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Assista gameplays na TwitchTV com o GNOME Twitch

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Twitch.tv é uma plataforma repleta de jogadores, muitos até profissionais, e acompanhar as jogatinas, pode ser algo divertido e relaxante. Caso não acompanhe o nosso trabalho na Twitch, considere interagir conosco. Temos lives de segunda a sexta, às 20h. Venha comprovar que Linux é um sistema viável para gamers. Vire SUB do canal

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Não é difícil ver usuários alegando que não conseguem assistir a Twitch, sei muito bem como é passar por essa situação, há um tempo sofria com esse mal. Um paliativo que aliviou os constantes engasgos ao acompanhar uma transmissão, foi justamente o app que irei apresentar. Longe de ser o “Santo Graal”, mas proporcionou a, minha e de alguns que recomendei, possibilidade de assistir e interagir na Twicth. Atualmente minha conexão é um pouco melhor, mas em dias de instabilidades, confesso que ainda recorro ao programa (😁️😁️😁️). 

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GNOME Twitch


O GNOME Twitch é um cliente/player focado na plataforma de streaming TwitchTV, o programa possui recursos interessantes, como: aceleração por hardware, com 4 back-end disponíveis, bate-papo integrado, escolha da qualidade da transmissão, tema dark, modo fullscreen, etc. Em constante desenvolvimento, a aplicação é distribuída em vários formatos, conforme mostra seu site oficial. Hoje irei apresentar duas formas, via Snap e Flatpak. Assim, não importa a distribuição que esteja utilizando, estes formatos cobrem boa parte das distros Linux.

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GNOME Twitch via Snap


O formato Snap pode ser habilitado nos principais sistemas baseados em Linux, no Ubuntu o mesmo já vem por padrão. Para usuários de outros sistemas, acesse essa postagem e configure o Snap. Nem toda loja possui a integração com esse tipo de pacote, caso a sua não tenha tal recurso, a instalação via terminal pode ser a solução. No Ubuntu é opcional, caso queira instalar via interface gráfica, abra a loja e pesquise por: “Gnome Twitch”.

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Efetuar a instalação via terminal é bem simples, após ter configurado o Snap em seu sistema, digite os comandos a seguir.

Instalando o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap install gnome-twitch

Removendo o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap remove gnome-twitch

GNOME Twitch via Flatpak


O repositório Flathub também possui o programa. Para quem deseja esse formato, como o Snap, ele pode ser configurado nas principais distribuições e algumas já vem com ele habilitado. O Linux Mint é um exemplo. Aos usuários de Ubuntu, demonstramos todo passo a passo para configurar o Flatpak e adicionar o repositório Flathub no sistema. Acesse essa postagem e configure seu Ubuntu. Após os procedimentos, pesquise normalmente na loja por: “Gnome Twitch Flatpak

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Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.vinszent.GnomeTwitch

Removendo o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak remove com.vinszent.GnomeTwitch

Configurando o Back-end do GNOME Twitch


Se você instalou o GNOME Twitch e “na hora H” apareceu uma mensagem do gênero: “Sem reprodutor carregador!”. Não se preocupe, acesse no local indicado pelo app “Clique aqui para carregar um”.

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Outra maneira é com a janela do GNOME Twitch em foco ir “Definições”, em seu menu, que no caso do Ubuntu você pode acessar essa opção clicando na barra superior. Detalhe, basta ir na primeira opção, se quiser logar com sua conta da Twitch.

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Na aba “Reprodutores”, selecione o que mais lhe agradar. Sempre utilizo o “GStreamer OpenGL player backend”, efetue os testes da melhor alternativa para sua situação. Pode ocorrer de apenas o áudio da stream ser reproduzida, ao mudar de backend também, mas ao reiniciar o programa as mudanças serão aplicadas.

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O GNOME Twitch me ajuda bastante, e caso tenha problemas de instabilidades ao ver transmissões da TwichTV, recomendo experimentar a aplicação. Explore suas opções, em “Definições” >> “Geral” existem algumas que podem auxiliar quem tem uma conexão ruim. Essas são as duas formas que indico a utilização do GNOME Twitch, obviamente, que existem outras e você pode até instalar sem recorrer ao Snap ou Flatpak. No entanto, as versões podem não ser as mais recentes. A decisão é sua.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e acompanhe nossas lives na Twitch, com essa dica é bem capaz de não ter mais complicações com instabilidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu e no Linux Mint

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sábado, 31 de agosto de 2019

Recentemente eu pude utilizar o excelente Ubiquiti Unifi nanoHD, um dos melhores "roteadores" do mercado, excelente para pequenas e médias empresas, ou mesmo uso domiciliar.

Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu













Ao contrário de outros modelos comuns ou domésticos, o Unifi nanoHD não possui uma interface própria para configuração diretamente no dispositivo, ele tem um software em específico para essa finalidade.

Como fazer a instalação no Unifi Controller no Ubuntu e derivados


A Ubiquiti lançou um script para utilização e automatização do processo de instalação da ferramenta, hoje vamos ver como fazemos a instalação dessa tool excelente para profissionais.

O Script tem suporte para as seguintes distribuições, inclusive, algumas não diretamente derivadas no Ubuntu:

- Ubuntu Precise Pangolin ( 12.04 )  
- Ubuntu Trusty Tahr ( 14.04 )
- Ubuntu Xenial Xerus ( 16.04 )
- Ubuntu Bionic Beaver ( 18.04 )
- Ubuntu Cosmic Cuttlefish ( 18.10 )
- Ubuntu Disco Dingo ( 19.04 )
- Ubuntu Eoan Ermine  ( 19.10 )
- Debian Jessie ( 8 )
- Debian Stretch ( 9 )
- Debian Buster ( 10 )
- Debian Bullseye ( 11 )
- Linux Mint 13 ( Maya )
- Linux Mint 17 ( Qiana | Rebecca | Rafaela | Rosa )
- Linux Mint 18 ( Sarah | Serena | Sonya | Sylvia )
- Linux Mint 19 ( Tara | Tessa )
- MX Linux 18 ( Continuum )

Abra o seu terminal, copie e cole os seguintes comandos:
sudo apt-get update; sudo apt-get install ca-certificates wget -y
sudo wget https://get.glennr.nl/unifi/install/unifi-5.11.39.sh
sudo chmod +x unifi-5.11.39.sh
sudo ./unifi-5.11.39.sh
O software pode receber atualizações com o tempo, então, é interessante consultar esta página para ter atualizações.

Instalação finalizada


Uma vez instalada a ferramenta, o terminal irá te mostrar o IP que você deve acessar à partir de um navegador para ter acesso ao software. Observe que o IP provavelmente será diferente, então, use o valor que o terminal informar e use a porta 8443.

Se quiser consultar o seu IP novamente, use o comando:
ip addr show
Teremos um vídeo no canal Diolinux na próxima semana sobre este aparelho, se você ainda não segue a gente por lá, se inscreva e ative as notificações para não perder mais do nosso conteúdo.

Quer tirar dúvidas sobre redes de computadores em ambientes empresariais? Acesse o nosso fórum, temos uma categoria dedicada para isso.

Até a próxima!

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Conheça as novidades que podem chegar no Linux Mint 19.3

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Software é o tipo de coisa que está em constante evolução e aprimoramento, e se você gosta do Linux Mint, vai gostar de saber o que os desenvolvedores estão planejando para a próxima versão do sistema, a 19.3, que deverá sair até o final do ano.

Linux Mint 19.3 Roadmap






A versão 19.3 do Linux Mint deverá sair somente em Dezembro e ainda não tem nome, a versão atual, 19.2, trouxe muitas novidades, mas isso não significa que o trabalho para este ciclo foi encerrado, muito pelo contrário.

No GitHub do Linux Mint podemos ver o "roadmap" de funcionalidades, recursos, correções e ajustes que devem ser feitos para a versão 19.3. Nesse "roadmap" podemos ver muitas coisas diferentes, mas é importante notar que nem todas estas coisas podem ser implementadas, esse documento representa somente as intenções, sem elencar a ordem prioridades.

Novidades previstas


Ainda que nem tudo que está aqui realmente possa chegar na versão 19.3, é interessante observar que as sugestões e melhorias podem fazer parte da futura versão 20 do Linux, que sairá somente por volta de Maio ou Junho de 2020.

As principais novidades a serem implementadas na versão principal do Mint, baseada no Ubuntu e com ambiente Cinnamon, são:

• Suporte para HiDPI para as configurações de temas, configurações de idioma e configurações de fontes de aplicativos;

• Adição de uma comando no terminal para remover, listar e fazer downgrade de pacotes de fora do repositório do Mint;

• Novo Logo para o projeto;

• Novo visual para o site;

• Novos wallpapers com o novo logo;

• Novas telas de Splash;

• Novo tema para o GRUB;

• Usar variantes escuras para Apps de mídia e leitura;

• Adicionar função de segurança para evitar remoção de pacotes acidentalmente no Mint Update;

• Considerando a troca do XPlayer pelo Celludoid.

Há também uma série de ideias que estão em segundo plano e serão trabalhadas somente "se houver tempo", e algumas são bem interessantes, como:

• Renovação dos efeitos sonoros no desktop;

• Corrigir as Tooltips do painel do Cinnamon que não respeitam o tema GTK;

• Criar um guia de segurança para novos usuários;

• Portar o criador de pen drives bootáveis para Python3;

• Ajustar o Mint Report para detectar a falta de idiomas no sistema e avisar sobre a senha de Root, caso ela não esteja configurada;

• Melhorar a barra de navegação do Nemo;

• Considerar inclusão do recurso Sping loaded Folders, como existe no macOS e no KDE Plasma;

Existem também outros detalhes, menores e menos relevantes do ponto de vista do que você vai realmente ver ao utilizar o Linux Mint.

Geralmente estas versões intermediárias não oferecem muitas novidades, de fato, mas a versão 19.2 surpreendeu-me neste sentido, quem sabe a versão 19.3 possa fazer o mesmo, não é verdade?


O plano parece bom, mas e você, o que mudaria no Linux Mint para a versão 19.3? Participe dos debates no nosso fórum.

Até a próxima!
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Aprenda Linux em pequenas doses diárias

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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

A famigerada tela preta, é o medo de muitos usuários ao adentrar no mundo Linux. Em primeiro momento pode parecer coisa de outro mundo, os inúmeros comandos no terminal acabam assustando que prefere simplesmente “empurrar um mouse”.

linux-comandos-terminal-documentação-wiki-biblioteca-android-app-google-play

Atualmente a utilização do terminal em distribuições, como o Ubuntu e Linux Mint são opcionais. Muitos tutoriais fazem uso deste artifício, pois, sabem que em muitos casos, digitar um comando é mais rápido do que navegar por inúmeras categorias e sair clicando nas opções. Não que exista mal em usar a interface gráfica, pelo contrário, incentivo o uso e apresento o terminal de forma opcional. No entanto, se você compreende que o “terminal é legal” e queira aprender um pouco mais, essa dica é valiosíssima. 

App Android para lhe auxiliar com o terminal


Manuais, blogs, fóruns, vídeos e tudo mais é o que não falta internet afora. Neles diversos comandos são apresentados e documentações explicam nos mínimos detalhes. Todavia, nem sempre você saberá onde encontrá-los, como pesquisar os comandos, etc. Possuir essas informações nas palmas de sua mão, pode ser um tremendo aliado. Então, irei indicar um app Android que categoriza esses comandos, e aborda seu funcionamento.

O Linux Command Library, é um app que me acompanha por bastante tempo. Sua nota na Google Play é bem alta (4,8) e possui mais de 500.000 downloads. Com 2378 páginas de manual, a aplicação é bem completa e repleta de comandos por categorias, sendo elas:


  • Usuários / Grupos;
  • Arquivos / Pastas;
  • Pesquisa;
  • Rede;
  • Informação do sistema;
  • Sistema de controle;
  • Áudio / Vídeo;
  • Gerenciador de pacotes;
  • Jogos no terminal;
  • Ferramentas Hacking;
  • E muito mais.

Veja um vídeo especial que preparamos sobre o app, e aprenda a utilizá-lo.


Você pode efetuar o download do app, apenas mirando a câmera do seu smartphone com um leitor QR Code.

linux-comandos-terminal-documentação-wiki-biblioteca-android-app-google-play


Usuários de iOS, acesse o link da App Store.

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Sistema de impressão CUPS 2.3 lançado, confira as novidades

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

A Apple anunciou recentemente o lançamento da nova versão do CUPS, a empresa é a responsável pelo sistema de impressão livre, utilizado em seu sistema e na maioria das distribuições Linux. 

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O CUPS 2.3 veio com algumas novidades e mudanças, começando por sua licença. Anteriormente utilizando GPLv2 e LGPLv2, agora passa para a licença Apache 2.0, o que permite a utilização do código do CUPS por outras empresas e produtos, sem a preocupação de compatibilidades com a GPLv2 e LGPv2. Assim, até outros projetos de código aberto da Apple serão compatíveis com a nova licença adotada (Por exemplo, o Swift, WebKit e mDNSResponder).

A questão de licenças é muitas vezes algo confuso de se entender, e que acaba limitando vários projetos por obrigatoriamente ter que manter licenças compatíveis ou impedindo o uso de código proprietário junto a softwares livres.

A licença Apache 2.0 é compatível com a GPLv3, porém, incompatível com a GPLv2. Para resolver este impasse, uma exceção especial foi adicionada ao contrato de licença para código sob as licenças GPLv2 / LGPLv2.

Novidades do CUPS 2.3


O CUPS não se limitou a mudança de sua licença, pelo contrário, novos recursos foram adicionados, segue as principais características:

  • Suporte para os presets e o atributo “finish”, no protocolo IPP Everywhere (isso permite que ferramentas definam dinamicamente uma impressora na rede, enviar solicitações, executar operações de impressão diretamente ou através de intermediários);
  • Implementação da visualização do estado de suspensão de novos trabalhos de impressão no comando “ipstart”;
  • Novo utilitário ippeveprinter, com implementação de um servidor IPP Everwhere (permitindo a execução de comandos para cada trabalho de impressão ou um software cliente);
  • Suporte para autenticação HTTP Digest e SHA-256 para biblioteca libcups;
  • Regras que seguem as especificações de modelos de impresoras, como: Lexmark E120n, Lexmark Optra E310, Zebra, DYMO 450 Turbo, Canon MP280, Xerox e HP LaserJet P1102;
  • Correção de vulnerabilidades que ocasionaram estouro do buffer designados para o processamento de dados inválidos (CVE-2019-8696 e CVE-2019-8675);
  • Implementação do protocolo para compartilhamento de acesso às impressoras Bonjour, fornecendo os nomes DNS-SD ao registrar as impressoras na rede;
  • Adição do suporte a gravação de atributos ippserver em arquivos, no utilitário ipptool;
  • Adicionado suporte às opções MinTLS e MaxTLS ao SSLOptions, possibilitando a escolha de qual TLS utilizar;
  • Adição do suporte a diretiva UserAgentTokens ao “client.conf”;
  • Atualização do serviço Systemd para execução do cupsd;
  • O Ipoptions agora pode trabalhar com impressoras IPP Everwhere que não estejam adicionadas à fila de impressão;
  • Adicionado corretamente o suporte ao modo de impressão na frente ao driver IPP Everwhere;
  • Remoção dos utilitários cupsaddsmb e cupstestdsc. 

Para mais informações acesse o repositório do Github da Apple, especificamente o do CUPS, por este link.

Como instalar o novo CUPS 2.3 no Ubuntu e derivados


Até o momento essa nova versão não está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu, geralmente esse processo demora alguns dias. Recomendo que seja paciente e espere a atualização. No entanto, se for um “apressadinho”, você poderá compilar diretamente do Github. Mas, só faça isso se tem a plena consciência de como proceder. Abaixo irei demonstrar a compilação do código fonte do CUPS 2.3. Faça por sua conta e risco.

Baixando o código fonte do CUPS 2.3:

wget https://github.com/apple/cups/releases/download/v2.3.0/cups-2.3.0-source.tar.gz

Descompactando o pacote:

tar xzvf cups-2.3.0-source.tar.gz

Entrando no diretório criado:

cd cups-2.3.0

Enfim, pondo as mãos na massa e compilando (seguindo os comandos na ordem):

./configure

make

make check

sudo make install

Para finalizar, reinicie o serviço ou o sistema para que a nova versão seja executada.

Aposto que muitos não sabiam que a “dona Apple” era a responsável pelo sistema de impressão CUPS (😁️😁️😁️).

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Fonte: Ubunlog, Apple.
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Instale o Kodi, uma central multimídia, via Flatpak

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O Kodi é uma ferramenta incrível para quem deseja consumir diversos tipos de conteúdo multimídia. De código aberto e multiplataforma, está disponível para os mais variados sistemas operacionais. Com ele você poderá assistir seus filmes prediletos, seja offline (caso estejam em formatos, como MP4, MKV, AVI, por exemplo) ou online com o auxílio de Addons. Até assistir TV é possível por meio do software (você pode comprar em lojas um adaptador para utilizar a TV digital no PC). Na internet você encontrará inúmeros tutoriais demonstrando como instalar complementos (Addons) no Kodi.

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Existem muitas formas de se obter o Kodi e montar o seu “Cinema em casa”, caso queira instalar as últimas versões do programa em seu Ubuntu via PPA, acesse essa postagem demonstrando todo passo a passo. Se não se importar com o versionamento do Kodi, basta pesquisar diretamente na loja de sua distro por: “Kodi” ou instalar via terminal (o nome do pacote também é “kodi”, mais simples impossível 😁️😁️😁️).

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Como instalar o Kodi em Flatpak


No repositório Flathub, mantido pela comunidade, o Kodi também está presente. Particularmente utilizo essa versão, evito ao máximo adicionar vários PPAs em meu sistema. Primeiramente será necessário habilitar o uso dos Flatpaks no Ubuntu, essa postagem ensina o procedimento. Agora basta pesquisar na loja do Ubuntu por: “Kodi Flatpak” e instalar o programa (no Linux Mint você pode pesquisar diretamente, sem prévias configurações, o Flathub já vem habilitado por padrão).

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Usuários de outras distribuições, que não tenham o Flatpak configurado, podem fazer conforme este link (observe que esse passo apenas demonstra a configuração do Flatpak. Sendo necessário a adição do Flathub também). Caso queira instalar via terminal, ou a loja de seu sistema não possui integração com os pacotes no formato Flatpak, eis o exemplo.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Kodi Flatpak via terminal:

flatpak install flathub tv.kodi.Kodi

Removendo o Kodi Flatpak via terminal:

flatpak remove tv.kodi.Kodi

Agora você pode desfrutar de sua completíssima central multimídia ou sair em busca de mais conteúdo e material sobre Addons e recursos do Kodi. Garanto que existe muita coisa internet afora sobre o programa, o legal que ele pode ser utilizado no Windows, macOS, Linux, iOS, Android, Raspberry Pi e por aí vai.

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Emulador de Nintendo Wii e GameCube, Dolphin Emu no Linux

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A comunidade de gamers no Linux vem crescendo a cada ano, sejam games via Steam, Wine ou quaisquer que sejam os meios. O cenário “retro gamer” é bem presente e forte na plataforma do pinguim. Existem até distribuições com foco em emulação de consoles antigos. Hoje apresento um dos melhores emuladores disponíveis no Linux, o Dolphin Emu.

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O Dolphin Emu é capaz de emular duas gerações distintas de consoles, o Nintendo GameCube e o Nintendo Wii. Não confunda o Dolphin Emu com o gerenciador de arquivos do projeto KDE, já vi algumas pessoas se confundirem por conta disso.

O emulador é software livre e sempre está em constante desenvolvimento, sendo que a cada nova versão sua performance melhora drasticamente. Os games podem ter sua resolução escalonada (em até 5K), melhorando muito seu visual. A compatibilidade com diversos joysticks é um ponto a se destacar e em todos os anos que venho utilizando o Dolphin Emu, nunca vi um que não tenha sido reconhecido. Outras características interessantes, como: contador de fps, modo multiplayer online e local, presets de joysticks, suporte aos joysticks originais de cada console, resolução Full HD (indo além da resolução original dos jogos), e muito mais.

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Caso esteja interessado, o emulador é multiplataforma e existem versões para Linux, Windows, macOS e Android (para plataformas mobiles). Acesse seu site oficial, para mais detalhes.

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Dolphin Emu diretamente do repositório oficial (da distro)


Você pode encontrar o emulador diretamente da loja de sua distribuição, no Ubuntu o programa encontra-se na versão 5.0 e pode ser instalado tanto pela interface gráfica ou terminal. Essa opção não é a mais atual, caso não se importe com versionamento ou possíveis melhorias de performance dos mais recentes lançamentos, basta pesquisar por: “Dolphin Emu” e instalar pelo Ubuntu Software (Gnome Software) ou loja de sua distro.

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No terminal é muito simples também.

Instale o Dolphin Emu via terminal:

sudo apt install dolphin-emu

Removendo o Dolphin Emu:

sudo apt remove dolphin-emu

Dolphin Emu via PPA


Existem várias formas de se obter o Dolphin Emu em sua distribuição Linux, o emulador encontra-se na maioria dos repositórios, porém, nem sempre a versão será a mais recente. Alguns preferem compilar diretamente do GitHub (não tão prático para um iniciante), enquanto outros via PPA.

Para instalar o Dolphin Emu no Ubuntu, Mint ou derivados. Segue abaixo todos os comandos necessários.

Adicione o PPA do Dolphin Emu:

sudo add-apt-repository ppa:dolphin-emu/ppa

Atualize a lista de pacotes:

sudo apt update

Instale o Dolphin Emu via PPA:

sudo apt install dolphin-emu

Agora se deseja remover de seu sistema, prossiga desta maneira.

Removendo o Dolphin Emu:

sudo apt remove dolphin-emu

Removendo o PPA do seu sistema:

sudo add-apt-repository -r ppa:dolphin-emu/ppa

Não se preocupe com todos estes comandos de terminal, seu intuito é ser bem simples e direto ao ponto. No entanto, você poderá fazer todo esse procedimento sem abrir o terminal. Ensinamos como instalar programas via PPA por interface gráfica nesta postagem, acesse e faça sem digitar uma linha na famigerada telinha preta (se é o que deseja).

Mesmo o PPA sendo mantido pela equipe do Dolphin Emu, suas atualizações não são tão constantes, como a terceira opção que irei demonstrar. Particularmente não creio que a adição de um PPA seja necessário em pleno 2019, salve poucos casos, ficando a seu cargo. Curiosamente, mesmo tendo um dos membros do projeto Dolphin Emu mantendo o PPA e no site oficial existir a indicação do mesmo. No Launchepad do Ubuntu, é descrito que as builds não são oficiais (vai entender 😵😵😵).

Dolphin Emu via Flatpak


O Dolphin Emu está disponível no repositório Flathub, curiosamente, sua versão em Flatapk recebe mais atualizações e na maioria das vezes está em versões superiores a do PPA (sempre venho observando, até o momento nunca vi a versão do PPA na frente ou equiparada com os lançamentos do Dolphin Emu Flatpak). O motivo disso? “Mistérios da meia noite” (😁️😁️😁️).

Antes será necessário adicionar o suporte a Flatpak em seu Ubuntu, por sorte essa postagem demonstra todo procedimento.

Outras distros podem ser configuradas conforme descrevemos aqui (o repositório Flathub deve ser adicionado ao sistema, logo abaixo demonstrarei). Com tudo pronto, pesquise na loja por: “Dolphin Emu” e escolha a opção em Flatpak (usuários de Linux Mint não precisam configurar nada previamente).

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu-ppa-flatpak-flathub

Obviamente que o procedimento pode ser feito com auxílio do terminal.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Dolphin Emu Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.DolphinEmu.dolphin-emu

Removendo o Dolphin Emu Flatpak via terminal:

flatpak remove org.DolphinEmu.dolphin-emu

Instalando o Dolphin Emu, você poderá jogar seus títulos do Nintendo Wii e GameCube com vantagens e facilidades que só a versão emulada traz. Outro ponto interessante é que instalando o emulador via PPA ou Flatpak, a opção gráfica de utilizar o Vulkan, além do OpenGL estará disponível. Algo não presente no emulador instalado diretamente do repositório do Ubuntu.

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Emulador de Nintendo Wii U no Linux

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O Nintendo Wii U não foi um super campeão de vendas da Nintendo, não caindo nas graças do povão. No entanto, a plataforma possui jogos incríveis, e você dono de um Wii U sabe muito bem de quais games estou falando (😋️😋️😋️). Se por algum motivo você quer se divertir jogando os títulos de Wii U em seu computador, especificamente no Linux, eis como proceder.

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Atualmente existem dois emuladores de Nintendo Wii U, o Decaf-emu e o Cemu. Sendo o primeiro software livre e o segundo proprietário. No momento apenas o Decaf-emu possui versão nativa para Linux, porém, o Cemu pode ser executado facilmente no sistema do pinguim. Vamos demonstrar a instalação deste emulador no Linux.

Alguns podem fazer a seguinte pergunta: “Porque não indicar o Decaf-emu?”. O Decaf-emu parece ser promissor, mas sua performance ainda não é comparável a do Cemu e o emulador sofre de alguns problemas. Uma curiosidade é que alguns desenvolvedores do Cemu “trocam figurinhas” com o pessoal do Decaf-emu, de modo a amadurecer o projeto e auxiliar em seu desenvolvimento. Outro ponto interessante é a adoção do Vulkan que está há algum tempo sendo implementada e testada no Decaf-emu, algo que acabou refletindo no Cemu. 

Os desenvolvedores do Cemu passaram a estudar a implementação do Vulkan, e já foi lançada uma versão exclusiva para apoiadores do projeto, que contribuem com 5 dólares via Patreon, com o desenvolvimento inicial utilizando a API. Um passo importantíssimo para usuários de GPU AMD no Windows (que não possuem uma performance equivalente, comparado à GPUs NVidia no sistema da Microsoft), e quem sabe acabe refletindo para os usuários Linux. Os desenvolvedores do Cemu já demonstraram interesse para disponibilizarem seu emulador para Linux, porém, afirmavam que o projeto ainda não estava maduro suficientemente para tal empreitada. Com a implementação do Vulkan, sendo uma alternativa ao OpenGL, quem sabe os testes para Linux estejam se aproximando (não custa nada sonhar 😁️😁️😁️). Enquanto isso, irei demonstrar a instalação da versão para Windows.

Cemu via Lutris


Existem diversas maneiras de se utilizar o Cemu no Linux, uma das mais práticas é via Lutris. Obviamente, por ser uma aplicação destinada ao Windows, teremos que instalar o Wine (responsável por executar programas desenvolvidos para o sistema da MS).


Com tudo configurado, e com o Lutris instalado, abra o Lutris e em sua caixa de pesquisa digite: “Cemu” e clique em “Search Lutris.net” (para pesquisar no site da aplicação). Não se assuste se o resultado não for de imediato, aguarde alguns segundinhos.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Selecione o Cemu, depois clique no botão “Install” e aguarde todo processo.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Outro modo, é abrindo diretamente em seu navegador o site do Lutris, pesquisar pelo Cemu ou acessar diretamente por este link, e clicar no botão “Install”.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Uma janela abrirá, perguntando se quer executar aquela requisição via Lutris, clique em “Abrir Link” e no Lutris instale o emulador.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Agora o Cemu já estará instalado em seu sistema e com o adicional do Cemu Hook, um complemento que auxilia na execução dos jogos. Mas, nem sempre o script de instalação do Lutris acompanha as últimas versões do emulador, entretanto, não se preocupe. Podemos contornar esse “probleminha”, facilmente. Conforme você pode observar no link da página do Cemu no Lutris, que deixei logo acima, perceberá que existem duas versões disponíveis do emulador (Cemu 1.15.8 e Cemu 1.15.11). Indo no site do Cemu, a última versão para download é a 15.11.12b (16/08//2019).

O que fazer? Baixe a última versão do site, descompacte o arquivo. Copie o conteúdo e substitua pelo emulador do Lutris. Para acessar os arquivos do Cemu via Lutris, clique sobre o ícone do Cemu no Lutris com o botão direito do mouse e vá à opção “Browse files”. O diretório será aberto em gerenciador de arquivos. Substitua os arquivos pelos que baixou do site do Lutris. A cada nova versão, repita o procedimento.

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Lembrando que devido à instalação do Cemu via Lutris, o Cemu Hook continuará habilitado. Não precisa renomear os diretórios ou algo do tipo.

Em meu canal (OSistemático) demonstrei como efetuar a instalação do Cemu + Cemu Hook via PlayOnLinux. No entanto, a forma demonstrada via Lutris é muito prática e economiza diversos passos. Se por algum motivo prefere via POL, veja o vídeo abaixo (também demonstro as configurações do Cemu).


O Cemu é um emulador fantástico, mas os jogos de Wii U exigem um hardware voltado a jogos. Claro, que você poderá testar em sua máquina. A critério de comparativo, o Super Smash Bros é executado em 60fps (com pequenas quedas) em uma APU AMD A10 7890k no Ubuntu 18.04 (GNOME), sem placa de vídeo dedicada. Alguns ajustes podem ser feitos para melhor performance de cada título em particular, na internet existem inúmeros vídeos demonstrando o passo a passo.

Conforme os requisitos do site do Cemu, a utilização de uma placa de vídeo AMD ou NVidia é um dos requisitos e em alguns casos, as APUs AMD conseguem executar determinados jogos. Se possui uma máquina modesta, vale o teste, mas não espere muito.

Você poderá utilizar o Cemu via POL, Lutris ou diretamente no Wine. O intuito deste tutorial é auxiliar os iniciantes e demonstrar que o procedimento pode ser feito via interface gráfica e de forma bem simples.

Até o próximo post, e tenha uma boa jogatina, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Lutris, Cemu, Decaf.
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Novo GNOME MPV é lançado e tem seu nome alterado para Celluloid. Aprenda como instalar o player

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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O player GNOME MPV é famoso entre os usuários do GNOME, sendo um frontend do GTK para o mpv, o programa recebeu uma nova versão. Em seguida irei destacar as principais mudanças desta nova versão e demonstrar como obter as últimas versões de lançamento do software.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Player de música e vídeo, são coisas muito pessoais. Mas estar aberto a novas experiências, e quem sabe substituir uma atual solução por uma nova, pode lhe proporcionar bons resultados.

Outrora chamado de GNOME MPV, o player de vídeos, agora foi renomeado para Celluloid (em sua versão 0.17).

O por quê dessa mudança? Segundo um dos membros do GNOME, Tobias Bernard, o nome era “não-descritivo”:

“O nome atual é um pouco deselegante e não se encaixa realmente com outros aplicativos na plataforma GNOME. Bons nomes de aplicativos geralmente são um único substantivo relacionado ao domínio do aplicativo (por exemplo, "Fragments" para um aplicativo de torrent ou "Peek" para um gravador de tela).”

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Há pouco tempo Tobias escreveu no blog oficial do GNOME, uma postagem com dicas e demonstrando um passo a passo para dar bons nomes aos seus projetos. Você pode acessar uma postagem que escrevi, aqui no blog Diolinux, complementando com minhas experiências as dicas do Tobias. Recomendo para quem deseja iniciar um novo projeto (seja software, canal no Youtube, site, nome de marca, etc) ou possui um atualmente e gostaria de um nome mais condizente. Você pode acessar essa postagem, por este link (falo um pouco do OSistemático, e algumas curiosidades, aposto que gostará 😉️😉️😉️).

Celluloid, esse nome tem haver com vídeos?


Alguns podem estar se perguntando: Mas porque Celluloid? Celluloid (em português celulóide) é o nome de um plástico transparente feito em folhas de cânfora e nitrocelulose, antigamente utilizado para filme cinematográfico (por ser altamente inflamável, era comum ocorrer acidentes durante a exibição dos filmes). O nome segue algumas das regrinhas descritas na postagem que disponibilizei no link acima. Obviamente que existiria uma mudança em seu ícone, isso ocorreu na versão anterior do app (0.16). Este novo ícone representa muito bem o nome Celluloid, pois sua figura é de um quadro de filme de celulóide, somado a um símbolo de player e uma pequena barra indicando ser um reprodutor.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Principais alterações na versão 0.17 do Celluloid:

  • Nome renomeado de GNOME MPV para Celluloid;
  • Tradução Turca adiciona por @TeknoMobil;
  • Tradução em Esperanto adicionada por @ F3nd0;
  • Migração do opengl-cb para a nova API de renderização;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado numpad;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado unicode;
  • Encaminhamento dos eventos do “media-keys” para o mpv;
  • Adicionado a chave dconf para controlar o limite de velocidade do cursor para mostrar os controladores;
  • Adicionado a opção para suprimir erros de reprodução;
  • E muito mais.

Como instalar o Celluloid


Por conta dessa transição do nome GNOME MPV para Celluloid, não será raro encontrar ambas as formas de se adquirir o programa. Alguns pacotes e repositórios o denominam pelo antigo nome e outros pelo novo. Por exemplo, no Ubuntu você encontrará a versão antiga pesquisando em sua loja por “GNOME MPV”, entretanto, para instalar os últimos lançamentos deverá recorrer ao PPA ou o pacote em Flatpak.

Celluloid (GNOME MPV) via PPA


A opção via PPA em meu ponto de vista não é a melhor opção. Justamente por conta da migração, o repositório continua com o pacote da versão .016, a anterior a 0.17 com o novo nome (na data deste post 16/08/2019). No momento não existem informações se o PPA será trocado ou apenas o pacote. Inclusive no próprio site oficial do Celluloid essa opção é disponibilizada. No entanto, recomendo a segunda forma que irei demonstrar adiante. Agora se mesmo assim deseja instalar por essa maneira, eis os comandos.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:xuzhen666/gnome-mpv

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Celluloid (GNOME MPV) do PPA via terminal:

sudo apt install gnome-mpv

Removendo o Celluloid (GNOME MPV) via terminal:

sudo apt remove gnome-mpv

Removendo o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository -r ppa:xuzhen666/gnome-mpv 

Celluloid Flatpak via Flathub


O Celluloid está disponível do repositório Flathub, facilitando a instalação para maioria das distribuições Linux. Caso esteja utilizando Linux Mint, não será necessário nenhuma configuração. Pesquise na loja por: “Celluloid” e instale a aplicação. Usuários do Ubuntu podem adicionar o suporte ao Flatpak e também instalar pela loja. Configure conforme este tutorial.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-flathub-flatpak

Para usuários de outras distribuições, veja neste link a forma de habilitar o suporte a Flatpak. Lembrando que o repositório do Flathub deverá ser adicionado. Já se prefere instalar via terminal ou a loja de sua distro Linux não possui integração com o Flatpak, use os comandos logo abaixo para instalar o Celluloid. Obviamente, que você o Flatpak já deve estar configurado em seu sistema, conforme o procedimento que informei anteriormente.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak install flathub io.github.celluloid_player.Celluloid

Removendo o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak remove io.github.celluloid_player.Celluloid

Se preferir pode compilar o Celluloid, em seu repositório do Github existe todo procedimento. 

E você, costumava usar o GNOME MPV ou utiliza outro player? Gosto muito do VLC. O visual dele não é um dos melhores, mas ele “roda até tampa de garrafa” (😁️😁️😁️). No entanto, o Celluloid se comportou bem e não tive maiores problemas (nem com legendas).

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Até o próximo post, que agora irei ver alguns vídeos no Celluloid, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Antivírus no Linux? Conheça o ClamAV

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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Usuários de Windows estão habituados a utilizarem softwares antivírus, como técnico em informática sempre comunico com as pessoas a importância de manter seu sistema atualizado, seguro e pronto para o trabalho. Existe um grande debate na real importância da utilização destes tipos de programas, deixarei esse assunto para uma próxima ocasião, no momento vamos manter o foco no uso de antivírus no Linux.

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O ClamAV é um antivírus de código aberto desenvolvido pela Cisco Systems, uma das maiores empresas em soluções de TI e rede. Quem já teve a oportunidade de manusear um de seus equipamento, sabe a qualidade e eficiência dos produtos desta empresa. Isso sem mencionar suas certificações, e importância no cenário tecnológico.

A solução oferecida pela Cisco é multiplataforma, possuindo versões para diversos sistemas, como: Windows, Linux, BSD e macOS. Conforme você pode observar em seu site oficial.

O ClamAV pode tanto ser utilizado inteiramente via linha de comando, como por interface gráfica.

Preciso de antivírus no Linux?


Antivírus é um assunto delicado, existem técnicos e usuários que são a favor e outros contra. Principalmente por sua forma de funcionamento, não será difícil ver alguém mencionando que nunca utilizou antivírus, seja no Windows ou qual seja o sistema. Que basta ter consciência e cautela por onde navega e quais arquivos abrem que o assunto está encerrado. Todavia nem sempre esse controle depende apenas do utilizador da máquina em si, e em casos específicos pode ser interessante usar um antivírus no Linux.

Assista o vídeo logo abaixo e entenda um pouco mais sobre o tema: vírus para Linux, Windows e Android.


Um dos cenários em que você poderá considerar o uso de antivírus em sua distro é se possuir dualboot com Windows. Outra caso é se constantemente trabalha com arquivos vindouros de outros usuários ou da própria internet e vá disponibilizar para outros usuários do Windows, ou costuma fazer manutenções e varreduras em máquinas de clientes. Afinal, a infecção de pragas virtuais pode ser mais difícil no Linux, entretanto, por vezes seu sistema não pode ser infectado, mas você pode estar abrindo as portas para pessoas más intencionadas no computador de algum conhecido. “Segurança nunca é demais”, e mesmo não sendo algo rotineiro na vida de usuários Linux, o uso de algum programa como o ClamAV tem seu valor.

Como instalar o ClamAV no Ubuntu, Mint e derivados


O interessante do ClamAV é sua versatilidade, proporcionando tanto seu uso via terminal ou com um frontend chamado ClamTk. Você pode adquirir o ClamAV diretamente pela loja do Ubuntu, Mint e derivados. Basta pesquisar por: “ClamTk” e instalar o antivírus.

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-clamtk

Outra maneira é instalar o programa via terminal, com o comando:

sudo apt install clamav clamav-daemon clamtk

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-clamtk

Com isso poderá manusear a aplicação com uma interface não tão difícil de entender. Mas, se o seu intuito for utilizar via linha de comando, instale apenas o ClamAV mais o pacote “clamav-daemon”.

sudo apt install clamav clamav-daemon

Outro pacote interessante, caso utilize arquivos compactados no formato RAR, é a biblioteca “libclamunrar”. Atualmente no Ubuntu, o mesmo encontra-se na versão 7. Caso queira este “plus” em seu sistema, você poderá instalar tanto pela linha de comando ou com o auxílio de um software, como o Synaptic, a GNOME Software atualmente não instalar alguns pacotes (no Mint, é só pesquisar diretamente na loja).

sudo apt install libclamunrar7

Aos utilizadores do ClamAV com interface gráfica, existe a opção de sempre obter as últimas atualizações de segurança, seja de forma automática ou manual. Se por algum motivo não conseguir pela interface, poderá proceder da mesma maneira de quem utiliza via terminal (por esse motivo instalamos o pacote “clamav-daemon” junto a interface gráfica).

Primeiro iremos interromper o processo do clamav-freshclam (só por precaução):

sudo systemctl stop clamav-freshclam.service

Em seguida atualizar o arquivo de definições, de seu banco de dados:

sudo freshclam

Utilização do antivírus ClamAV


O uso do ClamAV é bem simples, para escanear algum diretório a procura de vírus, malwares, trojans e demais ameaças. Utilize o comando “sudo clamscan -r” com o caminho logo a frente. Por exemplo:

clamscan -r /home/henriquead/minha_pasta/

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No caso acima nem o root utilizei, raramente algum arquivo na home necessitará de privilégios elevados, entretanto, aconselho o uso do “sudo” para evitar maiores problemas. Para os mais atentos perceberão que utilizei o parâmetro “-r”, proporcionando uma busca recursiva em meus diretórios. Existem muito mais opções, utilize “clamscan --help” e leia todas as possibilidades. Citando uma bem curiosa é o parâmetro “-i”, que emite um som a cada ameaça identificada.

Usuários que tenham instalado o ClamTk, maiores explicações são dispensáveis. Com alguns minutinhos navegando e lendo cada seção (Configurações, Lista Branca, Rede, Programador, Histórico, Quarentena, Atualização, Assistente de atualização, Escanear um arquivo, Escanear um diretório e Análise), logo se identifica e aprende o funcionamento da ferramenta. 

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