usuários, somando GitHub e Launchpad.

Boa parte desses bugs foram considerados "simples de resolver" e a ideia é não deixar nenhum passar, observando, claro, uma hierarquia de urgência.

Para ajudar os usuários a entenderem melhor o sistema, inclusive nas formas possíveis de envolvimento com o projeto, muito esforço está sendo aplicado para melhorar a documentação do Linux Mint, atualizá-la e traduzi-la para outros idiomas, facilitando assim o acesso a uma fonte confiável e completa de informações sobre a distro.


O time do Linux Mint


Sabemos que o Linux Mint passou de um desenvolvimento puramente comunitário para o perfil de uma pequena empresa e uma das parte mais interessantes foi a cotação de quantas pessoas participam de alguns segmentos do projeto.

O time de desenvolvimento do Cinnamon possui 11 pessoas aplicadas, o time dos X-Apps, que são os aplicativos Cross-Interface do Linux Mint (Xapp, Xplayer, Pix, Xed, Xreader, Xviewer, etc) possui 4 desenvolvedores, o restante do time de desenvolvimento que lida com todo o restante tem 6 pessoas envolvidas.

Usando tecnologias quanto estiverem estáveis


Um trecho final da declaração me chamou a atenção, pois nele é revelada um pouco da filosofia de trabalho do Linux Mint, algo que é facilmente deduzível mas que eu nunca tinha visto eles comentarem abertamente, que é: Só usar tecnologias quando elas estiverem prontas.

Claro, neste caso eles estavam falando sobre tecnologias de desenvolvimento, como o Git, ReadTheDocs e outras, mas isso pode ser aplicado ao perfil da distro como resultado final também.

Por exemplo, o Linux Mint nem sequer testou o Wayland ainda como servidor gráfico por não acreditar que ele está pronto para usuários finais, a implementação de Flatpaks no Mint Install ainda é opcional, assim como o versionamento de diversos programas menos críticos e até mesmo o temas GTK.

Aliando isso a base sólida das LTS do Ubuntu com um plano de lançamento que não muda a base de software de forma drástica e a constante caça a bugs, isso garante um Linux Mint mais estável ao longo do tempo.

Dentre os planos futuros, estão também o desenvolvimento de guias e documentação de segurança para o sistema e também um para os desenvolvedores poderem criar aplicações plenamente compatíveis com o Linux Mint.

Essas são as principais novidades sobre o Linux Mint 19 "Tara" até o momento, fique ligado aqui no blog para acompanhar as novidade assim que elas forem sendo lançadas.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Kernel Linux vai incluir o VirtualBox Guest Additions por padrão

Nenhum comentário

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O VirtualBox é uma das principais ferramentas na hora de testar sistemas operacionais diferentes sem precisar formatar os discos propriamente ditos, e agora a eficiência dele dentro das distros Linux aumentará ainda mais com a chegada do Kernel 4.16.

VirtualBox Additions fará parte do Kernel Linux






Usar o VirtualBox é muito simples, existem configurações avançadas também, claro, mas de forma geral, com poucos cliques qualquer um consegue utilizar a ferramenta para experimentar um sistema operacional.



Apesar de ser simples de configurar, no entanto existe um recurso que precisa ser instalado para que o desempenho da sua máquina virtual seja aprimorado, caso contrário, a aceleração gráfica fica prejudicada e muitas vezes a resolução da tela fica errada também, além de outros detalhes, esse recurso é o VirtualBox Guest Additions.

A boa notícia  é que você não precisará mais instalar esse recurso na sua distribuição pra ter as mesmas funcionalidades no seu VB à partir do Kernel Linux 4.16, tornando as coisas mais automáticas e práticas.

Por que isso é importante?


O VB Guest Additions já é um software livre, então nada de código proprietário precisará ser incorporado ao Kernel, mas sobretudo, isso facilitará a vida das próprias distros que ao rodarem em caráter de testes dentro de um VB (inclusive no Windows) não precisarão de maiores modificações para funcionar perfeitamente e ter os recursos avançados já ativados "by default".

Algumas distros como o Ubuntu e o Linux Mint já incluem esse recurso em seu Kernel, garantindo uma melhor experiência, no entanto, o recurso agora se estenderá para todas as distros que adorarem a versão 4.16 do Linux e superiores.

Esse projeto está sendo liderado e desenvolvido pela galera da Red Hat, uma das maiores empresas que trabalham com Linux no mundo, nós temos uma série de entrevistas no canal Diolinux no YouTube com eles, confira aqui.


_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Revelado o nome da versão 19 do Linux Mint!

Nenhum comentário

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Como primeira mensagem de 2018 no blog do Linux Mint, tivemos o anúncio do novo codinome da versão 19 da distro. O Linux Mint 19 vai se chamar "Tara" e já temos ideia de quando ele será lançado.

Linux Mint 19 Tara






Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram que estão "começando os trabalhos" para a versão 19 do sistema, essa versão receberá o nome de "Tara", segundo eles, é um nome muito popular lá na Irlanda e também é nome de "alguém" que eles gostam muito, como forma de fazer uma homenagem.

Segundo eles, ainda não existem muitas informações sobre novidades que virão com o Linux Mint 19 Tara, mas eles já tem ideia de algumas coisas:

  ꔷ O Linux Mint 19 deverá ser lançado perto do meio do ano (Maio ou Junho)
  ꔷ O sistema será baseado no Ubuntu 18.04 LTS e terá suporte até 2023
  ꔷ O Linux Mint 19 terá suporte para o GTK 3.22

A escolha do GTK 3.22 se deve pelo fato de ser um lançamento considerado estável para o GTK 3, essa também será a mesma versão do GTK para o Linux Mint Debian Edition 3, o que vai reduzir o trabalho dos desenvolvedores.

- Confira outras novidades a respeito dos novos projetos do Linux Mint aqui.

Fique ligado aqui no blog para ficar por dentro das novidades sobre o Linux Mint.

Até a próxima!


_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Equipe do Linux Mint já se prepara para trabalhar no Linux Mint 19 e no LMDE 3

Nenhum comentário

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O líder do projeto Linux Mint, Clement Lefebvre, revelou no último boletim mensal do projeto para 2017 que a equipe de desenvolvimento em breve começará a trabalhar nas próximas versões principais do Linux Mint e LMDE.

Linux Mint 19






Com todas as edições do Linux Mint 18.3 lançadas, é hora da equipe do Linux Mint concentrar seus esforços no Linux Mint 19 e no Linux Mint Debian Edition (LMDE) 3. Enquanto o LMDE 3 terá apenas a sua imagem de instalação atualizada, trazendo todas as últimas atualizações de segurança Debian, o Linux Mint 19 será baseado no próximo  Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver).

"Feliz Natal e feliz ano novo a todos! O ano está quase acabado, o nosso último lançamento foi lançado, todo o trabalho que fizemos foi entregue e esta temporada de férias é uma oportunidade para dar uma pequena pausa para contemplar e desfrutar onde estamos e o que temos, antes de 2018 começa com um novo ciclo de desenvolvimento, novas ambições e dois alvos importantes no horizonte: Linux Mint 19 e LMDE 3 ", escreve Clement Lefebvre no boletim mensal.

O Guia oficial de instalação do Linux Mint está disponível em novos idiomas


Sendo baseado no Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver), que a Canonical suportará por cinco anos, até abril de 2023, o Linux Mint 19 também será suportado com lançamentos pontuais. Como você sabe, o suporte para a edição oficial do Linux Mint KDE foi descartado, então haverão apenas os sabores Cinnamon, MATE e XFCE lançados com Linux Mint 19 no ano que vem.

O líder do projeto agradeceu em nome do time a todos os que contribuíram com o "Guia de instalação oficial do Linux Mint", este agora possui versões em inglês, português brasileiro, búlgaro, francês, alemão, italiano e turco, no entanto, como a comunidade de tradução é muito ativa, em breve teremos também a versão completa em língua croata, holandesa, grega, coreana, lituana, espanhola e sueca.

Ainda não temos informações sobre novidades que farão parte do Linux Mint 19, mas assim que elas forem divulgadas nós informaremos aqui no blog, então fique ligado.

Obrigado ao Vagnarok pela contribuição.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Linux Mint 18.3 "Sylvia" foi lançado com novidades interessantes!

Nenhum comentário

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Para os que estavam aguardando, finalmente chegou a mais recente versão do Linux Mint. A série 18 continua sendo baseada no Ubuntu 16.04 LTS e possui uma base sólida e estável chegando agora à terceira e última release do ciclo, a 18.3. Confira as novidades e faça o download.

Essa nova versão do Linux Mint traz, o que é pra mim, a distribuição Linux mais funcional da atualidade, não mais bela, mas a mais funcional. São ferramentas e mais ferramentas interessantes disponíveis para finalidades diferentes que permitem que qualquer usuário leigo utilize a distribuição sem maiores problemas. Agradando tanto aqueles que só usam o computador para navegar na internet, quanto aqueles que esperam um pouco mais do computador.

Eu mostrei todas as principais novidades do Linux Mint em um vídeo, confira:



Hoje foram anunciadas as duas versões principais do Linux Mint 18.3, a versão com Cinnamon e a versão com a interface MATE. Ambas vem carregadas de novidades que você pode conferir nas notas de lançamento diretamente no blog oficial do Linux Mint.

Meus destaques


O Linux Mint é a primeira das distribuições Linux "populares" a trazer suporte nativo a pacotes Flatpak via Flathub em sua remodelada Central de Aplicativos. Sim, temos o Endless OS que já atende dessa forma há algum tempo, mas são sistemas de segmentos ligeiramente diferentes, temos suporte via GNOME Software também, mas não exatamente da mesma forma.

Esse novo repositório garante o acesso a vários softwares novos de forma independente, com todas as vantagens que o Flatpak pode trazer. A nova Loja de Apps trás uma categoria específica para eles, no entanto, a utilização deles, a integração com o sistema, instalação e remoção é exatamente a mesma de outros pacotes.

O único defeito que eu percebi é que algumas aplicações Flatpak não respeitam o tema GTK do Linux Mint, utilizando o padrão Adwaita do GNOME Shell.

Central de aplicativos do Linux MInt


Além da nova Central de aplicativos, outras coisas interessantes que foram adicionadas foram softwares novos. Como o TimeShift e o RedShift, o primeiro pode ser utilizado para Backup e o segundo, para deixar os seus "olhinhos de noite serena" mais confortáveis com o passar do dia.

Personalização do Cinnamon


O Cinnamon, que vem com a versão principal do Linux MInt, é uma interface muito mais personalizável do que parece. Recomendo que você confira este vídeo sobre a customização da interface:


Uma das novidades incluídas na atualização que acabou de sair é o suporte para barras de progresso no Painel inferior, algo que é extremamente comum no mundo Windows, mas não deixa de ser uma perfumaria bacana. Eu detalhei melhor essas novidades neste outro artigo, sinta-se livre para conferir.

Linux Mint 18.3 "Sylvia" Download


Você pode baixar o Linux Mint 18.3, codinome "Sylvia" em ISOs de 32 e 64 bits, sendo que as de 64 bits tem suporte para UEFI e são recomendadas para máquinas mais recentes (na verdade, de 2007 em diante geralmente).

Quem estava utilizando a versão 18.3 Beta pode simplesmente abrir o gestor de atualizações e aplicar as atualizações sugeridas, estando assim rodando a versão mais recente.

Para aqueles que desejam atualizar da versão 18.2 ou 18.1 para esta versão nós vamos postar um tutorial em breve aqui no blog, então fique ligado.

Faça o download via Torrent dos seguintes link:





Se preferir fazer downloads diretos da ISO, consulte esta página. Se precisar conferir a sua ISO para saber se ela foi baixada sem problemas e de forma íntegra, veja o nosso tutorial de como verificar a soma da ISOs (baixar por torrent praticamente anula este problema):


O próximo lançamento do Linux Mint ainda não tem nome, mas só deve acontecer em meados de Maio de 2018, sendo a primeira versão da série 19 do sistema e já baseado no Ubuntu 18.04 LTS que sairá em Abril.

E você, já testou essa nova versão do Linux Mint? Gostou das novidades? Conte pra gente as suas impressões sobre a versão 18.3 através da sessão de comentários, até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


PulseEffects - Um equalizador de som poderoso para Linux

Nenhum comentário

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Hoje vou trazer uma dica para vocês que foi enviada pelo meu grande amigo Cícero Moraes, um verdadeiro gênio do Blender 3D que eu tive a oportunidade de entrevistar recentemente

Pulse Effects






O Pulse Audio é o servidor de som padrão de várias distribuições Linux e é compatível com outras plataformas também, como o BSD e macOS. Não é a primeira vez que falamos de equalizadores de som aqui no blog, se este não lhe agradar, considere dar uma olhada neste outro.

O PulseEffects é um equalizador que permite que você modifique o som com presets e configurações ajustáveis para cada aplicação, incluindo compressão e reverberação.

Pulse Effects

Você pode baixar o Pulse Effects no formato .deb para Ubuntu, Linux, Deepin e derivados neste link. 

Caso você utilize um sistema de 32 bits, instale este pacote. Basta baixar e instalar dando dois cliques. Depois de instalado você encontra o software no menu de aplicativos do seu sistema.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Iris Mini - Proteja seus olhos enquanto usa o computador

Nenhum comentário

terça-feira, 31 de outubro de 2017


Eu acabei ficando fã de programas como o Redshift ao longo do tempo, claro que ele não é o único, é notável como este tipo de aplicação acabou ganhando popularidade nos últimos tempos, temos também o f.lux e o próprio GNOME acabou incluindo isso como padrão no Shell, agora o Linux Mint fará algo parecido também, no entanto, hoje vamos conhecer o Iris.


Iris Mini






Assim como os outros softwares comentados, o Iris Mini (ele possui outra versão com mais recursos, porém paga) consegue mudar o tom de luminância da sua tela, fazendo com que seus olhos fiquem menos cansados ao usar o computador por longos períodos.

Iris Mini

Eu acabei descobrindo esta ferramenta na central de aplicativos do Deepin (Deepin Store) e me surpreendi com a qualidade. Ela é uma ferramenta de código fechado e que possui uma versão paga também (ao que me parece), entretanto, a versão grátis já faz tudo o que eu gostaria que fizesse.

Cabe observar também que esta é a ferramenta mais abrangente em termos de plataformas que eu já vi. Possui versão para Linux Desktop, Android, iOS, ChromeOS,  Google Chrome, Windows, macOS e até Windows Phone, possuindo também um Ubuntu customizado com ele pré-instalado, para quem quiser uma ISO que já tenha ele embutido, chamada de "Iris OS".

Apesar disso, existe uma versão Open Source dele, o Iris FLOSS, que você pode acessar no GitHub. Os desenvolvedores parecem ter um carinho especial pelo software em sua versão para Linux.

Quem decidir comprar vai pagar entre 5 e 10 dólares, dependendo da versão, o que não é tanto assim, visto que a licença é vitalícia, além disso, eles aceitam pagamento em Bitcoin também. Faça um teste e veja o que você acha, caso ele não lhe atenda (eu uso o Iris Mini grátis no Deepin), você tem algumas opções, tais as quais eu comentei no início do artigo, entretanto, independente de qual você escolha, eu ainda sugiro que se você realmente está tendo problemas com seus olhos, que use o Safe Eyes também, ele vai te lembrar de fazer exercícios com seus olhos de tempos em tempos, é bem legal.

Acesse o site do Iris aqui, lá você pode fazer o download para o seu sistema operacional, e como comentei, caso você use o Deepin, basta baixar da Store.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo